Categoria: Marketing

  • O que são cross selling e up selling e quais os benefícios dessas técnicas

    O que são cross selling e up selling e quais os benefícios dessas técnicas

    Cross selling e up selling são duas técnicas de vendas distintas, porém complementares, que as empresas utilizam para maximizar seus lucros. Ambas são simples de aplicar e podem gerar resultados muito satisfatórios no aumento do faturamento, do ticket médio e até mesmo na melhoria do relacionamento com os clientes.

    Neste artigo, vamos explicar o que são cross selling e up selling e como cada uma funciona. Também falaremos sobre os principais benefícios de adotar ambas as técnicas e mostraremos exemplos de como aplicá-las, na prática, em sua empresa. Confira!

    O que é cross selling e up selling?

    Cross selling e Up Selling são técnicas usadas pelas empresas para aumentar as vendas de produtos ou serviços. Elas consistem na oferta de itens adicionais ou mais caros, fazendo com que o cliente finalize a venda com um valor maior que o inicialmente esperado.

    Essas técnicas estão se tornando cada vez mais populares nas lojas, pois os vendedores podem direcionar a atenção dos clientes para um item específico e oferecer-lhes descontos exclusivos sobre os itens correlatos que possam agregar valor à sua compra inicial.

    Veja, a seguir, as diferenças entre cross selling e up selling.

    Cross selling

    O Cross Selling é quando uma empresa oferece um produto adicional para ajudar no processo de compra do cliente. Em geral, o produto ou serviço adicional recebe um desconto especial caso seja adquirido na mesma compra, incentivando o cliente a comprar itens relacionados e maximizando o valor final da transação.

    Um exemplo clássico que explica muito bem essa prática, é quando uma pessoa vai até um fast food e pede por um sanduíche. O atendente, então, pergunta se ele não gostaria de levar uma bebida e um acompanhamento adicionando um pouco mais o valor do lanche.

    Up selling

    O Up Selling é quando os vendedores sugerem produtos mais caros que podem gerar melhores benefícios para o consumidor. Aqui o foco é oferecer um produto ou serviço de nível superior ao inicialmente solicitado, mostrando ao cliente as vantagens que se pode adquirir com um acréscimo pequeno no preço.

    Seguindo o mesmo exemplo da lanchonete, se o cliente pedir por um combo de tamanho médio, o atendente pode sugerir que ele leve um combo de tamanho grande por uma diferença pequena de valor.

    Quais são os benefícios de fazer cross selling e up selling?

    Uma vez implementados corretamente, cross selling e up selling podem trazer muitos benefícios para seus negócios. Separamos uma lista com os principais deles, a seguir.

    Aumento no faturamento e lucro da empresa

    O uso de cross selling e up selling tende a trazer aumento nas vendas e melhorias significativas no lucro final. Isso acontece porque, quando os clientes encontram opções atrativas para complementarem suas aquisições originais, eles tendem a gastar mais dinheiro do que planejavam inicialmente.

    Além disso, essas técnicas permitem que a empresa encontre novos canais de venda lucrativos, oferecendo mais do que seu nicho normalmente fornece. Isso significa que você pode ter maior controle sobre quem tem acesso a determinados itens, alcançando assim um público mais amplo.

    Aumento no ticket médio

    O ticket médio representa o valor médio que cada cliente gasta em seu negócio. Quanto maior ele for, menor será seu esforço na captação de novos clientes e menor será o volume de vendas necessários para alcançar um determinado faturamento.

    Tanto o cross selling quanto o up selling provocam um aumento no valor gasto em cada venda por cliente. Se ele compraria apenas uma camisa, mas é convencido de levar uma bermuda e uma meia, a sua compra fechará com um valor mais elevado e o ticket médio geral da empresa seguirá a mesma tendência.

    Aumento no LTV

    O LTV (lifetime value) é o indicador que mostra o quanto cada cliente tende a gastar em sua loja ao longo de sua vida. Em negócios que trabalham com serviços de assinatura ou que permitem vendas recorrentes, esse indicador é bastante valioso. Quanto maior for o LTV, melhores serão os ganhos com esses clientes no longo prazo, dando mais sustentabilidade financeira para a empresa.

    Fidelização de clientes

    O uso de cross selling e up selling ajuda a criar relacionamentos duradouros com os consumidores, pois mostrará o quanto você realmente domina sua área de atuação e entende as necessidades de seus clientes.

    Enquanto o cross selling mostra diferentes possibilidades de combinar produtos e serviços para ter uma melhor experiência, o up selling ajuda a manter o consumidor sempre atualizado, com as melhores opções à sua disposição. Sabendo disso, eles tomarão sua empresa como referência, inclusive realizando indicações para amigos e familiares.

    Como utilizar essas técnicas de vendas em sua empresa?

    Agora que você já sabe o que são cross selling e up selling e as vantagens que essas técnicas podem proporcionar, vamos trazer dicas e exemplos práticos para você aplicar no seu negócio.

    Como fazer cross selling

    O cross selling deve oferecer produtos adicionais que complementam o produto principal já solicitado pelo consumidor. Alguns exemplos disso são:

    • na venda de uma camiseta, ofereça desconto na compra de mais uma unidade;
    • na venda de um tênis, ofereça desconto em meias;
    • no serviço de reparo de celular, ofereça desconto na aplicação de uma película protetora de tela;
    • no serviço de extensão de unhas em gel, ofereça um desconto na cutilagem e esmaltação.

    Como fazer up selling

    Já no caso do up selling, é preciso incentivar os clientes a optarem por um modelo ou serviço mais caro que o pedido original. Alguns exemplos disso são:

    • na venda de uma camiseta, ofereça um modelo de uma marca melhor;
    • após 1 ano da venda de um smartphone, ofereça uma versão atualizada;
    • na extensão de unha em gel, ofereça a opção encapsulada;
    • na barbearia, ofereça tratamentos para cabelo e barba com produtos de primeira linha.

    Como vimos, cross selling e up selling são duas técnicas muito similares que ajudam a aumentar as vendas da empresa. Utilizando-as de forma estratégica, seu negócio pode colher ótimos frutos e alcançar um excelente nível de crescimento.

