Categoria: Marketing

  • Automação de marketing: 3 dicas de como utilizar essa estratégia

    Automação de marketing: 3 dicas de como utilizar essa estratégia

    Imagine se você pudesse automatizar algumas ações de marketing, entregando às máquinas algumas das tarefas manuais e liberar colaboradores talentosos para atividades mais criativas. Parece ficção científica ou um sonho distante?

    Na verdade, a automação de marketing já é um conceito amplamente difundido no mercado, que tem ajudado muitos profissionais a ampliar as suas abordagens. Neste post, falaremos sobre o conceito, os cuidados para conduzir uma estratégia e dicas para realizá-la. Boa leitura!

    O que é a automação de marketing?

    A automação de marketing pode ser definida como a prática de utilizar softwares e outras tecnologias para agir em larga escala e melhorar os resultados das ações conduzidas pela empresa. Por meio dela, fica mais fácil identificar e monitorar as preferências dos consumidores.

    A partir daí, será possível agir de forma personalizada de acordo com o público que se quer alcançar, melhorando o relacionamento com essas pessoas. É, também, uma maneira de municiar a equipe de vendas com detalhes mais precisos sobre os consumidores em potencial.

    A automação de marketing ainda reduz a carga de trabalho manual dessa área da empresa, mas sem comprometer os resultados. Ela ajuda a aumentar a eficiência do time e diminuir o tempo gasto para levar cada tarefa a cabo.

    Com uma ferramenta adequada, a empresa consegue criar uma campanha de e-mails direcionados, mas também agendar postagens nas mídias sociais de acordo com ações dos contatos (ou leads). Com a abordagem progressiva de uma boa estratégia de automação, que respeite cada etapa da jornada de compra, será possível mensurar os resultados das campanhas com mais precisão.

    Quais são as melhores estratégias de automação de marketing?

    A melhor maneira de explorar a automação de marketing é trabalhar uma gestão conjunta que envolva e-mails, mídias sociais e exploração do website da empresa. Vamos descobrir duas maneiras de fazer isso.

    Conteúdo dinâmico

    O conteúdo dinâmico consiste na exibição de diversas imagens, textos ou vídeos de acordo com a segmentação determinada pela empresa. Isso envolve fatores como gênero, preferências, histórico de compra, região de residência etc.

    O conteúdo dinâmico é adaptável aos interesses e baseado no comportamento do seu público. Ele pode ser exposto no corpo dos e-mails marketing, nas redes sociais e até mesmo nos anúncios personalizados da empresa.

    Ele é o principal responsável por impulsionar a interação direta com os leads. Desse modo, enviar um conteúdo errado para eles pode resultar na perda de um cliente em potencial. O objetivo aqui é desenvolver uma experiência personalizada, totalmente focada no visitante em um determinado momento.

    Assim, será mais fácil envolvê-lo e conquistá-lo. É preciso lembrar que um cliente em potencial visualiza ou interage com os conteúdos da empresa antes mesmo de abordar a equipe de vendas.

    Campanhas de nutrição e workflow

    É importante destacar que nem todos os visitantes do seu site estão totalmente preparados para adquirir um produto — mas todos eles são compradores em potencial. Isso significa que qualquer estratégia implementada determinará se um lead se tornará um cliente efetivo ou não.

    Uma campanha de nutrição consiste no envio de e-mails de forma progressiva, para alguém que se dispôs a recebê-los. Desse modo, o primeiro apresenta a empresa. O segundo começa a detalhar os produtos. O último é mais incisivo e apresenta as soluções para as dores da pessoa. Não há um número definido de mensagens para essa estratégia, mas 3 ou 4 são uma boa estimativa.

    O segredo para aproveitar esses leads é estimulá-los e nutri-los por meio de conteúdo dinâmico e campanhas adaptadas às suas demandas. Inclusive, essa automação ajuda a gerar mais leads a um custo reduzido em relação às campanhas estáticas não segmentadas.

    A empresa de pesquisa Forrester Research fornece dados animadores para quem deseja apostar na nutrição de leads: segundo um dos seus estudos, essa estratégia gera 50% a mais de leads prontos para as vendas, com um custo 33% menor em relação às outras ações.

    Cuidado com o funil

    Essa não é uma estratégia própria de automação de marketing, mas um cuidado que as empresas devem ter: atenção ao funil! Não adianta muito investir em um conteúdo impactante e desrespeitar as etapas da jornada de compra.

    Por exemplo: para um lead que apenas visitou o seu site e se inscreveu para receber e-mails não adianta muito enviar uma mensagem detalhando as características de um produto específico. Afinal, a dor daquela persona ainda não foi mapeada e não faz sentido oferecer uma mercadoria aleatória. Isso pode, inclusive, irritar um cliente em potencial, o afastando da empresa.

