Categoria: Marketing

  • 4 dicas para implementar o marketing de indicação no seu negócio

    4 dicas para implementar o marketing de indicação no seu negócio

    O marketing de indicação é uma estratégia para gerar vendas a partir dos seus clientes atuais. A empresa utiliza a sua carteira ativa de consumidores para gerar novas oportunidades de negócios a partir daqueles que compram e confiam na marca.

    Afinal, ninguém melhor para promover os seus produtos do que aqueles que gostam o bastante deles para comprá-los mais de uma vez, não é mesmo? Neste post, mostramos as 4 etapas para implementar o marketing de indicação no seu negócio. Confira!

    1. Descubra onde estão os promotores da marca

    Você sabe quem são os seus clientes fidelizados, os promotores da marca? Aqueles que compram de maneira regular e confiam nos seus produtos? Caso a resposta seja não, agora é um bom momento para mapear essas pessoas e ter melhores resultados.

    Tecnologias como o Customer Relationship Management – CRM e os softwares integrados de gestão reúnem essas informações. Do mesmo modo, ferramentas como o Big Data são capazes de rastrear o histórico digital da companhia para encontrar padrões.

    Vendedores, que estão em contato direto com os clientes, também saberão indicar os clientes fidelizados. Outra maneira é utilizar a métrica conhecida como NPS, o Net Promoter Score, que mede a satisfação dos consumidores.

    Você já deve ter topado com a pergunta “De 0 a 10, qual é a probabilidade de que você indique a nossa empresa”, certo?

    Essa é a pergunta que mede o NPS. Esse método é simples, mas como a métrica é fácil de analisar, será possível mapear quem deu notas altas nesse teste — e correr atrás deles para elaborar seu programa de indicações.

    2. Crie um programa de indicações

    O primeiro passo para desenvolver um programa é escolher os parâmetros. Algumas perguntas que podem ajudar nesse momento:

    • Quais serão as regras?
    • Quando o cliente ganha algo?
    • Ele ganha apenas ao indicar o seu negócio?
    • Ou ele ganha quando a pessoa indicada fechar a compra?

    3. Defina as recompensas

    O segundo é a escolha da recompensa, que deve ser muito bem pensada para atrair clientes com possibilidades de fidelização — e não somente aqueles que estão atrás de qualquer promoção.

    Você precisará definir um benefício para quem indicar e também para a pessoa indicada. Pense em algo que tenha a ver com o seu negócio e engloba os interesses do seu público-alvo. Uma empresa que vende roupas, por exemplo, pode oferecer alguns itens cobiçados de vestuário.

    Já uma empresa que vende peças de computador pode oferecer algo que esteja no radar do seu público-alvo, como um ano de assinatura do novo Windows. Certifique-se de que a recompensa não seja aleatória, uma vez que ela precisa ser atrativa para gerar indicações.

    4. Escolha os canais de comunicação

    O último passo é utilizar todos os canais de comunicação disponíveis da sua empresa para potencializar os resultados da sua estratégia de marketing de indicação, como WhatsApp, e-mail e redes sociais. Não deixe de ler o nosso post sobre o marketing omnichannel para entender melhor essa etapa.

    Para mensurar os resultados, é importante registrar o número de clientes conquistados com essa estratégia. Além disso, capriche na jornada de compra com os consumidores indicados para que eles também se tornem promotores da marca em um futuro próximo.

    Como pudemos ver no artigo, o marketing de indicação é uma estratégia que leva em conta a própria carteira de clientes da empresa. Assim, não só a empresa sai ganhando, mas também o cliente fidelizado e o novo consumidor conquistado, que têm a chance de ganharem recompensas atrativas.

    Gostou do artigo e quer conhecer outras estratégias para complementar o seu projeto? Então, leia o nosso post sobre marketing de relacionamento!

  • Pesquisa de mercado: o que é e como fazer

    Pesquisa de mercado: o que é e como fazer

    Uma pesquisa de mercado é o mapeamento de informações importantes para a atuação de um empreendedor. Por meio dela, é possível descobrir os hábitos do seu cliente, por exemplo, além dos diferenciais do seu principal concorrente.

    As pesquisas podem ser de diferentes tipos e podem ser feitas de formas diversas, porém, o seu objetivo continua sendo o mesmo: munir a sua empresa de informações. Os dados são essenciais para garantir um bom planejamento e auxiliar nas tomadas de decisões assertiva.

    E para descobrir como fazer uma pesquisa de mercado de maneira simples, basta ler o artigo que preparamos para te ajudar!

    Diferentes tipos de pesquisas

    As pesquisas de mercado podem ser de diferentes tipos e variam de acordo com o objetivo de uma empresa. Por isso, não existe uma fórmula certa ou errada para realizar esse procedimento, afinal, cada negócio tem suas próprias necessidades e objetivos.

    Porém, por mais que exista uma grande variedade de pesquisas no mercado, ainda é possível destacar as principais. São elas:

    • Força da marca: conferir a opinião dos seus clientes em relação à sua marca comparada com outras empresas;
    • Hábitos do cliente: descobrir o gosto dos seus compradores no momento de adquirir novos produtos;
    • Satisfação dos funcionários: essa pesquisa é interna, e voltada para descobrir a opinião dos seus colaboradores sobre como é o clima organizacional e o ambiente de trabalho;
    • Satisfação dos clientes: medir o nível de satisfação dos clientes em relação aos seus produtos e serviços, para encontrar pontos fracos e implementar melhorias.

    Como fazer uma pesquisa

    As pesquisas de mercado podem ser feitas de diferentes formas, porém, no geral, um questionário é dado para um grupo de pessoas selecionado. Ele pode ser respondido tanto pela internet ou presencialmente, dependendo da forma de atuação da empresa e do objetivo da pesquisa.

    Para criar uma pesquisa, é necessário contar com uma série de informações básicas, sendo que algumas das mais relevantes entre elas são:

    • Objetivo: definir o que será objeto da pesquisa, se é saber sobre a qualidade de um produto, conhecer a opinião dos clientes sobre o empreendimento, entender as necessidades dos consumidores, entre outros;
    • Público-alvo: definir se serão clientes, fornecedores ou grupos que irão responder à pesquisa;
    • Amostra: o número de pessoas que serão contempladas na pesquisa;
    • Perguntas: quais perguntas serão feitas (dê preferência para as simples);
    • Realização: a aplicação da pesquisa de fato;
    • Análise: checagem das informações obtidas, para auxiliar na tomada de decisão das empresas.

    Hoje, existem algumas ferramentas digitais, como formulários pré-existentes, que podem auxiliar nesse processo. Como podemos ver construir uma pesquisa, não chega a ser trabalhoso, só basta direcionar as perguntas para as pessoas corretas, a fim de extrair as informações.

    Por que eu deveria fazer uma pesquisa de mercado

    Muitos acreditam que as pesquisas de mercado não têm valor, afinal, verificar opiniões de terceiros pode não agregar valor ao seu negócio. Porém, esse é um erro gigantesco, afinal, é preciso entender como a concorrência e os seus clientes se comportam.

    É necessário conhecer o seu campo de atuação, para evitar que decisões equivocadas sejam tomadas. Sem as informações corretas para agir, provavelmente, você será deixado para trás e não conseguirá identificar quais os erros que cometeu ou o quais as necessidades dos clientes que não atendeu.

    Entender o comportamento do mercado, as tendências do negócio para mudar a sua estratégia de acordo com a situação é essencial para a sobrevivência da empresa. E para isso, é necessário contar com as informações obtidas por meio de uma pesquisa de mercado bem estruturada e realizada.

