Categoria: Marketing

  • 3 dicas de sustentabilidade para pequenos negócios

    3 dicas de sustentabilidade para pequenos negócios

    Sustentabilidade nos negócios é um conceito que se refere à capacidade de uma empresa em operar de forma responsável e consciente, minimizando os impactos ambientais e sociais de suas atividades. Isso envolve a adoção de práticas que visam preservar os recursos naturais e reduzir as emissões de poluentes, além de garantir a segurança e a qualidade de vida dos trabalhadores, das comunidades locais e das gerações futuras.

    Os negócios sustentáveis têm como objetivo conciliar o sucesso financeiro com o bem-estar da sociedade e do meio ambiente. Para isso, eles devem considerar os impactos de suas ações em todas as áreas, desde o desenvolvimento de produtos e serviços até a gestão dos resíduos gerados.

    Entenda mais sobre esse assunto neste artigo e confira nossas dicas para o seu negócio!

    Qual a importância da sustentabilidade nos pequenos negócios?

    A promoção da sustentabilidade nos pequenos negócios é de extrema importância, pois essas empresas representam uma grande parte da economia do país. Além disso, ações sustentáveis nesses negócios podem ter um impacto significativo nas comunidades locais e no meio ambiente.

    As pequenas empresas muitas vezes têm menos recursos financeiros e técnicos para implementar práticas sustentáveis, mas isso não significa que devam ser ignorados. Na verdade, a implementação de ações sustentáveis em pequenos negócios pode ser mais fácil e econômica do que em grandes empresas, e os benefícios podem ser igualmente significativos.

    Ainda, a promoção da sustentabilidade nos pequenos negócios pode ter um efeito multiplicador, influenciando outros negócios e a comunidade em geral. Ao estabelecer um exemplo positivo, essas empresas podem motivar outras a adotarem práticas sustentáveis, levando a um impacto ainda maior na economia e no meio ambiente.

    Quais são os benefícios dessa prática para pequenas empresas?

    A sustentabilidade pode trazer diversos benefícios para pequenos negócios, além de contribuir para o crescimento da empresa de maneira geral.

    Em primeiro lugar, adotar práticas sustentáveis pode reduzir os custos operacionais, já que a economia de recursos naturais, como água e energia elétrica, pode levar a uma redução nas contas. Além disso, ao optar por matérias-primas e insumos sustentáveis, é possível diminuir os custos de produção e, consequentemente, aumentar a margem de lucro.

    Outro benefício da sustentabilidade é que ela pode aumentar a competitividade da empresa. Cada vez mais, os consumidores estão preocupados com o impacto ambiental dos produtos e serviços que consomem e, por isso, empresas que se destacam por suas práticas sustentáveis tendem a atrair mais clientes e a fidelizá-los.

    Como tornar o pequeno negócio sustentável?

    Agora, vamos ajudar você a implementar a sustentabilidade no seu negócio. Veja só o que é preciso colocar em prática.

    1. Recicle

    A reciclagem é uma das formas mais eficazes de reduzir o impacto ambiental dos resíduos. Estabeleça um programa de reciclagem e incentive seus funcionários a participarem. Separe e encaminhe os resíduos para locais apropriados, como cooperativas de reciclagem e empresas especializadas. Além disso, é possível diminuir a quantidade de resíduos produzidos por meio da redução do consumo e da reutilização de materiais.

    2. Utilize materiais sustentáveis

    Opte por produtos e materiais reciclados e biodegradáveis. Isso pode incluir papel reciclado, mobiliário sustentável, produtos de limpeza ecológicos, entre outros. Além disso, é importante escolher fornecedores que compartilham da visão sustentável e que utilizam processos de produção responsáveis.

    3. Reduza o uso de papel

    Digitalize documentos e utilize o papel de forma consciente. O papel é um recurso natural que consome muita energia e água para ser produzido. Por isso, é importante reduzir seu uso sempre que possível, usando a tecnologia e evitando impressões desnecessárias. Além disso, é possível utilizar papel reciclado e biodegradável e adotar práticas de impressão frente e verso.

    A sustentabilidade nos pequenos negócios incentiva o seu crescimento e, ainda, ajuda a conquistar a preferência dos consumidores, cativando-os pela preocupação que a empresa mostra ter pelo nosso planeta. Invista nessa ideia!

    Pequenos negócios também podem inovar! Entenda mais sobre o assunto neste artigo.

  • Saiba como elaborar seu processo de vendas em 7 passos!

    Saiba como elaborar seu processo de vendas em 7 passos!

    Alguns profissionais gostam de dizer que têm um “instinto natural para fechar vendas”. Embora o talento para as negociações seja importante, mapear um conjunto de etapas, que envolva desde a prospecção até o pós-vendas, é um meio mais seguro de garantir bons resultados.

    Nesse sentido, surge o processo de vendas, que é muito importante para que as abordagens e tentativas de vendas não sejam baseadas no simples achismo. Vamos mostrar o significado do conceito e as principais etapas para colocá-lo em prática. Boa leitura!

    O que é o processo de vendas?

    O processo de vendas é o conjunto de etapas a serem seguidas pela equipe para que todos possam completar os estágios de uma negociação. Desse modo, a empresa conduz os procedimentos de maneira gradual, sem tentar forçar o consumidor a comprar logo de cara.

    São ações bem definidas, a partir de uma ordem, que proporcionam aos vendedores conduzir o processo e incentivar o cliente a fechar de vez aquela compra. As etapas vão desde a prospecção até o pós-venda.

    Para aumentar as chances de prospecção e vendas, algumas características que o processo de vendas deve ter são:

    • ensinável, o que significa que ele pode ser transmitido para outros colaboradores, de maneira que todos estejam capacitados para negociar com diferentes perfis de clientes;
    • escalável, isto é, proporcionar condições para que seja utilizado mesmo com um aumento na demanda;
    • mensurável, com a utilização de indicadores claros para analisar o seu sucesso.
    • previsível, com o estabelecimento de metas claras a serem atingidas dentro de um período escolhido pela empresa.

    Como elaborar o seu próprio processo de vendas?

    Elaborar o seu próprio processo de vendas passa pelo cumprimento de algumas etapas essenciais para conduzir a negociação da melhor forma.

    O número de fases pode variar de acordo com cada livro ou manual, mas listamos 7 passos essenciais para que a sua empresa não deixe nenhuma oportunidade de contato passar. Vamos conhecê-las.

    1. Planejamento

    A primeira etapa para fazer o processo de vendas funcionar é planejá-lo de maneira realista, de acordo com as suas metas, necessidades e recursos dos quais o seu negócio dispõe.

    Esse planejamento envolve um estudo sobre o mercado e os clientes em potencial (construir uma persona é uma excelente ideia). Embora ele seja o primeiro passo, será precisa atualizá-lo regularmente, uma vez que a empresa lidará com oscilações comerciais.

    O planejamento também define os canais de comunicação e prospecção. As redes sociais não podem ficar de fora, sendo que os ajustes ao longo do tempo devem levar em conta aquelas que mais rendem clientes e interações com as pessoas.

