Categoria: Marketing

  • O que é marketing de referência e como aplicá-lo na empresa

    O que é marketing de referência e como aplicá-lo na empresa

    O marketing de referência é uma estratégia que se baseia nas indicações realizadas por clientes satisfeitos, que melhoram a reputação da loja por meio do boca a boca e do compartilhamento de boas experiências de compra.

    Assim, esse método se concentra em oferecer a melhor jornada de compra para cada cliente, já que a empresa se beneficia da reputação positiva que essa interação a ajuda a construir. Mas como colocar o marketing de referência em prática? Vamos conhecer as principais dicas para fazer isso!

    Foque em oferecer uma boa experiência de compra

    Sua loja aposta em programas de fidelidade atrativos e bem desenhados? Isso é ótimo, mas não adiantará muito se a experiência de compra promovida pelo negócio não for inesquecível.

    Afinal, as chances de que um cliente indique a sua loja para outro é menor caso ele consiga apenas boas condições financeiras, mas em um contexto no qual a sua loja falhe em outros aspectos essenciais de uma boa jornada de compra. Um pós-venda negligente, por exemplo, pode colocar tudo a perder.

    Por isso, é preciso abordar a experiência de compra de uma forma holística. É preciso caprichar no atendimento, ter preços e promoções atrativas e oferecer um pós-venda de respeito.

    Com todos esses elementos combinados, será bem mais fácil para um cliente recomendar o seu negócio, já que ele não terá do que se queixar em relação à empresa.

    Crie programa de indicações

    Um programa desse tipo pode ser exemplificado pela oferta de descontos em troca de indicações. Você provavelmente já se deparou com uma mensagem como “Indique um amigo e ganhe 25% em novas compras”, ou algo parecido.

    Diversas empresas fazem isso porque é um procedimento simples e que garante resultados. Afinal, clientes fidelizados sempre estarão procurando boas condições para comprar de uma empresa da qual eles já são fãs.

    Sua empresa também pode diversificar os prêmios, oferecendo serviços gratuitos e prêmios cumulativos, além dos serviços gratuitos. Outra forma eficiente de fazer isso é incentivar o compartilhamento de postagens para concorrer a brindes, o que faz com que as suas publicações tenham um alcance ainda maior.

    É importante usar a criatividade, mas de uma maneira que a iniciativa não comprometa seus lucros. Por isso, calcule o ticket médio do produto para entender o tamanho do desconto que você pode oferecer de forma vantajosa para o seu negócio.

    Aposte em programas de fidelidade

    O marketing de referência naturalmente se baseia em indicações, mas a própria empresa pode criar meios para facilitar esse boca a boca. Isso ocorre porque o marketing de referência está conectado a outra ramificação do marketing: o de fidelização.

    A fidelização de clientes é o processo de retenção dos consumidores já conquistados. Caso um cliente recomende a sua loja para outras pessoas, nada melhor do que oferecer recompensas para ele, não é mesmo?

    Por isso, é importante estabelecer um programa bem definido de indicações para que as pessoas sejam realmente estimuladas a indicar o seu negócio. Estude as melhores ações, de acordo com o perfil da sua marca, a quantidade de clientes que você já tem e alinhado às suas reservas financeiras.

    Assim, você aposta não só no marketing boca a boca, mas na retenção daquelas pessoas que jáconhecem a sua loja e que aumentam as suas receitas. Esse relacionamento próximo também é ótimo para mostrar como a empresa premia e se preocupa com os promotores da marca.

    Use as redes sociais

    Atualmente, as redes sociais são um dos principais cartões de visita de qualquer marca. Elas são importantes para reforçar a presença digital do negócio e manter a empresa no radar das pessoas.

    Como se não bastasse, essas plataformas também são ótimas para colocar o marketing de referência em prática. Quando um cliente quer indicar um produto para um amigo, é bem provável que ele tire um print de uma das páginas ou faça marcações individuais.

    Por isso, estar nas redes é outra maneira de garantir que seu negócio seja indicado. É importante não exagerar nas publicações: crie um cronograma (uma postagem por dia é o suficiente) e tire um tempinho para conversar diretamente com seus clientes, para entender suas dores, necessidades e desejos.

    Invista na qualidade do atendimento

    Em pleno século XXI, não existe uma boa experiência de compra sem um atendimento de qualidade. Os colaboradores devem estar dispostos a tirar dúvidas, ajudar no pós-venda e interagir com os clientes nas redes sociais — sempre de forma educada e atenciosa.

    Você já deve ter ouvido um relato de alguém que elogiava os produtos de uma empresa, mas também destacava o seu péssimo atendimento. Que tal oferecer os dois e deixar essa concorrente pelo caminho?

    Conte com a ajuda de influenciadores

    Outra maneira de utilizar a internet para turbinar as indicações é contar com a ajuda de influenciadores. Esse trabalho pode ser mais indireto, como um acordo para que o influencer compartilhe alguns posts, ou um endosso direto.

    Você pode até mesmo utilizar influencers como embaixadores da marca. Muitas dessas pessoas têm uma legião de seguidores nas redes sociais, que terão ao menos curiosidade de experimentar o que você vende.

    Uma boa ideia é escolher alguém que tenha a ver com o nicho que você explore. Influenciadores que gostem de falar de games e computadores, por exemplo, podem ser procurados por empresas que vendem produtos relacionados a esse universo.

    Capte depoimentos

    Colete o depoimento dos clientes e publique os positivos nas suas redes sociais e no site oficial do negócio. Caso você não consiga convencer muitas pessoas a fazer isso de forma espontânea, ofereça descontos ou brindes especiais.

    Outra maneira de reforçar esse contato com os clientes é compartilhar os posts nos quais eles marcam a empresa, como quando as pessoas mostram algo que compraram. Desse modo, a marca mostra que presta atenção às pessoas que fazem o negócio crescer e as valorizam.

    Também é interessante interagir com os clientes nas redes sociais e perguntar sobre o que eles mais gostaram no produto adquirido e a experiência de compra. Ter uma pessoa de carne e osso ressaltando a qualidade das suas mercadorias e do seu atendimento é uma das melhores maneiras de promover o negócio.

    Agora que você entendeu o que é o marketing de referência e seus benefícios, já sabe como começar a implementá-lo em seu negócio. A estratégia é razoavelmente barata, já que depende de elementos como um bom atendimento, uma experiência de compra e a utilização de redes sociais, sendo que nenhuma dessas estratégias demanda muitos investimentos.

    Gostou do artigo e quer melhorar as suas estratégias virtuais como um todo? Então, baixe agora mesmo o nosso e-book sobre transformação digital!

  • Como usar as estratégias cross selling e up selling na prática

    Como usar as estratégias cross selling e up selling na prática

    Empreendedores só sobrevivem em um mercado competitivo quando conseguem desenvolver maneiras criativas de expandir as suas vendas. Um meio de conseguir isso é turbinar o interesse de clientes por produtos que sejam similares ao que ele procura.

