Categoria: Marketing

  • 4 dicas de como fazer a divulgação adequada do seu negócio!

    4 dicas de como fazer a divulgação adequada do seu negócio!

    Saber como fazer divulgação do seu negócio é fundamental para garantir o aumento das vendas e, consequentemente, do faturamento. Quando falamos em festas de final de ano e em datas comemorativas, isso se faz ainda mais importante, pois essa é uma ótima oportunidade para você aumentar as vendas e conquistar mais clientes.

    O problema é que muitos gestores não sabem como divulgar seu negócio da maneira adequada, o que faz com que a sua concorrência ganhe vantagem e espaço no mercado. Como sabemos que não é isso que você quer, escrevemos este artigo para ajudar você a melhorar os anúncios da sua empresa.

    Continue a leitura e entenda quais são os principais passos para divulgar seus produtos e serviços e como essas datas comemorativas impactam nos resultados da sua empresa.

    Como fazer divulgação adequada do seu negócio?

    Apenas expor seu produto em uma vitrine, por exemplo, pode não ser o suficiente para chamar a atenção do seu público-alvo e aumentar suas vendas. Nesse momento, algumas estratégias são consideradas indispensáveis para quem quer fazer uma boa divulgação do seu negócio. A seguir, listamos as principais delas. Acompanhe!

    1. Use as mídias sociais

    As mídias sociais ganharam muita força nos últimos anos, quando o assunto é divulgação. Isso porque elas ajudam a fortalecer o relacionamento com o consumidor de maneira natural, sem que as pessoas se sintam forçadas a comprar algo. Nesse sentido, usá-las para divulgar o seu negócio é uma estratégia indispensável para quem almeja o sucesso.

    Por meio do gerenciador de anúncios do Facebook você consegue segmentar suas campanhas de forma mais eficiente, identificando o público que você quer atingir e muito mais. Além disso, você também pode cadastrar o pixel de remarketing para que aqueles que demonstraram interesse no seu produto ou serviço recebam novos anúncios do seu negócio.

    O Instagram é outra poderosa ferramenta. Ao utilizar a funcionalidade “story”, por exemplo, você pode mostrar os bastidores da sua empresa, usar a caixa de perguntas para interagir com seus seguidores, compartilhar conteúdos informativos etc. Tudo com o intuito de se aproximar do seu público e ganhar a confiança dele para, então, incentivá-lo a avançar na sua jornada de compra.

    2. Faça campanhas comemorativas

    As datas comemorativas são excelentes oportunidades para aumentar suas vendas. Por essa razão, você precisa se preparar para atender o seu público e não deixá-lo “na mão”.

    Antes de qualquer coisa, é necessário ressaltar a importância de você dar mais atenção para as datas comemorativas que tenham mais relação com o seu segmento. Por exemplo, se você é dono de uma loja de chocolate, o seu foco sempre será a Páscoa, embora nada lhe impeça de fazer campanhas no Dia dos Namorados, Dia das Mães, Natal etc.

    Lembre-se de desenvolver uma boa comunicação visual. De preferência, contrate um designer para elaborar as artes que farão parte da sua campanha. Imagens amadoras não transmitem confiança ao consumidor e fazem você perder oportunidades de vendas. Junto a isso, ofereça treinamento à sua equipe para que eles saibam como abordar o potencial cliente para fechar negócio.

    3. Invista em um produto com design diferenciado

    Você sabe por que o design do produto é tão importante? Ele impacta diretamente a imagem do seu negócio, que será transmitida para o seu público. Por esse motivo, produtos com design diferenciado valorizam a marca e permitem alcançar um bom posicionamento no mercado.

    Para isso, o produto precisa se mostrar funcional e útil para os seus potenciais clientes. Ao elaborá-lo, leve em consideração a cultura, o cenário mercadológico, as preferências dos seus clientes, entre outras características que influenciam na decisão de compra do seu público-alvo.

    Por fim, vale destacar que – além dos fatores referentes ao manuseio, funcionalidade e ergonomia – o design do produto precisa ter uma boa estética e ser estratégico, usando a criatividade como aliada para se destacar dos concorrentes e evidenciar a sua marca na mente dos consumidores.

    4. Crie produtos com edição limitada

    Trabalhar a escassez — ou edição limitada — nos seus anúncios é uma ótima maneira de potencializar suas vendas e divulgar o seu negócio. Nesse momento, você precisa explorar a sensação de urgência no seu consumidor, fazendo com que ele acredite que precisa ter algo antes que determinado produto se esgote. Ou seja, é preciso trabalhar em cima do medo do potencial cliente em ficar sem determinado produto, uma vez que no futuro ele não estará mais à venda.

    Ao adotar essa estratégia, a sua empresa terá diversos ganhos, tais como:

    • aumento no volume de vendas;
    • liquidação de estoque;
    • aumento no valor agregado do produto.

    Essa é uma das melhores maneiras de aproveitar ao máximo as oportunidades que as épocas sazonais do ano têm a oferecer. 

    Como as datas comemorativas impactam os resultados do negócio?

    Nas datas comemorativas, as pessoas estão mais propensas a gastar. Afinal, elas querem presentear pessoas especiais e se fazer presente na vida delas. Logo, as vendas, nessas épocas do ano, tendem a aumentar, uma vez que há mais procura no mercado.

    Planejamento é a chave para garantir que nada sairá do seu controle. Estude seu público, entenda suas preferências e necessidades e ofereça a ele produtos que solucionem o problema em questão. 

