Não é novidade que a tomada de decisão gerencial é uma das ações mais frequentes em uma empresa. No entanto, as consequências de um parecer incorreto e as variáveis que surgem ao pensar sobre o problema tornam o processo angustiante para quem está no comando.
A incerteza ao fazer escolhas está no fato de que o resultado das decisões são desconhecidos e podem afetar o crescimento da empresa ou mesmo as pessoas envolvidas.
Mas, se tomar decisões é uma ação corriqueira para o gestor, existem formas de auxiliá-lo para que suas deliberações sejam feitas de forma objetiva e consciente. Acompanhe!
1. Investigue a questão e encontre qual é o problema
A dificuldade em identificar o problema está no fato de que enxergar todos os lados da questão se constitui como uma tarefa tortuosa para quem está no comando. Sempre atento a todos os processos da empresa, o gestor vive em conflito ao dividir seu tempo entre afazeres diários e o encontro das soluções com as quais vai tomar decisões eficientes.
Uma dica para encontrar qual é o problema que se está buscando solucionar é mapeá-lo, isso é, criar um esquema no qual consiga visualizá-lo com objetividade. É possível criar, por exemplo, uma linha do tempo, que vai identificar como a circunstância se formou ou, caso prefira, criar um diagrama para distinguir a origem da adversidade das consequências que ela gerou.
2. Como coletar dados que auxiliem na tomada de decisão gerencial
A coleta de dados auxilia na análise e no aprofundamento do problema. Para adquirir dados úteis para a tomada de decisão, conte com o auxílio de ferramentas e com a troca de ideias com pessoas que estejam envolvidas na situação ou que tenham passado por algo parecido.
A análise SWOT é uma dessas ferramentas. Suponha que a decisão a ser tomada tem relação com o crescimento financeiro e que os caminhos para atingir esse objetivo envolvem incorporar um novo cliente ou fechar uma nova parceria. A SWOT auxilia na avalição dos prós e dos contras dentro do cenário do mercado em que a ação vai acontecer.
Realizar questionários entre os colaboradores que dêem base para enxergar a posição da equipe é outra ferramenta importante. Estruture essa avaliação, de modo a avaliar os prós e os contras de cada decisão e a partir das possibilidades da empresa. Por exemplo, se a contratação de pessoal não é uma opção viável, não ofereça essa solução para escolha da equipe.
3. Identificar e analisar todas as alternativas disponíveis
Uma vez que você já entendeu qual é o problema e quais os prós e contras de tomar a sua decisão, procure pensar em como seria a sua realidade caso tivesse optado por um ou outro caminho. É preciso perceber se, de fato, vai estar confortável com a própria resolução. Sempre que analisar o caminho, procure determinar se existem outras alternativas e se elas poderiam ser mais ou menos benéficas para o contexto em que está inserido.
Parece uma ação que exige tempo e de fato é! Porém, esse momento de buscar possibilidades vai auxiliá-lo a elaborar um planejamento estratégico refinado, o que vai fazer a diferença no momento de executar as ações sobre as quais deliberou.
A experiência é uma grande aliada na tomada de decisão gerencial e na garantia de que ela ajudará a empresa a crescer financeiramente com os caminhos escolhidos. Após análise e execução de ideias, avalie os resultados e utilize esse conhecimento para as próximas decisões.
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Acredita que inovação é uma condição para que sua empresa cresça ainda mais e sua equipe se fortaleça? Então você precisa conhecer a gestão do conhecimento organizacional.
Do inglês, “knowledge management”, a área está relacionada com a gestão estratégica das empresas e não é por acaso. O gerenciamento dos saberes que envolvem uma organização auxiliam na melhoria dos processos e procedimentos realizados pela equipe, além de proporcionar inovação e resultado.
O conjunto de ações que compõem a gestão do conhecimento viabilizam mudanças necessárias dentro da empresa, como ajustes em procedimentos que não estão funcionando ou a verificação de erros e acertos para encontrar soluções. Todo conhecimento é importante, mas a habilidade de identificar quais saberes vão auxiliar o desenvolvimento de uma organização é fundamental para um gestor.
Quer saber mais sobre como utilizar conhecimento para conquistar resultados efetivos e tornar sua empresa mais competitiva? Acompanhe!
O que é gestão do conhecimento organizacional?
Podemos definir a gestão do conhecimento como o conjunto de ações que uma empresa adota para identificar quais informações são indispensáveis para o seu desenvolvimento. Em termos práticos, significa determinar o que você e seus colaboradores sabem, transformar em processos e obter, com isso, resultados para toda a organização.
Significa que, ao invés de adotar modelos e padrões provenientes de outras empresas ou utilizar os mesmos processos e procedimentos de anos atrás, sua equipe pode ser levada a descobrir caminhos mais viáveis e proveitosos para o seu negócio, de modo a proporcionar otimização do gerenciamento, eficiência operacional e engajamento do time.
Qual a importância da gestão do conhecimento?
Dado o dinamismo com que as empresas funcionam, não é incomum que haja volatilidade na contratação de funcionários. É raro encontrar um profissional da atualidade com mais de 15 anos na mesma ocupação e na mesma empresa.
Quando um colaborador se desliga, ele leva consigo o conhecimento adquirido na função desempenhada. Porém, quando há gerenciamento do conhecimento organizacional, a equipe é capaz de realizar as atividades sem a insegurança de desconhecer o que o colaborador desempenhava.
São os colaboradores que vivenciam a dinâmica da empresa e podem sugerir mudanças que tragam, de fato, resultado, em consonância com a sua visão do negócio e experiência. Por meio da adoção do gerenciamento do conhecimento da empresa, você vai obter:
acesso ao conhecimento de cada colaborador;
valorização do conhecimento de cada um;
melhoria do ambiente organizacional.
Aumentar a inovação
Cada pessoa tem uma forma de encarar o próprio trabalho e de se relacionar com o conhecimento. Porém, dentro da empresa, a visão dos colaboradores pode não ser bem aproveitada, devido ao rigor dos processos ou à dificuldade de manter o diálogo constante.
A habilidade de gerenciar o conhecimento permite captar novas ideias, considerar a viabilidade delas e aplicá-las. É, portanto, uma fonte de inovação e transformação constante para a empresa.
Gestão estratégica significa comandar as atividades da empresa em torno de um objetivo maior. Para que seu objetivo seja alcançado, todas as ações devem ser organizadas para chegar ao fim determinado.
O conhecimento de sua equipe, quando gerenciado a partir da estratégia, vai ajudá-lo a conduzir as ações mais rapidamente para conquistar resultados.
Armazenar informações importantes para o desenvolvimento do trabalho
Cada projeto entregue para o cliente proporciona acúmulo de conhecimento que deve ser constatado e registrado. As experiências vivenciadas para a realização das tarefas vão auxiliar sua equipe a enfrentar novos desafios.
