Categoria: Gestão

  • CRM: como otimizar a gestão de relacionamento com o cliente?

    CRM: como otimizar a gestão de relacionamento com o cliente?

    Focar na gestão de relacionamento com o cliente pode ser transformador para empreendedores. Esse é o resultado de um esforço constante para construir o tipo de vínculo duradouro que leva o seu negócio para o próximo patamar.

    Os sistemas de CRM representam a evolução desse modelo de gestão, que busca disponibilizar informações completas e confiáveis sobre os clientes e os seus hábitos de consumo. Quer saber mais sobre o assunto? Então, confira o nosso post até o final e tire todas as suas dúvidas sobre o funcionamento do CRM.

    CRM x CXM: quais são as diferenças?

    CRM significa Customer Relationship Management ou Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente, em português. Esse é um sistema que possibilita a gestão inteligente de dados dos clientes. Essa é uma ferramenta que vai muito além do simples cadastro de contato e registro de compras. O CRM conta com:

    • compartilhamento de informações relevantes;
    • estimativas e previsão de vendas;
    • relatórios gerenciais;
    • automação de e-mails customizados;
    • histórico detalhado das solicitações atendidas.

    Ou seja, estamos falando de um programa robusto que realmente entrega vantagens para seus usuários. Contudo, de tempos em tempos, surgem novas ideias e metodologias de trabalho que modificam o cenário atual.

    É nesse ponto que o CXM ou Customer Experience Management mudou o foco para o Gerenciamento de Experiência do Cliente. O objetivo desse sistema é avaliar todas as interações entre a empresa e seus clientes. Os dados coletados são processados para criar um retrato da qualidade do atendimento e da experiência durante a compra.

    Como implementar uma estratégia de CRM que dê resultado?

    Listamos algumas ideias que possibilitam a otimização da gestão de relacionamento com o cliente. Acompanhe.

    Diferencie os consumidores

    A segmentação nunca foi tão relevante quanto hoje. Clientes são atraídos por produtos diferenciados ou com personalizações compatíveis com a sua identidade — e o mais importante: estão dispostos a pagar por produtos que realmente despertam o seu interesse.

    Melhore a comunicação

    Hoje, as estratégias de comunicação buscam tornar a empresa mais acessível. Por isso, faça uso das redes sociais para construir esse relacionamento e interagir positivamente com o seu público. Essas ferramentas podem virar uma vitrine dos seus produtos e proporcionar um atendimento mais ágil.

    Conheça a identidade dos clientes

    O comportamento do seu consumidor deve influenciar esse relacionamento. A recomendação é dedicar tempo para construir esse perfil detalhado e aprofundar o seu conhecimento sobre motivações e hábitos de consumo.

    Como avaliar a eficiência da gestão de relacionamento com o cliente?

    Como todos os processos internos, o relacionamento com o cliente também está sujeito a avaliações para mensurar a sua efetividade. Por esse motivo, é importante estabelecer métricas que devem ser acompanhadas rigorosamente.

    Esses indicadores acompanham desde o grau de satisfação com o atendimento até a probabilidade de indicar a empresa para um amigo. Esses dados revelam quais são as qualidades valorizadas e quais aspectos requerem melhorias.

    Por fim, é importante destacar que essa visibilidade permite que a gestão de relacionamento com o cliente execute o seu verdadeiro propósito, que é atrair, satisfazer e fidelizar clientes. Assim, é possível melhorar a imagem e permanecer competitivo no mercado.

    Você quer saber mais sobre a fidelização de clientes? Conheça as principais informações no nosso Infográfico de Marketing Digital.

  • Aprenda a analisar o mercado e identificar oportunidades

    Aprenda a analisar o mercado e identificar oportunidades

    A era digital já era uma realidade no mundo e teve seu dinamismo acentuado com a pandemia do coronavírus. As empresas que conseguiram se manter competitivas precisaram se adaptar a uma nova realidade e se reinventar para se adequarem às novas relações e hábitos de consumo.

    Nesse contexto, agilidade é importante e informação é um ativo tão valioso quanto recursos humanos e financeiros. Então o que você faz com os dados que obtém do mercado? Quais são suas fontes? Como obtém e analisa as informações sobre o seu segmento de negócio?

    Não é preciso reinventar a roda. Não estamos falando de criar soluções nunca antes vistas pelo consumidor, mas do empenho em se aperfeiçoar constantemente e buscar estratégias melhores. Adaptação e aprimoramento são palavras-chave nesse processo.

    Confira na sequência algumas dicas para você analisar o mercado e identificar oportunidades para o seu negócio!

    Conheça bem o cliente

    O que o consumidor quer? Entender as expectativas, comportamentos, desejos e necessidades dele é uma forma de tornar mais atrativa a oferta da sua empresa. Assim, você agrega valor ao produto ou serviço prestado, cria novas soluções e pode até explorar novos nichos.

    Pesquise a fundo o perfil do seu cliente: faixa etária, sexo, grau de escolaridade, nível de renda, onde mora, crenças e estilo de vida. Pesquisas de mercado são ótimas para você conhecer a fundo o público-alvo identificando características e hábitos de consumo.

    Daí podem surgir ideias para aprimorar sua oferta (quem sabe oferecer um serviço agregado ao produto) e explorar novos nichos de mercado. Ainda é possível utilizar as redes sociais como fonte de informação. Invista nessa aproximação da marca com o cliente e descubra o melhor canal de comunicação para o seu negócio!

    Analise a concorrência

    Conheça os produtos e serviços oferecidos pelos concorrentes, avalie a participação deles no mercado, quais tecnologias utilizam, onde estão localizados, como operam, quem são os fornecedores e clientes, pontos fortes e fracos.

    Uma empresa local parecida com a sua pode estar vendendo mais porque atende os clientes em casa, por exemplo, ou porque investiu em transformação digital. As informações permitem que você compare suas ações com as da concorrência: material, qualidade do produto e precificação, por exemplo. Até mesmo o custo da entrega pode ser um diferencial competitivo.

    Sam Walton, fundador do Walmart, visitava as lojas dos concorrentes e fazia anotações para promover melhorias em seu negócio desde a fundação da empresa em uma cidade pequena do Arkansas, nos Estados Unidos.

    Quem sabe outro mercado do bairro esteja conquistando mais consumidores por causa de um processo bem estruturado de pós-venda. Analise as boas práticas dos concorrentes e avalie os impactos de aderir algumas dessas ações ao seu negócio.

    Avalie tendências

    Analisar o mercado e identificar oportunidades também depende da capacidade de estar antenado às novidades e se adaptar ao comportamento do consumidor. Quer um exemplo? As pessoas passaram a cozinhar mais em casa e a ter maior preocupação com o que comem durante a pandemia do coronavírus.

    Pesquisas indicam que o consumo de açúcares e carne vermelha caiu e esse novo estilo de vida tende a continuar mesmo com o fim do isolamento social. Pense em como isso afeta restaurantes, lanchonetes, mercearias, quitandas e serviços de delivery.

    De repente vale a pena repensar o menu oferecido ao cliente, incluir opções mais saudáveis e investir na entrega rápida e em produtos para um nicho de mercado específico (sem glúten para os celíacos e variar na receita para os vegetarianos).

    Falando em tendências, também vale ficar atento ao aumento do consumo online (acentuado durante a pandemia) e a preocupação do consumidor com sustentabilidade na hora de estruturar ou fazer crescer o negócio.

