Você já está preparando suas estratégias de vendas para o final do ano? Estamos quase lá!
Esse período do ano é um importante momento para muitos negócios. Afinal, como não remeter novembro à Black Friday e à Cyber Monday, e dezembro às festividades tradicionais de fim de ano como Natal e Ano Novo, não é mesmo?
Este ano ainda teremos outro evento que costuma bastante os comércios: a primeira Copa do Mundo sediada em um país do Oriente Médio, no Catar.
Quer dicas de como preparar seu negócio para as vendas no final de ano? Confira a seguir!
Quais são os principais eventos de final de ano que podem ajudar a aumentar as vendas?
Aqui, estão as principais datas para você planejar com antecedência ações de vendas nesse fim de ano:
25 de novembro – Black Friday;
28 de novembro – Cyber Monday;
25 de dezembro – Natal;
31 de dezembro a 01 de janeiro – Ano Novo.
Afinal, como faço para preparar meu negócio para as vendas de final de ano?
Ainda que os consumidores estejam naturalmente mais dispostos a comprar nesse período do ano, é importante investir em planejamento e estratégia para aumentar ainda mais suas vendas.
Portanto, reunimos algumas dicas para que você consiga preparar seu negócio. Veja quais são elas!
1. Treinamento de equipes
Treine suas equipes para oferecer atendimento de qualidade e ágil. Para ampliar a motivação, melhorar a produtividade dos colaboradores e, é claro, vender mais, considere implementar uma estratégia de gamificação.
2. Decoração temática
Aposte em decorações diferenciadas na loja física para conseguir atrair mais clientes. Em caso de loja virtual, invista em um novo visual para seu site e em ações que despertam o senso de urgência do consumidor, como banners de contagem regressiva.
3. Formas de divulgação e promoções exclusivas para a época
Utilize as redes sociais para alavancar suas vendas. Apostar no planejamento de comunicação antecipado para conquistar os clientes além da data também é uma ótima estratégia.
Promoções exclusivas ou venda de kit de produtos similares são algumas ações que contribuem para o aumento do ticket médio do cliente. Você ainda pode estender as promoções por um período maior de tempo, o que ajuda a acabar com os estoques.
4. Agilize as operações
Facilite a forma de pagamento oferecendo opções como cartões de crédito e débito, Pix, PicPay e PayPal.
Avalie abrir sua loja em horários especiais para facilitar a visita dos consumidores, mantendo sempre atualizados a abertura e fechamento do seu estabelecimento.
5. Gerencie o estoque
Procure também focar no planejamento de estoque e logística, explorando bem os espaços verticais e categorizando os produtos para melhor organizar a procura no espaço.
Benefícios de se preparar para as vendas no final de ano
Se preparar para vendas no final de ano pode te trazer alguns benefícios:
demanda aquecida: período do ano de oportunidades que aquecem as vendas, desde a Black Friday até o Ano Novo;
reserva de emergência: ótima oportunidade para gerar uma boa receita e utilizá-la em momentos de baixa demanda.
Nesse conteúdo você entendeu que um bom planejamento, atrelado a uma boa estratégia, são essenciais para que seu negócio consiga aproveitar todo o potencial que as vendas no final de ano tem a oferecer.
Segundo o Estudo Digital Global 2022, a internet é usada por quase 5 bilhões de pessoas em todo o mundo, o que representa 62,5% da população mundial. E quando falamos mais especificamente de usuários ativos nas redes sociais, apesar de esse número cair para 58,4%, ainda é bastante expressivo.
Você sabe que as redes sociais fazem parte da vida das pessoas, não é mesmo? Por isso, é essencial que as empresas tenham estratégias bem elaboradas para comercializar seus produtos nessas plataformas e manter sua competitividade.
Continue a leitura para conhecer dicas de como vender através desses canais!
Qual é o papel das mídias sociais para as vendas no varejo?
Segundo o estudo State of Mobile, é esperado que o consumo em ambientes digitais cresça mais e mais. No Brasil, as pessoas ficaram – em média – 5,4 horas no celular em 2021. Parte desse tempo é gasto na utilização das redes sociais, em especial o WhatsApp e o TikTok.
Assim, é importante que as marcas estudem a força e a proposta de cada rede social de acordo com o perfil do seu público-alvo, além de acompanhar as mudanças de comportamento dos consumidores, focando no engajamento dos usuários. Isso pode contribuir para uma maior aproximação e interação com os clientes, o que potencializa o poder de venda do seu negócio.
Afinal, como faço para vender nas redes sociais?
Confira um passo a passo para criação de uma estratégia de vendas através das redes sociais.
1. Defina o seu público-alvo
Qual sua faixa etária, preferências, gênero, comportamento e região em que vive?
É essencial que você trace o perfil do seu público e quais redes sociais ele utiliza, planejando melhor o tipo de conteúdo que irá publicar para ser mais atrativo e relevante.
2. Utilize as redes sociais certas
Entenda as particularidades de cada rede social para utilizá-las da melhor forma possível. Considere o engajamento do seu público em cada um delas, o que ditará em quais plataformas vale a pena investir.
3. Produza conteúdo de qualidade
Conheça as necessidades da sua persona e produza conteúdo pensando em soluções para seus problemas, mantendo constância nas publicações. A criação de um calendário editorial de postagens pode contribuir para esta periodicidade.
4. Conheça sua concorrência
Ter noção do que seus concorrentes estão fazendo, ou até mesmo empresas de outros segmentos, pode servir como uma boa fonte de inspiração para você. Se mantenha atento às tendências e ao que está sendo consumido pela sua audiência.
As redes sociais são, acima de tudo, canais de interação e relacionamento entre os usuários. Portanto, para vender mais, será necessário conquistar seu espaço no feed interagindo com seus seguidores.
7. Invista em tráfego pago
Você pode investir no impulsionamento de posts estratégicos e em campanhas para aumentar o seu público e/ou converter vendas . Esta dica é opcional, mas pode ser efetiva em alguns momentos do seu negócio.
Nesse sentido, contar com o auxílio de um especialista para implementar boas estratégias e conseguir ótimos resultados é importante. Com maior conhecimento técnico, ele é capacitado para fazer um planejamento com conteúdos atrativos e assertivos e, assim, alcançar o objetivo do investimento.
Agora que você já sabe como estratégias de vendas nas redes sociais podem ajudar seu negócio, é hora de colocar em prática nossas dicas de como utilizar estes canais para comercializar seus produtos e, assim, destacar sua marca cada vez mais dos concorrentes!
Curtiu este conteúdo? Então, aproveite para compartilhar o post em suas redes sociais!
O marketing serve para fazer as lojas venderem mais, certo? Sim, mas esse não é o seu único benefício. Afinal, comercializar produtos é bom, mas estabelecer laços de longo prazo com as pessoas é bem mais recompensador para o negócio.
