Categoria: Gestão

  • 3 cuidados para evitar a alta rotatividade de seus funcionários!

    3 cuidados para evitar a alta rotatividade de seus funcionários!

    Ter um bom quadro de colaboradores é fundamental para manter o bom desenvolvimento do seu negócio. Isso porque são eles os responsáveis por executar com eficiência todas as tarefas do dia a dia da empresa, visando sempre entregar o seu melhor para que os resultados sejam os mais positivos possíveis.

    Algumas ações são consideradas indispensáveis para evitar a rotatividade de funcionários e, com isso, garantir que os talentos permanecerão na empresa por mais tempo, colaborando para o crescimento dela no mercado.

    A seguir, listamos 3 cuidados indispensáveis para você conseguir manter seus colaboradores e motivá-los a melhorar sua performance todos os dias. Confira!

    1. Fazer um recrutamento eficiente

    Para que a retenção de talentos seja realmente efetiva, é preciso colocar em prática algumas estratégias no momento da contratação. Somente dessa forma você conseguirá contratar as pessoas certas, que estão alinhadas aos objetivos da empresa e que realmente “vestirão” a camisa para enfrentar qualquer desafio.

    Além de preencher os requisitos da vaga, o candidato precisa apresentar valores comportamentais alinhados ao que a empresa acredita, sem contar nas competências técnicas para garantir um bom desempenho.

    Levando tudo isso em consideração, as chances de você contratar talentos motivados a sempre melhorar seu desempenho em prol do seu negócio aumentam.

    2. Incentivar o crescimento profissional

    Todo profissional deseja ter uma carreira promissora. Nesse sentido, é importante que a sua empresa defina um plano de carreira para motivar os colaboradores a melhorarem seus resultados para ter mais chances de crescer dentro da organização.

    Esse é um dos fatores que mais motivam os talentos a permanecerem na empresa. Dentro desse plano de carreira, deixe claro o que é preciso fazer para chegar ao topo, a fim de tornar essa competição mais justa sem prejudicar a produtividade do seu time.

    Com isso, você terá à sua disposição uma equipe de alta performance trabalhando para que a sua empresa se destaque da concorrência e conquiste mais clientes.

    3. Melhorar o clima organizacional

    Ter um clima organizacional tranquilo é fundamental para manter seus funcionários engajados com os resultados da empresa. Quando o cenário é o inverso, há muitos conflitos entre os colaboradores e isso faz com que haja muita rivalidade entre eles, o que reflete negativamente no desenvolvimento da empresa, uma vez que eles não estão mais motivados a entregar o seu melhor.

    Ao trabalhar em um ambiente agradável, os profissionais conseguem ser mais produtivos e passam a apoiar seus colegas para que juntos possam pensar estratégias mais eficientes para o crescimento do negócio. Aqui, a inteligência emocional é colocada em prática de maneira eficiente, melhorando a comunicação interna e fortalecendo o relacionamento entre líderes e colaboradores.

    Ao fazer um recrutamento eficiente aliado a uma cultura organizacional bem definida, é possível reduzir a rotatividade de funcionários, uma vez que esses colaboradores estão mais satisfeitos com a empresa e terão a certeza de que o seu negócio se preocupa com o bem-estar deles. Isso faz toda a diferença na hora do profissional escolher como quer trabalhar.

    Gostou do nosso artigo? Então compartilhe-o em suas redes sociais para que mais pessoas entendam que é possível reduzir a rotatividade de funcionários na empresa!

  • Saiba como fazer o fechamento de métricas e metas do período!

    Saiba como fazer o fechamento de métricas e metas do período!

    Fazer o correto fechamento do ano das métricas e metas é muito importante para evitar qualquer problema na empresa. Por meio desses dados, você consegue analisar como foi o desempenho das equipes, quais foram os principais gargalos ainda existentes no negócio e o que faltou para alcançar os objetivos traçados.

    Dessa forma, é possível analisar os pontos fortes e fracos da empresa, e trabalhar para que o próximo ano seja ainda mais produtivo e lucrativo, evitando os equívocos cometidos anteriormente.

    Neste artigo vamos mostrar a você o que deve ser analisado ao fazer o fechamento de métricas e metas do período. Continue a leitura e confira!

    Apure os impostos

    A apuração dos impostos é indispensável para analisar o fechamento de métricas e metas do ano. A partir do momento que o gestor consegue ter em mãos informações organizadas a respeito dos seus tributos, ele consegue identificar se a tributação atual do seu negócio deve ou não ser mantida no próximo ano.

    Essa é uma maneira legal de pagar menos impostos e, em alguns casos, a empresa pode até conseguir alguns benefícios fiscais. Por isso, é de suma importância analisar essas informações para começar a diminuir os custos da empresa sem burlar a lei.

    Entregue as obrigações acessórias

    A comprovação do pagamento em dia dos tributos é uma ação burocrática e demanda muito tempo dos colaboradores de uma empresa. No entanto, ela é de suma importância para garantir segurança ao gestor, que precisa fazer um controle rígido dos valores destinados ao fisco.

    O fechamento do ano contribui para o controle e uniformização dos registros dessas informações, mantendo, assim, as obrigações acessórias em dia.

    Realize a escrituração fiscal

    Por meio da escrituração fiscal, o gestor tem a oportunidade de entender a movimentação dos produtos da empresa e o que compõe o seu estoque. Além disso, consegue entender o custo dos produtos, gerar os livros contábeis etc.

    Essas informações são muito importantes para o fechamento do ano, uma vez que elas indicam quanto a empresa conseguiu produzir naquele período, descobrindo, assim, se as metas foram alcançadas ou não.

    Analise oportunidades e melhorias 

    Identificar quais são os pontos de melhoria de uma empresa é fundamental para começar o ano com o “pé direito”. Isso porque você consegue elaborar estratégias mais eficientes para eliminar problemas que prejudicam não só as vendas, mas também o relacionamento com o seu cliente final.

    Além disso, com o fechamento de métricas e metas, existe a possibilidade de identificar oportunidades que podem até mesmo se tornar um diferencial competitivo importante para a empresa e, com isso, torná-la uma referência no seu segmento.

    Entender os resultados do fechamento do ano é fundamental para melhorar a sua tomada de decisão, uma vez que isso ajudará a empresa a aproveitar mais oportunidades e direcionará melhor o uso de seus recursos.

    Por fim, você notará que os resultados melhorarão naturalmente — principalmente com o uso da tecnologia —, pois ao identificar todas as informações deste artigo, ficará muito mais fácil solucionar os problemas de maneira eficiente.

    Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe seu comentário aqui embaixo para que possamos ajudar você!

  • 7 dicas incríveis que vão garantir o aumento das vendas

    7 dicas incríveis que vão garantir o aumento das vendas

    Estamos iniciando um novo ano e – mesmo num cenário atípico como o que estamos enfrentando – espera-se o aumento de vendas e o aquecimento da economia em 2021.

    Para ter sucesso e garantir a lucratividade e os bons negócios, é preciso estar preparado e isso envolve diversos aspectos, como ter uma margem de estoque, preparar a equipe, atrair o público e muito mais.