    Conheça os pontos fortes e fracos do seu negócio

    Tome um tempo para definir missão, visão e valores do seu empreendimento. São fios condutores que ajudam a marca a não perder a identidade. Daí, vá adiante para analisar o mercado e identificar oportunidades.

    Já ouviu falar na análise SWOT? Em português, ela também é conhecida como a matriz FOFA, acrônimo formado pelos 4 aspectos para os quais o empreendedor deve olhar em seu negócio:

    • forças (fatores positivos da empresa, ambiente interno);
    • oportunidades (fatores positivos do mercado, ambiente externo);
    • fraquezas (fatores negativos do negócio, ambiente interno);
    • ameaças (fatores negativos do mercado, ambiente externo).

    A força do seu negócio pode ser a modernidade das instalações (o que garante que a produção flua melhor) ou seus anos de experiência no mercado financeiro caso resolva trabalhar por conta própria como consultor.

    Oportunidade para um restaurante de alimentação saudável é a abertura de uma academia na região. A fraqueza, por exemplo, pode ser a falta de conhecimento em marketing digital para fazer sua marca na internet ou um pós-venda desestruturado. 

    A avaliação de todo o contexto interno e externo do negócio ajuda o empreendedor a entender seu cenário atual e a estabelecer planos e metas. Que tal investir no treinamento dos vendedores para fidelizar clientes, por exemplo?! Use a matriz FOFA para mitigar riscos, entender e prever cenários e orientar a tomada de decisão. e aumentar a sua competitividade no mercado

    Conhecer bem o cliente, analisar a concorrência, avaliar tendências e conhecer os pontos fortes e fracos da sua empresa são medidas que ajudam você a entender melhor o mercado e identificar oportunidades. Essas ações valem a pena para aumentar sua competitividade.

    Gostou das dicas? Se aprofunde no assunto com o nosso Guia de Tendências!

  • Quais os tipos de relatórios gerenciais mais importantes para acompanhar?

    Quais os tipos de relatórios gerenciais mais importantes para acompanhar?

    Manter as finanças equilibradas é um desafio, principalmente para micro e pequenos empreendedores. Esse assunto gera vários questionamentos, seja pela falta de experiência, seja pela falta de conhecimento sobre a gestão financeira. Isso quer dizer que muitas empresas desconhecem o potencial de um relatório gerencial.

    No dia a dia, essa rotina pode não receber a atenção necessária, contudo, o sucesso do empreendimento está profundamente ligado aos resultados financeiros. Sem essas informações não é possível mensurar os lucros, apurar os custos ou garantir o pagamentos das obrigações.

    Por isso, preparamos este conteúdo para demonstrar o papel dos relatórios gerenciais e explicar quais são os principais tipos. Continue a leitura para conhecer todos os detalhes!

    Relatório gerencial: o que é e qual a sua importância?

    Os relatórios gerenciais são documentos que consolidam diversos aspectos do negócio com o intuito de demonstrar detalhadamente o andamento da operação. Nesse caso, estamos falando de informações financeiras desde a entrada de recursos até a apuração e recolhimento de impostos.

    Esses dados são coletados e convertidos em relatórios de fácil leitura e compreensão para, em seguida, serem usados para apoiar o processo de decisão. Esses relatórios devem ser acompanhados periodicamente para possibilitar a criação de um histórico da evolução, bem como a correção de eventuais problemas.

    Acompanhar a movimentação financeira da empresa vai além da simples conciliação bancária. Assim, os relatórios gerenciais assumem um papel tão importante na gestão de empresas. Além de monitorar o andamento das atividades, os relatórios fornecem informações sobre o sucesso da estratégia e indica áreas que podem passar por melhorias.

    Quais são os tipos de relatórios gerenciais?

    Cada tipo de relatório gerencial é criado com o intuito de fornecer informações específicas sobre as finanças empresariais. Porém, todos eles devem conter algumas características básicas, como objetividade, clareza e, acima de tudo, informações confiáveis. Por esse motivo, é importante conhecer o que cada modelo apresenta e qual é a sua finalidade.

    Relatório de fluxo de caixa

    A apuração do fluxo de caixa é uma atividade diária, porém, pode ser consolidada mensalmente. Essa é uma lista de todas as receitas obtidas pela empresa, seja em dinheiro, seja em transferências ou depósitos bancários. Para efeitos de comparação também traz todas as saídas.

    Alguns exemplos de saídas de recursos são:

    • folha de pagamento;
    • pagamento de despesas;
    • pagamento de fornecedores e prestadores de serviços.

    O resultado apurado é o capital de giro representado pela diferença entre os recursos disponíveis em caixa e o somatório de todas as despesas a pagar. O fluxo de caixa também pode ser utilizado para estimar a situação financeira da empresa. Basta registrar as contas a prazo, bem como as contas recorrentes.

    Com essas informações disponíveis, o empreendedor consegue definir qual valor mínimo deve ser vendido para sustentar a operação. Essa também é uma ferramenta de planejamento para novos negócios, pois determina quanto deve ser vendido para alcançar o ponto de equilíbrio e o valor que precisa ser investido.

    Balanço Patrimonial (BP)

    Esse é um dos relatórios obrigatórios, inclusive, para micro e pequenas empresas de acordo com a Lei 9317/96. A sua visualização é dividida em dois campos: ativo e passivo.

    Na contabilidade, o ativo é o conjunto de bens, créditos e direitos a receber em nome da empresa compondo, assim, o seu patrimônio. Essa categoria também é separada em:

    • ativo circulante: são os valores da empresa que podem ser convertidos em espécie em um curto prazo. Estoque, dinheiro em contas bancárias e contas a receber são alguns exemplos;
    • ativo não circulante: são os bens que podem se transformar em dinheiro no longo prazo, por exemplo, com a venda de imóveis, veículos e maquinário.

    Já o passivo engloba todas as obrigações e dívidas da empresa e são divididos em 3 grupos distintos:

    • passivo circulante: corresponde a todas as contas da empresa que devem ser quitadas no prazo de 12 meses, ou seja, o período em exercício. Os principais passivos são folha de pagamento, impostos e contribuições, contas a pagar com fornecedores e distribuição de lucro aos sócios;
    • passivo não circulante: o prazo de pagamento do passivo não circulante é a principal diferença, sendo que inclui as contas com pagamento superior a 12 meses. Nesse caso, contempla financiamentos e empréstimos de longo prazo, aportes de investidores com data de quitação superior a um ano;
    • patrimônio líquido: é o resultado do ativo menos o passivo, uma vez que os dois lados do balanço precisam totalizar o mesmo valor.

    Contas a pagar

    Esse é um relatório elaborado para mostrar todas as despesas e separá-las de acordo com a data de incidência. Essa é uma análise que permite decidir onde cortar custos e como direcionar recursos para investimentos.

    A organização financeira da empresa é essencial para evitar a perda de prazos e pagamento de contas em atraso, o que pode gerar multas e penalizações. Além disso, essa análise possibilita identificar quais contas serão priorizadas em caso de dificuldades financeiras.

    Contas a receber

    Esse relatório é essencial para o controle financeiro diário da empresa. A organização das receitas ajuda a demonstrar todos os valores que entraram, bem como os valores a serem recebidos no longo prazo.

    Essa informação também ajuda a identificar quais clientes estão inadimplentes, pois atrasos no recebimento podem comprometer as finanças. Assim, há a necessidade de criar uma política de cobrança eficiente para manter o fluxo de caixa em dia.