Uma maneira de conseguir isso é por meio do marketing promocional, uma das ramificações que focam em ações que vão além do lucro imediato. Neste post, falaremos do conceito, dos seus benefícios e de como implementá-lo no negócio. Venha conosco!
Entenda o que é marketing promocional
Para definir o conceito com precisão, nada melhor do que utilizar a definição da Associação de Marketing Promocional (AMPRO) que o define como um conjunto de estratégias com objetivo de:
construir uma marca;
aumentar o número de vendas;
prospectar consumidores;
fidelizar os clientes.
Isso é feito por meio de ações diretas, que estimulam o contato entre a marca e os consumidores. Essas atividades agregam valor aos consumidores, de uma forma natural e não invasiva.
Afinal, as pessoas são convocadas a participar das ações, mas de uma maneira totalmente espontânea. Ninguém é coagido a fazer algo que não queira, o que seria extremamente prejudicial para um relacionamento entre empresa e cliente.
Diferença entre marketing promocional e merchandising
O marketing promocional é constantemente confundido com o merchandising, mas são estratégias diferentes. Enquanto o segundo foca exclusivamente na atração de consumidores e na venda de produtos, o primeiro tem como principal objetivo reforçar a relação entre consumidor e marca.
Assim, ações como a distribuição de brindes e sorteios não são exemplos de merchandising, uma vez que não necessariamente envolvem a venda de produtos — mas têm tudo a ver com o marketing promocional. Além disso, ainda podem ser utilizadas para turbinar a presença da empresa nas redes sociais.
Conheça alguns benefícios do marketing promocional
Quais são as vantagens específicas do marketing promocional para um negócio? Vamos conhecê-las.
Atração de novos clientes
O marketing, por definição, está diretamente associado à atração de clientes. O modelo promocional não é diferente, uma vez que ações criativas e com condições vantajosas chamarão a atenção de consumidores em potencial.
Fidelização de clientes
O marketing promocional ajuda diretamente na fidelização, ao reforçar os laços com os consumidores para além da simples transação comercial.
Afinal, uma empresa que aposta nessa estratégia tem menos chances de ser conhecida como aquela que “tenta vender tudo a toda hora”, uma vez que ela realizará ações que estimulem a divulgação do produto e com foco no cliente, são exemplo de ações promocionais: sorteios, brindes e oferta de condições melhores para seus consumidores.
Diferencial competitivo
O marketing promocional complementa outras ações importantes, como o pós-venda, que mostram que a empresa se preocupa com o cliente mesmo após a conversão.
Dois terços dos clientes desistem de fazer compras online. Entre os motivos, está a falta de credibilidade da empresa. Por meio de ações bem pensadas, o marketing promocional reforçará a reputação daquela organização no mercado.
Promoção da marca
A marca é reforçada de três maneiras:
os clientes não são só fidelizados, como se tornam embaixadores da empresa. Elas ajudam a divulgá-la, avaliam positivamente os produtos e falam bem daquela organização para outras pessoas;
a empresa se consolida como uma referência de mercado. O marketing promocional fortalece cada vez mais a empresa, uma vez que os frutos colhidos pelas campanhas se refletem em sua imagem;
a empresa se mantém no radar das pessoas, já que elas checarão a loja de forma contínua para verificar se há novas promoções.
Saiba como aplicar o marketing promocional na empresa
Uma das coisas mais legais do marketing promocional é que ele pode ser explorado em uma infinidade de maneiras diferentes. Agora, vamos conhecer algumas delas.
1. Faça campanhas interativas
As lives no YouTube ou em outros canais se tornaram bastante comuns. Elas podem ser utilizadas em campanhas interativas para que os clientes se engajem com a empresa e suas ações de marketing promocional.
Do mesmo modo, os consumidores podem ser convidados a participar de um evento ao vivo, algo como: “O melhor comentário dessa live (ou desse artigo, ou desse post na rede social) ganhará um produto X”. Isso serve até mesmo para atrair clientes não fidelizados.
2. Demonstre os produtos
A demonstração de produtos não é representada apenas pela amostra grátis, sobre a qual falaremos adiante. Hoje, é possível contar com a ajuda de influencers, como youtubers que recebem as mercadorias, provam e contam tudo para seus seguidores.
Do mesmo modo, empresas que tenham lojas físicas podem oferecer um teste grátis em seus produtos, como empresas do ramo alimentício ou de maquiagens, por exemplo.
3. Ofereça brindes
O oferecimento de brindes é uma ação clássica de marketing promocional. Eles são oferecidos não somente para os clientes, mas também para parceiros e até para os colaboradores.
Brindes personalizados são especialmente estratégicos, já que ajudam a disseminar a marca para outras pessoas — como chaveiros, canetas e outros itens que tenham a logomarca do negócio. Do mesmo modo, todo consumidor fiel adora recebê-los.
4. Faça sorteios
Os sorteios podem ser utilizados como um incentivo para que as pessoas comprem seus produtos, como um evento que inclua apenas aqueles que comprem acima de um valor determinado pela empresa: digamos, R$ 200.
Além disso, para resultados ainda mais interessantes, eles podem ser vinculados a uma data comemorativa. Isso amplia a divulgação do evento e ainda diversifica as ações da empresa. Também é interessante utilizá-los para marcar um evento especial, como um aniversário da loja ou uma meta batida.
5. Crie programas de incentivo
As campanhas ou programas de incentivo ajudam a reforçar laços entre empresas e clientes. Elas estimulam as pessoas a continuar comprando, mas de uma maneira que seja mais atrativo para elas.
Um exemplo de programa incentivo simples é oferecer um item grátis a cada 5 ou 10 comprados, por exemplo, assim como descontos progressivos. As milhas áreas oferecidas pelas companhias de aviação são outro modelo de incentivo.
6. Ofereça amostras grátis
Pode não ter acontecido com você, mas certamente já ocorreu com alguém que você conheça: uma amostra grátis encantou e acabou virando uma compra. Por isso, sua loja não deve subestimar o poder desse método.
Distribuir alguns produtos gratuitamente é uma ótima maneira de atrair novos clientes. Você pode fazer isso nas primeiras compras de clientes em potencial e também fornecer amostras para consumidores já fidelizados, como um modo de fortalecer o relacionamento com ele.
7. Faça eventos promocionais
Esses eventos podem ser festas de lançamentos de produtos, assim como estandes em feiras e eventos no seu ramo de atuação. Caso a sua loja funcione exclusivamente no ambiente online ou em um modelo híbrido, as lives também podem ser empregadas aqui.
Como pudemos ver no artigo, o marketing promocional é um conjunto de estratégias que servem a diferentes momentos de acordo com o seu objetivo de negócio. Essas práticas também servem para turbinar as vendas em datas comemorativas e importantes, uma vez que ampliam o alcance da organização, principalmente com o uso das redes sociais.