    2. Prospecção de clientes

    A segunda etapa é identificar as dores de cada cliente e entender como a sua empresa pode ajudá-los efetivamente. Podemos até dizer que a prospecção é o momento da execução da sua estratégia, quando ela finalmente sai do papel.

    Por isso, ela define como será a abordagem aos consumidores em potencial, quais serão os meios de comunicação priorizados (estratégia omnichannel) e a forma de avaliação dos resultados de prospecção.

    Lembre-se de que essa etapa será cumprida com mais eficiência se houver investimento em capacitação profissional. Só assim os seus colaboradores estarão equipados para lidar com o processo de vendas de ponta a ponta.

    3. Qualificação de leads

    Não adianta muito tentar vender um produto para qualquer pessoa, de maneira indiscriminada. Afinal, se essa fosse a sua única abordagem, você nem mesmo precisaria de um processo de vendas, não é mesmo?

    Essa etapa é a que garante que a sua empresa separe os consumidores em potencial de acordo com o estágio de interesse que eles demonstrarem.

    Uma pessoa que apenas visitou o seu e-commerce e deixou o e-mail não está na mesma fase do processo de um outro consumidor que já perguntou até mesmo sobre as condições de parcelamento de uma mercadoria específica.

    Aproveite a visita ao nosso blog para ler o artigo que preparamos sobre inbound marketing, que ajudará a entender mais sobre a qualificação de leads.

    4. Criação de propostas

    Chegou a hora de oferecer uma proposta. Nessa etapa, sua empresa verificará quais são as condições de pagamento e os preços que pode cobrar. O objetivo é alcançar o equilíbrio entre a lucratividade e o repasse de uma situação vantajosa para o cliente.

    Nesse ponto, os vendedores devem estar totalmente conscientes daquilo que podem oferecer sem prejudicar a empresa. Afinal, nem todo consumidor terá a paciência necessária para aguardar um retorno que pode levar vários dias. Por isso, o alinhamento entre gestores e vendedores é essencial.

    5. Concretização da compra

    Caso você tenha conseguido conduzir o negócio até esse estágio, estará na “cara do gol” para fechar aquela venda. Contudo, lembre-se de que muitos clientes ainda podem desistir, principalmente quando o impulso inicial passa.

    Nesse cenário, o bom atendimento e a persuasão são fundamentais para que o cliente não desista. Nesse momento, abuse dos gatilhos mentais e da sensação de urgência. Algumas frases que podem ser usadas são:

    • “Essas são as últimas unidades dentro dessa faixa de preço”;
    • “Caso você feche a compra agora, podemos oferecer 10% de desconto na próxima compra”;
    • “Como conversamos, esse processo soluciona o seu problema. É a sua chance de corrigir esse incômodo de vez”.

    O importante é não forçar situações que sejam desvantajosas para o consumidor no médio prazo, como forçar a venda de um produto excessivamente caro e que só resolverá os problemas dele em parte. A ideia, aqui, é fornecer uma solução, mas sem explorar a boa vontade do consumidor.

    6. Pós-venda

    Venda fechada! Isso significa que a interação entre cliente e empresa termina aqui? Definitivamente não! Até porque cessar o contato com o consumidor após a negociação diminuiria as chances de fidelização — e, como Philip Kotler já disse, é melhor fidelizar do que conquistar do zero.

    Além disso, o período após o fechamento do processo de vendas também é importante para que esse consumidor fidelizado indique os seus produtos e serviços no futuro, por meio do marketing de referência.

    O tratamento do pós-venda inclui diversas iniciativas, como:

    • contato ativo, para que o cliente tire suas dúvidas sobre como utilizar o produto da melhor forma;
    • envio de brindes, caso isso se encaixe no perfil e nas necessidades financeiras da empresa;
    • devolução e troca de produtos danificados;
    • envio de newsletter e promoções para quem já comprou produtos da sua empresa.

    7. Utilização de indicadores

    Colocamos este ponto por último, mas a verdade é que ele deve ser conduzido durante todo o processo. Use os KPIs para analisar os resultados da sua estratégia. Algumas das questões que você pode investigar são:

    • quantidade de contatos feitos por clientes em potencial, como ligações, e-mails e propostas;
    • quantidade de novos negócios iniciados, com a entrada de leads;
    • eficiência de vendas, com o estudo do percentual de negócios fechados, principalmente em comparação com os que foram malsucedidos;
    • visitas ao site e interações nas redes sociais.

    Como você viu no artigo, o processo de vendas é fundamental para que os colaboradores não se confundam ao conduzir as negociações. Isso é ainda mais importante quando os profissionais lidam com diversas pessoas ao mesmo tempo, o que pode fazer com que eles misturem estratégias e mostrem ao cliente que não sabem bem com quem estão lidando naquele momento.

    Gostou do post e quer entender como o Sebrae Alagoas pode ajudar a sua empresa a melhorar o processo de vendas? Então, entre em contato conosco!

  • Varejo híbrido: conheça essa tendência e saiba como se adaptar

    Varejo híbrido: conheça essa tendência e saiba como se adaptar

    Você já deve ter percebido como a experiência de compras em lojas físicas mudou nos últimos anos. Hoje, é possível utilizar aplicativos para fazer a leitura de etiquetas e pagar pelas compras sem enfrentar filas.

    Essa é a tendência do varejo híbrido que se tornou mais presente durante a pandemia e continuou a ser utilizada após a retomada do comércio presencial. O resultado é a integração dos canais de venda, a flexibilização do processo de entrega e o suporte necessário para a logística reversa.

    Nós queremos que você também entenda e comece a usar esse modelo integrado do varejo. Por isso, continue com a leitura deste conteúdo para descobrir mais sobre esse recurso. Confira!

    Quais são as principais características do varejo híbrido?

    Em um cenário no qual grandes corporações e pequenos negócios competem lado a lado, o futuro do comércio pode estar no varejo híbrido. Nesse caso, soluções digitais voltadas para a otimização da experiência do cliente são um diferencial para manter a competitividade.

    Essa é uma tendência que vem conquistado espaço. Na prática, esse conceito consiste em introduzir um processo integrado e omnichannel de compras, distribuição e entregas.

    Com o comércio eletrônico, o cliente pode fazer compras a qualquer momento e de qualquer lugar. Isso é algo que as lojas físicas não podem oferecer devido a suas limitações de horário de funcionamento, disponibilidade de estoque e capacidade de entrega.

    Com isso, faz sentido incorporar o varejo online e físico, criando, assim, o varejo híbrido. Esse modelo de comércio é caracterizado por diversos aspectos:

    • integração: a ideia é proporcionar uma experiência completa aos clientes, o que requer a criação de um fluxo de informações confiável para manter a operação efetiva;
    • conveniência: clientes que preferem o comércio eletrônico valorizam a comodidade de fazer compras a qualquer momento e de contar com entregas ágeis;
    • personalização: para conquistar mais clientes, é fundamental oferecer soluções diferenciadas, de acordo com o perfil do seu consumidor.

    A união entre lojas físicas e online criou um novo modelo de negócio que está mais preparado para competir e conquistar um público cada vez maior.

    Quais são as vantagens de implementar esse modelo de vendas?