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  • Saiba como e quando realizar o processo de Rebranding na empresa

    Saiba como e quando realizar o processo de Rebranding na empresa

    Você já se surpreendeu quando uma empresa mudou toda a sua identidade visual e o tom de voz na comunicação com os clientes? É provável que você já tenha passado por essa experiência, até porque grandes nomes como o McDonald’s e Skol já tiveram que modificar sua abordagem.

    A estratégia que possibilita um novo posicionamento de marca é o Rebranding. Com ele, a empresa modifica, total ou parcialmente, sua comunicação, identidade visual e até mesmo os seus produtos. Neste post, explicaremos melhor o conceito, mostrando alguns exemplos e como implementá-los. Venha conosco!

    O que é o Rebranding?

    Em primeiro lugar, temos o Branding, também conhecido como gestão de marca. Essa estratégia é aquela que visa criar conexão entre marcas e pessoas. É esse conceito que torna a empresa única e memorável dentro do seu setor.

    Contudo, a empresa pode acabar notando um esgotamento em suas atividades. Assim, surge o Rebranding: uma reestruturação integral, por meio da qual todos os elementos que caracterizam o negócio são reavaliados.

    O Rebranding é uma forma de se atualizar e criar uma nova identidade, tanto para os clientes já fidelizados como para os consumidores em potencial e parceiros. Isso passa por mudança na identidade visual, reposicionamento de marca, de valores, entre outros.

    Uma companhia que queira se tornar mais inclusiva e transmitir esses valores para os clientes é um exemplo de operação de Rebranding. Do mesmo modo, uma marca de comércio alimentício que seja associada a valores negativos, como uma dieta pobre, pode modificar aos poucos essa percepção.

    Como colocá-lo em prática?

    Agora que entendemos o conceito, falaremos de como colocá-lo efetivamente em prática.

    Mude a identidade visual

    A identidade visual é um dos aspectos mais reconhecíveis da marca. Afinal, você provavelmente reconhece:

    • o amarelo e vermelho do McDonalds;
    • o verde da Starbucks;
    • o vermelho da Coca-Cola.

    São inúmeros os exemplos de como as cores e o design são marcantes. Por isso, o Rebranding deve ser acompanhado por essa mudança. É importante modificar a logomarca e torná-la compatível com as demais mudanças nos valores e filosofia da empresa.

    No entanto, essa mudança não se resume à logo. As cores e a tipografia utilizada também devem ser consideradas para que o público comece a assimilar e associar as mudanças à empresa, de forma gradativa.

    Reveja os propósitos e valores da empresa

    O que motivou o seu Rebranding? Uma necessidade de abraçar causas sustentáveis? A busca pela inclusão e diversidade? O foco em um público-alvo com uma faixa de renda diferente? Qual é o novo propósito que você quer adotar?

    Analise bem os motivos que fazem você querer mudar a cara da empresa. Afinal, as mudanças serão incorporadas aos valores da empresa. Estude o que realmente precisa ser substituído e o que pode ser mantido.

    Um Rebranding malfeito pode acabar eliminando boas características do negócio. Uma empresa que seja conhecida pelo bom atendimento, pode acabar perdendo essa qualidade ao se focar demais em outros aspectos de mudança. Portanto, mensure tudo antes de sair mudando de forma desenfreada.

    Crie expectativa

    Imagine que a sua empresa gaste muito no Rebranding, mas as mudanças nem sejam percebidas pelo cliente. Nesse caso, todo o processo terá sido em vão. Para evitar que isso ocorra, busque estratégias para gerar expectativa em seu público.

    Uma campanha de e-mail marketing, que prometa a chegada de novidades, já gera uma expectativa nos consumidores fidelizados e também chama a atenção de clientes em potencial.

    Contudo, é preciso que outros canais também entrem na mudança, como:

    • redes sociais;
    • o blog;
    • o site institucional.

    Afinal, muitas pessoas nem mesmo leem os e-mails que recebem. Por isso, “distribuir” o Rebranding é a melhor tática para criar expectativa.

    Monitore o público

    Depois de criar a expectativa, também é importante monitorar as primeiras impressões do seu público em relação ao lançamento das suas ações de marketing. Isso porque o Rebranding é um processo longo, que abre espaço para correções e ajustes ao longo desse caminho.

    Posicione a marca em canais de mídia relevantes

    A modernização da marca, promovida pelo Rebranding, deve ser acompanhada de uma exposição estratégica nos canais de mídia. Por isso, inclua uma política bem definida das redes sociais no seu novo modelo de negócio.

    Contudo, é importante que os canais escolhidos tenham a ver com os interesses do seu público. Isso envolve tanto a faixa etária como as mercadorias vendidas. Empresas que vendem roupas, por exemplo, podem focar seus esforços no Instagram, já que essa rede tem um foco no visual.

    Por outro lado, empresas que vendam equipamentos de informática se beneficiam dos vídeos, que mostrarão as qualidades do produto de maneira prática. O Rebranding também passa pela escolha dos canais para promover o negócio.

    Quais são alguns exemplos de Rebranding?

    Nada melhor do que entender de vez o conceito do que pela apresentação de alguns exemplos reais de mercado, não é mesmo? Vamos conhecê-los.

    McDonald’s

    O McDonald’s sempre esteve ligado a uma imagem de comida de baixa qualidade, que fazia mal ao organismo a médio e curto prazos. Não que hoje a empresa seja exatamente conhecida como uma referência em dieta saudável, mas ela conseguiu sobreviver no mercado e mitigar essa impressão negativa.

    Pensemos, por exemplo, em 2004: foi nesse ano que saiu o documentário chamado “A dieta do palhaço”. Nele, o cineasta Morgan Spurlock decidiu comer apenas produtos do McDonald’s durante 30 dias, com efeitos desastrosos para o seu organismo.

    Como o filme fez muito sucesso, a empresa precisava de fazer algo para mitigar essa fama. Assim, ela passou a oferecer um cardápio mais variado, com opções mais saudáveis e equilibradas.

    Do mesmo modo, alguns restaurantes perderam o amarelo e vermelho que caracterizam a companhia, para dar aquela sensação de que a empresa tinha virado a página e buscava se adequar às exigências de um público cada vez mais interessado em comida saudável.

