Categoria: Gestão

  • Saiba como montar um plano de sucessão empresarial para sua empresa

    Saiba como montar um plano de sucessão empresarial para sua empresa

    A sucessão empresarial é o tipo de situação, que mesmo prevista, gera sentimentos múltiplos em quem atua na empresa — medo, expectativa, saudosismo, resistência — causando impactos que podem fugir do controle da nova gestão.

    Para diminuir esses conflitos e conduzir a empresa pelo novo formato, sem afetar o negócio e o bom desempenho dos funcionários, a melhor estratégia é montar um plano de sucessão empresarial.

    Neste post, além do conceito de sucessão empresarial, você vai conhecer os tipos existentes e como funciona o processo para elaborar um plano que seja adequado e eficiente para a sua empresa. Continue lendo para dominar o assunto!

    O que é a sucessão empresarial?

    Toda mudança que ocorre na organização de uma empresa, com troca de lideranças e diretorias, é chamada de sucessão empresarial. Nesse tipo de processo, o controle e o poder sobre a administração são transferidos formalmente.

    Falaremos mais adiante, mas a sucessão pode ser familiar, trabalhista ou por aquisição de fundo de comércio. Para cada tipo de sucessão, há procedimentos e práticas que devem ser seguidos para garantir uma transição sem traumas.

    Quando acontece?

    Existem diversas razões que motivam uma sucessão:

    • mudança na razão social;
    • mudança no número de sócios;
    • alteração de empresa individual para sociedade;
    • transformação, fusão, cisão ou incorporação de sociedades.

    Quais os tipos existentes de sucessão?

    Dentro dos motivos para as ocorrências de sucessão, os tipos mais comuns são sucessão familiar, sucessão trabalhista e aquisição de fundo de comércio e, em cada um, há critérios que precisam ser observados.

    Sucessão familiar

    Quando a titularidade da empresa é transferida do pai para sucessores naturais ou para outro membro da família. Ela pode ocorrer por motivo de decisão de aposentadoria, afastamento ou falecimento.

    O sucessor herdeiro passará a responder por todos os ativos e passivos das empresas, além das funções correspondentes. As decisões e atribuições serão de responsabilidade do novo gestor.

    Sucessão trabalhista

    Nesse tipo de sucessão, quem assume a empresa — que pode ser um grupo de empresas ou apenas um empregador — assume todos os contratos trabalhistas e a relação com os empregados vinculados a eles.

    Os contratos não se alteram em função da mudança de titularidade da empresa, ou seja, todos os empregados terão seus direitos mantidos, independentemente de quem estiver respondendo pela empresa.

    Importante: caso se comprove fraude durante o processo de sucessão, o antigo gestor responderá solidariamente com a atuação da gestão por todos os contratos trabalhistas.

    Aquisição de fundo de comércio

    Quando há a aquisição de um ponto comercial, todas as atividades, dívidas e bens do antigo dono passam a ser de responsabilidade do novo proprietário. O negócio permanece inalterado, pois parte principal de atividade-fim também é transferida.

    Como funciona o processo de sucessão empresarial?

    Em casos de herança natural na família, aquisição por compra de todas as quotas ou investimento, não será obrigatória a formalização da sucessão, mas recomenda-se a elaboração de um plano de sucessão para adequar a empresa à nova realidade, sobretudo, dos funcionários.

    A parte prática será de organização administrativa e financeira, fiscal e operacional, renegociação de dívidas (caso existam), planejamento estratégico, gestão de pessoas — todas as obrigações que a empresa já cumpre em sua rotina, mas sob uma nova ótica.

    Veja a seguir algumas regras importantes que precisam ser observadas.

    Regras sobre dívidas

    O Código Civil determina que o sucessor passe a ser o responsável por todas as dívidas contabilizadas, mas o alienante passa a ser devedor solidário. Isso quer dizer que a dívida pode ser cobrada do dono anterior e, também, do seu sucessor.

    Regras sobre créditos

    Nesse caso, o adquirente passa a possuir os créditos, podendo o devedor quitar as dívidas com o sucessor ou o alienante.

    Regras sobre contratos

    Apenas os contratos empresariais, constituídos como pessoa jurídica, serão mantidos sob a responsabilidade do sucessor, mudando apenas o contratante. Em caso de contrato pessoa física, o contratado poderá se desligar a qualquer momento.

    Por que é tão importante elaborar um plano de sucessão?

    A sucessão empresarial, independentemente dos motivos para acontecer, causa impacto, em função da mudança no ambiente organizacional. É preciso preparar os funcionários para receber a nova gestão e se adequar às novas regras e diretrizes.

    Em caso de sucessão familiar, muitos funcionários que já atuam na empresa há mais tempo sentirão com a mudança, principalmente, se o estilo de gestão for muito diferente — muitos têm dificuldades de desapego, embora sejam fiéis à empresa.

    Para evitar conflitos e dificuldades de adaptação, o ideal é elaborar um plano de sucessão que contemple todas as áreas e funcionários da empresa. A transição deve ser gradativa, com análise do cenário em que a empresa se encontra, dos dados financeiros e da gestão de pessoas.

    É normal sentir insegurança e medo diante de um processo de sucessão. Muitos funcionários sentem receio de perder o emprego, por isso, o treinamento e a comunicação são fundamentais para evitar maiores problemas.

    Todos os líderes devem ser envolvidos para que transmitam maior segurança às suas equipes, enfrentando juntos o período de mudança, fortalecendo as ideias de crescimento da empresa, mesmo que sob o comando de outra gestão.

    Como elaborar um plano de sucessão empresarial?

    O plano de sucessão empresarial deve reunir processos e políticas de preparação que envolvam todos os setores e os funcionários, deixando-os cientes de que a empresa passará por uma transformação.

    As mudanças dependem do tipo de sucessão, dos objetivos da nova gestão e da situação financeira atual do negócio. O importante é que todas as alterações devem ser claras e objetivas, sem margem para inseguranças e incertezas.

    Trouxemos algumas dicas de como elaborar um plano de sucessão para ajudar na implementação de ações mais consistentes.

    Elaborar estratégias e operações de transição

    É preciso se preparar para entrar em ação, tão logo a sucessão aconteça, afinal, as atividades não podem parar e a empresa continuará funcionando mesmo com a mudança de gestão. Porém, esse processo pode ser mais tranquilo do que a maioria das pessoas pensa que é.

    Até que sejam elaboradas novas políticas de direcionamento, é essencial criar estratégias para as operações durante a fase de transição. Manter as atividades em andamento, com alterações gradativas e participação dos funcionários, vai motivá-los a cooperar e a aceitar a mudança com mais naturalidade.

    Preparar os futuros líderes

    Em qualquer tipo de sucessão, alguém diferente do antigo gestor assumirá o comando; portanto, é alguém que também terá que se adaptar a uma nova realidade. Mesmo um sucessor com formação e experiência para administrar uma empresa terá pela frente o desafio de liderar pessoas.

    Os processos são predeterminados, cabendo avaliação técnica e decisão de permanência ou alteração, mas as pessoas exigem maior cuidado, uma vez que os funcionários constroem expectativas em torno do trabalho.

    O sucessor deve ter a sensibilidade de compreender todos os aspectos da empresa e transmitir segurança aos liderados. Conhecendo a organização como um todo e, também, o comportamento dos funcionários será mais fácil prosseguir com a transição.

    Engajar a equipe de trabalho

    Desde o início, é fundamental que os funcionários estejam cientes e envolvidos no processo de sucessão. Eles serão a parte essencial e de maior responsabilidade na continuidade da rotina diária.

    Seu comprometimento e sua participação dependerá do incentivo que eles terão para manter o trabalho em dia, enquanto aguardam novas orientações. Até lá, estimular o trabalho em grupo e a atuação efetiva nos projetos vai mantê-los ativos e menos preocupados com o processo sucessório.

    Manter a equipe bem informada, envolvê-la nas decisões e comunicar alterações e mudanças é a melhor forma de trazer os colaboradores para perto da gestão e conquistar seu engajamento.

    Melhorar a comunicação interna

    Por falar em comunicação, o diálogo é o caminho mais eficiente para fazer com que a transição e as mudanças sejam bem compreendidas. Utilizar a comunicação como um canal direto de informações é fortalecer as relações do presente, pensando no futuro da organização.

    A comunicação além da mediação de conflitos pode evitar a saída de profissionais importantes para a empresa — aqueles que atuam em uma posição estratégica, com atividades que impactam os rumos do negócio, são os mais essenciais para se conquistar a fidelidade.

    Contar com ajuda profissional

    A ajuda profissional será bem-vinda para um trabalho de mediação e consultoria. É difícil manter os processos exatamente como na gestão anterior, pois algumas mudanças serão necessárias para adequar perfis e expectativas.

    A reformulação de políticas internas, instruções normativas e formulários pode ser inevitável, se a nova gestão tiver uma visão diferente do que já se faz na empresa — enquanto os gestores se ocupam da visão macro, profissionais especializados darão suporte com os procedimentos micro.

    Mesmo depois da sucessão e findado o tempo de transição, pode ser que a gestão esteja ainda em fase de análises e decisões. Logo, contar com um apoio para ajudar os gestores a visualizarem os processos com maior clareza e conduzirem os rumos da empresa da melhor forma possível é um grande benefício.

    Quando uma sucessão empresarial acontece, a ideia de aumentar a produtividade e melhorar a visibilidade no mercado é um sentimento genuíno de qualquer gestor. Os processos otimizados e os funcionários engajados são a receita de sucesso e vantagem competitiva.

    Se você gostou do post e deseja resultados efetivos para o seu negócio, leia agora mesmo como fazer sua empresa crescer financeiramente com um planejamento sistemático de ações e procedimentos!

