Categoria: Gestão

  • 5 dicas valiosas para fazer o planejamento estratégico da sua empresa

    5 dicas valiosas para fazer o planejamento estratégico da sua empresa

    O planejamento estratégico é uma ferramenta essencial para o sucesso de qualquer empresa. Ele permite que as organizações otimizem seus recursos em relação a um objetivo específico, por meio de planos, metas e processos bem definidos. Além disso, também é essencial para garantir que a empresa siga crescendo e se expandindo sem perder de vista questões legais.

    Neste artigo, vamos dar 5 dicas valiosas para você fazer o planejamento estratégico da sua empresa de forma mais eficiente. Falaremos sobre algumas ferramentas que podem ajudar nessa jornada e os cuidados que vão requerer um pouco mais de atenção. Confira!

    1. Faça uma análise SWOT

    O primeiro passo quando se pensa em fazer um planejamento estratégico para uma empresa é conhecer melhor o negócio e o ambiente no qual ele está inserido. Nesse sentido, a análise SWOT é uma ferramenta poderosa que fornece às organizações o conhecimento necessário para ajudar a identificar os pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças por elas enfrentadas. Veja como cada um desses pontos se aplicam.

    Forças

    As forças representam tudo aquilo que a sua empresa tem a oferecer de positivo ao mercado. Para descobrir quais são as forças do seu negócio, comece identificando as características que destacam a sua empresa dos demais competidores. Em seguida, mapeie seus recursos disponíveis, incluindo capital humano, tecnologia, qualificações profissionais, entre outros.

    Fraquezas

     Assim como as forças, as fraquezas são elementos internos à organização, porém com um viés negativo. Aqui deve-se identificar quais são os pontos que precisam ser desenvolvidos em relação ao que o mercado exige. Podem ser fatores como pouco tempo de experiência, falta de acesso a determinada tecnologia, ou mesmo baixa qualificação dos profissionais. O importante é levantar todos esses pontos para que eles possam ser devidamente trabalhados no planejamento estratégico.

    Oportunidades

    Aqui começamos uma análise externa de fatores. As oportunidades são tudo aquilo que pode acontecer no mercado e impactar a sua empresa de forma positiva. Por exemplo, se você vende guarda-chuvas, uma temporada prolongada de chuvas pode ser uma boa oportunidade de alavancar suas vendas.

    Saber as possíveis oportunidades ajuda a se organizar para aproveitá-las da melhor forma, sem ter que contar com a sorte ou acabar deixando bons negócios passarem.

    Ameaças

    Por fim, as ameaças representam tudo aquilo que pode acontecer no mercado e impactar negativamente a sua empresa. Assim como um longo período de chuvas beneficia a venda de guarda-chuvas, um longo período de estiagem pode prejudicar o faturamento da organização. Nesse sentido, saber quais são suas principais ameaças ajuda a entender onde é preciso se proteger para evitar prejuízos e até mesmo danos maiores ao negócio.

    2. Defina metas

    Depois de realizar a análise SWOT, o próximo passo é estabelecer as metas do negócio. Embora não seja uma tarefa fácil, é possível alcançar os resultados desejados com a utilização dos meios adequados. Comece determinando os objetivos da sua organização, pois eles guiarão o detalhamento de cada uma das metas.

    Uma boa dica é utilizar a metodologia SMART para garantir que as metas estão bem desenhadas. Esse método consiste em encaixar a definição de cada meta nos seguintes parâmetros:

    • específico: precisa ser algo definido, não pode ser algo abstrato;
    • mensurável: deve ser algo que possa ser medido, para que possa ser acompanhado;
    • alcançável: deve ser ousada, porém possível de ser alcançada;
    • relevante: precisa ser algo que faça sentido para a empresa, que gere algum valor real;
    • prazo de conclusão: deve ser estabelecido um prazo para a sua conclusão

    3. Elabore planos de ação

    A elaboração de planos de ação consiste na definição do que será feito, na prática, para o alcance de cada uma das metas definidas. Existem diversas ferramentas que podem auxiliar nessa etapa, mas uma das mais utilizadas é o 5W2H, na qual são listadas uma série de ações para o cumprimento das metas.

    Ele pode ser feito em uma planilha simples, na qual cada coluna representa uma pergunta a ser respondida conforme os itens abaixo:

    • o que: qual é o objetivo a ser alcançado com essa ação;
    • porque: por qual motivo ele precisa ser alcançado;
    • onde: em que lugar, setor ou processo essa ação deve ser feita;
    • quando: prazo para a execução da tarefa;
    • quem: pessoa responsável pela ação;
    • como: forma como a ação deve ser realizada;
    • quanto: qual será o custo da ação.

    4. Estabeleça indicadores de acompanhamento

    O planejamento estratégico deve ser acompanhado no dia a dia da empresa para verificar se tudo está saindo conforme o esperado, ou se será necessário realizar algum ajuste. Para isso, é fundamental que sejam estabelecidos alguns indicadores, que servirão de parâmetro de qualidade e efetividade da gestão

    Os indicadores podem ser de diferentes tipos, tais como financeiro, de marketing e de pessoas. O importante é que eles estejam atrelados a alguma das metas e que sejam monitorados bem de perto. Dessa forma, sempre que algo não estiver de acordo com o planejado, será mais fácil identificar a raiz do problema e corrigi-la a tempo de evitar maiores perdas.

    5. Invista na capacitação dos colaboradores

    Outra providência essencial para o sucesso do planejamento estratégico é a capacitação dos colaboradores. Isso deve estar previsto no plano geral da empresa, de forma a possibilitar que os profissionais tenham capacidade para cumprir todas as metas do negócio e promover a inovação constante.

    A capacitação também ajuda no fortalecimento da cultura organizacional e permite que se mantenham todos os processos internos dentro dos parâmetros legais necessários. Lembre-se que é muito melhor investir no crescimento de seus colaboradores do que amargar o prejuízo de ter times ineficientes.

    Como vimos, o planejamento estratégico não precisa ser algo tão complicado. Na verdade, é justamente o fato de contar com ele que tornará o alcance do sucesso da sua empresa mais fácil e palpável. Então, siga as dicas que demos neste artigo e tenha um negócio próspero e rentável.

    Se gostou deste conteúdo e quer se aprofundar um pouco mais no assunto, temos um material bem completo que vai ajudar você. Baixe gratuitamente o e-book Planejamento Estratégico Empresarial e comece a colocar seu aprendizado em prática!

  • 5 dicas para fazer uma boa gestão comercial

    5 dicas para fazer uma boa gestão comercial

    A gestão comercial é uma preocupação central para todas as empresas. Afinal, se o negócio não vende seus produtos ou serviços não tem razão pela qual existir. Para os empreendedores que estão muito ocupados, reinventar essa atividade, em prol de melhores resultados, é um desafio.

    Por outro lado, os empreendimentos que não buscam por novas formas de atingir mais clientes ficam para trás e perdem espaço no mercado para a concorrência. Por isso, investir em boas práticas é a base para construir uma estratégia de sucesso.

    Confira neste conteúdo 5 dicas sobre como fazer uma boa gestão comercial, seus benefícios e a importância desse departamento!

    Como fazer uma boa gestão comercial?

    A gestão comercial, principalmente depois da transformação digital, precisa constantemente se reinventar e encontrar outros modos de agradar o cliente. Isso inclui adotar canais e abordagens inovadoras, melhorando estratégias que já existem ou criando novas. Conheça 5 dicas para ajudar sua empresa nesse quesito e aumentar suas vendas!

