Categoria: Gestão

  • Saiba como controlar gastos internos da empresa

    Saiba como controlar gastos internos da empresa

    Controlar gastos internos, dentro de uma empresa, exige disciplina. Afinal, não basta apenas formular as melhores práticas: é preciso garantir que elas estejam sendo cumpridas, principalmente pelos gestores, uma vez que o comportamento deles influencia todo o time.

    Pensando nisso, elencamos algumas dicas sobre como controlar gastos e transformar essa meta em um pilar duradouro do negócio. É importante destacar que o nosso país passa por uma crise financeira, então economizar se tornou uma tarefa obrigatória. Boa leitura!

    Avaliar se os fornecedores atuais são os que geram o melhor custo-benefício

    Revisar o time de fornecedores pode ser uma tarefa dura, especialmente se a parceria é longa. Contudo, ainda que a sua empresa tenha total confiança nesse trabalho em conjunto, vale a pena investigar o mercado por condições melhores.

    Isso é ainda mais importante no contexto atual, por conta da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. É o momento de buscar diferentes meios de cortar gastos, revisar contratos e encontrar novos parceiros.

    Ao encontrar preços mais baixos e outras condições de pagamento, sua empresa poderá se resguardar financeiramente nesse momento difícil.

    Analisar os impostos que estão sendo pagos

    É importante destacar que nem sempre a empresa está no enquadramento jurídico mais adequado para as suas obrigações fiscais. Uma boa ideia é buscar uma consultoria aprofundada com os contadores com que a empresa trabalha para estudar outras opções de planejamento tributário.

    Isso deve ser feito de forma conjunta com profissionais que entendam bem dos aspectos jurídicos dessa mudança. Portanto, nada de tomar decisões arbitrárias baseadas em uma pesquisa superficial, afinal os efeitos dessa escolha são de longo prazo.

    Acompanhe o rendimento e a produtividade dos funcionários

    Controlar os gastos de uma empresa também tem a ver com a avaliação dos custos de pessoal, principalmente em momentos de instabilidade econômica. Isso porque a força de trabalha representa o maior custo fixo de qualquer organização.

    Por isso, é necessário garantir que cada colaborador esteja dando o retorno desejado ao negócio. Avalie a produtividade de cada um deles, verificando quem está realmente agregando valor ao negócio. Dependendo dos resultados, considere terceirizar certas funções ou contratar profissionais autônomos.

    Caso você prefira apostar nas pessoas que já estão na empresa, estabeleça campanhas e recompensas apropriadas para trabalhadores que encontrem maneiras efetivas de reduzir as despesas. Com isso, você estimula a competição saudável e ainda reforça uma cultura de corte de desperdícios no negócio.

    Invista em marketing orientado por dados

    Já ouviu falar sobre a automação e o Big Data Marketing? São estratégias digitais para fomentar os leads de forma objetiva, além de extrair conhecimento relevante para a empresa.

    A primeira delas consiste no envio de mensagens automáticas de acordo com o estágio na jornada de compra, enquanto a segunda prospecta oportunidades com base no estudo do histórico digital e das redes sociais, por exemplo.

    Dessa forma, será mais fácil criar estratégias bem direcionadas, de acordo com o estágio do cliente em potencial na jornada do consumidor. Trata-se de uma forma de utilizar a tecnologia para municiar os gestores e a equipe de vendas com informações mais embasadas.

    Livrar-se das dívidas

    Essa dica pode parecer óbvia, mas é fundamental pensar com cuidado em tudo o que envolve essa despesa. No processo de controle de gastos, o ideal é que você comece a buscar formas rápidas e eficientes de eliminar os débitos. Assim, verifique a possibilidade de renegociar o que a empresa deve e de liquidar as dívidas de menor valor.

    Juros cobrados pelos bancos e instituições financeiras são prejudiciais ao aporte de capital, uma vez que podem se acumular — gerando o efeito conhecido como “bola de neve”. Além disso, ao não pensar muito nas dívidas, o gestor pode acabar perdendo a noção dos débitos, o que aumenta as dificuldades em liquidá-los.

    Assim, tente renegociar os valores mais expressivos (isso é, as dívidas mais elevadas) e evite postergar o pagamento dos débitos mais leves, buscando a liquidação imediata. Dessa forma, será mais fácil reduzir o passivo que atinge o orçamento da empresa.

    Utilize a sinalização

    Você já deve ter topado com uma plaquinha sinalizadora na sua empresa, certo? Mensagens comuns são “Cuidado: piso molhado” ou até mesmo aquelas que demonstram a localização de certos setores. O interessante é que esse é também um meio para estimular os colaboradores a adquirir bons hábitos.

    Portanto, pense na possibilidade de adotar plaquinhas com mensagens como:

    • “Apague a luz”;
    • “Imprima somente aquele que for realmente necessário”;
    • “Traga sua própria caneca (ou garrafinha) de água”.

    Além de servirem como lembretes constantes, elas também acabarão sendo absorvidas pelo inconsciente de trabalhadores. Isso é fundamental para fortalecer uma cultura de economia e redução de desperdícios.

    Estimule uma cultura de economia de custos

    Estimular uma cultura de economia de redução de custos não é somente repetir frases à exaustão e esperar que os colaboradores magicamente adotem aquele comportamento. Também é fundamental mobilizar a equipe para colaborar nessa empreitada.

    Isso pode ser feito de uma maneira que estimule a competição saudável e premie as boas ideias. Que tal, por exemplo, oferecer brindes e descontos para as melhores ideias de economia do mês? Uma caixinha também pode ser posicionada, na entrada da empresa, para que os colaboradores depositem suas sugestões.

    Desse modo, você integra os seus colaboradores e estabelece uma cultura positiva aos poucos, por meio de ações criativas e participação de todos. A empresa se torna uma grande família, repleta de boas ideias.

    Revisar o estoque

    Revisar o estoque tem a ver com perceber se determinado produto ou serviço está sendo realmente vendido. É preciso notar que a fabricação, a divulgação e toda a estratégia destinada à comercialização têm custos significativos. Portanto, não hesite em eliminar mercadorias que não estejam dando retorno.

    Agora que você sabe como controlar gastos em sua empresa, já pode colocá-las em prática. Os gestores têm um papel fundamental nessa empreitada, uma vez que eles estabelecerão o novo padrão de comportamento. Até por isso, também devem servir como um exemplo para seus colaboradores, sempre reforçando a importância de cortar custos supérfluos.

    Gostou do artigo e quer controlar os custos de forma mais precisa? Então, leia o nosso post sobre como montar uma planilha de controle de contas para a sua empresa!

  • Quer saber qual a importância do fluxo de caixa? Veja aqui!

    Quer saber qual a importância do fluxo de caixa? Veja aqui!

    O fluxo de caixa é uma maneira simples e eficiente de garantir o controle financeiro dentro da empresa. Basicamente, ele se trata do registro diário das entradas e saídas de dinheiro. Além disso, por meio dele, é possível controlar as contas a pagar e a receber.

    Para você entender melhor a importância do fluxo de caixa para o negócio, preparamos algumas dicas valiosas para você realizar esse trabalho dentro da sua empresa e colher os resultados de um controle financeiro apurado. Siga a leitura!

