Categoria: Gestão

  • Tendências de vendas que ganharam força com a pandemia da COVID-19!

    Tendências de vendas que ganharam força com a pandemia da COVID-19!

    A pandemia da Covid-19 transformou o mundo de diversas formas. Com as medidas de isolamento social adotadas, muitas empresas tiveram que se desdobrar em soluções criativas para manter a competitividade.

    Nesse contexto, a tecnologia ajudou muito, já que as pessoas se voltaram para o meio digital para continuar consumindo com segurança. Alguns setores ganharam destaque e se tornaram tendências para o futuro próximo.

    Se você quer saber mais sobre essas tendências e de que forma elas podem impactar seu negócio, gerando novas fontes de renda, está no lugar certo. Boa leitura!

    E-commerce

    As compras pela internet explodiram no primeiro semestre de 2020, crescendo mais de 100% no período. O fato de diversas pessoas terem passado mais tempo em casa na tentativa de escapar da pandemia, a comodidade de comprar on-line e a possibilidade de receber suas mercadorias no conforto do lar fizeram toda a diferença.

    Assim, o e-commerce se tornou uma tendência duradoura. Por meio de poucos cliques, os potenciais clientes são expostos a diversas marcas, preços e níveis de qualidade, o que permite maior poder de escolha.

    Empresas que vendem na internet também costumam ter muitos canais de atendimentos, como chatbots, chats com colaboradores reais, telefone, WhatsApp etc. São muitas as vantagens desse modelo de negócio, o que explica seu crescimento recorde no período.

    A pandemia apenas acelerou o processo da migração de um grande número de pessoas para as compras on-line. As micro e pequenas empresas também conseguem se aproveitar do ambiente democrático do e-commerce, uma vez que essa modalidade não exige o aluguel de lojas físicas caras, por exemplo, e possibilita fazer tudo de casa.

    Cursos on-line

    Uma forma de desenvolver novas habilidades profissionais, mesmo sem sair de casa, é apostar nos cursos on-line. Além da comodidade de acompanhar as aulas direto do lar, com segurança, muitos deles oferecem a possibilidade de assistir os vídeos, rever os conteúdos e escolher os horários que sejam mais adequados para o seu aprendizado.

    Mesmo com a flexibilização das medidas de isolamento social, a tendência é de que os cursos on-line continuem fazendo sucesso. Com profissionais de alta qualidade ministrando as aulas, conteúdo relevante e a possibilidade de firmar sua empresa no mercado, eles se tornam uma ótima opção.

    Os cursos on-line são interessantes tanto para quem aprende quanto para quem domina uma habilidade e quer transmitir seus conhecimentos. Dessa forma, o profissional pode gerar uma nova fonte de renda e contribuir para a capacitação de outras pessoas.

    Assinatura de streaming

    A revista Exame definiu os resultados da Netflix, durante a pandemia, com um questionamento bastante sagaz: bom ou ótimo? A plataforma conseguiu mais de 15 milhões de assinaturas nos primeiros meses da pandemia. A explicação é simples: com mais gente dentro de casa, maior a demanda por atrações na TV.

    Como a Netflix e as outras plataformas, como a Amazon Prime, praticam preços bem mais amigáveis em relação aos planos de TV a cabo, a tendência é de que elas continuem lucrando ainda mais. A chegada do 5G ao Brasil, que deve ocorrer em breve e turbinará a nossa internet móvel, contribuirá para que a conexão aos serviços de streaming seja ainda mais estável.

    Mas isso não significa que só esses grandes players podem ganhar dinheiro com o streaming. Investir nessa opção é possível também para quem quer começar o próprio negócio e conta com conteúdo relevante para compartilhar com o público.

    Assim, empreendedores podem trabalhar com a venda de materiais de nicho para ganhar dinheiro na internet. Um exemplo é a criação de um portal com conteúdos específicos ou até mesmo a venda de assinaturas de cursos e tutoriais on-line — complementando a dica do tópico anterior.

    Com conteúdo de qualidade e bons professores, é possível disponibilizar pacotes na internet para pessoas que queiram aprender sobre determinados assuntos. Confira o nosso post sobre o assunto para entender melhor como elaborar o seu próprio curso.

    Locavorismo

    As medidas de isolamento social, necessárias para conter o avanço da pandemia, também foram acompanhadas pela valorização do comércio local. Como muitas pessoas passaram a se deslocar o mínimo possível, nada melhor do que comprar alimentos perto de casa.

    Essa tendência impulsionou uma forma específica de comércio alimentício, conhecida como locavorismo. Trata-se da prática de adquirir alimentos produzidos apenas por produtores ou pequenos negócios da região próxima à casa do consumidor — isto é, dando preferência ao que é desenvolvido localmente.

    A opção por esse tipo de consumo se relaciona às preocupações com o meio ambiente, que ganharam força com a pandemia. Com o locavorismo, os consumidores procuram alimentos mais frescos, que não se submetem às longas rotas que os produtos percorrem até chegar aos grandes supermercados, por exemplo.

    Assim, podemos dizer que os consumidores locávoros buscam práticas mais sustentáveis no trato com os alimentos. Trata-se de uma boa oportunidade de negócio para pequenos comerciantes, uma vez que esse público visa reduzir, por exemplo, o consumo de carne vermelha.

    Não deixe de conferir alguns movimentos que surgiram durante a pandemia para fomentar as micro e pequenas empresas locais, como é o caso do Mercado Azul, do Sebrae, e a iniciativa Ajude o Pequeno. Ambas possibilitam cadastro de novos negócios e facilitam a busca de acordo com cada região do país, o que ajuda a fomentar o empreendedorismo local.

    Videogames

    O Brasil já era um dos grandes mercados para desenvolvedores de games antes da pandemia. Com ela, os jogos passaram a fazer ainda mais sucesso: só na loja virtual OLX, a venda desses produtos cresceu mais de 40% durante o confinamento.

    Além disso, há jogos para todas as idades. É possível encontrar games dedicados ao público adulto, com muita ação, tiros e conflitos, mas também opções para as crianças. Também não é preciso ter um console caro para consumir. Isso porque o mercado de jogos para celular é um dos mais destacados na atualidade. Títulos como Free Fire, Among Us e Fortnite fazem muito sucesso também no smartphone.

