Categoria: Gestão

  • Descubra como conseguir investidores e técnicas para conquistá-los!

    Descubra como conseguir investidores e técnicas para conquistá-los!

    Você quer ampliar o alcance do seu negócio e a falta de capital representa uma barreira para isso? Nesse caso, uma alternativa é descobrir como conseguir investidores.

    As estratégias vão depender de seu público-alvo, do serviço ofertado e de como a sua proposta de negócio pode impactar o mercado. O empreendimento precisa se mostrar rentável para despertar o interesse dos investidores, que, normalmente, buscam empresas iniciantes e com boas perspectivas de retorno.

    Confira o post abaixo para saber onde encontrar investidores e descobrir se essa é uma alternativa interessante para impulsionar o seu empreendimento!

    Qual é o objetivo dos investidores?

    Você busca investidores que possam apoiar o seu negócio? Para encontrá-los, é preciso analisar os detalhes e o perfil de seu negócio, a sua concorrência e os seus diferenciais. O que faz com que a sua empresa se destaque?

    Para despertar o interesse de investidores, um ponto importante é ter um negócio inovador. Sua ideia é realmente diferente? Entretanto, lembre-se de que, além desse aspecto, é preciso que a empresa ofereça um produto ou um serviço útil, que atenda às necessidades do mercado e resolva as dores dos clientes.

    Para além das preferências pessoais, o investidor busca lucro. Ou seja, é fundamental que ele identifique um propósito claro na empresa, a relevância do produto ou do serviço para os clientes e uma proposta diferenciada da concorrência. Resumindo: seu negócio precisa ter um diferencial.

    Quais são os tipos de investidores?

    Mesmo que você tenha o perfil adequado para receber um aporte de investimentos, é essencial saber quem são os investidores para escolher aquele com maior afinidade com os seus objetivos.

    Investidor anjo

    Normalmente, os investidores anjo são pessoas físicas que fazem um aporte de capital em uma empresa inovadora, como uma startup. É importante entender que não se trata de uma ajuda ou colaboração, mas de um investimento com o intuito de gerar lucro.

    Bootstrapping

    Quando o próprio empreendedor financia o negócio, em parceria ou não com os sócios, o sistema é conhecido como bootstrapping. A maior parte das startups começa assim, até que surja um investidor.

    Acelerador de negócios

    As aceleradoras são empresas que apoiam e investem em startups. Funcionam como incubadoras, que ajudam no desenvolvimento do negócio, normalmente por tempo limitado. 

    Nesse período, oferecem apoio financeiro, treinamento e consultoria. Com isso, conquistam uma participação acionária na empresa. 

    Equity crowdfunding

    Essa é uma estratégia para obter investimentos online. Nesse caso, quem investe recebe uma participação societária (equity) ou títulos da empresa que recebeu o aporte financeiro. Uma possibilidade de investimento é o fundo Criatec, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

    Como conseguir investidores?

    Seja qual for a modalidade, para que possa obter investimentos, é crucial ter o negócio estruturado, com objetivos bem definidos, público-alvo e perspectivas de atendimento e crescimento.

    Vale a pena ter uma boa apresentação do produto ou serviço, demonstrando os diferenciais e as projeções. É importante evidenciar que a ideia é interessante e tem potencial para crescer. Assim, é primordial estudar as características do negócio, os detalhes e perfil do público-alvo e a concorrência no segmento de atuação.

    Além de descobrir como conseguir investidores, é preciso saber escolher, entre os potenciais interessados na proposta, aquele que tem maior afinidade com o negócio e expectativas alinhadas às perspectivas reais do empreendimento. 

    Inovação e criatividade são importantes ao formalizar parcerias. Gostou de saber mais sobre investidores que se interessam por negócios inovadores? Então, compartilhe nosso post em suas redes sociais e divida as informações com os seus contatos!

  • Conheça agora mesmo o Human Centered Design (HCD) e saiba como aplicá-lo com 5 dicas!

    Conheça agora mesmo o Human Centered Design (HCD) e saiba como aplicá-lo com 5 dicas!

    Como obter resultados em seus negócios sem deixar a empatia de lado? Muito tem se discutido sobre possibilidades de humanizar a relação entre profissionais de diversas áreas e clientes. O Human Centered Design (HCD) é um conceito cujo principal objetivo é justamente realizar essa conexão de forma estruturada.

    Contudo, pode ser difícil encontrar material que explique todo o alcance do HCD e etapas práticas para a implementação. Neste post, oferecemos algumas dicas valiosas para agregá-lo ao seu negócio. Acompanhe conosco!