    Podemos usar como exemplo a loja de chocolates novamente. Na páscoa, é indispensável vender chocolates em formato de ovo. Junto a ele, é interessante oferecer um brinde para agregar valor. 

    Nesse exemplo, podemos observar que a necessidade do público em questão é atendida e, ao mesmo tempo, as expectativas do consumidor são superadas, já que ele tem acesso a um brinde com a compra do produto.

    Percebeu como fazer divulgação adequada do produto é importante? Por essa razão, é essencial que os gestores busquem capacitação constante, quando o assunto é anunciar os seus produtos. Dessa forma, é possível traçar estratégias mais eficientes que ajudam a sua empresa a se destacar do mercado e sair à frente da concorrência. 

    Que tal ter acesso a mais conteúdos ricos em informações como esse? Curta a nossa página no Facebook e acompanhe nossas novidades que ajudarão a melhorar os resultados do seu negócio!

  • Confira 5 dicas de como criar uma comunidade digital!

    Confira 5 dicas de como criar uma comunidade digital!

    Estar em grupo, associar-se, compartilhar e interagir: tudo isso faz parte da natureza das pessoas. E se a cada dia o mercado se conscientiza de que a relação entre empresa e consumidor é de fato feita entre pessoas, é hora de prestar atenção nesses fatores para fortalecer as estratégias de marketing e relacionamento. Diante disso, você precisa saber como criar uma comunidade digital para sua empresa.

    A formação de comunidades de clientes, para que conversem entre si e de modo gerenciado pela própria empresa, faz parte do chamado marketing de comunidade. Trata-se de uma estratégia que vem se fortalecendo a cada dia e – por isso – trouxemos 5 dicas para lhe mostrar como criar a comunidade digital do seu negócio. Acompanhe!

    Entenda o que é uma comunidade digital

    Antes de seguirmos com as dicas, é interessante entender o que é de fato uma comunidade digital. É muito mais que um agrupamento de pessoas no meio virtual. Trata-se de um grupo de pessoas com interesses comuns e, no caso da comunidade de uma empresa, esses interesses se relacionam com tudo o que envolve a sua marca e as soluções oferecidas. É portanto, uma rede de relacionamentos, interação e compartilhamento de experiências entre pessoas que de diversas formas estão ligadas à sua empresa.

    Veja por que é importante criar uma comunidade digital para sua empresa

    Ao ter em mente que os relacionamentos clientes-empresas estão tomando um contorno cada vez mais humanizado, alinhar-se a estratégias que se pautam na nossa natureza humana – como gostar de estar em grupo, por exemplo – pode trazer grandes benefícios para sua marca e para os negócios. Entre os frutos que uma comunidade digital pode gerar para sua empresa, destacamos:

    • aproximação com o cliente;
    • oportunidade de feedbacks diretos;
    • fortalecimento da confiança e do vínculo marca-consumidor;
    • oportunidade de inserir sua marca em um ambiente bastante amigável;
    • captação de dados estratégicos para o desenvolvimento de soluções;
    • obtenção de autoridade entre seus principais públicos.

    Saiba como criar uma comunidade digital

    Agora é a hora de partir para a prática e entender como planejar e criar a comunidade da sua empresa com bastante estratégia e consistência. Vamos às dicas!

    1. Defina o objetivo da sua comunidade

    Como você viu, uma comunidade virtual pode trazer diversos benefícios para seu negócio e – para isso – é preciso ter foco e ter bem claro o que você pretende ao criar esse espaço. É vender mais? É conhecer mais a forma como o cliente lida com sua marca ou produto? É fortalecer a marca? Faça a si mesmo esses questionamentos e, após definido o objetivo, será mais fácil e seguro criar a estratégia de atuação na comunidade.

    2. Conheça a persona do seu negócio

    Um aspecto essencial de toda estratégia de marketing é conhecer a persona do seu negócio. Para criar uma comunidade digital, não é diferente. Você precisa saber o que atrai sua persona, o que ela espera de uma comunidade, o que ela espera da sua marca nesse grupo, como se comporta e como interage, entre outros aspectos.

    Assim como nas outras frentes de marketing, tem-se na persona um dos alicerces da sua estrutura e das diretrizes que você deverá seguir na gestão da comunidade virtual da sua empresa.

    3. Defina o posicionamento da sua marca

    Ao lado dos dois tópicos anteriores, o posicionamento da marca é essencial para que você tenha em mente como criar uma comunidade digital para a empresa. Você criará aqui um norte a ser seguido na comunidade e – para isso – deve se amparar em:

    • valores: a base ética que vai direcionar a convivência na comunidade;
    • missão: o propósito da comunidade, a bandeira que ela levanta;
    • personalidade: é o tom de voz e a maneira como sua empresa vai se comportar nesse ambiente. Por exemplo, terá um tom mais didático ou mais crítico, se será mais descontraído ou mais sério e por aí em diante;
    • benefícios de se fazer parte: como você vai gerar essa diferenciação para os clientes que são membros da comunidade. De modo simplista, o que eles vão ter de vantagens por estar ali.

    Com todos esses pilares definidos, será possível criar a tônica da comunidade, os assuntos a serem discutidos, a linguagem a ser utilizada, a forma de interagir e moderar a comunidade e quais são os pontos essenciais que vão gerar engajamento e vínculo com sua marca.