    Demonstração de Resultado de Exercício (DRE)

    Esse relatório gerencial é um documento obrigatório emitido anualmente, que detalha os resultados sob o ponto de vista contábil e patrimonial. A sua elaboração contempla o exercício em questão e apresenta o resultado líquido do ano.

    As empresas têm autonomia para decidir o formato do documento, porém, alguns elementos devem estar presentes. Tais como:

    • a receita bruta de vendas;
    • a receita liquida após deduções;
    • as despesas e os custos operacionais;
    • os lucros ou prejuízos obtidos;
    • os resultados antes do Imposto de Renda.

    Giro de estoque

    A rotatividade de estoque é um dos relatórios mais importantes para gestão de estoque, um processo estratégico para a empresa. Esse relatório gerencial demonstra a periodicidade com a qual o inventário é renovado, essa análise é segmentada por produto para garantir a precisão.

    Com essa informação em mãos é possível identificar com que frequência os itens devem ser abastecidos. Isso ajuda a melhorar o planejamento das atividades da área de compras e garante que não haverá ruptura do estoque. Com isso, empresa deixa de imobilizar o patrimônio com materiais e ajuda a destinar esses recursos para outras áreas.

    Por fim, devemos ressaltar que a elaboração de um relatório gerencial exige precisão para garantir que as informações são confiáveis. Para atingir esse objetivo, o empreendedor deve investir em tecnologias, como sistemas de gestão integrada, para automatizar as rotinas e simplificar esse processo.

    Se você tem interesse em saber mais sobre a gestão voltada para qualidade, acesse o nosso post sobre o que são e como analisar indicadores de resultados.

  • 3 maneiras eficientes de fazer a avaliação de fornecedores

    3 maneiras eficientes de fazer a avaliação de fornecedores

    Encontrar parceiros capazes de atender as suas necessidades é apenas o primeiro passo. Para construir uma relação duradoura e lucrativa, é essencial implementar um modelo de gestão que valoriza a avaliação de fornecedores. Existem diversas formas de analisar o desempenho e identificar gargalos que podem se transformar em problemas sem o devido cuidado.

    Por isso, o empreendedor deve focar no planejamento da contratação e periodicamente avaliar os resultados. Pensando nisso, desenvolvemos este artigo para explicar como esse processo funciona e quais são as melhores práticas. Confira!

    O que é avaliação de fornecedores?

    Em termos simples, a avaliação dos seus fornecedores consiste no processo de medir a qualidade do seu atendimento por meio de indicadores de desempenho. Geralmente, essa responsabilidade cabe ao departamento de compras. O objetivo é:

    • garantir o suprimento de insumos e produtos;
    • reabastecer o estoque periodicamente;
    • cumprir com os prazos de entrega;
    • praticar preços compatíveis com o mercado.

    A área de compras é considerada estratégica para o crescimento da empresa. Por isso, é preciso estabelecer boas práticas que ajudam a melhorar os resultados.

    Quais são os principais modelos de avaliação de fornecedores?

    Adotar o processo de avaliação depende do alinhamento das expectativas tanto de empresas como de seus fornecedores. Essa é uma iniciativa que ajuda a desenvolver a melhoria contínua e a confiabilidade no processo de compras.

    Há várias metodologias de avaliação que geram visibilidade sobre o processo e o desempenho dos parceiros. Conheça as mais utilizadas no mercado.

    1. Questionário de avaliação

    Esse é um dos modelos mais simples de implementar. Basta listar perguntas para identificar se o potencial fornecedor conta com as qualificações e os atributos necessários. Utilize perguntas como:

    • Qual é o prazo de entregas para os produtos?
    • A empresa oferece customizações ou produtos sob encomenda?
    • Qual é a capacidade de produção/entrega?
    • O fornecedor tem certificações de qualidade?

    Atribua uma nota para cada resposta positiva e faça o somatório. A partir daí, crie uma classificação ou estabeleça uma nota de corte para determinar quais fornecedores estão aprovados de acordo com os critérios. Geralmente, essa é uma avaliação inicial e outros modelos podem ser adotados posteriormente para aprofundar a consulta de informações.

    2. Matriz de Kraljic

    O foco da matriz de Kraljic não são os fornecedores, mas os produtos que comercializam. Esse método classifica todos os itens comprados em quatro categorias: estratégicos, alavancagem, gargalo e não críticos. Em seguida, a lista é cruzada nas dimensões de risco e impacto.

    Quando transferimos a atenção para os itens, é possível criar uma lista de prioridades. Por exemplo, os materiais considerados estratégicos devem ter a sua reposição programada com rigor e, se possível, manter um estoque de segurança maior.

    Com isso, o gestor tem controle sobre a sua necessidade, o que possibilita a aquisição dos produtos na quantia e no momento certo. Ao considerar o impacto e o risco, é possível identificar o fornecedor ideal com base nos custos, capacidade de atendimento e condições de negociação.

    3. Análise dos 10 Cs

    Quando o assunto é qualidade dos fornecedores, esse é um dos modelos de avaliação mais utilizados. Ray Carter criou esse conceito em 1995, inicialmente com 7 Cs e, posteriormente, incluiu mais 3 Cs. Veja abaixo quais são eles.

    1. Competency (Competência)

    Esse conceito requer que o empreendedor faça uma avaliação completa das competências do fornecedor quanto aos aspectos necessários para manter o abastecimento. É importante considerar desde as instalações físicas até as qualificações da equipe. Também dedique tempo para falar com outros clientes e descobrir a opinião deles sobre o fornecedor.

    2. Capacity (Capacidade)

    A sua empresa já enfrentou imprevistos porque o fornecedor não foi capaz de entregar o seu pedido conforme combinado? Isso acontece repetidamente ou durante períodos sazonais? Se esse problema se repete com muita frequência, é recomendado introduzir essa forma de avaliação para minimizar esse risco.

    3. Commitment (Compromisso)

    O ideal é construir uma relação de longo prazo e confiabilidade. Assim, é essencial verificar se o fornecedor tem um bom programa de qualidade e implementa políticas como ISO ou seis sigma.

    4. Control (Controle)

    Um dos aspectos que devem ser avaliados é a capacidade do potencial fornecedor de manter o controle sobre os seus processos, resultados e procedimentos de trabalho. A tecnologia ajuda muito nessa rotina, portanto, também verifique o grau de automação e recursos disponíveis.

    5. Cash (Dinheiro)

    A situação financeira dos seus parceiros também é sua responsabilidade. Imagine que o gestor contrata uma empresa de pequeno porte cujo faturamento depende desse fornecimento. Nesse caso, romper o contrato significa que a empresa pode perder uma parte considerável da sua renda. Portanto, acompanhe o grau de endividamento e o nível de dependência antes de tomar essa decisão.

    6. Cost (Custo)

    A política de preços praticados está entre os principais fatores que influenciam a decisão de compra. Assim, avalie a relação custo-benefício para determinar a opção mais vantajosa.

    7. Consistency (Consistência)

    Para muitas empresas, a sua estratégia de estoque exige que os parceiros sejam capazes de manter o fluxo de suprimento de acordo com o programado. Isso aumenta a necessidade de consistência no abastecimento.

    8. Culture (Cultura)

    Um dos pilares de uma relação de negócios bem-sucedida é a presença de valores compartilhados. Quando a cultura organizacional é semelhante, maiores são as chances do fornecedor tratar o contrato com a mesma dedicação.

    9. Clean (Limpeza)

    A sustentabilidade é uma das características mais valorizadas pelo consumidor, Não só isso, há vários casos em que empresas são responsabilizadas pelos atos de seus fornecedores. Portanto, clean remete a ideia de cuidado e responsabilidade ambiental.

