Categoria: Marketing

  • Confira o passo a passo para a criação de um e-commerce

    Confira o passo a passo para a criação de um e-commerce

    O mundo do comércio eletrônico é emocionante. Nele, as oportunidades são ilimitadas e as fronteiras do sucesso são definidas por sua criatividade e determinação. Se está aqui, é porque pena na criação de e-commerce, acertamos?

    Neste artigo, explicaremos como o e-commerce funciona e como criar um. Continue a leitura e aprenda a montar um e-commerce de sucesso.

    Saiba como funciona um e-commerce

    Um e-commerce é um sistema online que permite a compra e venda de produtos ou serviços pela internet. O seu funcionamento envolve vários componentes que trabalham em conjunto para proporcionar uma experiência de compra segura e conveniente para os consumidores, como:

    Vale a pena ter um e-commerce?

    A decisão de ter um e-commerce depende de vários fatores, incluindo seus objetivos, recursos disponíveis, conhecimento do mercado e capacidade de enfrentar desafios.

    Se você tem um produto ou serviço com uma demanda potencial no mercado online e consegue identificar uma audiência disposta a comprar pela internet, um e-commerce pode ser uma ótima opção.

    Além disso, vale destacar que um comércio eletrônico permite que você alcance clientes em uma escala global, expandindo seu público além das restrições geográficas de uma loja física.

    O suporte é essencial para manter a satisfação do cliente. Sua equipe precisa estar preparada para lidar com perguntas, reclamações, devoluções e problemas técnicos.

    Lembre-se: ter um e-commerce não garante vendas automaticamente. Você precisará de uma estratégia de marketing eficaz para atrair tráfego para o site e converter visitantes em clientes.

    Principais passos para a criação de um e-commerce

    Veja abaixo os principais passos para dar sequência ao seu planejamento.

    Faça um plano de negócios

    Um plano de negócios é um documento que descreve em detalhes todos os aspectos do seu empreendimento, desde a visão geral até as estratégias de marketing, finanças, operações e execução.

    Ele ajuda a definir a direção estratégica do seu e-commerce, estabelecendo os objetivos, metas e a visão geral do negócio e fornecendo um guia claro sobre onde você quer levar a empresa.

    Isso significa que um planejamento adequado ajuda a tomar decisões informadas. Você analisará o mercado, a concorrência, as tendências e as oportunidades, e aí sim poderá tomar decisões embasadas em dados, minimizando riscos.

    Um plano de negócios também inclui estratégias de marketing detalhadas, identificando como você atrairá clientes, como promoverá seus produtos, como lidará com concorrentes e como conquistará uma fatia de mercado.

    Além disso, nele conterá projeções financeiras, como estimativas de receita, despesas, margens de lucro e ponto de equilíbrio. Isso ajuda a entender as necessidades de financiamento e a determinar se o negócio é viável financeiramente.

    Conte com uma boa plataforma de e-commerce

    A plataforma serve como a base tecnológica para o funcionamento da loja virtual e impacta diretamente a experiência dos clientes, a eficiência das operações e a capacidade de crescimento do seu e-commerce.

    Uma plataforma de qualidade oferece uma experiência de compra intuitiva, responsiva e segura para os clientes. Isso aumenta a confiança dos visitantes, o que resulta em mais conversões.

    Além disso, ela permite personalizar o design do seu e-commerce conforme a identidade da sua marca, proporcionando uma aparência profissional e coerente — sem contar os recursos essenciais que ela oferece, como carrinho de compras, gerenciamento de estoque, processamento de pagamentos, opções de envio, avaliações de produtos, entre outros.

    A capacidade de escalar é vital para um e-commerce bem-sucedido. Nesse sentido, sua plataforma deve ser capaz de lidar com um aumento no tráfego e nas transações conforme seu negócio cresce.

    Não podemos deixar de mencionar a importância da segurança dos dados dos clientes. Uma boa plataforma deve incluir medidas de segurança robustas para proteger as informações pessoais e de pagamento dos seus clientes.

    Por fim, é importante que a plataforma seja compatível com as ferramentas e os serviços que você pretende usar, como sistemas de gestão de relacionamento com o cliente (CRM), ferramentas de marketing, soluções de análise, entre outros.

    Esteja atento à precificação dos itens

    A precificação afeta diretamente a saúde financeira do seu negócio, a percepção dos clientes sobre o valor dos produtos e, consequentemente, o sucesso do empreendimento.

    Nesse sentido, precificar seus produtos de maneira adequada é essencial para garantir que seu e-commerce seja lucrativo. Se os preços forem muito baixos, você pode enfrentar dificuldades em cobrir seus custos e ter margens de lucro suficientes para reinvestir no negócio.

    O objetivo de um e-commerce é gerar receita. Sendo assim, precificar corretamente os seus produtos é fundamental para garantir que o faturamento seja suficiente para manter e expandir o negócio.

    Por outro lado, se você planeja expandir seu e-commerce, lançar novos produtos ou melhorar a experiência do cliente, precisa de capital. A precificação correta ajuda a gerar esse capital, tornando seu negócio mais sustentável.

    Escolha diferentes formas de pagamento

    Oferecer diferentes formas de pagamento em um e-commerce é fundamental para maximizar as oportunidades de venda, atender às preferências dos clientes e proporcionar uma experiência de compra conveniente.

    Isso porque os clientes têm diferentes preferências quando se trata de métodos de pagamento. Alguns preferem cartões de crédito e débito, outros optam por PayPal, boletos bancários, transferências bancárias, pagamento na entrega (quando disponível) e até mesmo criptomoedas.

    Ao oferecer uma variedade de opções, você atende às preferências individuais dos clientes, tornando mais provável que eles concluam a compra.

    Dessa forma, as taxas de abandono de carrinho são reduzidas quando os clientes encontram uma opção de pagamento que lhes inspire confiança.

    Assim, ao oferecer métodos de pagamento acessíveis, você conseguirá reduzir as barreiras de entrada para novos clientes, especialmente aqueles relutantes em fornecer informações de cartão de crédito online, por exemplo.

    Melhore a segurança do site

    A segurança é essencial para proteger tanto os dados sensíveis dos clientes quanto a reputação da sua marca.

    Os clientes confiam a você informações pessoais, como detalhes de pagamento, endereços e dados de contato. A violação desses dados causará danos financeiros e problemas de privacidade para os consumidores, levando à perda de confiança e potencialmente a ações legais.

    Sem contar que e-commerces frequentemente são alvos de atividades fraudulentas, como compras falsas, roubo de identidade e outras tentativas de fraude. Nesse caso, melhorar a segurança ajuda a minimizar esses riscos.

    Se ocorrer uma violação de segurança em seu comércio eletrônico, sua marca pode sofrer danos irreparáveis em termos de reputação. Os clientes podem associá-la à insegurança, afastando, assim, os consumidores.

    Além dos dados do cliente, as informações sobre seus produtos, fornecedores, estratégias de marketing e outros detalhes comerciais também devem ser protegidas para evitar que sejam exploradas por concorrentes.

