Categoria: Gestão

  • 7 principais estilos de liderança e suas particularidades

    7 principais estilos de liderança e suas particularidades

    Em 1939, após estudarem minuciosamente o mercado, os psicólogos Ralph White e Ronald Lippitt identificaram três tipos de liderança nas empresas: autocrática, democrática e liberal. De lá para cá, muita coisa aconteceu, de modo que os conceitos se expandiram.

    Assim, os três modelos se tornaram sete ou até mais, dependendo da classificação de cada autor. Neste post, falaremos dos estilos de liderança iniciais e das suas principais ramificações, assim como as limitações e as vantagens de cada um deles. Boa leitura!

    1. Autoritária

    O autoritário é aquele que determina o que deve ser feito — e sem meias palavras. Ele sempre espera que os colaboradores o obedeçam sem pestanejar ou levantar objeções. Esse estilo de liderança pode gerar alta produtividade dos funcionários (por medo da exposição), mas também frustração.

    Isso porque uma personalidade forte e dominadora terá dificuldade de se relacionar com determinados membros da equipe, o que pode prejudicar a retenção de talentos. Essa característica também pode se chocar com tendências do mercado de trabalho atual, como profissionais que priorizam o trabalho com propósito.

    Nesse cenário, mais e mais pessoas estão buscando trabalhar em empresas que sejam menos tóxicas. O líder autoritário pode ser efetivo em empresas nas quais a ordem e a hierarquia são as características mais valorizadas, mas exageros no comportamento levarão à perda de profissionais de alto nível.

    2. Democrática

    Líderes democráticos são aquelas pessoas que prezam pelo equilíbrio e pela justiça, que ganham a simpatia das equipes pela capacidade de escutá-los e levar as suas sugestões em consideração. Algumas das suas características são:

    • capacidade de recompensar bons trabalhos;
    • fazer duras críticas caso o resultado não seja o esperado;
    • delegar tarefas de acordo com as habilidades da equipe;
    • bom trato pessoal.

    Justamente pela personalidade mais afável, principalmente quanto pensamos em líderes autoritários, pode ser afrontado por pessoas que se sintam prejudicadas e que queiram se reunir em grupos para derrubá-lo do cargo.

    No entanto, uma postura justa e democrática ainda é a mais recomendada para a maioria dos cargos de chefia. Afinal, esses profissionais são capazes de escutar os problemas, propor soluções, delegar tarefas de acordo com as habilidades dos trabalhadores e reter colaboradores talentosos, cujas habilidades serão reconhecidas.

    3. Liberal

    Líderes liberais são aqueles que estimulam a autonomia e a livre expressão de ideias. Empresas que contam com horários de trabalho flexíveis e uma aceitação maior do trabalho remoto são, normalmente, chefiadas por gestores com essa característica.

    Contudo, um líder liberal só terá sucesso se reunir ótimos profissionais ao seu redor. Afinal, sem uma equipe que realmente dê conta do recado, estimular a autonomia e a flexibilidade podem ser decisões que atrasem o crescimento da companhia.

    Líderes autoritários obrigam os colaboradores a cumprir metas rígidas. Já liberais apostam em um ambiente com menos pressão, em que cada um se sinta confortável para produzir à sua maneira. Nesse sentido, os projetos de longo prazo são os melhores para profissionais mais liberais.

    Isso porque projetos longos demandam tempo e calma para que tudo dê certo. Assim, líderes liberais são ótimas escolhas para organizações mais criativas, que precisem da discussão de ideias e dos insights para prosperar.

    4. Motivadora

    Líderes motivadores gostam de apostar todas as suas fichas em um clima organizacional positivo. Desse modo, eles conseguem adaptar as atividades para métodos nos quais os colaboradores se sintam mais estimulados.

    O grande trunfo de líderes motivadores é a capacidade de gerir as questões emocionais dentro do trabalho, ao solucionar problemas de relacionamento que estejam emperrando os projetos. É aquela pessoa que todos gostam de ter por perto.

    Embora bastante valorizados, os motivadores perdem o foco no trabalho caso se concentrem exclusivamente nas vidas pessoais dos colegas. Por isso, é preciso um equilíbrio entre a preocupação com o emocional e com o cumprimento das metas.

    5. Situacional

    Os líderes situacionais são aqueles que conseguem reagir de acordo com o que cada contexto requer. Nesse sentido, suas principais características são:

    • maleabilidade, uma vez que conseguem lidar com equipes indisciplinadas;
    • eliminar os conflitos de egos;
    • mesmo para recompensar times que estejam entregando ótimos resultados.

    Esses profissionais podem ser autoritários quando necessário ou mais liberais quando o comportamento da equipe ajuda. Eles são de grande valia, por exemplo, para empresas que incentivam o intercâmbio de funcionários, uma vez que se adaptarão a diferentes cenários com facilidade.

    Do mesmo modo, contam com habilidades interessantes para empresas que precisam de um rebranding, uma vez que conseguirão transitar com desenvoltura entre os diferentes setores.

    6. Paternalista

    Líderes “paizões” ou “mãezonas” são aqueles que transcendem a relação chefe/colaboradores. Nesse profissional, sobra empatia, mas é preciso tomar cuidado para que essa liderança não se torne uma postura muito permissiva.

    Nesse cenário, funcionários que pouco produzem se sentirão estimulados a continuar entregando resultados medíocres. Líderes com essa característica devem encontrar um equilíbrio entre profissionalismo e a tolerância.

    Por outro lado, não é raro encontrar líderes que sejam simultaneamente paternalistas e autoritários, como uma figura paterna à moda antiga. Novamente, a personalidade forte deve ser equilibrada com a justiça e a capacidade de recompensar bons trabalhos.

    7. Técnica

    O líder técnico é aquele que tem poucos rivais quando o assunto é conhecimento. Estudioso, é um exemplo natural de crescimento de carreira e de desenvolvimento para os seus comandados. A equipe confia nas suas capacidades e o segue naturalmente.

    Contudo, esse líder tem que se certificar de que o seu alto nível de conhecimento seja acompanhado de uma boa dose de empatia. Não adianta muito ter muita capacitação e não ser bom no trato pessoal. Outros pontos fracos que podem surgir nesse líder são:

    • certa dificuldade em aceitar inovações (“time que está ganhando não se mexe);
    • dificuldade para aceitar opiniões de profissionais com menos bagagem de conhecimento;
    • quando o seu foco está apenas na técnica, pode ter dificuldade em se comunicar com cortesia ou transmitir instruções com clareza.

    E aí, em qual desses estilos de liderança você e os seus colegas em posição de chefia se encaixam? Embora sejam delimitados, é possível encontrar pessoas que reúnam características de dois ou mais modelos. Toda empresa poderia se beneficiar com “Técnicos situacionais” ou “Democráticos motivadores”, não é mesmo?

    Para complementar a sua leitura, confira o nosso e-book sobre liderança multigeracional!