Por isso, o armazenamento de informações é de extrema importância para o desenvolvimento de novos trabalhos. Lembrando que conhecimento está se expandindo e dando novos frutos e que ativamos diferentes saberes a cada novo projeto, ou seja, estamos sempre em constante evolução.
Como colocar a gestão do conhecimento em prática em sua organização?
A gestão do conhecimento é uma metodologia que, como tal, faz uso de ferramentas para ser colocada em prática. Vamos conhecer algumas delas!
Fazer reuniões frequentemente com a equipe
As reuniões com a equipe podem ser um momento de fazer avisos e compartilhar informações corriqueiras da empresa, mas são oportunidades valiosas de compartilhar conhecimento entre colaboradores.
Estruture as reuniões com a equipe de modo que todos possam fazer contribuições, seja comentando as atividades realizadas, seja apresentando conteúdos que considerem relevantes para os colegas.
Essa troca de ideias vai encorajar os colaboradores a participarem ativamente da construção da empresa e compartilharem sua visão do negócio.
Oferecer treinamento e capacitação constante
A troca de ideias dentro da empresa vai possibilitar que você enxergue os cursos e treinamentos que vão fazer a diferença para a equipe, de modo a aprimorar o fluxo de atividades.
O ambiente da capacitação é o momento ideal para que a empresa consiga captar o conhecimento individual e torná-lo organizacional e equiparar conhecimento de colaboradores antigos e novos.
Registrar o conhecimento compartilhado
O ato de registrar parece dispensável. Mas é uma das formas de garantir que todos os envolvidos nos processos estejam na mesma página.
O registro pode ser feito de formas diferentes. Muitas empresas utilizam recursos visuais para disseminar procedimentos e processos da empresa. Fluxogramas, gráficos e desenhos são indispensáveis e facilitam a visualização.
O importante é que toda a equipe tenha acesso ao que foi debatido e efetivamente deliberado, inclusive para que as pessoas possam contribuir com alterações ou melhorias das decisões feitas.
Por fim, é importante frisar que a gestão do conhecimento organizacional deve considerar a consolidação do saber da equipe e considerá-lo como um valioso ativo para que a empresa possa inovar, construir visão estratégica no time e aprimorar processos de trabalho.
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Com o passar do tempo, a rotina de uma empresa pode se tornar engessada. Processos que são realizados há anos e que não geram mais tanto resultado assim acabam sendo mantidos, mesmo com a necessidade de modernização. Como saber se a companhia ficou estagnada?
Para ajudar a solucionar esse dilema, temos a revisão de processos. Trata-se de mapear as atividades, atitudes e até mesmo tecnologias que compõem a empresa e buscar meios de melhorar. Nesse post, falaremos das vantagens em adotar esse conceito e mostraremos os indícios que demonstram que mudanças devem ser feitas. Siga a leitura!
Quais são as vantagens de realizar a revisão de processos?
Uma rotina diária e corrida pode fazer com que os gestores optem por não revisarem os seus processos e continuem reproduzindo ações que causam prejuízo para a companhia. Assim, uma atividade que não resulte em bons resultados acaba sendo mantida justamente pela falta de revisão.
Para aqueles gestores e colaboradores que estão muito envolvidos na rotina e que mantém os mesmos processos há meses ou até mesmo anos, fica difícil entender o que pode ser otimizado. Isso é especialmente danoso em épocas de retração econômica, nos quais vender e fidelizar se torna mais complicado.
Dessa forma, a revisão de processos é uma maneira de preencher lacunas e corrigir falhas que estão afetando diretamente a lucratividade do negócio. A partir do diagnóstico, os gestores conseguirão substituir essas ações por outras, destinadas a maximizar a eficiência e produtividade.
Uma opção é a adoção de métricas, por exemplo, que ajudarão a empresa a mensurar com precisão os seus resultados. Outro é a automação de marketing, que melhora o fluxo de envio de mensagens aos clientes, de forma programada e evitando o erro humano (como remeter a mesma propaganda várias vezes).
Melhoria no clima organizacional
Além disso, a revisão de processos também pode envolver outro tipo de mudança nas empresas. No segundo semestre de 2020, por exemplo, a Coca-Cola criou uma diretoria de inclusão. A intenção é levar mais mulheres aos cargos de liderança, além de buscar a equidade salarial entre os gêneros.
Esse é uma mudança que pode melhorar o clima organizacional e fazer com que todos os funcionários se sintam ouvidos e valorizados. Com essa alteração no ambiente, a produtividade tende a crescer e as pessoas passam a se sentir mais inclinadas a “vestir a camisa” da companhia.
Quais são os indícios que indicam a necessidade de revisão?
A revisão dos processos internos é fundamental para analisar a efetividade das ações do dia a dia e para redirecionar a atuação da empresa, de modo a gerar lucros e vantagem competitiva. No entanto, pode ser difícil encontrar sinais claros de que mudanças devem ser feitas.
Desse modo, esse tópico serve para apontar alguns indícios claros de necessidade de revisão de processos dentro do ambiente organizacional.
1. Economia retraída
Quando a economia está retraída, como no atual cenário brasileiro de pandemia, as empresas precisam buscar novas maneiras de reduzir os custos — e ainda gerar valor para os clientes. A companhia que não modificar seus processos em tempos de turbulência corre sérios riscos de levar prejuízos significativos.
Aqui, a revisão de processos deve focar em melhores formas de atender o consumidor, além de cortar gastos desnecessários para o funcionamento da empresa. Desse modo, mesmo trabalhando com menos recursos, a empresa buscará a rentabilidade e a inovação.
2. Baixa produtividade
A produtividade é outro indicador que aponta a necessidade de uma revisão de processos. Quando o índice está negativo em relação aos períodos anteriores (basta comparar com o mesmo mês do ano anterior, por exemplo), é um sinal de que há uma barreira ao desenvolvimento e à lucratividade.
Essa baixa produtividade pode se manifestar por meio da desmotivação dos colaboradores, frustrados com a falta de recursos e os resultados aquém do esperado. Além disso, um clima organizacional ruim ou uma má comunicação entre líderes e liderados são exemplos que podem prejudicar a produção da empresa.
Para lidar com isso, os gestores devem mapear e avaliar as ações que estão levando os funcionários a produzirem menos. Para que eles se sintam ouvidos, reuniões colaborativas com os gestores são uma boa maneira de acolher novas ideias e ouvir as reclamações e sugestões diretamente.
3. Falhas contínuas e atrasos nos processos
A ocorrência frequente de falhas impede que a empresa cresça, em seu mercado de atuação, e lucre mais. Elas acontecem por dois motivos principais: falta de treinamento adequado ou recursos de baixa qualidade. Os gestores devem avaliar o caixa da empresa e investir em soluções para evitar atrasos nos processos e produtos de baixa qualidade.
