Categoria: Gestão

  • 5 técnicas de negociação com fornecedores para você adotar

    5 técnicas de negociação com fornecedores para você adotar

    Criatividade e inovação são essenciais para se destacar num momento em que há cada vez mais competitividade no mercado. Você sabia que uma das maneiras de fazer isso é por meio da negociação com fornecedores

    Habilidade essencial para um negócio, principalmente para micro e pequenas empresas, ela pode contribuir para equilibrar seu fluxo de caixa, garantir preços e prazos de entrega mais competitivos, assim como melhores condições de pagamento que se encaixem em seu orçamento.

    Descubra boas técnicas de negociação com fornecedores para levar seu negócio ao sucesso!

    Como saber negociar com fornecedores influencia no sucesso de um negócio?

    Uma boa estratégia e técnica de negociação com fornecedores pode garantir muito mais que simplesmente melhores preços e prazos de entrega. Isso influencia também na forma de faturamento, assim como na flexibilidade do fornecedor para renegociações ou ainda para entregas pontuais com intuito de reabastecer estoques.

    E como isso influencia no sucesso de um negócio? Bem, essas são atividades chave para que uma empresa maximize a experiência do cliente e consiga uma maior possibilidade de ganho competitivo no momento de precificar seus produtos ou serviços, garantindo assim mais credibilidade para sua marca.

    Afinal, como faço para melhorar as estratégias de negociação com fornecedores?

    Black Friday, Natal e Ano Novo são alguns exemplos de períodos em que há alta demanda para vendas sazonais. Mas a pergunta que não quer calar é: você busca as melhores parcerias para essas ações? 

    Separamos 5 dicas e estratégias para melhorar a negociação com seus fornecedores! Confira abaixo.

    1. Desenvolva um plano estratégico

    Você quer oferecer melhores preços de venda? A negociação do prazo de entrega precisa ser aprimorada? Ou você precisa de melhores condições de pagamento? Para que seu processo de negociação seja mais acertado e eficaz, siga uma estratégia previamente definida, focando no seu objetivo final.

    2. Pesquise antes de fechar o contrato

    Pesquise sobre os maiores players do mercado para o serviço ou produto que você busca e, assim, fique munido de todas as informações necessárias, que auxiliarão no processo de negociação. Identifique os fornecedores que oferecem os melhores preços, prazos e, acima de tudo, maior qualidade.

    3. Conte com mais de uma alternativa

    É importante que seu negócio mantenha mais de uma opção de fornecedores para não ficar restrito a somente uma alternativa, o que proporciona uma maior possibilidade de avaliação das alternativas que o mercado tem a oferecer. 

    4. Trate a relação como parceria

    A base para qualquer negociação consiste no consenso de ambas as partes. Dessa forma, a relação que está sendo criada deve ser de parceria, e não de competição. Encontre alternativas que satisfaçam tanto o fornecedor quanto seu negócio!

    5. Use a tecnologia a seu favor

    Hoje, graças às novas tecnologias, é possível acelerar muitos processos com diminuição de riscos e a negociação com fornecedores não seria diferente. Invista em assinaturas digitais ou eletrônicas, por exemplo, para agilizar o fechamento de contratos e tornar o processo mais prático para ambos os lados. 

    O módulo de compras de sistemas ERP também pode auxiliar seu negócio nesta empreitada, permitindo a realização de simulações de compras e a comunicação com os fornecedores.

    E aí, gostou do texto e não quer perder os nossos próximos conteúdos? Então, curta a nossa página no Facebook!

  • Melhore o seu atendimento ao cliente com essas 8 dicas!

    Melhore o seu atendimento ao cliente com essas 8 dicas!

    O atendimento de uma empresa só é de alto nível quando os gestores entendem que toda interação, por mais rápida que seja, gera valor para o negócio. Com essa mentalidade, será possível fidelizar mais consumidores e aumentar a lucratividade.