Algumas das redes sociais se tornaram tão poderosas e presentes no dia a dia das pessoas que se tornaram capazes de criar suas próprias métricas. É o caso do LinkedIn, a principal ferramenta para se conectar profissionalmente com outras pessoas.
Como o LinkedIn é uma rede dedicada ao meio corporativo, que trata majoritariamente de negócios, nada mais natural que oferecesse métricas e indicadores para que as empresas pudessem fortalecer seus relacionamentos uma com as outras. É o caso, por exemplo, do Social Selling Index. Vamos conhecê-lo!
O que é Social Selling Index?
O Social Selling Index, ou SSI, é uma métrica criada pelo LinkedIn e alimentada com o algoritmo da rede. Utilizá-lo é, basicamente, fazer uso da própria plataforma para vender produtos e criar relacionamentos relevantes para o negócio.
O SSI mensura o sucesso dos ativos de venda e quantifica a qualidade das iniciativas de um vendedor a partir do trabalho realizado no LinkedIn e na ferramenta Sales Navigator, também presente na rede social.
O SSI também é conhecido como Venda Social, já que também pode ser definido como um processo de desenvolvimento de relacionamento como parte da jornada de venda. Ele surge como uma maneira de apoiar:
desenvolvimento de relacionamentos com clientes em potencial e parceiros de negócio.
Um exemplo de uso do SSI: uma marca que precise de um fornecedor entra no LinkedIn para analisar a reputação e os serviços oferecidos pelos candidatos. Não à toa, ele é muito utilizado por profissionais do mercado B2B, isto é: de empresa para empresa.
Como colocá-lo em prática?
Colocar o Social Selling Index é ser capaz de tornar o seu perfil na rede social cada vez mais atrativo, além de conseguir pesquisar os melhores parceiros de negócio e clientes em potencial por meio do tempo que sua empresa passa no LinkedIn.
Por isso, podemos mencionar diversas maneiras interessantes de aumentar a sua classificação SSI. Algumas são básicas, mas ajudam muito na visibilidade:
complete o perfil da sua empresa na rede social, alcançando os 100%. Desse modo, o seu negócio parecerá bem mais confiável e o próprio LinkedIn ajudará na segmentação;
adicione conteúdos ricos, como vídeos, artigos e material multimídia. Você já deve ter notado que muitas empresas são bem ativas lá, certo? A razão é justamente pela capacidade de elevar o SSI;
batalhe pelos seus endossos e recomendações, incentivando seus clientes e parceiros a deixarem boas avaliações;
faça postagens longas, que mostram que a sua empresa é referência nos temas discutidos.
Ao realizar essas ações, você consolidará a presença digital da sua empresa. Uma organização que passa um bom tempo lá e se faz notar, por meio dos conteúdos, se torna uma criadora de tendências na plataforma, influenciando as pessoas.
Encontrando as pessoas certas
O LinkedIn leva em consideração as suas interações na plataforma e o modo com que você divulga a sua marca. Outra maneira de se destacar é aumentar o valor das conexões e relacionamentos, o que leva a uma pontuação maior — e, consequentemente, a mais vendas.
No entanto, você pode se perguntar: mas como fazer para encontrar as pessoas certas e elevar a pontuação? Basta sair adicionando todo mundo? Não exatamente.
Siga as nossas dicas para encontrar as pessoas de interesse:
exerça a proatividade. O LinkedIn leva em conta até mesmo as pesquisas realizadas para prospectar, então utilize a plataforma diariamente;
utilize critérios de filtro para encontrar pessoas e empresas, como habilidades desejadas, funções desempenhadas e idade;
mantenha o contato com pessoas que visualizaram o perfil da sua empresa ou a conta individual dos gestores. Isso eleva a qualidade do seu networking;
observe e marque perfis relevantes para iniciar o contato mais tarde.
Fortalecendo o engajamento
“Engajamento” não é uma palavra repetida no mundo corporativo à toa: caso a sua empresa não esteja envolvida com outras e mantenha um relacionamento próximo com os clientes, ela tende a ser esquecida e atropelada por concorrentes.
Por isso, buscar o engajamento aumenta o SSI, além de facilitar o objetivo de tornar a sua empresa uma das referências no segmento. Para isso, algumas ações são indicadas:
entre nas plataformas todos os dias para interagir, nem que seja por 10 minutos. Mas não fique apenas observando, curta e comente conteúdos do seu interesse;
compartilhe postagens, de parceiros e de notícias relevantes para a indústria. Assim, as pessoas passarão a visitar o seu perfil para conferir conteúdo relevante;
comente em posts com alto engajamento, o que ajuda no envolvimento com a comunidade. Além disso, é uma boa forma de a empresa reforçar seus valores em relação a temas polêmicos;
junte-se a grupos de discussão para entender nichos de mercado. Caso não saiba por onde começar, utilize as dicas de grupo sugeridas pela própria plataforma;
construa conexões. Conecte-se com empresas e clientes com interessantes semelhantes. No LinkedIn, é comum ver até mesmo organizações interagindo com concorrentes para influenciar o mercado.
Quais são as vantagens do social selling index?
Agora, conheceremos os principais benefícios de investir o seu tempo aumentando a pontuação do SSI.
Tempo de contato reduzido
O LinkedIn oferece uma maneira bem direta de contato: basta encontrar um perfil que interesse ao seu negócio e começar a interagir com ele. Não será mais preciso ficar pesquisando os diversos canais de atendimento de parceiros e clientes em potencial.
Além disso, por ser uma plataforma com um grande número de pessoas cadastradas, o LinkedIn é um dos canais nos quais os clientes estão frequentemente ativos. Por isso, o ciclo de vendas é mais curto, uma vez que o bom uso da rede social posiciona a empresa como uma fornecedora de produtos e serviços.
Aumento no volume de leads
Com o contato diário e a atração de leads reforçada, fica mais fácil atender a um número maior de clientes e fechar vendas em menos tempo.
Relacionamento maior com o cliente
Quando a empresa consegue estabelecer uma relação de confiança com os perfis com os quais ela interage, o relacionamento não só é aprofundado, como ainda ocorre a aceleração de conversão de leads na jornada de compra.
Uma boa rede de contatos no LinkedIn vai muito além de ter um perfil com muitos seguidores: com os direcionamentos corretos, a chance de faturamento aumenta muito, uma vez que a sua empresa estará em contato direto com os interessados nos produtos que ela oferece.
Maior aprofundamento nas dores dos parceiros e consumidores
O LinkedIn tem mais de 850 milhões de usuários, em mais de 200 países. Com todos esses dados acessíveis, será mais fácil eliminar dúvidas e mal-entendidos sobre o que a empresa oferece no mercado.
Com muitos usuários no Brasil, a rede também garante um bom potencial de prospecção, com todos os dados que podem ser acessados. Ler os posts e interagir com as pessoas é uma excelente oportunidade para conhecer lacunas de mercado — e, obviamente, preenchê-las com a utilização do Social Selling Index.