Essas soluções podem vir em forma de palestras e treinamentos ou investimentos em novos equipamentos e tecnologias, por exemplo. Caso a empresa esteja sem capital de giro para investir, os próprios líderes podem se organizar para repassar conhecimentos aos demais colaboradores. Inclusive, temos um post sobre como isso pode ser feito!
4. Estoque sem giro
A falta de giro do estoque ocorre quando a empresa gasta para gerar mais produtos, mas essas mercadorias acabam não tendo uma saída rápida. O exemplo também se aplica aos setores de marketing, por exemplo, quando as campanhas não geram os resultados esperados.
Nesse caso, a empresa deve investigar as causas, uma vez que ela pode envolver mais de uma explicação. Ela pode estar em problemas no gerenciamento de estoque, a falta de um inventário organizado, necessidade de melhorias no setor logístico ou até mesmo no atendimento ao cliente.
Portanto, o gestor deve comparar os períodos, principalmente em relação àqueles nos quais a empresa floresceu. O que havia de diferente? Além disso, consultar os clientes fidelizados é uma ótima oportunidade de entender como a empresa pode melhorar a sua abordagem.
5. Problemas de comunicação entre equipes
Dentro da empresa, a integração deve ocorrer tanto em processos como em equipes. Só assim todos conseguirão trabalhar de forma dinâmica e alinhada, mantendo uma identidade em qualquer etapa das atividades.
Entretanto, a perfeita integração entre os times dá-se quando a comunicação entre os departamentos ocorre de forma adequada. Quando os ruídos acontecem, a tendência é que os resultados sejam ruins — o que demanda uma revisão dos processos.
Cabe aos gestores unir os trabalhadores em prol de objetivos comuns. Isso passa tanto pelo acolhimento como no repasse preciso de tarefas, para que cada um saiba o seu lugar dentro dos projetos. Colaboradores alinhados saberão não só o que deve ter feito, mas como as suas próprias atribuições agregam valor para um determinado projeto.
Entendeu como a revisão de processos é importante para garantir resultados melhores, rotinas menos atribuladas e, consequentemente, mais rentabilidade para o negócio? Os gestores devem estar de olhos atentos para acompanhar as ações, mapear erros e falhas que atrasem seus projetos. Esse trabalho deve ser periódico, até mesmo para que a identificação de equívocos seja imediata.
E aí, quer saber como melhorar a tomada de decisão dentro da sua empresa? Então, leia o nosso post sobre como fazer o planejamento estratégico dentro do negócio!
A projeção de vendas é uma ferramenta essencial para o planejamento financeiro de uma empresa, pois – através dela – o empresário consegue prever o volume de negócios que estão por vir.
As micro e pequenas empresas não devem traçar apenas planos de curto prazo. Os empreendedores precisam administrar suas empresas por meio de programações que forneçam informações para o futuro do empreendimento.
Pensando na importância desse tema, elaboramos este texto para explicar o que é a projeção de vendas, dar dicas para você implantar essa estratégia e demonstrar a sua importância.
Siga o artigo e boa leitura!
O que é projeção de vendas?
A projeção de vendas é o planejamento da entrada de receitas nos próximos períodos, uma previsão de quanto a empresa poderá faturar. A periodicidade pode variar, no entanto, o ideal é que seja realizada pelo menos entre três meses a um ano.
Esse planejamento não exige cálculos avançados, mas requer organização e conhecimento da movimentação dos negócios. Ele pode ser feito por meio de planilhas eletrônicas e, dependendo do tamanho do empreendimento, é interessante pensar em adquirir softwares para esse tipo de controle financeiro.
Como implantá-la no meu negócio?
A implantação da projeção de vendas requer o conhecimento de alguns passos para que seja elaborada com eficiência. Para obter sucesso, siga as recomendações que preparamos!
Busque o histórico de vendas
A grande vantagem de buscar o seu próprio histórico de vendas é que ele contém dados capazes de fornecer informações reais e exclusivas das suas transações anteriores. Se a sua empresa foi aberta recentemente, procure ajuda nos serviços de apoio às empresas.
Estude o mercado
Os segredos dos empresários bem-sucedidos de qualquer ramo de atuação é a curiosidade e a busca constante por informações. A atitude de estudar o mercado é uma maneira de aprender com os erros dos outros e descobrir quais são as tendências de negócios.
Observe o funil
O funil de vendas faz parte das estratégias de marketing desenvolvidas nos empreendimentos. Também conhecido como pipeline, ele identifica a posição dos clientes nas suas jornadas com as empresas. São divididos em camadas que vão desde a atração até o fechamento dos negócios.
Basicamente, o seu gargalo é dividido em topo, meio e fundo. Quanto mais próximos da extremidade inferior do funil estiverem os clientes, maiores serão as possibilidades de eles efetuarem as compras de seus produtos e serviços.
Por que essa projeção é importante para o meu negócio?
A projeção de vendas oferece vários benefícios para as empresas que optam em adotá-la nos seus planejamentos. Saiba agora porque ela é importante.
Ajuda a pagar impostos e honrar os compromissos
Os impostos gerados nos fechamentos dos negócios são pagos em diferentes períodos do ano e existem alguns que são cobrados a cada três meses. A projeção de vendas favorece a programação financeira para pagamento desses compromissos.
Possibilita a tomada de decisões mais estratégicas
Quando o empresário conhece o comportamento do mercado e o efeito das vendas anteriores, ele é capaz de tomar decisões assertivas e estratégicas, podendo tanto avançar quanto recuar as suas metas.
Prever e prevenir-se das crises
Os efeitos adversos das crises, normalmente, provocam danos para quaisquer que sejam os ramos e os tamanhos dos negócios. No entanto, os empresários que usam a projeção a seu favor e as suas experiências anteriores conseguem prever a chegada de momentos incertos. Assim, não são pegos de surpresa e conseguem se prevenir dos prejuízos.
Com essas informações podemos entender que esse método – além de oferecer dados valiosos para proteger a saúde financeira das empresas – prepara os empreendedores para os passos futuros do empreendimento. A partir disso eles saberão onde e quando investir.
Quando os empreendedores e funcionários observam as atividades desempenhadas em uma empresa, é comum que muitos deles se perguntem: “Este trabalho que estou fazendo realmente fará diferença dentro do contexto do projeto?“.
Como mensurar os resultados de forma clara, motivando os colaboradores e facilitando o processo de decisão? Neste post, mostraremos o que significa o termo KPIs e como esses indicadores são relevantes para diversos setores e segmentos dentro do mercado.
Confira!
O que significa KPI?
O nome se refere a uma sigla em inglês, Key Performance Indicators, ou indicadores-chave de performance. Os KPIs são ferramentas de gestão empregadas para fornecer informações precisas sobre o desempenho dos projetos, das campanhas de marketing e da produtividade geral dos colaboradores.