    Nesse sentido, descobrir como melhorar o atendimento ao cliente é importante para complementar as outras experiências da jornada de compra, como a aquisição de um produto de qualidade e um pós-venda de respeito. Esses são os fatores que garantem um relacionamento duradouro.

    Por isso, preparamos este post especial com as melhores dicas para você entender como melhorar o atendimento ao cliente. Boa leitura!

    1. Crie novos canais de comunicação

    O omnichannel não é só uma tendência do comércio moderno, mas uma necessidade. Afinal, nem todo cliente terá paciência para utilizar apenas o telefone para se comunicar com a loja, principalmente se ele considera que uma conversa por WhatsApp seja bem mais dinâmica, por exemplo.

    Por isso, oferecer diversos canais de comunicação para facilitar o contato é essencial. Isso também envolve estudar o seu público-alvo, checando as redes sociais e ferramentas nas quais a sua loja recebe mais engajamento.

    Assim, você poderá centrar esforços e evitar desperdício do seu tempo em canais que não geram tanto resultado. Você deverá estar presente no maior número possível, mas lembre-se de priorizar aqueles que geram mais interações positivas para o negócio.

    2. Capriche nas primeiras impressões

    Em pouco tempo, em questão de minutos, o cliente já terá as primeiras impressões da sua loja. É essa percepção que fará com que ele continue interagindo com ou seu negócio ou não. Por isso, é preciso se esforçar para que esse primeiro contato seja bem-visto por ele.

    Isso vale tanto para o atendimento em ponto físico como na interação online. Coloque-se à disposição para tirar dúvidas, informar o cliente sobre políticas de troca e devolução, indique soluções para os problemas — tudo isso de forma educada e solícita.

    É preciso lembrar que, independentemente do seu nicho, é muito fácil encontrar um concorrente. Bastam alguns cliques e o seu cliente em potencial encontrará a loja de um competidor. Por isso, as primeiras impressões são muito importantes para cativar essa pessoa.

    3. Torne o atendimento mais ágil

    Uma dica importante para garantir um bom atendimento é sempre deixar a sua marca disponível. Por isso, esteja presente nas redes sociais, disponibilize uma grande variedade de canais e deixe um campo bem destacado em seu site para facilitar o contato.

    Além disso, evite deixar o cliente esperando por muito tempo. Ainda que você trabalhe sem funcionários, é possível equilibrar os atendimentos. Alguns chats de sites oferecem um aviso que mostram o lugar do cliente na fila, o que é muito interessante para ele ter uma ideia de quanto tempo precisará esperar.

    Do mesmo modo, é possível programar uma mensagem no WhatsApp, que informará que a mensagem foi recebida e de que logo um atendente entrará em contato. O mais importante é não deixar essa pessoa “no vácuo”.

    4. Tome cuidado com as promessas de atendimento personalizado

    O atendimento personalizado é muito importante para que a empresa crie um vínculo com seus clientes. Contudo, essa estratégia deve ser conduzida com cuidado redobrado.

    Imagine a seguinte situação: você começa o contato chamando o cliente pelo seu primeiro nome, mas acaba trocando e chamando “Paulo ” de “Carlos”, sem se corrigir prontamente. Nesse caso, toda aquela promessa de atendimento personalizado cai por terra.

    Caso o atendimento personalizado seja uma característica explorada pelas suas campanhas, certifique-se de cumpri-la. Afinal, será bem fácil para o cliente notar que o atendimento é mecânico e padronizado para muitas pessoas — com deslizes como o que citamos.

    5. Peça feedbacks

    Crie formas simples de receber feedback dos clientes. Isso pode ser feito por meio de um formulário no site, por exemplo, ou enquetes nas suas redes sociais.

    Até mesmo um “O que vocês estão achando do produto X?”, postado em uma das redes sociais, é o suficiente para engajar as pessoas que compraram e despertar a curiosidade daquelas que ainda não o fizeram.

    Com essas ações, você mostra para o cliente que a opinião dele é importante para o seu negócio e será levada em consideração nas futuras atividades da empresa. Os formulários, que podem ser enviados por e-mail e disponibilizados no site, também serão importantes para descobrir padrões de consumo e explorá-los.