    Lembre-se de que o sucesso da criação de e-commerce não é apenas sobre escolher a plataforma certa, implementar as melhores táticas de marketing ou ter produtos de alta qualidade. É também sobre a compreensão profunda das necessidades dos seus clientes, a criação de uma experiência de compra excepcional e o compromisso com a melhoria contínua.

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  • 6 objeções de vendas mais comuns e como contorná-las

    6 objeções de vendas mais comuns e como contorná-las

    Encontrar resistência por parte dos clientes é parte do jogo. As objeções de vendas surgem de dúvidas ou preocupações e podem ser desafiantes. Porém, também são oportunidades de crescimento.

    Assim, para os empresários, saber lidar com esses obstáculos é fundamental para consolidar a confiança e fortalecer a relação com o cliente. Quer descobrir quais são as objeções mais comuns e como superá-las? Acompanhe o post para descobrir!

    1. “Eu ainda não confio nesse produto ou serviço”

    É comum os clientes terem certa resistência inicial, especialmente quando são apresentados a algo novo. Como a confiança é a base de qualquer relação comercial bem-sucedida, é preciso transformar a dúvida em certeza. As melhores estratégias para isso são:

    • demonstrações ao vivo — se o seu produto permitir, ofereça demonstrações ao vivo. Deixe que os clientes vejam, em tempo real, o valor e a eficácia do que você está vendendo;
    • depoimentos autênticos — histórias reais de clientes satisfeitos são extremamente persuasivas. Considere apresentar avaliações ou testemunhos em seu ponto de venda, ou website;
    • garantias — oferecer garantias pode reduzir o risco percebido. Se você acredita no seu produto, mostre ao cliente que ele também pode confiar;
    • abertura ao feedback — mostre-se disponível para ouvir. Às vezes, os clientes só precisam expressar suas preocupações. Ouvir ativamente e responder a essas preocupações ajuda a construir uma ponte de confiança.

    2. “Está fora do meu orçamento”

    Quando um cliente diz que algo está fora do orçamento, nem sempre significa que o preço é o único problema. Normalmente é uma questão de valor percebido. Aqui estão algumas formas de abordar essa objeção:

    • destaque o custo-benefício — compare o seu produto com alternativas menos duráveis ou eficientes no mercado. Por exemplo, um calçado de melhor qualidade pode durar o triplo do tempo de um mais barato;
    • opções de pagamento — ofereça formas de parcelamento ou descontos para compras à vista. Isso pode tornar o investimento mais palpável para o cliente;
    • mostre o retorno do investimento (ROI) — se for relevante, indique como o produto pode economizar dinheiro ou trazer benefícios a longo prazo. Um equipamento mais eficiente, por exemplo, pode resultar em menores custos de energia ao longo do tempo;
    • ofertas temporárias — considere promoções sazonais ou pacotes que agreguem valor. Um combo de produtos ou um brinde em compras acima de determinado valor pode suavizar a sensação de gasto.

    3. “Vou pensar e volto outro dia”

    A decisão de adiar uma compra pode ser influenciada por uma série de fatores, desde incertezas internas até distrações externas. Para garantir que o cliente retorne, considere as seguintes estratégias:

    • experiência memorável — ofereça um atendimento excepcional. Às vezes, um atendimento personalizado e atencioso pode ser o diferencial para trazer o cliente de volta;
    • diferencial imediato — um desconto exclusivo para compras no mesmo dia ou um brinde especial, um incentivo pode encorajar uma decisão mais rápida;
    • amostras ou testes — dependendo do produto, permita que o cliente leve uma amostra ou faça um teste gratuito. Ele terá a chance de experimentar e ver o valor do produto por si mesmo;
    • follow-up — se for adequado e tiver os detalhes de contato do cliente, envie um lembrete amigável ou uma oferta especial alguns dias após a visita. Isso reforça que você valoriza o interesse deles.

    4. “Encontrei uma opção mais barata”

    O preço é um fator determinante, mas não é o único. Quando um cliente menciona ter encontrado uma alternativa mais acessível, é a oportunidade perfeita para destacar o que diferencia seu produto ou serviço. Veja algumas abordagens:

    • qualidade superior — explique como seu produto é feito para durar. Por exemplo, um tecido de melhor qualidade não desbota facilmente e mantém a aparência de novo por mais tempo;
    • benefícios exclusivos — aponte características únicas do seu produto que o concorrente não oferece. Talvez seja uma função adicional, um design mais ergonômico ou uma tecnologia exclusiva;
    • suporte pós-venda — destaque o acompanhamento que você oferece após a compra. Um bom suporte pode incluir garantias estendidas, atendimento ao cliente eficiente ou facilidade de manutenção;
    • reputação e confiança — cite avaliações positivas ou da trajetória de sua marca no mercado. A confiança em uma marca estabelecida muitas vezes justifica um preço mais alto.

    5. “Não é o momento certo para eu adquirir o produto”

    Quando um cliente expressa que o momento não é o ideal para uma compra, isso não significa necessariamente um “não” definitivo. Ele pode estar esperando um fluxo de caixa, uma ocasião especial ou simplesmente um momento mais oportuno. Veja como transformar essa incerteza em possibilidade:

    • compreenda e tenha empatia — pergunte ao cliente qual seria o momento ideal. Isso mostra que você está interessado em atendê-lo da melhor forma e pode oferecer insights sobre como se posicionar no futuro;
    • ofertas sazonais — se o cliente estiver esperando uma data ou ocasião específica, informe sobre promoções ou ofertas que você tem planejadas para essa época;
    • programa de fidelidade — introduza programas que permitam ao cliente acumular pontos ou benefícios. Isso pode incentivá-lo a considerar a compra agora e aproveitar vantagens mais tarde;
    • newsletter ou atualizações — convide-o a se inscrever para receber novidades. Isso mantém sua marca presente e pode influenciar uma decisão futura, especialmente se você compartilhar dicas úteis ou promoções exclusivas.

    Mesmo que o cliente decida esperar, é fundamental manter o canal de comunicação aberto. Ao se mostrar prestativo e atento, você estabelece um relacionamento que pode culminar em uma venda futura.

    6. “Já tenho algo similar”

    Ter algo similar é uma objeção comum, mas todo produto tem suas singularidades. O segredo é destacar o que torna o seu único. As melhores ações para isso são:

    • funcionalidades extras — mostre qualquer característica adicional que seu produto tenha e o concorrente não. Pode ser uma tecnologia avançada, um design inovador ou uma capacidade extra;
    • durabilidade e eficiência — se o seu produto dura mais ou apresenta melhor desempenho, é um argumento válido. Por exemplo, uma lâmpada que economiza mais energia no longo prazo;
    • experiência do cliente — realce a facilidade de uso, o atendimento personalizado ou qualquer benefício que melhore a experiência do usuário.

    Mesmo diante de algo “similar”, sua oferta pode ser a opção mais atrativa. Foque no que diferencia e conquiste o cliente.

    Portanto, saber lidar com objeções de vendas é uma habilidade essencial no mundo dos negócios. Ao compreender e contornar estas barreiras, você não só ganha a confiança do cliente, mas também melhora os resultados da empresa. Cada objeção superada é um passo mais próximo do sucesso.