Além de fornecer uma mensuração sobre as atividades, eles podem servir como um fator de motivação para os colaboradores. Afinal, os KPIs oferecem números que atestam se o trabalho desenvolvido na empresa está realmente rendendo frutos para o negócio.
As informações obtidas pelos indicadores de performance também servem para orientar os gestores a tomarem decisões mais adequadas, levando todo o contexto das atividades em consideração. Em resumo, os KPIs mostram onde a empresa está acertando, mas também destacam os pontos falhos.
Outra particularidade dos KPIs é que eles podem ser utilizados de forma manual, com cálculos simples, ou de uma forma mais otimizada, como ferramentas já integradas em soluções digitais como o Google Analytics e o Semrush.
Quais são alguns exemplos de KPIs?
Conhecemos o conceito, mas nada melhor do que apontar alguns exemplos de KPIs utilizados no ambiente de trabalho.
Taxa de Conversão (Win Rate)
Um KPI muito relevante, também conhecido no meio empresarial pelo seu nome em inglês, Win Rate. Ele serve para quantificar os leads (isso é, as pessoas que entram em contato com a empresa) e mensurar quais deles foram efetivamente convertidos em clientes.
Desse modo, podemos dizer que esse KPI é muito valioso para setores como marketing e vendas, que encontram uma maneira precisa de quantificar as campanhas. Quando uma taxa de conversão fica em 50%, isso significa que a campanha obteve sucesso em metade das tentativas de negócio.
A fórmula para obter a taxa de conversão é simples: basta dividir o número total de clientes pelo número de leads. Cabe à sua empresa adotar um percentual que os gestores julguem satisfatório (digamos, 60%) e trabalhar em cima desse objetivo.
Custo de Aquisição de Clientes (CAC)
O CAC mensura quanto custa a conquista efetiva de um cliente. O cálculo que oferece essa resposta para os empreendedores envolve a soma de todos os gastos de marketing e vendas em um determinado período. Depois de obter esse número, basta dividir pelo total de consumidores que realmente fecharam negócio.
Diferentemente do que ocorre com o KPI Win Rate, um valor alto de CAC sinaliza que as estratégias estão sendo muito custosas para a empresa. Do mesmo modo, um número mais baixo demonstra que o negócio está gastando menos para conquistar consumidores — o que é desejável, uma vez que prova que há retorno sobre o investimento.
Retorno de Investimento em Marketing
Caso você leia uma boa quantidade de textos sobre marketing e vendas, já deve ter se deparado com a sigla ROI em algum artigo. Trata-se do indicador que mensura a relação entre as receitas e os gastos gerados por uma campanha.
Esse indicador é muito importante para entender se a empresa está realmente recuperando todo o tempo e dinheiro gasto no desenvolvimento e performance das suas campanhas de marketing. Podemos exemplificar de maneira objetiva para entendermos melhor.
Suponhamos que uma empresa, em um mês, tenha investido 15 mil reais em campanhas de marketing. Já as vendas concluídas nesse período geraram 45.000 mil reais para os cofres daquela companhia. A partir daí, será fácil obter o ROI:
ROI = Vendas no período (45000) – Gastos no período (15000)/Gastos no período (15000).
Nesse caso, obtemos 2, o que significa que o retorno sobre investimento foi de 2 vezes o investimento inicial. Também é possível multiplicar o resultado final por 100 para obter uma porcentagem — e chegaríamos aos 200%. Ou seja: para cada valor gasto, a empresa obteve o dobro de retorno.
Customer Lifetime Value (CLV)
Já o CLV, demonstra o valor direto de receita que cada cliente representa para o negócio, em determinado período. Para entender melhor, suponhamos que sua empresa tenha um consumidor que gaste, mensalmente, 500 reais em produtos.
O valor anual desse gasto, nesse caso, é 6 mil reais. O CLV mensura todos os valores desembolsados durante a interação do consumidor com a empresa. Se o cliente do nosso exemplo se mantém fiel ao seu negócio em 3 anos, em média, o CLV será de 18 mil reais.
E como entender se o número alcançado é desejável? Uma boa ideia é compará-lo ao CAC: assim, o CLV nunca deve ser menor que o CAC. Caso isso aconteça, isso demonstra que o custo para conquistar um consumidor é maior do que a receita que ele traz para o negócio, o que leva a empresa ao prejuízo.
Churn Rate
Aqui, temos um dos indicadores favoritos de diversos departamentos. Isso porque ele proporciona maneiras de mensurar receitas recorrentes, facilitando a comparação com determinados períodos para demonstrar se a empresa está crescendo ou perdendo dinheiro.
O termo tem a ver com a evasão de clientes. Desse modo, podemos dizer que esse KPI oferece um cálculo de quantos consumidores abandonaram a empresa em um período específico. Suponhamos que a empresa tenha 150 clientes fidelizados em janeiro; em fevereiro, esse número cai para 120. O cálculo de churn é o seguinte:
Churn Rate: número de clientes perdidos / número de clientes que a empresa tinha anteriormente.
No nosso exemplo, o número de clientes é 30. Dividindo esse valor por 150, temos 0,2, ou 20% quando multiplicamos por 100 para obter um resultado mais claro. Desse modo, constatamos que a evasão é severa e que a empresa deve se preparar melhor em suas campanhas para reter consumidores.
Quais são os benefícios dos KPIs?
Agora, falaremos sobre algumas vantagens específicas dos KPIs.
Mensuração precisa de resultados
Os KPIs fornecem a possibilidade de mensurar e quantificar os resultados, permitindo que as estratégias e campanhas de marketing, por exemplo, sejam sempre precisas. Além disso, utilizar os indicadores garante que os resultados finais estejam alinhados com os objetivos estipulados em cada etapa do projeto.
Melhoria no desempenho dos colaboradores
Os indicadores também são importantes para acompanhar a evolução individual ou coletiva em relação à sua equipe. Isso fará com que a empresa consiga direcionar seus investimentos e estratégias de acordo com essas avaliações. Assim, os gestores conseguirão montar times de acordo com as características dos colaboradores.
Aumento da eficiência
Incluir essas métricas no cotidiano empresarial proporciona aos colaboradores entender melhor o que deve ser alcançado. Com etapas claras e objetivos bem definidos, há uma melhoria considerável na motivação da equipe e, claro, na eficiência das atividades executadas.
Precisão na tomada de decisão
Com KPIs proporcionando a mensuração adequada de resultados, as dúvidas e incertezas em cada projeto são reduzidas. Afinal, os gestores consultarão os indicadores para observar o que está funcionando e os processos que podem ser removidos para elevar a eficiência dos trabalhos.
Alinhamento de metas
Indicadores estabelecidos e comunicados às equipes com transparência geram um alinhamento geral em busca de objetivos comuns. Isso porque outro benefício dos KPIs é a possibilidade de transformar informações completas em direções compreensíveis a todos.