    O mais importante, aqui, é não reforçar a sensação de que os feedbacks só são pedidos para encontrar novas formas de tirar dinheiro das pessoas sem oferecer uma contrapartida. Por isso, registre as reclamações e sugestões mais comuns para incorporá-las ao seu método de trabalho depois.

    6. Leia os sinais emitidos pelo cliente

    No atendimento em ponto físico, os vendedores são instruídos a ler a linguagem corporal do cliente. Caso ele esteja com o corpo sempre voltado para dar meia volta e com pressa de encerrar a conversa, isso indica que ele está mais inclinado a sair sem fechar a compra.

    Já na internet, um cliente que é monossilábico na conversa também pode indicar que o empreendedor terá que trabalhar mais para fechar negócio. Por isso, busque treinamentos na área de vendas para conseguir ler esses sinais com eficiência — e contorná-los para lucrar cada vez mais.

    7. Mantenha uma boa presença online

    Manter uma boa presença digital não é só algo desejável: é obrigatório nos dias de hoje. Você pode até conhecer algum comerciante que se recuse a usar a internet e ainda tenha bons resultados financeiros, mas esse tipo de profissional é uma exceção atualmente.

    Afinal de contas, cada brasileiro faz, em média, 16 compras por ano pela internet. Além das lojas virtuais tradicionais, é possível encontrar todo tipo de profissional: carpinteiros, vidraceiros, montadores de móveis… Enfim, deu para entender a importância de estar na internet hoje, né?

    Manter uma boa presença online é possível por meio do uso das redes sociais, um site responsivo e, caso seja possível, postando posts no seu blog ou criando vídeos. Desse modo, o seu negócio sempre estará no radar dos clientes.

    8. Entregue valor durante as interações

    Em qualquer interação com os clientes, tanto para fechar compras como para as consultas do início da jornada de venda, procure entregar valor para o consumidor. Isto é, demonstre que a sua loja é especial e pode solucionar seus problemas.

    Entregar valor não é exatamente oferecer brindes ou prometer promoções. Trata-se de entender que cada contato é uma forma de fortalecer a sua marca e torná-la referência no mercado.

    Por isso, cuide bem do seu cliente ao atendê-lo, fazendo o máximo para lidar com a questão que ele propõe. Talvez ele não feche uma compra naquele momento, mas a sua disponibilidade irá cativá-lo. Na hora de fechar negócio, deixe claro como o seu produto irá melhorar a sua vida. Assim, o cliente entende que cada interação com aquela empresa foi satisfatória e útil para ele.

    Agora que você sabe como melhorar o atendimento ao cliente, já pode complementar essa dica com as outras que oferecemos aqui. Combine a agilidade, a educação e a disponibilidade para conseguir bons resultados!

    Outra maneira de fazer o cliente se encantar ainda mais com a sua empresa é facilitar a vida dele na hora de fechar negócio. Por isso, aproveite a visita e descubra como oferecer o pagamento online na sua loja!

  • Descubra o que é markup e como calcular qual o ideal

    Descubra o que é markup e como calcular qual o ideal

    Precificar produtos é um trabalho árduo. Afinal, você precisa levar em conta os valores praticados pela concorrência, os gastos para produzir uma mercadoria e até os custos iniciais, em caso de revenda. Uma métrica que ajudasse o empreendedor nisso viria bem a calhar, não é mesmo?

    A boa notícia é que já existe um indicador para garantir uma precificação precisa: o markup. Essa métrica leva em conta os custos de produção e a margem de lucro, entre outros quesitos, para ajudar a empresa a praticar valores justos e que garantam rentabilidade.

    Neste artigo, falaremos um pouco mais sobre o conceito de markup, como ele pode ser calculado e seus benefícios para o negócio. Boa leitura!

    O que é markup?

    O markup é um indicador que ajuda o empreendedores a entender o quanto o preço final do produto está acima do seu custo de produção. Ele pode ser obtido por uma fórmula, que veremos adiante no texto.