    No mais, nosso artigo fica por aqui, e se você quer conferir mais posts sobre empreendedorismo,  acesse o nosso blog para saber mais!

  • 5 dicas para desenvolver habilidades de venda

    5 dicas para desenvolver habilidades de venda

    Desenvolver habilidades de vendas é essencial para que o seu negócio consiga os resultados que tanto deseja. Porém, a qualificação não é tão simples de ser conseguida, afinal é necessário treinamento durante todas as suas etapas.

    Contudo, o desenvolvimento de novas habilidades ainda pode ser conseguido de maneira prática. Seguindo as dicas corretas, os seus números devem melhorar ao implementar algumas mudanças básicas de comportamento.

    Conheça 5 dicas para desenvolver habilidades de vendas, lendo o artigo que preparamos para te ajudar. Confira!

    1. Conheça bem o que você está vendendo

    Convencer alguém de que o seu produto é bom, sem conhecê-lo, é uma tarefa quase impossível. Por isso, é extremamente importante que os vendedores saibam até mesmo os mínimos detalhes relacionados aos serviços oferecidos por uma empresa.

    Isso ajuda o vendedor a responder às dúvidas que podem surgir relacionadas ao produto, o que transmite mais credibilidade sem fazer propaganda enganosa. Porém, para que isso aconteça é necessário estudo e um bom treinamento efetivo por parte dos gestores.

    Desenvolver habilidades de vendas sempre vai passar pela qualificação profissional da equipe comercial. Os gestores que entendem a importância do investimento nos funcionários como solução para melhorar as vendas conseguem registrar melhores resultados.
    Para isso, é possível apostar em cursos sobre as especificações e uso dos produtos, ou ainda na contratação de uma equipe especializada em treinamento de vendas. Além disso, se você for um bom vendedor, é interessante ministrar uma palestra para melhorar o desenvolvimento do seu time.

    2. Conheça o seu cliente

    Para aumentar a capacidade de persuasão do time de venda, é necessário fornecer as informações certas sobre seus clientes para uma melhor atuação do time de vendas. Assim os dados dos seus clientes precisam ser de fácil acesso a sua equipe e, mais importante, correspondentes à realidade.

    Para ajudar com essa questão, no marketing foi criado o conceito de persona, uma materialização do seu público. No entanto, o perfil desse cliente ideal é feito com base em dados e observações realizadas durante as vendas de produtos da sua empresa.

    A persona não deve ser confundida com o público-alvo, afinal, é mais específica e contém informações diferenciadas para garantir um melhor entendimento das suas necessidades. Alguns dos dados que não podem ficar de fora, quando estiver desenvolvendo o perfil do seu cliente ideal são:

    • Nome;
    • Se o seu cliente tem filhos ou não;
    • Remuneração salarial;
    • Profissão;
    • Sonhos;
    • Como gosta de passar o tempo, seus hobbies, livros e séries favoritos;
    • Quais são as frustrações do cotidiano;
    • Que problemas enfrenta em sua rotina;
    • Como sua empresa pode ajudá-lo a solucionar essas questões.

    Como podemos ver é possível contar com uma série de informações que ajudam o seu time de vendas a iniciar uma conversa com o cliente. Isso ajuda na abordagem assertiva e faz com que sua equipe desenvolva habilidades que ajudem a aumentar as chances de sucesso.

    3. Honestidade ao apresentar o produto

    Outra habilidade de venda que precisa ser estimulada cada vez mais é a honestidade. Os vendedores, em muitos casos, não são vistos com bons olhos pelos clientes, e quando prometem algo que não é cumprido, essa situação piora.

    Por isso, é muito importante tratar o seu público com honestidade, sem inventar funcionalidades extras para o seu produto. Seja claro sobre o que ele pode ou não fazer, porque isso vai refletir imediatamente em sua credibilidade.

    Quando o vendedor é honesto em sua abordagem, mostra para o cliente tudo o que o produto pode oferecer. Isso faz com que a venda seja efetivada de acordo com a necessidade real do cliente o que realmente vai trazer algum retorno significativo para o negócio.

    Além disso, afeta diretamente a sua credibilidade no mercado e ter uma imagem positiva é bastante vantajoso. Por isso, nada de inventar produtos milagrosos.

    4. Os vendedores precisam fazer perguntas

    Muitos vendedores imaginam que apenas os clientes devem fazer as perguntas durante uma abordagem comercial. Porém essa postura é errada, e acaba afastando o seu time de conseguir finalizar as vendas desejadas.


    O vendedor também precisa fazer questionamentos durante a conversa com o possível comprador. Isso, além de demonstrar interesse, também cria brechas para reduzir as dúvidas de maneira mais completa e clara, além de ficar mais fácil buscar a solução certa para o problema do cliente.

    Esse ponto é extremamente importante e já foi até mesmo objeto de estudo por parte de alguns pesquisados. A pesquisa da Gong, por exemplo, evidenciou que o número de perguntas está diretamente ligado com a probabilidade de venda de algum produto.


    Segundo o estudo, o número considerado ideal para as perguntas é de 11 a 14, variando de acordo com a situação. Ou seja, quanto mais questionar o seu cliente sobre possíveis problemas que o produto pode resolver, maiores são as chances de sucesso em sua abordagem de vendas.

    5. O pós-venda merece atenção especial

    Nossa última dica para desenvolver habilidades de vendas funciona mais como um alerta para os vendedores: é necessário investir no pós-venda. Por mais que muitos acreditem que não, essa etapa do processo é tão importante quanto às anteriores.


    O momento que o seu cliente mais precisa de você é após a venda, afinal, ele começou a utilizar o seu produto. Por isso, aproveite para entrar em contato e para saber mais sobre as dúvidas que surgiram após o início do uso de seu produto, sua opinião sobre ele, entre outros pontos importantes para fechar futuras vendas.


    Se esse tipo ação é realizada, você aumenta as chances de conseguir fidelizar um novo público. Pense bem: seu produto não atendeu as expectativas e ninguém entrou em contato para ajudar. As chances desse cliente voltar a fazer negócios com sua empresa é quase nula.


    Por essa razão, invista em soluções de pós-venda, colocando-se à disposição do seu cliente para resolver qualquer problema de forma ativa. O simples contato já pode fazer toda a diferença ao seu favor, te dando maior preferência em futuras compras.

    Além disso, pedir por um feedback sobre seu uso para analisar as oportunidades de melhorias que podem ser implementadas é importante saber receber críticas para conseguir progredir e desenvolver produtos de maior qualidade é essencial para melhoria do seu negócio.

    Nosso artigo acaba aqui. Se você está interessado em conferir mais material sobre o universo do empreendedorismo, acesse o nosso blog!

  • 7 principais técnicas de negociação para você vender mais

    7 principais técnicas de negociação para você vender mais

    As técnicas de negociação são utilizadas, na área de vendas, para fechar mais negócios. Mas isso não significa que a compra é “empurrada” de forma agressiva para o cliente: o objetivo é fechar negócio, mas sem abrir mão de um vínculo duradouro com o consumidor.

    Assim, as técnicas de negociação, quando aplicadas da maneira adequada, levam a desfechos que sejam benéficos para todas as partes envolvidas. Neste post, apresentaremos as principais dicas para se tornar um vendedor persuasivo, mas também justo com os consumidores. Venha conosco!

    1. Estude bem o produto

    Para saber apresentar o seu produto para um cliente em potencial, você precisa conhecê-lo bem, certo? Desse modo, você não ficará sem ter o que dizer quando aquele consumidor quiser saber mais sobre as características do bem antes de fechar a compra.

