Categoria: Marketing

  • Visibilidade da empresa: 5 dicas para ser visto pelos clientes

    Visibilidade da empresa: 5 dicas para ser visto pelos clientes

    “Quem não é visto não é lembrado”. Você já deve ter ouvido essa frase em algum lugar, certo? Essa premissa é muito verdadeira, principalmente quando o assunto é negócios. Portanto, investir na visibilidade da empresa é fundamental para prospectar mais clientes e, assim, aumentar as vendas.

    Podemos definir a visibilidade da marca como um conjunto de estratégias voltadas para fixar a empresa na mente do consumidor, tornando-a sua primeira opção no momento da compra. Dessa maneira, você não passará despercebido por ele!

    Para lhe ajudar a melhorar a visibilidade da sua marca, selecionamos algumas dicas importantes que farão você sair na frente da concorrência. Confira!

    1. Crie uma identidade visual

    A identidade visual de uma empresa passa uma imagem profissional do negócio. Logo, se você deseja se destacar dos seus concorrentes, investir nessa estratégia é indispensável. Nesse quesito, é importante tomar cuidado, pois ao procurar o profissional para realizar esse serviço, o barato pode sair caro. Antes de fechar contrato, solicite o portfólio do profissional para avaliar os trabalhos anteriores.

    Essa escolha é importante, porque a identidade visual de uma empresa diz muito sobre ela e sobre o público que deseja atingir.

    2. Faça parcerias

    As parcerias são muito interessantes para as empresas, principalmente em tempos em que influenciadores digitais motivam bastante a decisão de compra. Se a sua empresa ainda não tem poder aquisitivo para fechar parceria com influenciadores maiores, aposte nos micro e pequenos influenciadores da sua cidade ou região. Acredite, eles geram muito engajamento e conversão.

    Você também pode fazer parcerias com marcas e conseguir bons preços para oferecer aos seus consumidores.

    3. Ofereça um atendimento de excelência

    Esse é o momento em que muitas empresas perdem clientes: o atendimento. Colaboradores despreparados, que não conhecem o produto ou serviço e que não sabem quebrar objeções dos potenciais clientes não conseguem vender.

    Não existe um segredo para solucionar esse problema, pois ele é simples de ser resolvido: ofereça treinamento. Há quem nunca mais volta em uma empresa porque foi atendido mal, mas também há quem sempre retorna — e ainda indica para terceiros —, e esses são os que receberam um atendimento de qualidade.

    4. Foque na qualidade dos seus produtos

    De nada adianta ter uma identidade visual incrível e um ótimo atendimento se o produto não é bom. Esse é um dos fatores que mais contribuem para a insatisfação do cliente — e não é para menos, afinal, ninguém merece comprar algo com uma qualidade péssima.

    Um produto de boa qualidade aumenta o ticket médio dos clientes e faz com que eles se tornem defensores da sua marca.

    5. Seja ativo nas redes sociais

    As redes sociais são ferramentas potentes no quesito visibilidade da empresa. Isso porque os seus consumidores estão presentes ativamente nelas e sempre tem alguém disposto a comprar.

    Nesse sentido, é importante investir em conteúdo de qualidade, que agregue valor à sua empresa e, acima de tudo, tire as dúvidas e quebre objeções dos seus potenciais clientes.

    Além disso, as imagens precisam ser atrativas para que o público entenda com clareza do que se trata aquele post. Por fim, quando possível, é interessante investir em tráfego pago para alcançar mais pessoas.

    Percebeu o quanto a visibilidade da empresa é importante? Não cuidar dessa estratégia fará com que o seu negócio perca oportunidades de vendas e, consequentemente, de crescimento. Portanto, não perca mais tempo e coloque em prática as nossas dicas.

    Precisa de ajuda para melhorar a visibilidade da sua empresa? Entre em contato conosco e saiba como podemos lhe ajudar!

  • Varejo Phygital: 5 dicas para unir o físico ao digital

    Varejo Phygital: 5 dicas para unir o físico ao digital

    É muito comum o consumidor realizar uma compra exclusivamente digital: cliente visita o site, escolhe os produtos e faz o pagamento pelo seu meio preferido. No entanto, surge uma dúvida: e se esses consumidores quiserem uma experiência híbrida, com uma visita à loja física, por exemplo?

    Nesse caso, estamos falando do varejo phygital. Preparamos este post para que você entenda melhor essa definição e como implementar as diferentes etapas para combinar os ambientes físico e digital em seu negócio. Boa leitura!

    O que é varejo phygital?

    O termo mistura as palavras physical (físico, em inglês) e digital. Desse modo, fica fácil entender que o conceito representa a união do ponto físico, que ainda atrai muitos clientes, com o mindset digital.

    Desse modo, os esforços devem ser direcionados para que as interações online sejam complementadas por um ambiente físico receptivo, como no caso da compra híbrida e das ofertas personalizadas por local.

    Como unir o físico e o digital?

    O phygital, como o próprio nome diz, exige iniciativas tanto virtuais como no ambiente físico para que a estratégia dê certo. Vamos conhecer o que deve ser feito.

    1. Estruture bem os canais de contato

    A sua loja oferece atendimento por e-mail, telefone, WhatsApp e redes sociais. No entanto, o e-mail demora muito para responder, o telefone nem sempre está disponível e o WhatsApp visualiza as mensagens e não responde. Nesse caso, podemos dizer que sua estratégia omnichannel não está bem estruturada.

    Muitas pessoas deixam de fechar uma compra quando encontram poucas informações sobre os produtos e também têm dificuldade para contatar a loja. Portanto, preste atenção nos seguintes problemas para evita-los:

    • site lento ou pouco responsivo;
    • falta de segurança no site, sem um certificado de segurança;
    • muitos canais de contato sem o devido equilíbrio entre eles.

    2. Crie uma jornada de compra fluida

    A jornada de compra fluida tem a ver com a capacidade de oferecer um site organizado para que clientes não se distraiam e abandonem o carrinho e também com o reconhecimento das informações de consumidores que já compraram algo da empresa antes.

    Por isso, facilite o cadastro, oferecendo a possibilidade de que clientes façam o login por meio do Gmail e de redes sociais, como o Facebook. Assim, você evita que eles abandonem a possibilidade de fechar uma compra pela preguiça de preencher um formulário enorme.

    Quanto ao site a ao app (caso a sua empresa já tenha um), garanta que ele tenha um layout bem organizado, sem um excesso de botões. Desse modo, você evita que o cliente cometa um erro e tenha que iniciar a operação de compra novamente.

    3. Envie notificações personalizadas

    Quando clientes em potencial navegam no site da empresa, é comum que um pop-up ofereça a possibilidade de que ele informe a região onde mora. Vendedores podem aproveitar essa funcionalidade para informar essas pessoas sobre ofertas personalizadas da loja mais próxima.

    Além de incentivar que ele visite o ambiente físico e conheça o que ele tem a oferecer, vendedores também devem utilizar cupons de desconto para estimular essa prática. É uma maneira de personalizar a experiência e mostrar que os clientes não dependem exclusivamente do comércio digital para adquirir bons produtos.

