Você sabe o que é reserva financeira? Ela nada mais é que uma quantia em dinheiro destinada apenas para casos de emergência. Ou seja, você não poderá usá-la para outros fins, como pagar aluguel, luz, água do seu negócio etc. Além disso, ela também pode ser destinada para você alcançar determinados objetivos.
A reserva financeira é de extrema importância para ajudar a superar dificuldades, sempre que elas aparecerem, sem comprometer o orçamento da empresa, reduzindo, assim, as chances de endividamento.
Levando isso em consideração, resolvemos ajudar você a montar a sua reserva financeira para não ter mais problemas com dinheiro. Confira estas dicas incríveis!
Faça um controle de contas
O primeiro passo para montar a sua reserva financeira é controlar as contas. Pode ser que isso não seja uma tarefa muito fácil, mas é importante fazer esse controle para criar uma reserva suficiente que vai lhe dar o suporte necessário no momento oportuno.
Sendo assim, avalie todos os seus gastos e identifique quais deles podem ser eliminados ou, pelo menos, reduzidos. Os valores que “sobrarem” desse corte, podem ser destinados à sua reserva financeira.
Esse controle de entradas e saídas até pode ser feito por meio de planilhas, no entanto, o ideal é usar soluções tecnológicas para evitar erros que comprometem o seu fluxo de caixa. Além disso, ele permitirá que você saiba exatamente para onde os recursos do seu negócio estão sendo direcionados, facilitando, assim, a identificação de gargalos que comprometem o crescimento da organização.
Tenha um planejamento financeiro
Para que tudo saia conforme as suas expectativas, você precisa ter um planejamento financeiro. Nele, você listará todas as ações necessárias para montar uma reserva financeira eficiente.
Comece verificando quanto precisará guardar por mês para alcançar tal objetivo. Em seguida, analise o que precisa ser feito para montar a reserva, indo além do corte de custos.
É claro que pode acontecer de algo dar errado, mas com um planejamento enxuto ficará muito mais fácil de identificar o erro e corrigi-lo.
Defina metas
As metas são importantes porque elas permitem que você chegue ao seu objetivo final e não fique “andando em círculos” sem saber onde está errando. Com metas bem definidas é possível manter os pés no chão e ver resultados em suas ações.
No entanto, vale destacar a importância de definir metas que estejam de acordo com a realidade da sua empresa. Do contrário, você corre sérios riscos de não cumprir com o que foi estipulado e, consequentemente, se frustrar por isso.
Agora você já sabe o que é reserva financeira! Por meio dela será possível conquistar seus objetivos com mais facilidade, evitar o endividamento e manter a sua empresa segura financeiramente mesmo diante de um imprevisto. Convenhamos, quando o problema envolve dinheiro, fica muito mais difícil encontrar uma solução rápida, certo? Porém, com a reserva financeira isso não será mais um empecilho.
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Certamente um dos maiores desafios para os empreendedores é saber como precificar produto. Até mesmo os empresários mais experientes costumam encontrar dificuldades para compor os preços de suas mercadorias. Esses valores oscilam de acordo com as exigências do mercado.
Além do fator qualidade de produtos, o preço de venda é outro principal responsável pela permanência da empresa no mercado com boa saúde financeira. Saiba que, no momento da precificação, o empreendedor não pode determinar valores muito baixos e nem muito altos.
Pensando nisso, elaboramos este artigo para explicar como o empresário deve precificar um produto para aumentar as vendas. Acompanhe o texto e boa leitura!
O que é precificar?
Precificar não se trata apenas de colocar valor em um produto com base na receita que se pretende chegar no fechamento do mês. A precificação determina o preço de venda que, deve conter parâmetros que ofereçam lucro para empresa, satisfação para os consumidores e alinhamento com a concorrência.
Precificar deve ser considerado como uma estratégia. Isso é o que diferencia os empresários de sucesso dos outros. Afinal, para uma empresa, não basta simplesmente sobreviver no mercado, é preciso permanecer obtendo resultados lucrativos e, não apenas honrando os compromissos.
Qual a importância de precificar produto?
Precificar é tão importante para uma empresa quanto ter o produto disponível no balcão ou em algum site, no caso das empresas que vendem online. A precificação feita de maneira justa atrai clientes, vence a concorrência e obtém melhor visualização no mercado.
Além disso, é a precificação adequada que vai proporcionar a formação do capital de giro e do lucro para a obtenção de novos investimentos como a compra de equipamentos, reformas e campanhas de marketing.
Como precificar produto?
Saber como precificar produto requer do empreendedor a disponibilização de tempo para determinar o preço de venda que seja coerente com a mercadoria. Entenda o passo a passo para uma precificação eficiente.
Conheça o custo do produto
Se você é fabricante, relacione toda a matéria-prima e a mão de obra gasta para produzir cada unidade do seu produto. Caso seja um revendedor, faça o levantamento a partir do valor o momento que pagou para o fornecedor até o recebimento na sua empresa, ou seja, anote os fretes, impostos entre outros.
Verifique a concorrência
Verificar o preço da concorrência também faz parte da estratégia de precificação de um produto, pois se o valor que você determinar estiver muito acima das práticas do mercado, certamente, a sua empresa não conseguirá comercializar as mercadorias de forma satisfatória.
Determine a margem de lucro
A partir do momento que você conhece o custo do produto e os valores praticados pela concorrência já é hora de pensar na margem de lucro. Pois, é a lucratividade que mantém a saúde financeira de um empreendimento.
Não existe uma porcentagem definida para a lucratividade da sua empresa, porque como já vimos, existem fatores do mercado que influenciam nessa decisão. No entanto, você precisa definir o markup — o percentual que determina o lucro desejado.
Se o valor do markup for suficiente para cobrir todos os custos do produto e estiver dentro da realidade do mercado, você pode usar esse percentual como margem de lucro.
Portanto, saber como precificar produto é uma atividade fundamental dentro do plano de negócios da empresa. Quando ela é feita corretamente, maximiza os lucros do empreendimento. Caso tenha dúvidas, procure ajuda de especialistas para evitar erros e fugir dos riscos de prejuízos.
Todo gestor tem uma rotina atribulada, lidando com a necessidade de tomar decisões relevantes e com todos os desafios diários da rotina empresarial. Felizmente, hoje é fácil contar com algumas ferramentas de gerenciamento para otimizar os processos.
Essas ferramentas de gestão são recursos como softwares ou metodologias, utilizados para auxiliar os gerentes de projetos e colaboradores em geral. Com elas, se torna mais fácil organizar o fluxo de trabalho, delegar tarefas e mapear a evolução das atividades.
