Categoria: Marketing

  • 4 principais métricas de Customer Success para você acompanhar

    4 principais métricas de Customer Success para você acompanhar

    Por serem índices diretamente ligados aos clientes, acompanhar as métricas de Customer Success do seu negócio ajuda a descobrir oportunidades de agradar ao público. Já pensou nisso?

    Senão, é hora de começar a entender para que servem, quais são os principais indicadores e como medi-los. Afinal, a partir da compreensão desses dados fica mais fácil para sua empresa crescer e alcançar melhores resultados.

    Então, confira a seguir 4 métricas de Customer Success que você deve monitorar!

    O que são métricas de Customer Success?

    Métricas de Customer Success são indicadores utilizados para mensurar o desempenho das ações ligadas às estratégias de sucesso do cliente. Elas servem para a empresa encontrar oportunidades de encantar o consumidor em prol de fidelizar esse público e obter resultados mais expressivos.

    Por que acompanhar as métricas de Customer Success ?

    As métricas de Customer Success são a base para a empresa entender como anda a satisfação do cliente com seus processos, produtos ou serviços. Portanto, obter essas informações permite tomar melhores decisões e criar ou otimizar estratégias de negócio a fim de:

    • aumentar a retenção de consumidores;
    • gerar receita recorrente;
    • desenvolver ou potencializar a atração de novos compradores;
    • promover uma experiência de compra diferenciada;
    • direcionar recursos para ações que realmente dão retorno;
    • minimizar erros e prejuízos.

    Quais são as principais métricas de Customer Success?

    O desafio das métricas de Customer Success é quantificar a qualidade entregue ao cliente. Veja, a seguir, 4 dos principais índices e como aplicá-los em seu negócio!

    1. Net Promoter Score (NPS)

    Voltado para medir o quanto o cliente está satisfeito e é fiel a marca, estabelecer o NPS requer uma pesquisa em que o público dá uma nota para quantificar sua propensão de recomendar o empreendimento, em que:

    • de 0 a 6: detratores (que não recomendariam);
    • 7 e 8: neutros ou passivos;
    • 9 e 10: promotores (que recomendam).

    Para tabular os indicadores é preciso calcular os percentuais de cada grupo. Por fim, o índice de detratores é subtraído do de promotores segundo a fórmula:

    Net Promoter Score NPS = % promotores – % detratores.

    O resultado é o grau de fidelidade do consumidor à empresa que pode variar entre – 100 até 100.

    2. Lifetime Value (LTV)

    Essa métrica ajuda a medir o quanto os clientes podem render para o negócio ao longo do contrato ou da relação comercial, indicando o potencial de receitas da empresa. Sua aplicação depende do cálculo:

    LTV = valor médio das compras x número de compras por consumidor por ano x tempo de relacionamento em anos

    3. Churn Rate

    O Churn Rate é a taxa de cancelamentos ou desistências, demonstrando quantos clientes o negócio perdeu. Para calcular essa métrica é preciso dividir o número de cancelamentos ou desistências pelo número total de consumidores antes desses eventos no ano e multiplicar o resultado por 100, conforme a fórmula:

    Churn Rate = (número de clientes cancelados no ano/ total de clientes no início do ano) x 100

    4. Custo de Aquisição de Clientes (CAC)

    O Custo de Aquisição de Clientes, como o próprio nome indica, mensura o quanto em média a empresa gasta para atrair e vender para novos clientes. Nessa conta, entram todos os custos com marketing e vendas, sendo divididos pelo número de novos consumidores que passaram a integrar a base do negócio no período avaliado. Sua fórmula é:

    CAC = ( custos totais de marketing + custos totais de vendas) / total de consumidores obtidos.

    Use tecnologia para acompanhar as métricas de Customer Success

    A maioria das métricas de Customer Success demandam o levantamento de outros dados do negócio. Ou ainda, implicam a necessidade de fazer pesquisas, como no caso do NPS. Nessas situações a tecnologia ajuda ao:

    • automatizar a coleta de informações e os cálculos;
    • servir de canal para contato e meio de tabulação das opiniões do público;
    • promover a atualização em tempo real dos indicadores.

    Para tanto, é importante buscar ferramentas capazes de coletar grandes volumes de dados brutos, organizar e analisar esses elementos. De forma complementar, também é preciso utilizar soluções para a gestão do relacionamento com o cliente. Opções especificamente voltadas para o Customer Success geralmente contam com essas características.

    Essas 4 métricas de Customer Success são apenas os principais indicadores que seu negócio deve acompanhar, a fim de saber como anda o relacionamento com o cliente. Comece por elas e fique de olho nas oportunidades para ser uma empresa ainda mais competitiva.

    O Sebrae pode ajudar sua empresa com isso. Conheça o curso online Customer Success para descubrir como conquistar e manter clientes!

  • Aprenda a construir um branding marcante para sua empresa

    Aprenda a construir um branding marcante para sua empresa

    Quando você pensa em Coca Cola, você imagina simplesmente o refrigerante? E, no Starbucks, somente o café? Quando pensamos em uma marca, diversos aspectos são ressaltados, mas principalmente os sentimentos e experiências que ela nos proporciona.

    De forma simples, é assim que o branding funciona, usando a capacidade de despertar inconscientemente sensações nos clientes, criando uma associação direta aos aspectos da marca que seu negócio oferece.

    Confira a seguir dicas de como definir um branding marcante para sua empresa!

    Afinal, o que é branding?

    Brand em inglês significa “marca”, que vai além de um simples logotipo, nome ou identidade visual de um negócio. Ela representa um conjunto de sentimentos e experiências que o seu público cria ao fazer a associação da sua empresa aos produtos ou serviços oferecidos.

    branding, ou brand management, é a estratégia de gestão da marca que tem o intuito de torná-la mais reconhecida pelo seu público e marcante no mercado em que atua. Consiste basicamente no processo de “marcar” a audiência por meio da criação de uma identidade distinta para o seu negócio, a fim de que os consumidores possam associar diretamente sua marca ao que ela tem a ofertar.

    E isso pode ser feito por meio da definição de características ou conjunto de características, como:

    • logotipo da sua empresa;
    • design visual;
    • missão;
    • tom de voz;
    • qualidade de seus produto;
    • atendimento ao cliente;
    • precificação de produtos ou serviços;
    • pessoas que irão representar seu negócio;
    • seleção de cores corporativas;
    • fonte para conteúdo escrito.