    Como realizar a automação?

    Agora, falaremos das estratégias efetivas.

    1. Escrever conteúdos relevantes

    Primeiro, é muito importante descobrir quais são as palavras-chave mais utilizadas pelo público-alvo nos mecanismos de busca. Técnicas de SEO são muito importantes nessa hora. A partir daí, será mais fácil criar conteúdos relevantes e direcionados — não se esqueça de explorar as mídias sociais!

    2. Criar e-mails de nutrição de leads

    Depois, é o momento de criar uma sequência de e-mails para cativar os compradores em potencial.

    Como mencionamos, é muito importante respeitar uma progressão: no primeiro e-mail, por exemplo, apresente a sua empresa. No segundo e-mail, divulgue as suas soluções. A última mensagem, ou o terceiro e-mail, será a mais objetiva, destinada a convidar aquela pessoa a entrar em contato direto com o negócio. Neste último e-mail, você pode optar por um CTA (Call-To-Action) que direcione para o seu WhatsApp Business.

    3. Investir em materiais ricos, como e-books e infográficos

    Invista no marketing de conteúdo. Isso pode ser feito por meio de um blog que demonstre que a empresa tem autoridade sobre um determinado assunto. Assim, pesquise sobre assuntos que tenham a ver com os seus produtos e tire dúvidas com artigos embasados.

    Além disso, diversifique os formatos: é possível contar com blog posts, mas também com e-books, infográficos, webinars e até mesmo os vídeos em um canal do YouTube. Experimente um pouco de cada e depois mapeie aqueles que apresentaram as maiores taxas de interação.

    Caso seja do seu interesse, você também pode investir nos guest posts: isso é, postagens sobre a sua marca em blogs de parceiros. É outra maneira de atingir mais pessoas e trabalhar na conversão. Depois disso, basta acionar as ferramentas de automação.

    Como vimos no texto, a automação de marketing é uma maneira de otimizar as suas estratégias. Com a utilização de softwares e ferramentas próprias para isso, como a Hubspot Marketing, a Mailchimp ou a RD Station, o fluxo de mensagens de uma ação de e-mails para leads, por exemplo, se tornará bem mais eficiente.

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  • Posicionamento de marca: o que é e como aplicar na sua empresa

    Posicionamento de marca: o que é e como aplicar na sua empresa

    Você tem uma real noção de como o público-alvo enxerga o seu negócio? Como a sua empresa tem se posicionado em relação ao cenário atual, com a crise financeira causada pela pandemia? Essas questões são de fundamental importância para o contexto atual.

    Afinal, além de conseguir sobreviver aos efeitos devastadores do coronavírus para o comércio, será preciso encontrar maneiras de cativar o público. O posicionamento de marca é uma estratégia que tem tudo a ver com essa preocupação. Neste post, falaremos mais sobre o conceito e como aplicá-lo. Siga a leitura!

    O que é o posicionamento de marca?

    O posicionamento de marca representa o modo pelo qual a empresa quer ser vista pelos seus clientes. Desse modo, ele está diretamente relacionado ao trabalho que a companhia realiza para ser reconhecida como uma instituição com valores positivos pelos seus consumidores.

    É importante, inclusive, esclarecer que o posicionamento de marca não é, necessariamente, como as pessoas veem a marca. Ele tem a ver mesmo com o que a companhia faz — não à toa, diversas empresas estão buscando melhorar e humanizar a sua imagem durante a pandemia do coronavírus.

    Como exemplos, podemos citar companhias como a Volkswagen, Mercado Livre e Audi, que modificaram suas logomarcas para enfatizar a importância do distanciamento social. Ou até mesmo a Apple, que tem doado máscaras, e o Google, que injetou 800 milhões de dólares em organizações de saúde.

    Como aplicar essa estratégia na empresa?

    Não é preciso ter uma empresa bilionária para posicionar sua marca de forma adequada. Vamos conhecer algumas estratégias eficientes.

    Investir em cultura organizacional

    Primeiro, é preciso disseminar uma cultura de empatia e preocupação com as necessidades do cliente por toda a empresa. Os gestores devem repassar instruções claras para os colaboradores, especificando o que efetivamente deve ser feito para posicionar o negócio de acordo com os objetivos.

    Além disso, seguindo os exemplos mencionados anteriormente, que tal adicionar a preocupação com a pandemia à cultura organizacional da empresa? É uma maneira de humanizar a marca e estreitar o relacionamento com os clientes.

    Mostre quem são os colaboradores por trás do negócio e publique (nas redes sociais e no blog) como o negócio tem feito para manter a segurança dos seus funcionários e clientes.