    4. Invista em tecnologia

    Caso seus recursos permitam, invista em tecnologias que modernizem o seu negócio. Você pode implementar um chatbot em seu site para tirar dúvidas, por exemplo, além de ferramentas que tracem padrões dentro do histórico digital da empresa.

    Os chatbots otimizam a produtividade, uma vez que eles oferecem a resposta para questionamentos comuns a vários clientes e poupam empreendedores de ter que fazer esse trabalho. Já ferramentas de Big Data e BI conseguem identificar tendências com base no comportamento dos consumidores fidelizados.

    5. Ofereça a opção de compra híbrida

    O Mercado Livre é uma das empresas que oferecem a possibilidade de comprar online e retirar em um ponto físico. Afinal, muitos clientes não querem pagar pelo frete ou não querem esperar pela entrega, com a possibilidade de ter a mercadoria em menos tempo.

    O interessante é que essa estratégia pode ser adotada por quaisquer empreendedores. Quando o cliente decide retirar o produto na loja, ele ainda pode se interessar por outras mercadorias e tirar dúvidas diretamente com quem trabalha lá.

    Esse modelo também é conhecido como compra híbrida, que possibilita que o cliente transite entre o físico e o digital com facilidade e oferece vantagens tanto para ele como para empreendedores na estratégia de varejo phygital.

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  • Saiba o que considerar na elaboração de um plano de marketing digital

    Saiba o que considerar na elaboração de um plano de marketing digital

    Que o marketing é imprescindível para qualquer empresa que queira se consolidar no mercado, todos nós já sabemos. Mas quais são as etapas para garantir que o plano seja bem-sucedido, especialmente no ambiente digital?

    Para que você consiga elaborar um plano de marketing digital robusto, preparamos este post especial. Mostraremos o que não deve ser negligenciado e dicas práticas para chegar lá, como o comportamento nas redes sociais e a definição de um plano de ação. Boa leitura!

    Faça uma pesquisa

    De acordo com os “8 Ps do marketing”, citando o livro já clássico de Conrado Adolpho, tudo começa com uma boa pesquisa. Afinal, é ela que apontará os rumos que devem seguidos no seu plano. É nessa primeira etapa que você alinha seus objetivos às oportunidades de mercado.

    É necessário que você investigue o cenário no qual sua empresa atua. Para isso, é preciso analisar a concorrência e a maneira com que essas empresas têm ocupado espaço na internet. Depois, compare com a sua própria presença digital.

    Ao fazer esse trabalho, será possível identificar brechas e lacunas para explorar nesse mercado. Do mesmo modo, esse estudo garante que a sua empresa não repita conteúdo para o público, ao copiar as estratégias que já vêm seguidas pela concorrência.

    Investigue a linguagem do seu público-alvo. Essas pessoas são mais jovens ou de uma faixa etária mais avançada? Ao monitorar as pessoas com as quais a sua empresa interage, será mais fácil entrar no universo delas e solucionar seus problemas.

    Capacite a equipe

    Para estabelecer uma estratégia de marketing digital, é necessário contar com bons profissionais de marketing. Não ceda àquele impulso de delegar esses trabalhos a pessoas cuja maior qualificação é “passar um bom tempo na internet”, por exemplo.

    Isso porque o marketing moderno não é apenas postar algo nas redes sociais e esperar os resultados. É preciso dominar ferramentas para que tudo saia como estabelecido no plano de ação. Algumas delas são:

    • e-mail marketing;
    • análise de dados (Big Data, Business Intelligence -BI);
    • ranqueamento da página no Google;
    • WordPress;
    • anúncios em mídias;
    • soluções de métricas, como o Google Analytics.

    Claro que nem todo funcionário será um especialista em todos esses elementos, mas busque montar o time mais completo possível, com pessoas complementando as habilidades umas das outras.

    Elabore um plano de ação

    Depois da pesquisa e da capacitação, é o momento de partir de vez para as ações práticas. É no plano de ação quer você definirá os canais que serão utilizados, por exemplo. É muito importante marcar presença nas redes sociais, ter um blog próprio e se comunicar constantemente com seus clientes fiéis.

    Do mesmo modo, é preciso pensar no formato do seu conteúdo. Isso porque ele é o que atrairá o público, desde que seja relevante. Quando falamos de conteúdo, não estamos falando necessariamente de textos, mas de todas as mensagens que a empresa transmite.

    Isso engloba os posts em blogs, vídeos, campanhas institucionais, uso das redes sociais e até mesmo as tecnologias utilizadas. Como você já terá estudado o seu mercado, a concorrência e terá capacitado a sua equipe, será bem mais fácil se posicionar digitalmente.

    Nos seus textos, não deixe de usar as técnicas de Search Engine Optimization – SEO para que os artigos adquiram um bom ranqueamento no Google, o que fará com que eles sejam encontrados mais facilmente pelas pessoas e ajudará na consolidação da sua empresa como uma referência de mercado.

    Escolha os canais utilizados

    Esse é o momento da Propagação, outro P do marketing. Cada canal pode ser utilizado de acordo com os objetivos. Redes sociais como o Facebook e o Twitter são os melhores para quem quer apostar em um conteúdo mais descontraído. Já o LinkedIn é mais sério e profissional.

    O Instagram é uma boa para quem quer mesclar vídeos e fotos, mas pode não ser o melhor lugar para postar textos longos — nesse caso, o blog é a melhor alternativa. Uma pesquisa recente mostrou que os jovens preferem o Instagram e o TikTok, enquanto os mais velhos optam pelo Facebook.

    Por isso, a utilização dos canais depende da definição do público-alvo e da linguagem — e foi por isso que abordamos essa questão logo no primeiro tópico.

    Defina um cronograma

    A etapa seguinte do plano de marketing digital é a elaboração de um cronograma. Com ele, será possível fazer o controle devido da frequência das atualizações, dos canais utilizados e da distribuição de conteúdo on-line.

    O cronograma deve levar em conta, por exemplo, a frequência com que o conteúdo será veiculado nas redes sociais. Isso é muito importante para criar uma regularidade e uma conexão mais próximo com os clientes.

    O cronograma pode ser feito por planilhas simples, de Excel, mas também é possível contar com ferramentas mais modernas e avançadas, como é o caso do Microsoft Project e o OpenProject.

    Monitore os resultados

    Não dá para saber se a estratégia deu certo sem o devido acompanhamento dos resultados, não é mesmo? Não à toa, o último P do marketing é justamente a precisão. Com as métricas e indicadores-chave (KPIs), você consegue acompanhar:

    • o número de visitas do seu site;
    • textos com o maior número de acessos;
    • a origem dos visitantes;
    • as compras e os produtos mais queridos;
    • taxa de cadastros realizados no site;
    • entre outros dados.

    Para obter essas informações, uma boa ferramenta é o Google Analytics, que é gratuito. Ele ajuda até mesmo em cálculos mais complexos, como o Retorno sobre o Investimento (ROI) e também o CAC (custo de aquisição de cada cliente).