    E, para não ser pego de surpresa, o caminho mais estratégico é fazer um bom planejamento, com metas bem elaboradas e certeiras. É isso o que você vai aprender neste material, em que selecionamos 7 dicas imbatíveis para ajudar você a preparar sua empresa e garantir o tão almejado aumento de vendas. Acompanhe!

    1 – Conheça muito bem seu público-alvo

    Seja para as vendas em datas comemorativas, para planejar uma campanha de marketing, para lançar um produto ou mesmo expandir seus negócios, conhecer a fundo e com detalhes o seu público-alvo é a base da estratégia. Sem essa informação, você corre o risco de perder tempo, dinheiro e oportunidades.

    Então, pesquise, analise, converse com seus clientes, monitore os comentários nas redes sociais, as solicitações no SAC e monte uma boa base de dados relacionados à persona e ao público da sua empresa. São essas informações que garantirão efetividade e bons resultados em todas as suas ações, sobretudo para a dica a seguir.

    2 – Aposte no relacionamento com o cliente

    Tão importante quanto ter qualidade nos produtos e um bom preço é criar e manter um bom relacionamento com o cliente. É preciso lembrar sempre de que estamos na era da experiência e que os consumidores, cada vez mais, esperam por boas e marcantes vivências com as marcas.

    Não deixe isso de lado e aproxime-se do seu público, mostre que sua empresa está disposta a encontrar as melhores soluções para a demanda do cliente. Demonstre interesse pela individualidade dos consumidores, pelos desejos, problemas e necessidades. Para tanto, a dica anterior é indispensável, pois – conhecendo seu cliente – você saberá como e quando abordá-lo.

    3 – Faça um controle de estoque

    Outro ponto de extrema importância é o controle de estoque. Realizar um criterioso inventário, antes das épocas de mais movimento e saída de produtos, vai lhe ajudar bastante no planejamento.

    Imagina, anunciar o produto, fazer sua propaganda e, na hora H, não ter estoque suficiente para atender os consumidores? É um tiro no pé e põe em risco a experiência do cliente com sua marca e a reputação da sua empresa também. Ou, ainda, adquirir um alto volume de produtos sem necessidade. Seria meio caminho andado para reduzir a lucratividade e ficar com estoque parado. Tudo isso é algo que pode ser evitado, não é mesmo?

    Portanto, dedique um tempo especial a esse inventário, pois ele também lhe auxiliará na previsão de novas compras, na concessão de descontos, na frequência dos anúncios e ações de marketing e no controle em geral do estoque.

    4 – Identifique e avalie a concorrência

    Você sabe quem são seus concorrentes e o que eles estão oferecendo ao mesmo público-alvo que sua empresa? É preciso ficar de olho e o primeiro passo é identificar com quem você está competindo pela atenção, pela confiança e pelo orçamento do cliente. Analisar a concorrência pode render bons insights, mas principalmente preparar sua empresa, visando enfrentar a competitividade do mercado.

    Ao ter uma visão precisa do seu diferencial e quais suas fraquezas em relação ao concorrente, você saberá quais caminhos explorar, irá assegurar o aumento das vendas e sair na frente. Por exemplo, se seu concorrente tem um preço mais competitivo, mas seu site é melhor, sendo mais simples de navegar e mais rápido, você pode explorar os argumentos da praticidade e da comodidade.

    5 – Desenvolva ações de marketing atrativas

    Com os passos anteriores bem resolvidos para o aumento de vendas, é hora de se fazer presente entre os clientes, chamar à atenção e atrai-los de modo a se interessarem e a enxergarem valor em comprar na sua empresa.

    Como você já vai conhecer bem seu público-alvo, é o momento de elaborar ações que sejam atraentes e persuasivas para seus possíveis consumidores. Temos algumas dicas para ajudar na elaboração das ações de marketing:

    • pesquise o que está em alta nas redes sociais, se é um meme, um formato de post, uma hashtag, enfim, entre no assunto também;
    • use a linguagem acessível a seu público, para criar uma interação mantendo, é claro, a personalidade da sua marca;
    • aposte nas redes sociais para manter contato e divulgar seus produtos;
    • crie promoções e campanhas que ofereçam vantagens ao público;
    • aprenda a usar todas as ferramentas digitais, como anúncios, lives, vídeos, WhatsApp e outros;
    • compartilhe conteúdo de qualidade para seu público e converse, interaja com as pessoas em todos os canais de contato.

    6 – Motive a sua equipe a vender mais

    A maneira como sua equipe lida com o volume de trabalho é determinante para o sucesso do seu planejamento e das suas ações. É essencial envolver as equipes no processo de vendas para mostrar que o sucesso depende do bom trabalho que elas realizam e que ele é vantajoso para cada colaborador.

    Você precisa criar uma motivação coletiva, que engaje os vendedores e os incentive a ter uma ótima performance. Vale ressaltar que a comissão por si só não é suficiente, é preciso estimular o sentimento de pertencimento e de coletividade na equipe.

    7 – Invista na qualificação da sua equipe

    Em sequência da dica anterior, você precisa oferecer condições favoráveis para que seus colaboradores executem o melhor atendimento ao cliente e realizem mais negócios. Para isso, é fundamental investir em treinamento, capacitação e desenvolvimento de habilidades.

    Além de conhecer bem os produtos e serviços que serão comercializados, os vendedores precisam também trabalhar as competências relacionais, como comunicação, empatia e negociação. Não subestime a importância disso, certo?

    Como você pôde ver ao longo do texto, é imprescindível planejar sua atuação e ações sempre, mas principalmente nos períodos em que já se prevê um aumento de vendas. Além de garantir mais tranquilidade, essa prática permite que você negocie preços e formas de pagamentos melhores, que saia na frente dos concorrentes e que engaje o público e os colaboradores na sua campanha de vendas.

    Quer se aprofundar no assunto? Aproveite e descubra como turbinar suas vendas acessando nosso curso online!

  • Venda sazonal: como vender bem o ano inteiro com estratégias incríveis!

    Venda sazonal: como vender bem o ano inteiro com estratégias incríveis!

    Você provavelmente já ouviu falar de venda sazonal, mas talvez não conheça a expressão. Basta lembrar de que todo fim de ano, por exemplo, nos preparamos para as ações de marketing e vendas voltadas para o Natal e o Ano Novo.

    Essas datas comemorativas, feriados e festas culturais podem ser aproveitadas para alavancar vendas e criar estratégias para conquistar novos consumidores. Por meio da sazonalidade, você garante um bom fluxo de vendas o ano todo!

    O que é venda sazonal?

    A palavra “sazonal” significa “relativo à estação do ano; próprio de uma estação; estacional”. A venda sazonal é, portanto, algo que acontece em determinados períodos do ano e podem ou não ser relacionados às estações do ano.

    A indústria da moda, por exemplo, costuma alinhar toda sua produção pelo clima. Isso acontece porque no verão, normalmente, optamos por peças, tecidos, cores e padronagens diferentes dos que escolhemos no inverno.

    Como organizar as ações de marketing a partir da sazonalidade?

    A escolha pelo produto que vai ter destaque – em suas ações de marketing e de vendas – deve considerar o período do ano, as datas comemorativas ou eventos específicos.

    É evidente que, em determinados períodos, alguns produtos terão baixa demanda, enquanto outros serão o grande destaque. A seguir, explicamos como você deve atuar para organizar suas vendas sazonais.