Preparamos um post para que você conheça não só as principais metodologias, mas também os principais softwares para facilitar a gestão da sua empresa. Acompanhe conosco!
Quais são as principais ferramentas de gestão?
Primeiro, mostraremos algumas técnicas consolidadas de gestão, destinadas a otimizar os processos e integrar o trabalho dos setores.
1. SWOT
A análise SWOT é uma ferramenta importante para o planejamento estratégico e na rotina administrativa. Ela ajuda os gestores a identificar e qualificar os objetivos estratégicos. A própria sigla já mostra a utilidade dessa metodologia:
S: strength (força), esse item valoriza os pontos fortes da empresa;
W: weaknesses (fraquezas), identifica os pontos fracos do negócio, até mesmo como uma forma de corrigir essas deficiências;
O: opportunities (oportunidades), por meio do mapeamento, será mais fácil identificá-las. Elas podem ser exemplificadas pelo preenchimento de uma lacuna comercial, por exemplo, ou até mesmo a adoção de uma inovação tecnológica;
T: threats (ameaças), por fim, nesse momento se torna possível analisar os principais problemas enfrentados pela empresa. Alguns exemplos incluem o crescimento de concorrentes, variações cambiais ou a saturação de determinados produtos.
Algo a ser destacado é que os dois últimos tópicos estão diretamente relacionados ao mercado, já que são as oportunidades e ameaças identificadas por forças externas à empresa. Elas são, portanto, geradas de acordo com os cenários econômico, político e empresarial nos quais a companhia está inserida.
Um dos principais diferenciais da metodologia SWOT é a simplicidade para executá-la: basta abrir um documento de texto e realizar um brainstorming com a sua equipe. Dessa forma, ela também serve para agregar opiniões e fortalecer a cultura organizacional.
2. PDCA
Também conhecida como ciclo PDCA, essa ferramenta de gestão é focada na melhoria contínua dos processos, segue as 4 etapas:
P: planejamento;
D: execução (ou “do”, na versão original em inglês);
C: controle;
A: ação.
Assim, a primeira etapa enfoca a elaboração de um plano, desenvolvendo uma estratégia para resolver os problemas detectados. O segundo passo é colocar as ações em prática, enquanto o terceiro envolve a verificação e análise dos resultados alcançados. Por fim, o último estágio deve ser dedicado à tomada de ações corretivas, realizando ajustes finais.
Seus principais objetivos são as reduções de custos, estender a margem de ganhos e elevar a satisfação dos clientes. Ela gera um controle eficiente de processos, que pode ser aplicado tanto nas atividades internas como nas rotinas externas. Dessa forma, será possível padronizar informações e minimizar falhas.
3. Canvas
O Project Model Canvas é uma metodologia, oriunda da gestão de projetos, que consiste no agrupamento visual das etapas de um projeto. E como fazer isso? Por meio de um quadro e de post-its, por exemplo.
Dessa forma, o Canvas é um modelo colaborativo que permite o planejamento, execução e gestão de projetos. Uma maneira de aplicá-lo é realizar uma reunião para elaborar um documento com todas as necessidades do projeto.
Assim, é importante abordar desde o escopo, até a utilização de recursos financeiros e humanos, assim como necessidades relacionados à comunicação, riscos e cronograma. O principal objetivo é reunir as informações de uma forma visual, oferecendo uma maneira para que todos consigam acompanhar o projeto sem a necessidade de memorizar um grande número de informações.
4. Matriz BCG
Já uma matriz Boston Consulting Group BCG é uma técnica utilizada para analisar o desempenho dos produtos ou serviços de uma determinada empresa, de acordo com a aceitação geral por parte dos consumidores.
Por isso, ela é importante por oferecer uma visão sistêmica dos produtos e serviços, o que proporciona aos gestores a possibilidade de redobrar a atenção em relação ao que realmente potencializa o fluxo de caixa. Além disso, os líderes ainda poderão abandonar tudo aquilo que demande muito esforço e traga pouco resultado.
A matriz BCG também aposta no conteúdo visual, contando com um esquema bem intuitivo. Basta pegar uma folha de papel ou um arquivo de texto e desenhar duas linhas, uma vertical e uma horizontal. Assim, você terá quatro quadrantes.
4.1. Os quatro elementos
O primeiro deles será o quadrante superior esquerdo, representando as estrelas. Aqui, devem ser reunidos os produtos com alta participação e ótimas oportunidades de crescimento.
Já o quadrante superior direito reúne os pontos de interrogação: mercadorias ou serviços que ainda são pouco explorados pela empresa, mas que também ofereçam uma oportunidade de crescimento.
O canto inferior esquerdo da matriz é o lugar das chamadas vacas leiteiras. Elas são a evolução das estrelas, representando aquele momento em que o crescimento de mercado começa a cair. Portanto, ela aponta que os altos investimentos já foram feitos e está na hora de aproveitar o caixa enquanto essa oportunidade dura.
Por fim, no quadrante inferior direito, temos os abacaxis. Representam o fim do ciclo de vida de um produto, quando ele conta com baixa participação nos lucros da empresa e poucas oportunidades de crescimento.
5. Asana
O Asana é um software destinado a ajudar gerentes de projetos. Com ele, fica bem mais fácil organizar atividades e delegar tarefas. Por meio do programa, os projetos podem ser criados e compartilhados com os colaboradores, fornecedores e clientes.
Como se não bastasse, ele também proporciona aos gerentes de projetos a criação e visualização de metas, assim como o estabelecimento de trabalhos específicos, cronogramas e a sinalização de prioridades dentro dos trabalhos.
6. Trello
O Trello é um dos softwares mais tradicionais de gestão, uma vez que ele melhora os fluxos de trabalho. Ele se tornou ainda mais importante durante a pandemia do novo coronavírus, uma vez que ele apoia o gerenciamento de equipes remotas.
Para explicar o funcionamento, basta lembrar dos post-its, pequenos lembretes que as empresas colam nas paredes e murais para acompanhar o fluxo de um projeto. O Trello é a versão computadorizada desse recurso, uma vez que ele permite que as equipes que trabalham remotamente consigam visualizar a organização (e a evolução) das atividades.
Com a atualização em tempo real, os trabalhadores ficam por dentro do que está sendo feito e de como as atividades estão interligadas. Trata-se, portanto, de uma eficiente ferramenta não só de gestão, mas de integração das rotinas.
E aí, qual dessas ferramentas de gestão se aplica ao seu negócio? O melhor de tudo é que não é preciso se limitar a somente uma delas, uma vez que é possível combinar metodologias e softwares, por exemplo. Tudo depende das suas necessidades e dos projetos que você conduz.