  • Como atrair e desenvolver parcerias para o seu negócio

    Como atrair e desenvolver parcerias para o seu negócio

    Atrair e desenvolver parcerias é muito importante para consolidar o seu crescimento no mercado. Contar com bons negócios como aliados pode aumentar o alcance da marca, além de atrair clientes de maneira mais prática.

    Porém, muitos empresários podem se deparar dificuldades no momento de buscar empresas para iniciar parcerias. E se você se encontra nesse grupo, estamos aqui para te mostrar que iniciar uma aliança com outros empreendedores pode ser fácil.

    Leia o artigo a seguir para descobrir como atrair e desenvolver parcerias para o seu negócio!

    Procure por empresas que tenham o mesmo público-alvo

    O primeiro passo para desenvolver parcerias para o seu negócio é procurar por quem tem os mesmos clientes que você. Entretanto, não estamos falando dos seus concorrentes diretos, mas sim de outras empresas que atuam com as mesmas personas.

    Uma oficina de carros tem os mesmos clientes de uma loja que vende peças para veículos, e uma loja pode indicar a outra para seus clientes. Sendo assim, um pode ajudar o outro no mercado, aumentando o alcance das marcas e fazendo com que a parceria seja positiva para ambos.

    Para que algo benéfico surja dessa aliança, é indicado que você procure por empresas localizadas na mesma região que a sua. Além disso, é preciso que o seu negócio ofereça algo positivo para o parceiro.

    Tenha algo a oferecer para o seu parceiro de negócios

    Para que você consiga atrair e desenvolver parcerias com outras empresas, é necessário ter algo atrativo para oferecer. Não estamos dizendo para oferecer permuta de mercadorias ou algo do tipo, mas algo de valor imaterial, que vai trazer algum retorno real para o negócio do seu parceiro.

    Uma boa dica para conseguir fechar alianças interessantes é conhecer e ter os números do seu negócio na ponta da língua. Quantidade de clientes, ticket médio, perfil comportamental e outros dados sobre o perfil dos clientes são muito interessantes de serem apresentados nas negociações de parcerias.

    Para que seja vantajoso para os dois lados, vocês devem visar atrair mais clientes para as duas lojas. Um programa de desconto para quem for comprador de ambas é uma opção para quem quer criar mais movimento e tornar essa parceria mais proveitosa.

    Seu networking precisa ser constante

    networking é uma excelente maneira de atrair e desenvolver parcerias no mundo dos negócios. A prática consiste em aumentar a sua rede de contatos, criando possibilidades de novas parcerias ou ampliando o seu alcance.

    Para aumentar o seu networking, um empreendedor pode frequentar feiras e eventos voltados para empresas do seu ramo. Isso ajuda a mapear quem são os possíveis parceiros que teriam uma sinergia maior para trazer frutos benéficos para o seu negócio.

    A conversa com outros profissionais pode acabar auxiliando você até mesmo a conseguir novos fornecedores, que são importantes aliados do se negócio. A presença em eventos para aumentar o network costuma ser muito benéfica para os empreendedores.

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  • Como lidar com as incertezas do mercado

    Como lidar com as incertezas do mercado

    As incertezas do mercado são frequentes, afinal, tudo está em constante mudança no mundo dos negócios. Essa situação pode acabar causando insegurança em muitos empreendedores.

    Portanto é sempre importante saber como lidar quando as incertezas começarem a aparecer. O comportamento do gestor frente a isso é muito importante para transmitir confiança para os funcionários, além de demonstrar seu entendimento como empresário.

    Se você está interessado em saber como se portar quando a insegurança empresarial chegar, leia o artigo a seguir!

    Entenda: nenhum plano é definitivo

    Para lidar com as incertezas do mercado, o primeiro passo a ser tomado é fortalecimento mental. É necessário entender que o seu planejamento não é definitivo e imutável. É preciso permitir que ele sofra alterações para se adaptar ao cenário de negócios em vigor.

    Não é possível delimitar que um planejamento empresarial seja fixo em um mercado tão volátil quanto o nosso. Hoje, as tendências vêm e vão muito rapidamente, e o empreendedor precisa se adaptar ao que for interessante para o seu empreendimento com rapidez.

    Se um influenciador do seu nicho criar uma tendência agora, amanhã, já será necessário se adaptar a isso. Essa prática vai exigir algumas mudanças em seu planejamento, o que já demonstra que o seu plano não pode ser seguido à risca a todo momento. Ele deve ser um guia, não uma sentença definitiva.

    É claro que é necessário ter um bom planejamento estratégico, afinal, você precisa ter metas para gerenciar o seu negócio. No entanto, é importante entender que nem tudo está ao nosso controle, e que é preciso saber mudar quando o mercado exigir isso.

    Busque entender a causa da incerteza

    Outro ponto para te ajudar a lidar com as incertezas do mercado é buscar entender o que está causando esse sentimento. Fazer uma análise dos seus concorrentes, comparar com a sua empresa, pode ser de grande auxílio para entender o que esta gerando insegurança.

    Seu concorrente começou a atrair os seus clientes, é preciso ser autocrítico com o seu negócio. Por exemplo, o serviço dele passou a ser prestado de maneira mais rápida. Ao analisar essa situação, você percebeu que ele conta com um novo software que dá mais agilidade para ele em comparação à sua empresa.

    Aqui, você conseguiu entender que a causa da sua incerteza é o medo de perder os outros clientes por conta disso. O seu plano de ação agora deve ser focado em superar essa diferença, implementando as mudanças necessárias em seu empreendimento, mas não necessariamente copiando a solução.

    A implementação de tecnologia semelhante para melhorar a sua atuação pode ser uma solução interessante. Porém, para que isso aconteça e você não acabe piorando a situação da empresa, é necessário saber utilizar a nova ferramenta.

    Para isso, é preciso investir em qualificação profissional, o que sempre traz um bom retorno financeiro para a empresa. Isso pode não acontecer de maneira imediata, porém, aos poucos, serão notadas melhorias que, antes, pareciam distantes.

    É necessário calma para lidar com a situação

    Por mais que pareça óbvio, é sempre necessário frisar que é preciso ter calma para lidar com situações de incertezas. Cenários do tipo acontecem a todo momento, não sendo possível escapar disso dentro do universo do empreendedorismo.

    Porém, é preciso ter inteligência emocional para que a situação seja contornada da melhor forma possível. É necessário entender como o problema começou e ter a frieza necessária para resolver qualquer ponto que esteja atrapalhando o seu negócio.

    Entender a causa da incerteza, já apresentada em nosso artigo, te ajuda a pensar de maneira mais racional. Por isso, não subestime os estudos de mercado e passe a olhar para o mundo dos negócios com um olhar mais crítico, visando o futuro para não ser pego de surpresa.

    As estratégias precisam ser revistas periodicamente

    Para não enfrentar maiores dificuldades em relação às incertezas é necessário estar sempre revendo as estratégias e forma de atuação da empresa. Como dissemos, adaptar-se é uma pré-requisito para conseguir sobreviver no mercado.