    1. Faça pesquisas de mercado

    Com as novas fontes de dados gerando 2,5 quintilhões de bytes diariamente, segundo estudo da Business Software Alliance (BSA), informações relevantes sobre concorrentes, oportunidades de negócio e comportamentos do consumidor estão disponíveis em abundância.

    A pesquisa de mercado é uma prática de longa data associada à gestão comercial e, diante desse cenário, a área de vendas tem uma base importante na qual se amparar para planejar a atuação do setor.

    Adaptar ou criar produtos e serviços que agradem mais aos clientes e determinar estratégias que tenham maior chance de gerar resultados, são exemplos de insights que podem surgir disso.

    2. Entenda como formar preços

    Um erro cometido por empreendedores que estão entrando em novas áreas, mercados-alvo ou lançando soluções diferentes das que habitualmente trabalham é não precificar corretamente. Isso impacta tanto a lucratividade e a saúde financeira da empresa quanto sua imagem.

    Para formar preços adequados é preciso conhecer seus custos e estabelecer margens de lucro de acordo com o mercado. Ou seja, o posicionamento de marca, o público-alvo, a experiência de compra oferecida, a localização etc. também são fatores que incidem na hora de determinar qual valor será cobrado.

    3. Crie um funil de vendas eficiente

    O funil de vendas é a estrutura que embasa a jornada do cliente até a compra. Formado por etapas como atração, qualificação, proposta, consideração e fechamento, todos os pontos de contato nos diversos canais de relacionamento fazem parte disso.

    Por servir para orientar a atuação dos profissionais da área, elaborar um fluxo em que cada ação do comercial e do marketing ajuda a convencer o consumidor a adquirir seu produto ou serviço é o que aumenta as chances da transação acontecer. Para tanto, deve-se considerar:

    • perfil do mercado e do público-alvo;
    • ferramentas e meios utilizados;
    • modelo e estratégias de prospecção;
    • objetivos comerciais;
    • diferenças do produto ou do serviço;
    • equipe disponível.

    4. Invista no relacionamento com os clientes

    Todos os negócios, desde pequenas lojinhas até os que vendem por meio de canais digitais, precisam construir um relacionamento com seu público. A melhor maneira de começar é usar o histórico de consumo a fim de entender seus perfis e demandas.

    Para aperfeiçoar a forma como os consumidores são tratados e atendidos, o ideal é criar um padrão de comportamento para os vendedores, organizando as atividades envolvidas a partir desses dados.

    Ainda, prestar informações, dar retornos e resolver dificuldades que surgem com eficiência são algumas das ações básicas que não podem faltar. Enquanto, adotar o pós-vendas como prática voltada para o sucesso do cliente e para o acompanhamento do desempenho da equipe tanto agrada quanto ajuda a continuar o aperfeiçoamento do time.

    5. Conte com suporte de especialistas

    Na hora de implementar novos modelos de trabalho e gerar melhoria contínua, cada empresa é única. Os responsáveis pela gestão comercial nem sempre conhecem todos os desafios ou têm experiência com algumas situações que o mercado impõe.

    Nesse contexto, a ajuda de especialistas evita falhas e leva para dentro do empreendimento tanto ferramentas quanto metodologias inovadoras para criar diferencial competitivo. Aliás, o suporte de profissionais e organizações mais experientes coloca à disposição do negócio soluções adequadas para suas reais necessidades.

    Qual é a importância do setor comercial para a empresa?

    Independentemente do segmento onde o negócio está inserido, ele só existe para vender seus produtos e serviços para outras empresas ou clientes, certo? Portanto, ter um setor que lide com esses processos é imprescindível e faz valer o esforço de implementar nossas 5 dicas.

    Mais que administrar as operações, a área comercial é quem negocia e se relaciona com o público-alvo, sendo a responsável por construir um vínculo de confiança com os compradores em prol de manter esse relacionamento a longo prazo.

    Por estar voltada a aumentar resultados, sua busca para atingir metas é o que assegura a continuidade e o crescimento empresarial, já que a geração de lucros é o que cria a possibilidade de reinvestir.

    Além disso, este departamento é a primeira camada de proteção do empreendimento quanto à redução de riscos associados à inadimplência, uma vez que faz contato direto com o consumidor.

    Quais são os benefícios de uma boa gestão comercial?

    Dada a importância da área, contar com uma boa gestão comercial é uma das bases para se ter uma empresa próspera. Realizar bem essa atividade seguindo nossas dicas, garante o sucesso do setor e de todo o empreendimento por meio de benefícios, como:

    • maior previsibilidade da receita com o desenvolvimento de melhores estratégias de atração e recompra;
    • ampliação do acesso a novos clientes e da capacidade de fidelização ao propor jornadas mais adequadas aos perfis de consumo;
    • aumento e qualificação do volume de transações associados a entrega de uma experiência de compra satisfatória;
    • melhor direcionamento dos recursos para os públicos e as ações com as maiores chances de converterem em vendas;
    • diferenciação no mercado mediante uma análise precisa dos concorrentes, consumidores e dinâmicas;
    • redução de custos do departamento ao otimizar seus processos e remover os riscos que geram gastos.

    Nossas 5 dicas para fazer uma boa gestão comercial servem para construir ou turbinar esse setor em sua empresa, superando dificuldades para gerar os melhores resultados. O futuro do negócio, sua lucratividade e capacidade de competir dependem dessas melhorias.

    Por isso, conheça e conte com as soluções do Hub Sebrae para que seu setor comercial aumente as vendas!

  • 7 dicas para implementar uma melhoria de processos na sua empresa

    7 dicas para implementar uma melhoria de processos na sua empresa

    A melhoria de processos nem sempre recebe a atenção que precisa para gerar os efeitos positivos que pode em prol do sucesso do empreendimento. Afinal, a operação tende a ficar em segundo plano, apesar de ser capaz de impactar significativamente os resultados.

    Quando se trata da sequência lógica de ações que forma os processos e faz uma empresa funcionar no dia a dia, mesmo uma pequena otimização ajuda o negócio a ser mais competitivo. Portanto, não deixe de implementar estratégias para seu aperfeiçoamento contínuo.

    Entenda com este conteúdo a importância da melhoria dos processos de negócios e como implementá-la em 7 dicas!

    Qual é a importância de melhorar os processos do negócio?

    Como visto, investir na melhoria de processos representa uma oportunidade da empresa se tornar mais competitiva, já que afeta diretamente seu desempenho ao:

    • minimizar falhas;
    • evitar desperdícios e retrabalhos,
    • diminuir custos;
    • aumentar a agilidade e a qualidade;
    • maximizar o valor entregue ao cliente.

    Trata-se de uma forma de encontrar soluções criativas, desenvolvendo a inovação metodológica. Além de reduzir riscos de segurança, uma vez que todas as ações são pensadas buscando sua melhor configuração. Diante desse contexto, fica clara a importância de promover a otimização frequente das atividades.

    Como implementar a melhoria de processos na prática?

    Colocar a melhoria de processo em prática não é um grande desafio, mas exige alguns cuidados a fim de obter a máxima qualificação possível. Veja a seguir 7 dicas para tanto!