    Assim, trata-se de uma estratégia de precificação que garante mais precisão aos empreendedores na hora de calcular os valores repassados para os clientes. Versátil, esse indicador serve para todos os tipos de empresas, já que leva em conta os gastos de produção de cada mercadoria — ou um conjunto delas.

    Quando o empreendedor chega à definição do preço de um produto com base no markup, e esse valor se mostrar muito destoante da média praticada pelo mercado, isso indica que há algo que precisa ser corrigido para gerar rentabilidade para o negócio.

    Como ele funciona?

    Um dos erros de muitos empreendedores é achar que praticar um preço abaixo do mercado é o que fará os produtos venderem muito e gerar a rentabilidade necessária para que o negócio se mantenha lucrativo.

    Contudo, isso só é verdade caso os ganhos sejam significativamente maiores que o valor desembolsado para produzir uma mercadoria. Podemos pensar em um exemplo que tem a ver com um dos eventos mais esperados nos próximos meses: o Carnaval.

    Caso uma fantasia precise de R$ 100 em insumos para ser desenvolvida, estabelecer um preço de R$ 101, sem perspectivas de vender essa mercadoria em larga escala, dificilmente será uma ação financeiramente sustentável para a empresa.

    Por isso, o markup funciona como uma maneira de estabelecer um preço justo — isto é, um valor que seja atrativo para os clientes, mas também rentável para a empresa.

    Ao registrar tudo o que a sua empresa desembolsa para fazer com que um produto chegue às mãos dos clientes, o seu negócio terá mais segurança em relação aos resultados.

    Quais são os seus benefícios?

    Quando a conta é bem feita e leva os custos de produção em consideração, rende diversos benefícios para a empresa. Vamos conhecê-los.

    Comparação de mercado

    Usar o markup para precificar os seus produtos proporciona uma visão mais ampla da sua empresa em relação aos concorrentes. Assim, você consegue praticar preços que não estejam muito descolados da média geral.

    Lembre-se de que a lucratividade é o principal. Por isso, o objetivo do markup não é ser o mais barato, mas ter um referencial preciso para que o empreendedor entenda onde ele quer colocar a sua companhia na competição.

    Posicionamento de marca

    Como o markup é uma estratégia de precificação, ele também ajuda a empresa a se posicionar estrategicamente no mercado. Afinal, os valores repassados ao consumidor final têm a ver com o seu nicho de atuação.

    Caso o seu foco seja consumidores de alta renda, o markup ajudará a precificar os seus produtos e garantir uma rentabilidade que seja ajustada a quanto esses clientes podem pagar, por exemplo.

    Do mesmo modo, caso você queira explorar um mercado mais diverso, o cálculo do markup ajuda a empresa a estipular preços que sejam acessíveis a um grande número de pessoas.

    Identificação dos gastos

    O markup leva em consideração os gastos de produção para levar um produto aos clientes. Por isso, para que a conta seja feita da forma correta, tudo o que envolve o desenvolvimento da mercadoria entra na fórmula. Estamos falando de:

    • custos fixos, como como aluguel de loja, salários, contas de água e luz, entre outras;
    • custos variáveis, como frete pago aos fornecedores e a tributação, que pode variar a cada mês;
    • margem de lucro;
    • gastos de produção, como matérias-primas e mão de obra.

    Aumento dos lucros

    Com tudo registrado na ponta do lápis, a consequência lógica de todos os benefícios já citados é a tendência de elevação dos lucros, uma vez que a empresa terá números que embasem a sua tomada de decisão. Como você verá em seguida, o cálculo é simples.

    Como funciona o cálculo do markup?

    De maneira simplificada, a fórmula do cálculo pode ser representada da seguinte forma:

    Markup = 100/[100 – (CF + CV +L)]

    Os custos de produção envolvem todos os 4 itens que mencionamos no tópico anterior. Como as empresas desenvolvem diversos produtos, não se deve colocar todo o valor do aluguel na fórmula de uma só mercadoria.

