Categoria: Marketing

  • Como criar conteúdos que vendem? 7 técnicas que vão te ajudar

    Como criar conteúdos que vendem? 7 técnicas que vão te ajudar

    Os seus conteúdos costumam ser bastante elogiados? Isso é ótimo! Afinal, se comunicar bem é importante para qualquer empreendedor. Contudo, a pergunta crucial é: eles levam as pessoas a comprarem os produtos da sua empresa?

    Um texto ou um vídeo, por mais caprichados que sejam, não servirão de muita coisa se eles não ajudarem a empresa a fechar negócios. Por isso, este post mostrará como criar conteúdos que vendem e realmente impulsionam a marca. Boa leitura!

    1. Faça posts educativos

    Quando as pessoas pesquisam algo na internet, esperam respostas objetivas. Por isso, caso elas busquem pelos termos “A importância dos cursos de marketing”, querem encontrar informações claras sobre o que exatamente aquela capacitação aborda e como ela a diferenciará no mercado.

    Por isso, seus posts devem ser sempre educativos. Os melhores artigos são aqueles que respondem às dúvidas e expõem informações que as pessoas ainda não tenham. Portanto, livre-se dos rodeios: concentre-se nas ideias e conceitos que tenham realmente a ver com o título escolhido.

    Essa aposta em posts educativos é até mesmo um meio de estabelecer um vínculo com o cliente. Imagine que a mesma pessoa que buscou o post sobre cursos de marketing se depara com um post prolixo e cheio de detalhes que não agregam. A empresa que o escreveu será associada a informações de baixa qualidade — “aquela loja que só enrola”.

    2. Divulgue cases de sucesso

    Para convencer de vez o cliente a fechar uma determinada compra, uma ideia é apresentar os cases de sucesso da empresa. Mas isso não se resume a “vendemos muito para o consumidor X”. Concentre-se em mostrar o que a sua empresa realmente fez para prover uma solução.

    Por isso, em seus posts, divulgue o que a sua empresa já entregou e a consequência das suas ações. Clientes que estiverem perto de fechar uma compra ficarão ainda mais estimulados ao entender como aquilo que ele pretende adquirir contribuirá em sua vida.

    3. Torne seu conteúdo fácil de ser encontrado

    Para tornar o seu conteúdo mais fácil de ser encontrado, é preciso colocar algumas práticas que favorecem o ranqueamento da sua página no Google. Uma delas é utilizar as palavras-chave de maneira otimizada, para construir conteúdos que sejam relevantes para as pessoas.

    Quando você aposta nas palavras-chave e em técnicas de SEO, você atua diretamente para que o seu post seja encontrado. Isso porque dominar o SEO faz com que o seu texto fique bem localizado e avaliado pelo algoritmo do Google.

    Para conseguir um bom ranqueamento, podemos citar as seguintes técnicas de SEO:

    • produza um conteúdo relevante, com respostas objetivas;
    • cumpra o que promete no título;
    • utilize palavras-chave;
    • faça textos escaneáveis, com parágrafos de tamanho similar;
    • utilize imagens.

    4. Aposte nas fotos e nos vídeos

    Por falar em imagens, junto com os vídeos, elas são essenciais para que seu conteúdo venda bem. Tudo se baseia naquele ditado de que uma imagem vale mais que mil palavras. No mundo do marketing de conteúdo, isso significa que os recursos audiovisuais estimulam os leitores e transmitem ideias de maneira objetiva.

    Basta pensar na nossa própria experiência: quando abrimos um post e descemos a página para lê-lo por alto, serão as imagens que captarão a nossa atenção mais rápido. Mesmo em textos mais longos, as fotos se destacarão imediatamente, uma vez que ela é capaz de resumir o teor do que foi escrito ali.

    Nesse sentido, invista em imagens que tenham a ver com seus conteúdos e também nos vídeos. Ao explicar determinado assunto, um tutorial no YouTube é uma ótima forma de ensinar algo. Aliás, que tal investir no seu próprio canal nessa plataforma? Pense nisso!

    5. Use tutoriais

    Pegando o gancho do parágrafo anterior, é hora de mostrar a importância dos tutoriais. Você tem algo para ensinar que seja valioso no mercado profissional? Então, aproveite esse conhecimento e transmita informações úteis para as pessoas.

    Isso pode ser feito por meio de posts no blog, desde que sejam bem claros e, de preferência, acompanhados de imagens que facilitem o entendimento. Contudo, a melhor maneira de apresentar os tutoriais é pela produção de vídeos.

    Imagine, por exemplo, explicar uma determinada técnica no Excel por meio de um texto: será bem mais fácil realizar esse tutorial com um vídeo, contando com imagens em tempo real para ajudar na aprendizagem.

    6. Pense na experiência do seu consumidor

    Não há segredo: os seus conteúdos devem ter a experiência do consumidor em mente. É justamente a partir do modo com que ele se sente em relação à marca que a vontade de comprar algum produto dessa loja será despertada.

    Caso o dono de uma hamburgueria queira convidar as pessoas a visitarem o seu estabelecimento, não adianta muito criar conteúdos que simplesmente listem ingredientes de uma maneira mecânica, certo? É necessário despertar o paladar do consumidor.

    Por isso, um conteúdo desse tipo deve contar com imagens que deixem o futuro consumidor com água na boca. Do mesmo modo, um conteúdo sobre games deve estimular possíveis compradores com vídeos da experiência em si, o que é bem mais eficiente do que simplesmente elencar características.

    Para complementar a estratégia, nada como caprichar nas redes sociais — com muitas imagens, vídeos, promoções e um contato próximo com o consumidor.

    7. Invista no storytelling

    O storytelling, adaptado ao marketing e às vendas, é a técnica de utilizar histórias para apresentar um produto ou serviço. Com uma narrativa que engaje a pessoa e tenha a ver com os problemas que ela enfrenta, a empresa cria um vínculo duradouro com o cliente.

    Por meio do storytelling, será mais fácil reter a atenção e criar conteúdos que aproximem os consumidores das experiências da empresa. Como se não bastasse, ainda é uma forma menos engessada de passar uma mensagem, já que é possível deixar a criatividade fluir.

    Explicar critérios técnicos de determinados produtos será mais fácil por meio de exemplos práticos e encaixados em uma história. Nesse modelo, você foge daqueles conteúdos burocráticos cuja leitura se torna tediosa em pouco tempo.

    Agora que você entendeu como criar conteúdos que vendem, poderá caprichar em suas novas produções. Não importa se estamos falando de um artigo, um vídeo ou um tutorial: a intenção do seu conteúdo deve ser gerar lucro para o negócio, mas sem deixar de lado as dores e a experiência do cliente.

