Categoria: Gestão

  • Inteligência emocional: entenda sua importância e como trabalhá-la na gestão de pessoas

    Inteligência emocional: entenda sua importância e como trabalhá-la na gestão de pessoas

    Uma imagem que pode representar bem o desafio de um gestor é a de um equilibrista tentando manter os pratos girando sobre uma vareta, sendo cada prato uma área de seu negócio. Você sabe que é impossível se concentrar em apenas um deles, não é mesmo? Felizmente, você pode desenvolver uma competência que ajuda na difícil tarefa da liderança: a inteligência emocional.

    Essa habilidade é especialmente importante na gestão de pessoas. Afinal, é preciso um bom gerenciamento das emoções para resolver os conflitos de modo calmo, sensato e que respeite os interesses coletivos.

    A seguir, você vai entender um pouco melhor a importância da inteligência emocional e como ela pode contribuir para melhorar as relações e os processos de gestão de sua empresa. Vamos conferir?

    O que é inteligência emocional

    O conceito ficou conhecido mundialmente após a publicação da obra “Inteligência Emocional”, de Daniel Goleman, em 1995. Segundo o autor, essa inteligência representa a habilidade que todos temos de identificar nossos sentimentos e os dos outros, motivando e gerenciando bem nossas emoções internas e nos relacionamentos. Ou seja, ela é resultado da combinação de outras duas inteligências: a interpessoal e a intrapessoal.

    Ainda de acordo com Goleman, essa habilidade é a principal responsável pelo sucesso ou fracasso dos indivíduos, e todas as relações, sejam elas profissionais ou pessoais, envolvem o relacionamento entre pessoas. Assim, quem tem mais qualidades agregadoras, como gentileza, compreensão e cortesia, tem mais chances de se tornar bem-sucedido, por exemplo.

    Os 5 pilares que garantem o bom gerenciamento das emoções

    Para Daniel Goleman, a inteligência emocional tem 5 competências que garantem o equilíbrio entre razão e emoção. Confira quais são elas e saiba como desenvolvê-las.

    1. Autoconhecimento

    O primeiro passo é identificar suas emoções e o modo como você reage diante dos estímulos. Também é importante entender como os seus sentimentos afetam o seu desempenho profissional. Uma meta pode não ser alcançada, um cliente pode cancelar um pedido na última hora, colaboradores podem entrar em conflito. Como você reage diante dessas situações?

    2. Automotivação

    Imprevistos acontecem, e nem sempre é fácil manter o otimismo nos negócios, mas, com a automotivação, você aprende a decidir como você precisa se comportar para atingir suas metas.

    Ela garante o comprometimento necessário para você alinhar suas metas pessoais com as do seu negócio; por isso, você precisa identificar claramente o propósito de sua empresa e os valores que nortearão suas decisões em seu trabalho. Além disso, a automotivação prepara você para aproveitar as oportunidades e perder de vez o medo das mudanças e do fracasso.

    3. Autocontrole

    Depois de identificar seus pontos fortes e fracos e refletir sobre suas experiências e motivações, é hora de aprimorar o autocontrole. Esse pilar ajuda você a administrar melhor suas emoções e impulsos negativos. Isso faz com que desenvolva a resiliência necessária para manter o otimismo em situações de estresse e o foco para resolver problemas sob pressão. O controle das emoções diz respeito, ainda:

    • ao senso de responsabilidade pelos próprios atos;
    • à capacidade de lidar com as mudanças e à adaptabilidade mesmo em situações instáveis;
    • à abertura a novas ideias e soluções originais para os problemas.

    4. Empatia

    Você se torna uma pessoa mais aberta e emocionalmente equilibrada quando aprende a perceber as emoções e o ponto de vista dos outros.

    No trabalho, a empatia do líder contribui para o desenvolvimento das habilidades dos colaboradores. Reconheça e recompense o bom trabalho, ofereça treinamento constante e feedbacks construtivos a sua equipe e veja como essas ações ajudam a promover o seu negócio.

    5. Sociabilidade

    Por fim, outra competência importante para a boa gestão das emoções é a forma como você se conecta com as pessoas. A dica é manter uma comunicação direta, com mensagens claras e que reforcem seus argumentos. Também é importante aprender a ouvir com atenção.

    A sociabilidade ainda é fundamental no momento de gestão de conflitos e de construção de uma rede de relacionamento que pode contribuir para o aumento de parceiros ou clientes de seu negócio.

    A importância da inteligência emocional na gestão de pessoas

    O sucesso de qualquer empreendimento está diretamente relacionado à equipe que faz parte do negócio. Assim, ao aprender a gerir melhor as próprias emoções, o gestor será capaz de compreender os colaboradores em todas as suas dimensões.

    Isso pode ajudar na mudança de hábitos dentro da empresa, que será um ambiente de trabalho mais empático e colaborativo, além do desenvolvimento de ações de inovação que podem motivar a equipe.

    A boa notícia é que a inteligência emocional pode ser desenvolvida e aprimorada sempre que necessário. Com isso, você pode adotar estratégias que vão contribuir para melhorar suas práticas de gestão de pessoas. Conheça algumas delas:

    • estimule a boa comunicação;
    • mantenha-se receptivo ao feedback dos colaboradores;
    • implemente ações motivadoras e de integração da equipe;
    • lide com pessoas “difíceis” com diplomacia;
    • amenize os desentendimentos;
    • encoraje o debate saudável;
    • prepare os colaboradores para lidarem com situações complexas;
    • assuma os próprios erros;
    • veja a diversidade da equipe como uma oportunidade;
    • lidere pelo exemplo;
    • cumpra os compromissos firmados;
    • abra-se para receber soluções originais para os desafios do negócio;
    • compartilhe os créditos das ações bem-sucedidas.

    Além disso, a gestão de pessoas pode ser mais bem administrada quando você conta com o suporte de uma empresa especializada para consultoria e apoio como o Sebrae Alagoas, um agente de apoio e fomento à criação, desenvolvimento e modernização das micro e pequenas empresas do estado.