    1. Mapeie os processos

    O mapeamento de processos é a base para sua melhoria, já que é nesse ponto que as possíveis oportunidades de otimização são identificadas. Consistindo em listar todas as atividades empresariais, o ideal é olhar os fluxos de forma contínua, ordenando ações e definindo qual etapa fica sob responsabilidade de cada setor ou profissional. 

    Por exemplo, uma venda online começa quando o cliente confirma o pedido no site e o financeiro obtém a comprovação do pagamento, seguindo para separação, emissão de nota fiscal, embalagem e entrega, que ficam por conta do setor de estoques.

    2. Abandone hábitos ineficientes

    Hábitos ineficientes são todas as atividades que não agregam, mas que são mantidas pelo costume ou pela sensação de segurança que geram. Esse sentimento provoca a resistência dos profissionais em abandonar a forma como executam seu trabalho em prol da melhoria de processos. 

    Uma situação muito comum na transformação digital, são colaboradores acostumados com os registros manuais e mesmo com sistemas eletrônicos seguem fazendo anotações em cadernetas para ter onde conferir o que digitaram.

    Ações como essa são perdas para o negócio e devem ser eliminadas. Assim, a mudança da mentalidade organizacional precisa acompanhar as alterações práticas para que sejam bem-sucedidas. A começar por explicar as razões por trás de cada otimização. No exemplo, o problema é o tempo perdido ao realizar duas vezes o mesmo trabalho.

    3. Estabeleça metas e objetivos

    As mudanças que levam à melhoria de processos correm o risco de se perder em meio a opiniões e visões distintas sobre como proceder. Para que a transição gere efeitos positivos, ter metas e objetivos claros evita esse tipo de distração. Um exemplo disso é propor reduzir o tempo de produção ao otimizar a execução das tarefas.

    Com essas definições, o negócio entende para onde direcionar seus esforços ou recursos e passa a ter um guia para acompanhar tanto a velocidade do progresso quanto sua qualidade em prol de sua efetiva concretização.

    4. Integre os setores

    Olhar os processos como fluxos contínuos significa que os padrões de qualidade das ações devem ultrapassar as barreiras que dividem a empresa em setores. No entanto, as diferentes abordagens e prioridades de cada um nem sempre tornam possível fazer isso.

    Dessa maneira, a integração entre as áreas não deve ser apenas operacional, mas também cultural, com princípios iguais sendo seguidos por todos. Ainda, é necessário criar e manter uma comunicação eficiente para reduzir erros por falta de informação.

    5. Reveja procedimentos 

    A principal ação para colocar a melhoria de processos em prática é atualizar os procedimentos operacionais. Isso significa criar padrões, descrevendo como as atividades devem ser feitas, quando e por quem, em uma sequência lógica de etapas.

    A partir disso, fica estabelecido uma referência para qualidade da execução que tende a refletir nos resultados, bem como na eficiência dos fluxos de trabalho, atingindo os objetivos definidos.

    6. Crie um ciclo de melhoria contínua

    Oportunidades e necessidades de melhoria de processos surgem diariamente. Quer seja com novas ferramentas e metodologias, quer seja devido a demandas de mercado emergentes. 

    Para atender a essas transformações é preciso fazer do aperfeiçoamento um ciclo contínuo de revisão e otimização. Modelos de gestão de qualidade total propõe que após a execução das ações do modo planejado, o ideal é avaliar e fazer ajustes.

    7. Treine a equipe

    A precisão e a qualidade com que os procedimentos criados são executados interfere diretamente no alcance de um alto nível de melhoria de processos. Para assegurar que os colaboradores entendam como agir, é essencial ir além da orientação, treinando a equipe.

    Essas capacitações também ajudam a construir uma mentalidade de aprimoramento contínuo, desenvolver uma visão estratégica acerca do papel que cada funcionário desempenha no todo e minimizar a resistência a mudanças. 

    Como a melhoria de processos está ligada a saúde e segurança no trabalho?

    A saúde e segurança nas empresas está diretamente ligada ao dia a dia do trabalho, em especial à forma como as operações são realizadas. A melhoria de processos ajuda a diminuir riscos ligados a esses aspectos ao:

    • qualificar a execução para eliminar as chances de potenciais acidentes que se tornam danos;
    • reduzir atritos na comunicação que geram inseguranças e o posterior adoecimento emocional;
    • promover o envolvimento de gestores e equipe com a avaliação de desempenho que oportuniza a percepção de falhas.

    Ou seja, otimizar as atividades empresariais é uma transformação essencial para o desenvolvimento de um negócio que preza pela qualidade de vida dos colaboradores em todos os níveis.

    Implementar a melhoria de processos em seu negócio é positivo tanto para sua organização quanto para a equipe, gerando ganhos em produtividade e qualidade que impactam desde resultados até a convivência. Ainda, com a importância que a saúde, segurança e bem-estar no trabalho tem, é uma aposta certeira para engajar os colaboradores.

    O Hub do Sebrae apresenta diversas opções de soluções capazes de ajudar seu empreendimento nisso. Conheça e entre em contato para mais informações!

  • Conheça os segredos por trás da gestão de relacionamento com o cliente!

    Conheça os segredos por trás da gestão de relacionamento com o cliente!

    Fazer a gestão de relacionamento com o cliente é uma atividade empresarial central, pois, ao impactar na preferência do público pelo negócio, seus efeitos refletem diretamente nos resultados corporativos.

    As ações envolvidas nesse processo são tanto estratégicas quanto práticas. Dessa maneira, desde quem está nos mais altos cargos até os funcionários operacionais desempenham um papel essencial para que cada tarefa seja um sucesso.

    Confira neste conteúdo os segredos para realizar esse trabalho de forma eficaz!

    Por que manter um bom relacionamento com o cliente?

    Construir e, principalmente, manter um bom relacionamento com o público é o objetivo central de fazer tal gestão. Sua importância está diretamente ligada ao impacto nos resultados. Afinal, isso ajuda a atrair novos consumidores, fidelizá-los e aumentar o volume de vendas tanto a cada compra quanto com o maior retorno.

    Investir nisso requer a entrega da melhor experiência de consumo, por meio da qualificação de processos e interações, gerando benefícios como:

    • ampliar a satisfação dos compradores;
    • permitir a marca se tornar uma preferência;
    • potencializar a capacidade de atingir o sucesso do cliente;
    • criar defensores e promotores do negócio.

    Como fazer bem a gestão de relacionamento com o cliente?

    Ter sucesso ao efetivar a gestão de relacionamento com o cliente possui alguns segredos. Conheça-os a seguir!

    Use dados e tecnologias a seu favor

    Não dá para negar que entender o perfil dos clientes é o primeiro passo para saber como agradá-los. Isso requer construir um histórico de preferências e comportamentos de compra.

    Tecnologias e os grandes volumes de dados que elas coletam são a forma mais fácil de adquirir esse conhecimento. Assim, investir em soluções de digitalização não só organiza a empresa como melhora seus resultados.

    Personalize suas ações

    Um dos principais segredos para uma boa gestão de relacionamento com o cliente é fazê-lo se sentir especial. A personalização é a melhor estratégia na hora de colocar isso em prática, ao permitir que cada consumidor seja tratado individualmente.

    A partir das informações coletadas sobre os perfis de consumo, é possível desenvolver ações específicas. Por exemplo, ofertas promocionais e indicações de acordo com as compras anteriores.

