Categoria: Marketing

  • 3 melhores ações para aplicar o neuromarketing na prática

    3 melhores ações para aplicar o neuromarketing na prática

    Já pensou em usar o neuromarketing na sua empresa, mas não sabe bem por onde começar? Não é para menos, essa abordagem mistura os conceitos de marketing e neurociência para entender como os clientes agem.

    Na realidade, ele utiliza estudos profundos que mapeiam tendências e perfis comportamentais. Contudo, como efeito consegue realmente prever e, até mesmo, causar reações que embasam estratégias publicitárias.

    Confira a seguir 3 formas de aplicar neuromarketing na sua empresa se valer desse conceito!

    O que é neuromarketing?

    Trata-se de uma área do marketing que aplica a neurociência para entender, prever e influenciar os comportamentos de consumo, permitindo a criação de estratégias efetivas para atrair clientes.

    Se baseia na compreensão de como o cérebro funciona em seu nível mais profundo, associando emoções, impulsos e reações subconscientes à jornada de compra. Sua finalidade é mapear tanto objeções quanto motivações que levam a aquisição de um produto ou serviço.

    Por que é importante para os negócios?

    Entender como usar o neuromarketing na prática é como ter um guia sobre os aspectos menos racionais da decisão de compra. Dessa forma, as empresas conseguem ampliar suas vendas por meio de benefícios que incluem:

    • criação de uma experiência de consumo e de uma jornada do cliente mais alinhadas ao perfil do público-alvo, ampliando sua satisfação;
    • melhor direcionamento do investimento em publicidade para campanhas e canais que realmente impactam no consumidor ideal, gerando resultados efetivos;
    • maior capacidade de atrair e converter compradores, ao construir um diálogo personalizado em todos os pontos de contatos;
    • desenvolvimento de soluções e respostas adequadas às reais necessidades das pessoas que a empresa quer atingir.

    Como aplicar o neuromarketing na prática?

    Para aplicar o neuromarketing na prática é necessário associar um conjunto de ações às estratégias de marketing, com o objetivo de potencializar seus efeitos no inconsciente dos clientes. Veja 3 delas a seguir!

    1. Espelhamento

    Gerar um sentimento de identificação no cliente é uma forma eficaz de levá-lo a comprar. O espelhamento — técnica em que outras pessoas são vistas utilizando seu produto ou serviço — é uma ferramenta para isso. Afinal, a tendência do cérebro é de, inconscientemente, querer imitar comportamentos.

    2. Ancoragem de preços

    A ancoragem de preços se baseia na premissa de que a primeira informação recebida sobre o custo de um item se torna uma referência para a mente do consumidor, impactando a sua avaliação sobre se a compra vale a pena. 

    Além de oferecer um valor de referência e melhor, é possível utilizar esse método disponibilizando condições de pagamento mais atrativas ou demonstrando seus diferenciais e benefícios em relação ao referencial.  Um exemplo é quando encontramos um anúncio de um produto que informa o seu valor comercial parcelado e total de sua aquisição.

    3. Estimulação dos sentidos

    Cheiros, cores, formas, texturas, sabores, sons e músicas são poderosos instrumentos para provocar emoções. Ao estimular os sentidos, recordações e simbolismos subconscientemente associados a esses elementos são imediatamente percebidos pelo consumidor, despertando sentimentos que tendem a levá-lo a comprar. 

    Para tanto, é preciso entender o perfil de consumo, os valores que devem ser correlacionados aos seus produtos ou serviços e quais são as sensações que esses estímulos sensoriais tendem a causar.

    Como mensurar os resultados do neuromarketing?

    A aplicação do neuromarketing, assim como outras ações publicitárias, precisa ser acompanhada por meio de indicadores, a fim de entender seus resultados e propor melhorias.

    Uma maneira de fazer isso, é comparando as vendas de produtos ou serviços antes e após implementar a estratégia. Outra opção é por meio de entrevistas qualitativas com clientes, buscando saber quais emoções são associadas à marca e os motivos para tal correlação.

    Usar o neuromarketing na prática aumenta a capacidade de seu negócio atingir os clientes, gerando benefícios que vão além dos resultados. Aproveite nossas 3 dicas e invista em neuromarkeing para vender mais.

    Gostou das dicas? Comente e conte qual delas chamou sua atenção!

  • 4 dicas que vão ajudar a valorizar a identidade do negócio

    4 dicas que vão ajudar a valorizar a identidade do negócio

    Fazer o cliente reconhecer a identidade do negócio é fundamental para as empresas que querem se destacar por seus diferenciais e não apenas competir em preço. Afinal, a imagem ainda está muito ligada à precificação de produtos ou serviços com valor agregado.

    Mas, muito além disso, investir em criar e fortalecer sua marca também ajuda a aumentar as vendas, fazendo dessa estratégia uma importante ferramenta para a competitividade do seu empreendimento.

    Confira a seguir o que é identidade do negócio e 4 dicas para valorizá-la!

    O que é identidade do negócio?

    A identidade do negócio envolve tudo o que define a empresa, como ela é vista e a filosofia que direciona sua a atuação, tanto conceitualmente quanto na prática, incluindo:

    • missão, visão e valores;
    • elementos visuais, comportamentais, relacionais e culturais;
    • estruturas empresariais;
    • significados e percepções.

    Seu objetivo é transmitir para o público-alvo e para o mercado em geral a mensagem que embasa o empreendimento, servindo para a construção da experiência de consumo com a marca.

    Por que a identidade do negócio é tão importante?

    Pensar na identidade do negócio tem importância prática, já que permite criar uma reputação, valorizando seus produtos ou serviços e atraindo mais clientes e fixando o seu negócio na mente do consumidor. Outras vantagens que colaboram para isso são:

    • facilidade para segmentar o público-alvo;
    • aumento do reconhecimento;
    • ampliação de uma base de consumidores fiéis;
    • melhor direcionamento de recursos e esforços para ações que geram resultados.

    Em nível estratégico isso também é útil, uma vez que os princípios que fundamentam a empresa servem de guia para a tomada de decisão, principalmente em relação a visão de futuro e ações de marketing.

    Como valorizar a identidade do seu negócio?

    No cotidiano, valorizar a identidade do negócio exige dar atenção a detalhes sem perder de vista a essência da marca. Para ajudar você nisso, conheça 4 dicas!

    1. Entenda os elementos que formam sua marca

    O primeiro passo para planejar a identidade do negócio é entender quais elementos formam a marca. Exemplo design, tom de voz, valores, entre outras características devem ser definidas a partir dos objetivos que levaram você a empreender, bem como as emoções que deseja despertar no cliente.

    2. Alinhe as expectativas

    Todos na empresa precisam estar cientes da identidade do negócio, tanto para a construção de logos ou elaboração de estratégias de marketing, quanto para a execução de tarefas de atendimento ou de desenvolvimento, a fim de que haja alinhamento entre os envolvidos no funcionamento do empreendimento. Portanto, fale com sua equipe sobre as expectativas.