    Em outras palavras, o branding da empresa reforça um diferencial competitivo no mercado, que se dá por meio de construções subjetivas dos consumidores, fomentando um relacionamento entre eles e sua marca.

    E qual é a importância de uma boa gestão de marca?

    Segundo pesquisa desenvolvida pelo Customer Thermomether, mais de 65% dos consumidores compartilharam estar emocionalmente conectados a uma marca ou a um negócio. Dessas conexões, a maioria foi positiva, mais de 90%.

    Assim, a empresa pode ser o fator decisivo para os consumidores quando o assunto é a tomada de decisão de compra. Ter um negócio que se destaca e apresenta um propósito bem definido pode trazer alguns benefícios que destacamos abaixo:

    • desenvolvimento de maior valor de marca, contribuindo para diferenciação da concorrência;
    • aumento das vendas;
    • contribui para processo fidelização e reconhecimento de clientes, tendo em vista que ajuda as pessoas a criarem uma maior identificação e conexão com o seu negócio;
    • criação de uma missão ou propósito claro e inspirador;
    • criação de cultura corporativa forte;
    • atração de talentos de alta qualidade.

    Como faço para criar um branding marcante para meu negócio?

    Algumas dicas podem nortear sua estratégia de branding, confira a seguir:

    Analise o mercado

    Marcas fortes e conhecidas entre as pessoas têm uma vantagem competitiva diante dos concorrentes. Dessa forma, analise o mercado em que seu negócio atua para ser capaz de criar ações que fomentem maior destaque e percepção do público sobre sua marca.

    Realize pesquisas

    Desenvolva pesquisas de mercado-alvo para entender para com quem sua marca estará falando, além de descobrir a quem seu produto atende e quem é o seu cliente ideal.

    Atente para o seu público-alvo

    Defina quem você gostaria de atrair para o seu negócio por meio da criação de personas. Elas são perfis de pessoas que estão mais alinhadas com seu negócio, então as utilize para nortear sua estratégia de branding.

    Quais são seus hábitos? O que buscam como solução para suas dores? Para criar sua persona, reúna as principais características, necessidades, interesses, desejos e problemas de seu público, principalmente os potenciais clientes. Quanto mais alinhada à sua marca esta persona for, maior a possibilidade de identificação e engajamento ela terá.

    Defina a personalidade da marca

    Pense na sua marca como uma pessoa. Como você quer que sua empresa seja reconhecida pelo seu público? Para isso, estabeleça uma identidade, personalidade e experiência para sua marca. Qual será seu posicionamento e a linguagem utilizada para atrair diferentes perfis de clientes? Como será a sua relação com eles? Sua linguagem será mais jovem ou tradicional?

    Agora você já pode dizer que conhece tudo sobre o que é branding da empresa, qual a sua importância e dicas de como saber se sua empresa tem um branding bem definido, não é mesmo?

    Gostou do artigo e tem algo a dizer sobre o assunto? Então, deixe um comentário e compartilhe conosco as suas ideias!

  • 4 dicas para aumentar as vendas no Carnaval

    4 dicas para aumentar as vendas no Carnaval

    As datas comemorativas são bastante positivas para o varejo de uma forma geral. Natal, Dia das Mães e Black Friday são alguns bons exemplos de períodos de alta demanda, mas saiba que é possível aproveitar também o carnaval para dar aquela alavancada no faturamento da empresa.

    Quer saber como aumentar suas vendas nessa época? Neste artigo vamos dar 4 dicas essenciais para que o seu negócio possa lucrar ainda mais com o carnaval. Confira!

    1. Invista em um visual atrativo

    O visual de uma loja é um dos grandes responsáveis por fazer as pessoas entrarem e comprarem algo. O carnaval, por si só, é uma festa de muitas cores e fantasias, portanto, nada mais apropriado do que levar esse clima de animação para o ambiente da loja.

    Decore o ambiente e, conforme seu setor de atuação, invista em adereços para os funcionários, principalmente aqueles que têm contato direto com o cliente. Apenas tome bastante cuidado para não exagerar e acabar desviando o foco dos clientes do que realmente importa, que são os produtos à venda.

    2. Escolha os melhores produtos

    As pessoas querem encontrar os produtos certos para a diversão e você precisa escolher sabiamente quais serão colocados em destaque. Comece analisando o seu público-alvo e o tipo de mercadoria que eles estão buscando. Uma vez que isso esteja feito, procure por fornecedores que ofereçam esse produto com qualidade e volume necessários para atender à demanda.

    Outra forma eficiente de oferta é observar o mercado atual: Quais são as tendências na música, na moda e na internet? O comportamento dos consumidores no carnaval passado também pode gerar boas ideias. Por mais que as pessoas não comprem exatamente as mesmas coisas, elas podem se comportar de maneira semelhante e serem, de certa forma, mais previsíveis.

    3. Faça promoções temáticas

    Uma dica prática é oferecer grandes descontos nos seus produtos e serviços durante o período de carnaval. Essa tática permite criar incentivos imediatos para que os clientes comprem seus itens rapidamente —mesmo se eles não estavam planejando fazê-lo inicialmente.

    Para capturar a atenção dos clientes durante este feriado, tente oferecer brindes exclusivos com compras acima de determinado valor — juntamente com cupons usados ​​para obter desconto em compras futuras — permitindo a geração de leads qualificados que podem resultar em futuras vendas!

    4. Promova sua marca online

    Aproveite o momento em que as pessoas procuram por festividades no Google, nas redes sociais e em outros canais virtuais para promover sua marca digitalmente durante o período do carnaval. Por exemplo, use hashtags relacionadas às festividades na hora da publicação dos posts nas redes sociais — assim é possível engajar um maior número de usuários da web interessados no assunto .

    Prepare conteúdos criativos, use vídeos, imagens e postagens engraçadas com marcação de amigos, hashtags e legendas divertidas para despertar o interesse dos usuários nas redes sociais. Lembre-se de compartilhar conteúdo relevante sobre as características da empresa junto com seus posts promocionais.

    Agora que você já sabe como fazer para aumentar as vendas no carnaval, o próximo passo é colocar todas essas dicas em prática. Foque seus esforços em compreender as reais necessidades e preferências do seu público-alvo e conquiste cada vez mais clientes fiéis.