    Apesar da sua ampla aceitação, pode ser difícil mensurar como o varejo híbrido vai impactar a sua empresa. Nós entendemos que esse é um projeto desafiador, que requer inúmeros cuidados para ser bem-sucedido.

    Para ajudar na sua tomada de decisão, listamos nos tópicos a seguir as principais vantagens que podem ser conquistadas com essa iniciativa.

    Gera o aumento das vendas

    É comum que novas metodologias de gestão sejam responsáveis pelo aumento das vendas. No caso do varejo híbrido, existem dois motivos para esse resultado.

    O primeiro deles é a flexibilidade. O cliente tem a oportunidade de escolher a forma mais conveniente de fazer sua compra, de modo que possa personalizá-la. Isso vai desde a escolha de produtos até a seleção da forma de pagamento e as preferências de entrega.

    Já o segundo aspecto tem relação com a experiência na loja física. Hoje, é possível fazer a troca de produtos pela internet, e o cliente também pode fazer o pagamento em totens, evitando, assim, as filas do caixa.

    Simplifica a jornada do consumidor

    Simplificar é a palavra-chave para aumentar as vendas. Afinal, o consumidor do comércio eletrônico está em busca de agilidade e segurança nas transações.

    Portanto, quanto menos passos existirem entre a escolha do produto e o fechamento do pedido, melhor. Nesse sentido, o empreendedor precisa:

    • entender as expectativas dos clientes;
    • compreender as motivações de compra;
    • focar na atração e qualificação de leads;
    • manter um relacionamento próximo após a conclusão da venda.

    Todos esses pilares ajudam a mapear como o cliente interage com a empresa e os produtos. Vale lembrar que a jornada de compra não é um instrumento rígido e que ela pode ser revisada e adaptada sempre que necessário.

    Otimiza o processo logístico

    A ideia do comércio omnichannel também busca inovar quanto ao processo logístico, utilizando a informação da localização dos pontos de armazenamento das mercadorias, mapeando sua geolocalização e ampliando os pontos de distribuição das mercadorias. Com isso, é possível oferecer entregas cada vez mais rápidas. É por isso que grandes varejistas conseguem entregar encomendas até o dia seguinte e, em alguns casos, no mesmo dia, pois acionam o galpão ou loja mais próxima de seu cliente que contém o produto em estoque para enviar ao endereço de entrega.

    Outro aspecto que merece destaque é estabelecer locais de entrega estratégicos, que permitam ao cliente fazer a retirada quando for mais conveniente. Muitas empresas optam por oferecer entregas na loja física ou em pontos de pick up situados em locais acessíveis.

    Essa mudança, que se tornou uma constante na maioria das lojas online, também tem impacto financeiro, uma vez que a empresa usa a própria infraestrutura de distribuição que já existia para abastecer os estoques.

    Como adaptar o seu negócio ao varejo híbrido?

    Se você já decidiu que, de fato, vale a pena inovar no varejo, é preciso conhecer as etapas que devem ser executadas para oferecer esse modelo de vendas.

    De acordo com a nossa experiência, alguns passos podem evitar imprevistos e ajudar a manter esse projeto dentro do orçamento estabelecido pela empresa. Acompanhe:

    1. busque sistemas integrados: como estamos minimizando a distância entre a loja física e a loja online, é fundamental contar com sistemas de gestão integrada, que alimentem em tempo real as informações de disponibilidade de estoque. Uma base de dados única simplifica toda a gestão, incluindo os processos de estocagem e financeiros da loja física e do estoque da empresa;
    2. estude a melhoria no atendimento: ofereça canais de atendimento diversificados (e-mail, redes sociais e chatbot), a fim de que o cliente possa solucionar os seus problemas a distância. Um exemplo comum é a possibilidade de solicitar a troca ou a devolução do produto por meio do site ou do aplicativo;
    3. ofereça diversidade de opções de pagamento: no ambiente digital, o processo de pagamento é concluído em instantes. Portanto, vale a pena explorar opções que garantam a flexibilidade para os clientes como : pix, cartões de crédito e débito, transferência on-line e boletos;
    4. explore a realidade aumentada: alguns aspectos da compra na loja física podem ser adaptados para o ambiente virtual. Com o uso de realidade aumentada, o cliente pode utilizar a câmera do celular para ver como os produtos ficam no ambiente ou experimentá-los virtualmente.

    Por fim, não podemos deixar de mencionar que o varejo híbrido é uma solução cada vez mais usada. Queremos que este artigo seja a motivação que faltava para você buscar conhecer mais sobre o assunto.

    Se você está à procura de inovação, nós podemos ajudar nos primeiros passos. Entre em contato conosco para conhecer os nossos serviços!

  • Saiba o que vender na Semana Santa dentro do varejo

    Saiba o que vender na Semana Santa dentro do varejo

    Saber o que vender na Semana Santa é essencial para aproveitar a oportunidade de impulsionar suas vendas. Como ocorre em todas as datas comemorativas, é preciso estar atento às tendências de consumo e oferecer produtos que atendam às necessidades dos clientes.

    Como estamos próximos dessa época, preparamos algumas dicas para aumentar a procura por sua marca e, consequentemente, sua lucratividade. Acompanhe para saber como se planejar e, ainda, conferir ideias de produtos para diversos setores.

    Qual a importância da Semana Santa no varejo?

    A Semana Santa antecede o domingo de Páscoa. Como se trata de uma data religiosa, muitas pessoas seguem a tradição e, assim, aumenta a procura por produtos específicos. Além disso, também é uma época de viagens e comemorações familiares, ampliando ainda mais as possibilidades de vendas.

    Por esse motivo, o varejista precisa estar preparado para atender às demandas do mercado e ajustar os produtos oferecidos ao consumidor. É importante também se atentar ao público-alvo, às tendências e praticar preços competitivos.

    O que vender na Semana Santa?

    Nesse período, há grande procura por presentes e artigos para celebrar . Mas, para ter sucesso, é importante caprichar nas escolhas pensando sempre no consumidor. Algumas sugestões incluem:

    • produtos relacionados à religião — artigos religiosos, por exemplo, imagens de santos, cruzes, medalhas e terços são sempre uma boa opção;
    • artigos para decoração — a Semana Santa é uma época em que muitos brasileiros gostam de decorar suas casas, por isso, produtos como castiçais, toalhas bordadas, adereços para mesa e outros itens para decoração podem ser uma boa escolha;
    • peixes e frutos do mar — muitas pessoas seguem a tradição religiosa e nesse período não consomem carne vermelha. Assim, a procura por peixes e frutos do mar aumenta significativamente.

    Mas, se você está em outro nicho de vendas, pode personalizar ou adaptar seus produtos para a época. Por exemplo, se você comercializa roupas infantis, vale a pena investir em uma coleção com estampas que remetam à Páscoa. O mesmo vale para uma loja de brinquedos: coelhinhos de pelúcia e cestinhas personalizadas fazem muito sucesso.

    Por sua vez, se você trabalha com artesanato, pode criar produtos temáticos, tanto para a Páscoa quanto com temas religiosos — guirlandas, caixas personalizadas, enfeites de mesa, velas aromáticas, toalhas e guardanapos têm sempre uma boa demanda nessa época.

