Categoria: Gestão

  • A importância da gestão da qualidade e como consegui-la!

    A importância da gestão da qualidade e como consegui-la!

    Como uma empresa pode se destacar em relação aos seus concorrentes? Além de produtos inovadores e marketing bem-feito, é importante estar atento à qualidade no produto ou serviço entregue ao consumidor final.

    Um dos indicativos que leva a percepção de valor do negócio é a gestão da qualidade. Clientes mais exigentes demandam cuidados e a oferta de produtos diferenciados.

    Atualmente, produtos e serviços estão cada vez mais parecidos e, para se sobressair aos olhos do consumidor, precisam de um algo a mais. Ser reconhecido pela sua qualidade é uma das formas de se destacar.

    Vamos mostrar neste artigo o que é a gestão da qualidade e como ela pode ser utilizada para ampliar o sucesso dos seus negócios aos olhos do mercado em geral e de seus consumidores.

    O que é a gestão da qualidade?

    A gestão da qualidade é uma metodologia voltada para a melhoria contínua da produção e gestão de uma empresa. Seu objetivo é garantir a satisfação dos clientes e, dessa forma, se tornar a primeira opção quando ele precisar de um produto ou serviço como o seu.

    Esta preocupação com a qualidade de produtos e de serviços surgiu na década de 1920, nos Estados Unidos. E após a Segunda Guerra Mundial, o Japão se tornou o principal aplicador da gestão da qualidade em suas empresas, fazendo com que o país se tornasse um expoente no tema.

    O Brasil só começou a adotar estas práticas com mais frequência nas décadas de 1980 e 1990 para tentar competir com os produtos importados que começaram a chegar ao país.

    As melhorias necessárias passam por todas as etapas da fabricação e comercialização do produto ou serviço. Assim, a gestão da qualidade deve ser observada desde o planejamento, produção, gestão de pessoas, relacionamento com fornecedores e com clientes. Sempre com foco na melhoria de todos os processos do negócio.

    Por que a gestão da qualidade é importante?

    A gestão da qualidade é importante para que a empresa consiga destaque em seu mercado. Um produto ou serviço entregue com eficiência aumenta sua procura no mercado, tem a recomendação de clientes e influencia a concorrência. Vamos falar um pouco sobre os benefício e importância dessa metodologia. Acompanhe!

    1. Atrair novos clientes

    Quando você informa ao mercado que utiliza técnicas de gestão da qualidade, eles já entendem que seu produto é diferenciado e têm interesse em conhecer e comprar de você. A gestão da qualidade é um atrativo para os consumidores.

    Benefícios para os clientes, como a garantia de qualidade e satisfação com produtos são credenciais que valorizam seu produto ou serviço para atuais e futuros consumidores.

    2. Aumento da satisfação dos clientes finais

    Um cliente satisfeito é um ótimo divulgador da sua empresa! Quem gosta do serviço ou do produto adquirido volta a consumir com a mesma empresa com frequência e ainda pode convencer amigos, familiares e colegas que vale a pena buscar pelos seus produtos e serviços.

    Conquiste seus consumidores com seu serviço e produto e faça com que eles sejam embaixadores e defensores da sua marca, pois acreditam no seu trabalho.

    3. Redução de custos por falhas

    A gestão da qualidade também ajuda a reduzir os custos. Com um controle mais apurado de todo o processo de produção, é possível identificar possíveis pontos de falha e corrigir antes mesmo que elas aconteçam.

    Falhas ao longo do processo podem aumentar seus custos de produção, pela necessidade de reiniciar todas as etapas e descartar parte dos produtos por não estarem dentro do padrão de qualidade. Com uma melhor gestão da qualidade, você pode prevenir os erros e entregar um produto melhor.

    3. Crescimento da competitividade no mercado

    Um mercado formado por empresas com forte gestão da qualidade é um mercado mais competitivo, pois todos seus participantes estão buscando entregar seu melhor ao consumidor. Adotando a gestão da qualidade, sua empresa melhora e ainda inspira sua concorrência e o mercado a oferecer um serviço melhor ao consumidor. Todos ganham.

    4. Registro das atividades

    Ao implementar a gestão da qualidade, no processo produtivo de uma empresa, todas as atividades até o final do processo devem ser registradas, para identificar todos os passos de produção. Com um processo bem detalhado, o empreendedor tem a oportunidade de reproduzir as atividades de forma fiel, sem esquecer nenhum passo ou cometer erros ao longo do processo produtivo.

    5. Mensuração de resultados

    A gestão da qualidade também ajuda a mensurar os resultados, pois – com a identificação de todo o processo – pode-se saber os custos de produção, os prazos de execução de atividades e entregas e quantidade de materiais utilizados . Durante a etapa da venda, identifique os consumidores, os produtos comprados e, se possível, realize uma pesquisa de pós-venda, para entender como o produto foi recebido pelo cliente.

    6. Perceba as necessidades do seu negócio e faça análises

    Mas antes de aplicar a gestão da qualidade de qualquer forma no seu empreendimento, avalie qual a sua necessidade. Identifique os pontos fortes e pontos fracos, o que pode e deve ser melhorado.

    7. Documente as informações

    Lembre-se que tudo precisa ser documentado para que as informações não se percam! Identifique notas de compra, fases da produção, estoque, processos de venda. Assim, você sabe tudo sobre seu produto ou serviço.

    8. Tenha funcionários dedicados à gestão da qualidade

    Invista na qualificação dos seus funcionários para que eles entendam a importância da gestão da qualidade. Todos os profissionais envolvidos com seu negócio precisam estar engajados nesse processo de qualificação. Você pode também criar uma equipe ou designar um profissional para cuidar da gestão da qualidade.

    Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas

    Anualmente, o Sebrae em parceria com outras instituições como o Movimento Brasil Competitivo e a Federação Nacional da Qualidade, realizam um prêmio para valorizar os pequenos negócios que se destacaram na busca pela excelência em gestão.

    São premiadas as empresas que adotaram práticas de gestão relevantes, apresentam um comportamento empreendedor e valorizaram a responsabilidade social em suas atuações.

    Agora que você conhece mais sobre a gestão da qualidade, conheça o prêmio de competitividade para micro e pequenas empresas e veja como participar com seu negócio na próxima edição.

  • Como fazer uma pesquisa de opinião que realmente funcione?

    Como fazer uma pesquisa de opinião que realmente funcione?

    Toda empresa deseja vender muitos produtos e lucrar. Além de investir na melhoria de mercadorias e serviços, como fazer para que os clientes se sintam cada vez mais contemplados? Uma ótima maneira de conseguir isso é por meio da pesquisa de opinião.

    Essas pesquisas são uma excelente maneira de colher opiniões dos consumidores e otimizar as estratégias da empresa. Como se não bastasse, elas também servem para aproximar essas pessoas da organização, uma vez que se sentem ouvidas. Neste post, falaremos mais sobre essas pesquisas e como conduzi-las. Boa leitura!

    A importância da pesquisa de opinião

    A pesquisa de opinião é imprescindível para entender o impacto que os produtos e o atendimento da empresa têm sobre os clientes. A partir dela, será possível conhecer os pontos positivos e o que a companhia pode fazer para melhorar.

    Esse estudo nada mais é do que um questionário com o objetivo de conhecer a experiência do cliente com a empresa. A pesquisa deve ser precisa o suficiente para que as perguntas elaboradas gerem respostas objetivas para facilitar a análise interna.

    Assim, podemos dizer que ela é um recurso simples, mas com impacto relevante. Imaginemos, por exemplo, que uma pesquisa tenha como principal objetivo determinar as opiniões sobre um produto específico.

    A partir da média das respostas, a empresa entenderá se aquela mercadoria é um sucesso ou se ainda pode receber ajustes. A mesma lógica também pode ser aplicada em relação ao nível de atendimento.