  • Como formar uma equipe de alta performance: veja 5 estratégias!

    Como formar uma equipe de alta performance: veja 5 estratégias!

    Não tem erro: toda empresa precisa investir na qualidade dos funcionários para decolar no mercado. Mas nessa hora é comum pensar em como formar uma equipe de alta performance. Para resolver a questão, este artigo apresenta 5 dicas que ajudam a alinhar o rendimento dos colaboradores.

    A seguir, conheça algumas estratégias necessárias para os gestores formarem uma equipe de peso e alcançarem resultados positivos. Boa leitura!

    Que 5 dicas ajudam a ter uma equipe de alta performance?

    1. Invista no desenvolvimento dos colaboradores

    O mercado está em permanente mudança e, por isso, os funcionários devem se manter atualizados. Assim, quem deseja ter uma equipe de alta performance precisa incentivar os colaboradores a se capacitarem, seja ocupando novas funções, seja aperfeiçoando-se com a ajuda de cursos.

    2. Implemente uma cultura de feedback

    O feedback é um passo crucial para harmonizar a equipe, apontando para os membros aspectos que podem ser revistos no cotidiano. Essa etapa deve ser encarada com leveza e responsabilidade pelo gestor, para que o retorno não seja levado para o lado pessoal, mas incida sobre o comportamento do profissional.

    Por isso, o retorno sobre o trabalho dos colaboradores da empresa não deve ser encarado pela gestão como uma repreensão, mas, sim, uma oportunidade para a equipe rever ações e repensar posturas conjuntamente.

    3. Tenha um time diverso

    A alta performance da sua equipe depende também da seleção dos candidatos, uma vez que é preciso priorizar perfis com a capacidade de assumir funções distintas. Para isso, o gestor deve garantir que os recrutados correspondam a alguns critérios, além de terem um comportamento que respeite a cultura empresarial.

    4. Tenha uma gestão transparente

    Gestão transparente é aquela que consegue manter um canal de comunicação aberto com os funcionários, explicando a eles como e por que as decisões são tomadas.

    5. Dê autonomia aos funcionários

    Toda empresa tem alguma linha hierárquica que comporta as posições dos funcionários, mas é preciso investir em autonomia para ter uma equipe de alto desempenho. Nesse sentido, identifique o potencial de cada pessoa e deixa-a mais livre para sugerir opiniões e resolver demandas.

    Quais são os erros mais comuns?

    Para trabalhar apenas com pessoas competentes, você deve se desviar de alguns erros ao alinhar o desempenho da equipe. Primeiramente, a comunicação interna e externa à empresa deve ser bastante clara, pois o rendimento do negócio depende da compatibilidade entre colaboradores e público externo, evitando ruídos e mal-entendidos.

    Outro erro é não definir as metas, que servem como uma espécie de bússola para o crescimento da marca. Ao mesmo tempo, o plano administrativo guia a equipe e deixa evidente para os funcionários o que eles têm de fazer para alcançar os objetivos em determinado tempo.

    Nesse artigo, você identificou como formar uma equipe de alta performance a partir do desenvolvimento e da autonomia dos funcionários, de um time diversificado e da gestão transparente. Mas, para melhorar esse desempenho, tenha cuidado ao elaborar metas e comunicar-se internamente com os colaboradores.

    Esse artigo foi útil para você? Para investir em uma equipe de alta performance, conte com a ajuda de quem entende desse assunto. Entre em contato com o Sebrae Alagoas pelo telefone 0800-570-0800 ou pelo WhatsApp (82) 99999-5519, e cresça o seu negócio!

  • BPM: o guia completo para você aplicar a modelagem de processos de negócio na sua empresa

    BPM: o guia completo para você aplicar a modelagem de processos de negócio na sua empresa

    A modelagem de processos de negócio é uma ferramenta utilizada para entender os fluxos de trabalho da empresa. Essa é uma atividade que possibilita a identificação de gargalos, de falhas e problemas que estejam impedindo o crescimento da organização e a melhoria das tarefas.

    Frequentemente, os gestores detectam ineficiência e a falta de resultados positivos na empresa, mas dificilmente sabem de onde vem esse problema. Diante dessa questão negativa e oculta, a modelagem é uma maneira de desembaraçar as etapas e todos os processos envolvidos em um fluxo de trabalho.

    Esse também é um método importante para tornar a produção da sua equipe mais eficiente, sem desperdício de recursos e de maneira que seja possível aumentar a produtividade da empresa. Essa otimização de processos reflete de maneira positiva na lucratividade, na maturidade de gestão e na competitividade do negócio.

    Para ter esses resultados no seu negócio e modernizar a sua empresa, entenda o que é a modelagem e confira o passo a passo para colocá-la em prática. Acompanhe.

    O que é modelagem de processos de negócio?

    A modelagem de processos de negócio é uma apresentação e representação gráfica do fluxo de trabalho e das atividades de uma empresa. Também conhecido pelo termo em inglês Business Process Modeling (BPM), esse modelo ilustrativo e analítico dos procedimentos do seu negócio pode ser feito por meio de diagrama, fluxogramas e qualquer outro método gráfico que seja de fácil entendimento para os gestores.

    Esse é uma atividade que vai muito além de mapear o trabalho feito em um negócio. O processo de modelagem também objetiva a compreensão, transformação, automação e documentação de todas as tarefas.

    Cada método utilizado para o seu BPM ditará a complexidade e a quantidade de informações levantadas. Veja como isso funciona.

    1. Diagramas de processos

    São representações gráficas que descrevem os processos mais relevantes do seu fluxo de trabalho, ou seja, ignora e não trata de detalhes ou características específicas das atividades executadas.

    2. Mapas de processos

    Aqui, é feito um levantamento de informações mais abrangente, para que cada peça e item de uma tarefa seja analisada. Porém, ainda não engloba todos os elementos que fazem parte do fluxo.

    3. Modelos de processos

    Esse é o método mais completo e complexo da modelagem de processos de negócio. Sua estruturação considera todas as etapas, recursos e colaboradores envolvidos em cada fluxo de trabalho.

    Quando surgiu?

    O termo Business Process Modeling foi tratado pela primeira vez no ano de 1967, em um artigo publicado na revista Automation. Como pôde perceber, esse não é um conceito recente, mas somente foi ganhando força conforme a modernização do setor de TI das empresas e dos investimentos em inovação.

    Mais tarde, nos anos 70, a modelagem de processos de negócio não era eficiente, pois os modelos de fluxo eram estruturados somente por meio de fluxogramas com dados coletados de outros setores da empresa, e não necessariamente daquele que estava sendo avaliado. Além disso, a linguagem utilizada era complexa, o que dificultava o entendimento e a clareza dos demais colaboradores e responsáveis pela empresa.

    Diante dessa complexidade, um modelo mais dinâmico, claro e que era capaz de apresentar todo o comportamento e funcionamento de um negócio começou a tomar forma. Até que evoluiu para os modelos que conhecemos atualmente.

    Para que serve a modelagem de processos de negócio?

    De modo geral, o BPM é uma ferramenta utilizada para controlar, entender, melhorar e projetar o fluxo de trabalho operacional, para que seja possível compreender todo o funcionamento da organização. Em outras palavras, é uma forma de desenhar e destrinchar tudo o que é feito na empresa, a fim de identificar gargalos, falhas, desequilíbrios e oportunidades de melhoria.

    Além disso, esse método também serve para documentar todas as fases dos processos. Assim, você consegue ter informações para controlar a produtividade e a qualidade do que é executado para alcançar metas e o crescimento do negócio. Afinal, isso somente é possível quando todas as tarefas estão alinhadas.

    No ambiente empresarial, é muito comum fazer mapeamentos de processo para identificar problemas e melhorar o desempenho de todas as equipes. Muitas vezes, o BPM e o ato de mapear são tratados como sinônimo, pois, na verdade, eles são a mesma coisa.

    Contudo, a diferença mais relevante entre esses dois conceitos é que a modelagem é ainda mais detalhada e conta com mais informações do que o mapeamento. Diante disso, o BPM fornece dados sobre o fluxo de trabalho, como as horas trabalhadas por colaborador, o tempo necessário para execução de cada tarefa e outras especificações.

    Quais são os benefícios do business process modeling?

    Os benefícios da modelagem de processos de negócio vão além da representação e identificação da sequência de etapas de uma atividade. Vale ressaltar que os impactos positivos e melhorias desse método precisam ser feitos de maneira constante e não algo que é executado uma vez ou outra.

    A constância é um dos segredos para que as estratégias e aperfeiçoamentos funcionem da maneira adequada. Tendo isso em mente, separamos os principais benefícios de começar a atuar com o BPM. Veja só.

    1. Ganho de agilidade

    Muitas tarefas em uma empresa levam mais tempo do que realmente é preciso para serem executadas com eficiências. Esse atraso pode ser resultado de colaboradores sem treinamento, desmotivados, de ausência de automação na organização ou utilização de tecnologias ultrapassadas.

    Por meio da modelagem de processos de negócio você identifica o tempo que essa tarefa demanda, quais são os envolvidos e as etapas que precisam ser agilizadas e otimizadas. Dessa forma, o ganho produtivo refletirá nos resultados da organização.

    2. Redução de custos

    A eliminação de gastos desnecessários é o reflexo de um fluxo de trabalho eficiente e de estratégias adequadas, e não um processo em isolado. Quando você elimina fases sem necessidade das atividades e otimiza a execução de cada uma delas, consegue eliminar falhas, desperdícios e a perda de tempo.

    Com isso, de maneira direta, a equipe utilizará menor quantidade de recursos e dinheiro para fazer o mesmo trabalho, porém com a redução dos custos de produção, com mais agilidade e qualidade, já que todos os processos estarão alinhados.