    Nesse cenário, duas práticas se destacam: o cross selling e o up selling. Enquanto a primeira foca nas compras conjuntas, a segunda estratégia oferece um item de maior qualidade, mas em condições vantajosas para o consumidor. Continue a leitura do nosso artigo para entender melhor os conceitos!

    Quais são as diferenças entre cross selling e up selling?

    Cross selling, que em livre tradução pode significar venda cruzada, consiste em oferecer ao consumidor outros produtos relacionados com o item que ele pretende comprar na sua loja online.

    Portanto, caso você se depare com uma frase como “Compre junto”, temos aí um exemplo claro de cross selling, muito utilizada nos e-commerces.

    Já o up selling consiste em oferecer ao comprador um desconto para que ele troque o produto escolhido por um superior exatamente neste momento antes de ir ao checkout.

    É possível ver essa técnica aplicada em diversos varejistas e marketplaces, já que é uma estratégia consolidada para incentivar a compra de itens mais caros e render maiores lucros para a empresa.

    O segredo é complementar o item procurado com outras mercadorias que façam sentido para os compradores.

    Um exemplo: você precisa de um tênis para correr. Você visita o site da loja e escolhe um modelo mais simples. Contudo, na hora do checkout, aparece um pop-up informando que você acabou de ganhar um cupom de R$ 100 para adquirir uma versão melhorada do seu item. Nesse caso, temos o up selling.

    Como adotar essas estratégias em sua empresa?

    Agora, entenderemos como aplicar essas estratégias de maneira efetiva em sua empresa, de modo natural e sem forçar sugestões que possam irritar clientes.

    Conheça bem o seu público

    Conhecer bem o seu público é uma dica que vale para todas as estratégias de negócio, mas é ainda mais importante quando seu objetivo é turbinar as compras. Para que tanto o up como o cross selling sejam viáveis, a confiança mútua entre empresa e cliente é o componente principal.

    Afinal de contas, o vendedor vai, por meio de uma abordagem consultiva, oferecer mercadorias ou serviços que se encaixam às necessidades do cliente e tenham a ver com as suas necessidades atuais. Isso só é possível quando o empreendedor mapeou os problemas do consumidor durante a negociação.

    Caso o vendedor, por descuido ou má fé, faça ofertas completamente descoladas da realidade do cliente apenas para lucrar mais naquela negociação, isso demonstra que ele não está atento ao contato e às necessidades do cliente.

    Nesse caso, fica mais difícil estabelecer uma parceria com base na confiança mútua, uma vez que o cliente entende que ele é só mais um número para aquela empresa.

    Com essa perda na confiabilidade, as chances de realizar uma venda diferenciada são reduzidas. Por isso, é muito importante conhecer o público e prestar atenção ao que ele diz.

    Ofereça apenas produtos relevantes

    Essa dica complementa o tópico anterior: só ofereça produtos que realmente façam sentido para os clientes! Por isso, nada de forçar compras com itens muito diferentes entre si. Um consumidor que esteja comprando um notebook, por exemplo, não pode receber bem uma oferta de um novo jogo de toalhas.

    Seja por meio do uso de ferramentas que ajudem a identificar padrões de consumo, como tecnologias de análise de dados como o Big Data, seja pelo estudo manual do histórico de compras, os empreendedores têm a obrigação de pensar bem nas estratégias de venda cruzada e up selling.

    Conduza as negociações com honestidade

    Tanto no cross como no up selling, é preciso ter controle para não perder a mão. Assim, nada de oferecer dezenas de produtos semelhantes, já que os consumidores podem perder o foco ao verificar todas as opções que apareceram — e desistir de qualquer compra.

    Por isso, ofereça sugestões mais enxutas, priorizando poucos produtos, mas que tenham a ver com o que o consumidor procura. Nesse caso, você sugere apenas o que tem potencial real de venda, em vez de arriscar perder aquele negócio (e aquele cliente).

    Oriente-se por dados

    As ferramentas de análise de dados, como o Big Data e o Business Intelligence, podem identificar informações como os períodos do ano nos quais clientes estão mais suscetíveis a aceitar essas sugestões e fechar compras mais lucrativas.

    Essas ferramentas buscam as informações diretamente na fonte, isto é, no histórico digital da empresa. Assim, é possível traçar tendências de acordo com a própria trajetória da empresa, sem achismos.

    Fique por dentro das oportunidades

    Uma oportunidade para aplicar o up selling, por exemplo, pode se apresentar mesmo antes da concretização da venda. Isso pode ocorrer durante a qualificação do lead ou durante as negociações de compra.

    Quando a empresa utiliza um CRM, é possível registrar as etapas daquele lead em relação à compra. Essa tecnologia é importante porque mapeia todos os passos do consumidor durante a jornada, proporcionando um conhecimento e a consulta de todo o processo.

    Já em relação ao cross selling, a empresa que acompanha bem os seus clientes fidelizados pode acompanhar sua trajetória e registrar o hábito de acrescentar novas compras no carrinho na hora do checkout.

    Desse modo, a empresa pode programar esse momento para que os pop-ups oferecendo novas condições para todos os clientes que sigam essas características. O importante é que empreendedores estejam atentos a maneiras criativas de incrementar a compra, mas sem lesar o cliente.

    Como pudemos ver, o cross selling e up selling são duas ótimas maneiras de oferecer condições atrativas de compra, elevar os lucros e ainda mostrar que a sua empresa conhece bem o cliente que visita a sua loja online. Afinal, as sugestões devem levar em conta as suas dores e necessidades, o que demonstra que os gestores estão atentos aos diferentes perfis de clientes.

    Para complementar as suas estratégias de venda e captação de clientes, não deixe de conferir o nosso guia de gestão comercial!

  • Storytelling em vendas: 3 inspirações para destacar sua empresa no mercado

    Storytelling em vendas: 3 inspirações para destacar sua empresa no mercado

    Você conhece o poder que há por trás do ato de contar de histórias? Estudos indicam que quanto mais convincente é a narrativa, mais empáticos os ouvintes se tornam. Por esse motivo investir em storytelling para ações de vendas é tão importante, pois há um grande potencial de influência nas pessoas.

    De forma simples, por meio do impacto nas emoções e sentimentos humanos, o storytelling pode criar uma conexão direta entre uma marca e seu cliente em potencial, influenciando sua opinião ou até mesmo fazendo com que tome determinada decisão.

    Confira a seguir o que é storytelling em vendas e conheça exemplos reais para engajar e lucrar mais!

    Afinal, o que é e qual a importância do storytelling em vendas?

    Storytelling é um termo em inglês composto pela junção de duas palavras: “story”, de história, e “telling” de contar. Portanto, significa contação de histórias. 

    Para o mundo corporativo, o storytelling consiste no desenvolvimento de uma boa narrativa com capacidade de envolver e gerar empatia no interlocutor com as dores solucionadas pelo produto ou serviço oferecido pelo seu negócio. Isso agrega mais valor tanto para seu público quanto para sua marca.