    Além disso, tome cuidado com a linguagem. Caso você queira vender uma peça de computador, por exemplo, e começar a enumerar atributos técnicos que não façam muito sentido para um leigo, você alienará aquela pessoa — e acabará perdendo a compra.

    2. Ouça o que o seu cliente tem a dizer

    Deixe o cliente falar do seu problema primeiro: só depois você começa a apresentar a solução. Afinal, sair apresentando uma infinidade de produtos e serviços sem entender direito o que aquele cliente quer passará uma má impressão, a de alguém que quer vender a qualquer custo.

    É preciso pensar no relacionamento de longo prazo, até mesmo como uma estratégia para a fidelização dos consumidores. Por isso, o cliente que tiver uma experiência ruim logo no primeiro contato com o seu negócio provavelmente não voltará e ainda contará para seus amigos e familiares sobre aquela experiência malsucedida.

    3. Acerte a abordagem

    Algumas pessoas são mais expansivas, outras são mais desconfiadas e precisam de um nível superior de convencimento para fechar uma compra. Além disso, empreendedores devem ficar atentos à linguagem corporal que adotam nas negociações.

    Por isso, simples ações como atender o cliente de braços cruzados ou desviando o olhar para outras atividades mostram que o interesse não está 100% nele. Ao atender um comprador, é preciso manter a atenção nos seus problemas e, claro, na solução.

    Já na internet, também é possível adotar uma abordagem mais receptiva. Dessa forma, mantenha a cortesia e responda às dúvidas durante toda a interação. Isso ajudará a engajar a pessoa, que verá com bons olhos a possibilidade de comprar algo de uma empresa tão atenciosa e dedicada a agradar.

    4. Seja uma pessoa amigável e paciente

    Algumas conversas podem durar poucos minutos: outras, podem levar dias. Tudo depende da complexidade do negócio, do perfil das pessoas que estão debatendo e dos valores envolvidos. Muitos vendedores acabam não tendo a paciência necessária para lidar com consumidores mais resistentes.

    Assim, os vendedores acabam se desesperando ou se irritando com a desconfiança do cliente. Nesse sentido, a empresa deve capacitar os seus colaboradores para lidar com diferentes perfís de consumidores. É uma boa ideia promover simulações e incentivar os funcionários a usar os gatilhos mentais — que abordaremos adiante no texto.

    5. Faça concessões

    Não seja aquele vendedor irredutível, que não aceita conversar sobre as condições do negócio. É importante fazer concessões: essa estratégia garante benefícios para todas as partes envolvidas. Além disso, se mostrar mais aberto a propostas ajuda a empresa que quer um relacionamento duradouro com o consumidor.

    Contudo, é muito importante que as concessões sejam inteligentes e realizadas no momento certo. Uma dica interessante é iniciar a conversa explicando o valor de mercado do produto, do que foi gasto em suas matérias-primas e no processo de confecção.

    Assim, ambos podem evoluir a partir de um valor razoável para todos. De modo geral, as concessões costumam ser feitas quando o vendedor consegue sentir que o cliente deseja fechar a compra, mas por um valor que não seja excessivo.

    O vendedor bem capacitado saberá explorar essa brecha e conduzir a negociação de modo a manter o cliente interessado. Isso porque esse profissional sabe falar sobre o produto, suas aplicações e como ele solucionará o problema do comprador.

    6. Aprenda a contornar objeções

    Um meio inteligente de contornar objeções é compartilhar informações que façam com que o cliente entenda o que ele está comprando. Essa técnica pode ser utilizada desde o início da venda para transmitir confiança e criar um vínculo.

    Por isso, o vendedor deve ser o mais transparente possível durante a negociação. Fale sobre os métodos de pagamento, as características do produto, os prazos, a garantia, o transporte e o parcelamento. Mostre que a loja aposta em diversas maneiras de brindar os clientes com boas condições.

    A objeção é contornada quando o vendedor tem as respostas para as questões mais sensíveis. Isso só é possível quando ele se engaja com a companhia e estuda o que ela vende.

    7. Use gatilhos mentais

    Os gatilhos mentais são técnicas de persuasão que trabalham diretamente com o emocional das pessoas. Um exemplo famoso é a escassez: você certamente já deve ter visto um cartaz de “Últimas unidades” em alguma loja por aí.

    Do mesmo modo, vendedores podem usar termos como “Esse produto tem saído muito, talvez nem sobre um exemplar até amanhã”. Outro gatilho clássico é o da prova social, que utiliza exemplos de outros compradores.

    Esse gatilho ajuda os vendedores a convencerem o consumidor de que ele precisa de um produto ou serviço para fazer parte da comunidade. Caso a sua empresa venda cursos, por exemplo, você pode explorar frases como “Profissionais que obtiveram essa capacitação encontraram ótimas vagas no mercado”.

    Outros gatilhos bastante utilizados são os seguintes:

    • urgência;
    • autoridade (enfatizar a empresa como uma referência na produção daquela mercadoria);
    • antecipação;
    • novidade;
    • exclusividade;
    • entre outros.

    Como vimos, as técnicas de negociação em vendas são versáteis e oferecem ótimas possibilidades para quem quer fechar mais negócios. Para fortalecer ainda mais as suas práticas, nada como contar com um parceiro que está há décadas ajudando os empreendedores a lucrar mais, como o Sebrae.

    Gostou do artigo e quer saber como podemos ajudá-lo a alcançar os seus objetivos de negócio? Então, aproveite para entrar em contato conosco!

  • 7 passos para a criação de um site para o seu negócio

    7 passos para a criação de um site para o seu negócio

    Investir na criação de um site para sua empresa é uma ótima maneira de expandir sua marca. Isso porque ele funciona como uma vitrine do seu negócio. Todos estão conectados durante a maior parte do tempo, portanto, ter uma forte presença digital aumenta as chances de atrair clientes.

    Um site promove maior visibilidade ao seu empreendimento, cria credibilidade, eleva as conversões, aumenta as vendas e, como consequência, impulsiona seus resultados.

    Ao contrário do que muitos imaginam, não são apenas as grandes empresas que se beneficiam. O e-commerce é extremamente vantajoso também para os pequenos negócios.

    A boa notícia é que é muito fácil criar um site. Quer saber como? Então, acompanhe o nosso passo a passo até o final!

    1. Defina seu objetivo

    O primeiro passo é determinar qual é o objetivo principal da criação do site. De fato, ele será o seu canal online, mas você pretende que ele traga resultados, correto? Quais resultados? Alguns exemplos são:

    • oferecer mais uma forma de compra para seus clientes;
    • criar um relacionamento mais próximo com seu público, a fim de conhecê-lo melhor;
    • tornar-se autoridade no setor;
    • expandir e fortalecer a marca;
    • atrair mais clientes, entre outros.

    A partir daí, você vai conseguir decidir sobre o tipo de presença online: loja virtual, blog, site institucional, canal de atendimento, mídias sociais, on page (todo o conteúdo será apresentado em uma única página), entre outras opções.

    Por exemplo, se você tem um pequeno negócio, como um comércio de roupas femininas, e deseja vender para outros estados, o ideal é criar um e-commerce, ou seja, uma loja virtual.

    Além disso, também é interessante investir em uma presença nas principais mídias sociais que seu público-alvo utiliza. Então, nas postagens, divulgar que há venda online e postar o link do site.

    2. Registre o domínio

    A etapa seguinte refere-se ao registro do domínio. Domínio nada mais é que o endereço que é inserido logo após o HTTPS. Em outras palavras, é aquilo que os visitantes precisam digitar na barra do navegador para conseguir chegar ao seu site.

    Esse é um ponto muito importante, pois ele deve, ao mesmo tempo, reforçar a sua marca, transmitir a ideia principal do seu negócio e ser fácil do seu público lembrar.