    Por meio de cursos, consultorias, palestras, congressos e eventos, ajudamos você a capacitar seu negócio.

    A inteligência emocional é uma competência estratégica que garante o equilíbrio entre a razão e emoção, permitindo que você seja capaz de administrar os conflitos pessoais e profissionais.

    Afinal, um gestor consciente das próprias emoções e das emoções de seus colaboradores é capaz de tomar as melhores decisões frente aos cenários mais desafiadores. Ele também sabe reconhecer quando é necessário procurar ajuda para inovar nos negócios.

    Gostou de saber mais sobre a importância da gestão das emoções para os melhores resultados em sua empresa? Entre em contato com o Sebrae Alagoas e descubra como podemos ajudar a alavancar o seu negócio!

  • 4 decisões de gestão estratégica de um empreendedor que quer crescer

    4 decisões de gestão estratégica de um empreendedor que quer crescer

    Todo empreendedor, independentemente do tamanho da empresa, depara-se, no início, com diversas dificuldades. As incertezas são para todos. Arriscar e tomar decisões difíceis faz parte do caminho. É aí que entra a gestão estratégica.

    Por meio de objetivos traçados e planos bem articulados, é possível fazer o negócio crescer continuamente, de modo a alcançar cada vez mais lucro e afastar a concorrência.

    Separamos alguns passos importantes para você adotar no dia a dia e se tornar um empreendedor mais maduro. Continue a leitura!

    1. Realizar o planejamento estratégico

    Grande parte das empresas fecha as portas nos seus dois primeiros anos de atuação, segundo o Sebrae Nacional. Um dos maiores motivos é a falta de planejamento. É muito comum o empreendedor traçar alguns objetivos e já partir para a ação, sem realizar estudos e se certificar de que está preparado para cada passo.

    O planejamento estratégico envolve, antes, a definição de:

    • missão: propósito da organização, finalidade da existência;
    • visão: futuro do negócio, aonde a empresa quer chegar;
    • valores: princípios que guiam cada decisão;
    • objetivos estratégicos: metas relacionadas à missão.

    É nesse momento, também, que se deve realizar a avaliação dos ambientes internos e externos da organização (análise SWOT), de modo a mensurar:

    • pontos fortes: refere-se à parte interna da empresa. Exemplo: capacitação;
    • pontos fracos: refere-se à parte interna também. Exemplo: muitas dívidas;
    • ameaças: refere-se à parte externa da empresa. Exemplo: forte concorrente;
    • oportunidades: refere-se à parte externa. Exemplo: fornecedores qualificados.

    2. Estruturar o plano de negócios

    A estruturação do plano é definir o que e quando será feito. Ela precisa estar relacionada com o passo anterior, da análise SWOT. Para isso, associe os resultados encontrados, em cada uma das quatro condições ambientais, a fim de entender a estratégia a ser tomada.

    Lembre-se de que essa etapa de avaliação é de extrema importância, já que ela nos diz o quanto vale a pena arriscar em cada escolha. Uma empresa que, por exemplo, conta com muitos pontos fracos e ameaças deve evitar investimentos ousados.

    3. Analisar investimentos e finanças

    A parte financeira deve ser analisada com bastante cuidado na gestão estratégica. Mesmo um Microempreendedor Individual (MEI) precisa ter organização financeira, de modo a saber os valores que entram e saem. Hoje, existem diversos aplicativos que ajudam a organizar a contabilidade e a deixar o pagamento das contas em dia. Desse modo, antes de algum investimento, faça avaliações da realidade do negócio.

    4. Investir em marketing

    O marketing é uma estratégia para tornar a marca mais conhecida. Com o Marketing de Conteúdo, por exemplo, é possível oferecer a possíveis clientes dicas e informações de qualidade, de modo que vejam mais relevância na empresa. A criação de blog ou o envio de newsletters pode ajudar nesse passo.

    Enfim, a gestão estratégica envolve vários passos importantes para a empresa se tornar mais escalável. Não deixe de se capacitar, pois é isso que trará conhecimentos mais aprofundados para aumentar suas habilidades em alcançar mais sucesso.

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  • Como capacitar sua equipe e montar um time de alta performance

    Como capacitar sua equipe e montar um time de alta performance

    Um dos maiores desafios na gestão de um negócio é a capacitação da equipe. E para montar um time de alta performance, o gestor encara um duplo desafio: encontrar profissionais que atendam às necessidades da empresa e aprimorar as competências da equipe já existente.

    Não é por acaso que o investimento em capacitação tem sido empregado como uma estratégia competitiva na hora de inovar no negócio. Afinal, colaboradores qualificados que atuam de acordo com as necessidades da empresa contribuem com ótimos resultados para sua organização.

    Selecionamos algumas ações que vão ajudar você. Não perca!

    O que é uma equipe de alta performance?

    Um time de alta performance pode ser entendido como um grupo de pessoas com competências e talentos complementares. São profissionais que estão comprometidos e alinhados com um objetivo comum: o sucesso do seu negócio. Esses colaboradores têm ainda:

    • visão clara dos objetivos e metas da empresa;
    • motivação e comprometimento;
    • ações alinhadas com o objetivo de promover seu negócio;
    • habilidade na resolução de problemas e no gerenciamento de conflitos;
    • aptidão para lidar com a cultura digital;
    • comunicação eficaz e boa relação no ambiente de trabalho.

    Essas competências são o ponto de partida para você construir um time de alta performance. Existem outras características que variam de acordo com as demandas de cada empresa.

    E como é possível aprimorar sua equipe para que ela atinja esse nível de excelência? É o que você vai descobrir a seguir.

    Quais são as ações essenciais para a capacitação da sua equipe?

    Apesar de ser um desafio, a gestão de pessoas permite que você consiga capacitar seus colaboradores de acordo com o planejamento estratégico do negócio. Selecionamos sete ações que você pode adotar em sua empresa agora mesmo. Confira:

    1. Faça um diagnóstico da equipe

    Antes de implementar qualquer medida de capacitação de sua equipe, você precisa entender qual o perfil profissional adequado para atender às necessidades de seu negócio.