    Dessa forma, quando utilizado para ações de vendas, é preciso estratégia na hora de contar uma boa história que converta um potencial cliente em consumidor fiel. Mas quais são os benefícios para o seu negócio? Por meio de histórias credíveis, com entretenimento, educacionais, relacionáveis, organizadas e memoráveis, você pode:

    • engajar seus clientes;
    • criar conexão com seu público;
    • trocar experiências,
    • criar identificação;
    • gerar uma imagem positiva da sua marca.

    Exemplos de sucesso de aplicação do storytelling nas empresas

    Para você se inspirar, confira alguns exemplos de empresas que obtiveram sucesso na aplicação do storytelling.

    1. Huggies

    “Hugs” é uma palavra em inglês que significa “abraços”. Através deste conceito, a empresa desenvolveu uma campanha baseada em storytelling utilizando uma pesquisa que indica a importância do abraço na melhora da saúde dos bebês. Isso trouxe como resultado um aumento de 30% nas vendas daquele ano.

    2. Airbnb

    A empresa transborda storytelling nas suas campanhas, criando narrativas da vida de seus anfitriões para que os viajantes possam se interessar pelas experiências e sensações que poderiam experimentar.

    Com a campanha “pertença a qualquer lugar”, lançada em 2016, a Airbnb conseguiu arrecadar mais de 1 milhão de dólares para ajudar a The UN Refugee Agency. 

    3. Heineken

    Com uma campanha baseada em storytelling em que a empresa seria patrocinadora da Champions League em 2016, a Heineken encantou seu público feminino. Desconstruindo o senso comum de que mulheres não gostam de futebol, lançou a campanha “The cliche” em que as mulheres se “vingam” de seus namorados ao assistir à final do campeonato.

    O que considerar na hora de adotar essa estratégia nas vendas?

    Para desenvolver campanhas de storytelling para vendas e atingir os melhores resultados possíveis, você precisa:

    • conhecer o perfil do seu cliente e adaptar sua história a ele;
    • definir sua mensagem e objetivo principais;
    • planejar e construir uma boa estrutura de storytelling, com início, meio e fim bem definidos; 
    • envolver seu público por meio da transmissão de emoções positivas.

    Agora você já pode dizer que conhece tudo sobre o conceito, qual a importância e os benefícios que o storytelling em vendas pode proporcionar para o seu negócio, assim como alguns exemplos de inspiração de empresas que aplicaram campanhas de sucesso baseadas nessa estratégia.

    Gostou do nosso post e quer descobrir 5 técnicas de storytelling para implementar no seu negócio? Leia nosso artigo que aborda este assunto!

  • PNL em vendas: como funciona e quais os seus benefícios

    PNL em vendas: como funciona e quais os seus benefícios

    Um dos maiores desafios para qualquer empreendedor é lidar com um cliente resistente ou um consumidor em potencial que precisa de uma dose extra de convencimento para fechar um negócio. Com o tempo, técnicas de persuasão surgiram para ajudar os vendedores.

    É o caso da aplicação do conceito de Programação Neurolinguística, que surgiu no campo da psicologia. Com a implementação da PNL em vendas, empreendedores se tornaram mais persuasivos na hora de convencer os clientes a comprarem algo. Neste post, falaremos mais sobre essa técnica e como aplicá-la na empresa. Boa leitura!

    O que é a PNL?

    A sigla significa Programação Neurolinguística, um conceito que surgiu na década de 1970 para traçar padrões para diferentes terapias. Segundo essa estratégia, quando a aplicamos nas vendas, a comunicação efetiva entre as pessoas será bem-sucedida, quando vendedores entenderem os valores do cliente em potencial e se comunicar por meio deles, é mais fácil fechar negócio.

    Assim, os empreendedores entendem a maneira de ver o mundo do cliente e conseguem compreender seus problemas, avaliar soluções e, de modo geral, pensar como aquela pessoa. A PNL tem ganhado cada vez mais espaço no comércio por melhorar a comunicação entre as partes.

    O seu diferencial é que, quando bem aplicada, a PNL agrega valor para o cliente. Ela não se limita a comercializar produtos e coletar o lucro das transações, mas de proporcionar soluções que gerem um relacionamento duradouro com a empresa.

    Ela é aplicada por meio de iniciativas que envolvem desde a leitura corporal até a utilização de gatilhos mentais, por exemplo. Contudo, ela só é útil para a empresa quando os empreendedores conseguem se comunicar bem e convencer as pessoas de que os produtos adquiridos são necessários, e não supérfluos.

    Como usar o PNL em vendas na prática?

    Com o conceito de PNL entendido, agora é o momento de mostrar como implementá-la efetivamente na empresa.

    Identifique o perfil do cliente

    A PNL é focada na boa comunicação. Contudo, as pessoas têm perfis diferentes, então uma técnica padronizada pode não funcionar para todo mundo. Portanto, é essencial identificar o perfil daquele consumidor no início do contato.

    Caso a empresa faça uso de tecnologias de análise de dados, como Big Data ou Small Data, poderá rastrear o histórico daquele consumidor e conferir a sua média habitual de compras, além de estudar que tipo de produtos ele costuma adquirir.

    No caso dos leads, ou clientes que ainda não compraram nada da empresa, esse reconhecimento terá que ser feito durante a conversa. Por isso, uma boa dica é treinar a equipe em cursos e palestras destinadas ao empreendedorismo, que focarão nas técnicas de conversão.

    Use os gatilhos mentais

    Os gatilhos mentais são, basicamente, técnicas de persuasão que apelam ao emocional das pessoas. Um clássico exemplo é abordar uma sensação de escassez: quando os clientes leem anúncios como “Últimas unidades” ou “Tempo limitado de promoção”, muitos deles sentirão a urgência para comprar logo.

    Os gatilhos são importantes porque ajudam os vendedores a convencerem as pessoas de que eles precisam de um produto. Contudo, para ter um relacionamento duradouro com o consumidor, essa conversão deve ser acompanhada pela descrição das mercadorias, para que as pessoas entendam que elas agregam valor.

    Outros gatilhos mentais bastante utilizados no comércio são os seguintes:

    • urgência;
    • autoridade (ao enfatizar como a empresa é uma referência no mercado);
    • antecipação;
    • novidade;
    • exclusividade.

    Estabeleça um rapport

    O rapport é a capacidade de agir de forma empática, em sintonia com as necessidades do cliente. É a capacidade de encontrar interesses e problemas em comum para desenvolver uma negociação fluida.

    Quando vendedores conseguem estabelecer um rapport adequado, os clientes se sentem mais à vontade, como se estivessem conversando com uma pessoa que lidou com os mesmos problemas e conseguiu solucioná-los.

    Assim, o cliente terá mais confiança no que o empreendedor diz e as chances de comprar algo aumentam. Por isso, nada melhor do que estudar bem as mercadorias e serviços oferecidos, até mesmo para acumular histórias de uso que mostrem os diferenciais daquele produto.

    Avalie a linguagem corporal

    Naquelas negociações que ocorrem em ambientes físicos, é possível observar a linguagem corporal do cliente. Contudo, posturas clássicas como braços cruzados não necessariamente significam que aquela pessoa está “fechada” para compras: pode ser apenas um hábito ou até mesmo uma reação ao clima frio.