    Gostou do artigo e tem algo a dizer sobre o tema? Então, deixe um comentário e compartilhe conosco os seus insights!

  • Como criar boas metas de vendas? Confira as 7 melhores dicas!

    Como criar boas metas de vendas? Confira as 7 melhores dicas!

    Para desenvolver um ambiente propício, que leve ao aumento das vendas, sua empresa precisa definir metas — e garantir os recursos necessários para atingi-las. Isso deve ser feito de uma maneira estruturada, levando diversos elementos em conta.

    Assim, uma empresa que deseja cumprir suas metas de vendas deve ter um planejamento estratégico sólido, ótimos vendedores e bons produtos, para começar. Tudo isso contribuirá para que os objetivos sejam atingidos.

    Neste post, mostraremos as melhores dicas para criar boas metas de vendas e como garantir que a empresa esteja preparada para cumpri-las. Acompanhe conosco!

    1. Tenha um objetivo claro

    A primeira etapa é saber aonde a empresa realmente quer chegar. Algumas perguntas podem ajudar os gestores:

    • Por que essa meta está sendo criada?
    • Qual é o nível de crescimento que ela deve gerar?
    • Tenho uma equipe bem preparada o suficiente para alcançar esse objetivo?

    As respostas direcionarão a estratégia. Dependendo do que foi encontrado, principalmente em relação à capacitação dos colaboradores, ela pode ser colocada em prática imediatamente.

    Contudo, caso esse objetivo ainda não seja alcançável (por falta de qualificação do time ou ausência de uma ideia clara sobre o nível de crescimento), siga os próximos passos e volte a este quando você tiver mais conhecimento sobre o mercado e sobre seus resultados apontados pelos indicadores.

    2. Faça uma análise do mercado

    Não adianta estabelecer uma meta sem antes estudar o mercado. Caso você queira elevar a venda de um determinado produto, por exemplo, isso não pode ser feito antes da análise de como aquela mercadoria está sendo comercializada pelos competidores e pela sua própria empresa.

    Portanto, não estabeleça metas ambiciosas se o mercado não estiver aquecido. Do mesmo modo, sua empresa poderá se dar ao luxo de ser um pouco mais ousada caso o cenário esteja mais favorável.

    Antes de definir os números, faça uma pesquisa. Monitore as mídias sociais dos competidores, leia sobre o seu segmento, converse com seus clientes fidelizados e estude os relatórios recentes de vendas da sua empresa. Desse modo, será mais fácil checar se a abordagem do seu negócio está sendo bem-sucedida.

    3. Verifique os indicadores de vendas

    É bem simples: as metas de vendas futuras devem se basear nos resultados anteriores. Afinal, esses números fornecem informações relevantes, principalmente se você monitorar os resultados antigos em sequência. Será mais fácil conferir a evolução dos números.

    Por isso, antes de definir as suas metas e colocá-las em prática junto à equipe, estude os indicadores anteriores de venda. Caso um produto esteja vendendo mais a cada ano, busque maneiras de divulgá-lo e lucrar ainda mais no próximo período.

    4. Humanize as metas

    Toda empresa quer lucrar — e não há nada de errado com isso. Contudo, é possível gerar lucros sem explorar os próprios colaboradores. Invista no bem-estar dessas pessoas e elas se sentirão ainda mais motivadas a contribuir com o negócio.

    Por isso, fuja de metas desumanas, nas quais os profissionais terão que sacrificar todas as horas livres para bater os números estipulados. Todo colaborador precisa de descanso e de um tempo com a sua família. Além disso, a valorização do profissional também é importante para que ele “vista a camisa” do negócio.

    Aqueles que apresentarem uma alta performance em vendas podem receber incentivos e benefícios, como:

    • promoções;
    • treinamentos;
    • repasse de tarefas cruciais para funcionários que mostrem empenho;
    • bonificações monetárias;
    • ações de integração.

    Contudo, não se esqueça: humanize! Deixe claro que essas recompensas não estarão atreladas a intermináveis horas extras ou trabalho em casa após o expediente.

    5. Confira a capacitação da equipe

    Para fechar mais vendas, nada melhor do que contar com bons produtos — e com ótimos vendedores. Por isso, promova treinamentos focados no comércio, em técnicas persuasivas e em maneiras de incrementar a jornada do cliente.

    A busca por capacitação não deve se concentrar exclusivamente nos vendedores. Profissionais de marketing, por exemplo, também devem ser bons o suficiente para que consigam chamar a atenção para os produtos e para a empresa como um todo.

    Gestores de negócios on-line também devem garantir que a logística da empresa seja bem feita, para que os produtos vendidos sejam entregues nos prazos acordados com os clientes. Afinal, imagine se um atraso compromete todo o trabalho do vendedor?

    Por isso, esse mindset de capacitação e treinamento deve englobar toda a empresa. Profissionais qualificados em diversos setores, trabalhando juntos, otimizarão os resultados para o negócio.

    6. Utilize a metodologia SMART

    O método SMART é utilizado para definir objetivos das empresas e também para a criação de metas de negócio. Ela ajuda a avaliar o desempenho pessoal e profissional dos colaboradores. Vamos descobrir o que significa cada inicial:

    • (Specific ou Específico). Aqui, você consegue definir claramente qual é o objetivo, assim como o detalhamento do que a sua empresa deseja alcançar;
    • (Measurable ou Mensurável). Trata-se da forma com que os resultados serão mensurados;
    • (Attainable ou Atingível), o objetivo a ser alcançado. Como o próprio nome indica, essa meta deve estar dentro da realidade da empresa. Só assim será possível ser atingida;
    • (Relevant ou Relevante), o objetivo definido deve ser algo que agregue valor para empresa e para os seus clientes. Não basta ser apenas uma “grande ideia”, isto é, algo grandioso, mas que não tenha nada a ver com o planejamento estratégico do negócio;
    • (Time based ou Temporal). Por fim, nessa etapa, ocorre a definição de um prazo para que a meta instituída pela empresa seja definitivamente alcançada. Mas lembre-se do terceiro ponto: ela deve ser atingível, dentro da realidade da empresa.

    Um exemplo de uma meta estabelecida pelo método seria:

    Aumentar em 25% a venda de um produto específico, dentro da loja virtual da minha empresa, tendo como base o mesmo trimestre do ano passado.

