Categoria: Gestão

  • Por que é importante investir em desenvolvimento de equipe?

    Por que é importante investir em desenvolvimento de equipe?

    Desenvolvimento de equipe é o processo de gestão para transformar um grupo de funcionários em um time coeso, organizado para trabalhar em conjunto e para atender às necessidades de seus clientes, cumprindo os objetivos e metas do negócio.

    Aprenda mais sobre esse procedimento e conheça métodos eficazes para desenvolver as equipes em sua empresa.

    Como o desenvolvimento de equipes otimiza seu negócio

    Desenvolver sua equipe de trabalho traz benefícios que colaboram para a evolução de toda a empresa. Confira!

    Alinhamento da visão e valores

    Com um time coeso existe um alinhamento entre os setores e membros de cada departamento. Essa conexão permite que todos estejam cientes dos valores, missão e decisões tomadas no negócio. Essa coesão também abre espaço para desenvolver uma comunicação aberta na equipe.

    Maior capacidade de inovação e produtividade

    A equipe é formada por profissionais com diferentes perspectivas, habilidades e experiências. Todo esse conhecimento coletivo pode ser aproveitado para criar soluções inovadoras em seu negócio. Equipes bem desenvolvidas também conseguem apresentar soluções com mais agilidade, facilitando a revisão de processos e melhorando a produtividade. 

    Aprimoramento dos relacionamentos

    Ambientes com equipes consistentes ajudam a construir relacionamentos mais fortes entre os membros do time. Eles aprendem a lidar com as divergências e passam a se orgulhar das realizações dos colegas de trabalho. À medida que os funcionários se sentem mais valorizados, aumenta ainda mais o sentimento de pertencimento e reconhecimento da empresa. Isso colabora para a retenção de talentos.

    4 estratégias eficientes para desenvolver sua equipe

    Inicie o trabalho para o desenvolvimento de uma equipe com as práticas a seguir!

    1. Alinhe as expectativas

    Comunique os valores que são importantes para você e seu negócio. Em conversas conjuntas ou individuais mostre a cada colaborador o que você espera dele. No momento de delegar tarefas, certifique-se de que todos conheçam quais são as metas individuais dentro de um projeto conjunto. Destaque sempre a importância da contribuição pessoal para o resultado, pois isso ajuda a aumentar a responsabilidade e a motivação da equipe. 

    2. Identifique os pontos fortes de cada colaborador

    Seja na fase de entrevista ou durante a avaliação da equipe, procure comportamentos que podem contribuir para os objetivos do negócio e a formação de equipes. Procure responder às seguintes perguntas:

    • Até onde essa pessoa pode chegar?
    • Em quais situações esse profissional deve ser aproveitado?
    • Quem deveria trabalhar em conjunto com esse colaborador?
    • Onde se concentram os pontos fortes desse profissional? Ele é criativo? Pratica a autoliderança? É voltado para pessoas? Está mais focado em aspectos técnicos? Destaca-se pela inovação?

    3. Facilite a comunicação

    Incentive a participação de todos para desenvolver uma comunicação saudável na equipe. A presença de um facilitador pode ajudar a interlocução entre essa equipe e o gestor. Já ferramentas como Asana, Trello e Evernote permitem o armazenamento e compartilhamento de informações eficazes para facilitar a comunicação e o trabalho em equipe.

    4. Ofereça treinamento

    Para montar uma equipe eficiente é necessário investir no desenvolvimento das habilidades dos colaboradores. Esses treinamentos podem ser técnicos, para apresentar novas ferramentas que serão utilizadas ou comportamentais para corrigir problemas na gestão de tempo, comunicação, inovação e criatividade, por exemplo.

    O desenvolvimento de equipe é um trabalho que envolve habilidade, análise e observação para formar um time forte e capaz. Invista nessa prática e garanta mudanças positivas em sua empresa a longo prazo.

    Siga nossa página no Facebook e conheça outras dicas para melhorar a gestão do seu negócio.

  • Organização financeira empresarial: veja a importância e como fazer!

    Organização financeira empresarial: veja a importância e como fazer!

    A organização financeira empresarial constitui o conjunto de ações com as quais você mantém um controle das atividades financeiras da empresa, no que diz respeito ao planejamento, ao controle e a gestão dos recursos da empresa.

    É um processo que inclui a adoção de determinados indicadores financeiros, o uso de sistemas e ferramentas tecnológicas e até mesmo métodos de controle e gestão monetária do negócio. A organização financeira permite equilíbrio das finanças, realização de investimentos a médio e a longo prazo e a estruturação de reservas emergenciais.

    Saiba mais sobre como implementar a organização financeira em sua empresa!

    Como fazer uma boa organização financeira empresarial

    O processo de organização financeira é uma atividade diária que vai possibilitar escolhas conscientes e a correta avaliação da condição econômica da empresa. É, portanto, uma ação que beneficia micro, pequenas, médias e grandes empresas a formatarem projeções acertadas para os próximos períodos.

    Use indicadores financeiros

    Indicadores financeiros são as métricas de resultados que permitem analisar o desempenho da empresa e de seus resultados. Por meio do acompanhamento e da análise desses indicadores, é possível verificar os resultados passados para fazer previsibilidade dos orçamentos futuros.

    Um dos indicadores financeiros que merecem sua atenção é a rentabilidade, isso é, qual foi o êxito econômico ou financeiro da empresa em relação ao capital aplicado. Para calcular a rentabilidade de sua empresa, use a fórmula:

    Rentabilidade = Rendimento Líquido x 100 / Valor Investido.

    Outro indicador é o ticket médio, que se refere ao valor das vendas de um período, de modo a identificar quantos negócios rentáveis têm sido fechados para a empresa. Para calcular o ticket médio, temos a seguinte fórmula:

    Ticket Médio = Faturamento do mês / Quantidade de vendas no mês.

    Por fim, acompanhe a liquidez de sua empresa, ou seja, os títulos, os bens e as ações que são negociáveis ou convertidos em dinheiro vivo. Esse indicador é importante, pois, em situações críticas, você pode precisar de capital para custear as despesas até que tudo se estabilize.

    Tenha boas ferramentas tecnológicas

    Obter auxílio de ferramentas tecnológicas é imprescindível para um bom controle financeiro. Você já deve ter percebido que a dinâmica de uma empresa é sempre movimentada e repleta de situações com as quais lidar, o que dificulta a organização das finanças.