    Skol

    As pessoas que não viveram na década de 1990 provavelmente se espantariam com alguma das propagandas da Skol nessa época: era comum encontrar mulheres curvilíneas e seminuas, em uma clara indicação de aquele produto era indicado para o universo masculino.

    Ao mesmo tempo em que cativava uma grande parte dos homens, a empresa perdia mercado entre as mulheres — o que se provou um erro, já que elas também são grandes consumidoras de cerveja. Do mesmo modo, o público em geral também passou a se sentir incomodado.

    Agora, as propagandas são mais democráticas. Embora o clima de praia e sol ainda estejam presentes, não há mais o foco em corpos femininos seminus. Para marcar definitivamente esse Rebranding, a empresa lançou uma campanha nesse sentido em 2017, no Dia Internacional da Mulher.

    Melissa

    No final da década de 1990 e no começo do novo milênio, bastava mencionar “sandálias Melissa” e todo mundo saberia do que se tratava. Mesmo com a grande quantidade de vendas, a empresa queria abocanhar uma fatia de mercado ocupada por um público mais adulto.

    Assim, a empresa contratou designers de alto nível para criar linhas diferenciadas de postura e também posicionar a marca em desfiles de alta costura. Isso fez com que a Melissa se tornasse cada vez mais comum em ambientes adultos.

    Durante uma edição recente do Big Brother Brasil, a cantora Manu Gavassi utilizou uma das sandálias que surgiram após o Rebranding. Só essa aparição foi o suficiente para renovar o interesse nos produtos da Melissa.

    Como vimos no artigo, o Rebranding promove diversas mudanças em um negócio e faz com que a empresa atualize seus valores. Isso pode ocorrer como uma reação a uma impressão negativa ou até mesmo como uma forma de abraçar valores sustentáveis, por exemplo.

    Quer conhecer outras formas de modificar o posicionamento de marca? Então, leia o nosso e-book sobre estratégias de marketing que vendem!

  • Experiência de compra: 4 dicas para melhorá-la

    Experiência de compra: 4 dicas para melhorá-la

    Hoje em dia, não basta ter um bom produto ou serviço. É preciso se destacar para agradar ao público. Nesse cenário, a experiência de compra tem cada vez mais peso na decisão de consumo, com os clientes considerando diversos aspectos para avaliar sua qualidade.

    Isso exige que as empresas aprimorem soluções, entregas, processos e interações para construir uma jornada de consumo que realmente encante os compradores. A partir dessas ações, fidelizar os consumidores se torna consequência, assim como o aumento de resultados positivos.

    Veja como atingir o sucesso neste quesito a seguir!

    Qual é a importância de criar uma boa experiência de compra?

    Com a experiência de compra ganhando importância perante o público, ela se torna um item de peso na decisão sobre quais marcas consumir e de quais empreendimentos adquirir produtos. Ou seja, os resultados do seu negócio dependem desse aspecto.

    A lógica por trás disso é simples: quanto mais uma empresa agrada aos seus clientes, maior é o valor investido por eles a cada nova transação, o número de vezes em que voltam e a quantidade de indicações que fazem para outros potenciais consumidores. Todos esses elementos se transformam em vendas e lucros.

    Como oferecer uma boa experiência de compra aos clientes?

    Já que uma boa experiência de compra também influencia no faturamento, que tal investir nisso? Confira 4 dicas abaixo! 

    1. Foque nas necessidades dos clientes

    Na hora de planejar como seu negócio vai proporcionar a melhor experiência de compra, é importante colocar o cliente no centro. Afinal, soluções e processos pensados para o público-alvo respondem a suas demandas com precisão, agradando e colocando a empresa em destaque. 

    Isso inclui entregar um atendimento hábil em entender o que o consumidor busca e ter um produto ou serviço adequado às suas necessidades, entre outras situações nas quais saber o que os compradores querem é imprescindível. Pesquisas de opinião e análises de dados nos canais digitais são exemplos de fontes para obter essas informações.

    2. Use o marketing de experiência 

    Para encantar clientes, não basta focar no básico, entregando o mínimo que é esperado. Aproveite o conhecimento sobre o perfil dos compradores para ir além, criando interações inesquecíveis. O marketing de experiência ou sensorial ajuda nisso.

    Por meio de sons, aromas, imagens, texturas, cores, músicas etc., esse tipo de estratégia cria estímulos que evocam emoções ou lembranças positivas, capazes de fazer o público associar o negócio a bons momentos. Na prática, trata-se de organizar o ambiente com o propósito de satisfazer inconscientemente os consumidores.

    3. Crie um relacionamento com o público

    O engajamento nas redes sociais e a fidelidade às marcas são sintomas de uma demanda do público: a construção de vínculos com as empresas das quais compram. Esse relacionamento entre clientes e negócios exige outro nível de atendimento, pautado tanto pela personalização quanto pela valorização do consumidor. Algumas ações úteis são:

    • envio de mensagens e cartões em datas importantes;
    • indicação de produtos, serviços ou condições conforme o perfil de consumo;
    • resposta a publicações dos compradores que mencionam a marca.

    4. Conte com o suporte do Sebrae 

    Contar com os serviços do Sebrae ajuda a sua empresa a entender como melhorar a experiência de compra para o cliente. Disponibilizando desde cursos on-line e presenciais até consultorias subsidiadas, a fim de atender a necessidade do seu negócio, são diversas opções para auxiliar, pensadas para atender o que seu empreendimento realmente precisa.

    Entregar uma experiência de compra diferenciada coloca qualquer negócio em destaque na mente dos clientes, aumentando as vendas. Ações que criam vínculos e tocam nas emoções do público ajudam muito nisso, mas dependem de entender o perfil dos consumidores.

    Conheça o que o Hub do Sebrae tem a oferecer e tenha esse parceiro de renome ao seu lado para ajudá-lo a construir a melhor experiência de compra em sua empresa!

  • 3 dicas para valorizar a identidade do negócio e ter uma marca definida

    3 dicas para valorizar a identidade do negócio e ter uma marca definida

    A identidade do negócio é o conjunto de elementos que compõem a personalidade e a reputação da sua empresa. Ela representa o seu negócio para o resto do mundo e é extremamente importante no momento de construir relacionamento com os clientes.