    Uma boa ideia é utilizar o nome fantasia da sua empresa, caso você já tenha. Ainda utilizando o exemplo de comércio varejista de roupas femininas, digamos que o seu nome fantasia seja “Regina Modas & Acessórios”, o seu domínio pode ser “reginamodas”. Assim, o endereço do seu site ficaria “www.reginamodas.com.br”.

    Para registrar um domínio, você pode solicitar no momento em que contrata a hospedagem (como veremos no próximo passo) ou realizar diretamente pelo órgão que administra os domínios brasileiros, que é o registro.br.

    3. Hospede seu site

    Sempre que acessamos um site na internet, uma série de elementos aparecem na tela: textos, imagens, vídeos, logotipos. Todos eles precisam estar armazenados em algum lugar.

    É justamente para isso que serve a hospedagem: guardar todos esses arquivos para que eles fiquem disponíveis em seu site. Para isso, você deve procurar uma empresa de hospedagem e avaliar os planos oferecidos.

    Como comentamos no tópico anterior, muitas dessas empresas trabalham simultaneamente com a hospedagem e o registro. Sendo assim, você pode resolver esses dois pontos com uma única empresa.

    4. Escolha um bom construtor de sites

    No início, mencionamos que é muito fácil criar o seu site. Isso acontece porque atualmente há uma série de construtores de páginas online que são práticos, fáceis e muito intuitivos. Desse modo, não é preciso ter um conhecimento profundo sobre o assunto.

    Um CMS (Content Management System) é um sistema que você vai precisar para gerenciar todo o conteúdo do seu site. Além disso, ele permite que você analise os resultados e o comportamento do seu público e isso é fundamental para a tomada de decisão.

    Existem CMSs gratuitos e pagos, cada um com suas particularidades e suas funcionalidades. Analise várias opções e escolha aquela que mais atende ao que você procura. Os dois mais utilizados por sua usabilidade e ferramentas que oferecem são o WordPress.org e o Joomla!, mas a empresa de hospedagem pode indicar outros para você.

    5. Liste as seções do site

    Organizar seu site em seções melhora a experiência do usuário. As categorias mais comuns são:

    • página inicial — com uma imagem impactante, um carrossel de imagens direcionando para os principais conteúdos de outras seções ou para produtos da loja virtual;
    • quem somos — contando sua história, apresentando sua marca e outros detalhes relevantes sobre a empresa;
    • produtos ou serviços — parte onde a pessoa pode obter mais informações ou comprar os produtos ou serviços que você oferece;
    • clientes — com informações sobre os clientes conhecidos ou com os melhores feedbacks de consumidores;
    • contato — com informações sobre como entrar em contato com sua empresa, como aplicativos de mensagens, telefone, endereço, mídias sociais, e-mail ou mesmo um formulário.

    6. Priorize a rapidez do site

    Um dos principais motivos que fazem um usuário sair rapidamente do site sem realizar nenhuma compra é a demora para carregar a página. De acordo com uma pesquisa feita pela Kissmetrics, cerca de 40% dos visitantes abandonam o site que demora mais que três segundos para carregar.

    Além disso, a cada um segundo a mais na demora do carregamento, há uma redução de 7% nas conversões. Para tornar o carregamento mais rápido, anote as seguintes dicas:

    • mantenha o conteúdo estático em cache;
    • reduza o excesso de mídia, como vídeos;
    • otimize a página para os navegadores;
    • desabilite os plug-ins desnecessários;
    • mantenha o código-fonte limpo.

    7. Torne o site responsivo

    Um site responsivo é aquele que se adapta ao tamanho da tela onde é exibido. Como 98% da população brasileira utiliza a internet pelo celular, é necessário que seu site seja carregado e funcione perfeitamente tanto em celulares, como em tablets e em computadores.

    Para garantir isso, enquanto cria seu site, faça testes em diversos dispositivos para verificar se é possível navegar por todas as seções normalmente e sem dificuldades.

    Viu como a criação de site para sua empresa não é algo complicado? Agora que você já sabe como fazer, não perca tempo! Lembre-se de que uma empresa que não está no mundo digital dificilmente será encontrada pelo público.

    Quer aumentar ainda mais a visibilidade da sua marca? Então, baixe nosso e-book sobre planejamento de marketing e domine o assunto!

  • Saiba quais meios de pagamento oferecer no seu negócio

    Saiba quais meios de pagamento oferecer no seu negócio

    Criar e cuidar de uma loja é bom, mas receber a recompensa pelos serviços prestados é melhor ainda. As empresas que diversificam seus meios de pagamento oferecem mais opções e uma jornada de compra mais satisfatória para os clientes adquirirem aqueles produtos tão desejados.

    Assim, empresas que apostam em diversos meios de pagamento têm maiores chances de vender. Neste post, apresentaremos as formas preferidas dos brasileiros, aquelas que mais têm crescido e as modalidades que você não pode desprezar. Boa leitura!

    Dinheiro

    Enquanto existir uma loja física, lá estará alguém comprando algo com dinheiro em espécie. Do mesmo modo, negócios virtuais oferecem pagamento em boleto — que são quitados com dinheiro em espécie, como ainda ocorre nas casas lotéricas do país.

    Segundo uma matéria recente, o Brasil ainda tem R$ 339 bilhões de dinheiro em espécie circulando. Esse meio teve uma queda, iniciada em 2021, mas os números mostram que muita gente ainda carrega as suas cédulas e moedas.

    Basta lembrar, também, que uma cédula de R$ 200 foi lançada há pouco tempo, em 2020. Os saques são feitos com menos frequência que as transferências Pix, mas ainda respondem por mais de 3% do dinheiro movimentado no Brasil atualmente. Portanto, empreendedores ainda devem incluir esse meio de pagamento em suas estratégias.

    Boleto bancário

    Falamos um pouquinho dele, mas o boleto bancário ainda é uma das opções mais práticas. Além disso, a versatilidade também agrada aos usuários: é possível ler o código de barras com o aplicativo do banco, copiá-lo manualmente ou até mesmo realizar o pagamento direto nas casas lotéricas ou agências bancárias.

    Um boleto bancário não costuma liberar o pagamento no mesmo dia em que o cliente quita o valor, mas ainda é uma opção útil, uma vez que a leitura é feita em 24 horas (em dias úteis). Contudo, ele pode ser um pouco burocrático quando falamos da emissão por parte das empresas.

    Para realizar a emissão, normalmente, as agências bancárias cobram uma pequena taxa. Além disso, é preciso alinhar a estratégia de emissão e acompanhamento com o banco, tornando o processo um pouco demorado para quem ainda não oferece essa opção.

    Cartão de crédito e débito

    Não ofereça apenas uma, mas ambas as opções. Esses cartões fazem parte da rotina das pessoas, sendo até difícil não encontrar alguém que não tenha ao menos um desses meios de pagamento. Além disso, o crédito é uma maneira que as pessoas encontram para adquirir produtos desejados, mas de maneira parcelada.

    Já o débito costuma ser muito utilizado no pagamento de produtos no ato de entrega. Se a sua loja conta com entregadores ou com um serviço terceirizado de transporte de mercadorias, ter uma máquina que lê os cartões facilitará muito a cobrança.

    Além disso, mecanismos como o Google oferecem a opção de salvar os dados dos clientes, como os números dos cartões de crédito. Assim, elas conseguem realizar compras com pouquíssimos cliques e em qualquer lugar que estejam.

    QR Code

    O QR Code está presente em meios como o Pix e a carteira digital. Trata-se de um código bidimensional que é escaneado por um dispositivo móvel e encaminha o usuário para um link ou para um sistema de pagamentos.