    1. Faça promoções

    A promoção é uma forma de evidenciar seu produto, aumentando a aceitabilidade dele entre seus clientes.

    Em períodos de baixa demanda, quando um produto deixa de ser interessante no período, vale a pena planejar uma promoção para “queimar” o estoque.

    2. Treine os vendedores

    A noção de venda sazonal precisa ser disseminada entre todos os seus vendedores, inclusive porque eles estão em contato direto com o consumidor.

    Explique a importância de oferecer determinados produtos ou serviços em períodos do ano específicos. Não faz sentido oferecer casacos quando o clima está quente, logo usar a lógica do interesse dos consumidores e da sazonalidade pode tornar a abordagem ainda mais assertiva e a venda garantida.

    3. Tenha um planejamento sólido

    Apostar em vendas sazonais auxilia você na organização e no planejamento de ações ao longo do ano. Identifique em seu mix de produtos quais elementos vai promover em suas ações de marketing e já comece a pensar em ideias de como evidenciar esses produtos nos períodos certos.

    4. Saiba fazer ofertas certeiras

    Por mais que você tenha o produto certo para aquele período do ano ou para a estação que está por vir, é necessário pensar em ofertas que realmente encantem o consumidor.

    Como chamar a atenção para um produto que já está em alta? Lembre-se de que seus concorrentes estão atentos à sazonalidade e que vão oferecer produtos muitos próximos dos seus.

    5. Prepare sua estrutura

    Já escolheu os produtos para as épocas do ano específicas, considerando eventos e datas comemorativas? Organizou seu planejamento de ações? Então, é o momento de preparar a estrutura do seu negócio para realizá-las.

    Com o aumento da demanda, é preciso se assegurar de que o seu site e/ou loja virtual tenha condições de receber um número maior de acessos e de pedidos. Também é importante garantir que o estoque seja suficiente para atender todos os pedidos e que sejam entregues com toda a agilidade possível.

    Investir na venda sazonal faz com que você construa um excelente planejamento de marketing e vendas! Para incrementar tudo o que trouxemos de informação até aqui, é importante ter um site atrativo para encantar o cliente. Portanto, leia 4 dicas de como montar uma vitrine virtual para atrair mais clientes!

  • Spin selling: como funciona a técnica de vendas consultivas?

    Spin selling: como funciona a técnica de vendas consultivas?

    Você já teve a sensação de que acabou comprando um produto sem realmente precisar dele? Isso pode ocorrer por diferentes motivos: uma aquisição por impulso ou até mesmo um vendedor persuasivo que o levou a fechar a compra.

    Esse tipo de ocorrência pode até ajudar o vendedor, mas é prejudicial para a empresa a longo prazo. Com mais tempo para pensar, o consumidor entenderá que adquiriu um produto que não elimina as suas dores. Para solucionar problemas e exercer a empatia com os clientes, surge o modelo das vendas consultivas.

    Neste post, falaremos mais sobre o conceito e como colocar essa técnica em prática. Você ainda entenderá como ela ajuda a estabelecer um relacionamento de confiança com os consumidores. Acompanhe conosco!

    O que são as vendas consultivas?

    Também conhecida como spin selling, a venda consultiva é aquela na qual os comerciantes sondam se o produto ou serviço que a empresa oferece ajudará efetivamente o lead. Além disso, ela também serve para entender se o que for vendido solucionará totalmente os problemas do cliente em potencial.

    O que realmente caracteriza esse tipo de venda é o fato de que a apresentação do portfólio da empresa e de todos os serviços que ela presta ficam aguardando, para serem introduzidos em uma segunda etapa. Isso porque a primeira etapa envolve a investigação, por parte do vendedor, da real necessidade do possível comprador.

    Só depois desse trabalho, as soluções serão realmente apresentadas. A partir daí, o comerciante conseguirá direcionar o cliente para os melhores caminhos para que o seu problema seja efetivamente resolvido.

    Assim, podemos dizer que o processo de venda consultiva é bastante similar ao trabalho de consultoria, uma vez que é uma prática personalizada, que visa individualizar o cliente para solucionar os problemas específicos que ele enfrenta.

    Spin selling

    Como mencionamos, a venda consultiva também é conhecida como spin selling. Esse nome decorre de uma sigla que orienta os vendedores a fazer as perguntas adequadas ao cliente em potencial:

    • situação;
    • problema;
    • implicação
    • necessidade.

    Como colocar essa técnica em prática?

    Agora, vamos apresentar as etapas para alcançar o sucesso em suas vendas consultivas, que vão desde o marketing até o pós-venda.

    Prospecção

    A primeira etapa consiste na identificação (prospecção) de clientes em potencial. Para fazer isso, uma boa ideia é utilizar o marketing digital, uma vez que uma das suas iniciativas é a construção de personas — a representação semifictícia de um consumidor ideal para o qual o seu produto foi desenvolvido.

    Qualificação do consumidor em potencial

    Depois, temos a etapa de qualificação. Ela é iniciada com estratégias oriundas do marketing de conteúdo, que realiza um trabalho para transformar os clientes potenciais em leads. Isso acontece por meio de um blog, estimulando o lead a entrar em contato ao final de alguns posts.

    Isso é feito por meio de fluxos de nutrição, estabelecidos para que ele passe pela jornada de venda, leia os posts do seu blog e baixe os materiais (como e-books) em troca de informações relevantes para a empresa.

    Apresentação dos produtos

    Aqui, o consumidor já é um lead — isso é, ele mostrou interesse em seus produtos (ou serviços), mas ainda não concretizou a compra. Nesse momento, um consultor de vendas entra em contato para entender melhor a dor do cliente em potencial.

    É fundamental demonstrar curiosidade sobre as preferências e as necessidades desse potencial cliente, até mesmo como uma forma de oferecer atendimento e soluções mais personalizadas.

    Negociação com o lead

    É nessa etapa que o vendedor apresenta efetivamente a proposta comercial, sempre levando em consideração as necessidades do consumidor. Essa etapa é especialmente importante, porque o lead pode apresentar algumas objeções.

    Nesse contexto, a venda consultiva mostra o seu verdadeiro valor. Como o vendedor é um especialista no assunto e consegue transmitir todas as funcionalidades do produto, ele saberá tirar todas as dúvidas e como aquela mercadoria (ou serviço) solucionará os problemas do cliente.

    Efetivação da aquisição

    Esse é o momento no qual ambas as partes fecham o negócio e alinham as expectativas para que a jornada de compra seja bem-sucedida. Esse passo é fundamental para estabelecer um relacionamento de confiança mútua.

    Pós-venda

    Uma das principais inovações do processo moderno de jornada de compra é a necessidade de atender o cliente no pós-venda. Assim, é nesse momento que a empresa garante que tudo o que foi negociado nas etapas anteriores seja cumprido.

    Isso aumenta as possibilidades que o cliente seja fidelizado, realize novas compras e recomende os produtos para outras pessoas. É agora que a empresa mostra toda a sua empatia e consegue conquistar um promotor da marca.

    Quais são os benefícios das vendas consultivas?