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  • Entenda como as emoções influenciam o processo de decisão de compra

    Entenda como as emoções influenciam o processo de decisão de compra

    Sabia que entender o que está por trás do processo de decisão de compra é uma forma de ganhar vantagem competitiva? Pense só: com isso, é viável descobrir o que se passa na mente dos consumidores e responder às suas demandas para vender mais.

    Um dos aspectos com maior influência na jornada de consumo são as emoções. Assim, ao compreender quais delas motivam uma aquisição, tanto marketing quanto comercial conseguem construir estratégias para a ativá-las.

    Quer saber mais sobre o assunto? Veja algumas informações relevantes a seguir!

    As várias dimensões do processo de decisão de compra

    No caminho entre descobrir uma necessidade e fazer uma aquisição que responda a ela, o cliente passa por uma jornada em que avalia opções. Por trás desse processo de decisão de compra, há dimensões afetivas, sociais, culturais e econômicas que o influenciam.

    Trata-se de um cenário complexo no qual, embora seja importante considerar demandas reais, ganhos e consequências de cada possibilidade, a tendência é que até mesmo esses elementos sejam impactados pelos pontos subjetivos.

    O aspecto mais profundo da mente domina

    Obviamente, o âmbito emocional se enquadra dentro do que é subjetivo. Só para se ter uma ideia de como se trata de algo impactante, um estudo de Harvard estimou que 95% dos processos cognitivos que levam a uma decisão acontecem inconscientemente.

    Um bom exemplo desse cenário é uma pesquisa do SPC/BRASIL que classificou a impulsividade dos compradores entre baixa, média e alta. A última opção ficou com 27,8%, enquanto a segunda com 46,6% e a primeira teve apenas 25,6%. Essa mesma análise indica que para 36,9% o desejo de comprar os impulsiona até ser sanado.

    Na prática, isso significa que boa parte das escolhas de consumo se embasam nos elementos que estão no nível mais profundo da mente, quer sejam emoções, percepções ou humores, incluindo:

    • a busca por uma recompensa emocional;
    • o desejo de evitar a sensação de perda se não obtiver o que quer;
    • a necessidade de estar em vantagem, ser um pioneiro e se destacar;
    • a possibilidade de uma associação positiva a si mesmo.

    Por outro lado, alguns vieses estão envolvidos nesse processo. Um deles, o da experiência, faz com que o melhor ou pior de situações já vivenciadas pesem nessa hora. Há também o de contexto, em que a forma como algo é apresentado tem grande efeito sobre o público. 

    Por fim, quando ocorre uma rejeição de opções inovadoras e melhores para ficar com o que conhece, tem-se o viés de preconceito. Muitas vezes, esse aspecto está mais relacionado com o vínculo emocional do cliente com a marca do que com o que seu produto ou serviço entrega.

    Uma métrica para o vínculo emocional

    Como visto, o vínculo emocional é algo que pesa no processo de decisão de compra, certo? Porém, por ser difícil de medir, ele nem sempre é considerado corretamente nas análises dessa área.

    Além de pesquisas de neuromarketing, uma forma de realizar sua mensuração é por meio de um indicador chamado de Customer Emotional Value (CEV). Para obtê-lo, é preciso que os participantes indiquem em um questionário sua identificação, em uma escala de 0 a 20, com cinco duplas de emoções sentidas em relação à marca. São elas:

    • decepcionado ou encantado;
    • desrespeitado ou respeitado;
    • distante ou próximo;
    • inseguro ou seguro;
    • triste ou feliz.

    Seu resultado deve ser somado e interpretado. Quem ficar abaixo de 20 é classificado como hater, na faixa de 20 a 40 estão os potenciais haters, entre 40 e 60 estão os indiferentes, acima disso até 80 incluem-se os potenciais lovers e mais que isso são lovers.

    A partir desse quadro, o negócio pode encontrar as fontes de descontentamento ou os motivos que levam os consumidores a amar seus produtos e serviços, utilizando estudos direcionados a cada grupo.

    O processo de decisão de compra é influenciado por diversos elementos. Entre eles, o campo emocional se destaca, já que se relaciona com uma ampla gama de aspectos da vida, indo do mais íntimo até a imagem pública de uma pessoa. Portanto, entender e mensurar seu impacto é central para construir melhores estratégias comerciais.

    Quer algumas dicas para usar isso a favor do seu negócio? Então, confira como a neurociência influencia o comportamento do consumidor!

  • 5 exemplos de pós-venda para você se inspirar

    5 exemplos de pós-venda para você se inspirar

    Diante da alta competitividade do mercado, seguir exemplos de pós-venda gera um forte diferencial para o negócio. Trata-se de um conjunto de estratégias que visa manter um elo valioso com os clientes mesmo após a compra, construindo lealdade e fortalecendo a imagem da marca.

    Neste artigo, abordaremos 5 valiosos modelos de pós-venda que farão toda a diferença em suas estratégias comerciais. Acompanhe!

    Como funciona a estratégia de pós-venda e qual sua importância?

    A estratégia pós-venda não é só o que acontece depois que você compra algo. É um jeito de continuar se conectando e se dando bem com o cliente e mostrar que realmente se importa com ele.

    Então, não é só sobre vender, mas sim criar um relacionamento que dure. E não pense que tudo acaba depois da compra; é só o começo! É como investir em uma amizade verdadeira. E, olha, cuidar do cliente depois da venda é superimportante! Afinal, clientes satisfeitos viram defensores da marca, influenciando potenciais compradores.

    Quais os melhores exemplos de pós-venda?

    Após entender a importância dessa etapa do marketing de uma empresa, é hora de explorar exemplos concretos que podem ser adotados para aprimorar suas interações pós-compra.

    Cada um desses modelos representa uma maneira única de fortalecer o relacionamento com os clientes, contribuindo para uma experiência memorável e duradoura. Observe a seguir.

    1. Aproximação pelo e-mail

    A comunicação por e-mail oferece um canal direto para manter o cliente informado sobre atualizações, promoções e conteúdo relevante. Um e-mail bem estruturado e personalizado fortalece a relação e mantém a marca em mente do cliente.

    2. Chatbot para dar suporte

    Por meio de chatbots, é possível fornecer assistência imediata e personalizada, solucionando dúvidas e problemas de forma ágil. Isso garante uma experiência pós-venda positiva e demonstra atenção ao cliente.

    3. Pesquisa de satisfação

    Uma pesquisa de satisfação bem elaborada permite coletar feedbacks valiosos. Isso não só mostra que a opinião do cliente é valorizada, mas também proporciona insights para melhorias futuras.

    4. Mensagem personalizada

    Uma mensagem personalizada, seja em aniversários ou datas especiais, demonstra cuidado e atenção. Isso cria um vínculo emocional e fortalece a imagem positiva da marca.

    5. Desconto para a próxima compra

    Oferecer um desconto exclusivo para a próxima compra incentiva a fidelização. É uma forma tangível de recompensar a preferência do cliente e encorajá-lo a retornar.