    O que é o Human Centered Design (HCD)?

    Também conhecido como Design Centrado no Ser Humano, é uma filosofia que capacita um indivíduo ou até uma equipe completa a projetar produtos, serviços, sistemas e experiências de modo a combater um problema de forma efetiva.

    Esse conceito é aplicado para gerar novas soluções. Isso pode incluir melhorias aplicadas tanto a produtos quanto a serviços, além da empresa como um todo.

    Um dos componentes do seu nome já fornece uma noção importante: ele é baseado em conceitos de design, mas é plenamente adaptável a outras áreas, firmando-se em três pilares principais:

    • colaboração entre as equipes internas;
    • empatia, que é a capacidade de se colocar no lugar do outro e entendê-lo melhor;
    • experimentação, para testar as ideias sugeridas por meio de experiências e verificação geral de hipóteses.

    O principal proponente do HCD é um vencedor do prêmio Nobel, Herbert Simon. Além disso, o conceito foi desenvolvido e aperfeiçoado pela escola de design da Universidade de Stanford, uma das mais importantes do mundo.

    O que distingue o HCD de outras abordagens de solução de problemas é o seu foco em entender a perspectiva da pessoa que experimenta um problema, suas necessidades e se a solução foi projetada de forma a realmente atendê-las.

    Como aplicá-lo?

    Com o tempo, a sigla HCD passou a significar, também, Hear (Ouvir), Create (Criar) e Deliver (Implementar). Essa nova abordagem foi desenvolvida pelo IDEO, uma multinacional de design e inovação sediada na Califórnia e com escritórios em todo o mundo.

    Durante essas etapas, a equipe se concentra na busca de oportunidades e na proposição de ações concretas para agregar valor ao negócio. O primeiro passo, “Ouvir”, designa o momento em que os profissionais alocados coletam histórias e se inspiram nas pessoas que estão enfrentando um problema específico.

    Desse modo, são organizados questionários, levados pela equipe nas pesquisas de campo. Já na fase de “Criar”, os gestores realizam seminários e reuniões diversas com o objetivo de organizar o que foi coletado nas visitas e começar a elaborar soluções e protótipos específicos para solucionar problemas.

    A fase final, de implementação, tem a ver com a inserção de soluções específicas, por meio da avaliação de questões como custos, receitas e planejamento finais.

    Aqui, tudo o que foi discutido nos passos anteriores se transforma em uma resposta concreta ao problema que a empresa deseja solucionar — expressa por meio de um produto ou de um serviço, por exemplo.

    Etapas específicas

    Agora que apresentamos um histórico do conceito, é interessante delinear um plano de ações para aplicar o HCD de forma prática em sua empresa.

    1. Empatize

    O princípio básico do HCD é que você deve realmente entender as pessoas que enfrentam um problema antes de projetar uma solução para atendê-las. Exercer a empatia é se colocar no lugar da comunidade que será afetada pela sua solução, de modo a descobrir o que ela fará para sanar os obstáculos.

    Assim, os profissionais passam um tempo conversando diretamente com aqueles que enfrentam um problema, observando como o ambiente funciona e consultando especialistas sobre o assunto para entender todos os desafios que precisam ser superados para criar uma solução.

    2. Defina

    Esta etapa ajuda a configurar o restante do processo. Depois de aprender o máximo possível sobre o problema que deseja resolver, deve-se concentrar na ação que se deseja realizar. Por meio do HCD, se torna mais fácil questionar o porquê de certas situações continuarem ocorrendo.

    A maneira como você define o problema é importante e deve ser formulada de modo a permitir a criatividade e a livre exposição de ideias.

    3. Idealize

    Agora que você entendeu melhor a perspectiva da pessoa que experimenta o problema, durante a fase da empatia, e definiu o que deve ser combatido, é hora de fazer um brainstorm com a sua equipe. Crie o maior número possível de soluções para o problema que você delimitou nas discussões anteriores.

    É uma ótima ideia estimular os participantes da sua equipe de HCD a registrar as suas ideias — no papel ou em computadores, por exemplo. Desse modo, será mais fácil expor essas sugestões para que todos possam avaliá-las.

    4. Prototipe

    O objetivo, aqui, é criar algo que você possa testar para solucionar o problema. Visto que é um protótipo, é considerado um trabalho em andamento, não uma solução final.