Gostou do artigo e quer conferir outros conteúdos como este em primeira mão? Então, siga a nossa página no LinkedIn e comece a colocar a snossas dicas em prática!
Caso a sua empresa ainda não tenha uma presença digital marcante, é melhor repensar as suas práticas. A pandemia do coronavírus acelerou muitas tendências de mercado — e uma delas é, justamente, a importância do ambiente on-line.
Uma estratégia digital pode envolver tecnologias de ponta, mas também iniciativas acessíveis para qualquer empreendedor, como uma atuação mais frequente nas redes sociais. Neste post, explicaremos melhor o conceito e as etapas necessárias para implementá-lo. Boa leitura!
O que é uma estratégia digital?
É o conjunto de ações que envolvem o reforço da presença digital da empresa. Uma estratégia digital completa agrupa não só o uso de tecnologias, mas também um conjunto de ações por meio de canais e formatos de comunicação inbound (atração) e outbound (impacto).
O objetivo é atrair pessoas para a marca e contatá-las para que elas se tornem clientes efetivos. Ela é planejada para englobar todos os aspectos de uma abordagem digital, o que inclui:
utilização de mídias sociais;
reforço da presença em ambientes on-line;
o estudo do público-alvo;
ações de marketing de conteúdo;
entre outros.
Quais são os elementos de uma estratégia digital?
Para ajudar gestores que querem iniciar ou reforçar a sua estratégia, é importante citar elementos que estruturem os trabalhos. Veja quais são eles.
Branding
Trata-se de uma maneira de gerir as estratégias de marca de uma empresa. Inclui o planejamento e gerenciamento da imagem do negócio para melhorar a percepção que o consumidor tem da empresa.
Persona
A persona é uma representação semifictícia do cliente ideal de uma companhia. Por meio dessa definição, as atividades de uma estratégia digital serão desenvolvidas e direcionadas para o tipo de cliente que precisa ser impactado pela abordagem e pelos produtos da empresa.
Jornada do consumidor
A jornada do cliente envolve desde o primeiro contato de um comprador em potencial até a sua conversão. Cabe à empresa equilibrar os estágios da interação, isso é: oferecer um bom atendimento e uma ótima experiência de compra em todas as etapas.
Plataformas
Toda estratégia digital deve ter plataformas que aumentam a interação on-line da empresa com seus clientes. Exemplos de plataformas:
site próprio;
página no marketplace (caso a empresa esteja inserida nesse modelo);
blog;
aplicativos;
redes sociais.
Indicadores e tecnologias
Uma estratégia digital deve contar com ferramentas modernas e que ajudem a mensurar resultados e criar oportunidades. Assim, é necessário contar com métricas como os KPIs e tecnologias de análise de dados e marketing.
Como realizar a estratégia digital na empresa?
Agora que mostramos os principais elementos, apresentamos as principais etapas para fortalecer a estratégia digital do seu negócio.
1. Compreenda o contexto do seu negócio
É preciso estabelecer e analisar a presença digital atual do negócio. A empresa já vende bem nos canais digitais? Há um bom uso de redes sociais? Os clientes aparecem mais pelo digital ou pelo offline? Há margem de melhoria em relação às ações de marketing virtual?
Ao analisar os objetivos e as capacidades atuais do seu negócio, será possível elaborar estratégias de acordo com os desejos e necessidades.
2. Defina os objetivos da estratégia
Nessa etapa, podemos mencionar algumas perguntas que ajudarão a empresa a descobrir e implementar os objetivos da sua estratégia:
A empresa quer apenas melhorar a divulgação do site?
A empresa quer diversificar o conteúdo das redes sociais?
É preciso melhorar a quantidade dos conteúdos para vender mais?
O objetivo é reforçar a presença digital?
A empresa utiliza tecnologias de análise de dados?
A resposta pode estar em uma ou duas dessas questões, ou até em todas elas. De qualquer forma, é uma maneira abrangente de verificar as lacunas e entender em quais aspectos a empresa precisa apostar para reforçar a sua presença digital.
3. Estude seu público-alvo
Uma estratégia digital não está completa sem o conhecimento do público-alvo. Não à toa, a persona é um dos elementos mais importantes desse trabalho, como mencionamos anteriormente.
A descrição ajuda a empresa a visualizar o cliente de forma mais realista e a planejar a interação com o consumidor. Caso a persona não tenha sido desenvolvida, a empresa já consegue dados valiosos ao analisar o perfil das pessoas que interagem com a companhia nas redes sociais.
Além disso, estudar o histórico digital de vendas e procurar por vendedores recorrentes também ajuda a estabelecer padrões. Para isso, tecnologias como o Big Data e Business Intelligence são muito importantes.
4. Mostre o valor dos seus produtos
Por que as pessoas precisam dos seus produtos e serviços? Pensar nessa pergunta e nas respostas é uma ótima maneira de estruturar a sua estratégia digital.
Uma maneira de provar o valor daquilo que você vende é utilizar o storytelling. Trata-se de uma forma de contar histórias relacionadas à empresa. Nem é preciso inventar nada: a empresa pode pedir autorização para os seus consumidores atuais para reproduzir a jornada de compra deles.
Isso gera identificação em potenciais clientes, que poderão conhecer a história de pessoas que tiveram problemas similares resolvidos. O storytelling é uma maneira de provar a utilidade prática de produtos — em vez de simplesmente listar características dele.
O storytelling pode complementar os conteúdos mais técnicos da sua estratégia de marketing, sobre os quais falaremos adiante.
5. Analise os dados
Você pode até nunca ter pensado nisso, mas o histórico digital e a própria internet contêm informações valiosíssimas e que podem ser transformadas em conhecimento relevante para o negócio. Contudo, é preciso adotar as ferramentas adequadas para isso.
As ferramentas de análise de dados fornecem um conhecimento detalhado sobre o cliente e o seu comportamento, o que facilita a construção de estratégias de venda e de fidelização.
Afinal, não há estratégia digital sem o “digital”, que é representado pelas tecnologias e também pelas ações que a empresa empreende no universo on-line.
6. Marque presença nas redes sociais
Essa dica pode parecer óbvia, mas a verdade é que muitas empresas ainda não estão na internet. Em 2020, um estudo mostrou que 78% dos negócios estão presentes nas redes sociais, sendo que apenas 57% utilizam o ambiente on-line para vender produtos e serviços.
Esses números mostram que muita gente ainda não utiliza todo o potencial da internet. As redes sociais são cruciais para a estratégia digital, uma vez que elas servem para diversas funções, como:
contato direto com o consumidor;
postagem de enquetes;
apresentação de novos serviços;
divulgação das condições de compra e frete;
monitoramento do comportamento do consumidor.