    De qualquer modo, é possível analisar o ambiente e o desenrolar da conversa. Isso também serve para vendas online. Quando o consumidor demora muito para responder e o faz com monossílabos, talvez seja o momento de priorizar leads mais avançados.

    Crie âncoras

    Na PNL, criar âncoras significa evocar sentimentos, geralmente positivos, que ajudem os vendedores na hora da negociação. As emoções podem ser despertadas tanto nos clientes como nos empreendedores.

    Uma maneira de fazer isso é associar o produto desejado a bons sentimentos. Um vendedor que esteja tentando convencer o cliente a comprar uma piscina ou uma grelha, por exemplo, pode abordar a capacidade de reunir a família e amigos em volta daquele produto.

    Outra maneira é associar a indecisão de compra aos sentimentos de incerteza. Nesse caso, o vendedor se coloca no cliente, ressaltando que entende que os custos podem ser um impecilho, mas listando as características agregadas daquele produto logo em seguida.

    Quais são os benefícios do PNL em vendas?

    A PNL, quando aplicada de forma holística, traz muitas vantagens para a empresa, que vão além do crescimento das vendas. Outros benefícios que podemos destacar são:

    • crescimento da performance dos colaboradores, que se tornam mais versáteis para abordar diferentes tipos de pessoas;
    • expansão do negócio;
    • desenvolvimento de um relacionamento mais próximo com o cliente, quando os vendedores conseguem explicar como determinados produtos e serviços melhorarão sua vida;
    • autoconhecimento, já que os vendedores podem descobrir novas habilidades e aprimorá-las;
    • atingir as metas;
    • instaurar novos hábitos na empresa, com a PNL sendo assimilada aos poucos pela cultura organizacional;
    • melhoria na comunicação, tanto interna (uma vez que os vendedores podem ser estimulados pela gerência para trocar ideias entre eles) como externa;
    • boa capacidade para lidar com clientes mais resistentes;

    Como vimos no artigo, a PNL em vendas já é uma realidade. O sucesso da estratégia se explica pela versatilidade, com muitas opções para aplicá-la negócio. Outra forma interessante de usá-la é por meio do storytelling, tanto falado como escrito, que ajuda a vender produtos por meio de histórias envolventes.

    Gostou do artigo e quer conferir outros conteúdos para otimizar as suas estratégias de divulgação e vendas? Então, confira o nosso guia de planejamento de marketing!

  • 4 estratégias para redes sociais em datas comemorativas

    4 estratégias para redes sociais em datas comemorativas

    Garanto que você tem alguma data comemorativa que fica aguardando chegar o ano inteiro, não é mesmo? Esses momentos mais esperados do ano são excelentes oportunidades para quem tem um negócio e deseja impulsionar suas vendas.

    Segundo o relatório Webshoppers da Ebit | Nielsen, somente para o e-commerce brasileiro em 2021, 34% de seu faturamento veio de datas comemorativas. Assim, para aproveitar o enorme potencial desses momentos, é essencial que você tenha boas estratégias para redes sociais, o que vai ajudar o seu negócio a destacar-se dos concorrentes e a se conectar com seu público.

    Confira abaixo as principais estratégias para redes sociais em datas comemorativas!

    Qual a importância de boas estratégias em datas comemorativas e grandes eventos?

    Muitas datas comemorativas têm grande apelo comercial e cultural, como a Black Friday, o Natal, a Páscoa, o Dia das Mães, o Dia dos Namorados ou até mesmo grandes eventos como a Copa do Mundo. 

    Isso faz com que as pessoas estejam mais dispostas a gastar nestes períodos do ano, seja para presentear alguém ou até mesmo para aproveitar as ofertas e descontos exclusivos do momento e comprar algo para si. 

    Assim, ter um bom planejamento de estratégias para redes sociais, como criar conteúdos criativos, relevantes e que se destaquem dos seus concorrentes nesses períodos do ano pode ajudar seu negócio a atrair novos clientes, engajar seu público e ainda criar interações.

    Ah, vale lembrar que as principais datas comemorativas para o varejo alavancar suas vendas e expandir ainda mais os negócios são:

    • Páscoa;
    • Dia da Mães;
    • Dia dos Namorados;
    • Dia dos Pais;
    • Dia das Crianças;
    • Halloween;
    • Black Friday;
    • Natal.

    Afinal, quais são as principais estratégias para redes sociais em datas comemorativas?

    Confira aqui uma série de dicas que vão ajudar seu negócio a aproveitar o potencial destas datas importantes e criar boas estratégias para redes sociais.

    1. Escolha as datas mais relevantes para o seu negócio e o nicho em que atua

    Reúna todas as datas comemorativas relevantes para o contexto do seu negócio e seus clientes ideais, considerando o perfil do seu público , os produtos e serviços que podem ser comercializados. Depois, separe as mais importantes que têm potencial para serem trabalhadas. 

    2. Prepare-se com antecedência

    Organize as datas selecionadas em um calendário e entenda o potencial que cada rede social tem para oferecer, para que você tenha tempo de pensar e executar as ações necessárias. Isso vai ajudar sua empresa a avaliar em quais canais vale a pena investir e quais ações executar.

    3. Ofertas e descontos especiais 

    Crie promoções exclusivas alinhadas ao seu negócio e consumidor final. Alguns exemplos podem ser:

    • utilizar a técnica de ‘‘escassez”;
    • descontos;
    • combos;
    • cupons;
    • brindes;
    • frete grátis ou diferenciado;
    • cashback.

    4. Produza conteúdos relevantes, de qualidade e inovadores

    Para conquistar a atenção, e principalmente o engajamento do seu público dentre tantas publicações no feed, crie em conteúdos alinhados com as necessidades dos seus consumidores e as tendências de mercado. Saia do óbvio, use a criatividade!

    Agora que você já sabe as principais estratégias para redes sociais em datas comemorativas e os benefícios que elas podem trazer para seu negócio, você poderá aproveitar ao máximo o potencial que estes momentos especiais do ano têm a oferecer.

    Curtiu este conteúdo? Então, aproveite para baixar o nosso infográfico e se prepare para as datas comemorativas!

  • 6 dicas para acertar nos preparativos de Natal da sua loja!

    6 dicas para acertar nos preparativos de Natal da sua loja!

    Os preparativos para o Natal marcam, para empreendedores, o início da data comemorativa mais importante do ano. Para não se afundar em trabalho de última hora, é necessário planejar as suas ações desde já.

    Para MEIs, isso é ainda mais importante, já que muitas dessas pessoas trabalham sozinhas e precisam cuidar de todas essas etapas. Por isso, preparamos algumas dicas para que você consiga colocar em prática as suas estratégicas de maneira progressiva, sem toda aquela correria de dezembro. Boa leitura!

    1. Analise períodos anteriores

    Você deve analisar os dados do mesmo período no ano anterior para conseguir traçar alguns padrões. Quais foram os produtos mais vendidos? Qual é o perfil predominante entre as pessoas que os compraram? Qual foi o valor médio das vendas?