    Uma boa medida é que os praticantes tenham vários protótipos e experimentem cada um deles para ter uma boa ideia de qual seria o mais adequado para atender às necessidades da pessoa para a qual eles estão projetando.

    Se o problema que a sua empresa quer solucionar é como vender mais pela internet, por exemplo, esse é o momento de testar diversas ideias: maior interação nas redes sociais, cupons de desconto, proposição de um clube de clientes fiéis etc.

    Como o HCD coloca a empatia em primeiro lugar, é uma boa ideia consultar os clientes que mais interagem com a sua marca e colher informações sobre os quesitos nos quais a empresa pode melhorar.

    5. Teste e interaja

    Por fim, coloque as ideias e protótipos à prova. É aqui que a equipe identifica falhas, fraquezas e lacunas no projeto, aprimorando-o ao longo do caminho. Depois de consultar as pessoas sobre os problemas que a empresa deve resolver, é o momento de, enfim, testar o modelo diretamente com os clientes.

    Uma boa dica é não defender a sua ideia a qualquer custo quando estiver em contato com o consumidor ou fornecedor. Deixe que ele exponha suas próprias opiniões — desse modo, você aprende mais sobre ele e suas demandas. Empatia, lembra-se?

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  • Networking:  a importância dessa prática e 6 dicas para começar

    Networking:  a importância dessa prática e 6 dicas para começar

    O mercado atual tem trazido, a todo instante, novos desafios para o empreendedor. O consumidor está mais exigente, e os concorrentes estão sempre investindo em melhorias para garantir a atenção do cliente. Por isso, você precisa de um bom networking!

    Esse conceito trata de uma rede de contatos que ajuda na relação profissional. Na empresa, ele é essencial para criar oportunidades de negócio e pode fazer toda a diferença para aumentar a venda e a retenção de clientes.

    Neste post, você vai descobrir como construir uma rede de relacionamento eficiente e que ajude a melhorar os resultados do seu negócio. Continue lendo para descobrir!

    Qual a importância do networking para a empresa?

    O relacionamento exerce uma forte influência nos resultados de qualquer pessoa. Segundo um estudo publicado no livro Connected, por Nicholas A. Christakis e James H. Fowler, o ser humano tem poder de influenciar aqueles à sua volta e pode impactá-los em todas as áreas da vida. Nos negócios, não é diferente.

    Além do mais, o contato com pessoas influentes pode suprir necessidades na empresa e acelerar o crescimento no mercado. Veja, abaixo, alguns exemplos práticos.

    Aumentar as vendas

    Parcerias, no mesmo nicho, são uma ótima oportunidade para aumentar as vendas. Durante a compra, a empresa oferece produtos ou serviços correlacionados que estimulam o cliente a complementar o que adquiriu. Além disso, também podem ser utilizadas em campanhas e promoções publicitárias, como:

    • desconto por grupos de consumidores;
    • bônus para associados e clientes fidelizados;
    • divulgação do negócio no espaço de outra empresa.

    Melhorar o branding

    Criar parcerias com negócios reconhecidos também aumenta a visibilidade da empresa no mercado. Com isso, o relacionamento proporciona credibilidade para clientes e fornecedores, porque o entendem como recomendação. Então, objeções de insegurança, na hora da compra, são eliminadas. Veja algumas ideias para divulgar as parcerias:

    • site da empresa;
    • e-mail marketing;
    • redes sociais;
    • artigos no blog.

    Ter novas ideias

    A troca de aprendizado que o networking proporciona ajuda no compartilhamento de ideias. Além disso, você aprende novas técnicas com base no conhecimento de outros profissionais. Assim, pode obter insights para resolver problemas ou, até mesmo, melhorar o modelo de negócios com práticas como:

    • benchmarking;
    • palestras;
    • cursos;
    • team building.

    Como fazer networking? Confira 6 dicas

    Como você pôde perceber, o networking proporciona grandes oportunidades de negócio. Mas, para funcionar, ele também deve ser nutrido. Se você não desenvolver esse relacionamento para aumentar cada vez mais a confiança e a interação, pode cair no esquecimento e perder a chance de fazer bons negócios. Por isso, as práticas que seguem são essenciais. 

    1. Demonstre empatia

    Empatia é a habilidade de se colocar no lugar do outro, entendendo suas dores e suas necessidades. É uma prática fundamental para o convívio social, porque ajuda tanto a resolver problemas quanto a lidar com conflitos. Portanto, quando você compreende a realidade do outro, cria conexão emocional, o que ajuda no fortalecimento dos vínculos.