    O que considerar ao criar uma mensagem de pós-venda?

    Ao criar uma mensagem de pós-venda eficaz, considere primeiramente a personalização. Tornar a mensagem relevante e direcionada ao cliente aumenta a probabilidade de engajamento.

    Além disso, escolha o momento certo para enviar a mensagem, evitando períodos de grande atividade do cliente. Mantenha o tom da mensagem alinhado à identidade da marca, criando uma conexão consistente.

    Por fim, inclua uma chamada para ação (CTA) clara, orientando o cliente sobre os próximos passos e como eles continuarão a se beneficiar da relação com a sua empresa.

    Explorar esses exemplos de pós-venda é fundamental para elevar a experiência do cliente após a compra. Adotar estratégias como uso das mídias sociais, chatbots e pesquisas de satisfação fortalece relações e fomenta fidelização. Utilize esses insights para aprimorar sua estratégia de pós-venda e conquistar resultados duradouros.

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  • 5 dicas para atrair clientes através do vitrinismo

    5 dicas para atrair clientes através do vitrinismo

    Vitrinismo não é apenas a arte de organizar produtos em uma vitrine, mas uma poderosa estratégia de marketing que, quando bem aplicada, capta a atenção do público e estimula o desejo de compra.

    Em tempos em que a concorrência é acirrada e a decisão de compra pode ser influenciada em segundos, dominar as técnicas do vitrinismo torna-se fundamental para qualquer empresário que deseja se destacar e atrair mais clientes para seu estabelecimento.

    Para ajudar você, nós separamos as melhores dicas. Confira!

    1. Lembre-se de que menos é mais

    Na arte do vitrinismo, a sobrecarga é um erro comum. Um espaço abarrotado de produtos pode confundir e até afastar clientes.

    Em vez disso, opte por uma abordagem minimalista: destaque poucos, mas significativos, itens, criando foco e dando espaço para que o cliente realmente veja o que está sendo apresentado.

    Por exemplo, em uma loja de roupas, exponha um look completo em vez de várias peças aleatórias juntas.

    2. Aposte em técnicas de composição

    As técnicas de composição são ferramentas poderosas no vitrinismo. Utilize princípios como equilíbrio e proporção para harmonizar o espaço. Brinque com simetria e assimetria para criar visuais intrigantes.

    Uma dica prática é usar triângulos imaginários, colocando itens de maior impacto no topo e complementando com outros menores na base. Em uma vitrine de sapatos, por exemplo, posicione um modelo destaque no centro elevado, e complemente com outros pares dispostos em degraus inferiores.

    3. Capriche na iluminação

    A iluminação não só destaca os produtos, como também define o tom e a atmosfera da vitrine. A luz adequada é capaz de realçar cores, texturas e detalhes. Para produtos brilhantes, como joias, uma luz focalizada dá destaque ao brilho.

    Já para tecidos, luzes mais suaves podem ressaltar a textura. Experimente diferentes fontes e intensidades de luz e considere também a iluminação indireta para criar efeitos de sombra e profundidade, agregando riqueza ao visual da vitrine.

    4. Adote a regra de 3

    A regra de 3 é um princípio estético que sugere que itens organizados em trios são mais agradáveis aos olhos e fáceis de processar. No vitrinismo, isso se traduz em agrupar produtos em sets de três, sejam eles de tamanhos, cores ou formas similares.

    Por exemplo, em uma vitrine de utensílios domésticos, você poderia dispor três jarras de tamanhos decrescentes lado a lado. Esse arranjo não só atrai a atenção, mas também guia o olhar do cliente de maneira fluida pela vitrine.

    5. Escolha cores que conversem entre si

    A paleta de cores de uma vitrine pode ser decisiva na atração de olhares. Optar por tons que se complementem ou sigam uma temática específica pode criar uma sensação de harmonia e continuidade.

    Por exemplo, durante a primavera, tons pastéis e cores vivas podem trazer frescor. Em uma vitrine de artigos de decoração, usar tons terrosos intercalados com pontos de cores vibrantes pode estabelecer um diálogo interessante, conduzindo o cliente a uma experiência visual coesa e convidativa.

    Portanto, o vitrinismo, quando bem executado, transforma simples vitrines em convites irresistíveis ao consumidor. Incorporando estratégias como composição, iluminação e escolha de cores, qualquer empresário tem o poder de capturar a atenção e encantar seu público. Invista nessa técnica e veja seu negócio florescer à medida que mais clientes são atraídos.

    Quer saber mais sobre como impulsionar suas vendas? Então, confira nossos eventos

  • As 7 etapas do processo de decisão de compra

    As 7 etapas do processo de decisão de compra

    Compreender o processo de decisão de compra é como ter um mapa na mão. No universo do varejo, saber como e por que seus clientes tomam certas decisões é o diferencial que destaca sua loja das demais.

    Não é apenas sobre vender, mas sobre entender e atender às necessidades do cliente de maneira eficaz. Então, se você também quer aprimorar sua abordagem com os clientes, continue lendo e descubra as etapas desse fascinante processo.

    1. Reconhecimento do problema ou necessidade

    Antes de qualquer compra, há uma centelha: o reconhecimento de um problema ou de uma necessidade. No varejo, isso pode surgir quando um cliente nota que seus tênis estão gastos ou que seu celular está lento demais.

    Como empresário, estar atento a esses gatilhos ajuda a posicionar produtos e serviços de forma estratégica, oferecendo soluções no momento exato em que são mais necessárias.

    2. Interesse em solucionar o problema

    Após identificar uma necessidade, o cliente naturalmente se inclina a procurar soluções. Ele pode começar pesquisando sobre marcas de tênis mais duráveis ou modelos de celular com melhores funcionalidades.

    No varejo, essa é a hora de chamar a atenção com vitrines bem elaboradas, promoções atrativas ou até conteúdos informativos.

    3. Busca por informações

    Depois de reconhecer a necessidade e mostrar interesse em resolvê-la, o cliente mergulha na busca por informações detalhadas. Ele quer saber sobre características, preços, avaliações e até mesmo experiências de outros consumidores.

    Nessa fase, você deve garantir que todas as informações sobre produtos e serviços estejam facilmente acessíveis, seja online ou na própria loja. Ter equipe bem treinada e materiais explicativos à disposição pode fazer toda a diferença.

    4. Consideração

    Após se munir de informações, o cliente entra na fase de consideração. Nesse momento, ele avalia as opções disponíveis, pesando prós e contras de cada uma. No universo do varejo, isso pode se manifestar em um consumidor comparando marcas diferentes de um produto na prateleira ou lendo avaliações online.

    Por isso, é crucial garantir que os diferenciais de seus produtos sejam claros e atrativos. Ofertas especiais, garantias estendidas ou um atendimento excepcional podem inclinar a balança a seu favor nesta etapa crucial.

    5. Intenção de compra

    Ao chegar nessa etapa, o cliente já está visualizando a solução que mais se alinha às suas necessidades e desejos. Agora, a intenção de compra começa a se formar. Ele pode, por exemplo, colocar um produto no carrinho online ou solicitar mais detalhes a um vendedor na loja física.