    4. Produza conteúdo relevante e de qualidade

    O conteúdo é fundamental para promover a interação e a convivência na comunidade. Da mesma forma como nas redes sociais, no blog, no site e em todas as demais plataformas e mídias, o conteúdo deve estar totalmente alinhado ao perfil da comunidade e ser relevante para quem faz parte desse espaço.

    Pesquise e crie uma linha editorial própria, com materiais que vão responder dúvidas, que vão informar seu cliente, que possam ser úteis de alguma forma e que possam fortalecer o relacionamento. Lembre-se de que é mais sobre a relação entre cliente e marca do que sobre seus produtos por si só. Conteúdo não é falar de sua empresa e de seus produtos o tempo todo, fique atento a isso.

    5. Converse com os membros da comunidade

    A natureza de uma comunidade, seja ela online ou offline é a convivência, a troca e a interação. Portanto, é vital interagir com os membros. A comunidade da sua empresa é um espaço comum de compartilhamento de ideias, percepções, sentimentos e expectativas a respeito de todo o universo simbólico que envolve a sua marca.

    Você precisa dialogar com as pessoas que têm laços com sua marca, precisa ouvi-las de verdade e ter um relacionamento com os membros. Isso gera afinidade e segurança. Caso contrário, sua comunidade perde o sentido e, consequentemente, o entusiasmo dos participantes em estarem ali e em se relacionarem com sua marca.

    As comunidades digitais oferecem às empresas várias oportunidades de observar e compreender o comportamento do consumidor, os hábitos, as necessidades, as preferências e as expectativas do cliente — o que é muito importante para a empresa. Assim, o planejamento estratégico agradece.

    Com as dicas que trouxemos sobre como criar uma comunidade digital e com o conhecimento que você já tem de seu público, certamente sua comunidade será uma ótima estratégia para os negócios. E para acompanhar mais dicas infalíveis como essas, curta nossa página no Facebook.

  • Conheça 4 tecnologias para impulsionar pequenos negócios!

    Conheça 4 tecnologias para impulsionar pequenos negócios!

    A competitividade do mercado fez com que a tecnologia para pequenos negócios se tornasse uma ferramenta importante para gerar valor e impulsionar o posicionamento da marca, seja qual for o segmento. Isso porque as inovações têm grande impacto na produtividade e simplificam a gestão.

    Desse modo, quanto mais atividades são automatizadas, mais tempo o empreendedor terá para se dedicar à parte estratégica e ao crescimento do negócio. Entretanto, muitos micro e pequenos empreendedores ainda têm certo receio em investir em tecnologia, seja pelo pensamento de que não cabe no orçamento, seja pelo desconhecimento dos benefícios que oferece.

    Com isso, deixam de crescer e perdem espaço para a concorrência. E você não quer que isso aconteça com seu empreendimento, não é mesmo? Então, acompanhe este post e fique por dentro das principais tecnologias para pequenos negócios!

    1. Sistema de gestão

    Um software de gestão é uma das tecnologias que não podem faltar em seu negócio. Os ERPs — Enterprise Resource Planning — são sistemas de gestão que reúnem e integram dados de todos os setores da empresa, organizando e armazenando-os de forma automática. Ter as informações centralizadas em uma plataforma única dá mais segurança, diminui os custos, evita falhas e promove mais agilidade na execução das tarefas.

    Por exemplo, ao registrar uma venda no sistema, o valor é automaticamente lançado no módulo financeiro, a saída é computada no estoque e as informações são atualizadas para o setor de compras.

    2. Aplicativos

    Os aplicativos são uma ótima ferramenta para otimizar o gerenciamento dos pequenos negócios. Por meio deles, é possível administrar uma série de recursos na palma da sua mão, mesmo que você não esteja presente na empresa. Outra grande vantagem é que grande parte deles é gratuita.

    Há aplicativos para todas as atividades de um empreendimento:

    • gestão financeira;
    • gerenciamento de tarefas;
    • controle de vendas;
    • gerenciador de projetos;
    • armazenadores de documentos digitalizados;
    • canais de comunicação direta com clientes, fornecedores e colaboradores.

    3. Chatbot

    Para quem já tem ou pretende ter um negócio digital, o uso de chatbot é uma excelente maneira de aprimorar o atendimento ao consumidor, promovendo uma melhor experiência. Basicamente, um chatbot é um software que interage com os clientes em um chat. O objetivo é fazer a triagem de dúvidas, problemas e outras necessidades para direcionar a pessoa às soluções antes de encaminhá-las, se for preciso, para um atendente humano.

    Dessa forma, a empresa consegue economizar em tempo e recursos. Isso porque, na maioria das vezes, o cliente consegue solucionar sozinho. Afinal, muitos consumidores entram em contato diariamente para saber mais informações sobre os produtos, prazos, formas de pagamento, além de dar sugestões ou fazer reclamações.

    Cada um de tais contatos seria muito mais demorado se feito por um atendente humano e seria necessário um número maior de colaboradores. Assim, o consumidor tem mais autonomia e consegue resolver seus problemas com mais agilidade.

    4. Software de análise de dados

    Uma empresa trabalha com um grande volume de dados. No entanto, organizá-los manualmente não é uma tarefa nada fácil. A solução é contar com um software de análise de dados, que armazenará todas as informações, cruzará dados e fornecerá relatórios valiosos para as tomadas de decisões.