    2. Participe de eventos

    Apesar de o networking não se resumir à participação em eventos e à troca de cartões, eles ainda são fundamentais para criar relacionamento. Além de conhecer pessoas novas e fazer contatos, você também acompanha as tendências da sua área de atuação. Sendo assim, são uma ótima chance de aumentar sua autoridade profissional e mostrar-se disponível para negócios.

    3. Use as redes sociais

    O Facebook já alcançou a marca de 125 milhões de usuários brasileiros, mas o LinkedIn ainda é a rede social mais utilizada para criar oportunidades de negócios. A plataforma é projetada para melhorar a experiência do usuário na divulgação do currículo, contratação de profissionais e criação de parcerias. Sendo assim, também é importante criar marketing pessoal nessas redes.

    4. Envie presentes

    O ato de presentear estimula sensações positivas nas pessoas, porque faz com que o outro se sinta importante pela lembrança. Afinal, você separou um tempo na sua agenda pensando nele, ainda que faça parte de uma lista de clientes, profissionais ou fornecedores. Além disso, também desperta o gatilho da reciprocidade e a pessoa se sente estimulada a retribuir o agrado.

    5. Crie conteúdos

    Você já deve ter percebido que grandes empresários, como Luiza Trajano, Flávio Augusto e Robinson Shiba, são famosos por compartilhar conhecimento com o público. A criação de conteúdo ajuda a demonstrar a sua autoridade na área e comprovar o seu know-how. É também uma forma de atrair a atenção dos clientes.

    6. Mantenha a comunicação

    Sabe aquele ditado “quem não é visto não é lembrado”? Ele se aplica muito bem ao networking. Se você não interagir com as pessoas, tende a ficar distante delas. Então, mantenha sua rede social atualizada, crie conteúdos com frequência e marque presença em datas comemorativas. Resumindo: estabeleça comunicação periódica, seja por mensagem, telefonema ou um bom café.

    Como criar networking de qualidade?

    Ao contrário do que alguns podem pensar, o networking não se resume a fazer amigos. A rede deve ser construída de forma útil e funcional, visando uma relação de troca. Para isso, comece observando quem são os profissionais com potencial na sua área e busque conhecer pessoas novas. Participar de eventos e grupos de interação é um bom começo.

    A força do networking vai depender do quanto os contatos são influentes. Por isso, mais do que quantidade, é preciso valorizar a qualidade dos relacionamentos. Isso significa que você deve investir em uma rede de pessoas com interesses em comum e que tenha potencial para construir parcerias duradouras.

    Como vimos, construir uma rede de relacionamentos sólida e de qualidade pode abrir portas no mercado e proporcionar mais crescimento para a sua empresa. O networking é uma fonte de orientação e apoio. Estar próximo de pessoas experientes ajuda a melhorar as práticas do negócio.

    No entanto, é um investimento gradativo e que deve ser construído aos poucos. Com o passar do tempo, você desenvolverá habilidades sociais, e o relacionamento com os parceiros se tornará de mais confiança, aumentando o poder do marketing boca a boca.

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  • Quer trabalhar o branding do seu negócio? Confira nossas 5 dicas para começar!

    Quer trabalhar o branding do seu negócio? Confira nossas 5 dicas para começar!

    Para criar uma marca forte, capaz de demonstrar o posicionamento da empresa em seu mercado de atuação e fazer com que ela seja lembrada pelos clientes, é necessário investir em estratégias que envolvam marketing e psicologia — um processo que ficou conhecido como branding.

    O objetivo do branding é obter maior identificação com o público de sua marca, de modo que os clientes passem a enxergar em sua empresa valores e propósitos em comum, o que aumenta a confiança. Empreendimentos que conseguem fazer uma boa gestão de sua imagem normalmente se tornam referência no segmento em que atuam e são facilmente lembrados pelos consumidores.

    Quer saber como implementar essa estratégia na sua empresa? Continue a leitura para descobrir como impulsionar sua marca com o uso de ferramentas de branding!

    O que é branding?

    Quando uma marca se torna relevante para o seu público, é mais facilmente lembrada pelos clientes, que passam a se identificar e confiar nela. Com isso, se torna referência em sua área de atuação. Você já notou quantas empresas (ou marcas) são reconhecidas dessa maneira pelos consumidores?

    Para conseguirem isso, essas empresas trabalharam o seu branding, ou seja, a imagem de sua marca. Em outras palavras, tiveram de definir seus valores e identidade, adotando estratégias para se aproximarem dos clientes e serem reconhecidas pelo público — um processo que geralmente requer formas de inovação na empresa.