Um exemplo disso é o KPI de retorno de investimento em marketing, que citamos anteriormente. Ele possibilita uma compreensão mais precisa de campanhas, apontando os resultados diretos dos investimentos em um determinado período. Com essas respostas em mãos, os gestores conseguem alinhar melhor as tarefas e distribuir atividades de acordo com as necessidades do negócio.
Agora que você sabe o que significa KPIs, já pode buscar introduzi-los em sua própria empresa. Além de otimizar o processo de tomada de decisão e alinhamento dos times, eles também são importantes para definir orçamentos sustentáveis, ampliando a capacidade da empresa de investir bem e colher resultados.
Gostou do artigo e quer continuar lendo sobre formas de melhorar o desempenho do seu negócio? Então, aproveite a visita e aprenda como fazer um diagnóstico empresarial!
Entender como distribuir responsabilidades é um dos principais desafios dos gestores. Afinal, é preciso conhecer as habilidades de cada membro da equipe para saber como delegar tarefas da melhor maneira e, com isso, priorizar ações mais estratégicas para o desenvolvimento do negócio.
Além disso, ao dividir as responsabilidades, os colaboradores se sentem valorizados e motivados, pois têm a chance de desenvolvimento de novas capacidades e de reconhecimento. Por isso, é muito importante saber abrir mão de determinadas tarefas e aprender a orientar a equipe para a sua execução de forma adequada.
Acompanhe nosso post para descobrir como fazer isso e impulsionar seus resultados!
Entenda como delegar tarefas
Em qualquer empreendimento, as tarefas podem (e devem) ser distribuídas para a equipe. Quando um líder tenta centralizar todos os processos, normalmente o resultado é a sobrecarga de trabalho e a falta de tempo para o planejamento estratégico do negócio.
Assim, é fundamental reconhecer que a equipe não é formada por pessoas cuja atribuição é apenas ajudar nas tarefas, mas sim por colaboradores que podem executar o trabalho com responsabilidade, sob a orientação do líder. Embora isso possa ser difícil para gestores centralizadores, os resultados sempre são positivos:
a equipe se sente mais confiante e motivada;
cada colaborador tem mais chances de desenvolver suas habilidades e se sente valorizado, como uma peça essencial na engrenagem da empresa;
os gestores têm mais tempo para analisar o negócio e planejar novos produtos, serviços ou ações estratégicas para o crescimento da empresa;
quando a equipe tem autonomia, na ausência de um dos colaboradores ou mesmo do gestor, a empresa não fica engessada;
com a sinergia de todos, a tendência é de melhoria na produtividade e, como consequência, nos resultados.
Para delegar tarefas de forma inteligente e conseguir os benefícios citados é preciso agir com sabedoria. Confira a seguir algumas dicas!
1. Conheça todos os processos da empresa
Antes de delegar as tarefas, é fundamental que o líder saiba executá-las. Por isso, é importante conhecer os processos da empresa e as ferramentas utilizadas para a sua execução. Afinal, essa é a única forma de orientar a equipe, esclarecer dúvidas e medir os resultados.
2. Observe as habilidades dos colaboradores
Essa regra deve ser seguida tanto na contratação quanto nas ações de qualificação e motivação internas. Várias habilidades podem ser desenvolvidas, mas a distribuição das tarefas devem ser avaliadas com inteligência.
Por exemplo, não vale a pena desperdiçar o talento de um bom vendedor com tarefas administrativas, ou ignorar o conhecimento técnico de um colaborador, passando responsabilidades burocráticas.
No entanto, o gestor deve compreender que, ao delegar uma tarefa, não está se desligando dela. Na verdade, é preciso orientar, esclarecer dúvidas e acompanhar a execução de forma contínua.
3. Oriente de forma adequada
Passe todas as informações necessárias para a execução do trabalho e coloque-se à disposição para o esclarecimento de dúvidas. O estabelecimento de prazos, metas e objetivos de cada atividade devem ser claros.
As orientações, dependendo da complexidade do trabalho e características do profissional, podem ser compartilhadas por escrito, em vídeo, em reuniões com apresentações de imagens e gráficos, entre outras ações. Lembre-se de que, para algumas atividades, a demonstração funciona melhor do que a orientação verbal ou escrita.
A organização deve, inclusive, criar materiais de referência para esclarecer dúvidas do dia a dia, além de um passo a passo de execução dos principais processos. No entanto, isso não exime o gestor da responsabilidade de solucionar dúvidas e questionamentos.
4. Antecipe problemas
Além das instruções claras para a execução das tarefas, cabe aos gestores imaginar o que pode causar problemas em determinadas ações e anteciparessa possibilidade aos colaboradores. Essa orientação deve fazer parte dos materiais de referência da empresa e pode, inclusive, ser enriquecida a partir de relatos de falhas por parte da própria equipe.
5. Meça os resultados
Qualquer trabalho precisa ter um objetivo. Assim, é importante estabelecer metas e avaliar se elas estão sendo alcançadas. Caso não estejam, é preciso observar quais os pontos falhos e aplicar medidas corretivas. A análise dos resultados deve considerar tanto o desempenho individual quanto a performance da equipe, lembrando que a sinergia entre os colaboradores é um diferencial relevante.
6. Ofereça feedbacks
A atividade foi bem desenvolvida e o resultado de acordo com a expectativa? Informe isso ao profissional, assim ele saberá que está no caminho certo e sentirá que o seu empenho é reconhecido.
Da mesma forma, se a tarefa precisa de ajustes ou melhorias, oriente o colaborador. Saiba ressaltar os pontos positivos e mostrar as falhas, com gentileza, destacando os pontos importantes e o objetivo esperado. Os feedbacks, tanto positivos quanto negativos, são essenciais para o aprendizado e desenvolvimento das habilidades.
7. Ouça os colaboradores
O diálogo é sempre muito importante. Em diversos casos, o profissional que executa a tarefa delegada pode ter novas ideias, conhecer outros métodos e ferramentas ou mesmo ter críticas sobre a forma como a estratégia é aplicada. Por isso, sempre é interessante escutar o que os colaboradores têm a dizer e avaliar as sugestões.
Saiba delegar tarefas e melhorar o ambiente interno
Não há dúvidas de que a delegação de responsabilidades promove mais satisfação da equipe, que tem a oportunidade de desenvolver sua criatividade e novas competências, além do sentimento de valorização do trabalho.
No entanto, para muitos gestores, sair da zona de conforto e compartilhar as responsabilidades é bastante difícil. Por isso, é preciso também fazer um bom planejamento antes de promover essas mudanças. Como explicamos, a criação de materiais de orientação e a comunicação clara e aberta são essenciais para o sucesso da iniciativa.
Entender como delegar tarefas de forma adequada faz muita diferença para a produtividade do negócio. Assim, além de orientar, supervisionar e estimular a equipe, o líder deve compartilhar os resultados e sinalizar os pontos de melhoria. Como consequência, a equipe terá cada vez mais sinergia e motivação.