    Isso permitirá que o gestor conheça melhor o mercado, antecipe tendências, entenda o comportamento do seu público e identifique oportunidades para o negócio. Da mesma forma, é possível acompanhar indicadores e métricas fundamentais para compreender se as estratégias adotadas estão dando o resultado esperado ou se é preciso readequá-las.

    Como você viu, a tecnologia para pequenos negócios é uma ferramenta essencial para a expansão e para a competitividade. Há soluções para todas as necessidades da empresa e é essencial que o gestor se atualize sobre as tendências, bem como se capacite constantemente para acompanhar as mudanças do mercado. Portanto, não deixe de analisar todas as opções e escolher as que trarão mais benefícios para o seu empreendimento.

    Gostou de saber como a tecnologia contribui para o crescimento da sua empresa? Quer mais dicas? Então curta nossa página no Facebook e acompanhe todas as publicações!

  • Marketing online e offline: saiba como integrá-los e obter bons resultados

    Marketing online e offline: saiba como integrá-los e obter bons resultados

    Realizar estratégias de marketing online e offline deve fazer parte da rotina de empresas de qualquer porte. Afinal, elas possibilitam reforçar a imagem da marca na mente de quem já é cliente, além de possibilitar a captação de novos leads.

    Atualmente, o ambiente online é bastante lembrado ao construir estratégias de marketing, porém a tendência atual é integrar canais online e offline, de modo a oferecer experiências distintas para públicos variados. Além disso, por meio do virtual e do presencial, é possível criar ações mais eficientes.

    A seguir, vamos explicar o que é marketing online e o que é marketing offline e vamos sugerir exemplos de como integrá-los!

    Marketing offline: o que é?

    Também conhecido como marketing tradicional, marketing de interrupção ou outbound marketing, esse tipo de marketing é utilizado até hoje para criar ações que ofertam produtos diretamente para o público.

    As ações de marketing offline se baseiam nas ofertas e na abordagem direta do cliente, oferecendo o produto ou serviço a ele. Suas ferramentas — como TV, rádio e flyers — são bons exemplos de mídias utilizadas no marketing offline que captam um grande público.

    Essas ferramentas, além de atingirem um público variado, possibilitam reforçar a imagem da marca, pois têm grande credibilidade.

    Marketing online: o que é?

    O marketing online, por sua vez, é o que acontece dentro da internet. Ele pode ser inbound, isso é, atrai o cliente por meio da criação de conteúdo, mas também pode ser feito de forma parecida com o offline, em posts patrocinados, banners e pop-ups, que são ferramentas que se baseiam na interrupção e oferta de produto/serviço.

    No caso da estratégia de interrupção, o público é impactado pelo conteúdo, por meio de mídia paga. Isso acontece, por exemplo, quando estamos navegando nas redes sociais e recebemos algum link, foto ou texto que foi patrocinado.

    no caso do inbound, o consumidor recebe o conteúdo porque, de algum modo, buscou por temas ou assuntos que dizem respeito ao universo daquela marca. É o caso do cliente que pesquisa em ferramentas de busca sobre alguma dúvida ou sobre algum tutorial e encontra as informações no próprio ambiente digital.

    O inbound pode utilizar estratégias pagas para disseminar conteúdo, mas também funciona de forma orgânica, ou seja, por meio da busca do cliente pelos assuntos que a marca compartilha e trabalha em redes sociais, sites e blogs.

    Como integrar marketing online e offline?

    Os dois tipos de marketing vão trazer bons resultados para a sua empresa. Mas é preciso, antes de escolher ferramentas e iniciar os investimentos nas estratégias, realizar um planejamento que considere:

    • público-alvo;
    • objetivo com a realização da ação.

    Isso significa que, por mais que você sonhe em ver sua marca sendo citada em um importante programa de TV, primeiramente deve-se analisar se o público realmente vê esse programa. O planejamento e a análise do público devem direcionar seu investimento sempre!

    As ações transmídia, aquelas que sejam online e offline, simultaneamente, fazem com que o público migre pelos ambientes, tendo, portanto, uma experiência mais completa sobre a marca.

    Um bom exemplo é a criação de folders com QR code, com o qual o cliente vai acessar online conteúdos sobre a marca ou mesmo ter acesso a algum desconto em produtos ou serviços.

    Outra forma de unir online e offline é criar eventos virtuais nas redes sociais, como o Facebook. Com esses eventos, você divulga eventos presenciais e, além de estimular a curiosidade das pessoas que confirmarem interesse, consegue ampliar sua base de contatos e de seguidores que, em seguida, vão prestigiar seu evento presencialmente.

    Por fim, é importante compreender que os tipos de marketing não são excludentes, mas podem se complementar na construção de sua estratégia. Por meio de uma campanha integrada e da utilização harmoniosa das mídias online e offline, sua marca conquistará maior público, o que vai gerar crescimento do negócio.

    Gostaria de saber mais sobre marketing online e offline? Temos um guia completo sobre marketing omnichannel!

  • 5 dicas de como crescer na crise e garantir mais vendas e lucros

    5 dicas de como crescer na crise e garantir mais vendas e lucros

    Não sabe como crescer na crise? Em meio à instabilidade econômica causada pela Covid-19, as empresas estão se reinventando para sobreviver a tudo isso. A inclusão de algumas estratégias — principalmente aquelas que focam na experiência do cliente — pode ajudar a contornar os problemas.

    O investimento em tecnologia também é uma excelente opção para quem deseja se destacar no mercado, por isso, é importante rever seu orçamento e priorizar essa estratégia.