    Registre as movimentações financeiras

    Para garantir um fluxo de caixa de respeito, é muito importante entender que todas as movimentações financeiras da empresa devem ser registradas — independentemente do valor ou se elas correspondem a entradas ou saídas do caixa.

    Ao tomar esse cuidado, será possível descobrir quais são as principais despesas do negócio, além de controlar os pequenos gastos (que podem parecer irrelevantes em um primeiro momento, mas que vão se acumulando a longo prazo) e descobrir onde é melhor investir dinheiro, além de implementar mudanças de modo a reduzir os desperdícios.

    Quando os gestores conseguem registrar todas essas entradas, eles conseguem verificar as principais fontes de receita do negócio e estudar meios de otimizá-las.

    Mapeie as entradas e saídas de dinheiro

    Tão importante quanto registrar as movimentações financeiras (por menores que elas possam ser) é separar as receitas e despesas e categorizá-las adequadamente. Assim, será possível identificar os principais tipos de entradas e saídas de caixa dentro da empresa.

    Uma boa dica para conseguir isso é ser o mais específico possível na hora de categorizar as receitas e despesas, até mesmo como um meio de entender melhor como os gestores utilizaram os recursos — e mapear de onde eles saíram.

    Pensar nos cenários de curto e longo prazo

    Outro diferencial significativo que serve como incentivo para manter o fluxo de caixa atualizado é que esse trabalho garante a possibilidade de analisar os cenários de curto e longo prazos. Isso porque essa atividade mostra se a companhia está vendendo bem, identifica os produtos com mais saída e onde os recursos estão sendo gastos, por exemplo.

    Uma maneira de realizar essa análise e visualizar os pontos críticos do orçamento é por meio do chamado fluxo de caixa projetado. Trata-se de uma ferramenta que ajuda os gestores com a projeção de entradas e saídas financeiras da empresa durante um determinado período.

    O primeiro passo para aplicá-lo é determinar o intervalo de tempo no qual será projetado o fluxo de caixa. Uma boa ideia é definir no mínimo 30 dias, com a possibilidade de trabalhar com períodos maiores no futuro.

    A segunda etapa envolve mapear entradas e saídas que sejam frequentes, como contas de luz, água e pagamento da folha de funcionários. Destacadas todas as saídas, é hora de fazer o mesmo com o dinheiro que entra na empresa.

    É importante levar em conta os prazos e as condições de recebimento. Se a sua empresa recebe pagamentos em parcelas, por exemplo, é fundamental considerar isso na projeção.

    Faça controle diário

    Para garantir o devido acompanhamento do fluxo de caixa, os gestores devem realizar o controle diário das finanças do negócio. Antes de decidir encerrar um dia de trabalho, os líderes devem analisar a situação das próximas semanas, observando fatores como:

    • próximas contas a pagar e a receber;
    • identificar pagamentos em atraso;
    • analisar clientes que devem ser cobrados, entre outros.

    Assim, é necessário ter em mente que falhas no trabalho diário de garantir um bom controle de caixa, comprometem as tomadas de decisões e prejudicam o crescimento da empresa, já que afetam a saúde financeira da organização.

    Utilize as métricas adequadas

    Para se certificarem de que a empresa está realmente alcançando os resultados financeiros projetados, os gestores devem estabelecer métricas e monitorá-las frequentemente. Entre os indicadores mais valiosos para o fluxo de caixa, estão o faturamento, o saldo e o lucro.

    O faturamento se relaciona à quantidade de dinheiro que a empresa realmente recebe. Já o saldo tem a ver com o valor que sobra em caixa quando as despesas das receitas coletadas são eliminadas da equação. Os gestores devem trabalhar para que ambos estejam sempre com um saldo positivo (quando as entradas superam as saídas).

    Por último, o lucro é a métrica que define efetivamente o quanto a empresa realmente faturou. Ele é dividido em bruto e líquido. O primeiro deles é o valor positivo que sobra após a diminuição dos custos de produção da receita obtida. A fórmula é a seguinte:

    Lucro Bruto = Receita – Custos

    Já o lucro líquido é mais detalhado, uma vez que leva em conta também os custos fixos (aqueles que aparecem de forma contínua, como gastos de aluguel, salários e contas de água e luz) e os variáveis (que se modificam de acordo com o consumo, como o combustível utilizado pelos veículos da empresa). Sua fórmula é:

    Lucro Líquido = Lucro Bruto – Custos Fixos

    Por meio desses cálculos simples, será possível mensurar o crescimento da empresa. Eles são de fundamental importância para controlar o fluxo de caixa de forma precisa. Contudo, é importante destacar que essas fórmulas não contam com outras variáveis, como os tributos.

    Use a tecnologia a seu favor

    A boa notícia é que o fluxo de caixa pode ser feito até mesmo com as famosas planilhas de excel. Porém, caso você precise de uma solução tecnológica mais robusta, é possível procurar profissionais para desenvolver um programa especializado para realizar o gerenciamento, como um software de gestão.

    Ter o auxílio de um bom software ajuda os gestores a concentrar todas as informações necessárias em um só lugar, o que facilita a tomada de decisão mais embasada e precisa. Além disso, um sistema desenhado para sua empresa diminui as chances de erros nos processos, tornando o acompanhamento diário mais simples e rápido.

    Caso você opte mesmo pelas planilhas eletrônicas, não deixe de visualizar as entradas, saídas, investimentos e outras operações financeiras. Os gastos mensais também devem ser registrados, não deixando de lado os custos fixos. Para deixar tudo mais organizado, tente separar as despesas por cores.

    Agora que você entendeu a importância do fluxo de caixa, já pode aplicar essas dicas ao seu negócio e concentrar informações relevantes sobre a entrada e saída de recursos dentro da empresa. Ele proporciona um registro fiel das operações diárias, mensais e anuais e facilita o monitoramento por parte dos líderes e daqueles que formulam as estratégias financeiras da companhia.

    Gostou do artigo e quer facilitar a realização do seu fluxo de caixa? Então, acesse as nossas planilhas financeiras!

  • Veja como a sua empresa pode lidar com a instabilidade econômica!

    Veja como a sua empresa pode lidar com a instabilidade econômica!

    Crises financeiras e instabilidade econômica assombram empreendedores e consumidores. Elas são ainda piores quando ocorrem por conta de um fator extraordinário, como a pandemia do novo coronavírus, uma vez que pegam todos de surpresa.

    Neste post, elencamos algumas dicas para que a sua empresa, independentemente do segmento, consiga lidar com a instabilidade econômica e lucrar mesmo nesse contexto de crise. Além de ter mais atenção aos gastos, você entenderá como a criatividade deve ser estimulada principalmente em momentos como esse. Siga a leitura!

    Controle os custos

    Em tempos de crise, fica mais fácil observar os desperdícios cotidianos dentro do negócio. Nos períodos de bonança, eles costumam nem mesmo serem notados, o que faz com que muitas empresas só tomem nota desses gastos quando o dinheiro começa a escassear.

    Portanto, é fundamental ter algumas ideias para reduzir custos dentro da empresa e manter o controle dos gastos, mesmo que as vendas não estejam sendo tão afetadas. Inclusive, cortar custos supérfluos deve ser uma ação rotineira, não somente em tempos de crise.

    Quanto mais gastos a sua empresa tiver, menor será a lucratividade. Por isso, analise os processos com atenção para identificar focos de desperdícios provenientes da má utilização dos recursos. Uma boa ideia é prestar atenção aos custos fixos e variáveis.