    Por isso, nada de acomodação, e de achar que o seu empreendimento já conta com um plano bom o suficiente. As mudanças acontecem em uma velocidade muito grande e o que serve hoje, no dia seguinte, já pode estar ultrapassado.

    Por essa razão, é muito importante estar sempre atento ao mercado para verificar quais são as movimentações dos principais nomes do seu ramo. Acompanhar influenciadores, escritores especializados, e os seus concorrentes, é o mínimo a ser feito.

    Dessa forma, nenhuma mudança brusca pega o seu empreendimento totalmente desprevenido, afinal, você já estava antenado sobre possíveis mudanças. Isso te ajuda a enxergar a situação com um olhar mais crítico, além de tomar decisões mais acertadas.

    As suas estratégias podem precisar de mudanças com certa frequência, e devem estar alinhadas com o que o mercado exige em cada situação. Nada de manter um planejamento fixo, pois isso pode acabar representando dificuldades reais para sua empresa. Porém, isso não quer dizer que você não pode ter um plano pré-determinado: é preciso ter um plano que sirva como guia, mas que não seja imutável.

    Concentre-se no planejamento a longo prazo

    No mais, para lidar com as incertezas do mercado, o mais recomendado é agir com foco nos seus objetivos a longo prazo. As mudanças, como vimos, podem ser necessárias.

    Porém, é preciso que as mudanças de planejamento não desviem o seu empreendimento do grande objetivo dele. A tarefa não é simples, porém, com estudo de mercado, é possível tomar as decisões corretas, para evitar as incertezas.

    Contudo, é claro, o seu plano a longo prazo também pode sofrer alterações, afinal, tudo é mutável. No entanto, é necessário que os seus objetivos estejam voltados sempre para o amanhã, afinal, é isso que vai garantir a sobrevivência do seu negócio.

    As estratégias devem estar alinhadas com o momento político que passamos, além da economia, comportamento do consumidor. As alterações para o ambiente digital, por exemplo, são uma tendência que se acelerou nos últimos anos.

    Se você sabe que as pessoas estão, cada vez mais, presentes na internet, não existe motivo para não pensar em planos de longo prazo nesse cenário. Ter uma presença consolidada em ambiente digital, hoje, é um requisito para tornar o seu negócio rentável.

    No mais, nosso artigo fica por aqui, e se você precisa de soluções para a sua empresa, conheça o Hub Sebrae!

  • O impacto da gestão feminina nas empresas

    O impacto da gestão feminina nas empresas

    gestão feminina tem um impacto gigantesco dentro do ambiente empresarial. Além de promover a igualdade de gênero em um negócio, a sua liderança acaba fazendo com que o comportamento da equipe na empresa seja diferente e gera melhores resultados.

    A presença de mulheres nos cargos de liderança é extremamente benéfica. Com números impressionantes e atitudes inovadoras, elas conseguem gerenciar times de maneira efetiva rumo ao sucesso.

    Para descobrir como a gestão feminina impacta no funcionamento das empresas, leia o artigo a seguir!

    Promove a comunicação e os relacionamentos interpessoais

    O primeiro impacto que a gestão feminina pode trazer para as empresas é a melhora na comunicação. Graças à sua boa capacidade de conversação e oratória, elas conseguem transmitir, com clareza, tudo o que um líder espera extrair dos seus colaboradores.

    Assim elas contam com bom diálogo, escuta ativa, afetividade e sensibilidade aguçada, com isso o ambiente de trabalho tende a se tornar mais agradável. Isso, inclusive, aumenta a produtividade dos funcionários de maneira direta, afinal, com comunicação mais clara, todos sabem o que deve ser feito.

    Esse aspecto positivo também acaba tornando o relacionamento interpessoal com os funcionários mais leve e descontraído, mesmo que exista cobrança, pois as líderes escutam seus colaboradores. A gestão feminina consegue trabalhar muito bem as relações que são construídas dentro do ambiente organizacional.

    Estimula o ambiente participativo

    Outro impacto notado por mulheres gestoras é que a liderança é mais participativa e colaborativa. No momento da tomada de decisões, a opinião de outros funcionários da empresa também é levada em consideração antes de qualquer atitude ser tomada.

    Isso dá maior senso de responsabilidade para os membros da equipe, o que acaba aumentando o engajamento do seu time. Essa prática pode trazer excelentes resultados, pois apoia o desenvolvimento, melhora a performance e estimula a autoliderança dos colaboradores.

    Além disso, ter uma liderança mais participativa é essencial para promover a inovação em sua empresa. Quanto mais pessoas tiverem espaço para expor suas opiniões, mais rico será o ambiente de trabalho, e mais ideias novas podem surgir nas reuniões promovendo a criatividade.

    Melhora a gestão financeira

    Como dissemos até aqui, a gestão feminina impacta uma empresa de diferentes formas, e todas elas acabam resultando em mais lucro. Agora vamos falar necessariamente dos números, para mostrar que as mulheres líderes são excelentes gestoras financeiras.

    Segundo relatório da McKinsey, empresas que contam com mais mulheres em seus quadros de liderança, conseguem ter um desempenho financeiro até 21% melhor. Isso só mostra o quanto uma gestão realmente efetiva é importante dentro de um empreendimento.

    Assim as mulheres conseguem se sobressair no mercado, promovendo resultados melhores do que os de homens. Reconhecer o seu valor, e promover a igualdade de gênero em uma empresa, é sempre muito importante, além de lucrativo.

    Nosso artigo fica por aqui, e esperamos que tenha conseguido entender o quanto a gestão feminina pode ser benéfica para as empresas. Se você gostou de nos acompanhar até aqui, aproveite para acessar nosso e-book sobre liderança multigeracional.

  • A importância de desenvolver a liderança feminina nas empresas

    A importância de desenvolver a liderança feminina nas empresas

    A importância de desenvolver a liderança feminina nas empresas é grande, afinal diversidade é essencial no mercado de trabalho. A pluralidade de ideias é indispensável para que o negócio progrida e a criatividade dos funcionários consiga aflorar.

    Porém, para se criar um cenário tão próspero, é preciso dar mais espaço para que as mulheres ocupem cargos de chefia nas empresas. No artigo a seguir, será possível entender qual a importância de estimular a ascensão feminina e seu impacto nos negócios. Confira!

    Cenário da liderança feminina no Brasil

    Para entendermos a importância de desenvolver a liderança feminina nas empresas, primeiro vamos falar sobre o cenário atual. Todos sabemos que as mulheres, infelizmente, não são tão valorizadas quanto os homens no mercado de trabalho.

    E isso acaba se refletindo na ocupação de cargos elevados dentro do universo profissional. Prova disso é que, segundo pesquisa recente do IBGE, em 2021, apenas 37,4% dos cargos de gerência em nosso país são ocupados pelo sexo feminino.

    É possível notar que, nos últimos anos, esse percentual acabou diminuindo. De acordo com a última pesquisa feita pelo IBGE, em 2018, a pontuação registrada havia sido de 39,1%, número maior do que o atual.