    3. Melhorias na comunicação

    Você nunca sabe o que os colaboradores estão fazendo? Não tem conhecimento sobre como andam as tarefas da empresa e tem a impressão de que fala para as paredes? A falta de comunicação nas empresas é um dos principais e mais perigosos motivos que levam ao desalinhamento de metas, falta de comprometimento da equipe e baixos níveis de produtividade.

    Além disso, você passa a não entender o funcionamento da organização e das estratégias, sendo que, muitas vezes, isso é causado quando as tarefas não são delegadas de maneira organizada e pela falta de engajamento de todos.

    Para resolver esse fator negativo e fortemente prejudicial, utilizar a modelagem de processos de negócio é uma maneira de entender o fluxo de trabalho e de todos os responsáveis. Para isso, será necessário que todos na empresa se comuniquem de maneira clara e constante para que as etapas de cada tarefa sejam levantadas.

    Essa também é uma maneira de compreender quais treinamentos e qualificações são necessárias para o momento atual da empresa. Dessa forma, o BPM configura um guia para identificar quais conhecimentos os colaboradores e os responsáveis pelas tarefas precisam para se capacitar e otimizar o fluxo de trabalho e tornar as atividades mais eficientes.

    4. Transparência

    Ao fazer a diagramação, todos da empresa terão conhecimento sobre o funcionamento dos processos, poderão verificar os responsáveis por etapa e entender quais atividades influenciam no fluxo de trabalho de cada colaborador.

    Com isso, todos ficam mais conscientes sobre os objetivos de cada tarefa, a quem reportar em caso de dúvidas e problemas, como é a operação de cada setor. Uma gestão transparente é a base da confiança e do engajamento dos funcionários, pois o modelo pautado em obediência e “faça sem perguntar” já não funciona mais em negócios que queiram colaboradores ativos, empolgados e que façam parte do crescimento das empresas.

    A democratização na partilha de informações e resultados pode ser a chance de a empresa inovar e se tornar mais competitiva, sendo que muitas ideias, projetos e decisões nem sempre dependem somente dos gestores e da diretoria.

    O que é preciso para implantar?

    Para implantar a modelagem de processos de negócio você precisa, primeiro, investir e trabalhar na automação e modernização das suas atividades. Dificilmente será possível elaborar e estruturar o seu diagrama ou fluxograma sem as informações reais e dados sobre as atividades.

    Após isso, é importante definir qual será a equipe responsável por ajudar você no desenvolvimento do BPM, para que assim as tarefas sejam delegadas de maneira organizada e de modo que cada colaborador fique encarregado por levantar dados de determinado setor.

    Além disso, você precisa começar determinando quais serão os modelos e métodos utilizados. As abordagens utilizadas são:

    • top-down (de cima para baixo): é feito um levantamento geral de informações básicas sobre os processos, para somente depois construir uma visão mais detalhada e específica;
    • middle-out (do meio para fora): modelo utilizado quando são identificados falhas e problemas em uma tarefa ou fluxo. Por isso, a concentração é no erro e depois nas outras etapas do processo;
    • bottom-up (de baixo para cima): essa abordagem é contrária ao top-down, sendo que primeiro são diagramadas as informações específicas e detalhadas das atividades, para depois incluir os dados básicos e gerais.

    Como é o passo a passo da modelagem de processos de negócios?

    O primeiro passo para colocar o business process modeling em prática é decidir entre as abordagens citadas, pois será a partir dessa escolha que identificará as ferramentas e outros detalhes relevantes para a sua modelagem. Agora que você já sabe o que é necessário para começar a implantação, veja quais são os próximos passos.

    1. Colete informações

    Para a estruturação da sua modelagem, levante o maior volume possível de informações sobre as atividades e fluxo de trabalho que será avaliado. Isso inclui os objetivos da tarefa, as regras, se há leis envolvidas e as políticas relacionadas.

    Quanto mais automatizada e moderna for a sua empresa, mais fácil será essa etapa, já que muitas ferramentas auxiliam nesse levantamento. Lembrando que, nessa fase, basta identificar e anotar o máximo de dados que conseguir.

    2. Organize as informações

    Identificadas as fases, envolvidos e detalhes do fluxo de trabalho é o momento de organizar esse emaranhado de informações. O ideal é desenvolver uma sequência das tarefas, indicando as responsabilidades de cada colaborador, insumos necessários em cada etapa e demais dados que foram coletados.

    Essa organização é feita em três níveis de modelagem. O primeiro deles é o diagrama, ou fase inicial do seu BPM. Aqui não são descritos muitos detalhes, somente o básico e geral, ou seja, o macro. O segundo nível é o mapa, que é uma versão mais detalhada do diagrama. Esse é o momento de listar os colaboradores envolvidos na tarefa, os materiais e as regras.

    Por fim, é feito o modelo, que é a apresentação final, completa e detalhada da sua modelagem de processos de negócio. Nesse nível, toda a atividade deve estar organizada e de maneira que seja possível simular o processo. Assim você identifica o que precisa ser melhorado, quais são as falhas e o que tem funcionado da forma adequada e esperada.

    3. Documente tudo

    Todos os problemas, opções, soluções, fases e detalhes precisam ser registrados e documentados. Essa será a sua base para nortear o seu processo decisório. Esse documento precisa ser elaborado com uma linguagem de fácil entendimento por todos, deve ser transparente e compartilhado pelos envolvidos e responsáveis pelo processo.

    O ideal é que essa documentação seja compartilhada por meio de uma apresentação da organização. Assim, caso algum colaborador tenha alguma dúvida, sugestão ou algo a acrescentar isso poderá ser feito em conjunto.

    Para que uma organização cresça de maneira saudável e duradoura, os fluxos de trabalho precisam estar alinhados. Para isso, a modelagem de processos de negócios é uma ferramenta indicada para identificar possíveis falhas e melhorias.

    Agora que já sabe como evitar problemas e prejuízos nas atividades do negócio, aproveite para conferir como fazer a sua empresa crescer financeiramente e de forma efetiva.

  • Inteligência coletiva: saiba o que é e como estimular a sua equipe

    Inteligência coletiva: saiba o que é e como estimular a sua equipe

    Você sente sua equipe sem harmonia e sem foco nos objetivos em comum? Essa é uma preocupação comum entre gestores e, por isso, muitos buscam conceitos e estratégias que possam ajudar a mudar esse cenário. Neste artigo, mostraremos como a inteligência coletiva é um dos caminhos para potencializar a performance dos times de talentos.

    O engajamento dos profissionais com a empresa e com a própria equipe é um dos temas mais falados atualmente. Tanto é que existe um aumento da procura por pessoas com “mente de colmeia” para integrar os times.

    Vamos compartilhar com você o que significa essa expressão e como ela é aplicada no contexto organizacional. Você vai descobrir como estimular os colaboradores a buscarem um senso de coletividade. Continue a leitura e entenda!

    O que é inteligência coletiva?

    A ideia de inteligência coletiva parte do princípio de que cada indivíduo tem em si partículas de diversos conhecimentos. As ideias, as experiências, as percepções, as linguagens e os saberes que cada um tem dentro de si têm valor. E, quando várias pessoas se conectam e compartilham esses fragmentos, existe a construção de um conhecimento sólido.

    Um dos autores responsáveis por delinear o conceito de inteligência coletiva foi Pierre Lévy, que estudou como as tecnologias de informação passaram a expandir as possibilidades de troca de conhecimento entre pessoas de todo o mundo.

    Para Thomas Malone, professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), a inteligência coletiva acontece quando indivíduos agem coletivamente de forma inteligente. Ele traz esse conceito para o ambiente corporativo e afirma que, para prosperar, empresas precisam adotar sistemas mais democráticos e menos hierárquicos, valorizando também o resultado positivo da integração entre pessoas e ferramentas de inteligência artificial.

    Como essa ideia se aplica em empresas?

    Um estudo feito pela Universidade de Stanford mostrou que pessoas que têm a possibilidade de atuar em grupo apresentam maior motivação, prazer em realizar as tarefas e persistência. Além disso, a pesquisa mostrou que a performance de um indivíduo que se sente parte de uma equipe é mais satisfatória.

    Pesquisas como essa e questões apontadas por especialistas passaram a mostrar aos gestores que o trabalho em equipe é um fator decisivo no sucesso de um negócio. Por isso, pensar em inteligência coletiva na organização é também pensar em como unir as mentes dos colaboradores em prol de um mesmo objetivo.

    Existem dois conceitos que valem a pena levar em conta quando falamos de comportamentos de grupos. Um deles é chamado de “efeito de manada”, quando as pessoas vão repetindo ações umas das outras, sem planejamento, sem direção e, na maioria das vezes, apenas focando o benefício próprio.

    Pensando em uma manada, ao se sentirem ameaçados, os animais correm todos para a mesma direção por instinto. Muitos podem nem entender qual é a ameaça e outros podem acabar se esquecendo de proteger os que ficam. Na organização, esse comportamento não é desejado, já que pode potencializar problemas como desmotivação, competitividade e individualismo.

    Já o conceito de “mente de colmeia”, também chamado de “mente grupal”, é muito mais atrativo para o ambiente corporativo e pode ser melhor associado à inteligência coletiva. Assim como em uma colmeia de abelhas, onde todas colaboram para o bem comum, uma equipe com essa mentalidade tem colaboradores com visão macro das necessidades da organização.

    Cultivando um pensamento de colmeia, os profissionais conseguem se reunir para compartilhar saberes e construir conhecimentos valiosos para a empresa. As decisões são mais bem pensadas e os projetos obtêm resultados mais satisfatórios por conta da união do potencial dos diversos talentos que integram o time.