    Ouça o que o cliente tem a dizer 

    Alinhar o que o negócio oferece com expectativas, demandas e necessidades do público é estar um passo mais perto dele. Como parte da gestão de relacionamento com o cliente, os ajustes começam por escutar o consumidor.

    Quando as equipes de atendimento, vendas ou marketing aproveitam os contatos para ouvir elogios, sugestões, críticas e comentários, essas informações se tornam oportunidades.

    Esteja presente para o público

    Pode até parecer óbvio, mas criar vínculos exige estar presente. Quando se trata de empresas, isso inclui aumentar a disponibilidade de canais digitais, a presença online e a atenção que o consumidor recebe em cada contato.

    As duas primeiras ideias são estratégicas, dependendo da decisão administrativa de implementar meios e campanhas para acontecer. Já as últimas são atitudes de quem atua próximo aos clientes. Interações de qualidade são a base para que o comprador perceba interesse da parte do empreendimento e se abra para construir um relacionamento.

    Colocar a gestão de relacionamento com o cliente em prática envolve a escolha de meios capazes de ampliar a visibilidade do negócio pelo público e o entendimento da empresa pelos consumidores. Porém, não basta fazer isso sem ter uma atitude atenciosa na hora de interagir.

    Quer descobrir mais segredos sobre como melhorar a gestão de relacionamento com o cliente na sua empresa? O Hub do Sebrae ajuda você a montar uma estratégia com tal objetivo. Confira!

  • 5 técnicas de negociação com fornecedores para você adotar

    5 técnicas de negociação com fornecedores para você adotar

    Criatividade e inovação são essenciais para se destacar num momento em que há cada vez mais competitividade no mercado. Você sabia que uma das maneiras de fazer isso é por meio da negociação com fornecedores

    Habilidade essencial para um negócio, principalmente para micro e pequenas empresas, ela pode contribuir para equilibrar seu fluxo de caixa, garantir preços e prazos de entrega mais competitivos, assim como melhores condições de pagamento que se encaixem em seu orçamento.

    Descubra boas técnicas de negociação com fornecedores para levar seu negócio ao sucesso!

    Como saber negociar com fornecedores influencia no sucesso de um negócio?

    Uma boa estratégia e técnica de negociação com fornecedores pode garantir muito mais que simplesmente melhores preços e prazos de entrega. Isso influencia também na forma de faturamento, assim como na flexibilidade do fornecedor para renegociações ou ainda para entregas pontuais com intuito de reabastecer estoques.

    E como isso influencia no sucesso de um negócio? Bem, essas são atividades chave para que uma empresa maximize a experiência do cliente e consiga uma maior possibilidade de ganho competitivo no momento de precificar seus produtos ou serviços, garantindo assim mais credibilidade para sua marca.

    Afinal, como faço para melhorar as estratégias de negociação com fornecedores?

    Black Friday, Natal e Ano Novo são alguns exemplos de períodos em que há alta demanda para vendas sazonais. Mas a pergunta que não quer calar é: você busca as melhores parcerias para essas ações? 

    Separamos 5 dicas e estratégias para melhorar a negociação com seus fornecedores! Confira abaixo.

    1. Desenvolva um plano estratégico

    Você quer oferecer melhores preços de venda? A negociação do prazo de entrega precisa ser aprimorada? Ou você precisa de melhores condições de pagamento? Para que seu processo de negociação seja mais acertado e eficaz, siga uma estratégia previamente definida, focando no seu objetivo final.

    2. Pesquise antes de fechar o contrato

    Pesquise sobre os maiores players do mercado para o serviço ou produto que você busca e, assim, fique munido de todas as informações necessárias, que auxiliarão no processo de negociação. Identifique os fornecedores que oferecem os melhores preços, prazos e, acima de tudo, maior qualidade.

    3. Conte com mais de uma alternativa

    É importante que seu negócio mantenha mais de uma opção de fornecedores para não ficar restrito a somente uma alternativa, o que proporciona uma maior possibilidade de avaliação das alternativas que o mercado tem a oferecer. 

    4. Trate a relação como parceria

    A base para qualquer negociação consiste no consenso de ambas as partes. Dessa forma, a relação que está sendo criada deve ser de parceria, e não de competição. Encontre alternativas que satisfaçam tanto o fornecedor quanto seu negócio!

    5. Use a tecnologia a seu favor

    Hoje, graças às novas tecnologias, é possível acelerar muitos processos com diminuição de riscos e a negociação com fornecedores não seria diferente. Invista em assinaturas digitais ou eletrônicas, por exemplo, para agilizar o fechamento de contratos e tornar o processo mais prático para ambos os lados. 

    O módulo de compras de sistemas ERP também pode auxiliar seu negócio nesta empreitada, permitindo a realização de simulações de compras e a comunicação com os fornecedores.

    E aí, gostou do texto e não quer perder os nossos próximos conteúdos? Então, curta a nossa página no Facebook!

  • Melhore o seu atendimento ao cliente com essas 8 dicas!

    Melhore o seu atendimento ao cliente com essas 8 dicas!

    O atendimento de uma empresa só é de alto nível quando os gestores entendem que toda interação, por mais rápida que seja, gera valor para o negócio. Com essa mentalidade, será possível fidelizar mais consumidores e aumentar a lucratividade.

    Nesse sentido, descobrir como melhorar o atendimento ao cliente é importante para complementar as outras experiências da jornada de compra, como a aquisição de um produto de qualidade e um pós-venda de respeito. Esses são os fatores que garantem um relacionamento duradouro.

    Por isso, preparamos este post especial com as melhores dicas para você entender como melhorar o atendimento ao cliente. Boa leitura!

    1. Crie novos canais de comunicação

    O omnichannel não é só uma tendência do comércio moderno, mas uma necessidade. Afinal, nem todo cliente terá paciência para utilizar apenas o telefone para se comunicar com a loja, principalmente se ele considera que uma conversa por WhatsApp seja bem mais dinâmica, por exemplo.

    Por isso, oferecer diversos canais de comunicação para facilitar o contato é essencial. Isso também envolve estudar o seu público-alvo, checando as redes sociais e ferramentas nas quais a sua loja recebe mais engajamento.

    Assim, você poderá centrar esforços e evitar desperdício do seu tempo em canais que não geram tanto resultado. Você deverá estar presente no maior número possível, mas lembre-se de priorizar aqueles que geram mais interações positivas para o negócio.

    2. Capriche nas primeiras impressões

    Em pouco tempo, em questão de minutos, o cliente já terá as primeiras impressões da sua loja. É essa percepção que fará com que ele continue interagindo com ou seu negócio ou não. Por isso, é preciso se esforçar para que esse primeiro contato seja bem-visto por ele.

    Isso vale tanto para o atendimento em ponto físico como na interação online. Coloque-se à disposição para tirar dúvidas, informar o cliente sobre políticas de troca e devolução, indique soluções para os problemas — tudo isso de forma educada e solícita.

    É preciso lembrar que, independentemente do seu nicho, é muito fácil encontrar um concorrente. Bastam alguns cliques e o seu cliente em potencial encontrará a loja de um competidor. Por isso, as primeiras impressões são muito importantes para cativar essa pessoa.

    3. Torne o atendimento mais ágil

    Uma dica importante para garantir um bom atendimento é sempre deixar a sua marca disponível. Por isso, esteja presente nas redes sociais, disponibilize uma grande variedade de canais e deixe um campo bem destacado em seu site para facilitar o contato.