Gostou do artigo e quer saber mais sobre outras formas de otimizar as decisões empresariais? Então, confira o nosso e-book sobre como usar os dados a seu favor!
Um relatório institucional é um documento empresarial que visa informar sobre determinados aspectos de um negócio, como as ações de gestão e balanços de receitas. Ele é extremamente importante, uma vez que reúne o ponto de vista dos dirigentes e resultados das ações implementadas pela organização.
Um bom relatório institucional combina texto, infográficos e uma boa diagramação, entre outros elementos. Contudo, a sua principal função é informativa e isso demanda clareza e objetivo. O principal desafio é coletar dados de vários departamentos da empresa, rastrear os principais indicadores de desempenho (KPI) e apresentar um quadro compreensível.
Para facilitar a realização do seu relatório, elencamos algumas dicas práticas de como elaborar um documento de alto nível. Siga conosco!
1. Seja objetivo
Um relatório institucional deve prezar pela objetividade. Contudo, isso não significa resumir todos os pontos mais complexos e fazer tudo caber em um apenas uma página. A ideia, aqui, é focar na qualidade, e não na quantidade.
Para isso, prefira frases curtas e objetivas, que não deixem margem para dúvida. Além disso, crie um índice para que você consiga dividir os assuntos abordados em tópicos. Por isso, escolha títulos que tenham realmente a ver com o tema — assim, os colaboradores saberão exatamente o que esperar.
Não precisa ser econômico na hora de dividir os títulos em subtítulos, já que essa ação ajuda na organização da leitura e ainda facilita a consulta posterior, principalmente em documentos eletrônicos.
2. Defina as prioridades
Uma preocupação na hora de elaborar o relatório institucional deve ser alinhar a objetividade à clareza na apresentação dos temas. Para cada trabalho elaborado, uma pergunta deve nortear o processo: por que os colaboradores precisam desse documento?
Pensar nas principais palavras-chave em relação ao tema geral também é uma maneira de não deixar de abordar tudo o que seja importante para os colaboradores. Com essa ação, você define as prioridades e norteia tudo o que é relevante na elaboração do documento.
Uma outra dica interessante é definir duas ou três metas. Isso é importante até mesmo para aplicar os respectivos indicadores de desempenho e mensurar os resultados posteriores.
3. Leve em consideração o feedbackdo cliente
Outra prática recomendada é analisar os feedbacks dos clientes, uma vez que eles afetam o desempenho geral de uma organização. Esse retorno por parte dos consumidores não ajuda apenas a entender o que as equipes estão fazendo de errado, mas também o que está dando certo.
Assim, organizar pesquisas de feedback é muito importante até mesmo para fomentar uma estratégia baseada na análise de dados. Um exemplo é o mapeamento das opiniões dos clientes sobre um determinado produto para identificar pontos problemáticos e realizar ajustes pontuais.
Por isso, na hora de redigir um relatório institucional, considere os feedbacks dos clientes e como aquelas opiniões se relacionam às metas contidas no documento.
4. Realize uma análise histórica
Para que o seu relatório seja realmente útil, é importante reunir três tipos diferentes de informações: conteúdo, contexto e significado. Dessa forma, será possível contar uma história e engajar os leitores — em vez de simplesmente enumerar dados aleatórios.
Para isso, é importante combinar dois tipos de análise: histórica e de tendências. Isso envolve desenvolver um relatório com um padrão de início, meio e fim, complementados pela tendência de dados ao longo tempo. Um bom exemplo é realizar a comparação de receita no primeiro trimestre do ano corrente com os números do mesmo período do ano passado.
Outra forma de combinar a análise histórica com o uso de tendências e dados é contrastar diferentes métricas, como os KPIs. Isso pode ser feito com a demonstração de uma receita desejada comparada ao número real do trimestre.
4.1. A importância do uso de KPIs
Para entender melhor a importância dos indicadores-chave nos relatórios institucionais, podemos citar um exemplo específico. Suponhamos que um gerente de um determinado setor, como marketing, precisa justificar os gastos atuais do setor para um superior hierárquico.
Para demonstrar que a estratégia tem mostrado um resultado, será interessante mostrar os ganhos efetivos em receita e ROI (retorno sobre o investimento). É aqui que entram os KPIs, que se mostram uma forma precisa de mensurar resultados.
Dessa forma, algumas variáveis podem ser informadas, como o número de e-mails captados (em relação ao mesmo período do ano anterior) e a quantidade de inscrições semanais de leads. Usando esses dados, será possível informar a receita que está sendo impulsionada pela nova estratégia de marketing — e incluir essas informações no relatório institucional.
5. Torne o relatório visivelmente agradável
Suponhamos que o seu relatório seja realmente completo, contrastando dados em relação a períodos anteriores e trazendo um número impressionante de informações para os colaboradores e supervisores. Parece o suficiente para agradar a todos, não é mesmo?
Bom, não necessariamente. Isso porque também é importante cuidar do visual final do relatório, cuidando para que a quantidade de informações não sobrecarregue a mente de quem irá lê-lo. Uma boa ideia é maneirar na exibição de KPIs: de três a seis em um mesmo relatório é um intervalo razoável.
É importante lembrar que o relatório institucional leva à tomada de decisões e novas estratégias: por isso, elaborar um documento confuso e difícil de ser decifrado dificulta a ação dos gestores. Para garantir que os dados sejam apresentados de forma clara, busque implementar uma espécie de hierarquia visual.
Isso pode ser feito com o fornecimento dos pontos mais importantes em cada KPI ou artigo do texto. Mais uma vez, ressaltamos: não deixe de investir na divisão por tópicos: assim, cada leitor poderá buscar (ou retomar) aquilo que mais interessa, sem se perder em meio ao conteúdo.
6. Elabore uma conclusão
Todo bom documento tem uma conclusão, que serve para ressaltar os pontos fortes do relatório e até mesmo expressar as novas prioridades e objetivos da empresa. Capriche nessa parte, não deixando de ressaltar os principais destaques: assim, os leitores poderão retornar a esses tópicos.
Como o resto do texto, a conclusão deve ser clara e direta, deixando claro o objetivo da empresa ao elaborar aquele relatório e orientando os próximos passos. Não deixe de incluir, ainda, o ponto de vista dos gestores.
Agora que você conhece os principais passos para elaborar um bom relatório institucional, será possível desenvolver comunicados precisos e objetivos. Tente balancear a apresentação de dados relevantes com informações claras, além de investir em uma boa orientação visual. Portanto, conte com bons diagramadores e designers para entregar um resultado visualmente atraente.