    Para os varejistas, entrar no mercado de games é uma ótima opção. O empreendedor que tem uma rede de contatos fora do país pode se sair ainda melhor, já que ele poderá importar games e vendê-los por um preço adequado à realidade brasileira.

    Gamificação

    O sucesso do mercado de videogames é tão estrondoso que gerou até mesmo práticas profissionais. Estamos falando da gamificação: se trata de uma estratégia que usa mecânicas e características de jogos para engajar clientes.

    Uma forma de fazer isso é adotar um sistema de acúmulos de ponto à medida que o cliente adquire mais produtos, premiando os consumidores mais fiéis e incentivando outros leads a buscarem sua marca e progredir dentro dessa estratégia.

    Outro exemplo é contar com a ajuda de desenvolvedores para criar um aplicativo próprio. Por meio dele, será mais fácil medir o progresso dos clientes em sua interação com a marca. Com o app, o consumidor pode “passar de fase” toda vez que adquirir um novo produto ou serviço.

    De forma divertida e dinâmica, a empresa engaja essas pessoas e ainda moderniza a marca com o auxílio da tecnologia. Isso ajuda o negócio a se adaptar ao cenário atual, de transformação digital, e ainda explora uma tendência reforçada pela pandemia.

    Como vimos no texto, algumas tendências foram aceleradas pela pandemia e vieram para ficar. A boa notícia é que os empreendedores podem utilizar o potencial da tecnologia para pequenos negócios. É possível criar cursos on-line ou até mesmo desenvolver uma loja virtual do zero, por exemplo.

    Quer apresentar o artigo a outras pessoas? Então, compartilhe em suas redes sociais e chame todos para a discussão!

  • 4 razões para investir no desenvolvimento dos seus funcionários

    4 razões para investir no desenvolvimento dos seus funcionários

    Falar de investimentos, em tempos de crise, pode desanimar muitos gestores. No entanto, quando o assunto é desenvolvimento de funcionários, é essencial compreender como a iniciativa pode trazer retornos positivos e praticamente imediatos à empresa, justificando a implementação de um programa de treinamento.

    Neste artigo, separamos 4 razões que confirmam a relevância de apostar no desenvolvimento dos colaboradores. São benefícios que impactam a saúde da organização e a satisfação dos profissionais. Continue a leitura e veja como essa estratégia pode conduzir o negócio para o sucesso.

    1. Aumento da motivação e produtividade

    A primeira razão é que estratégias nesse sentido geram motivação nos contratados. Esse é o resultado da valorização do capital humano, que é percebida pelos profissionais e faz com que eles atuem com mais engajamento.

    Junto a isso, os conhecimentos adquiridos nos treinamentos aumentam a capacidade de performar com eficiência, diminui a quantidade de erros, além de propor as melhores soluções para cada desafio que aparece. Consequentemente, a produtividade e o rendimento da organização crescem impactados por esses aspectos.

    2. Retenção de talentos

    Mais uma vantagem que os empresários valorizam é o aumento da retenção de colaboradores. No cenário atual, a rotatividade tem sido motivada, em grande parte, pela falta de investimento dos empregadores no crescimento e satisfação dos profissionais.

    Com o mercado aquecido e altamente competitivo, as empresas passam a disputar os melhores talentos e vence quem oferece os benefícios mais atrativos. Assim, um programa sólido e que fomente o desenvolvimento profissional é algo que tanto atrai bons funcionários, como também evita o turnover.

    3. Melhoria do clima organizacional

    O clima organizacional é um reflexo da motivação e dos comportamentos dos colaboradores, assim como é uma mostra dos valores da empresa, sendo ou não aplicados na prática. Por isso, é comum que os indicadores de clima não estejam satisfatórios quando não há investimento no desenvolvimento de pessoas.

    Alguns profissionais podem não se sentir úteis, enquanto outros não se sentem valorizados pelo que fazem. O sentimento de estagnação na carreira e falta de desafios é outro motivo que prejudica o clima. Apostar em programas de treinamento se torna um remédio para esses problemas, transformando a visão que os funcionários têm de si mesmos e do negócio.

    4. Aumento do potencial inovador

    Com o investimento no desenvolvimento de funcionários, a organização também vai aumentar seu capital intelectual. Os conhecimentos acumulados e compartilhados, por cada colaborador, se tornam um motor para a criatividade e para a inovação. Afinal, só é possível inovar em um ambiente aberto para novas ideias e aprendizados.

    Essas mudanças se tornam uma vantagem competitiva para o negócio, que terá profissionais atualizados, prontos para adotar tendências e propor novas soluções que irão satisfazer o público.

    Parar de ver o desenvolvimento de funcionários como um gasto e passar a vê-lo como investimento é o primeiro passo para empresas que querem crescer e criar um ambiente atrativo para os melhores talentos do mercado.

    Investir em educação corporativa é essencial para desenvolver as habilidades e competências dos colaboradores. Acesse a loja do Sebrae Alagoas e descubra diversos cursos que podem colaborar para o aperfeiçoamento do seu time.

  • Saiba como fazer a redução de custos empresariais com eficiência!

    Saiba como fazer a redução de custos empresariais com eficiência!

    Cortar gastos dentro de uma empresa não é uma tarefa tão impossível assim. Difícil mesmo é conseguir a redução de custos empresariais sem comprometer os bons resultados e um alto nível de produtividade. Como fazer isso sem perder a competitividade?

    Pensando na resposta, preparamos um post especial com ações efetivas para realizar a redução de custos empresariais dentro da organização. Elas envolvem desde a possibilidade de mudança do regime tributário até o uso de tecnologia, passando pela automatização de ações de marketing.

    Continue a leitura para conhecer as nossas dicas!

    Reavalie seu regime tributário

    Nos primeiros anos de negócio, as empresas — principalmente as micro e pequenas — costumam alocar suas despesas no regime tributário Simples, uma vez que há uma crença comum de que é possível economizar ao final do mês.