    Basta o usuário apontar a câmera do smartphone, com o app de uma instituição financeira, para realizar o pagamento de maneira instantânea. O mais interessante é que praticamente todos os celulares presentes no mercado contam com câmeras capazes de interpretar um QR Code.

    Pix

    Por ter se popularizado em pouquíssimo tempo, algumas pessoas podem nem se lembrar que esse meio de pagamento só foi inaugurado no fim de 2020, pelo Banco Central. Pela sua praticidade, o Pix cumpre a promessa de ser uma maneira instantânea de realizar transações financeiras.

    Além disso, essa modalidade também funciona aos fins de semana, o que agrada muito aos clientes que mal podem esperar para a segunda-feira chegar para comprar aquele produto sonhado. Também existe a opção corporativa, o Pix para empresas, que é cada vez mais adotado por companhias que querem facilitar o cumprimento das contas a pagar e a receber.

    No Pix, a transação ocorre em alguns segundos e ambas as partes só precisam ter uma conta em um banco licenciado para ter acesso às operações. Além disso, a transferência é realizada pelo app da instituição ou por meio de um QR Code.

    Então, a resposta é sim: você definitivamente deve incluir o Pix entre as opções de pagamento do seu negócio. Contudo, lojas virtuais que dispensem seus trabalhadores nos fins de semana devem informar aos clientes que as remessas só serão feitas em dias úteis.

    Débito automático

    Nesse modelo, a conta é programada para ser cobrada em um determinado dia do mês, escolhido pelo cliente. Assim, o valor é debitado do saldo disponível. É uma ótima opção para pagamentos recorrentes, como as mensalidades de serviços.

    Com ele, os usuários garantem que as contas serão pagas em dia, sem se preocupar com diversas formas de vencimento ao longo do mês. Outro ponto positivo é que não será preciso pagar multa ou juros por atraso, uma vez que a ação é automática.

    Carteira digital

    Essas carteiras são versões digitais das contas e cartões que já temos. O objetivo é torná-las facilmente acessíveis via computadores, smartphones ou quaisquer dispositivos inteligentes. Com uma dessas, você não precisará carregar a popular carteira física.

    As carreiras digitais mais populares são Google Play e Apple Play. Além delas, podemos citar outras que também tem um público cativo:

    • PayPal;
    • PagBank;
    • Picpay;
    • Ame Digital;
    • Mercado Pago.

    Quando você compra um produto no Mercado Livre, por exemplo, você tem a opção de pagar pelo dinheiro que depositou em uma conta no Mercado Pago. Também é possível colocar dinheiro em lojas de games, como a PSN, e depois escolher os jogos que você quer.

    Pela quantidade de grandes empresas envolvidas, que garantem a segurança das informações e do dinheiro dos usuários, esse método não pode ficar de fora da sua estratégia.

    Agora que você conhece os principais meios de pagamento utilizados no país, já tem as informações necessárias para não perder nenhuma venda. Diversificar as formas pelo qual o cliente pode levar um produto também valoriza a sua empresa, uma vez que essa preocupação mostra que o seu negócio é sério e não mede esforços para atender às pessoas.

    E aí, gostou do texto e quer conferir nossos próximos artigos em primeira mão? Então, não deixe de curtir a nossa página no Facebook.

  • Como criar conteúdos que vendem? 7 técnicas que vão te ajudar

    Como criar conteúdos que vendem? 7 técnicas que vão te ajudar

    Os seus conteúdos costumam ser bastante elogiados? Isso é ótimo! Afinal, se comunicar bem é importante para qualquer empreendedor. Contudo, a pergunta crucial é: eles levam as pessoas a comprarem os produtos da sua empresa?

    Um texto ou um vídeo, por mais caprichados que sejam, não servirão de muita coisa se eles não ajudarem a empresa a fechar negócios. Por isso, este post mostrará como criar conteúdos que vendem e realmente impulsionam a marca. Boa leitura!

    1. Faça posts educativos

    Quando as pessoas pesquisam algo na internet, esperam respostas objetivas. Por isso, caso elas busquem pelos termos “A importância dos cursos de marketing”, querem encontrar informações claras sobre o que exatamente aquela capacitação aborda e como ela a diferenciará no mercado.

    Por isso, seus posts devem ser sempre educativos. Os melhores artigos são aqueles que respondem às dúvidas e expõem informações que as pessoas ainda não tenham. Portanto, livre-se dos rodeios: concentre-se nas ideias e conceitos que tenham realmente a ver com o título escolhido.

    Essa aposta em posts educativos é até mesmo um meio de estabelecer um vínculo com o cliente. Imagine que a mesma pessoa que buscou o post sobre cursos de marketing se depara com um post prolixo e cheio de detalhes que não agregam. A empresa que o escreveu será associada a informações de baixa qualidade — “aquela loja que só enrola”.

    2. Divulgue cases de sucesso

    Para convencer de vez o cliente a fechar uma determinada compra, uma ideia é apresentar os cases de sucesso da empresa. Mas isso não se resume a “vendemos muito para o consumidor X”. Concentre-se em mostrar o que a sua empresa realmente fez para prover uma solução.

    Por isso, em seus posts, divulgue o que a sua empresa já entregou e a consequência das suas ações. Clientes que estiverem perto de fechar uma compra ficarão ainda mais estimulados ao entender como aquilo que ele pretende adquirir contribuirá em sua vida.

    3. Torne seu conteúdo fácil de ser encontrado

    Para tornar o seu conteúdo mais fácil de ser encontrado, é preciso colocar algumas práticas que favorecem o ranqueamento da sua página no Google. Uma delas é utilizar as palavras-chave de maneira otimizada, para construir conteúdos que sejam relevantes para as pessoas.

    Quando você aposta nas palavras-chave e em técnicas de SEO, você atua diretamente para que o seu post seja encontrado. Isso porque dominar o SEO faz com que o seu texto fique bem localizado e avaliado pelo algoritmo do Google.

    Para conseguir um bom ranqueamento, podemos citar as seguintes técnicas de SEO:

    • produza um conteúdo relevante, com respostas objetivas;
    • cumpra o que promete no título;
    • utilize palavras-chave;
    • faça textos escaneáveis, com parágrafos de tamanho similar;
    • utilize imagens.

    4. Aposte nas fotos e nos vídeos

    Por falar em imagens, junto com os vídeos, elas são essenciais para que seu conteúdo venda bem. Tudo se baseia naquele ditado de que uma imagem vale mais que mil palavras. No mundo do marketing de conteúdo, isso significa que os recursos audiovisuais estimulam os leitores e transmitem ideias de maneira objetiva.

    Basta pensar na nossa própria experiência: quando abrimos um post e descemos a página para lê-lo por alto, serão as imagens que captarão a nossa atenção mais rápido. Mesmo em textos mais longos, as fotos se destacarão imediatamente, uma vez que ela é capaz de resumir o teor do que foi escrito ali.

    Nesse sentido, invista em imagens que tenham a ver com seus conteúdos e também nos vídeos. Ao explicar determinado assunto, um tutorial no YouTube é uma ótima forma de ensinar algo. Aliás, que tal investir no seu próprio canal nessa plataforma? Pense nisso!

    5. Use tutoriais

    Pegando o gancho do parágrafo anterior, é hora de mostrar a importância dos tutoriais. Você tem algo para ensinar que seja valioso no mercado profissional? Então, aproveite esse conhecimento e transmita informações úteis para as pessoas.