    Como estimular a inteligência coletiva?

    Você com certeza já percebeu que fomentar a inteligência coletiva nas equipes pode transformar o desempenho. Separamos algumas iniciativas que podem ajudar a estimular isso em sua empresa. Veja abaixo.

    Incentive uma comunicação aberta

    A comunicação é uma ferramenta fundamental no processo de busca por coletividade. É preciso que haja um espaço aberto para que profissionais se sintam à vontade para compartilhar seus conhecimentos e propor soluções para a equipe. O ambiente de trabalho precisa ser um espaço de trocas saudáveis para que mudanças positivas ocorram.

    Transforme o modo de liderar

    Alguns modelos de liderança acabam desencorajando uma participação mais engajada e integrada por parte dos colaboradores. Líderes extremamente autoritários, por exemplo, não dão espaço para que os talentos levantem ideias e exercitem a criatividade. Já lideranças mais democráticas valorizam as experiências de cada um e entendem que a partir da troca é possível alcançar uma inteligência coletiva.

    Crie programas de compartilhamento

    Uma iniciativa que muitas empresas têm adotado para promover a construção de conhecimento na coletividade são os programas de compartilhamento de saberes. Neles, cada profissional é incentivado a dividir com os colegas algo que possa acrescentar na vivência individual e da equipe. Dessa maneira, informações que antes estavam limitadas a apenas um colaborador são espalhadas por toda a empresa.

    Estimule a criatividade

    As reuniões de brainstorming, que são características da publicidade, são um método interessante para estimular a criatividade na equipe. Nelas, todos os integrantes são convidados a sugerir ideias para algum projeto, sem restrições ou julgamentos. Esses momentos são valiosos para a inteligência coletiva, já que um pensamento pode complementar o outro para criar a solução ideal que está sendo buscada.

    Valorize as individualidades

    Outro fator essencial para gestores que desejam estimular a inteligência coletiva na organização é a valorização das individualidades. É necessário entender que cada colaborador carrega consigo uma bagagem cultural e profissional que pode agregar ao time. Em um cenário que várias gerações se cruzam no ambiente corporativo, a diversidade pode ser um trunfo para o processo de construção de conhecimentos.

    Um time de talentos com mente de colmeia é o que você procura? Esperamos que esse artigo tenha ajudado você a entender o que é inteligência coletiva e como é possível conduzir sua gestão de modo a fomentar esse comportamento. Assim, você terá uma equipe engajada nos objetivos da empresa e consciente da importância do trabalho em equipe.

    O Sebrae Alagoas pode ajudar você a delinear as melhores estratégias para potencializar a gestão do seu negócio. Entre em contato conosco e conheça as soluções para empreendedores e empresas!

  • Gestão do conhecimento: 3 pilares para impulsionar a inovação do seu negócio

    Gestão do conhecimento: 3 pilares para impulsionar a inovação do seu negócio

    Se perguntarmos a um empreendedor visionário o que ele deseja para o seu negócio, certamente ouviremos algo como sucesso, visibilidade no mercado, lucro e melhoria contínua. Isso valeria uma nova pergunta: como alcançar esse patamar?

    Sem muito embaraço ele responderá que as pessoas, suas competências e habilidades são as principais responsáveis por manter o negócio ativo e inovador. Um cenário possível com a aplicação estratégica da gestão do conhecimento na rotina corporativa.

    Se interessou? Neste post, trazemos o conceito de gestão do conhecimento e as vantagens da sua aplicabilidade, além dos 3 pilares essenciais para impulsionar o comportamento inovador dentro das empresas. Continue lendo, siga os passos e seja você o protagonista dessa história!

    A gestão do conhecimento: inovação à vista

    Sem uma gestão eficiente, com critérios de retenção, filtro, qualificação e acesso, você consegue dimensionar o volume de dados e informações que circulam diariamente dentro da sua empresa?

    É muito fácil perder o controle quando não há um sistema organizado de dados para gerar um fluxo adequado, e é exatamente essa a proposta da gestão do conhecimento — uma inovação corporativa que pretende mapear, classificar, gerenciar, distribuir, multiplicar e reter o conhecimento.

    A ideia é coletar as informações flutuantes e concentrá-las em um mesmo lugar para o acesso de todos, o que facilita a execução de atividades diárias com maior agilidade, eficiência e qualidade no retorno.

    As vantagens de aplicar a gestão do conhecimento no negócio

    Imagine que todos os funcionários da sua empresa se ausentarão em algum momento, seja por motivo de férias, licenças, desligamento ou, em uma visão triste, mas real, falecimento.

    Todo o conhecimento adquirido ao longo do tempo em que atuaram na empresa seguirá com eles, mas nem sempre será repassado em totalidade para quem faz a substituição, temporária ou permanente.

    Aplicar a gestão do conhecimento traz a vantagem de que os funcionários e profissionais podem se mover pelos mais diversos motivos, mas o conhecimento sobre suas funções e atividades ficará retido para acesso coletivo.

    Além do conceito motivacional — os profissionais serão mais bem aproveitados em suas funções —, a empresa que adere à gestão do conhecimento possibilita melhor interação entre as equipes e se desenvolve em maiores proporções para competir no mercado.

    O uso de recursos tecnológicos aliado à inteligência das pessoas, eleva o padrão de excelência, a ponto de transformar as ideias em processos para estruturar o funcionamento da empresa e proporcionar um crescimento sustentado pelas capacidades técnicas e funcionais.

    Os 3 pilares da gestão do conhecimento

    Os profissionais precisam ser envolvidos e conscientizados sobre a importância de fazer do conhecimento uma ferramenta de gestão corporativa, para implantar uma nova cultura de inovação e agregar valor ao negócio.

    Dizemos isso, pois as mudanças são significativas e alteram uma rotina executada da mesma forma por um longo tempo, o que nos leva aos 3 pilares da gestão do conhecimento.

    1. Gestão do capital intelectual

    Mesmo com a tecnologia avançada e os diversos mecanismos digitais para processar as informações, as pessoas ainda são a principal fonte de conhecimento. É inegável que delas se extraem habilidades que as máquinas ainda não conseguem executar sozinhas.

    Descobrir uma forma adequada de mapear o conhecimento individual, classificar o que já é executado dentro dos processos de rotina e identificar os pontos de melhoria para oferecer um ciclo completo das atividades é o primeiro passo da gestão do conhecimento.

    2. Gestão de competências

    Em seguida, é importante aliar conhecimento e competência, ou seja, o que é essencial para que o seu negócio se desenvolva efetivamente e ganhe visibilidade.

    Mesmo com um grupo de profissionais com grande conhecimento, talvez ainda falte competências específicas para colocar sua empresa em destaque — uma solução prática é oferecer treinamentos de acordo a necessidade.

    3. Aprendizagem empresarial

    Para fechar a tríade de gestão do conhecimento, você terá pela frente o desafio de desenvolver a aprendizagem empresarial, que consiste em transformar o ambiente da empresa e assim, estimular a participação de todos.

    Cada funcionário deve se sentir impulsionado a transformar o conhecimento em informações que estejam sempre ao alcance de todos, cientes de que o uso padronizado é gerador de melhores práticas refletidas na autoridade segmentada que a empresa passará a ser no mercado. Com isso tudo em andamento, você tem a gestão do conhecimento.

    Gostou do post? Então, entenda agora a importância da inovação na empresa e como ela vem se transformando em principal fator de competitividade e visibilidade!

  • Técnicas de autoliderança: saiba como ser um ótimo líder

    Técnicas de autoliderança: saiba como ser um ótimo líder

    Não é apenas a tecnologia que vem impactando as empresas. Há alguns anos os negócios vêm passando por uma transição em suas estruturas hierárquicas, o que mudou a relação e a forma de trabalho dos líderes. Por isso, para lidar com essas transformações e expandir o seu negócio, é importante que você desenvolva a autoliderança.

    Ela pode ser definida como a habilidade que o indivíduo tem de liderar a si mesmo, assumindo o gerenciamento de pensamentos e comportamentos para alcançar objetivos. A autoliderança é responsável ainda por garantir equilíbrio emocional diante dos desafios, estabelecer cooperação entre os membros da equipe e apoiar o crescimento do negócio, por exemplo.

    Quer aprender a desenvolver suas habilidades de liderança pessoal e de equipe? Nós apresentaremos a seguir algumas técnicas importantes. Não perca!

    Autoliderança: saiba como estimular essa competência

    Para desenvolvê-la é necessário que você esteja disposto a enfrentar um processo de aprendizado constante, apoiado em outras habilidades essenciais, como as que você vai conhecer a seguir.

    1. Pratique a autorresponsabilidade

    Há gestores que costumam oscilar entre os perfis de vítima e de juiz. No primeiro caso, a equipe é considerada responsável por dificultar o trabalho de liderança. Já no papel de julgador, o gestor se vê acima dos outros, que são considerados incapazes de atenderem às expectativas da liderança.

    Um líder nunca deve culpar os outros pelas próprias decepções, fracassos e erros de gestão, pois reconhece a importância da autorresponsabilidade. Se você perceber que tem atribuído a responsabilidade de sua liderança a outros, é hora de reassumir o comando. Veja algumas medidas que podem ajudar:

    • em vez de justificar seus erros, aprenda com eles;
    • não se concentre apenas nas críticas, apresente sugestões e ideias de mudanças;
    • dê um passo por vez, tenha metas e objetivos bem definidos.

    2. Invista no autoconhecimento

    A liderança exige do gestor a capacidade de compreender as habilidades e as dificuldades de cada colaborador para que todos consigam trabalhar extraindo o máximo de suas potencialidades. E isso só é possível após um exercício de autoconhecimento no qual você aprende a lidar com suas inseguranças pessoais.