    Se você gostou deste conteúdo e quer se aprofundar um pouco mais, baixe gratuitamente o nosso Guia de Gestão Comercial.

  • 5 dicas para trabalhar a experiência do cliente no varejo físico

    5 dicas para trabalhar a experiência do cliente no varejo físico

    Independentemente de você ter um negócio bem estabelecido no mercado ou de estar somente começando sua trajetória, o constante crescimento da competitividade e das mudanças de comportamento dos consumidores representa um grande desafio na atração e fidelização de clientes.

    Pesquisas indicam que eles estão cada vez mais resistentes a dar uma segunda chance quando as suas expectativas não são atendidas. Assim, tendo em vista que, hoje, as pessoas compram mais online, atrelar o varejo físico ao digital nunca antes foi tão importante para trazer uma melhor experiência do cliente.

    Confira abaixo todos os detalhes sobre as principais diferenças entre o varejo físico e online e como estruturar sua empresa para promover um bom atendimento no ponto físico!

    Afinal, o que é o varejo físico e quais as principais diferenças com relação ao digital?

    O varejo físico consiste na venda para o consumidor por meio de um espaço físico, um ponto comercial. Já o varejo digital é um modelo mais dinâmico, prático e interativo, em que a venda é realizada por um endereço eletrônico. Suas principais diferenças estão em aspectos como:

    • localização;
    • público;
    • estoque e mostruário;
    • meios de pagamento;
    • experiência.

    Como o varejo digital pode ser um aliado do varejo físico?

    Segundo o Relatório Zendesk de Tendências da Experiência do Cliente 2022, especificamente para o setor varejista, 54% dos consumidores afirmam que o atendimento ao cliente parece estar em segundo plano na maioria das empresas onde costumam comprar.

    Dessa forma, tendo em vista que os clientes esperam que o atendimento seja rápido, fácil e eficiente, atrelar o varejo físico ao digital traz inovação, podendo também ser uma forma de facilitar a vida do consumidor e agregar ainda mais valor ao espaço físico.

    Quais as principais dicas para trabalhar a experiência do cliente no varejo físico?

    Confira a seguir algumas dicas essenciais para trabalhar a experiência no ponto físico, atrelada ao digital:

    1. Utilize geolocalização para anúncios

    Com a utilização cada vez maior de celulares, nunca antes foi tão importante apostar em estratégias mobile first. Portanto, crie anúncios que apareçam especificamente para consumidores que estão nas proximidades do seu negócio para atrair novos clientes a visitarem seu ponto físico.

    2. Lojas “personalizadas”

    O público espera e valoriza experiências personalizadas, o que proporciona potencial para aumentar a fidelização de clientes. Portanto, invista em análise de dados sobre o seu consumidor para identificar seus comportamentos de compra e criar ambientes que os atendam, com experiências sensoriais e aspecto visual exclusivos.

    3. Ofereça experiência de compra multicanal

    Ofereça uma estratégia eficiente de omnichannel, com atenção à gestão de estoque. Um exemplo prático podem ser serviços de clique e retire, que consistem na compra online e retirada na loja física.

    4. Torne-se conversacional

    Segundo o Relatório Zendesk de Tendências da Experiência do Cliente 2022, os clientes estão cada vez mais recorrendo a aplicativos de conversa por rede social, como WhatsApp, Facebook Messenger e apps regionais como WeChat ou Line, para se conectarem com empresas. Aposte em interações autênticas e pessoais, nada que pareça impessoal ou robótico!

    5. Invista em novas tecnologias

    Utilize a tecnologia a seu favor para entender quais produtos são mais demandados. Você ainda consegue identificar o perfil dos seus clientes, suas interações e principais necessidades. Para isso, invista em sistemas ERP (Sistema de Gestão Empresarial) e ferramentas de CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) para elevar a inteligência do seu negócio!

    Ah, Inteligência artificial (IA) e automação também são recursos que estão sendo bastante utilizados pelas empresas. Esteja sempre por dentro das principais aplicações dessas tecnologias para avaliar o que pode ser aproveitado para seu cenário.

    Gostou do artigo e quer conhecer melhor sobre como unir o varejo físico ao digital? Então, leia o nosso post sobre este assunto agora mesmo!

  • Conheça os 8 principais canais de vendas e saiba como usá-los

    Conheça os 8 principais canais de vendas e saiba como usá-los

    Devido à transformação digital acelerada, as fronteiras entre o físico e digital estão cada vez mais integradas, o que torna a competitividade entre as empresas mais acirrada. Nunca antes foi tão importante contar com boas estratégias de atração e fidelização de clientes para contribuir para a expansão de um negócio.

    Conforme as informações ficam mais fáceis de serem acessadas, pensar em como se destacar dos concorrentes e estar na mente dos consumidores pode significar o ganho ou a perda de um cliente em poucos minutos. Por isso, é fundamental estar presente em diferentes canais de venda.

    Confira abaixo como utilizar os principais canais de contato para aumentar suas vendas!

    Afinal, o que são canais de vendas e para que servem?

    Basicamente, canais de venda são os meios pelos quais as empresas promovem suas soluções ao público. Em outras palavras, é por onde um negócio comercializa seus produtos ou serviços, atraindo pessoas que têm intenção de compra.

    Mas para que servem os canais de venda? Tendo em vista que na era digital é cada vez mais difícil se destacar dos concorrentes e chamar a atenção dos consumidores, os canais de venda servem como pontos de contato para que os consumidores possam conhecer mais sobre uma empresa e o que ela tem para oferecer.

    Quais são os principais canais de venda?

    Uma estratégia de vendas pode contar com diferentes tipos de canais, que podem ser divididos em aspectos como online e offline.

    Com o comportamento dos consumidores em constante mudança, hoje os clientes esperam que as empresas ofereçam um atendimento mais rápido, fácil e eficiente. E mais, atrelado à maior utilização de smartphones e melhor qualidade de internet, é essencial contar com estratégias de venda online. Confira a seguir alguns exemplos dos principais canais digitais:

    E-commerce

    Consiste na loja virtual de uma empresa onde é possível comercializar produtos. Nela, o consumidor pode conhecer melhor o negócio e as soluções oferecidas e efetivamente realizar uma compra.