    E quem trabalha com doces, por exemplo, pode apostar em ovos artesanais, montagem de cestinhas completas e personalizadas, cestas de café da manhã, entre outras opções.

    Como aproveitar a data ao máximo?

    Como dissemos, a Semana Santa é uma época importante para muitos comerciantes, que devem aproveitar para bombar suas vendas. Mas, para maximizar o proveito dessas oportunidades, é fundamental se preparar antecipadamente.

    Dessa maneira, é possível divulgar os produtos de maneira efetiva, atrair mais clientes e garantir maior lucratividade. Segue algumas dicas simples:

    • estabeleça sua estratégia de vendas — definir o público-alvo, os produtos que deseja vender e as formas de divulgação é essencial para o sucesso da campanha;
    • comece a divulgar seus produtos com antecedência — anúncios nas mídias sociais, envio de e-mails promocionais, cartazes e outras formas de divulgação ajudam a atrair clientes;
    • ofereça promoções e descontos — incentivar as pessoas a comprar por meio de ofertas especiais contribuem com o aumento das vendas.

    Portanto, como a Semana Santa é um período crucial para o comércio varejista, não deixe essa festividade passar em branco. Use sua criatividade e planejamento para aproveitar ao máximo essa oportunidade e impulsionar os resultados da sua empresa.

    Quer mais dicas para alavancar suas vendas? Então, curta nossa página no Facebook e acompanhe as publicações!

  • Gerenciamento de processos no MEI: saiba como fazer

    Gerenciamento de processos no MEI: saiba como fazer

    O gerenciamento de processos é uma das atividades administrativas mais básicas para o desenvolvimento de um negócio, já que serve tanto para fazer a operação avançar quanto para encontrar novos meios de melhorá-la em prol de ampliar os resultados empresariais.

    Mesmo em uma microempresa individual, onde na maioria das vezes é o proprietário quem faz tudo sozinho, dar atenção aos processos é importante. Afinal, quando se tem uma empresa tão enxuta, ganhar produtividade e evitar desperdícios é imprescindível.

    Veja a seguir mais motivos para colocar a gestão de processos em prática na sua empresa!

    Qual é a importância de fazer o gerenciamento de processos na MEI?

    Como visto, um microempreendedor individual – MEI pressupõe uma operação enxuta com o quadro funcional limitado ou somente o empreendedor fazendo todas as tarefas do negócio. Isso por si só exige que a máxima organização das atividades seja aplicada para aproveitar recursos, como o tempo, da melhor maneira possível.

    Dessa forma, adotar boas práticas voltadas para o gerenciamento de processos significa ampliar a produtividade e a eficiência da empresa. Como efeito, tanto os custos caem quanto os resultados crescem.

    Ainda, a otimização dos fluxos de trabalho gera agilidade para realizar outras atividades da gestão, como a tomada de decisão, a resolução de problemas e a resposta a mudanças inesperadas do mercado. No fim das contas, investir nisso dá melhores condições para o negócio prosperar.

    Como fazer o gerenciamento de processos no MEI?

    O gerenciamento de processos abrange criar e melhorar a organização das atividades, por meio de práticas de gestão em que cada recurso seja aproveitado ao máximo. Confira a seguir algumas ações para te ajudar na gestão dos processos e como implantá-las na sua empresa!

    Comece pelo planejamento

    A gestão de processos foca no operacional, ela serve como meio para atingir metas e objetivos estratégicos. Por isso, o primeiro passo é definir quais são os alvos do negócio.

    Toda empresa precisa de planejamento para estabelecer ações prioritárias, canais de vendas, parcerias importantes, perfil dos clientes e recursos necessários para concretizar sua proposta de valor.

    Assim, comece criando uma visão sobre o funcionamento do negócio desde o dia a dia até o longo prazo a fim de ter um guia no qual se basear para definir os melhores fluxos de trabalhos e práticas a adotar.

    Mapeie os processos

    Um negócio em funcionamento já está com suas tarefas, processos e fluxos acontecendo, certo? Saber como as coisas são feitas é o caminho para identificar tanto perdas e limitações quanto oportunidades operacionais.

    Tal mapeamento requer a esquematização das atividades na ordem que ocorrem, descrevendo como são executadas, por quem, quando, quais recursos usam, entre outras informações relevantes.

    Reestruture os processos

    A reestruturação das atividades empresariais envolve promover sua revisão para organizá-las no melhor formato possível, com a finalidade de agilizar seu andamento e diminuir o consumo de recursos em sua execução.

    Tenha em mente que mesmo processos que estão funcionando podem ser otimizados. Portanto, analise quais ações são feitas e de que forma, buscando informações de referência para conhecer o modelo ideal.

    Lembre-se que não basta mudar, é necessário criar procedimentos que indiquem os padrões e possam ser consultados. Desde descrições completas até o desenho dos fluxos servem de guia para sua realização, devendo compor um documento com essa finalidade.

    Invista em tecnologia

    Existem uma série de soluções tecnológicas que ajudam a desenvolver seu negócio disponíveis a baixo custo ou de modo gratuito, muito deles disponíveis no celular. Entre eles, estão os organizadores de tarefas online, que permitem criar listas de atividades e ordená-las, passando-as para o próximo estágio quando a fase anterior terminar.

    Basicamente, essas plataformas possibilitam cadastrar as etapas dos processos de uma maneira visual, para controlar e acompanhar o que está sendo feito facilmente. Isso evita que algo seja esquecido, reduzindo atrasos, entregas com pouca qualidade e outras situações que impactam negativamente o cliente.

    Além disso, usufruir dessas inovações auxilia na hora de compensar a falta de uma equipe maior, já que é possível automatizar operações repetitivas para focar no que realmente agrega valor. Por exemplo, em uma planilha simples é viável fazer algumas programações a partir de fórmulas e gerenciar controles da sua operação.

    Promova a melhoria contínua

    O gerenciamento de processos não se limita a estabelecer procedimentos de trabalho e garantir sua execução de acordo com o planejado. É fundamental manter seu aperfeiçoamento constante, a fim de assegurar a competitividade do negócio.

    Não importa se é você quem realiza todas as tarefas ou se conta como apoio de um colaborador, promover a melhoria contínua envolve atuar em vários níveis diferentes, buscando aperfeiçoar o processo produtivo.

    A começar pela mentalidade que deve entender a utilidade dessas mudanças para o sucesso do negócio e procurar por oportunidades de melhorias cotidianamente. Outro passo, é criar o hábito de periodicamente revisar os fluxos, revendo seu funcionamento.

    Por fim, monitorar indicadores permite perceber problemas escondidos e evitar desperdícios. Que tal medir o tempo despendido para terminar cada atividade? Ou registrar o número de reclamações recebidas? Essas são métricas básicas que ajudama melhorar os processos do negócio.

    Faça uma boa gestão do tempo

    Quando se trata de processos empresariais, a gestão do tempo é outra atitude inteligente. Tanto por gerar uma economia financeira importante quanto por você passar a conseguir focar no que realmente agrega aos resultados.

    Nesse contexto, é fundamental priorizar as atividades essenciais ao funcionamento do empreendimento e buscar sempre seguir as boas práticas de qualidade definidas, a fim de otimizar a execução das atividades e resultados da empresa.