    Apesar do cenário não ser o ideal, ainda assim, o país consegue estar acima da média mundial em algumas questões do gênero. Segundo dados da Grant Thornton, 16% das empresas brasileiras contam com mulheres em cargos de destaque, número maior que a média mundial que é de apenas 12%.

    Em todo caso, a liderança feminina nas empresas ainda é muito menor do que a dos homens, como podemos verificar nas pesquisas. Apesar dos avanços ainda serem pequenos, estamos caminhando para um cenário mais igualitário.

    Os principais desafios das mulheres líderes nas empresas

    Mesmo quando ocupam cargos de liderança dentro de empresas, as mulheres ainda precisam enfrentar uma série de desafios no mercado. Confira alguns:

    • Diferença salarial:  Segundo o IBGE, as mulheres recebem, em média, apenas 77,7% do salário masculino, mesmo ocupando a mesma função;
    • Dupla jornada de trabalho: as mulheres acumulam atividades profissionais e um maior volume de atividades domésticas que os homens;
    • Luta contra o preconceito: ainda existe muito preconceito em torno de mulheres em cargos de liderança empresarial;
    • Comparação com características masculinas: quando mulheres ocupam cargos de liderança, muitos esperam que elas tenham o mesmo comportamento dos homens e, assim, julgam muitas de suas escolhas no poder.

    É preciso destacar que, para a liderança feminina ser valorizada há necessidade constante de provações.

    As mulheres, mesmo em posição de autoridade, enfrentam a desconfiança exagerada por parte do mercado. A todo o momento, suas decisões são questionadas, independente dos resultados positivos estarem sendo registrados ou não.

    Características femininas valorizadas no mercado

    Muitas das características femininas são bem valorizadas nas empresas que buscam melhorar sua performance.

    Mulheres e homens, culturalmente falando, se comportam de forma distinta em diferentes contextos. E a boa notícia para o público feminino é que as empresas modernas estão interessadas no que as mulheres líderes podem oferecer.

    Por isso, elencamos algumas das principais características, geralmente ligadas às mulheres, que estão sendo valorizadas no mercado atual:

    • Perseverança profissional:  a persistência e a capacidade tornar os cenários negativos em algo proveitoso para as empresas é muito valorizado no mercado atual;
    • Resolução de conflitos: as mulheres têm capacidade para resolver conflitos entre diferentes partes, pois utilizam o poder da escuta e o diálogo;
    • Trabalhadora multitarefa:  mulheres desenvolveram a capacidade de fazer, de maneira magistral, mais de uma tarefa em simultâneo;
    • Atenção aos detalhes: a sensibilidade das mulheres é mais aguçada — e, por isso, elas sempre dão atenção especial aos detalhes, o que pode ajudar a solucionar grandes problemas empresariais.

    A importância de ter a liderança feminina nas empresas

    Conferimos, até o momento, as características mais valorizadas, os principais desafios, e a situação atual das mulheres em relação aos cargos de chefia. Agora, vamos entender a importância de desenvolver liderança feminina nas empresas.

    O desenvolvimento de lideranças acaba dando fim ao pensamento retrógrado de que as mulheres não têm não ambição no mercado.

    As empresas precisam criar ambientes que estimulem a ambição, melhorias de performance e o comportamento proativo entre as suas funcionárias.

    Algumas ações que podem ajudar o desenvolvimento da liderança feminina:

    • Dar maior autonomia para que suas colaboradoras possam tomar decisões;
    • Disponibilizar cursos e treinamentos para aprimorar a qualificação profissional;
    • Implementar programas que incentivem o desenvolvimento feminino;
    • Contar com mulheres atuando em todas as áreas da empresa;
    • Desenvolvimento do plano de cargos e carreiras do negócio;
    • Promoção da equiparidade salarial;

    Entender que as mulheres possuem inteligência emocional, ou que estão aptas para os cargos de chefia, é essencial para o bom desenvolvimento dos negócios. Estimular o aumento do número de mulheres em cargos de liderança melhora o ambiente organizacional e os resultados da empresa.

    Nosso artigo acaba aqui e esperamos que tenha entendido a importância de se desenvolver líderes femininas dentro de uma empresa. Se você gostou de acompanhar nosso texto confira mais materiais sobre empreendedorismo em nosso blog!

  • Sororidade e um ambiente de trabalho inclusivo para as mulheres

    Sororidade e um ambiente de trabalho inclusivo para as mulheres

    Um ambiente de trabalho inclusivo para todas as mulheres só é possível de ser conquistado quando práticas de sororidade são incentivadas no ambiente profissional. Porém, para isso, é preciso uma boa dose de empenho entre todos os envolvidos.

    Promover igualdade dentro das empresas não é tarefa fácil, contudo, é necessário para que todos consigam melhores condições de trabalho. E a sororidade, como você já deve imaginar, é muito importante para alcançar tais objetivos.

    Para entender como isso contribui para a criação de um ambiente de trabalho inclusivo, leia o artigo a seguir!

    Entenda o conceito de sororidade

    Antes de tudo, vamos aprender o que é sororidade para que seja possível compreender o porquê disso ser tão importante para as empresas. De maneira resumida, podemos dizer que faz parte da cumplicidade que se cria entre duas ou mais mulheres.

    Apenas mulheres conseguem entender o que elas passam no mercado de trabalho, afinal, somente elas sentem essas dores. Sororidade é justamente se colocar no lugar da outra e apoiar mulheres que estão ao seu redor em qualquer situação, sem fazer julgamentos.

    Promover a sororidade no mercado profissional é extremamente importante para que o trabalho inclusivo seja conquistado dentro de uma empresa. Somente assim é possível superar as desigualdades de gênero que são tão comuns dentro de nossa sociedade.

    Para praticar a sororidade dentro do ambiente profissional, as mulheres podem adotar as seguintes ações:

    • Desencoraje a rivalidade feminina na empresa;
    • Ao conhecer uma mulher empreendedora incentive sua empresa e, se possível, faça parcerias com ela;
    • Elogie as mulheres ao seu redor para que elas se sintam cada vez mais empoderadas e confiantes;
    • Evite julgamentos sobre as ações de outras mulheres e procure entender o porquê de suas atitudes;
    • Acolha outras mulheres no ambiente de trabalho, além de protegê-las de pessoas mal-intencionadas.

    Essas são ações que fazem com que você seja uma pessoa que pratica sororidade no seu cotidiano, porém, em empresas, a situação é diferente. No entanto, para descobrir como incentivar essa prática nos negócios, confira o próximo tópico.

    Como incentivar a sororidade nos negócios

    Agora que já aprendemos o que significa sororidade vamos entender como praticar isso nas empresas para incentivar um ambiente de trabalho inclusivo e abrangente.

    É preciso que a empresa mude seus procedimentos para que seja possível promover igualdade  no ambiente de trabalho. Ficar neutro em questões de gênero, por exemplo, não é uma alternativa para quem quer fazer a diferença.