    Em seguida, faça uma análise do perfil de seus atuais colaboradores e identifique quais as habilidades precisam ser melhor desenvolvidas. A partir disso, é possível identificar as melhores soluções para que seus colaboradores atinjam a alta performance.

    2.Fique atento ao processo de recrutamento

    Durante o diagnóstico inicial, você conseguiu identificar as competências ideais para montar um time de alta performance em seu negócio. Essas informações são valiosas também durante o processo de seleção de novos colaboradores.

    Procure por profissionais com excelência naquilo que fazem, mas que tenham habilidades que complementam os talentos que já fazem parte da empresa. Esse futuro colaborador também deve se mostrar alinhado à missão e aos valores do seu negócio. Quanto mais ele se mostrar identificado ao perfil da sua empresa, maior será o engajamento e o comprometimento desse profissional com o trabalho.

    3. Ofereça cursos e treinamentos

    A qualificação é a chave para o aumento da produtividade e estímulo à inovação que antecipa as mudanças de mercado. Assim como você procura se preparar para encarar os desafios do seu negócio, a sua equipe também necessita desse investimento.

    Ofereça cursos e treinamentos de capacitação profissional e incentive aqueles colaboradores que vêm buscando aperfeiçoar suas habilidades por conta própria.

    Investir no capital intelectual de seus profissionais faz com que eles percebam ainda o quanto são importantes para o sucesso do negócio. Como consequência, há uma maior motivação para a busca de resultados.

    4. Estabeleça metas objetivas

    Metas eficientes são aquelas capazes de estimular a equipe na busca de soluções. Pensando nisso, no momento em que estiver traçando os propósitos do negócio, você precisa desenvolver um plano de trabalho coerente, com metas objetivas e claras. Não se esqueça de definir prazos e dividir as responsabilidades.

    Quando for definir um norte para o controle financeiro, não se contente em dizer que espera diminuir 20% dos gastos. Estabeleça como essa redução de despesas deve ser realizada em um mês, por exemplo. Desse modo, a equipe é capaz de pensar em soluções para atingir essa meta com mais precisão e dentro do prazo estipulado.

    5.Priorize as ações coletivas

    O trabalho em equipe estimula o engajamento dos colaboradores no cumprimento das metas e na busca por soluções inovadoras com maior rapidez e eficiência. Por isso, para montar sua equipe de alta performance, é necessário priorizar mais as ações coletivas.

    A gamificação tem sido uma ferramenta importante no estímulo e no desenvolvimento do trabalho em equipe nas empresas. Em linhas gerais, ela utiliza conceitos do mundo dos games para incentivar a equipe a atingir determinado objetivo. Além de estimular a cooperação entre os colaboradores, a gamificação pode tornar o ambiente de trabalho mais agradável e divertido.

    6. Desenvolva a cultura do feedback

    Muitos gestores se sentem desconfortáveis em compartilhar suas impressões sobre determinado membro da equipe. Quando o fazem, concentram-se apenas nos aspectos negativos do seu desempenho. Com isso, o destinatário desse feedback pode ficar na defensiva, levando a crítica para o lado pessoal, o que prejudica o ambiente de trabalho e a motivação desse colaborador.

    A melhor maneira de acabar com esse problema é instituir um programa de feedback. Em vez de esperar um deslize ou dificuldade para falar sobre a performance da equipe, estabeleça sessões regulares para conversas sobre o desempenho.

    O importante é que o feedback seja empregado como uma ferramenta de desenvolvimento desses profissionais e não uma forma de punição e constrangimento. Ao conduzi-lo, lembre-se de:

    • ser breve;
    • destacar os pontos positivos;
    • apoiar seu comentário com fatos concretos;
    • focar sempre no resultado, nunca na pessoa. Evite dizer: “Você não conseguiu atingir a meta de vendas”. Prefira: “Percebi que a meta de vendas ainda não foi alcançada.”;
    • evite o emprego de palavras como: sempre, nunca, tudo ou nada;
    • abra espaço para que o colaborador comentar o feedback recebido;
    • ofereça ajuda.

    7. Desempenhe seu papel de líder

    O comportamento de um time é o reflexo das ações de seu gestor. Logo, um time de alta performance só existe sob uma liderança também de alta performance.

    Seja uma inspiração para seus colaboradores! Mostre comprometimento e engajamento pelos resultados e colabore com um bom ambiente de trabalho, buscando aprimorar as suas competências.

    Outra característica de uma boa liderança é o diálogo constante com a equipe. Mostre-se aberto às opiniões dos profissionais. Eles estão em contato diário com os processos do seu negócio e podem ser capazes de identificar o que precisa ser melhorado. Por fim, não deixe de incentivar a inovação e o desenvolvimento de novos projetos.

    Contribuir para a capacitação da equipe resulta na formação de um time de profissionais de alta performance. Esses colaboradores conseguem otimizar o tempo de trabalho, são mais engajados e encontram alternativas criativas para a resolução dos problemas do seu negócio.

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  • Como aumentar a produtividade na carreira empreendedora? Confira nossas 4 dicas!

    Como aumentar a produtividade na carreira empreendedora? Confira nossas 4 dicas!

    O sonho de abrir o próprio negócio é alimentado pela ideia de mudar de vida, trabalhar como quiser e quando quiser. No entanto, essa prática não é sustentável a longo tempo e coloca em grande risco o sucesso do negócio. Por esse motivo, um empreendedor está sempre em busca de aumentar a produtividade.

    Afinal, ter um bom rendimento e saber administrar o tempo são fatores tão essenciais quanto entender o empreendimento. No mundo empresarial, é preciso exercer diversas tarefas, o que pode ser um grande desafio quando não se tem uma organização adequada.

    Pensando nisso, preparamos este post com 4 dicas valiosas para que você tenha um desempenho melhor e expanda seu negócio. Confira!