    Assim, é importante investir em um ambiente virtual que ofereça segurança, rapidez e praticidade ao usuário, tendo em vista que envolve dados sensíveis dos consumidores. Também é interessante contar com diferentes formas de pagamento e uma interface simples para realizar o processo de compra.

    Email Marketing

    O Email Marketing é um excelente canal de vendas online. Consiste no disparo de mensagens eletrônicas para um público específico. Por isso, para que seja o mais eficiente possível, é importante que você conquiste esse público de forma legítima, ou seja, fale com pessoas que realmente tenham interesse na sua marca.

    Através de segmentações conforme a etapa da jornada de compra, você pode educar potenciais clientes e levá-los a finalizar a compra. E como fazer essa diferenciação? Aqueles que estão no início da jornada podem ser impactados por comunicações educacionais, enquanto quem estiver mais avançado, pode receber mensagens com uma abordagem mais direta de venda.

    Você ainda pode pensar em comunicações institucionais para apresentar sua marca, produtos e serviços à base de potenciais clientes que você conquistou, informar as novidades do seu negócio, e muito mais.

    Marketplace

    O marketplace funciona como um shopping center online, disponibilizando produtos de várias marcas diferentes. Você deve conhecer alguns exemplos, como Americanas, Amazon, Mercado Livre, não é mesmo? Eles conectam os consumidores a diferentes soluções que as empresas oferecem.

    Mas qual o seu grande diferencial? O principal é a possibilidade de embarcar no alcance e credibilidade que essas empresas costumam ofertar ao seu público, que pequenos negócios não conseguiriam sozinhos, por exemplo.

    Redes sociais

    Plataformas como Instagram, Facebook e WhatsApp são excelentes canais de interação com o seu cliente ou potencial cliente, o que faz delas ótimas soluções não apenas para o marketing, mas também para as vendas.

    O Facebook, por exemplo, oferece a possibilidade de criação de uma página do seu negócio, assim como uma ferramenta de marketplace. Já o Instagram oferece o Instagram Shopping para ofertar os produtos e, com apenas um clique, leva à página de compra. E vale lembrar que é possível integrar as redes sociais com a loja virtual, olha que demais!

    Google Ads

    O Google Ads é uma ferramenta de criação e gestão de anúncios estratégicos do Google, utilizada para divulgar os produtos e serviços do seu negócio.

    Com esta plataforma, é possível aumentar o alcance da sua marca, o que contribui para maiores conversões. Sua empresa pode comprar palavras-chave relevantes ao seu segmento e criar anúncios com elas. Esses anúncios serão exibidos para os consumidores no resultado de busca desses termos no Google, Google Maps e parceiros.

    Não há dúvidas do potencial que canais de venda offline também podem agregar como valor ao seu negócio, principalmente quando falamos sobre a necessidade de se pensar em estratégias omnichannel para integrar cada vez mais o offline ao online. Confira a seguir alguns exemplos de canais de venda offline.

    Ponto de venda

    Os pontos de venda, também conhecidos como PDV, são os espaços de divulgação e venda de produtos ou serviços. Podem ser tanto físicos quanto online, mas como este tópico fala sobre offline, mencionamos principalmente os estabelecimentos que necessitam da presença de pessoas que realizem suas compras. Existem vários tipos de PDV físicos, mas destacamos aqui alguns deles:

    • loja própria;
    • franquia.

    Venda direta

    A venda direta é um canal de vendas que consiste no contato direto de um vendedor com o consumidor final. Você já teve contato com algum revendedor da Natura ou Avon? Eles são exemplos perfeitos desse formato!

    Vale lembrar que os revendedores não têm vínculo empregatício com essas marcas, eles lucram através de comissão sobre suas vendas.

    Telemarketing

    Quem nunca foi impactado por algum tipo de ligação de telemarketing na sua vida? Esse canal de venda consiste em utilizar justamente o telefone como meio de contato e conversão.

    Como escolher os canais de vendas ideais para seu negócio?

    A pergunta que não quer calar é: o que deve ser feito para escolher os melhores canais de venda para um negócio? Hoje há muitas opções, mas para ter sucesso, você precisa adotar aqueles que mais se adequam ao perfil do seu público.

    Quem é seu cliente? Onde e como você pode impactá-lo? Tenha em mente esses aspectos e aposte em testes para entender o grau de receptividade das pessoas, a melhor linguagem a ser utilizada naquele canal, assim como a oferta que mais faz sentido naquele ambiente.

    Gostou das nossas dicas? Aproveite e baixe o nosso e-book sobre como impulsionar o seu negócio com as ferramentas do Google.

  • 3 segredos do Customer Success para encantar o cliente

    3 segredos do Customer Success para encantar o cliente

    Quer encantar o cliente, mas oferecer produtos ou serviços de qualidade e bom atendimento não funciona tão bem quanto antes? Esse cenário, em que empresas têm dificuldade de agradar ao público, vem crescendo com a ampliação de opções de negócios dos quais comprar.

    Desse modo, os consumidores estão mais exigentes e surpreendê-los também é um desafio. Portanto, para se destacar é preciso oferecer uma experiência de consumo realmente diferenciada, atendendo ao que o comprador busca. A melhor forma de fazer isso é investindo no Customer Success como estratégia de relacionamento.

    Conheça 3 segredos para colocar esse conceito em prática agora!

    O que é Customer Success?

    Customer Success em tradução literal quer dizer sucesso do cliente. Conceitualmente, se refere a uma estratégia de marketing e vendas voltada a construir um relacionamento com o consumidor para satisfazê-lo, garantindo que ele alcance sucesso ao adquirir e utilizar o produto ou serviço da empresa, a fim de fidelizá-lo.

    Nela, processos, entregas e abordagens são otimizados de acordo com as demandas ou preferências do público-alvo em prol de atingir esses objetivos. Dessa forma, todas as decisões empresariais se pautam pelo que encanta o potencial comprador.

    Por que é tão importante?

    A importância de encantar o cliente não é novidade. Afinal, se ele não escolhe sua empresa não há renda, certo? Entretanto, o Customer Success vai muito além disso, sendo uma estratégia pensada a longo prazo.

    A lógica é simples: suas técnicas promovem uma experiência de compra realmente positiva, melhorando a imagem do negócio, aumentando a taxa de recompra e ampliando as indicações para elevar a receita recorrente.

