Categoria: Gestão

  • 4 dicas para manter a produtividade e a motivação da equipe no pós-pandemia

    4 dicas para manter a produtividade e a motivação da equipe no pós-pandemia

    A pandemia do novo coronavírus trouxe algumas mudanças organizacionais. Muitos negócios foram obrigados a fechar as portas, enquanto outros seguiram à procura de estratégias para garantir o funcionamento e a eficiência das operações. Nesse contexto, um dos maiores desafios para as lideranças foi pensar em como manter a produtividade e a motivação da equipe.

    O home office foi uma das estratégias adotadas para as equipes atenderem às demandas profissionais durante o período de isolamento social. No entanto, é preciso lembrar que esse modelo de trabalho também é uma alternativa que pode ser adotada por sua empresa para que ela saia mais forte dessa fase.

    Você confere a seguir os impactos do trabalho remoto no ambiente pós-pandemia. Reunimos também quatro dicas que podem motivar os seus funcionários e, ao mesmo tempo, ajudar na manutenção da produtividade do seu negócio. Vamos lá?

    O impacto do home office na dinâmica e no trabalho 

    O trabalho remoto não fazia parte da estratégia de muitas empresas antes da pandemia, o que exigiu das lideranças uma reflexão sobre como orientar o trabalho da equipe à distância. À medida que esse modelo foi adotado, esses empreendedores perceberam que essa ferramenta pode atender diferentes tipos de negócios e áreas de atuação trazendo benefícios, como:

    • redução de custos operacionais e logísticos;
    • alinhamento do negócio às novas estratégias de gestão e operação;
    • atração e retenção de talentos que buscam novos modelos de trabalho;
    • melhoria da qualidade de vida dos colaboradores;
    • aumento da produtividade da equipe. Uma pesquisa apontou que funcionários, em regime remoto, trabalham mais de três semanas adicionais por ano em comparação com os colegas que vão para a empresa.

    Por isso, as empresas têm visto essa alternativa como uma maneira de manter a produtividade e a motivação da equipe do home office no pós-pandemia. Trouxemos 4 dicas que podem ser adotadas em seu negócio.

    1. Avalie o esquema de trabalho remoto

    Em conjunto com a equipe, construa uma estratégia que funcione para todos. Se o home office já foi adotado, investigue se as ferramentas e as ações adotadas até agora ajudaram a manter a produtividade.

    Se for iniciar esse esquema de trabalho, é preciso pensar sobre os métodos para a colaboração e a comunicação da equipe, bem como o tipo de acompanhamento das atividades e o suporte que a empresa irá oferecer aos colaboradores.

    2. Flexibilize os horários de trabalho

    Funcionários em home office nem sempre conseguem manter a rotina normal de 8 horas – divididas em dois blocos – especialmente se têm filhos em casa.

    Para manter uma equipe de alta performance, faça uma lista das tarefas a serem realizados pelo time, sinalizando também os prazos de entrega, mas permita que cada um organize o horário de trabalho de acordo com as necessidades individuais.

    Isso permite que eles consigam atender as demandas pessoais sem afetar a produtividade.

    3. Alinhe a missão, visão e valores da empresa 

    Reserve um momento da reunião para relembrar esses elementos, mostrando como eles estão presentes em todas as atividades realizadas pelo time.

    Os reforços desses valores conferem a identidade da empresa e ajudam o profissional a entender que, mesmo à distância, ele continua fazendo parte de uma equipe.

    Esse reconhecimento é um recurso importante para a empresa e faz com que o profissional se sinta mais estimulado e disposto a trabalhar. 

    4. Ofereça feedbacks frequentes

    O home office deixou muitos profissionais inseguros com essa nova dinâmica. Nesse sentido, o feedback constante é uma maneira de mostrar à equipe como ela tem se saído trabalhando remotamente.

    Antes de apresentar os pontos a melhorar, é importante reconhecer os esforços do time na adaptação a esse novo regime de trabalho.

    Para crescer na crise, as empresas precisam se adaptar. O home office é uma ferramenta com impactos positivos para os negócios e que também atende as demandas dos empreendedores, além de manter a produtividade e a motivação da equipe durante e após a pandemia.

    Gostou das nossas dicas? Compartilhe o artigo nas redes sociais e ajude outros empreendedores a tornarem os colaboradores mais motivados e produtivos.

  • Faça gestão financeira e aumente o faturamento de sua empresa!

    Faça gestão financeira e aumente o faturamento de sua empresa!

    O controle das finanças é algo que deve fazer parte da rotina do empreendedor, afinal, ele oferece um direcionamento para realizar investimentos assertivos, além de fazer com que o empresário seja capaz de identificar despesas desnecessárias.

    A crise é o momento mais adequado para olharmos para os dados provenientes do planejamento financeiro. Com esse olhar, será possível enxergar cenários positivos e proteger o seu negócio, de modo que ele passe pelas turbulências e ainda tenha chances de crescer.

    Confira nossas dicas de como fazer gestão financeira nesse contexto.

    Trace os cenários

    Entender qual vai ser sua movimentação, em um momento de crise, depende da análise financeira do negócio. Nesse momento, você deve estudar o cenário e identificar formas de reduzir despesas, viabilizar recursos para gastos indispensáveis e entender qual será o papel de sua empresa no mercado.

    Traçar os cenários significa, basicamente, estudar possíveis caminhos que mantenham sua empresa em atuação e gerando receita. Para isso, talvez seja necessário adiar aquele investimento que estava pensando fazer. Mas, quem dará as cartas é a sua gestão financeira e os dados que ela oferece.

    Analise as despesas

    Reúna todas as despesas de sua empresa e – friamente – as divida entre coisas essenciais e não essenciais. Se pensarmos nas despesas de uma família, por exemplo, a escola das crianças estaria nas despesas essenciais. Já as aulas de futebol, por mais importantes que sejam, podem estar entre as despesas não essenciais.

    Essa análise vai ajudá-lo a entender se há possibilidades de poupar o caixa, ao menos agora, e a administrar com mais assertividade os recursos da empresa.

    Negocie os prazos com os fornecedores

    Por mais que o contexto de crise seja preocupante, recomendamos que você mantenha um bom relacionamento com seus parceiros de negócio, entre eles, os fornecedores.

    Se em sua gestão observou que há a possibilidade de não cumprir com o pagamento, como era de praxe, negocie o prazo de modo que os dois lados se beneficiem.

    Busque novas estratégias de vendas

    O importante é não parar de vender! Além de gerar receita, as vendas tornam o seu negócio presente na vida do consumidor. Procure fazer com que sua marca e seus produtos sejam sempre lembrados.