    Com esses dados em mãos, será bem mais fácil se preparar para este ano. Uma boa ideia é utilizar o produto que foi o campeão de vendas no período anterior e já começar as suas divulgações natalinas por ele. Assim, você consegue sentir se a aceitação desse ano será a mesma.

    Caso você não tenha os dados do Natal passado ou a sua loja ainda seja muito recente, você também poderá analisar os produtos mais vendidos ao longo da vida do empreendimento. Faça postagens no Instagram, por exemplo, perguntando o porquê de as pessoas gostarem tanto das mercadorias mais vendidas.

    Com base nas respostas, será possível turbinar as suas estratégias para esse ano. Se você tem um e-commerce, o Google Analytics é uma ferramenta acessível para qualquer profissional, até porque é gratuita. Por meio dela, será possível monitorar as visitas do site, a região dos acessos e os horários de pico para fazer postagens, por exemplo. É possível encontrar diversos tutoriais no YouTube para dominar a ferramenta.

    2. Programe as compras

    Como a sua preparação começa antes, você terá a oportunidade de negociar preços e condições melhores com os fornecedores. Afinal, caso você deixe para comprar tudo na última hora, corre o risco de que seus parceiros tenham poucas unidades no estoque ou que exijam valores mais altos para cumprir a demanda.

    Além disso, adiantar a sua demanda é uma boa maneira de não ter que lidar com atrasos de última hora, que podem gerar uma avalanche de clientes indignados com a demora para a entrega.

    Por isso, programe as compras, sempre considerando o prazo para que elas possam chegar e você consiga organizar o estoque. Também é preciso ter em mente que esse trabalho não é simples: é preciso catalogar as quantidades de mercadorias e ainda conseguir um lugar adequado para que elas fiquem, sem deteriorar.

    3. Cuide do estoque

    Do mesmo modo que você tem que se preocupar com o fornecimento, também precisa tomar conta do próprio estoque. Imagine o constrangimento de ficar meses divulgando um determinado produto e ele sumir das prateleiras, sem perspectiva de reposição?

    Esse é o tipo de gafe que pode causar danos à reputação do negócio. A sua empresa pode ficar conhecida como “aquela loja que promete muito e não tem o produto depois”. Por isso, só divulgue o que realmente tem para vender!

    Uma maneira de controlar o estoque com eficiência é contar com um sistema de gestão integrado, também conhecido como ERP, sigla de Enterprise Resource Planning. Ele não só centraliza as informações de produtos, como ainda tem módulos específicos de vendas para você controlar suas transações e lucros.

    4. Pense nas promoções

    Podemos dizer que o Natal é uma época na qual as pessoas são obrigadas a comprar. Sim, obrigadas: afinal, ninguém quer deixar os familiares sem ao menos alguma lembrancinha em uma das datas mais celebradas por ano.

    Assim, essas pessoas serão bombardeadas com estímulos vindo de todos os lugares. Na internet, na televisão, na rua… em qualquer lugar, será possível encontrar opções de presentes de Natal. Isso torna mais difícil para qualquer empresa se destacar, uma vez que a concorrência estará ainda mais acirrada.

    Uma maneira de chamar a atenção das pessoas é justamente oferecer as melhores condições para adquirir produtos. Realize promoções que realmente façam a diferença no bolso das pessoas, mas sem deixar de lado a sua lucratividade.

    5. Prepare a precificação

    Depois do que apresentamos no tópico anterior, a precificação é o próximo passo lógico na estratégia. Verifique os dados relacionados à lucratividade ao longo do ano para entender como precificar sem afugentar o cliente, mas mantendo a sua margem de lucro.

    Promova preços especiais para condições do tipo “pague 3 e leve 2”, focando em presentes que sirvam para toda a família. Para complementar essa estratégia, ofereça diversas modalidades de pagamento: assim, as pessoas não deixarão de levar mais de um produto pela impossibilidade de fechar a compra.

    6. Divulgue na internet

    Não tem segredo: se você quer colher bons resultados no Natal, você precisa divulgar sua empresa na internet. Lembre-se de que é muito fácil para o consumidor comprar produtos, principalmente na data mais celebrada no ano. Por isso, você tem que chamar a atenção para a sua loja.

    Como o Natal atrai muita gente para as lojas físicas, causando transtornos e estresse nas calçadas com o excesso de pessoas, muitos consumidores preferem comprar seus produtos pela internet e evitar a bagunça.

    Assim, há um grande mercado a ser explorado. Assim, será preciso caprichar nas redes sociais, divulgando os produtos, os diferenciais e as boas condições de compra. Use o Instagram, por exemplo, para apresentar fotos, com os stories sendo uma opção de vídeos curtos.

    Caso você tenha algumas economias, vale a pena pensar em campanhas pagas nas redes sociais, como no Facebook e Instagram, ou pela parceria com influenciadores digitais que atuem em plataformas como YouTube e Twitter.

    Isso traz maior engajamento para a sua marca, já que muitas pessoas ficarão curiosas para conhecer suas mercadorias. Você pode até tentar acordos com esses influencers, como oferecer uma porcentagem das vendas ou itens da própria loja.

    Como vimos no artigo, a hora de pensar nos preparativos para o Natal é agora. Caso você deixe tudo para mais tarde, corre o risco de lidar com fornecedores atarefados e praticando preços mais altos, dificuldade de lidar com o estoque e a logística e programar estratégias. Por isso, siga essas dicas para não errar em seu planejamento.

    Caso você tenha gostado do artigo, aproveite a visita para baixar o nosso e-book sobre estratégias de marketing que vendem!

  • Vendas de final de ano: 5 dicas para preparar o seu negócio

    Vendas de final de ano: 5 dicas para preparar o seu negócio

    Você já está preparando suas estratégias de vendas para o final do ano? Estamos quase lá!

    Esse período do ano é um importante momento para muitos negócios. Afinal, como não remeter novembro à Black Friday e à Cyber Monday, e dezembro às festividades tradicionais de fim de ano como Natal e Ano Novo, não é mesmo?

    Este ano ainda teremos outro evento que costuma bastante os comércios: a primeira Copa do Mundo sediada em um país do Oriente Médio, no Catar.

    Quer dicas de como preparar seu negócio para as vendas no final de ano? Confira a seguir!

    Quais são os principais eventos de final de ano que podem ajudar a aumentar as vendas?

    Aqui, estão as principais datas para você planejar com antecedência ações de vendas nesse fim de ano:

    • 25 de novembro – Black Friday;
    • 28 de novembro – Cyber Monday;
    • 25 de dezembro – Natal;
    • 31 de dezembro a 01 de janeiro – Ano Novo.

    Afinal, como faço para preparar meu negócio para as vendas de final de ano?

    Ainda que os consumidores estejam naturalmente mais dispostos a comprar nesse período do ano, é importante investir em planejamento e estratégia para aumentar ainda mais suas vendas.