    3. Invista em estratégias de marketing

    Para obter as vantagens que uma identidade de negócio é capaz de gerar, o passo seguinte é a divulgação. Estratégias de marketing que não se limitam a mostrar o produto ou serviço servem para atrair um público mais qualificado. Um exemplo, são posts nas redes sociais que mostram o dia a dia da equipe, os conceitos por trás da criação, etc.

    4. Entregue o que foi prometido

    Ao definir quem o empreendimento é, a identidade do negócio faz uma promessa sobre como são produtos ou serviços, atendimento e outros aspectos. Assim, é preciso entregar uma experiência de consumo à altura das expectativas criadas. Por exemplo, um salão de beleza de luxo deve contar com profissionais e instalações de qualidade.

    A identidade do negócio impacta em muitos elementos de importância estratégica presentes no dia a dia da empresa e, como efeito, atinge a capacidade do negócio de produzir resultados positivos. Assim, sua construção não deve ficar em segundo plano.

    Por isso, não perca tempo para definir e fortaceler a identidade do seu negócio. Conheça o Hub Sebrae e comece hoje mesmo!

  • 7 dicas para usar storytelling na sua estratégia de conteúdo

    7 dicas para usar storytelling na sua estratégia de conteúdo

    O storytelling é um modelo de produção de conteúdo que foca na arte de contar histórias, adaptando as narrativas ao universo das empresas e aos seus clientes. Assim, por meio de eventos com começo, meio e fim, o negócio consegue uma maneira criativa de fidelizar consumidores.

    No entanto, como começar? Basta escrever algo genérico e incluir alguns links no meio da narrativa? É preciso ter algum conflito central? Para responder a todas essas perguntas, listamos as principais dicas para adotar o storytelling na sua estratégia de conteúdo. Vamos conhecê-las!

    1. Determine a mensagem a ser transmitida

    De modo geral, o storytelling é composto por 4 elementos básicos, que fazem com que uma história seja bem-sucedida em transmitir a sua proposta. São eles:

    • mensagem;
    • ambiente;
    • personagem;
    • conflito.

    O primeiro desses elementos, a mensagem, representa a ideia que você quer passar para o seu público-alvo, a partir da história contada. É ela que fará com que as suas narrativas sejam únicas e impactem positivamente os clientes.

    Por isso, nada melhor do que definir esse aspecto logo de cara. Porém, preste atenção: é crucial que essa mensagem reflita os valores e o propósito do negócio para o storytelling ser bem-sucedido. Desse modo, os clientes se identificarão com a história e criarão uma conexão com a empresa.

    A mensagem deve ser condizente com o posicionamento digital geral da empresa. Caso uma organização adote um tom mais sério em seu site e redes sociais, um vídeo excessivamente descontraído pode acabar confundindo as pessoas. Por isso, equilibre todos os elementos na hora da narrativa.

    2. Aposte na diversificação dos formatos

    Blog posts são ótimos, uma excelente maneira de transmitir conhecimento relevante e desenvolver uma conexão com seus leitores. Contudo, as pessoas podem achar cansativo quando a empresa não utiliza outros formatos de conteúdo.

    A boa notícia é que é possível aplicar as técnicas do storytelling em múltiplos formatos e canais, cada um com seus objetivos específicos. Algumas ideias são:

    • texto de apresentação da empresa;
    • vídeos institucionais e também de apresentação de produtos;
    • cases de sucesso com relatos dos clientes;
    • campanhas promocionais, como anúncios, posts nas redes sociais e e-mail marketing;
    • páginas de produtos e serviços;
    • e, claro, os nossos já citados blog posts.

    Caso seja possível e você tenha pessoas para fazer isso, diversifique. Do contrário, tente variar o jeito de contar histórias dentro do formato de conteúdo que você já explora.

    Até mesmo os blog posts podem ser diferenciados, apostando em conteúdos mais informativos, outros com um tom mais cômico ou apresentando cases de sucesso com os clientes em um formato parecido com matéria jornalística, por exemplo.

    3. Conheça qual a visão do seu interlocutor em relação ao mundo

    O storytelling só é efetivo quando cria um vínculo com um público. Contudo, para que isso seja possível, é necessário entender o que o seu cliente em potencial busca em uma empresa. Quais são os seus valores e preferências? Quais são os formatos de conteúdo que ele prefere consumir?

    Para responder a essas perguntas, você pode utilizar as redes sociais do negócio. Uma simples enquete que pergunte sobre as preferências de formato de conteúdo, com a opção de marcar mais de um, já é valiosa para gerar alguns insights.

    Caso você queira uma estratégia mais profunda, analise novamente a persona do negócio — se a sua empresa ainda não tiver desenvolvido uma, leia o nosso artigo sobre estratégia digital para entender como fazer isso.

    4. Crie uma conexão emocional

    Falamos da importância de criar um vínculo, mas vale a pena aprofundar isso. Afinal, o storytelling é uma variação do artigo comum, com o objetivo de cativar as pessoas por meio de narrativas que fujam daqueles posts tradicionais.

    Para criar essa conexão, saia daquele discurso padrão de vendas, como posts que apenas listem as características de um produto de forma mecânica. É preciso humanizar a empresa e mostrar, por meio daquele conteúdo, que ela sabe falar na linguagem do cliente.

    Uma maneira de fazer isso é incluir desafios no storytelling que mostrem como determinados produtos ou serviços servem para vencer obstáculos e melhorar a vida do leitor de forma substancial.

    5. Use os dados a seu favor

    Além da definição da persona, a análise de dados é outra forma de conhecer melhor seus clientes e seus hábitos de compra. Uma empresa pode investigar seu histórico digital de vendas e entender quais são os produtos que vendem mais em um determinado período de tempo, por exemplo.

    Assim, ela poderá direcionar seu storytelling para explorar essas tendências. Nos meses mais quentes do ano, como dezembro e janeiro, uma empresa que venda piscinas pode se destacar com bons conteúdos. Do mesmo modo, lojas de roupas podem investir nesta técnica durante o inverno.

    6. Desenvolva o conflito

    Por melhor que seja a sua história, ela será um tanto vazia se não tiver um conflito central, isto é: o obstáculo que o personagem terá que vencer para que a sua jornada seja bem-sucedida.

    Assim, desenvolver um conflito interessante é bom até mesmo para quem tem itens encalhados no estoque e deseja comercializá-los. Basta criar uma narrativa em que aquela mercadoria se encaixa e resolva o problema de uma cliente em potencial.

    Uma loja que venda equipamentos de escritório pode criar um conteúdo em cima das dores vivenciadas por usuários de cadeiras inadequadas e como elas prejudicam a rotina de quem as sofre. Do mesmo modo, uma empresa de artigos esportivos pode explorar as consequências de uma vida excessivamente sedentária.

    O importante é que o conflito seja bem-elaborado e de difícil superação — a ponto de exigir a intervenção dos hábitos do personagem para que ele seja finalmente superado.