    Softwares automatizados auxiliam o acompanhamento do fluxo de caixa e tornam mais ágeis a verificação de resultados, o recebimento de relatórios e, consequentemente, as conclusões que vão levar sua empresa rumo aos objetivos financeiros.

    Conheça bons métodos de organização financeira

    Assumir o controle do faturamento de uma empresa e conquistar a tão sonhada organização financeira requer a adoção de alguns métodos, como o fluxo de caixa e o controle de pagamentos.

    O fluxo de caixa consiste em registrar as entradas e saídas de dinheiro da empresa. É um tipo de controle que possibilita compreender a geração de receitas e se conscientizar sobre qual é a estrutura do negócio, identificando quais gastos podem ser evitados.

    Já o controle de pagamentos é uma forma de organizar as contas, de modo que tenha um registro das contas que a empresa vai receber e as que têm que pagar em determinado período. Identifique, por meio desse controle, as vendas parceladas que foram realizadas, clientes ativos e inativos, entre outras circunstâncias.

    A organização financeira empresarial é um processo que deve ser feito diariamente pelo gestor da empresa, a fim de compreender a realidade econômica da empresa e quais atitudes tomar para fazer investimentos seguros e alcançar a estabilidade do negócio.

    Para saber mais sobre organização financeira empresarial, acesse o e-book de Organização Financeira elaborado pelo Sebrae!

  • Controle Financeiro: saiba mais sobre a sua importância e por onde começar

    Controle Financeiro: saiba mais sobre a sua importância e por onde começar

    Se a empresa fosse o corpo humano, o controle financeiro seria o sangue, isso é, uma das partes mais vitais do negócio. Em tempos desafiadores, esse domínio se faz ainda mais necessário e deve ser feito de forma eficiente.

    Muitas vezes, no meio das diversas tarefas de uma empresa, o gestor encontra obstáculos para a estruturação de processos de inspeção e de análise cuidadosas. Porém, para manter a saúde do negócio e possibilitar seu crescimento, o controle do faturamento, dos gastos e das despesas devem ser priorizados.

    A seguir, comentamos sobre controle financeiro, sua importância e como começar a organizar esse processo para benefício de sua empresa. Acompanhe!

    Criar e estruturar um fundo de reserva

    O fundo de reserva é uma forma de evitar imprevistos e mesmo a falência da empresa. Estruturar esse fundo requer uma análise minuciosa do capital de giro do negócio e planejar os gastos do período.

    A previsão orçamentária é um dos passos para que você tenha mais controle dos gastos. Caso tenha dívidas e poupar se torne um desafio ainda maior, identifique formas de não iniciar novas despesas, pagar as que já existem e viabilizar o resguardo de reservas.

    Fazer um bom planejamento financeiro e fiscal

    O planejamento financeiro permite que você controle o caixa da empresa para registrar a origem das despesas e da receita. O controle do fluxo de caixa garante que você entenda suas contas e descubra formas de economizar, evitar novos gastos, que faça projeções de investimentos e para o fundo de reserva.

    Controlar tributos, isto é, realizar planejamento fiscal, também é válido não apenas para manter a regularidade perante a Receita Federal, mas para evitar taxas e tributações desnecessárias e potencializar a margem de lucro.

    Fazer auditorias esporadicamente

    Auditorias são processos de inspeção utilizados por grandes empresas para identificar se a sistemática adotada está caminhando devidamente para conquistar selos de qualidade. Podem ser feitas internamente, pela gerência, ou por empresas parceiras e especializadas em controle de qualidade.

    Quando feitas esporadicamente, as auditorias podem avaliar a necessidade de modificar tarefas e refinar procedimentos, melhorando o controle interno e evitando falhas e desvios, de modo a mapear e padronizar as boas práticas.

    Criar projeções de resultados

    Quando estruturar o seu planejamento estratégico e financeiro, estabeleça objetivos específicos e realistas para serem cumpridos dentro de um período determinado. Por meio de projeção, você vai se dedicar e criar ações para estimular o cenário e a equipe a se engajar para conquistar os resultados.

    É evidente que, antes de elaborar uma projeção de resultados, convém estudar o cenário econômico e analisar o fluxo de caixa dos últimos meses. Promova as simulações a partir do faturamento e faça estimativas sensatas e apropriadas à sua realidade.

    Manter uma boa organização dos custos e das receitas, conciliando-os ao planejamento da empresa, é fundamental para um bom controle financeiro empresarial e consequente o crescimento do negócio.

    Conte com o Sebrae Alagoas para auxiliá-lo no processo de controle financeiro, entender se as finanças estão sendo bem aproveitadas e se estão sendo investidas no lugar certo! Acesse nosso blog e acompanhe nossos conteúdos.

  • 4 dicas para fazer o planejamento financeiro de sua empresa!

    4 dicas para fazer o planejamento financeiro de sua empresa!

    Aprender a gerenciar finanças é o primeiro passo para que sua empresa tenha boa saúde financeira. Afinal, todo negócio de sucesso precisa ter dinheiro em caixa. Mas como fazer planejamento financeiro e garantir que será eficiente?

    Um dos aspectos que fazem parte do planejamento é obter controle do dinheiro, evitando gastos desnecessários e dívidas que comprimam o orçamento da empresa. Acompanhar as oscilações do mercado e conhecer os custos são só algumas das formas de se construir uma receita positiva e, com isso, fazer investimentos que aproximem você dos objetivos previstos em seu planejamento estratégico.

    Para tomar decisões mais acertadas em relação ao futuro de sua empresa, é preciso fazer uma gestão financeira correta. Confira as dicas!

    1. Faça previsão de orçamento para um bom planejamento financeiro

    A previsão do orçamento é uma antecipação do faturamento, mas principalmente dos gastos que a empresa vai custear no próximo mês. O planejamento financeiro deve sempre partir dessa estimativa, com a qual vai construir um guia para controlar as suas despesas.

    Faça um levantamento das contas básicas de sua empresa, considerando custos fixos (aluguel, internet etc.) e variáveis (matéria prima, comissões de vendas, taxas de entrega etc). Considere faturamento de meses e anos anteriores e, sobretudo, as oscilações do mercado. Seja extremamente realista em sua previsão orçamentária e factível com a realidade que está vivendo.

    A previsão de orçamento deve contemplar um período que vai acompanhar regularmente. Uma dica é prever os custos do próximo trimestre e, consequentemente, estabelecer metas para honrar com as suas estimativas. Lembre-se de que o planejamento pode ser alterado, caso haja alguma mudança no cenário, mas coloque foco total em atingir seus objetivos.