    O problema dessa estratégia é que esse regime tributário nem sempre é o melhor para a empresa. A aparente redução de custos dessa opção também pode significar prejuízos futuros e até mesmo complicações com a Receita Federal.

    Para evitar isso, é uma boa ideia verificar se o regime fiscal é realmente o mais adequado para o volume de operações do seu negócio. É muito importante entender que a economia gerada no pagamento de impostos pode se transformar em recursos e investimentos em melhorias.

    Para fazer isso de forma adequada, busque a ajuda de consultores contábeis para compreender o melhor regime tributário da sua empresa e a possibilidade de modificá-lo da forma mais tranquila possível.

    Saiba negociar com seus fornecedores

    Renegocie os preços com fornecedores com os quais a sua empresa já mantém uma parceria sólida. Desse modo, sua organização combina o melhor de dois mundos: gastos controlados e serviço de alto nível.

    Mas não deixe de levar em consideração outros fatores: não basta simplesmente considerar os preços praticados e ignorar a qualidade do serviço prestado. Assim, avalie o histórico daquela parceria e os principais diferenciais daquele fornecedor.

    Com uma negociação bem-sucedida, sua empresa obtém melhores margens de lucro. Outra opção interessante é contar com mais de um fornecedor. Por isso, busque diversificar esse número para evitar o risco de ficar sem produtos no estoque ou sofrer com os preços mais altos, o que costuma ocorrer quando a companhia trabalha com um único parceiro.

    Otimize a contratação e a demissão de funcionários

    A empresa deve mapear todos os gastos que envolvem contratar ou demitir um colaborador. Além disso, os gestores podem trabalhar com o seguinte insight: é melhor admitir uma pessoa nova ou capacitar os colaboradores com quem a empresa já conta?

    Outros aspectos também devem ser levados em consideração na hora da demissão, como os custos relacionados aos direitos trabalhistas. Na admissão, os gastos com a adaptação do funcionário dentro daquele ambiente também não devem ser desprezados.

    Assim, antes de contratar, tenha a certeza de que o colaborador é realmente necessário e se não há, na própria empresa, alguém que tenha ambições similares à posição que precisa ser preenchida.

    Um trabalhador que esteja buscando novos desafios e queira trabalhar na área de programação, por exemplo, pode receber a capacitação adequada e assumir outro cargo na empresa.

    Há também a possibilidade de terceirizar algumas atividades. Isso é especialmente interessante quando o trabalho a ser desempenhado não faz parte das atividades-fim da empresa. Considere os custos envolvidos nas duas opções (contratação ou a terceirização) e o impacto no curto e médio prazos das duas opções.

    Use a tecnologia a seu favor

    Os recursos tecnológicos são verdadeiros aliados na modernização das atividades da empresa, mas desempenham um papel importante também na hora de economizar nos gastos. Um exemplo é a possibilidade de dispensar impressões desnecessárias.

    Por mais que os colaboradores façam tudo no computador, inclusive o compartilhamento de arquivos, ainda é comum que o consumo de papel seja altíssimo. Para desestimular esse hábito, os gestores devem incentivar a utilização de recursos eletrônicos para transmitir documentos.

    Tecnologias como a computação em nuvem são acessíveis a empresas de diversos segmentos e facilitam o compartilhamento de documentos. Além disso, os arquivos podem ser acessados até mesmo por smartphones, o que é ótimo para empresas que estimulam a mobilidade corporativa.

    Além disso, ao ter os arquivos sempre a um clique de distância, faz com que os colaboradores não precisem carregar diversos papéis e a empresa não precisa de uma estrutura física para alocá-los. Outro ponto de como a tecnologia pode ajudar é a possibilidade de realizar reuniões online.

    Em um cenário no qual o home office e o trabalho remoto cresceram consideravelmente, é possível realizar reuniões sem que as pessoas precisem se deslocar. Por meio de aplicativos como Zoom, Skype e Google Meet, os gestores conseguem manter encontros virtuais até mesmo com funcionários de outras filiais. Isso poupa gastos com viagens e despesas com transporte público.

    Automatize algumas ações de marketing

    Por falar em bom uso da modernidade, a automação de tarefas de marketing é a utilização de softwares e outras tecnologias para realizar ações de promoção e divulgação em larga escala. Por meio desse expediente, os colaboradores conseguem analisar e acompanhar as demandas e preferências dos clientes.

    Com essa automação, a empresa consegue agir de forma personalizada de acordo com o nicho no qual quer atuar, melhorando o relacionamento com os leads e clientes. Sendo o mais interessante que ele é capaz de reduzir a carga de trabalho manual nessa área, além de municiar os profissionais de vendas com dados atualizados.

    Com a redução de atividades manuais, é possível reduzir custos e o melhor: ainda gerar bons resultados! Com a automatização, tudo é conduzido de acordo com os padrões estabelecidos pela empresa, o que diminui os erros humanos e, consequentemente, o retrabalho. Com essa produtividade garantida, os colaboradores ficam livres para atuar em outras frentes dentro do negócio.

    Como pudemos ver no artigo, a redução de custos empresariais é uma meta possível, desde que sejam adotados os mecanismos necessários para manter a competitividade do negócio.

    Com o corte de gastos supérfluos ou otimizáveis, a empresa economiza recursos e dinheiro que podem ser alocados em outras áreas sensíveis da companhia, o que aumenta as suas oportunidades de lucrar.

    E aí, tem algo a dizer sobre o assunto? Então, não hesite em deixar seu comentário e compartilhar a sua opinião conosco!

  • Veja como fazer o controle de receitas e despesas da sua empresa

    Veja como fazer o controle de receitas e despesas da sua empresa

    Você sabe quais são as principais fontes de receita da empresa? Elas se referem a todo tipo de renda gerada pelo seu negócio, as quais estão relacionadas à venda direta de seus produtos ou prestação de serviço. Além disso, elas podem ser provenientes de outras fontes, como investimentos, aplicação de juros e venda de equipamentos.