    Você já deve ter entrado em sites nos quais uma janela o questiona sobre a sua satisfação com a empresa: aquela resposta é somada com a de outros visitantes e oferece à empresa uma visão precisa das perspectivas dos consumidores e leads.

    Desse modo, podemos entender que essa pesquisa pode ser aplicada de diferentes maneiras; seja como um questionário mais detalhado enviado por e-mail ou até mesmo uma mera pergunta em um pop-up no seu site.

    O importante é entender que as respostas fornecem uma visão clara de como as pessoas percebem o seu negócio. Como se não bastasse, elas são úteis para redesenhar estratégias e repensar processos.

    Passos para fazer uma pesquisa de opinião de respeito

    Agora que você já sabe a importância da pesquisa de opinião para o crescimento de um negócio, mostraremos algumas dicas essenciais para fazer o seu próprio estudo. Vamos conhecê-las.

    1. Tenha um objetivo claro

    Para definir um objetivo, pense na seguinte pergunta: você quer entender quais aspectos sobre o seu consumidor? Ao pensar em uma resposta clara, será mais fácil se concentrar naquilo que você deseja descobrir.

    Suponhamos que sua empresa esteja conduzindo um questionário sobre um determinado produto. Elimine perguntas ambíguas, que possam confundir os clientes. Concentre-se no seu objeto de pesquisa!

    2. Defina o público-alvo

    Sua empresa é daquelas que atende a diversas faixas etárias? Isso é ótimo, mas as pesquisas precisarão ser mais focadas em determinados públicos-alvo. Por isso, faça um recorte de quantas pessoas você pretende consultar.

    Para definir o público-alvo, pense nas características daquilo que você quer promover com a sua pesquisa. Sua intenção é colher opiniões sobre uma determinada linha de produtos? Então foque nas características comuns das pessoas que o compram normalmente.

    Essas características podem ser a faixa etária, perfil socioeconômico, localização geográfica… ao mapear tudo isso, será bem mais assertivo delimitar as pessoas que responderão à pesquisa.

    3. Escolha os canais adequados

    Uma pesquisa de opinião pode ser conduzida de variadas formas, assim como os canais utilizados também são diversos. Alguns deles são:

    • e-mail;
    • redes sociais;
    • telefone;
    • WhatsApp;
    • formulários específicos.

    Mais adiante, falaremos um pouco mais sobre os principais canais de pesquisa e o que levar em conta na hora de escolher um ou mais deles.

    4. Estruture as perguntas dos seus questionários

    Caso a pesquisa de opinião seja feita na base do bom e velho questionário, é muito importante delimitar a quantidade e o caráter de cada pergunta. Uma boa ideia é começar pensando se o estudo será quantitativo ou qualitativo.

    No primeiro caso, a preocupação principal é com números e dados. No segundo, os entrevistados são incentivados a falar um pouco mais livremente para que a empresa consiga buscar respostas mais subjetivas.

    Em uma pesquisa quantitativa, as perguntas precisam ser mais claras e objetivas, como uma forma de evitar ambiguidades. Já nos estudos qualitativos, as empresas buscam pontos de vista e impressões. Assim, há um pouco mais de margem para que surja a subjetividade.

    5. Analise os resultados da pesquisa

    Com as respostas devidamente coletadas, chega o momento de analisar os resultados. Em estudos quantitativos, por exemplo, a empresa pode utilizar gráficos para facilitar a interpretação.

    Já em trabalhos mais qualitativos, é importante buscar referências constantes nas respostas das pessoas. Digamos que a sua empresa queira melhorar um serviço: portanto, preste atenção às palavras-chave que mais se repetem.

    Canais para a realização da pesquisa

    Agora, conheceremos os principais veículos que podem ser utilizados para a realização da pesquisa.

    Telefone

    O bom e velho telefone ainda é uma ótima opção para aplicar pesquisas de opinião. Contudo, é preciso entender que nem sempre as pessoas oferecem as respostas mais sinceras em um telefonema. Isso porque elas podem se sentir mais confortáveis oferecendo seus insights de forma anônima.

    Mas isso não significa que esse canal não tenha utilidade! Com um telefonema, a empresa consegue obter respostas mais espontâneas, uma vez que a conversa é mais dinâmica e objetiva.

    E-mail

    Outro meio já bastante consolidado, o e-mail é outra forma barata de obter opiniões dos consumidores. Além disso, as respostas ficam armazenadas para futuras consultas. Esse trabalho de rever respostas é bem mais fácil nesse veículo, uma vez que basta acionar o comando “localizar” em um computador ou dispositivo móvel.

    WhatsApp

    O WhatsApp não se consolidou apenas como um aplicativo de conversa, mas também como uma maneira de conduzir pesquisas de opinião de respeito. Entretanto, os gestores devem tomar cuidado de abordar previamente os clientes sobre a possibilidade de utilizar o app para esse fim.

    Redes sociais

    Instagram, Facebook e Twitter são exemplos de redes sociais com um grande alcance. Como se não bastasse, são ferramentas de baixo custo. A empresa pode designar um colaborador para postar uma pergunta e conferir (e catalogar) as melhores respostas, por exemplo.

    Chatbot

    Os chatbots são softwares que automatizam conversas e podem ser utilizados para a fidelização. Além disso, eles armazenam conversas, facilitando a consulta. O trabalho também se torna mais objetivo, já que a ferramenta é capaz de extrair resultados por meio de um diálogo de perguntas e respostas predefinidas de acordo com os objetivos do estudo.

    Consultoria especializada

    Esse não é exatamente um veículo, mas também é uma maneira que empresas podem buscar para conduzir bons trabalhos: contar com consultores especializados em pesquisas de opinião. Isso faz com que o estudo seja mais objetivo, uma vez que passa a ser controlado por profissionais experientes.

    Quais os erros mais comuns que precisam ser evitados?

    Agora, para finalizar, falaremos um pouco sobre os erros mais frequentes em pesquisas de opinião. O primeiro deles é não definir o objetivo daquele estudo. Isso atrapalha a aquisição de dados e respostas, uma vez que os resultados não serão muito úteis para as estratégias futuras da empresa.

    Outro erro frequente é formular perguntas muito complexas, difíceis de serem compreendidas. Lembre-se de que a pessoa responderá aos questionários o fará voluntariamente: portanto, nada pior do que irritá-lo com questionamentos pouco objetivos e mal formulados.

    Do mesmo modo, evite pesquisas grandes demais, que acabem desestimulando a participação dos consumidores. Defina o público-alvo com precisão — afinal, nem todo produto servirá para pessoas de diferentes idades e preferências, por exemplo.

    Uma medida interessante é aplicar uma espécie de estudo preliminar, antes da pesquisa propriamente dita. Nele, não se esqueça de perguntar os canais preferidos dos clientes. Dessa forma, sua empresa corre menos risco de abordar os consumidores em canais que o seu público-alvo não costuma utilizar com frequência.

    Entendeu como a pesquisa de opinião é um instrumento realmente eficaz para coletar opiniões e melhorar seus serviços? Ela pode ser aplicada em diferentes veículos, contemplando pessoas de diferentes perfis. Não deixe de utilizar e analisar os dados obtidos para otimizar as atividades dentro do seu negócio!

    Gostou do artigo e quer continuar aprendendo sobre formas de aproximar os clientes da sua empresa? Então, leia o nosso post sobre marketing de autoridade!

  • Saiba se você precisa alterar a sua estratégia de mercado

    Saiba se você precisa alterar a sua estratégia de mercado

    Cerca de um milhão de empresas brasileiras fecham as portas a cada ano. Diversos motivos culminam nesse fato. Em geral, a falta de planejamento se destaca. Muitos empreendedores abrem as portas e tocam seus negócios sem delimitar metas e objetivos claros. Consequentemente, negligenciam a criação de uma boa estratégia de mercado.