    7. Crie conteúdos autênticos

    Os storytellings são narrativas que só terão sucesso se forem alinhadas às estratégias da empresa e consigam criar vínculos com o público. Portanto, nada seria tão prejudicial quanto copiar os conteúdos de outras companhias.

    Os conteúdos devem ser autênticos não somente na sua composição original, mas também devem ser verdadeiros ao representar os valores, o tom de voz e os objetivos da empresa que os produz. Por isso, é crucial alinhar a estratégia à presença digital do negócio.

    Uma empresa que crie storytellings baseados em experiências nas redes sociais, mas que não use essas ferramentas de forma efetiva, não estaria sendo autêntica. É por isso que o storytelling deve ser uma extensão do modo com que a organização se comunica com seu público.

    Como você viu no artigo, o storytelling é uma excelente estratégia de conteúdo, que permite que você complemente sua presença digital com narrativas bem produzidas, que consigam explicar a utilidade dos seus produtos e serviços de uma forma criativa.

    Gostou do conteúdo e quer saber como o Sebrae Alagoas pode ajudar a sua empresa na sua estratégia de marketing e promoção do negócio? Então, entre em contato conosco agora mesmo!

  • Marketing digital: 9 dicas para quem entrou nesse mundo agora

    Marketing digital: 9 dicas para quem entrou nesse mundo agora

    O marketing digital é um conjunto de estratégias utilizadas para reforçar a presença online de uma empresa. Desse modo, ela consegue divulgar o negócio, seus produtos, interagir com os clientes e, claro, vender produtos e serviços.

    Contudo, as pessoas que ainda não exploram essas práticas podem ter dúvidas sobre como começar. Por isso, preparamos um post para mostrar as principais dicas para quem quiser praticar o marketing digital a partir de agora. Boa leitura!

    1. Crie conteúdo relevante

    A criação de um conteúdo é uma maneira de complementar as informações do site e atrair clientes para a sua loja. Alguns exemplos de material relevante são posts em blogs, vídeos e e-books, que são mais aprofundados e podem ser baixados pelo consumidor em potencial.

    Para produzir conteúdo relevante, você precisa criar um material que tire dúvidas das pessoas e faça com que as pessoas possam, gradativamente, entender que a sua empresa é uma referência no setor.

    Por isso, pesquise as dúvidas mais comuns envolvendo os produtos que você vende e produza conteúdo relevante em cima deles. Uma empresa que vende roupas importadas pode criar um artigo, ou vídeo, detalhando as equivalências entre os tamanhos de roupa de diferentes países, por exemplo.

    2. Use o funil de vendas

    O funil de vendas é o caminho que todo cliente atravessa, desde a descoberta da loja até a concretização de uma compra. Ele é composto por seis estágios, de acordo com cada nível do funil:

    • no topo do funil, temos a descoberta e o interesse;
    • no meio, temos consideração e interação;
    • no fundo, avaliação e compra.

    Cada estágio exige um tipo de conteúdo. No topo, temos os artigos de blog e vídeos, que despertam a curiosidade. No meio, e-books e cases de sucesso, que apresentam informações mais aprofundadas. No fundo, conteúdos que demonstrem o produto de forma prática e ajudem na decisão final de compra.

    3. Esteja presente nas redes sociais

    O “digital” em “marketing digital” não existe sem uma forte presença nas redes sociais. Afinal, elas servem para múltiplos propósitos, como:

    • divulgar novos produtos;
    • fazer enquetes;
    • interagir diretamente com as pessoas;
    • tirar dúvidas;
    • divulgar seus vídeos, posts e outros conteúdos;
    • investigar os concorrentes.

    Essas são só algumas das muitas utilidades das redes sociais. O que é importante entender é que o marketing digital simplesmente não é viável sem elas. Por melhor que seja a sua estratégia e o seu time de comunicação, esse canal não pode ser negligenciado, já que um enorme contingente de pessoas as frequenta.

    4. Domine as técnicas de SEO

    Quer que a sua empresa seja descoberta por meio de pesquisas no Google? Então, você precisa utilizar técnicas de SEO, ou Search Engine Optimization, um conjunto de ações para melhorar a sua posição nos mecanismos de busca. Algumas táticas para isso são as seguintes:

    • uso de palavras-chave de forma contínua nos textos, como “mouse gamer” ou algum outro produto;
    • conteúdo de qualidade, que realmente tire dúvidas;
    • snippets, que são parágrafos iniciais que já tiram a dúvida sobre determinados conceitos e melhoram a posição (inclusive, volte ao início desse texto para entender melhor como funciona);
    • uso otimizado de imagens, como a aplicação de legendas;
    • entre outras ações.

    5. Conte com um site responsivo

    Caso o seu objetivo seja vender na internet, você precisa oferecer um espaço adequado para as pessoas conhecerem os seus produtos e fechar negócios com a sua empresa. Isso inclui um site responsivo — e também um app que siga as mesmas características, se você quiser expandir as suas operações.

    E o que é “responsivo”, no contexto digital? Quando falamos de um site que tenha essa característica, estamos nos referindo a páginas que ofereçam uma boa navegação nos diversos dispositivos que um cliente possa utilizar: computadores de mesa, notebooks, smartphones e tablets.

    Por isso, é muito importante contar com profissionais de tecnologia da informação – TI que garantam essa responsividade. Um cliente que esteja entediado em um engarrafamento, por exemplo, pode fechar uma compra por meio do celular — desde que ele seja responsivo, isto é, tenha uma boa visualização em dispositivos móveis.

    6. Invista em anúncios

    É possível investir em anúncios pagos nas redes sociais, que têm espaços e recursos destinados para eles. Você consegue aumentar o alcance das suas publicações e propagandear produtos e serviços de maneira mais intensa.

    Ferramentas como o Google Ads e o Facebook Ads são ótimas para esse fim, já que garantem um bom alcance dos anúncios e chegam a muitas pessoas.

    Contudo, é importante não exagerar na quantidade mensal dessas publicações, já que as pessoas podem acabar se irritando ao sempre topar com um anúncio do seu negócio.

    7. Promova os conteúdos

    De que adianta produzir conteúdos caprichados, que realmente tenham potencial para vender, se eles não chegam até as pessoas? É preciso lembrar que a internet está cheia de empreendedores adotando o marketing digital, então não adianta criar conteúdo e esperar por bons resultados.

    Assim, use técnicas como as newsletters, que fazem com que os conteúdos cheguem até as pessoas, por e-mail. É possível fazer uma compilação dos melhores do mês ou até enviar aqueles que tenham a ver com o estágio do funil no qual cada pessoa se encontre.

    Nesse último caso, você pode pedir o e-mail toda vez que alguém baixar um dos seus e-books, por exemplo. Assim, quando você obtém essa forma de contato, será possível enviar mensagens personalizadas, de acordo com o interesse que a pessoa demonstrou. Investir em links patrocinados e participações nos blogs de parceiros também são alternativas interessantes.

    8. Ofereça diversos canais de contato

    Uma estratégia virtual eficiente depende da presença de vários canais de contato, como WhatsApp, e-mail, chat e redes sociais. Afinal, o marketing digital pressupõe que a empresa esteja aberta a práticas modernas: como garantir isso se a sua empresa só fornece um número de telefone, por exemplo?