    Já as despesas são os gastos relacionados à manutenção da sua empresa. No entanto, eles não estão relacionados diretamente aos produtos, mas sim a outros fatores, como transporte e alimentação de funcionários, aquisição de materiais de limpeza, entre outros.

    Todos esses itens precisam ser controlados rigorosamente para não impactar negativamente o seu fluxo de caixa.

    Se você não sabe como fazer isso de maneira eficaz, continue a leitura deste artigo até o final para conferir nossas dicas.

    Organize as receitas e despesas por categorias

    O primeiro passo para ter um melhor controle das despesas e das receitas da empresa é organizá-las por categorias. Quanto mais detalhista você for, melhor será o seu controle financeiro.

    Nesse momento, leve em consideração as datas em que as transações ocorreram, a fim de possibilitar a estimação de entradas e saídas por período. A origem dos valores também precisa ser identificada para que você saiba de onde os recursos vieram e para onde foram destinados.

    Por fim, lembre-se sempre de manter todos esses dados atualizados, uma vez que essa prática melhora a eficiência do seu controle e permite que falhas sejam reduzidas.

    Tenha um capital de giro

    O capital de giro se refere aos recursos financeiros necessários para manter a empresa em bom desenvolvimento. Ele é de suma importância para zelar e organizar as finanças da sua empresa, permitindo que ela tenha um crescimento sustentável sem precisar recorrer a linhas de crédito para conseguir sobreviver no mercado.

    Em suma, podemos afirmar que ele equilibra as finanças de um negócio, tornando-o mais competitivo e facilitando a sua expansão.

    Existem diversas maneiras de obter capital de giro. Você pode optar pela antecipação de recebíveis, empréstimos, financiamento empresarial, aporte de sócios, entre outras alternativas. Tudo vai depender do seu planejamento financeiro.

    Para saber quanto precisará para o capital de giro, você pode usar a seguinte fórmula:

    CG= (Contas a Receber + Estoque) – (Contas a Pagar)

    Utilize softwares especializados

    Controlar adequadamente as despesas e as receitas da empresa não é algo tão simples. Isso porque são muitos detalhes que precisam ser registrados para possibilitar uma análise eficaz dos dados e, assim, otimizar a sua tomada de decisão.

    Nesse caso, o uso de softwares especializados se faz indispensável, mesmo que a sua empresa ainda seja de pequeno porte, uma vez que essas ferramentas permitem o registro correto das informações, diminuindo a necessidade de retrabalhos em decorrência de equívocos.

    Existem diversos fornecedores de softwares financeiro no mercado. Ao escolher o seu, leve em consideração a segurança do sistema e se ele atende às necessidades da sua empresa.

    Capacite sua equipe

    Embora pareça uma atividade simples, o controle de despesas e receitas da empresa costuma ser bem burocrático. Por essa razão, é importante que você invista em capacitação para tornar a sua equipe cada vez mais eficiente. Seus colaboradores poderão encontrar maneiras mais eficazes de organizar esse trabalho, identificando tendências de mercado que auxiliam na otimização do controle.

    Agora você já sabe como fazer o controle das despesas e receitas da empresa. Para otimizar ainda mais essa organização, identifique as áreas que podem receber investimentos e que ajudarão o seu negócio a crescer e quais ativos devem ser guardados para projetos futuros.

    É importante também que você saiba como fazer a sua empresa crescer financeiramente de forma efetiva para conquistar mais espaço no mercado. Não deixe de conferir!

  • Saiba como montar uma planilha de controle de contas para sua empresa

    Saiba como montar uma planilha de controle de contas para sua empresa

    Uma planilha de controle de contas é, basicamente, uma maneira de organizar e mapear as despesas da empresa. Assim, será mais fácil controlar os gastos e monitorar a variação de um mês para o outro, por exemplo. De modo geral, ela é feita por meio de softwares como o Microsoft Excel.

    Neste artigo, falaremos das vantagens de contar com uma planilha de controle de contas e mostraremos as melhores ferramentas para realizá-la. Além disso, veremos um passo a passo detalhando como fazer isso no Excel. Acompanhe conosco!

    Quais são as vantagens de ter uma planilha de controle de contas?

    A planilha é uma ótima forma de documentar os seus gastos e prever investimentos. Caso você ainda seja um adepto do ato de registrar os seus custos em um caderno, é possível ter um ótimo substituto digital. Além disso, também não será mais necessário andar com uma calculadora para lá e para cá.

    Outra vantagem trazida pelo recurso eletrônico é a facilidade para edição das colunas e a realização dos cálculos de cada período. Como se não bastasse, a organização é mais detalhada.

    Isso porque os gastos podem ser categorizados com somas parciais, de acordo com cada tipo de despesa. Assim, será possível separar diferentes gastos e visualizar o impacto deles em todo o planejamento financeiro.

    Como montar a sua própria planilha?

    Agora que falamos das vantagens, é o momento de falar das ferramentas mais adequadas para criar uma planilha de controle de contas. Vamos conhecê-las!

    Excel

    O modo mais comum para fazer planilhas ainda é o bom e velho Microsoft Excel. Vamos começar com um exemplo: suponhamos que você queira registrar e descriminar os gastos de acordo com cada mês do ano.

    O primeiro passo é abrir o programa e escolher a opção “Pasta de trabalho em branco”. Depois, basta digitar os dados. Na coluna B2, você pode digitar “Janeiro”; na C2, “Fevereiro” e assim por diante. É uma boa ideia utilizar a coluna A1 para nomear os gastos.

    A partir daí, utilize todas as linhas da letra A para nomear as despesas. Assim, A1 pode ser a conta de água, A2 as despesas com energia elétrica, A3 os gastos com internet e telefonia. Comece a preencher os gastos de acordo com cada mês.

    Muitas pessoas podem torcer o nariz na hora de usar o Excel, mas basta dominar alguns comandos básicos do programa para desmistificá-lo. Na hora de realizar uma soma, por exemplo, é preciso escrever a operação que será feita e selecionar as células do cálculo.