    Em um cenário concorrido, não se preparar para atender as demandas mutáveis do consumidor, que está cada vez mais conectado no digital, é sinônimo de correr riscos. Em adição a esse fato, é preciso lidar com as mudanças trazidas pela transformação digital, que impulsiona a inovação nas empresas.

    Sem dúvidas, os desafios parecem extensos. Com o acesso às informações certas é possível contornar esses obstáculos e se manter ativo aos olhos do público.

    Acompanhe o conteúdo e saiba mais!

    O que é uma estratégia de mercado?

    Antes de iniciar um negócio, é recomendado que empreendedores de qualquer área formulem o plano de negócios. Esse é o documento que trata da viabilidade da ideia, o que ajuda quem deseja abrir uma empresa a avaliar se ela faz sentido naquele mercado e se agrega valor às necessidades do público-alvo.

    Montar esse panorama é fundamental. Ele permite que o dono da futura organização:

    • entenda a relevância da ideia;
    • organize os pontos iniciais necessários para um planejamento inteligente;
    • tenha a base para uma boa estratégia de mercado em mãos.

    Após abrir as portas, é essencial que o empreendedor encontre formas de se manter ativo em seu segmento, certo? A tendência é que ele enfrente uma forte concorrência — independentemente da área. Então, precisa saber como inovar, levando soluções mais personalizadas e alinhadas às dores do público.

    A estratégia de mercado diz respeito a um planejamento estratégico e de longo prazo, que busca entender, delimitar e usar as vantagens competitivas do negócio ao seu favor. Assim, o negócio se mantém continuamente sustentável. Seu conjunto de ações visa a alcançar:

    • metas de vendas;
    • divulgação;
    • construção de marca;
    • passos positivos no crescimento do negócio.

    Desse modo, a empresa pode não apenas se desenvolver de forma saudável, como também de maneira relevante.

    Qual a importância de mudar a estratégia?

    Ultimamente, os empreendedores podem perceber mudanças profundas no modo de vender e de consumir, especialmente em relação ao passado. Elas se relacionam, entre outros motivos, à era digital, que teve início na década de 1990 e levou o uso da tecnologia aos mais diversos setores. Tanto as empresas quanto os interessados em suas soluções precisaram se adaptar.

    As alterações no comportamento do consumidor são rápidas. Elas exigem mudanças igualmente ágeis e que acompanhem a personalidade muitas vezes mutável de quem compra. É preciso avaliar a estratégia constantemente, de modo a conferir se ela está adequada às demandas do público e caminhando para atender seus objetivos de negócio.

    Além disso, os clientes atuais buscam produtos voltados especificamente às suas necessidades. Esses altos níveis de customização os tornaram mais exigentes, o que pede que as organizações alterem suas abordagens e estratégias de forma a atendê-los.

    Lembre-se: uma boa estratégia de mercado pode funcionar por um tempo. Isso não significa que ela continuará a ser interessante para sempre. É imprescindível avaliar periodicamente se os rumos tomados pela empresa estão caminhando conforme as necessidades do mercado, se mantendo relevante perante a concorrência.

    Como entender se está na hora de mudar de estratégia?

    O primeiro passo para compreender se é preciso alterar a estratégia é ter em mente que a cultura das empresas culminam rumo ao data driven (centrado em dados). É essencial pautar a tomada de decisão em dados — ao invés de achismos. A seguir, confira algumas sugestões e saiba quando mudar a abordagem!

    1. Delimite metas e objetivos

    Entender claramente em que cenário a empresa se encontra e onde deseja chegar – em curto, médio e longo prazo – é imprescindível no sucesso do negócio.

    Uma equipe alinhada é uma das chaves no bom andamento dos processos internos. Ela impacta positivamente na entrega ao consumidor, que se torna mais satisfeito.

    Para obter o alinhamento certo, reúna os gestores e líderes e documente as metas e os objetivos. Em seguida, oferte as ferramentas necessárias para que os colaboradores os cumpram dentro dos prazos e com facilidade.

    2. Avalie os indicadores

    Em 2020, o número de lojas exclusivamente virtuais subiu em mais de 40%. A migração para o digital é uma realidade e, conforme dito, é baseada em um termo central — dados. Os KPIs (Key Performance Indicator, ou Indicadores-Chave de Desempenho) são aliados dos que desejam saber quando alterar os rumos da organização. Isso porque apresentam dados claros sobre a eficiência das estratégias online.

    Acompanhar métricas como Taxa de Rejeição do site, ROI (Return On Investment ou Retorno Sobre Investimento) e Taxa de Cliques é fundamental. No cenário offline, a mensuração de resultados também é importante. Assim, o empreendedor deve observar métricas de lucratividade, efetividade, turnover, ticket médio, entre outros.

    3. Verifique o que os concorrentes estão fazendo

    A prática do benchmarking, que consiste em avaliar os passos tomados pela concorrência, ganha cada vez mais espaço. Isso porque empresas do mesmo nicho tendem a ter semelhanças. É interessante colher dados que ajudem no crescimento do negócio, em especial, ao impedir que os concorrentes o ultrapassassem.

    4. Acompanhe as tendências de mercado

    É necessário analisar o comportamento do consumidor. Ele é o grande responsável por reger o mercado, sendo importante colocá-lo no centro de qualquer estratégia. É recomendado realizar pesquisas constantes, ler portais de notícia sobre a área de atuação e, é claro, ouvir atentamente o feedback dos próprios clientes.

    Como a estratégia utilizada impacta nos resultados do negócio?

    É simples perceber a importância de inovar a estratégia, certo? Isso não significa ser sempre preciso mudá-la radicalmente. Pelo contrário: ter um posicionamento de marca consistente, mas que se adapta às necessidades do público, é uma forma inteligente de planejar o negócio.

    Ao unir solidez, uma cultura organizacional clara e a atenção às mudanças trazidas na Era Digital, a estratégia de mercado escolhida tenderá ao sucesso. Afinal, estará alinhada às mudanças no segmento, às demandas dos clientes e às metas e objetivos do negócio.

    Tem interesse em conteúdos formulados para ajudar sua empresa a alavancar os resultados? Então, siga o Sebrae Alagoas nas redes sociais! Estamos no Twitter, no Facebook, no YouTube, no Instagram e no LinkedIn.

  • Como construir banco de dados: conheça o passo a passo

    Como construir banco de dados: conheça o passo a passo

    Há poucas décadas, os comerciantes armazenavam todas as informações relacionadas ao seu negócio em caderninhos bem guardados. Um dos benefícios da época na qual vivemos é que armazenar dados se tornou bem mais prático.

    Isso porque é possível contar com ferramentas que automatizam boa parte do serviço e facilitam a consulta às informações. Nesse post, falaremos sobre as principais tecnologias, indicaremos alguns tutoriais e até mesmo descobriremos como construir um banco de dados. Boa leitura!

    O que é um banco de dados?

    Ele é nada mais do que a organização e o armazenamento de informações de um domínio específico na internet. De maneira resumida, um banco de dados é um agrupamento de informações sobre um mesmo assunto e a devida armazenagem para garantir a segurança e a conferência futura.

    O próprio hábito de guardar informações, em pastas e planilhas, é um banco de dados. Contudo, com o advento de uma cultura data driven e a disponibilização dessa técnica para empresas de diferentes segmentos, ficou mais fácil obter uma solução moderna para guardar e organizar arquivos e documentos valiosos para o negócio.

    Nesse sentido, contar com um sistema de gerenciamento de banco de dados (também chamado de SGBD) é uma ótima prática para manipular informações, arquivá-las de forma segura e otimizar a rotina geral de qualquer empresa.