    A seguir, vamos apresentar algumas das atitudes que as empresas precisam adotar para incentivar a sororidade:

    • Posicione-se: ficar em cima do muro não é mais uma opção para quem deseja mudanças, por isso, é importante se colocar no lugar das mulheres e buscar a igualdade de gênero;
    • Todas as mulheres importam: a sororidade inclui todas as mulheres, então nada de deixar as mulheres trans de fora;
    • Criação grupos de apoio para mulheres dentro de empresas;
    • Invista em conscientização: conscientize mulheres e homens da sua empresa sobre a realidade delas, promova eventos, palestras e rodas de conversa sobre empatia no ambiente de trabalho.

    Com essas atitudes, é possível mudar a realidade da sua empresa e criar um ambiente mais inclusivo e seguro para as mulheres. É muito importante que o lado feminino do mercado se fortaleça e se torne uma parcela ainda mais significativa de mão de obra.

    O mercado de trabalho sempre foi desigual e, sem organização para superar os obstáculos, mudar esse panorama fica cada vez mais difícil. Porém, não é impossível e, com empatia, é possível alterar essa realidade cruel que vivenciamos hoje.

    Por que a sororidade é importante dentro das empresas?

    sororidade é extremamente importante para que seja possível criar um ambiente de trabalho mais igualitário para todos. Colocar-se no lugar de sua parceria de trabalho é essencial para que todos consigam mudar da realidade que vivemos hoje.

    Entender que os problemas vivenciados por você, como mulher, também são vividos por outras pessoas, te ajuda a identificar possíveis aliadas de luta contra o machismo. E, como sabemos, a batalha é grande e os números não nos deixam esquecer isso.

    Enxergar que a dupla jornada de trabalho também é vivenciada por outras pessoas, pode te ajudar a ter empatia e programar melhor as atividades em grupo. O mercado já é cruel demais com as mulheres para que elas acabem alimentando mais rivalidade no ambiente profissional.

    E já que falamos de dupla jornada de trabalho, não custa nada relembrarmos um dado cruel da nossa realidade: segundo o IPEA, em média, as mulheres trabalham aproximadamente 7,5 horas a mais do que os homens, graças as atividades domésticas também assumidas por elas.

    Além disso, outro dado atroz da realidade das mulheres no mercado de trabalho é a forma como são remuneradas. Infelizmente, mesmo exercendo as mesmas funções do que os homens e tendo até mesmo mais qualificação, as mulheres ainda recebem menos.

    Segundo dados recentes do IBGE, as mulheres recebem apenas 77,7% do salário dos homens em média, valor inaceitável no mundo de hoje. Para promover a igualdade de gênero, a primeira barreira a ser quebrada aqui é a salarial, que ainda existe e é puro machismo.

    Mulheres sabem que recebem menos do que os homens, e reivindicar salários mais justos, é necessário no contexto atual. O empoderamento feminino é indispensável para que o trabalho inclusivo seja realidade no cenário atual.

    O nosso artigo fica por aqui, e se você gostou do texto, acompanhe o nosso blog e confira mais conteúdo sobre o universo do empreendedorismo!

  • Liderança: um bom líder é aquele que faz a equipe funcionar sem a sua presença

    Liderança: um bom líder é aquele que faz a equipe funcionar sem a sua presença

    A ideia de que uma boa figura de liderança é aquela que está constantemente monitorando cada passo da sua equipe já caiu por terra há muito tempo.

    Se você está buscando expandir o seu negócio, precisa dedicar o seu tempo a pensar em estratégias para alcançar esse objetivo e, simultaneamente, contar com um time autogerenciável.

    O bom líder é aquele que delega responsabilidades e ações, cuja equipe continua trabalhando bem mesmo sem que ele esteja presente e tomando decisões assertivas em favor do crescimento do empreendimento.

    Para atingir esse patamar, o processo é longo: é necessário mudar o mindset de todos os colaboradores. O mais comum é que as pessoas que são subordinadas dentro de uma estrutura hierárquica tenham a mentalidade de que precisam receber ordens, prestar contas de tudo e serem acompanhadas de perto para realizar seu trabalho.

    Quem nunca viu aquela clássica cena de colaboradores que comemoram quando o chefe sai mais cedo porque podem ficar livres? No entanto, essa cultura não é culpa desses profissionais, porque normalmente acontece em empresas que mantêm um modelo muito rígido na relação entre gestores e funcionários.

    Se você quer ser uma referência de liderança, mais alinhada com os padrões modernos, que se consolidaram especialmente no cenário pós-pandemia, confira nossas 6 dicas!

    1. Dê autonomia ao seu time

    Não existe outra forma de ser um bom líder dentro dessa perspectiva que não essa: permita que o seu time exercite a autonomia. Os colaboradores devem ter um rol de atividades que possam ser executadas sem a aprovação prévia do gestor.

    Claro que isso exige alguns cuidados:

    • Prepare o profissional para desempenhar funções sem supervisão;
    • Prepare os novos colaboradores para ter autonomia;
    • Deixe o funcionário ciente de que vai assumir a responsabilidade por suas decisões.

    2. Delegue funções

    Liderar não significa centralizar todas as funções. Pelo contrário: o papel de um líder é o de direcionar os esforços da equipe, para que cada profissional saiba exatamente o que fazer e quais decisões tomar. Isso também precisa acontecer nos momentos em que o líder não esteja presente.

    A centralização de tarefas não apenas sobrecarrega o líder, como deixa toda a equipe dependente, impedindo que as atividades possam fluir.

    Pare e pense: o que aconteceria se você não fosse trabalhar hoje? Se o cenário imaginado for um verdadeiro pesadelo, é preciso começar a delegar funções. A tarefa do líder é ter pensamento estratégico para distribuir tarefas pertinentes para cada mebro do time, encorajando-os a tomar a frente de suas atividades.

    Faça uma lista de atividades que você realiza hoje, mas que poderiam ser assumidas por outras pessoas. Seja sincero com você mesmo: tome muito cuidado com aquela ideia pretensiosa de que só você consegue fazer algo bem feito, esse é um erro comum.

    Pense também nas características de cada membro da sua equipe e em qual profissional é mais adequado para cada atividade. Treine sua equipe e confie neles!

    Assim, você poderá delegar tarefas de maneira assertiva.

    3. Responsabilize os seus colaboradores

    Isso vale tanto para os bons, quanto para os maus momentos. Se o colaborador comete uma falha, ele precisa entender a repercussão disso. Caso esse erro tenha causado um mal-estar a um cliente, por exemplo, ao invés do gestor tomar a frente para encontrar a solução, pode orientar o profissional sobre como ele deve proceder nessa situação para resolver o problema.

    Por outro lado, quando o colaborador toma uma decisão assertiva, ele também deve ser responsabilizado. Mostre a ele qual foi o impacto positivo que aquela escolha trouxe para a empresa. Dependendo do contexto, quando uma atitude autônoma de um colaborador traz um benefício significativo, ele pode até ser bonificado por isso. Essa é uma forma de incentivá-lo a continuar tendo iniciativa.