    Posiciona a empresa como autoridade

    A notoriedade é crucial para as empresas, já que é por meio dela que os clientes em potencial entram em contato com o seu negócio. Ela só é conquistada quando a empresa se posiciona como autoridade dentro do seu mercado.

    Assim, ambas as competências trabalham em conjunto: quando os produtos são de qualidade, a empresa se firma como autoridade. Consequentemente, ela se torna mais notória e atrai outros interessados.

    Fideliza e retém clientes

    Um atendimento de qualidade é importante, mas é a qualidade dos produtos e serviços que resolve as dores específicas do cliente. Quando isso acontece, as pessoas se tornam fiéis à sua marca.

    Isso é feito pela combinação entre produtos de alto nível e uma apresentação adequada. Quando você disponibiliza um colaborador bem preparado, que consiga mensurar as ofertas e transmita as melhores possibilidades para problemas objetivamente, sua empresa está investindo nas boas práticas das vendas consultivas.

    Tudo isso resulta na retenção de clientes e na expansão do negócio. Com as vendas consultivas, a empresa não só concretiza vendas, como também deixa claro para os seus consumidores que ela está atenta às necessidades particulares de seus clientes. Assim, o relacionamento é fortalecido.

    Diminui o churn

    O churn é uma métrica que mostra quando os clientes decidem interromper um contrato de prestação de serviços, rejeitando comprar algo da empresa. Isso ocorre por motivos variados, como a insatisfação com o atendimento, poucas opções de pagamento ou a incerteza de que a mercadoria seja realmente boa.

    Com o alinhamento de expectativas proposto pelo modelo de vendas consultivas, o risco de que o cliente cancele o contrato é significativamente reduzido.

    Aumenta o ticket médio

    Esse ticket é o valor médio das vendas de um determinado consultor, dividido pelo seu número de clientes. Nesse cálculo, os gestores conseguem mensurar precisamente a performance daquele funcionário.

    Desse modo, quanto mais vendas ele fizer, maior será o ticket médio. Quando os consumidores estão satisfeitos com o produto adquirido, mais produtos eles tendes a comprar, além do marketing a boca a boca que ele pode fazer com seus amigos.

    Agrada o cliente

    Por fim, o principal benefício das vendas consultivas é garantir a satisfação do consumidor. Por meio dela, o negócio leva a dor do lead em consideração e, o que é mais importante, o ajuda em sua dificuldade. Uma vez que o problema é resolvido, o comprador dificilmente desistirá dessa jornada de compra — justamente por conta do bom atendimento.

    Para garantir o sucesso da estratégia, é fundamental que as empresas que ofertem esse modelo de vendas não descuidem dos detalhes firmados na hora do contrato. Isso porque é esse cuidado que garante a satisfação do cliente e, consequentemente, a boa reputação do negócio.

    Como vimos, o modelo de vendas consultivas é uma maneira de proporcionar uma experiência completa e agradável aos clientes. Em vez de simplesmente comercializar um produto, o vendedor esclarece todas as dúvidas daquele consumidor e mostra como o produto adquirido se encaixa perfeitamente em suas necessidades.

    E aí, tem algo a dizer sobre o modelo de vendas consultivas? Então, deixe um comentário e compartilhe sua opinião conosco!

  • Saiba como fazer a redução de custos operacionais do seu negócio

    Saiba como fazer a redução de custos operacionais do seu negócio

    Períodos com economia em baixa e maior retração do mercado exigem medidas que possam garantir a saúde financeira do negócio, como a redução de custos operacionais. Esse cuidado é ainda mais necessário em micro e pequenas empresas, que costumam trabalhar a partir de margens de lucro apertadas. 

    O grande desafio dessa diminuição dos custos é reduzir o corte das despesas operacionais sem afetar o trabalho da equipe e sem sacrificar a qualidade dos produtos ou serviços. Como isso é possível? Continue a leitura e confira 5 dicas que podem ajudar você a diminuir esses custos e ainda melhorar a gestão estratégica para ampliar a receita da empresa.

    1. Renegocie contratos

    A crise econômica envolve todos os setores da cadeia produtiva e de consumo. Transforme esse momento em uma oportunidade para rever os contratos firmados com seus fornecedores, buscando novas opções de pagamento e a redução do preço dos produtos. Se a negociação não for possível, faça uma busca para encontrar fornecedores que apresentam melhor custo-benefício, garantindo ainda a qualidade da matéria-prima oferecida.

    2. Terceirize atividades

    O chamado core business é a atividade principal de sua empresa e requer profissionais 100% dedicados a ela. No entanto, existem outras atividades necessárias à manutenção do negócio que podem ser terceirizadas e são uma possibilidade para reduzir os custos operacionais. Essa terceirização pode ser adotada em serviços como segurança, limpeza e alimentação, por exemplo.

    3. Incentive o home office

    Se o tipo de negócio permitir, estimule o trabalho em home office na sua equipe. Com a pandemia do novo coronavírus, muitas empresas adotaram esse esquema e viram que ele pode reduzir tanto as despesas operacionais quanto as logísticas para a manutenção das áreas de trabalho na empresa. Outra vantagem que o home office demonstrou é o aumento da performance dos profissionais. Uma pesquisa apontou uma melhoria de 13% no desempenho de equipes via trabalho remoto, o que promoveu um lucro de 22% na empresa. 

    4. Renove máquinas e equipamentos

    Pode parecer contraditório incluirmos compras nessas dicas para reduzir os custos. No entanto, é preciso lembrar que o maquinário de uma empresa tem uma vida útil, que pode deixar a produtividade reduzida e mais onerosa com o passar do tempo.

    Modernizar máquinas e equipamentos alinha o negócio às novas tecnologias, que garantem mais qualidade e rapidez na produção, bem como a redução de insumos. A modernização também pode ser adotada em processos administrativos, com o uso de sistemas de gestão que permitam a integração entre diferentes setores, diminuindo tempo para os registros e os erros operacionais.

    5. Capacite-se

    Garantir a sustentabilidade do negócio é uma tarefa que exige a busca por soluções viáveis para melhorar os processos de empresa. Investir em cursos ou contar com consultoria especializada podem ajudar a diagnosticar as reais necessidades do seu negócio. Essa capacitação deixa o empreendedor mais preparado para elaborar e gerir um plano para reduzir os custos.

    É preciso encontrar soluções viáveis para a empresa nesses tempos de profundas renovações sociais e econômicas. Com nossas dicas para a redução de custos operacionais, você está adotando mais uma estratégia para promover a expansão e modernização do seu negócio.

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  • Saiba como controlar gastos internos da empresa

    Saiba como controlar gastos internos da empresa

    Controlar gastos internos, dentro de uma empresa, exige disciplina. Afinal, não basta apenas formular as melhores práticas: é preciso garantir que elas estejam sendo cumpridas, principalmente pelos gestores, uma vez que o comportamento deles influencia todo o time.

    Pensando nisso, elencamos algumas dicas sobre como controlar gastos e transformar essa meta em um pilar duradouro do negócio. É importante destacar que o nosso país passa por uma crise financeira, então economizar se tornou uma tarefa obrigatória. Boa leitura!

    Avaliar se os fornecedores atuais são os que geram o melhor custo-benefício

    Revisar o time de fornecedores pode ser uma tarefa dura, especialmente se a parceria é longa. Contudo, ainda que a sua empresa tenha total confiança nesse trabalho em conjunto, vale a pena investigar o mercado por condições melhores.