    Esse é o momento de reforçar a confiança e eliminar possíveis obstáculos à compra. Disponibilizar diferentes formas de pagamento, oferecer uma política de troca amigável ou garantir rapidez na entrega são ações que podem consolidar a decisão do cliente.

    6. Compra

    Finalmente, a ação! A etapa de compra é quando o cliente toma a decisão final e realiza a transação. Isso pode acontecer no caixa, ao finalizar um pedido online ou ao confirmar um serviço.

    Aqui, a experiência precisa ser o mais fluida e agradável possível. Longas esperas, complicações no pagamento ou falta de clareza nas informações podem afastar o cliente nesse momento crítico. Tenha em mente que garantir um processo de compra eficiente e um atendimento de qualidade são passos fundamentais para conquistar e fidelizar o consumidor.

    7. Avaliação

    Mesmo após a compra, a jornada do cliente não termina. Ele entra na fase de avaliação, refletindo sobre sua decisão e a qualidade do produto ou serviço adquirido. Essa reflexão pode resultar em avaliações online, recomendações (ou críticas) a amigos e familiares ou até mesmo na decisão de realizar uma troca.

    Desse modo, é essencial estar aberto ao feedback, proporcionando canais de comunicação fáceis e eficientes. Uma pós-venda atenciosa, políticas de troca claras e a disposição para ouvir e melhorar são aspectos que fortalecem a relação com o cliente e incentivam futuras compras.

    Como você viu, entender o processo de decisão de compra não é apenas sobre vendas, mas sobre criar relações duradouras com os clientes. Ao se aprofundar em cada etapa, o empresário do varejo tem a oportunidade de aprimorar estratégias, garantindo uma experiência de compra positiva e fomentando a fidelização.

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  • 5 fatores que influenciam o comportamento do consumidor

    5 fatores que influenciam o comportamento do consumidor

    Diversos fatores interferem no comportamento do consumidor, mesmo que muitos de nós não percebamos isso. São vários os aspectos a serem discutidos, porém, alguns acabam exercendo uma influência um pouco maior do que os outros.
    E justamente para destacar os fatores principais, que estamos aqui. Em nosso artigo, você vai conferir quais são os aspectos mais influentes no momento da compra, além de entender porquê esses pontos serem tão especiais. Confira!

    1. Classe social

    Um dos fatores que mais influenciam no comportamento do consumidor é a classe social a que ele pertence. Esse aspecto diz muito sobre o seu poder de compra, além de também interferir no tipo de produto que será a sua prioridade.
    Uma pessoa de classe social alta, por exemplo, provavelmente, terá mais dinheiro para dedicar ao cuidado próprio e ao lazer. Sendo assim, idas ao shopping, além de visitas aos restaurantes da região, tornam-se mais comuns por parte desses indivíduos.
    No lado oposto, onde se encontram os mais fragilizados economicamente, os hábitos de compra já são outros. Muitas vezes, o cuidado próprio é deixado de lado, e as compras de roupas novas são feitas em um momento em que as contas não estão tão apertadas.
    Além disso, uma pessoa sem poder de compra pode não ter acesso ao crédito básico, e por isso, em alguns casos, não tem nem mesmo acesso a cartão. Sendo assim, caso ela efetue uma compra online, ela dá preferência para finalizar a sua aquisição com o pagamento por boleto, mas provavelmente se interessará apenas por itens essenciais.
    Por essa razão, é muito importante que os empreendedores disponibilizem diferentes formas de pagamento em seus sites. Dessa forma, garante que o seu produto estará disponível para um público mais amplo, aumentando o alcance da sua marca.

    2. Medo

    O medo, por mais que muitos não saibam disso, é um fator crucial durante o momento das compras. Ele, acompanhado de outras questões psicológicas, influenciam de forma considerável no momento da compra de consumidores, todos os dias.
    Ele é um dos sentimentos mais comuns dos consumidores, segundo levantamento feito pela WGSN, e é o responsável pela mudança de postura de várias pessoas. E para te ajudar a entender melhor essa questão, vamos apresentar um exemplo a seguir.
    Alguns indivíduos têm algum tipo de receio de realizar compras pela internet, por medo de roubo de informações, além de outros tipos de fraudes praticadas. Isso faz com que elas realizem a compra presencialmente, para não correr riscos desnecessários, do seu ponto de vista.
    Além disso, outros indivíduos, com medo da rejeição, de não se encaixarem nos grupos sociais ou culturais que desejam, acabam comprando determinados tipos de roupas. A aceitação social é outro importante fator que, junto do sentimento de temor, são cruciais no momento da compra.

    3. Frete

    Outro fator que interfere no comportamento do consumidor é o frete, tópico crucial para compras feitas na internet. Muitas vezes, os clientes desistem de finalizar uma aquisição, pois não existe a possibilidade de escapar dos valores cobrados para a entrega.
    Além disso, mesmo que o valor de um produto seja um pouco mais caro, se não tiver frete, as chances dele ser vendido acaba aumentando. Isso porque esse valor é indesejado pelo consumidor, e por isso, é evitado sempre que possível.
    Em alguns casos, as pessoas preferem realizar a retirada do produto na loja, justamente para não pagar o frete. Além disso, também procuram pelo mesmo produto em outros sites, para verificar se o concorrente não está ofertando condições melhores de compra.
    Em todo caso, o frete é um ponto importante no momento da compra e os consumidores, em boa parte dos casos, vão escolher o menor como escolha definitiva. O tempo de entrega e o preço precisam estar equilibrados para que seja possível atrair novos clientes.

    4. Cultura

    A cultura influencia o comportamento dos consumidores de forma ativa, sendo um dos fatores de maior relevância nessa questão. Isso porque, a todo momento, estamos agindo de acordo com a cultura da sociedade em que estamos inseridos.
    É cultural, por exemplo, que o povo brasileiro seja apaixonado pelo futebol, mais do que os outros esportes. Por essa razão, é tão comum encontrarmos muitas pessoas, todos os dias, utilizando uniformes de time para diferentes ocasiões de suas vidas.
    Esse é um comportamento cultural do Brasil, e que não é repetido com uma frequência tão grande em outros locais do mundo, por exemplo. Outras questões do tipo que podem influenciar durante a compra são a religião, o gosto musical, entre outros aspectos.
    Em relação ao gosto musical, por exemplo, podemos destacar que tradicionalmente os fãs de rock utilizam mais a cor preta em sua vestimenta. Isso porque é um comportamento cultural que os ouvintes daquele gênero musical.
    Isso ajuda a identificar as pessoas que pertencem aos mesmos grupos sociais, facilitando a convivência em sociedade. O empreendedor atento pode usar essas informações para estilizar os seus produtos, tornando-os atrativos para diferentes grupos culturais.