    Portanto, reunimos algumas dicas para que você consiga preparar seu negócio. Veja quais são elas!

    1. Treinamento de equipes

    Treine suas equipes para oferecer atendimento de qualidade e ágil. Para ampliar a motivação, melhorar a produtividade dos colaboradores e, é claro, vender mais, considere implementar uma estratégia de gamificação.

    2. Decoração temática

    Aposte em decorações diferenciadas na loja física para conseguir atrair mais clientes. Em caso de loja virtual, invista em um novo visual para seu site e em ações que despertam o senso de urgência do consumidor, como banners de contagem regressiva.

    3. Formas de divulgação e promoções exclusivas para a época

    Utilize as redes sociais para alavancar suas vendas. Apostar no planejamento de comunicação antecipado para conquistar os clientes além da data também é uma ótima estratégia.

    Promoções exclusivas ou venda de kit de produtos similares são algumas ações que contribuem para o aumento do ticket médio do cliente. Você ainda pode estender as promoções por um período maior de tempo, o que ajuda a acabar com os estoques.

    4. Agilize as operações

    Facilite a forma de pagamento oferecendo opções como cartões de crédito e débito, Pix, PicPay e PayPal.

    Avalie abrir sua loja em horários especiais para facilitar a visita dos consumidores, mantendo sempre atualizados a abertura e fechamento do seu estabelecimento.

    5. Gerencie o estoque

    Procure também focar no planejamento de estoque e logística, explorando bem os espaços verticais e categorizando os produtos para melhor organizar a procura no espaço.

    Benefícios de se preparar para as vendas no final de ano

    Se preparar para vendas no final de ano pode te trazer alguns benefícios:

    • demanda aquecida: período do ano de oportunidades que aquecem as vendas, desde a Black Friday até o Ano Novo;
    • reserva de emergência: ótima oportunidade para gerar uma boa receita e utilizá-la em momentos de baixa demanda.

    Nesse conteúdo você entendeu que um bom planejamento, atrelado a uma boa estratégia, são essenciais para que seu negócio consiga aproveitar todo o potencial que as vendas no final de ano tem a oferecer.

    Gostou do artigo e quer conhecer algumas campanhas certeiras para garantir boas vendas de fim de ano? Então, leia o nosso post sobre este assunto agora mesmo!

  • Confira 7 dicas para fazer vendas nas redes sociais

    Confira 7 dicas para fazer vendas nas redes sociais

    Segundo o Estudo Digital Global 2022, a internet é usada por quase 5 bilhões de pessoas em todo o mundo, o que representa 62,5% da população mundial. E quando falamos mais especificamente de usuários ativos nas redes sociais, apesar de esse número cair para 58,4%, ainda é bastante expressivo.

    Você sabe que as redes sociais fazem parte da vida das pessoas, não é mesmo? Por isso, é essencial que as empresas tenham estratégias bem elaboradas para comercializar seus produtos nessas plataformas e manter sua competitividade.

    Continue a leitura para conhecer dicas de como vender através desses canais!

    Qual é o papel das mídias sociais para as vendas no varejo?

    Segundo o estudo State of Mobile, é esperado que o consumo em ambientes digitais cresça mais e mais. No Brasil, as pessoas ficaram – em média – 5,4 horas no celular em 2021. Parte desse tempo é gasto na utilização das redes sociais, em especial o WhatsApp e o TikTok.

    Assim, é importante que as marcas estudem a força e a proposta de cada rede social de acordo com o perfil do seu público-alvo, além de acompanhar as mudanças de comportamento dos consumidores, focando no engajamento dos usuários. Isso pode contribuir para uma maior aproximação e interação com os clientes, o que potencializa o poder de venda do seu negócio.

    Afinal, como faço para vender nas redes sociais?

    Confira um passo a passo para criação de uma estratégia de vendas através das redes sociais.

    1. Defina o seu público-alvo

    Qual sua faixa etária, preferências, gênero, comportamento e região em que vive?

    É essencial que você trace o perfil do seu público e quais redes sociais ele utiliza, planejando melhor o tipo de conteúdo que irá publicar para ser mais atrativo e relevante.

    2. Utilize as redes sociais certas

    Entenda as particularidades de cada rede social para utilizá-las da melhor forma possível. Considere o engajamento do seu público em cada um delas, o que ditará em quais plataformas vale a pena investir.

    3. Produza conteúdo de qualidade

    Conheça as necessidades da sua persona e produza conteúdo pensando em soluções para seus problemas, mantendo constância nas publicações. A criação de um calendário editorial de postagens pode contribuir para esta periodicidade.

    4. Conheça sua concorrência

    Ter noção do que seus concorrentes estão fazendo, ou até mesmo empresas de outros segmentos, pode servir como uma boa fonte de inspiração para você. Se mantenha atento às tendências e ao que está sendo consumido pela sua audiência.

    5. Planeje e revise suas estratégias

    Foque no planejamento estratégico de vendas em cada uma das redes sociais. Defina:

    • tipos de conteúdo que serão explorados;
    • objetivos das campanhas;
    • periodicidade das publicações;
    • orçamento disponível.

    6. Crie um relacionamento com seu público

    As redes sociais são, acima de tudo, canais de interação e relacionamento entre os usuários. Portanto, para vender mais, será necessário conquistar seu espaço no feed interagindo com seus seguidores.

    7. Invista em tráfego pago

    Você pode investir no impulsionamento de posts estratégicos e em campanhas para aumentar o seu público e/ou converter vendas . Esta dica é opcional, mas pode ser efetiva em alguns momentos do seu negócio.

    Nesse sentido, contar com o auxílio de um especialista para implementar boas estratégias e conseguir ótimos resultados é importante. Com maior conhecimento técnico, ele é capacitado para fazer um planejamento com conteúdos atrativos e assertivos e, assim, alcançar o objetivo do investimento.

    Agora que você já sabe como estratégias de vendas nas redes sociais podem ajudar seu negócio, é hora de colocar em prática nossas dicas de como utilizar estes canais para comercializar seus produtos e, assim, destacar sua marca cada vez mais dos concorrentes!

    Curtiu este conteúdo? Então, aproveite para compartilhar o post em suas redes sociais!

  • Marketing promocional: 7 ações para colocar em prática

    Marketing promocional: 7 ações para colocar em prática

    O marketing serve para fazer as lojas venderem mais, certo? Sim, mas esse não é o seu único benefício. Afinal, comercializar produtos é bom, mas estabelecer laços de longo prazo com as pessoas é bem mais recompensador para o negócio.

    Uma maneira de conseguir isso é por meio do marketing promocional, uma das ramificações que focam em ações que vão além do lucro imediato. Neste post, falaremos do conceito, dos seus benefícios e de como implementá-lo no negócio. Venha conosco!

    Entenda o que é marketing promocional

    Para definir o conceito com precisão, nada melhor do que utilizar a definição da Associação de Marketing Promocional (AMPRO) que o define como um conjunto de estratégias com objetivo de:

    • construir uma marca;
    • aumentar o número de vendas;
    • prospectar consumidores;
    • fidelizar os clientes.