    Suponhamos que queremos somar toda uma coluna, que representa um consumo anual. Ao checar no programa, a primeira informação vem na coluna B2 e a última, B16. Basta entrar com o seguinte comando para fazer a operação:

    =SOMA (B2:B16)

    Desse modo, você conseguirá somar todas os valores desembolsados de um mês e comparar com os meses seguintes. Basta selecionar as colunas respondentes e entrar com o comando acima.

    Google Planilhas

    Para quem quer outra opção de planilha bem tradicional, uma opção interessante é Google Planilhas, que já oferece alguns modelos prontos para você mapear os seus gastos. Para isso, basta preencher os ganhos e gastos e o programa realizará automaticamente as contas.

    Além disso, ele oferece, gratuitamente, um balanço do orçamento anual do negócio. Basta ter uma conta do Google e o acesso pode ser realizado de forma remota em dispositivos móveis, como celulares.

    Jimbo

    O Jimbo foi desenvolvido pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Ele conta com as funcionalidades tradicionais de um app de finanças pessoais e empresariais, uma vez que permite o registro e a categorização de despesas.

    Além disso, o usuário também consegue criar “sonhos”, isso é, metas de realização para a sua empresa. Ele está disponível tanto para o sistema operacional Android como para iOS.

    Como pudemos ver no artigo, há diversas maneiras de realizar uma planilha de controle de contas. Embora o Excel ainda seja uma referência clássica nesse sentido, é possível contar com aplicativos para otimizar o planejamento financeiro e o controle de gastos.

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  • Como manter o bom atendimento ao cliente durante e após a crise

    Como manter o bom atendimento ao cliente durante e após a crise

    A pandemia do novo coronavírus modificou hábitos antigos e estabeleceu práticas novas. O álcool gel, por exemplo, que antes era raramente encontrado nos estabelecimentos, se tornou onipresente. Além de proteger as pessoas, a mera ação de posicioná-lo na entrada da loja é uma forma de demonstrar aos consumidores que a empresa está atenta aos protocolos de saúde.

    Neste post, falaremos das principais medidas para manter o bom atendimento ao cliente, sem deixar de se adequar aos hábitos estabelecidos pela disseminação da doença. Acompanhe conosco!

    O que mudou e o que se manteve com a pandemia?

    Atender os clientes pela internet e pelo telefone se tornou uma prática mais comum. Afinal, muitos estados e municípios recomendaram o isolamento social como forma de escapar do vírus.

    Atualmente, a maioria dos negócios já reabriram as portas, mas a taxa de pessoas que ainda cumprem o isolamento social é significativa. Portanto, para manter um relacionamento próximo com o cliente, a empresa não pode deixar de lado a presença online.

    Qual o papel da tecnologia durante a COVID-19?

    Realizar reuniões entre os funcionários por aplicativos como o Zoom e o Skype se tornou uma rotina comum durante a pandemia. A boa notícia é que esse tipo de interação, à distância, também se tornou possível na hora de atender os clientes.

    Tecnologias ainda recentes, como os chatbots, se tornaram onipresentes durante a pandemia. Eles são atendentes virtuais capazes de responder a questionamentos simples e, em caso de perguntas mais complexas, direcionam o atendimento para os colaboradores.

    Como muitas empresas adotaram o regime home office, a tecnologia é fundamental para manter a qualidade do atendimento. Mesmo trabalhando em casa, os colaboradores podem se comunicar com os consumidores por aplicativos, como o WhatsApp, ou pelas redes sociais.

    Além disso, ao utilizar a computação em nuvem, os colaboradores e os gestores podem trocar arquivos importantes entre si e manter um bom nível de produtividade.

    Como atender clientes durante e a após a pandemia?

    Agora, é hora de entender os principais cuidados na hora de lidar diretamente com os clientes. É importante notar que a pandemia pode até ser controlada, mas é provável que o vírus continue entre nós por alguns anos. Portanto, esses hábitos devem ser mantidos por um bom tempo.

    Redobre a atenção durante a entrega

    Para se manterem competitivas, as empresas passaram a optar pelo delivery. Contudo, isso exige alguns cuidados básicos. Certifique-se de que seus entregadores estejam portando máscaras e, se possível, luvas.

    É interessante notar que companhias como o iFood ofereceram até mesmo a opção de delivery sem a necessidade de ter contato direto com o entregador.

    Invista na presença online

    Como mencionamos, com a relutância (ou até mesmo a impossibilidade) das pessoas saírem de suas casas frequentemente, a internet se tornou um ponto de encontro entre clientes e marcas.

    Por isso, garanta que a sua empresa mantenha uma boa presença online para não sumir do radar dos consumidores.

    Converse com os clientes

    Ok, a sua empresa investe na presença online. Mas como mostrar aos clientes que a companhia realmente se importa com eles? Não adianta propagandear o alcance digital da companhia e não oferecer uma resposta convincente. Por isso, uma boa dica é não demorar a responder os e-mails.

    Eles são um canal de comunicação fácil de usar e eficiente. Além disso, em casos mais complexos, realizar ligações será uma forma dinâmica de entrar em contato com as dores do consumidor e solucioná-las. Converse com os seus funcionários sobre a importância de perguntar aos clientes como eles estão se sentindo e quais problemas podem ser resolvidos.

    Perguntas simples, como “Como vai você? ou “O que podemos fazer para ajudá-lo?” são objetivas e mostram que a empresa se põe inteiramente à disposição para tirar dúvidas.

    Realize o follow up

    O follow up é o acompanhamento dos clientes logo após o primeiro contato. Com a evolução das técnicas de venda, ele se tornou uma parte fundamental da jornada de compra — que não mais se encerra com a venda do produto.

    Cumprir essa parte é muito importante para mostrar que a empresa se importa em construir uma relação de confiança mútua. Portanto, treine os colaboradores para manter o contato próximo com os consumidores.

    Dessa forma, os funcionários estarão cientes de todo o trajeto daquele cliente durante a jornada de compra. Ao colher respostas, será mais fácil avaliar os impactos gerados pela crise e pensar em diferentes formas de ajudar aquele consumidor.