    Essa tática tem até nome definido: omnichannel. Nela, a empresa oferece vários pontos de contato para que o cliente escolha aquele que preferir. Contudo, ela também tem seus desafios: é preciso ter profissionais a postos em todos aqueles canais.

    9. Monitore os resultados

    Uma ferramenta gratuita como o Google Analytics é capaz de monitorar diversas informações do seu site de vendas, como:

    • o número de visitas do seu site;
    • conteúdos com o maior número de visitas;
    • origem dos visitantes;
    • compras e produtos mais vendidos;
    • taxas de cadastro.

    Com ele, será possível monitorar tudo isso e mensurar o sucesso das suas estratégias de marketing digital. Como você viu no artigo, mesmo os iniciantes nesse universo têm diversas possibilidades para explorar o ambiente online.

    O marketing digital, assim como o uso de tecnologias de análise de dados, é o que garante que a sua empresa esteja antenada ao mercado e às demandas atuais. Independentemente do seu negócio, você poderá ter uma forte presença na internet — e lucrar com isso.

    Agora que você entrou no mundo do marketing digital, baixe o nosso e-book e aprenda como usar as ferramentas do Google para impulsionar ainda mais os seus negócios.

  • O que é marketing de referência e como aplicá-lo na empresa

    O que é marketing de referência e como aplicá-lo na empresa

    O marketing de referência é uma estratégia que se baseia nas indicações realizadas por clientes satisfeitos, que melhoram a reputação da loja por meio do boca a boca e do compartilhamento de boas experiências de compra.

    Assim, esse método se concentra em oferecer a melhor jornada de compra para cada cliente, já que a empresa se beneficia da reputação positiva que essa interação a ajuda a construir. Mas como colocar o marketing de referência em prática? Vamos conhecer as principais dicas para fazer isso!

    Foque em oferecer uma boa experiência de compra

    Sua loja aposta em programas de fidelidade atrativos e bem desenhados? Isso é ótimo, mas não adiantará muito se a experiência de compra promovida pelo negócio não for inesquecível.

    Afinal, as chances de que um cliente indique a sua loja para outro é menor caso ele consiga apenas boas condições financeiras, mas em um contexto no qual a sua loja falhe em outros aspectos essenciais de uma boa jornada de compra. Um pós-venda negligente, por exemplo, pode colocar tudo a perder.

    Por isso, é preciso abordar a experiência de compra de uma forma holística. É preciso caprichar no atendimento, ter preços e promoções atrativas e oferecer um pós-venda de respeito.

    Com todos esses elementos combinados, será bem mais fácil para um cliente recomendar o seu negócio, já que ele não terá do que se queixar em relação à empresa.

    Crie programa de indicações

    Um programa desse tipo pode ser exemplificado pela oferta de descontos em troca de indicações. Você provavelmente já se deparou com uma mensagem como “Indique um amigo e ganhe 25% em novas compras”, ou algo parecido.

    Diversas empresas fazem isso porque é um procedimento simples e que garante resultados. Afinal, clientes fidelizados sempre estarão procurando boas condições para comprar de uma empresa da qual eles já são fãs.

    Sua empresa também pode diversificar os prêmios, oferecendo serviços gratuitos e prêmios cumulativos, além dos serviços gratuitos. Outra forma eficiente de fazer isso é incentivar o compartilhamento de postagens para concorrer a brindes, o que faz com que as suas publicações tenham um alcance ainda maior.

    É importante usar a criatividade, mas de uma maneira que a iniciativa não comprometa seus lucros. Por isso, calcule o ticket médio do produto para entender o tamanho do desconto que você pode oferecer de forma vantajosa para o seu negócio.

    Aposte em programas de fidelidade

    O marketing de referência naturalmente se baseia em indicações, mas a própria empresa pode criar meios para facilitar esse boca a boca. Isso ocorre porque o marketing de referência está conectado a outra ramificação do marketing: o de fidelização.

    A fidelização de clientes é o processo de retenção dos consumidores já conquistados. Caso um cliente recomende a sua loja para outras pessoas, nada melhor do que oferecer recompensas para ele, não é mesmo?

    Por isso, é importante estabelecer um programa bem definido de indicações para que as pessoas sejam realmente estimuladas a indicar o seu negócio. Estude as melhores ações, de acordo com o perfil da sua marca, a quantidade de clientes que você já tem e alinhado às suas reservas financeiras.

    Assim, você aposta não só no marketing boca a boca, mas na retenção daquelas pessoas que jáconhecem a sua loja e que aumentam as suas receitas. Esse relacionamento próximo também é ótimo para mostrar como a empresa premia e se preocupa com os promotores da marca.

    Use as redes sociais

    Atualmente, as redes sociais são um dos principais cartões de visita de qualquer marca. Elas são importantes para reforçar a presença digital do negócio e manter a empresa no radar das pessoas.

    Como se não bastasse, essas plataformas também são ótimas para colocar o marketing de referência em prática. Quando um cliente quer indicar um produto para um amigo, é bem provável que ele tire um print de uma das páginas ou faça marcações individuais.

    Por isso, estar nas redes é outra maneira de garantir que seu negócio seja indicado. É importante não exagerar nas publicações: crie um cronograma (uma postagem por dia é o suficiente) e tire um tempinho para conversar diretamente com seus clientes, para entender suas dores, necessidades e desejos.

    Invista na qualidade do atendimento

    Em pleno século XXI, não existe uma boa experiência de compra sem um atendimento de qualidade. Os colaboradores devem estar dispostos a tirar dúvidas, ajudar no pós-venda e interagir com os clientes nas redes sociais — sempre de forma educada e atenciosa.

    Você já deve ter ouvido um relato de alguém que elogiava os produtos de uma empresa, mas também destacava o seu péssimo atendimento. Que tal oferecer os dois e deixar essa concorrente pelo caminho?

    Conte com a ajuda de influenciadores

    Outra maneira de utilizar a internet para turbinar as indicações é contar com a ajuda de influenciadores. Esse trabalho pode ser mais indireto, como um acordo para que o influencer compartilhe alguns posts, ou um endosso direto.

    Você pode até mesmo utilizar influencers como embaixadores da marca. Muitas dessas pessoas têm uma legião de seguidores nas redes sociais, que terão ao menos curiosidade de experimentar o que você vende.

    Uma boa ideia é escolher alguém que tenha a ver com o nicho que você explore. Influenciadores que gostem de falar de games e computadores, por exemplo, podem ser procurados por empresas que vendem produtos relacionados a esse universo.

    Capte depoimentos

    Colete o depoimento dos clientes e publique os positivos nas suas redes sociais e no site oficial do negócio. Caso você não consiga convencer muitas pessoas a fazer isso de forma espontânea, ofereça descontos ou brindes especiais.