    Construir presença digital e autoridade

    Como mencionamos, o posicionamento tem tudo a ver com um trabalho interno para melhorar a percepção dos clientes sobre o negócio. É impossível fazer isso sem uma interação direta com o público e sem elementos que demonstrem que a marca é uma autoridade em seu ramo.

    Por isso, além do marketing de conteúdo, é uma ótima ideia escalar colaboradores para interagir diretamente com as pessoas nas redes sociais, sempre com respeito e educação. Caso não haja esse contato, a empresa corre o risco de ser vista como distante e pouco interessada nas dores do seu público.

    Fazer tudo pensando no seu público-alvo

    Além do contato próximo nas redes sociais e nos outros canais de atendimento, como telefone, chat e e-mail, a satisfação do cliente deve ser a prioridade número 1 do negócio. Para garantir isso, é necessário buscar um equilíbrio durante as etapas da jornada do consumidor.

    Ela engloba desde o momento no qual o cliente começa a pesquisar por um produto até o pós-venda. O consumidor tem que ser bem atendido em todas as etapas do processo. Vender um produto de qualidade, mas ignorar as dúvidas que ocorrem em um momento posterior à compra, por exemplo, causará danos à reputação da empresa.

    Além disso, a preocupação com o público-alvo deve englobar, também, as estratégias de venda. Por meio de ferramentas de Big Data e análise de dados, será mais fácil mapear a persona e oferecer produtos cada vez mais personalizados. E o melhor: direcionados para as pessoas certas.

    Construir um bom relacionamento com o cliente

    Para manter um bom relacionamento com os consumidores, é indispensável investir na estratégia omnichannel. Ela pode ser entendida como um modelo de vendas multicanal, que proporciona que os clientes tenham uma boa experiência de compra em qualquer um dos canais da empresa, online ou offline.

    Do mesmo, diversifique suas opções de contato: dê atenção às mídias sociais, mas não abandone o bom e velho e-mail. Considere, também, oferecer serviços pelo WhatsApp. O posicionamento de marca está ligado às ações da empresa para construir uma boa imagem junto ao público e ao mercado como um todo.

    Como vimos no post, é possível desenvolver ações em vários níveis para demonstrar a preocupação do negócio com àqueles que se relacionam com ele.

    Gostou do artigo e quer ler mais sobre como a pandemia tem afetado o consumo? Então, aproveite a visita e leia o nosso post sobre as principais tendências do cenário atual!

  • Google Shopping: o guia para o seu negócio aumentar as vendas

    Google Shopping: o guia para o seu negócio aumentar as vendas

    Você já pensou em anunciar no Google Shopping para aumentar as vendas da sua loja virtual? Embora sejam anúncios pagos, o resultado pode ser bastante interessante para os empreendedores, uma vez que os produtos aparecerão no topo da lista de buscas do Google, com foto e preço, além de um link direto para o canal de vendas.

    Você já deve ter visto anúncios desse tipo ao pesquisar determinado produto que desejava comprar, não é? E provavelmente clicou nas imagens que aparecem antes ou ao lado das demais páginas. Inclusive, em muitos casos, quem tem a intenção de comprar o produto clica diretamente na guia “Shopping” do mecanismo de busca para visualizar as ofertas de forma objetiva.

    Por isso, se você vende um produto físico e quer aumentar o alcance da sua loja, vale a pena conhecer melhor essa estratégia de divulgação na internet. Confira o nosso guia!

    Entenda o que é o Google Shopping

    Sempre que você pesquisa um produto físico no Google, os anúncios são exibidos na parte superior ou lateral da página. Faça o teste e pesquise qualquer item, como um produto de maquiagem ou um equipamento eletrônico. As ofertas aparecerão com foto, preço e link do vendedor, não é?

    Esses anúncios têm destaque maior do que as demais páginas, que podem ser de outros vendedores ou não. Ou seja, os links abaixo dos anúncios podem ser resenhas do produto, reclamações, formas de uso ou qualquer outra coisa relacionada ao item pesquisado.

    Na grande maioria dos casos, quem tem interesse em comprar o produto vai clicar nos anúncios, deixando os demais resultados de lado. Aliás, é por essa razão que, se você tem um blog para divulgar sua empresa e seus produtos, precisa elaborar bons conteúdos para se destacar.

    Para exemplificar, imagine que você comercialize carregadores para celular. Para atrair a atenção de quem navega pela internet e levar as pessoas para seu blog, o ideal é publicar resenhas dos produtos, comparando preços, durabilidade, potência, tempo de carga, entre outros. Se apenas divulgar os itens, provavelmente eles passarão despercebidos e perderão visibilidade para os anúncios pagos.