    Nesse exemplo, temos o objetivo específico (aumentar as vendas), a parte mensurável (25%), um objetivo que não fuja da realidade da empresa, dentro de um período determinado (um trimestre) e que ainda é relevante para a empresa — isto é, fechar mais vendas.

    7. Use a tecnologia

    Para centralizar as informações, mensurar os resultados dos times e acompanhar o negócio como um todo, a empresa pode contar com um software de gestão integrada ou um CRM de vendas. Desse modo, líderes poderão monitorar a evolução de cada colaborador, identificar os pontos positivos e analisar o que pode ser melhorado.

    Além disso, softwares de CRM ainda otimizam o trabalho da equipe e ajudam na satisfação com os clientes. Podemos listar outros benefícios:

    • compartilhamento de dados relevantes;
    • estimativas de resultados e previsão de vendas;
    • relatórios gerenciais e fiscais;
    • automação de e-mails customizados;
    • histórico das solicitações atendidas.

    A análise de dados, representada por tecnologias como o Big Data, também é muito importante para investigar o histórico digital de vendas da empresa, analisar determinados períodos e estabelecer padrões para explorar tendências.

    Como vimos no artigo, criar metas de vendas atingíveis é bem mais fácil quando a empresa se estrutura para crescer. Desse modo, a lucratividade aumenta de modo natural, com profissionais dedicados, bons produtos e líderes que acompanham o negócio de perto.

    Aproveite a visita e confira o site do Sebrae Alagoas! Temos diversos conteúdos para ajudar os empreendedores.

  • Passo a passo: aprenda agora como vender na internet

    Passo a passo: aprenda agora como vender na internet

    Já se foi o tempo em que comprar pela internet era considerada uma atividade automaticamente lesiva ao consumidor. Hoje, é possível não só adquirir os produtos desejados, mas também estabelecer uma relação próxima e duradoura com os comerciantes.

    Nesse sentido, muita gente tem se perguntado como vender na internet. Quais são os passos iniciais? O que deve constar no planejamento? Para responder a essas e outras perguntas, preparamos um post cheio de dicas valiosas. Venha conosco!

    Por que vender na internet?

    Muitos empreendedores não abrem mão da sua loja física. Contudo, o comércio digital é o preferido dos consumidores na atualidade. Portanto, quem ainda não investiu no universo online ou quer começar um negócio não deve negligenciar a internet.

    São muitos os motivos que explicam essa preferência pelo chamado e-commerce. A comodidade de poder comprar em qualquer lugar, sem sofrer a pressão de vendedores e ainda comparar os preços, é uma delas. Outra é a segurança, uma vez que as pessoas podem relutar em visitar lojas em lugares movimentados, nos quais os furtos são frequentes.

    Assim, unindo o desejo dos consumidores à praticidade de comandar um negócio pela internet, empreendedores podem explorar novos nichos e construir algo duradouro e lucrativo. Contudo, é preciso planejamento, logística e responsabilidade.

    Como vender na internet?

    Agora, apresentaremos as principais dicas para estabelecer um negócio virtual bem-sucedido.

    1. Preste atenção à parte burocrática

    Antes de começar a vender, é preciso compreender o que está por trás de um e-commerce. Por isso, estude quais serão os investimentos necessários, além dos parceiros que ajudarão nessa jornada. Elabore um plano de negócios e comece a pensar se você quer apenas explorar nichos ou atuar em mercados de massa.

    Saiba que, caso você prefira explorar um mercado massificado, sem focar nos nichos, a concorrência será bem maior. Nesse caso, gastos com divulgação podem ser maiores, uma vez que será mais difícil ter visibilidade no início do negócio.

    Uma outra possibilidade é vender por meio dos marketplaces. Eles oferecem muita visibilidade e exigem um baixo investimento inicial, o que é interessante para quem está começando as vendas na internet.

    2. Determine os produtos que serão vendidos

    O que você realmente quer vender pela internet? Seja específico. Em vez de simplesmente decidir que quer vender roupas online, por exemplo, planeje o estilo de cada peça e como o seu negócio se diferenciará da concorrência.

    Assim, quanto mais específico, melhor. Afinal, a internet oferece milhões de opções para os consumidores: por isso, para demarcar o seu espaço no mercado, é necessário saber que problema ou necessidade de público a sua loja irá resolver.

    3. Escolha seu público

    Ok, você venderá produtos na internet: mas para quem? É fundamental definir quem será o público-alvo do seu negócio, na fase inicial do planejamento. Ao estabelecer logo quem será o seu perfil ideal de consumidor, você conseguirá criar uma estratégia bem mais efetiva.

    Imaginemos um seguinte exemplo: você vende peças de informática. Nesse caso, o seu público-alvo será pessoas entre 25 e 45 anos, que trabalham e estudam nessa área. Qual é a melhor mídia social para buscar clientes?

    Basta analisar os dados: esse público tende a priorizar o Instagram em relação ao Facebook. Com esse simples questionamento, você já começa a segmentar o seu público para atender às preferências dessas pessoas. Essa estratégia serve não apenas para o contato, mas para o sucesso de toda a jornada de venda.

    4. Analise a concorrência

    É preciso olhar para o mercado, estudar as suas lacunas e identificar as melhores oportunidades de venda. O importante é pesquisar bastante o nicho de mercado no qual você queira atuar.

    Para encontrar oportunidades, tendências e lacunas, analise os concorrentes do seu nicho. Estude as suas estratégias digitais, seus anúncios e pense sobre como você pode se diferenciar deles. Esse é o primeiro passo para se estabelecer como uma empresa de referência.

    5. Defina os canais de venda e de comunicação

    Você venderá os seus produtos por meio de um site, mas isso não significa que ele deva ser o único ponto de contato com seus clientes. Por isso, é muito importante estar presente nas redes sociais, criar um blog para explorar o marketing de conteúdo e disponibilizar um e-mail específico para o atendimento. Isso é o básico para quem quer estabelecer uma interação significativa com os clientes.

    Com o tempo, você pode expandir sua presença on-line e investir em chatbots, por exemplo. Além disso, não deixe de ter um número de telefone bem visível na página. Afinal, você quer facilitar o acesso do cliente, e não isolá-lo.

    6. Escolha os meios de pagamento

    Você deve escolher os meios de pagamento. De preferência, ofereça diversas opções para que os clientes não deixem de comprar algo porque o meio que ele tinha à disposição não foi aceito. Portanto, transações no crédito, no débito e no Pix são o mínimo que a sua loja deve ter.