    2. Compreenda seus custos

    O estudo de sua planilha de custos deve ser uma ação realizada constantemente. É preciso identificar gastos simples, considerados inofensivos, mas que, no montante, podem determinar se você vai conseguir bater suas metas orçamentárias.

    De acordo com a realidade de seu negócio, avalie, por exemplo, a possibilidade de contar com fornecedores que ofereçam condições de pagamento condizentes com a realidade de seu negócio. Considere também a possibilidade de contratar colaboradores terceirizados, nos casos em que tenha uma demanda extra de trabalho.

    A possibilidade de realizar mudanças nos custos da empresa só pode ser feita com análise detida de seus gastos e compreensão da dinâmica do seu negócio.

    3. Elabore metas considerando o planejamento estratégico

    Todo negócio depende de propósitos definidos para atingir o sucesso. Afinal, cada meta elaborada é um passo a mais que sua empresa dá rumo ao alcance de seu objetivo maior. Por isso, as metas orçamentárias devem estar alinhadas com o trajeto que definiu.

    Uma meta orçamentária vai auxiliá-lo a realizar objetivos maiores, como abrir uma filial de sua empresa em outra cidade ou até lançar um produto novo. Dentro de sua realidade, defina, entre outras metas se:

    • deseja encerrar o ano no azul;
    • pagar as contas em dia;
    • reduzir custos fixos;
    • elevar a participação no mercado etc.

    4. Crie um plano de ação eficiente

    Após ter em mãos a previsão orçamentária dos próximos meses, de ter compreensão dos seus custos e das metas que quer atingir, é hora de criar um plano de ação com base nos objetivos de sua empresa.

    O que vai direcionar o seu plano de ação são as metas estabelecidas. Vamos supor que você queira fechar o ano no azul. Em seu plano de ação, verifique a possibilidade de renegociar dívidas, negociar formas de pagamento com fornecedores ou, ainda, prospectar novos clientes.

    Seja qual for a ação selecionada, estabeleça quem vai realizar, quando, como e com quais recursos. Essa definição é importante para que os objetivos não se percam e os resultados não se realizem, com o passar do tempo.

    Gostou de saber mais sobre o planejamento financeiro? Confira nosso curso EAD sobre como gerenciar as finanças da sua empresa!

  • Confiança da equipe: entenda os motivos para começar agora essa cultura

    Confiança da equipe: entenda os motivos para começar agora essa cultura

    Nada é melhor do que trabalhar em um ambiente seguro, no qual todos podem colaborar e contribuir com ideias e ações práticas. Ter voz e ser ouvido pelos demais é o que torna o trabalho prazeroso e gratificante. Para conquistar esse nível de cooperação, é preciso promover a confiança da equipe e a união entre os colaboradores.

    Já pensou no quanto o investimento na cultura de confiança é ingrediente essencial para o sucesso do seu negócio? Uma das grandes reclamações dos gestores é a falta de comprometimento dos seus funcionários com o desenvolvimento da empresa, mas nem sempre existem ações para que os colaboradores se sintam parte das decisões e para que se enxerguem como elementos importante para o negócio.

    A reciprocidade é componente que fortalece as relações, aprimora a transparência, reforça o senso de equipe e incentiva a participação de todos nos processos da empresa e na melhoria das entregas para o cliente.

    Gostaria de entender mais sobre como criar uma cultura de confiança por parte da equipe? Acompanhe!

    Incentivar a transparência

    Criar uma cultura de confiança na equipe é um incentivo à transparência para as ações dos colaboradores. É um alinhamento importante para que todos se enxerguem como time e desenvolvam uma mentalidade colaborativa em prol dos objetivos do negócio.

    Situações, como: assumir a responsabilidades por problemas, antever dificuldades futuras e avisar os colegas, apontar falhas nos processos e auxiliar na melhoria dos procedimentos são circunstâncias que se tornam rotineiras, quando se encoraja a transparência.

    Para conquistar esse nível de comprometimento por parte da equipe é preciso apostar numa gestão igualmente transparente, abrindo para o time quais são as metas da empresa, onde a empresa está e pretende chegar. Afinal, quando nos sentimos parte de algo, a relação naturalmente se torna recíproca.

    Reforçar o comprometimento da equipe

    Enquanto caminho de duas vias, a confiança promove uma relação de comprometimento mútuo. Ao mesmo tempo que o colaborador vai apostar suas fichas no sucesso da empresa, contribuindo com o seu trabalho pelo alcance dos objetivos, você também vai saber que pode contar com ele.

    Começamos afirmando tal caminho, pois muitos gestores afirmam que há dificuldade em encontrar colaboradores comprometidos com o crescimento da empresa. Muitas vezes, isso acontece porque os gestores são resistentes em colocar as fichas numa gestão aberta e inclusiva, o que dificulta o estabelecimento da confiança da parte dos funcionários.

    O comprometimento da equipe nasce do conhecimento sobre qual é o seu papel no processo de crescimento do negócio e quais caminhos deve seguir para contribuir com o alcance de metas e com o sucesso da empresa.

    Envolver a equipe nos processos da empresa

    Você pode estar há anos na mesma empresa, mas, ainda assim, é importante consultar os colaboradores sobre a viabilidade dos processos. Afinal, eles é que estão na linha de frente, realizando os procedimentos e identificando técnicas que podem ser aprimoradas.

    Criar uma cultura de confiança proporciona participação dos colaboradores nas decisões sobre quais procedimentos e processos podem ser aprimorados e alterados, quando necessário. Além de deixá-los confortáveis para experimentar novos esquemas de trabalho que viabilizem as entregas para os clientes.

    Realizar feedback

    A cultura do feedback é bem-vinda para a empresa, pois cria dispositivos para que os colaboradores entendam quais são as expectativas de seus gestores e de seus colegas em relação ao seu trabalho.

    Feedback é uma palavra bastante utilizada no meio empresarial, sendo encontrada até em dicionários de sinônimos da língua portuguesa. Do inglês ‘comentários’, a palavra ganhou sentido de retorno, de receber uma resposta em relação a algum aspecto da execução dos trabalhos.

    Evite basear o seu parecer sobre a atuação dos colaboradores em indiretas e comentários que chateiem a equipe. Veja-os como parceiros e estruture a política de feedback de forma que o colaborador possa se autoavaliar e avaliar a empresa.