    Neste artigo, vamos explicar o conceito e apresentar dicas práticas para que você possa fortalecer o nome da sua empresa no mercado.

    A importância da identidade do negócio

    Ter uma identidade é fundamental para manter o foco, o compromisso e o sucesso dos negócios. Ao estabelecer uma identidade única, os empresários podem se destacar no mercado e atender às necessidades específicas do seu público-alvo.

    Ela pode incluir elementos visuais, como logotipos, cores e layouts; conceituais, incluindo missão, valores e filosofia da marca; e práticas que contribuem para a experiência dos consumidores, principalmente por meio da qualidade do serviço prestado.

    3 dicas para valorizar sua marca no mercado

    O fortalecimento da sua marca pode ser feito por meio de diferentes tipos de ações, como as que listamos abaixo:

    1 Utilize o storytelling a seu favor

    O storytelling é usado como estratégia para conectar o seu negócio com as pessoas, mostrando não apenas a marca, mas também a história por trás dela. Muitas empresas usam produções visuais impactantes e personagens cativantes para transmitir sua mensagem.

    Além disso, existem diferentes formas de contar essas histórias: vídeos, artigos curtos ou longos, pequenos textos publicados em redes sociais e blogs específicos — todos podem ser muito úteis para estabelecer uma identidade comercial forte.

    2 Explore os sentidos dos clientes

    Para realmente capturar a atenção e o interesse dos clientes, é preciso ir além da apresentação básica. O ideal é criar uma experiência única que se conecte com seu público-alvo em um nível mais profundo — envolvendo todos os seus sentidos. Isso inclui o uso de design, som e fontes diferentes para transmitir uma mensagem mais completa que permita que as pessoas explorem a marca de maneira significativa.

    Se a sua empresa é do setor alimentício ou de cosméticos, por exemplo, o olfato e o paladar são sentidos muito potentes a serem explorados. Em geral, esses são os sentidos que causam maior impacto e memória afetiva nas pessoas. Use isso a seu favor.

    3 Defina um tom de voz e seja consistente

    O tom de voz é a forma como a sua marca se relaciona com seu público. Não existe um tom certo ou errado, mas sim o mais adequado às características e exigências de cada persona. O tom pode ser informativo, divertido, sofisticado, formal, entre outros. O importante é escolher um e ser consistente.

    A valorização da identidade é essencial para o sucesso de um negócio. Empresas como Starbucks, Havaianas, Tamo Junto e Açaí Concept, com marcas amplamente estabelecidas, contam com uma clientela fiel e constante. Elas podem parecer muito grandes e distantes, mas todas começaram do zero e trabalharam o fortalecimento de marca para chegar ao patamar atual.

    Sendo assim, comece hoje mesmo a pensar no fortalecimento da identidade do seu negócio. Aproveite as dicas deste post e desenhe um futuro de muito sucesso para sua empresa.

    Se você gostou deste conteúdo ou tem alguma dúvida sobre o assunto, deixe seu comentário!

  • 4 principais métricas de Customer Success para você acompanhar

    4 principais métricas de Customer Success para você acompanhar

    Por serem índices diretamente ligados aos clientes, acompanhar as métricas de Customer Success do seu negócio ajuda a descobrir oportunidades de agradar ao público. Já pensou nisso?

    Senão, é hora de começar a entender para que servem, quais são os principais indicadores e como medi-los. Afinal, a partir da compreensão desses dados fica mais fácil para sua empresa crescer e alcançar melhores resultados.

    Então, confira a seguir 4 métricas de Customer Success que você deve monitorar!

    O que são métricas de Customer Success?

    Métricas de Customer Success são indicadores utilizados para mensurar o desempenho das ações ligadas às estratégias de sucesso do cliente. Elas servem para a empresa encontrar oportunidades de encantar o consumidor em prol de fidelizar esse público e obter resultados mais expressivos.

    Por que acompanhar as métricas de Customer Success ?

    As métricas de Customer Success são a base para a empresa entender como anda a satisfação do cliente com seus processos, produtos ou serviços. Portanto, obter essas informações permite tomar melhores decisões e criar ou otimizar estratégias de negócio a fim de:

    • aumentar a retenção de consumidores;
    • gerar receita recorrente;
    • desenvolver ou potencializar a atração de novos compradores;
    • promover uma experiência de compra diferenciada;
    • direcionar recursos para ações que realmente dão retorno;
    • minimizar erros e prejuízos.

    Quais são as principais métricas de Customer Success?

    O desafio das métricas de Customer Success é quantificar a qualidade entregue ao cliente. Veja, a seguir, 4 dos principais índices e como aplicá-los em seu negócio!

    1. Net Promoter Score (NPS)

    Voltado para medir o quanto o cliente está satisfeito e é fiel a marca, estabelecer o NPS requer uma pesquisa em que o público dá uma nota para quantificar sua propensão de recomendar o empreendimento, em que:

    • de 0 a 6: detratores (que não recomendariam);
    • 7 e 8: neutros ou passivos;
    • 9 e 10: promotores (que recomendam).

    Para tabular os indicadores é preciso calcular os percentuais de cada grupo. Por fim, o índice de detratores é subtraído do de promotores segundo a fórmula:

    Net Promoter Score NPS = % promotores – % detratores.

    O resultado é o grau de fidelidade do consumidor à empresa que pode variar entre – 100 até 100.

    2. Lifetime Value (LTV)

    Essa métrica ajuda a medir o quanto os clientes podem render para o negócio ao longo do contrato ou da relação comercial, indicando o potencial de receitas da empresa. Sua aplicação depende do cálculo:

    LTV = valor médio das compras x número de compras por consumidor por ano x tempo de relacionamento em anos

    3. Churn Rate

    O Churn Rate é a taxa de cancelamentos ou desistências, demonstrando quantos clientes o negócio perdeu. Para calcular essa métrica é preciso dividir o número de cancelamentos ou desistências pelo número total de consumidores antes desses eventos no ano e multiplicar o resultado por 100, conforme a fórmula:

    Churn Rate = (número de clientes cancelados no ano/ total de clientes no início do ano) x 100

    4. Custo de Aquisição de Clientes (CAC)

    O Custo de Aquisição de Clientes, como o próprio nome indica, mensura o quanto em média a empresa gasta para atrair e vender para novos clientes. Nessa conta, entram todos os custos com marketing e vendas, sendo divididos pelo número de novos consumidores que passaram a integrar a base do negócio no período avaliado. Sua fórmula é:

    CAC = ( custos totais de marketing + custos totais de vendas) / total de consumidores obtidos.