    Se os clientes não podem ir até você, vá até eles. Experimente o esquema de delivery. Adapte seu produto, adquira embalagens específicas, faça de suas entregas uma verdadeira experiência.

    Lembre-se de que a crise afeta a todos, inclusive seus clientes. Faça com que eles vejam seu negócio como um braço direito, um apoio, um conforto na adversidade.

    Embora gere desconforto e sensação de insegurança, a crise faz com que você repense determinados hábitos e se atente para as novas tendências no setor e nos hábitos de consumo. Mas, para se guiar nesses novos caminhos, é preciso saber como fazer gestão financeira de forma eficiente. Por isso, não deixe de levar em consideração todas as dicas deste texto!

    Para mais informações como essa, continue acompanhando as dicas do Sebrae nas redes sociais! Curta nossa página no Facebook.

  • Como se preparar para a retomada ao trabalho no pós-pandemia?

    Como se preparar para a retomada ao trabalho no pós-pandemia?

    Com a reabertura da economia e a flexibilização das medidas de isolamento social, as empresas estão, gradualmente, retomando suas atividades. Porém, para que o retorno ao trabalho pós-pandemia ocorra de forma segura, alguns novos protocolos serão fundamentais, além de mudanças no ambiente físico corporativo. 

    Os novos layouts de trabalho dependerão muito das atividades de cada empresa. Uma loja, por exemplo, opera de maneira distinta de um escritório ou de uma fábrica. No entanto, em qualquer um desses ambientes, os cuidados com higienização e o distanciamento dos colaboradores serão essenciais.

    Quer saber como garantir o retorno ao trabalho presencial de forma segura? Então, acompanhe as nossas dicas! 

    Como organizar o ambiente de trabalho pós-pandemia? 

    Várias medidas serão necessárias para manter a segurança dos colaboradores e também da coletividade. A conscientização de todos, acerca dos riscos e da importância do comportamento seguro, será o elemento mais importante para minimizar os riscos de contágio e de transmissão de doenças.

    Para tanto, investir em comunicação, reorganizar a dinâmica corporativa e promover adequações físicas são ações imprescindíveis. Confira! 

    Equipamentos de proteção 

    O uso de máscara é essencial. Além dela, dependendo da atividade, luvas ou mesmo máscaras do tipo face shield são necessárias. O fornecimento do equipamento de proteção individual (EPI) é uma obrigação do empregador, que deve orientar sobre o uso correto e fiscalizar a utilização por parte de toda equipe. 

    Mudanças no espaço físico 

    É importante que os ambientes sejam adequados de forma a manter o distanciamento entre os colaboradores. Assim, o afastamento de mesas ou a readequação dos escritórios é importante. Uma alternativa para locais com pouco espaço disponível é o uso de divisórias de acrílico. 

    Além disso, portas e janelas devem permanecer abertas, de forma a garantir a circulação do ar. No caso das portas, essa medida também é importante para evitar a necessidade de contato com maçanetas. 

    Em lojas ou outros empreendimentos, nos quais o consumidor efetua o pagamento diretamente no caixa, além de divisórias de acrílico, é válido fazer demarcações no piso, para evitar aglomeração. Os clientes e funcionários precisam estar seguros.

    Empresas com refeitórios coletivos ou vestiários também precisam adotar cuidados extras para evitar a presença de muitas pessoas nesses ambientes. Nesse caso, o ideal é organizar a jornada de trabalho de forma que os horários dos colaboradores não coincidam. 

    Vela a pena, também, instalar dispensers de álcool em gel 70% na entrada da empresa, próximos aos refeitórios e sanitários. Nas pias, sabonete líquido e toalhas descartáveis são imprescindíveis.

    Novos comportamentos 

    Além das adequações do espaço físico, as empresas devem instituir novos protocolos de proteção aos funcionários. O ideal é que aqueles que puderem permanecer em home office continuem executando suas atividades à distância, ao menos na maior parte do tempo. Para os que precisarem comparecer à empresa, vale adotar alguns cuidados: 

    • avalie a possibilidade de mudanças no horário de trabalho, de modo a evitar que os colaboradores utilizem transportes públicos em momentos de pico;
    • faça aferição de temperatura assim que o colaborador chegar em empresa. Se houver sinais de febre, tosse ou outros sintomas de doenças respiratórias, o funcionário deve ser afastado por alguns dias;
    • intensifique a comunicação sobre a importância das medidas preventivas. Oriente as equipes sobre os procedimentos necessários de higiene, uso de máscaras e o descarte (ou higienização) das mesmas;
    • evite a realização de reuniões ou treinamentos em ambientes fechados. Por enquanto, o essencial é que esses eventos aconteçam apenas por videoconferência.

    A mudança de rotinas garante a segurança do trabalho pós-pandemia? 

    É fundamental que os gestores se capacitem para garantir o retorno ao trabalho sem riscos. Com as orientações adequadas e a adoção de protocolos rígidos de higiene e segurança, os colaboradores se sentirão confiantes e motivados para voltarem às atividades rotineiras, mantendo sua produtividade. 

    Com cautela, o retorno ao trabalho pós-pandemia é seguro e fundamental para garantir a sustentabilidade financeira das empresas, que geram emprego e renda para muitas famílias.

    Quer garantir os melhores resultados para sua empresa nesse momento de retomada? Então, confira como melhorar o posicionamento de sua marca!

  • Sustentabilidade do negócio: 7 dicas para sua empresa sobreviver à crise

    Sustentabilidade do negócio: 7 dicas para sua empresa sobreviver à crise

    A crise do coronavírus é um balde de água fria em diversos setores do comércio. Muitas pessoas perderam seus empregos ou reduziram a sua jornada de trabalho, o que tem afetado o poder de compra dos brasileiros. Nesse novo cenário, as empresas têm que se reinventar para continuar lucrando.

    Pensando nisso, preparamos um post para mostrar como a empresa pode buscar a sustentabilidade do negócio, mesmo nesse período de crise. É hora de apostar no ambiente on-line e planejar as contas com cuidado. Siga a leitura!

    1. Cortar despesas

    Primeiro, é importante cortar todas as despesas que não sejam fundamentais para a condução do negócio e não agreguem valor imediato.

    Alguns exemplos são contas em plataformas, lojas e serviços que não sejam urgentes para o momento. Caso seja possível, estude os contratos com fornecedores e tente renegociar novas condições.

    2. Estabelecer um plano de contingência

    Outra tarefa importante é desenvolver planos para diferentes períodos: ou seja, englobando o curto, o médio e o longo prazo. Dessa forma, será possível contemplar diversas situações e se prevenir para cada uma delas.

    Para fazer isso, contemple meses extras após o término da pandemia para se reerguer. Afinal, muitas pessoas perderam seus empregos e estão relutantes em voltar a consumir. Trace diversos cenários, tanto otimistas como mais pessimistas.