    Um meio eficiente de fazer isso é estipular diretrizes de ações ao final de cada contato, além de agendar essa próxima interação. O follow up também pode ser utilizado quando as pessoas cadastram seus e-mails nos canais digitais da empresa. Dessa forma, a companhia terá um bom motivo para contatá-los.

    Adote rotinas de higienização

    Lidar com os clientes no meio online é fundamental, mas também é preciso pensar em formas seguras de lidar com eles (e com os funcionários) durante a pandemia. Posicionar frascos de álcool gel em pontos estratégicos da empresa, como na entrada e saída de pessoas, é fundamental para garantir que os colaboradores que saiam para atividades em campo se higienizem.

    Além disso, os clientes que vêm até a loja também notam que a empresa segue uma rotina rígida de higienização, o que melhora a reputação da organização entre essas pessoas. Eles também se sentirão mais confiantes e protegidos para ficar ali por mais tempo.

    Qual a importância da conscientização para o bom atendimento?

    Conscientizar seus colaboradores é essencial para mostrar aos clientes que a empresa não se descuida dos protocolos básicos em relação à pandemia. Portanto, marque palestras (no mínimo quinzenais, de preferência) para reforçar as ações da companhia nesse sentido.

    É crucial fazer os funcionários entenderem que a reputação da empresa está em jogo e que isso impacta diretamente na fidelização e manutenção dos clientes. Não adianta receber as pessoas com um sorriso no rosto e descuidar de ações básicas para garantir a proteção de todos durante a crise.

    Como vimos, manter o bom atendimento ao cliente tornou-se uma tarefa um pouco mais complexa. Além da eficiência e da educação no trato com as pessoas, os colaboradores devem levar em conta boas práticas de higienização, por exemplo. A empresa deve estar sempre atenta se quiser se firmar como uma organização comprometida com esses protocolos.

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  • Comunicação na empresa: por que você deve investir nessa área?

    Comunicação na empresa: por que você deve investir nessa área?

    Imagine uma empresa na qual não há qualquer tipo de comunicação e os colaboradores não recebem instruções claras sobre o que deve ser feito. E o pior: eles também não contam com a boa vontade dos gestores na hora de tirar dúvidas e receber feedbacks.

    Parece horrível, não é? Investir em comunicação na empresa é fundamental para manter um ambiente saudável e alinhado. Além disso, a prática também se estende para o público externo, influenciando a maneira com que a companhia se relaciona e interage com os clientes.

    Neste post, mostraremos os principais benefícios de fortalecer a comunicação na empresa, tanto para os funcionários como para os consumidores. Boa leitura!

    Aumentar a produtividade

    O investimento em comunicação interna é essencial para manter o bom funcionamento da empresa e melhorar a produtividade dos colaboradores.

    É a comunicação clara e transparente que transformará as metas e os objetivos do negócio em realidade. Ela funciona como uma via de mão dupla: tanto os gestores devem transmitir as tarefas de maneira objetiva, como os colaboradores também devem buscar seus supervisores para solucionar possíveis dificuldades e falhas nos processos.

    Reduzir os efeitos da crise

    Infelizmente, a pandemia do coronavírus causa instabilidade econômica. Para garantir que a empresa sobreviva, é fundamental investir na comunicação, tanto interna como externa. Afinal, ao lidar com um cenário sensível como o atual, todo o time deve trabalhar em conjunto.

    Isso envolve o alinhamento dos profissionais dos diversos setores que compõem a empresa, assim como o contato direto entre líderes e colaboradores. Ao acompanhar as atividades e repassar feedbacks e insights para seus funcionários, os gestores garantem um time que entende suas responsabilidades e o que deve fazer para manter a companhia forte no mercado.

    Outra boa iniciativa de comunicação externa é demonstrar aos consumidores as medidas que a empresa está adotando para proteger os seus colaboradores durante a pandemia e até mesmo divulgar as ações de responsabilidade social. Isso sinaliza aos clientes que a companhia trabalha junto com os seus funcionários e clientes, indo bem além da busca pelo lucro.

    Fortalecer a cultura organizacional

    A comunicação deve ser um dos pilares da cultura organizacional de qualquer negócio, mas nem sempre é assim. Não à toa, o meio empresarial tem o seu próprio termo para definir o problema: ruídos na comunicação.

    Comunicar-se de forma consistente em tempos de incerteza, principalmente quando falamos dos gestores, é fundamental. Isso serve não só para reforçar esse alinhamento como um valor da empresa, mas também como uma forma de reduzir a ansiedade e o estresse no ambiente de trabalho.

    O relacionamento é fortalecido por meio de reuniões frequentes, por exemplo — que podem ser realizadas até mesmo por chamadas de vídeo.

    Os gestores devem se colocar à disposição, estimulando a participação de todos. Isso ajuda a promover uma interação mais pessoal e estabelecer o companheirismo como um dos pilares da organização.

    Manter-se em contato com os clientes

    Até aqui, falamos bem mais da importância de manter uma boa comunicação interna. Contudo, há também o aspecto externo, isso é: o modo com que a empresa se relaciona com os clientes. Basta notar que as grandes companhias não deixam de lado os anúncios e a publicidade mesmo em tempos de crise.

    Esse comportamento mostra que os líderes dessas companhias entendem que é preciso fortalecer, cada vez mais, o vínculo com o público-alvo. Eles atraem novos consumidores e se mantêm no radar daqueles clientes em potencial.

    Além disso, entrar em contato com os clientes (por meio da interação direta nas redes sociais, por exemplo) mostra que a empresa não os esqueceu. É o momento, também, para fazer campanhas promocionais e programas de fidelidade, que sinalizarão que a companhia está ciente dos problemas econômicos que esses consumidores enfrentam durante um período de instabilidade econômica.

    Como diz o ditado popular: quem não é visto, não é lembrado. Ao reduzir significativamente seu contato com os clientes, a marca tende a ser esquecida por eles. Além disso, a comunicação é uma aliada natural da equipe de vendas, já que proporciona meios de fidelizar os clientes e demonstrar que a empresa realmente se importa com cada um deles.

    Agora que você entendeu a importância de investir em comunicação na empresa, coloque nossas dicas em prática, mas sem esquecer dos aspectos interno e externo.