    1. Programe a sua agenda

    É verdade que trabalhamos muito mais no início de um novo negócio. Mas, assim que seu empreendimento estiver minimamente estabelecido, o ideal é programar a agenda e estabelecer um começo e um fim para o seu horário de trabalho. Lembre-se de que sempre haverá tarefas a serem feitas. Então, não queira resolver todos os problemas em um único dia.

    Faça um cronograma diário, semanal e mensal com as tarefas a serem realizadas e mantenha-se fiel a esse planejamento o máximo que puder, a menos que surjam emergências ou imprevistos.

    Também é essencial priorizar as atividades. Liste-as por ordem de importância e divida as responsabilidades caso você trabalhe com outras pessoas, como sócios e colaboradores.

    2. Evite distrações

    Analise o seu dia a dia e identifique o que tira o seu foco. Imagine quanto tempo você desperdiça com pequenas distrações, como redes sociais particulares, troca de mensagens, notícias de última hora, vídeos, telefonemas. Analise também o que atrapalha a sua concentração, como a falta de organização na mesa de trabalho e o barulho.

    Quando for realizar atividades que exigem 100% do seu foco, afaste-se de tudo o que pode atrapalhar: desligue o celular, feche abas desnecessárias no navegador de internet, mantenha o local em silêncio e vá para um lugar onde dificilmente será interrompido.

    Tenha em mente que estar ocupado não significa necessariamente produzir. Entretanto, fazer pausas é tão importante quanto sentar e trabalhar. Quando estamos relaxados, descansados e com a mente tranquila, fica mais fácil aumentar a produtividade.

    3. Use a tecnologia a seu favor

    Há inúmeras ferramentas tecnológicas cujo objetivo é ajudar a aumentar a produtividade e administrar melhor o tempo de trabalho. Veja algumas delas:

    • Trello: permite a criação de notas, checklists, lembretes de compromissos e tarefas;
    • Evernote: funciona como um bloco de notas e pode ser sincronizado a outros dispositivos. Também possibilita guardar dados em vídeos, áudio e documentos;
    • TrueTune: funciona como um planner digital, ideal para montar o seu cronograma diário, semanal e mensal;
    • Agenda Google: ótima ferramenta para organizar tarefas e agendar compromissos.

    4. Estude sobre empreendedorismo

    Para empreender é preciso conhecimento e muita disciplina. Quanto mais você souber sobre o assunto, mais estará preparado para conduzir o seu negócio para o sucesso. Principalmente porque o mercado está cada vez mais competitivo e os perfis dos consumidores estão em constante transformação.

    Desse modo, procure estar sempre atualizado sobre tudo o que envolver o empreendedorismo. Leia bastante sobre o tema, faça cursos, participe de palestras e até mesmo consultorias. Sempre há o que ser aprendido.

    Agora que já sabe como aumentar a produtividade, siga as dicas que apresentamos ao longo do artigo e comece a administrar melhor o seu dia. Você verá como é possível ter um bom desempenho profissional e, ainda, ter tempo para cuidar da vida pessoal. O sucesso do seu empreendimento depende do seu esforço, foco e disciplina.

    Gostou das dicas? Compartilhe esse post em suas redes sociais para que mais pessoas saibam como ter um rendimento melhor no negócio.

  • Descubra como conseguir investidores e técnicas para conquistá-los!

    Descubra como conseguir investidores e técnicas para conquistá-los!

    Você quer ampliar o alcance do seu negócio e a falta de capital representa uma barreira para isso? Nesse caso, uma alternativa é descobrir como conseguir investidores.

    As estratégias vão depender de seu público-alvo, do serviço ofertado e de como a sua proposta de negócio pode impactar o mercado. O empreendimento precisa se mostrar rentável para despertar o interesse dos investidores, que, normalmente, buscam empresas iniciantes e com boas perspectivas de retorno.

    Confira o post abaixo para saber onde encontrar investidores e descobrir se essa é uma alternativa interessante para impulsionar o seu empreendimento!

    Qual é o objetivo dos investidores?

    Você busca investidores que possam apoiar o seu negócio? Para encontrá-los, é preciso analisar os detalhes e o perfil de seu negócio, a sua concorrência e os seus diferenciais. O que faz com que a sua empresa se destaque?

    Para despertar o interesse de investidores, um ponto importante é ter um negócio inovador. Sua ideia é realmente diferente? Entretanto, lembre-se de que, além desse aspecto, é preciso que a empresa ofereça um produto ou um serviço útil, que atenda às necessidades do mercado e resolva as dores dos clientes.

    Para além das preferências pessoais, o investidor busca lucro. Ou seja, é fundamental que ele identifique um propósito claro na empresa, a relevância do produto ou do serviço para os clientes e uma proposta diferenciada da concorrência. Resumindo: seu negócio precisa ter um diferencial.

    Quais são os tipos de investidores?

    Mesmo que você tenha o perfil adequado para receber um aporte de investimentos, é essencial saber quem são os investidores para escolher aquele com maior afinidade com os seus objetivos.

    Investidor anjo

    Normalmente, os investidores anjo são pessoas físicas que fazem um aporte de capital em uma empresa inovadora, como uma startup. É importante entender que não se trata de uma ajuda ou colaboração, mas de um investimento com o intuito de gerar lucro.

    Bootstrapping

    Quando o próprio empreendedor financia o negócio, em parceria ou não com os sócios, o sistema é conhecido como bootstrapping. A maior parte das startups começa assim, até que surja um investidor.

    Acelerador de negócios

    As aceleradoras são empresas que apoiam e investem em startups. Funcionam como incubadoras, que ajudam no desenvolvimento do negócio, normalmente por tempo limitado. 

    Nesse período, oferecem apoio financeiro, treinamento e consultoria. Com isso, conquistam uma participação acionária na empresa. 

    Equity crowdfunding

    Essa é uma estratégia para obter investimentos online. Nesse caso, quem investe recebe uma participação societária (equity) ou títulos da empresa que recebeu o aporte financeiro. Uma possibilidade de investimento é o fundo Criatec, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

    Como conseguir investidores?