    Se estiver em dúvidas sobre como aplicar um sistema de feedback, considere o seguinte procedimento:

    1. Identifique quais são os valores da empresa, isso é, características que são essenciais no time e que se refletem no atendimento ao cliente.
    2. Crie um questionário com o qual o colaborador pode se autoavaliar e indicar como ele se enxerga dentro do negócio.
    3. Em reunião individual ou, se preferir, junto ao Recursos Humanos (RH), apresente a avaliação do profissional e converse com ele sobre o motivo pelo qual ele se deu cada nota e como a empresa o avaliou. Nada de confronto. A reunião é uma exposição de ideias e de visões de cada um.
    4. Aponte os aspectos positivos sobre a conduta do colaborador e identifique o que pode ser melhorado para benefício da empresa.

    Fortalecer a conexão entre as pessoas

    Não é por acaso que chamamos o quadro de funcionários de “time” ou de “equipe”. Assim como em alguns esportes, um grupo de pessoa deve atuar, cada qual em sua posição, para que todos atinjam o objetivo final: a vitória.

    Quando não há um alinhamento entre as pessoas e a cooperação mútua dentro do grupo, cada colaborador vai trabalhar com objetivos muito pessoais e particulares, o que pode não ser os mesmos do negócio. A máxima continua valendo: se ninguém sabe para onde ir, qualquer lugar serve, sendo que você deve encaminhar o time para colaborar com o crescimento da empresa.

    As ações para o fortalecimento da conexão entre as pessoas podem ser simples, como realizar festas para comemorar os aniversariantes do mês e/ou promover reuniões diárias de alinhamento para que todos saibam como estão caminhando as tarefas. Por meio de ações que promovam o envolvimento, você garante, inclusive, maior controle sobre o andamento dos processos da empresa.

    A confiança da equipe se constrói pelo aprimoramento das relações entre os membros do time e de um ambiente livre para que todos possam falar, ouvir e compreender o outro, por meio de canais de comunicação eficientes e da avaliação constante de sua postura e de suas capacidades, fortalecendo, dessa forma, a relação ganha-ganha.

    Gostaria de saber mais sobre como construir a confiança da equipe e ter colaboradores alinhados aos objetivos da empresa e comprometidos com as suas metas? Assine nossa newsletter e receba as novidades do blog Sebrae Alagoas!

  • 3 dicas para fazer boas tomadas de decisão na empresa!

    3 dicas para fazer boas tomadas de decisão na empresa!

    Não é novidade que a tomada de decisão gerencial é uma das ações mais frequentes em uma empresa. No entanto, as consequências de um parecer incorreto e as variáveis que surgem ao pensar sobre o problema tornam o processo angustiante para quem está no comando.

    A incerteza ao fazer escolhas está no fato de que o resultado das decisões são desconhecidos e podem afetar o crescimento da empresa ou mesmo as pessoas envolvidas.

    Mas, se tomar decisões é uma ação corriqueira para o gestor, existem formas de auxiliá-lo para que suas deliberações sejam feitas de forma objetiva e consciente. Acompanhe!

    1. Investigue a questão e encontre qual é o problema

    A dificuldade em identificar o problema está no fato de que enxergar todos os lados da questão se constitui como uma tarefa tortuosa para quem está no comando. Sempre atento a todos os processos da empresa, o gestor vive em conflito ao dividir seu tempo entre afazeres diários e o encontro das soluções com as quais vai tomar decisões eficientes.

    Uma dica para encontrar qual é o problema que se está buscando solucionar é mapeá-lo, isso é, criar um esquema no qual consiga visualizá-lo com objetividade. É possível criar, por exemplo, uma linha do tempo, que vai identificar como a circunstância se formou ou, caso prefira, criar um diagrama para distinguir a origem da adversidade das consequências que ela gerou.

    2. Como coletar dados que auxiliem na tomada de decisão gerencial

    A coleta de dados auxilia na análise e no aprofundamento do problema. Para adquirir dados úteis para a tomada de decisão, conte com o auxílio de ferramentas e com a troca de ideias com pessoas que estejam envolvidas na situação ou que tenham passado por algo parecido.

    A análise SWOT é uma dessas ferramentas. Suponha que a decisão a ser tomada tem relação com o crescimento financeiro e que os caminhos para atingir esse objetivo envolvem incorporar um novo cliente ou fechar uma nova parceria. A SWOT auxilia na avalição dos prós e dos contras dentro do cenário do mercado em que a ação vai acontecer.

    Realizar questionários entre os colaboradores que dêem base para enxergar a posição da equipe é outra ferramenta importante. Estruture essa avaliação, de modo a avaliar os prós e os contras de cada decisão e a partir das possibilidades da empresa. Por exemplo, se a contratação de pessoal não é uma opção viável, não ofereça essa solução para escolha da equipe.

    3. Identificar e analisar todas as alternativas disponíveis

    Uma vez que você já entendeu qual é o problema e quais os prós e contras de tomar a sua decisão, procure pensar em como seria a sua realidade caso tivesse optado por um ou outro caminho. É preciso perceber se, de fato, vai estar confortável com a própria resolução. Sempre que analisar o caminho, procure determinar se existem outras alternativas e se elas poderiam ser mais ou menos benéficas para o contexto em que está inserido.

    Parece uma ação que exige tempo e de fato é! Porém, esse momento de buscar possibilidades vai auxiliá-lo a elaborar um planejamento estratégico refinado, o que vai fazer a diferença no momento de executar as ações sobre as quais deliberou.

    A experiência é uma grande aliada na tomada de decisão gerencial e na garantia de que ela ajudará a empresa a crescer financeiramente com os caminhos escolhidos. Após análise e execução de ideias, avalie os resultados e utilize esse conhecimento para as próximas decisões.

    Gostou das nossas dicas sobre tomada de decisões e quer ficar ainda mais por dentro do assunto? Acesse nosso e-book e aprenda a usar os dados em benefício do seu negócio!

  • Como a gestão do conhecimento organizacional forma uma equipe capacitada?

    Como a gestão do conhecimento organizacional forma uma equipe capacitada?

    Acredita que inovação é uma condição para que sua empresa cresça ainda mais e sua equipe se fortaleça? Então você precisa conhecer a gestão do conhecimento organizacional.

    Do inglês, “knowledge management”, a área está relacionada com a gestão estratégica das empresas e não é por acaso. O gerenciamento dos saberes que envolvem uma organização auxiliam na melhoria dos processos e procedimentos realizados pela equipe, além de proporcionar inovação e resultado.