    Os fixos são aqueles dos quais a empresa não pode fugir, como o aluguel dos imóveis onde ficam as lojas, gastos com internet e energia elétrica. O último exemplo merece uma explicação: o preço das tarifas pode sofrer mudanças ao longo de um ano, por exemplo, mas esse custo é denominado fixo porque ele não pode ser evitado.

    Já os variáveis correspondem às despesas que aumentam ou diminuem de forma proporcional, de acordo com o uso de determinado serviço. Alguns exemplos envolvem os pagamentos direcionados aos fornecedores, matérias-primas e custos com mão de obra terceirizada.

    Portanto, antes de sair cortando gastos de forma indiscriminada, foque nos custos variáveis. Serviços que são realizados por profissionais terceirizados, por exemplo, podem ser repassados para o time interno. Do mesmo modo, caso a equipe esteja sobrecarregada e seja mais produtivo contar com pessoas qualificadas de fora, dê uma chance a esse modelo.

    Use a gestão financeira a seu favor

    Realizar uma boa gestão financeira dentro da empresa é fundamental para contornar as dificuldades. Gerir o negócio de forma precisa, durante uma crise, envolve o acompanhamento do fluxo de caixa de perto, além da vigilância em relação aos investimentos e despesas.

    Isso porque, manter as finanças sob controle garante que a empresa não acabe gastando mais do que realmente deve. Além disso, esse cuidado também ajuda a organização a mapear oportunidades significativas que surgirem.

    Em períodos de crise, controlar o fluxo de caixa – sem comprometer os bons resultados – é o maior desafio das empresas, independentemente do setor no qual ela atua. Para realizar esse processo, a principal preocupação deve ser acompanhar continuamente as receitas.

    Esse monitoramento garante que as empresas obtenham capital de giro e ainda sejam autossustentáveis ao utilizar o capital próprio ao longo de uma crise econômica. Em outras palavras, elas evitam contrair empréstimos ou financiamentos que possam comprometer a sua organização financeira logo à frente.

    Para realizar um bom gerenciamento do fluxo de caixa, é muito importante que os gestores estejam atentos ao total de entradas e saídas no caixa, assim como os saldos finais. Por meio dessa análise, a empresa entenderá quais são as previsões possíveis para que a sua situação financeira esteja positiva até o mercado se estabilizar novamente.

    Isso pode ser feito por meio de planilhas de acompanhamento, nas quais todas as informações devem ser registradas — em uma periodicidade quinzenal ou mensal, por exemplo. Em um cenário de crise, esse controle precisa ser intensificado.

    Assim, a empresa não será pega de surpresa por dívidas superiores às que ela pode arcar. Além disso, esse processo fará com que a companhia possa procurar soluções em tempo hábil para os problemas financeiros.

    Invista em resultados rápidos

    Antes da crise, sua empresa estava com planos ambiciosos de abertura de novas filiais ou até mesmo pretendendo realizar aquisições? Bom, talvez seja melhor deixar esses planos de lado, ao menos por enquanto. Isso porque, qualquer investimento além do necessário resulta em alto risco para o negócio.

    Contudo, isso não significa que a empresa deve ficar totalmente estagnada, torcendo para que tudo melhore magicamente. Uma boa ideia para sobreviver à instabilidade econômica é empregar os recursos financeiros em atividades que ofereçam resultados mais rápidos.

    Assim, é possível investir na ampliação do nicho de mercado explorando um produto já existente, por exemplo. A empresa poderá realizar pequenas modificações para que ele seja capaz de corresponder às expectativas de um novo público.

    Outra medida interessante é ofertar os serviços em outras regiões e abrir novos canais de venda, fazendo com que a empresa entre no radar de outras pessoas. Uma boa pedida é diversificar as redes sociais para atrair mais clientes para os seus produtos.

    Outro exemplo é pegar as mercadorias mais vendidas e oferecê-las em kits promocionais acessíveis e vantajosos. Analise também a possibilidade de modificar a precificação, certificando-se de que a sua oferta seja condizente com a realidade do mercado.

    Pense no longo prazo

    Os períodos de instabilidade econômica costumam ser cíclicos. Mesmo sem um acontecimento fora do comum, como a pandemia, o mercado impõe desafios aos empreendedores. Entender essa característica é fundamental para compreender o momento de investir — e também a hora de segurar o investimento.

    Portanto, é preciso ter em mente de que a crise tem fim. Os gestores não devem deixar o planejamento de longo prazo de lado e sim pensar no futuro e acompanhar a movimentação do mercado. Isso o ajudará a compreender o melhor momento para retomar seus investimentos.

    Invista em marketing

    O marketing é outra maneira de reforçar a presença da empresa nos canais digitais. Sendo assim, uma boa ideia é criar um blog com conteúdo relevante, de acordo com o que você vende. Ao pesquisar temas similares na internet, as pessoas encontrarão a sua página. Com textos de qualidade, a tendência é que que a sua empresa se torne autoridade para esses leitores.

    Além disso, você pode desenvolver estratégias de automação e e-mail marketing, que direcionarão as ações de acordo com o estágio da pessoa na jornada de compra. Dessa forma, a companhia passa a contar com uma estratégia automatizada para buscar clientes, enquanto os colaboradores se concentram em outras atividades.

    Por fim, divulgue as ações da sua empresa em relação aos cuidados com os clientes e colaboradores durante os períodos de isolamento social. Isso ajuda a humanizar a marca e mostra ao público os valores defendidos por ela, gerando empatia e identificação.

    Inove

    Comentamos sobre a ideia de investir naquilo que produza resultados mais imediatos, certo? Porém, isso não significa que a empresa precise abandonar qualquer tipo de inovação. É possível ser criativo mesmo no contexto de crise.

    Uma matéria da Folha de S. Paulo mostra como algumas pessoas têm utilizado a tecnologia para manter a empresa produtiva. Uma companhia que vende motos montou um mostruário virtual completo, com a ajuda de clientes fiéis para esclarecer dúvidas de clientes em potencial. Além de grupos em aplicativos de mensagens – como o Telegram ou o WhatsApp – que passaram a ser usados para apresentar as especificidades das motos.

    A empresa também adotou um sistema inovador: quem indica um novo cliente ganha pontos, que podem ser trocados por mercadorias ou por créditos para a compra de produtos mais caros. Trata-se de um exemplo de empreendedores que conseguiram inovar mesmo em tempos de crise e instabilidade econômica.

    Outra opção que cresceu bastante foi a venda online, além dos serviços de delivery. Por mais que a taxa de isolamento social tenha caído, muitas pessoas ainda estão preferindo ficar em casa (o índice atual de confinamento ultrapassa os 30%).

    Portanto, a venda online e o delivery ainda estão com uma ótima demanda. Não deixe de explorar essas opções para se destacar em meio à concorrência.

    Como pudemos ver no artigo, a instabilidade econômica afeta negativamente os negócios, exigindo atenção redobrada dos gestores. No entanto, cuidar dos gastos com atenção não significa que você não possa inovar: é possível testar coisas novas e ainda lucrar.

    Basta se lembrar das empresas que passaram a focar no delivery e em mostruários digitais — elas são belos exemplos de que a instabilidade econômica não é sinônimo de negócio engessado.