    Com os resultados mensurados, será mais fácil determinar se o seu plano de ação deu certo — ou o que precisa de algum ajuste. Nesse último caso, será preciso repensar as suas determinações e alterá-las de acordo com a necessidade.

    Como pudemos ver no artigo, um plano de marketing digital depende de diversos fatores, como um bom plano de ação, equipes capacitadas e a utilização adequada de métricas. Os canais utilizados também devem ser bem pensados, de acordo com o público-alvo.

    Gostou do artigo e quer saber mais sobre as estratégias de marketing que mais vendem? Então, aproveite a visita para conferir a nossa Trilha de Planejamento de Marketing!

  • Conheça os principais tipos de clientes e melhore a experiência de compra no seu negócio

    Conheça os principais tipos de clientes e melhore a experiência de compra no seu negócio

    Algumas vendas são quase instantâneas, outras demandam um tempo maior para convencer o consumidor de que aquele produto corresponde às expectativas. Isso porque as lojas lidam com diferentes tipos de clientes e a abordagem deve ser feita de acordo com as características de cada um deles.

    Não basta apenas diferenciar os tipos de clientes: também é preciso escalar vendedores que saibam contornar os obstáculos e quebrar objeções. Por isso, preparamos um post que mostra os diferentes consumidores e como agir em diversas situações. Boa leitura!

    Quais são os principais tipos de clientes?

    Primeiro, conheceremos os tipos de clientes com as quais qualquer empresa precisa lidar. Cada um deles têm características próprias, então os vendedores precisam ter jogo de cintura para fechar negócio com cada perfil.

    Confuso

    O nome diz tudo: esse cliente não é apenas indeciso, mas também está com dificuldade para descobrir qual é a melhor escolha de produto (ou serviço). Para lidar com esse consumidor, é preciso apostar em uma venda consultiva, ao oferecer algo que realmente solucione o seu problema.

    Para isso, é preciso conversar com ele até entender as suas reais necessidades. Assim, será fácil oferecer produtos que o deixem, finalmente, seguro em relação à escolha.

    Comunicativo

    “Afinal, ele quer comprar algo ou só conversar?”. O comportamento do consumidor comunicativo sempre desperta esse questionamento. O lado bom é que fácil despertar o interesse por um produto, já que ele gosta de conversar sobre tudo.

    Já o lado negativo é que esse cliente pode apresentar uma falta de foco — daí a impressão de que ele pode estar ali apenas para conversar. Para evitar esse cenário, o vendedor deve evitar conversas paralelas e direcionar a conversa para entender suas necessidades e apresentar produtos que solucionarão o problema.

    Atento

    O consumidor atento está sempre vigilante e concentrado durante toda a venda. É o tipo de cliente que faz diversas perguntas, o que pode pegar desprevenido o vendedor que não conheça bem o produto que ele quer vender.

    A melhor forma de lidar com o cliente atento é conhecer bem o catálogo de produtos e serviços. Não basta apenas decorar as informações técnicas, mas conhecer suas utilidades e benefícios para fazer o consumidor entender a necessidade de adquirir aquela mercadoria.

    Não comunicativo

    Se temos o consumidor comunicativo, também temos o que não fala muito. Ele pode ser um mistério difícil de desvendar para os vendedores, uma vez que será preciso batalhar para descobrir as intenções desse cliente.

    A exemplo do cliente comunicativo, é preciso direcionar a conversa até que ela chegue ao problema que ele esteja enfrentando. A partir daí, será possível oferecer produtos que atendam às suas necessidades.

    Negociador

    O negociador é aquele cliente que quer obter alguma vantagem na negociação. Entre elas, podem estar:

    • descontos;
    • condições melhores de parcelamento;
    • entrega grátis;
    • brindes.

    O segredo para lidar com esse consumidor é não fechar as portas para as suas propostas no primeiro momento, mas também resistir ao máximo antes de ceder. Caso esse cliente já seja fidelizado, as suas condições podem ser melhores, como forma de premiar o relacionamento.

    Contudo, é preciso tomar cuidado com consumidores que querem apenas um desconto grande. Nesse contexto, é preciso negociar de forma a manter uma boa lucratividade, ainda que a loja ofereça as melhores condições. O objetivo não é apenas fazer uma venda, mas construir uma relação duradora com os clientes.

    Ansioso

    O cliente ansioso quer o produto em suas mãos o mais rápido possível. Ainda que uma data-limite tenha sido acordada, ele fará de tudo para receber logo a mercadoria.

    Para lidar com esse cliente, é necessário escalar vendedores que tenham a paciência necessária para não constrangê-lo. É importante ser solícito e se mostrar disposto a atendê-lo, mas também é necessário relembrar as condições acordadas entre ambas as partes.

    Da concorrência

    O cliente “da concorrência” já começa falando das condições e dos preços dos concorrentes — que, segundo ele, são melhores. Ele usará esses elementos para pressionar por uma negociação mais vantajosa para si.

    Para lidar, é preciso focar nos diferenciais do produto oferecido e mostrá-lo como ele é melhor que o que é oferecido pela concorrência. Com uma exposição clara dos argumentos, será mais fácil fechar uma compra (e até fidelizá-lo, por conta de um atendimento de qualidade).

    Crítico

    O consumidor crítico está sempre desconfiado, ainda que o produto do qual ele precise tenha uma ótima reputação no mercado. Ele também pode utilizar a estratégia de listar os benefícios dos concorrentes.

    Novamente, a melhor maneira de lidar com ele é focar nas características principais do produto e mostrar como ele soluciona o problema apresentado, sua facilidade de uso e benefícios. Também é uma boa ideia apresentar as credenciais da loja e as avaliações dos consumidores nas redes sociais.

    Especialista

    O cliente especialista já sabe praticamente tudo sobre o produto que está sendo vendido, o que o torna um grande desafio para a equipe de vendedores. Esse consumidor pesquisa muito antes de comprar e realiza comparações entre valores e condições.

    Vendedores pacientes devem ser acionados para vencer a resistência do cliente especialista. Por isso, os profissionais devem estar muito bem-informados para que não sejam surpreendidos com dados que desconheciam.

    Outra estratégia é conhecer dados dos produtos que não sejam tão divulgados e utilizá-los na conversa. Isso porque o especialista só será convencido quando entender que está diante de uma empresa séria e não está apenas dialogando com um vendedor que decorou as informações mais básicas sobre o que está vendendo.

    Indeciso

    Citamos, lá no início, o cliente confuso: ele não sabe a diferença entre produtos e, por isso, não consegue escolher. Já o indeciso até conhece as mercadorias, mas não consegue tomar uma decisão sozinho e precisa de um vendedor para indicar a solução.

    A venda consultiva é uma excelente abordagem para lidar com a insegurança do consumidor indeciso. Por meio desse método, o vendedor conversa com o cliente até entender melhor o seu problema. Quando isso ocorre, ele tem elementos suficientes para oferecer um bom produto e acabar com as suas objeções.