Para não ficar para trás, é importante selecionar uma equipe para desempenhar esse trabalho. Eles poderão realizar o atendimento, acompanhar as métricas de desempenho dos sites e sanar as dúvidas dos clientes.
7. Produza conteúdos
O marketing de conteúdo surgiu quando as empresas descobriram que produzir textos e vídeos relevantes era importante para melhorar o seu ranqueamento no Google, fortalecer o relacionamento com os clientes e também se firmarem como referência em seus ramos de atuação.
Contudo, é precisar produzir conteúdos que realmente vendem, isto é: que foquem na necessidade do cliente e ofereçam informação de qualidade.
A partir do momento em que o seu blog se torna uma fonte recorrente para tirar dúvidas das pessoas, a empresa passa a ser vista como uma organização que domina os assuntos relacionados ao seu setor.
Como pudemos ver no artigo, implementar uma estratégia digital bem-sucedida passa por diversos aspectos. Redes sociais não podem ser negligenciadas, uma vez que representam um meio de contato direto com o consumidor. Investir em tecnologias e em conteúdos que vendem também são ótimas iniciativas.
Gostou do artigo e quer saber mais sobre como incrementar a sua estratégia digital? Então, não deixe de entrar em contato conosco!
Sempre que você coloca em prática uma estratégia dentro da empresa, é preciso acompanhá-la para saber se sua performance é satisfatória ou não, certo? Pois bem, mas você sabe como medir esses resultados? É nesse momento que as métricas de marketing digital ajudam você a entender melhor o cenário do seu negócio.
Elas servem para medir o sucesso das suas ações dentro do marketing digital, podendo identificar eventuais gargalos que estão comprometendo os seus resultados.
A seguir, listamos as 4 principais métricas que você precisa observar para avaliar o desempenho das estratégias ativas do seu negócio. Continue a leitura para conhecê-las!
1. Custo por lead (CPL)
Infelizmente, muitos empreendedores não prestam atenção nessa métrica. Com isso, tentam a todo custo vender seus produtos ou serviços sem construir uma relação com a sua audiência. Quando isso acontece, fica muito mais “caro” conquistar o seu potencial cliente, uma vez que ele não tem a confiança necessária para tomar a decisão de compra.
Para avaliar se isso tem acontecido no seu negócio, você deve calcular o CPL (custo por lead). Se ele estiver alto, significa que algo está errado na sua campanha. Nesse caso, quanto menor for seu CPL, melhor será para os negócios. O cálculo dessa métrica é feito da seguinte forma:
CPL = Total investido na campanha / número de leads que foram gerados
2. Taxa de conversão
A conversão não está ligada necessariamente à conclusão da venda, mas também pode ser um dos passos necessários para que um visitante se torne seu cliente, como baixar um e-book, fazer o cadastro em uma promoção, realizar um teste gratuito do seu produto etc.
São vários fatores que podem contribuir para uma taxa de conversão baixa — como usabilidade ruim do site e ausência de chamadas para ação (CTAs). O cálculo dessa taxa varia de acordo com o seu objetivo, no entanto, de maneira geral, ele deve levar em consideração o número de visitas em uma página e o número de visitantes que concluíram a ação desejada.
3. Retorno sobre investimento (ROI)
Além de mostrar qual foi o retorno que você teve do investimento realizado, o ROI também mostra se esse investimento deve ser escalado. Suponhamos que você seja um gestor de uma clínica odontológica. Se você tem um ROI positivo e os cirurgiões-dentistas podem incluir mais pacientes em suas agendas, o ideal é aumentar os investimentos feitos em anúncios. Veja como essa métrica deve ser calculada:
ROI = Receita obtida – valor investido / valor investido
4. Ticket médio
Com o ticket médio, você consegue entender quanto cada cliente gasta com a sua empresa, em média. Caso ele esteja baixo demais, existe a possibilidade de adotar estratégias de crosselling (quando você oferece um produto complementar à oferta que o cliente comprou) e upselling (quando você oferece a possibilidade de o consumidor melhorar o produto, como upgrade de serviços) para otimizar os retornos. O cálculo é feito da seguinte forma:
Ticket médio mensal = Receita do mês / Número de clientes do mês
As métricas de marketing digital ajudam a sua empresa a otimizar seus resultados e melhorar a sua performance no mercado, destacando-se da concorrência. Além disso, fazer uma análise detalhada das ações estratégicas é fundamental para melhorar os investimentos realizados.
Gostou do nosso conteúdo? Então, acompanhe-nos nas redes sociais para se manter informado sobre assuntos tão importantes do empreendedorismo. Estamos no Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn.
Posicionar sua marca no mercado exige estudo, pois a imagem da sua empresa estará em jogo. Contar com boa reputação junto ao público favorece o seu negócio, por isso é essencial se atentar a como a sua empresa interage no universo empreendedor.
Apesar de parecer uma tarefa simples, muitos erros são cometidos durante o posicionamento de marcas. Seja no diálogo com o público, ou durante a fase de seu planejamento.
E para evitá-los, nada melhor do que conhecê-los ao máximo. Confira no artigo a seguir os 10 principais erros que acontecem ao posicionar uma marca no mercado!
1. Complicar o diálogo com seu público
Um erro comum ao posicionar sua marca no mercado é a complexidade que a sua mensagem passa para o seu público. O seu objetivo deve ser tornar a empresa amigável aos olhos e ouvidos do cliente. Para isso, a simplicidade é o mais indicado.
Por isso, não existe necessidade de explicar, de forma aprofundada, como o seu produto funciona. Os aspectos técnicos podem ser abordados em um momento futuro, quando o comprador estiver conversando com um dos vendedores, por exemplo.
2. Não conhecer quem é o seu público
O diálogo complicado atrapalha, e isso pode ser ainda pior quando não sabemos com quem estamos falando. O conceito de persona pode ajudar. Esse conceito “cria” o perfil do cliente para quem queremos vender, baseado em dados reais, o nosso cliente ideal em quem devemos focar nossa atenção.
Quando conseguimos identificar quem são os nossos verdadeiros clientes, as nossas vendas ficam mais fáceis de serem feitas. O nosso tom de voz, identidade visual, entre outras questões, são influenciados por quem é o nosso público-alvo.
3. Focar nas necessidades erradas
O seu cliente precisa do seu serviço porque ele tem alguma dor para resolver. Porém, nem sempre os empreendedores conseguem identificar quais são os problemas reais, focando seus esforços em soluções que são desnecessárias.
Por isso, é muito importante fazer pesquisas para entender quais são as necessidades do seu cliente. Se ele precisa de capinha para celular, por exemplo, não adianta nada oferecer um cabo USB para ele, por estar totalmente fora do interesse. Assim, você não consegue dialogar e posiciona a sua marca errado.
4. Ser repetitivo
Muitas marcas, ao se posicionarem, acabam repetindo a mesma mensagem continuamente em diferentes canais, replicando o mesmo comunicado constantemente. Seja na internet ou fora dela, independente do produto, o anúncio é sempre o mesmo, não tendo uma personalização diferente para atrair a atenção do cliente.