    5. Opinião de quem já comprou

    Outro fator muito importante que interfere no comportamento do consumidor são as opiniões que já comprou o produto. O cliente precisa de um feedback, mesmo que de um desconhecido, para verificar se a mercadoria realmente faz as ações que promete.
    Dessa forma, as marcas precisam ficar atentas para disponibilizar produtos que, realmente, cumprem com o que foi prometido. Isso eleva o nível de qualidade, e aumenta ainda mais o protagonismo dos clientes no processo de compra.
    São vários os sites de compra e venda que contam com campos de avaliação e comentário para os seus usuários. Por meio dessa página, é possível conferir a opinião de terceiros, o que influencia diretamente na decisão de compra do seu cliente.
    A importância a esse aspecto é tão grande que, segundo levantamento feito em parceria entre a Lett e o Opinion Box, as opiniões dos outros consumidores influenciam em 52,5% das compras feitas pela internet, um número altíssimo.
    No mais, fique atento a esse e aos outros pontos destacados em nosso artigo, para que você possa usar todas as informações ao seu favor. O nosso texto acaba aqui, e se você gostou de nos acompanhar, então aproveite para acessar o nosso blog para mais conteúdo de qualidade!

  • 8 dicas para planejar a sua estratégia para Black Friday

    8 dicas para planejar a sua estratégia para Black Friday

    Entender a relevância de uma estratégia para a Black Friday é fundamental para qualquer empreendedor que busca alavancar as vendas nesse período. Com um planejamento adequado, você pode se destacar em meio à concorrência, aproveitar ao máximo o aumento do tráfego de clientes e, consequentemente, potencializar seus lucros.

    Afinal, não é apenas uma data comum, é a oportunidade perfeita para transformar curiosos em clientes e clientes em fãs da sua marca. Então, acompanhe as dicas deste post e prepare-se para fazer dessa data um verdadeiro sucesso de vendas.

    1. Prepare-se para a demanda

    A Black Friday é conhecida por um aumento expressivo nas vendas, gerando uma alta demanda que você precisa estar pronto para atender. Comece antecipando possíveis gargalos que possam ocorrer, seja na logística, no atendimento ao cliente ou mesmo no processamento de pagamentos.

    Você pode, por exemplo, fortalecer sua equipe de suporte ao cliente e garantir que seu site ou loja virtual esteja preparado para um tráfego intenso. Assim, sua estratégia para a Black Friday será bem-sucedida e seus clientes terão uma experiência de compra satisfatória, sem enfrentar longas esperas ou problemas técnicos.

    2. Ofereça descontos reais

    Na Black Friday, muitas marcas tendem a inflacionar preços antes do evento para oferecer “descontos” maiores na data. No entanto, essa prática não é apenas antiética, como também pode danificar a reputação da sua empresa.

    Portanto, ofereça descontos reais aos seus clientes. Uma estratégia eficaz poderia ser a de estabelecer uma política de preços transparente, com uma comparação clara entre o preço original e o preço com desconto.

    Isso não apenas aumentará a confiança dos clientes na sua marca, mas também os incentivará a aproveitar as ofertas, contribuindo para o aumento das vendas durante este período tão importante para o comércio.

    3. Planeje o estoque

    Fazer um bom gerenciamento do estoque é um desafio que se torna ainda mais crucial durante a Black Friday. Afinal, você precisa garantir que terá produtos suficientes para atender à demanda, mas sem exagerar e acabar com um excesso de mercadorias após o evento.

    Uma maneira eficiente de gerir essa situação é analisar as vendas do ano anterior para prever quais produtos serão mais procurados. Outra dica é manter uma comunicação aberta com seus fornecedores, garantindo que eles estejam preparados para possíveis pedidos de última hora.

    Um planejamento de estoque bem-feito é parte essencial de uma estratégia para a Black Friday bem-sucedida, pois evita frustrações de clientes e prejuízos para o negócio.

    4. Invista em divulgação online

    Não há dúvidas de que a presença online é essencial. Na Black Friday, isso se torna ainda mais importante. Então, invista em estratégias de marketing digital que coloquem sua marca em destaque.

    Você pode optar por técnicas de SEO (Search Engine Optimization) para melhorar o posicionamento do seu site nos motores de busca, ou investir em anúncios pagos, como o Google Ads, para alcançar um público mais amplo.

    Outra opção é o e-mail marketing: use essa ferramenta para informar seus clientes sobre suas ofertas de Black Friday e os encoraje a aproveitá-las. Lembre-se de que a chave para uma divulgação online eficaz é garantir que sua mensagem chegue ao seu público no momento certo.

    5. Divulgue nas redes sociais

    As redes sociais são ferramentas poderosas para impulsionar sua estratégia para essa data. Elas permitem que você alcance um público amplo e diversificado, além de fornecerem oportunidades únicas de engajamento.

    Para isso, crie postagens atraentes sobre suas ofertas, mas não se esqueça de promover interações, seja por meio de perguntas, enquetes ou concursos. Vídeos e imagens de alta qualidade também são fundamentais para atrair a atenção do público.

    Se for viável, considere usar influenciadores digitais que possam promover suas ofertas para seus seguidores. Ao criar uma presença sólida e ativa nas redes sociais, você amplia o alcance da marca e aumenta as chances de sucesso na Black Friday.

    6. Crie promoções de impacto

    Promoções de impacto são aquelas que realmente atraem a atenção dos consumidores e os incentivam a fazer uma compra. Para a Black Friday, considere criar ofertas que se destaquem das demais.

    Uma ideia é oferecer um “bônus” na compra de determinado produto, como um item adicional ou um desconto na próxima compra. Outra sugestão é criar pacotes promocionais de produtos que costumam ser comprados juntos.

    Se for um negócio de serviços, que tal oferecer uma avaliação gratuita ou um desconto substancial para um pacote de serviços? O importante é que sua promoção seja percebida como um verdadeiro valor agregado pelo cliente, incentivando assim a compra e fidelização.

    7. Explore o senso de urgência

    Uma das táticas mais eficazes para incentivar a tomada de decisão – durante a Black Friday – é explorar o senso de urgência. As pessoas são naturalmente motivadas a agir quando percebem que algo é limitado ou está prestes a acabar.

    Desse modo, utilize em suas comunicações frases como “oferta limitada”, “últimas unidades” ou “tempo se esgotando”. Se você tem um site, pode incorporar contadores de tempo ou indicadores de estoque baixo em seus produtos. Essa estratégia estimula uma ação imediata, já que os clientes não querem perder uma boa oportunidade. No entanto, lembre-se de usar essa técnica com responsabilidade para não decepcionar seus clientes.

    8. Personalize a experiência do cliente

    Encantar o cliente é uma estratégia poderosa para aumentar as vendas. Utilize dados de compras anteriores para sugerir produtos, envie mensagens personalizadas e ofereça atendimento excepcional. A personalização gera um sentimento de valorização no cliente, que será mais propenso a comprar e se fidelizar à sua marca. Experimente e veja as vendas decolarem!

    Com um bom planejamento e as dicas certas, a sua estratégia para a Black Friday pode gerar resultados incríveis. Portanto, siga as nossas dicas, invista tempo e esforço para preparar sua empresa para essa data e verá como as vendas podem atingir níveis surpreendentes. Lembre-se: o sucesso está nos detalhes!