    Apesar das compras em crédito ou débito eletrônico liderarem as transações realizadas no e-commerce, não deixe de incluir os boletos. Isso porque muitos brasileiros não têm conta bancária ou preferem realizar suas compras em dinheiro — basta lembrar que as lotéricas ainda são muito procuradas para isso.

    7. Otimize o site

    Um site de vendas realmente bom é aquele que pode ser acessado tanto pelos computadores de mesa como pelos dispositivos móveis. Essa capacidade é chamada de responsividade: uma página responsiva facilita muito as compras pelo celular, que podem ser realizadas em qualquer momento do dia.

    Deixar de investir em um site responsivo é um dos pecados do empreendedor, uma vez que nem todo cliente vai esperar chegar em casa para acessar o computador e realizar compras. Até mesmo um engarrafamento no trânsito pode ser a deixa para que ele adquira seus produtos.

    Além disso, outros problemas comuns são:

    • site lento;
    • imagens muito pequenas na página;
    • grande quantidade de anúncios;
    • cor de fonte inadequada, que se confunde com o fundo da página.

    Todos esses problemas devem ser endereçados para que o seu site seja otimizado e visível o suficiente para encorajar as vendas.

    8. Elabore uma estratégia de divulgação

    É possível divulgar sua empresa de maneira gratuita, apostando na alimentação de informações das suas páginas nas mídias sociais. Contudo, para empreendedores mais ambiciosos, uma ideia é realizar pequenos investimentos em anúncios pagos.

    Depois, será possível contar com ferramentas gratuitas como o Google Analytics para medir o sucesso das divulgações pagas. Há diversas maneiras de fazer anúncios na internet: por meio de links patrocinados, melhoria da sua posição nos mecanismos de busca (como o Google), utilização de mídias pagas, entre outros.

    9. Estruture a parte logística

    Todo cliente que fecha uma compra em uma loja nova fica um pouco ansioso: será que a mercadoria será entregue no prazo? Posso confiar na logística dessa empresa? Portanto, respeite os prazos estabelecidos em seu site e tome cuidado com a embalagem.

    Isso porque é possível encontrar muitas reclamações, na internet, sobre produtos que chegam em más condições. Portanto, até mesmo um detalhe que pode parecer insignificante em um primeiro momento, como a embalagem correta, não pode ser negligenciado.

    Outra dica é disponibilizar código de rastreio de produto ao consumidor, uma vez que isso ajuda na confiabilidade da empresa. Afinal, com a possibilidade de acompanhar o trajeto do produto, o consumidor tende a acreditar na boa reputação do negócio.

    Agora que você já sabe como vender na internet, pode colocar essas dicas em prática para lucrar no universo online. Lembre-se que lojas físicas ainda são visitadas, mas que o comércio digital tem crescido cada vez mais — e é a modalidade preferida dos consumidores na atualidade.

    Gostou do nosso artigo e tem algo a dizer sobre o assunto? Então, deixe um comentário e compartilhe conosco os seus insights!

  • 5 dicas para melhorar a experiência de compra dos clientes

    5 dicas para melhorar a experiência de compra dos clientes

    O cliente é a razão de existir de uma empresa. Portanto, ele deve ser não só atendido, como também desfrutar de uma experiência de compra especial. Muitas lojas acabam não investindo nessa jornada, o que acaba afastando os consumidores.

    Melhorar a experiência de compra é acompanhar o consumidor em todos os estágios, do interesse até o pós-venda. Pensando nisso, preparamos um artigo que aborda todas essas etapas e mostram a importância do treinamento dos colaboradores, dos processos e das estratégias de negócio para atender aos desejos dos clientes. Venha conosco!

    1. Entenda as necessidades dos seus clientes

    O primeiro passo para promover uma experiência inesquecível é identificar as necessidades do público e traçar um perfil dos clientes. Para isso, converse com eles. Isso pode ser feito de diferentes formas, em diversos canais:

    • mídias sociais;
    • envios de questionário;
    • chat do site;
    • aplicativo, caso a empresa já invista nessa plataforma;
    • WhatsApp.

    Para melhorar a sua estratégia, entreviste grupos diferentes de pessoas: clientes fidelizados e aqueles que ainda não compraram nada ou que ainda não se tornaram consumidores fiéis. Com base nas respostas, você conhecerá melhor o seu público-alvo.

    Desse modo, ao serem ouvidos, eles se sentem mais importantes para a loja — o que aumenta as chances de que eles se tornem promotores naturais da marca, inclusive. Para os consumidores não fidelizados, coloque-se à disposição para tirar as suas dúvidas e explicar como os seus produtos solucionarão os problemas.

    2. Ofereça um atendimento diferenciado

    É bem simples: ninguém gosta de ser maltratado, principalmente por vendedores sem muita paciência. Para evitar esse problema, que pode ocasionar a desistência da compra e uma avaliação negativa nas mídias sociais, é muito importante ter uma equipe bem treinada.

    Assim, não deixe de oferecer treinamentos para a sua equipe, focados na interação direta com os clientes. Desse modo, eles saberão ser respeitosos, prestativos e evitarão ser invasivos na abordagem.

    3. Amplie as formas de pagamento

    O dinheiro em espécie pode até ter saído um pouco de moda, mas ainda é bastante utilizado pelos brasileiros. Assim como outros meios:

    • Pix;
    • débito;
    • crédito;
    • boleto bancário;
    • carteira digital;
    • entre outros.

    O importante é que o seu negócio ofereça suporte a todos eles. Além disso, oferecer várias formas de pagamento é até mesmo uma maneira de concretizar de vez a compra.

    Imagine que o vendedor explique todas as características de um produto e de como ele solucionará os problemas do consumidor: contudo, na hora de levar, a empresa não aceita pagamento por Pix.

    A empresa não só perde aquela venda como ainda poderá ser lembrada como um negócio que não acompanha as tendências de mercado. Toda a experiência do cliente, positiva até o momento, é desperdiçada.

    4. Defina as estratégias com foco no cliente

    Todos os processos da empresa devem ter a satisfação dos clientes como foco. Além disso, a presença on-line não pode ser negligenciada, uma vez que é uma maneira de manter o relacionamento com os consumidores que compram pela internet.

    Pretende produzir conteúdos em um blog da empresa? Crie conteúdos direcionados para o cliente. Vai contratar mais funcionários? Priorize aqueles que têm uma boa experiência direta com os consumidores. Quer investir mais nas mídias sociais? Escolha aquelas que o seu público-alvo mais usa. Tudo deve ser focado nas necessidades das pessoas que compram seus produtos!