    Desse modo, ao situar a empresa em diferentes contextos (tanto em períodos hipotéticos de queda como naqueles em que pode ocorrer uma alta das vendas), será mais fácil entender o que fazer em cada uma dessa situações.

    3. Apostar nas ferramentas virtuais

    O distanciamento social pode ser, também, uma maneira de modernizar o negócio. Aplicativos como Zoom, Slack e Google Hangouts podem ser utilizados para agregar colaboradores ao trabalho remoto, tornando a empresa mais conectada.

    Além de manter o negócio operando mesmo com os colaboradores à distância, sua empresa investirá ativamente em uma estratégia virtual buscar novas práticas, preparando-se para captar mais clientes por meio das plataformas on-line.

    4. Fortalecer sua plataforma de comércio eletrônico

    Como menos pessoas saem às ruas, apostar no comércio eletrônico é uma maneira de garantir que elas ainda estejam conectadas à sua marca. Além disso, aposte no delivery — você pode até mesmo se cadastrar em plataformas como o Uber Eats ou o Rappi para agilizar as entregas.

    Não se trata de mero “achismo”: o comércio on-line chegou a crescer mais de 70% em 90 dias de pandemia. Para atingir esses consumidores, é imprescindível apostar nas mídias sociais e no site da marca.

    5. Concentrar-se em seus pontos fortes

    Quais são os produtos e serviços capazes de render lucros para sua empresa no presente? São eles que manterão o negócio funcionando, então se concentre no que você faz de melhor — e que realmente gere vendas.

    Uma boa ideia é pensar nas atividades que exigem menos trabalho e geram alto impacto. Use o Princípio de Pareto, que trabalha com a proporção 20/80, ou seja: com 20% do esforço de produção, qual atividade atual pode render 80% de lucro? Pense naquelas com maior retorno geral e se concentre nesses pontos fortes.

    6. Reinventar o modelo de negócio

    Mesmo com todas as dificuldades, esse período tem gerado várias histórias de reinvenção do modelo de negócio. Uma matéria da Folha de S. Paulo mostra um exemplo interessante: uma cafeteria que tinha 99% da sua clientela no próprio edifício onde operava a loja conseguiu se remodelar apostando no delivery.

    Isso foi possível com a ajuda de uma influencer digital, uma prática que também pode ser adotada por outras empresas. Já outra cafeteria aproveitou para montar um catálogo digital, por meio de um showroom na internet.

    A matéria também mostra que estabelecer um programa de pontos para pessoas que indiquem outros clientes também tem sido uma medida eficiente. A sua empresa também pode aproveitar esse período para encontrar novas formas de chegar aos clientes. Outro exemplo interessante é a adoção de vouchers, que se transformarão em ordens de pedido vantajosas quando a loja reabrir.

    7. Humanizar a marca

    Sua empresa pode humanizar a marca mostrando os trabalhadores por trás dela, além de apresentar os esforços dos gestores em manter essas pessoas em um ambiente seguro de trabalho. Os colaboradores podem ser representados como pessoas comuns que também estão sofrendo com a restrição do comércio.

    Além disso, sua marca pode se posicionar como educadora, divulgando conteúdos (no blog e nas mídias sociais) úteis para as pessoas. É uma boa ideia escrever artigos que linkem os produtos do negócio com as principais medidas de proteção contra a doença, como:

    • uso de máscara;
    • higienização das mãos;
    • isolamento social.

    Assim, empresas do ramo de saúde, por exemplo, podem concentrar seus textos em cuidados de higiene. Já negócios de tecnologia podem enfatizar a importância de ter bons equipamentos para combater o tédio trazido pelo isolamento social. Buscar esse tipo de equilíbrio será muito importante para manter a sustentabilidade do negócio.

    Gostou do artigo e quer apresentá-lo para outras pessoas? Então, compartilhe o texto em suas redes sociais e chame os amigos para discuti-lo!

  • Como escalar meu negócio? Descubra por onde começar!

    Como escalar meu negócio? Descubra por onde começar!

    “Como escalar meu negócio?” é uma pergunta que passa pela cabeça de muitos empreendedores. Para que uma empresa seja escalável ela deve se concentrar em melhorar a lucratividade e a eficiência dos serviços, mesmo diante de uma maior demanda. Ou seja, sua empresa deve lidar com o crescimento saudável sem que nenhuma área do negócio sofra algum problema como atrasos para atender aos pedidos, por exemplo.

    Realizar o mapeamento e padronização de processos ajuda a otimizar o atendimento das demandas com menores custos. Investir no treinamento da equipe cria um padrão de qualidade e reduz a rotatividade.

    Outra medida para tornar o negócio escalável é buscar oferecer um produto e/ou serviço que atenda às necessidades dos clientes. No entanto, para que a gestão estratégica da escalabilidade dê certo, é necessário começar por uma ação eficiente de marketing.

    Nesse artigo você vai conhecer um pouco mais sobre a importância das estratégias de marketing para a escalabilidade da sua empresa. Vamos lá?

    Por que o marketing contribui para a escalabilidade do seu negócio?

    Um dos erros de um empreendedor é acreditar que as ações de marketing são caras e apresentam resultados pouco efetivos. Na verdade, você pode tornar sua empresa mais escalável com a ajuda do marketing, aumentando o lucro e os resultados do seu negócio. Entenda os motivos!

    Encontra oportunidades de crescimento

    Growth Hacking é o marketing voltado para encontrar caminhos que permitem que seu negócio cresça rapidamente. O propósito desse processo é identificar quais são as mudanças em seu negócio que podem gerar melhores resultados sem aumentar as despesas.

    Uma das estratégias do growth hacking é o marketing de referência, que utiliza os seus clientes como divulgadores de sua marca. Essa propaganda “boca a boca” normalmente funciona assim: seu cliente indica um conhecido e recebe uma recompensa por isso. Nesse caso, o custo por aquisição de cliente é menor que uma campanha para atrair novos consumidores, por exemplo.

    Direciona a mensagem para o público certo

    Um dos segredos da escalabilidade é oferecer um produto que o diferencie da concorrência. Mas não adianta produzir esse diferencial se ele não é conhecido pelo público. O marketing tem ferramentas que permitem segmentar o público para que sua empresa consiga atingir clientes em potencial.

    Se você produz conteúdo em blog, site ou redes sociais, não deixe de descobrir qual é a persona do seu negócio. Também conhecido como avatar, ele é o perfil de um cliente ideal e que sintetiza o comportamento de outros consumidores dos produtos e/ou serviços de sua empresa.

    Para criar essas personas, considere como esse cliente se comporta, como ele compra, com o que trabalha, quais são os interesses e quais os problemas que ele tem que podem ser resolvidos pelo seu negócio.