    10. Communication (Comunicação)

    Quando falamos de comunicação e compartilhamento de informações, é importante entender que manter um diálogo aberto é essencial para solidificar essa relação. Busque soluções que facilitem essa prática e dedique esforço para construir esse relacionamento.

    Por que vale a pena avaliar fornecedores?

    Para entender o peso dessa relação, é importante ressaltar que há uma interdependência entre empresas e seus fornecedores. Por exemplo, uma entrega de materiais em atraso pode interromper a produção. Por outro lado, se o cliente atrasa o pagamento dos pedidos, há um impacto no fluxo de caixa.

    Por esse motivo, é recomendado implementar iniciativas que ajudam a manter essa relação equilibrada, para que ambas as partes cumpram com as suas obrigações no contrato de fornecimento.

    Estabelecer alguns critérios ajuda nessa tarefa. São eles:

    • evitar a dependência: contar com mais de um fornecedor para os materiais em estoque ajuda a reduzir a chance de desabastecimento;
    • flexibilidade de negociação: esse aspecto está relacionado a capacidade de atender imprevistos e solucionar problemas com agilidade;
    • criar um senso de parceria: essa interação deve ser pautada pelo beneficio mútuo, ou seja, ambas as empresas devem crescer no decorrer do tempo;
    • apoiar o processo de adequação: não basta somente identificar problemas também é preciso participar ativamente na criação de soluções inovadoras.

    Deixar de praticar a avaliação de fornecedores pode se transformar em um problema. Essa falta de controle pode causar atrasos, afetar a satisfação do cliente e prejudicar a lucratividade. Portanto, não deixe de acompanhar essa relação.

    Se você quer ter acesso as nossas soluções, acesse o Hub Sebrae.

  • Entenda a importância de definir um propósito para sua empresa e como fazer isso!

    Entenda a importância de definir um propósito para sua empresa e como fazer isso!

    Qual é a identidade da sua empresa? O que une gestores, colaboradores e clientes que promovem a sua marca? Você pode ainda não ter uma resposta na ponta da língua, mas não precisa se desesperar. Basta buscar a resposta no DNA do seu negócio.

    Neste post, falaremos sobre o conceito de propósito da empresa, a sua importância para os negócios e como defini-lo de maneira adequada. Para lhe ajudar nessa empreitada, apresentaremos alguns exemplos bem interessantes.

    É importante notar que cada exemplo de propósito é único e se conecta diretamente às atividades-fim e aos valores da empresa. Sem mais demora, vamos entender sobre esse conceito e suas aplicações. Acompanhe conosco!

    O que é o propósito da empresa?

    De forma bastante objetiva, o propósito de uma empresa pode ser definido através da razão pela qual ela existe e o que ela pode fazer pelos seus consumidores. É um termo para mostrar no que a organização acredita e para nortear suas ações.

    Assim, o propósito da empresa é um direcionamento destinado a unificar os consumidores e a cultura organizacional para conquistar objetivos e estabelecer um legado positivo no mercado.

    É importante, inclusive, realizar uma distinção. É comum encontrarmos pessoas que confundem propósito com posicionamento, então, vale a pena diferenciá-los de forma apropriada.

    Enquanto o primeiro serve para distinguir características próprias e estabelecer os valores da companhia, o segundo tem mais a ver com a trajetória e capacidade de se pronunciar em momentos-chave. O posicionamento é, enfim, a maneira como a empresa se relaciona com o mundo.

    Já o propósito de uma empresa pode ser definido em uma frase ou um parágrafo simples e se encontra dentro da própria empresa, naquilo que a diferencia das concorrentes. Podemos citar os dois conceitos utilizando uma só empresa, a Natura.

    Enquanto o propósito da Natura é cuidar das pessoas e da natureza, o seu posicionamento visa estimular as pessoas a tornarem o mundo mais bonito, por meio da diversidade e da sustentabilidade.

    Qual é a sua importância?

    Quais são os benefícios de estabelecer um propósito de empresa, além do privilégio de ter um slogan criativo? Vamos conhecê-los.

    Mobilização dos colaboradores e clientes

    Para motivar os funcionários, nada melhor que ter um propósito bem-definido, que atraia mentes que compartilham daqueles valores. Por isso, o conceito também ajuda os trabalhadores a “vestirem a camisa” da organização.

    Essa conexão diferenciada gera um ótimo ambiente de trabalho, no qual as pessoas se sentem confiantes e parte das tomadas de decisão. Como se não bastasse, também ajuda a atrair clientes que acreditam nos valores estabelecidos pela empresa. Isso tem como resultado:

    Atração e retenção de talentos

    Mobilizar os funcionários é importante — e tão benéfico quanto é a retenção dos grandes talentos. Caso seja honesto e verdadeiro, o propósito definido pela empresa influencia até mesmo no processo de recrutamento e seleção. Assim, os profissionais de RH podem adotar algumas atitudes importantes:

    • recrutar pessoas que compartilham diretamente do propósito da empresa;
    • observar aqueles que se mostram mais dispostos a aceitar projetos de longo prazo;
    • promover dinâmicas para que os contratados se integrem rapidamente ao ambiente.

    Com essa afinidade, é natural que eles permaneçam por mais tempo na empresa, o que eleva o seu capital humano e os resultados obtidos.

    Ganho de relevância

    Basta entrar na internet e realizar pesquisas para entender que há uma abundância de empresas e produtos no mercado. Com isso, demarcar o próprio espaço e se manter no radar das pessoas envolve ações frequentes.

    Uma das maneiras de não ceder espaço aos competidores é garantir que o propósito da empresa esteja sendo fielmente cumprido. Isso traz impactos positivos e reforça a reputação da empresa, a diferenciando dos concorrentes.

    Por isso, os gestores devem tomar decisões sempre se baseando naquilo que faz a empresa existir. Quando a organização começa a se desviar dos seus valores, a tendência é que ela acabe se tornando apenas mais uma opção no meio de um mercado saturado.

    Promoção de crescimento

    Você já ouviu falar sobre engajamento, certo? Ele está relacionado com a afinidade que clientes e colaboradores têm com o propósito da empresa. Com pessoas orgulhosas em trabalhar ali e clientes que compartilham seus valores, o crescimento se torna natural.

    É interessante notar como todos esses fatores, reunidos, são essenciais para que a empresa produza mais e, consequentemente, também lucre mais — e fortaleça sua marca no mercado.

    Qual é o melhor exemplo de propósito da empresa?

    O mais interessante desse conceito é que não é possível apresentar apenas um exemplo bem-sucedido de sua implementação. Afinal de contas, são muitos! Além disso, ele se aplica a organizações de diferentes tipos e portes.

    Assim, temos micro e pequenas empresas que contam com seus próprios propósitos específicos. Podemos citar a Illa Sorvetes, que tem como objetivo fabricar felicidade.

    A TJ Tamo Junto se dedica a “criar momentos inesquecíveis para unir pessoas e celebrar a vida”. O alagoano Instituto Mandaver enfatiza que existe para “influenciar uma geração a ressignificar sua identidade e ser potencializadora do seu futuro, causando impacto em sua comunidade local”.

    Além disso, o Instituto também inclui o bairro no qual atuam, o Vergel do Lago, em seu propósito, ao afirmar a necessidade de torná-lo um dos locais mais inovadores e empreendedores do estado do Alagoas.