    Mais que isso, mantenha a disciplina em relação a organização planejada e a estrutura proposta. Afinal, essas etapas do gerenciamento de processos visam criar condições para que o bom andamento da empresa continue, independentemente das dificuldades que surgem.

    Investir nas melhores práticas para realizar o gerenciamento de processos quando se é uma empresa pequena reduz as chances de perder o controle quando o negócio crescer. Além disso, é uma forma de maximizar a produtividade, aumentando os resultados do empreendimento sem demandar mais recursos.

    Unindo custo-benefício com expertise, seu MEI ainda pode contar com o apoio do Sebrae na hora de profissionalizar a gestão. Conheça o Hub do Sebrae Alagoas para conhecer todas as formações disponibilizadas por lá e pensadas para empresas como a sua!

  • Conheça quais as 7 principais características de um líder

    Conheça quais as 7 principais características de um líder

    Um líder eficaz é aquele capaz de orientar a equipe, mantê-la motivada, supervisionar o trabalho e acompanhar todos os processos para que a empresa atinja resultados cada vez melhores. É ele que extrai o melhor de cada colaborador, estimulando seu desenvolvimento profissional.

    Logo, seu papel é indispensável para a produtividade e para que as tarefas sejam realizadas com precisão e qualidade. Então, sua atuação impacta diretamente no sucesso de uma empresa.

    Mas quais são as características de um líder de alta performance? Acompanhe o post e descubra as 7 principais!

    1. Tem visão clara sobre o negócio

    Um bom líder deve ter uma compreensão clara e precisa do futuro do negócio e dos objetivos da equipe. Ou seja, a visão clara permite estabelecer metas claras e objetivas, orientando com assertividade o time pelo caminho correto. Isso ajuda a manter a equipe motivada e engajada, pois todos têm a segurança de saber para onde estão indo.

    Além disso, a visão clara também se refere a conseguir identificar oportunidades e desafios atuais, propondo melhorias. No entanto, também é preciso conseguir enxergar oportunidades e desafios futuros e se prepare para esses momentos.

    2. Consegue se comunicar com eficácia

    Uma boa comunicação permite que o líder se conecte efetivamente à sua equipe, alinhe suas expectativas e objetivos, além de inspirar a colaboração e a motivação. Logo, a comunicação eficaz é essencial para garantir que todos os colaboradores estejam cientes das expectativas e de suas responsabilidades. Dessa forma, todos trabalham em direção aos mesmos objetivos e metas.

    Outro ponto importante é que essa habilidade possibilita que o líder solucione problemas e conflitos de maneira eficiente e profissional, mantendo a harmonia e contribuindo para um ambiente de trabalho agradável.

    Vale lembrar que a escuta ativa também é parte da comunicação. Portanto, ouça atentamente os feedbacks, sugestões e opiniões da sua equipe, pois essa ação inspira confiança e lealdade.

    3. É hábil na tomada de decisão

    Entre as características de um líder, a de tomar decisões é uma das mais importantes. Afinal, o processo decisório faz parte da rotina de trabalho de todo gestor. Ele consiste em várias etapas, iniciando com a identificação do problema ou oportunidade. Em seguida, há a coleta e análise de dados, a geração de alternativas, a avaliação de cada opção e, por fim, a tomada de decisão.

    Isso deve ser feito sempre tendo em vista os objetivos e estratégias da empresa. Portanto, não é uma tarefa tão fácil e é justamente por isso que essa habilidade é tão valorizada. Também porque em muitos casos o líder precisa tomar rapidamente uma decisão sobre pressão ou em situações de incertezas.

    4. Incentiva o desenvolvimento da equipe

    Outra característica essencial de um líder de sucesso é conseguir extrair o potencial máximo e as habilidades dos membros da equipe. Para isso, além de incentivar o desenvolvimento profissional, também fornece aos colaboradores as ferramentas e recursos necessários para crescer e evoluir em suas carreiras.

    Isso inclui treinamentos, capacitações, mentorias, oportunidades de promoção e programas de desenvolvimento de carreira. Dessa forma, garante que a equipe esteja sempre avançando e se adaptando as mudanças do mercado.

    Outro ponto positivo de estimular o desenvolvimento do time é que aumenta a retenção de talentos. Isso porque quando os colaboradores se sentem valorizados e percebem que a empresa está disposta a investir neles, eles tendem a se sentir mais comprometidos e motivados para realizar suas funções, diminuindo a rotatividade.

    Ainda há o benefício que é mais perceptível, que é o do aumento da produtividade e da qualidade dos trabalhos.

    5. Sabe delegar funções

    Para ser um líder eficiente, é preciso conhecer a fundo os processos da empresa, como eles devem ser feitos e deve identificar as habilidades de cada membro da equipe. Assim, consegue delegar as funções de maneira correta e, como consequência, traz os seguintes benefícios:

    • aumenta a capacidade de gerenciamento — consegue supervisionar mais projetos e tarefas simultaneamente, permitindo que a equipe atinja seus objetivos com mais eficiência;
    • potencializa a capacidade da equipe — quando alocados em funções que estejam alinhadas com suas habilidades, os colaboradores realizam as tarefas com mais eficácia e precisão, evitando erros e elevando a qualidade;
    • fortalece a confiança — ao delegar funções corretamente, o líder demonstra confiança em seus colaboradores, aumentando sua motivação e melhorando o clima organizacional;
    • aumenta a colaboração — pois os membros do time são mais inclinados a trabalhar juntos e compartilhar suas habilidades e conhecimentos.

    6. Tem grande inteligência emocional

    Inteligência emocional se refere à capacidade de controlar e expressar as emoções e de lidar com as relações interpessoais. Ao ter essa habilidade, o líder é capaz de:

    • reconhecer e gerenciar conflitos que podem surgir entre os membros da equipe e a ajudar a resolvê-los da melhor forma;
    • reconhecer as necessidades e motivações do time, utilizando-as para motivá-los e inspirá-los;
    • comunicar-se de forma empática, clara e eficaz, além de ouvir e entender as necessidades e perspectivas dos outros;
    • tomar decisões baseadas no equilíbrio entre fatos e emoções, escolhendo a opção mais adequada para a empresa;
    • criar um ambiente de trabalho positivo e saudável, onde as pessoas se sentem valorizadas e respeitadas.

    7. Desafia a equipe

    Desafiar o time significa não permitir que eles se acomodem na zona de conforto, pois isso estabiliza os resultados e não permite o desenvolvimento profissional. Então, quando um líder desafia o time ele dá a ele a oportunidade de aprender novas habilidades e de desenvolver as já existentes.

    Também os incentiva a pensar fora da caixa e a ser criativos, ajudando a encontrar soluções inovadoras para resolver problemas e melhorar os processos. Além disso, é uma forma de prepará-los para lidar com desafios futuros.

    Agora que você já conhece as principais características de um líder, sabe quais delas é preciso desenvolver. Lembre-se de que um líder de alta performance é a principal chave para o sucesso de uma empresa, pois é ele traça as estratégias e orienta a equipe para segui-las.