    Ajuda a construir uma base sólida de clientes

    O marketing digital permitiu uma maior aproximação entre os consumidores e as empresas. Por meio dos sites e redes sociais é possível receber feedbacks e conhecer melhor o nível de satisfação desses clientes. Essas informações são valiosas para identificar os pontos fortes e melhorar a experiência do cliente em todas as etapas do funil de vendas.

    Estudos do neuromarketing, ou neurociência do consumo, também ajudam a identificar o comportamento de seus consumidores, permitindo a criação de campanhas de atração e retenção que atendem às necessidades desses clientes.

    Traz informações sobre os clientes e o mercado

    Com a aplicação de pesquisas de marketing é possível de reunir informações sobre o potencial competitivo da sua empresa e a opinião do seu consumidor. O levantamento de dados pode ser obtido por ferramentas de marketing como Google Analytics, por meio de comentários nas redes sociais ou pesquisas digitais.

    Esses dados podem levar à revisão de processos internos, como a qualidade do produto, o preço, a distribuição da mercadoria até a comunicação com o consumidor. A pesquisa de marketing também ajuda a identificar oportunidades e tendências, gerar valor para a audiência, além de conquistar mais leads, ou seja, clientes em potencial.

    Permite analisar os resultados do crescimento

    O empreendedor que busca a escalabilidade precisa contar com os indicadores de desempenho (KPI) para saber se a estratégia segue de acordo com o planejamento inicial. A decisão baseada em dados ajuda também a desenvolver soluções cada vez mais alinhadas às necessidades do negócio.

    Reunimos a seguir os principais indicadores de desempenho utilizados no marketing. Lembre-se que para mensurar os dados de indicador é preciso apontar uma meta a ser alcançada. Para adotar o KPI de vendas mensais você deve especificar o número de vendas esperado por mês, por exemplo.

    • Custo de aquisição de clientes (CAC);
    • Custo por clique (CPQ);
    • Custo por Lead (CPL);
    • Taxa de cliques;
    • Taxa de conversão;
    • Tempo de navegação no site da empresa;
    • Ticket médio.

    Quais estratégias de marketing são ideais para um negócio escalável?

    O marketing é a ferramenta ideal para o planejamento do posicionamento de sua empresa no mercado. Ele pode ajudar a construir uma imagem positiva do seu negócio tanto para os consumidores quanto para outros empreendedores do seu segmento de atuação, além de oferecer soluções que impulsionam as vendas.

    Confira 3 estratégias que você pode utilizar para o seu negócio escalável.

    1. Branding

    Branding é uma área do marketing que desenvolve ações com o objetivo de tornar a sua empresa reconhecida. É importante lembrar que essas ações precisam ser coerentes com as estratégias do negócio e com a mensagem que sua empresa deseja passar para a audiência.

    Esse trabalho começa já na elaboração da marca, mas você pode utilizar o gerenciamento de toda a identidade visual da sua empresa, do layout das embalagens até o uniforme dos colaboradores, por exemplo. O branding também é uma excelente oportunidade para melhorar o relacionamento com o consumidor, por isso, certifique-se de oferecer uma experiência positiva ao cliente toda vez que ele interagir com sua marca. Isso vale tanto para o contato presencial quanto aquele realizado em outros canais de atendimento.

    2. Marketing de guerrilha

    O negócio escalável investe constantemente em inovação e essa estratégia de marketing ousada, e que exige pouco investimento, pode ser uma boa maneira de atrair novos consumidores. Não existe uma regra para esse tipo de ação, mas é fundamental que ela consiga atrair a atenção das pessoas de forma simples e inteligente.

    Você já deve ter encontrado na internet vídeos mostrando o marketing de guerrilha de grandes empresas como Coca-Cola e McDonald’s. O segredo para uma campanha desse tipo para micro e pequenas empresas é focar o diferencial que o seu produto e/ou serviço pode oferecer.

    3. Marketing de conteúdo

    Todo negócio escalável precisa adotar uma estratégia de marketing de conteúdo para a divulgação do seu produto e/ou serviço e atração de clientes na internet.

    A produção e oferta de conteúdos de qualidade em seu site ou redes sociais e o uso de técnicas de Search Engine Optimization (SEO) para melhorar o posicionamento do seu site em páginas de busca são ações que ajudam a melhorar a visibilidade de sua empresa no ambiente digital.

    Anúncios on-line nas redes sociais ou no Google Adwords também são exemplos de soluções escaláveis de marketing que você pode adotar.

    Portanto, a resposta à sua pergunta “Como escalar meu negócio?” é: elabore uma forte estratégia de marketing. Utilizar os canais de divulgação digitais torna sua empresa mais conhecida pelos consumidores, o que permite expandir sua cartela de clientes. Não deixe de procurar uma assessoria reconhecida no mercado e que oferece o amparo necessário para a gestão do seu negócio.

    Se você ainda não desenvolveu nenhuma ação de marketing e tem dúvidas sobre como definir sua estratégia, conte com o auxílio do Sebrae Alagoas. Somos uma empresa especializada para consultoria e apoio aos empreendedores, fomentando a criação, desenvolvimento e modernização das micro e pequenas empresas do nosso estado.

    Entre em contato com o Sebrae Alagoas agora mesmo e saiba como definir estratégias para a escalabilidade de sua empresa.

  • 5 técnicas de redação para atrair clientes produzindo conteúdo para web

    5 técnicas de redação para atrair clientes produzindo conteúdo para web

    Quantas vezes, antes de adquirir determinado produto ou serviço, você faz buscas na internet para pesquisar características, preços e resenhas de outros consumidores? Esse comportamento de compra é cada vez mais comum, o que significa que as empresas precisam estar presentes nos canais digitais. Por isso, saber produzir um bom conteúdo para a web é um grande diferencial.

    Afinal, onde o seu cliente irá buscar mais detalhes sobre seu produto? Mesmo no caso de consumidores que optam por comprar em lojas físicas, a pesquisa online é comum. Conforme levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 97% dos brasileiros procuram os produtos na internet antes da compra.

    Assim, para que sua empresa seja encontrada em meio a tantas informações online, o segredo é inovar e produzir bons conteúdos. De quebra, isso ajuda a conquistar autoridade em seu segmento e contribui para melhorar a gestão estratégica. Continue a leitura do post para descobrir como fazer isso!

    Saiba como atrair e fidelizar os clientes com conteúdos para web

    Para atrair leitores e se tornar uma autoridade em seu mercado de atuação, é fundamental produzir conteúdos interessantes, com informações consistentes e aprofundadas, que realmente possam ajudar o cliente. 