    Além disso, evite deixar o cliente esperando por muito tempo. Ainda que você trabalhe sem funcionários, é possível equilibrar os atendimentos. Alguns chats de sites oferecem um aviso que mostram o lugar do cliente na fila, o que é muito interessante para ele ter uma ideia de quanto tempo precisará esperar.

    Do mesmo modo, é possível programar uma mensagem no WhatsApp, que informará que a mensagem foi recebida e de que logo um atendente entrará em contato. O mais importante é não deixar essa pessoa “no vácuo”.

    4. Tome cuidado com as promessas de atendimento personalizado

    O atendimento personalizado é muito importante para que a empresa crie um vínculo com seus clientes. Contudo, essa estratégia deve ser conduzida com cuidado redobrado.

    Imagine a seguinte situação: você começa o contato chamando o cliente pelo seu primeiro nome, mas acaba trocando e chamando “Paulo ” de “Carlos”, sem se corrigir prontamente. Nesse caso, toda aquela promessa de atendimento personalizado cai por terra.

    Caso o atendimento personalizado seja uma característica explorada pelas suas campanhas, certifique-se de cumpri-la. Afinal, será bem fácil para o cliente notar que o atendimento é mecânico e padronizado para muitas pessoas — com deslizes como o que citamos.

    5. Peça feedbacks

    Crie formas simples de receber feedback dos clientes. Isso pode ser feito por meio de um formulário no site, por exemplo, ou enquetes nas suas redes sociais.

    Até mesmo um “O que vocês estão achando do produto X?”, postado em uma das redes sociais, é o suficiente para engajar as pessoas que compraram e despertar a curiosidade daquelas que ainda não o fizeram.

    Com essas ações, você mostra para o cliente que a opinião dele é importante para o seu negócio e será levada em consideração nas futuras atividades da empresa. Os formulários, que podem ser enviados por e-mail e disponibilizados no site, também serão importantes para descobrir padrões de consumo e explorá-los.

    O mais importante, aqui, é não reforçar a sensação de que os feedbacks só são pedidos para encontrar novas formas de tirar dinheiro das pessoas sem oferecer uma contrapartida. Por isso, registre as reclamações e sugestões mais comuns para incorporá-las ao seu método de trabalho depois.

    6. Leia os sinais emitidos pelo cliente

    No atendimento em ponto físico, os vendedores são instruídos a ler a linguagem corporal do cliente. Caso ele esteja com o corpo sempre voltado para dar meia volta e com pressa de encerrar a conversa, isso indica que ele está mais inclinado a sair sem fechar a compra.

    Já na internet, um cliente que é monossilábico na conversa também pode indicar que o empreendedor terá que trabalhar mais para fechar negócio. Por isso, busque treinamentos na área de vendas para conseguir ler esses sinais com eficiência — e contorná-los para lucrar cada vez mais.

    7. Mantenha uma boa presença online

    Manter uma boa presença digital não é só algo desejável: é obrigatório nos dias de hoje. Você pode até conhecer algum comerciante que se recuse a usar a internet e ainda tenha bons resultados financeiros, mas esse tipo de profissional é uma exceção atualmente.

    Afinal de contas, cada brasileiro faz, em média, 16 compras por ano pela internet. Além das lojas virtuais tradicionais, é possível encontrar todo tipo de profissional: carpinteiros, vidraceiros, montadores de móveis… Enfim, deu para entender a importância de estar na internet hoje, né?

    Manter uma boa presença online é possível por meio do uso das redes sociais, um site responsivo e, caso seja possível, postando posts no seu blog ou criando vídeos. Desse modo, o seu negócio sempre estará no radar dos clientes.

    8. Entregue valor durante as interações

    Em qualquer interação com os clientes, tanto para fechar compras como para as consultas do início da jornada de venda, procure entregar valor para o consumidor. Isto é, demonstre que a sua loja é especial e pode solucionar seus problemas.

    Entregar valor não é exatamente oferecer brindes ou prometer promoções. Trata-se de entender que cada contato é uma forma de fortalecer a sua marca e torná-la referência no mercado.

    Por isso, cuide bem do seu cliente ao atendê-lo, fazendo o máximo para lidar com a questão que ele propõe. Talvez ele não feche uma compra naquele momento, mas a sua disponibilidade irá cativá-lo. Na hora de fechar negócio, deixe claro como o seu produto irá melhorar a sua vida. Assim, o cliente entende que cada interação com aquela empresa foi satisfatória e útil para ele.

    Agora que você sabe como melhorar o atendimento ao cliente, já pode complementar essa dica com as outras que oferecemos aqui. Combine a agilidade, a educação e a disponibilidade para conseguir bons resultados!

    Outra maneira de fazer o cliente se encantar ainda mais com a sua empresa é facilitar a vida dele na hora de fechar negócio. Por isso, aproveite a visita e descubra como oferecer o pagamento online na sua loja!

  • Descubra o que é markup e como calcular qual o ideal

    Descubra o que é markup e como calcular qual o ideal

    Precificar produtos é um trabalho árduo. Afinal, você precisa levar em conta os valores praticados pela concorrência, os gastos para produzir uma mercadoria e até os custos iniciais, em caso de revenda. Uma métrica que ajudasse o empreendedor nisso viria bem a calhar, não é mesmo?

    A boa notícia é que já existe um indicador para garantir uma precificação precisa: o markup. Essa métrica leva em conta os custos de produção e a margem de lucro, entre outros quesitos, para ajudar a empresa a praticar valores justos e que garantam rentabilidade.

    Neste artigo, falaremos um pouco mais sobre o conceito de markup, como ele pode ser calculado e seus benefícios para o negócio. Boa leitura!

    O que é markup?

    O markup é um indicador que ajuda o empreendedores a entender o quanto o preço final do produto está acima do seu custo de produção. Ele pode ser obtido por uma fórmula, que veremos adiante no texto.

    Assim, trata-se de uma estratégia de precificação que garante mais precisão aos empreendedores na hora de calcular os valores repassados para os clientes. Versátil, esse indicador serve para todos os tipos de empresas, já que leva em conta os gastos de produção de cada mercadoria — ou um conjunto delas.

    Quando o empreendedor chega à definição do preço de um produto com base no markup, e esse valor se mostrar muito destoante da média praticada pelo mercado, isso indica que há algo que precisa ser corrigido para gerar rentabilidade para o negócio.

    Como ele funciona?

    Um dos erros de muitos empreendedores é achar que praticar um preço abaixo do mercado é o que fará os produtos venderem muito e gerar a rentabilidade necessária para que o negócio se mantenha lucrativo.

    Contudo, isso só é verdade caso os ganhos sejam significativamente maiores que o valor desembolsado para produzir uma mercadoria. Podemos pensar em um exemplo que tem a ver com um dos eventos mais esperados nos próximos meses: o Carnaval.

    Caso uma fantasia precise de R$ 100 em insumos para ser desenvolvida, estabelecer um preço de R$ 101, sem perspectivas de vender essa mercadoria em larga escala, dificilmente será uma ação financeiramente sustentável para a empresa.

    Por isso, o markup funciona como uma maneira de estabelecer um preço justo — isto é, um valor que seja atrativo para os clientes, mas também rentável para a empresa.

    Ao registrar tudo o que a sua empresa desembolsa para fazer com que um produto chegue às mãos dos clientes, o seu negócio terá mais segurança em relação aos resultados.