    Isso é ainda mais importante no contexto atual, por conta da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. É o momento de buscar diferentes meios de cortar gastos, revisar contratos e encontrar novos parceiros.

    Ao encontrar preços mais baixos e outras condições de pagamento, sua empresa poderá se resguardar financeiramente nesse momento difícil.

    Analisar os impostos que estão sendo pagos

    É importante destacar que nem sempre a empresa está no enquadramento jurídico mais adequado para as suas obrigações fiscais. Uma boa ideia é buscar uma consultoria aprofundada com os contadores com que a empresa trabalha para estudar outras opções de planejamento tributário.

    Isso deve ser feito de forma conjunta com profissionais que entendam bem dos aspectos jurídicos dessa mudança. Portanto, nada de tomar decisões arbitrárias baseadas em uma pesquisa superficial, afinal os efeitos dessa escolha são de longo prazo.

    Acompanhe o rendimento e a produtividade dos funcionários

    Controlar os gastos de uma empresa também tem a ver com a avaliação dos custos de pessoal, principalmente em momentos de instabilidade econômica. Isso porque a força de trabalha representa o maior custo fixo de qualquer organização.

    Por isso, é necessário garantir que cada colaborador esteja dando o retorno desejado ao negócio. Avalie a produtividade de cada um deles, verificando quem está realmente agregando valor ao negócio. Dependendo dos resultados, considere terceirizar certas funções ou contratar profissionais autônomos.

    Caso você prefira apostar nas pessoas que já estão na empresa, estabeleça campanhas e recompensas apropriadas para trabalhadores que encontrem maneiras efetivas de reduzir as despesas. Com isso, você estimula a competição saudável e ainda reforça uma cultura de corte de desperdícios no negócio.

    Invista em marketing orientado por dados

    Já ouviu falar sobre a automação e o Big Data Marketing? São estratégias digitais para fomentar os leads de forma objetiva, além de extrair conhecimento relevante para a empresa.

    A primeira delas consiste no envio de mensagens automáticas de acordo com o estágio na jornada de compra, enquanto a segunda prospecta oportunidades com base no estudo do histórico digital e das redes sociais, por exemplo.

    Dessa forma, será mais fácil criar estratégias bem direcionadas, de acordo com o estágio do cliente em potencial na jornada do consumidor. Trata-se de uma forma de utilizar a tecnologia para municiar os gestores e a equipe de vendas com informações mais embasadas.

    Livrar-se das dívidas

    Essa dica pode parecer óbvia, mas é fundamental pensar com cuidado em tudo o que envolve essa despesa. No processo de controle de gastos, o ideal é que você comece a buscar formas rápidas e eficientes de eliminar os débitos. Assim, verifique a possibilidade de renegociar o que a empresa deve e de liquidar as dívidas de menor valor.

    Juros cobrados pelos bancos e instituições financeiras são prejudiciais ao aporte de capital, uma vez que podem se acumular — gerando o efeito conhecido como “bola de neve”. Além disso, ao não pensar muito nas dívidas, o gestor pode acabar perdendo a noção dos débitos, o que aumenta as dificuldades em liquidá-los.

    Assim, tente renegociar os valores mais expressivos (isso é, as dívidas mais elevadas) e evite postergar o pagamento dos débitos mais leves, buscando a liquidação imediata. Dessa forma, será mais fácil reduzir o passivo que atinge o orçamento da empresa.

    Utilize a sinalização

    Você já deve ter topado com uma plaquinha sinalizadora na sua empresa, certo? Mensagens comuns são “Cuidado: piso molhado” ou até mesmo aquelas que demonstram a localização de certos setores. O interessante é que esse é também um meio para estimular os colaboradores a adquirir bons hábitos.

    Portanto, pense na possibilidade de adotar plaquinhas com mensagens como:

    • “Apague a luz”;
    • “Imprima somente aquele que for realmente necessário”;
    • “Traga sua própria caneca (ou garrafinha) de água”.

    Além de servirem como lembretes constantes, elas também acabarão sendo absorvidas pelo inconsciente de trabalhadores. Isso é fundamental para fortalecer uma cultura de economia e redução de desperdícios.

    Estimule uma cultura de economia de custos

    Estimular uma cultura de economia de redução de custos não é somente repetir frases à exaustão e esperar que os colaboradores magicamente adotem aquele comportamento. Também é fundamental mobilizar a equipe para colaborar nessa empreitada.

    Isso pode ser feito de uma maneira que estimule a competição saudável e premie as boas ideias. Que tal, por exemplo, oferecer brindes e descontos para as melhores ideias de economia do mês? Uma caixinha também pode ser posicionada, na entrada da empresa, para que os colaboradores depositem suas sugestões.

    Desse modo, você integra os seus colaboradores e estabelece uma cultura positiva aos poucos, por meio de ações criativas e participação de todos. A empresa se torna uma grande família, repleta de boas ideias.

    Revisar o estoque

    Revisar o estoque tem a ver com perceber se determinado produto ou serviço está sendo realmente vendido. É preciso notar que a fabricação, a divulgação e toda a estratégia destinada à comercialização têm custos significativos. Portanto, não hesite em eliminar mercadorias que não estejam dando retorno.

    Agora que você sabe como controlar gastos em sua empresa, já pode colocá-las em prática. Os gestores têm um papel fundamental nessa empreitada, uma vez que eles estabelecerão o novo padrão de comportamento. Até por isso, também devem servir como um exemplo para seus colaboradores, sempre reforçando a importância de cortar custos supérfluos.

    Gostou do artigo e quer controlar os custos de forma mais precisa? Então, leia o nosso post sobre como montar uma planilha de controle de contas para a sua empresa!

  • Quer saber qual a importância do fluxo de caixa? Veja aqui!

    Quer saber qual a importância do fluxo de caixa? Veja aqui!

    O fluxo de caixa é uma maneira simples e eficiente de garantir o controle financeiro dentro da empresa. Basicamente, ele se trata do registro diário das entradas e saídas de dinheiro. Além disso, por meio dele, é possível controlar as contas a pagar e a receber.

    Para você entender melhor a importância do fluxo de caixa para o negócio, preparamos algumas dicas valiosas para você realizar esse trabalho dentro da sua empresa e colher os resultados de um controle financeiro apurado. Siga a leitura!

    Registre as movimentações financeiras

    Para garantir um fluxo de caixa de respeito, é muito importante entender que todas as movimentações financeiras da empresa devem ser registradas — independentemente do valor ou se elas correspondem a entradas ou saídas do caixa.

    Ao tomar esse cuidado, será possível descobrir quais são as principais despesas do negócio, além de controlar os pequenos gastos (que podem parecer irrelevantes em um primeiro momento, mas que vão se acumulando a longo prazo) e descobrir onde é melhor investir dinheiro, além de implementar mudanças de modo a reduzir os desperdícios.

    Quando os gestores conseguem registrar todas essas entradas, eles conseguem verificar as principais fontes de receita do negócio e estudar meios de otimizá-las.