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  • O que são cross selling e up selling e quais os benefícios dessas técnicas

    O que são cross selling e up selling e quais os benefícios dessas técnicas

    Cross selling e up selling são duas técnicas de vendas distintas, porém complementares, que as empresas utilizam para maximizar seus lucros. Ambas são simples de aplicar e podem gerar resultados muito satisfatórios no aumento do faturamento, do ticket médio e até mesmo na melhoria do relacionamento com os clientes.

    Neste artigo, vamos explicar o que são cross selling e up selling e como cada uma funciona. Também falaremos sobre os principais benefícios de adotar ambas as técnicas e mostraremos exemplos de como aplicá-las, na prática, em sua empresa. Confira!

    O que é cross selling e up selling?

    Cross selling e Up Selling são técnicas usadas pelas empresas para aumentar as vendas de produtos ou serviços. Elas consistem na oferta de itens adicionais ou mais caros, fazendo com que o cliente finalize a venda com um valor maior que o inicialmente esperado.

    Essas técnicas estão se tornando cada vez mais populares nas lojas, pois os vendedores podem direcionar a atenção dos clientes para um item específico e oferecer-lhes descontos exclusivos sobre os itens correlatos que possam agregar valor à sua compra inicial.

    Veja, a seguir, as diferenças entre cross selling e up selling.

    Cross selling

    O Cross Selling é quando uma empresa oferece um produto adicional para ajudar no processo de compra do cliente. Em geral, o produto ou serviço adicional recebe um desconto especial caso seja adquirido na mesma compra, incentivando o cliente a comprar itens relacionados e maximizando o valor final da transação.

    Um exemplo clássico que explica muito bem essa prática, é quando uma pessoa vai até um fast food e pede por um sanduíche. O atendente, então, pergunta se ele não gostaria de levar uma bebida e um acompanhamento adicionando um pouco mais o valor do lanche.

    Up selling

    O Up Selling é quando os vendedores sugerem produtos mais caros que podem gerar melhores benefícios para o consumidor. Aqui o foco é oferecer um produto ou serviço de nível superior ao inicialmente solicitado, mostrando ao cliente as vantagens que se pode adquirir com um acréscimo pequeno no preço.

    Seguindo o mesmo exemplo da lanchonete, se o cliente pedir por um combo de tamanho médio, o atendente pode sugerir que ele leve um combo de tamanho grande por uma diferença pequena de valor.

    Quais são os benefícios de fazer cross selling e up selling?

    Uma vez implementados corretamente, cross selling e up selling podem trazer muitos benefícios para seus negócios. Separamos uma lista com os principais deles, a seguir.

    Aumento no faturamento e lucro da empresa

    O uso de cross selling e up selling tende a trazer aumento nas vendas e melhorias significativas no lucro final. Isso acontece porque, quando os clientes encontram opções atrativas para complementarem suas aquisições originais, eles tendem a gastar mais dinheiro do que planejavam inicialmente.

    Além disso, essas técnicas permitem que a empresa encontre novos canais de venda lucrativos, oferecendo mais do que seu nicho normalmente fornece. Isso significa que você pode ter maior controle sobre quem tem acesso a determinados itens, alcançando assim um público mais amplo.

    Aumento no ticket médio

    O ticket médio representa o valor médio que cada cliente gasta em seu negócio. Quanto maior ele for, menor será seu esforço na captação de novos clientes e menor será o volume de vendas necessários para alcançar um determinado faturamento.

    Tanto o cross selling quanto o up selling provocam um aumento no valor gasto em cada venda por cliente. Se ele compraria apenas uma camisa, mas é convencido de levar uma bermuda e uma meia, a sua compra fechará com um valor mais elevado e o ticket médio geral da empresa seguirá a mesma tendência.

    Aumento no LTV

    O LTV (lifetime value) é o indicador que mostra o quanto cada cliente tende a gastar em sua loja ao longo de sua vida. Em negócios que trabalham com serviços de assinatura ou que permitem vendas recorrentes, esse indicador é bastante valioso. Quanto maior for o LTV, melhores serão os ganhos com esses clientes no longo prazo, dando mais sustentabilidade financeira para a empresa.

    Fidelização de clientes

    O uso de cross selling e up selling ajuda a criar relacionamentos duradouros com os consumidores, pois mostrará o quanto você realmente domina sua área de atuação e entende as necessidades de seus clientes.

    Enquanto o cross selling mostra diferentes possibilidades de combinar produtos e serviços para ter uma melhor experiência, o up selling ajuda a manter o consumidor sempre atualizado, com as melhores opções à sua disposição. Sabendo disso, eles tomarão sua empresa como referência, inclusive realizando indicações para amigos e familiares.

    Como utilizar essas técnicas de vendas em sua empresa?

    Agora que você já sabe o que são cross selling e up selling e as vantagens que essas técnicas podem proporcionar, vamos trazer dicas e exemplos práticos para você aplicar no seu negócio.

    Como fazer cross selling

    O cross selling deve oferecer produtos adicionais que complementam o produto principal já solicitado pelo consumidor. Alguns exemplos disso são:

    • na venda de uma camiseta, ofereça desconto na compra de mais uma unidade;
    • na venda de um tênis, ofereça desconto em meias;
    • no serviço de reparo de celular, ofereça desconto na aplicação de uma película protetora de tela;
    • no serviço de extensão de unhas em gel, ofereça um desconto na cutilagem e esmaltação.

    Como fazer up selling

    Já no caso do up selling, é preciso incentivar os clientes a optarem por um modelo ou serviço mais caro que o pedido original. Alguns exemplos disso são:

    • na venda de uma camiseta, ofereça um modelo de uma marca melhor;
    • após 1 ano da venda de um smartphone, ofereça uma versão atualizada;
    • na extensão de unha em gel, ofereça a opção encapsulada;
    • na barbearia, ofereça tratamentos para cabelo e barba com produtos de primeira linha.

    Como vimos, cross selling e up selling são duas técnicas muito similares que ajudam a aumentar as vendas da empresa. Utilizando-as de forma estratégica, seu negócio pode colher ótimos frutos e alcançar um excelente nível de crescimento.

    Se você gostou deste artigo e quer aprender cada vez mais sobre o universo da gestão empresarial, assine nossa newsletter e receba conteúdos como este diretamente em seu e-mail.

  • Saiba como e quando realizar o processo de Rebranding na empresa

    Saiba como e quando realizar o processo de Rebranding na empresa

    Você já se surpreendeu quando uma empresa mudou toda a sua identidade visual e o tom de voz na comunicação com os clientes? É provável que você já tenha passado por essa experiência, até porque grandes nomes como o McDonald’s e Skol já tiveram que modificar sua abordagem.

    A estratégia que possibilita um novo posicionamento de marca é o Rebranding. Com ele, a empresa modifica, total ou parcialmente, sua comunicação, identidade visual e até mesmo os seus produtos. Neste post, explicaremos melhor o conceito, mostrando alguns exemplos e como implementá-los. Venha conosco!

    O que é o Rebranding?

    Em primeiro lugar, temos o Branding, também conhecido como gestão de marca. Essa estratégia é aquela que visa criar conexão entre marcas e pessoas. É esse conceito que torna a empresa única e memorável dentro do seu setor.