    5. Personalize a experiência

    Caso a sua equipe seja bem treinada, esses colaboradores saberão ouvir as necessidades, as sugestões e as expectativas dos consumidores e transformá-las em conhecimento útil para o negócio. Desse modo, o relacionamento com os clientes se torna cada vez mais especial.

    Assim, clientes fidelizados e promotores da marca serão lembrados. Personalize a experiência desses clientes, oferecendo vantagens como:

    • descontos;
    • brindes;
    • prêmios para quem indicar novos consumidores;
    • outros benefícios que mostrem que a empresa valoriza muito aquela parceria.

    Esses clientes se tornarão promotores naturais da marca e farão a empresa crescer por meio do marketing boca a boca. Também é possível oferecer uma experiência personalizada para consumidores não fidelizados ao oferecer múltiplos canais de comunicação para que eles tirem as suas dúvidas — e ofereçam feedbacks.

    Agora que você já sabe como promover uma experiência de compra, poderá aplicar essas dicas em seu negócio. Lembre-se de sempre posicionar o consumidor no centro das suas estratégias. Afinal, a empresa só se mantém financeiramente saudável se tiver uma boa cartela de clientes.

    Aproveite a visita e confira as vantagens de capacitar a sua equipe!

  • 3 estratégias de marketing para pequenas empresas

    3 estratégias de marketing para pequenas empresas

    As estratégias de marketing para pequenas empresas hoje são diversas, afinal a internet facilita muito a atuação dos microempreendedores. No entanto, ainda assim, é sempre interessante conhecer aquelas se destacam para que te ajudar a atuar da forma certa no mercado.

    E para te auxiliar com essa tarefa, separamos aqui algumas das estratégias mais interessantes para os pequenos negócios adotarem. Para descobrir quais são, além de informações valiosas sobre elas, Leia o artigo a seguir!

    Anúncios direcionados na internet

    A primeira estratégia de marketing para pequenas empresas é o uso de anúncios direcionados na internet. Aqui, é preciso investir recursos, porém os resultados são expressivos e você consegue mostrar a sua marca para um grande número de pessoas que podem se interessar pelos seus produtos ou serviços.

    Quando um indivíduo utiliza a internet e pesquisa por “lápis de cor”, por exemplo, várias lojas, que vendem o produto, aparecem como opção de resultado para ele. Isso mesmo ele pesquisando com disposição de compra ou somente navegando pelas mídias sociais.

    O que acontece é que, quando o preço é atrativo, esse anúncio acaba chamando a atenção desejada. Isso traz resultados positivos para a empresa e não exige muito trabalho, já que os anúncios pagos são feitos de maneira automática, por meio das ferramentas online.

    Porém é importante que antes de anunciar a sua publicação, o empresário planeje a sua campanha, é necessário saber qual o seu objetivo com a publicidade – vender o produto ou tornar a marca conhecida, por exemplo – definir quem é o público-alvo, a região em que deseja que seu anúncio seja apresentado.

    Aqui também é preciso definir quais métricas serão acompanhadas e monitorar constantemente a campanha, pois só assim será possível ser assertivo com a publicidade e atingir o resultado desejado.  

    Marketing cooperativo merece atenção especial

    Outra estratégia para pequena empresa é o chamado marketing cooperativo, praticado em todo o país. Aqui, os empreendedores que não são concorrentes diretos se unem para aumentar o seu alcance, indicando clientes uns para os outros.

    Alguém que vende peças para carros, por exemplo, pode fazer uma parceria com uma concessionária, pois não exercem a mesma atividade. Apesar disso, os seus clientes são os mesmos e por isso essa parceria entre os dois empreendimentos é tão interessante.

    Aqui, os empreendedores podem explorar diversas possibilidades, como a criação de um desconto no caso de indicação, por exemplo. São muitas as opções e os empresários da região conseguem se unir para que todos consigam ganhar algo de um único cliente.

    Analise o perfil do cliente

    O conhecimento também é uma estratégia de marketing essencial para pequenas empresas. Isso porque, por meio dele, é possível traçar os melhores planos de ação e o mais importante de tudo: saber para quem você está vendendo.

    As informações dos seus clientes são dados valiosos e servem para alinhar a sua estratégia de venda. Se você sabe para quem está vendendo, fica muito mais fácil elaborar a sua mensagem, escolher o seu tom e a forma como a abordagem será feita.

    O conceito de persona é exatamente esse: o personagem fictício que representa o cliente ideal da sua empresa, criado por meio dos dados reais obtidos de seus consumidores. As pesquisas podem ser realizadas pela internet ou ainda por meio de observações feitas pelos vendedores do seu negócio.

    No mais, saber nome, renda mensal, idade e o que costuma fazer no tempo livre são algumas informações interessantes de se ter para traçar o perfil da persona e entender como conversar com ela. Com essas informações, direcionar os seus esforços e definir a melhor estratégia a ser utilizada para atrair novos consumidores, torna-se muito mais simples.

    Nosso artigo fica por aqui e esperamos que tenha gostado de conhecer 3 estratégias de marketing para pequenas empresas. Continue aprendendo sobre marketing com a gente, baixe o nosso e-book e entenda como usar as ferramentas do Google a favor do seu negócio!

  • Ciclo de vida do cliente: saiba como engajá-lo nas diferentes etapas

    Ciclo de vida do cliente: saiba como engajá-lo nas diferentes etapas

    Entender o ciclo de vida do cliente é essencial para que as estratégias da sua empresa sejam mais efetivas. Ter processos de vendas vistos de forma transparente, permite que você se programe para interagir da forma certa com cada indivíduo.

    E para te ajudar a se portar da melhor forma no mercado elaboramos o artigo a seguir. Além de falar mais sobre o ciclo, vamos te dar algumas dicas de como aumentar o engajamento dos clientes. Confira!

    O que é o ciclo de vida do seu cliente?

    ciclo de vida do cliente se inicia a partir do momento em que um possível comprador sabe que a sua marca existe. Ele se encerra apenas quando as relações entre ambos não existem mais, ou seja, o indivíduo para de consumir seus produtos.

    É composto por diversas fases que visam dar maior transparência para a gestão dos processos. Por meio da identificação de cada uma delas, é possível traçar estratégias para que o engajamento dos seus clientes se torne ainda maior.

    Quais são as etapas que fazem parte do ciclo?

    Agora que já entendemos o que é o ciclo de vida do cliente vamos falar um pouco mais sobre as suas etapas. São divididas em 5 e todas as fases dessa relação são extremamente importantes para uma melhorar o vínculo entre as duas partes.