    Por isso, pensemos em uma empresa que trabalha com 10 produtos próprios. Nesse caso, a porcentagem total (100%) de cada custo pode ser dividida por 10. Já o lucro pode ser escolhido pela própria companhia — definimos em 15%, só para exemplificar. Nesse caso, teríamos:

    • 10% direcionados para os custos fixos (CF);
    • 10% direcionados para os custos variáveis (CV);
    • 15% deve ser a porcentagem para lucro (L).

    Importante: os números representados em nosso exemplo são expressos em porcentagem, e não são valores em reais, por exemplo.

    Markup = 100/[100 – (porcentagem do CF + porcentagem do CV + porcentagem do L)]

    Markup = 100/[100 – (10 + 10 + 15)]

    Markup = 100/[100 – (35)]

    Markup = 100/65

    Markup = 1,54 (valor arredondado)

    Para usar o número de markup para calcular o preço de venda, basta multiplicar o valor pelo custo de produção da mercadoria. Pensemos em um produto que custe R$ 40 em insumos, isto é, o seu custo de produção total. Nesse caso:

    Preço de venda = custo de produção x markup

    Preço de venda = 40 x 1,54

    Preço de venda = R$ 61,6

    Nesse caso, o preço ideal para que a empresa obtenha lucratividade é de R$ 61,6. Caso essa loja esteja focando em um público com alto poder aquisitivo, ela pode aumentar esse valor para atrair esses clientes que tenham maior renda.

    No entanto, caso ela queira oferecer esse produto para um público amplo, o valor de R$ 61,6 é um bom ponto de partida. Como vimos no artigo, o markup é um indicador bastante eficiente para ajudar o empreendedor a não só precificar, mas também a analisar os seus custos de produção.

    Caso o markup indique que o preço ideal de venda seja igual ou inferior ao custo de produção, será possível buscar novos insumos e até outros fornecedores. Ele ajuda o empreendedor a ter mais controle financeiro e realizar projeções precisas.

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  • 7 formas de garantir o melhor atendimento em sua empresa!

    7 formas de garantir o melhor atendimento em sua empresa!

    Ser uma empresa conhecida por oferecer os melhores produtos do mercado é bom, mas tem algo que é ainda melhor: ofertar mercadorias invejáveis e ainda complementá-las com uma excelente qualidade do atendimento ao cliente.

    Para fidelizar consumidores, a empresa precisa oferecer uma boa experiência de compra. Uma jornada satisfatória não se resume a um bom produto, mas ao nível geral de interação. Caso o cliente que comprou algo de qualidade precise tirar uma dúvida e a empresa não lhe dê uma resposta, isso afetará sua percepção sobre a loja e seu ciclo de vida.

    Por isso, garantir a qualidade do atendimento deve ser algo tão valorizado nas empresas quanto a capacidade de oferecer produtos de alto nível. Neste post, apresentaremos as principais dicas para fazer isso. Boa leitura!

    1. Conheça o seu cliente

    Como a sua empresa manterá um bom atendimento sem conhecer exatamente os clientes, suas necessidades, problemas e preferências? A definição de público-alvo é importante para centralizar as estratégias e também para ter maiores chances de sucesso na abordagem ao consumidor.

    Por isso, busque por características como a faixa etária, dados demográficos e necessidades que fazem essas pessoas procurarem os seus produtos. Descubra também seus canais favoritos para conseguir implementar uma estratégia omnichannel.

    Esse estudo pode ser feito por meio da observação dos dados fornecidos pelas pessoas que compram do seu negócio e também daquelas que seguem o perfil nas redes sociais. Não deixe de aprofundar a estratégia e criar as personas, personagens semifictícios que representam o consumidor ideal.

    A definição de persona ajuda a conhecer melhor as pessoas que interagem com o negócio. Assim, na hora de prospectar clientes, a empresa terá informações sólidas sobre o tipo de público que ela tem — e utilizá-las no atendimento.