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  • Tendências de vendas que ganharam força com a pandemia da COVID-19!

    Tendências de vendas que ganharam força com a pandemia da COVID-19!

    A pandemia da Covid-19 transformou o mundo de diversas formas. Com as medidas de isolamento social adotadas, muitas empresas tiveram que se desdobrar em soluções criativas para manter a competitividade.

    Nesse contexto, a tecnologia ajudou muito, já que as pessoas se voltaram para o meio digital para continuar consumindo com segurança. Alguns setores ganharam destaque e se tornaram tendências para o futuro próximo.

    Se você quer saber mais sobre essas tendências e de que forma elas podem impactar seu negócio, gerando novas fontes de renda, está no lugar certo. Boa leitura!

    E-commerce

    As compras pela internet explodiram no primeiro semestre de 2020, crescendo mais de 100% no período. O fato de diversas pessoas terem passado mais tempo em casa na tentativa de escapar da pandemia, a comodidade de comprar on-line e a possibilidade de receber suas mercadorias no conforto do lar fizeram toda a diferença.

    Assim, o e-commerce se tornou uma tendência duradoura. Por meio de poucos cliques, os potenciais clientes são expostos a diversas marcas, preços e níveis de qualidade, o que permite maior poder de escolha.

    Empresas que vendem na internet também costumam ter muitos canais de atendimentos, como chatbots, chats com colaboradores reais, telefone, WhatsApp etc. São muitas as vantagens desse modelo de negócio, o que explica seu crescimento recorde no período.

    A pandemia apenas acelerou o processo da migração de um grande número de pessoas para as compras on-line. As micro e pequenas empresas também conseguem se aproveitar do ambiente democrático do e-commerce, uma vez que essa modalidade não exige o aluguel de lojas físicas caras, por exemplo, e possibilita fazer tudo de casa.

    Cursos on-line

    Uma forma de desenvolver novas habilidades profissionais, mesmo sem sair de casa, é apostar nos cursos on-line. Além da comodidade de acompanhar as aulas direto do lar, com segurança, muitos deles oferecem a possibilidade de assistir os vídeos, rever os conteúdos e escolher os horários que sejam mais adequados para o seu aprendizado.

    Mesmo com a flexibilização das medidas de isolamento social, a tendência é de que os cursos on-line continuem fazendo sucesso. Com profissionais de alta qualidade ministrando as aulas, conteúdo relevante e a possibilidade de firmar sua empresa no mercado, eles se tornam uma ótima opção.

    Os cursos on-line são interessantes tanto para quem aprende quanto para quem domina uma habilidade e quer transmitir seus conhecimentos. Dessa forma, o profissional pode gerar uma nova fonte de renda e contribuir para a capacitação de outras pessoas.

    Assinatura de streaming

    A revista Exame definiu os resultados da Netflix, durante a pandemia, com um questionamento bastante sagaz: bom ou ótimo? A plataforma conseguiu mais de 15 milhões de assinaturas nos primeiros meses da pandemia. A explicação é simples: com mais gente dentro de casa, maior a demanda por atrações na TV.

    Como a Netflix e as outras plataformas, como a Amazon Prime, praticam preços bem mais amigáveis em relação aos planos de TV a cabo, a tendência é de que elas continuem lucrando ainda mais. A chegada do 5G ao Brasil, que deve ocorrer em breve e turbinará a nossa internet móvel, contribuirá para que a conexão aos serviços de streaming seja ainda mais estável.

    Mas isso não significa que só esses grandes players podem ganhar dinheiro com o streaming. Investir nessa opção é possível também para quem quer começar o próprio negócio e conta com conteúdo relevante para compartilhar com o público.

    Assim, empreendedores podem trabalhar com a venda de materiais de nicho para ganhar dinheiro na internet. Um exemplo é a criação de um portal com conteúdos específicos ou até mesmo a venda de assinaturas de cursos e tutoriais on-line — complementando a dica do tópico anterior.

    Com conteúdo de qualidade e bons professores, é possível disponibilizar pacotes na internet para pessoas que queiram aprender sobre determinados assuntos. Confira o nosso post sobre o assunto para entender melhor como elaborar o seu próprio curso.

    Locavorismo

    As medidas de isolamento social, necessárias para conter o avanço da pandemia, também foram acompanhadas pela valorização do comércio local. Como muitas pessoas passaram a se deslocar o mínimo possível, nada melhor do que comprar alimentos perto de casa.

    Essa tendência impulsionou uma forma específica de comércio alimentício, conhecida como locavorismo. Trata-se da prática de adquirir alimentos produzidos apenas por produtores ou pequenos negócios da região próxima à casa do consumidor — isto é, dando preferência ao que é desenvolvido localmente.

    A opção por esse tipo de consumo se relaciona às preocupações com o meio ambiente, que ganharam força com a pandemia. Com o locavorismo, os consumidores procuram alimentos mais frescos, que não se submetem às longas rotas que os produtos percorrem até chegar aos grandes supermercados, por exemplo.

    Assim, podemos dizer que os consumidores locávoros buscam práticas mais sustentáveis no trato com os alimentos. Trata-se de uma boa oportunidade de negócio para pequenos comerciantes, uma vez que esse público visa reduzir, por exemplo, o consumo de carne vermelha.

    Não deixe de conferir alguns movimentos que surgiram durante a pandemia para fomentar as micro e pequenas empresas locais, como é o caso do Mercado Azul, do Sebrae, e a iniciativa Ajude o Pequeno. Ambas possibilitam cadastro de novos negócios e facilitam a busca de acordo com cada região do país, o que ajuda a fomentar o empreendedorismo local.

    Videogames

    O Brasil já era um dos grandes mercados para desenvolvedores de games antes da pandemia. Com ela, os jogos passaram a fazer ainda mais sucesso: só na loja virtual OLX, a venda desses produtos cresceu mais de 40% durante o confinamento.

    Além disso, há jogos para todas as idades. É possível encontrar games dedicados ao público adulto, com muita ação, tiros e conflitos, mas também opções para as crianças. Também não é preciso ter um console caro para consumir. Isso porque o mercado de jogos para celular é um dos mais destacados na atualidade. Títulos como Free Fire, Among Us e Fortnite fazem muito sucesso também no smartphone.

    Para os varejistas, entrar no mercado de games é uma ótima opção. O empreendedor que tem uma rede de contatos fora do país pode se sair ainda melhor, já que ele poderá importar games e vendê-los por um preço adequado à realidade brasileira.

    Gamificação

    O sucesso do mercado de videogames é tão estrondoso que gerou até mesmo práticas profissionais. Estamos falando da gamificação: se trata de uma estratégia que usa mecânicas e características de jogos para engajar clientes.

    Uma forma de fazer isso é adotar um sistema de acúmulos de ponto à medida que o cliente adquire mais produtos, premiando os consumidores mais fiéis e incentivando outros leads a buscarem sua marca e progredir dentro dessa estratégia.

    Outro exemplo é contar com a ajuda de desenvolvedores para criar um aplicativo próprio. Por meio dele, será mais fácil medir o progresso dos clientes em sua interação com a marca. Com o app, o consumidor pode “passar de fase” toda vez que adquirir um novo produto ou serviço.