    Use tecnologia para acompanhar as métricas de Customer Success

    A maioria das métricas de Customer Success demandam o levantamento de outros dados do negócio. Ou ainda, implicam a necessidade de fazer pesquisas, como no caso do NPS. Nessas situações a tecnologia ajuda ao:

    • automatizar a coleta de informações e os cálculos;
    • servir de canal para contato e meio de tabulação das opiniões do público;
    • promover a atualização em tempo real dos indicadores.

    Para tanto, é importante buscar ferramentas capazes de coletar grandes volumes de dados brutos, organizar e analisar esses elementos. De forma complementar, também é preciso utilizar soluções para a gestão do relacionamento com o cliente. Opções especificamente voltadas para o Customer Success geralmente contam com essas características.

    Essas 4 métricas de Customer Success são apenas os principais indicadores que seu negócio deve acompanhar, a fim de saber como anda o relacionamento com o cliente. Comece por elas e fique de olho nas oportunidades para ser uma empresa ainda mais competitiva.

    O Sebrae pode ajudar sua empresa com isso. Conheça o curso online Customer Success para descubrir como conquistar e manter clientes!

  • Aprenda a construir um branding marcante para sua empresa

    Aprenda a construir um branding marcante para sua empresa

    Quando você pensa em Coca Cola, você imagina simplesmente o refrigerante? E, no Starbucks, somente o café? Quando pensamos em uma marca, diversos aspectos são ressaltados, mas principalmente os sentimentos e experiências que ela nos proporciona.

    De forma simples, é assim que o branding funciona, usando a capacidade de despertar inconscientemente sensações nos clientes, criando uma associação direta aos aspectos da marca que seu negócio oferece.

    Confira a seguir dicas de como definir um branding marcante para sua empresa!

    Afinal, o que é branding?

    Brand em inglês significa “marca”, que vai além de um simples logotipo, nome ou identidade visual de um negócio. Ela representa um conjunto de sentimentos e experiências que o seu público cria ao fazer a associação da sua empresa aos produtos ou serviços oferecidos.

    branding, ou brand management, é a estratégia de gestão da marca que tem o intuito de torná-la mais reconhecida pelo seu público e marcante no mercado em que atua. Consiste basicamente no processo de “marcar” a audiência por meio da criação de uma identidade distinta para o seu negócio, a fim de que os consumidores possam associar diretamente sua marca ao que ela tem a ofertar.

    E isso pode ser feito por meio da definição de características ou conjunto de características, como:

    • logotipo da sua empresa;
    • design visual;
    • missão;
    • tom de voz;
    • qualidade de seus produto;
    • atendimento ao cliente;
    • precificação de produtos ou serviços;
    • pessoas que irão representar seu negócio;
    • seleção de cores corporativas;
    • fonte para conteúdo escrito.

    Em outras palavras, o branding da empresa reforça um diferencial competitivo no mercado, que se dá por meio de construções subjetivas dos consumidores, fomentando um relacionamento entre eles e sua marca.

    E qual é a importância de uma boa gestão de marca?

    Segundo pesquisa desenvolvida pelo Customer Thermomether, mais de 65% dos consumidores compartilharam estar emocionalmente conectados a uma marca ou a um negócio. Dessas conexões, a maioria foi positiva, mais de 90%.

    Assim, a empresa pode ser o fator decisivo para os consumidores quando o assunto é a tomada de decisão de compra. Ter um negócio que se destaca e apresenta um propósito bem definido pode trazer alguns benefícios que destacamos abaixo:

    • desenvolvimento de maior valor de marca, contribuindo para diferenciação da concorrência;
    • aumento das vendas;
    • contribui para processo fidelização e reconhecimento de clientes, tendo em vista que ajuda as pessoas a criarem uma maior identificação e conexão com o seu negócio;
    • criação de uma missão ou propósito claro e inspirador;
    • criação de cultura corporativa forte;
    • atração de talentos de alta qualidade.

    Como faço para criar um branding marcante para meu negócio?

    Algumas dicas podem nortear sua estratégia de branding, confira a seguir:

    Analise o mercado

    Marcas fortes e conhecidas entre as pessoas têm uma vantagem competitiva diante dos concorrentes. Dessa forma, analise o mercado em que seu negócio atua para ser capaz de criar ações que fomentem maior destaque e percepção do público sobre sua marca.

    Realize pesquisas

    Desenvolva pesquisas de mercado-alvo para entender para com quem sua marca estará falando, além de descobrir a quem seu produto atende e quem é o seu cliente ideal.

    Atente para o seu público-alvo

    Defina quem você gostaria de atrair para o seu negócio por meio da criação de personas. Elas são perfis de pessoas que estão mais alinhadas com seu negócio, então as utilize para nortear sua estratégia de branding.

    Quais são seus hábitos? O que buscam como solução para suas dores? Para criar sua persona, reúna as principais características, necessidades, interesses, desejos e problemas de seu público, principalmente os potenciais clientes. Quanto mais alinhada à sua marca esta persona for, maior a possibilidade de identificação e engajamento ela terá.

    Defina a personalidade da marca

    Pense na sua marca como uma pessoa. Como você quer que sua empresa seja reconhecida pelo seu público? Para isso, estabeleça uma identidade, personalidade e experiência para sua marca. Qual será seu posicionamento e a linguagem utilizada para atrair diferentes perfis de clientes? Como será a sua relação com eles? Sua linguagem será mais jovem ou tradicional?

    Agora você já pode dizer que conhece tudo sobre o que é branding da empresa, qual a sua importância e dicas de como saber se sua empresa tem um branding bem definido, não é mesmo?

    Gostou do artigo e tem algo a dizer sobre o assunto? Então, deixe um comentário e compartilhe conosco as suas ideias!