    Quer impulsionar ainda mais o seu negócio? Visite a loja virtual do Sebrae e descubra eventos incríveis sobre empreendedorismo que vão te ajudar a ir além. Empreender é uma aventura, e aqui você encontra os melhores companheiros de jornada. Vem com a gente!

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  • 7 dicas para a produção de conteúdo para canais digitais

    7 dicas para a produção de conteúdo para canais digitais

    Em um mundo cada vez mais dependente do digital, a produção de conteúdo é um importante meio para atrair novos clientes e conquistar uma maior fatia do mercado. Com a crescente importância da internet nos diferentes nichos, é preciso dominar as melhores práticas para construir materiais atrativos, relevantes e capazes de estabelecer conexões significativas com o público-alvo.

    Se você também está em busca de consolidar sua marca, ampliar o alcance e fazer com que sua mensagem chegue para mais pessoas, é hora de entender um pouco mais sobre as estratégias que contribuem para esses objetivos. Pensando nisso, organizamos um guia detalhado com as melhores formas de produzir conteúdos para os diversos canais digitais.

    Quer saber mais? Então, siga a leitura e entenda como destravar sua criatividade!

    Quais os motivos para produzir conteúdos nos canais digitais?

    Produzir conteúdos para os canais digitais tem diversos benefícios, que vão desde alcançar um público mais amplo até fortalecer a marca e aumentar o engajamento. Por meio da internet, é possível ter um grande alcance e atingir o público-alvo da sua empresa.

    Além disso, você consegue interagir diretamente com a audiência, ou seja, não há mais um distanciamento entre as empresas e as pessoas que consomem suas soluções. Isso abre espaço para comentários, curtidas e compartilhamentos que produzem informações relevantes sobre os interesses e a demanda do público.

    Vale lembrar ainda que a produção de conteúdo é responsável por ajudar a construção da autoridade em seu nicho de atuação, especialmente para as empresas que estão nos primeiros anos de existência. Assim, ter conteúdos relevantes ajuda a transmitir segurança, confiabilidade e várias vantagens que refletem nos seus resultados em termos de vendas.

    Quais são as dicas para produzir os conteúdos?

    Para produzir conteúdo para canais digitais é necessário contar com um planejamento estratégico e foco na qualidade para alcançar os melhores resultados. Veja, a seguir, algumas dicas que podem ajudar a produzir esse tipo de conteúdo de maneira mais eficaz.

    1. Tenha objetivos bem definidos

    Antes de começar a criar conteúdo, é preciso definir seus objetivos para que a estratégia não perca a intencionalidade. Eles podem variar entre aumentar o tráfego do site, gerar leads, fortalecer a marca, educar o público ou mesmo aumentar as vendas.

    Ter clareza sobre seus as metas ajudará a direcionar sua produção de conteúdo de forma mais eficiente. Para atrair o público é necessário pensar em temas amplos e dificuldades que sua solução resolve. Além disso, você pode tratar temas específicos e alinhados com suas soluções.

    2. Adote um estilo de conteúdo

    Determine o estilo e tom do seu conteúdo para refletir a personalidade e a identidade da sua marca. Isso pode incluir ser informativo, divertido, educativo, inspirador, entre outras características claras para sua marca. Consistência no estilo ajudará a construir uma conexão mais forte com seu público.

    Aqui, vale a pena destacar que é importante respeitar seu próprio estilo, pois a autenticidade representa uma parcela importante na construção de sua estratégia de conteúdo. Assim, vale a pena encontrar um ponto de equilíbrio entre o interesse do público e seus próprios gostos.

    3. Tenha atenção aos formatos de conteúdo

    Explore uma variedade de formatos de conteúdo, como artigos, vídeos, podcasts, infográficos, webinars, entre outros, para entender quais deles se adaptam melhor à sua plateia e aos temas explorados. Diferentes formatos podem atingir diversos perfis de espectadores e ajudar a manter o interesse do seu público-alvo.

    Mesmo que existam algumas regras, vale destacar que toda estratégia pode ser adaptada e testada junto a sua audiência. Normalmente, conteúdos ricos são distribuídos, como e-books, guias de usuário podem ser feitas em vídeos e temas de interesse da audiência podem ser abordados em webinars ou podcasts.

    4. Pense na qualidade do conteúdo

    A qualidade é fundamental para o sucesso do seu conteúdo na web. Lembre-se de criar materiais que sejam relevantes, úteis, bem escrito e livre de erros. Claro que, no início, é natural que não seja perfeito. O mais importante é se manter constante para conseguir melhorar.

    Conteúdo de alta qualidade aumenta a credibilidade da sua marca e incentiva o compartilhamento. Portanto, vale a pena revisar as informações, conversar com profissionais experientes e validar os dados antes de efetuar a publicação.

    5. Faça uma agenda de conteúdo

    Elabore um cronograma ou agenda de conteúdo para planejar e organizar suas publicações de maneira eficiente. Um calendário editorial ajudará a manter a consistência e garantir que você esteja cobrindo os tópicos relevantes de forma estratégica.

    Além disso, criar um bom planejamento ajuda a intercalar materiais, formatos e estilos diversos em sua produção de conteúdo para manter a audiência interessada. Portanto, invista em um bom fluxograma para organizar suas publicações.

    6. Escolha palavras-chave estratégicas

    Realize uma pesquisa de palavras-chave para identificar os termos e frases mais relevantes para o seu nicho. Essa verificação pode ser feita por meio do volume de pesquisas no Google, encontrado no Planejador de palavras-chave do Google Ads.

    Isso o ajudará a otimizar seu conteúdo para os mecanismos de busca, aumentando a visibilidade para o público-alvo certo. Existem ainda outras ferramentas que podem ser utilizadas, mas vale a pena explorar as sugestões do Google, especialmente porque ele oferece resultados de maneira gratuita.

    7. Faça otimizações no SEO

    Além da escolha de palavras-chave, otimize seu conteúdo para os mecanismos de busca, seguindo boas práticas de SEO (Search Engine Optimization) ou Otimização para Mecanismos de Busca.

    Isso inclui otimizar títulos, meta descrições, tags, URLs, e garantir que o conteúdo seja amigável para dispositivos móveis. Além disso, é necessário realizar uma boa verificação das normas gramaticais e garantir que o conteúdo é autoral e repleto de informações relevantes.

    Você já conhece os benefícios de investir na produção de conteúdo digital?

    Com as dicas que apresentamos, você pode começar a produzir conteúdos de qualidade. Mas que tipo de benefícios essa prática traz para a sua empresa? Veja algumas das vantagens abaixo:

    • aumento do alcance;
    • otimização da visibilidade;
    • elevação do engajamento;
    • aumento das interações;
    • ganho de autoridade com o público-alvo;
    • otimização do número de leads;
    • custo-benefício atrativo.

    Entendeu como a produção de conteúdo é importante para alavancar o sucesso do seu projeto? Então implemente as dicas apresentadas para otimizar seu tempo e produzir materiais que podem realmente transformar o desempenho de sua empresa nos canais digitais.