    Hoje, é comum encontrar diversos tipos de SGBDs, cada um com suas próprias características. Podemos citar alguns exemplos:

    • Oracle;
    • MySQL;
    • SQL Server;
    • PostgreSQL.

    Mais adiante, falaremos mais sobre alguns desses softwares. Também é importante notar que empresas que mantêm sites em WordPress e plataformas similares se beneficiam muita da adoção de um banco de dados, que consegue se integrar de forma bastante prática a essas soluções.

    Como construir banco de dados?

    Primeiro, é importante dizer que é possível criar um banco de dados utilizando um modelo já existente ou criar a sua própria opção do zero. Contudo, com a ampla de quantidade de bons softwares existentes, a melhor maneira é utilizar uma dessas soluções. Agora, falaremos dos programas mais comuns.

    Oracle

    O Oracle é uma das principais soluções da empresa homônima, com sede nos Estados Unidos. Ele é o sistema de gestão de banco de dados mais utilizado no mundo, operando na linguagem SQL.

    Além da segurança que uma solução da Oracle garante aos seus clientes, outra vantagem relevante desse modelo é que ele pode ser instalado em diferentes plataformas, já que é compatível com Windows, Linux e outros sistemas não tão conhecidos, como BIM AIX e IBM VMS.

    Outra vantagem desse programa é o seu nível geral de performance, garantindo horas tranquilas de trabalho para os usuários. Essa solução é ideal para empresas maiores, mas também pode ser adaptada em negócios menores.

    No próprio site da empresa é possível encontrar informações sobre a criação de diferentes bancos de dados, dependendo da necessidade do usuário.

    SQL Server

    O SQL Server foi desenvolvido por outra gigante tecnológica, a Microsoft. Trata-se de outra solução bastante utilizada no mercado, com recursos avançados para facilitar a atualização dos dados arquivados e também armazenar tudo de forma confiável.

    É importante notar que o SQL Server atua com sistema integrado de criptografia, o que é ótimo para gestores que querem restringir o acesso às informações. Assim, é possível delegar a visualização dos arquivos apenas às pessoas autorizadas, o que garante mais segurança e tranquilidade para a empresa.

    O SQL Server é muito utilizado por lojas online, instituições governamentais, bancos e indústrias de diferentes portes. O usuário consegue encontrar tutoriais no YouTube e na própria página da Microsoft.

    MySQL

    O MySQL é outra solução da Oracle, bastante empregada para armazenar dados. Uma das suas principais características é que é um programa Open Source, permitindo a customização por parte dos programadores.

    Um benefício relevante é que há a possibilidade de usar grande parte das suas funções de forma gratuita. O MySQL é bastante intuitivo e utiliza uma estrutura de segurança que atrai até mesmo grandes empresas, como o Facebook, o YouTube e até mesmo a NASA.

    Por falar no YouTube, é possível encontrar diversos tutoriais sobre a criação de banco de dados utilizando o MySQL. Há vídeos mais curtos e explicações mais detalhadas.

    Excel e Access

    Sim, é possível criar um banco de dados no Excel! Trata-se de uma boa opção para quem quer criar algo mais rápido e dinâmico. Por isso, guardamos esse tutorial como a nossa surpresa final!

    Entenda a estrutura

    A primeira etapa tem a ver com a organização de informações dos clientes. Basta ter em mente que toda a organização será em linhas, nas quais as informações serão inseridas, e em colunas responsáveis pelos campos que serão armazenados.

    Liste os itens cadastrados

    A partir daí, liste os itens cadastrados nas colunas. O campo A1 da sua planilha pode ser o código de um produto que você venda em sua loja, por exemplo, enquanto o B1 será o nome da mercadoria. O campo C1 pode ser a quantidade vendida e o D1, a data da venda. Você pode criar quantos elementos quiser.

    Cadastre os dados

    Depois, é o momento de cadastrar os dados. Basta preencher as informações de acordo com os itens cadastrados. Assim, nas linhas do campo B1, liste os nomes dos produtos e, nas linhas do C1, a quantidade vendida de cada um deles.

    Automatize

    Você deve ter percebido que, até o momento, fizemos o lançamento manual de informações, certo? Contudo, isso pode ser um problema caso você queira criar um banco mais robusto, já que será difícil controlar o fluxo.

    Felizmente, o Excel possui uma ferramenta de automação específica para isso, o que torna tudo mais eficiente. Para acessar, clique com o botão direito do mouse em qualquer um dos ícones da barra de ferramentas de acesso rápido.

    Caso você não saiba que barra é essa, vá até o lado esquerdo superior, em “Arquivo”. Depois, clique com o botão direito em um dos ícones que aparecem ali. Um deles é o disquete que representa o comando “Salvar”.

    Depois, clique em “Personalizar barra de ferramentas de acesso rápido”. Procure o campo “Escolher comandos em:”, clique na seta ao lado e escolha a opção “Todos os comandos”. Procure pelo item “Formulário” e adicione essa opção. Depois, basta clicar em “OK” para finalizar.

    Ao seguir esses passos, o ícone de formulário aparecerá na barra de ferramentas de acesso rápido, lá no alto. Caso queira incluir uma nova informação, clique na célula que deseja incluir e, logo em seguida, no ícone de formulário.

    Basta notar que todos os itens que colocamos no início, como “código de produto” ou “nome do produto”, aparecerão nesse Formulário, na barra de ícones, facilitando muito a inserção de dados.

    Use o Access

    Por fim, para transformar essa planilha criada em um banco de dados completo, é possível utilizar o Access, um programa pertencente ao próprio pacote Office. É interessante notar que um arquivo do Access consegue conter diversos documentos do Excel, facilitando o armazenamento de informações.

    Além disso, o processo é simples e o próprio assistente virtual do Access ajuda com um passo a passo para a importação eficiente de planilhas. Aqui, há um tutorial para criar a planilha no Excel e outro para utilizar o Access.

    Como pudemos ver no artigo, aqueles que querem aprender como construir um banco de dados para armazenar as informações da empresa têm diversas opções. Há opções mais simples, como o Excel, até soluções mais robustas, como aquelas oferecidas pela Oracle. Não deixe de conferir o nosso post sobre a Lei Geral de Proteção de Dados para entender mais sobre o assunto.

    E aí, curtiu o artigo e quer ler mais sobre o uso da tecnologia nos negócios? Então, aproveite para ler o nosso e-book sobre Big Data!

  • Confira 4 vantagens da gestão de recursos para seu negócio!

    Confira 4 vantagens da gestão de recursos para seu negócio!

    Com o avanço tecnológico e o mundo corporativo cada vez mais competitivo, manter o setor de estoque, compras e distribuição funcionando corretamente é um grande desafio. A gestão de recursos, feita de maneira correta, é uma grande aliada dos gestores. Ela permite a todos os envolvidos nas atividades da empresa visualizarem um quadro geral do negócio, fazendo com que aumentem as chances de atingir as metas estipuladas para cada trabalho desempenhado.

    Neste texto, vamos explicar o que é a gestão de recursos e fornecer um passo a passo para um gerenciamento mais eficiente. Além disso, forneceremos detalhes sobre os benefícios dessa prática.

    Deseja saber mais sobre as vantagens da gestão de recursos para o seu negócio? Continue a sua leitura e descubra como otimizar essa prática!

    O que é a gestão de recursos?

    A gestão de recursos nada mais é do que o processo de planejar e controlar os recursos e atividades realizadas dentro de uma empresa. Um recurso pode incluir vários fatores e conceitos. Entre os principais estão:

    • verbas;
    • equipamentos;
    • mão de obra;
    • ferramentas tecnológicas.