    As etapas do ciclo são as seguintes:

    • Conhecimento: o possível consumidor fica sabendo da sua marca, seja por meio de um anúncio postado na internet, um outdoor ou pela indicação de um amigo;
    • Aquisição: você trabalha para conquistar o indivíduo como um novo cliente, oferecendo amostras grátis ou disponibilizando serviços por um determinado tempo;
    • Rentabilização: etapa em que ele já conhece a sua marca, e você deve fazer esforços para melhorar a qualidade do serviço com foco em mantê-lo pelo maior tempo possível como seu comprador;
    • Retenção: o objetivo aqui é criar uma relação com o cliente, incentivá-lo a retornar para continuar consumindo o produto. É fazer com que o seu produto não perca valor para o cliente, para que ele não deixe o seu uso de lado e abandone a marca;
    • Recuperação: a empresa busca identificar o motivo que levou o cliente ao abandono do seu produto ou serviço para implementar mudanças e tentar recuperar o relacionamento com o seu cliente prolongando o relacionamento com a empresa.

    Como engajar os seus clientes em cada etapa?

    Como vimos, são várias as etapas do ciclo de vida do cliente e elas começam antes mesmo da marca iniciar a interação com ele. Por isso é tão importante estar sempre atento ao que postamos e como posicionamos nossos empreendimentos no mercado.

    As estratégias para engajar os clientes em diferentes etapas são diferentes, e todas elas prezam pela melhor experiência e qualidade no atendimento. É isso que faz com que a rentabilização seja maior, com o indivíduo estando mais tempo próximo à sua marca.

    Algumas das principais estratégias para isso são as seguintes:

    • Solicite feedbacks: pergunte ao cliente, com frequência a sua opinião sobre os serviços e produtos utilizados para implementar melhorias, se preciso com foco na real necessidade deles;
    • Linguagem simples: a conversa com o seu público deve ser direta, e por isso, uma linguagem objetiva, além de transparente, pode ajudar a melhorar a relação;
    • Identidade alinhada: a imagem da empresa deve estar de acordo com a do seu público para causar maior identificação;
    • Promoções para cada fase: para cada estágio do ciclo é interessante ter promoções direcionadas com foco na dor do cliente para que ele se sinta único em sua jornada.

    No mais, essas são as dicas para engajamento que visam melhorar a qualidade do seu atendimento. Nosso artigo fica por aqui, e se você gostou de nos acompanhar e precisa melhorar suas estartégias de relacionamento com o cliente, conheça o Hub Sebrae.

  • Os desafios do empreendedorismo feminino e como superá-los

    Os desafios do empreendedorismo feminino e como superá-los

    Os desafios no empreendedorismo feminino precisam ser superados constantemente. A desconfiança do mercado, fruto do machismo enraizado em nossa sociedade, provoca insegurança e diminui o potencial das mulheres no mundo dos negócios.

    Os problemas são numerosos, porém, muitas mulheres já mostraram que a superação é possível e que o sucesso é o destino.

    Para descobrir quais são os maiores desafios do empreendedorismo feminino, além de formas de superá-los, não deixe de conferir o artigo que preparamos. Boa leitura!

    Dupla jornada

    A dupla jornada de trabalho é um dos maiores desafios do empreendedorismo feminino na atualidade, além das responsabilidades profissionais, muitas mulheres também precisam lidar com os afazeres domésticos sozinhas.

    Segundo dados do IBGE, as mulheres dedicam cerca de 18,5 horas semanais para os cuidados de casa, 8 horas a mais do que os homens em relação ao mesmo tipo de trabalho. Isso acaba sobrecarregando as mulheres empreendedoras — e tornando o caminho para o sucesso mais difícil.

    Uma maneira de superar esse desafio é dividindo as tarefas domésticas com outras pessoas com quem dividem o lar. Além disso, delimitar a carga horária para cada atividade, bloquear distrações, como as redes sociais, durante o expediente, definir as prioridades a serem resolvidas e delegar tarefas são ações que auxiliam a empreendedora a reduzir a sobrecarga e a lidar com a dupla jornada de trabalho.

    Insegurança para iniciar um negócio

    Fruto do descrédito histórico do mercado de trabalho, consequência do machismo em nossa sociedade, muitas mulheres se sentem inseguras no momento da tomada de decisão de iniciar o próprio negócio. Essa questão é profunda, pois acaba se refletindo na vida de muitas empreendedoras.

    Conforme pesquisa da GEM, de 2018, apenas 49,2% das mulheres afirmam que têm conhecimento necessário para criar um empreendimento. Enquanto, esse percentual, entre os homens, atinge o número de 59,5%.

    A melhor maneira de superar a insegurança no empreendedorismo feminino é investindo em qualificação profissional. Com o preparo necessário, é possível ter mais segurança para criar o seu negócio e fazer o empreendimento dar lucros.

    Investir tempo para estudar o mercado, projetar cenários e produzir o seu plano de negócios vai ajudar a reduzir a insegurança e aumenta as chances de sucesso do empreendimento.

    Preconceito

    O preconceito é um dos maiores desafios do empreendedorismo feminino e, infelizmente, afeta outras áreas da vida da mulher. Existem muitas pessoas que descredibilizam as mulheres que investem na jornada de criação de um negócio.

    A melhor maneira de superar esse preconceito contra mulheres empreendedoras é buscando ignorar os comentários desagradáveis e compreender que seu trabalho é relevante. Além disso, buscar apoio em outras mulheres do ramo, criando uma rede de suporte, é uma estratégia interessante a ser adotada.

    Desacreditar a capacidade feminina de empreender, alegar a sensibilidade feminina como fraqueza e com isso rebaixar a imagem da mulher no mundo dos negócios ainda é uma atitude comum e desafiadora para as empresárias, mas não torna essas afirmações verdadeiras. O mercado brasileiro apresenta muitos casos de superação, liderança e empreendedorismo feminino que servem como inspiração.

    Os desafios do empreendedorismo feminino são constantes e precisam ser encarados diariamente, mas você não precisa fazer tudo sozinha. O Sebrae Alagoas tem soluções que podem ajudar a melhorar os resultados do seu negócio, e para isso, basta acessar o Hub Sebrae para conhecer nosso portfólio!

  • 4 gatilhos de vendas que ajudam a melhorar os resultados do negócio

    4 gatilhos de vendas que ajudam a melhorar os resultados do negócio

    Vendedores experientes sabem como a sua capacidade de persuasão influencia diretamente o volume de vendas da empresa e, em alguns casos, a sua comissão. Para ser bem-sucedido nessa atividade é necessário utilizar um conjunto de técnicas de comunicação chamadas de gatilhos de vendas.