    Ainda nesse ponto, vale implementar aos poucos uma cultura da responsabilidade. Para isso, cabe à liderança também perceber quais são os colaboradores que, espontaneamente, assumem aquilo que fazem, seja um erro ou um acerto. Aqueles que, ao contrário disso, sempre parecem querer colocar a culpa em terceiros, devem ser orientados em relação a esse comportamento.

    4. Deixe os colaboradores assumirem o protagonismo

    Outro erro bastante comum dos líderes, e que impede o crescimento da equipe, é desejar sempre o protagonismo para si. Novamente, precisamos salientar que liderança não significa centralização das funções. Um bom líder treina seus liderados e entende que uma boa equipe é aquela com espaço para todos aparecerem e crescerem.

    Na apresentação de um projeto para um cliente, por exemplo, deixe que o profissional assuma a explicação das atividades realizadas por ele. Incentive a autonomia na equipe, para que cada profissional tenha confiança nas atividades assumidas.

    Uma equipe formada por profissionais cada vez mais autônomos é capaz de gerir projetos com mais eficiência. Desta forma, toda a equipe se torna responsável por suas ações, passa a ter pensamento estratégico para resolver possíveis problemas e sabe exatamente o seu papel dentro da organização.

    5. Implemente a cultura do feedback

    Os colaboradores precisam de um direcionamento para se tornarem mais independentes, isso é fato. Portanto, se você quer ser esse tipo de líder, precisa implementar uma cultura de feedback, de maneira sistemática.

    • Chame os integrantes do seu time individualmente para pontuar erros e acertos;
    • Abra um canal de comunicação de mão dupla, para que o funcionário também possa tirar dúvidas;
    • Dê atenção ao ponto de vista do colaborador, ele pode ter insights assertivos para o sucesso da empresa.

    6. Estabeleça metas consistentes

    Para que a sua equipe possa estar sempre ativa, independentemente do líder estar presente ou não, ela precisa ter metas bem estabelecidas. Assim, todos vão saber qual é o caminho que devem seguir. Essas metas precisam ser desafiadoras, mas, ao mesmo tempo alcançáveis. Também precisam ter um tempo determinado.

    Inclusive, você pode incentivar cada colaborador a elaborar o seu próprio plano de ação para atingir as metas que recebeu. No início, esse processo deverá ser feito em conjunto e, pouco a pouco, ele já vai conseguir planejar sozinho como deve proceder para alcançar seus objetivos.

    Quando chegar esse momento, você estará mais perto do que nunca de ser uma figura de liderança exemplar e, principalmente, de ver a sua empresa alcançando tudo aquilo que almejou.

    Não tenha medo de se tornar “desnecessário”, porque é justamente isso que indica que você cumpriu brilhantemente o seu papel como líder e que seu negócio está pronto para voar ainda mais alto.

    Quer saber mais sobre como liderar a sua equipe em direção ao sucesso? Acesse nossa loja virtual e confira as capacitações e eventos que o Sebrae Alagoas disponibiliza para os empreendedores!

  • 5 dicas para diminuir a rotatividade da sua empresa

    5 dicas para diminuir a rotatividade da sua empresa

    Se seu negócio está com uma grande rotatividade de colaboradores, isso pode ocorrer por fatores que você e seus líderes precisam se atentar para melhorar o ambiente organizacional. Acredite, a maioria das falhas podem ser contornadas e ajustadas para um melhor desempenho da empresa e assim evitar a perda dos talentos!

    Muitas vezes, a alta rotatividade pode estar associada a algumas dificuldades dos colaboradores com o negócio provocadas por uma má gestão da equipe e outros problemas relacionados à área de recursos humanos que os deixam insatisfeitos com o trabalho.

    Por que acontece a rotatividade dos funcionários?

    Um grande fluxo ou rotatividade de colaboradores, também chamado de turnover, é uma preocupação para a empresa, já que uma alta taxa pode trazer problemas como redução da produtividade e altos gastos financeiros.

    Se preocupar em diminuir a rotatividade na empresa é importante para manter a saúde do negócio e reter talentos que fazem a diferença no desenvolvimento do empreendimento.

    A rotatividade pode ser gerada por uma liderança problemática que não valoriza o colaborador, pela falta de desenvolver uma cultura que represente sua empresa através de valores sólidos. Isso ajuda a criar um bom clima organizacional que incentiva seus colaboradores a permanecerem na empresa.

    falta de valorização de profissionais, de reconhecimento, os salários muito baixos e a ausência de perspectiva de crescimento dentro do negócio também causam a rotatividade.

    Uma pesquisa feita pela Catho mostrou que mais de 28% dos funcionários saem das empresas para conquistar melhores oportunidades.

    Confira abaixo as 5 principais dicas que você pode desenvolver para diminuir o turnover em seu negócio.

    1. Melhorar a liderança no negócio

    A forma que a liderança é desenvolvida nas áreas da empresa também afeta, e muito, o fluxo de colaboradores. É uma das principais causas de desligamento nos empregos.

    Um bom líder é um facilitador, e não um chefe que só exige resultados. A liderança deve ser assertiva com os seus colaboradores, principalmente relacionada as mudanças de geração das pessoas.

    Manter um canal de comunicação aberto, prover orientação e contribuir para o desenvolvimento dos liderados são habilidades fundamentais para uma liderança que contribua para a manutenção dos funcionários na empresa.

    Um bom líder é paciente, tem prazer em ensinar, sabe delegar com respeito e orienta a todos sempre com foco em seu crescimento.

    2. Plano de carreira

    Como vimos, muitos profissionais desistem de seus empregos para buscar oportunidades melhores de trabalho. Para evitar isso, é importante valorizar o profissional e permitir que ele enxergue uma boa perspectiva para si dentro da empresa.

    O chamado plano de carreira nada mais é do que um documento onde estão descritas as oportunidades de crescimento dos colaboradores na empresa. Ele determina as competências necessárias para assumir cada posição hierárquica do negócio.

    O funcionário pode definir as estratégias e o caminho que precisa percorrer considerando sua área de atuação para chegar ao cargo desejado ou para concorrer a outras oportunidades internas.

    Crie e divulgue os planos de carreira no negócio, permitindo que os colaboradores entendam até onde podem crescer e quais benefícios que poderão receber.

    3. Oferecer cursos e treinamentos

    Para valorizar os profissionais, também é interessante garantir treinamentos e cursos que os ajudem a se desenvolver, demonstrando que a empresa se importa com seu crescimento profissional.

    Incentivar os colaboradores a realizarem novos cursos e especializações em suas áreas também mostra interesse por sua evolução. Ajuda financeira, como pagar uma porcentagem da mensalidade, é uma forma interessante de contribuir.

    4. Promover feedbacks construtivos

    Outra dica para melhorar a gestão e desempenho dos funcionários é: realizar feedbacks construtivos de forma periódica, o que contribuirá para diminuir a rotatividade na empresa.