    Neste artigo, listamos 5 dicas para você crescer no seu segmento, mesmo em meio à tensão, para conseguir garantir mais vendas e lucros. Continue a leitura!

    1. Identifique o comportamento das pessoas

    O comportamento dos consumidores mudou após a pandemia e eles estão cada vez mais exigentes com a qualidade dos produtos e serviços prestados. Portanto, é importante estar atento para não cometer erros que prejudiquem a experiência do cliente.

    Crie estratégias que facilitem o relacionamento com o consumidor. O delivery, por exemplo, se tornou fundamental para manter o mercado operando. Além de alimentos, existe delivery de bebidas (para bares) e até mesmo de roupas e calçados. Invista em um site para facilitar a exposição dos seus produtos.

    2. Conheça as dores de seu público-alvo

    As “dores” do seu público, isto é, os problemas que ele tem, podem mudar depois de um momento de instabilidade. Suponhamos que você tenha uma farmácia de manipulação. Após o Ministério da Saúde enfatizar a necessidade do uso do álcool em gel, você precisa se organizar para atender a essa demanda dos seus consumidores. 

    Do contrário, quem sairá ganhando é a concorrência. Sua referência sempre deve ser as necessidades do seu cliente. Nunca se esqueça disso.

    3. Mantenha presença nas mídias digitais

    As compras online dispararam com a pandemia, de acordo com dados divulgados no portal de notícias UOL. Isso mostra o quanto é importante se manter presente nas mídias digitais, pois é nesse ambiente que o seu público-alvo está.

    As redes sociais têm grande potencial de aumentar as vendas e gerar lucros mesmo em meio à crise. Elas ajudam, de maneira natural, a melhorar o relacionamento com o consumidor e incentivá-lo a conhecer seus produtos ou serviços.

    4. Aposte na inovação

    A inovação pode se tornar o diferencial competitivo que você procura para aumentar suas vendas e destacar o negócio durante e após este momento de instabilidade. Sendo assim, é muito importante investir em tecnologias que visam otimizar a produtividade da sua equipe e melhorar a experiência do cliente.

    Um exemplo de inovação é uma loja de roupas que monta um site para vender seus produtos e contrata serviço de delivery para as entregar as mercadorias.

    5. Adapte-se

    Adaptar-se ao cenário atual é fundamental para que seu negócio prospere. Sendo assim, faça investimentos que priorizem a automação e a flexibilização dos processos. Além disso, conte com o auxílio de profissionais qualificados para ajudar a colocar as estratégias certas em prática. Isso é essencial para gerar mais vendas e melhorar a lucratividade.

    Agora você já sabe como crescer na crise! Lembre-se de que manter um bom relacionamento com o consumidor é essencial para garantir que a concorrência não terá oportunidade de sair à sua frente.

    Por falar em relacionamento com o cliente, confira estas 5 dicas sobre como criar conteúdo para mídias sociais e potencialize seus resultados. Boa leitura!

  • Automação de marketing: 3 dicas de como utilizar essa estratégia

    Automação de marketing: 3 dicas de como utilizar essa estratégia

    Imagine se você pudesse automatizar algumas ações de marketing, entregando às máquinas algumas das tarefas manuais e liberar colaboradores talentosos para atividades mais criativas. Parece ficção científica ou um sonho distante?

    Na verdade, a automação de marketing já é um conceito amplamente difundido no mercado, que tem ajudado muitos profissionais a ampliar as suas abordagens. Neste post, falaremos sobre o conceito, os cuidados para conduzir uma estratégia e dicas para realizá-la. Boa leitura!

    O que é a automação de marketing?

    A automação de marketing pode ser definida como a prática de utilizar softwares e outras tecnologias para agir em larga escala e melhorar os resultados das ações conduzidas pela empresa. Por meio dela, fica mais fácil identificar e monitorar as preferências dos consumidores.

    A partir daí, será possível agir de forma personalizada de acordo com o público que se quer alcançar, melhorando o relacionamento com essas pessoas. É, também, uma maneira de municiar a equipe de vendas com detalhes mais precisos sobre os consumidores em potencial.

    A automação de marketing ainda reduz a carga de trabalho manual dessa área da empresa, mas sem comprometer os resultados. Ela ajuda a aumentar a eficiência do time e diminuir o tempo gasto para levar cada tarefa a cabo.

    Com uma ferramenta adequada, a empresa consegue criar uma campanha de e-mails direcionados, mas também agendar postagens nas mídias sociais de acordo com ações dos contatos (ou leads). Com a abordagem progressiva de uma boa estratégia de automação, que respeite cada etapa da jornada de compra, será possível mensurar os resultados das campanhas com mais precisão.

    Quais são as melhores estratégias de automação de marketing?

    A melhor maneira de explorar a automação de marketing é trabalhar uma gestão conjunta que envolva e-mails, mídias sociais e exploração do website da empresa. Vamos descobrir duas maneiras de fazer isso.

    Conteúdo dinâmico

    O conteúdo dinâmico consiste na exibição de diversas imagens, textos ou vídeos de acordo com a segmentação determinada pela empresa. Isso envolve fatores como gênero, preferências, histórico de compra, região de residência etc.

    O conteúdo dinâmico é adaptável aos interesses e baseado no comportamento do seu público. Ele pode ser exposto no corpo dos e-mails marketing, nas redes sociais e até mesmo nos anúncios personalizados da empresa.