    Por fim, a Hand Talk tem como lema “Conectamos pessoas e empresas através de acessibilidade digital”, enfatizando o objetivo de modernizar ambientes e ultrapassar fronteiras com a tecnologia de ponta.

    Independentemente do ramo no qual a empresa atua, todo negócio pode e deve definir um propósito para demonstrar e fortalecer os seus valores, para os seus clientes e para o mercado em geral. Nesse sentido, essa identidade servirá para guiar as ações da companhia durante sua trajetória.

    O que considerar na hora de definir seu propósito?

    Para não errar, a empresa pode seguir o exemplo do publicitário Joey Reitman, um dos maiores especialistas do mundo quando o assunto é propósito. Ele resume a sua opinião sobre o assunto com uma pergunta instigante:

    “O que o mundo perderia caso sua empresa deixasse de existir?”

    Esse deve ser justamente o raciocínio que conduz a definição do propósito do negócio. Ele não deve ser muito genérico, mas também não pode ser totalmente específico a ponto de falar apenas a algumas pessoas.

    O mais importante é buscar a autenticidade, utilizando os valores dos quais a empresa quer se orgulhar. Só dessa maneira será possível criar algo duradouro e honesto — especialmente no relacionamento com o cliente. Os produtos e serviços podem evoluir, mas o propósito da empresa deve se manter firme.

    Como pudemos ver no artigo, é fácil encontrar um exemplo de propósito da empresa, já que muitas organizações buscam estabelecer sua marca no mercado. O mais importante, contudo, é honrá-lo e praticar aquilo que a empresa se propôs a fazer.

    E aí, qual é a sua opinião sobre o tema? Deixe um comentário no post e compartilhe os seus insights com a gente!

  • Por que devo adotar a segmentação de cliente e quais as metodologias?

    Por que devo adotar a segmentação de cliente e quais as metodologias?

    Para desenvolver produtos e serviços de acordo com o perfil dos clientes, não há uma solução mágica. É preciso estudar as interações com os consumidores e com os leads — e mapear suas necessidades e preferências.

    Um meio de obter isso é a segmentação de cliente. Com base nela, os gestores obtêm mais clareza na hora de adquirir (e fidelizar) consumidores. Além disso, ela beneficia profissionais de marketing, vendas e de relacionamento ao cliente, que conseguem mais informações para desenvolver campanhas e ações.

    Pensando nisso, desenvolvemos um post especial para que você entenda tudo sobre o conceito, as diferentes modalidades de segmentação e maneiras de implementá-la em sua empresa. Siga a leitura!

    O que é segmentação de cliente?

    O conceito pode ser definido como a divisão das pessoas pertencentes ao seu público-alvo em grupos que compartilham características. Por isso, para realizar essa segmentação, é necessário traçar um perfil do cliente — para encontrá-lo e para interagir com ele.

    O principal objetivo dessa estratégia é se comunicar de forma personalizada, melhorando a experiência do consumidor em todos os estágios da interação, o que leva a mais vendas concretizadas.

    Esse método também facilita a adaptação das campanhas de marketing, uma vez que é mais fácil trabalhar com grupos específicos.

    Quais são os diferentes tipos de segmentação?

    Agora, mostraremos as principais modalidades de segmentação. É importante notar que elas não são mutuamente excludentes e podem ser combinadas para atingir melhores resultados.

    Segmentação Comportamental

    Por meio da observação de padrões de comportamento dos clientes, a empresa consegue identificar determinadas tendências para explorar futuramente. Um exemplo é quando a organização investiga compras realizadas em determinados períodos do ano.

    A partir de padrões repetidos em diversos anos, a empresa consegue se preparar para explorar esse comportamento futuramente. Também é importante entender as razões pelas quais o cliente compra determinados produtos em certas épocas.

    Dentro da segmentação comportamental, podemos apontar padrões que a empresa pode observar para gerar mais vendas:

    • hábitos gerais de compra dos grupos;
    • interações diretas com a marca;
    • status atual do cliente, observando os padrões recentes de comportamento dos usuários.

    Segmentação demográfica

    Trata-se de um dos modelos mais utilizados, principalmente com as técnicas mais modernas de análises de dados. Ela tem a ver com dados estatísticos sobre grupos de pessoas. Alguns exemplos de estudo desse campo:

    • nível educacional do cliente;
    • gênero;
    • faixa etária;
    • idade;
    • localização;
    • renda (anual e mensal);
    • situação familiar.

    Além disso, esses critérios podem ser adaptados para um contexto B2B, ou seja, de empresas vendendo para outras empresas. Nesse caso, é importante levar em consideração o cargo do lead, o porte da organização e o segmento no qual ela atua.

    Segmentação psicográfica

    Já essa segmentação leva em conta o estilo de vida, os valores e aspectos da personalidade do cliente. Suponhamos uma empresa que venda artigos esportivos: nesse caso, os diferentes grupos que compõem um público-alvo têm em comum o interesse por esportes.

    Assim, podemos citar alguns critérios utilizados pela segmentação psicográfica:

    • interesses de compra;
    • motivação;
    • estilo de vida;
    • valores;
    • prioridades;
    • traços de personalidade.

    Segmentação por Recência, Frequência e Valor Monetário (RFM)

    Por fim, a segmentação RFM utiliza um método de distinção que se aproveita dos dados relativos às últimas compras realizadas (recência), frequência de aquisições de produtos e o valor monetário gasto.

    Assim, utilizando-se os três critérios, a empresa poderá centrar suas campanhas de marketing nos clientes que obtiverem as maiores pontuações.

    Como fazer a segmentação de clientes?

    Agora que apresentamos os diferentes tipos, falaremos das etapas que a sua empresa deve seguir para realizar um bom trabalho de segmentação.

    Escolha bem os clientes nos quais você se focará

    Para acertar na sua segmentação, pense bem nos motivos pelos quais você está desenvolvendo uma estratégia de segmentação de clientes. Além disso, pergunte-se sobre o que você realmente espera obter desse processo.

    Para ser mais eficiente, determine os resultados que você deseja alcançar. Só dessa maneira será possível desenvolver uma estratégia de forma a cumprir suas metas. Além disso, não se esqueça de que os seus estudos são exclusivos para o seu negócio e não devem ser utilizados para analisar a concorrência.

    Atenção às variáveis

    Também é muito importante prestar atenção às variáveis geográficas, demográficas e comportamentais, independentemente da segmentação escolhida. Afinal, por mais que cada modelo foque em algo, são muitos os motivos que levam os clientes a comprar.

    Seja específico em relação ao perfil

    Nessa hora, é muito importante buscar uma definição precisa do perfil desejado do consumidor que você deseja atingir. Para isso, não deixe de investigar os hábitos, gostos e lugares que o seu público frequenta — ou nos quais prefere comprar produtos.

    Além disso, pesquisas de mercado podem ajudá-lo a mapear novos dores e possíveis soluções para os clientes. Isso ajuda não somente na segmentação, mas também na construção de um relacionamento próximo com o cliente.

    Busque diferentes fontes de dados

    Não se prenda à uma única fonte de dados! Amplie a sua coleta de informações por meio da realização de pesquisas e de outras fontes que possam ajudar na hora de realizar a segmentação.

    Por meio da análise de dados e do Big Data, por exemplo, é possível encontrar padrões de consumo dentro do próprio histórico de transações feitas pela empresa. Além disso, mantenha-se bem-informado em relação às tendências do mercado e às movimentações dos concorrentes.