    Mapeie as entradas e saídas de dinheiro

    Tão importante quanto registrar as movimentações financeiras (por menores que elas possam ser) é separar as receitas e despesas e categorizá-las adequadamente. Assim, será possível identificar os principais tipos de entradas e saídas de caixa dentro da empresa.

    Uma boa dica para conseguir isso é ser o mais específico possível na hora de categorizar as receitas e despesas, até mesmo como um meio de entender melhor como os gestores utilizaram os recursos — e mapear de onde eles saíram.

    Pensar nos cenários de curto e longo prazo

    Outro diferencial significativo que serve como incentivo para manter o fluxo de caixa atualizado é que esse trabalho garante a possibilidade de analisar os cenários de curto e longo prazos. Isso porque essa atividade mostra se a companhia está vendendo bem, identifica os produtos com mais saída e onde os recursos estão sendo gastos, por exemplo.

    Uma maneira de realizar essa análise e visualizar os pontos críticos do orçamento é por meio do chamado fluxo de caixa projetado. Trata-se de uma ferramenta que ajuda os gestores com a projeção de entradas e saídas financeiras da empresa durante um determinado período.

    O primeiro passo para aplicá-lo é determinar o intervalo de tempo no qual será projetado o fluxo de caixa. Uma boa ideia é definir no mínimo 30 dias, com a possibilidade de trabalhar com períodos maiores no futuro.

    A segunda etapa envolve mapear entradas e saídas que sejam frequentes, como contas de luz, água e pagamento da folha de funcionários. Destacadas todas as saídas, é hora de fazer o mesmo com o dinheiro que entra na empresa.

    É importante levar em conta os prazos e as condições de recebimento. Se a sua empresa recebe pagamentos em parcelas, por exemplo, é fundamental considerar isso na projeção.

    Faça controle diário

    Para garantir o devido acompanhamento do fluxo de caixa, os gestores devem realizar o controle diário das finanças do negócio. Antes de decidir encerrar um dia de trabalho, os líderes devem analisar a situação das próximas semanas, observando fatores como:

    • próximas contas a pagar e a receber;
    • identificar pagamentos em atraso;
    • analisar clientes que devem ser cobrados, entre outros.

    Assim, é necessário ter em mente que falhas no trabalho diário de garantir um bom controle de caixa, comprometem as tomadas de decisões e prejudicam o crescimento da empresa, já que afetam a saúde financeira da organização.

    Utilize as métricas adequadas

    Para se certificarem de que a empresa está realmente alcançando os resultados financeiros projetados, os gestores devem estabelecer métricas e monitorá-las frequentemente. Entre os indicadores mais valiosos para o fluxo de caixa, estão o faturamento, o saldo e o lucro.

    O faturamento se relaciona à quantidade de dinheiro que a empresa realmente recebe. Já o saldo tem a ver com o valor que sobra em caixa quando as despesas das receitas coletadas são eliminadas da equação. Os gestores devem trabalhar para que ambos estejam sempre com um saldo positivo (quando as entradas superam as saídas).

    Por último, o lucro é a métrica que define efetivamente o quanto a empresa realmente faturou. Ele é dividido em bruto e líquido. O primeiro deles é o valor positivo que sobra após a diminuição dos custos de produção da receita obtida. A fórmula é a seguinte:

    Lucro Bruto = Receita – Custos

    Já o lucro líquido é mais detalhado, uma vez que leva em conta também os custos fixos (aqueles que aparecem de forma contínua, como gastos de aluguel, salários e contas de água e luz) e os variáveis (que se modificam de acordo com o consumo, como o combustível utilizado pelos veículos da empresa). Sua fórmula é:

    Lucro Líquido = Lucro Bruto – Custos Fixos

    Por meio desses cálculos simples, será possível mensurar o crescimento da empresa. Eles são de fundamental importância para controlar o fluxo de caixa de forma precisa. Contudo, é importante destacar que essas fórmulas não contam com outras variáveis, como os tributos.

    Use a tecnologia a seu favor

    A boa notícia é que o fluxo de caixa pode ser feito até mesmo com as famosas planilhas de excel. Porém, caso você precise de uma solução tecnológica mais robusta, é possível procurar profissionais para desenvolver um programa especializado para realizar o gerenciamento, como um software de gestão.

    Ter o auxílio de um bom software ajuda os gestores a concentrar todas as informações necessárias em um só lugar, o que facilita a tomada de decisão mais embasada e precisa. Além disso, um sistema desenhado para sua empresa diminui as chances de erros nos processos, tornando o acompanhamento diário mais simples e rápido.

    Caso você opte mesmo pelas planilhas eletrônicas, não deixe de visualizar as entradas, saídas, investimentos e outras operações financeiras. Os gastos mensais também devem ser registrados, não deixando de lado os custos fixos. Para deixar tudo mais organizado, tente separar as despesas por cores.

    Agora que você entendeu a importância do fluxo de caixa, já pode aplicar essas dicas ao seu negócio e concentrar informações relevantes sobre a entrada e saída de recursos dentro da empresa. Ele proporciona um registro fiel das operações diárias, mensais e anuais e facilita o monitoramento por parte dos líderes e daqueles que formulam as estratégias financeiras da companhia.

    Gostou do artigo e quer facilitar a realização do seu fluxo de caixa? Então, acesse as nossas planilhas financeiras!

  • Veja como a sua empresa pode lidar com a instabilidade econômica!

    Veja como a sua empresa pode lidar com a instabilidade econômica!

    Crises financeiras e instabilidade econômica assombram empreendedores e consumidores. Elas são ainda piores quando ocorrem por conta de um fator extraordinário, como a pandemia do novo coronavírus, uma vez que pegam todos de surpresa.

    Neste post, elencamos algumas dicas para que a sua empresa, independentemente do segmento, consiga lidar com a instabilidade econômica e lucrar mesmo nesse contexto de crise. Além de ter mais atenção aos gastos, você entenderá como a criatividade deve ser estimulada principalmente em momentos como esse. Siga a leitura!

    Controle os custos

    Em tempos de crise, fica mais fácil observar os desperdícios cotidianos dentro do negócio. Nos períodos de bonança, eles costumam nem mesmo serem notados, o que faz com que muitas empresas só tomem nota desses gastos quando o dinheiro começa a escassear.

    Portanto, é fundamental ter algumas ideias para reduzir custos dentro da empresa e manter o controle dos gastos, mesmo que as vendas não estejam sendo tão afetadas. Inclusive, cortar custos supérfluos deve ser uma ação rotineira, não somente em tempos de crise.

    Quanto mais gastos a sua empresa tiver, menor será a lucratividade. Por isso, analise os processos com atenção para identificar focos de desperdícios provenientes da má utilização dos recursos. Uma boa ideia é prestar atenção aos custos fixos e variáveis.

    Os fixos são aqueles dos quais a empresa não pode fugir, como o aluguel dos imóveis onde ficam as lojas, gastos com internet e energia elétrica. O último exemplo merece uma explicação: o preço das tarifas pode sofrer mudanças ao longo de um ano, por exemplo, mas esse custo é denominado fixo porque ele não pode ser evitado.

    Já os variáveis correspondem às despesas que aumentam ou diminuem de forma proporcional, de acordo com o uso de determinado serviço. Alguns exemplos envolvem os pagamentos direcionados aos fornecedores, matérias-primas e custos com mão de obra terceirizada.