    Assim, a companhia une o melhor de dois mundos: o cuidado com os seus colaboradores e conexão direta com os clientes, mostrando que a organização está atenta ao bem-estar daqueles que interagem com a marca

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  • 4 dicas para manter a produtividade e a motivação da equipe no pós-pandemia

    4 dicas para manter a produtividade e a motivação da equipe no pós-pandemia

    A pandemia do novo coronavírus trouxe algumas mudanças organizacionais. Muitos negócios foram obrigados a fechar as portas, enquanto outros seguiram à procura de estratégias para garantir o funcionamento e a eficiência das operações. Nesse contexto, um dos maiores desafios para as lideranças foi pensar em como manter a produtividade e a motivação da equipe.

    O home office foi uma das estratégias adotadas para as equipes atenderem às demandas profissionais durante o período de isolamento social. No entanto, é preciso lembrar que esse modelo de trabalho também é uma alternativa que pode ser adotada por sua empresa para que ela saia mais forte dessa fase.

    Você confere a seguir os impactos do trabalho remoto no ambiente pós-pandemia. Reunimos também quatro dicas que podem motivar os seus funcionários e, ao mesmo tempo, ajudar na manutenção da produtividade do seu negócio. Vamos lá?

    O impacto do home office na dinâmica e no trabalho 

    O trabalho remoto não fazia parte da estratégia de muitas empresas antes da pandemia, o que exigiu das lideranças uma reflexão sobre como orientar o trabalho da equipe à distância. À medida que esse modelo foi adotado, esses empreendedores perceberam que essa ferramenta pode atender diferentes tipos de negócios e áreas de atuação trazendo benefícios, como:

    • redução de custos operacionais e logísticos;
    • alinhamento do negócio às novas estratégias de gestão e operação;
    • atração e retenção de talentos que buscam novos modelos de trabalho;
    • melhoria da qualidade de vida dos colaboradores;
    • aumento da produtividade da equipe. Uma pesquisa apontou que funcionários, em regime remoto, trabalham mais de três semanas adicionais por ano em comparação com os colegas que vão para a empresa.

    Por isso, as empresas têm visto essa alternativa como uma maneira de manter a produtividade e a motivação da equipe do home office no pós-pandemia. Trouxemos 4 dicas que podem ser adotadas em seu negócio.

    1. Avalie o esquema de trabalho remoto

    Em conjunto com a equipe, construa uma estratégia que funcione para todos. Se o home office já foi adotado, investigue se as ferramentas e as ações adotadas até agora ajudaram a manter a produtividade.

    Se for iniciar esse esquema de trabalho, é preciso pensar sobre os métodos para a colaboração e a comunicação da equipe, bem como o tipo de acompanhamento das atividades e o suporte que a empresa irá oferecer aos colaboradores.

    2. Flexibilize os horários de trabalho

    Funcionários em home office nem sempre conseguem manter a rotina normal de 8 horas – divididas em dois blocos – especialmente se têm filhos em casa.

    Para manter uma equipe de alta performance, faça uma lista das tarefas a serem realizados pelo time, sinalizando também os prazos de entrega, mas permita que cada um organize o horário de trabalho de acordo com as necessidades individuais.

    Isso permite que eles consigam atender as demandas pessoais sem afetar a produtividade.

    3. Alinhe a missão, visão e valores da empresa 

    Reserve um momento da reunião para relembrar esses elementos, mostrando como eles estão presentes em todas as atividades realizadas pelo time.

    Os reforços desses valores conferem a identidade da empresa e ajudam o profissional a entender que, mesmo à distância, ele continua fazendo parte de uma equipe.

    Esse reconhecimento é um recurso importante para a empresa e faz com que o profissional se sinta mais estimulado e disposto a trabalhar. 

    4. Ofereça feedbacks frequentes

    O home office deixou muitos profissionais inseguros com essa nova dinâmica. Nesse sentido, o feedback constante é uma maneira de mostrar à equipe como ela tem se saído trabalhando remotamente.

    Antes de apresentar os pontos a melhorar, é importante reconhecer os esforços do time na adaptação a esse novo regime de trabalho.

    Para crescer na crise, as empresas precisam se adaptar. O home office é uma ferramenta com impactos positivos para os negócios e que também atende as demandas dos empreendedores, além de manter a produtividade e a motivação da equipe durante e após a pandemia.

    Gostou das nossas dicas? Compartilhe o artigo nas redes sociais e ajude outros empreendedores a tornarem os colaboradores mais motivados e produtivos.

  • Faça gestão financeira e aumente o faturamento de sua empresa!

    Faça gestão financeira e aumente o faturamento de sua empresa!

    O controle das finanças é algo que deve fazer parte da rotina do empreendedor, afinal, ele oferece um direcionamento para realizar investimentos assertivos, além de fazer com que o empresário seja capaz de identificar despesas desnecessárias.

    A crise é o momento mais adequado para olharmos para os dados provenientes do planejamento financeiro. Com esse olhar, será possível enxergar cenários positivos e proteger o seu negócio, de modo que ele passe pelas turbulências e ainda tenha chances de crescer.

    Confira nossas dicas de como fazer gestão financeira nesse contexto.

    Trace os cenários

    Entender qual vai ser sua movimentação, em um momento de crise, depende da análise financeira do negócio. Nesse momento, você deve estudar o cenário e identificar formas de reduzir despesas, viabilizar recursos para gastos indispensáveis e entender qual será o papel de sua empresa no mercado.

    Traçar os cenários significa, basicamente, estudar possíveis caminhos que mantenham sua empresa em atuação e gerando receita. Para isso, talvez seja necessário adiar aquele investimento que estava pensando fazer. Mas, quem dará as cartas é a sua gestão financeira e os dados que ela oferece.

    Analise as despesas

    Reúna todas as despesas de sua empresa e – friamente – as divida entre coisas essenciais e não essenciais. Se pensarmos nas despesas de uma família, por exemplo, a escola das crianças estaria nas despesas essenciais. Já as aulas de futebol, por mais importantes que sejam, podem estar entre as despesas não essenciais.