    Como oferecer uma boa experiência de compra?

    Além de entender os tipos diferentes de clientes, podemos listar algumas dicas que servem para lidar com a maioria dos perfis:

    • identificar o melhor canal de comunicação. É necessário compreender qual canal ele prefere para manter o contato, por exemplo, assim como descobrir se a melhor solução é uma abordagem descontraída ou um papo mais sério;
    • identificar as necessidades. Escute para entender do que ele realmente precisa. Não adianta chegar oferecendo mil produtos antes de compreender o problema;
    • orientar o cliente. Fale sobre as características do produto e como ele se encaixa em relação às necessidades;
    • debater o assunto. Evite respostas decoradas e prontas e prefira discorrer sobre o item oferecido;
    • ser claro. Mostre transparência no valor, na proposta e em todas as etapas da jornada de compra. O cliente quer honestidade e respostas objetivas aos seus problemas.

    Agora que você conhece os principais tipos de clientes, já sabe as melhores formas de lidar com eles. É muito importante escalar vendedores que tenham experiência com aquele perfil de consumidor, até mesmo como uma forma de obter a fidelização.

    Gostou do artigo e quer conferir nossos novos conteúdos em primeira mão? Então, aproveite para baixar o nosso e-book sobre gestão comercial para melhorar as suas vendas!

  • 4 dicas para implementar o marketing de indicação no seu negócio

    4 dicas para implementar o marketing de indicação no seu negócio

    O marketing de indicação é uma estratégia para gerar vendas a partir dos seus clientes atuais. A empresa utiliza a sua carteira ativa de consumidores para gerar novas oportunidades de negócios a partir daqueles que compram e confiam na marca.

    Afinal, ninguém melhor para promover os seus produtos do que aqueles que gostam o bastante deles para comprá-los mais de uma vez, não é mesmo? Neste post, mostramos as 4 etapas para implementar o marketing de indicação no seu negócio. Confira!

    1. Descubra onde estão os promotores da marca

    Você sabe quem são os seus clientes fidelizados, os promotores da marca? Aqueles que compram de maneira regular e confiam nos seus produtos? Caso a resposta seja não, agora é um bom momento para mapear essas pessoas e ter melhores resultados.

    Tecnologias como o Customer Relationship Management – CRM e os softwares integrados de gestão reúnem essas informações. Do mesmo modo, ferramentas como o Big Data são capazes de rastrear o histórico digital da companhia para encontrar padrões.

    Vendedores, que estão em contato direto com os clientes, também saberão indicar os clientes fidelizados. Outra maneira é utilizar a métrica conhecida como NPS, o Net Promoter Score, que mede a satisfação dos consumidores.

    Você já deve ter topado com a pergunta “De 0 a 10, qual é a probabilidade de que você indique a nossa empresa”, certo?

    Essa é a pergunta que mede o NPS. Esse método é simples, mas como a métrica é fácil de analisar, será possível mapear quem deu notas altas nesse teste — e correr atrás deles para elaborar seu programa de indicações.

    2. Crie um programa de indicações

    O primeiro passo para desenvolver um programa é escolher os parâmetros. Algumas perguntas que podem ajudar nesse momento:

    • Quais serão as regras?
    • Quando o cliente ganha algo?
    • Ele ganha apenas ao indicar o seu negócio?
    • Ou ele ganha quando a pessoa indicada fechar a compra?

    3. Defina as recompensas

    O segundo é a escolha da recompensa, que deve ser muito bem pensada para atrair clientes com possibilidades de fidelização — e não somente aqueles que estão atrás de qualquer promoção.

    Você precisará definir um benefício para quem indicar e também para a pessoa indicada. Pense em algo que tenha a ver com o seu negócio e engloba os interesses do seu público-alvo. Uma empresa que vende roupas, por exemplo, pode oferecer alguns itens cobiçados de vestuário.

    Já uma empresa que vende peças de computador pode oferecer algo que esteja no radar do seu público-alvo, como um ano de assinatura do novo Windows. Certifique-se de que a recompensa não seja aleatória, uma vez que ela precisa ser atrativa para gerar indicações.

    4. Escolha os canais de comunicação

    O último passo é utilizar todos os canais de comunicação disponíveis da sua empresa para potencializar os resultados da sua estratégia de marketing de indicação, como WhatsApp, e-mail e redes sociais. Não deixe de ler o nosso post sobre o marketing omnichannel para entender melhor essa etapa.

    Para mensurar os resultados, é importante registrar o número de clientes conquistados com essa estratégia. Além disso, capriche na jornada de compra com os consumidores indicados para que eles também se tornem promotores da marca em um futuro próximo.

    Como pudemos ver no artigo, o marketing de indicação é uma estratégia que leva em conta a própria carteira de clientes da empresa. Assim, não só a empresa sai ganhando, mas também o cliente fidelizado e o novo consumidor conquistado, que têm a chance de ganharem recompensas atrativas.

    Gostou do artigo e quer conhecer outras estratégias para complementar o seu projeto? Então, leia o nosso post sobre marketing de relacionamento!

  • Pesquisa de mercado: o que é e como fazer

    Pesquisa de mercado: o que é e como fazer

    Uma pesquisa de mercado é o mapeamento de informações importantes para a atuação de um empreendedor. Por meio dela, é possível descobrir os hábitos do seu cliente, por exemplo, além dos diferenciais do seu principal concorrente.

    As pesquisas podem ser de diferentes tipos e podem ser feitas de formas diversas, porém, o seu objetivo continua sendo o mesmo: munir a sua empresa de informações. Os dados são essenciais para garantir um bom planejamento e auxiliar nas tomadas de decisões assertiva.

    E para descobrir como fazer uma pesquisa de mercado de maneira simples, basta ler o artigo que preparamos para te ajudar!

    Diferentes tipos de pesquisas

    As pesquisas de mercado podem ser de diferentes tipos e variam de acordo com o objetivo de uma empresa. Por isso, não existe uma fórmula certa ou errada para realizar esse procedimento, afinal, cada negócio tem suas próprias necessidades e objetivos.

    Porém, por mais que exista uma grande variedade de pesquisas no mercado, ainda é possível destacar as principais. São elas:

    • Força da marca: conferir a opinião dos seus clientes em relação à sua marca comparada com outras empresas;
    • Hábitos do cliente: descobrir o gosto dos seus compradores no momento de adquirir novos produtos;
    • Satisfação dos funcionários: essa pesquisa é interna, e voltada para descobrir a opinião dos seus colaboradores sobre como é o clima organizacional e o ambiente de trabalho;
    • Satisfação dos clientes: medir o nível de satisfação dos clientes em relação aos seus produtos e serviços, para encontrar pontos fracos e implementar melhorias.

    Como fazer uma pesquisa

    As pesquisas de mercado podem ser feitas de diferentes formas, porém, no geral, um questionário é dado para um grupo de pessoas selecionado. Ele pode ser respondido tanto pela internet ou presencialmente, dependendo da forma de atuação da empresa e do objetivo da pesquisa.