    Essa prática pode trazer aos empreendedores e funcionários muitas vantagens, por exemplo, a otimização de processos, a melhora da produtividade e a definição de metas. Por essa razão, é de extrema importância fazer a gestão correta de todos os recursos, mas lembre-se de levar em consideração a realidade da sua empresa.

    Quais são os passos para fazer um gerenciamento de recursos eficiente?

    Muitas ferramentas podem ser utilizadas para elaborar um plano de gerenciamento de recursos eficiente e entre elas está a planilha de Excel. Porém, saiba que um dos melhores meios de coletar, processar e utilizar informações atualizadas é através de soluções tecnológicas personalizadas.

    Veja abaixo quais são os passos principais para fazer uma gestão apropriada dos seus negócios!

    1. Definir as metas do projeto

    Para que o gerenciamento dos recursos seja realizado de maneira correta é preciso definir as metas. Faça anotações de quais são os objetivos que você deseja alcançar com a sua empresa, exponha cada um deles, determine os prazos para atingir as metas e comece a colocar em prática os passos necessários para alcançá-los.

    2. Identifique os tipos de recursos que serão necessários

    Outro passo para fazer um gerenciamento de sucesso é identificar quais são os tipos de recursos indispensáveis para fazer a gestão da empresa. Entre os mais importantes, podem estar inclusos:

    • softwares de gestão;
    • orçamentos;
    • equipamentos.

    Identificando os tipos de recursos que a empresa já possui e aqueles que terão que ser providenciados. Assim, fica mais fácil tomar decisões mais assertivas e colocar em prática todos os conhecimentos e experiências para a alavancagem do negócio.

    3. Gerenciar materiais

    Fazer a gestão correta dos materiais e insumos faz parte do conjunto de medidas adotadas para atender adequadamente as necessidades da empresa. É preciso ter os materiais corretos para o uso diário como canetas, folhas de ofício, computadores para o armazenamento de dados, etc.

    Já para a produção, é necessário ter a informação do material necessário para a produção de cada produto e é preciso ter disponíveis as matérias-primas para a fabricação dos itens que serão ofertados.

    4. Identificar os recursos disponíveis

    Fazer a identificação correta dos recursos disponíveis, utilizando uma ferramenta de gerenciamento, é a melhor opção para uma boa gestão de recursos. Identifique quantas peças estão em estoque e quais são os materiais de expediente acessíveis ou inacessíveis. Dessa forma, será mais simples gerenciar corretamente os materiais da sua empresa.

    Agora que você já sabe o que é a gestão de recursos, mantenha-se atualizado verificando os cursos que o Sebrae Alagoas tem para oferecer. Nossa instituição foi desenvolvida para auxiliar as micro e pequenas empresas, capacitando os seus colaboradores para que cumpram de maneira eficaz o seu papel no mercado econômico e social.

  • Aprenda a captar novos clientes em 5 dicas!

    Aprenda a captar novos clientes em 5 dicas!

    Sua empresa tem uma boa carta de clientes, com inúmeros consumidores fidelizados e satisfeitos com as mercadorias e serviços que o seu negócio vende. Contudo, como garantir a captação de novos clientes para a companhia continuar se expandindo?

    A boa notícia é que esse enigma tem diversas respostas possíveis, de acordo com as estratégias que a empresa priorize. Neste post, enumeramos 5 dicas para captar novos consumidores e garantir o crescimento dos seus lucros. Continue conosco!

    1. Prospecção outbound

    A prospecção outbound é um método antigo e ainda bastante eficiente. Afinal de contas, trata-se do bom e velho método de venda proativa, no qual o comerciante aborda um consumidor em potencial por meio de um contato direto — que pode ser por telefone e e-mail, por exemplo.

    O outbound usa como ponto de partida algumas listas de segmentação, que conta com pessoas (ou empresas e fornecedores) que estejam enquadrados dentro do seu perfil de consumidor ideal. Definir uma persona é muito importante para realizar essa abordagem direta.

    O diferencial dessa prospecção é que ela atua sobre clientes que ainda não são fidelizados. Ela trabalha com pessoas que ainda não foram impactados pela marca, mas que estão dentro das características de público determinadas pela persona construída.

    2. Prospecção inbound

    Nessa tática, também conhecida como prospecção passiva, a ideia é que os clientes venham até você, o que otimiza encontrá-los — assim, você economiza tempo e dinheiro. Mas isso não significa que você vá simplesmente cruzar os braços e esperar!

    O nome dessa tática faz referência ao Inbound Marketing, um conjunto de estratégias para atrair clientes. Alguns exemplos dessa técnica envolvem:

    • marketing de conteúdo (como posts em blogs e vídeos);
    • SEO (técnicas de posicionamento e ranqueamento nos sites de busca);
    • utilização de mídia paga;
    • uso contínuo de propagandas nas redes sociais para gerar interesse e atrair potenciais consumidores (também conhecidos no mundo do marketing como leads).

    A principal ideia do Inbound Marketing é fornecer materiais educativos, que gerem valor para os leads e os levem a resolver os problemas que eles enfrentam. Por meio dessa estratégia, esses clientes em potencial compartilham informações pessoais como o e-mail, o telefone e a empresa no qual trabalham.

    Uma maneira interessante de abordar os clientes é misturar o outbound (ativo) ao inbound (meio passivo de contato). Assim, um cliente que deixe o seu e-mail no processo inbound em um blog, por exemplo, pode ser abordado diretamente.

    2.1. Possibilidade de qualificar leads

    A partir da interação direta com os conteúdos e o site (uma pessoa que encontre um blog cheio de informações úteis), a empresa que investe na prospecção inbound consegue coletar informações sobre os visitantes e qualificar os leads — isso é, armazenar dados importantes e fazer contato comercial de acordo com as necessidades do consumidor.

    O mais interessante de todo esse processo é a possibilidade de automatizá-lo, uma vez que a empresa tenha à disposição softwares para coletar informações e enviar e-mails de marketing personalizados. Assim, até mesmo equipes mais enxutas de marketing conseguem produzir ótimos resultados.

    Por isso, essa modalidade é interessante tanto para as pequenas e médias empresas como para grandes empreendedores, já que será possível alcançar um grande volume de potenciais consumidores que estejam procurando por soluções na internet.

    3. Venda baseada em conta ou account-based sales

    Nessa modalidade, a sua empresa escolhe outras companhias que deseja ter como clientes e se dedica a elaborar campanhas específicas, de acordo com as características da outra organização. Assim, podemos dizer que o principal diferencial é a personalização.

    De modo bastante resumido, esse modelo de captação se baseia no foco em grandes contas. A principal diferença aqui é que a venda baseada em conta (tradução de account-based sales) encara todo o trabalho como um projeto, com um escopo maior do que a simples abordagem típica aos leads.

    Isso significa que esse modelo não se concentra em abordar um único lead (ou seja, uma única persona), mas vários contatos em uma mesma empresa. Por isso, ele é ótimo para a captação de contas maiores, como mencionamos.

    Como o objetivo é conversar com vários leads, essa tática pode sair um pouco mais cara e exige um tempo maior para ser bem-sucedida, mas que compensa muito quando a sua empresa consegue captar a atenção de uma organização de grande porte.

    Para que tudo saia como o esperado, é essencial alocar colaboradores bem treinados, montando um time devidamente capacitado para abordar pessoas de diferentes perfis. Pela própria natureza desse modelo, ele é indicado para empresas já consolidadas e que busquem formas mais agressivas de acelerar seu crescimento no mercado.

    4. Parcerias com outras empresas

    A captação por meio de parcerias com outras empresas não é uma mera ligação para contatos de companhias, mas uma tática mais estratégica. Ela busca a obtenção de novos clientes por meio de abordagens precisas de mercado.