    Isso é feito por meio de ações diretas, que estimulam o contato entre a marca e os consumidores. Essas atividades agregam valor aos consumidores, de uma forma natural e não invasiva.

    Afinal, as pessoas são convocadas a participar das ações, mas de uma maneira totalmente espontânea. Ninguém é coagido a fazer algo que não queira, o que seria extremamente prejudicial para um relacionamento entre empresa e cliente.

    Diferença entre marketing promocional e merchandising

    O marketing promocional é constantemente confundido com o merchandising, mas são estratégias diferentes. Enquanto o segundo foca exclusivamente na atração de consumidores e na venda de produtos, o primeiro tem como principal objetivo reforçar a relação entre consumidor e marca.

    Assim, ações como a distribuição de brindes e sorteios não são exemplos de merchandising, uma vez que não necessariamente envolvem a venda de produtos — mas têm tudo a ver com o marketing promocional. Além disso, ainda podem ser utilizadas para turbinar a presença da empresa nas redes sociais.

    Conheça alguns benefícios do marketing promocional

    Quais são as vantagens específicas do marketing promocional para um negócio? Vamos conhecê-las.

    Atração de novos clientes

    O marketing, por definição, está diretamente associado à atração de clientes. O modelo promocional não é diferente, uma vez que ações criativas e com condições vantajosas chamarão a atenção de consumidores em potencial.

    Fidelização de clientes

    O marketing promocional ajuda diretamente na fidelização, ao reforçar os laços com os consumidores para além da simples transação comercial.

    Afinal, uma empresa que aposta nessa estratégia tem menos chances de ser conhecida como aquela que “tenta vender tudo a toda hora”, uma vez que ela realizará ações que estimulem a divulgação do produto e com foco no cliente, são exemplo de ações promocionais: sorteios, brindes e oferta de condições melhores para seus consumidores.

    Diferencial competitivo

    O marketing promocional complementa outras ações importantes, como o pós-venda, que mostram que a empresa se preocupa com o cliente mesmo após a conversão.

    Dois terços dos clientes desistem de fazer compras online. Entre os motivos, está a falta de credibilidade da empresa. Por meio de ações bem pensadas, o marketing promocional reforçará a reputação daquela organização no mercado.

    Promoção da marca

    A marca é reforçada de três maneiras:

    • os clientes não são só fidelizados, como se tornam embaixadores da empresa. Elas ajudam a divulgá-la, avaliam positivamente os produtos e falam bem daquela organização para outras pessoas;
    • a empresa se consolida como uma referência de mercado. O marketing promocional fortalece cada vez mais a empresa, uma vez que os frutos colhidos pelas campanhas se refletem em sua imagem;
    • a empresa se mantém no radar das pessoas, já que elas checarão a loja de forma contínua para verificar se há novas promoções.

    Saiba como aplicar o marketing promocional na empresa

    Uma das coisas mais legais do marketing promocional é que ele pode ser explorado em uma infinidade de maneiras diferentes. Agora, vamos conhecer algumas delas.

    1. Faça campanhas interativas

    As lives no YouTube ou em outros canais se tornaram bastante comuns. Elas podem ser utilizadas em campanhas interativas para que os clientes se engajem com a empresa e suas ações de marketing promocional.

    Do mesmo modo, os consumidores podem ser convidados a participar de um evento ao vivo, algo como: “O melhor comentário dessa live (ou desse artigo, ou desse post na rede social) ganhará um produto X”. Isso serve até mesmo para atrair clientes não fidelizados.

    2. Demonstre os produtos

    A demonstração de produtos não é representada apenas pela amostra grátis, sobre a qual falaremos adiante. Hoje, é possível contar com a ajuda de influencers, como youtubers que recebem as mercadorias, provam e contam tudo para seus seguidores.

    Do mesmo modo, empresas que tenham lojas físicas podem oferecer um teste grátis em seus produtos, como empresas do ramo alimentício ou de maquiagens, por exemplo.

    3. Ofereça brindes

    O oferecimento de brindes é uma ação clássica de marketing promocional. Eles são oferecidos não somente para os clientes, mas também para parceiros e até para os colaboradores.

    Brindes personalizados são especialmente estratégicos, já que ajudam a disseminar a marca para outras pessoas — como chaveiros, canetas e outros itens que tenham a logomarca do negócio. Do mesmo modo, todo consumidor fiel adora recebê-los.

    4. Faça sorteios

    Os sorteios podem ser utilizados como um incentivo para que as pessoas comprem seus produtos, como um evento que inclua apenas aqueles que comprem acima de um valor determinado pela empresa: digamos, R$ 200.

    Além disso, para resultados ainda mais interessantes, eles podem ser vinculados a uma data comemorativa. Isso amplia a divulgação do evento e ainda diversifica as ações da empresa. Também é interessante utilizá-los para marcar um evento especial, como um aniversário da loja ou uma meta batida.

    5. Crie programas de incentivo

    As campanhas ou programas de incentivo ajudam a reforçar laços entre empresas e clientes. Elas estimulam as pessoas a continuar comprando, mas de uma maneira que seja mais atrativo para elas.

    Um exemplo de programa incentivo simples é oferecer um item grátis a cada 5 ou 10 comprados, por exemplo, assim como descontos progressivos. As milhas áreas oferecidas pelas companhias de aviação são outro modelo de incentivo.

    6. Ofereça amostras grátis

    Pode não ter acontecido com você, mas certamente já ocorreu com alguém que você conheça: uma amostra grátis encantou e acabou virando uma compra. Por isso, sua loja não deve subestimar o poder desse método.

    Distribuir alguns produtos gratuitamente é uma ótima maneira de atrair novos clientes. Você pode fazer isso nas primeiras compras de clientes em potencial e também fornecer amostras para consumidores já fidelizados, como um modo de fortalecer o relacionamento com ele.

    7. Faça eventos promocionais

    Esses eventos podem ser festas de lançamentos de produtos, assim como estandes em feiras e eventos no seu ramo de atuação. Caso a sua loja funcione exclusivamente no ambiente online ou em um modelo híbrido, as lives também podem ser empregadas aqui.

    Como pudemos ver no artigo, o marketing promocional é um conjunto de estratégias que servem a diferentes momentos de acordo com o seu objetivo de negócio. Essas práticas também servem para turbinar as vendas em datas comemorativas e importantes, uma vez que ampliam o alcance da organização, principalmente com o uso das redes sociais.

    Por falar em datas comemorativas, conheça o nosso infográfico exclusivo sobre como se preparar para elas!

  • Social Selling Index: descubra o que é e suas vantagens

    Social Selling Index: descubra o que é e suas vantagens

    Algumas das redes sociais se tornaram tão poderosas e presentes no dia a dia das pessoas que se tornaram capazes de criar suas próprias métricas. É o caso do LinkedIn, a principal ferramenta para se conectar profissionalmente com outras pessoas.