    Ele é o principal responsável por impulsionar a interação direta com os leads. Desse modo, enviar um conteúdo errado para eles pode resultar na perda de um cliente em potencial. O objetivo aqui é desenvolver uma experiência personalizada, totalmente focada no visitante em um determinado momento.

    Assim, será mais fácil envolvê-lo e conquistá-lo. É preciso lembrar que um cliente em potencial visualiza ou interage com os conteúdos da empresa antes mesmo de abordar a equipe de vendas.

    Campanhas de nutrição e workflow

    É importante destacar que nem todos os visitantes do seu site estão totalmente preparados para adquirir um produto — mas todos eles são compradores em potencial. Isso significa que qualquer estratégia implementada determinará se um lead se tornará um cliente efetivo ou não.

    Uma campanha de nutrição consiste no envio de e-mails de forma progressiva, para alguém que se dispôs a recebê-los. Desse modo, o primeiro apresenta a empresa. O segundo começa a detalhar os produtos. O último é mais incisivo e apresenta as soluções para as dores da pessoa. Não há um número definido de mensagens para essa estratégia, mas 3 ou 4 são uma boa estimativa.

    O segredo para aproveitar esses leads é estimulá-los e nutri-los por meio de conteúdo dinâmico e campanhas adaptadas às suas demandas. Inclusive, essa automação ajuda a gerar mais leads a um custo reduzido em relação às campanhas estáticas não segmentadas.

    A empresa de pesquisa Forrester Research fornece dados animadores para quem deseja apostar na nutrição de leads: segundo um dos seus estudos, essa estratégia gera 50% a mais de leads prontos para as vendas, com um custo 33% menor em relação às outras ações.

    Cuidado com o funil

    Essa não é uma estratégia própria de automação de marketing, mas um cuidado que as empresas devem ter: atenção ao funil! Não adianta muito investir em um conteúdo impactante e desrespeitar as etapas da jornada de compra.

    Por exemplo: para um lead que apenas visitou o seu site e se inscreveu para receber e-mails não adianta muito enviar uma mensagem detalhando as características de um produto específico. Afinal, a dor daquela persona ainda não foi mapeada e não faz sentido oferecer uma mercadoria aleatória. Isso pode, inclusive, irritar um cliente em potencial, o afastando da empresa.

    Como realizar a automação?

    Agora, falaremos das estratégias efetivas.

    1. Escrever conteúdos relevantes

    Primeiro, é muito importante descobrir quais são as palavras-chave mais utilizadas pelo público-alvo nos mecanismos de busca. Técnicas de SEO são muito importantes nessa hora. A partir daí, será mais fácil criar conteúdos relevantes e direcionados — não se esqueça de explorar as mídias sociais!

    2. Criar e-mails de nutrição de leads

    Depois, é o momento de criar uma sequência de e-mails para cativar os compradores em potencial.

    Como mencionamos, é muito importante respeitar uma progressão: no primeiro e-mail, por exemplo, apresente a sua empresa. No segundo e-mail, divulgue as suas soluções. A última mensagem, ou o terceiro e-mail, será a mais objetiva, destinada a convidar aquela pessoa a entrar em contato direto com o negócio. Neste último e-mail, você pode optar por um CTA (Call-To-Action) que direcione para o seu WhatsApp Business.

    3. Investir em materiais ricos, como e-books e infográficos

    Invista no marketing de conteúdo. Isso pode ser feito por meio de um blog que demonstre que a empresa tem autoridade sobre um determinado assunto. Assim, pesquise sobre assuntos que tenham a ver com os seus produtos e tire dúvidas com artigos embasados.

    Além disso, diversifique os formatos: é possível contar com blog posts, mas também com e-books, infográficos, webinars e até mesmo os vídeos em um canal do YouTube. Experimente um pouco de cada e depois mapeie aqueles que apresentaram as maiores taxas de interação.

    Caso seja do seu interesse, você também pode investir nos guest posts: isso é, postagens sobre a sua marca em blogs de parceiros. É outra maneira de atingir mais pessoas e trabalhar na conversão. Depois disso, basta acionar as ferramentas de automação.

    Como vimos no texto, a automação de marketing é uma maneira de otimizar as suas estratégias. Com a utilização de softwares e ferramentas próprias para isso, como a Hubspot Marketing, a Mailchimp ou a RD Station, o fluxo de mensagens de uma ação de e-mails para leads, por exemplo, se tornará bem mais eficiente.

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  • Posicionamento de marca: o que é e como aplicar na sua empresa

    Posicionamento de marca: o que é e como aplicar na sua empresa

    Você tem uma real noção de como o público-alvo enxerga o seu negócio? Como a sua empresa tem se posicionado em relação ao cenário atual, com a crise financeira causada pela pandemia? Essas questões são de fundamental importância para o contexto atual.

    Afinal, além de conseguir sobreviver aos efeitos devastadores do coronavírus para o comércio, será preciso encontrar maneiras de cativar o público. O posicionamento de marca é uma estratégia que tem tudo a ver com essa preocupação. Neste post, falaremos mais sobre o conceito e como aplicá-lo. Siga a leitura!

    O que é o posicionamento de marca?

    O posicionamento de marca representa o modo pelo qual a empresa quer ser vista pelos seus clientes. Desse modo, ele está diretamente relacionado ao trabalho que a companhia realiza para ser reconhecida como uma instituição com valores positivos pelos seus consumidores.