    De forma divertida e dinâmica, a empresa engaja essas pessoas e ainda moderniza a marca com o auxílio da tecnologia. Isso ajuda o negócio a se adaptar ao cenário atual, de transformação digital, e ainda explora uma tendência reforçada pela pandemia.

    Como vimos no texto, algumas tendências foram aceleradas pela pandemia e vieram para ficar. A boa notícia é que os empreendedores podem utilizar o potencial da tecnologia para pequenos negócios. É possível criar cursos on-line ou até mesmo desenvolver uma loja virtual do zero, por exemplo.

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  • 4 razões para investir no desenvolvimento dos seus funcionários

    4 razões para investir no desenvolvimento dos seus funcionários

    Falar de investimentos, em tempos de crise, pode desanimar muitos gestores. No entanto, quando o assunto é desenvolvimento de funcionários, é essencial compreender como a iniciativa pode trazer retornos positivos e praticamente imediatos à empresa, justificando a implementação de um programa de treinamento.

    Neste artigo, separamos 4 razões que confirmam a relevância de apostar no desenvolvimento dos colaboradores. São benefícios que impactam a saúde da organização e a satisfação dos profissionais. Continue a leitura e veja como essa estratégia pode conduzir o negócio para o sucesso.

    1. Aumento da motivação e produtividade

    A primeira razão é que estratégias nesse sentido geram motivação nos contratados. Esse é o resultado da valorização do capital humano, que é percebida pelos profissionais e faz com que eles atuem com mais engajamento.

    Junto a isso, os conhecimentos adquiridos nos treinamentos aumentam a capacidade de performar com eficiência, diminui a quantidade de erros, além de propor as melhores soluções para cada desafio que aparece. Consequentemente, a produtividade e o rendimento da organização crescem impactados por esses aspectos.

    2. Retenção de talentos

    Mais uma vantagem que os empresários valorizam é o aumento da retenção de colaboradores. No cenário atual, a rotatividade tem sido motivada, em grande parte, pela falta de investimento dos empregadores no crescimento e satisfação dos profissionais.

    Com o mercado aquecido e altamente competitivo, as empresas passam a disputar os melhores talentos e vence quem oferece os benefícios mais atrativos. Assim, um programa sólido e que fomente o desenvolvimento profissional é algo que tanto atrai bons funcionários, como também evita o turnover.

    3. Melhoria do clima organizacional

    O clima organizacional é um reflexo da motivação e dos comportamentos dos colaboradores, assim como é uma mostra dos valores da empresa, sendo ou não aplicados na prática. Por isso, é comum que os indicadores de clima não estejam satisfatórios quando não há investimento no desenvolvimento de pessoas.

    Alguns profissionais podem não se sentir úteis, enquanto outros não se sentem valorizados pelo que fazem. O sentimento de estagnação na carreira e falta de desafios é outro motivo que prejudica o clima. Apostar em programas de treinamento se torna um remédio para esses problemas, transformando a visão que os funcionários têm de si mesmos e do negócio.

    4. Aumento do potencial inovador

    Com o investimento no desenvolvimento de funcionários, a organização também vai aumentar seu capital intelectual. Os conhecimentos acumulados e compartilhados, por cada colaborador, se tornam um motor para a criatividade e para a inovação. Afinal, só é possível inovar em um ambiente aberto para novas ideias e aprendizados.

    Essas mudanças se tornam uma vantagem competitiva para o negócio, que terá profissionais atualizados, prontos para adotar tendências e propor novas soluções que irão satisfazer o público.

    Parar de ver o desenvolvimento de funcionários como um gasto e passar a vê-lo como investimento é o primeiro passo para empresas que querem crescer e criar um ambiente atrativo para os melhores talentos do mercado.

    Investir em educação corporativa é essencial para desenvolver as habilidades e competências dos colaboradores. Acesse a loja do Sebrae Alagoas e descubra diversos cursos que podem colaborar para o aperfeiçoamento do seu time.

  • Saiba como fazer a redução de custos empresariais com eficiência!

    Saiba como fazer a redução de custos empresariais com eficiência!

    Cortar gastos dentro de uma empresa não é uma tarefa tão impossível assim. Difícil mesmo é conseguir a redução de custos empresariais sem comprometer os bons resultados e um alto nível de produtividade. Como fazer isso sem perder a competitividade?

    Pensando na resposta, preparamos um post especial com ações efetivas para realizar a redução de custos empresariais dentro da organização. Elas envolvem desde a possibilidade de mudança do regime tributário até o uso de tecnologia, passando pela automatização de ações de marketing.

    Continue a leitura para conhecer as nossas dicas!

    Reavalie seu regime tributário

    Nos primeiros anos de negócio, as empresas — principalmente as micro e pequenas — costumam alocar suas despesas no regime tributário Simples, uma vez que há uma crença comum de que é possível economizar ao final do mês.

    O problema dessa estratégia é que esse regime tributário nem sempre é o melhor para a empresa. A aparente redução de custos dessa opção também pode significar prejuízos futuros e até mesmo complicações com a Receita Federal.

    Para evitar isso, é uma boa ideia verificar se o regime fiscal é realmente o mais adequado para o volume de operações do seu negócio. É muito importante entender que a economia gerada no pagamento de impostos pode se transformar em recursos e investimentos em melhorias.

    Para fazer isso de forma adequada, busque a ajuda de consultores contábeis para compreender o melhor regime tributário da sua empresa e a possibilidade de modificá-lo da forma mais tranquila possível.

    Saiba negociar com seus fornecedores

    Renegocie os preços com fornecedores com os quais a sua empresa já mantém uma parceria sólida. Desse modo, sua organização combina o melhor de dois mundos: gastos controlados e serviço de alto nível.

    Mas não deixe de levar em consideração outros fatores: não basta simplesmente considerar os preços praticados e ignorar a qualidade do serviço prestado. Assim, avalie o histórico daquela parceria e os principais diferenciais daquele fornecedor.

    Com uma negociação bem-sucedida, sua empresa obtém melhores margens de lucro. Outra opção interessante é contar com mais de um fornecedor. Por isso, busque diversificar esse número para evitar o risco de ficar sem produtos no estoque ou sofrer com os preços mais altos, o que costuma ocorrer quando a companhia trabalha com um único parceiro.

    Otimize a contratação e a demissão de funcionários

    A empresa deve mapear todos os gastos que envolvem contratar ou demitir um colaborador. Além disso, os gestores podem trabalhar com o seguinte insight: é melhor admitir uma pessoa nova ou capacitar os colaboradores com quem a empresa já conta?

    Outros aspectos também devem ser levados em consideração na hora da demissão, como os custos relacionados aos direitos trabalhistas. Na admissão, os gastos com a adaptação do funcionário dentro daquele ambiente também não devem ser desprezados.

    Assim, antes de contratar, tenha a certeza de que o colaborador é realmente necessário e se não há, na própria empresa, alguém que tenha ambições similares à posição que precisa ser preenchida.

    Um trabalhador que esteja buscando novos desafios e queira trabalhar na área de programação, por exemplo, pode receber a capacitação adequada e assumir outro cargo na empresa.

    Há também a possibilidade de terceirizar algumas atividades. Isso é especialmente interessante quando o trabalho a ser desempenhado não faz parte das atividades-fim da empresa. Considere os custos envolvidos nas duas opções (contratação ou a terceirização) e o impacto no curto e médio prazos das duas opções.