    Por meio de ferramentas para gestão da marca, por exemplo, os negócios conseguem criar conexões (conscientes ou não) com os clientes, que passaram a enxergá-las como referência dentro do segmento de atuação. Com isso, impulsionaram as vendas.

    Marcas fortes e conhecidas sempre levam vantagem sobre os concorrentes, mesmo que os produtos comercializados sejam similares. Por essa razão, fazer um bom branding é um diferencial para se destacar no mercado.

    Quais os benefícios do branding?

    Tornar a marca conhecida como referência em seu setor e impulsionar as vendas são os grandes benefícios da adoção da estratégia. No entanto, existem outras vantagens:

    1. o cliente passa a perceber mais valor em seus produtos. Quando a marca é forte, normalmente as pessoas não questionam tanto os preços, pois confiam na qualidade dos produtos ou serviços;
    2. uma boa estratégia de branding garante que a marca seja conhecida por muito tempo, o que promove a sua longevidade. Com isso, a tendência é de que alguns custos, como o de aquisição de novos clientes, se reduzam;
    3. uma marca forte consegue maior fidelização de clientes;
    4. da mesma maneira, esse fortalecimento ajuda na retenção de talentos, evitando despesas com seleção, contratação e treinamento de colaboradores;
    5. o lançamento de novos produtos tende a ser mais simples, com maior aceitação por parte dos consumidores.

    Como colocar essa estratégia em prática?

    Agora que você já entendeu o que é branding e as suas vantagens, é hora de colocar a estratégia em prática. Importante destacar que a gestão de marca vale para empresas de qualquer porte, nas mais diversas áreas de atuação e deve, inclusive, ser feito com o uso de marketing digital.

    O branding digital é uma forma de desenvolver sua marca e aproximá-la do público por meio de canais online, como redes sociais, blogs ou mesmo com a presença em ferramentas como o Google Business. Afinal, cada vez mais, as pessoas fazem o primeiro contato com a marca dessa forma, seja para pesquisar produtos, seja para verificar a reputação da empresa.

    A seguir, confira 5 dicas para começar a trabalhar seu branding!

    1. Analise os valores da empresa

    Como você quer que o seu cliente enxergue a sua marca? É fundamental ter uma personalidade que se identifique com o seu público. Isso gera identificação e confiança.

    Essa personalidade da marca deve se manter ao longo do tempo, para que seja entendida pelo público como autêntica.

    2. Trabalhe a identidade visual

    Seu logotipo, as cores utilizadas, o tipo de propaganda e de postagem nas redes sociais dizem muito sobre sua marca e são elementos essenciais para a identificação com o consumidor. Por isso, é fundamental analisar o perfil de seu público e adequar a marca a ele.

    No caso do logotipo, a imagem deve ser fácil de identificar, assim como a leitura. É preciso pensar que, muitas vezes, o cliente abrirá essa imagem em um aparelho celular, então ela deve oferecer boa visibilidade em todas as dimensões.

    Além disso, o nome deve ter alguma associação com o produto a ser fornecido. Se utilizar um nome escrito em outra língua, verifique seus possíveis significados e certifique-se de que o conceito realmente tem afinidade com a sua marca.

    3. Pense no tom de voz

    Ao usar vários canais para fortalecimento de sua marca, é fundamental manter o estilo de comunicação. Afinal, é dessa maneira que a empresa expressa os seus valores e mostra aos clientes a sua personalidade.

    Assim, se a sua marca é mais descontraída no Facebook, por exemplo, deve adotar a mesma postura no blog, Instagram, Twitter, Youtube e qualquer outro canal em que esteja presente. No caso de ser uma empresa que procura educar o consumidor sobre a importância de seus produtos ou serviços, ou que defenda alguma causa, vale a mesma orientação.

    É importante refletir: como a sua empresa quer ser vista e entendida pelos clientes?

    4. Entenda a sua persona

    Sua buyer persona é a representação do seu público-alvo, ou seja, as pessoas que a marca deve atingir. É fundamental entender quais são os seus valores e as suas necessidades, de forma a oferecer o produto ou serviço mais adequado e da melhor maneira.

    Para criar a persona, pesquise mais sobre seu público e os potenciais clientes. Quais são seus hábitos, suas dores, suas causas no dia a dia? Quanto mais próxima dessa persona for sua marca, mais potencial de identificação e, por consequência, melhor o engajamento e fidelização.