    Quais são os seus benefícios?

    Quando a conta é bem feita e leva os custos de produção em consideração, rende diversos benefícios para a empresa. Vamos conhecê-los.

    Comparação de mercado

    Usar o markup para precificar os seus produtos proporciona uma visão mais ampla da sua empresa em relação aos concorrentes. Assim, você consegue praticar preços que não estejam muito descolados da média geral.

    Lembre-se de que a lucratividade é o principal. Por isso, o objetivo do markup não é ser o mais barato, mas ter um referencial preciso para que o empreendedor entenda onde ele quer colocar a sua companhia na competição.

    Posicionamento de marca

    Como o markup é uma estratégia de precificação, ele também ajuda a empresa a se posicionar estrategicamente no mercado. Afinal, os valores repassados ao consumidor final têm a ver com o seu nicho de atuação.

    Caso o seu foco seja consumidores de alta renda, o markup ajudará a precificar os seus produtos e garantir uma rentabilidade que seja ajustada a quanto esses clientes podem pagar, por exemplo.

    Do mesmo modo, caso você queira explorar um mercado mais diverso, o cálculo do markup ajuda a empresa a estipular preços que sejam acessíveis a um grande número de pessoas.

    Identificação dos gastos

    O markup leva em consideração os gastos de produção para levar um produto aos clientes. Por isso, para que a conta seja feita da forma correta, tudo o que envolve o desenvolvimento da mercadoria entra na fórmula. Estamos falando de:

    • custos fixos, como como aluguel de loja, salários, contas de água e luz, entre outras;
    • custos variáveis, como frete pago aos fornecedores e a tributação, que pode variar a cada mês;
    • margem de lucro;
    • gastos de produção, como matérias-primas e mão de obra.

    Aumento dos lucros

    Com tudo registrado na ponta do lápis, a consequência lógica de todos os benefícios já citados é a tendência de elevação dos lucros, uma vez que a empresa terá números que embasem a sua tomada de decisão. Como você verá em seguida, o cálculo é simples.

    Como funciona o cálculo do markup?

    De maneira simplificada, a fórmula do cálculo pode ser representada da seguinte forma:

    Markup = 100/[100 – (CF + CV +L)]

    Os custos de produção envolvem todos os 4 itens que mencionamos no tópico anterior. Como as empresas desenvolvem diversos produtos, não se deve colocar todo o valor do aluguel na fórmula de uma só mercadoria.

    Por isso, pensemos em uma empresa que trabalha com 10 produtos próprios. Nesse caso, a porcentagem total (100%) de cada custo pode ser dividida por 10. Já o lucro pode ser escolhido pela própria companhia — definimos em 15%, só para exemplificar. Nesse caso, teríamos:

    • 10% direcionados para os custos fixos (CF);
    • 10% direcionados para os custos variáveis (CV);
    • 15% deve ser a porcentagem para lucro (L).

    Importante: os números representados em nosso exemplo são expressos em porcentagem, e não são valores em reais, por exemplo.

    Markup = 100/[100 – (porcentagem do CF + porcentagem do CV + porcentagem do L)]

    Markup = 100/[100 – (10 + 10 + 15)]

    Markup = 100/[100 – (35)]

    Markup = 100/65

    Markup = 1,54 (valor arredondado)

    Para usar o número de markup para calcular o preço de venda, basta multiplicar o valor pelo custo de produção da mercadoria. Pensemos em um produto que custe R$ 40 em insumos, isto é, o seu custo de produção total. Nesse caso:

    Preço de venda = custo de produção x markup

    Preço de venda = 40 x 1,54

    Preço de venda = R$ 61,6

    Nesse caso, o preço ideal para que a empresa obtenha lucratividade é de R$ 61,6. Caso essa loja esteja focando em um público com alto poder aquisitivo, ela pode aumentar esse valor para atrair esses clientes que tenham maior renda.

    No entanto, caso ela queira oferecer esse produto para um público amplo, o valor de R$ 61,6 é um bom ponto de partida. Como vimos no artigo, o markup é um indicador bastante eficiente para ajudar o empreendedor a não só precificar, mas também a analisar os seus custos de produção.

    Caso o markup indique que o preço ideal de venda seja igual ou inferior ao custo de produção, será possível buscar novos insumos e até outros fornecedores. Ele ajuda o empreendedor a ter mais controle financeiro e realizar projeções precisas.

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  • 7 formas de garantir o melhor atendimento em sua empresa!

    7 formas de garantir o melhor atendimento em sua empresa!

    Ser uma empresa conhecida por oferecer os melhores produtos do mercado é bom, mas tem algo que é ainda melhor: ofertar mercadorias invejáveis e ainda complementá-las com uma excelente qualidade do atendimento ao cliente.

    Para fidelizar consumidores, a empresa precisa oferecer uma boa experiência de compra. Uma jornada satisfatória não se resume a um bom produto, mas ao nível geral de interação. Caso o cliente que comprou algo de qualidade precise tirar uma dúvida e a empresa não lhe dê uma resposta, isso afetará sua percepção sobre a loja e seu ciclo de vida.

    Por isso, garantir a qualidade do atendimento deve ser algo tão valorizado nas empresas quanto a capacidade de oferecer produtos de alto nível. Neste post, apresentaremos as principais dicas para fazer isso. Boa leitura!

    1. Conheça o seu cliente

    Como a sua empresa manterá um bom atendimento sem conhecer exatamente os clientes, suas necessidades, problemas e preferências? A definição de público-alvo é importante para centralizar as estratégias e também para ter maiores chances de sucesso na abordagem ao consumidor.

    Por isso, busque por características como a faixa etária, dados demográficos e necessidades que fazem essas pessoas procurarem os seus produtos. Descubra também seus canais favoritos para conseguir implementar uma estratégia omnichannel.

    Esse estudo pode ser feito por meio da observação dos dados fornecidos pelas pessoas que compram do seu negócio e também daquelas que seguem o perfil nas redes sociais. Não deixe de aprofundar a estratégia e criar as personas, personagens semifictícios que representam o consumidor ideal.

    A definição de persona ajuda a conhecer melhor as pessoas que interagem com o negócio. Assim, na hora de prospectar clientes, a empresa terá informações sólidas sobre o tipo de público que ela tem — e utilizá-las no atendimento.

    2. Valorize seus clientes

    É indispensável que sua empresa valorize cada pessoa que entra em contato com a marca, mesmo que seja alguém que compre poucos produtos. Afinal, é por meio do atendimento humanizado que o seu negócio se tornará uma referência.

    Não é incomum encontrar pessoas que encontraram produtos maravilhosos, mas não mantiveram o relacionamento com uma determinada empresa por considerarem que o atendimento não foi bom o suficiente.

    Nesse caso, o chamado marketing boca a boca funciona da maneira reversa: em vez de recomendar a loja para amigos e familiares, aquela pessoa as aconselha a não comprar nada lá.

    Essa valorização dos clientes também é importante para unificar o nível de atendimento, sem discriminar as pessoas que ainda não compraram nada, mas são potenciais consumidores, os chamados leads.

    3. Invista em treinamentos para a equipe

    O bom atendimento passa por uma boa preparação das pessoas escaladas para prover esse serviço. Mais importante do que simplesmente contratar muitos funcionários, para que sempre haja alguém para atender ao cliente, é ter funcionários que saibam como abordá-lo.