    Quais são os segredos do Customer Success para encantar o cliente?

    Adotar as técnicas de Customer Success é o melhor caminho para encantar os clientes. Porém, alguns segredos potencializam seus efeitos. Confira os 3 a seguir!

    1. Coloque o cliente no centro de todos os processos

    Todos os processos organizacionais, não só os de venda, impactam direta ou indiretamente na experiência do cliente. Portanto, é preciso pensar no consumidor em cada uma das etapas de desenvolvimento, fabricação, logística etc., colocando demandas e necessidades do público em foco para tomar as melhores decisões.

    2. Ofereça uma boa experiência de compra em cada oportunidade

    A experiência de compra é composta por todos os momentos em que há interação da empresa com seu cliente. Ou seja, cada um deles é uma oportunidade de torná-la ideal para o consumidor. Para tanto, algumas ações úteis são:

    • qualificar a abordagem realizada pela equipe;
    • focar em resolutividade e agilidade, sem deixar de dar atenção;
    • manter um histórico para consultas, facilitando as conversas;
    • buscar criar conexões emocionais e construir vínculos;
    • personalizar os contatos.

    3. Crie uma jornada de sucesso

    Planejar a jornada de compra de acordo com os princípios do Customer Success começa por entender o que significa o sucesso para o cliente. Os dados têm um papel-chave nesse processo, servindo de base para definir o perfil do público-alvo, suas preferências, demandas, necessidades e comportamentos.

    A partir dessas informações é viável organizar um fluxo que contemple marketing, atendimento e vendas com estratégias que atraem, progridem levando a compra para, por fim, fidelizar os consumidores pela sua excelência.

    Quais cuidados tomar ao adotar essa estratégia?

    Investir em Customer Success para encantar o cliente depende de promover uma cultura organizacional e criar uma mentalidade de trabalho que realmente coloque o consumidor no centro das decisões.

    Um cuidado importante é preparar a equipe, disponibilizando capacitações e mantendo os colaboradores atualizados sobre boas práticas, bem como sobre os motivos por trás das escolhas que afetam seu cotidiano.

    Também é necessário acompanhar os resultados das ações adotadas, tanto por meio de feedbacks do público como utilizando métricas de desempenho e satisfação. Pesquisar e ouvir as opiniões é a base para fazer novas otimizações, ampliando os resultados dessa estratégia.

    Encantar o cliente é essencial para uma empresa se manter competitiva. Ainda mais em um mercado cuja concorrência está cada vez maior. O Customer Success é a estratégia ideal para isso, já que se foca no que o público quer para agradá-lo. Com os 3 segredos que contamos hoje, você está um passo mais perto de atingir esse objetivo.

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  • 3 melhores ações para aplicar o neuromarketing na prática

    3 melhores ações para aplicar o neuromarketing na prática

    Já pensou em usar o neuromarketing na sua empresa, mas não sabe bem por onde começar? Não é para menos, essa abordagem mistura os conceitos de marketing e neurociência para entender como os clientes agem.

    Na realidade, ele utiliza estudos profundos que mapeiam tendências e perfis comportamentais. Contudo, como efeito consegue realmente prever e, até mesmo, causar reações que embasam estratégias publicitárias.

    Confira a seguir 3 formas de aplicar neuromarketing na sua empresa se valer desse conceito!

    O que é neuromarketing?

    Trata-se de uma área do marketing que aplica a neurociência para entender, prever e influenciar os comportamentos de consumo, permitindo a criação de estratégias efetivas para atrair clientes.

    Se baseia na compreensão de como o cérebro funciona em seu nível mais profundo, associando emoções, impulsos e reações subconscientes à jornada de compra. Sua finalidade é mapear tanto objeções quanto motivações que levam a aquisição de um produto ou serviço.

    Por que é importante para os negócios?

    Entender como usar o neuromarketing na prática é como ter um guia sobre os aspectos menos racionais da decisão de compra. Dessa forma, as empresas conseguem ampliar suas vendas por meio de benefícios que incluem:

    • criação de uma experiência de consumo e de uma jornada do cliente mais alinhadas ao perfil do público-alvo, ampliando sua satisfação;
    • melhor direcionamento do investimento em publicidade para campanhas e canais que realmente impactam no consumidor ideal, gerando resultados efetivos;
    • maior capacidade de atrair e converter compradores, ao construir um diálogo personalizado em todos os pontos de contatos;
    • desenvolvimento de soluções e respostas adequadas às reais necessidades das pessoas que a empresa quer atingir.

    Como aplicar o neuromarketing na prática?

    Para aplicar o neuromarketing na prática é necessário associar um conjunto de ações às estratégias de marketing, com o objetivo de potencializar seus efeitos no inconsciente dos clientes. Veja 3 delas a seguir!

    1. Espelhamento

    Gerar um sentimento de identificação no cliente é uma forma eficaz de levá-lo a comprar. O espelhamento — técnica em que outras pessoas são vistas utilizando seu produto ou serviço — é uma ferramenta para isso. Afinal, a tendência do cérebro é de, inconscientemente, querer imitar comportamentos.

    2. Ancoragem de preços

    A ancoragem de preços se baseia na premissa de que a primeira informação recebida sobre o custo de um item se torna uma referência para a mente do consumidor, impactando a sua avaliação sobre se a compra vale a pena. 

    Além de oferecer um valor de referência e melhor, é possível utilizar esse método disponibilizando condições de pagamento mais atrativas ou demonstrando seus diferenciais e benefícios em relação ao referencial.  Um exemplo é quando encontramos um anúncio de um produto que informa o seu valor comercial parcelado e total de sua aquisição.

    3. Estimulação dos sentidos

    Cheiros, cores, formas, texturas, sabores, sons e músicas são poderosos instrumentos para provocar emoções. Ao estimular os sentidos, recordações e simbolismos subconscientemente associados a esses elementos são imediatamente percebidos pelo consumidor, despertando sentimentos que tendem a levá-lo a comprar. 

    Para tanto, é preciso entender o perfil de consumo, os valores que devem ser correlacionados aos seus produtos ou serviços e quais são as sensações que esses estímulos sensoriais tendem a causar.

    Como mensurar os resultados do neuromarketing?