    No entanto, apenas isso não é suficiente, pois, com a transformação digital, o acesso das pessoas às informações se tornou mais fácil. Assim, para se destacar entre milhares de páginas na internet, é necessário utilizar algumas técnicas específicas, que ensinamos a seguir!

    1. Analise o perfil de seu público-alvo

    Para definir os temas que interessam seu público, é fundamental analisar o seu perfil e entender as suas necessidades. Não basta somente divulgar seus produtos e serviços, é importante produzir conteúdos que realmente ajudem esse consumidor. 

    Apenas para ilustrar: se você tem uma loja de roupas, saiba que não basta apenas fotografar as peças e postar. Escreva sobre tendências de moda para a próxima estação, ajude o seu cliente a criar um guarda-roupas versátil, explique sobre combinações com acessórios, entre outros temas. Com isso, sua marca passa a ter mais valor aos olhos dos clientes

    Procure estabelecer uma linguagem próxima a esse cliente. Por exemplo, se o seu público-alvo tem formação técnica e está habituado a um vocabulário mais formal, adote em suas postagens esse tom de voz. No entanto, se for uma pessoa mais simples, em busca de soluções para o dia a dia, procure usar a mesma linguagem. 

    2. Escreva posts detalhados

    Quanto mais completa for a sua abordagem do tema, maiores as chances dela aparecer entre os primeiros resultados de buscas. E isso é importante para que o seu futuro cliente encontre a sua empresa. Normalmente as pessoas abrem os links dos primeiros resultados e acabam ignorando quem não está bem posicionado. 

    Além disso, algumas pesquisas indicam que conteúdos detalhados são mais interessantes e têm maior possibilidade de serem compartilhados, o que ajuda a ampliar o alcance de suas publicações. 

    Para produzir um bom conteúdo, vale a pena colocar em prática algumas dicas:

    1. escolha uma palavra-chave que se relacione ao assunto que interessa o seu cliente. Usando o mesmo exemplo que demos acima, da loja de roupas, imagine possíveis buscas que o consumidor faria: “quais as tendências de moda para o inverno” ou “como combinar casacos e botas de salto” são alguns assuntos que podem despertar seu interesse e curiosidade. Assim, no primeiro exemplo, use palavras-chave como “moda para o inverno” e suas variações (moda de inverno, roupas de inverno, tendências de moda para o inverno, entre outras);
    2. essa palavra-chave pode ser uma frase mais específica, que atrairá os consumidores que buscam exatamente esse conteúdo, ou mais genérica. Para ilustrar, imagine que algumas pessoas querem saber, exatamente, “como combinar casacos e botas de salto alto”, enquanto outras podem chegar ao mesmo resultado (mas, com maior concorrência de outros sites) buscando somente “botas de salto”, “casacos” ou “casacos e botas”;
    3. use essa palavra-chave no título e ao longo do texto, de forma natural, para melhorar o posicionamento;
    4. procure informações de fontes confiáveis e utilize-as no texto — por exemplo, cite publicações internacionais de moda, que mostrem as tendências no hemisfério norte, que costumam ser um termômetro interessante para o setor, no Brasil;
    5. faça hiperlinks em seus textos, direcionando para outras publicações de sua página que possam agregar mais informações sobre o tema que você está abordando — assim, seu site ganha mais tráfego, o que faz com que os mecanismos de busca entendam que seus conteúdos são relevantes.

    3. Escolha boas imagens

    Ainda pensando no perfil de seu público-alvo, escolha imagens atrativas, que valorizem o conteúdo do artigo. Procure escolher ilustrações ou fotos que prezem pela diversidade e passem mensagens positivas. Vale a pena também ter atenção ao momento. Por exemplo, em tempos de pandemia com o coronavírus, ilustrações que mostrem aperto de mãos devem ser repensadas. 

    4. Faça títulos atrativos

    Juntamente à ilustração, o título é a primeira coisa que o seu cliente vê. Assim, ele precisar atrair sua atenção e despertar a curiosidade para a leitura do que vem a seguir. 

    5. Capte informações dos visitantes

    Uma estratégia bastante utilizada no marketing digital é a captação de dados (como e-mail ou telefone) dos visitantes da página. Para fazer isso, você pode oferecer materiais gratuitos, como e-books, gráficos, análises mais detalhadas, entre outros. Quando a pessoa fizer o download, precisará preencher um formulário com as informações.

    Esses dados de contato servem para nortear decisões da empresa, já que será possível identificar quais assuntos despertaram maior interesse do público. Além disso, eles possibilitam transformar um visitante em um cliente, usando as formas de contato para enviar mais informações, promoções, convites ou outros materiais. 

    Lembre-se, no entanto, que o uso das informações pessoais deve ser consentido, conforme as regras estabelecidas na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), prevista para entrar em vigor em agosto de 2020.

    Entenda a importância de manter esse contato com seus clientes

    Em princípio, pode parecer bastante trabalhoso adotar todas essas estratégias para se aproximar dos clientes. No entanto, essa modalidade de marketing é mais acessível do que anúncios pagos e tem um alcance muito maior.

    Um bom conteúdo pode ser compartilhado inúmeras vezes, o que significa que será lido por muitas pessoas. Com isso, sua marca atinge um público muito maior, conquista o respeito e passa a ser vista como autoridade no tema.  

    Além de todas essas dicas, lembre-se de que é fundamental que o conteúdo para web seja bem escrito, com clareza e objetividade, e traga informações que façam a diferença para quem está lendo. Outro detalhe é que o texto não precisa ser postado somente no blog da sua marca. Use as redes sociais para se aproximar ainda mais dos clientes!

    Quer saber mais sobre o assunto e descobrir estratégias para que o seu público se identifique mais com a sua marca? Então continue em nossa página e entenda o que é branding e como utilizá-lo para fortalecer a sua empresa!

  • Mudanças organizacionais: como passar confiança ao time?

    Mudanças organizacionais: como passar confiança ao time?

    Mudanças organizacionais nada mais são que alterações que a empresa precisa fazer para se manter competitiva no mercado e melhorar os resultados. Uma organização precisa passar por isso principalmente quando ela pretende otimizar processos, aumentar a produtividade e se atualizar no mercado.

    Levando isso em consideração, é muito importante contar com uma equipe alinhada aos objetivos do negócio para fazer com que essas mudanças sejam eficazes o suficiente para deixar os concorrentes para trás.

    Mas para ter esse resultado é preciso passar confiança ao seu time. Não sabe como fazer isso? Neste artigo listamos algumas dicas indispensáveis para colocar essa estratégia em prática. Acompanhe!

    Melhore a comunicação com a equipe

    Saber como se comunicar com o seu time — sem intimidá-lo — é essencial para melhorar a comunicação. Isso porque durante as mudanças organizacionais as falhas na comunicação precisam ser evitadas ao máximo para não prejudicar o processo.