Nosso post ajudou a mudar a sua visão sobre produtividade e satisfação dos colaboradores? Siga nossas redes sociais para ficar por dentro de outras dicas sobre gestão, liderança e estratégias para impulsionar o seu negócio! Estamos no Facebook, Instagram, YouTube, Twitter e LinkedIn.
Você sabe o que é um planejamento estratégico? Ele se refere a uma ferramenta que busca mapear o que deve ser feito para alcançar os objetivos da empresa. De forma resumida, funciona como um roteiro que mostra onde o seu negócio está, aonde ele precisa chegar e quais as ações necessárias para alcançar determinado fim.
O planejamento estratégico é muito importante porque ajuda a antecipar problemas e criar soluções eficientes para que eles não voltem a acontecer. Além disso, facilita o monitoramento do progresso de qualquer projeto.
Percebeu por que você deve implementá-lo na sua empresa? Continue a leitura deste artigo e saiba como fazer isso de maneira efetiva.
Faça um diagnóstico da empresa
Antes de tudo, você precisa entender a atual situação da sua empresa. Para isso, é preciso fazer um diagnóstico do seu negócio a fim de avaliar a sua posição financeira, o desempenho dos processos, a construção da marca, a qualidade dos serviços ou produtos, a satisfação dos colaboradores etc.
Existe um método que pode ajudar bastante nesse momento: a análise SWOT. Assim, será possível analisar alguns pontos muito importantes da sua empresa, como:
Strengths (Forças): pontos fortes e vantagens sobre a concorrência;
Weaknesses (Fraquezas): pontos fracos da empresa e vulnerabilidades;
Opportunities (Oportunidades): eventos e situações que podem favorecer a empresa no mercado;
Threats (Ameaças): fatores externos que têm impacto negativo sobre o seu negócio.
Trace os objetivos
Sem objetivos bem definidos você não conseguirá chegar a lugar nenhum. O ideal é que eles possam ser divididos em metas, as quais serão atingidas por períodos. Assim, ficará mais fácil chegar aonde você deseja.
Dê preferência para aquelas metas que podem ser quantificadas. Por exemplo, um aumento de 15% no valor do seu ticket médio. Dessa forma, você consegue identificar se todos os esforços estão sendo suficientes para atingi-la.
Além disso, lembre-se de considerar um prazo para alcançar suas metas e, por fim, seus objetivos —, mas atenção: esse prazo precisa ser tangível para não impactar negativamente na sua motivação e produtividade.
Tenha um cronograma
Depois de definir seus objetivos, metas, ações e estratégias, é hora de organizar um cronograma para que nada seja deixado para trás, destacando a função de cada colaborador dentro do planejamento estratégico.
Esse cronograma é importante para garantir que tudo o que foi planejado seja colocado em prática. Sendo assim, nele é preciso estar todas as metas, as ações a serem executadas e os responsáveis por cada uma delas, bem como os prazos de execução e outras informações que considerar relevantes.
Para que todos da empresa tenham acesso a esse cronograma de maneira eficaz, é interessante que ele seja criado por meio de uma ferramenta online para facilitar a visualização, como o Trello, RunRunit, Asana, entre outros.
Envolva a equipe
Fazer um planejamento estratégico demanda muito trabalho. Por isso, é importante que você envolva sua equipe para não se sobrecarregar. Até porque o trabalho coletivo beneficia — e muito — o surgimento de insights valiosos para o bom desenvolvimento da empresa.
Seus colaboradores se sentirão importantes para o crescimento do negócio. Com isso, há um aumento na produtividade e na disposição em ajudar e se dedicar mais aos projetos da organização — tanto os antigos quanto os novos.
Faça a escolha certa das ferramentas
A escolha correta das ferramentas pode agilizar a conclusão do seu planejamento estratégico e, ainda, otimizá-lo para obter melhores resultados. Entre as principais delas, podemos citar:
Business Intelligence (BI): oferece informações confiáveis a respeito do negócio, auxiliando em uma tomada de decisão mais eficaz, uma vez que as análises serão mais acertadas e qualificadas;
Performance Management: permite gerenciar a performance do seu planejamento, administrando os KPIs e indicando as ações que devem ser feitas;
Gerenciamento de Projetos: refere-se às ferramentas que auxiliam no gerenciamento das atividades e responsabilidades, possibilitando que os trabalhos sejam monitorados com mais facilidade;
Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED): por meio de portais que permitem a guarda de documentos do seu planejamento estratégico. Eles controlam o acesso às versões dos documentos para oferecer mais segurança e transparência à sua gestão.
Motive os colaboradores
Como mencionado, a participação dos seus colaboradores é essencial para que o planejamento estratégico seja eficiente. Sendo assim, é fundamental motivá-los para que eles possam se empenhar 100% na execução dessa tarefa.
Dessa forma, é possível fazer com que o colaborador entenda o momento pelo qual a organização está passando, valorizando, assim, esse processo tão importante. Portanto, ofereça benefícios para quem atingir as metas e, inclusive, para aqueles que demonstram uma maior dedicação ao planejamento.
Não esqueça de se reunir com sua equipe para avaliar o que pode ser mudado e otimizado ao longo do processo, além de ouvir o que cada um tem a acrescentar.
Avalie o desempenho da sua empresa
As avaliações de desempenho são essenciais para que você possa entender se o planejamento estratégico está na direção certa. Por meio delas, você consegue estabelecer parâmetros para mensurar cada meta definida — eles também são chamados de KPIs (Indicadores-chave de Desempenho).
Por exemplo, se sua meta é aumentar o número de clientes, o indicador a ser usado é aquele que aponta o número de novos clientes conquistados em um determinado período.
Agora, se a meta é aumentar os lucros do negócio, será necessário monitorar outros indicadores, como rentabilidade, lucratividade e margem líquida, para, então, saber se todos os esforços estão sendo suficientes.
Percebeu como o planejamento estratégico é importante para a empresa? Pode acontecer de você, como gestor, não ter toda a expertise necessária para colocar essa estratégia em prática, e isso é perfeitamente normal. O que você não pode negligenciar é o pedido de ajuda a quem entende do assunto.
Um profissional da área poderá orientar tanto você quanto os seus colaboradores sobre o que é preciso fazer para montar um planejamento estratégico eficiente.
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Você sabe o que é cultura data driven? Refere-se à cultura corporativaque tem como foco o uso inteligente dos dados, tornando-os o centro das tomadas de decisões e do planejamento estratégico do negócio.
Seu principal objetivo é usar todas as informações a favor da empresa, a fim de ter melhores insights para identificar problemas com rapidez e prever o comportamento do seu consumidor, por exemplo.
Neste artigo vamos explicar porque a cultura data driven é importante para impulsionar a empresa e como você pode aplicá-la no seu negócio. Acompanhe!
Por que a cultura data driven é tão importante no momento atual?