    A aplicação do neuromarketing, assim como outras ações publicitárias, precisa ser acompanhada por meio de indicadores, a fim de entender seus resultados e propor melhorias.

    Uma maneira de fazer isso, é comparando as vendas de produtos ou serviços antes e após implementar a estratégia. Outra opção é por meio de entrevistas qualitativas com clientes, buscando saber quais emoções são associadas à marca e os motivos para tal correlação.

    Usar o neuromarketing na prática aumenta a capacidade de seu negócio atingir os clientes, gerando benefícios que vão além dos resultados. Aproveite nossas 3 dicas e invista em neuromarkeing para vender mais.

    Gostou das dicas? Comente e conte qual delas chamou sua atenção!

  • 4 dicas que vão ajudar a valorizar a identidade do negócio

    4 dicas que vão ajudar a valorizar a identidade do negócio

    Fazer o cliente reconhecer a identidade do negócio é fundamental para as empresas que querem se destacar por seus diferenciais e não apenas competir em preço. Afinal, a imagem ainda está muito ligada à precificação de produtos ou serviços com valor agregado.

    Mas, muito além disso, investir em criar e fortalecer sua marca também ajuda a aumentar as vendas, fazendo dessa estratégia uma importante ferramenta para a competitividade do seu empreendimento.

    Confira a seguir o que é identidade do negócio e 4 dicas para valorizá-la!

    O que é identidade do negócio?

    A identidade do negócio envolve tudo o que define a empresa, como ela é vista e a filosofia que direciona sua a atuação, tanto conceitualmente quanto na prática, incluindo:

    • missão, visão e valores;
    • elementos visuais, comportamentais, relacionais e culturais;
    • estruturas empresariais;
    • significados e percepções.

    Seu objetivo é transmitir para o público-alvo e para o mercado em geral a mensagem que embasa o empreendimento, servindo para a construção da experiência de consumo com a marca.

    Por que a identidade do negócio é tão importante?

    Pensar na identidade do negócio tem importância prática, já que permite criar uma reputação, valorizando seus produtos ou serviços e atraindo mais clientes e fixando o seu negócio na mente do consumidor. Outras vantagens que colaboram para isso são:

    • facilidade para segmentar o público-alvo;
    • aumento do reconhecimento;
    • ampliação de uma base de consumidores fiéis;
    • melhor direcionamento de recursos e esforços para ações que geram resultados.

    Em nível estratégico isso também é útil, uma vez que os princípios que fundamentam a empresa servem de guia para a tomada de decisão, principalmente em relação a visão de futuro e ações de marketing.

    Como valorizar a identidade do seu negócio?

    No cotidiano, valorizar a identidade do negócio exige dar atenção a detalhes sem perder de vista a essência da marca. Para ajudar você nisso, conheça 4 dicas!

    1. Entenda os elementos que formam sua marca

    O primeiro passo para planejar a identidade do negócio é entender quais elementos formam a marca. Exemplo design, tom de voz, valores, entre outras características devem ser definidas a partir dos objetivos que levaram você a empreender, bem como as emoções que deseja despertar no cliente.

    2. Alinhe as expectativas

    Todos na empresa precisam estar cientes da identidade do negócio, tanto para a construção de logos ou elaboração de estratégias de marketing, quanto para a execução de tarefas de atendimento ou de desenvolvimento, a fim de que haja alinhamento entre os envolvidos no funcionamento do empreendimento. Portanto, fale com sua equipe sobre as expectativas.

    3. Invista em estratégias de marketing

    Para obter as vantagens que uma identidade de negócio é capaz de gerar, o passo seguinte é a divulgação. Estratégias de marketing que não se limitam a mostrar o produto ou serviço servem para atrair um público mais qualificado. Um exemplo, são posts nas redes sociais que mostram o dia a dia da equipe, os conceitos por trás da criação, etc.

    4. Entregue o que foi prometido

    Ao definir quem o empreendimento é, a identidade do negócio faz uma promessa sobre como são produtos ou serviços, atendimento e outros aspectos. Assim, é preciso entregar uma experiência de consumo à altura das expectativas criadas. Por exemplo, um salão de beleza de luxo deve contar com profissionais e instalações de qualidade.

    A identidade do negócio impacta em muitos elementos de importância estratégica presentes no dia a dia da empresa e, como efeito, atinge a capacidade do negócio de produzir resultados positivos. Assim, sua construção não deve ficar em segundo plano.

    Por isso, não perca tempo para definir e fortaceler a identidade do seu negócio. Conheça o Hub Sebrae e comece hoje mesmo!

  • 7 dicas para usar storytelling na sua estratégia de conteúdo

    7 dicas para usar storytelling na sua estratégia de conteúdo

    O storytelling é um modelo de produção de conteúdo que foca na arte de contar histórias, adaptando as narrativas ao universo das empresas e aos seus clientes. Assim, por meio de eventos com começo, meio e fim, o negócio consegue uma maneira criativa de fidelizar consumidores.

    No entanto, como começar? Basta escrever algo genérico e incluir alguns links no meio da narrativa? É preciso ter algum conflito central? Para responder a todas essas perguntas, listamos as principais dicas para adotar o storytelling na sua estratégia de conteúdo. Vamos conhecê-las!

    1. Determine a mensagem a ser transmitida

    De modo geral, o storytelling é composto por 4 elementos básicos, que fazem com que uma história seja bem-sucedida em transmitir a sua proposta. São eles:

    • mensagem;
    • ambiente;
    • personagem;
    • conflito.

    O primeiro desses elementos, a mensagem, representa a ideia que você quer passar para o seu público-alvo, a partir da história contada. É ela que fará com que as suas narrativas sejam únicas e impactem positivamente os clientes.

    Por isso, nada melhor do que definir esse aspecto logo de cara. Porém, preste atenção: é crucial que essa mensagem reflita os valores e o propósito do negócio para o storytelling ser bem-sucedido. Desse modo, os clientes se identificarão com a história e criarão uma conexão com a empresa.

    A mensagem deve ser condizente com o posicionamento digital geral da empresa. Caso uma organização adote um tom mais sério em seu site e redes sociais, um vídeo excessivamente descontraído pode acabar confundindo as pessoas. Por isso, equilibre todos os elementos na hora da narrativa.