    Identifique quais são os elementos internos que inibem seu crescimento pessoal e reconheça as forças que incentivam suas conquistas e realizações. Descubra ainda quais são os valores que o movem e que são importantes para a gestão de seu negócio.

    O autoconhecimento permite que você seja capaz de organizar melhor não apenas seus pensamentos, mas também suas tarefas ao longo do dia, como a liderança. Com um maior controle interno de suas emoções, você é capaz de orientar melhor seus colaboradores.

    3. Seja disciplinado

    A disciplina é necessária não apenas na gestão financeira. É importante também para controlar os seus impulsos, ajudando você a não perder o controle diante de alguma situação que não tenha saído como planejado.

    Um bom líder aprende a desenvolver o autocontrole e a disciplina para manter o foco no cumprimento das metas. A autodeterminação também é um recurso importante que pode ajudar você a desenvolver resiliência diante das pressões externas.

    4. Abra-se ao aprendizado constante

    O aprendizado é uma fator indispensável para o desenvolvimento da liderança. Por isso, é necessário buscar o aprimoramento e o amadurecimento contínuo para descobrir como desempenhar melhor suas atividades. Faça cursos, converse com outros empreendedores e esteja aberto às mudanças.

    A autoliderança transforma você em um líder de excelência. Ela ajuda a explorar melhor suas habilidades, confere estabilidade emocional e resiliência para encarar os desafios, além de garantir mais segurança no momento de tomar as decisões. Tudo isso gera impactos diretos em seu negócio, tornando você uma figura inspiradora e um exemplo a ser seguido por sua equipe.

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  • Veja tudo o que um gestor precisa saber sobre gestão da inovação!

    Veja tudo o que um gestor precisa saber sobre gestão da inovação!

    A gestão da inovação não é uma estratégia única e limitada. Se trata de uma cultura e um processo contínuo que objetiva o crescimento e a diferenciação de mercado. Muitas vezes, as empresas se encontram estagnadas e sem perspectivas de crescimento ou aumento na lucratividade, principalmente porque os setores, incluindo o varejista, já estão saturados dos mesmos produtos e serviços.

    Diante desse cenário, inovar representa gerar valor para a sua empresa e potencializar os seus ganhos, já que esse é um termo amplo que vai além de automatizar o seu negócio, mas também engloba novos modelos de trabalho, melhorias no atendimento e modernização dos seus produtos.

    Neste artigo, você entenderá o que é a gestão da inovação, a importância para o seu negócio e como implantar esse processo de maneira organizada, eficiente e estruturada. Acompanhe!

    O que é gestão da inovação?

    A gestão da inovação é um conjunto de processos que visa priorizar, implantar e desenvolver ideias e estratégias inovadoras. Esse é um assunto que trata principalmente da utilização da tecnologia e da adequação à transformação digital e da automação de tarefas e modelos de trabalho que estejam de acordo com os avanços do mercado.

    Diante desse termo amplo, existe uma infinidade de opções que devem ser trabalhadas de acordo com a realidade do negócio, as condições financeiras e os problemas que forem identificados. Em outras palavras, qualquer novo desenvolvimento de produto, serviço, projeto para melhorias internas ou externas e implantação de novos modelos de trabalho podem ser considerados como inovação.

    Por meio da gestão dos processos inovadores é que a organização identifica as necessidades de inovar, as etapas necessárias para isso, os investimentos, os recursos e demais planejamentos para que essa estruturação aconteça de maneira eficiente e organizada e que moderniza a empresa.

    Qual é a importância da gestão da inovação?

    Quando uma empresa precisa crescer, necessariamente, precisamos falar sobre a sua competitividade de mercado. Para exemplificar, pense na empresa Xiaomi. Essa é uma marca chinesa de tecnologia que vem apresentando crescimento rápido e fidelizando clientes com os seus produtos.

    A organização vem inovando em seus aparelhos que, de certa forma, não são novidades no mercado. O diferencial surge quando a marca inova em funcionalidades e detalhes que tornam o item atraente, por exemplo, baterias que duram dias, designs sofisticados, câmeras de alta performance e produtos inteligentes com custos consideravelmente mais baixos.

    Um exemplo no setor varejista é a rede IKEA, que comercializa utilidades e móveis domésticos. Existem diversos negócios que atuam nesse mesmo segmento, certo? No entanto, o diferencial inovador da IKEA tem sido a aposta da tecnologia nas lojas físicas e nos sites.

    Nos estabelecimentos, os clientes já podem contar com aplicativos de Realidade Aumentada que simulam como um determinado móvel ficará no ambiente. Assim, o consumidor consegue visualizar o resultado e ter certeza da sua compra.

    Essas duas empresas são um claro exemplo de como a gestão da inovação e diferenciação de mercado pode fazer com que a empresa cresça e se destaque no mercado. Além desse fator, o processo de gerenciar e priorizar o desenvolvimento de novos modelos agrega benefícios importantes para os negócios. Veja alguns deles.

    Redução de custos

    Um relevante benefício da gestão da inovação é a utilização eficiente e racional dos recursos da empresa. Para atuar com essa cultura, a organização precisa estar em constante planejamento e estudo de melhorias, sendo que com isso o negócio consegue identificar setores e processos que estejam em desequilíbrio e consumindo mais recursos do que devem. Assim, podem ser aplicadas estratégias de economia e eliminação de prejuízos e gastos.

    Aumento na lucratividade

    A potencialização da sua lucratividade é o resultado da diminuição de custos e desenvolvimento de ações e produtos que agregam valor ao seu negócio e ofereçam diferenciais ao seu público. Com isso, você fatura mais e consegue ter menores despesas e, ao fechar as contas, percebe um importante aumento no seu lucro e a empresa cresce financeiramente.

    Atendimento de qualidade

    Entre as vantagens da gestão da inovação também destacamos a sua importância para a melhoria no seu atendimento. Esse conceito também engloba o desenvolvimento de ações que melhorem a sua imagem perante o mercado e que buscam a satisfação do cliente.

    Para isso, você precisará aplicar estratégias para oferecer um eficiente e ágil atendimento ao cliente, de maneira que esteja alinhado com o perfil de seu público e que consegue não somente vender, mas também resolver problemas dos consumidores.

    Como identificar em que nível de inovação o negócio está?

    A inovação na empresa é divida em três níveis, que se diferenciam na forma como essa estratégia é utilizada em determinados processos. Confira quais são e identifique em qual patamar está o seu negócio.

    Inovação como evento

    Nesse primeiro nível, os negócios investem na inovação voltada para ações e campanhas, como promoções, descontos, gestão de fornecedores, e em processos que buscam gerar valor ao mercado e fortalecer a marca. A maior parte das empresas se encontra nesse grau, pois ainda estão em etapas iniciais que objetivam, principalmente, o desenvolvimento de ideias.

    Inovação como competência

    Esse é o segundo nível da inovação e se concentra em empresas que criam processos e estratégias inovadoras na tentativa de resolver problemas e analisar soluções. Normalmente, isso é feito quando há queda no faturamento, identificação de gargalos produtivos e desequilíbrios que estejam prejudicando o negócio.

    Inovação como sistema

    Já nesse terceiro nível, as empresas utilizam a inovação em tudo o que fazem. Desde os processos internos e gerenciais até a execução de tarefas e procedimentos que envolvam o cenário externo.

    Portanto, aqui as empresas não utilizam esse conceito somente quando há problemas e necessidade de buscar soluções, mas sim para que esses prejuízos não venham a acontecer, o que representa um pensamento de futurismo. Além disso, elas também buscam por melhorias em seus produtos, seu atendimento, seus serviços e sua performance do negócio.

    Vale ressaltar que o ideal é que a sua empresa comece pelo primeiro nível e vá avançando no grau de inovação. Essa estruturação em etapas é importante para ter foco nas suas ações e para que, de maneira saudável e organizada, a empresa consiga mudar o seu mindset, ou seja, que os funcionários estejam engajados nas mudanças e percebam que inovar e ter criatividade é uma cultura da organização.

    Como aplicar a gestão da inovação de forma organizada?

    Para implantar a cultura da inovação é necessário fazer um planejamento. Toda e qualquer mudança deve ser precedida dessa organização, para que as etapas sejam definidas e estruturadas de acordo com as características da sua empresa. Tendo isso em mente, confira a seguir os primeiros passos para aplicar essa cultura na sua empresa.

    Identifique as fraquezas e forças

    As fraquezas de um negócio são os processos ou as especificidades que estão atrasadas ou sem diferenciais em comparação ao concorrente. Por exemplo, maquinário antigo, tarefas manuais e demoradas que são propensas a erros, falta de controle financeiro e atendimento ruim.

    Já as suas forças representam os aspectos em que o seu negócio se destaca, como o atendimento de excelência, produtos inovadores, utilização de softwares de gestão superiores, maior valor agregado aos seus serviços e um ambiente laboral que promove o crescimento profissional dos funcionários e bons níveis de produtividade.

    A maneira mais comum para identificar esses fatores é por meio da análise SWOT. Essa é uma ferramenta que revela as suas forças internas e externas, as oportunidades de mercado e as suas fraquezas internas e externas.

    Desenvolva a cultura da inovação

    De nada adiantará ter um estruturado plano de implantação de gestão da inovação se a sua empresa não está alinhada a esse objetivo. É passo fundamental trabalhar para o desenvolvimento de uma cultura inovadora em todos os setores. Então, converse com a sua equipe, exponha, de maneira clara, quais são as metas do negócio, as mudanças necessárias e os benefícios que esse novo modo de trabalhar trará para todos.