E aí, gostou do artigo e quer mostrar esse texto para os colegas? Então, não deixe de compartilhá-lo em suas redes sociais e convide todos para a discussão!
Certamente, você já ouviu falar que estamos na era do Big Data, não é mesmo? Essa avalanche de dados, informações e conteúdo que toma conta do nosso dia ganhou novos contornos e se tornou uma das principais bases para o planejamento estratégico das empresas.
Mais do que contabilizar resultados, as análises desses dados são diretrizes que sinalizam tendências, preferências e fortalecem as estratégias, entre outros aspectos expressivamente relevantes, que vamos lhe mostrar hoje. Acompanhe o artigo e já comece a planejar o uso de dados no seu negócio.
Entenda a importância da análise de dados para seu negócio
A transformação digital chegou nas empresas e é para ficar. Quanto antes os empresários e empreendedores entenderem essa nova realidade, mais fortes estarão seus negócios e mais benefícios serão colhidos. Onde entra a análise de dados nesse cenário?
Entra no alicerce, pois é também a partir das amplas possibilidades de captar, apurar e interpretar os dados que tangem à sua empresa, que ela de fato entrará forte e preparada na era da Gestão 4.0. A análise de dados permite, ao mesmo tempo, ter um panorama geral da empresa e riqueza de detalhes em cada ponto do negócio. É por meio dessa análise que você joga com peças e estratégias reais. Isso é, você poderá investir tempo, mão de obra, verba e outros recursos de uma forma muito mais certeira e segura.
Conheça as vantagens de se investir na análise de dados
Agora que você está por dentro da importância da análise de dados na sua empresa e no mercado em geral, confira as principais vantagens de investir nessa estratégia.
Permite a análise de outros fatores na empresa
Como dissemos, a análise dos dados é como se fosse um raio-X da organização, tanto no ambiente interno, quanto no externo. Por meio de indicadores que façam sentido para seu negócio é possível avaliar as mais diversas esferas do negócio. Sim, a importância da análise de dados extrapola os limites do setor de Tecnologia da Informação e gera suporte para as áreas de Recursos Humanos, Logística, Vendas, Compras, Marketing, Financeiro e outros.
Tudo isso serve como base não apenas para o planejamento estratégico anual, mas também para o crescimento da empresa, acompanhamento dos resultados e até mesmo para a reestruturação de áreas e projetos.
Conhecimento mais profundo do cliente
Quanto mais uma empresa conhece seu cliente, mais ela consegue ter ações que aproximarão os consumidores da sua marca, atenderão às expectativas do público e conseguirão de fato entregar o que o cliente quer e precisa.
Já houve um tempo em que se trabalhava “no escuro”, ou seja, com pouco ou quase nenhum conhecimento das personas. Os negócios, campanhas e produtos eram feitos de forma genérica, mas, com o desenvolver da tecnologia e do big data, é possível direcionar todos os esforços a quem de fato se interessa pela sua marca, por seu conteúdo e pelas soluções que seu negócio oferta.
Isso vale para todas as ações das empresas, inclusive as de marketing que têm como um de seus pilares estratégicos o conhecimento acerca do público e das personas do negócio.
Auxilia na leitura de cenários
Assim como a análise de dados possibilita um conhecimento maior e mais profundo do contexto interno da empresa e dos clientes dela, possibilita também mais entendimento do mercado, das tendências e das relações de consumo que se redesenham a todo instante.
Conhecer o mercado é mais do que espiar a concorrência, é ter uma capacidade de ler cenários e possibilidades para se sair bem em todos os momentos e da melhor forma possível. Além, é claro, de identificar nichos do seu negócio, oportunidades de parcerias e de novos investimentos.
Ampara as tomadas de decisão
Por falar em novos investimentos, é sempre um risco (mesmo que calculado) mexer na estrutura financeira da empresa, certo? As demais decisões também oferecem seus riscos e suas possibilidades, por exemplo reduzir uma equipe, lançar um novo produto, mudar de sede e por aí adiante. É preciso então cercar as tomadas de decisão de informações consistentes e muita segurança para garantir efetividade e sucesso.
Mais uma vez, a importância da análise de dados se faz notar, pois estar abastecido com as informações estratégicas faz com que você saiba por quais caminhos seguir, quais pontos devem ser mais monitorados e quais riscos não devem ser assumidos. Sempre que for tomar uma decisão para seu negócio, as respostas poderão vir do levantamento e da análise dos dados.
Ajuda na criação de metas mais factíveis
A visão profunda do contexto em que sua empresa está inserida, a clareza dos resultados e os acessos a dados estratégicos sobre a percepção e comportamento do cliente em relação ao seu negócio vão ajudar na elaboração de metas que sejam coerentes com as condições, com as necessidades e com a realidade do mercado.
Não adianta criar metas sem bases reais, pois assim, além de elas não serem atingidas, você corre o risco de fazer projeções erradas e também de desmotivar a sua equipe. Portanto, a importância da análise de dados vai além e impacta até mesmo nas relações de trabalho dentro do negócio. Fique atento.
A transformação digital, que marca a nossa época e vai se fortalecer ainda mais no futuro, insere as características da chamada indústria 4.0 – em todos os setores da Economia – e faz com que estratégias como business intelligence, realidade aumentada, machine learning e o poderoso big data estejam cada vez mais próximas dos negócios como uma consistente vantagem competitiva (sejam eles de grande porte ou microempresas) e do dia a dia da sociedade.
Desse modo, para que o seu negócio tenha sucesso e caminhe junto da evolução do mercado nesse cenário de transformação digital, um dos primeiros passos é reconhecer a importância da análise de dados e tê-la como uma bússola para suas decisões.
Agora que você viu a importância da análise de dados, é hora de saber como usar os dados a seu favor. Baixe agora mesmo o e-book gratuito que o Sebrae Alagoas preparou para você.
Ações planejadas vão resultar em mais vendas! Criar um calendário de datas importantes para o seu negócio ajuda você a realizar campanhas bem-sucedidas e aproveitar a sazonalidade, ou seja, datas comemorativas ou festas que acontecem ao longo do ano e são esperadas por todos.
Elaborar esse calendário lhe permite organizar e planejar como serão as campanhas, se será necessário mobilizar parceiros, contratar colaboradores para auxiliar na ação e até mesmo definir como ela vai acontecer.
Confira ideias para montar seu calendário promocional e criar campanhas que deem resultado!