    É importante, inclusive, esclarecer que o posicionamento de marca não é, necessariamente, como as pessoas veem a marca. Ele tem a ver mesmo com o que a companhia faz — não à toa, diversas empresas estão buscando melhorar e humanizar a sua imagem durante a pandemia do coronavírus.

    Como exemplos, podemos citar companhias como a Volkswagen, Mercado Livre e Audi, que modificaram suas logomarcas para enfatizar a importância do distanciamento social. Ou até mesmo a Apple, que tem doado máscaras, e o Google, que injetou 800 milhões de dólares em organizações de saúde.

    Como aplicar essa estratégia na empresa?

    Não é preciso ter uma empresa bilionária para posicionar sua marca de forma adequada. Vamos conhecer algumas estratégias eficientes.

    Investir em cultura organizacional

    Primeiro, é preciso disseminar uma cultura de empatia e preocupação com as necessidades do cliente por toda a empresa. Os gestores devem repassar instruções claras para os colaboradores, especificando o que efetivamente deve ser feito para posicionar o negócio de acordo com os objetivos.

    Além disso, seguindo os exemplos mencionados anteriormente, que tal adicionar a preocupação com a pandemia à cultura organizacional da empresa? É uma maneira de humanizar a marca e estreitar o relacionamento com os clientes.

    Mostre quem são os colaboradores por trás do negócio e publique (nas redes sociais e no blog) como o negócio tem feito para manter a segurança dos seus funcionários e clientes.

    Construir presença digital e autoridade

    Como mencionamos, o posicionamento tem tudo a ver com um trabalho interno para melhorar a percepção dos clientes sobre o negócio. É impossível fazer isso sem uma interação direta com o público e sem elementos que demonstrem que a marca é uma autoridade em seu ramo.

    Por isso, além do marketing de conteúdo, é uma ótima ideia escalar colaboradores para interagir diretamente com as pessoas nas redes sociais, sempre com respeito e educação. Caso não haja esse contato, a empresa corre o risco de ser vista como distante e pouco interessada nas dores do seu público.

    Fazer tudo pensando no seu público-alvo

    Além do contato próximo nas redes sociais e nos outros canais de atendimento, como telefone, chat e e-mail, a satisfação do cliente deve ser a prioridade número 1 do negócio. Para garantir isso, é necessário buscar um equilíbrio durante as etapas da jornada do consumidor.

    Ela engloba desde o momento no qual o cliente começa a pesquisar por um produto até o pós-venda. O consumidor tem que ser bem atendido em todas as etapas do processo. Vender um produto de qualidade, mas ignorar as dúvidas que ocorrem em um momento posterior à compra, por exemplo, causará danos à reputação da empresa.

    Além disso, a preocupação com o público-alvo deve englobar, também, as estratégias de venda. Por meio de ferramentas de Big Data e análise de dados, será mais fácil mapear a persona e oferecer produtos cada vez mais personalizados. E o melhor: direcionados para as pessoas certas.

    Construir um bom relacionamento com o cliente

    Para manter um bom relacionamento com os consumidores, é indispensável investir na estratégia omnichannel. Ela pode ser entendida como um modelo de vendas multicanal, que proporciona que os clientes tenham uma boa experiência de compra em qualquer um dos canais da empresa, online ou offline.

    Do mesmo, diversifique suas opções de contato: dê atenção às mídias sociais, mas não abandone o bom e velho e-mail. Considere, também, oferecer serviços pelo WhatsApp. O posicionamento de marca está ligado às ações da empresa para construir uma boa imagem junto ao público e ao mercado como um todo.

    Como vimos no post, é possível desenvolver ações em vários níveis para demonstrar a preocupação do negócio com àqueles que se relacionam com ele.

    Gostou do artigo e quer ler mais sobre como a pandemia tem afetado o consumo? Então, aproveite a visita e leia o nosso post sobre as principais tendências do cenário atual!

  • Google Shopping: o guia para o seu negócio aumentar as vendas

    Google Shopping: o guia para o seu negócio aumentar as vendas

    Você já pensou em anunciar no Google Shopping para aumentar as vendas da sua loja virtual? Embora sejam anúncios pagos, o resultado pode ser bastante interessante para os empreendedores, uma vez que os produtos aparecerão no topo da lista de buscas do Google, com foto e preço, além de um link direto para o canal de vendas.

    Você já deve ter visto anúncios desse tipo ao pesquisar determinado produto que desejava comprar, não é? E provavelmente clicou nas imagens que aparecem antes ou ao lado das demais páginas. Inclusive, em muitos casos, quem tem a intenção de comprar o produto clica diretamente na guia “Shopping” do mecanismo de busca para visualizar as ofertas de forma objetiva.

    Por isso, se você vende um produto físico e quer aumentar o alcance da sua loja, vale a pena conhecer melhor essa estratégia de divulgação na internet. Confira o nosso guia!

    Entenda o que é o Google Shopping

    Sempre que você pesquisa um produto físico no Google, os anúncios são exibidos na parte superior ou lateral da página. Faça o teste e pesquise qualquer item, como um produto de maquiagem ou um equipamento eletrônico. As ofertas aparecerão com foto, preço e link do vendedor, não é?

    Esses anúncios têm destaque maior do que as demais páginas, que podem ser de outros vendedores ou não. Ou seja, os links abaixo dos anúncios podem ser resenhas do produto, reclamações, formas de uso ou qualquer outra coisa relacionada ao item pesquisado.