    Contudo, a empresa pode acabar notando um esgotamento em suas atividades. Assim, surge o Rebranding: uma reestruturação integral, por meio da qual todos os elementos que caracterizam o negócio são reavaliados.

    O Rebranding é uma forma de se atualizar e criar uma nova identidade, tanto para os clientes já fidelizados como para os consumidores em potencial e parceiros. Isso passa por mudança na identidade visual, reposicionamento de marca, de valores, entre outros.

    Uma companhia que queira se tornar mais inclusiva e transmitir esses valores para os clientes é um exemplo de operação de Rebranding. Do mesmo modo, uma marca de comércio alimentício que seja associada a valores negativos, como uma dieta pobre, pode modificar aos poucos essa percepção.

    Como colocá-lo em prática?

    Agora que entendemos o conceito, falaremos de como colocá-lo efetivamente em prática.

    Mude a identidade visual

    A identidade visual é um dos aspectos mais reconhecíveis da marca. Afinal, você provavelmente reconhece:

    • o amarelo e vermelho do McDonalds;
    • o verde da Starbucks;
    • o vermelho da Coca-Cola.

    São inúmeros os exemplos de como as cores e o design são marcantes. Por isso, o Rebranding deve ser acompanhado por essa mudança. É importante modificar a logomarca e torná-la compatível com as demais mudanças nos valores e filosofia da empresa.

    No entanto, essa mudança não se resume à logo. As cores e a tipografia utilizada também devem ser consideradas para que o público comece a assimilar e associar as mudanças à empresa, de forma gradativa.

    Reveja os propósitos e valores da empresa

    O que motivou o seu Rebranding? Uma necessidade de abraçar causas sustentáveis? A busca pela inclusão e diversidade? O foco em um público-alvo com uma faixa de renda diferente? Qual é o novo propósito que você quer adotar?

    Analise bem os motivos que fazem você querer mudar a cara da empresa. Afinal, as mudanças serão incorporadas aos valores da empresa. Estude o que realmente precisa ser substituído e o que pode ser mantido.

    Um Rebranding malfeito pode acabar eliminando boas características do negócio. Uma empresa que seja conhecida pelo bom atendimento, pode acabar perdendo essa qualidade ao se focar demais em outros aspectos de mudança. Portanto, mensure tudo antes de sair mudando de forma desenfreada.

    Crie expectativa

    Imagine que a sua empresa gaste muito no Rebranding, mas as mudanças nem sejam percebidas pelo cliente. Nesse caso, todo o processo terá sido em vão. Para evitar que isso ocorra, busque estratégias para gerar expectativa em seu público.

    Uma campanha de e-mail marketing, que prometa a chegada de novidades, já gera uma expectativa nos consumidores fidelizados e também chama a atenção de clientes em potencial.

    Contudo, é preciso que outros canais também entrem na mudança, como:

    • redes sociais;
    • o blog;
    • o site institucional.

    Afinal, muitas pessoas nem mesmo leem os e-mails que recebem. Por isso, “distribuir” o Rebranding é a melhor tática para criar expectativa.

    Monitore o público

    Depois de criar a expectativa, também é importante monitorar as primeiras impressões do seu público em relação ao lançamento das suas ações de marketing. Isso porque o Rebranding é um processo longo, que abre espaço para correções e ajustes ao longo desse caminho.

    Posicione a marca em canais de mídia relevantes

    A modernização da marca, promovida pelo Rebranding, deve ser acompanhada de uma exposição estratégica nos canais de mídia. Por isso, inclua uma política bem definida das redes sociais no seu novo modelo de negócio.

    Contudo, é importante que os canais escolhidos tenham a ver com os interesses do seu público. Isso envolve tanto a faixa etária como as mercadorias vendidas. Empresas que vendem roupas, por exemplo, podem focar seus esforços no Instagram, já que essa rede tem um foco no visual.

    Por outro lado, empresas que vendam equipamentos de informática se beneficiam dos vídeos, que mostrarão as qualidades do produto de maneira prática. O Rebranding também passa pela escolha dos canais para promover o negócio.

    Quais são alguns exemplos de Rebranding?

    Nada melhor do que entender de vez o conceito do que pela apresentação de alguns exemplos reais de mercado, não é mesmo? Vamos conhecê-los.

    McDonald’s

    O McDonald’s sempre esteve ligado a uma imagem de comida de baixa qualidade, que fazia mal ao organismo a médio e curto prazos. Não que hoje a empresa seja exatamente conhecida como uma referência em dieta saudável, mas ela conseguiu sobreviver no mercado e mitigar essa impressão negativa.

    Pensemos, por exemplo, em 2004: foi nesse ano que saiu o documentário chamado “A dieta do palhaço”. Nele, o cineasta Morgan Spurlock decidiu comer apenas produtos do McDonald’s durante 30 dias, com efeitos desastrosos para o seu organismo.

    Como o filme fez muito sucesso, a empresa precisava de fazer algo para mitigar essa fama. Assim, ela passou a oferecer um cardápio mais variado, com opções mais saudáveis e equilibradas.

    Do mesmo modo, alguns restaurantes perderam o amarelo e vermelho que caracterizam a companhia, para dar aquela sensação de que a empresa tinha virado a página e buscava se adequar às exigências de um público cada vez mais interessado em comida saudável.

    Skol

    As pessoas que não viveram na década de 1990 provavelmente se espantariam com alguma das propagandas da Skol nessa época: era comum encontrar mulheres curvilíneas e seminuas, em uma clara indicação de aquele produto era indicado para o universo masculino.

    Ao mesmo tempo em que cativava uma grande parte dos homens, a empresa perdia mercado entre as mulheres — o que se provou um erro, já que elas também são grandes consumidoras de cerveja. Do mesmo modo, o público em geral também passou a se sentir incomodado.

    Agora, as propagandas são mais democráticas. Embora o clima de praia e sol ainda estejam presentes, não há mais o foco em corpos femininos seminus. Para marcar definitivamente esse Rebranding, a empresa lançou uma campanha nesse sentido em 2017, no Dia Internacional da Mulher.

    Melissa

    No final da década de 1990 e no começo do novo milênio, bastava mencionar “sandálias Melissa” e todo mundo saberia do que se tratava. Mesmo com a grande quantidade de vendas, a empresa queria abocanhar uma fatia de mercado ocupada por um público mais adulto.

    Assim, a empresa contratou designers de alto nível para criar linhas diferenciadas de postura e também posicionar a marca em desfiles de alta costura. Isso fez com que a Melissa se tornasse cada vez mais comum em ambientes adultos.

    Durante uma edição recente do Big Brother Brasil, a cantora Manu Gavassi utilizou uma das sandálias que surgiram após o Rebranding. Só essa aparição foi o suficiente para renovar o interesse nos produtos da Melissa.

    Como vimos no artigo, o Rebranding promove diversas mudanças em um negócio e faz com que a empresa atualize seus valores. Isso pode ocorrer como uma reação a uma impressão negativa ou até mesmo como uma forma de abraçar valores sustentáveis, por exemplo.

    Quer conhecer outras formas de modificar o posicionamento de marca? Então, leia o nosso e-book sobre estratégias de marketing que vendem!