    O conjunto de ações que compõem a gestão do conhecimento viabilizam mudanças necessárias dentro da empresa, como ajustes em procedimentos que não estão funcionando ou a verificação de erros e acertos para encontrar soluções. Todo conhecimento é importante, mas a habilidade de identificar quais saberes vão auxiliar o desenvolvimento de uma organização é fundamental para um gestor.

    Quer saber mais sobre como utilizar conhecimento para conquistar resultados efetivos e tornar sua empresa mais competitiva? Acompanhe!

    O que é gestão do conhecimento organizacional?

    Podemos definir a gestão do conhecimento como o conjunto de ações que uma empresa adota para identificar quais informações são indispensáveis para o seu desenvolvimento. Em termos práticos, significa determinar o que você e seus colaboradores sabem, transformar em processos e obter, com isso, resultados para toda a organização.

    Significa que, ao invés de adotar modelos e padrões provenientes de outras empresas ou utilizar os mesmos processos e procedimentos de anos atrás, sua equipe pode ser levada a descobrir caminhos mais viáveis e proveitosos para o seu negócio, de modo a proporcionar otimização do gerenciamento, eficiência operacional e engajamento do time.

    Qual a importância da gestão do conhecimento?

    Dado o dinamismo com que as empresas funcionam, não é incomum que haja volatilidade na contratação de funcionários. É raro encontrar um profissional da atualidade com mais de 15 anos na mesma ocupação e na mesma empresa.

    Quando um colaborador se desliga, ele leva consigo o conhecimento adquirido na função desempenhada. Porém, quando há gerenciamento do conhecimento organizacional, a equipe é capaz de realizar as atividades sem a insegurança de desconhecer o que o colaborador desempenhava.

    O impacto da metodologia vai além de construir um time dedicado e que compartilha experiências e vivências da empresa. É uma forma de mostrar reconhecimento pelas contribuições de cada funcionário e criar condições para que eles participem da construção dos processos.

    São os colaboradores que vivenciam a dinâmica da empresa e podem sugerir mudanças que tragam, de fato, resultado, em consonância com a sua visão do negócio e experiência. Por meio da adoção do gerenciamento do conhecimento da empresa, você vai obter:

    • acesso ao conhecimento de cada colaborador;
    • valorização do conhecimento de cada um;
    • melhoria do ambiente organizacional.

    Aumentar a inovação

    Cada pessoa tem uma forma de encarar o próprio trabalho e de se relacionar com o conhecimento. Porém, dentro da empresa, a visão dos colaboradores pode não ser bem aproveitada, devido ao rigor dos processos ou à dificuldade de manter o diálogo constante.

    A habilidade de gerenciar o conhecimento permite captar novas ideias, considerar a viabilidade delas e aplicá-las. É, portanto, uma fonte de inovação e transformação constante para a empresa.

    Melhorar a gestão estratégica

    Você pretende criar produtos? Está buscando adaptar a realidade da sua empresa ao modelo home office? Quer mostrar uma imagem mais competitiva para o público-alvo? Aposte na gestão do conhecimento organizacional!

    Gestão estratégica significa comandar as atividades da empresa em torno de um objetivo maior. Para que seu objetivo seja alcançado, todas as ações devem ser organizadas para chegar ao fim determinado.

    O conhecimento de sua equipe, quando gerenciado a partir da estratégia, vai ajudá-lo a conduzir as ações mais rapidamente para conquistar resultados.

    Armazenar informações importantes para o desenvolvimento do trabalho

    Cada projeto entregue para o cliente proporciona acúmulo de conhecimento que deve ser constatado e registrado. As experiências vivenciadas para a realização das tarefas vão auxiliar sua equipe a enfrentar novos desafios.

    Por isso, o armazenamento de informações é de extrema importância para o desenvolvimento de novos trabalhos. Lembrando que conhecimento está se expandindo e dando novos frutos e que ativamos diferentes saberes a cada novo projeto, ou seja, estamos sempre em constante evolução.

    Como colocar a gestão do conhecimento em prática em sua organização?

    A gestão do conhecimento é uma metodologia que, como tal, faz uso de ferramentas para ser colocada em prática. Vamos conhecer algumas delas!

    Fazer reuniões frequentemente com a equipe

    As reuniões com a equipe podem ser um momento de fazer avisos e compartilhar informações corriqueiras da empresa, mas são oportunidades valiosas de compartilhar conhecimento entre colaboradores.

    Estruture as reuniões com a equipe de modo que todos possam fazer contribuições, seja comentando as atividades realizadas, seja apresentando conteúdos que considerem relevantes para os colegas.

    Essa troca de ideias vai encorajar os colaboradores a participarem ativamente da construção da empresa e compartilharem sua visão do negócio.

    Oferecer treinamento e capacitação constante

    A troca de ideias dentro da empresa vai possibilitar que você enxergue os cursos e treinamentos que vão fazer a diferença para a equipe, de modo a aprimorar o fluxo de atividades.

    O ambiente da capacitação é o momento ideal para que a empresa consiga captar o conhecimento individual e torná-lo organizacional e equiparar conhecimento de colaboradores antigos e novos.

    Registrar o conhecimento compartilhado

    O ato de registrar parece dispensável. Mas é uma das formas de garantir que todos os envolvidos nos processos estejam na mesma página.

    O registro pode ser feito de formas diferentes. Muitas empresas utilizam recursos visuais para disseminar procedimentos e processos da empresa. Fluxogramas, gráficos e desenhos são indispensáveis e facilitam a visualização.

    O importante é que toda a equipe tenha acesso ao que foi debatido e efetivamente deliberado, inclusive para que as pessoas possam contribuir com alterações ou melhorias das decisões feitas.

    Por fim, é importante frisar que a gestão do conhecimento organizacional deve considerar a consolidação do saber da equipe e considerá-lo como um valioso ativo para que a empresa possa inovar, construir visão estratégica no time e aprimorar processos de trabalho.

    Gostaria de conhecer cursos que o auxiliem a construir uma gestão focada em conhecimento? Acesse a loja virtual do Sebrae Alagoas e invista no seu conhecimento!

  • Como a revisão de processos pode melhorar os resultados do seu negócio?

    Como a revisão de processos pode melhorar os resultados do seu negócio?

    Com o passar do tempo, a rotina de uma empresa pode se tornar engessada. Processos que são realizados há anos e que não geram mais tanto resultado assim acabam sendo mantidos, mesmo com a necessidade de modernização. Como saber se a companhia ficou estagnada?