    Defina uma estratégia

    Quais ações, campanhas ou setores serão os primeiros a atuarem pensando na inovação? Quais produtos passarão por redefinições visando mercadorias inovadoras e que signifiquem diferenciais para a sua empresa?

    Essas são algumas questões que precisará responder para definir as estratégias utilizadas para implantar a gestão da inovação. Também é importante levantar quais serão as ferramentas necessárias para isso, pois a inovação necessita de dados atualizados e processos eficientes e ágeis que não são possíveis com tarefas manuais e arcaicas. Então, pense nas estratégias e nos investimentos que precisará fazer.

    Capacite o seu time

    Também é imprescindível oferecer treinamentos, qualificações e todo o suporte necessário aos colaboradores. Isso é importante, inclusive, para os resultados da empresa, pois eles precisam estar preparados e capacitados para lidar com a inovação e com as ferramentas utilizadas.

    Um time bem treinado é mais eficiente e proativo, já que estará apto a lidar com os problemas que possam surgir no dia a dia de trabalho. Além disso, um bom suporte é uma excelente maneira de engajar a sua equipe e mantê-la alinhada sobre as metas e os objetivos com a gestão e a cultura da inovação.

    Faça benchmark

    Benchmark é uma estratégia na qual é feita uma análise nos produtos e práticas utilizadas pelos seus concorrentes, com o intuito de desenvolver ideias, criar projetos e aprimorar esses itens ou serviços. Basicamente, seria uma cópia do que as empresas no seu setor fazem, porém de maneira melhorada, inovadora e que tenha mais valor para o mercado.

    Essa é uma maneira importante não somente para a sua gestão de inovação, mas também para melhorar os seus processos e oferecer diferenciais aos consumidores. Esse é um importante passo para avaliar os erros e fraquezas do concorrente e aprender com eles.

    Tenha parcerias

    Os seus parceiros e fornecedores têm influência direta nos resultados da sua empresa. Por meio de bons contatos e relacionamentos, é possível que você consiga identificar novas demandas de mercado e setores nos quais possa ampliar a sua atuação. Além disso, as parcerias significam importantes fontes de networking, bem como uma atualização sobre as tendências de mercado e de ideias que originem serviços e produtos inovadores.

    Mensure resultados

    Mesmo quando as etapas anteriores e a inovação estejam a todo vapor, o trabalho não para por aí. Esse é, inclusive, o erro de muitas organizações que não mensuram e não aprimoram as suas estratégias. Um passo contínuo e importante para ter resultados positivos com a gestão da inovação é a mensuração e o acompanhamento da performance dos projetos, melhorias e processo desenvolvidos.

    O mercado é volátil e muda de maneira constante, por isso, ferramentas e estratégias precisam passar por ajustes para se adequarem à realidade. Sem contar que muitos processos implantados podem não funcionar conforme o esperado. Portanto, busque por indicadores e métricas que possibilitem essa avaliação.

    Cases de sucesso ALI

    O Sebrae conta com Agentes Locais de Inovação, o ALI. Esses são os nossos profissionais especializados em auxiliar na busca por inovação, diferenciação de mercado e crescimento. Para que você entenda a importância desse suporte qualificado, trouxemos alguns cases de sucesso. Veja só.

    Biscoito caseiro D’lícia

    Essa é uma empresa de médio porte localizada em Penedo. O principal desafio da proprietária Ângela Malta era saber como inovar sem interferir na produtividade. Como solução, nossos agentes ALI indicaram o investimento na profissionalização da mão de obra por meio das consultorias do Sebrae, além da adoção do Modelo de Excelência em Gestão (MEG). O resultado: conquistaram Recife e Salvador e os seus produtos já estão em mais de 700 pontos de venda.

    Aky Estofados

    Entrando no setor moveleiro, Manoel iniciou a Aky reformando poltronas e estofados. Tudo começou de maneira informal, mas ao se formalizar, o empreendedor percebeu a necessidade de se qualificar e capacitar. Quando o país iniciou na crise econômica, Manoel percebeu queda no seu faturamento, assim como em todos os setores.

    Para contornar esse cenário, um de nossos agentes o direcionou para treinamentos de técnicas de vendas, de gestão de atendimento ao cliente, de inserção de um pequeno negócio no ambiente digital, de marketing pessoal e profissional, além de gestão financeira e de pessoas.

    Com toda esta bagagem de conhecimento, a Aky Estofados começou a inovar em seus produtos e aperfeiçoou os modelos tradicionais. Todo esse processo resultou em um site da empresa, no registro de propriedade dos produtos desenvolvidos por ele, na participação em diversas feiras (incluindo o Salão Internacional do Móvel de Milão) e, é claro, no aumento do faturamento.

    A gestão da inovação vai muito além de uma estratégia para comercializar novas mercadorias e serviços. Esse é um importante processo que pode ser um divisor de águas no crescimento das empresas, não importa em qual setor se enquadrem. Por meio da capacitação e do pensamento voltado para o termo inovar, é possível resolver problemas nas organizações e desenvolver algo novo mediante o que já está saturado no mercado.

    Falando em inovar, aproveite para conferir quais são as principais tendências de negócios para o futuro e esteja preparado para essas demandas! 

  • Gestão de projetos: como aliar com os princípios da Gestão 4.0?

    Gestão de projetos: como aliar com os princípios da Gestão 4.0?

    Termos como Gestão 4.0 e Revolução Digital já são conhecidos por muitos profissionais na gestão de projetos. Entretanto, é fundamental que os gestores consigam entender quais são os seus benefícios e suas utilizações. Dessa forma, fica mais fácil aumentar a competitividade da equipe frente a concorrência.

    Os princípios da Gestão 4.0 também podem ser aplicados para proporcionar otimização aos processos e decisões mais inteligentes aos gestores.

    Quer saber quais tecnologias você precisa considerar para inovar? Então, continue conosco. Boa leitura!

    Quais tecnologias devem ser consideradas?

    Existem algumas tecnologias típicas da gestão de projetos. Confira algumas a seguir.

    Business Intelligence (BI)

    A ferramenta conta com recursos, técnicas e metodologias para coletar, analisar, processar e compartilhar todos os dados que não estão estruturados vindos de sistemas como CRM, ERP e Data Mining.

    Reunindo as informações em um único local, é possível confrontar os dados com o objetivo de extrair conclusões estratégicas para a gestão de projetos. Assim, se consegue otimizar o trabalho dos colaboradores e fazer com que as atividades desenvolvidas sejam mais eficientes.

    As grandes vantagens de usar BI são:

    • unificar informações;
    • compartilhar facilmente;
    • desenvolver melhorias;
    • trabalhar com dados de qualidade;
    • dar mais segurança aos dados;
    • deixar as informações mais fáceis de serem compreendidas.

    Internet das Coisas (IoT)

    A IoT trabalha com a ideia de que todo dispositivo pode ser conectado à internet. Isso significa que dispositivos, câmeras, sensores, máquinas e outros itens tenham autonomia, fazendo com que a operação seja descentralizada e possibilitando o controle dessas ferramentas mesmo fora do ambiente empresarial. Nesse sentido, a empresa consegue integrar os sistemas físicos e digitais e ser capaz de reproduzir ações, ler dados e fazer a interpretação da melhor maneira possível.

    Como resultado, a empresa se torna mais eficiente, uma vez que há menores interrupções nas máquinas e os ativos são mais bem utilizados. Com isso, pode-se observar um aumento na produção e na velocidade das tomadas de decisões.

    Automação industrial

    A automação industrial é considerada como uma das bases da Indústria 4.0, já que consegue trazer os diversos benefícios da modernização para as empresas. Isso possibilita receber informações em tempo real sobre vários processos da empresa

    Com a ajuda dos sensores é possível, até mesmo, entender qual é o nível de funcionamento de cada equipamento, evitando a necessidade de intervenções e paradas. Pode-se, também, fazer pequenas correções a distância.

    Outras vantagens são o aumento na produtividade e a adoção de padrões de qualidade superiores, que são fundamentais para as entregas dos projetos.

    Inteligência Artificial

    A Inteligência Artificial (IA) é a forma com que os computadores podem simular a capacidade de raciocinar dos seres humanos. Na gestão de projetos, a Inteligência Artificial é útil para diminuir as chances de erros, fazendo com que os problemas sejam detectados com rapidez.

    Além disso, é possível automatizar as tarefas que parecem simples, mas que demandam tempo da equipe, como enviar e-mails e notificações. A partir de sugestões dadas pela IA é possível tomar decisões úteis para a entrega final. 

    Como você viu, é possível aplicar os princípios da Gestão 4.0 nos projetos para automatizar processos e tomar decisões mais inteligentes e acertadas. Dessa forma, a empresa se torna mais produtiva em todos as etapas, podendo diminuir custos e podendo maximizar os resultados.

    Gostou das informações que trouxemos aqui? Então, saiba agora como se preparar para a transformação digital nas empresas!

  • Gestão 4.0: um guia sobre a 4ª revolução da gestão para empreendedores

    Gestão 4.0: um guia sobre a 4ª revolução da gestão para empreendedores

    A gestão 4.0 é uma resposta às demandas da 4ª revolução industrial e às mudanças que vieram a partir da transformação digital e da automação de processos. Ela não afeta apenas as indústrias, mas traz impactos também aos prestadores de serviços e empresas comerciais. 

    Descubra como essas transformações afetam os processos gerenciais dos empreendedores. Conheça também os princípios norteadores desse novo modelo de gestão, além de dicas para utilizá-lo em sua empresa. Não perca!

    1. O que mudou com a indústria 4.0?

    As revoluções industriais anteriores estavam concentradas principalmente na necessidade de aumentar a produção a custos menores. Essa preocupação não mudou, o que houve foi uma mudança de comportamento relacionada às demandas do século 21.