  • 4 dicas para aumentar as vendas no Carnaval

    4 dicas para aumentar as vendas no Carnaval

    As datas comemorativas são bastante positivas para o varejo de uma forma geral. Natal, Dia das Mães e Black Friday são alguns bons exemplos de períodos de alta demanda, mas saiba que é possível aproveitar também o carnaval para dar aquela alavancada no faturamento da empresa.

    Quer saber como aumentar suas vendas nessa época? Neste artigo vamos dar 4 dicas essenciais para que o seu negócio possa lucrar ainda mais com o carnaval. Confira!

    1. Invista em um visual atrativo

    O visual de uma loja é um dos grandes responsáveis por fazer as pessoas entrarem e comprarem algo. O carnaval, por si só, é uma festa de muitas cores e fantasias, portanto, nada mais apropriado do que levar esse clima de animação para o ambiente da loja.

    Decore o ambiente e, conforme seu setor de atuação, invista em adereços para os funcionários, principalmente aqueles que têm contato direto com o cliente. Apenas tome bastante cuidado para não exagerar e acabar desviando o foco dos clientes do que realmente importa, que são os produtos à venda.

    2. Escolha os melhores produtos

    As pessoas querem encontrar os produtos certos para a diversão e você precisa escolher sabiamente quais serão colocados em destaque. Comece analisando o seu público-alvo e o tipo de mercadoria que eles estão buscando. Uma vez que isso esteja feito, procure por fornecedores que ofereçam esse produto com qualidade e volume necessários para atender à demanda.

    Outra forma eficiente de oferta é observar o mercado atual: Quais são as tendências na música, na moda e na internet? O comportamento dos consumidores no carnaval passado também pode gerar boas ideias. Por mais que as pessoas não comprem exatamente as mesmas coisas, elas podem se comportar de maneira semelhante e serem, de certa forma, mais previsíveis.

    3. Faça promoções temáticas

    Uma dica prática é oferecer grandes descontos nos seus produtos e serviços durante o período de carnaval. Essa tática permite criar incentivos imediatos para que os clientes comprem seus itens rapidamente —mesmo se eles não estavam planejando fazê-lo inicialmente.

    Para capturar a atenção dos clientes durante este feriado, tente oferecer brindes exclusivos com compras acima de determinado valor — juntamente com cupons usados ​​para obter desconto em compras futuras — permitindo a geração de leads qualificados que podem resultar em futuras vendas!

    4. Promova sua marca online

    Aproveite o momento em que as pessoas procuram por festividades no Google, nas redes sociais e em outros canais virtuais para promover sua marca digitalmente durante o período do carnaval. Por exemplo, use hashtags relacionadas às festividades na hora da publicação dos posts nas redes sociais — assim é possível engajar um maior número de usuários da web interessados no assunto .

    Prepare conteúdos criativos, use vídeos, imagens e postagens engraçadas com marcação de amigos, hashtags e legendas divertidas para despertar o interesse dos usuários nas redes sociais. Lembre-se de compartilhar conteúdo relevante sobre as características da empresa junto com seus posts promocionais.

    Agora que você já sabe como fazer para aumentar as vendas no carnaval, o próximo passo é colocar todas essas dicas em prática. Foque seus esforços em compreender as reais necessidades e preferências do seu público-alvo e conquiste cada vez mais clientes fiéis.

    Se você gostou deste conteúdo e quer se aprofundar um pouco mais, baixe gratuitamente o nosso Guia de Gestão Comercial.

  • 5 dicas para trabalhar a experiência do cliente no varejo físico

    5 dicas para trabalhar a experiência do cliente no varejo físico

    Independentemente de você ter um negócio bem estabelecido no mercado ou de estar somente começando sua trajetória, o constante crescimento da competitividade e das mudanças de comportamento dos consumidores representa um grande desafio na atração e fidelização de clientes.

    Pesquisas indicam que eles estão cada vez mais resistentes a dar uma segunda chance quando as suas expectativas não são atendidas. Assim, tendo em vista que, hoje, as pessoas compram mais online, atrelar o varejo físico ao digital nunca antes foi tão importante para trazer uma melhor experiência do cliente.

    Confira abaixo todos os detalhes sobre as principais diferenças entre o varejo físico e online e como estruturar sua empresa para promover um bom atendimento no ponto físico!

    Afinal, o que é o varejo físico e quais as principais diferenças com relação ao digital?

    O varejo físico consiste na venda para o consumidor por meio de um espaço físico, um ponto comercial. Já o varejo digital é um modelo mais dinâmico, prático e interativo, em que a venda é realizada por um endereço eletrônico. Suas principais diferenças estão em aspectos como:

    • localização;
    • público;
    • estoque e mostruário;
    • meios de pagamento;
    • experiência.

    Como o varejo digital pode ser um aliado do varejo físico?

    Segundo o Relatório Zendesk de Tendências da Experiência do Cliente 2022, especificamente para o setor varejista, 54% dos consumidores afirmam que o atendimento ao cliente parece estar em segundo plano na maioria das empresas onde costumam comprar.

    Dessa forma, tendo em vista que os clientes esperam que o atendimento seja rápido, fácil e eficiente, atrelar o varejo físico ao digital traz inovação, podendo também ser uma forma de facilitar a vida do consumidor e agregar ainda mais valor ao espaço físico.

    Quais as principais dicas para trabalhar a experiência do cliente no varejo físico?

    Confira a seguir algumas dicas essenciais para trabalhar a experiência no ponto físico, atrelada ao digital:

    1. Utilize geolocalização para anúncios

    Com a utilização cada vez maior de celulares, nunca antes foi tão importante apostar em estratégias mobile first. Portanto, crie anúncios que apareçam especificamente para consumidores que estão nas proximidades do seu negócio para atrair novos clientes a visitarem seu ponto físico.

    2. Lojas “personalizadas”

    O público espera e valoriza experiências personalizadas, o que proporciona potencial para aumentar a fidelização de clientes. Portanto, invista em análise de dados sobre o seu consumidor para identificar seus comportamentos de compra e criar ambientes que os atendam, com experiências sensoriais e aspecto visual exclusivos.