    Uma das grandes vantagens desse modelo é que ele reduz o custo de aquisição de clientes (CAC), visto que as companhias adotam estratégias comuns para ambas venderem mais. Para provar o valor dessa estratégia, vale citar alguns exemplos de captação por meio de parcerias com outras empresas:

    • value-added reseller (VAR): nessa modalidade, um dos seus parceiros comercializa algum produto que agregue valor aos seus clientes — como uma consultoria;
    • marketing de conteúdo: a sua empresa pode firmar uma parceria que resulte em links mútuos, tanto no blog da sua organização como no site da parceira. Assim, ambos vendem juntos;
    • revenda: modelo também conhecido como afiliado. Nessa solução mais tradicional, a organização parceira revende o seu produto e recebe uma comissão.

    5. Indicações

    As indicações são valiosas porque podem vir tanto da base de clientes como dos parceiros e fornecedores de serviços. Quem já comprou e esteja satisfeito com um determinado produto tende a repassar essa informação para amigos e conhecidos.

    Do mesmo modo, parceiros que confiam no trabalho da sua empresa também se tornarão promotores naturais da marca. Para garantir que esse marketing boca a boca realmente seja feito, é possível delinear uma estratégia específica.

    Ela é conhecida como referral marketing e envolve trocas de incentivos, de modo que todos saem ganhando. Um bom exemplo é a empresa oferecer prêmios e pacotes de descontos em troca de indicações. Uma medida interessante.

    O modelo de referral marketing é indicado para reduzir o custo de aquisição dos clientes, o popular CAC. Afinal, esse consumidor já conhece os produtos e serviços da empresa e está mais disposto a indicá-los, ao contrário de uma estratégia na qual esse convencimento teria que ser iniciado do zero.

    Como vimos no texto, a captação de novos clientes conta com diferentes estratégias para viabilizar o sucesso comercial da empresa. Algo que não deve ser deixado de lado é contar com uma equipe comercial capacitada para desempenhar essas estratégias e até mesmo reavaliar atividades quando for necessário.

    E aí, curtiu o artigo e quer apresentá-lo para os seus amigos? Então, compartilhe o texto em suas redes sociais e chame todo mundo para a discussão!

  • Tendências de mercado: veja 4 maneiras de se manter bem informado!

    Tendências de mercado: veja 4 maneiras de se manter bem informado!

    Ficar atualizado em relação às principais tendências de mercado é passo essencial para se destacar como empresário, independentemente do porte da empresa e do segmento. Afinal, para adotar as melhores práticas no negócio, é preciso conhecer o que está sendo feito no Brasil e no exterior.

    A boa notícia é que se manter informado não é nada complicado nos dias de hoje. Aplicativos especializados, networking e podcasts são alguns canais indispensáveis para quem quer saber de tudo o que está acontecendo no mundo.

    Confira 4 maneiras de se manter bem informado sobre as tendências de mercado!

    1. Baixe aplicativos especializados

    Entre os aliados de quem quer se manter antenado estão os aplicativos especializados. Esse canal se destaca, principalmente, pela praticidade.

    Afinal, informações relevantes sobre negócios em geral ficam disponíveis direto do celular, o que possibilita que você leia notícias e artigos de onde estiver, aproveitando ao máximo qualquer intervalo que tenha durante o dia.

    Uma dica é o Flipboard. Com o app, você pode selecionar assuntos de interesse e ter acesso a notícias de diferentes veículos em um só lugar.

    2. Consulte sites e veículos de confiança

    Outras fontes valiosas de informações sobre tendências são sites e veículos de comunicação. Optar por esses canais oficiais é uma maneira de não só expandir seus conhecimentos sobre temas relevantes para sua área de atuação como, também, garantir que essas informações sejam verdadeiras, pois foram apuradas por profissionais.

    O ideal é criar o hábito de consultar sites de referência, pelo menos, uma vez por dia. Dessa forma, você garante que não perdeu nada do que está acontecendo no Brasil e no mundo. Entre os sites que devem ficar no seu radar estão os dos principais veículos de comunicação e, também, ferramentas como o Google Trends, que permite direcionar suas buscas para os termos do seu interesse.

    3. Invista em networking

    Se manter atualizado passa também por se relacionar com pessoas relevantes na sua área de atuação. Nesse sentido, investir em networking é passo que faz a diferença no seu grau de atualização.

    Cultivar conexões qualificadas pelas redes sociais e participar de eventos do setor − mesmo em plataformas online − são maneiras de conhecer tendências da área e trocar experiências com outras pessoas, falando de assuntos relevantes, como liderança, planejamento estratégico e outros temas que fazem parte do dia a dia de uma empresa.

    Para não perder uma oportunidade de fazer networking, não deixe de criar um perfil em redes profissionais, como o LinkedIn, e acompanhar os cursos e eventos oferecidos por instituições como o Sebrae. Dessa forma, além de se atualizar em relação a tendências de mercado você tem a oportunidade de ouro de interagir com outros empreendedores.

    4. Escute podcasts

    Os podcasts vieram para ficar. E não é à toa. Com programas especializados, tratando dos mais diversos temas relativos à gestão, a mídia é sob medida para quem quer se manter atualizado, mas não tem tempo a perder.

    Você pode escutar podcasts nas mais diversas situações: em intervalos no dia de trabalho, durante o deslocamento para a empresa ou, até mesmo, enquanto se exercita. Há opções de duração variada, que podem se adequar sem problemas a sua rotina.

    Muitas vezes, um insight ao escutar um programa pode levar a fazer mudanças relevantes no negócio, como fazer uma revisão de processos ou tentar uma nova estratégia de marketing.

    O podcast TEDTalks Negócios é uma opção para quem gosta de temas como inovação e histórias de sucesso. O Sebrae Alagoas também tem programas no formato, com entrevistas sobre temas como transformação digital, comportamento do consumidor, cultura de dados e futuro do trabalho.

    Estar bem informado em relação às principais tendências de mercado é a garantia de que você fará a gestão do seu negócio alinhada ao que está acontecendo no Brasil e no mundo. Ao buscar sempre ampliar seus conhecimentos, as tomadas de decisão ficam mais fáceis, assim como o gerenciamento da equipe.

    Gostou deste conteúdo sobre como se manter atualizado? Então comece agora mesmo a ampliar seus conhecimentos e baixe nosso guia gratuito com as principais tendências de mercado.

  • 8 dicas práticas para melhorar o diálogo com a sua equipe

    8 dicas práticas para melhorar o diálogo com a sua equipe

    A comunicação ineficiente prejudica qualquer organização, mas o impacto negativo da falta de diálogo com a equipe é ainda maior nas pequenas empresas. Com um grupo reduzido de colaboradores em contato mais próximo, é um grande desafio evitar conflitos e a desmotivação que podem comprometer a produtividade.

    Felizmente, existem recursos que você pode adotar em seu negócio para que seja possível se comunicar com clareza e do modo que melhor se adapta à sua equipe. Continue a leitura, saiba mais sobre a importância do diálogo dentro da empresa e confira dicas para melhorar a comunicação com seus colaboradores.

    A importância da boa comunicação para a pequena empresa

    O gestor de uma pequena empresa está sempre ocupado. Da logística ao marketing, os dias e semanas passam voando. Nem sempre há tempo de focar na importância de uma boa comunicação para estreitar os laços.

    No entanto, comunicar é uma ação que faz parte da cultura diária do negócio. A comunicação aberta no ambiente de trabalho torna a equipe mais coesa, o que é fundamental no desenvolvimento de projetos e no enfrentamento dos desafios diários. Além disso, quando funcionários percebem que a opinião deles são consideradas importantes, mais estimulados eles se sentem para contribuir com a empresa.