    A primeira diz respeito ao uso da tecnologia para agilizar a organização do dia a dia da empresa. Além de modernizar seu negócio, um aspecto muito importante nesse novo contexto de produção e prestação de serviços é a procura de soluções que beneficiem seu colaborador para que ele contribua para o aumento da produtividade.

    Outro ponto central das mudanças nas relações comerciais diz respeito ao comportamento do consumidor. Ele está cada vez mais exigente, já se habituou ao uso das tecnologias e não é mais fiel a um serviço ou marca.

    Todas essas questões trouxeram mais um desafio para o empreendedor. Afinal, não é possível continuar mantendo os padrões gerenciais tradicionais diante dessas transformações, não é verdade? 

    Por isso, você precisa começar a pensar em soluções para fazer seu negócio prosperar nesses novos tempos.

    2. Quais os princípios norteadores da gestão 4.0?

    O objetivo desse novo modelo de gestão é estabelecer um gerenciamento inovador que torne os processos do negócio mais rápidos, precisos e eficientes. Esse modelo inclui ainda alterações na relação da liderança com a equipe para que todos consigam oferecer aos consumidores a melhor experiência de compra.

    Para que a gestão 4.0 seja implementada em sua empresa, é preciso considerar alguns pontos norteadores. Vamos conhecê-los?

    2.1 Clientecentrismo

    Os clientes de hoje contam com uma ampla quantidade de informações sobre as empresas e baseiam muitas decisões de compra a partir das experiências compartilhadas por outros consumidores. Por isso, o primeiro passo rumo à gestão 4.0 é entender as necessidades de seu consumidor para garantir uma boa experiência de compra e, consequentemente, a fidelização e posterior recomendação.

    Outras ações necessárias são:

    • avaliar as trajetórias de seus clientes e identificar os pontos de melhorias;
    • aprender a comunicar melhor com seu consumidor: quais mídias sociais ele utiliza?
    • contar com a ajuda do feedback do cliente para a melhoria dos produtos e serviços.

    2.2 Diversificação de canais

    Quando você tem informações sobre os seus consumidores, é possível descobrir novas formas de atendê-los para suprir as expectativas de consumo. Você pode pensar em estratégias de comercialização de seus produtos ou serviços utilizando diferentes canais de venda.

    No caso do varejo, por exemplo, muitos empreendedores não apostam apenas nos pontos físicos e já praticam o e-commerce utilizando o site da empresa ou até mesmo as mídias sociais para vender seus produtos.

    2.3 Automação

    Infelizmente, muitos empreendedores ainda ficam desconfiados quando o assunto é tecnologia e acham que a automação é um processo muito caro ou pouco vantajoso para o negócio.

    A verdade é que as ferramentas tecnológicas estão cada vez mais acessíveis e preparadas para o uso em empresas de diferentes portes e tipos de serviço, o que inclui os negócios do varejo, por exemplo.

    Conheça nossa lista com 5 vantagens da automação logo abaixo.

    2.3.1. Otimiza processos internos

    Não é fácil manter o controle financeiro, fiscal e de estoque. Os softwares de gestão ajudam no controle da movimentação das mercadorias, mantendo todas as informações gerenciais atualizadas.

    2.3.2. Aumenta a produtividade

    Com a automatização de processos operacionais e repetitivos, como controle do estoque, seus colaboradores podem se concentrar em atividades estratégicas para o negócio.

    2.3.3. Melhora o atendimento

    Acabamos de falar sobre o clientecentrismo e como é importante oferecer ao cliente uma ótima experiência de compra. Ferramentas de automação como canais de suporte ao consumidor e um leitor de código de barras para acelerar o tempo de espera no caixa são exemplos simples e eficientes do uso da tecnologia para melhorar o atendimento.

    2.3.4. Redução do retrabalho

    Cada vez que há um erro em alguma etapa do seu negócio, a empresa perde tempo e dinheiro. A automação e centralização dos processos apresenta informações precisas e ainda permite a criação de relatórios aprimorados sempre que necessário.

    2.3.5. Segurança de dados

    Considera arriscado o uso de um sistema de gestão em seu negócio? Fique tranquilo porque esses softwares têm recursos de segurança que mantém protegidas todas as informações do seu negócio.

    2.4 Big data

    Nos negócios, o Big Data é o resultado do acúmulo de uma grande quantidade de dados gerados pelos consumidores em diferentes plataformas, como mídias sociais, interações em e-mail, questionários e até dados cadastrais. Sozinhos esses dados não dizem nada, mas quando cruzados, podem permitir que você conheça melhor o perfil de seu consumidor e possa segmentar campanhas de marketing para perfis diferentes de clientes, por exemplo.

    2.5 Equipes de alta performance

    A tecnologia é importante para as empresas, mas o capital humano ainda é um dos recursos mais valiosos de qualquer negócio.

    Prova disso é o relatório do Fórum Econômico Mundial sobre o futuro do trabalho. Ele trouxe uma lista com as 10 habilidades necessárias aos profissionais para que eles consigam encarar os próximos desafios no mercado. As competências, válidas tanto para gestores quanto para os colaboradores, são as que estão listadas abaixo.

    2.5.1 Flexibilidade cognitiva

    É a habilidade de se reinventar e compreender que existem outros aprendizados para além da área de formação e atuação. Ela indica ainda a necessidade de se mostrar flexível para reconhecer os aprendizados e experiências dos outros sem julgamentos.

    2.5.2 Habilidade de negociação

    Competência para conseguir sempre os melhores acordos para convertê-los em vantagens estratégicas para a empresa. 

    2.5.3 Capacidade de julgamento e tomada de decisão

    Independentemente do segmento, os trabalhadores são obrigados a lidar e examinar números ou outros dados. Por isso, é essencial que o profissional seja capaz de ler e interpretar corretamente as informações para a tomar as melhores decisões.

    2.5.4 Gestão de pessoas

    A gestão 4.0 deixa cada vez mais claro que o sucesso de um negócio depende da ação conjunta entre todos os envolvidos em seu negócio. A capacidade de gerir melhor as pessoas contribui para a motivação da equipe e aumento de produtividade. Ela também faz com que os colaboradores se sintam acolhidos e respeitados.

    2.5.5 Empatia

    A empatia garante a melhor colaboração e conexão profissional. Os profissionais devem ser capazes de manter um bom relacionamento com os colegas e consigam respeitar as diferentes ideias, talentos e comportamentos em torno de um objetivo comum: o sucesso do negócio.

    2.5.6 Otimização do atendimento

    Os profissionais devem pensar em soluções de produtos e serviços cada vez mais conectados às necessidades do consumidor.

    2.5.7 Criatividade

    Ao falarmos de inovação é comum pensarmos em máquinas ou robôs e muitas vezes nos esquecemos que eles são fruto da capacidade criativa humana. Ser criativo não significa apenas inventar novos produtos ou serviços.

    O profissional deve ser capaz de conectar as informações e construir soluções para questões práticas da empresa, ou, para adaptar o futurismo ao negócio, por exemplo.

    2.5.8 Pensamento crítico

    O profissional que tem pensamento crítico é capaz de analisar, construir, perceber e tomar construções conscientes. É alguém que consegue analisar um desafio ou problema sob diferentes ângulos, oferecendo soluções alternativas para a resolução dessas questões.

    2.5.9 Resolução de problemas complexos

    A capacidade de resolver problemas complexos é uma habilidade que se constrói a partir de atualizações profissionais e do aperfeiçoamento constante, como uma pós-graduação ou cursos para melhorar a gestão do negócio. 

    2.5.10 Inteligência emocional

    Inteligência emocional é a capacidade que temos de compreender melhor as nossas próprias emoções, bem como as emoções dos outros.

    Quando bem desenvolvida, ela permite que o profissional seja capaz de reagir aos imprevistos, mantenha a automotivação e construa um bom relacionamento com os membros da equipe.

    2.6 Integração dos setores

    Outra característica importante da gestão 4.0 diz respeito à integração dos setores. Manter o fluxo de operações coeso e interligado ajuda a construir uma padronização dos processos, fortalecendo a cultura e a identidade da empresa.

    Quando há a descentralização dos setores nasce também entre os colaboradores a ideia de conexão entre a equipe, na qual todos têm um papel importante. A integração da equipe também diminui as falhas internas de comunicação.

    Veja algumas dicas para realizar essa integração:

    • ofereça um ambiente organizacional agradável e colaborativo;
    • realize reuniões periódicas oferecendo aos diferentes setores a possibilidade de falarem e serem ouvidos;
    • apresente os resultados obtidos e reconheça a contribuição de cada setor para esse êxito;
    • melhore a comunicação interna;
    • ofereça feedbacks construtivos para que os setores consigam oferecer melhores resultados.

    2.7 Plano de metas definido

    O primeiro passo é reconhecer que a meta é diferente do objetivo. Ainda no caso do varejo, a meta nem sempre será aumentar as vendas. Como existem colaboradores empenhados em outros setores, vender mais pode ser considerado o objetivo final do negócio, enquanto as metas são as estratégias necessárias para chegar lá.

    Saber como anda o seu segmento, somadas às informações do seu negócio, ajudam você a construir uma visão do futuro e identificar pontos que precisam ser melhorados. Esse é o primeiro passo na construção das metas.

    Você pode encontrar essas informações na internet, em jornais, cursos de atualização e até com outros empreendedores. Ouça também o que sua equipe tem a dizer sobre os desafios, dificuldades e forças.