    3. Ofereça experiência de compra multicanal

    Ofereça uma estratégia eficiente de omnichannel, com atenção à gestão de estoque. Um exemplo prático podem ser serviços de clique e retire, que consistem na compra online e retirada na loja física.

    4. Torne-se conversacional

    Segundo o Relatório Zendesk de Tendências da Experiência do Cliente 2022, os clientes estão cada vez mais recorrendo a aplicativos de conversa por rede social, como WhatsApp, Facebook Messenger e apps regionais como WeChat ou Line, para se conectarem com empresas. Aposte em interações autênticas e pessoais, nada que pareça impessoal ou robótico!

    5. Invista em novas tecnologias

    Utilize a tecnologia a seu favor para entender quais produtos são mais demandados. Você ainda consegue identificar o perfil dos seus clientes, suas interações e principais necessidades. Para isso, invista em sistemas ERP (Sistema de Gestão Empresarial) e ferramentas de CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) para elevar a inteligência do seu negócio!

    Ah, Inteligência artificial (IA) e automação também são recursos que estão sendo bastante utilizados pelas empresas. Esteja sempre por dentro das principais aplicações dessas tecnologias para avaliar o que pode ser aproveitado para seu cenário.

    Gostou do artigo e quer conhecer melhor sobre como unir o varejo físico ao digital? Então, leia o nosso post sobre este assunto agora mesmo!

  • Conheça os 8 principais canais de vendas e saiba como usá-los

    Conheça os 8 principais canais de vendas e saiba como usá-los

    Devido à transformação digital acelerada, as fronteiras entre o físico e digital estão cada vez mais integradas, o que torna a competitividade entre as empresas mais acirrada. Nunca antes foi tão importante contar com boas estratégias de atração e fidelização de clientes para contribuir para a expansão de um negócio.

    Conforme as informações ficam mais fáceis de serem acessadas, pensar em como se destacar dos concorrentes e estar na mente dos consumidores pode significar o ganho ou a perda de um cliente em poucos minutos. Por isso, é fundamental estar presente em diferentes canais de venda.

    Confira abaixo como utilizar os principais canais de contato para aumentar suas vendas!

    Afinal, o que são canais de vendas e para que servem?

    Basicamente, canais de venda são os meios pelos quais as empresas promovem suas soluções ao público. Em outras palavras, é por onde um negócio comercializa seus produtos ou serviços, atraindo pessoas que têm intenção de compra.

    Mas para que servem os canais de venda? Tendo em vista que na era digital é cada vez mais difícil se destacar dos concorrentes e chamar a atenção dos consumidores, os canais de venda servem como pontos de contato para que os consumidores possam conhecer mais sobre uma empresa e o que ela tem para oferecer.

    Quais são os principais canais de venda?

    Uma estratégia de vendas pode contar com diferentes tipos de canais, que podem ser divididos em aspectos como online e offline.

    Com o comportamento dos consumidores em constante mudança, hoje os clientes esperam que as empresas ofereçam um atendimento mais rápido, fácil e eficiente. E mais, atrelado à maior utilização de smartphones e melhor qualidade de internet, é essencial contar com estratégias de venda online. Confira a seguir alguns exemplos dos principais canais digitais:

    E-commerce

    Consiste na loja virtual de uma empresa onde é possível comercializar produtos. Nela, o consumidor pode conhecer melhor o negócio e as soluções oferecidas e efetivamente realizar uma compra.

    Assim, é importante investir em um ambiente virtual que ofereça segurança, rapidez e praticidade ao usuário, tendo em vista que envolve dados sensíveis dos consumidores. Também é interessante contar com diferentes formas de pagamento e uma interface simples para realizar o processo de compra.

    Email Marketing

    O Email Marketing é um excelente canal de vendas online. Consiste no disparo de mensagens eletrônicas para um público específico. Por isso, para que seja o mais eficiente possível, é importante que você conquiste esse público de forma legítima, ou seja, fale com pessoas que realmente tenham interesse na sua marca.

    Através de segmentações conforme a etapa da jornada de compra, você pode educar potenciais clientes e levá-los a finalizar a compra. E como fazer essa diferenciação? Aqueles que estão no início da jornada podem ser impactados por comunicações educacionais, enquanto quem estiver mais avançado, pode receber mensagens com uma abordagem mais direta de venda.

    Você ainda pode pensar em comunicações institucionais para apresentar sua marca, produtos e serviços à base de potenciais clientes que você conquistou, informar as novidades do seu negócio, e muito mais.

    Marketplace

    O marketplace funciona como um shopping center online, disponibilizando produtos de várias marcas diferentes. Você deve conhecer alguns exemplos, como Americanas, Amazon, Mercado Livre, não é mesmo? Eles conectam os consumidores a diferentes soluções que as empresas oferecem.

    Mas qual o seu grande diferencial? O principal é a possibilidade de embarcar no alcance e credibilidade que essas empresas costumam ofertar ao seu público, que pequenos negócios não conseguiriam sozinhos, por exemplo.

    Redes sociais

    Plataformas como Instagram, Facebook e WhatsApp são excelentes canais de interação com o seu cliente ou potencial cliente, o que faz delas ótimas soluções não apenas para o marketing, mas também para as vendas.

    O Facebook, por exemplo, oferece a possibilidade de criação de uma página do seu negócio, assim como uma ferramenta de marketplace. Já o Instagram oferece o Instagram Shopping para ofertar os produtos e, com apenas um clique, leva à página de compra. E vale lembrar que é possível integrar as redes sociais com a loja virtual, olha que demais!

    Google Ads

    O Google Ads é uma ferramenta de criação e gestão de anúncios estratégicos do Google, utilizada para divulgar os produtos e serviços do seu negócio.

    Com esta plataforma, é possível aumentar o alcance da sua marca, o que contribui para maiores conversões. Sua empresa pode comprar palavras-chave relevantes ao seu segmento e criar anúncios com elas. Esses anúncios serão exibidos para os consumidores no resultado de busca desses termos no Google, Google Maps e parceiros.

    Não há dúvidas do potencial que canais de venda offline também podem agregar como valor ao seu negócio, principalmente quando falamos sobre a necessidade de se pensar em estratégias omnichannel para integrar cada vez mais o offline ao online. Confira a seguir alguns exemplos de canais de venda offline.