    Para criar uma pesquisa, é necessário contar com uma série de informações básicas, sendo que algumas das mais relevantes entre elas são:

    • Objetivo: definir o que será objeto da pesquisa, se é saber sobre a qualidade de um produto, conhecer a opinião dos clientes sobre o empreendimento, entender as necessidades dos consumidores, entre outros;
    • Público-alvo: definir se serão clientes, fornecedores ou grupos que irão responder à pesquisa;
    • Amostra: o número de pessoas que serão contempladas na pesquisa;
    • Perguntas: quais perguntas serão feitas (dê preferência para as simples);
    • Realização: a aplicação da pesquisa de fato;
    • Análise: checagem das informações obtidas, para auxiliar na tomada de decisão das empresas.

    Hoje, existem algumas ferramentas digitais, como formulários pré-existentes, que podem auxiliar nesse processo. Como podemos ver construir uma pesquisa, não chega a ser trabalhoso, só basta direcionar as perguntas para as pessoas corretas, a fim de extrair as informações.

    Por que eu deveria fazer uma pesquisa de mercado

    Muitos acreditam que as pesquisas de mercado não têm valor, afinal, verificar opiniões de terceiros pode não agregar valor ao seu negócio. Porém, esse é um erro gigantesco, afinal, é preciso entender como a concorrência e os seus clientes se comportam.

    É necessário conhecer o seu campo de atuação, para evitar que decisões equivocadas sejam tomadas. Sem as informações corretas para agir, provavelmente, você será deixado para trás e não conseguirá identificar quais os erros que cometeu ou o quais as necessidades dos clientes que não atendeu.

    Entender o comportamento do mercado, as tendências do negócio para mudar a sua estratégia de acordo com a situação é essencial para a sobrevivência da empresa. E para isso, é necessário contar com as informações obtidas por meio de uma pesquisa de mercado bem estruturada e realizada.

    No mais, nosso artigo fica por aqui, e se você quer conferir mais posts sobre empreendedorismo,  acesse o nosso blog para saber mais!

  • 5 dicas para desenvolver habilidades de venda

    5 dicas para desenvolver habilidades de venda

    Desenvolver habilidades de vendas é essencial para que o seu negócio consiga os resultados que tanto deseja. Porém, a qualificação não é tão simples de ser conseguida, afinal é necessário treinamento durante todas as suas etapas.

    Contudo, o desenvolvimento de novas habilidades ainda pode ser conseguido de maneira prática. Seguindo as dicas corretas, os seus números devem melhorar ao implementar algumas mudanças básicas de comportamento.

    Conheça 5 dicas para desenvolver habilidades de vendas, lendo o artigo que preparamos para te ajudar. Confira!

    1. Conheça bem o que você está vendendo

    Convencer alguém de que o seu produto é bom, sem conhecê-lo, é uma tarefa quase impossível. Por isso, é extremamente importante que os vendedores saibam até mesmo os mínimos detalhes relacionados aos serviços oferecidos por uma empresa.

    Isso ajuda o vendedor a responder às dúvidas que podem surgir relacionadas ao produto, o que transmite mais credibilidade sem fazer propaganda enganosa. Porém, para que isso aconteça é necessário estudo e um bom treinamento efetivo por parte dos gestores.

    Desenvolver habilidades de vendas sempre vai passar pela qualificação profissional da equipe comercial. Os gestores que entendem a importância do investimento nos funcionários como solução para melhorar as vendas conseguem registrar melhores resultados.
    Para isso, é possível apostar em cursos sobre as especificações e uso dos produtos, ou ainda na contratação de uma equipe especializada em treinamento de vendas. Além disso, se você for um bom vendedor, é interessante ministrar uma palestra para melhorar o desenvolvimento do seu time.

    2. Conheça o seu cliente

    Para aumentar a capacidade de persuasão do time de venda, é necessário fornecer as informações certas sobre seus clientes para uma melhor atuação do time de vendas. Assim os dados dos seus clientes precisam ser de fácil acesso a sua equipe e, mais importante, correspondentes à realidade.

    Para ajudar com essa questão, no marketing foi criado o conceito de persona, uma materialização do seu público. No entanto, o perfil desse cliente ideal é feito com base em dados e observações realizadas durante as vendas de produtos da sua empresa.

    A persona não deve ser confundida com o público-alvo, afinal, é mais específica e contém informações diferenciadas para garantir um melhor entendimento das suas necessidades. Alguns dos dados que não podem ficar de fora, quando estiver desenvolvendo o perfil do seu cliente ideal são:

    • Nome;
    • Se o seu cliente tem filhos ou não;
    • Remuneração salarial;
    • Profissão;
    • Sonhos;
    • Como gosta de passar o tempo, seus hobbies, livros e séries favoritos;
    • Quais são as frustrações do cotidiano;
    • Que problemas enfrenta em sua rotina;
    • Como sua empresa pode ajudá-lo a solucionar essas questões.

    Como podemos ver é possível contar com uma série de informações que ajudam o seu time de vendas a iniciar uma conversa com o cliente. Isso ajuda na abordagem assertiva e faz com que sua equipe desenvolva habilidades que ajudem a aumentar as chances de sucesso.

    3. Honestidade ao apresentar o produto

    Outra habilidade de venda que precisa ser estimulada cada vez mais é a honestidade. Os vendedores, em muitos casos, não são vistos com bons olhos pelos clientes, e quando prometem algo que não é cumprido, essa situação piora.

    Por isso, é muito importante tratar o seu público com honestidade, sem inventar funcionalidades extras para o seu produto. Seja claro sobre o que ele pode ou não fazer, porque isso vai refletir imediatamente em sua credibilidade.

    Quando o vendedor é honesto em sua abordagem, mostra para o cliente tudo o que o produto pode oferecer. Isso faz com que a venda seja efetivada de acordo com a necessidade real do cliente o que realmente vai trazer algum retorno significativo para o negócio.

    Além disso, afeta diretamente a sua credibilidade no mercado e ter uma imagem positiva é bastante vantajoso. Por isso, nada de inventar produtos milagrosos.

    4. Os vendedores precisam fazer perguntas

    Muitos vendedores imaginam que apenas os clientes devem fazer as perguntas durante uma abordagem comercial. Porém essa postura é errada, e acaba afastando o seu time de conseguir finalizar as vendas desejadas.


    O vendedor também precisa fazer questionamentos durante a conversa com o possível comprador. Isso, além de demonstrar interesse, também cria brechas para reduzir as dúvidas de maneira mais completa e clara, além de ficar mais fácil buscar a solução certa para o problema do cliente.

    Esse ponto é extremamente importante e já foi até mesmo objeto de estudo por parte de alguns pesquisados. A pesquisa da Gong, por exemplo, evidenciou que o número de perguntas está diretamente ligado com a probabilidade de venda de algum produto.


    Segundo o estudo, o número considerado ideal para as perguntas é de 11 a 14, variando de acordo com a situação. Ou seja, quanto mais questionar o seu cliente sobre possíveis problemas que o produto pode resolver, maiores são as chances de sucesso em sua abordagem de vendas.