As mensagens são enviadas aos montes para todos os clientes, elas precisam conter alguma dose de identidade única. Por isso, adicione o nome dos clientes quando enviar algo específico por mensagem de texto ou e-mail, por exemplo, além de fazer uso de imagens em campanhas realizadas fora da internet.
5. Ignorar a opinião do seu público
Um erro muito comum no posicionamento de marcas é ignorar a opinião dos clientes no processode sua construção. Assim que algo novo é lançado, quem usa o produto ou o serviço acaba dando o seu feedback, porém muitas vezes, as empresas não se atentam a isso e perder informações valiosas.
Ignorar a posição do seu público em relação a algo é um dos maiores erros a serem evitados no empreendedorismo. Isso porque são eles que fazem o seu negócio existir, assim, se algo não está bom para eles, chegou o momento de implementar mudanças.
6. Não se posicionar de maneira ativa
Quem não é ativo dentro do mercado, não é notado nem pelos próprios clientes. Marcas que não são vistas acabam caindo no esquecimento e em muitos casos as pessoas até mesmo acham que ela não existe mais, apenas pela falta de frequência com que aparecem.
Ou seja, a sua falta de posicionamento vai acabar fazendo com que o público entenda que a sua posição é não se divulgar. Deixar os clientes criarem essa imagem de desleixo não é interessante para nenhuma estratégia de marketing.
7. Ignorar as redes sociais da empresa
Outro erro comum ao posicionar sua marca no mercado é ignorar o poder das redes sociais no cenário atual. As plataformas de mídia social contam com muitos dos seus clientes integrados, e por isso, devem ser utilizadas por todas as empresas que desejam se destacar.
Contar com formas fáceis de interagir com seus clientes é uma boa maneira de garantir uma comunicação mais efetiva. Porém, muito cuidado para não confundir suas redes profissionais com pessoais: não transforme, por exemplo, a conta da sua empresa em palanque político, ou acabe deixando o perfil abandonado. É preciso ter equilíbrio.
8. Fazer a mesma postagem em todos os canais
Como dissemos, estar presente nas redes sociais é muito importante, porém, é necessário saber como se portar em cada um a delas. O mesmo post não vai funcionar no Instagram e no Twitter, afinal, o foco das redes não é o mesmo, e nem a forma de se comunicar nelas.
Um post no Instagram é mais visual, enquanto no Twitter um texto curto pode ser mais interessante, por exemplo. É preciso produzir conteúdo voltado para cada uma das redes sociais, para reforçar seu comprometimento com o público.
9. Precisar de outras marcas para explicar o seu negócio
Uma empresa genérica não consegue se destacar no mercado por copiar o que uma marca de outro segmento faz. Por isso, é muito comum nos depararmos com o “Netflix de tal coisa” quando vamos buscar saber mais sobre o serviço de determinadas marcas.
Isso pode até ser algo interessante para algumas comunicações específicas por atrair atenção, mas nem sempre essa é positiva. Depois, a “marca” acaba sendo vista apenas como uma cópia, o que pode até mesmo gerar processo judicial. Por isso, no posicionamento de marca, é interessante mostrar que a sua empresa é única, e que conta com serviços específicos que não apenas copiam concorrentes.
10. Não cuidar da sua identidade visual
Outro erro comum ao posicionar sua marca é não tomar cuidado especial com a sua identidade visual. Pode não parecer importante em um primeiro momento, porém, se você pretende se consolidar no mercado, esse ponto é essencial.
Não é sem motivo que a Coca-Cola investe em um tom de vermelho, caligrafia e formato de garrafa próprios, assim todos sabem que se trata deles. A identidade da marca é muito importante para causar familiaridade e convencer as pessoas a apostarem nos seus produtos.
Por isso, o mais indicado, mesmo que o seu estabelecimento ainda esteja iniciando, é investir na sua formação de imagem. Para isso, contrate um profissional para te ajudar, além de usar a mesma paleta de cores no seu negócio.
Já ouviu falar em vendarketing? Ele nada mais é que uma estratégia que visa juntar os termos “vendas” e “marketing” e manter os dois times bem alinhados — afinal, é muito comum ocorrerem conflitos entre essas equipes, e o vendarketing surgiu para eliminar esse problema.
Cada setor desempenha um papel fundamental dentro da empresa. O marketing é responsável por fazer com que mais pessoas conheçam a marca e se sintam atraídas por ela. Já o time de vendas, como o nome já diz, tem como objetivo vender.
Alinhar esses dois times parece algo muito difícil, mas não é. Utilizando os processos internos é possível fazer com que eles trabalhem em conjunto e sem atritos. A seguir, listamos alguns passos para ter sucesso no vendarketing. Continue a leitura e saiba quais são eles.
1. Integração dos times
Fazer a integração dos times é indispensável para garantir melhores resultados. Para isso, é preciso investir em reuniões periódicas entre as equipes para que todos conheçam o funcionamento dos processos de cada área e, assim, consigam pensar em melhores soluções para otimizar as vendas da empresa.
2. Alinhamento de métricas
Os objetivos do marketing e vendas precisam ser numéricos e específicos. Dessa forma, é possível avaliar a performance de cada setor para entender os pontos de melhoria e as oportunidades, mensurando financeiramente o quanto cada etapa impactou em todo o processo.
3. Definição de SLA para as equipes
SLA significa Service Level Agreement, traduzindo para o português fica “Acordo de nível de Serviço”. Esse documento é importante porque visadeixar claro o que é esperado de cada time no que refere-se à performance de cada um deles.
Por exemplo, o SLA informará quantos leads a equipe de marketing deve entregar para a equipe de vendas para que eles consigam bater suas metas — tudo, é claro, de acordo com os investimentos realizados em anúncios e outras estratégias de marketing.
O SLA funcionará como uma espécie de acordo entre as partes, a fim de que cada uma delas consiga se planejar conforme as condições preestabelecidas.
4. Automação de processos
A tecnologia auxilia a rotina empresarial, otimizando processos e aumentando a produtividade dos colaboradores. Por essa razão, investir na automação dos processos é fundamental para alinhar as estratégias de vendas e marketing.
Por meio da automação, as equipes conseguem unificar os dados e, consequentemente, reduzir os ruídos na comunicação. Além disso, a gestão de relacionamento com o cliente se torna mais próxima, facilitando, assim, as negociações.
5. Reuniões de feedbacks
Para manter o alinhamento das equipes, reuniões de feedbacks são essenciais para eliminar gargalos na comunicação e evitar contratempos. Além de apontar pontos positivos e pontos negativos — esse último de maneira que não desmotive os colaboradores —, apresente as métricas, a fim de que todos possam identificar quais são as oportunidades criadas e as falhas que devem ser eliminadas do processo.