    Faça com que as decisões tomadas cheguem tranquilamente aos seus colaboradores, seja por meio de murais de avisos ou por meio de e-mails.

    Receba bem os feedbacks

    Outro ponto que merece atenção são os feedbacks de seus colaboradores. Essa questão é importante, pois são eles que estão diretamente ligados à rotina das atividades executadas.

    Ninguém melhor que sua equipe para indicar os pontos de atenção, ou seja, quais processos podem ser otimizados, quais exigem um uso maior da tecnologia etc.

    Esteja aberto tanto aos feedbacks bons quanto aos ruins, dessa forma, é possível criar estratégias mais eficientes para se destacar no mercado.

    Mostre onde a empresa quer e vai chegar

    Deixar claro para os colaboradores onde a empresa pode chegar é essencial para motivá-los a melhorar a produtividade. Eles também enxergarão novas oportunidades para o crescimento profissional, uma vez que a organização terá mais recursos para investir em treinamentos, aumento de salários, entre outros benefícios.

    Todos poderão trabalhar para encontrar soluções mais eficientes para alcançar tal objetivo.

    Mostre a importância da equipe para as mudanças

    É necessário que você enfatize a importância que cada colaborador tem dentro das mudanças organizacionais. Tenha em mente que eles são peças fundamentais para construir o sucesso do seu negócio. Quanto mais eles se sentirem valorizados, mais vão se dedicar a construir um futuro melhor para a sua empresa.

    Participe da rotina de trabalho da equipe

    Ao participar da rotina da sua equipe, você conseguirá observar de perto quais são as dificuldades do dia a dia e terá melhores ideias que contribuem para uma mudança organizacional eficiente.

    Além de conhecer a realidade de cada atividade exercida, você poderá otimizar o relacionamento com seus colaboradores, alinhando da melhor forma possível os objetivos dessas alterações com os valores de cada um deles.

    A partir do momento que você nota que a sua empresa está perdendo market share (fatia de mercado), que a satisfação dos seus clientes está diminuindo ou até mesmo a sua lucratividade não tem sido positiva, é hora de realizar as mudanças organizacionais.

    O Sebrae Alagoas oferece apoio aos pequenos negócios de todo o país. Se você precisa de ajuda, entre em contato conosco agora mesmo e saiba o que podemos fazer pela sua empresa!

  • Passo a passo: aprenda agora como fazer um modelo de negócios

    Passo a passo: aprenda agora como fazer um modelo de negócios

    Todo empreendedor já passou por aquele momento em que sua grande ideia, seu sonho ou aquela solução que há tempos pensava em desenvolver precisa tomar forma, ganhar corpo e se tornar um negócio. Seja para quem já tem sua empresa, seja para quem vai iniciar sua trajetória como empresário, é comum surgirem dúvidas nesse processo.

    Por isso, hoje vamos falar sobre modelo de negócios, uma importante e estratégica ferramenta para ajudar você a tirar as ideias da cabeça, mapeá-las e transformá-las em realidade. Para tanto, montamos um passo a passo para você criar seu próprio modelo. Confira neste artigo!

    Entenda o que é e para que serve um modelo de negócios

    Antes de iniciarmos o passo a passo, é interessante que você compreenda mais sobre o modelo de negócios. Trata-se de uma ferramenta que vai fazer um mapeamento completo de suas ideias e projeções, a fim de se analisar todos os aspectos de cada etapa, tais como viabilidade, aplicabilidade, valor gerado, entre outros.

    Por meio dele, você vai detalhar seu futuro negócio ou solução de forma analítica, o que tornará o caminho mais claro, auxiliará na solução de problemas que possam surgir e mais ainda: pode aperfeiçoar e expandir suas pretensões.

    Aprenda a montar o seu modelo de negócios

    Agora, que você já entende o conceito, que tal colocá-los em prática? Vamos então para o passo a passo.

    1- Conheça os diferentes tipos de modelos de negócios

    Para começar, você deve conhecer os principais tipos, para ver onde sua ideia ou solução se encaixa. A partir disso, ficará mais fácil encontrar algumas respostas que a ferramenta vai demandar.

    No mercado atual, os modelos mais expressivos são:

    Assinatura – cria-se um grupo de clientes que pagam mensalmente para receber produtos ou serviços. Dentre os assinantes é possível estabelecer categorias de assinaturas, para diversificar a oferta. Exemplo: Tag Livros.

    Franquia – tipo de negócio em que empresários vinculam-se por meio da compra de uma marca já existente. Com isso, o negócio já vem com uma estrutura pronta, identidade e diversas diretrizes que serão base para a atuação do franqueado. Exemplo: Subway.

    Marketplace – trata-se de um site ou plataforma de e-commerce, em que diversos fornecedores oferecem seus produtos. Ao selecionar um produto, o cliente tem acesso a todos os fornecedores daquele produto e pode escolher com qual deles efetuará a compra. Exemplo: Lojas Americanas.

    Infoprodutos – são produtos digitais que são comercializados via internet e podem ser acessados e baixados pelo cliente. É muito utilizado para cursos online, treinamentos, palestras, livros e áudios, entre outros. Exemplo: Monetizze.

    Economia Colaborativa – é um modelo em que o negócio se dá na junção das necessidades e da oferta de recursos de diferentes pessoas. Um claro exemplo disso é a Uber, que vincula quem tem o recurso e a necessidade de trabalhar (o motorista) a quem, pelo menos naquele momento, não dispõe desses meios, precisa se deslocar e pode pagar por isso. Mais um exemplo: Airbnb.

    SaaS – oferta ao cliente o acesso a uma plataforma de conteúdo, suporte, softwares e variados serviços na internet, com pagamento mensal. Exemplo: Spotify.

    A boa notícia é que as ferramentas do Canvas se adaptam bem a todos esses formatos.

    2- Defina a oferta de valor

    Após entender em que formato seu negócio se classifica, é hora de definir a oferta de valor da sua ideia. Ela diz respeito a qual valor seu negócio vai gerar para o cliente e como esse valor será entregue. Grosso modo, são os benefícios que o consumidor terá ao desfrutar de sua solução, por exemplo: praticidade, status social, comodidade, autoestima, realização, crescimento financeiro, fortalecimento da imagem, inovação, entre outros.

    3 – Segmente os clientes

    Outro quadrante imprescindível é a segmentação dos clientes. É nessa fase que você descreverá a fundo seu cliente ideal, definirá a quais públicos deseja levar seu negócio, com quem interagir e principalmente levantar as ferramentas para conhecer as características, dores, expectativas, anseios e comportamentos do seu consumidor. Essa etapa é fundamental para praticamente todas as estratégias dos diversos braços do seu negócio.