    2. Aposte na diversificação dos formatos

    Blog posts são ótimos, uma excelente maneira de transmitir conhecimento relevante e desenvolver uma conexão com seus leitores. Contudo, as pessoas podem achar cansativo quando a empresa não utiliza outros formatos de conteúdo.

    A boa notícia é que é possível aplicar as técnicas do storytelling em múltiplos formatos e canais, cada um com seus objetivos específicos. Algumas ideias são:

    • texto de apresentação da empresa;
    • vídeos institucionais e também de apresentação de produtos;
    • cases de sucesso com relatos dos clientes;
    • campanhas promocionais, como anúncios, posts nas redes sociais e e-mail marketing;
    • páginas de produtos e serviços;
    • e, claro, os nossos já citados blog posts.

    Caso seja possível e você tenha pessoas para fazer isso, diversifique. Do contrário, tente variar o jeito de contar histórias dentro do formato de conteúdo que você já explora.

    Até mesmo os blog posts podem ser diferenciados, apostando em conteúdos mais informativos, outros com um tom mais cômico ou apresentando cases de sucesso com os clientes em um formato parecido com matéria jornalística, por exemplo.

    3. Conheça qual a visão do seu interlocutor em relação ao mundo

    O storytelling só é efetivo quando cria um vínculo com um público. Contudo, para que isso seja possível, é necessário entender o que o seu cliente em potencial busca em uma empresa. Quais são os seus valores e preferências? Quais são os formatos de conteúdo que ele prefere consumir?

    Para responder a essas perguntas, você pode utilizar as redes sociais do negócio. Uma simples enquete que pergunte sobre as preferências de formato de conteúdo, com a opção de marcar mais de um, já é valiosa para gerar alguns insights.

    Caso você queira uma estratégia mais profunda, analise novamente a persona do negócio — se a sua empresa ainda não tiver desenvolvido uma, leia o nosso artigo sobre estratégia digital para entender como fazer isso.

    4. Crie uma conexão emocional

    Falamos da importância de criar um vínculo, mas vale a pena aprofundar isso. Afinal, o storytelling é uma variação do artigo comum, com o objetivo de cativar as pessoas por meio de narrativas que fujam daqueles posts tradicionais.

    Para criar essa conexão, saia daquele discurso padrão de vendas, como posts que apenas listem as características de um produto de forma mecânica. É preciso humanizar a empresa e mostrar, por meio daquele conteúdo, que ela sabe falar na linguagem do cliente.

    Uma maneira de fazer isso é incluir desafios no storytelling que mostrem como determinados produtos ou serviços servem para vencer obstáculos e melhorar a vida do leitor de forma substancial.

    5. Use os dados a seu favor

    Além da definição da persona, a análise de dados é outra forma de conhecer melhor seus clientes e seus hábitos de compra. Uma empresa pode investigar seu histórico digital de vendas e entender quais são os produtos que vendem mais em um determinado período de tempo, por exemplo.

    Assim, ela poderá direcionar seu storytelling para explorar essas tendências. Nos meses mais quentes do ano, como dezembro e janeiro, uma empresa que venda piscinas pode se destacar com bons conteúdos. Do mesmo modo, lojas de roupas podem investir nesta técnica durante o inverno.

    6. Desenvolva o conflito

    Por melhor que seja a sua história, ela será um tanto vazia se não tiver um conflito central, isto é: o obstáculo que o personagem terá que vencer para que a sua jornada seja bem-sucedida.

    Assim, desenvolver um conflito interessante é bom até mesmo para quem tem itens encalhados no estoque e deseja comercializá-los. Basta criar uma narrativa em que aquela mercadoria se encaixa e resolva o problema de uma cliente em potencial.

    Uma loja que venda equipamentos de escritório pode criar um conteúdo em cima das dores vivenciadas por usuários de cadeiras inadequadas e como elas prejudicam a rotina de quem as sofre. Do mesmo modo, uma empresa de artigos esportivos pode explorar as consequências de uma vida excessivamente sedentária.

    O importante é que o conflito seja bem-elaborado e de difícil superação — a ponto de exigir a intervenção dos hábitos do personagem para que ele seja finalmente superado.

    7. Crie conteúdos autênticos

    Os storytellings são narrativas que só terão sucesso se forem alinhadas às estratégias da empresa e consigam criar vínculos com o público. Portanto, nada seria tão prejudicial quanto copiar os conteúdos de outras companhias.

    Os conteúdos devem ser autênticos não somente na sua composição original, mas também devem ser verdadeiros ao representar os valores, o tom de voz e os objetivos da empresa que os produz. Por isso, é crucial alinhar a estratégia à presença digital do negócio.

    Uma empresa que crie storytellings baseados em experiências nas redes sociais, mas que não use essas ferramentas de forma efetiva, não estaria sendo autêntica. É por isso que o storytelling deve ser uma extensão do modo com que a organização se comunica com seu público.

    Como você viu no artigo, o storytelling é uma excelente estratégia de conteúdo, que permite que você complemente sua presença digital com narrativas bem produzidas, que consigam explicar a utilidade dos seus produtos e serviços de uma forma criativa.

    Gostou do conteúdo e quer saber como o Sebrae Alagoas pode ajudar a sua empresa na sua estratégia de marketing e promoção do negócio? Então, entre em contato conosco agora mesmo!

  • Marketing digital: 9 dicas para quem entrou nesse mundo agora

    Marketing digital: 9 dicas para quem entrou nesse mundo agora

    O marketing digital é um conjunto de estratégias utilizadas para reforçar a presença online de uma empresa. Desse modo, ela consegue divulgar o negócio, seus produtos, interagir com os clientes e, claro, vender produtos e serviços.

    Contudo, as pessoas que ainda não exploram essas práticas podem ter dúvidas sobre como começar. Por isso, preparamos um post para mostrar as principais dicas para quem quiser praticar o marketing digital a partir de agora. Boa leitura!

    1. Crie conteúdo relevante

    A criação de um conteúdo é uma maneira de complementar as informações do site e atrair clientes para a sua loja. Alguns exemplos de material relevante são posts em blogs, vídeos e e-books, que são mais aprofundados e podem ser baixados pelo consumidor em potencial.

    Para produzir conteúdo relevante, você precisa criar um material que tire dúvidas das pessoas e faça com que as pessoas possam, gradativamente, entender que a sua empresa é uma referência no setor.