A cultura data driven fornece ao gestor dados reais para ele basear a tomada de decisão, oferecendo à empresa uma enorme vantagem competitiva, uma vez que a base não será por intuição ou “achismo”, mas sim informações concretas que podem ser aproveitadas para melhorar os resultados da organização.
Em virtude disso, a empresa consegue antecipar tendências e minimizar riscos, garantindo, assim, uma maior competitividade no mercado. Além disso, há uma melhora considerável nas vendas, uma vez que esses dados apresentam até mesmo as preferências do seu consumidor.
Por fim, é importante destacar outras vantagens da cultura data driven, tais como:
tomadas de decisões mais ágeis;
maior eficiência operacional;
facilidade em identificar as oportunidades de mercado;
maior identificação de riscos;
melhor entendimento sobre o comportamento do cliente etc.
Como desenvolver a cultura data driven na empresa?
Percebeu por que você deve implementar a cultura data driven no seu negócio? A seguir, mostramos os principais passos para colocá-la em prática. Confira!
Invista em tecnologia
A tecnologia é uma ferramenta essencial que auxilia no bom desenvolvimento das empresas — e quando o assunto é data driven, ela se faz indispensável.
Por meio dela, é possível coletar e analisar dados de maneira eficiente, uma vez que essa solução ajuda a captar informações de maneira organizada, sistemática, automatizada e rotineira.
Pesquise por fornecedores de confiança para adquirir o software que mais atende às necessidades da sua empresa.
Defina o público-alvo da empresa
A definição do público-alvo de uma empresa é fundamental para aumentar as vendas. Para isso, faça uma pesquisa do perfil do seu consumidor ideal, levantando pontos importantes sobre as preferências dele.
Após fazer essa definição, será possível coletar dados mais focados naqueles que realmente têm interesse nos seus serviços ou produtos, ou seja, a análise será mais qualificada.
Estude os fundamentos da cultura data driven
Entender sobre a cultura data driven é de suma importância para garantir melhores resultados. Nesse sentido, é fundamental que você conte com uma equipe preparada para fazer a coleta e análise desses dados.
Eles precisam ter conhecimento técnico, visão estratégica e capacidade de análise crítica para usar essas informações da maneira correta e fazer sua empresa prosperar.
Agora você já sabe o que é cultura data driven e está preparado para implementá-la na sua empresa! Lembre-se de que quanto mais você envolver sua equipe nesse processo, maiores serão seus resultados, uma vez que eles estão preparados para analisar dados importantes para o crescimento do seu negócio.
Já ouviu falar sobre a importância do Big Data para o seu negócio? Baixe agora mesmo o nosso e-book e entenda como ele pode contribuir para a sua empresa e para as estratégias de marketing.
Hoje em dia, praticamente todas as nossas atividades podem ser feitas online. Compramos, vendemos, estudamos e fazemos até consultas médicas. Como os empresários bem-sucedidos não dormem no ponto, eles descobriram que – para fortalecer a marca – é necessário construir uma boa presença digital.
Resolvemos elaborar este artigo porque sabemos que é um assunto importante para todos os negócios e se aplica, inclusive, às micros e pequenas empresas.
Aqui, vamos explicar o que é presença digital, o que fazer para alcançá-la e quais são os seus benefícios.
Acompanhe o texto e boa leitura!
O que é presença digital?
A presença digital é uma forma que as empresas encontraram para atrair, encantar e gerar conteúdos relevantes para o seu público-alvo. Afinal, não podemos negar que a maneira mais fácil e rápida de fazer contato com alguém nos dias de hoje é por meio da internet.
Estar presente nos principais canais de divulgação e nas redes sociais é uma estratégia eficiente para aumentar as vendas. Essa disponibilidade que a empresa entrega desenvolve confiança e reforça o valor da marca.
O que fazer para ter uma boa presença digital?
Para obter sucesso na implantação da presença digital, as empresas devem seguir alguns passos que, mesmo parecendo simples, são eficientes para vários tipos de negócio. Conheça os principais.
Identifique seu público
Antes de fazer contato por meio dos canais digitais, você deve saber com detalhes quais são as características das pessoas com as quais irá se relacionar, ou seja, conhecer as necessidades e preferências do seu público-alvo. As pesquisas de satisfação dos clientes e a criação de cadastros, oferecem feedbacks eficientes para iniciar essa comunicação.
Esteja presente nas redes sociais
Quem pretende vender através das redes sociais deve abrir contas nos canais digitais, tanto para se relacionar com os clientes que já são fiéis ao seu negócio quanto para encontrar futuros consumidores. Afinal, a ideia é ampliar a rede de relacionamentos para aumentar a quantidade de compradores dos seus produtos.
A vantagem desses canais virtuais é que são gratuitos, ou seja, não exigem investimentos financeiros para serem utilizados. Neles você poderá contar a história da sua empresa, apresentar seus produtos e criar conteúdos com assuntos relevantes para chamar a atenção da sua audiência.
Crie seu próprio posicionamento
O posicionamento é a maneira que as empresas buscam de estarem presentes na cabeça do seu público. As suas campanhas devem ser atreladas ao diferencial do seu negócio, assim, quando alguém pensar em um determinado produto ou serviço lembrará da sua marca. Esse é o caso das sandálias Havaianas, das cópias xerox, entre outros.
Quais os benefícios da presença digital?
Agora você já conhece o conceito da presença digital e o que fazer para implantá-la. Então, é hora de entender alguns dos seus benefícios.
Redução de custos
Como já mencionamos, os canais digitais são métodos que não exigem gastos como nas campanhas físicas de marketing. Os anúncios em redes de televisão e rádio em horário nobre são extremamente caros e atingem o público de uma maneira geral, enquanto os meios digitais funcionam de maneira direcionada, alcançando apenas os clientes potenciais que você definir.
Aumento da visibilidade e da acessibilidade
O amplo alcance das redes sociais não encontra barreiras de distância, portanto, a sua visibilidade é enorme. A presença da empresa nesses meios digitais facilita o acesso de comunicação com os clientes fidelizados e com potenciais usuários da marca.
Construção de autoridade
Quando uma empresa se coloca nas redes sociais para falar sobre o seu ramo de atuação e mostrar seus produtos ou serviços como soluções para a vida dos consumidores, ela constrói autoridade e se torna referência pelo seu conteúdo e propriedade sobre o assunto.
Com isso, percebemos que a presença digital é uma maneira estratégica de otimizar e agilizar os processos de relacionamento com o público-alvo. Por meio do contato online, os empreendimentos conquistam suas metas de crescimento, pois atingem um maior número de consumidores, aumentam as suas vendas e mantêm a saúde financeira do negócio.
Para entender o que éautoliderança é preciso refletir sobre as habilidades, as competências e os conhecimentos necessários a uma carreira de sucesso. Essa compreensão é importante para que você conheça seus limites profissionais.