    2. Valorize seus clientes

    É indispensável que sua empresa valorize cada pessoa que entra em contato com a marca, mesmo que seja alguém que compre poucos produtos. Afinal, é por meio do atendimento humanizado que o seu negócio se tornará uma referência.

    Não é incomum encontrar pessoas que encontraram produtos maravilhosos, mas não mantiveram o relacionamento com uma determinada empresa por considerarem que o atendimento não foi bom o suficiente.

    Nesse caso, o chamado marketing boca a boca funciona da maneira reversa: em vez de recomendar a loja para amigos e familiares, aquela pessoa as aconselha a não comprar nada lá.

    Essa valorização dos clientes também é importante para unificar o nível de atendimento, sem discriminar as pessoas que ainda não compraram nada, mas são potenciais consumidores, os chamados leads.

    3. Invista em treinamentos para a equipe

    O bom atendimento passa por uma boa preparação das pessoas escaladas para prover esse serviço. Mais importante do que simplesmente contratar muitos funcionários, para que sempre haja alguém para atender ao cliente, é ter funcionários que saibam como abordá-lo.

    Por isso, para alavancar as vendas e ainda fortalecer o relacionamento com os clientes, invista em treinamentos para capacitar seu time. O importante é fazer com que ele incorpore os valores da marca e esteja bem preparado para atender todo tipo de consumidor, fidelizado ou não.

    O Sebrae Alagoas oferece cursos que podem ajudar a sua empresa nessa empreitada e torná-la referência em qualidade do atendimento ao cliente.

    4. Esteja disponível onde o cliente está

    Em plena era de transformação digital, oferecer atendimento somente por telefone, por exemplo, é uma atitude que depõe contra a empresa e faz os seus clientes suspeitarem dos seus métodos. A melhor forma de lidar com as pessoas é apostar em uma estratégia omnichannel.

    Nela, a companhia disponibiliza vários canais para interagir com o consumidor: e-mail, redes sociais, chat dentro do site, entre outras. Mesmo que grande parte do seu público seja ativo no Instagram, por exemplo, sempre existirão aquelas pessoas que só querem utilizar essa plataforma para postar fotos, não lidar com empresas.

    Por isso, para atender aos diferentes gostos e ter agilidade, o melhor a se fazer é estar presente em vários canais de contato. Com o tempo, caso você constate que uma determinada rede social ou plataforma não agrega valor, pode limitar as opções, mas sem perder o alcance do atendimento.

    5. Peça feedbacks para melhorar

    Quem melhor para dar opinião sobre os seus produtos ou serviços que o seu próprio consumidor, não é mesmo? Garantir a qualidade do atendimento é levar as reclamações e sugestões em consideração, principalmente de clientes fidelizados que funcionam como promotores da marca.

    A boa notícia é que existem diversas maneiras de se comunicar com o cliente para solicitar o feedback. Podemos destacar:

    • e-mail;
    • WhatsApp;
    • redes sociais;
    • mensagens enviadas no pós-compra, para colher informações sobre os produtos vendidos.

    Uma maneira mais completa de fazer esse trabalho é utilizar pesquisas de satisfação. Além de conhecer as percepções dos seus consumidores sobre a qualidade do seu atendimento, também será possível identificar pontos de melhoria.

    6. Tenha organização

    Mantenha um registro atualizado com informações de cada cliente, assim como dados sobre interações que ele já teve com a empresa. Contar com esse nível de organização facilita a vida dos colaboradores, uma vez que garante um senso de continuidade que é importante para manter um relacionamento de confiança.

    Além disso, considere usar tecnologias em seu negócio. Empresas que usam chatbots, por exemplo, não o fazem apenas para mostrar modernidade: a implementação dessas ferramentas é crucial para registrar informações sobre cada contato, uma vez que essa solução faz isso de maneira automática.

    Do mesmo modo, ferramentas de análise de dados, como o Big Data e o Business Intelligence (BI) podem ser combinadas a um sistema de gestão integrada.

    Enquanto os primeiros percorrem o histórico digital da empresa para estabelecer tendências, o segundo centraliza informações para os gestores — e fomenta a análise de dados.