    Realizar feedbacks ajuda a deixar a comunicação entre gestores e colaboradores mais próxima e clara, permitindo que os funcionários sejam valorizados por seu trabalho, assim como ajuda no processo de melhoria contínua das atividades que executam.

    5. Gerar benefícios além dos financeiros

    Valorizar os colaboradores também pode ser demonstrado através de benefícios que te diferenciem da concorrência. Existem os benefícios mais comuns, como vale-refeição ou alimentação e vale transporte, que são bons e basilares para a manutenção do emprego, porém, você por ir além.

    É possível oferecer vantagens como planos de saúde, flexibilidade no horário de trabalho, descontos em lojas parceiras, academias, terapia, entre outras. Se conseguir conceder benefícios sem descontar em salários, melhor ainda!

    Oferecer benefícios fora do esperado eleva a sensação de bem-estar, melhora o clima organizacional e pesa muito em decisões de desistência do emprego.

    Agora que você conhece essas 5 dicas para reduzir a rotatividade de pessoas em seu negócio, clique aqui e confira o nosso e-book sobre Liderança Multigeracional para entender e lidar melhor as diferenças em sua equipe!

  • 5 motivos para não trabalhar sozinho

    5 motivos para não trabalhar sozinho

    Um dilema comum para quem empreende é: em que momento devo montar uma equipe? Ter um time é um investimento para a expansão dos negócios.

    Por isso, hoje vamos apresentar os 5 principais motivos para você não trabalhar sozinho. Boa leitura!

    1. Delegar tarefas

    Esse é o principal motivo para trocar o trabalho solitário por uma equipe! No caso dos microempreendedores individuais –MEI, é importante pensar em ter mais uma pessoa para dividir as tarefas e delegar funções. Afinal, com outros profissionais somando forças, você pode transmitir parte das funções e atividades, evitando a sobrecarga de assumir tudo sozinho.

    É muito natural, quem empreende como MEI, precisar dar conta de todas os afazeres sem dividir com ninguém. Afinal, não é possível ter sócios nessa modalidade e nem ter mais de um funcionário. Porém, isso leva à exaustão e à frustração quando pensamos no médio e longo prazo.

    Delegar tarefas é altamente positivo por dois motivos: não te deixa sobrecarregado (já ouviu falar que quem tenta fazer tudo não consegue ter excelência em nada?) e garante que cada atividade seja feita por alguém que realmente entende. A soma desses dois fatores vai refletir diretamente na qualidade do resultado final.

    2. Aumentar a produtividade

    O empreendedor que não divide o trabalho, tende a passar mais tempo do dia “apagando incêndios” e definindo as prioridades do que efetivamente focado no que vai trazer resultados, como por exemplo, planejar uma estratégia para divulgar o seu negócio ou estabelecer metas de vendas assertivas.

    Ao ter uma equipe, as funções são distribuídas e você consegue focar no seu core business, ou seja, no seu principal produto ou serviço, entregando qualidade e agilidade para os seus clientes. Pode ser bom não trabalhar sozinho!

    Quem precisa dar conta de tudo, não tem tempo de planejar novas estratégias para fazer o seu empreendimento crescer. Assim, acaba entrando numa espiral de resolver emergências. É uma pessoa que está sempre ocupada, mas, ao mesmo tempo, não vê o seu negócio expandir.

    3.Trazer novas perspectivas

    Quem trabalha sozinho naturalmente vai colocar em prática a sua visão e perspectiva sobre aquele empreendimento. Porém, o ponto de vista de uma única pessoa sempre vai ser limitado. Ninguém tem um repertório amplo o suficiente para enxergar todas as possibilidades que uma oportunidade pode oferecer.

    Por isso, essa é mais uma vantagem de montar uma equipe: você vai trazer para o seu time pessoas com vivências, experiências e olhares diferentes. Cada uma delas poderá agregar valor ao produto e serviço, propondo questionamentos que talvez você não tivesse pensado, ou sugerindo soluções que fazem mais sentido do que aquelas que você imaginou.

    É bastante comum que empreendedores individuais tenham a sensação de solidão no campo profissional, afinal, não têm com quem compartilhar suas dores e conquistas. Ter pessoas com quem contar ameniza esse sentimento e torna a jornada do empreendedorismo mais leve!

    4. Aprender constantemente

    Ao montar uma equipe, você vai trazer pessoas que tenham habilidades diferentes da sua. E isso significa uma oportunidade constante de aprender. A interação entre os membros de um time é muito rica, porque o compartilhamento de experiências e de conhecimento técnico acontece o tempo todo.

    Essa aprendizagem pode se dar em momentos específicos, como reuniões que sejam planejadas com esse objetivo ou também de maneira mais orgânica. O ser humano possui uma incrível capacidade de absorver aquilo que ocorre à sua volta e, a partir disso, ir ajustando a sua própria forma de agir e pensar.

    Quem trabalha sozinho limita-se muito mais por não ter esse compartilhamento de ideias no dia a dia.

    5. Estimular a inovação

    Todos esses benefícios citados anteriormente nos levam a um dos pontos mais importantes sobre trabalhar em equipe. Você já deve ter ouvido dizer que para ter resultados diferentes é preciso fazer coisas diferentes. Porém, para quem precisa dar conta de tudo sozinho, é muito difícil pensar em alternativas inovadoras.

    Assim, uma empresa ou um setor de uma pessoa só, muitas vezes está fadado a repetir eternamente os mesmos métodos e padrões, sem criar algo novo. Mas é o novo que traz inovação e originalidade ao negócio e que permite que ele se mantenha atual e relevante e atento as mudanças que ocorrem no seu entorno.

    Portanto, se você quer ter um negócio que é realmente capaz de inovar, um dos segredos: é não trabalhar sozinho, busque reforços!

    Atenção: é importante desenvolver a liderança!

    A essa altura, você já deve ter se convencido de que formar uma equipe é uma ótima opção. Mas isso não é suficiente. Ao deixar de trabalhar sozinho, você assume outro papel fundamental: o de líder! Nenhum dos benefícios que foram citados acima vão se concretizar se esse time não for bem conduzido.

    Uma boa liderança é o que garante que todas as pessoas que fazem parte do grupo estejam em sintonia e compartilhando objetivos comuns. São os líderes de negócios que conduzem indivíduos diferentes em direção às mesmas metas e ao sucesso.

    Em uma equipe de trabalho cada pessoa tem a sua atribuição, mas ela precisa enxergar como as suas tarefas têm impacto sobre o todo e são importantes para que os objetivos do negócio sejam atingidos.

    Cabe ao líder coordenar essa equipe, extraindo o maior potencial individual de cada um e promovera integração de todos. Ele deve ser a figura de referência.