  • Experiência de compra: 4 dicas para melhorá-la

    Experiência de compra: 4 dicas para melhorá-la

    Hoje em dia, não basta ter um bom produto ou serviço. É preciso se destacar para agradar ao público. Nesse cenário, a experiência de compra tem cada vez mais peso na decisão de consumo, com os clientes considerando diversos aspectos para avaliar sua qualidade.

    Isso exige que as empresas aprimorem soluções, entregas, processos e interações para construir uma jornada de consumo que realmente encante os compradores. A partir dessas ações, fidelizar os consumidores se torna consequência, assim como o aumento de resultados positivos.

    Veja como atingir o sucesso neste quesito a seguir!

    Qual é a importância de criar uma boa experiência de compra?

    Com a experiência de compra ganhando importância perante o público, ela se torna um item de peso na decisão sobre quais marcas consumir e de quais empreendimentos adquirir produtos. Ou seja, os resultados do seu negócio dependem desse aspecto.

    A lógica por trás disso é simples: quanto mais uma empresa agrada aos seus clientes, maior é o valor investido por eles a cada nova transação, o número de vezes em que voltam e a quantidade de indicações que fazem para outros potenciais consumidores. Todos esses elementos se transformam em vendas e lucros.

    Como oferecer uma boa experiência de compra aos clientes?

    Já que uma boa experiência de compra também influencia no faturamento, que tal investir nisso? Confira 4 dicas abaixo! 

    1. Foque nas necessidades dos clientes

    Na hora de planejar como seu negócio vai proporcionar a melhor experiência de compra, é importante colocar o cliente no centro. Afinal, soluções e processos pensados para o público-alvo respondem a suas demandas com precisão, agradando e colocando a empresa em destaque. 

    Isso inclui entregar um atendimento hábil em entender o que o consumidor busca e ter um produto ou serviço adequado às suas necessidades, entre outras situações nas quais saber o que os compradores querem é imprescindível. Pesquisas de opinião e análises de dados nos canais digitais são exemplos de fontes para obter essas informações.

    2. Use o marketing de experiência 

    Para encantar clientes, não basta focar no básico, entregando o mínimo que é esperado. Aproveite o conhecimento sobre o perfil dos compradores para ir além, criando interações inesquecíveis. O marketing de experiência ou sensorial ajuda nisso.

    Por meio de sons, aromas, imagens, texturas, cores, músicas etc., esse tipo de estratégia cria estímulos que evocam emoções ou lembranças positivas, capazes de fazer o público associar o negócio a bons momentos. Na prática, trata-se de organizar o ambiente com o propósito de satisfazer inconscientemente os consumidores.

    3. Crie um relacionamento com o público

    O engajamento nas redes sociais e a fidelidade às marcas são sintomas de uma demanda do público: a construção de vínculos com as empresas das quais compram. Esse relacionamento entre clientes e negócios exige outro nível de atendimento, pautado tanto pela personalização quanto pela valorização do consumidor. Algumas ações úteis são:

    • envio de mensagens e cartões em datas importantes;
    • indicação de produtos, serviços ou condições conforme o perfil de consumo;
    • resposta a publicações dos compradores que mencionam a marca.

    4. Conte com o suporte do Sebrae 

    Contar com os serviços do Sebrae ajuda a sua empresa a entender como melhorar a experiência de compra para o cliente. Disponibilizando desde cursos on-line e presenciais até consultorias subsidiadas, a fim de atender a necessidade do seu negócio, são diversas opções para auxiliar, pensadas para atender o que seu empreendimento realmente precisa.

    Entregar uma experiência de compra diferenciada coloca qualquer negócio em destaque na mente dos clientes, aumentando as vendas. Ações que criam vínculos e tocam nas emoções do público ajudam muito nisso, mas dependem de entender o perfil dos consumidores.

    Conheça o que o Hub do Sebrae tem a oferecer e tenha esse parceiro de renome ao seu lado para ajudá-lo a construir a melhor experiência de compra em sua empresa!

  • 3 dicas para valorizar a identidade do negócio e ter uma marca definida

    3 dicas para valorizar a identidade do negócio e ter uma marca definida

    A identidade do negócio é o conjunto de elementos que compõem a personalidade e a reputação da sua empresa. Ela representa o seu negócio para o resto do mundo e é extremamente importante no momento de construir relacionamento com os clientes.

    Neste artigo, vamos explicar o conceito e apresentar dicas práticas para que você possa fortalecer o nome da sua empresa no mercado.

    A importância da identidade do negócio

    Ter uma identidade é fundamental para manter o foco, o compromisso e o sucesso dos negócios. Ao estabelecer uma identidade única, os empresários podem se destacar no mercado e atender às necessidades específicas do seu público-alvo.

    Ela pode incluir elementos visuais, como logotipos, cores e layouts; conceituais, incluindo missão, valores e filosofia da marca; e práticas que contribuem para a experiência dos consumidores, principalmente por meio da qualidade do serviço prestado.

    3 dicas para valorizar sua marca no mercado

    O fortalecimento da sua marca pode ser feito por meio de diferentes tipos de ações, como as que listamos abaixo:

    1 Utilize o storytelling a seu favor

    O storytelling é usado como estratégia para conectar o seu negócio com as pessoas, mostrando não apenas a marca, mas também a história por trás dela. Muitas empresas usam produções visuais impactantes e personagens cativantes para transmitir sua mensagem.

    Além disso, existem diferentes formas de contar essas histórias: vídeos, artigos curtos ou longos, pequenos textos publicados em redes sociais e blogs específicos — todos podem ser muito úteis para estabelecer uma identidade comercial forte.

    2 Explore os sentidos dos clientes

    Para realmente capturar a atenção e o interesse dos clientes, é preciso ir além da apresentação básica. O ideal é criar uma experiência única que se conecte com seu público-alvo em um nível mais profundo — envolvendo todos os seus sentidos. Isso inclui o uso de design, som e fontes diferentes para transmitir uma mensagem mais completa que permita que as pessoas explorem a marca de maneira significativa.

    Se a sua empresa é do setor alimentício ou de cosméticos, por exemplo, o olfato e o paladar são sentidos muito potentes a serem explorados. Em geral, esses são os sentidos que causam maior impacto e memória afetiva nas pessoas. Use isso a seu favor.

    3 Defina um tom de voz e seja consistente

    O tom de voz é a forma como a sua marca se relaciona com seu público. Não existe um tom certo ou errado, mas sim o mais adequado às características e exigências de cada persona. O tom pode ser informativo, divertido, sofisticado, formal, entre outros. O importante é escolher um e ser consistente.

    A valorização da identidade é essencial para o sucesso de um negócio. Empresas como Starbucks, Havaianas, Tamo Junto e Açaí Concept, com marcas amplamente estabelecidas, contam com uma clientela fiel e constante. Elas podem parecer muito grandes e distantes, mas todas começaram do zero e trabalharam o fortalecimento de marca para chegar ao patamar atual.

    Sendo assim, comece hoje mesmo a pensar no fortalecimento da identidade do seu negócio. Aproveite as dicas deste post e desenhe um futuro de muito sucesso para sua empresa.

    Se você gostou deste conteúdo ou tem alguma dúvida sobre o assunto, deixe seu comentário!