    Essa mudança de comportamento promove a unidade da equipe e os colaboradores se tornam mais leais uns aos outros e ao próprio negócio. Isso resulta em maior eficiência, produtividade e redução da rotatividade. Por isso, a revisão de processos para melhorar o diálogo é crucial para manter as relações de trabalho saudáveis entre gestor e equipe.

    Aprimore o diálogo com a equipe usando essas 8 dicas

    Aqui estão algumas etapas que você pode seguir para melhorar sua comunicação com sucesso e estimular a confiança da equipe

    1. Crie uma política de portas abertas

    Não seja um líder impositivo. Faça com que seus funcionários se sintam confortáveis em ir até você para conversar. Para não comprometer a sua agenda, tente reservar um dia da semana e um horário mais tranquilo para poder ouvir seu time com calma.

    Procure também responder prontamente a qualquer dúvida ou questionamento feito por um membro da equipe. Ignorar e-mail ou um pedido pessoal para uma conversa pode enfraquecer a atmosfera positiva.

    2. Aprenda a lidar com conflitos

    Um bom gestor deve se preparar não apenas para evitar conflitos, mas também para desenvolver estratégias e resolvê-los da melhor maneira. O primeiro passo é identificar qual é a origem da situação conflitante.

    As razões mais comuns nas pequenas empresas são: pressão do trabalho, imposições intransigentes, falhas na comunicação, preconceitos, insubordinação, expectativas frustradas e perda da produtividade e motivação.

    Cada uma dessas situações exige uma solução específica. Encare o conflito como oportunidade de desenvolver sua liderança, criando um espaço para ouvir os envolvidos sem procurar o culpado.

    3. Deixe documentos e informações importantes facilmente acessíveis

    Cada empresa tem um conjunto único de informações relacionadas ao modo como o negócio opera, como: plano de benefícios, materiais de treinamento, guias de estilo e documentos com visão e missão, por exemplo. É importante que esses documentos fiquem facilmente disponíveis, permitindo que os funcionários encontrem e acessem essas informações a qualquer momento.

    4. Otimize as reuniões

    Reuniões em excesso nem sempre repercutem bem na equipe e ainda retiram os funcionários de suas funções por um tempo considerável. Para melhorar os resultados desses encontros presenciais ou online, pense nos seguintes pontos:

    • estabeleça uma meta: toda reunião deve ter um propósito definido;
    • defina um tempo para o encontro: isso ajuda a conduzir a conversa de forma objetiva sem ultrapassar o tempo pré-determinado;
    • selecione os participantes: convide apenas os funcionários que têm informações relevantes para o objetivo da reunião;
    • crie um ambiente seguro: não deixe um funcionário interromper o outro ou falar alto demais. Fique alerta às conversas paralelas e veja se elas são de fato relevantes para o encontro;
    • busque a melhor maneira de comunicar sua mensagem: clareza e objetividade no conteúdo e calma para lidar com os temas mais desafiadores deixam a equipe mais à vontade para apresentar comentários e sugestões. 

    5. Invista nos feedbacks positivos

    Essa prática é uma maneira de valorizar a dedicação dos colaboradores, mostrando que você confia no trabalho realizado. O feedback positivo também é uma ótima maneira para orientar a continuidade do bom desempenho e para criar um ciclo saudável para o negócio, que cresce com a boa produtividade e para o trabalhador, que se sente valorizado e motivado para realizar as tarefas.

    6. Varie os métodos de comunicação

    O diálogo face a face é a melhor maneira para eliminar qualquer mal-entendido. O e-mail é um método comum de comunicação e funciona bem para muitas situações dentro da empresa. No entanto, ele elimina a abordagem pessoal e os funcionários podem se sentir separados uns dos outros. Além disso, é difícil acompanhar uma conversa pelo e-mail quando ela é acompanhada de uma longa lista de mensagens.

    Para uma comunicação rápida, a ferramenta de bate-papo pode funcionar melhor, assim como as chamadas de vídeo que permitem ver a pessoa com quem se está falando e compartilhar documentos ao mesmo tempo. Já existem muitos aplicativos e softwares que podem melhorar a comunicação e colaboração nas empresas, como o Slack, o Microsoft Teams e o Google Meet.

    7. Seja transparente

    Certifique-se de atualizar a equipe sobre as questões que afetam seus negócios, sejam elas positivas ou negativas. Fazendo isso, seus funcionários ficam cientes do que você espera de cada um e também conhece quais os desafios que eles podem enfrentar ao longo do caminho. Essa transparência no trato das questões internas do negócio passa confiança ao time e mais engajados eles se sentem em relação à empresa. 

    8. Seja empático com o funcionário

    Quando for dialogar com um membro da equipe, tente limitar as distrações para se concentrar no que ele tem a dizer. Fechar o e-mail e silenciar o telefone, por exemplo, mostram a essa pessoa que ela terá sua atenção.

    Também é importante ter uma postura empática com a equipe. Mesmo que você tenha questões importantes a tratar, não faça julgamentos precipitados e ouça pacientemente o que cada um tem a dizer. Esse é o primeiro passo da escuta ativa, a arte de ouvir para melhor compreender.

    O diálogo com a equipe é mais que transmitir informações: é uma ferramenta poderosa que pode motivar os funcionários, reduzir conflitos e aumentar a produtividade. Analise os métodos de comunicação em sua empresa, observando ainda suas habilidades de comunicação e procure ferramentas que ajudem você a conduzir melhor o time.

    Quer mais dicas para envolver e engajar sua equipe? Baixe gratuitamente nosso infográfico e descubra como trilhar sua liderança para alcançar os melhores resultados. 

  • Descubra como fazer o mapeamento de processos na sua empresa

    Descubra como fazer o mapeamento de processos na sua empresa

    Você pode estar se perguntando o que falta para sua empresa se destacar em excelência, ter um ótimo controle financeiro e capacidade de retenção de colaboradores. A resposta pode estar relacionada à realização de um mapeamento de processos que auxilie na otimização das atividades, permitindo enxergar falhas na organização das tarefas e eliminando possíveis gaps.

    O mapeamento de processos é uma forma de agrupar as ações necessárias para a realização de um serviço ou para a criação de um produto, apresentando as ligações que cada etapa tem entre si e delimitando, muitas vezes, o tempo em que as fases serão realizadas e os seus responsáveis.

    Ao desenhar esse fluxo de trabalho, estabelecendo o percurso que considera essencial para a sua empresa, você consegue enxergar gargalos operacionais, padronizar as atividades, de modo a garantir o apuro na entrega do trabalho e controle financeiro, já que vai determinar as despesas com precisão e os lucros para cada atividade. O mapeamento garante uma gestão dos projetos mais assertiva.

    Percebeu a importância do mapeamento de processos? Então, vamos falar sobre como implementar essa metodologia em sua empresa!

    Como fazer o mapeamento de processos

    Ao implementar esse método em sua empresa, sugerimos o envolvimento de toda a equipe na delimitação de cada atividade e na identificação das necessidades de cada função.

    Por mais que você tenha visão de gestor, que é abrangente e inclui o acompanhamento do início da produção até a entrega, seus colaboradores têm uma visão pormenorizada, atenta a detalhes que nem sempre chegam até você e que podem ser aprimorados.

    1. Definir quais os processos serão mapeados

    Quais processos precisam ser mapeados? São processos de gestão? São os processos de apoio? Ou os primários?

    Processos primários são aqueles que geram entrega para o cliente. Eles estão envolvidos na produção do trabalho e na finalidade de atuação da sua empresa. Os processos de apoio são os que oferecem suporte para a produção, isso é, para os primários e para os processos de gerenciamento. Por falar neles, processos de gerenciamento são aqueles envolvidos na condução e na viabilização dos processos primários e de apoio.