    Segmente seus clientes em grupos bem definidos

    Caso você tenha seguido os passos interiores, agora que você já tem uma boa ideia do que realmente espera obter no processo de segmentação dos clientes. Por isso, agora é o momento de decidir efetivamente como fazer isso.

    De acordo com os seus objetivos, defina categorias de segmentação, de acordo com os modelos que mostramos anteriormente. Suponhamos que a sua empresa deseja personalizar sua estratégia de acordo com a localidade, por exemplo.

    Nesse caso, busque aumentar as conversões naquela região. Busque as informações sobre os produtos mais consumidos ali e amplie a divulgação dessas mercadorias para os clientes que residam ali.

    Esse é apenas um exemplo, levanto em conta a chamada segmentação demográfica — que também é conhecida como geográfica em alguns artigos. Contudo, os critérios variam de acordo com o seu negócio e de acordo com as metas. Capriche na criatividade!

    Além disso, é possível contar com técnicas como a chamada curva do ABC, na qual os produtos podem ser classificados de acordo com a importância e suas vendas. No YouTube, é possível consultar tutoriais para aplicá-la em sua empresa.

    Como vimos, a segmentação de cliente é uma ótima maneira atrair leads, criar afinidade com o consumidor e, consequentemente, vender mais. Ela é essencial para os gestores que desejam manter o foco no público-alvo correto e obter mais precisão em suas estratégias.

    Quer continuar lendo sobre maneiras de atrair consumidores? Então, aproveite a visita e confira o nosso post sobre como captar novos clientes!

  • Aprenda a identificar o comportamento de compra do seu cliente

    Aprenda a identificar o comportamento de compra do seu cliente

    As empresas que focam no customer success já sabem como a análise do comportamento de compra é essencial para a tomada de decisões estratégicas. Inclusive, não basta somente olhar para o presente, é preciso ter atenção no que ainda está por vir e como essa relação pode mudar no futuro.

    Essa é uma oportunidade de rever antigos paradigmas que já não são mais válidos e ingressar em uma nova era, que preza pela experiência do consumidor e pela priorização das suas necessidades. Por isso, elaboramos este conteúdo para que micro e pequenos negócios conheçam esse novo cenário e façam parte dessa tendência.

    Afinal, o que é comportamento de compra?

    O comportamento de compra é a junção de elementos sociais, culturais, financeiros e psicológicos que determinam como o cliente adquire os produtos que deseja consumir. É perceptível que esse comportamento está atrelado ao próprio senso de identidade do comprador.

    Uma simples visita a uma loja significa a tomada de diversas decisões que visam pesar o que é necessidade e o que é desejo. Além disso, é preciso avaliar a percepção do valor e da relação custo-benefício, somente com o conhecimento dessas variáveis, o empreendedor pode guiar a jornada do cliente até a conversão.

    Qual é a importância de analisar esse comportamento?

    Responda rápido! Você sabe quais são os seus produtos mais procurados e por que eles vendem tanto? A princípio, a resposta vai depender do seu ramo de atuação. É preciso julgar a atratividade com base em diversos critérios, como preço e qualidade. Portanto, faz sentido implementar iniciativas para manter o volume de vendas equilibrado e, se possível, aumentá-lo.

    Pois bem, agora responda por que os seus clientes procuram o seu estabelecimento? Acessibilidade pode ser o motivo ou a sua reputação no mercado. Esses são aspectos que os clientes valorizam e motivam essa relação de negócio. Por isso, o empreendedor deve analisar:

    • aspectos culturais: a formação cultural do indivíduo ou grupo é essencial para determinar qual será a aceitação do produto ou serviço;
    • estágios da vida: cada etapa traz consigo um conjunto de necessidades e demanda por experiências diferentes. Conforme o estilo de vida e os hábitos mudam, é preciso que as empresas acompanhem essa evolução;
    • aspectos sociais: o círculo social dos clientes gera um importante senso de pertencimento a grupo e determina expectativas quanto ao consumo;
    • finanças: o poder aquisitivo detém grande influência sobre a forma como as pessoas decidem adquirir produtos. Não só pela capacidade de pagamento, como também pelo acesso ao crédito e possibilidade de negociação;
    • percepção de outros consumidores: a opinião de outros clientes está amplamente acessível em sites de pesquisas e nas redes sociais. Isso faz com que possa ser consultada antes de fechar a compra.

    Todas essas facetas são o que diferenciam o potencial consumidor dos defensores da marca.

    Como identificar o comportamento de compra?

    Em primeiro lugar, é importante destacar que a análise do comportamento de compra é uma rotina constante. Portanto, além de criar estratégias baseadas nos dados coletados, é recomendado realizar revisões periódicas para garantir que o gestor disponha da informação mais atualizada.

    Listamos algumas iniciativas que podem ser adotadas na sua empresa, seja de forma conjunta, seja de forma individual. Assim, é possível testar quais ideias conquistam os melhores resultados.

    1. Avalie o perfil do cliente

    Por muito tempo, as estratégias eram criadas com base no perfil do cliente, ou seja, em uma lista de atributos baseados em dados demográficos — idade, gênero, localização e classe social. Embora ainda seja muito utilizado, foi introduzido o conceito de buyer persona.

    A persona é uma representação fictícia dos seus clientes com padrões de comportamento reais. Essa descrição inclui objetivos profissionais, motivações, medos, preferências e necessidades. Esse método ajuda a visualizar o cliente de forma mais realista e ajuda a planejar a interações com o consumidor durante toda a jornada de compra.

    2. Analise o histórico de vendas

    Existem diversos métodos para criar uma projeção de vendas confiável. Mesmo assim, muitos empreendedores ainda enfrentam problemas para colocar esse processo em prática e, com isso, não são capazes de realizar uma estimativa correta. Vale destacar que a projeção não é um documento rígido e sem falhas.

    O seu objetivo é servir de guia para a formação de estratégias de precificação e publicidade do produto. Um dos recursos disponíveis é uma criação com base no histórico de vendas.

    Esse olhar cuidadoso sobre o passado pode ser a solução para aumentar a previsibilidade das vendas. Além disso, essa análise fornece informações sobre o abastecimento do estoque, os custos de aquisição/produção e o planejamento da distribuição. Assim, é possível chegar a um número compatível com a sua capacidade de atendimento.

    3. Avalie as estratégias dos concorrentes

    Mesmo que você seja o líder no seu ramo de atuação, a análise da concorrência é uma fonte de informações valiosas. Ao observar como outras empresas planejam as suas atividades e estratégias, é possível avaliar seus planos e desafios.

    Além disso, acompanhar quais iniciativas estão dando certo e quais falharam ajuda a construir as suas próprias ideias, quando você já sabe o que foi testado. Essa é uma prática comum, pois o seu intuito não é copiar ações.

    Portanto, buscar inspiração é incentivado na maioria das empresas. Veja o benchmarking, por exemplo, esse é um processo amplamente adotado que consiste em analisar as melhores práticas de outras empresas, concorrentes ou não, que podem ser adaptadas e aplicadas no seu negócio.

    4. Mapeie tendências de comportamento

    Não pense que tendências de mercado surgem de maneira súbita. Inclusive, já existem profissionais dedicados que atuam como pesquisadores de tendências nas mais variadas áreas. Esse estudo afeta não só o consumidor, mas também produtos inovadores que podem se tornar lideres de vendas.