    Isso pode ser feito por meio de posts no blog, desde que sejam bem claros e, de preferência, acompanhados de imagens que facilitem o entendimento. Contudo, a melhor maneira de apresentar os tutoriais é pela produção de vídeos.

    Imagine, por exemplo, explicar uma determinada técnica no Excel por meio de um texto: será bem mais fácil realizar esse tutorial com um vídeo, contando com imagens em tempo real para ajudar na aprendizagem.

    6. Pense na experiência do seu consumidor

    Não há segredo: os seus conteúdos devem ter a experiência do consumidor em mente. É justamente a partir do modo com que ele se sente em relação à marca que a vontade de comprar algum produto dessa loja será despertada.

    Caso o dono de uma hamburgueria queira convidar as pessoas a visitarem o seu estabelecimento, não adianta muito criar conteúdos que simplesmente listem ingredientes de uma maneira mecânica, certo? É necessário despertar o paladar do consumidor.

    Por isso, um conteúdo desse tipo deve contar com imagens que deixem o futuro consumidor com água na boca. Do mesmo modo, um conteúdo sobre games deve estimular possíveis compradores com vídeos da experiência em si, o que é bem mais eficiente do que simplesmente elencar características.

    Para complementar a estratégia, nada como caprichar nas redes sociais — com muitas imagens, vídeos, promoções e um contato próximo com o consumidor.

    7. Invista no storytelling

    O storytelling, adaptado ao marketing e às vendas, é a técnica de utilizar histórias para apresentar um produto ou serviço. Com uma narrativa que engaje a pessoa e tenha a ver com os problemas que ela enfrenta, a empresa cria um vínculo duradouro com o cliente.

    Por meio do storytelling, será mais fácil reter a atenção e criar conteúdos que aproximem os consumidores das experiências da empresa. Como se não bastasse, ainda é uma forma menos engessada de passar uma mensagem, já que é possível deixar a criatividade fluir.

    Explicar critérios técnicos de determinados produtos será mais fácil por meio de exemplos práticos e encaixados em uma história. Nesse modelo, você foge daqueles conteúdos burocráticos cuja leitura se torna tediosa em pouco tempo.

    Agora que você entendeu como criar conteúdos que vendem, poderá caprichar em suas novas produções. Não importa se estamos falando de um artigo, um vídeo ou um tutorial: a intenção do seu conteúdo deve ser gerar lucro para o negócio, mas sem deixar de lado as dores e a experiência do cliente.

    Gostou do artigo e tem algo a dizer sobre o tema? Então, deixe um comentário e compartilhe conosco os seus insights!

  • Como criar boas metas de vendas? Confira as 7 melhores dicas!

    Como criar boas metas de vendas? Confira as 7 melhores dicas!

    Para desenvolver um ambiente propício, que leve ao aumento das vendas, sua empresa precisa definir metas — e garantir os recursos necessários para atingi-las. Isso deve ser feito de uma maneira estruturada, levando diversos elementos em conta.

    Assim, uma empresa que deseja cumprir suas metas de vendas deve ter um planejamento estratégico sólido, ótimos vendedores e bons produtos, para começar. Tudo isso contribuirá para que os objetivos sejam atingidos.

    Neste post, mostraremos as melhores dicas para criar boas metas de vendas e como garantir que a empresa esteja preparada para cumpri-las. Acompanhe conosco!

    1. Tenha um objetivo claro

    A primeira etapa é saber aonde a empresa realmente quer chegar. Algumas perguntas podem ajudar os gestores:

    • Por que essa meta está sendo criada?
    • Qual é o nível de crescimento que ela deve gerar?
    • Tenho uma equipe bem preparada o suficiente para alcançar esse objetivo?

    As respostas direcionarão a estratégia. Dependendo do que foi encontrado, principalmente em relação à capacitação dos colaboradores, ela pode ser colocada em prática imediatamente.

    Contudo, caso esse objetivo ainda não seja alcançável (por falta de qualificação do time ou ausência de uma ideia clara sobre o nível de crescimento), siga os próximos passos e volte a este quando você tiver mais conhecimento sobre o mercado e sobre seus resultados apontados pelos indicadores.

    2. Faça uma análise do mercado

    Não adianta estabelecer uma meta sem antes estudar o mercado. Caso você queira elevar a venda de um determinado produto, por exemplo, isso não pode ser feito antes da análise de como aquela mercadoria está sendo comercializada pelos competidores e pela sua própria empresa.

    Portanto, não estabeleça metas ambiciosas se o mercado não estiver aquecido. Do mesmo modo, sua empresa poderá se dar ao luxo de ser um pouco mais ousada caso o cenário esteja mais favorável.

    Antes de definir os números, faça uma pesquisa. Monitore as mídias sociais dos competidores, leia sobre o seu segmento, converse com seus clientes fidelizados e estude os relatórios recentes de vendas da sua empresa. Desse modo, será mais fácil checar se a abordagem do seu negócio está sendo bem-sucedida.

    3. Verifique os indicadores de vendas

    É bem simples: as metas de vendas futuras devem se basear nos resultados anteriores. Afinal, esses números fornecem informações relevantes, principalmente se você monitorar os resultados antigos em sequência. Será mais fácil conferir a evolução dos números.

    Por isso, antes de definir as suas metas e colocá-las em prática junto à equipe, estude os indicadores anteriores de venda. Caso um produto esteja vendendo mais a cada ano, busque maneiras de divulgá-lo e lucrar ainda mais no próximo período.

    4. Humanize as metas

    Toda empresa quer lucrar — e não há nada de errado com isso. Contudo, é possível gerar lucros sem explorar os próprios colaboradores. Invista no bem-estar dessas pessoas e elas se sentirão ainda mais motivadas a contribuir com o negócio.

    Por isso, fuja de metas desumanas, nas quais os profissionais terão que sacrificar todas as horas livres para bater os números estipulados. Todo colaborador precisa de descanso e de um tempo com a sua família. Além disso, a valorização do profissional também é importante para que ele “vista a camisa” do negócio.

    Aqueles que apresentarem uma alta performance em vendas podem receber incentivos e benefícios, como:

    • promoções;
    • treinamentos;
    • repasse de tarefas cruciais para funcionários que mostrem empenho;
    • bonificações monetárias;
    • ações de integração.

    Contudo, não se esqueça: humanize! Deixe claro que essas recompensas não estarão atreladas a intermináveis horas extras ou trabalho em casa após o expediente.

    5. Confira a capacitação da equipe

    Para fechar mais vendas, nada melhor do que contar com bons produtos — e com ótimos vendedores. Por isso, promova treinamentos focados no comércio, em técnicas persuasivas e em maneiras de incrementar a jornada do cliente.

    A busca por capacitação não deve se concentrar exclusivamente nos vendedores. Profissionais de marketing, por exemplo, também devem ser bons o suficiente para que consigam chamar a atenção para os produtos e para a empresa como um todo.

    Gestores de negócios on-line também devem garantir que a logística da empresa seja bem feita, para que os produtos vendidos sejam entregues nos prazos acordados com os clientes. Afinal, imagine se um atraso compromete todo o trabalho do vendedor?

    Por isso, esse mindset de capacitação e treinamento deve englobar toda a empresa. Profissionais qualificados em diversos setores, trabalhando juntos, otimizarão os resultados para o negócio.