    Para ajudar a solucionar esse dilema, temos a revisão de processos. Trata-se de mapear as atividades, atitudes e até mesmo tecnologias que compõem a empresa e buscar meios de melhorar. Nesse post, falaremos das vantagens em adotar esse conceito e mostraremos os indícios que demonstram que mudanças devem ser feitas. Siga a leitura!

    Quais são as vantagens de realizar a revisão de processos?

    Uma rotina diária e corrida pode fazer com que os gestores optem por não revisarem os seus processos e continuem reproduzindo ações que causam prejuízo para a companhia. Assim, uma atividade que não resulte em bons resultados acaba sendo mantida justamente pela falta de revisão.

    Para aqueles gestores e colaboradores que estão muito envolvidos na rotina e que mantém os mesmos processos há meses ou até mesmo anos, fica difícil entender o que pode ser otimizado. Isso é especialmente danoso em épocas de retração econômica, nos quais vender e fidelizar se torna mais complicado.

    Dessa forma, a revisão de processos é uma maneira de preencher lacunas e corrigir falhas que estão afetando diretamente a lucratividade do negócio. A partir do diagnóstico, os gestores conseguirão substituir essas ações por outras, destinadas a maximizar a eficiência e produtividade.

    Uma opção é a adoção de métricas, por exemplo, que ajudarão a empresa a mensurar com precisão os seus resultados. Outro é a automação de marketing, que melhora o fluxo de envio de mensagens aos clientes, de forma programada e evitando o erro humano (como remeter a mesma propaganda várias vezes).

    Melhoria no clima organizacional

    Além disso, a revisão de processos também pode envolver outro tipo de mudança nas empresas. No segundo semestre de 2020, por exemplo, a Coca-Cola criou uma diretoria de inclusão. A intenção é levar mais mulheres aos cargos de liderança, além de buscar a equidade salarial entre os gêneros.

    Esse é uma mudança que pode melhorar o clima organizacional e fazer com que todos os funcionários se sintam ouvidos e valorizados. Com essa alteração no ambiente, a produtividade tende a crescer e as pessoas passam a se sentir mais inclinadas a “vestir a camisa” da companhia.

    Quais são os indícios que indicam a necessidade de revisão?

    A revisão dos processos internos é fundamental para analisar a efetividade das ações do dia a dia e para redirecionar a atuação da empresa, de modo a gerar lucros e vantagem competitiva. No entanto, pode ser difícil encontrar sinais claros de que mudanças devem ser feitas.

    Desse modo, esse tópico serve para apontar alguns indícios claros de necessidade de revisão de processos dentro do ambiente organizacional.

    1. Economia retraída

    Quando a economia está retraída, como no atual cenário brasileiro de pandemia, as empresas precisam buscar novas maneiras de reduzir os custos — e ainda gerar valor para os clientes. A companhia que não modificar seus processos em tempos de turbulência corre sérios riscos de levar prejuízos significativos.

    Aqui, a revisão de processos deve focar em melhores formas de atender o consumidor, além de cortar gastos desnecessários para o funcionamento da empresa. Desse modo, mesmo trabalhando com menos recursos, a empresa buscará a rentabilidade e a inovação.

    2. Baixa produtividade

    A produtividade é outro indicador que aponta a necessidade de uma revisão de processos. Quando o índice está negativo em relação aos períodos anteriores (basta comparar com o mesmo mês do ano anterior, por exemplo), é um sinal de que há uma barreira ao desenvolvimento e à lucratividade.

    Essa baixa produtividade pode se manifestar por meio da desmotivação dos colaboradores, frustrados com a falta de recursos e os resultados aquém do esperado. Além disso, um clima organizacional ruim ou uma má comunicação entre líderes e liderados são exemplos que podem prejudicar a produção da empresa.

    Para lidar com isso, os gestores devem mapear e avaliar as ações que estão levando os funcionários a produzirem menos. Para que eles se sintam ouvidos, reuniões colaborativas com os gestores são uma boa maneira de acolher novas ideias e ouvir as reclamações e sugestões diretamente.

    3. Falhas contínuas e atrasos nos processos

    A ocorrência frequente de falhas impede que a empresa cresça, em seu mercado de atuação, e lucre mais. Elas acontecem por dois motivos principais: falta de treinamento adequado ou recursos de baixa qualidade. Os gestores devem avaliar o caixa da empresa e investir em soluções para evitar atrasos nos processos e produtos de baixa qualidade.

    Essas soluções podem vir em forma de palestras e treinamentos ou investimentos em novos equipamentos e tecnologias, por exemplo. Caso a empresa esteja sem capital de giro para investir, os próprios líderes podem se organizar para repassar conhecimentos aos demais colaboradores. Inclusive, temos um post sobre como isso pode ser feito!

    4. Estoque sem giro

    A falta de giro do estoque ocorre quando a empresa gasta para gerar mais produtos, mas essas mercadorias acabam não tendo uma saída rápida. O exemplo também se aplica aos setores de marketing, por exemplo, quando as campanhas não geram os resultados esperados.

    Nesse caso, a empresa deve investigar as causas, uma vez que ela pode envolver mais de uma explicação. Ela pode estar em problemas no gerenciamento de estoque, a falta de um inventário organizado, necessidade de melhorias no setor logístico ou até mesmo no atendimento ao cliente.

    Portanto, o gestor deve comparar os períodos, principalmente em relação àqueles nos quais a empresa floresceu. O que havia de diferente? Além disso, consultar os clientes fidelizados é uma ótima oportunidade de entender como a empresa pode melhorar a sua abordagem.

    5. Problemas de comunicação entre equipes

    Dentro da empresa, a integração deve ocorrer tanto em processos como em equipes. Só assim todos conseguirão trabalhar de forma dinâmica e alinhada, mantendo uma identidade em qualquer etapa das atividades.

    Entretanto, a perfeita integração entre os times dá-se quando a comunicação entre os departamentos ocorre de forma adequada. Quando os ruídos acontecem, a tendência é que os resultados sejam ruins — o que demanda uma revisão dos processos.

    Cabe aos gestores unir os trabalhadores em prol de objetivos comuns. Isso passa tanto pelo acolhimento como no repasse preciso de tarefas, para que cada um saiba o seu lugar dentro dos projetos. Colaboradores alinhados saberão não só o que deve ter feito, mas como as suas próprias atribuições agregam valor para um determinado projeto.