Faça o planejamento
Para elaborar o planejamento de campanhas, comece selecionando as datascomemorativas que se relacionam com o setor em que atua. Seja bem criterioso, escolhendo as datas com as quais os seus clientes se relacionem e que façam sentido para o produto ou serviço que comercializa.
Por exemplo, se você tem uma confeitaria ou cria sobremesas maravilhosas, tem muito a ganhar criando uma ação para o período da Páscoa. O público consumidor estará bem mais receptivo no período. Afinal, todo mundo se programa para comprar chocolates na Páscoa.
Estabeleça um prazo para a ação
Uma ação deve ter data de início e de término. Algumas campanhas podem durar semanas, meses ou anos. Tudo depende do objetivo e do modo como você a estruturou.
Por exemplo, a Black Friday começou como uma campanha de apenas um dia, mas, atualmente, pode levar até um mês. A definição do tempo vai depender da logística de sua empresa, da quantidade de estoque disponível e do objetivo da própria campanha.
Lembre-se de que, se optar por criar uma promoção, esse tipo de ação apela para o senso de urgência dos consumidores, ou seja, muitas vezes as pessoas compram pelo impulso, para não perder a oportunidade de pagar um valor menor pelo produto e não pela necessidade real de obtê-lo.
Então, tenha em mente as datas de início e de término e o prazo de divulgação. Separe, também, um tempo para analisar se a ação foi bem-sucedida. O aprendizado de cada passo ajuda a construir ações futuras melhores.
Elabore uma estratégia
A estratégia para que a sua campanha seja bem-sucedida deve considerar o perfil do público para o qual é direcionada. Por exemplo, se o consumidor tem acesso constante à internet e está presente nas redes sociais faz sentido divulgar a ação na web criando landing pages e links para cadastro.
Junto à análise do público, tenha um objetivo para a ação. Esse objetivo pode ser a queima de estoque, a captação de leads ou até atrair clientes potenciais. Esses objetivos vão direcionar as ações que você vai estruturar no planejamento.
Por exemplo, para atrair leads, você pode criar um grupo exclusivo, no qual os participantes acessem informações em primeira mão, ganhem prêmios e até mesmo recebam as promoções e descontos antes do público geral. Crie um link para cadastro e divulgue!
Aproveite a sazonalidade, isso é, as datas comemorativas e festas anuais, para criar o seu calendário de datas importantes e vender muito mais! Use o período de divulgação e o começo das ações para divulgar nas redes sociais e criar conteúdo criativo para atrair mais seguidores, ampliar a sua base e o interesse sobre a sua marca!
Você tem outras dicas para se ter um calendário eficiente? Deixe nos comentários suas dicas e informações!
Todos os passos que antecedem a definição de meta devem ser pensados criteriosamente para que os resultados alcançados sejam satisfatórios. Existem variáveis que são impostas pelo mercado e pela concorrência que podem impactar no negócio.
Nesse contexto, não é uma tarefa muito simples e exige que os gestores tenham um bom planejamento e conheçam bem todas as influências possíveis. Principalmente, para evitar frustrações e comprometer o rendimento da equipe.
A definição de metas é um ponto crucial para qualquer empresa e precisa ser alvo de atenção especial. Pensando nisso, confira neste post 5 fatores que devem ser considerados para definir boas metas para a sua equipe!
A importância da definição de metas
O planejamento das metas é indispensável para toda empresa que deseja alcançar o sucesso e ter estabilidade no mercado. Por meio das metas, é possível identificar os melhores resultados e quais ações são necessárias para alcançá-las a curto, médio ou longo prazo.
As metas são fundamentais para direcionar as estratégias da empresa, contribuindo também para otimizar os recursos financeiros, motivar a equipe e se destacar em um cenário competitivo. Em outras palavras, elas são caminhos que levam aos objetivos e, consequentemente, melhores resultados.
Definir metas alcançáveis e desafiadoras para toda a equipe é a melhor forma de otimizar o trabalho e ter resultados satisfatórios. Assim, pode ser considerado um investimento para um empreendedor que quer crescer.
5 dicas para estabelecer boas metas
Para desenvolver metas eficientes, de acordo com a realidade da empresa e que toda equipe consiga alcançar, é necessário considerar alguns fatores. Ou seja, é um trabalho que deve ser realizado com cautela e muito planejamento.
Veja as principais dicas sobre o que considerar no momento de definir as metas para sua empresa!
1. Analisar os dados
O primeiro passo para definir metas inteligentes e estratégicas é fazer uma análise completa da situação da empresa. Levante todos os dados possíveis e estude com calma para ter um diagnóstico completo.
Os dados são informações valiosas para direcionar suas ações e proporcionam o conhecimento dos pontos fortes e fracos. Sendo assim, tomar decisões baseadas em dados é essencial para definir metas realistas que levam a bons resultados.
2. Usar o padrão SMART
A ferramenta de gestão SMART é uma ótima alternativa para orientar os gestores na definição de metas eficientes e de qualidade. Ela consiste em etapas que ajudam a identificar metas alcançáveis e que levam aos resultados esperados, independentemente do prazo estabelecido.
A metodologia SMART consiste nas seguintes etapas:
Specific – Específicas;
Measurable – Mensuráveis;
Achievable – Alcançáveis;
Relevant – Relevantes;
Time-based – Baseadas em tempo.
Após utilizar a metodologia SMART, você vai ter maior clareza sobre suas metas. Inclusive em relação a melhor forma de estabelecer prazos para a equipe, promovendo condições para um trabalho de qualidade e livre de contratempos.
3. Conhecer os potenciais e limitações da equipe
Se você deseja extrair o melhor desempenho da sua equipe, é fundamental conhecer as limitações e potenciais de cada profissional. É uma etapa relevante para o sucesso de todo o planejamento de metas.
A partir do conhecimento das limitações e qualidades da equipe, é possível delegar tarefas de acordo com o potencial do profissional, aumentando a motivação e sucesso do trabalho. Por isso, observe, converse e busque entender melhor as características e particularidades da equipe.
4. Ser realista na definição das metas
É preciso ter bom-senso na hora de definir as metas e considerar a realidade da empresa. Dessa forma, é imprescindível ser realista para definir metas inteligentes e que a equipe tenha condições de alcançar no prazo estabelecido.
As metas fora da realidade tem efeitos negativos para a gestão e dificilmente vão ser cumpridas. Além disso, acaba desmotivando os profissionais e colocando em risco todo o planejamento para alcançar os objetivos do negócio.
5. Definir mecanismos para monitorar as metas
Todas as metas devem compor um cronograma, estabelecendo de forma clara os prazos e responsáveis. É uma forma de ter controle do andamento das atividades e agir de forma antecipada para evitar problemas.