Por fim, é importante desconstruir o mito da competição entre esses dois setores, mostrando que com o vendarketing é possível manter o alinhamento das equipes para que os resultados possam ser alcançados com mais facilidade.
Gostou do nosso artigo? Então, siga-nos no Facebook e acompanhe mais conteúdos relevantes como este.
Datas comemorativas são oportunidades de ouro para quem deseja vender mais. Afinal, nesse período, a maioria das pessoas estão à procura de presentes especiais e cabe ao empreendedor oferecer mercadorias de qualidade para aproveitar o momento.
Neste post, mostraremos as principais dicas para quem quer aproveitar as datas comemorativas para atrair mais clientes, aumentar as vendas e começar a estabelecer um relacionamento duradouro com seu público. Boa leitura!
1. Planeje-se antecipadamente
Um planejamento antecipado é que possibilita uma estratégia de venda bem-sucedida. Isso porque ele permite que a empresa se prepare adequadamente para o aumento da demanda e para o volume de estoque e atendimento necessários.
Entre as tarefas que entram nesse planejamento, podemos citar:
negociação com os fornecedores;
definição das pessoas que reforçarão o trabalho do empreendedor, caso seja necessário;
planejamento logístico, como as políticas relacionadas às entregas em datas comemorativas;
estudo da mesma data no ano anterior: quais foram os produtos mais vendidos? Pode ser interessante focar suas promoções neles.
Quanto melhor for a preparação, mais fácil será conseguir boas condições para poder oferecer preços atrativos no dia tão esperado. Um exemplo: compras antecipadas de recursos de fornecedores, que podem ser mais baratos em um período quando a demanda é menor. Caso a empresa deixe para negociar com esse fornecedor muito em cima da hora, os preços serão muito mais altos, uma vez que ele também negocia com outras lojas.
2. Prepare o estoque
Quer vender muito em uma determinada data comemorativa? Então mantenha o estoque cheio. Caso a empresa fique semanas e meses fazendo anúncios e propagandas e não consiga atender à demanda, isso prejudicará a reputação do negócio e a confiabilidade dos clientes.
É indispensável que você saiba a quantidade exata de produtos no estoque antes de lançar uma promoção. Por isso, esse preparo deve vir antes das divulgações e das campanhas relacionadas à data em questão.
3. Realize promoções direcionadas
É simples: em períodos de festividades e comemorações, as pessoas sempre priorizarão as lojas que ofereçam bons descontos e boas condições gerais de compra. Como o aumento da demanda é um acontecimento natural nessa data, cada empreendedor deve fazer o necessário para lucrar nesse período.
Assim, uma das dicas é realizar promoções direcionadas ao público-alvo — e que os produtos ofertados tenham a ver com aquela data. No Dia dos Pais, por exemplo, não adianta muito focar os anúncios em roupas femininas.
Por isso, é preciso identificar quais são os produtos e serviços da sua loja que combinem com o público-alvo e também correspondam à data específica. Para quem tem um restaurante, datas como o Dia das Mães, dos Pais ou o Natal também são boas oportunidades para apostar em descontos para atividades em família.
Além disso, também é necessário escolher os melhores espaços para divulgar essas promoções. Para lojas físicas, é uma boa ideia explorar o próprio ambiente com os anúncios. Já a internet oferece múltiplas opções, como:
anúncios pagos;
o próprio site;
textos de marketing de conteúdo direcionados aos produtos relacionados à data;
campanhas de e-mail marketing, mas apenas para clientes que sinalizaram que querem ser contatados dessa forma.
4. Divulgue nas redes sociais
Não mencionamos as redes sociais no tópico anterior porque elas merecem seu próprio espaço. Afinal, cada uma delas tem características específicas e a melhor estratégia de marketing, nesse caso, é explorar aquelas que tenham a ver com o seu negócio.
As redes sociais reforçam a sua presença digital e aumentam o alcance dos seus produtos. Em datas comemorativas, elas são imprescindíveis: afinal, muitas pessoas procurarão o que comprar na própria internet, mesmo aquelas que tenham interesse em sair de casa para gastar.
Para explorar as redes sociais e todo o seu potencial, é interessante elaborar um calendário de conteúdos para postar nas semanas que antecedem aquela data comemorativa. Diversifique a produção, apostando em textos, vídeos e postagens curtas.
O importante é aproveitar todos os canais de comunicação, em uma estratégia omnichannel. Use as redes sociais, o e-mail e o WhatsApp para expandir o seu alcance.
Também é comum que clientes em potencial naveguem nas redes sociais sem ter ideia ainda do que comprar naquela data. Caso você capriche em suas postagens e divulgações, aquele conteúdo pode ser o que faltava para esse tipo de consumidor se decidir.
5. Invista em uma estratégia completa de marketing
Complemente a sua presença nas redes sociais com outros meios de divulgação. Aposte na produção de conteúdo relevante (como artigos que tirem dúvidas e demonstrem a utilidade dos produtos), newsletters e uma campanha que já comece a preparar as pessoas semanas antes da data comemorativa na qual você queira investir.
Uma campanha de e-mail marketing pode conquistar clientes por meio da progressão. Um exemplo: em março, a empresa já quer começar a investir no Dia das Mães, que ocorre no segundo domingo de maio. Assim, uma sequência lógica seria:
Faltam dois meses para o Dia das Mães. Já pensou no presente? (mensagem enviada em março);
Sua mãe é do tipo aventureira ou mais caseira? Confira essas opções (mensagem enviada no início de abril);
Quer saber quais são os produtos que recomendamos para presentear a sua mãe? (mensagem enviada no fim de abril);
Está chegando! Já decidiu o seu presente? (mensagem enviada no início de maio).
Essa campanha pode ser equilibrada com mensagens mais frequentes nas redes sociais e postagens de produtos no Instagram, por exemplo. O importante é segmentar os consumidores de acordo com a data: portanto, pense bem nos produtos que você divulgará!
6. Desenvolva um bom atendimento pós-venda
Por fim, aquela data comemorativa pode ser um período de muitas vendas, mas também o início de um relacionamento duradouro com aqueles clientes. Para isso, capriche no atendimento pós-venda para tornar o consumidor fiel à sua marca.
Você pode realizar pesquisas de satisfação, tirar dúvidas dos produtos comprados, enviar conteúdos segmentados e até abrir um canal de sugestões para o seu público. O mais importante, nessa última etapa, é mostrar disponibilidade.
Afinal, sua empresa terá passado semanas ou até meses “bombardeando” os clientes com suas divulgações. Por isso, nada mais justo do que se mostrar acessível depois daquela data comemorativa.
Como vimos no post, as datas comemorativas são excelentes oportunidades comerciais para qualquer empresa. É o momento de lucrar muito e atrair mais clientes. Contudo, é imprescindível preparar bem o estoque, realizar boas divulgações e investir em uma estratégia robusta de marketing.