    5. Adote estratégias específicas

    Para fortalecer a presença da empresa nos diferentes canais, é preciso produzir conteúdo que interesse à persona. Isso cria vínculos com os consumidores, que passam a confiar mais na marca.

    Quando o conteúdo é relevante e ajuda a persona a solucionar algum problema ou dificuldade, a chance de ser compartilhado aumenta, fazendo com que a marca conquiste visibilidade e atinja um número de pessoas cada vez maior.

    Um detalhe importante é a necessidade de acompanhar a percepção que o cliente tem da estratégia adotada. Acompanhe os comentários em redes sociais, ofereça soluções e, se necessário, realize pesquisas para entender melhor a imagem que o consumidor tem da empresa, de seus produtos ou de seus serviços.

    Como você percebeu, investir em boas estratégias de branding é uma importante maneira de aumentar o alcance de sua empresa e fidelizar os clientes de forma natural.

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  • Conheça 4 aplicativos para controle financeiro e organize-se

    Conheça 4 aplicativos para controle financeiro e organize-se

    Quando o Microempreendedor Individual (MEI) se formaliza, a tendência é aumentar a renda pessoal, mas, como ter um planejamento eficiente e ainda economizar nas despesas da casa e da empresa? É preciso usar aplicativos para controle financeiro, visando otimizar a gestão e facilitar as etapas administrativas.

    Para iniciar, confira algumas dicas de como se organizar e planejar para usar o seu dinheiro. Boa leitura!

    Separe as finanças

    Para quem atua como MEI, é muito importante fazer isso. Afinal, às vezes, é fácil misturar as contas do negócio com as despesas pessoais, pois nesse caso você é uma pessoa e uma empresa ao mesmo tempo, certo? Então, é necessário deixar tudo separadinho para facilitar seu controle.

    Cuide do fluxo de caixa

    O fluxo de caixa registra as saídas e as entradas de dinheiro na empresa, de forma que acompanhá-lo é uma boa prática. Assim, você entenderá facilmente onde pode estar o problema, caso as contas não batam no final do dia.

    Corte custos e despesas

    Outra dica excelente para as finanças empresariais é diminuir os custos de produção e as despesas da empresa. Mas é fundamental fazer isso de olho na qualidade para garantir que seus produtos e serviços continuem sendo atrativos para os clientes.

    Evite atrasos nas contas

    Uma ótima sugestão para qualquer empresário é evitar ao máximo atrasar os pagamentos, principalmente aos fornecedores. O motivo é simples: as contas têm juros que sobem conforme os dias de atraso. Além disso, você perde a confiança dos fornecedores, diminuindo a possibilidade de ganhar desconto nas negociações.

    Gerencie bem o estoque

    É relevante gerenciar o estoque para evitar perda de dinheiro e facilitar o controle relacionado com a aquisição de novos passivos, consumíveis, insumos e matérias-primas. Então, pense em anotar as datas de entrada e de saída, além das quantidades de cada remessa dessas.

    Negocie com fornecedores

    Negociar com fornecedores é essencial, pois eles ajudam a empresa a crescer financeiramente com parcerias para descontos, como já dissemos. Além disso, se você precisar de reservas, antecipação ou adiamento de prazos e entregas: é com eles que você irá contar.

    Controle todos os gastos

    Todos os gastos devem ser controlados de maneira eficiente, o que envolve anotar tudo que é comprado ou pago. Tomou um cafezinho no caminho até o cliente? Anote. Pagou um boleto baratinho? Anote mesmo sendo apenas R$ 9,90.

    Use estes 4 aplicativos

    Uma boa forma de controlar finanças é apostar em aplicativos. Existem vários que podem ajudar você e a sua empresa a registrar melhor os gastos e economizar. Confira 4 deles:

    1. Mobills — ótimo e fácil de usar, permite fazer orçamentos e anotar despesas diárias;
    2. GuiaBolso — você cadastra um saldo e depois anota seus gastos diariamente, de forma que fica fácil saber quanto sobra a cada uso;
    3. Expense IQ — esse app para finanças é bom porque traz estatísticas em relatórios sobre seus gastos e ganhos;
    4. Drivvo — aplicativo de controle financeiro excelente para carros, caminhões e motos, permitindo anotar diferentes gastos com os veículos.

    Cuidar das finanças e dos gastos de maneira eficiente é muito difícil, por isso é importante contar com a tecnologia e apostar nos aplicativos para controle financeiro. Independentemente de qual escolher, confira os comentários de quem já usa para saber como o app funciona e se atende suas necessidades.

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