Nesse contexto, defina mecanismos para monitorar o andamento das metas, tanto dos prazos quanto dos resultados. É uma parte determinante, pois com um grande número de tarefas diárias, os profissionais podem perder o controle da rotina e comprometer o andamento das atividades.
Portanto, para agir preventivamente e fornecer o devido apoio caso seja necessário, crie meios para monitorar as atividades com uma periodicidade bem definida. Assim, você terá mais controle e pode evitar os contratempos que atrasam a gestão, comprometendo os resultados.
Definir metas contribui para motivar a equipe
Além de contribuir para promover a gestão empresarial e aperfeiçoar os serviços internos, a definição de metas tem grande influência na motivação da equipe. É uma forma de despertar o interesse do profissional com os objetivos da empresa.
Ao definir metas inteligentes, bem planejadas e realistas, o profissional se sentirá motivado ao conseguir atender as expectativas. Assim, ele será um multiplicador de boas práticas, contagiando toda a equipe.
Nesse sentido, o comprometimento da equipe em atender as metas é notável, contribuindo para ter melhores resultados. Com uma equipe motivada, a qualidade nos serviços e produtos será outra, contribuindo para fidelizar os clientes.
Para tanto, a capacitação da equipe deve ser uma prioridade para ter profissionais especialistas e qualificados. Além de ter mais eficiência para alcançar as metas, os resultados serão surpreendentes.
Em um cenário repleto de disputas acirradas, contar com um time de especialistas é um grande diferencial e uma vantagem competitiva. Por isso, o Sebrae Alagoas oferece soluções eficazes para ter uma equipe altamente qualificada.
Com diversos cursos presenciais ou online, consultorias, palestras e eventos, o Sebrae é a alternativa ideal para ter apoio e garantir uma equipe técnica e especialista. Dessa forma, alcançar as metas e objetivos do seu negócio será mais fácil, inclusive para sobressair as dificuldades e garantir a qualidade.
A definição de metas é uma tarefa essencial para qualquer empresa e uma forma eficiente para aprimorar os resultados e levar o negócio a um caminho de sucesso. Portanto, considerar as dicas e planejar metas estratégicas é um grande passo para a produtividade e melhoria contínua.
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O nosso dia a dia é pautado por escolhas. Optamos pela roupa que vamos usar, pelo que vamos almoçar, por fazer ou não determinadas tarefas… As escolhas são constantes em nossas vidas pessoal e profissional.
A tomada de decisão nas organizações, no entanto, é motivo de preocupação para gestores, pois o resultado das escolhas podem trazer consequências para os colaboradores, afetar os processos da empresa, gerar custos, aproximar ou afastar o alcance dos objetivos da corporação.
Por isso, no que tange às decisões corporativas, é preciso realizá-las a partir de um olhar estratégico e analítico, considerando os prós e os contras e com o distanciamento que traga objetividade e segurança para o gestor.
Mas como ser mais assertivo em um contexto dinâmico, como o de uma organização? Para entender melhor o assunto, separamos algumas informações cruciais que devem ser levadas em consideração. Acompanhe!
Tente enxergar o cenário como expectador
O envolvimento com os desafios da empresa pode turvar o olhar do empreendedor. Quem nunca tomou uma decisão baseado em emoções? Porém, sem analisar o cenário, as escolhas são feitas sem respaldo, isso é, amparam-se apenas na sorte, o que pode colocar a corporação em risco.
A dica, então, é projetar-se como expectador da situação que está vivenciando. Busque enxergar-se como alguém que não está diretamente envolvido. Esse afastamento dá uma perspectiva maior sobre o quadro que está diante de você e auxilia na tomada de decisão de forma racional e bem embasada.
Como exercício, escreva qual é exatamente a questão ou quais são os caminhos que podem ser tomados. Procure ser o mais objetivo possível em sua descrição do problema, antes de encaminhar as possíveis soluções ou trajetos que vai seguir em cada decisão. Desta forma, você consegue delinear as opções mais adequadas para o seu negócio e consequente alcançar seus objetivos.
Evite a impulsividade
As emoções são uma de nossas maiores marcas de humanidade. O motivo pelo qual não se recomenda tomar decisões baseadas nas emoções é que elas mudam a todo o tempo e, por isso, a impulsividade pode se tornar um risco para o futuro de uma empresa.
Portanto, evite tomar decisões de uma hora para a outra. Crie um método que se aplique ao seu jeito de ser. Registrar as opções por escrito, tirar um tempo para pensar, pesquisar contextos parecidos com o seu ou até mesmo conversar com um amigo ou colega de trabalho de sua confiança são formas de evitar tomar decisões precipitadas.
Coloque os pontos positivos e negativos no papel
Escrever é uma habilidade que se constrói por meio de uma atividade racional. Anotar o que você pensa em relação a qualquer assunto, ajuda você pensar melhor a respeito. A famosa lista de prós e contras é muito eficiente para que você avalie suas prioridades e observe as vantagens e desvantagens de suas deliberações.
Essa atividade pode ser feita individualmente ou coletivamente. Se seu modelo de gestão é descentralizado, ou seja, se costuma se guiar por suas ideias, mas também pelas opiniões de seus colaboradores, é interessante pensar em instalar um quadro em sua sede e pedir que todos opinem sobre os pontos positivos e negativos das decisões a serem tomadas.
Alinhe a tomada de decisão com os objetivos da empresa
Uma gestão de sucesso está sempre alinhada ao planejamento estratégico da empresa. O planejamento, por sua vez, deve levar em conta os objetivos a curto, médio e longo prazo que foi delineado para o negócio.
Isso significa que cada decisão deve levar em conta os propósitos da empresa. Vamos supor o seguinte cenário: seu objetivo atual é a prospecção de novos clientes, mas você está em dúvida sobre contratar ou não uma agência de comunicação para tornar mais estratégica a divulgação de sua empresa nos canais que têm à disposição.
A decisão deve levar em conta diversos fatores, entre eles, a verba para tal investimento. Porém, é preciso pensar que, para que sua mensagem alcance clientes potenciais, nada melhor do que uma comunicação orientada e direcionada para atingir pessoas que estejam procurando pelos seus produtos ou serviços.
Alinhar suas decisões em relação a objetivos claros e definidos é um passo importante para ser ainda mais assertivo em suas escolhas.
Use ferramentas de gestão
As ferramentas de gestão ajudam a dinamizar a gestão de sua empresa, tornando as decisões mais objetivas e eficientes. Esses recursos podem ser metodologias ou softwares que ofereçam dados objetivos com os quais vai ter transparência para fazer as melhores escolhas. Conheça algumas dessas ferramentas!