    Pesquisas indicam que o índice de confiança das pessoas nos anúncios do Google atinge 87,9%.Além disso, 73,2% dos usuários fazem pesquisas no mecanismo de busca várias vezes ao dia. Com a transformação digital, que muda hábitos e comportamentos de toda a sociedade, a tendência é que tais índices fiquem ainda maiores no futuro.

    Desse modo, o Google Shopping é uma ferramenta que pode ajudar você a atrair novos clientes, gerar mais conversões e aumentar o tráfego em sua loja virtual.

    Descubra como anunciar seus produtos no Google Shopping

    Para configurar o anúncio de seu produto, basta acessar a plataforma do Google Merchant Center e seguir o passo a passo, que é bastante intuitivo. Para usar a ferramenta, é necessário criar uma conta, inserindo dados de contato e informações comerciais. Depois, basta integrar os dados do seu e-commerce ao Shopping

    A ferramenta é diferente do Google Ads, cujo conteúdo não necessariamente está relacionado a vendas. Para anunciar os seus produtos no Google Shopping, é preciso seguir algumas etapas:

    • faça o cadastro na plataforma e confirme o seu e-mail para criar uma conta no Google Merchant Center;
    • crie um arquivo XML com os produtos que deseja anunciar e envie ao Google Merchant Center. Esse arquivo deve conter o nome do produto, preço e demais detalhes;
    • para incluir os itens, clique em ‘Produtos’ e depois em ‘Feeds’ e será iniciado um upload;
    • configure os dados do feed, especialmente o país de destino;
    • para um cadastro completo, descreva os detalhes dos itens que serão anunciados, como marca, cor, tamanho, entre outros;
    • insira links para o seu site;
    • determine a categoria de cada produto;
    • é possível, ainda, inserir dados adicionais, como disponibilidade dos itens, data limite de exibição do anúncio, preços promocionais, parcelamento, entre outros.

    Custo por clique: o que significa?

    Você deve estar se perguntando qual é o investimento necessário para anunciar no Google Shopping, não é? Na verdade, o próprio anunciante estabelece o valor, de acordo com o conceito de Custo por Clique (CPC).

    Ou seja, cada vez que um usuário clica no anúncio, o anunciante é cobrado. Quanto maior é esse valor, maior é a chance da sua empresa ser colocada nas primeiras posições da busca. 

    Ao clicar em seu link, o usuário é direcionado para o seu site e, a partir de então, o Google não tem mais nada a ver com o processo de vendas, que é feito por sua empresa. É possível considerar que o investimento para anunciar no Google Shopping seja algo em torno de 10% a 15% do valor dos produtos. 

    Google Shopping e Google Ads: qual é a diferença?

    Como explicamos, as duas ferramentas são distintas. Porém, é necessário vincular as contas, mesmo anunciando apenas no Google Shopping. Assim, você pode visualizar seus produtos e os cliques recebidos no Google Ads. 

    Além disso, no Google Ads é possível visualizar algumas estatísticas de mercado, comparando a performance dos seus produtos a de outros itens semelhantes. 

    Quais são as exigências para anunciar no Google Shopping?

    Para que a sua empresa seja considerada qualificada para anunciar, é fundamental que seu site de vendas cumpra algumas exigências:

    • incluir informações completas no formulário de cadastro, como e-mail, telefone e endereço físico;
    • apresentar, de forma clara, todos os meios de pagamento aceitos antes de o usuário iniciar o processo de pagamento;
    • não deixar de apresentar, de forma visível, as políticas de devolução e reembolso.

    Saiba como melhorar a visibilidade dos produtos no Google Shopping

    O Google Shopping segmenta todos os produtos de forma automática, para todas as pesquisas. Assim, para melhorar a visibilidade, você deve incluir no cadastro o máximo de informações. Lembre-se de que o empreendedor não escolhe palavras-chave para buscas, pois o próprio mecanismo segmenta os itens conforme o feed de dados cadastrados.

    Como muitos anúncios são mostrados lado a lado, dependendo do produto, o preço pode ser um diferencial. No entanto, é fundamental que o valor anunciado seja o mesmo informado em sua página. 

    O título do produto anunciado deve ter no máximo 50 caracteres, incluindo espaços. Se for maior que isso, ele poderá ser cortado nos resultados apresentados ao usuário. A imagem também é muito importante para que os usuários do Google Shopping cliquem em seu link. Por isso, ela deve ter alta qualidade e boa resolução.

    Agora que você já sabe como anunciar seus produtos e alavancar sua empresa, confira também as estratégias para montar um bom e-commerce. Afinal, para aumentar as vendas não basta anunciar, é preciso que o cliente tenha uma boa experiência de compra em sua página!