Somente assim será possível trabalhar as emoções e estimular a inteligência emocional para alcançar um nível satisfatório de gerenciamento próprio, que direcione suas ações aos objetivos traçados anteriormente.
Neste post, você vai entender o que é a autoliderança e como essa habilidade influencia positivamente a gestão de uma empresa. Continue lendo e veja como melhorar o seu desempenho profissional!
O que é autoliderança?
Em uma definição simples, é a capacidade de liderar a si mesmo. Entretanto, o desdobramento desse conceito se abre para um contexto mais complexo, repleto de particularidades sobre a conduta profissional.
Até chegar a esse nível, todo profissional precisa desenvolver outras habilidades, sobretudo humanas, para compreender seus limites e limitações diante dos desafios. Dessa forma, autoconhecimento, automotivação, autocontrole e autoconsciência são alguns dos elementos associados ao desenvolvimento do conceito.
É nesse cenário que a inteligência emocional se junta como recurso essencial para fornecer estímulos que proporcionem meios de entendimento das suas capacidades. Assim, será possível alinhar suas metas e objetivos profissionais às necessidades pessoais e resultar em um profissional autogerenciável.
Qual a importância dessa habilidade dentro da empresa?
Quando um profissional apresenta esse tipo de habilidade é sinal de que trabalhou o autoconhecimento e o autocontrole para aprender a lidar com momentos de tensão, frustração e dificuldades de relacionamento.
Ele reconhece suas forças e fraquezas, sendo capaz de usá-las a seu favor e, ao mesmo tempo, alcançar os resultados desejados pela empresa. A autoliderança possibilita que cada indivíduo seja dono da sua própria jornada, pois ele sabe exatamente onde deseja chegar na carreira.
Com isso, ele consegue respostas mais consistentes sobre si mesmo, que servem de base para a sua atuação no presente, sem se desconectar dos objetivos futuros. No processo de se auto influenciar há uma linha progressiva de evolução e melhoria contínua do comportamento.
Ter uma visão realista de si mesmo, consciente das dificuldades e imperfeições, é um dos maiores desafios impostos pela autoliderança. Contudo, quem consegue ultrapassar essa barreira, certamente terá mais facilidade para se relacionar com pessoas e conduzir processos.
É nesse viés que as empresas se beneficiam, pois passam a contar com profissionais dedicados e focados em ter uma carreira bem-sucedida. Desse modo, os projetos e o processo da empresa são conduzidos com maior engajamento das equipes, o que reflete nos resultados.
Como desenvolver a autoliderança para favorecer o desempenho profissional?
Se liderar pessoas já é um desafio imenso na carreira de qualquer pessoa que se propõe a fazer gestão, a capacidade de direcionar a si mesmo pode ser ainda mais complexa. Formular um conceito sobre o outro, a partir do seu comportamento, parece mais fácil do que elaborar conclusões sobre si mesmo.
Sem o autoconhecimento, é impossível desenvolver a autoliderança e colher bons frutos desse plantio. É conhecendo a si mesmo que você pode dimensionar até onde vai o controle das emoções em relação àquilo que pode ou não dar certo.
Os fatores internos emocionais são responsáveis pelas ações externas e determinam o comportamento diante de situações diversas. Não adianta ter diplomas, especializações, habilidades e competências técnicas se você não souber lidar com possíveis dificuldades, que fujam do que foi planejado em seu projeto pessoal de carreira.
Portanto, se você deseja ser um auto líder, precisa estabelecer alguns nortes que direcionem suas ações e compromisso para valores que estejam sintonizados com seu projeto de vida pessoal e profissional.
Volte a atenção para o seu interior, fazendo questionamentos importantes que ajudem a elucidar boa parte das suas dúvidas sobre o comportamento que você deve ter ao vivenciar ou presenciar os acontecimentos à sua volta.
Com as respostas certas, você terá em mãos um material rico para aplicar nos mais variados momentos e se destacar em meio a tantos profissionais. Para ajudar, relacionamos algumas dessas perguntas que você pode e deve se fazer, cotidianamente, até que esteja ciente do seu papel na sociedade e dentro da empresa.
Qual é o seu propósito de vida?
A identificação do propósito de vida leva à necessidade de autoconhecimento, que – por sua vez – colabora para a autoliderança. É fundamental que você avalie se o lugar em que está o levará à direção desejada.
As realizações precisam se conectar com os seus anseios e estimular seu desejo de levantar todos os dias para fazer as mesmas coisas. No campo profissional, para alcançar a realização, seu propósito deve ser muito maior do que apenas receber o salário e alguns benefícios.
Onde você deseja chegar na vida pessoal e profissional?
Para que o hoje faça sentido, é primordial pensar no futuro e ter uma visão projetada daquilo que você deseja para si mesmo e para a sua equipe. Se você é um líder trabalhando a autoliderança, não deve se esquecer de que, paralelamente, sua equipe se espelha em suas atitudes.
Qual o seu nível de dedicação para alcançar seus objetivos?
Desejar uma carreira brilhante – ou uma vida feliz – sem se dedicar ao alcance desses objetivos vai construir um indivíduo frustrado. Portanto, o momento de se dedicar à melhoria de si mesmo é sempre aqui e agora, quando você deve se questionar se está empenhado o bastante para obter bons resultados.
Quais são os seus pontos fortes e fracos?
Se você conseguir identificar seus pontos fortes e fracos saberá exatamente onde empregar esforços para manter o que beneficia sua imagem profissional e o que fazer para melhorar as deficiências.
Dessa maneira, será mais fácil ajustar a autoliderança às potencialidades e competências positivas sem, contudo, deixar que os aspectos negativos sejam empecilhos para o seu crescimento.
Qual a intensidade e amor pelo que você faz na vida pessoal e no trabalho?
Ser um apaixonado pela vida e pelo trabalho é um passo expressivo para alcançar o estágio de direcionamento das próprias condutas e emoções. Uma vez que você investe em uma carreira que gosta e vivencia situações agradáveis, seus propósitos deixarão de ter barreiras, se tornando apenas desafios transponíveis.
As pessoas visualizam e reconhecem seus esforços?
Uma boa autoliderança é construída a partir do autoconhecimento, mas também do reconhecimento das pessoas, entre líderes e liderados, de que você é um exemplo a ser seguido, motivando outras pessoas a seguirem seus passos dentro e fora do ambiente corporativo.
A diferença entre a liderança e a chefia está na capacidade de inspirar as pessoas a serem melhores na vida e na profissão. Essa inspiração é resultante das demonstrações diárias do autocontrole, característica notável de quem investe no autoconhecimento.
Agora você já sabe o que é autoliderança, mas deve entender que não existe uma fórmula exata, pois cada pessoa vivencia e experimenta situações diferentes, até mesmo quando têm os mesmos objetivos — considere as perguntas que trouxemos, analise suas respostas e planeje a aplicação prática conhecendo um pouco mais de si mesmo.
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