    Ponto de venda

    Os pontos de venda, também conhecidos como PDV, são os espaços de divulgação e venda de produtos ou serviços. Podem ser tanto físicos quanto online, mas como este tópico fala sobre offline, mencionamos principalmente os estabelecimentos que necessitam da presença de pessoas que realizem suas compras. Existem vários tipos de PDV físicos, mas destacamos aqui alguns deles:

    • loja própria;
    • franquia.

    Venda direta

    A venda direta é um canal de vendas que consiste no contato direto de um vendedor com o consumidor final. Você já teve contato com algum revendedor da Natura ou Avon? Eles são exemplos perfeitos desse formato!

    Vale lembrar que os revendedores não têm vínculo empregatício com essas marcas, eles lucram através de comissão sobre suas vendas.

    Telemarketing

    Quem nunca foi impactado por algum tipo de ligação de telemarketing na sua vida? Esse canal de venda consiste em utilizar justamente o telefone como meio de contato e conversão.

    Como escolher os canais de vendas ideais para seu negócio?

    A pergunta que não quer calar é: o que deve ser feito para escolher os melhores canais de venda para um negócio? Hoje há muitas opções, mas para ter sucesso, você precisa adotar aqueles que mais se adequam ao perfil do seu público.

    Quem é seu cliente? Onde e como você pode impactá-lo? Tenha em mente esses aspectos e aposte em testes para entender o grau de receptividade das pessoas, a melhor linguagem a ser utilizada naquele canal, assim como a oferta que mais faz sentido naquele ambiente.

    Gostou das nossas dicas? Aproveite e baixe o nosso e-book sobre como impulsionar o seu negócio com as ferramentas do Google.

  • 3 segredos do Customer Success para encantar o cliente

    3 segredos do Customer Success para encantar o cliente

    Quer encantar o cliente, mas oferecer produtos ou serviços de qualidade e bom atendimento não funciona tão bem quanto antes? Esse cenário, em que empresas têm dificuldade de agradar ao público, vem crescendo com a ampliação de opções de negócios dos quais comprar.

    Desse modo, os consumidores estão mais exigentes e surpreendê-los também é um desafio. Portanto, para se destacar é preciso oferecer uma experiência de consumo realmente diferenciada, atendendo ao que o comprador busca. A melhor forma de fazer isso é investindo no Customer Success como estratégia de relacionamento.

    Conheça 3 segredos para colocar esse conceito em prática agora!

    O que é Customer Success?

    Customer Success em tradução literal quer dizer sucesso do cliente. Conceitualmente, se refere a uma estratégia de marketing e vendas voltada a construir um relacionamento com o consumidor para satisfazê-lo, garantindo que ele alcance sucesso ao adquirir e utilizar o produto ou serviço da empresa, a fim de fidelizá-lo.

    Nela, processos, entregas e abordagens são otimizados de acordo com as demandas ou preferências do público-alvo em prol de atingir esses objetivos. Dessa forma, todas as decisões empresariais se pautam pelo que encanta o potencial comprador.

    Por que é tão importante?

    A importância de encantar o cliente não é novidade. Afinal, se ele não escolhe sua empresa não há renda, certo? Entretanto, o Customer Success vai muito além disso, sendo uma estratégia pensada a longo prazo.

    A lógica é simples: suas técnicas promovem uma experiência de compra realmente positiva, melhorando a imagem do negócio, aumentando a taxa de recompra e ampliando as indicações para elevar a receita recorrente.

    Quais são os segredos do Customer Success para encantar o cliente?

    Adotar as técnicas de Customer Success é o melhor caminho para encantar os clientes. Porém, alguns segredos potencializam seus efeitos. Confira os 3 a seguir!

    1. Coloque o cliente no centro de todos os processos

    Todos os processos organizacionais, não só os de venda, impactam direta ou indiretamente na experiência do cliente. Portanto, é preciso pensar no consumidor em cada uma das etapas de desenvolvimento, fabricação, logística etc., colocando demandas e necessidades do público em foco para tomar as melhores decisões.

    2. Ofereça uma boa experiência de compra em cada oportunidade

    A experiência de compra é composta por todos os momentos em que há interação da empresa com seu cliente. Ou seja, cada um deles é uma oportunidade de torná-la ideal para o consumidor. Para tanto, algumas ações úteis são:

    • qualificar a abordagem realizada pela equipe;
    • focar em resolutividade e agilidade, sem deixar de dar atenção;
    • manter um histórico para consultas, facilitando as conversas;
    • buscar criar conexões emocionais e construir vínculos;
    • personalizar os contatos.

    3. Crie uma jornada de sucesso

    Planejar a jornada de compra de acordo com os princípios do Customer Success começa por entender o que significa o sucesso para o cliente. Os dados têm um papel-chave nesse processo, servindo de base para definir o perfil do público-alvo, suas preferências, demandas, necessidades e comportamentos.

    A partir dessas informações é viável organizar um fluxo que contemple marketing, atendimento e vendas com estratégias que atraem, progridem levando a compra para, por fim, fidelizar os consumidores pela sua excelência.

    Quais cuidados tomar ao adotar essa estratégia?

    Investir em Customer Success para encantar o cliente depende de promover uma cultura organizacional e criar uma mentalidade de trabalho que realmente coloque o consumidor no centro das decisões.

    Um cuidado importante é preparar a equipe, disponibilizando capacitações e mantendo os colaboradores atualizados sobre boas práticas, bem como sobre os motivos por trás das escolhas que afetam seu cotidiano.

    Também é necessário acompanhar os resultados das ações adotadas, tanto por meio de feedbacks do público como utilizando métricas de desempenho e satisfação. Pesquisar e ouvir as opiniões é a base para fazer novas otimizações, ampliando os resultados dessa estratégia.

    Encantar o cliente é essencial para uma empresa se manter competitiva. Ainda mais em um mercado cuja concorrência está cada vez maior. O Customer Success é a estratégia ideal para isso, já que se foca no que o público quer para agradá-lo. Com os 3 segredos que contamos hoje, você está um passo mais perto de atingir esse objetivo.

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