    Seja qual for a modalidade, para que possa obter investimentos, é crucial ter o negócio estruturado, com objetivos bem definidos, público-alvo e perspectivas de atendimento e crescimento.

    Vale a pena ter uma boa apresentação do produto ou serviço, demonstrando os diferenciais e as projeções. É importante evidenciar que a ideia é interessante e tem potencial para crescer. Assim, é primordial estudar as características do negócio, os detalhes e perfil do público-alvo e a concorrência no segmento de atuação.

    Além de descobrir como conseguir investidores, é preciso saber escolher, entre os potenciais interessados na proposta, aquele que tem maior afinidade com o negócio e expectativas alinhadas às perspectivas reais do empreendimento. 

    Inovação e criatividade são importantes ao formalizar parcerias. Gostou de saber mais sobre investidores que se interessam por negócios inovadores? Então, compartilhe nosso post em suas redes sociais e divida as informações com os seus contatos!

  • Conheça agora mesmo o Human Centered Design (HCD) e saiba como aplicá-lo com 5 dicas!

    Conheça agora mesmo o Human Centered Design (HCD) e saiba como aplicá-lo com 5 dicas!

    Como obter resultados em seus negócios sem deixar a empatia de lado? Muito tem se discutido sobre possibilidades de humanizar a relação entre profissionais de diversas áreas e clientes. O Human Centered Design (HCD) é um conceito cujo principal objetivo é justamente realizar essa conexão de forma estruturada.

    Contudo, pode ser difícil encontrar material que explique todo o alcance do HCD e etapas práticas para a implementação. Neste post, oferecemos algumas dicas valiosas para agregá-lo ao seu negócio. Acompanhe conosco!

    O que é o Human Centered Design (HCD)?

    Também conhecido como Design Centrado no Ser Humano, é uma filosofia que capacita um indivíduo ou até uma equipe completa a projetar produtos, serviços, sistemas e experiências de modo a combater um problema de forma efetiva.

    Esse conceito é aplicado para gerar novas soluções. Isso pode incluir melhorias aplicadas tanto a produtos quanto a serviços, além da empresa como um todo.

    Um dos componentes do seu nome já fornece uma noção importante: ele é baseado em conceitos de design, mas é plenamente adaptável a outras áreas, firmando-se em três pilares principais:

    • colaboração entre as equipes internas;
    • empatia, que é a capacidade de se colocar no lugar do outro e entendê-lo melhor;
    • experimentação, para testar as ideias sugeridas por meio de experiências e verificação geral de hipóteses.

    O principal proponente do HCD é um vencedor do prêmio Nobel, Herbert Simon. Além disso, o conceito foi desenvolvido e aperfeiçoado pela escola de design da Universidade de Stanford, uma das mais importantes do mundo.

    O que distingue o HCD de outras abordagens de solução de problemas é o seu foco em entender a perspectiva da pessoa que experimenta um problema, suas necessidades e se a solução foi projetada de forma a realmente atendê-las.

    Como aplicá-lo?

    Com o tempo, a sigla HCD passou a significar, também, Hear (Ouvir), Create (Criar) e Deliver (Implementar). Essa nova abordagem foi desenvolvida pelo IDEO, uma multinacional de design e inovação sediada na Califórnia e com escritórios em todo o mundo.

    Durante essas etapas, a equipe se concentra na busca de oportunidades e na proposição de ações concretas para agregar valor ao negócio. O primeiro passo, “Ouvir”, designa o momento em que os profissionais alocados coletam histórias e se inspiram nas pessoas que estão enfrentando um problema específico.

    Desse modo, são organizados questionários, levados pela equipe nas pesquisas de campo. Já na fase de “Criar”, os gestores realizam seminários e reuniões diversas com o objetivo de organizar o que foi coletado nas visitas e começar a elaborar soluções e protótipos específicos para solucionar problemas.

    A fase final, de implementação, tem a ver com a inserção de soluções específicas, por meio da avaliação de questões como custos, receitas e planejamento finais.

    Aqui, tudo o que foi discutido nos passos anteriores se transforma em uma resposta concreta ao problema que a empresa deseja solucionar — expressa por meio de um produto ou de um serviço, por exemplo.

    Etapas específicas

    Agora que apresentamos um histórico do conceito, é interessante delinear um plano de ações para aplicar o HCD de forma prática em sua empresa.

    1. Empatize

    O princípio básico do HCD é que você deve realmente entender as pessoas que enfrentam um problema antes de projetar uma solução para atendê-las. Exercer a empatia é se colocar no lugar da comunidade que será afetada pela sua solução, de modo a descobrir o que ela fará para sanar os obstáculos.

    Assim, os profissionais passam um tempo conversando diretamente com aqueles que enfrentam um problema, observando como o ambiente funciona e consultando especialistas sobre o assunto para entender todos os desafios que precisam ser superados para criar uma solução.

    2. Defina

    Esta etapa ajuda a configurar o restante do processo. Depois de aprender o máximo possível sobre o problema que deseja resolver, deve-se concentrar na ação que se deseja realizar. Por meio do HCD, se torna mais fácil questionar o porquê de certas situações continuarem ocorrendo.

    A maneira como você define o problema é importante e deve ser formulada de modo a permitir a criatividade e a livre exposição de ideias.

    3. Idealize

    Agora que você entendeu melhor a perspectiva da pessoa que experimenta o problema, durante a fase da empatia, e definiu o que deve ser combatido, é hora de fazer um brainstorm com a sua equipe. Crie o maior número possível de soluções para o problema que você delimitou nas discussões anteriores.

    É uma ótima ideia estimular os participantes da sua equipe de HCD a registrar as suas ideias — no papel ou em computadores, por exemplo. Desse modo, será mais fácil expor essas sugestões para que todos possam avaliá-las.

    4. Prototipe

    O objetivo, aqui, é criar algo que você possa testar para solucionar o problema. Visto que é um protótipo, é considerado um trabalho em andamento, não uma solução final.

    Uma boa medida é que os praticantes tenham vários protótipos e experimentem cada um deles para ter uma boa ideia de qual seria o mais adequado para atender às necessidades da pessoa para a qual eles estão projetando.