    5. O pós-venda merece atenção especial

    Nossa última dica para desenvolver habilidades de vendas funciona mais como um alerta para os vendedores: é necessário investir no pós-venda. Por mais que muitos acreditem que não, essa etapa do processo é tão importante quanto às anteriores.


    O momento que o seu cliente mais precisa de você é após a venda, afinal, ele começou a utilizar o seu produto. Por isso, aproveite para entrar em contato e para saber mais sobre as dúvidas que surgiram após o início do uso de seu produto, sua opinião sobre ele, entre outros pontos importantes para fechar futuras vendas.


    Se esse tipo ação é realizada, você aumenta as chances de conseguir fidelizar um novo público. Pense bem: seu produto não atendeu as expectativas e ninguém entrou em contato para ajudar. As chances desse cliente voltar a fazer negócios com sua empresa é quase nula.


    Por essa razão, invista em soluções de pós-venda, colocando-se à disposição do seu cliente para resolver qualquer problema de forma ativa. O simples contato já pode fazer toda a diferença ao seu favor, te dando maior preferência em futuras compras.

    Além disso, pedir por um feedback sobre seu uso para analisar as oportunidades de melhorias que podem ser implementadas é importante saber receber críticas para conseguir progredir e desenvolver produtos de maior qualidade é essencial para melhoria do seu negócio.

    Nosso artigo acaba aqui. Se você está interessado em conferir mais material sobre o universo do empreendedorismo, acesse o nosso blog!

  • 7 principais técnicas de negociação para você vender mais

    7 principais técnicas de negociação para você vender mais

    As técnicas de negociação são utilizadas, na área de vendas, para fechar mais negócios. Mas isso não significa que a compra é “empurrada” de forma agressiva para o cliente: o objetivo é fechar negócio, mas sem abrir mão de um vínculo duradouro com o consumidor.

    Assim, as técnicas de negociação, quando aplicadas da maneira adequada, levam a desfechos que sejam benéficos para todas as partes envolvidas. Neste post, apresentaremos as principais dicas para se tornar um vendedor persuasivo, mas também justo com os consumidores. Venha conosco!

    1. Estude bem o produto

    Para saber apresentar o seu produto para um cliente em potencial, você precisa conhecê-lo bem, certo? Desse modo, você não ficará sem ter o que dizer quando aquele consumidor quiser saber mais sobre as características do bem antes de fechar a compra.

    Além disso, tome cuidado com a linguagem. Caso você queira vender uma peça de computador, por exemplo, e começar a enumerar atributos técnicos que não façam muito sentido para um leigo, você alienará aquela pessoa — e acabará perdendo a compra.

    2. Ouça o que o seu cliente tem a dizer

    Deixe o cliente falar do seu problema primeiro: só depois você começa a apresentar a solução. Afinal, sair apresentando uma infinidade de produtos e serviços sem entender direito o que aquele cliente quer passará uma má impressão, a de alguém que quer vender a qualquer custo.

    É preciso pensar no relacionamento de longo prazo, até mesmo como uma estratégia para a fidelização dos consumidores. Por isso, o cliente que tiver uma experiência ruim logo no primeiro contato com o seu negócio provavelmente não voltará e ainda contará para seus amigos e familiares sobre aquela experiência malsucedida.

    3. Acerte a abordagem

    Algumas pessoas são mais expansivas, outras são mais desconfiadas e precisam de um nível superior de convencimento para fechar uma compra. Além disso, empreendedores devem ficar atentos à linguagem corporal que adotam nas negociações.

    Por isso, simples ações como atender o cliente de braços cruzados ou desviando o olhar para outras atividades mostram que o interesse não está 100% nele. Ao atender um comprador, é preciso manter a atenção nos seus problemas e, claro, na solução.

    Já na internet, também é possível adotar uma abordagem mais receptiva. Dessa forma, mantenha a cortesia e responda às dúvidas durante toda a interação. Isso ajudará a engajar a pessoa, que verá com bons olhos a possibilidade de comprar algo de uma empresa tão atenciosa e dedicada a agradar.

    4. Seja uma pessoa amigável e paciente

    Algumas conversas podem durar poucos minutos: outras, podem levar dias. Tudo depende da complexidade do negócio, do perfil das pessoas que estão debatendo e dos valores envolvidos. Muitos vendedores acabam não tendo a paciência necessária para lidar com consumidores mais resistentes.

    Assim, os vendedores acabam se desesperando ou se irritando com a desconfiança do cliente. Nesse sentido, a empresa deve capacitar os seus colaboradores para lidar com diferentes perfís de consumidores. É uma boa ideia promover simulações e incentivar os funcionários a usar os gatilhos mentais — que abordaremos adiante no texto.

    5. Faça concessões

    Não seja aquele vendedor irredutível, que não aceita conversar sobre as condições do negócio. É importante fazer concessões: essa estratégia garante benefícios para todas as partes envolvidas. Além disso, se mostrar mais aberto a propostas ajuda a empresa que quer um relacionamento duradouro com o consumidor.

    Contudo, é muito importante que as concessões sejam inteligentes e realizadas no momento certo. Uma dica interessante é iniciar a conversa explicando o valor de mercado do produto, do que foi gasto em suas matérias-primas e no processo de confecção.

    Assim, ambos podem evoluir a partir de um valor razoável para todos. De modo geral, as concessões costumam ser feitas quando o vendedor consegue sentir que o cliente deseja fechar a compra, mas por um valor que não seja excessivo.

    O vendedor bem capacitado saberá explorar essa brecha e conduzir a negociação de modo a manter o cliente interessado. Isso porque esse profissional sabe falar sobre o produto, suas aplicações e como ele solucionará o problema do comprador.

    6. Aprenda a contornar objeções

    Um meio inteligente de contornar objeções é compartilhar informações que façam com que o cliente entenda o que ele está comprando. Essa técnica pode ser utilizada desde o início da venda para transmitir confiança e criar um vínculo.

    Por isso, o vendedor deve ser o mais transparente possível durante a negociação. Fale sobre os métodos de pagamento, as características do produto, os prazos, a garantia, o transporte e o parcelamento. Mostre que a loja aposta em diversas maneiras de brindar os clientes com boas condições.

    A objeção é contornada quando o vendedor tem as respostas para as questões mais sensíveis. Isso só é possível quando ele se engaja com a companhia e estuda o que ela vende.

    7. Use gatilhos mentais

    Os gatilhos mentais são técnicas de persuasão que trabalham diretamente com o emocional das pessoas. Um exemplo famoso é a escassez: você certamente já deve ter visto um cartaz de “Últimas unidades” em alguma loja por aí.

    Do mesmo modo, vendedores podem usar termos como “Esse produto tem saído muito, talvez nem sobre um exemplar até amanhã”. Outro gatilho clássico é o da prova social, que utiliza exemplos de outros compradores.

    Esse gatilho ajuda os vendedores a convencerem o consumidor de que ele precisa de um produto ou serviço para fazer parte da comunidade. Caso a sua empresa venda cursos, por exemplo, você pode explorar frases como “Profissionais que obtiveram essa capacitação encontraram ótimas vagas no mercado”.