    Por isso, pesquise as dúvidas mais comuns envolvendo os produtos que você vende e produza conteúdo relevante em cima deles. Uma empresa que vende roupas importadas pode criar um artigo, ou vídeo, detalhando as equivalências entre os tamanhos de roupa de diferentes países, por exemplo.

    2. Use o funil de vendas

    O funil de vendas é o caminho que todo cliente atravessa, desde a descoberta da loja até a concretização de uma compra. Ele é composto por seis estágios, de acordo com cada nível do funil:

    • no topo do funil, temos a descoberta e o interesse;
    • no meio, temos consideração e interação;
    • no fundo, avaliação e compra.

    Cada estágio exige um tipo de conteúdo. No topo, temos os artigos de blog e vídeos, que despertam a curiosidade. No meio, e-books e cases de sucesso, que apresentam informações mais aprofundadas. No fundo, conteúdos que demonstrem o produto de forma prática e ajudem na decisão final de compra.

    3. Esteja presente nas redes sociais

    O “digital” em “marketing digital” não existe sem uma forte presença nas redes sociais. Afinal, elas servem para múltiplos propósitos, como:

    • divulgar novos produtos;
    • fazer enquetes;
    • interagir diretamente com as pessoas;
    • tirar dúvidas;
    • divulgar seus vídeos, posts e outros conteúdos;
    • investigar os concorrentes.

    Essas são só algumas das muitas utilidades das redes sociais. O que é importante entender é que o marketing digital simplesmente não é viável sem elas. Por melhor que seja a sua estratégia e o seu time de comunicação, esse canal não pode ser negligenciado, já que um enorme contingente de pessoas as frequenta.

    4. Domine as técnicas de SEO

    Quer que a sua empresa seja descoberta por meio de pesquisas no Google? Então, você precisa utilizar técnicas de SEO, ou Search Engine Optimization, um conjunto de ações para melhorar a sua posição nos mecanismos de busca. Algumas táticas para isso são as seguintes:

    • uso de palavras-chave de forma contínua nos textos, como “mouse gamer” ou algum outro produto;
    • conteúdo de qualidade, que realmente tire dúvidas;
    • snippets, que são parágrafos iniciais que já tiram a dúvida sobre determinados conceitos e melhoram a posição (inclusive, volte ao início desse texto para entender melhor como funciona);
    • uso otimizado de imagens, como a aplicação de legendas;
    • entre outras ações.

    5. Conte com um site responsivo

    Caso o seu objetivo seja vender na internet, você precisa oferecer um espaço adequado para as pessoas conhecerem os seus produtos e fechar negócios com a sua empresa. Isso inclui um site responsivo — e também um app que siga as mesmas características, se você quiser expandir as suas operações.

    E o que é “responsivo”, no contexto digital? Quando falamos de um site que tenha essa característica, estamos nos referindo a páginas que ofereçam uma boa navegação nos diversos dispositivos que um cliente possa utilizar: computadores de mesa, notebooks, smartphones e tablets.

    Por isso, é muito importante contar com profissionais de tecnologia da informação – TI que garantam essa responsividade. Um cliente que esteja entediado em um engarrafamento, por exemplo, pode fechar uma compra por meio do celular — desde que ele seja responsivo, isto é, tenha uma boa visualização em dispositivos móveis.

    6. Invista em anúncios

    É possível investir em anúncios pagos nas redes sociais, que têm espaços e recursos destinados para eles. Você consegue aumentar o alcance das suas publicações e propagandear produtos e serviços de maneira mais intensa.

    Ferramentas como o Google Ads e o Facebook Ads são ótimas para esse fim, já que garantem um bom alcance dos anúncios e chegam a muitas pessoas.

    Contudo, é importante não exagerar na quantidade mensal dessas publicações, já que as pessoas podem acabar se irritando ao sempre topar com um anúncio do seu negócio.

    7. Promova os conteúdos

    De que adianta produzir conteúdos caprichados, que realmente tenham potencial para vender, se eles não chegam até as pessoas? É preciso lembrar que a internet está cheia de empreendedores adotando o marketing digital, então não adianta criar conteúdo e esperar por bons resultados.

    Assim, use técnicas como as newsletters, que fazem com que os conteúdos cheguem até as pessoas, por e-mail. É possível fazer uma compilação dos melhores do mês ou até enviar aqueles que tenham a ver com o estágio do funil no qual cada pessoa se encontre.

    Nesse último caso, você pode pedir o e-mail toda vez que alguém baixar um dos seus e-books, por exemplo. Assim, quando você obtém essa forma de contato, será possível enviar mensagens personalizadas, de acordo com o interesse que a pessoa demonstrou. Investir em links patrocinados e participações nos blogs de parceiros também são alternativas interessantes.

    8. Ofereça diversos canais de contato

    Uma estratégia virtual eficiente depende da presença de vários canais de contato, como WhatsApp, e-mail, chat e redes sociais. Afinal, o marketing digital pressupõe que a empresa esteja aberta a práticas modernas: como garantir isso se a sua empresa só fornece um número de telefone, por exemplo?

    Essa tática tem até nome definido: omnichannel. Nela, a empresa oferece vários pontos de contato para que o cliente escolha aquele que preferir. Contudo, ela também tem seus desafios: é preciso ter profissionais a postos em todos aqueles canais.

    9. Monitore os resultados

    Uma ferramenta gratuita como o Google Analytics é capaz de monitorar diversas informações do seu site de vendas, como:

    • o número de visitas do seu site;
    • conteúdos com o maior número de visitas;
    • origem dos visitantes;
    • compras e produtos mais vendidos;
    • taxas de cadastro.

    Com ele, será possível monitorar tudo isso e mensurar o sucesso das suas estratégias de marketing digital. Como você viu no artigo, mesmo os iniciantes nesse universo têm diversas possibilidades para explorar o ambiente online.

    O marketing digital, assim como o uso de tecnologias de análise de dados, é o que garante que a sua empresa esteja antenada ao mercado e às demandas atuais. Independentemente do seu negócio, você poderá ter uma forte presença na internet — e lucrar com isso.

    Agora que você entrou no mundo do marketing digital, baixe o nosso e-book e aprenda como usar as ferramentas do Google para impulsionar ainda mais os seus negócios.