    Essa estratégia baseia-se em elementos psicológicos para guiar o cliente até a decisão de compra. As empresas já entendem o valor dos gatilhos e reconhecem o papel de investimentos na qualificação em vendas.

    Confira neste post como esse recurso funciona prática!

    O que são gatilhos de vendas?

    O desenvolvimento dessa técnica se baseia na ideia de que, devido ao número de decisões tomadas diariamente, existem meios de guiar o consumidor durante a jornada de compra.

    Por isso, os gatilhos de vendas têm o objetivo de provocar reações imediatas a partir de estímulos específicos. Como os resultados podem ser vistos dentro de pouco tempo, isso ajuda a criar equipes de vendas mais produtivas e motivadas.

    Quais são os principais gatilhos de vendas?

    Existem diversos tipos de gatilhos que ajudam a aumentar as vendas de forma orgânica. Conheça os principais deles!

    1. Senso de escassez e urgência

    A escassez é uma das táticas mais simples e é frequentemente utilizada para converter clientes indecisos. A ideia é transmitir a sensação de que o número unidades disponíveis é limitado ou que o período promocional está prestes a acabar. Essa prática funciona, pois desperta o impulso de compras que quer evitar a perda dessa oportunidade.

    2. Reciprocidade

    Você já deve ter sido atendido em uma loja que oferece diversas comodidades aos potenciais clientes que visitam. Essa prática cria um senso de reciprocidade no qual o comprador fica predisposto a fechar uma compra para retribuir a gentileza com a qual foi tratado. Um aspecto que merece atenção é que a reciprocidade não pode ser forçada, pois provocará a reação oposta.

    3. Autoridade

    Essa é uma ação que deve ser executada pela equipe de vendas para demonstrar a sua autoridade e conhecimento sobre as propriedades do produto. Um dos meios para construir essa autoridade é criar conteúdos que demonstram domínio sobre o assunto. Além disso, o conhecimento exibido durante a negociação serve para destacar o diferencial do produto e da empresa.

    4. Prova social

    A explicação sobre esse gatilho é que as pessoas são motivadas a fazer algo quando observam outras pessoas fazendo o mesmo. Isso se relaciona ao comportamento das multidões para despertar a curiosidade sobre o que outras pessoas já adquiriram. O argumento que pode ser usado para convencer o potencial cliente é demonstrar que outros já fizeram essa compra e estão satisfeitos com os resultados.

    Além de usar essa estratégia, os empreendedores precisam ser capazes de mensurar os resultados e identificar quais gatilhos de vendas funcionam melhor com o público. É importante criar o hábito de acompanhar a performance da equipe de vendas e ajustar os aspectos que requerem melhorias.

    Se você tem interesse em saber mais sobre ferramentas de gestão comerciais, você pode conferir o nosso e-book sobre o assunto. Conheça técnicas de vendas com o nosso guia gratuito de Gestão Comercial.

  • Aprenda como fazer anúncios no Google!

    Aprenda como fazer anúncios no Google!

    Os pequenos negócios já descobriram o potencial do marketing digital. Para se destacar da concorrência, é preciso saber como fazer anúncios no Google e investir em estratégias que ajudem a melhorar as vendas e o posicionamento de sua marca no mercado com o auxílio dessa ferramenta.

    A empresa desenvolveu um recurso específico para a produção de anúncios, o Google Ads. Com ele, é possível criar e gerenciar campanhas de longo alcance sem a necessidade de um grande orçamento.

    Continue a leitura, descubra como esses anúncios funcionam e confira o passo a passo para adotar essa estratégia em seu negócio. Por fim, veja também quais são as vantagens que o marketing realizado no Google pode trazer para sua empresa.

    Como funciona o Google Ads?

    Toda vez que alguém faz uma busca de algum produto ou serviço que você oferece, o Google Ads apresenta um anúncio patrocinado relacionado à pesquisa realizada. Essa publicidade aparece em locais estratégicos da página, como o topo e o rodapé.

    Além da ferramenta de busca do Google, esses anúncios podem aparecer em outros recursos da marca, como ocorre no Gmail e no YouTube. Você também pode selecionar a publicação desses anúncios em sites específicos e canais de divulgação do seu negócio que estão dentro da sua estratégia de marketing. 

    O Google Ads funciona como o sistema de custo por clique (CPC), ou seja, só haverá cobrança quando o anúncio for clicado. Caso você configure o objetivo da campanha como conversão, a cobrança será feita quando elas ocorrerem em seu e-commerce ou site.

    Como fazer anúncios no Google?

    O processo de criação de anúncios para estimular as vendas online é muito simples e intuitivo. Confira o passo a passo para criar suas próprias campanhas em poucos cliques.

    1. Faça o cadastro

    Acesse a página do Google Ads e clique no botão azul “Começar agora”. Para iniciar o cadastro, você vai precisar de um endereço de e-mail do Google, como “nomedaempresa@gmail.com”, por exemplo. 

    2. Defina o objetivo da campanha

    Assim que clicar no botão, você será direcionado para outra página, com a pergunta: “Qual é sua principal meta de publicidade?”. Você pode escolher uma das três opções: gerar mais ligações para seu negócio, aumentar as visitas à sua loja física ou ampliar os cadastros e vendas do seu e-commerce.

    3. Apresente as informações sobre sua empresa

    O passo seguinte é informar o nome da empresa para que o anúncio seja exibido sempre que alguém pesquisar a sua marca. Também é necessário informar o endereço para onde as pessoas serão encaminhadas ao clicar no anúncio criado.

    Essas informações também serão utilizadas para que o Google Ads identifique seu público e ajude a criar um anúncio mais adequado ao perfil do seu negócio.

    4. Escreva seu anúncio

    Nessa seção, você vai escrever o título, a descrição do seu primeiro anúncio e o endereço de destino. Observe que é possível configurar mais de um anúncio em uma única campanha. Caso falte inspiração, o Google Ads oferece um link com dicas para criar anúncios de sucesso.

    5. Selecione as palavras-chave

    O Google identifica diferentes temas com base no conteúdo do site da sua empresa e vai sugerir algumas palavras-chave, mas você também pode personalizá-las. Lembre-se que você vai concorrer com outras empresas que também atuam no mesmo segmento, por isso, é importante pensar em palavras que alcancem esse público.

    Por exemplo, em vez de usar “roupas de inverno” em um anúncio, o ideal seria uma palavra-chave como “casaco de couro preto”. Ela não atrai as pessoas que estão procurando por roupas de inverno de todos os tipos, mas vai prender a atenção daqueles que têm um produto específico em mente e o desejo de realizar a compra.