    Outros gatilhos bastante utilizados são os seguintes:

    • urgência;
    • autoridade (enfatizar a empresa como uma referência na produção daquela mercadoria);
    • antecipação;
    • novidade;
    • exclusividade;
    • entre outros.

    Como vimos, as técnicas de negociação em vendas são versáteis e oferecem ótimas possibilidades para quem quer fechar mais negócios. Para fortalecer ainda mais as suas práticas, nada como contar com um parceiro que está há décadas ajudando os empreendedores a lucrar mais, como o Sebrae.

    Gostou do artigo e quer saber como podemos ajudá-lo a alcançar os seus objetivos de negócio? Então, aproveite para entrar em contato conosco!

  • 7 passos para a criação de um site para o seu negócio

    7 passos para a criação de um site para o seu negócio

    Investir na criação de um site para sua empresa é uma ótima maneira de expandir sua marca. Isso porque ele funciona como uma vitrine do seu negócio. Todos estão conectados durante a maior parte do tempo, portanto, ter uma forte presença digital aumenta as chances de atrair clientes.

    Um site promove maior visibilidade ao seu empreendimento, cria credibilidade, eleva as conversões, aumenta as vendas e, como consequência, impulsiona seus resultados.

    Ao contrário do que muitos imaginam, não são apenas as grandes empresas que se beneficiam. O e-commerce é extremamente vantajoso também para os pequenos negócios.

    A boa notícia é que é muito fácil criar um site. Quer saber como? Então, acompanhe o nosso passo a passo até o final!

    1. Defina seu objetivo

    O primeiro passo é determinar qual é o objetivo principal da criação do site. De fato, ele será o seu canal online, mas você pretende que ele traga resultados, correto? Quais resultados? Alguns exemplos são:

    • oferecer mais uma forma de compra para seus clientes;
    • criar um relacionamento mais próximo com seu público, a fim de conhecê-lo melhor;
    • tornar-se autoridade no setor;
    • expandir e fortalecer a marca;
    • atrair mais clientes, entre outros.

    A partir daí, você vai conseguir decidir sobre o tipo de presença online: loja virtual, blog, site institucional, canal de atendimento, mídias sociais, on page (todo o conteúdo será apresentado em uma única página), entre outras opções.

    Por exemplo, se você tem um pequeno negócio, como um comércio de roupas femininas, e deseja vender para outros estados, o ideal é criar um e-commerce, ou seja, uma loja virtual.

    Além disso, também é interessante investir em uma presença nas principais mídias sociais que seu público-alvo utiliza. Então, nas postagens, divulgar que há venda online e postar o link do site.

    2. Registre o domínio

    A etapa seguinte refere-se ao registro do domínio. Domínio nada mais é que o endereço que é inserido logo após o HTTPS. Em outras palavras, é aquilo que os visitantes precisam digitar na barra do navegador para conseguir chegar ao seu site.

    Esse é um ponto muito importante, pois ele deve, ao mesmo tempo, reforçar a sua marca, transmitir a ideia principal do seu negócio e ser fácil do seu público lembrar.

    Uma boa ideia é utilizar o nome fantasia da sua empresa, caso você já tenha. Ainda utilizando o exemplo de comércio varejista de roupas femininas, digamos que o seu nome fantasia seja “Regina Modas & Acessórios”, o seu domínio pode ser “reginamodas”. Assim, o endereço do seu site ficaria “www.reginamodas.com.br”.

    Para registrar um domínio, você pode solicitar no momento em que contrata a hospedagem (como veremos no próximo passo) ou realizar diretamente pelo órgão que administra os domínios brasileiros, que é o registro.br.

    3. Hospede seu site

    Sempre que acessamos um site na internet, uma série de elementos aparecem na tela: textos, imagens, vídeos, logotipos. Todos eles precisam estar armazenados em algum lugar.

    É justamente para isso que serve a hospedagem: guardar todos esses arquivos para que eles fiquem disponíveis em seu site. Para isso, você deve procurar uma empresa de hospedagem e avaliar os planos oferecidos.

    Como comentamos no tópico anterior, muitas dessas empresas trabalham simultaneamente com a hospedagem e o registro. Sendo assim, você pode resolver esses dois pontos com uma única empresa.

    4. Escolha um bom construtor de sites

    No início, mencionamos que é muito fácil criar o seu site. Isso acontece porque atualmente há uma série de construtores de páginas online que são práticos, fáceis e muito intuitivos. Desse modo, não é preciso ter um conhecimento profundo sobre o assunto.

    Um CMS (Content Management System) é um sistema que você vai precisar para gerenciar todo o conteúdo do seu site. Além disso, ele permite que você analise os resultados e o comportamento do seu público e isso é fundamental para a tomada de decisão.

    Existem CMSs gratuitos e pagos, cada um com suas particularidades e suas funcionalidades. Analise várias opções e escolha aquela que mais atende ao que você procura. Os dois mais utilizados por sua usabilidade e ferramentas que oferecem são o WordPress.org e o Joomla!, mas a empresa de hospedagem pode indicar outros para você.

    5. Liste as seções do site

    Organizar seu site em seções melhora a experiência do usuário. As categorias mais comuns são:

    • página inicial — com uma imagem impactante, um carrossel de imagens direcionando para os principais conteúdos de outras seções ou para produtos da loja virtual;
    • quem somos — contando sua história, apresentando sua marca e outros detalhes relevantes sobre a empresa;
    • produtos ou serviços — parte onde a pessoa pode obter mais informações ou comprar os produtos ou serviços que você oferece;
    • clientes — com informações sobre os clientes conhecidos ou com os melhores feedbacks de consumidores;
    • contato — com informações sobre como entrar em contato com sua empresa, como aplicativos de mensagens, telefone, endereço, mídias sociais, e-mail ou mesmo um formulário.

    6. Priorize a rapidez do site

    Um dos principais motivos que fazem um usuário sair rapidamente do site sem realizar nenhuma compra é a demora para carregar a página. De acordo com uma pesquisa feita pela Kissmetrics, cerca de 40% dos visitantes abandonam o site que demora mais que três segundos para carregar.

    Além disso, a cada um segundo a mais na demora do carregamento, há uma redução de 7% nas conversões. Para tornar o carregamento mais rápido, anote as seguintes dicas:

    • mantenha o conteúdo estático em cache;
    • reduza o excesso de mídia, como vídeos;
    • otimize a página para os navegadores;
    • desabilite os plug-ins desnecessários;
    • mantenha o código-fonte limpo.

    7. Torne o site responsivo

    Um site responsivo é aquele que se adapta ao tamanho da tela onde é exibido. Como 98% da população brasileira utiliza a internet pelo celular, é necessário que seu site seja carregado e funcione perfeitamente tanto em celulares, como em tablets e em computadores.

    Para garantir isso, enquanto cria seu site, faça testes em diversos dispositivos para verificar se é possível navegar por todas as seções normalmente e sem dificuldades.