    Por isso, para alavancar as vendas e ainda fortalecer o relacionamento com os clientes, invista em treinamentos para capacitar seu time. O importante é fazer com que ele incorpore os valores da marca e esteja bem preparado para atender todo tipo de consumidor, fidelizado ou não.

    O Sebrae Alagoas oferece cursos que podem ajudar a sua empresa nessa empreitada e torná-la referência em qualidade do atendimento ao cliente.

    4. Esteja disponível onde o cliente está

    Em plena era de transformação digital, oferecer atendimento somente por telefone, por exemplo, é uma atitude que depõe contra a empresa e faz os seus clientes suspeitarem dos seus métodos. A melhor forma de lidar com as pessoas é apostar em uma estratégia omnichannel.

    Nela, a companhia disponibiliza vários canais para interagir com o consumidor: e-mail, redes sociais, chat dentro do site, entre outras. Mesmo que grande parte do seu público seja ativo no Instagram, por exemplo, sempre existirão aquelas pessoas que só querem utilizar essa plataforma para postar fotos, não lidar com empresas.

    Por isso, para atender aos diferentes gostos e ter agilidade, o melhor a se fazer é estar presente em vários canais de contato. Com o tempo, caso você constate que uma determinada rede social ou plataforma não agrega valor, pode limitar as opções, mas sem perder o alcance do atendimento.

    5. Peça feedbacks para melhorar

    Quem melhor para dar opinião sobre os seus produtos ou serviços que o seu próprio consumidor, não é mesmo? Garantir a qualidade do atendimento é levar as reclamações e sugestões em consideração, principalmente de clientes fidelizados que funcionam como promotores da marca.

    A boa notícia é que existem diversas maneiras de se comunicar com o cliente para solicitar o feedback. Podemos destacar:

    • e-mail;
    • WhatsApp;
    • redes sociais;
    • mensagens enviadas no pós-compra, para colher informações sobre os produtos vendidos.

    Uma maneira mais completa de fazer esse trabalho é utilizar pesquisas de satisfação. Além de conhecer as percepções dos seus consumidores sobre a qualidade do seu atendimento, também será possível identificar pontos de melhoria.

    6. Tenha organização

    Mantenha um registro atualizado com informações de cada cliente, assim como dados sobre interações que ele já teve com a empresa. Contar com esse nível de organização facilita a vida dos colaboradores, uma vez que garante um senso de continuidade que é importante para manter um relacionamento de confiança.

    Além disso, considere usar tecnologias em seu negócio. Empresas que usam chatbots, por exemplo, não o fazem apenas para mostrar modernidade: a implementação dessas ferramentas é crucial para registrar informações sobre cada contato, uma vez que essa solução faz isso de maneira automática.

    Do mesmo modo, ferramentas de análise de dados, como o Big Data e o Business Intelligence (BI) podem ser combinadas a um sistema de gestão integrada.

    Enquanto os primeiros percorrem o histórico digital da empresa para estabelecer tendências, o segundo centraliza informações para os gestores — e fomenta a análise de dados.

    7. Adote um site responsivo

    Lembra-se de que falamos sobre a importância de valorizar o cliente? Caso ele tenha que resolver um problema com a loja, vai querer fazer isso da forma mais cômoda possível. Afinal, nem todo mundo terá paciência para chegar em casa e ligar o notebook ou computador de mesa.

    Por isso, oferecer um site responsivo e um bom atendimento nos diversos canais é a melhor forma de garantir que aquele consumidor não acabe abandonando a empresa pela falta de funcionalidades. Gerir o relacionamento também tem a ver com a facilidade de fazer contato com a marca. Afinal, como mostram os números, os acessos por dispositivos móveis já superaram a navegação por meio de computadores.

    Como pudemos ver no artigo, para manter a qualidade do atendimento ao cliente, a empresa deve combinar a preparação adequada dos funcionários, uma estratégia omnichannel e oferecer meios eficientes de coletar o seu feedback, entre outros. Adotar soluções tecnológicas também é uma ideia interessante.

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  • Descubra como planejar as suas metas com eficiência!

    Descubra como planejar as suas metas com eficiência!

    Empreendedores estão sempre se desdobrando para alavancar suas conversões e vendas. Como a maior parte dos empresários do país são donos de pequenos negócios, o planejamento de metas ajuda a enfrentar a competitividade do mercado e direcionar os esforços.

    Para isso, é preciso ter ambição, mas sem traçar objetivos irreais, com poucas chances de sucesso. Felizmente, existem métodos para facilitar esse processo, como o SMART. Neste post, citaremos essa e outras estratégias para microempreendedores individuais -MEIs que desejam obter melhores resultados. Boa leitura!

    Use dados

    O Google Analytics é uma ferramenta gratuita que ajuda qualquer MEI. Ele informa o número de visitas do seu site, a faixa de horário com maior tráfego e até mesmo o tempo médio que as pessoas passam na página.

    Com essas informações em mãos, você pode aproveitar os horários de pico para postar no blog, por exemplo, ou interagir com os clientes nas redes sociais.

    O Analytics também informa o local de acesso dos visitantes, o que permite direcionar os conteúdos e as estratégias de venda para as regiões mais relevantes para o seu produto.

    Estabeleça um cronograma

    Definir metas caminha lado a lado com um cronograma. Afinal, caso o seu objetivo seja, por exemplo, “aumentar as vendas”, qual será a base de comparação para entender se os números realmente evoluíram?

    Para isso, estabeleça um cronograma que ajude, inclusive, a distribuir os esforços e mensurar os avanços. O método SMART, que veremos adiante, tem uma etapa específica para isso e ajudará na organização e nos ajustes do calendário.

    Trace metas realistas

    Imaginemos um MEI com faturamento de R$ 40 mil por ano que queira elevar os rendimentos para mais perto do topo da categoria, ou seja, R$ 81 mil, em apenas seis meses. A não ser que cheguem investidores externos, essa meta não parece muito realista, não é mesmo?

    Trace o plano de acordo com o tempo que você tem para se dedicar aos negócios (sem comprometer sua saúde física e mental), os investimentos que pode ou pretende fazer e a sua capacidade de divulgar os produtos.

    Na maioria das vezes, pensar em metas irreais só levará à frustração, o que pode desmotivar empreendedores e causar o fim prematuro da empresa.

    Siga um método já estabelecido

    O método SMART é usado justamente para a definição dos objetivos dos empreendedores. A seguir, vamos entender a que se refere cada letra da sigla:

    • (Specific ou Específico). Nesse momento, você consegue definir claramente a sua meta específica, assim como detalhar os resultados que pretende alcançar;
    • (Measurable ou Mensurável). Como o próprio nome indica, trata-se da mensuração dos resultados;
    • (Attainable ou Atingível). Garante que a sua meta seja realista o suficiente. Só assim será possível atingi-la;
    • (Relevant ou Relevante). A meta deve ser algo que realmente agregue valor à empresa e aos clientes. Não basta ser uma “ideia criativa”, deve ser algo relacionado ao planejamento estratégico do seu negócio;
    • (Time based ou Temporal). Na última etapa, você determina um prazo para alcançar a meta que definiu lá no início, no S. Mas não se esqueça de que ela deve ser atingível!

    Um exemplo de meta definida pelo método SMART seria: aumentar em 30% as vendas de um produto específico na loja online da sua empresa, levando em conta os resultados do semestre e do ano anterior.