    4- Coloque parcerias-chave

    Certamente, você precisará contar com parcerias para a execução de sua ideia. Sejam eles os fornecedores, sócios, imprensa, órgãos governamentais, ou outros. A proposta é listar todos os possíveis parceiros que podem fazer parte do seu negócio. Se você ainda não tiver os parceiros definidos, pense nos setores e nas organizações que podem influenciar na sua ideia.

    5 – Defina os canais

    Vamos agora pensar na distribuição do seu produto. Como o seu cliente terá acesso a ele? Em quais praças ou plataformas sua solução será encontrada? Por quais meios as pessoas conhecerão e utilizarão seu produto? São esses os questionamentos que você deve responder e considerar.

    6- Estruture o plano de marketing

    Com tudo isso definido, é hora de pensar em como se conectar com o cliente ideal e com o mercado. É hora de planejar e criar estratégias para comunicar a proposta de valor, ocupar os espaços estratégicos do segmento mercadológico em que você vai atuar ou expandir sua atuação.

    O plano de marketing é a ferramenta que dará suporte para entrar no mercado, expressar a identidade de sua empresa, trabalhar o valor da sua marca e de seus produtos, definir o posicionamento e cuidar da forma como você será visto pelos seus mais diversos públicos, como clientes, parceiros, competidores, sociedade e outros.

    7 – Acrescente a estrutura de custos

    E quanto tudo isso vai custar? Quanto é preciso investir? Qual a projeção de Retorno sobre o Investimento (ROI)? Esses aspectos você deve considerar na estrutura de custos, que é uma etapa vital do seu modelo de negócios. É muito importante que você dedique bastante pesquisa e análise nesse passo, pois ele pode ser um grande impulsionador ou um obstáculo sério para a realização de seus projetos.

    8 – Descreva as fontes de receita

    As fontes de receita se relacionam aos recursos financeiros que o produto ou o serviço vão gerar para o negócio. Essa etapa é indispensável para a mensuração do faturamento, da lucratividade e das projeções financeiras. É interessante que você faça esse passo com bastantes detalhes, considerando várias possibilidades, visto que é por aqui que as receitas entrarão.

    Para facilitar a elaboração dessa etapa, oriente-se com perguntas como:

    • Como precificar minha solução?
    • Qual a margem de lucro pretendo ter com cada solução?
    • Como pretendo comercializar minha atividade-fim?
    • Quais serão as possibilidades de pagamento?
    • Haverá versões gratuitas dos serviços ou amostras grátis dos produtos?

    E se você não fizer o modelo de negócios de sua empresa, o que pode acontecer? É também uma dúvida comum entre os empreendedores. De modo simplista, a falta dele limita possibilidades, deixa ocultas informações que podem ser desafios para a empresa e faz com que os investimentos sejam arriscados, uma vez que não se tem conhecimento do todo, dos prós e dos contras.

    Devido à importância da ferramenta para a expansão e para a atuação estratégica da sua empresa, o Sebrae desenvolveu uma solução otimizada e bem simples de usar, para ajudar você a construir o modelo de negócios ideal. Estamos falando do Sebrae Canvas e recomendamos fortemente que você conheça mais sobre ele.

    A vida do empreendedor é repleta de desafios e resoluções das mais diversas e contar com ferramentas inteligentes e inovadoras faz toda a diferença na tomada de decisão. E, por falar nisso, se você resolveu expandir sua empresa, confira as 4 decisões de gestão estratégica de um empreendedor que quer crescer.

  • 7 dicas para criar uma proposta de valor incrível

    7 dicas para criar uma proposta de valor incrível

    A proposta de valor nada mais é que uma prática que visa levar ao seu potencial cliente uma ideia concisa, clara e transparente a respeito de como determinado produto ou serviço será relevante para ele. Definir essa ideia é essencial para iniciar um novo negócio.

    Com uma proposta de valor bem definida, a empresa consegue fortalecer a sua marca no mercado, mostrando ao seu público-alvo por que o seu empreendimento é o ideal para solucionar o problema dele —, e não os seus concorrentes.

    Neste artigo, apresentamos 7 dicas para a criação de uma proposta de valor incrível para a sua empresa. Continue a leitura para entender mais sobre o assunto!

    1. Considere a estrutura

    Ao realizar a sua proposta de valor, você precisa estar atento à seguinte estrutura:

    • título: ele deve conter no máximo duas frases curtas, as quais precisam simplificar as vantagens oferecidas pelo seu negócio em comparação à concorrência. É nesse momento que a atenção do potencial cliente deve ser conquistada. Portanto, o título precisa ser criativo e impactante;
    • subtítulo: ele deve conter de duas a três linhas. O subtítulo é responsável por apresentar o que a empresa faz, mostrar para quem o seu produto ou serviço é destinado e abordar as principais vantagens oferecidas aos clientes;
    • bullet points: fazer uso dos bullet points para organizar os benefícios oferecidos pelo seu negócio também é muito importante. Aqui, você deverá dispor, em listas, cada vantagem para facilitar a leitura e criar um destaque visual;
    • imagens: ao falar da sua proposta de valor, você precisa investir em boas imagens. Elas são indispensáveis para chamar a atenção das pessoas, ilustrando as ideias que foram apresentadas no seu texto.

    2. Conheça bem o seu público-alvo

    Conhecer o seu público-alvo é essencial para oferecer a ele uma solução eficaz e que vá direto ao encontro de suas necessidades e objeções. Dessa maneira, o público enxergará valor em sua proposta e entenderá que ela é realmente relevante.

    Para criar uma proposta de valor de interesse do seu público, é preciso alinhar a linguagem utilizada para se comunicar de maneira próxima, melhorando, assim, o relacionamento entre a empresa e o consumidor. Algumas características importantes que devem ser consideradas nesse momento são:

    • faixa etária;
    • hábitos de consumo;
    • gênero;
    • nível de escolaridade, entre outros.

    Com esses dados em mãos, fica mais fácil de criar uma proposta mais atrativa para quem tem interesse por seus serviços ou produtos.

    3. Observe os concorrentes

    A sua proposta de valor precisa diferenciar a sua empresa dos seus concorrentes. Sendo assim, oferecer algo similar é dar “um tiro no próprio pé”. Portanto, nesse momento, você precisa observar a sua concorrência, analisar o que eles oferecem e oferecer algo melhor, que supere as expectativas dos seus consumidores.

    Os pontos de melhorias que serão identificados nesse momento o ajudarão a entender melhor as necessidades dos seus potenciais clientes e, assim, a colocar estratégias mais eficientes em prática para não apenas atraí-los, mas também fidelizá-los. Com essa medida, os seus resultados tendem a ser melhores, o que ajuda a sua empresa a se destacar no mercado.