    Entendeu como a revisão de processos é importante para garantir resultados melhores, rotinas menos atribuladas e, consequentemente, mais rentabilidade para o negócio? Os gestores devem estar de olhos atentos para acompanhar as ações, mapear erros e falhas que atrasem seus projetos. Esse trabalho deve ser periódico, até mesmo para que a identificação de equívocos seja imediata.

    E aí, quer saber como melhorar a tomada de decisão dentro da sua empresa? Então, leia o nosso post sobre como fazer o planejamento estratégico dentro do negócio!

  • Projeção de vendas: o que é e como fazer? Entenda!

    Projeção de vendas: o que é e como fazer? Entenda!

    A projeção de vendas é uma ferramenta essencial para o planejamento financeiro de uma empresa, pois – através dela – o empresário consegue prever o volume de negócios que estão por vir.

    As micro e pequenas empresas não devem traçar apenas planos de curto prazo. Os empreendedores precisam administrar suas empresas por meio de programações que forneçam informações para o futuro do empreendimento.

    Pensando na importância desse tema, elaboramos este texto para explicar o que é a projeção de vendas, dar dicas para você implantar essa estratégia e demonstrar a sua importância.

    Siga o artigo e boa leitura!

    O que é projeção de vendas?

    A projeção de vendas é o planejamento da entrada de receitas nos próximos períodos, uma previsão de quanto a empresa poderá faturar. A periodicidade pode variar, no entanto, o ideal é que seja realizada pelo menos entre três meses a um ano.

    Esse planejamento não exige cálculos avançados, mas requer organização e conhecimento da movimentação dos negócios. Ele pode ser feito por meio de planilhas eletrônicas e, dependendo do tamanho do empreendimento, é interessante pensar em adquirir softwares para esse tipo de controle financeiro.

    Como implantá-la no meu negócio?

    A implantação da projeção de vendas requer o conhecimento de alguns passos para que seja elaborada com eficiência. Para obter sucesso, siga as recomendações que preparamos!

    Busque o histórico de vendas

    A grande vantagem de buscar o seu próprio histórico de vendas é que ele contém dados capazes de fornecer informações reais e exclusivas das suas transações anteriores. Se a sua empresa foi aberta recentemente, procure ajuda nos serviços de apoio às empresas.

    Estude o mercado

    Os segredos dos empresários bem-sucedidos de qualquer ramo de atuação é a curiosidade e a busca constante por informações. A atitude de estudar o mercado é uma maneira de aprender com os erros dos outros e descobrir quais são as tendências de negócios.

    Observe o funil

    O funil de vendas faz parte das estratégias de marketing desenvolvidas nos empreendimentos. Também conhecido como pipeline, ele identifica a posição dos clientes nas suas jornadas com as empresas. São divididos em camadas que vão desde a atração até o fechamento dos negócios. 

    Basicamente, o seu gargalo é dividido em topo, meio e fundo. Quanto mais próximos da extremidade inferior do funil estiverem os clientes, maiores serão as possibilidades de eles efetuarem as compras de seus produtos e serviços.

    Por que essa projeção é importante para o meu negócio?

    A projeção de vendas oferece vários benefícios para as empresas que optam em adotá-la nos seus planejamentos. Saiba agora porque ela é importante.

    Ajuda a pagar impostos e honrar os compromissos

    Os impostos gerados nos fechamentos dos negócios são pagos em diferentes períodos do ano e existem alguns que são cobrados a cada três meses. A projeção de vendas favorece a programação financeira para pagamento desses compromissos. 

    Possibilita a tomada de decisões mais estratégicas

    Quando o empresário conhece o comportamento do mercado e o efeito das vendas anteriores, ele é capaz de tomar decisões assertivas e estratégicas, podendo tanto avançar quanto recuar as suas metas.

    Prever e prevenir-se das crises

    Os efeitos adversos das crises, normalmente, provocam danos para quaisquer que sejam os ramos e os tamanhos dos negócios. No entanto, os empresários que usam a projeção a seu favor e as suas experiências anteriores conseguem prever a chegada de momentos incertos. Assim, não são pegos de surpresa e conseguem se prevenir dos prejuízos. 

    Com essas informações podemos entender que esse método – além de oferecer dados valiosos para proteger a saúde financeira das empresas – prepara os empreendedores para os passos futuros do empreendimento. A partir disso eles saberão onde e quando investir.

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  • O que são os KPIs e como eles melhoram a performance da empresa?

    O que são os KPIs e como eles melhoram a performance da empresa?

    Quando os empreendedores e funcionários observam as atividades desempenhadas em uma empresa, é comum que muitos deles se perguntem: “Este trabalho que estou fazendo realmente fará diferença dentro do contexto do projeto?“.

    Como mensurar os resultados de forma clara, motivando os colaboradores e facilitando o processo de decisão? Neste post, mostraremos o que significa o termo KPIs e como esses indicadores são relevantes para diversos setores e segmentos dentro do mercado.

    Confira!

    O que significa KPI?

    O nome se refere a uma sigla em inglês, Key Performance Indicators, ou indicadores-chave de performance. Os KPIs são ferramentas de gestão empregadas para fornecer informações precisas sobre o desempenho dos projetos, das campanhas de marketing e da produtividade geral dos colaboradores.

    Além de fornecer uma mensuração sobre as atividades, eles podem servir como um fator de motivação para os colaboradores. Afinal, os KPIs oferecem números que atestam se o trabalho desenvolvido na empresa está realmente rendendo frutos para o negócio.

    As informações obtidas pelos indicadores de performance também servem para orientar os gestores a tomarem decisões mais adequadas, levando todo o contexto das atividades em consideração. Em resumo, os KPIs mostram onde a empresa está acertando, mas também destacam os pontos falhos.

    Outra particularidade dos KPIs é que eles podem ser utilizados de forma manual, com cálculos simples, ou de uma forma mais otimizada, como ferramentas já integradas em soluções digitais como o Google Analytics e o Semrush.

    Quais são alguns exemplos de KPIs?

    Conhecemos o conceito, mas nada melhor do que apontar alguns exemplos de KPIs utilizados no ambiente de trabalho.

    Taxa de Conversão (Win Rate)

    Um KPI muito relevante, também conhecido no meio empresarial pelo seu nome em inglês, Win Rate. Ele serve para quantificar os leads (isso é, as pessoas que entram em contato com a empresa) e mensurar quais deles foram efetivamente convertidos em clientes.