    6. Defina o alcance geográfico do anúncio

    Nesse campo, você definirá onde deseja que seus anúncios sejam exibidos: perto de um endereço ou em cidades, regiões ou CEPs específicos. Se o foco do seu negócio é local e tem um espaço físico para receber os clientes, opte pela primeira opção.

    Caso você se concentre no e-commerce, a restrição geográfica não é um problema. No entanto, suas estratégias de marketing digital devem sempre considerar a persona ou o consumidor ideal.

    7. Defina seu orçamento

    O Google Ads vai sugerir opções de orçamento informando também o número de cliques que podem ser alcançados com esse valor. É importante lembrar que você só vai pagar pelos cliques realmente realizados, ou seja, o gasto diário pode variar. Você também pode inserir o próprio orçamento.

    8. Revise os dados e confirme o pagamento

    Na etapa seguinte você vai revisar todos os dados informados e a configuração da sua campanha. É necessário ter bastante atenção, pois uma palavra-chave escrita incorretamente pode prejudicar suas vendas.

    Feito isso, o Google vai pedir informações sobre o perfil e a forma de pagamento dos anúncios.

    9. Publique seu anúncio

    Depois de configurar sua primeira campanha no Google Ads é hora de colocá-la no ar. Os anúncios serão visualizados quando as pessoas pesquisarem por produtos e serviços semelhantes àqueles que você oferece. Além disso, esse anúncio será visualizado no Google Maps e rede de sites parceiros.

    Em caso de dúvida, o Google Ads também oferece uma ajuda gratuita para a configuração dos anúncios, via telefone ou chat. Essa informação está disponível na própria ferramenta.

    Por que é importante investir em anúncios no Google?

    A ferramenta de anúncios do Google é uma das melhores opções para impulsionar seu negócio, como você pode conferir a seguir.

    • agilidade no lançamento do anúncio: com um planejamento de marketing definido, é possível criar uma campanha em poucos minutos;
    • grande alcance de mercado: o Google é a ferramenta de busca mais utilizada no mundo e aparecer entre os anúncios em destaque coloca sua marca frente à concorrência;
    • sem sustos no orçamento: você pode redefinir o investimento para sua campanha a qualquer momento;
    • possibilidade de segmentação: com o Google Ads é possível criar campanhas para atingir nichos específicos do seu mercado, tornando sua estratégia de marketing ainda mais eficaz;
    • indicadores de resultados: essa ferramenta dá acesso a informações valiosas que mostram a interação dos clientes em potencial com cada anúncio publicado. Assim, você pode controlar o retorno do investimento na campanha, podendo priorizar aqueles anúncios que resultaram em mais vendas.

    Depois de descobrir como fazer anúncios no Google e conhecer as vantagens que essa ferramenta pode oferecer, aproveite e descubra outros recursos para impulsionar o marketing com o Google.

  • Quais as vantagens de trabalhar com influenciadores? Saiba aqui!

    Quais as vantagens de trabalhar com influenciadores? Saiba aqui!

    Já pensou em trabalhar com influenciadores? Os influenciadores digitais têm um público fiel e engajado em suas redes sociais. Com isso, eles exercem uma certa influência na tomada de decisão dos seus seguidores. Isso se dá em virtude da sua autoridade no assunto, conhecimento, posição ou até mesmo relacionamento com seu público.

    Investir nesses profissionais é uma excelente estratégia para pequenos negócios se destacarem no seu segmento. No entanto, vale enfatizar a importância de saber escolher o influenciador certo para divulgar a sua marca.

    Neste artigo, mostraremos o que a sua empresa tem a ganhar ao apostar nessa ideia e daremos dicas para você não errar na escolha. Continue a leitura e confira!

    Por que o MEI deve trabalhar com influenciadores?

    Ainda não se convenceu da importância de trabalhar com influenciadores? A seguir, listamos as principais vantagens dessa estratégia que fará toda a diferença nos resultados do seu negócio. Veja quais são elas!

    Melhora sua classificação nas pesquisas

    O Google dá preferência para links orgânicos de alta qualidade (ou seja, aqueles que não precisam de um investimento financeiro para “aparecer”). O influenciador ajuda a construir esses links orgânicos de qualidade, enviando pessoas interessadas no seu produto ou serviço para o seu site. Isso ajuda a melhorar o posicionamento do seu negócio nos rankings de busca.

    Gera visibilidade

    Ao ser divulgado por um influenciador, o seu produto ou serviço passa a ser visto com uma tendência pelo seu público, o que faz com que um maior número de potenciais clientes o procurem para conhecer mais sobre o que você oferece.

    Atrai novos clientes

    Como dito, os influenciadores têm um público fiel e engajado, e isso é essencial para atrair novos clientes para o seu negócio. Ao dialogar com o perfil de cliente ideal para a sua empresa, as possibilidades de elevação das vendas aumentam, visto que as pessoas se sentirão seguras e confortáveis de adquirir um produto indicado por alguém que confiam.

    Como trabalhar com influenciadores?

    Agora que você já conhece as vantagens de trabalhar com os influenciadores, separamos algumas dicas para você não errar na escolha e melhorar seus resultados. Acompanhe!

    Analise a autenticidade do influenciador

    Muitos empreendedores acreditam que quanto mais seguidores o influenciador tem, mais apto ele está para divulgar o seu produto, mas não são apenas os números que você deve analisar e, sim, a autenticidade dele. Verifique se o conteúdo é rico, se os seguidores não são comprados etc. Quanto mais autêntico ele for, melhores serão seus resultados.

    Saiba como é seu engajamento

    Outro ponto muito importante é analisar como é o engajamento do influenciador. As pessoas interagem com ele? Elas estão realmente preocupadas com os produtos que ele usa ou indica? Essas questões são muito importantes para saber o que esperar dessa parceria.

    Defina objetivos claros

    Engana-se quem pensa que o trabalho com influenciador não necessita de objetivos claros e métricas bem definidas. Dessa forma, você consegue analisar se os seus resultados são satisfatórios ou não. Caso negativo, será possível analisar a necessidade de encerrar a parceria ou verificar o que tem prejudicado as estratégias utilizadas.

    Trabalhar com influenciadores trará um destaque maior para sua marca, permitindo que novos potenciais clientes conheçam seus produtos ou serviços e, então, melhorem as suas vendas.

    Gostou das dicas e quer saber quando é a hora de trabalhar com influenciadores? Confira mais um de nossos posts e descubra!