    Se o problema que a sua empresa quer solucionar é como vender mais pela internet, por exemplo, esse é o momento de testar diversas ideias: maior interação nas redes sociais, cupons de desconto, proposição de um clube de clientes fiéis etc.

    Como o HCD coloca a empatia em primeiro lugar, é uma boa ideia consultar os clientes que mais interagem com a sua marca e colher informações sobre os quesitos nos quais a empresa pode melhorar.

    5. Teste e interaja

    Por fim, coloque as ideias e protótipos à prova. É aqui que a equipe identifica falhas, fraquezas e lacunas no projeto, aprimorando-o ao longo do caminho. Depois de consultar as pessoas sobre os problemas que a empresa deve resolver, é o momento de, enfim, testar o modelo diretamente com os clientes.

    Uma boa dica é não defender a sua ideia a qualquer custo quando estiver em contato com o consumidor ou fornecedor. Deixe que ele exponha suas próprias opiniões — desse modo, você aprende mais sobre ele e suas demandas. Empatia, lembra-se?

    E aí, curtiu o post e se interessou pelo curso do Sebrae? Então, acesse nossa página agora mesmo para conhecer mais informações!

  • Networking:  a importância dessa prática e 6 dicas para começar

    Networking:  a importância dessa prática e 6 dicas para começar

    O mercado atual tem trazido, a todo instante, novos desafios para o empreendedor. O consumidor está mais exigente, e os concorrentes estão sempre investindo em melhorias para garantir a atenção do cliente. Por isso, você precisa de um bom networking!

    Esse conceito trata de uma rede de contatos que ajuda na relação profissional. Na empresa, ele é essencial para criar oportunidades de negócio e pode fazer toda a diferença para aumentar a venda e a retenção de clientes.

    Neste post, você vai descobrir como construir uma rede de relacionamento eficiente e que ajude a melhorar os resultados do seu negócio. Continue lendo para descobrir!

    Qual a importância do networking para a empresa?

    O relacionamento exerce uma forte influência nos resultados de qualquer pessoa. Segundo um estudo publicado no livro Connected, por Nicholas A. Christakis e James H. Fowler, o ser humano tem poder de influenciar aqueles à sua volta e pode impactá-los em todas as áreas da vida. Nos negócios, não é diferente.

    Além do mais, o contato com pessoas influentes pode suprir necessidades na empresa e acelerar o crescimento no mercado. Veja, abaixo, alguns exemplos práticos.

    Aumentar as vendas

    Parcerias, no mesmo nicho, são uma ótima oportunidade para aumentar as vendas. Durante a compra, a empresa oferece produtos ou serviços correlacionados que estimulam o cliente a complementar o que adquiriu. Além disso, também podem ser utilizadas em campanhas e promoções publicitárias, como:

    • desconto por grupos de consumidores;
    • bônus para associados e clientes fidelizados;
    • divulgação do negócio no espaço de outra empresa.

    Melhorar o branding

    Criar parcerias com negócios reconhecidos também aumenta a visibilidade da empresa no mercado. Com isso, o relacionamento proporciona credibilidade para clientes e fornecedores, porque o entendem como recomendação. Então, objeções de insegurança, na hora da compra, são eliminadas. Veja algumas ideias para divulgar as parcerias:

    • site da empresa;
    • e-mail marketing;
    • redes sociais;
    • artigos no blog.

    Ter novas ideias

    A troca de aprendizado que o networking proporciona ajuda no compartilhamento de ideias. Além disso, você aprende novas técnicas com base no conhecimento de outros profissionais. Assim, pode obter insights para resolver problemas ou, até mesmo, melhorar o modelo de negócios com práticas como:

    • benchmarking;
    • palestras;
    • cursos;
    • team building.

    Como fazer networking? Confira 6 dicas

    Como você pôde perceber, o networking proporciona grandes oportunidades de negócio. Mas, para funcionar, ele também deve ser nutrido. Se você não desenvolver esse relacionamento para aumentar cada vez mais a confiança e a interação, pode cair no esquecimento e perder a chance de fazer bons negócios. Por isso, as práticas que seguem são essenciais. 

    1. Demonstre empatia

    Empatia é a habilidade de se colocar no lugar do outro, entendendo suas dores e suas necessidades. É uma prática fundamental para o convívio social, porque ajuda tanto a resolver problemas quanto a lidar com conflitos. Portanto, quando você compreende a realidade do outro, cria conexão emocional, o que ajuda no fortalecimento dos vínculos.

    2. Participe de eventos

    Apesar de o networking não se resumir à participação em eventos e à troca de cartões, eles ainda são fundamentais para criar relacionamento. Além de conhecer pessoas novas e fazer contatos, você também acompanha as tendências da sua área de atuação. Sendo assim, são uma ótima chance de aumentar sua autoridade profissional e mostrar-se disponível para negócios.

    3. Use as redes sociais

    O Facebook já alcançou a marca de 125 milhões de usuários brasileiros, mas o LinkedIn ainda é a rede social mais utilizada para criar oportunidades de negócios. A plataforma é projetada para melhorar a experiência do usuário na divulgação do currículo, contratação de profissionais e criação de parcerias. Sendo assim, também é importante criar marketing pessoal nessas redes.

    4. Envie presentes

    O ato de presentear estimula sensações positivas nas pessoas, porque faz com que o outro se sinta importante pela lembrança. Afinal, você separou um tempo na sua agenda pensando nele, ainda que faça parte de uma lista de clientes, profissionais ou fornecedores. Além disso, também desperta o gatilho da reciprocidade e a pessoa se sente estimulada a retribuir o agrado.

    5. Crie conteúdos

    Você já deve ter percebido que grandes empresários, como Luiza Trajano, Flávio Augusto e Robinson Shiba, são famosos por compartilhar conhecimento com o público. A criação de conteúdo ajuda a demonstrar a sua autoridade na área e comprovar o seu know-how. É também uma forma de atrair a atenção dos clientes.