    Outra maneira de reforçar esse contato com os clientes é compartilhar os posts nos quais eles marcam a empresa, como quando as pessoas mostram algo que compraram. Desse modo, a marca mostra que presta atenção às pessoas que fazem o negócio crescer e as valorizam.

    Também é interessante interagir com os clientes nas redes sociais e perguntar sobre o que eles mais gostaram no produto adquirido e a experiência de compra. Ter uma pessoa de carne e osso ressaltando a qualidade das suas mercadorias e do seu atendimento é uma das melhores maneiras de promover o negócio.

    Agora que você entendeu o que é o marketing de referência e seus benefícios, já sabe como começar a implementá-lo em seu negócio. A estratégia é razoavelmente barata, já que depende de elementos como um bom atendimento, uma experiência de compra e a utilização de redes sociais, sendo que nenhuma dessas estratégias demanda muitos investimentos.

    Gostou do artigo e quer melhorar as suas estratégias virtuais como um todo? Então, baixe agora mesmo o nosso e-book sobre transformação digital!

  • Como usar as estratégias cross selling e up selling na prática

    Como usar as estratégias cross selling e up selling na prática

    Empreendedores só sobrevivem em um mercado competitivo quando conseguem desenvolver maneiras criativas de expandir as suas vendas. Um meio de conseguir isso é turbinar o interesse de clientes por produtos que sejam similares ao que ele procura.

    Nesse cenário, duas práticas se destacam: o cross selling e o up selling. Enquanto a primeira foca nas compras conjuntas, a segunda estratégia oferece um item de maior qualidade, mas em condições vantajosas para o consumidor. Continue a leitura do nosso artigo para entender melhor os conceitos!

    Quais são as diferenças entre cross selling e up selling?

    Cross selling, que em livre tradução pode significar venda cruzada, consiste em oferecer ao consumidor outros produtos relacionados com o item que ele pretende comprar na sua loja online.

    Portanto, caso você se depare com uma frase como “Compre junto”, temos aí um exemplo claro de cross selling, muito utilizada nos e-commerces.

    Já o up selling consiste em oferecer ao comprador um desconto para que ele troque o produto escolhido por um superior exatamente neste momento antes de ir ao checkout.

    É possível ver essa técnica aplicada em diversos varejistas e marketplaces, já que é uma estratégia consolidada para incentivar a compra de itens mais caros e render maiores lucros para a empresa.

    O segredo é complementar o item procurado com outras mercadorias que façam sentido para os compradores.

    Um exemplo: você precisa de um tênis para correr. Você visita o site da loja e escolhe um modelo mais simples. Contudo, na hora do checkout, aparece um pop-up informando que você acabou de ganhar um cupom de R$ 100 para adquirir uma versão melhorada do seu item. Nesse caso, temos o up selling.

    Como adotar essas estratégias em sua empresa?

    Agora, entenderemos como aplicar essas estratégias de maneira efetiva em sua empresa, de modo natural e sem forçar sugestões que possam irritar clientes.

    Conheça bem o seu público

    Conhecer bem o seu público é uma dica que vale para todas as estratégias de negócio, mas é ainda mais importante quando seu objetivo é turbinar as compras. Para que tanto o up como o cross selling sejam viáveis, a confiança mútua entre empresa e cliente é o componente principal.

    Afinal de contas, o vendedor vai, por meio de uma abordagem consultiva, oferecer mercadorias ou serviços que se encaixam às necessidades do cliente e tenham a ver com as suas necessidades atuais. Isso só é possível quando o empreendedor mapeou os problemas do consumidor durante a negociação.

    Caso o vendedor, por descuido ou má fé, faça ofertas completamente descoladas da realidade do cliente apenas para lucrar mais naquela negociação, isso demonstra que ele não está atento ao contato e às necessidades do cliente.

    Nesse caso, fica mais difícil estabelecer uma parceria com base na confiança mútua, uma vez que o cliente entende que ele é só mais um número para aquela empresa.

    Com essa perda na confiabilidade, as chances de realizar uma venda diferenciada são reduzidas. Por isso, é muito importante conhecer o público e prestar atenção ao que ele diz.

    Ofereça apenas produtos relevantes

    Essa dica complementa o tópico anterior: só ofereça produtos que realmente façam sentido para os clientes! Por isso, nada de forçar compras com itens muito diferentes entre si. Um consumidor que esteja comprando um notebook, por exemplo, não pode receber bem uma oferta de um novo jogo de toalhas.

    Seja por meio do uso de ferramentas que ajudem a identificar padrões de consumo, como tecnologias de análise de dados como o Big Data, seja pelo estudo manual do histórico de compras, os empreendedores têm a obrigação de pensar bem nas estratégias de venda cruzada e up selling.

    Conduza as negociações com honestidade

    Tanto no cross como no up selling, é preciso ter controle para não perder a mão. Assim, nada de oferecer dezenas de produtos semelhantes, já que os consumidores podem perder o foco ao verificar todas as opções que apareceram — e desistir de qualquer compra.

    Por isso, ofereça sugestões mais enxutas, priorizando poucos produtos, mas que tenham a ver com o que o consumidor procura. Nesse caso, você sugere apenas o que tem potencial real de venda, em vez de arriscar perder aquele negócio (e aquele cliente).

    Oriente-se por dados

    As ferramentas de análise de dados, como o Big Data e o Business Intelligence, podem identificar informações como os períodos do ano nos quais clientes estão mais suscetíveis a aceitar essas sugestões e fechar compras mais lucrativas.

    Essas ferramentas buscam as informações diretamente na fonte, isto é, no histórico digital da empresa. Assim, é possível traçar tendências de acordo com a própria trajetória da empresa, sem achismos.

    Fique por dentro das oportunidades

    Uma oportunidade para aplicar o up selling, por exemplo, pode se apresentar mesmo antes da concretização da venda. Isso pode ocorrer durante a qualificação do lead ou durante as negociações de compra.

    Quando a empresa utiliza um CRM, é possível registrar as etapas daquele lead em relação à compra. Essa tecnologia é importante porque mapeia todos os passos do consumidor durante a jornada, proporcionando um conhecimento e a consulta de todo o processo.

    Já em relação ao cross selling, a empresa que acompanha bem os seus clientes fidelizados pode acompanhar sua trajetória e registrar o hábito de acrescentar novas compras no carrinho na hora do checkout.

    Desse modo, a empresa pode programar esse momento para que os pop-ups oferecendo novas condições para todos os clientes que sigam essas características. O importante é que empreendedores estejam atentos a maneiras criativas de incrementar a compra, mas sem lesar o cliente.

    Como pudemos ver, o cross selling e up selling são duas ótimas maneiras de oferecer condições atrativas de compra, elevar os lucros e ainda mostrar que a sua empresa conhece bem o cliente que visita a sua loja online. Afinal, as sugestões devem levar em conta as suas dores e necessidades, o que demonstra que os gestores estão atentos aos diferentes perfis de clientes.

    Para complementar as suas estratégias de venda e captação de clientes, não deixe de conferir o nosso guia de gestão comercial!