    Quer se aprofundar na produção de conteúdo? Então, baixe o nosso e-book gratuito e descubra como o Instabranding pode ser usado para construir e diferenciar sua marca no Instagram!

  • Marketing conversacional: o que saber sobre esse método

    Marketing conversacional: o que saber sobre esse método

    Você sabe o que é marketing conversacional? Mesmo que a resposta seja não, é provável que você já tenha tido contato ou recebido algum atendimento por um chatbot, certo? Pois, esse é um bom exemplo de tal conceito.

    Com a transformação digital, esse tipo de comunicação ganhou espaço, tanto para responder ao aumento de demanda por interações à distância quanto para gerar resultados mais expressivos na conversão em vendas.

    Só por isso vale a pena saber mais, não é? Então, confira as principais informações!

    O que é marketing conversacional?

    O marketing conversacional é um modelo de atendimento ao público interativo, que usa soluções tecnológicas para conversar com os clientes de forma automatizada e humanizada. Assim, essa abordagem serve para:

    • tirar dúvidas;
    • indicar caminhos, produtos ou serviços;
    • conduzir os leads pela jornada de compra;
    • resolver dificuldades.

    Entre as tecnologias utilizadas, a Inteligência Artificial se destaca, sendo incorporada a Chatbots disponíveis em sites, redes sociais, aplicativos de mensagens e outros meios de comunicação via texto ou em Unidades de Resposta Audível quando se tratam de canais de áudio, a fim de automatizar os processos de interação.

    Entretanto, o fluxo de perguntas e respostas, gatilhos, estratégias de conversão entre outros elementos que formam a base de informação é construído por pessoas, fundamentando todo seu funcionamento nesses dados.

    Por que é vantajoso investir em Marketing Conversacional?

    Mais que uma novidade atrativa, o marketing conversacional responde a necessidades que as empresas encontraram diante dos efeitos da transformação digital. Uma delas é fazer publicidade, vendas e atendimento convergirem, de forma que atuem em conjunto para atingir os melhores resultados.

    Essa abordagem perpassa do contato para conhecer a empresa ao pós-venda, permitindo proporcionar uma experiência superior ao cliente em todos os momentos. Ainda contribui para isso a alta resolutividade, facilidade de acesso e a possibilidade de personalizar as interações.

    Por essas razões, muitos negócios estão optando por adotar essa estratégia. Desse modo, não oferecer pode colocar sua empresa em desvantagem diante da concorrência, à medida que outros competidores o disponibilizam canais de atendimento automatizados.

    A operação também ganha com esse modelo, já que a organização consegue escalar sem aumentar demais os custos, atendendo um volume maior de contatos de maneira ininterrupta enquanto automatiza tarefas para otimizar o tempo da equipe.

    Como colocar essa estratégia em prática?

    Sua importância demonstra que qualidade e eficiência são necessários para colocar o marketing conversacional em prática. Veja como a seguir!

    Tenha um plano para atrair leads

    O marketing conversacional que visa impulsionar a jornada de vendas e atendimento só acontece se houver leads nesse ponto da jornada. Basicamente, isso implica a necessidade de uma estratégia de atração para que essa abordagem funcione.

    Para tanto, o ideal é entender quais são as dores e as demandas do seu público-alvo. Pois, esse conhecimento será a base para construir gatilhos chamativos que o levam para a conversa com seu negócio e a levarão adiante.

    Invista no omnichannel

    O marketing convencional pode ser implementado em diversos canais. Por causa dessa característica, é comum que a jornada de compra ou de atendimento passe de um canal para outro, intercalando onde ocorrem as interações conforme a conveniência do lead.

    Nesse quadro, o omnichannel é essencial, a fim de assegurar a continuidade da conversa sem que informações precisem ser colhidas novamente, podendo ter o seu histórico acessado. Afinal, ao evitar esse tipo de repetitividade, a tendência é agradar o público.

    Personalize ao máximo

    O conhecimento aprofundado acerca do perfil do consumidor também embasa a personalização das etapas e das interações, expondo as informações conforme o lead for seguindo na jornada de compra. Isso ainda vale para agregar assertividade nas respostas e gerar relevância para os interessados.

    Analise e qualifique

    O bom uso de dados envolve muita análise e qualificação. Mas colocar em prática essas ações demandam o acionamento de um fluxo perguntas que podem afastar o lead. Ou seja, nada de exageros nessa hora. Além disso, as tecnologias voltadas a isso são um grande apoio para saber se as estratégias utilizadas estão alinhadas ao perfil do potencial comprador.

    Centralize os dados em um CRM

    Entre as tecnologias que permitem coletar e combinar os dados dos leads para criar um mapeamento estratégico sobre quais ações têm maior potencial de gerar resultados, o Customer Relationship Management -CRM se destaca. Nessa ferramenta é possível:

    • centralizar informações de diversos canais;
    • obter insights e métricas atualizados;
    • planejar as etapas do funil de vendas;
    • acompanhar e gerenciar interações.

    Opte por soluções mobile friendly

    Com a popularização dos smartphones, um padrão a ser mantido quando se trata das tecnologias usadas para fazer o marketing conversacional funcionar é a adaptabilidade para dispositivos móveis. Portanto, desde o software ou a plataforma até os conteúdos precisam estar otimizados para esse formato.

    Fique atento ao tempo

    Em todo esse processo, o tempo, tanto de espera quanto de resposta, é um fator fundamental. Por exemplo, deixar um lead esperando tende a levá-lo à desistência e cria uma percepção negativa acerca de seu negócio. Assim, essa é uma métrica a ser acompanhada de perto para evitar danos à sua imagem.

    Como o marketing conversacional é usado por grandes empresas?

    As grandes empresas têm usado cada vez mais o marketing conversacional para compor sua estratégia conjunta de vendas, atendimento e publicidade. Talvez os mais conhecidos exemplos sejam os assistentes virtuais.

    Organizações como Bradesco, Vivo e Coca-Cola os utilizam para tirar dúvidas de seus clientes ou interessados. Dessa maneira, melhoram o suporte e se aproximam do público. Em um modelo semelhante, mas voltado à venda, Natura e Magalu se destacam auxiliando na escolha de produtos, orientando sobre formas de pagamento, etc.

    No setor bancário, o Banco do Brasil permite que a negociação de dívidas seja feita 100% por bots, eliminando a necessidade de devedores irem até as agências para resolver esse tipo de pendência.

    Outro empreendimento que também exemplifica a implementação desse conceito é o Burger King. Porém, nessa rede de fast-food, ele é aplicado para lidar com documentação e cadastros, recebendo currículos de forma centralizada.

    Sendo assim, o marketing conversacional vai muito além do suporte ao cliente, implementado de diversas formas por empresas que querem melhorar seu relacionamento com o público. Afinal, não é apenas um canal de atendimento online, mas uma estratégia que responde às demandas dos consumidores em relação à interação com as marcas.

    O bom uso do marketing conversacional não é a única forma do seu negócio crescer. O Sebrae Alagoas pode te ajudar com isso. Entre em contato e descubra como!