    Essa análise vai ajudá-lo a entender se há possibilidades de poupar o caixa, ao menos agora, e a administrar com mais assertividade os recursos da empresa.

    Negocie os prazos com os fornecedores

    Por mais que o contexto de crise seja preocupante, recomendamos que você mantenha um bom relacionamento com seus parceiros de negócio, entre eles, os fornecedores.

    Se em sua gestão observou que há a possibilidade de não cumprir com o pagamento, como era de praxe, negocie o prazo de modo que os dois lados se beneficiem.

    Busque novas estratégias de vendas

    O importante é não parar de vender! Além de gerar receita, as vendas tornam o seu negócio presente na vida do consumidor. Procure fazer com que sua marca e seus produtos sejam sempre lembrados.

    Se os clientes não podem ir até você, vá até eles. Experimente o esquema de delivery. Adapte seu produto, adquira embalagens específicas, faça de suas entregas uma verdadeira experiência.

    Lembre-se de que a crise afeta a todos, inclusive seus clientes. Faça com que eles vejam seu negócio como um braço direito, um apoio, um conforto na adversidade.

    Embora gere desconforto e sensação de insegurança, a crise faz com que você repense determinados hábitos e se atente para as novas tendências no setor e nos hábitos de consumo. Mas, para se guiar nesses novos caminhos, é preciso saber como fazer gestão financeira de forma eficiente. Por isso, não deixe de levar em consideração todas as dicas deste texto!

    Para mais informações como essa, continue acompanhando as dicas do Sebrae nas redes sociais! Curta nossa página no Facebook.

  • Como se preparar para a retomada ao trabalho no pós-pandemia?

    Como se preparar para a retomada ao trabalho no pós-pandemia?

    Com a reabertura da economia e a flexibilização das medidas de isolamento social, as empresas estão, gradualmente, retomando suas atividades. Porém, para que o retorno ao trabalho pós-pandemia ocorra de forma segura, alguns novos protocolos serão fundamentais, além de mudanças no ambiente físico corporativo. 

    Os novos layouts de trabalho dependerão muito das atividades de cada empresa. Uma loja, por exemplo, opera de maneira distinta de um escritório ou de uma fábrica. No entanto, em qualquer um desses ambientes, os cuidados com higienização e o distanciamento dos colaboradores serão essenciais.

    Quer saber como garantir o retorno ao trabalho presencial de forma segura? Então, acompanhe as nossas dicas! 

    Como organizar o ambiente de trabalho pós-pandemia? 

    Várias medidas serão necessárias para manter a segurança dos colaboradores e também da coletividade. A conscientização de todos, acerca dos riscos e da importância do comportamento seguro, será o elemento mais importante para minimizar os riscos de contágio e de transmissão de doenças.

    Para tanto, investir em comunicação, reorganizar a dinâmica corporativa e promover adequações físicas são ações imprescindíveis. Confira! 

    Equipamentos de proteção 

    O uso de máscara é essencial. Além dela, dependendo da atividade, luvas ou mesmo máscaras do tipo face shield são necessárias. O fornecimento do equipamento de proteção individual (EPI) é uma obrigação do empregador, que deve orientar sobre o uso correto e fiscalizar a utilização por parte de toda equipe. 

    Mudanças no espaço físico 

    É importante que os ambientes sejam adequados de forma a manter o distanciamento entre os colaboradores. Assim, o afastamento de mesas ou a readequação dos escritórios é importante. Uma alternativa para locais com pouco espaço disponível é o uso de divisórias de acrílico. 

    Além disso, portas e janelas devem permanecer abertas, de forma a garantir a circulação do ar. No caso das portas, essa medida também é importante para evitar a necessidade de contato com maçanetas. 

    Em lojas ou outros empreendimentos, nos quais o consumidor efetua o pagamento diretamente no caixa, além de divisórias de acrílico, é válido fazer demarcações no piso, para evitar aglomeração. Os clientes e funcionários precisam estar seguros.

    Empresas com refeitórios coletivos ou vestiários também precisam adotar cuidados extras para evitar a presença de muitas pessoas nesses ambientes. Nesse caso, o ideal é organizar a jornada de trabalho de forma que os horários dos colaboradores não coincidam. 

    Vela a pena, também, instalar dispensers de álcool em gel 70% na entrada da empresa, próximos aos refeitórios e sanitários. Nas pias, sabonete líquido e toalhas descartáveis são imprescindíveis.

    Novos comportamentos 

    Além das adequações do espaço físico, as empresas devem instituir novos protocolos de proteção aos funcionários. O ideal é que aqueles que puderem permanecer em home office continuem executando suas atividades à distância, ao menos na maior parte do tempo. Para os que precisarem comparecer à empresa, vale adotar alguns cuidados: 

    • avalie a possibilidade de mudanças no horário de trabalho, de modo a evitar que os colaboradores utilizem transportes públicos em momentos de pico;
    • faça aferição de temperatura assim que o colaborador chegar em empresa. Se houver sinais de febre, tosse ou outros sintomas de doenças respiratórias, o funcionário deve ser afastado por alguns dias;
    • intensifique a comunicação sobre a importância das medidas preventivas. Oriente as equipes sobre os procedimentos necessários de higiene, uso de máscaras e o descarte (ou higienização) das mesmas;
    • evite a realização de reuniões ou treinamentos em ambientes fechados. Por enquanto, o essencial é que esses eventos aconteçam apenas por videoconferência.

    A mudança de rotinas garante a segurança do trabalho pós-pandemia? 

    É fundamental que os gestores se capacitem para garantir o retorno ao trabalho sem riscos. Com as orientações adequadas e a adoção de protocolos rígidos de higiene e segurança, os colaboradores se sentirão confiantes e motivados para voltarem às atividades rotineiras, mantendo sua produtividade. 

    Com cautela, o retorno ao trabalho pós-pandemia é seguro e fundamental para garantir a sustentabilidade financeira das empresas, que geram emprego e renda para muitas famílias.

    Quer garantir os melhores resultados para sua empresa nesse momento de retomada? Então, confira como melhorar o posicionamento de sua marca!