    Portanto, antes de sair cortando gastos de forma indiscriminada, foque nos custos variáveis. Serviços que são realizados por profissionais terceirizados, por exemplo, podem ser repassados para o time interno. Do mesmo modo, caso a equipe esteja sobrecarregada e seja mais produtivo contar com pessoas qualificadas de fora, dê uma chance a esse modelo.

    Use a gestão financeira a seu favor

    Realizar uma boa gestão financeira dentro da empresa é fundamental para contornar as dificuldades. Gerir o negócio de forma precisa, durante uma crise, envolve o acompanhamento do fluxo de caixa de perto, além da vigilância em relação aos investimentos e despesas.

    Isso porque, manter as finanças sob controle garante que a empresa não acabe gastando mais do que realmente deve. Além disso, esse cuidado também ajuda a organização a mapear oportunidades significativas que surgirem.

    Em períodos de crise, controlar o fluxo de caixa – sem comprometer os bons resultados – é o maior desafio das empresas, independentemente do setor no qual ela atua. Para realizar esse processo, a principal preocupação deve ser acompanhar continuamente as receitas.

    Esse monitoramento garante que as empresas obtenham capital de giro e ainda sejam autossustentáveis ao utilizar o capital próprio ao longo de uma crise econômica. Em outras palavras, elas evitam contrair empréstimos ou financiamentos que possam comprometer a sua organização financeira logo à frente.

    Para realizar um bom gerenciamento do fluxo de caixa, é muito importante que os gestores estejam atentos ao total de entradas e saídas no caixa, assim como os saldos finais. Por meio dessa análise, a empresa entenderá quais são as previsões possíveis para que a sua situação financeira esteja positiva até o mercado se estabilizar novamente.

    Isso pode ser feito por meio de planilhas de acompanhamento, nas quais todas as informações devem ser registradas — em uma periodicidade quinzenal ou mensal, por exemplo. Em um cenário de crise, esse controle precisa ser intensificado.

    Assim, a empresa não será pega de surpresa por dívidas superiores às que ela pode arcar. Além disso, esse processo fará com que a companhia possa procurar soluções em tempo hábil para os problemas financeiros.

    Invista em resultados rápidos

    Antes da crise, sua empresa estava com planos ambiciosos de abertura de novas filiais ou até mesmo pretendendo realizar aquisições? Bom, talvez seja melhor deixar esses planos de lado, ao menos por enquanto. Isso porque, qualquer investimento além do necessário resulta em alto risco para o negócio.

    Contudo, isso não significa que a empresa deve ficar totalmente estagnada, torcendo para que tudo melhore magicamente. Uma boa ideia para sobreviver à instabilidade econômica é empregar os recursos financeiros em atividades que ofereçam resultados mais rápidos.

    Assim, é possível investir na ampliação do nicho de mercado explorando um produto já existente, por exemplo. A empresa poderá realizar pequenas modificações para que ele seja capaz de corresponder às expectativas de um novo público.

    Outra medida interessante é ofertar os serviços em outras regiões e abrir novos canais de venda, fazendo com que a empresa entre no radar de outras pessoas. Uma boa pedida é diversificar as redes sociais para atrair mais clientes para os seus produtos.

    Outro exemplo é pegar as mercadorias mais vendidas e oferecê-las em kits promocionais acessíveis e vantajosos. Analise também a possibilidade de modificar a precificação, certificando-se de que a sua oferta seja condizente com a realidade do mercado.

    Pense no longo prazo

    Os períodos de instabilidade econômica costumam ser cíclicos. Mesmo sem um acontecimento fora do comum, como a pandemia, o mercado impõe desafios aos empreendedores. Entender essa característica é fundamental para compreender o momento de investir — e também a hora de segurar o investimento.

    Portanto, é preciso ter em mente de que a crise tem fim. Os gestores não devem deixar o planejamento de longo prazo de lado e sim pensar no futuro e acompanhar a movimentação do mercado. Isso o ajudará a compreender o melhor momento para retomar seus investimentos.

    Invista em marketing

    O marketing é outra maneira de reforçar a presença da empresa nos canais digitais. Sendo assim, uma boa ideia é criar um blog com conteúdo relevante, de acordo com o que você vende. Ao pesquisar temas similares na internet, as pessoas encontrarão a sua página. Com textos de qualidade, a tendência é que que a sua empresa se torne autoridade para esses leitores.

    Além disso, você pode desenvolver estratégias de automação e e-mail marketing, que direcionarão as ações de acordo com o estágio da pessoa na jornada de compra. Dessa forma, a companhia passa a contar com uma estratégia automatizada para buscar clientes, enquanto os colaboradores se concentram em outras atividades.

    Por fim, divulgue as ações da sua empresa em relação aos cuidados com os clientes e colaboradores durante os períodos de isolamento social. Isso ajuda a humanizar a marca e mostra ao público os valores defendidos por ela, gerando empatia e identificação.

    Inove

    Comentamos sobre a ideia de investir naquilo que produza resultados mais imediatos, certo? Porém, isso não significa que a empresa precise abandonar qualquer tipo de inovação. É possível ser criativo mesmo no contexto de crise.

    Uma matéria da Folha de S. Paulo mostra como algumas pessoas têm utilizado a tecnologia para manter a empresa produtiva. Uma companhia que vende motos montou um mostruário virtual completo, com a ajuda de clientes fiéis para esclarecer dúvidas de clientes em potencial. Além de grupos em aplicativos de mensagens – como o Telegram ou o WhatsApp – que passaram a ser usados para apresentar as especificidades das motos.

    A empresa também adotou um sistema inovador: quem indica um novo cliente ganha pontos, que podem ser trocados por mercadorias ou por créditos para a compra de produtos mais caros. Trata-se de um exemplo de empreendedores que conseguiram inovar mesmo em tempos de crise e instabilidade econômica.

    Outra opção que cresceu bastante foi a venda online, além dos serviços de delivery. Por mais que a taxa de isolamento social tenha caído, muitas pessoas ainda estão preferindo ficar em casa (o índice atual de confinamento ultrapassa os 30%).

    Portanto, a venda online e o delivery ainda estão com uma ótima demanda. Não deixe de explorar essas opções para se destacar em meio à concorrência.

    Como pudemos ver no artigo, a instabilidade econômica afeta negativamente os negócios, exigindo atenção redobrada dos gestores. No entanto, cuidar dos gastos com atenção não significa que você não possa inovar: é possível testar coisas novas e ainda lucrar.

    Basta se lembrar das empresas que passaram a focar no delivery e em mostruários digitais — elas são belos exemplos de que a instabilidade econômica não é sinônimo de negócio engessado.

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  • Tendências de vendas que ganharam força com a pandemia da COVID-19!

    Tendências de vendas que ganharam força com a pandemia da COVID-19!

    A pandemia da Covid-19 transformou o mundo de diversas formas. Com as medidas de isolamento social adotadas, muitas empresas tiveram que se desdobrar em soluções criativas para manter a competitividade.

    Nesse contexto, a tecnologia ajudou muito, já que as pessoas se voltaram para o meio digital para continuar consumindo com segurança. Alguns setores ganharam destaque e se tornaram tendências para o futuro próximo.