    6. Utilize a metodologia SMART

    O método SMART é utilizado para definir objetivos das empresas e também para a criação de metas de negócio. Ela ajuda a avaliar o desempenho pessoal e profissional dos colaboradores. Vamos descobrir o que significa cada inicial:

    • (Specific ou Específico). Aqui, você consegue definir claramente qual é o objetivo, assim como o detalhamento do que a sua empresa deseja alcançar;
    • (Measurable ou Mensurável). Trata-se da forma com que os resultados serão mensurados;
    • (Attainable ou Atingível), o objetivo a ser alcançado. Como o próprio nome indica, essa meta deve estar dentro da realidade da empresa. Só assim será possível ser atingida;
    • (Relevant ou Relevante), o objetivo definido deve ser algo que agregue valor para empresa e para os seus clientes. Não basta ser apenas uma “grande ideia”, isto é, algo grandioso, mas que não tenha nada a ver com o planejamento estratégico do negócio;
    • (Time based ou Temporal). Por fim, nessa etapa, ocorre a definição de um prazo para que a meta instituída pela empresa seja definitivamente alcançada. Mas lembre-se do terceiro ponto: ela deve ser atingível, dentro da realidade da empresa.

    Um exemplo de uma meta estabelecida pelo método seria:

    Aumentar em 25% a venda de um produto específico, dentro da loja virtual da minha empresa, tendo como base o mesmo trimestre do ano passado.

    Nesse exemplo, temos o objetivo específico (aumentar as vendas), a parte mensurável (25%), um objetivo que não fuja da realidade da empresa, dentro de um período determinado (um trimestre) e que ainda é relevante para a empresa — isto é, fechar mais vendas.

    7. Use a tecnologia

    Para centralizar as informações, mensurar os resultados dos times e acompanhar o negócio como um todo, a empresa pode contar com um software de gestão integrada ou um CRM de vendas. Desse modo, líderes poderão monitorar a evolução de cada colaborador, identificar os pontos positivos e analisar o que pode ser melhorado.

    Além disso, softwares de CRM ainda otimizam o trabalho da equipe e ajudam na satisfação com os clientes. Podemos listar outros benefícios:

    • compartilhamento de dados relevantes;
    • estimativas de resultados e previsão de vendas;
    • relatórios gerenciais e fiscais;
    • automação de e-mails customizados;
    • histórico das solicitações atendidas.

    A análise de dados, representada por tecnologias como o Big Data, também é muito importante para investigar o histórico digital de vendas da empresa, analisar determinados períodos e estabelecer padrões para explorar tendências.

    Como vimos no artigo, criar metas de vendas atingíveis é bem mais fácil quando a empresa se estrutura para crescer. Desse modo, a lucratividade aumenta de modo natural, com profissionais dedicados, bons produtos e líderes que acompanham o negócio de perto.

    Aproveite a visita e confira o site do Sebrae Alagoas! Temos diversos conteúdos para ajudar os empreendedores.

  • Passo a passo: aprenda agora como vender na internet

    Passo a passo: aprenda agora como vender na internet

    Já se foi o tempo em que comprar pela internet era considerada uma atividade automaticamente lesiva ao consumidor. Hoje, é possível não só adquirir os produtos desejados, mas também estabelecer uma relação próxima e duradoura com os comerciantes.

    Nesse sentido, muita gente tem se perguntado como vender na internet. Quais são os passos iniciais? O que deve constar no planejamento? Para responder a essas e outras perguntas, preparamos um post cheio de dicas valiosas. Venha conosco!

    Por que vender na internet?

    Muitos empreendedores não abrem mão da sua loja física. Contudo, o comércio digital é o preferido dos consumidores na atualidade. Portanto, quem ainda não investiu no universo online ou quer começar um negócio não deve negligenciar a internet.

    São muitos os motivos que explicam essa preferência pelo chamado e-commerce. A comodidade de poder comprar em qualquer lugar, sem sofrer a pressão de vendedores e ainda comparar os preços, é uma delas. Outra é a segurança, uma vez que as pessoas podem relutar em visitar lojas em lugares movimentados, nos quais os furtos são frequentes.

    Assim, unindo o desejo dos consumidores à praticidade de comandar um negócio pela internet, empreendedores podem explorar novos nichos e construir algo duradouro e lucrativo. Contudo, é preciso planejamento, logística e responsabilidade.

    Como vender na internet?

    Agora, apresentaremos as principais dicas para estabelecer um negócio virtual bem-sucedido.

    1. Preste atenção à parte burocrática

    Antes de começar a vender, é preciso compreender o que está por trás de um e-commerce. Por isso, estude quais serão os investimentos necessários, além dos parceiros que ajudarão nessa jornada. Elabore um plano de negócios e comece a pensar se você quer apenas explorar nichos ou atuar em mercados de massa.

    Saiba que, caso você prefira explorar um mercado massificado, sem focar nos nichos, a concorrência será bem maior. Nesse caso, gastos com divulgação podem ser maiores, uma vez que será mais difícil ter visibilidade no início do negócio.

    Uma outra possibilidade é vender por meio dos marketplaces. Eles oferecem muita visibilidade e exigem um baixo investimento inicial, o que é interessante para quem está começando as vendas na internet.

    2. Determine os produtos que serão vendidos

    O que você realmente quer vender pela internet? Seja específico. Em vez de simplesmente decidir que quer vender roupas online, por exemplo, planeje o estilo de cada peça e como o seu negócio se diferenciará da concorrência.

    Assim, quanto mais específico, melhor. Afinal, a internet oferece milhões de opções para os consumidores: por isso, para demarcar o seu espaço no mercado, é necessário saber que problema ou necessidade de público a sua loja irá resolver.

    3. Escolha seu público

    Ok, você venderá produtos na internet: mas para quem? É fundamental definir quem será o público-alvo do seu negócio, na fase inicial do planejamento. Ao estabelecer logo quem será o seu perfil ideal de consumidor, você conseguirá criar uma estratégia bem mais efetiva.

    Imaginemos um seguinte exemplo: você vende peças de informática. Nesse caso, o seu público-alvo será pessoas entre 25 e 45 anos, que trabalham e estudam nessa área. Qual é a melhor mídia social para buscar clientes?

    Basta analisar os dados: esse público tende a priorizar o Instagram em relação ao Facebook. Com esse simples questionamento, você já começa a segmentar o seu público para atender às preferências dessas pessoas. Essa estratégia serve não apenas para o contato, mas para o sucesso de toda a jornada de venda.

    4. Analise a concorrência

    É preciso olhar para o mercado, estudar as suas lacunas e identificar as melhores oportunidades de venda. O importante é pesquisar bastante o nicho de mercado no qual você queira atuar.

    Para encontrar oportunidades, tendências e lacunas, analise os concorrentes do seu nicho. Estude as suas estratégias digitais, seus anúncios e pense sobre como você pode se diferenciar deles. Esse é o primeiro passo para se estabelecer como uma empresa de referência.

    5. Defina os canais de venda e de comunicação

    Você venderá os seus produtos por meio de um site, mas isso não significa que ele deva ser o único ponto de contato com seus clientes. Por isso, é muito importante estar presente nas redes sociais, criar um blog para explorar o marketing de conteúdo e disponibilizar um e-mail específico para o atendimento. Isso é o básico para quem quer estabelecer uma interação significativa com os clientes.

    Com o tempo, você pode expandir sua presença on-line e investir em chatbots, por exemplo. Além disso, não deixe de ter um número de telefone bem visível na página. Afinal, você quer facilitar o acesso do cliente, e não isolá-lo.

    6. Escolha os meios de pagamento

    Você deve escolher os meios de pagamento. De preferência, ofereça diversas opções para que os clientes não deixem de comprar algo porque o meio que ele tinha à disposição não foi aceito. Portanto, transações no crédito, no débito e no Pix são o mínimo que a sua loja deve ter.

    Apesar das compras em crédito ou débito eletrônico liderarem as transações realizadas no e-commerce, não deixe de incluir os boletos. Isso porque muitos brasileiros não têm conta bancária ou preferem realizar suas compras em dinheiro — basta lembrar que as lotéricas ainda são muito procuradas para isso.