    Como o LinkedIn é uma rede dedicada ao meio corporativo, que trata majoritariamente de negócios, nada mais natural que oferecesse métricas e indicadores para que as empresas pudessem fortalecer seus relacionamentos uma com as outras. É o caso, por exemplo, do Social Selling Index. Vamos conhecê-lo!

    O que é Social Selling Index?

    O Social Selling Index, ou SSI, é uma métrica criada pelo LinkedIn e alimentada com o algoritmo da rede. Utilizá-lo é, basicamente, fazer uso da própria plataforma para vender produtos e criar relacionamentos relevantes para o negócio.

    O SSI mensura o sucesso dos ativos de venda e quantifica a qualidade das iniciativas de um vendedor a partir do trabalho realizado no LinkedIn e na ferramenta Sales Navigator, também presente na rede social.

    O SSI também é conhecido como Venda Social, já que também pode ser definido como um processo de desenvolvimento de relacionamento como parte da jornada de venda. Ele surge como uma maneira de apoiar:

    • estratégias de engajamento;
    • comunicação do valor dos produtos;
    • soluções para o mercado;
    • desenvolvimento de relacionamentos com clientes em potencial e parceiros de negócio.

    Um exemplo de uso do SSI: uma marca que precise de um fornecedor entra no LinkedIn para analisar a reputação e os serviços oferecidos pelos candidatos. Não à toa, ele é muito utilizado por profissionais do mercado B2B, isto é: de empresa para empresa.

    Como colocá-lo em prática?

    Colocar o Social Selling Index é ser capaz de tornar o seu perfil na rede social cada vez mais atrativo, além de conseguir pesquisar os melhores parceiros de negócio e clientes em potencial por meio do tempo que sua empresa passa no LinkedIn.

    Por isso, podemos mencionar diversas maneiras interessantes de aumentar a sua classificação SSI. Algumas são básicas, mas ajudam muito na visibilidade:

    • complete o perfil da sua empresa na rede social, alcançando os 100%. Desse modo, o seu negócio parecerá bem mais confiável e o próprio LinkedIn ajudará na segmentação;
    • adicione conteúdos ricos, como vídeos, artigos e material multimídia. Você já deve ter notado que muitas empresas são bem ativas lá, certo? A razão é justamente pela capacidade de elevar o SSI;
    • batalhe pelos seus endossos e recomendações, incentivando seus clientes e parceiros a deixarem boas avaliações;
    • faça postagens longas, que mostram que a sua empresa é referência nos temas discutidos.

    Ao realizar essas ações, você consolidará a presença digital da sua empresa. Uma organização que passa um bom tempo lá e se faz notar, por meio dos conteúdos, se torna uma criadora de tendências na plataforma, influenciando as pessoas.

    Encontrando as pessoas certas

    O LinkedIn leva em consideração as suas interações na plataforma e o modo com que você divulga a sua marca. Outra maneira de se destacar é aumentar o valor das conexões e relacionamentos, o que leva a uma pontuação maior — e, consequentemente, a mais vendas.

    No entanto, você pode se perguntar: mas como fazer para encontrar as pessoas certas e elevar a pontuação? Basta sair adicionando todo mundo? Não exatamente.

    Siga as nossas dicas para encontrar as pessoas de interesse:

    • exerça a proatividade. O LinkedIn leva em conta até mesmo as pesquisas realizadas para prospectar, então utilize a plataforma diariamente;
    • utilize critérios de filtro para encontrar pessoas e empresas, como habilidades desejadas, funções desempenhadas e idade;
    • mantenha o contato com pessoas que visualizaram o perfil da sua empresa ou a conta individual dos gestores. Isso eleva a qualidade do seu networking;
    • observe e marque perfis relevantes para iniciar o contato mais tarde.

    Fortalecendo o engajamento

    “Engajamento” não é uma palavra repetida no mundo corporativo à toa: caso a sua empresa não esteja envolvida com outras e mantenha um relacionamento próximo com os clientes, ela tende a ser esquecida e atropelada por concorrentes.

    Por isso, buscar o engajamento aumenta o SSI, além de facilitar o objetivo de tornar a sua empresa uma das referências no segmento. Para isso, algumas ações são indicadas:

    • entre nas plataformas todos os dias para interagir, nem que seja por 10 minutos. Mas não fique apenas observando, curta e comente conteúdos do seu interesse;
    • compartilhe postagens, de parceiros e de notícias relevantes para a indústria. Assim, as pessoas passarão a visitar o seu perfil para conferir conteúdo relevante;
    • comente em posts com alto engajamento, o que ajuda no envolvimento com a comunidade. Além disso, é uma boa forma de a empresa reforçar seus valores em relação a temas polêmicos;
    • junte-se a grupos de discussão para entender nichos de mercado. Caso não saiba por onde começar, utilize as dicas de grupo sugeridas pela própria plataforma;
    • construa conexões. Conecte-se com empresas e clientes com interessantes semelhantes. No LinkedIn, é comum ver até mesmo organizações interagindo com concorrentes para influenciar o mercado.

    Quais são as vantagens do social selling index?

    Agora, conheceremos os principais benefícios de investir o seu tempo aumentando a pontuação do SSI.

    Tempo de contato reduzido

    O LinkedIn oferece uma maneira bem direta de contato: basta encontrar um perfil que interesse ao seu negócio e começar a interagir com ele. Não será mais preciso ficar pesquisando os diversos canais de atendimento de parceiros e clientes em potencial.

    Além disso, por ser uma plataforma com um grande número de pessoas cadastradas, o LinkedIn é um dos canais nos quais os clientes estão frequentemente ativos. Por isso, o ciclo de vendas é mais curto, uma vez que o bom uso da rede social posiciona a empresa como uma fornecedora de produtos e serviços.

    Aumento no volume de leads

    Com o contato diário e a atração de leads reforçada, fica mais fácil atender a um número maior de clientes e fechar vendas em menos tempo.

    Relacionamento maior com o cliente

    Quando a empresa consegue estabelecer uma relação de confiança com os perfis com os quais ela interage, o relacionamento não só é aprofundado, como ainda ocorre a aceleração de conversão de leads na jornada de compra.

    Uma boa rede de contatos no LinkedIn vai muito além de ter um perfil com muitos seguidores: com os direcionamentos corretos, a chance de faturamento aumenta muito, uma vez que a sua empresa estará em contato direto com os interessados nos produtos que ela oferece.

    Maior aprofundamento nas dores dos parceiros e consumidores

    O LinkedIn tem mais de 850 milhões de usuários, em mais de 200 países. Com todos esses dados acessíveis, será mais fácil eliminar dúvidas e mal-entendidos sobre o que a empresa oferece no mercado.

    Com muitos usuários no Brasil, a rede também garante um bom potencial de prospecção, com todos os dados que podem ser acessados. Ler os posts e interagir com as pessoas é uma excelente oportunidade para conhecer lacunas de mercado e, obviamente, preenchê-las com a utilização do Social Selling Index.

    Gostou do artigo e quer conferir outros conteúdos como este em primeira mão? Então, siga a nossa página no LinkedIn e comece a colocar a snossas dicas em prática!