  • Storytelling em vendas: 3 inspirações para destacar sua empresa no mercado

    Storytelling em vendas: 3 inspirações para destacar sua empresa no mercado

    Você conhece o poder que há por trás do ato de contar de histórias? Estudos indicam que quanto mais convincente é a narrativa, mais empáticos os ouvintes se tornam. Por esse motivo investir em storytelling para ações de vendas é tão importante, pois há um grande potencial de influência nas pessoas.

    De forma simples, por meio do impacto nas emoções e sentimentos humanos, o storytelling pode criar uma conexão direta entre uma marca e seu cliente em potencial, influenciando sua opinião ou até mesmo fazendo com que tome determinada decisão.

    Confira a seguir o que é storytelling em vendas e conheça exemplos reais para engajar e lucrar mais!

    Afinal, o que é e qual a importância do storytelling em vendas?

    Storytelling é um termo em inglês composto pela junção de duas palavras: “story”, de história, e “telling” de contar. Portanto, significa contação de histórias. 

    Para o mundo corporativo, o storytelling consiste no desenvolvimento de uma boa narrativa com capacidade de envolver e gerar empatia no interlocutor com as dores solucionadas pelo produto ou serviço oferecido pelo seu negócio. Isso agrega mais valor tanto para seu público quanto para sua marca.

    Dessa forma, quando utilizado para ações de vendas, é preciso estratégia na hora de contar uma boa história que converta um potencial cliente em consumidor fiel. Mas quais são os benefícios para o seu negócio? Por meio de histórias credíveis, com entretenimento, educacionais, relacionáveis, organizadas e memoráveis, você pode:

    • engajar seus clientes;
    • criar conexão com seu público;
    • trocar experiências,
    • criar identificação;
    • gerar uma imagem positiva da sua marca.

    Exemplos de sucesso de aplicação do storytelling nas empresas

    Para você se inspirar, confira alguns exemplos de empresas que obtiveram sucesso na aplicação do storytelling.

    1. Huggies

    “Hugs” é uma palavra em inglês que significa “abraços”. Através deste conceito, a empresa desenvolveu uma campanha baseada em storytelling utilizando uma pesquisa que indica a importância do abraço na melhora da saúde dos bebês. Isso trouxe como resultado um aumento de 30% nas vendas daquele ano.

    2. Airbnb

    A empresa transborda storytelling nas suas campanhas, criando narrativas da vida de seus anfitriões para que os viajantes possam se interessar pelas experiências e sensações que poderiam experimentar.

    Com a campanha “pertença a qualquer lugar”, lançada em 2016, a Airbnb conseguiu arrecadar mais de 1 milhão de dólares para ajudar a The UN Refugee Agency. 

    3. Heineken

    Com uma campanha baseada em storytelling em que a empresa seria patrocinadora da Champions League em 2016, a Heineken encantou seu público feminino. Desconstruindo o senso comum de que mulheres não gostam de futebol, lançou a campanha “The cliche” em que as mulheres se “vingam” de seus namorados ao assistir à final do campeonato.

    O que considerar na hora de adotar essa estratégia nas vendas?

    Para desenvolver campanhas de storytelling para vendas e atingir os melhores resultados possíveis, você precisa:

    • conhecer o perfil do seu cliente e adaptar sua história a ele;
    • definir sua mensagem e objetivo principais;
    • planejar e construir uma boa estrutura de storytelling, com início, meio e fim bem definidos; 
    • envolver seu público por meio da transmissão de emoções positivas.

    Agora você já pode dizer que conhece tudo sobre o conceito, qual a importância e os benefícios que o storytelling em vendas pode proporcionar para o seu negócio, assim como alguns exemplos de inspiração de empresas que aplicaram campanhas de sucesso baseadas nessa estratégia.

    Gostou do nosso post e quer descobrir 5 técnicas de storytelling para implementar no seu negócio? Leia nosso artigo que aborda este assunto!

  • PNL em vendas: como funciona e quais os seus benefícios

    PNL em vendas: como funciona e quais os seus benefícios

    Um dos maiores desafios para qualquer empreendedor é lidar com um cliente resistente ou um consumidor em potencial que precisa de uma dose extra de convencimento para fechar um negócio. Com o tempo, técnicas de persuasão surgiram para ajudar os vendedores.

    É o caso da aplicação do conceito de Programação Neurolinguística, que surgiu no campo da psicologia. Com a implementação da PNL em vendas, empreendedores se tornaram mais persuasivos na hora de convencer os clientes a comprarem algo. Neste post, falaremos mais sobre essa técnica e como aplicá-la na empresa. Boa leitura!

    O que é a PNL?

    A sigla significa Programação Neurolinguística, um conceito que surgiu na década de 1970 para traçar padrões para diferentes terapias. Segundo essa estratégia, quando a aplicamos nas vendas, a comunicação efetiva entre as pessoas será bem-sucedida, quando vendedores entenderem os valores do cliente em potencial e se comunicar por meio deles, é mais fácil fechar negócio.

    Assim, os empreendedores entendem a maneira de ver o mundo do cliente e conseguem compreender seus problemas, avaliar soluções e, de modo geral, pensar como aquela pessoa. A PNL tem ganhado cada vez mais espaço no comércio por melhorar a comunicação entre as partes.

    O seu diferencial é que, quando bem aplicada, a PNL agrega valor para o cliente. Ela não se limita a comercializar produtos e coletar o lucro das transações, mas de proporcionar soluções que gerem um relacionamento duradouro com a empresa.

    Ela é aplicada por meio de iniciativas que envolvem desde a leitura corporal até a utilização de gatilhos mentais, por exemplo. Contudo, ela só é útil para a empresa quando os empreendedores conseguem se comunicar bem e convencer as pessoas de que os produtos adquiridos são necessários, e não supérfluos.

    Como usar o PNL em vendas na prática?

    Com o conceito de PNL entendido, agora é o momento de mostrar como implementá-la efetivamente na empresa.

    Identifique o perfil do cliente

    A PNL é focada na boa comunicação. Contudo, as pessoas têm perfis diferentes, então uma técnica padronizada pode não funcionar para todo mundo. Portanto, é essencial identificar o perfil daquele consumidor no início do contato.

    Caso a empresa faça uso de tecnologias de análise de dados, como Big Data ou Small Data, poderá rastrear o histórico daquele consumidor e conferir a sua média habitual de compras, além de estudar que tipo de produtos ele costuma adquirir.

    No caso dos leads, ou clientes que ainda não compraram nada da empresa, esse reconhecimento terá que ser feito durante a conversa. Por isso, uma boa dica é treinar a equipe em cursos e palestras destinadas ao empreendedorismo, que focarão nas técnicas de conversão.

    Use os gatilhos mentais

    Os gatilhos mentais são, basicamente, técnicas de persuasão que apelam ao emocional das pessoas. Um clássico exemplo é abordar uma sensação de escassez: quando os clientes leem anúncios como “Últimas unidades” ou “Tempo limitado de promoção”, muitos deles sentirão a urgência para comprar logo.