    Existe uma maneira bastante prática para a criação de metas conhecido como o método SMART. A palavra reúne as iniciais em inglês das características que toda meta deve ser ou ter: específica, mensurável, alcançável, relevante e temporal. Confira, abaixo, detalhes de cada um desses pontos:

    2.7.1. Específica

    Crie uma meta clara e que possa ser entendida por todos os envolvidos. No caso das metas específicas, como entrar em contato com clientes anunciando uma promoção, por exemplo, indique sempre o responsável. Assim fica mais fácil saber a quem recorrer para cobrar o resultado.

    2.7.2 Alcançável

    Não adianta você estabelecer uma meta impossível de ser atingida pela equipe. Isso só vai gerar frustrações. As metas são construídas com base em informações concretas e a partir da capacidade dos colaboradores para alcançá-las.

    2.7.3. Relevantes

    Uma meta não existe por acaso e deve ser relevante para o crescimento financeiro do seu negócio.

    2.7.4. Temporal

    A meta precisa de um prazo para ser concluída. Ele não pode ser longo demais para não ser esquecido e nem muito curto para não pressionar demais a equipe.

    2.7.5. Mensurável

    Um plano de metas eficaz deve se transformar em dados que indicarão se as ações realizadas estão contribuindo para o sucesso do negócio ou se precisam ser revistas. Isso é possível com o uso dos indicadores de desempenho.

    2.8 Uso de métricas

    Para avaliar o sucesso das metas e da gestão do negócio como um todo, é preciso fazer uso dos indicadores de desempenho. Eles ajudam a identificar os pontos que têm apresentados resultados de acordo com o previsto e aqueles processos que precisam ser revistos.

    Selecionamos algumas métricas de controle para você que busca melhorar a eficiência e a gestão do seu negócio.

    2.8.1 Lucratividade

    Em vez de se concentrar no volume, foque na lucratividade das vendas. O jeito mais simples de empregar essa métrica é por meio do cálculo mensal.

    Para obter esse indicador de desempenho, some todos os custos do período, incluindo impostos, despesas operacionais, administrativas e de marketing, além dos gastos com logística, mercadoria e pessoal. Em seguida, compare com o resultado do faturamento de vendas.

    2.8.2 Giro de estoque

    Se você estabeleceu uma meta de melhorar o giro de estoque ou melhorar a gestão das compras, essa métrica pode ser bastante útil. Para calculá-la, divida o total de vendas em determinado período pelo volume médio do estoque.

    Se o resultado obtido for inferior a 1, isso indica a sobra de mercadorias ao final do período indicado. No entanto, se o valor encontrado for superior a 1, sua empresa vendeu todas as mercadorias e realizou pelo menos uma reposição de estoque.

    2.8.3 Ticket médio do cliente

    Esse indicador de desempenho ajuda a identificar a média do valor gasto pelos clientes em cada compra realizada em sua empresa. 

    Para encontrar o ticket médio, divida a receita total de determinado período pelo número de vendas realizadas. Números baixos aqui indicam que é preciso pensar em estratégias para otimizar as vendas.

    A gestão 4.0 modificou a rotina dos negócios. Acompanhe essa evolução incluindo a tecnologia nos processos gerenciais de sua empresa. Com isso, você torna seu negócio mais produtivo, reduz custos e oferece um melhor atendimento ao consumidor! 

    Se você se interessou pelo tema de gestão e inovação, não deixe de conferir também as tendências dos negócios para o futuro

  • Saiba como trabalhar a cultura organizacional focada na humanização das relações

    Saiba como trabalhar a cultura organizacional focada na humanização das relações

    A busca pelo bem-estar dos colaboradores apareceu como uma das principais tendências nas empresas para 2020 em um artigo da Forbes. Nele, a colunista Jeanne Meister confirma o que muitos gestores já têm notado: a valorização do capital humano deve estar no centro da cultura organizacional.

    Corporações que têm priorizado a humanização das relações entre marca empregadora e profissionais passaram a notar resultados positivos não apenas na qualidade do ambiente interno, mas também no engajamento dos funcionários e no aumento da produtividade.

    Neste artigo, queremos compartilhar com você o que está por trás do tão falado conceito de cultura organizacional. Além disso, queremos mostrar quais estratégias a gestão pode adotar para cultivar uma visão que coloque as pessoas em primeiro lugar. Continue a leitura e confira!

    O que é cultura organizacional?

    Quando falamos de cultura organizacional, nos referimos ao conjunto de práticas e valores que compõem e direcionam as ações de uma empresa e dos integrantes dela. Uma corporação precisa ter uma razão de existir e definir por quais caminhos práticos do dia a dia vai alcançar seu propósito.

    Sendo assim, a cultura interna vai nortear regras e políticas internas, a forma de lidar com os clientes, com os colaboradores e a imagem que será passada para a sociedade.

    No entanto, mais do que definir uma cultura que tenha uma missão e valores sólidos e relevantes, é fundamental conseguir transferir esses ideais para a prática e para o ambiente corporativo. Quando isso acontece, a gestão contagia seus colaboradores e cultiva um espaço harmonioso e satisfatório para todos.

    Atualmente, moldar e fortalecer a cultura organizacional é um diferencial competitivo, já que profissionais, investidores e a sociedade têm levado o fit cultural em consideração na hora de optar por uma instituição.

    Uma pesquisa da Deloitte identificou que 94% dos executivos e 88% dos funcionários consideravam a cultura como um fator relevante para o sucesso da corporação.

    Como trabalhar a cultura com foco em humanização?

    Companhias conhecidas por uma excelente cultura organizacional como Twitter, Chevron, Google e Adobe têm algo em comum: a preocupação com o bem-estar dos colaboradores. A estratégia conhecida como “people first” ou “people centric” coloca pessoas em primeiro lugar, em um movimento que busca a humanização das relações.

    Quer entender como levar esse mindset para sua empresa? Veja a seguir os caminhos que você pode seguir.

    Entenda o perfil dos colaboradores

    Se tornou comum falar da necessidade de entender o cliente e proporcionar a melhor experiência para ele. No entanto, o mesmo pode e deve ser feito com os profissionais que atuam na empresa, afinal, eles são agentes diretos do sucesso da organização.

    Para idealizar uma estratégia de employee experience (experiência do colaborador) com foco em humanização, é fundamental compreender o perfil das pessoas que atuam na empresa. A gestão precisa descobrir qual visão os funcionários têm da corporação, quais são seus desafios, quais mudanças e melhorias são desejadas.

    É interessante acompanhar indicadores de desempenho como Net Promoter Score (NPS), taxa de absenteísmo e de produtividade para identificar problemas na satisfação e no engajamento.

    Adote uma comunicação mais horizontal e aberta

    A comunicação está no centro da humanização nas empresas já que a partir de sua efetividade, a marca empregadora vai mostrar a valorização dos indivíduos que atuam naquele local de trabalho.

    É preciso dar espaço para que os colaboradores tenham uma voz ativa no contexto organizacional. Quando isso acontece, os profissionais se sentem motivados a propor melhorias para o ambiente e soluções inovadoras para o desenvolvimento da empresa.

    Recursos como o feedback construtivo e o reconhecimento de boas performances são excelentes para aprimorar a comunicação interna e torná-la mais propositiva, gerando crescimento tanto para funcionários quanto para a corporação.

    Reforce os valores da empresa no cotidiano

    A cultura organizacional precisa ter valores sólidos em sua base e eles também devem ser voltados para a humanização das relações. No entanto, como já falamos, eles precisam ser colocados em prática no dia a dia.

    Conseguir alinhar os valores da empresa com os colaboradores é um processo que deve começar ainda no recrutamento, com a observação do fit cultural dos candidatos. Já na rotina empresarial, esses valores precisam ser disseminados em uma lógica “top-down”, das hierarquias mais altas para todos os funcionários.

    Valores como empatia, respeito, aprendizado e inovação devem ser reforçados em todas as práticas cotidianas, com atenção e combate a atitudes que vão de encontro a esses ideais.

    Promova qualidade de vida

    Uma cultura organizacional focada em humanização das relações deve priorizar a qualidade de vida dos colaboradores, entendendo que ela impacta diretamente os resultados deles e, consequentemente, da empresa.

    Atualmente, os benefícios corporativos têm tido um papel central na promoção de bem-estar. Eles agregam valor à remuneração financeira e atuam em áreas específicas da vida dos profissionais dentro e fora do ambiente de trabalho.

    Benefícios como plano de saúde e convênio com academias incentivam o cuidado físico, já parcerias com creches e escolas mostram preocupação com a família de cada indivíduo. Vantagens como home office e horário flexível trazem mais qualidade à rotina.

    Além desses privilégios, a organização pode ainda instituir campanhas de fomento ao cuidado com a saúde física, psicológica, prevenção de doenças e adoção de hábitos saudáveis.

    Entenda qual o melhor tipo de liderança

    Mais um caminho para uma cultura organizacional humanizada é o entendimento do modelo de liderança ideal para ser adotado. O líder da empresa precisa ser o condutor do processo de humanização das relações, mostrando preocupação e valorização do capital humano.

    Alguns tipos de gestão acabam sendo prejudiciais para o clima organizacional, com excesso de pressão e competitividade. Já outros modelos são mais horizontais e promovem mais fluidez entre as hierarquias de dinamismo nos processos comunicacionais, beneficiando a integração dos times de talentos.

    Esperamos que este conteúdo ajude você a construir e fortalecer uma cultura organizacional com foco em pessoas e na humanização da relação entre marca empregadora e profissionais. Isso certamente pode promover um ambiente mais propício para o desenvolvimento dos indivíduos e para o crescimento do negócio.

    Entenda mais sobre como garantir a empatia nas empresas por meio do Human Centered Design (HCD). Veja no conteúdo que separamos para você. Boa leitura!