    6. Mantenha a comunicação

    Sabe aquele ditado “quem não é visto não é lembrado”? Ele se aplica muito bem ao networking. Se você não interagir com as pessoas, tende a ficar distante delas. Então, mantenha sua rede social atualizada, crie conteúdos com frequência e marque presença em datas comemorativas. Resumindo: estabeleça comunicação periódica, seja por mensagem, telefonema ou um bom café.

    Como criar networking de qualidade?

    Ao contrário do que alguns podem pensar, o networking não se resume a fazer amigos. A rede deve ser construída de forma útil e funcional, visando uma relação de troca. Para isso, comece observando quem são os profissionais com potencial na sua área e busque conhecer pessoas novas. Participar de eventos e grupos de interação é um bom começo.

    A força do networking vai depender do quanto os contatos são influentes. Por isso, mais do que quantidade, é preciso valorizar a qualidade dos relacionamentos. Isso significa que você deve investir em uma rede de pessoas com interesses em comum e que tenha potencial para construir parcerias duradouras.

    Como vimos, construir uma rede de relacionamentos sólida e de qualidade pode abrir portas no mercado e proporcionar mais crescimento para a sua empresa. O networking é uma fonte de orientação e apoio. Estar próximo de pessoas experientes ajuda a melhorar as práticas do negócio.

    No entanto, é um investimento gradativo e que deve ser construído aos poucos. Com o passar do tempo, você desenvolverá habilidades sociais, e o relacionamento com os parceiros se tornará de mais confiança, aumentando o poder do marketing boca a boca.

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  • Quer trabalhar o branding do seu negócio? Confira nossas 5 dicas para começar!

    Quer trabalhar o branding do seu negócio? Confira nossas 5 dicas para começar!

    Para criar uma marca forte, capaz de demonstrar o posicionamento da empresa em seu mercado de atuação e fazer com que ela seja lembrada pelos clientes, é necessário investir em estratégias que envolvam marketing e psicologia — um processo que ficou conhecido como branding.

    O objetivo do branding é obter maior identificação com o público de sua marca, de modo que os clientes passem a enxergar em sua empresa valores e propósitos em comum, o que aumenta a confiança. Empreendimentos que conseguem fazer uma boa gestão de sua imagem normalmente se tornam referência no segmento em que atuam e são facilmente lembrados pelos consumidores.

    Quer saber como implementar essa estratégia na sua empresa? Continue a leitura para descobrir como impulsionar sua marca com o uso de ferramentas de branding!

    O que é branding?

    Quando uma marca se torna relevante para o seu público, é mais facilmente lembrada pelos clientes, que passam a se identificar e confiar nela. Com isso, se torna referência em sua área de atuação. Você já notou quantas empresas (ou marcas) são reconhecidas dessa maneira pelos consumidores?

    Para conseguirem isso, essas empresas trabalharam o seu branding, ou seja, a imagem de sua marca. Em outras palavras, tiveram de definir seus valores e identidade, adotando estratégias para se aproximarem dos clientes e serem reconhecidas pelo público — um processo que geralmente requer formas de inovação na empresa.

    Por meio de ferramentas para gestão da marca, por exemplo, os negócios conseguem criar conexões (conscientes ou não) com os clientes, que passaram a enxergá-las como referência dentro do segmento de atuação. Com isso, impulsionaram as vendas.

    Marcas fortes e conhecidas sempre levam vantagem sobre os concorrentes, mesmo que os produtos comercializados sejam similares. Por essa razão, fazer um bom branding é um diferencial para se destacar no mercado.

    Quais os benefícios do branding?

    Tornar a marca conhecida como referência em seu setor e impulsionar as vendas são os grandes benefícios da adoção da estratégia. No entanto, existem outras vantagens:

    1. o cliente passa a perceber mais valor em seus produtos. Quando a marca é forte, normalmente as pessoas não questionam tanto os preços, pois confiam na qualidade dos produtos ou serviços;
    2. uma boa estratégia de branding garante que a marca seja conhecida por muito tempo, o que promove a sua longevidade. Com isso, a tendência é de que alguns custos, como o de aquisição de novos clientes, se reduzam;
    3. uma marca forte consegue maior fidelização de clientes;
    4. da mesma maneira, esse fortalecimento ajuda na retenção de talentos, evitando despesas com seleção, contratação e treinamento de colaboradores;
    5. o lançamento de novos produtos tende a ser mais simples, com maior aceitação por parte dos consumidores.

    Como colocar essa estratégia em prática?

    Agora que você já entendeu o que é branding e as suas vantagens, é hora de colocar a estratégia em prática. Importante destacar que a gestão de marca vale para empresas de qualquer porte, nas mais diversas áreas de atuação e deve, inclusive, ser feito com o uso de marketing digital.

    O branding digital é uma forma de desenvolver sua marca e aproximá-la do público por meio de canais online, como redes sociais, blogs ou mesmo com a presença em ferramentas como o Google Business. Afinal, cada vez mais, as pessoas fazem o primeiro contato com a marca dessa forma, seja para pesquisar produtos, seja para verificar a reputação da empresa.

    A seguir, confira 5 dicas para começar a trabalhar seu branding!

    1. Analise os valores da empresa

    Como você quer que o seu cliente enxergue a sua marca? É fundamental ter uma personalidade que se identifique com o seu público. Isso gera identificação e confiança.

    Essa personalidade da marca deve se manter ao longo do tempo, para que seja entendida pelo público como autêntica.

    2. Trabalhe a identidade visual

    Seu logotipo, as cores utilizadas, o tipo de propaganda e de postagem nas redes sociais dizem muito sobre sua marca e são elementos essenciais para a identificação com o consumidor. Por isso, é fundamental analisar o perfil de seu público e adequar a marca a ele.

    No caso do logotipo, a imagem deve ser fácil de identificar, assim como a leitura. É preciso pensar que, muitas vezes, o cliente abrirá essa imagem em um aparelho celular, então ela deve oferecer boa visibilidade em todas as dimensões.