    Se você quer saber mais sobre essas tendências e de que forma elas podem impactar seu negócio, gerando novas fontes de renda, está no lugar certo. Boa leitura!

    E-commerce

    As compras pela internet explodiram no primeiro semestre de 2020, crescendo mais de 100% no período. O fato de diversas pessoas terem passado mais tempo em casa na tentativa de escapar da pandemia, a comodidade de comprar on-line e a possibilidade de receber suas mercadorias no conforto do lar fizeram toda a diferença.

    Assim, o e-commerce se tornou uma tendência duradoura. Por meio de poucos cliques, os potenciais clientes são expostos a diversas marcas, preços e níveis de qualidade, o que permite maior poder de escolha.

    Empresas que vendem na internet também costumam ter muitos canais de atendimentos, como chatbots, chats com colaboradores reais, telefone, WhatsApp etc. São muitas as vantagens desse modelo de negócio, o que explica seu crescimento recorde no período.

    A pandemia apenas acelerou o processo da migração de um grande número de pessoas para as compras on-line. As micro e pequenas empresas também conseguem se aproveitar do ambiente democrático do e-commerce, uma vez que essa modalidade não exige o aluguel de lojas físicas caras, por exemplo, e possibilita fazer tudo de casa.

    Cursos on-line

    Uma forma de desenvolver novas habilidades profissionais, mesmo sem sair de casa, é apostar nos cursos on-line. Além da comodidade de acompanhar as aulas direto do lar, com segurança, muitos deles oferecem a possibilidade de assistir os vídeos, rever os conteúdos e escolher os horários que sejam mais adequados para o seu aprendizado.

    Mesmo com a flexibilização das medidas de isolamento social, a tendência é de que os cursos on-line continuem fazendo sucesso. Com profissionais de alta qualidade ministrando as aulas, conteúdo relevante e a possibilidade de firmar sua empresa no mercado, eles se tornam uma ótima opção.

    Os cursos on-line são interessantes tanto para quem aprende quanto para quem domina uma habilidade e quer transmitir seus conhecimentos. Dessa forma, o profissional pode gerar uma nova fonte de renda e contribuir para a capacitação de outras pessoas.

    Assinatura de streaming

    A revista Exame definiu os resultados da Netflix, durante a pandemia, com um questionamento bastante sagaz: bom ou ótimo? A plataforma conseguiu mais de 15 milhões de assinaturas nos primeiros meses da pandemia. A explicação é simples: com mais gente dentro de casa, maior a demanda por atrações na TV.

    Como a Netflix e as outras plataformas, como a Amazon Prime, praticam preços bem mais amigáveis em relação aos planos de TV a cabo, a tendência é de que elas continuem lucrando ainda mais. A chegada do 5G ao Brasil, que deve ocorrer em breve e turbinará a nossa internet móvel, contribuirá para que a conexão aos serviços de streaming seja ainda mais estável.

    Mas isso não significa que só esses grandes players podem ganhar dinheiro com o streaming. Investir nessa opção é possível também para quem quer começar o próprio negócio e conta com conteúdo relevante para compartilhar com o público.

    Assim, empreendedores podem trabalhar com a venda de materiais de nicho para ganhar dinheiro na internet. Um exemplo é a criação de um portal com conteúdos específicos ou até mesmo a venda de assinaturas de cursos e tutoriais on-line — complementando a dica do tópico anterior.

    Com conteúdo de qualidade e bons professores, é possível disponibilizar pacotes na internet para pessoas que queiram aprender sobre determinados assuntos. Confira o nosso post sobre o assunto para entender melhor como elaborar o seu próprio curso.

    Locavorismo

    As medidas de isolamento social, necessárias para conter o avanço da pandemia, também foram acompanhadas pela valorização do comércio local. Como muitas pessoas passaram a se deslocar o mínimo possível, nada melhor do que comprar alimentos perto de casa.

    Essa tendência impulsionou uma forma específica de comércio alimentício, conhecida como locavorismo. Trata-se da prática de adquirir alimentos produzidos apenas por produtores ou pequenos negócios da região próxima à casa do consumidor — isto é, dando preferência ao que é desenvolvido localmente.

    A opção por esse tipo de consumo se relaciona às preocupações com o meio ambiente, que ganharam força com a pandemia. Com o locavorismo, os consumidores procuram alimentos mais frescos, que não se submetem às longas rotas que os produtos percorrem até chegar aos grandes supermercados, por exemplo.

    Assim, podemos dizer que os consumidores locávoros buscam práticas mais sustentáveis no trato com os alimentos. Trata-se de uma boa oportunidade de negócio para pequenos comerciantes, uma vez que esse público visa reduzir, por exemplo, o consumo de carne vermelha.

    Não deixe de conferir alguns movimentos que surgiram durante a pandemia para fomentar as micro e pequenas empresas locais, como é o caso do Mercado Azul, do Sebrae, e a iniciativa Ajude o Pequeno. Ambas possibilitam cadastro de novos negócios e facilitam a busca de acordo com cada região do país, o que ajuda a fomentar o empreendedorismo local.

    Videogames

    O Brasil já era um dos grandes mercados para desenvolvedores de games antes da pandemia. Com ela, os jogos passaram a fazer ainda mais sucesso: só na loja virtual OLX, a venda desses produtos cresceu mais de 40% durante o confinamento.

    Além disso, há jogos para todas as idades. É possível encontrar games dedicados ao público adulto, com muita ação, tiros e conflitos, mas também opções para as crianças. Também não é preciso ter um console caro para consumir. Isso porque o mercado de jogos para celular é um dos mais destacados na atualidade. Títulos como Free Fire, Among Us e Fortnite fazem muito sucesso também no smartphone.

    Para os varejistas, entrar no mercado de games é uma ótima opção. O empreendedor que tem uma rede de contatos fora do país pode se sair ainda melhor, já que ele poderá importar games e vendê-los por um preço adequado à realidade brasileira.

    Gamificação

    O sucesso do mercado de videogames é tão estrondoso que gerou até mesmo práticas profissionais. Estamos falando da gamificação: se trata de uma estratégia que usa mecânicas e características de jogos para engajar clientes.

    Uma forma de fazer isso é adotar um sistema de acúmulos de ponto à medida que o cliente adquire mais produtos, premiando os consumidores mais fiéis e incentivando outros leads a buscarem sua marca e progredir dentro dessa estratégia.

    Outro exemplo é contar com a ajuda de desenvolvedores para criar um aplicativo próprio. Por meio dele, será mais fácil medir o progresso dos clientes em sua interação com a marca. Com o app, o consumidor pode “passar de fase” toda vez que adquirir um novo produto ou serviço.

    De forma divertida e dinâmica, a empresa engaja essas pessoas e ainda moderniza a marca com o auxílio da tecnologia. Isso ajuda o negócio a se adaptar ao cenário atual, de transformação digital, e ainda explora uma tendência reforçada pela pandemia.

    Como vimos no texto, algumas tendências foram aceleradas pela pandemia e vieram para ficar. A boa notícia é que os empreendedores podem utilizar o potencial da tecnologia para pequenos negócios. É possível criar cursos on-line ou até mesmo desenvolver uma loja virtual do zero, por exemplo.

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