    Os gatilhos são importantes porque ajudam os vendedores a convencerem as pessoas de que eles precisam de um produto. Contudo, para ter um relacionamento duradouro com o consumidor, essa conversão deve ser acompanhada pela descrição das mercadorias, para que as pessoas entendam que elas agregam valor.

    Outros gatilhos mentais bastante utilizados no comércio são os seguintes:

    • urgência;
    • autoridade (ao enfatizar como a empresa é uma referência no mercado);
    • antecipação;
    • novidade;
    • exclusividade.

    Estabeleça um rapport

    O rapport é a capacidade de agir de forma empática, em sintonia com as necessidades do cliente. É a capacidade de encontrar interesses e problemas em comum para desenvolver uma negociação fluida.

    Quando vendedores conseguem estabelecer um rapport adequado, os clientes se sentem mais à vontade, como se estivessem conversando com uma pessoa que lidou com os mesmos problemas e conseguiu solucioná-los.

    Assim, o cliente terá mais confiança no que o empreendedor diz e as chances de comprar algo aumentam. Por isso, nada melhor do que estudar bem as mercadorias e serviços oferecidos, até mesmo para acumular histórias de uso que mostrem os diferenciais daquele produto.

    Avalie a linguagem corporal

    Naquelas negociações que ocorrem em ambientes físicos, é possível observar a linguagem corporal do cliente. Contudo, posturas clássicas como braços cruzados não necessariamente significam que aquela pessoa está “fechada” para compras: pode ser apenas um hábito ou até mesmo uma reação ao clima frio.

    De qualquer modo, é possível analisar o ambiente e o desenrolar da conversa. Isso também serve para vendas online. Quando o consumidor demora muito para responder e o faz com monossílabos, talvez seja o momento de priorizar leads mais avançados.

    Crie âncoras

    Na PNL, criar âncoras significa evocar sentimentos, geralmente positivos, que ajudem os vendedores na hora da negociação. As emoções podem ser despertadas tanto nos clientes como nos empreendedores.

    Uma maneira de fazer isso é associar o produto desejado a bons sentimentos. Um vendedor que esteja tentando convencer o cliente a comprar uma piscina ou uma grelha, por exemplo, pode abordar a capacidade de reunir a família e amigos em volta daquele produto.

    Outra maneira é associar a indecisão de compra aos sentimentos de incerteza. Nesse caso, o vendedor se coloca no cliente, ressaltando que entende que os custos podem ser um impecilho, mas listando as características agregadas daquele produto logo em seguida.

    Quais são os benefícios do PNL em vendas?

    A PNL, quando aplicada de forma holística, traz muitas vantagens para a empresa, que vão além do crescimento das vendas. Outros benefícios que podemos destacar são:

    • crescimento da performance dos colaboradores, que se tornam mais versáteis para abordar diferentes tipos de pessoas;
    • expansão do negócio;
    • desenvolvimento de um relacionamento mais próximo com o cliente, quando os vendedores conseguem explicar como determinados produtos e serviços melhorarão sua vida;
    • autoconhecimento, já que os vendedores podem descobrir novas habilidades e aprimorá-las;
    • atingir as metas;
    • instaurar novos hábitos na empresa, com a PNL sendo assimilada aos poucos pela cultura organizacional;
    • melhoria na comunicação, tanto interna (uma vez que os vendedores podem ser estimulados pela gerência para trocar ideias entre eles) como externa;
    • boa capacidade para lidar com clientes mais resistentes;

    Como vimos no artigo, a PNL em vendas já é uma realidade. O sucesso da estratégia se explica pela versatilidade, com muitas opções para aplicá-la negócio. Outra forma interessante de usá-la é por meio do storytelling, tanto falado como escrito, que ajuda a vender produtos por meio de histórias envolventes.

    Gostou do artigo e quer conferir outros conteúdos para otimizar as suas estratégias de divulgação e vendas? Então, confira o nosso guia de planejamento de marketing!

  • 4 estratégias para redes sociais em datas comemorativas

    4 estratégias para redes sociais em datas comemorativas

    Garanto que você tem alguma data comemorativa que fica aguardando chegar o ano inteiro, não é mesmo? Esses momentos mais esperados do ano são excelentes oportunidades para quem tem um negócio e deseja impulsionar suas vendas.

    Segundo o relatório Webshoppers da Ebit | Nielsen, somente para o e-commerce brasileiro em 2021, 34% de seu faturamento veio de datas comemorativas. Assim, para aproveitar o enorme potencial desses momentos, é essencial que você tenha boas estratégias para redes sociais, o que vai ajudar o seu negócio a destacar-se dos concorrentes e a se conectar com seu público.

    Confira abaixo as principais estratégias para redes sociais em datas comemorativas!

    Qual a importância de boas estratégias em datas comemorativas e grandes eventos?

    Muitas datas comemorativas têm grande apelo comercial e cultural, como a Black Friday, o Natal, a Páscoa, o Dia das Mães, o Dia dos Namorados ou até mesmo grandes eventos como a Copa do Mundo. 

    Isso faz com que as pessoas estejam mais dispostas a gastar nestes períodos do ano, seja para presentear alguém ou até mesmo para aproveitar as ofertas e descontos exclusivos do momento e comprar algo para si. 

    Assim, ter um bom planejamento de estratégias para redes sociais, como criar conteúdos criativos, relevantes e que se destaquem dos seus concorrentes nesses períodos do ano pode ajudar seu negócio a atrair novos clientes, engajar seu público e ainda criar interações.

    Ah, vale lembrar que as principais datas comemorativas para o varejo alavancar suas vendas e expandir ainda mais os negócios são:

    • Páscoa;
    • Dia da Mães;
    • Dia dos Namorados;
    • Dia dos Pais;
    • Dia das Crianças;
    • Halloween;
    • Black Friday;
    • Natal.

    Afinal, quais são as principais estratégias para redes sociais em datas comemorativas?

    Confira aqui uma série de dicas que vão ajudar seu negócio a aproveitar o potencial destas datas importantes e criar boas estratégias para redes sociais.

    1. Escolha as datas mais relevantes para o seu negócio e o nicho em que atua

    Reúna todas as datas comemorativas relevantes para o contexto do seu negócio e seus clientes ideais, considerando o perfil do seu público , os produtos e serviços que podem ser comercializados. Depois, separe as mais importantes que têm potencial para serem trabalhadas. 

    2. Prepare-se com antecedência

    Organize as datas selecionadas em um calendário e entenda o potencial que cada rede social tem para oferecer, para que você tenha tempo de pensar e executar as ações necessárias. Isso vai ajudar sua empresa a avaliar em quais canais vale a pena investir e quais ações executar.

    3. Ofertas e descontos especiais 

    Crie promoções exclusivas alinhadas ao seu negócio e consumidor final. Alguns exemplos podem ser:

    • utilizar a técnica de ‘‘escassez”;
    • descontos;
    • combos;
    • cupons;
    • brindes;
    • frete grátis ou diferenciado;
    • cashback.