    7. Adote um site responsivo

    Lembra-se de que falamos sobre a importância de valorizar o cliente? Caso ele tenha que resolver um problema com a loja, vai querer fazer isso da forma mais cômoda possível. Afinal, nem todo mundo terá paciência para chegar em casa e ligar o notebook ou computador de mesa.

    Por isso, oferecer um site responsivo e um bom atendimento nos diversos canais é a melhor forma de garantir que aquele consumidor não acabe abandonando a empresa pela falta de funcionalidades. Gerir o relacionamento também tem a ver com a facilidade de fazer contato com a marca. Afinal, como mostram os números, os acessos por dispositivos móveis já superaram a navegação por meio de computadores.

    Como pudemos ver no artigo, para manter a qualidade do atendimento ao cliente, a empresa deve combinar a preparação adequada dos funcionários, uma estratégia omnichannel e oferecer meios eficientes de coletar o seu feedback, entre outros. Adotar soluções tecnológicas também é uma ideia interessante.

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  • Descubra como planejar as suas metas com eficiência!

    Descubra como planejar as suas metas com eficiência!

    Empreendedores estão sempre se desdobrando para alavancar suas conversões e vendas. Como a maior parte dos empresários do país são donos de pequenos negócios, o planejamento de metas ajuda a enfrentar a competitividade do mercado e direcionar os esforços.

    Para isso, é preciso ter ambição, mas sem traçar objetivos irreais, com poucas chances de sucesso. Felizmente, existem métodos para facilitar esse processo, como o SMART. Neste post, citaremos essa e outras estratégias para microempreendedores individuais -MEIs que desejam obter melhores resultados. Boa leitura!

    Use dados

    O Google Analytics é uma ferramenta gratuita que ajuda qualquer MEI. Ele informa o número de visitas do seu site, a faixa de horário com maior tráfego e até mesmo o tempo médio que as pessoas passam na página.

    Com essas informações em mãos, você pode aproveitar os horários de pico para postar no blog, por exemplo, ou interagir com os clientes nas redes sociais.

    O Analytics também informa o local de acesso dos visitantes, o que permite direcionar os conteúdos e as estratégias de venda para as regiões mais relevantes para o seu produto.

    Estabeleça um cronograma

    Definir metas caminha lado a lado com um cronograma. Afinal, caso o seu objetivo seja, por exemplo, “aumentar as vendas”, qual será a base de comparação para entender se os números realmente evoluíram?

    Para isso, estabeleça um cronograma que ajude, inclusive, a distribuir os esforços e mensurar os avanços. O método SMART, que veremos adiante, tem uma etapa específica para isso e ajudará na organização e nos ajustes do calendário.

    Trace metas realistas

    Imaginemos um MEI com faturamento de R$ 40 mil por ano que queira elevar os rendimentos para mais perto do topo da categoria, ou seja, R$ 81 mil, em apenas seis meses. A não ser que cheguem investidores externos, essa meta não parece muito realista, não é mesmo?

    Trace o plano de acordo com o tempo que você tem para se dedicar aos negócios (sem comprometer sua saúde física e mental), os investimentos que pode ou pretende fazer e a sua capacidade de divulgar os produtos.

    Na maioria das vezes, pensar em metas irreais só levará à frustração, o que pode desmotivar empreendedores e causar o fim prematuro da empresa.

    Siga um método já estabelecido

    O método SMART é usado justamente para a definição dos objetivos dos empreendedores. A seguir, vamos entender a que se refere cada letra da sigla:

    • (Specific ou Específico). Nesse momento, você consegue definir claramente a sua meta específica, assim como detalhar os resultados que pretende alcançar;
    • (Measurable ou Mensurável). Como o próprio nome indica, trata-se da mensuração dos resultados;
    • (Attainable ou Atingível). Garante que a sua meta seja realista o suficiente. Só assim será possível atingi-la;
    • (Relevant ou Relevante). A meta deve ser algo que realmente agregue valor à empresa e aos clientes. Não basta ser uma “ideia criativa”, deve ser algo relacionado ao planejamento estratégico do seu negócio;
    • (Time based ou Temporal). Na última etapa, você determina um prazo para alcançar a meta que definiu lá no início, no S. Mas não se esqueça de que ela deve ser atingível!