    Use a tecnologia a seu favor

    Os recursos tecnológicos são verdadeiros aliados na modernização das atividades da empresa, mas desempenham um papel importante também na hora de economizar nos gastos. Um exemplo é a possibilidade de dispensar impressões desnecessárias.

    Por mais que os colaboradores façam tudo no computador, inclusive o compartilhamento de arquivos, ainda é comum que o consumo de papel seja altíssimo. Para desestimular esse hábito, os gestores devem incentivar a utilização de recursos eletrônicos para transmitir documentos.

    Tecnologias como a computação em nuvem são acessíveis a empresas de diversos segmentos e facilitam o compartilhamento de documentos. Além disso, os arquivos podem ser acessados até mesmo por smartphones, o que é ótimo para empresas que estimulam a mobilidade corporativa.

    Além disso, ao ter os arquivos sempre a um clique de distância, faz com que os colaboradores não precisem carregar diversos papéis e a empresa não precisa de uma estrutura física para alocá-los. Outro ponto de como a tecnologia pode ajudar é a possibilidade de realizar reuniões online.

    Em um cenário no qual o home office e o trabalho remoto cresceram consideravelmente, é possível realizar reuniões sem que as pessoas precisem se deslocar. Por meio de aplicativos como Zoom, Skype e Google Meet, os gestores conseguem manter encontros virtuais até mesmo com funcionários de outras filiais. Isso poupa gastos com viagens e despesas com transporte público.

    Automatize algumas ações de marketing

    Por falar em bom uso da modernidade, a automação de tarefas de marketing é a utilização de softwares e outras tecnologias para realizar ações de promoção e divulgação em larga escala. Por meio desse expediente, os colaboradores conseguem analisar e acompanhar as demandas e preferências dos clientes.

    Com essa automação, a empresa consegue agir de forma personalizada de acordo com o nicho no qual quer atuar, melhorando o relacionamento com os leads e clientes. Sendo o mais interessante que ele é capaz de reduzir a carga de trabalho manual nessa área, além de municiar os profissionais de vendas com dados atualizados.

    Com a redução de atividades manuais, é possível reduzir custos e o melhor: ainda gerar bons resultados! Com a automatização, tudo é conduzido de acordo com os padrões estabelecidos pela empresa, o que diminui os erros humanos e, consequentemente, o retrabalho. Com essa produtividade garantida, os colaboradores ficam livres para atuar em outras frentes dentro do negócio.

    Como pudemos ver no artigo, a redução de custos empresariais é uma meta possível, desde que sejam adotados os mecanismos necessários para manter a competitividade do negócio.

    Com o corte de gastos supérfluos ou otimizáveis, a empresa economiza recursos e dinheiro que podem ser alocados em outras áreas sensíveis da companhia, o que aumenta as suas oportunidades de lucrar.

    E aí, tem algo a dizer sobre o assunto? Então, não hesite em deixar seu comentário e compartilhar a sua opinião conosco!

  • Veja como fazer o controle de receitas e despesas da sua empresa

    Veja como fazer o controle de receitas e despesas da sua empresa

    Você sabe quais são as principais fontes de receita da empresa? Elas se referem a todo tipo de renda gerada pelo seu negócio, as quais estão relacionadas à venda direta de seus produtos ou prestação de serviço. Além disso, elas podem ser provenientes de outras fontes, como investimentos, aplicação de juros e venda de equipamentos.

    Já as despesas são os gastos relacionados à manutenção da sua empresa. No entanto, eles não estão relacionados diretamente aos produtos, mas sim a outros fatores, como transporte e alimentação de funcionários, aquisição de materiais de limpeza, entre outros.

    Todos esses itens precisam ser controlados rigorosamente para não impactar negativamente o seu fluxo de caixa.

    Se você não sabe como fazer isso de maneira eficaz, continue a leitura deste artigo até o final para conferir nossas dicas.

    Organize as receitas e despesas por categorias

    O primeiro passo para ter um melhor controle das despesas e das receitas da empresa é organizá-las por categorias. Quanto mais detalhista você for, melhor será o seu controle financeiro.

    Nesse momento, leve em consideração as datas em que as transações ocorreram, a fim de possibilitar a estimação de entradas e saídas por período. A origem dos valores também precisa ser identificada para que você saiba de onde os recursos vieram e para onde foram destinados.

    Por fim, lembre-se sempre de manter todos esses dados atualizados, uma vez que essa prática melhora a eficiência do seu controle e permite que falhas sejam reduzidas.

    Tenha um capital de giro

    O capital de giro se refere aos recursos financeiros necessários para manter a empresa em bom desenvolvimento. Ele é de suma importância para zelar e organizar as finanças da sua empresa, permitindo que ela tenha um crescimento sustentável sem precisar recorrer a linhas de crédito para conseguir sobreviver no mercado.

    Em suma, podemos afirmar que ele equilibra as finanças de um negócio, tornando-o mais competitivo e facilitando a sua expansão.

    Existem diversas maneiras de obter capital de giro. Você pode optar pela antecipação de recebíveis, empréstimos, financiamento empresarial, aporte de sócios, entre outras alternativas. Tudo vai depender do seu planejamento financeiro.

    Para saber quanto precisará para o capital de giro, você pode usar a seguinte fórmula:

    CG= (Contas a Receber + Estoque) – (Contas a Pagar)

    Utilize softwares especializados

    Controlar adequadamente as despesas e as receitas da empresa não é algo tão simples. Isso porque são muitos detalhes que precisam ser registrados para possibilitar uma análise eficaz dos dados e, assim, otimizar a sua tomada de decisão.

    Nesse caso, o uso de softwares especializados se faz indispensável, mesmo que a sua empresa ainda seja de pequeno porte, uma vez que essas ferramentas permitem o registro correto das informações, diminuindo a necessidade de retrabalhos em decorrência de equívocos.

    Existem diversos fornecedores de softwares financeiro no mercado. Ao escolher o seu, leve em consideração a segurança do sistema e se ele atende às necessidades da sua empresa.

    Capacite sua equipe

    Embora pareça uma atividade simples, o controle de despesas e receitas da empresa costuma ser bem burocrático. Por essa razão, é importante que você invista em capacitação para tornar a sua equipe cada vez mais eficiente. Seus colaboradores poderão encontrar maneiras mais eficazes de organizar esse trabalho, identificando tendências de mercado que auxiliam na otimização do controle.

    Agora você já sabe como fazer o controle das despesas e receitas da empresa. Para otimizar ainda mais essa organização, identifique as áreas que podem receber investimentos e que ajudarão o seu negócio a crescer e quais ativos devem ser guardados para projetos futuros.

    É importante também que você saiba como fazer a sua empresa crescer financeiramente de forma efetiva para conquistar mais espaço no mercado. Não deixe de conferir!

  • Saiba como montar uma planilha de controle de contas para sua empresa

    Saiba como montar uma planilha de controle de contas para sua empresa

    Uma planilha de controle de contas é, basicamente, uma maneira de organizar e mapear as despesas da empresa. Assim, será mais fácil controlar os gastos e monitorar a variação de um mês para o outro, por exemplo. De modo geral, ela é feita por meio de softwares como o Microsoft Excel.

    Neste artigo, falaremos das vantagens de contar com uma planilha de controle de contas e mostraremos as melhores ferramentas para realizá-la. Além disso, veremos um passo a passo detalhando como fazer isso no Excel. Acompanhe conosco!