    Desse modo, podemos dizer que esse KPI é muito valioso para setores como marketing e vendas, que encontram uma maneira precisa de quantificar as campanhas. Quando uma taxa de conversão fica em 50%, isso significa que a campanha obteve sucesso em metade das tentativas de negócio.

    A fórmula para obter a taxa de conversão é simples: basta dividir o número total de clientes pelo número de leads. Cabe à sua empresa adotar um percentual que os gestores julguem satisfatório (digamos, 60%) e trabalhar em cima desse objetivo.

    Custo de Aquisição de Clientes (CAC)

    O CAC mensura quanto custa a conquista efetiva de um cliente. O cálculo que oferece essa resposta para os empreendedores envolve a soma de todos os gastos de marketing e vendas em um determinado período. Depois de obter esse número, basta dividir pelo total de consumidores que realmente fecharam negócio.

    Diferentemente do que ocorre com o KPI Win Rate, um valor alto de CAC sinaliza que as estratégias estão sendo muito custosas para a empresa. Do mesmo modo, um número mais baixo demonstra que o negócio está gastando menos para conquistar consumidores — o que é desejável, uma vez que prova que há retorno sobre o investimento.

    Retorno de Investimento em Marketing

    Caso você leia uma boa quantidade de textos sobre marketing e vendas, já deve ter se deparado com a sigla ROI em algum artigo. Trata-se do indicador que mensura a relação entre as receitas e os gastos gerados por uma campanha.

    Esse indicador é muito importante para entender se a empresa está realmente recuperando todo o tempo e dinheiro gasto no desenvolvimento e performance das suas campanhas de marketing. Podemos exemplificar de maneira objetiva para entendermos melhor.

    Suponhamos que uma empresa, em um mês, tenha investido 15 mil reais em campanhas de marketing. Já as vendas concluídas nesse período geraram 45.000 mil reais para os cofres daquela companhia. A partir daí, será fácil obter o ROI:

    ROI = Vendas no período (45000) – Gastos no período (15000)/Gastos no período (15000).

    Nesse caso, obtemos 2, o que significa que o retorno sobre investimento foi de 2 vezes o investimento inicial. Também é possível multiplicar o resultado final por 100 para obter uma porcentagem — e chegaríamos aos 200%. Ou seja: para cada valor gasto, a empresa obteve o dobro de retorno.

    Customer Lifetime Value (CLV)

    Já o CLV, demonstra o valor direto de receita que cada cliente representa para o negócio, em determinado período. Para entender melhor, suponhamos que sua empresa tenha um consumidor que gaste, mensalmente, 500 reais em produtos.

    O valor anual desse gasto, nesse caso, é 6 mil reais. O CLV mensura todos os valores desembolsados durante a interação do consumidor com a empresa. Se o cliente do nosso exemplo se mantém fiel ao seu negócio em 3 anos, em média, o CLV será de 18 mil reais.

    E como entender se o número alcançado é desejável? Uma boa ideia é compará-lo ao CAC: assim, o CLV nunca deve ser menor que o CAC. Caso isso aconteça, isso demonstra que o custo para conquistar um consumidor é maior do que a receita que ele traz para o negócio, o que leva a empresa ao prejuízo.

    Churn Rate

    Aqui, temos um dos indicadores favoritos de diversos departamentos. Isso porque ele proporciona maneiras de mensurar receitas recorrentes, facilitando a comparação com determinados períodos para demonstrar se a empresa está crescendo ou perdendo dinheiro.

    O termo tem a ver com a evasão de clientes. Desse modo, podemos dizer que esse KPI oferece um cálculo de quantos consumidores abandonaram a empresa em um período específico. Suponhamos que a empresa tenha 150 clientes fidelizados em janeiro; em fevereiro, esse número cai para 120. O cálculo de churn é o seguinte:

    Churn Rate: número de clientes perdidos / número de clientes que a empresa tinha anteriormente.

    No nosso exemplo, o número de clientes é 30. Dividindo esse valor por 150, temos 0,2, ou 20% quando multiplicamos por 100 para obter um resultado mais claro. Desse modo, constatamos que a evasão é severa e que a empresa deve se preparar melhor em suas campanhas para reter consumidores.

    Quais são os benefícios dos KPIs?

    Agora, falaremos sobre algumas vantagens específicas dos KPIs.

    Mensuração precisa de resultados

    Os KPIs fornecem a possibilidade de mensurar e quantificar os resultados, permitindo que as estratégias e campanhas de marketing, por exemplo, sejam sempre precisas. Além disso, utilizar os indicadores garante que os resultados finais estejam alinhados com os objetivos estipulados em cada etapa do projeto.

    Melhoria no desempenho dos colaboradores

    Os indicadores também são importantes para acompanhar a evolução individual ou coletiva em relação à sua equipe. Isso fará com que a empresa consiga direcionar seus investimentos e estratégias de acordo com essas avaliações. Assim, os gestores conseguirão montar times de acordo com as características dos colaboradores.

    Aumento da eficiência

    Incluir essas métricas no cotidiano empresarial proporciona aos colaboradores entender melhor o que deve ser alcançado. Com etapas claras e objetivos bem definidos, há uma melhoria considerável na motivação da equipe e, claro, na eficiência das atividades executadas.

    Precisão na tomada de decisão

    Com KPIs proporcionando a mensuração adequada de resultados, as dúvidas e incertezas em cada projeto são reduzidas. Afinal, os gestores consultarão os indicadores para observar o que está funcionando e os processos que podem ser removidos para elevar a eficiência dos trabalhos.

    Alinhamento de metas

    Indicadores estabelecidos e comunicados às equipes com transparência geram um alinhamento geral em busca de objetivos comuns. Isso porque outro benefício dos KPIs é a possibilidade de transformar informações completas em direções compreensíveis a todos.

    Um exemplo disso é o KPI de retorno de investimento em marketing, que citamos anteriormente. Ele possibilita uma compreensão mais precisa de campanhas, apontando os resultados diretos dos investimentos em um determinado período. Com essas respostas em mãos, os gestores conseguem alinhar melhor as tarefas e distribuir atividades de acordo com as necessidades do negócio.

    Agora que você sabe o que significa KPIs, já pode buscar introduzi-los em sua própria empresa. Além de otimizar o processo de tomada de decisão e alinhamento dos times, eles também são importantes para definir orçamentos sustentáveis, ampliando a capacidade da empresa de investir bem e colher resultados.

    Gostou do artigo e quer continuar lendo sobre formas de melhorar o desempenho do seu negócio? Então, aproveite a visita e aprenda como fazer um diagnóstico empresarial!