    4. Esteja atento à linguagem

    Para conseguir expressar adequadamente a sua proposta de valor, a sua linguagem precisa ser clara e objetiva. Sem enrolações e promessas vazias. Também é importante que esse tipo de linguagem se estenda à abordagem dos seus clientes, a fim de criar um melhor relacionamento de confiança entre consumidor e empresa.

    O tipo de linguagem utilizada vai depender do perfil do seu público-alvo. Por exemplo, se a sua empresa fala com profissionais do mercado financeiro, a linguagem precisa ser mais formal.

    Agora, se o seu público-alvo é mais jovem, a linguagem informal será mais bem interpretada. Isso é importante analisar porque é a linguagem que conectará os seus potenciais clientes com a sua proposta de valor.

    5. Acrescente os benefícios do produto

    O que faz a sua proposta de valor ser mais interessante que a do seu concorrente? Nesse momento, você precisa acrescentar os benefícios do seu produto ou serviço, mas, ao mesmo tempo, eles não podem ser atributos comuns, ou seja, é preciso apresentar um diferencial. Aqui, qualquer detalhe pode fazer toda a diferença na hora de atrair o consumidor.

    Alguns exemplos de benefícios que merecem ser destacados são:

    • atendimento personalizado;
    • comodidade;
    • frete grátis;
    • segurança, entre outros.

    Aquela análise da concorrência feita anteriormente ajudará bastante nesse quesito, pois com base em dados reais você poderá tomar decisões mais prudentes.

    6. Apresente sua proposta de valor de várias formas

    Após concluir a sua proposta de valor, você precisa apresentá-la ao seu público-alvo. Sendo assim, busque por boas alternativas de comunicação. Você pode fazer uso de figuras, textos em mídias sociais, vinhetas e infográficos. Quanto mais interessante a sua mensagem for, maiores são as chances de seus potenciais clientes se conectarem a ela.

    A sua equipe de vendas também precisa saber como apresentar a sua proposta de valor ao atender um cliente, pois cada contato é uma oportunidade que a sua empresa tem de reforçar por que o seu produto ou serviço deve ser sempre a preferência do seu consumidor.

    7. Mantenha as promessas

    Não existe nada mais frustrante para o consumidor que não receber aquilo que lhe foi prometido. Portanto, cuidado! Enganá-lo ou exagerar na promessa não é algo interessante para a imagem do seu negócio. Por isso, na hora de definir suas promessas, é importante analisar com cuidado o quanto você pode realmente entregar.

    Manter as suas promessas é fundamental para que os seus clientes não se tornem detratores da sua marca. Com esse grau de insatisfação, muitas outras pessoas serão alcançadas por uma mensagem ruim da sua empresa, o que dificultará a atração de novos consumidores.

    Sem uma proposta de valor bem definida, a sua empresa não conseguirá se destacar no mercado e, ainda, não conseguirá criar, inovar, nem mesmo reinventar o seu negócio para otimizar os seus resultados. Definir uma proposta de valor atraente é um dos primeiros passos para alcançar o sucesso!

    Este artigo foi útil para você? Então, nos ajude a disseminar esse conhecimento! Compartilhe o post em suas redes sociais para que mais pessoas saibam como fazer uma proposta de valor incrível para o seu negócio.

  • Saiba o que é cadeia de valor e como gerar mais relevância aos clientes com ela

    Saiba o que é cadeia de valor e como gerar mais relevância aos clientes com ela

    Para crescer, uma empresa precisa combinar seu potencial competitivo à lucratividade. Entretanto, o lucro depende da cadeia de valor gerada pela marca.

    Pensando nisso, este artigo define o que é valor e como ele impacta a compra final do produto. Além disso, o texto desmembra a Teoria de Porter em relação aos dois elementos essenciais da cadeia de valor: as atividades primárias e as de apoio. Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue a leitura!

    O que é valor e como ele influencia na compra?

    Em uma empresa, o valor é um conjunto de medidas que servem para agregar lucro e melhorar a competitividade da instituição frente à concorrência. Para isso, o processo se baseia em uma cadeia de atividades, desde o input (entrada) até o output (saída) dos produtos.

    Mas sabe como o valor impacta a compra dos ativos da empresa? A resposta é que o lucro obtido corresponde à definição de valor da marca, tendo uma influência direta sobre a forma como as pessoas consomem os bens daquela empresa. Assim, quanto mais valor tiver a instituição, mais lucrativa e competitiva ela será.

    Qual é o conceito de cadeia de valor?

    Cadeia de valor é o processo pelo qual uma organização passa, desde o contato com os fornecedores até a última fase de distribuição de produto ou serviço, para criar valor de marca.

    Nesse momento, a instituição se baseia em um fluxograma para contabilizar todas as atividades que levaram à construção do bem, tornando esse procedimento mais confiável.

    As atividades da cadeia de valor determinam os custos finais na empresa, afetando lucros e impactando cliente. Por isso, a gestão deve usar o conceito como ferramenta para compreender as fontes de valor dentro da instituição.

    Baseando-se na teoria de Michael Porter, professor da Harvard Business School e autor de livros sobre competitividade, a cadeia de valor está estruturada em duas etapas essenciais: as atividades primárias e as atividades de apoio.

    Atividades primárias

    Não é por acaso que esse grupo é classificado como “primário”, pois toda empresa precisa dessas atividades para funcionar. Portanto, a logística interna (entrada), a logística externa (saída), o serviço, o marketing de vendas e as operações se inserem nessa primeira classificação da cadeia de valor.

    Atividades de apoio

    Por outro lado, seguindo o primado de Michael Porter, as atividades de apoio dividem-se em diversas etapas, gerando alguns valores variados e destinando-se a indústrias diferentes. Nesse sentido, as quatro categorias de “apoio” são:

    • aquisição;
    • desenvolvimento da tecnologia;
    • gerência de recursos humanos;
    • infraestrutura da empresa.

    Na sua empresa, é preciso distinguir uma série de etapas da cadeia de valor para agregar competitividade à marca. Nesse processo, verifica-se inicialmente a entrada de matéria-prima, a forma como se dá o contato com fornecedores e a comercialização dos produtos junto aos consumidores.

    Sabendo do quadro empresarial e administrativo estruturado pela cadeia de valor, o qual passa por atividades primárias e atividades de apoio na companhia, você pode avaliar como aumentar o preço e agregar mais valor aos seus serviços e produtos, oferecendo sempre benefícios aos clientes da marca.

    O artigo foi útil para você, não é mesmo? Então continue se informando sobre os processos que podem tornar a sua marca mais competitiva no mercado. Agora, leia o post sobre modelagem de processos de negócio! [Inserir link]