    Nossa sugestão é começar o mapeamento pelos processos primários, os quais estão diretamente ligados à satisfação do cliente e ajudam a mobilizar os demais. Mas, caso você já tenha feito esse trabalho e/ou perceba uma falha nos processos de apoio e de gerenciamento, pode começar por eles.

    2. Montar um mapa de processos para cada um deles

    Nesta etapa, é importante envolver diretamente a equipe para compreender como se iniciam suas tarefas e como se encerram cada uma delas. O trabalho de um designer de joias, por exemplo, inicia-se com o direcionamento de como o produto deve ser e para quem será vendido. Nesse caso, o trabalho se encerra quando o desenho é finalizado e aprovado pelo cliente.

    Antes do desenho ser criado e aprovado, outras fases aconteceram. A equipe de vendas já atuou para a realização da venda, buscando entender quais características o produto deveria apresentar para atender o pedido do cliente. Após a finalização do design, outras etapas do processo se iniciam, como a produção e a entrega da joia nas mãos do cliente.

    É um fluxo com começo, meio e fim. Depende de pessoas para realizarem seu trabalho, de um acompanhamento para garantir que as etapas se iniciem e que todas elas sejam devidamente finalizadas dentro do prazo e do custo delimitado no início.

    3. Conferir e validar o mapeamento do processo

    Uma vez que você tenha o processo definido em suas mãos, com todas as variáveis e os ajustes que podem ser solicitados pelo cliente até a entrega, é hora de disseminar o fluxo para a equipe. Cada colaborador deve entender o funcionamento de seu trabalho e os afazeres dos colegas para evitar que etapas importantes do processo fiquem paradas.

    No exemplo do design de joias, uma vez finalizada a sua parte, o designer precisa garantir que o desenho será produzido. Se ele der seu trabalho por encerrado ou não souber para quem direcionar o trabalho, há sérias chances de a equipe não cumprir com o prazo estipulado, gerando diversos problemas para a operação, entre eles, a insatisfação do cliente.

    Portanto, converse com a equipe e valide todos os processos para garantir que cada colaborador entenda quando se iniciam suas tarefas e quando elas devem ser finalizadas. Este é o momento ideal para alterações e possíveis ajustes por parte da equipe!

    4. Modelar o processo

    Modelar um processo significa criar uma espécie de mapa, é transformá-lo numa ferramenta de fácil acesso, consulta e verificação para os colaboradores. Há empresas que se dedicam a criar diagramas e disponibilizar para a equipe, seja por meio de manuais ou por meio de adesivos nas paredes.

    É importante que esse desenho esteja claro e de fácil utilização, já que a maior parte das dúvidas costuma surgir ao longo do processo, quando todos estão envolvidos com a produção e, portanto, estão ocupados cada um com suas tarefas.

    5. Automatizar e monitorar

    Automatizar é uma palavra cujo significado tem a ver com mecanização. Em se tratando de gestão de pessoas, parece estranho mencionar a ideia de que parte do mapeamento de processos inclui tornar algo mecânico. Afinal, a maior parte das empresas conta com pessoas e não robôs na realização do trabalho.

    No caso das pessoas, além de compartilhar o modelo dos processos, é preciso investir em treinamento que torne o conhecimento sobre o esquema de trabalho da empresa constantemente difundido. Cada atualização desses processos deve ser rapidamente comunicada e colocada em prática, de modo que nenhum colaborador seja pego de surpresa.

    Por fim, contar com sistemas de gestão que ajude a visualização do andamento das tarefas é extremamente recomendável para que todos os produtos e serviços tenham suas etapas iniciadas no prazo correto e entregadas dentro das expectativas do contratante.

    As vantagens do mapeamento de processo são inúmeras. Obter maior controle sobre o andamento da produção, identificar os custos envolvidos na fabricação, ser mais assertivo no orçamento e identificar falhas e possíveis melhorias na realização das tarefas são algumas delas. Lembre-se de que rever os processos também é uma forma de manter a operação com bom funcionamento e ótimos resultados.

    Gostaria de saber mais sobre mapeamento de processos e outras ferramentas para uma boa gestão? Confira nosso e-book Gestão 4.0: como atender as expectativas do cliente e do colaborador.

  • Aprenda o que é mindset de crescimento e veja como ele pode ajudar no sucesso da sua empresa!

    Aprenda o que é mindset de crescimento e veja como ele pode ajudar no sucesso da sua empresa!

    Você já se pegou rejeitando novos desafios, transferindo a responsabilidade para algum colega de trabalho ou desistindo de algo antes mesmo de tentar? Esses são sinais de quem possui um mindset fixo, um modelo mental limitador, que – muitas vezes – lhe impede de evoluir e alcançar o sucesso. Mas calma, que há uma solução!

    Neste artigo, vamos explicar o que é mindset de crescimento, destacar como ele funciona e para que serve. Aqui, você descobrirá a mudança que esse conceito pode fazer em seu negócio e entenderá os seus benefícios. Se interessou? Continue a leitura!

    O que é mindset de crescimento?

    Ao contrário do mindset fixo, a mentalidade de crescimento possibilita que o profissional possa agir com maior proatividade diante das circunstâncias. As pessoas que possuem esse tipo de mindset acreditam que estão em constante evolução e, portanto, estão mais dispostas a vivenciar novas experiências e desafios e aprender durante esse processo. 

    Para que serve o mindset de crescimento?

    O mindset de crescimento serve para tornar as pessoas mais resilientes, propositivas, abertas a mudanças e inovações, pois elas se colocam em papel de eternos aprendizes. Elas tendem a ser perseverantes mesmo após sofrer algum contratempo inesperado.

    O que uma mudança de mindset pode trazer para seu negócio?

    Uma alteração de mindset fixo para o mindset de crescimento pode levar o negócio a obter sucesso no mercado. Com ele, as equipes vão focar no desenvolvimento das habilidades de seus integrantes e formarão times de alto desempenho ao invés de ficar se prendendo em críticas e procurando desculpas para as próprias falhas.

    1. Amplia conhecimentos

    A mudança para o mindset de crescimento amplia os conhecimentos dos profissionais, já que eles estão sempre aprendendo e buscando se aperfeiçoar em sua profissão. As pessoas que desenvolvem essa atitude reconhecem o trabalho dos outros e tentam aprender como eles conseguiram alcançar o sucesso.

    2. Aumenta a qualidade profissional

    Mudar o mindset eleva a qualidade do trabalho realizado pelo profissional, tendo em vista que ele vai sempre tentar melhorar os resultados. Esse é um processo gradativo, pois para mudar é preciso abandonar velhos hábitos e se permitir olhar as coisas por uma outra ótica.

    3. Melhora o trabalho em equipe

    Os colaboradores que desenvolvem esse tipo de mindset conseguem trabalhar melhor em equipe, além de mostrar o seu talento e esforço. Esses profissionais são mais abertos a desafios e podem ajudar seus colegas a superarem as dificuldades.

    Como criar um mindset de crescimento?

    Comece a criar um mindset de crescimento com sua equipe ganhando a confiança dos colaboradores e incentivando-os com pequenas mudanças de atitudes, por exemplo, enxergando o erro como uma oportunidade de melhoria.

    Com o tempo, compartilhe as conquistas com todos e esforce-se para manter a equipe engajada com as mudanças propostas. Procure se desafiar em pequenas atitudes e escolhas do dia a dia para virar a chave e se posicionar de uma forma diferente do costume.

    Entendeu como é possível desenvolver um mindset de crescimento? Tente acompanhar o desenvolvimento de cada profissional que faz parte do seu negócio e perceber o progresso de todos eles. Esse é um processo lento e de construção, que exige esforço e dedicação, mas que no final valerá a pena.

    Gostou do nosso post sobre mindset? Leia também nosso artigo “Time de alta performance: qual sua importância e como estruturá-lo?” e fique por dentro de mais este assunto!