A Black Friday já virou uma tradição nacional: no segundo semestre, sempre recebemos anúncios alusivos à data comercial. No entanto, empreendedores não precisam esperar até a última hora para começar a lucrar com o evento.
É possível, por exemplo, colocar em prática um Esquenta Black Friday. Essa oportunidade é muito importante, não somente para vender e lucrar, mas também para passar aos clientes um gostinho do que os aguarda no evento principal.
Neste post, falaremos mais sobre ele e mostraremos algumas dicas para aproveitar as duas ocasiões. Venha conosco!
Quando ocorre a Black Friday?
A Black Friday é aquela superpromoção anual que ocorre sempre na última sexta-feira de novembro. O interessante é que os descontos e condições especiais são concedidos em produtos tanto de lojas físicas como online.
Portanto, em 2022, ela ocorre no dia 25 de novembro — e, como sempre, vai atrair clientesinteressados em todo tipo de produto. No entanto, para preparar os consumidores para o evento, muitas lojas estão apostando em outra iniciativa: o Esquenta Black Friday.
Assim, as marcas exploram datas próximas ao grande dia. É uma maneira, inclusive, de antecipar aos clientes uma demonstração de como a loja se comportará na última sexta-feira de novembro. Caso o Esquenta seja um sucesso, os empreendedores terão mais confiança para encarar a data comemorativa.
Quais são as ações para realizar o Esquenta Black Friday?
Agora que falamos um pouco sobre as datas, nada melhor do que conhecer algumas dicas para vender bem nelas.
1. Prepare o estoque
Caprichar na divulgação, anunciar produtos atrativos, condições especiais… e não cuidar do estoque. Esse é um dos principais erros que as empresas podem cometer não só no Esquenta e na Black Friday propriamente dita, mas em qualquer data comemorativa.
Lembre-se de que, na era da internet, bastam pouquíssimos cliques para que o cliente encontre um concorrente — e é possível até que ele fique por lá mesmo, abandonando sua empresa de vez. Por isso, garanta que o seu estoque esteja abastecido e faça jus às suas promessas.
Você deve ter uma boa quantidade dos produtos que vendem mais e que tornam a sua empresa uma referência, mas também pode utilizar a data para divulgar mercadorias que não saiam tanto. Afinal, talvez a qualidade não seja a culpada, mas sim a falta de publicidade para esses produtos.
2. Pense na divulgação e nas ações de marketing
Suas ações de marketing devem ser orientadas a divulgar os produtos de uma maneira que os clientes realmente os vejam. Por isso, usar ferramentas como o Analytics, que mostram os horários que mais concentram pessoas em um determinado site, é fundamental.
Mesmo assim, é bem capaz que algumas divulgações passem batido pelas pessoas. Para contornar isso, capriche nas newsletters, principalmente para clientes fidelizados e que já promovam naturalmente a marca.
Interaja com as pessoas nas redes sociais. Uma simples pergunta como “O que mais vocês querem da nossa Esquenta Black Friday?” é o suficiente para gerar engajamento e descobrir os produtos que você deve priorizar no estoque. Fique de olho nos likes e nas sugestões que mais se repetem.
Do mesmo modo, seguindo a dica do tópico anterior, você pode aproveitar para divulgar produtos que ainda não emplacaram no gosto dos clientes. Dependendo da aceitação nas postagens, você saberá se aquela mercadoria ainda tem salvação.
3. Defina os preços
Registre os preços dos produtos em condições “normais” — isto é, fora das datas comemorativas — para poder fazer uma nova precificação justa. Equilibre mercadorias mais caras com aquelas de preço mais acessível para aumentar as suas chances de sucesso.
Tanto a Black Friday como o seu Esquenta rendem reclamações e discussões nas redes sociais, com acusações de que as empresas não fazem promoções justas. Por isso, nada de retirar alguns centavos do preço praticado durante a maior parte do tempo e chamar aquilo de “oferta imperdível”.
Afinal, o seu objetivo não é só vender um monte de produtos e depois começar do zero. O Esquenta também é uma oportunidade de fidelizar clientes para o ano todo. Por isso, não deixe de negociar com os seus fornecedores para poder oferecer preços realmente atrativos.
4. Diversifique as suas promoções
No Esquenta, você pode apostar em diferentes modalidades, como a venda conjunta. Assim, promoções como “Compre 2 e leve 3” são interessantes porque mostram claramente que há uma vantagem para o cliente naquela oferta.
Outra boa ideia é apostar em “ofertas do dia”, caso a sua intenção seja manter o Esquenta durante uma semana ou mais. Em cada uma das datas, você pode priorizar um produto, o que é até interessante para garantir um controle do estoque de acordo com cada oportunidade.
5. Prepare o seu site
Caso você venda pela internet, não preparar o site para o Esquenta e para a Black Friday é outro erro que pode inviabilizar toda a sua estratégia. A página deve aguentar o volume maior de acessos: uma certa lentidão pode até ser aceitável, mas é preciso que as pessoas tenham condições de efetivamente concretizar a compra.
Por isso, converse com os profissionais responsáveis pela hospedagem do seu site. Caso você use uma opção gratuita, uma boa ideia é criar um hotsite só para essa data. Trata-se de uma página exclusiva para um determinado fim, como é o caso de vendas em uma data comemorativa.
6. Preste atenção à política de trocas
As regras ditadas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) também devem ser cumpridas nas datas comemorativas. Além disso, como mencionamos, o Esquenta deve servir para fidelizar e nada melhor do que respeitar os direitos dos consumidores que acabaram de chegar.
A legislação do tema afirma que quaisquer empresas precisam trocar um produto que apresente defeito, em um prazo de até 30 dias para mercadorias duráveis e de 90 para não-duráveis. Pela correria causada por essa data, é possível que os produtos sofram algum dano durante a gestão de estoque, por exemplo.
A lei também deve ser cumprida quando o cliente se arrependa da compra, em negociações feitas no ambiente digital. Nesse cenário, o prazo para solucionar o problema é de 7 dias.
Quais são as vantagens de colocar essas dicas em ação?
O Black Friday mobiliza muitas pessoas. Por isso, a competição é ainda mais acirrada nessa data: afinal, todo mundo estará de olho nesse enorme contingente de consumidores. Estruturar as suas ações de acordo com técnicas bem-sucedidas de mercado é a melhor forma de sair na frente.
Com um Esquenta Black Friday, a sua empresa se destaca em meio àquelas que simplesmente enchem as prateleiras de produtos e esperam os clientes, sem um planejamento adequado para isso. Como vimos no artigo, algumas dicas devem ser postas em prática para que você não decepcione seus clientes nessa oportunidade!
Gostou do artigo e quer conferir outros conteúdos como este em primeira mão? Então, siga as nossas redes sociais: estamos no Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter e YouTube!