    Na grande maioria dos casos, quem tem interesse em comprar o produto vai clicar nos anúncios, deixando os demais resultados de lado. Aliás, é por essa razão que, se você tem um blog para divulgar sua empresa e seus produtos, precisa elaborar bons conteúdos para se destacar.

    Para exemplificar, imagine que você comercialize carregadores para celular. Para atrair a atenção de quem navega pela internet e levar as pessoas para seu blog, o ideal é publicar resenhas dos produtos, comparando preços, durabilidade, potência, tempo de carga, entre outros. Se apenas divulgar os itens, provavelmente eles passarão despercebidos e perderão visibilidade para os anúncios pagos.

    Pesquisas indicam que o índice de confiança das pessoas nos anúncios do Google atinge 87,9%.Além disso, 73,2% dos usuários fazem pesquisas no mecanismo de busca várias vezes ao dia. Com a transformação digital, que muda hábitos e comportamentos de toda a sociedade, a tendência é que tais índices fiquem ainda maiores no futuro.

    Desse modo, o Google Shopping é uma ferramenta que pode ajudar você a atrair novos clientes, gerar mais conversões e aumentar o tráfego em sua loja virtual.

    Descubra como anunciar seus produtos no Google Shopping

    Para configurar o anúncio de seu produto, basta acessar a plataforma do Google Merchant Center e seguir o passo a passo, que é bastante intuitivo. Para usar a ferramenta, é necessário criar uma conta, inserindo dados de contato e informações comerciais. Depois, basta integrar os dados do seu e-commerce ao Shopping

    A ferramenta é diferente do Google Ads, cujo conteúdo não necessariamente está relacionado a vendas. Para anunciar os seus produtos no Google Shopping, é preciso seguir algumas etapas:

    • faça o cadastro na plataforma e confirme o seu e-mail para criar uma conta no Google Merchant Center;
    • crie um arquivo XML com os produtos que deseja anunciar e envie ao Google Merchant Center. Esse arquivo deve conter o nome do produto, preço e demais detalhes;
    • para incluir os itens, clique em ‘Produtos’ e depois em ‘Feeds’ e será iniciado um upload;
    • configure os dados do feed, especialmente o país de destino;
    • para um cadastro completo, descreva os detalhes dos itens que serão anunciados, como marca, cor, tamanho, entre outros;
    • insira links para o seu site;
    • determine a categoria de cada produto;
    • é possível, ainda, inserir dados adicionais, como disponibilidade dos itens, data limite de exibição do anúncio, preços promocionais, parcelamento, entre outros.

    Custo por clique: o que significa?

    Você deve estar se perguntando qual é o investimento necessário para anunciar no Google Shopping, não é? Na verdade, o próprio anunciante estabelece o valor, de acordo com o conceito de Custo por Clique (CPC).

    Ou seja, cada vez que um usuário clica no anúncio, o anunciante é cobrado. Quanto maior é esse valor, maior é a chance da sua empresa ser colocada nas primeiras posições da busca. 

    Ao clicar em seu link, o usuário é direcionado para o seu site e, a partir de então, o Google não tem mais nada a ver com o processo de vendas, que é feito por sua empresa. É possível considerar que o investimento para anunciar no Google Shopping seja algo em torno de 10% a 15% do valor dos produtos. 

    Google Shopping e Google Ads: qual é a diferença?

    Como explicamos, as duas ferramentas são distintas. Porém, é necessário vincular as contas, mesmo anunciando apenas no Google Shopping. Assim, você pode visualizar seus produtos e os cliques recebidos no Google Ads. 

    Além disso, no Google Ads é possível visualizar algumas estatísticas de mercado, comparando a performance dos seus produtos a de outros itens semelhantes. 

    Quais são as exigências para anunciar no Google Shopping?

    Para que a sua empresa seja considerada qualificada para anunciar, é fundamental que seu site de vendas cumpra algumas exigências:

    • incluir informações completas no formulário de cadastro, como e-mail, telefone e endereço físico;
    • apresentar, de forma clara, todos os meios de pagamento aceitos antes de o usuário iniciar o processo de pagamento;
    • não deixar de apresentar, de forma visível, as políticas de devolução e reembolso.

    Saiba como melhorar a visibilidade dos produtos no Google Shopping

    O Google Shopping segmenta todos os produtos de forma automática, para todas as pesquisas. Assim, para melhorar a visibilidade, você deve incluir no cadastro o máximo de informações. Lembre-se de que o empreendedor não escolhe palavras-chave para buscas, pois o próprio mecanismo segmenta os itens conforme o feed de dados cadastrados.

    Como muitos anúncios são mostrados lado a lado, dependendo do produto, o preço pode ser um diferencial. No entanto, é fundamental que o valor anunciado seja o mesmo informado em sua página. 

    O título do produto anunciado deve ter no máximo 50 caracteres, incluindo espaços. Se for maior que isso, ele poderá ser cortado nos resultados apresentados ao usuário. A imagem também é muito importante para que os usuários do Google Shopping cliquem em seu link. Por isso, ela deve ter alta qualidade e boa resolução.

    Agora que você já sabe como anunciar seus produtos e alavancar sua empresa, confira também as estratégias para montar um bom e-commerce. Afinal, para aumentar as vendas não basta anunciar, é preciso que o cliente tenha uma boa experiência de compra em sua página!