    Além disso, o nome deve ter alguma associação com o produto a ser fornecido. Se utilizar um nome escrito em outra língua, verifique seus possíveis significados e certifique-se de que o conceito realmente tem afinidade com a sua marca.

    3. Pense no tom de voz

    Ao usar vários canais para fortalecimento de sua marca, é fundamental manter o estilo de comunicação. Afinal, é dessa maneira que a empresa expressa os seus valores e mostra aos clientes a sua personalidade.

    Assim, se a sua marca é mais descontraída no Facebook, por exemplo, deve adotar a mesma postura no blog, Instagram, Twitter, Youtube e qualquer outro canal em que esteja presente. No caso de ser uma empresa que procura educar o consumidor sobre a importância de seus produtos ou serviços, ou que defenda alguma causa, vale a mesma orientação.

    É importante refletir: como a sua empresa quer ser vista e entendida pelos clientes?

    4. Entenda a sua persona

    Sua buyer persona é a representação do seu público-alvo, ou seja, as pessoas que a marca deve atingir. É fundamental entender quais são os seus valores e as suas necessidades, de forma a oferecer o produto ou serviço mais adequado e da melhor maneira.

    Para criar a persona, pesquise mais sobre seu público e os potenciais clientes. Quais são seus hábitos, suas dores, suas causas no dia a dia? Quanto mais próxima dessa persona for sua marca, mais potencial de identificação e, por consequência, melhor o engajamento e fidelização.

    5. Adote estratégias específicas

    Para fortalecer a presença da empresa nos diferentes canais, é preciso produzir conteúdo que interesse à persona. Isso cria vínculos com os consumidores, que passam a confiar mais na marca.

    Quando o conteúdo é relevante e ajuda a persona a solucionar algum problema ou dificuldade, a chance de ser compartilhado aumenta, fazendo com que a marca conquiste visibilidade e atinja um número de pessoas cada vez maior.

    Um detalhe importante é a necessidade de acompanhar a percepção que o cliente tem da estratégia adotada. Acompanhe os comentários em redes sociais, ofereça soluções e, se necessário, realize pesquisas para entender melhor a imagem que o consumidor tem da empresa, de seus produtos ou de seus serviços.

    Como você percebeu, investir em boas estratégias de branding é uma importante maneira de aumentar o alcance de sua empresa e fidelizar os clientes de forma natural.

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  • Conheça 4 aplicativos para controle financeiro e organize-se

    Conheça 4 aplicativos para controle financeiro e organize-se

    Quando o Microempreendedor Individual (MEI) se formaliza, a tendência é aumentar a renda pessoal, mas, como ter um planejamento eficiente e ainda economizar nas despesas da casa e da empresa? É preciso usar aplicativos para controle financeiro, visando otimizar a gestão e facilitar as etapas administrativas.

    Para iniciar, confira algumas dicas de como se organizar e planejar para usar o seu dinheiro. Boa leitura!

    Separe as finanças

    Para quem atua como MEI, é muito importante fazer isso. Afinal, às vezes, é fácil misturar as contas do negócio com as despesas pessoais, pois nesse caso você é uma pessoa e uma empresa ao mesmo tempo, certo? Então, é necessário deixar tudo separadinho para facilitar seu controle.

    Cuide do fluxo de caixa

    O fluxo de caixa registra as saídas e as entradas de dinheiro na empresa, de forma que acompanhá-lo é uma boa prática. Assim, você entenderá facilmente onde pode estar o problema, caso as contas não batam no final do dia.

    Corte custos e despesas

    Outra dica excelente para as finanças empresariais é diminuir os custos de produção e as despesas da empresa. Mas é fundamental fazer isso de olho na qualidade para garantir que seus produtos e serviços continuem sendo atrativos para os clientes.

    Evite atrasos nas contas

    Uma ótima sugestão para qualquer empresário é evitar ao máximo atrasar os pagamentos, principalmente aos fornecedores. O motivo é simples: as contas têm juros que sobem conforme os dias de atraso. Além disso, você perde a confiança dos fornecedores, diminuindo a possibilidade de ganhar desconto nas negociações.

    Gerencie bem o estoque

    É relevante gerenciar o estoque para evitar perda de dinheiro e facilitar o controle relacionado com a aquisição de novos passivos, consumíveis, insumos e matérias-primas. Então, pense em anotar as datas de entrada e de saída, além das quantidades de cada remessa dessas.

    Negocie com fornecedores

    Negociar com fornecedores é essencial, pois eles ajudam a empresa a crescer financeiramente com parcerias para descontos, como já dissemos. Além disso, se você precisar de reservas, antecipação ou adiamento de prazos e entregas: é com eles que você irá contar.

    Controle todos os gastos

    Todos os gastos devem ser controlados de maneira eficiente, o que envolve anotar tudo que é comprado ou pago. Tomou um cafezinho no caminho até o cliente? Anote. Pagou um boleto baratinho? Anote mesmo sendo apenas R$ 9,90.

    Use estes 4 aplicativos

    Uma boa forma de controlar finanças é apostar em aplicativos. Existem vários que podem ajudar você e a sua empresa a registrar melhor os gastos e economizar. Confira 4 deles:

    1. Mobills — ótimo e fácil de usar, permite fazer orçamentos e anotar despesas diárias;
    2. GuiaBolso — você cadastra um saldo e depois anota seus gastos diariamente, de forma que fica fácil saber quanto sobra a cada uso;
    3. Expense IQ — esse app para finanças é bom porque traz estatísticas em relatórios sobre seus gastos e ganhos;
    4. Drivvo — aplicativo de controle financeiro excelente para carros, caminhões e motos, permitindo anotar diferentes gastos com os veículos.

    Cuidar das finanças e dos gastos de maneira eficiente é muito difícil, por isso é importante contar com a tecnologia e apostar nos aplicativos para controle financeiro. Independentemente de qual escolher, confira os comentários de quem já usa para saber como o app funciona e se atende suas necessidades.

    O que achou das nossas dicas? Compartilhe esse post em suas redes sociais e ajude seus amigos a fazer um bom controle das finanças!