    Nesse exemplo, é possível visualizar objetivo específico (aumentar as vendas do produto) e mensurar a etapa (30% de acréscimo). Essa meta não foge da realidade, tem um período estabelecido (um semestre) e é relevante para a empresa — trata-se, afinal, de converter e fechar vendas.

    Como podemos ver, o planejamento de metas é uma ótima maneira de se organizar com um passo de cada vez. MEIs estão sempre na correria para fechar negócios e divulgar produtos, mas é possível direcionar os esforços para triunfar em todas as frentes: na divulgação, na atração, na conversão e nas vendas.

    Gostou do artigo? Para mais informações sobre o mundo dos negócios, confira 5 dicas para desenvolver habilidades de venda!

  • Saiba como realizar uma boa gestão de relacionamento com o cliente

    Saiba como realizar uma boa gestão de relacionamento com o cliente

    A gestão de relacionamento com o cliente é uma maneira de garantir que sua empresa complemente os bons produtos vendidos e torne a experiência de compra mais proveitosa. No entanto, atingir esse estágio demanda preparo, uso acertado de tecnologias e disposição.

    A gestão de relacionamento com o cliente costuma ser utilizada como exemplo para tecnologias como o CRM – Customer Relationship Management, mas o conceito é mais amplo e envolve uma série de atitudes que fortaleçam o relacionamento entre empresa e consumidor. Por isso, listamos o que deve ser feito para alcançar esse objetivo. Boa leitura!

    Automatize os processos

    Uma empresa pode automatizar tarefas para tirar trabalho repetitivo das mãos de colaboradores talentosos e garantir que as máquinas façam isso. Um exemplo: o envio de e-mails periódicos para clientes, de acordo com o estágio deles na jornada de compra.

    Assim, em vez de ter que ficar se programando para mandar e-mails para diversos consumidores, os gestores podem automatizar esse trabalho. A automação de marketing, por exemplo, é a prática de utilizar softwares e outras tecnologias para executar ações em larga escala.

    A partir daí, será mais fácil agir de forma personalizada de acordo com o público que a empresa quer alcançar, o que melhora o relacionamento com essas pessoas. Com isso, será possível:

    • configurar o envio de e-mails para consumidores;
    • oferecer promoções periodicamente;
    • impulsionar outros esforços de marketing para traçar tendências e conhecer os consumidores.

    Mantenha as informações atualizadas

    A empresa deve oferecer, em seu site e aplicativo, meios para que clientes mantenham suas informações de contato atualizadas. Afinal, como gerir o relacionamento com o cliente de forma eficaz se a organização nem mesmo sabe como contatar seus consumidores?

    Isso também vale para a própria empresa. Caso um número de telefone seja descontinuado, ou um e-mail, as novas informações devem ser atualizadas imediatamente. Uma boa ideia é divulgar os novos dados nas redes sociais, tanto em novos posts como no campo “Sobre a empresa” de cada canal de contato.

    Mantenha a comunicação

    É muito importante manter a comunicação após a conversão, isto é, durante o pós-venda. Muitas lojas ainda cometem o erro de cessar o contato após a venda de um produto. Você pode até confiar na qualidade da mercadoria, mas o cliente pode ter outras dúvidas, como a política de trocas ou até mesmo pedir indicações sobre o uso do produto.

    Manter um cliente costuma ser mais barato do que adquirir um novo consumidor. Nesse caso, o pós-venda é uma das ações que farão com que a empresa consiga reter mais clientes e adquirir novos promotores da marca.

    Além de mensagens que incentivem o cliente a falar sobre a qualidade do produto adquirido, o marketing de conteúdo é também uma maneira de fortalecer o relacionamento. Isso porque os artigos e vídeos servem para esclarecer dúvidas comuns e solucionar problemas, o que mostra que vender não é a única preocupação daquele negócio.

    Conte com diferentes canais de atendimento

    Nada de agir à moda antiga: oferecer só um canal de atendimento limita as possibilidades de contato e, com isso, compromete o bom relacionamento com os clientes. Além das redes sociais, sobre as quais falaremos adiante, é crucial ter uma estratégia omnichannel.

    Essa estratégia garante que o cliente possa optar por seu canal favorito. Algumas pessoas preferem resolver seus problemas pelo WhatsApp, outras gostam de enviar e-mails mais elaborados, assim como também é possível encontrar quem não dispense o bom e velho telefone.

    O importante, aqui, é que a empresa esteja em todos esses canais e, tão importante quanto, designe pessoas para realizar esse atendimento. Quanto mais disponível a organização seja, melhor será o relacionamento com as pessoas.

    Acompanhe o histórico de compras

    Graças a tecnologias de análise de dados, como o Big Data e o Business Intelligence, e à cultura data driven, ficou bem mais fácil rastrear o histórico de compras dos clientes. Ao entender exatamente o que as pessoas compram e quando fazem isso, a empresa pode se antecipar em suas estratégias.

    Isso não serve apenas para aumentar o número de vendas de novas mercadorias, mas também para eliminar gargalos. Caso a empresa estude o histórico de vendas e descubra que as pessoas abandonaram a marca depois de comprar o mesmo produto específico, por exemplo, ela pode tomar providências.

    Assim, ela pode entrar em contato com essas pessoas para investigar o que causou o abandono da empresa e até convidá-la para experimentar uma versão melhorada daquele produto. Do mesmo modo, as ferramentas de análise de dados ajudam a traçar padrões, como mercadorias que mais vendem em determinadas épocas.

    Tudo isso ajuda a empresa a corrigir erros de percurso e fortificar suas relações com os clientes, tanto em termos de vendas como de melhorias em seus processos internos.

    Faça um bom uso das redes sociais

    Hoje, é muito comum que as pessoas utilizem as redes sociais para contatar as empresas, tirar dúvidas e resolver pendências. Antes, isso era feito exclusivamente por telefone, mas a evolução trazida pela tecnologia aumentou o número de canais disponíveis para o atendimento.

    Por isso, ficar fora das redes sociais é um erro grave, já que elas agregam bilhões de pessoas em todo o mundo. As pessoas priorizarão as empresas que têm uma boa quantidade de canais de atendimento, já que as chances de que seus problemas sejam resolvidos rapidamente aumentam.

    Por isso, sua empresa deve ser ativa nas redes sociais para melhorar a gestão de relacionamento com o cliente. Como o próprio nome indica, a relação deve ser proveitosa para ambos: por isso, se prender a métodos antigos, como atendimento exclusivo por telefone e-mail, limita o contato com as pessoas.

    Integre os sistemas

    Uma das possibilidades mais legais do uso da tecnologia é que as diferentes ferramentas podem ser associadas para promover melhores resultados para as empresas e uma gestão de relacionamento com o cliente mais eficiente.

    Os sistemas integrados de gestão, por exemplo, centralizam dados dos clientes e proporcionam a integração com outras ferramentas de análise de dados para que a empresa trace padrões de consumo.

    Do mesmo modo, é possível associar o programa de gestão a um sistema VoIP, que permite fazer ligações por meio de um computador ou dispositivo móvel. Por isso, mapeie as tecnologias que a sua empresa já usa e busque possibilidades de integração.

    Como pudemos ver, a gestão de relacionamento com o cliente envolve diversas iniciativas para melhorar a satisfação do consumidor com a empresa. Desse modo, ambos ganham: os consumidores ficam satisfeitos e a organização ganha promotores naturais da marca.

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