    7. Otimize o site

    Um site de vendas realmente bom é aquele que pode ser acessado tanto pelos computadores de mesa como pelos dispositivos móveis. Essa capacidade é chamada de responsividade: uma página responsiva facilita muito as compras pelo celular, que podem ser realizadas em qualquer momento do dia.

    Deixar de investir em um site responsivo é um dos pecados do empreendedor, uma vez que nem todo cliente vai esperar chegar em casa para acessar o computador e realizar compras. Até mesmo um engarrafamento no trânsito pode ser a deixa para que ele adquira seus produtos.

    Além disso, outros problemas comuns são:

    • site lento;
    • imagens muito pequenas na página;
    • grande quantidade de anúncios;
    • cor de fonte inadequada, que se confunde com o fundo da página.

    Todos esses problemas devem ser endereçados para que o seu site seja otimizado e visível o suficiente para encorajar as vendas.

    8. Elabore uma estratégia de divulgação

    É possível divulgar sua empresa de maneira gratuita, apostando na alimentação de informações das suas páginas nas mídias sociais. Contudo, para empreendedores mais ambiciosos, uma ideia é realizar pequenos investimentos em anúncios pagos.

    Depois, será possível contar com ferramentas gratuitas como o Google Analytics para medir o sucesso das divulgações pagas. Há diversas maneiras de fazer anúncios na internet: por meio de links patrocinados, melhoria da sua posição nos mecanismos de busca (como o Google), utilização de mídias pagas, entre outros.

    9. Estruture a parte logística

    Todo cliente que fecha uma compra em uma loja nova fica um pouco ansioso: será que a mercadoria será entregue no prazo? Posso confiar na logística dessa empresa? Portanto, respeite os prazos estabelecidos em seu site e tome cuidado com a embalagem.

    Isso porque é possível encontrar muitas reclamações, na internet, sobre produtos que chegam em más condições. Portanto, até mesmo um detalhe que pode parecer insignificante em um primeiro momento, como a embalagem correta, não pode ser negligenciado.

    Outra dica é disponibilizar código de rastreio de produto ao consumidor, uma vez que isso ajuda na confiabilidade da empresa. Afinal, com a possibilidade de acompanhar o trajeto do produto, o consumidor tende a acreditar na boa reputação do negócio.

    Agora que você já sabe como vender na internet, pode colocar essas dicas em prática para lucrar no universo online. Lembre-se que lojas físicas ainda são visitadas, mas que o comércio digital tem crescido cada vez mais — e é a modalidade preferida dos consumidores na atualidade.

    Gostou do nosso artigo e tem algo a dizer sobre o assunto? Então, deixe um comentário e compartilhe conosco os seus insights!

  • 5 dicas para melhorar a experiência de compra dos clientes

    5 dicas para melhorar a experiência de compra dos clientes

    O cliente é a razão de existir de uma empresa. Portanto, ele deve ser não só atendido, como também desfrutar de uma experiência de compra especial. Muitas lojas acabam não investindo nessa jornada, o que acaba afastando os consumidores.

    Melhorar a experiência de compra é acompanhar o consumidor em todos os estágios, do interesse até o pós-venda. Pensando nisso, preparamos um artigo que aborda todas essas etapas e mostram a importância do treinamento dos colaboradores, dos processos e das estratégias de negócio para atender aos desejos dos clientes. Venha conosco!

    1. Entenda as necessidades dos seus clientes

    O primeiro passo para promover uma experiência inesquecível é identificar as necessidades do público e traçar um perfil dos clientes. Para isso, converse com eles. Isso pode ser feito de diferentes formas, em diversos canais:

    • mídias sociais;
    • envios de questionário;
    • chat do site;
    • aplicativo, caso a empresa já invista nessa plataforma;
    • WhatsApp.

    Para melhorar a sua estratégia, entreviste grupos diferentes de pessoas: clientes fidelizados e aqueles que ainda não compraram nada ou que ainda não se tornaram consumidores fiéis. Com base nas respostas, você conhecerá melhor o seu público-alvo.

    Desse modo, ao serem ouvidos, eles se sentem mais importantes para a loja — o que aumenta as chances de que eles se tornem promotores naturais da marca, inclusive. Para os consumidores não fidelizados, coloque-se à disposição para tirar as suas dúvidas e explicar como os seus produtos solucionarão os problemas.

    2. Ofereça um atendimento diferenciado

    É bem simples: ninguém gosta de ser maltratado, principalmente por vendedores sem muita paciência. Para evitar esse problema, que pode ocasionar a desistência da compra e uma avaliação negativa nas mídias sociais, é muito importante ter uma equipe bem treinada.

    Assim, não deixe de oferecer treinamentos para a sua equipe, focados na interação direta com os clientes. Desse modo, eles saberão ser respeitosos, prestativos e evitarão ser invasivos na abordagem.

    3. Amplie as formas de pagamento

    O dinheiro em espécie pode até ter saído um pouco de moda, mas ainda é bastante utilizado pelos brasileiros. Assim como outros meios:

    • Pix;
    • débito;
    • crédito;
    • boleto bancário;
    • carteira digital;
    • entre outros.

    O importante é que o seu negócio ofereça suporte a todos eles. Além disso, oferecer várias formas de pagamento é até mesmo uma maneira de concretizar de vez a compra.

    Imagine que o vendedor explique todas as características de um produto e de como ele solucionará os problemas do consumidor: contudo, na hora de levar, a empresa não aceita pagamento por Pix.

    A empresa não só perde aquela venda como ainda poderá ser lembrada como um negócio que não acompanha as tendências de mercado. Toda a experiência do cliente, positiva até o momento, é desperdiçada.

    4. Defina as estratégias com foco no cliente

    Todos os processos da empresa devem ter a satisfação dos clientes como foco. Além disso, a presença on-line não pode ser negligenciada, uma vez que é uma maneira de manter o relacionamento com os consumidores que compram pela internet.

    Pretende produzir conteúdos em um blog da empresa? Crie conteúdos direcionados para o cliente. Vai contratar mais funcionários? Priorize aqueles que têm uma boa experiência direta com os consumidores. Quer investir mais nas mídias sociais? Escolha aquelas que o seu público-alvo mais usa. Tudo deve ser focado nas necessidades das pessoas que compram seus produtos!

    5. Personalize a experiência

    Caso a sua equipe seja bem treinada, esses colaboradores saberão ouvir as necessidades, as sugestões e as expectativas dos consumidores e transformá-las em conhecimento útil para o negócio. Desse modo, o relacionamento com os clientes se torna cada vez mais especial.

    Assim, clientes fidelizados e promotores da marca serão lembrados. Personalize a experiência desses clientes, oferecendo vantagens como:

    • descontos;
    • brindes;
    • prêmios para quem indicar novos consumidores;
    • outros benefícios que mostrem que a empresa valoriza muito aquela parceria.

    Esses clientes se tornarão promotores naturais da marca e farão a empresa crescer por meio do marketing boca a boca. Também é possível oferecer uma experiência personalizada para consumidores não fidelizados ao oferecer múltiplos canais de comunicação para que eles tirem as suas dúvidas — e ofereçam feedbacks.

    Agora que você já sabe como promover uma experiência de compra, poderá aplicar essas dicas em seu negócio. Lembre-se de sempre posicionar o consumidor no centro das suas estratégias. Afinal, a empresa só se mantém financeiramente saudável se tiver uma boa cartela de clientes.

    Aproveite a visita e confira as vantagens de capacitar a sua equipe!