    Quais são as vantagens de ter uma planilha de controle de contas?

    A planilha é uma ótima forma de documentar os seus gastos e prever investimentos. Caso você ainda seja um adepto do ato de registrar os seus custos em um caderno, é possível ter um ótimo substituto digital. Além disso, também não será mais necessário andar com uma calculadora para lá e para cá.

    Outra vantagem trazida pelo recurso eletrônico é a facilidade para edição das colunas e a realização dos cálculos de cada período. Como se não bastasse, a organização é mais detalhada.

    Isso porque os gastos podem ser categorizados com somas parciais, de acordo com cada tipo de despesa. Assim, será possível separar diferentes gastos e visualizar o impacto deles em todo o planejamento financeiro.

    Como montar a sua própria planilha?

    Agora que falamos das vantagens, é o momento de falar das ferramentas mais adequadas para criar uma planilha de controle de contas. Vamos conhecê-las!

    Excel

    O modo mais comum para fazer planilhas ainda é o bom e velho Microsoft Excel. Vamos começar com um exemplo: suponhamos que você queira registrar e descriminar os gastos de acordo com cada mês do ano.

    O primeiro passo é abrir o programa e escolher a opção “Pasta de trabalho em branco”. Depois, basta digitar os dados. Na coluna B2, você pode digitar “Janeiro”; na C2, “Fevereiro” e assim por diante. É uma boa ideia utilizar a coluna A1 para nomear os gastos.

    A partir daí, utilize todas as linhas da letra A para nomear as despesas. Assim, A1 pode ser a conta de água, A2 as despesas com energia elétrica, A3 os gastos com internet e telefonia. Comece a preencher os gastos de acordo com cada mês.

    Muitas pessoas podem torcer o nariz na hora de usar o Excel, mas basta dominar alguns comandos básicos do programa para desmistificá-lo. Na hora de realizar uma soma, por exemplo, é preciso escrever a operação que será feita e selecionar as células do cálculo.

    Suponhamos que queremos somar toda uma coluna, que representa um consumo anual. Ao checar no programa, a primeira informação vem na coluna B2 e a última, B16. Basta entrar com o seguinte comando para fazer a operação:

    =SOMA (B2:B16)

    Desse modo, você conseguirá somar todas os valores desembolsados de um mês e comparar com os meses seguintes. Basta selecionar as colunas respondentes e entrar com o comando acima.

    Google Planilhas

    Para quem quer outra opção de planilha bem tradicional, uma opção interessante é Google Planilhas, que já oferece alguns modelos prontos para você mapear os seus gastos. Para isso, basta preencher os ganhos e gastos e o programa realizará automaticamente as contas.

    Além disso, ele oferece, gratuitamente, um balanço do orçamento anual do negócio. Basta ter uma conta do Google e o acesso pode ser realizado de forma remota em dispositivos móveis, como celulares.

    Jimbo

    O Jimbo foi desenvolvido pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Ele conta com as funcionalidades tradicionais de um app de finanças pessoais e empresariais, uma vez que permite o registro e a categorização de despesas.

    Além disso, o usuário também consegue criar “sonhos”, isso é, metas de realização para a sua empresa. Ele está disponível tanto para o sistema operacional Android como para iOS.

    Como pudemos ver no artigo, há diversas maneiras de realizar uma planilha de controle de contas. Embora o Excel ainda seja uma referência clássica nesse sentido, é possível contar com aplicativos para otimizar o planejamento financeiro e o controle de gastos.

    Quer mostrar esse conteúdo para os seus colegas? Então, compartilhe o artigo em suas redes sociais e convide cada um deles para o debate!

  • Como manter o bom atendimento ao cliente durante e após a crise

    Como manter o bom atendimento ao cliente durante e após a crise

    A pandemia do novo coronavírus modificou hábitos antigos e estabeleceu práticas novas. O álcool gel, por exemplo, que antes era raramente encontrado nos estabelecimentos, se tornou onipresente. Além de proteger as pessoas, a mera ação de posicioná-lo na entrada da loja é uma forma de demonstrar aos consumidores que a empresa está atenta aos protocolos de saúde.

    Neste post, falaremos das principais medidas para manter o bom atendimento ao cliente, sem deixar de se adequar aos hábitos estabelecidos pela disseminação da doença. Acompanhe conosco!

    O que mudou e o que se manteve com a pandemia?

    Atender os clientes pela internet e pelo telefone se tornou uma prática mais comum. Afinal, muitos estados e municípios recomendaram o isolamento social como forma de escapar do vírus.

    Atualmente, a maioria dos negócios já reabriram as portas, mas a taxa de pessoas que ainda cumprem o isolamento social é significativa. Portanto, para manter um relacionamento próximo com o cliente, a empresa não pode deixar de lado a presença online.

    Qual o papel da tecnologia durante a COVID-19?

    Realizar reuniões entre os funcionários por aplicativos como o Zoom e o Skype se tornou uma rotina comum durante a pandemia. A boa notícia é que esse tipo de interação, à distância, também se tornou possível na hora de atender os clientes.

    Tecnologias ainda recentes, como os chatbots, se tornaram onipresentes durante a pandemia. Eles são atendentes virtuais capazes de responder a questionamentos simples e, em caso de perguntas mais complexas, direcionam o atendimento para os colaboradores.

    Como muitas empresas adotaram o regime home office, a tecnologia é fundamental para manter a qualidade do atendimento. Mesmo trabalhando em casa, os colaboradores podem se comunicar com os consumidores por aplicativos, como o WhatsApp, ou pelas redes sociais.

    Além disso, ao utilizar a computação em nuvem, os colaboradores e os gestores podem trocar arquivos importantes entre si e manter um bom nível de produtividade.

    Como atender clientes durante e a após a pandemia?

    Agora, é hora de entender os principais cuidados na hora de lidar diretamente com os clientes. É importante notar que a pandemia pode até ser controlada, mas é provável que o vírus continue entre nós por alguns anos. Portanto, esses hábitos devem ser mantidos por um bom tempo.

    Redobre a atenção durante a entrega

    Para se manterem competitivas, as empresas passaram a optar pelo delivery. Contudo, isso exige alguns cuidados básicos. Certifique-se de que seus entregadores estejam portando máscaras e, se possível, luvas.

    É interessante notar que companhias como o iFood ofereceram até mesmo a opção de delivery sem a necessidade de ter contato direto com o entregador.

    Invista na presença online

    Como mencionamos, com a relutância (ou até mesmo a impossibilidade) das pessoas saírem de suas casas frequentemente, a internet se tornou um ponto de encontro entre clientes e marcas.

    Por isso, garanta que a sua empresa mantenha uma boa presença online para não sumir do radar dos consumidores.

    Converse com os clientes

    Ok, a sua empresa investe na presença online. Mas como mostrar aos clientes que a companhia realmente se importa com eles? Não adianta propagandear o alcance digital da companhia e não oferecer uma resposta convincente. Por isso, uma boa dica é não demorar a responder os e-mails.

    Eles são um canal de comunicação fácil de usar e eficiente. Além disso, em casos mais complexos, realizar ligações será uma forma dinâmica de entrar em contato com as dores do consumidor e solucioná-las. Converse com os seus funcionários sobre a importância de perguntar aos clientes como eles estão se sentindo e quais problemas podem ser resolvidos.