    Geralmente, o mapeamento tem foco no futuro próximo, ou seja, entre 2 e 10 anos. Essa é uma habilidade fundamental para que as empresas possam permanecer competitivas e conquistar novos clientes. Para colocar essa atividade em prática, é preciso começar a pensar fora da caixa.

    Por exemplo, uma metodologia de trabalho desenvolvida para um setor diferente pode alcançar resultados expressivos quando aplicada no seu negócio. Outra dica é se manter conectado a acontecimentos atuais, cujas consequências podem se manifestar somente anos depois.

    Assim, esteja preparado para acompanhar as mudanças no decorrer do tempo. Evoluir junto com os clientes também faz parte dessa tática. Portanto, nunca veja o comportamento de compra como um elemento estagnado, mas predisposto ao crescimento.

    Se você quer complementar os seus conhecimentos sobre o tema, veja o artigo que preparamos sobre como definir o perfil do cliente. Confira!

  • Canais de comunicação nas empresas: como divulgar e atrair clientes

    Canais de comunicação nas empresas: como divulgar e atrair clientes

    Utilizar canais de comunicação nas empresas é uma estratégia muito eficaz para fortalecer a marca. Afinal, não se trata apenas de oferecer mais opções de atendimento para os clientes, mas, sim, de entender suas reais necessidades e, assim, mantê-los mais satisfeitos.

    No entanto, não basta disponibilizá-los. É preciso divulgá-los da maneira correta para atingir o objetivo. Por esse motivo, preparamos este post com dicas valiosas que ajudarão você a fazer uma divulgação eficiente das mídias entre seu negócio e seus clientes. Acompanhe!

    O que são canais de comunicação?

    São pontos de contato entre sua marca e o público. Como estamos na era digital, há uma grande variedade de caminhos pelos quais é possível se comunicar com quem já é cliente e com quem tem potencial para se tornar um.

    Aliás, os meios digitais se tornaram os principais, pois permitem uma comunicação mais rápida. Porém, vale lembrar que a comunicação também pode ser feita por outros métodos, inclusive pessoalmente. Assim, os mais utilizados são:

    • telefone e outros recursos por voz;
    • live chat;
    • SMS;
    • aplicativos de mensagem;
    • e-mail;
    • autoatendimento online;
    • mídias sociais.

    Por que investir em canais de comunicação na empresa?

    Interagir de forma personalizada com os clientes é um grande diferencial para uma empresa. Isso porque essa ação ajuda a estreitar os laços, reforçar a marca e, ainda, a entender as necessidades e desejos do público.

    Com isso, pode-se adequar seus produtos e serviços para atendê-los da melhor forma e, assim, atrair mais clientes e conquistar mais espaço no mercado. Então, manter um contato próximo com o público contribui para melhorar:

    • o engajamento;
    • a percepção da marca;
    • a reputação da empresa;
    • as vendas;
    • o tráfego orgânico.

    Além disso, facilita a realização de pesquisas de satisfação e estabelece um elo de confiança entre a empresa e o público.

    Como divulgá-los?

    Como mencionamos, apenas oferecer alguns canais não é o suficiente. Além de serem os que seu público utiliza, é preciso que ele saiba quais estão disponíveis. A seguir, confira as melhores maneiras de utilizá-los para a divulgação do seu negócio.

    Saiba onde seu público está

    O primeiro passo é conhecer bem a persona do seu negócio. Ao descobrir seus hábitos, você conseguirá identificar onde divulgá-los para que seu público tome conhecimento.

    Observe a concorrência

    Analise as estratégias dos concorrentes que você considera referência na sua área. Não estamos falando sobre copiar o que eles fazem, mas, sim, de trabalhar a partir dos erros e acertos dos outros. Portanto, observe com a intenção de sempre fazer melhor.

    Coloque informações no site

    É imprescindível que uma empresa tenha um site e página nas redes sociais. Afinal, o ambiente virtual é um dos mais frequentados pelos clientes e leads. Então, é fundamental que você coloque as informações sobre as opções de atendimento também nesses locais. Certifique-se de que estão posicionadas em um local bem visível.

    Entre em contato de tempos em tempos

    Outra maneira de divulgá-los é fazer contato com seus clientes de tempos em tempos. Além de reforçar a interação, divulgar novidades e atrair leads, isso faz com que eles saibam por onde é possível entrar em contato com seu negócio.

    Viu como é importante investir em canais de comunicação na empresa? Então, para atingir seu objetivo e alavancar seus resultados, siga as dicas deste post para divulgá-los de maneira eficiente. Assim, você criará uma conexão mais forte com seu público e conquistará uma excelente reputação.

    Quer saber mais sobre o assunto? Então, aproveite para descobrir qual é o melhor canal de comunicação para o seu negócio!

  • Saiba como o desenvolvimento pessoal pode ajudar sua carreira!

    Saiba como o desenvolvimento pessoal pode ajudar sua carreira!

    O desenvolvimento pessoal tem relação direta com o êxito e desenvolvimento do empreendedor. Por mais que exista um distanciamento do negócio e de seu proprietário, é importante entender que o gestor é o principal responsável pelo sucesso da empresa.

    Se os objetivos e foco não estiverem em sincronia, é muito provável que a organização não tenha chances de prosperar. Nesse sentido, torna-se essencial cuidar do desenvolvimento pessoal para gerar impactos positivos nos negócios.

    Pensando nisso, resolvemos elaborar este conteúdo. Nele, mostraremos como você pode crescer pessoalmente e, ao mesmo tempo, alavancar a sua empresa. Acompanhe!

    A importância da evolução contínua

    O desenvolvimento pessoal desafia as capacidades humanas com o objetivo de fazer o indivíduo crescer em todas as áreas da sua vida. Por esse motivo, é um processo que deve ocorrer de maneira contínua.

    O ser humano deve ser um eterno insatisfeito com o seu desenvolvimento pessoal, pois quando uma pessoa acredita que já chegou ao máximo, ela tende a decair. Há quem diga que nunca estamos parados no tempo: ou crescemos ou pioramos em alguma área da vida.

    Logo, o desenvolvimento pessoal precisa ser uma busca constante. O famoso cientista americano, Carl Sagan, diz que “nenhum conhecimento, por mais variado que seja, é desperdiçado. A questão é como você julga, maneja e aplica o que aprende”.

    Isso significa que tudo o que vamos agregando e conhecendo ao longo da vida pode ser utilizado em algum momento. Quando se trata do desenvolvimento profissional, as experiências e ensinamentos acumulados contribuem muito para definir o tipo de trabalho que a pessoa desempenhará.

    As 6 dicas para o desenvolvimento pessoal e profissional

    Entendida a importância do desenvolvimento constante, mostraremos 6 dicas simples para você começar a aplicar hoje. Acompanhe!

    1. Busque o autoconhecimento

    Inicialmente, é importante buscar o autoconhecimento. Ao desenvolver essa característica, você entenderá o momento atual em que se encontra, bem como seus objetivos de vida. Assim, quando perceber que pode cometer algum erro, será capaz de identificar o processo que levou a determinada tomada de decisão.

    Além disso, o autoconhecimento irá lhe ajudar a entender o que realmente deseja em sua vida. Desenvolver essa característica fará com que você ingresse em uma carreira que, efetivamente, proporcionará gratificação e satisfação.

    2. Invista em educação financeira

    Outro passo importante é investir em educação financeira. Ela é fundamental para que você saiba como utilizar o dinheiro da empresa de forma inteligente. Geralmente, o empreendedor que não tem controle e organização sobre suas finanças acaba passando esse problema para dentro do negócio.