    Viu como a criação de site para sua empresa não é algo complicado? Agora que você já sabe como fazer, não perca tempo! Lembre-se de que uma empresa que não está no mundo digital dificilmente será encontrada pelo público.

    Quer aumentar ainda mais a visibilidade da sua marca? Então, baixe nosso e-book sobre planejamento de marketing e domine o assunto!

  • Saiba quais meios de pagamento oferecer no seu negócio

    Saiba quais meios de pagamento oferecer no seu negócio

    Criar e cuidar de uma loja é bom, mas receber a recompensa pelos serviços prestados é melhor ainda. As empresas que diversificam seus meios de pagamento oferecem mais opções e uma jornada de compra mais satisfatória para os clientes adquirirem aqueles produtos tão desejados.

    Assim, empresas que apostam em diversos meios de pagamento têm maiores chances de vender. Neste post, apresentaremos as formas preferidas dos brasileiros, aquelas que mais têm crescido e as modalidades que você não pode desprezar. Boa leitura!

    Dinheiro

    Enquanto existir uma loja física, lá estará alguém comprando algo com dinheiro em espécie. Do mesmo modo, negócios virtuais oferecem pagamento em boleto — que são quitados com dinheiro em espécie, como ainda ocorre nas casas lotéricas do país.

    Segundo uma matéria recente, o Brasil ainda tem R$ 339 bilhões de dinheiro em espécie circulando. Esse meio teve uma queda, iniciada em 2021, mas os números mostram que muita gente ainda carrega as suas cédulas e moedas.

    Basta lembrar, também, que uma cédula de R$ 200 foi lançada há pouco tempo, em 2020. Os saques são feitos com menos frequência que as transferências Pix, mas ainda respondem por mais de 3% do dinheiro movimentado no Brasil atualmente. Portanto, empreendedores ainda devem incluir esse meio de pagamento em suas estratégias.

    Boleto bancário

    Falamos um pouquinho dele, mas o boleto bancário ainda é uma das opções mais práticas. Além disso, a versatilidade também agrada aos usuários: é possível ler o código de barras com o aplicativo do banco, copiá-lo manualmente ou até mesmo realizar o pagamento direto nas casas lotéricas ou agências bancárias.

    Um boleto bancário não costuma liberar o pagamento no mesmo dia em que o cliente quita o valor, mas ainda é uma opção útil, uma vez que a leitura é feita em 24 horas (em dias úteis). Contudo, ele pode ser um pouco burocrático quando falamos da emissão por parte das empresas.

    Para realizar a emissão, normalmente, as agências bancárias cobram uma pequena taxa. Além disso, é preciso alinhar a estratégia de emissão e acompanhamento com o banco, tornando o processo um pouco demorado para quem ainda não oferece essa opção.

    Cartão de crédito e débito

    Não ofereça apenas uma, mas ambas as opções. Esses cartões fazem parte da rotina das pessoas, sendo até difícil não encontrar alguém que não tenha ao menos um desses meios de pagamento. Além disso, o crédito é uma maneira que as pessoas encontram para adquirir produtos desejados, mas de maneira parcelada.

    Já o débito costuma ser muito utilizado no pagamento de produtos no ato de entrega. Se a sua loja conta com entregadores ou com um serviço terceirizado de transporte de mercadorias, ter uma máquina que lê os cartões facilitará muito a cobrança.

    Além disso, mecanismos como o Google oferecem a opção de salvar os dados dos clientes, como os números dos cartões de crédito. Assim, elas conseguem realizar compras com pouquíssimos cliques e em qualquer lugar que estejam.

    QR Code

    O QR Code está presente em meios como o Pix e a carteira digital. Trata-se de um código bidimensional que é escaneado por um dispositivo móvel e encaminha o usuário para um link ou para um sistema de pagamentos.

    Basta o usuário apontar a câmera do smartphone, com o app de uma instituição financeira, para realizar o pagamento de maneira instantânea. O mais interessante é que praticamente todos os celulares presentes no mercado contam com câmeras capazes de interpretar um QR Code.

    Pix

    Por ter se popularizado em pouquíssimo tempo, algumas pessoas podem nem se lembrar que esse meio de pagamento só foi inaugurado no fim de 2020, pelo Banco Central. Pela sua praticidade, o Pix cumpre a promessa de ser uma maneira instantânea de realizar transações financeiras.

    Além disso, essa modalidade também funciona aos fins de semana, o que agrada muito aos clientes que mal podem esperar para a segunda-feira chegar para comprar aquele produto sonhado. Também existe a opção corporativa, o Pix para empresas, que é cada vez mais adotado por companhias que querem facilitar o cumprimento das contas a pagar e a receber.

    No Pix, a transação ocorre em alguns segundos e ambas as partes só precisam ter uma conta em um banco licenciado para ter acesso às operações. Além disso, a transferência é realizada pelo app da instituição ou por meio de um QR Code.

    Então, a resposta é sim: você definitivamente deve incluir o Pix entre as opções de pagamento do seu negócio. Contudo, lojas virtuais que dispensem seus trabalhadores nos fins de semana devem informar aos clientes que as remessas só serão feitas em dias úteis.

    Débito automático

    Nesse modelo, a conta é programada para ser cobrada em um determinado dia do mês, escolhido pelo cliente. Assim, o valor é debitado do saldo disponível. É uma ótima opção para pagamentos recorrentes, como as mensalidades de serviços.

    Com ele, os usuários garantem que as contas serão pagas em dia, sem se preocupar com diversas formas de vencimento ao longo do mês. Outro ponto positivo é que não será preciso pagar multa ou juros por atraso, uma vez que a ação é automática.

    Carteira digital

    Essas carteiras são versões digitais das contas e cartões que já temos. O objetivo é torná-las facilmente acessíveis via computadores, smartphones ou quaisquer dispositivos inteligentes. Com uma dessas, você não precisará carregar a popular carteira física.

    As carreiras digitais mais populares são Google Play e Apple Play. Além delas, podemos citar outras que também tem um público cativo:

    • PayPal;
    • PagBank;
    • Picpay;
    • Ame Digital;
    • Mercado Pago.

    Quando você compra um produto no Mercado Livre, por exemplo, você tem a opção de pagar pelo dinheiro que depositou em uma conta no Mercado Pago. Também é possível colocar dinheiro em lojas de games, como a PSN, e depois escolher os jogos que você quer.

    Pela quantidade de grandes empresas envolvidas, que garantem a segurança das informações e do dinheiro dos usuários, esse método não pode ficar de fora da sua estratégia.

    Agora que você conhece os principais meios de pagamento utilizados no país, já tem as informações necessárias para não perder nenhuma venda. Diversificar as formas pelo qual o cliente pode levar um produto também valoriza a sua empresa, uma vez que essa preocupação mostra que o seu negócio é sério e não mede esforços para atender às pessoas.

    E aí, gostou do texto e quer conferir nossos próximos artigos em primeira mão? Então, não deixe de curtir a nossa página no Facebook.