    Temos algumas dicas para  você liderar com sucesso:

    • Conheça a sua equipe, saiba quais são os pontos fortes e oportunidades de melhoria de cada indivíduo e use isso ao distribuir as funções;
    • Ouça o seu time, quais são os interesses de cada um. Quando é possível conciliar as atividades que devem ser executadas com aquilo que eles têm maior afinidade, os resultados podem ser fantásticos!
    • Tenha uma cultura de feedback implementada na sua empresa, independentemente do porte dela;
    • Estabeleça metas alcançáveis e direcione a equipe sobre como proceder para as atingir.

    Quer saber mais sobre como ter um empreendimento de sucesso e crescer cada vez mais? Ouça o podcast do Sebrae Alagoas fique por dentro dos nossos conteúdos!

  • Conheça os riscos da ansiedade empreendedora

    Conheça os riscos da ansiedade empreendedora

    ansiedade empreendedora é um dos maiores males a afetar a produtividade de muitas mulheres que investem seus esforços na criação de um negócio.

    Os prejuízos que isso pode causar são imensos e podem colocar o futuro da empresa em risco.

    Os sintomas apresentados afetam a empresa e a vida pessoal da empreendedora e  podem tornar a gestão do negócio muito mais difícil e trabalhosa.

    Para entender melhor o que é a ansiedade empreendedora e como combatê-la, leia o artigo que preparamos para você!

    O que é a ansiedade empreendedora

    ansiedade empreendedora é a preocupação excessiva e persistente que gera insegurança sobre o sucesso e futuro dos negócios. É fruto das expectativas e responsabilidades assumidas pelo o gestor de uma empresa

    É difícil conciliar todas as obrigações que um novo negócio exige de seus gestores. Quando essas responsabilidades caem sobre os ombros de uma única pessoa, gera uma sobrecarga de tarefas e afeta a sua produtividade e saúde mental.

    Para solucionar todos os problemas, muitas mulheres empreendedoras acabam fazendo jornadas de trabalho longas e exaustivas.

    Algumas empresárias chegam a trabalhar até mesmo 20 horas por dia, para que seja possível conciliar todos os seus objetivos, tornando-se workaholic, viciadas em trabalho, o que é nocivo para a saúde e para os negócios.

    Os riscos da ansiedade empreendedora

    Os riscos da ansiedade empreendedora afetam a empresa e a vida pessoal da empreendedora. São consequências de se assumir todas as responsabilidades de uma empresa sozinha.

    Alguns dos sintomas sentidos por quem passa por tal estresse são a alta irritabilidade, causada pela vivência em constante tensão.

    Além disso, problemas de saúde podem vir à tona, fruto do estresse da rotina cansativa da empreendedora que baixa a imunidade.

    Porém, um dos sintomas mais comuns de serem notados é a perda de produtividade no empreendimento.

    O cansaço faz com que a mente não trabalhe plenamente para propor soluções, o que, consequentemente, torna a empreendedora menos efetiva em sua atuação.

    Além disso, a falta de criatividade é outro risco grave de se enfrentar ao desenvolver ansiedade empreendedora. Isso acaba estagnando o seu negócio e o tornando pouco inovador o que afeta seus resultados.

    No mais, apesar de parecer uma rotina sustentável para os jovens, esse tipo de prática não é bom para as empreendedoras.

    O cansaço chega aos poucos e as consequências de tentar carregar todas as responsabilidades sozinha podem acarretar em sérios problemas para os negócios e a saúde.

    ansiedade empreendedora pode fazer até mesmo com que episódios de perda de memória aconteçam com empresárias. Resguardar-se e buscar por formas de tornar a rotina de trabalho mais saudável, é necessário para qualidade de vida e para o bom funcionamento dos negócios.

    A ansiedade e o empreendedor brasileiro

    A rotina de trabalho exaustiva pode fazer com a ansiedade empreendedora se desenvolva, porém, o cenário atual de crise econômica provocado pela pandemia do Covid-19 agravou as dificuldades do mercado.

    Falando de maneira geral, a pesquisa da Vittude, constatou que 85% dos brasileiros convivem diariamente com algum transtorno mental, mesmo que não saibam. E uma das maiores causas disso é a pressão criada no mundo profissional.

    O trabalho, em muitos casos, pode exigir muito dos seus funcionários e, para os empreendedores, isso não seria diferente. As responsabilidades são diferentes, contudo, os problemas gerados afetam a todos igualmente.

    E, segundo dados de uma pesquisa conjunta, feita em parceria pela UFMG e o Tropos Lab, realizada durante a pandemia, a situação não é nada boa.

    76% dos empreendedores, se sentiram afetados pela crise sanitária, 81% deles disseram enxergar um mercado incerto, enquanto uma parcela considerável deles (15%) passou a tomar remédios por conta do contexto atual.

    A instabilidade causada pelo cenário acaba afetando a todos, porém, de acordo com a mesma pesquisa, as mulheres empreendedoras foram as que sofreram com sintomas mais severos de ansiedade, depressão e estresse causados pelas incertezas empresariais.

    Como reduzir a ansiedade empreendedora

    Por mais que a ansiedade empreendedora atinja muitas mulheres em nosso país e pareça um problema grande demais a ser enfrentado, ainda assim, existem soluções a serem adotadas.

    Algumas boas práticas básicas podem melhorar essa situação.

    A primeira delas é a contratação de pessoas para o seu empreendimento, para que seja possível delegar tarefas.

    Contratar funcionários de confiança para formar uma equipe de alta performance, que você sabe que podem gerar o resultado esperado, tiram muito peso das suas costas na gestão de negócios e tornam a empresa mais eficiente.

    Centralizar atividades em uma única pessoa acaba fazendo com que ela faça tudo de maneira mal feita. Por isso, é muito importante contar uma equipe de confiança e dar autonomia para que elas tomem de conta das várias áreas da sua empresa.

    Outra dica, um pouco óbvia, mas que precisa ser dita aqui, é que a organização que também pode te ajudar a lidar com a ansiedade de empreender.

    Fazer uma checklist de coisas a serem feitas no seu dia e seguir uma rotina, ajudam na sua produtividade.

    Porém, para isso ser possível, é necessário criar limites para você mesmo, de acordo com a sua capacidade de trabalho. Se você sabe que não consegue trabalhar produtivamente durante várias horas, não adianta insistir nisso.

    Assim que o horário limite chegar, deixe o trabalho para o próximo dia, pois, dessa forma, você faz uma pausa que pode ser benéfica para a mente e não se afeta a própria produtividade por sobrecarga.

     A organização da sua rotina é crucial para que a ansiedade empreendedora seja combatida e não afete o seu rendimento.

    Investir em autoconhecimento é um caminho importante para quem empreende, afinal reconhecer seus pontos fortes e oportunidades de melhoria é essencial para o autodesenvolvimento e acarreta em qualidade de vida, saúde, melhoria da produtividade e resultados.

    O artigo acaba aqui e esperamos que tenha compreendido o risco que a ansiedade empreendedora representa para uma pessoa. Se você gostou do conteúdo, acesse o nosso blog para conferir mais dicas sobre mundo dos negócios!