    Logo, à medida que o endividamento pessoal aumenta, a empresa também começa a ter problemas. Geralmente, o gestor começa a utilizar os recursos do caixa para cobrir despesas pessoais. O futuro disso é a completa perda de controle das finanças em ambos os casos.

    Nesse sentido, é importante fazer cursos e treinamentos para aprender a lidar com dinheiro. Entre diversos ensinamentos, podemos destacar a necessidade de fazer um bom fluxo de caixa e conhecer formas de investimentos no seu negócio.

    3. Desenvolva a inteligência emocional

    Outro ponto importante é o desenvolvimento da inteligência emocional. Basicamente, ela retrata a forma de controle das suas emoções e como você pode utilizar esses elementos para ter sucesso na carreira e evitar problemas durante o percurso.

    Disfunções emocionais dificultam a análise e raciocínio de um indivíduo, fazendo com que ele tome atitudes equivocadas. Isso pode ser muito prejudicial para a carreira, por isso a importância de trabalhar bem essa característica.

    O desenvolvimento da inteligência emocional tem relação com o autoconhecimento. Isso porque, ela faz com que a pessoa saiba identificar suas emoções negativas e como elas impactam no seu cotidiano.

    Desenvolver a inteligência emocional pode ser um grande desafio, especialmente ao se deparar com situações difíceis, contudo, esse deve ser o chamado “trabalho de formiga”. Ou seja, essa inteligência deve ser aperfeiçoada ao longo do tempo.

    A medida que os dias passam, você se tornará mais forte. Assim, problemas que afetam suas emoções atualmente não irão interferir nas suas ações no futuro.

    4. Aumente o seu networking

    Saindo do desenvolvimento pessoal partiremos para a parte profissional. Uma das principais ações que devem ser adotadas é o aumento do seu networking. Ele é importante para que você possa encontrar oportunidades de negócios.

    Jamais negligencie a importância desse conceito. Com ele, é possível se conectar a pessoas que podem trazer grandes parcerias para sua empresa, tanto para obter novos serviços, como também para expandir seu conhecimento sobre a área em que ela está inserida.

    5. Trace metas e objetivos

    Outro ponto importante é traçar metas e objetivos. Antes, é preciso entender o conceito de cada um deles. Os objetivos são focos maiores. Ou seja, a posição que a sua empresa deseja chegar no futuro.

    Contudo, as metas são pequenas vitórias que levarão você ou o seu negócio até os objetivos pretendidos. Elas são uma forma de enxergar seu foco de forma fracionada, facilitando a execução.

    As metas e objetivos servem para determinar um caminho a ser seguido em uma empresa ou na própria carreira profissional. Sem eles, dificilmente uma pessoa será capaz de crescer e se desenvolver em seu ramo de atuação.

    6. Invista em cursos de especialização

    É fundamental investir em cursos de especialização. Eles auxiliam o empreendedor a desenvolver os diversos pontos da sua carreira, especialmente quando se trata da liderança, fundamental para quem deseja ter um negócio de sucesso.

    A grande dúvida, no entanto, seria sobre como ter acesso a esses cursos e treinamentos. Nesse ponto, surge o importante papel de instituições como o Sebrae Alagoas, que ofertam capacitações sobre diversos pontos de relacionamento pessoal, inteligência emocional, trabalho em equipe, entre outros aspectos.

    Contudo, os aprendizados não param por aí! É possível se desenvolver ainda no marketing digital, estratégias de vendas, gestão financeira, entre outros. O que não pode é ficar parado no tempo.

    Um negócio reflete diretamente nas qualificações do empreendedor. Entretanto, não se trata de formação acadêmica, mas sim de aprendizados aplicados diretamente às atividades executadas pelo seu empreendimento.

    Por fim, podemos concluir que o desenvolvimento pessoal e o profissional podem ser perfeitamente desenvolvidos. Para tanto, é fundamental que você invista nesse processo e tenha em mente a importância da evolução constante. Dessa forma, você impacta positivamente seus negócios e garante o seu crescimento.

    Para iniciar esse processo, confira o e-book que preparamos para você. Nele, mostraremos as principais tendências do mercado e como acompanhá-las de perto.

  • Jornada de compra do cliente: o que é e como aplicar na prática?

    Jornada de compra do cliente: o que é e como aplicar na prática?

    Em termos simples, a jornada de compra cliente é o caminho percorrido desde a identificação de uma necessidade até a tomada da decisão de compra. As empresas estudam esse processo com o intuito de aumentar a conversão e, com isso, faturar cada vez mais. Contudo, o desafio consiste em traçar esse caminho corretamente e guiar o cliente até a etapa final.

    Por isso, para transformar leads em vendas é fundamental entender como esse relacionamento se desenvolve durante a jornada. Neste artigo, vamos detalhar cada etapa e explicar a importância desse conceito. Confira a seguir!

    Qual é a importância da jornada de compra? 

    Um dos elementos mais importantes de uma estratégia de vendas é entender a jornada de compra do cliente e o seu impacto no faturamento. Esse é um esforço constante para atrair e fidelizar compradores. Portanto, a compreensão sobre a jornada ajuda a direcionar táticas de vendas desde a produção de conteúdo até o desenvolvimento de campanhas promocionais.

    Por esse motivo, essa análise ajuda a conhecer melhor a sua persona por meio das dores, necessidades e motivações de compra. Com esse planejamento, é possível guiar o consumidor por todo esse caminho até a etapa de finalização da venda.

    Quais são as etapas da jornada de compra?

    É importante destacar que o ideal da jornada é criar um fluxo que a leve a concretização da venda. Contudo, esse processo é feito de maneira gradual e orgânica para garantir o seu sucesso. As etapas da jornada são:

    Aprendizado e descoberta

    Na etapa inicial o potencial cliente ainda não está consciente de que há uma necessidade a ser suprida ou um problema a ser solucionado. Pode ser que o seu produto seja atrativo, porém o interesse de compra ainda não foi despertado.

    Reconhecimento do problema

    Agora o problema já é visível e o impacto no seu cotidiano e na gestão é perceptível. Como resultado, já começa a dar os primeiros passos para corrigir essa situação.

    consideração da solução

    É nesse momento que o cliente começa a colocar as possíveis soluções na balança e avalia as suas opções. Como a sua empresa já estava presente nas fases anteriores, a possibilidade de criar um vínculo é ainda maior.

    Decisão de compra

    Finalmente, o cliente já sabe o que deseja e está decidido a fechar a compra. O objetivo é fazer com que a sua empresa seja a escolhida por meio de propostas atrativas e condições especiais.

    Como construir a jornada de compra do cliente?

    Informação é a palavra-chave nesse processo, por isso é preciso dedicar recursos para realizar pesquisas de mercado que ajudam a conhecer mais sobre o público-alvo. Essa iniciativa permite a segmentar potenciais consumidores e direcionar esforços nos grupos que oferecem maior retorno.

    Além disso, essa coleta de dados serve como apoio para construir as personas. Com base nesse perfil, o gestor pode tomar decisões mais assertivas sobre essa estratégia e conquistar melhores resultados.

    Por fim, também é essencial focar no atendimento pós-venda, afinal a jornada de compra do cliente não acaba no momento da venda. Se você quer que ele se torne um comprador habitual e recomende o seu negócio para os amigos, você deve se dedicar a essa rotina.

    Se você gostou desse conteúdo, você pode aprofundar os seus conhecimentos com o nosso infográfico. Acesse aqui e faça o download do material e posicionamento nas redes sociais.