    4. Produza conteúdos relevantes, de qualidade e inovadores

    Para conquistar a atenção, e principalmente o engajamento do seu público dentre tantas publicações no feed, crie em conteúdos alinhados com as necessidades dos seus consumidores e as tendências de mercado. Saia do óbvio, use a criatividade!

    Agora que você já sabe as principais estratégias para redes sociais em datas comemorativas e os benefícios que elas podem trazer para seu negócio, você poderá aproveitar ao máximo o potencial que estes momentos especiais do ano têm a oferecer.

    Curtiu este conteúdo? Então, aproveite para baixar o nosso infográfico e se prepare para as datas comemorativas!

  • 6 dicas para acertar nos preparativos de Natal da sua loja!

    6 dicas para acertar nos preparativos de Natal da sua loja!

    Os preparativos para o Natal marcam, para empreendedores, o início da data comemorativa mais importante do ano. Para não se afundar em trabalho de última hora, é necessário planejar as suas ações desde já.

    Para MEIs, isso é ainda mais importante, já que muitas dessas pessoas trabalham sozinhas e precisam cuidar de todas essas etapas. Por isso, preparamos algumas dicas para que você consiga colocar em prática as suas estratégicas de maneira progressiva, sem toda aquela correria de dezembro. Boa leitura!

    1. Analise períodos anteriores

    Você deve analisar os dados do mesmo período no ano anterior para conseguir traçar alguns padrões. Quais foram os produtos mais vendidos? Qual é o perfil predominante entre as pessoas que os compraram? Qual foi o valor médio das vendas?

    Com esses dados em mãos, será bem mais fácil se preparar para este ano. Uma boa ideia é utilizar o produto que foi o campeão de vendas no período anterior e já começar as suas divulgações natalinas por ele. Assim, você consegue sentir se a aceitação desse ano será a mesma.

    Caso você não tenha os dados do Natal passado ou a sua loja ainda seja muito recente, você também poderá analisar os produtos mais vendidos ao longo da vida do empreendimento. Faça postagens no Instagram, por exemplo, perguntando o porquê de as pessoas gostarem tanto das mercadorias mais vendidas.

    Com base nas respostas, será possível turbinar as suas estratégias para esse ano. Se você tem um e-commerce, o Google Analytics é uma ferramenta acessível para qualquer profissional, até porque é gratuita. Por meio dela, será possível monitorar as visitas do site, a região dos acessos e os horários de pico para fazer postagens, por exemplo. É possível encontrar diversos tutoriais no YouTube para dominar a ferramenta.

    2. Programe as compras

    Como a sua preparação começa antes, você terá a oportunidade de negociar preços e condições melhores com os fornecedores. Afinal, caso você deixe para comprar tudo na última hora, corre o risco de que seus parceiros tenham poucas unidades no estoque ou que exijam valores mais altos para cumprir a demanda.

    Além disso, adiantar a sua demanda é uma boa maneira de não ter que lidar com atrasos de última hora, que podem gerar uma avalanche de clientes indignados com a demora para a entrega.

    Por isso, programe as compras, sempre considerando o prazo para que elas possam chegar e você consiga organizar o estoque. Também é preciso ter em mente que esse trabalho não é simples: é preciso catalogar as quantidades de mercadorias e ainda conseguir um lugar adequado para que elas fiquem, sem deteriorar.

    3. Cuide do estoque

    Do mesmo modo que você tem que se preocupar com o fornecimento, também precisa tomar conta do próprio estoque. Imagine o constrangimento de ficar meses divulgando um determinado produto e ele sumir das prateleiras, sem perspectiva de reposição?

    Esse é o tipo de gafe que pode causar danos à reputação do negócio. A sua empresa pode ficar conhecida como “aquela loja que promete muito e não tem o produto depois”. Por isso, só divulgue o que realmente tem para vender!

    Uma maneira de controlar o estoque com eficiência é contar com um sistema de gestão integrado, também conhecido como ERP, sigla de Enterprise Resource Planning. Ele não só centraliza as informações de produtos, como ainda tem módulos específicos de vendas para você controlar suas transações e lucros.

    4. Pense nas promoções

    Podemos dizer que o Natal é uma época na qual as pessoas são obrigadas a comprar. Sim, obrigadas: afinal, ninguém quer deixar os familiares sem ao menos alguma lembrancinha em uma das datas mais celebradas por ano.

    Assim, essas pessoas serão bombardeadas com estímulos vindo de todos os lugares. Na internet, na televisão, na rua… em qualquer lugar, será possível encontrar opções de presentes de Natal. Isso torna mais difícil para qualquer empresa se destacar, uma vez que a concorrência estará ainda mais acirrada.

    Uma maneira de chamar a atenção das pessoas é justamente oferecer as melhores condições para adquirir produtos. Realize promoções que realmente façam a diferença no bolso das pessoas, mas sem deixar de lado a sua lucratividade.

    5. Prepare a precificação

    Depois do que apresentamos no tópico anterior, a precificação é o próximo passo lógico na estratégia. Verifique os dados relacionados à lucratividade ao longo do ano para entender como precificar sem afugentar o cliente, mas mantendo a sua margem de lucro.

    Promova preços especiais para condições do tipo “pague 3 e leve 2”, focando em presentes que sirvam para toda a família. Para complementar essa estratégia, ofereça diversas modalidades de pagamento: assim, as pessoas não deixarão de levar mais de um produto pela impossibilidade de fechar a compra.

    6. Divulgue na internet

    Não tem segredo: se você quer colher bons resultados no Natal, você precisa divulgar sua empresa na internet. Lembre-se de que é muito fácil para o consumidor comprar produtos, principalmente na data mais celebrada no ano. Por isso, você tem que chamar a atenção para a sua loja.

    Como o Natal atrai muita gente para as lojas físicas, causando transtornos e estresse nas calçadas com o excesso de pessoas, muitos consumidores preferem comprar seus produtos pela internet e evitar a bagunça.

    Assim, há um grande mercado a ser explorado. Assim, será preciso caprichar nas redes sociais, divulgando os produtos, os diferenciais e as boas condições de compra. Use o Instagram, por exemplo, para apresentar fotos, com os stories sendo uma opção de vídeos curtos.

    Caso você tenha algumas economias, vale a pena pensar em campanhas pagas nas redes sociais, como no Facebook e Instagram, ou pela parceria com influenciadores digitais que atuem em plataformas como YouTube e Twitter.

    Isso traz maior engajamento para a sua marca, já que muitas pessoas ficarão curiosas para conhecer suas mercadorias. Você pode até tentar acordos com esses influencers, como oferecer uma porcentagem das vendas ou itens da própria loja.

    Como vimos no artigo, a hora de pensar nos preparativos para o Natal é agora. Caso você deixe tudo para mais tarde, corre o risco de lidar com fornecedores atarefados e praticando preços mais altos, dificuldade de lidar com o estoque e a logística e programar estratégias. Por isso, siga essas dicas para não errar em seu planejamento.

    Caso você tenha gostado do artigo, aproveite a visita para baixar o nosso e-book sobre estratégias de marketing que vendem!