Análise SWOT
A análise SWOT é uma metodologia de gestão que auxilia você a identificar os pontos fortes e fracos de suas escolhas. As letras formam, em inglês as palavras: força (strength), fraqueza (weakness), oportunidade (opportunity) e ameaça (threat).
Faça o levantamento de cada um dos pontos abordados e pense detidamente sobre o cenário que está vivenciando e escreva quais são, respectivamente a força de cada escolha, a fraqueza, quais serão as oportunidades, caso tome determinada decisão, e as ameaças, se optar por uma trajetória específica.
Sistemas de gestão
Já pensou em basear sua gestão em dados? O sistema de gestão permite o acompanhamento completo das atividades, das execuções de tarefas e das realizações das ações previstas. Por meio dele, você entende melhor o fluxo de trabalho e analisa se existem gargalos, se é possível aprimorar processos e se há necessidade de novas contratações.
A ideia de contar com um sistema de gestão é oferecer um olhar muito mais racional sobre o negócio, ter uma visão objetiva para evitar erros e riscos para a corporação. Em cada novo projeto, você vai perceber um aprimoramento na definição de cada escopo e na construção de uma gestão direcionada para o alcance de seus objetivos.
A tomada de decisão nas organizações é uma constante e todas as metodologias e sistemas que estiverem ao seu alcance e se enquadrem na realidade de seu negócio vão tornar o processo mais eficiente e assertivo. Com isso, você ganha em resultado, pois estará sempre fazendo escolhas que considerem os objetivos de sua empresa.
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A produtividade de um time oferece muitas vantagens e amplia expressivamente as chances de vendas e o crescimento da empresa. Isso sem contar a melhoria dos processos internos e da qualidade do ambiente de trabalho. E para aumentar a produtividade dos colaboradores, você precisa traçar um plano de ação e levar em conta aspectos como perfil da sua equipe, natureza da atividade, volume de trabalho, equipamentos e outros.
Parece complexo? Fique tranquilo pois trouxemos hoje dicas essenciais para lhe auxiliar nesse processo. Veja a seguir!
Vantagens de investir na produtividade da equipe de vendas
Investir e estimular a produtividade da equipe gera muitas vantagens para os colaboradores e para os negócios. Mas, quais são essas vantagens? Destacamos as principais, veja só:
aumento das vendas;
redução de custos;
redução de desperdícios;
cumprimento de metas;
engajamento do time;
melhora na qualidade dos processos;
aumento da satisfação do cliente.
Dicas para aumentar a produtividade dos colaboradores
Agora que você viu as vantagens de ter uma equipe produtiva, é hora de traçar o plano de ação e vamos lhe mostrar de que forma fazer isso com passos simples e efetivos. Confira!
1. Revise o planejamento de vendas
Por mais que você tenha se dedicado bastante ao planejamento, sempre vale a pena revisar e levantar dados, como: porcentagem de vendas, taxa de conversão, índice de satisfação de colaboradores e clientes, entre outros. Isso, além de oportunizar resultados melhores, ajuda a identificar possíveis falhas nos processos e atividades. Faça frequentemente essa revisão.
2.Elimine as distrações
Para otimizar os processos e aumentar a produtividade, é preciso identificar também o que faz o colaborador perder tempo na execução das atividades. Entre os fatores estão as distrações, então é preciso eliminá-las.
As mais comuns são redes sociais, falta de organização de processos, pessoas atropelando tarefas o tempo todo, conversas desnecessárias entre os colegas e outras. Dialogue com sua equipe para entender quais são as distrações e corte-as do dia a dia.
3.Estabeleça metas possíveis
Ter metas e saber o que se pretende, em cada atendimento ou campanha, é essencial para nortear as ações e estratégias de vendas. Para tanto, é preciso trabalhar com metas factíveis, pois – caso contrário – além de dificultar bastante o alcance desses resultados, corre-se o risco de desestimular a equipe.
Entenda a realidade e as possibilidades do seu negócio e do seu investimento para trabalhar com metas reais e possíveis. Assim, a energia e a dedicação dos vendedores serão melhor aproveitadas.
4.Use a tecnologia
A tecnologia é uma ótima aliada da produtividade. Por isso, conte com ela para otimizar a produção e o atendimento em sua empresa. Use chatbots, adquira softwares, equipamentos e aplicativos que tornam mais ágeis e consistentes os atendimentos.
Há diversas opções de softwares e aplicativos de funcionamento simples e prático, como Trello, Notion e Asana, que oferecem diversas ferramentas e você pode experimentar alguns desses recursos nas versões gratuitas ofertadas pela plataforma.
5.Invista em treinamento
Uma equipe de vendas produtiva precisa estar preparada para os diversos momentos da economia, para a sazonalidade e para entregar um excelente atendimento ao cliente. Para isso, invista na capacitação constante e no aperfeiçoamento das habilidades dos membros da equipe.
Invista em treinamentos diversos como de comunicação, negociação e liderança, além de se certificar de que todos da equipe sabem bastante sobre o produto ou serviço que estão vendendo. Lembre-se de que o cliente precisa sentir segurança no atendimento.
6.Ouça os colaboradores e considere a opinião deles
Quem lida diretamente com o cliente e que põe as estratégias em prática na ponta são os vendedores, então é essencial ouvir as opiniões deles e torná-los parte da elaboração do planejamento e da estratégia de atendimento e de vendas.
É o vendedor que lida diretamente com as angústias dos clientes, os desejos, dúvidas e expectativas. E é também ele que percebe na prática a efetividade das estratégias. Portanto, converse com os vendedores para entender como eles enxergam que os processos podem melhorar.
Além disso, esse diálogo e valorização das ideias do colaborador geram maior sentimento de pertencimento à empresa e, consequentemente, maior motivação e dedicação às atividades.
Viu só como é possível e vantajoso investir na produtividade da sua equipe? Além de aumentar o valor da sua marca e o movimento do caixa, torna sua empresa mais forte e competitiva no mercado.
Apesar da alta no número de novos MEIs no Brasil e da queda no fechamento dos pequenos negócios, a quantidade de empreendimentos que ainda fecham suas portas em menos de 2 anos é grande — em torno de 23%. Uma das principais causas é a falta de planejamento do microempreendedor, tanto antes da abertura quanto durante o funcionamento. Para evitar que isso aconteça, é fundamental saber como fazer um plano de negócios.
Isso porque, ele se trata de uma ferramenta que indicará se a abertura do negócio é viável sob diversos aspectos — financeiro, mercadológico, estratégico e operacional. Além disso, ele servirá como base para que todas as decisões sejam tomadas da melhor maneira.