    Perguntas simples, como “Como vai você? ou “O que podemos fazer para ajudá-lo?” são objetivas e mostram que a empresa se põe inteiramente à disposição para tirar dúvidas.

    Realize o follow up

    O follow up é o acompanhamento dos clientes logo após o primeiro contato. Com a evolução das técnicas de venda, ele se tornou uma parte fundamental da jornada de compra — que não mais se encerra com a venda do produto.

    Cumprir essa parte é muito importante para mostrar que a empresa se importa em construir uma relação de confiança mútua. Portanto, treine os colaboradores para manter o contato próximo com os consumidores.

    Dessa forma, os funcionários estarão cientes de todo o trajeto daquele cliente durante a jornada de compra. Ao colher respostas, será mais fácil avaliar os impactos gerados pela crise e pensar em diferentes formas de ajudar aquele consumidor.

    Um meio eficiente de fazer isso é estipular diretrizes de ações ao final de cada contato, além de agendar essa próxima interação. O follow up também pode ser utilizado quando as pessoas cadastram seus e-mails nos canais digitais da empresa. Dessa forma, a companhia terá um bom motivo para contatá-los.

    Adote rotinas de higienização

    Lidar com os clientes no meio online é fundamental, mas também é preciso pensar em formas seguras de lidar com eles (e com os funcionários) durante a pandemia. Posicionar frascos de álcool gel em pontos estratégicos da empresa, como na entrada e saída de pessoas, é fundamental para garantir que os colaboradores que saiam para atividades em campo se higienizem.

    Além disso, os clientes que vêm até a loja também notam que a empresa segue uma rotina rígida de higienização, o que melhora a reputação da organização entre essas pessoas. Eles também se sentirão mais confiantes e protegidos para ficar ali por mais tempo.

    Qual a importância da conscientização para o bom atendimento?

    Conscientizar seus colaboradores é essencial para mostrar aos clientes que a empresa não se descuida dos protocolos básicos em relação à pandemia. Portanto, marque palestras (no mínimo quinzenais, de preferência) para reforçar as ações da companhia nesse sentido.

    É crucial fazer os funcionários entenderem que a reputação da empresa está em jogo e que isso impacta diretamente na fidelização e manutenção dos clientes. Não adianta receber as pessoas com um sorriso no rosto e descuidar de ações básicas para garantir a proteção de todos durante a crise.

    Como vimos, manter o bom atendimento ao cliente tornou-se uma tarefa um pouco mais complexa. Além da eficiência e da educação no trato com as pessoas, os colaboradores devem levar em conta boas práticas de higienização, por exemplo. A empresa deve estar sempre atenta se quiser se firmar como uma organização comprometida com esses protocolos.

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  • Comunicação na empresa: por que você deve investir nessa área?

    Comunicação na empresa: por que você deve investir nessa área?

    Imagine uma empresa na qual não há qualquer tipo de comunicação e os colaboradores não recebem instruções claras sobre o que deve ser feito. E o pior: eles também não contam com a boa vontade dos gestores na hora de tirar dúvidas e receber feedbacks.

    Parece horrível, não é? Investir em comunicação na empresa é fundamental para manter um ambiente saudável e alinhado. Além disso, a prática também se estende para o público externo, influenciando a maneira com que a companhia se relaciona e interage com os clientes.

    Neste post, mostraremos os principais benefícios de fortalecer a comunicação na empresa, tanto para os funcionários como para os consumidores. Boa leitura!

    Aumentar a produtividade

    O investimento em comunicação interna é essencial para manter o bom funcionamento da empresa e melhorar a produtividade dos colaboradores.

    É a comunicação clara e transparente que transformará as metas e os objetivos do negócio em realidade. Ela funciona como uma via de mão dupla: tanto os gestores devem transmitir as tarefas de maneira objetiva, como os colaboradores também devem buscar seus supervisores para solucionar possíveis dificuldades e falhas nos processos.

    Reduzir os efeitos da crise

    Infelizmente, a pandemia do coronavírus causa instabilidade econômica. Para garantir que a empresa sobreviva, é fundamental investir na comunicação, tanto interna como externa. Afinal, ao lidar com um cenário sensível como o atual, todo o time deve trabalhar em conjunto.

    Isso envolve o alinhamento dos profissionais dos diversos setores que compõem a empresa, assim como o contato direto entre líderes e colaboradores. Ao acompanhar as atividades e repassar feedbacks e insights para seus funcionários, os gestores garantem um time que entende suas responsabilidades e o que deve fazer para manter a companhia forte no mercado.

    Outra boa iniciativa de comunicação externa é demonstrar aos consumidores as medidas que a empresa está adotando para proteger os seus colaboradores durante a pandemia e até mesmo divulgar as ações de responsabilidade social. Isso sinaliza aos clientes que a companhia trabalha junto com os seus funcionários e clientes, indo bem além da busca pelo lucro.

    Fortalecer a cultura organizacional

    A comunicação deve ser um dos pilares da cultura organizacional de qualquer negócio, mas nem sempre é assim. Não à toa, o meio empresarial tem o seu próprio termo para definir o problema: ruídos na comunicação.

    Comunicar-se de forma consistente em tempos de incerteza, principalmente quando falamos dos gestores, é fundamental. Isso serve não só para reforçar esse alinhamento como um valor da empresa, mas também como uma forma de reduzir a ansiedade e o estresse no ambiente de trabalho.

    O relacionamento é fortalecido por meio de reuniões frequentes, por exemplo — que podem ser realizadas até mesmo por chamadas de vídeo.

    Os gestores devem se colocar à disposição, estimulando a participação de todos. Isso ajuda a promover uma interação mais pessoal e estabelecer o companheirismo como um dos pilares da organização.

    Manter-se em contato com os clientes

    Até aqui, falamos bem mais da importância de manter uma boa comunicação interna. Contudo, há também o aspecto externo, isso é: o modo com que a empresa se relaciona com os clientes. Basta notar que as grandes companhias não deixam de lado os anúncios e a publicidade mesmo em tempos de crise.

    Esse comportamento mostra que os líderes dessas companhias entendem que é preciso fortalecer, cada vez mais, o vínculo com o público-alvo. Eles atraem novos consumidores e se mantêm no radar daqueles clientes em potencial.

    Além disso, entrar em contato com os clientes (por meio da interação direta nas redes sociais, por exemplo) mostra que a empresa não os esqueceu. É o momento, também, para fazer campanhas promocionais e programas de fidelidade, que sinalizarão que a companhia está ciente dos problemas econômicos que esses consumidores enfrentam durante um período de instabilidade econômica.

    Como diz o ditado popular: quem não é visto, não é lembrado. Ao reduzir significativamente seu contato com os clientes, a marca tende a ser esquecida por eles. Além disso, a comunicação é uma aliada natural da equipe de vendas, já que proporciona meios de fidelizar os clientes e demonstrar que a empresa realmente se importa com cada um deles.

    Agora que você entendeu a importância de investir em comunicação na empresa, coloque nossas dicas em prática, mas sem esquecer dos aspectos interno e externo.

    Assim, a companhia une o melhor de dois mundos: o cuidado com os seus colaboradores e conexão direta com os clientes, mostrando que a organização está atenta ao bem-estar daqueles que interagem com a marca

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