Acompanhe este post e entenda melhor o que é um plano de negócios, por que ele é essencial para a empresa e, ainda, descubra os passos para elaborar o seu!
Afinal, o que é um plano de negócios?
É, basicamente, colocar sua ideia no papel. Ou seja, o plano de negócios é um documento que descreve todos os objetivos de um negócio e os passos a serem tomados para que sejam alcançados. Ele é estruturado em várias seções que permitem ter uma visão ampla da organização. Além disso, possibilita a projeção de alguns possíveis cenários futuros, auxiliando o empreendedor a se antecipar para evitar falhas e se precaver contra as incertezas.
O ideal é que ele seja elaborado antes da abertura do negócio, mas nada impede que ele seja feito e utilizado por uma empresa já existente. Seja qual for a situação do empreendimento, o plano de negócios é imprescindível para ter uma administração eficaz e tomar boas decisões.
Infelizmente, é bastante comum que empreendedores deixem de elaborá-lo por acharem que é uma tarefa complexa ou, até mesmo, por desconhecerem sua importância. É verdade que seu desenvolvimento requer trabalho e dedicação, mas certamente aumenta significativamente as chances de sucesso a curto, médio e longo prazos.
Por que preciso criar um plano de negócios para o empreendimento?
Mesmo que já tenhamos citado a importância do plano de negócios, é essencial compreender a fundo os motivos pelos quais você deve criar o seu. A seguir, confira as principais vantagens que essa ferramenta proporciona ao seu negócio.
Segurança
Não há como negar que a competitividade no mercado cresce a cada dia. Ainda há o fato de que, como mencionamos no início, muitos negócios encerram suas atividades devido à falta de planejamento.
Diante disso, ter a segurança de que seu empreendimento tem um potencial para prosperar é algo que não pode ser ignorado. Nesse contexto, o plano de negócios permite analisar a viabilidade antes mesmo de fazer um investimento, oferecendo melhores chances de ele dar certo.
Conhecimento do negócio
Ao contrário do que muitos empreendedores imaginam, eles não conhecem de verdade o próprio negócio. Não sabem responder perguntas sobre o valor do capital de giro ou a taxa de retorno de determinado investimento, por exemplo. Essas são informações valiosas que ajudam na tomada de decisões e constam no plano de negócios.
Imagem profissional
Ter um documento completo e com informações detalhadas sobre a sua empresa, listando pontos fortes e fracos, além de diferenciais competitivos, passa uma imagem bastante profissional tanto para clientes em potencial quanto para fornecedores, aumentando as chances de fechar negócio.
Controle financeiro
Outro ponto positivo de elaborar um plano de negócios é que ele melhora o controle financeiro da empresa, porque lista o investimento inicial, receitas, despesas, capital de giro e aponta o retorno obtido.
Definição de objetivos
Por meio do plano de negócios, é possível traçar metas atingíveis para o seu negócio. Quando uma empresa não estabelece propósitos, é praticamente impossível tomar boas decisões gerenciais. Então, é fundamental definir objetivos em todas as áreas, como vendas, investimentos, processos, entre outros.
Simulação de cenários
Quando o plano é feito de forma correta, consegue apontar fases pelas quais a empresa poderá passar. Com isso, o gestor se antecipa a esses acontecimentos e traça estratégias para evitar falhas ou aproveitar boas oportunidades.
Mas como fazer um plano de negócios?
O plano é estruturado em etapas. Inicialmente, reúnem-se informações introdutórias para, em seguida, partir para pontos estratégicos e operacionais. Observe o passo a passo a seguir.
Sumário
Trata-se da primeira parte e contém o resumo das informações importantes do negócio. Os principais dados que devem constar no sumário são as seguintes:
descrição da sua empresa e os diferenciais que oferecerá ao mercado;
missão, visão e valores do seu negócio;
produtos ou serviços a serem comercializados, bem como seus benefícios para o consumidor;
investimento inicial;
localização;
quem serão os clientes, isto é, qual será o público-alvo.
Análise de mercado
Essa é a etapa principal do plano de negócios, pois ajudará a entender melhor o mercado, a concorrência e os hábitos de consumo dos clientes. Lembre-se de que não se trata de especulação. É preciso pesquisar bastante para se basear em dados reais. O primeiro passo é definir seu público-alvo. Em seguida, identifique suas necessidades e desejos. Verifique qual é a melhor forma de abordá-lo e fazer com que ele conheça seu produto.
Quanto mais você souber sobre os seus clientes, mais bem-sucedidas serão suas ações. Logo, procure entender os seguintes aspectos:
qual a faixa etária, gênero, escolaridade e renda;
onde costumam comprar;
quanto e como costumam pagar;
quais são suas maiores necessidades e como desejam que sejam supridas.
Do mesmo modo, pesquise sobre seus concorrentes, isto é:
como é a qualidade dos produtos oferecidos;
preços praticados e formas de pagamento;
horários de atendimento;
qualidade do atendimento;
por que conseguem vender;
como seu produto se destaca.
Por sua vez, entenda o comportamento dos seus fornecedores observando os seguintes fatores:
matéria-prima utilizada;
prazos de entrega;
condições de pagamento;
preços;
localização.
Plano de marketing
Nesse ponto, você deverá definir de que forma fará a divulgação do seu produto. Uma forma muito eficaz é integrar o marketing online com o offline. Ainda, é preciso descrever detalhadamente seu produto, preço e como será feita a distribuição, ou seja, venda apenas no local ou se haverá serviço de entrega.
Plano operacional
Na quarta etapa, determine os seguintes elementos:
produtividade;
carga horária de trabalho;
maquinário utilizado;
estoque necessário;
capacidade de distribuição;
prazo dos fornecedores.
Plano financeiro
Por fim, a última etapa é o planejamento financeiro, que envolve todos os gastos e investimentos do seu empreendimento para evitar que o seu orçamento fique descontrolado. Então, considere todas as despesas que deverão ser feitas, como compra de material, equipamentos, embalagens, custos com divulgação, espaço físico, entre outros.
O ideal é dividir os custos em fixos, investimentos pré-operacionais e capital de giro. Assim, você terá uma visão melhor sobre a saúde financeira da sua empresa.
Agora que você já sabe como fazer um plano de negócios, certamente reduzirá os riscos tão comuns a todas as empresas. Isso porque ele é uma ferramenta indispensável para uma gestão eficaz. Vale destacar que você deve manter seu planejamento atualizado e revisá-lo periodicamente para ajustá-lo sempre que necessário.