    Um exemplo de meta definida pelo método SMART seria: aumentar em 30% as vendas de um produto específico na loja online da sua empresa, levando em conta os resultados do semestre e do ano anterior.

    Nesse exemplo, é possível visualizar objetivo específico (aumentar as vendas do produto) e mensurar a etapa (30% de acréscimo). Essa meta não foge da realidade, tem um período estabelecido (um semestre) e é relevante para a empresa — trata-se, afinal, de converter e fechar vendas.

    Como podemos ver, o planejamento de metas é uma ótima maneira de se organizar com um passo de cada vez. MEIs estão sempre na correria para fechar negócios e divulgar produtos, mas é possível direcionar os esforços para triunfar em todas as frentes: na divulgação, na atração, na conversão e nas vendas.

    Gostou do artigo? Para mais informações sobre o mundo dos negócios, confira 5 dicas para desenvolver habilidades de venda!

  • Saiba como realizar uma boa gestão de relacionamento com o cliente

    Saiba como realizar uma boa gestão de relacionamento com o cliente

    A gestão de relacionamento com o cliente é uma maneira de garantir que sua empresa complemente os bons produtos vendidos e torne a experiência de compra mais proveitosa. No entanto, atingir esse estágio demanda preparo, uso acertado de tecnologias e disposição.

    A gestão de relacionamento com o cliente costuma ser utilizada como exemplo para tecnologias como o CRM – Customer Relationship Management, mas o conceito é mais amplo e envolve uma série de atitudes que fortaleçam o relacionamento entre empresa e consumidor. Por isso, listamos o que deve ser feito para alcançar esse objetivo. Boa leitura!

    Automatize os processos

    Uma empresa pode automatizar tarefas para tirar trabalho repetitivo das mãos de colaboradores talentosos e garantir que as máquinas façam isso. Um exemplo: o envio de e-mails periódicos para clientes, de acordo com o estágio deles na jornada de compra.

    Assim, em vez de ter que ficar se programando para mandar e-mails para diversos consumidores, os gestores podem automatizar esse trabalho. A automação de marketing, por exemplo, é a prática de utilizar softwares e outras tecnologias para executar ações em larga escala.

    A partir daí, será mais fácil agir de forma personalizada de acordo com o público que a empresa quer alcançar, o que melhora o relacionamento com essas pessoas. Com isso, será possível:

    • configurar o envio de e-mails para consumidores;
    • oferecer promoções periodicamente;
    • impulsionar outros esforços de marketing para traçar tendências e conhecer os consumidores.

    Mantenha as informações atualizadas

    A empresa deve oferecer, em seu site e aplicativo, meios para que clientes mantenham suas informações de contato atualizadas. Afinal, como gerir o relacionamento com o cliente de forma eficaz se a organização nem mesmo sabe como contatar seus consumidores?

    Isso também vale para a própria empresa. Caso um número de telefone seja descontinuado, ou um e-mail, as novas informações devem ser atualizadas imediatamente. Uma boa ideia é divulgar os novos dados nas redes sociais, tanto em novos posts como no campo “Sobre a empresa” de cada canal de contato.

    Mantenha a comunicação

    É muito importante manter a comunicação após a conversão, isto é, durante o pós-venda. Muitas lojas ainda cometem o erro de cessar o contato após a venda de um produto. Você pode até confiar na qualidade da mercadoria, mas o cliente pode ter outras dúvidas, como a política de trocas ou até mesmo pedir indicações sobre o uso do produto.

    Manter um cliente costuma ser mais barato do que adquirir um novo consumidor. Nesse caso, o pós-venda é uma das ações que farão com que a empresa consiga reter mais clientes e adquirir novos promotores da marca.

    Além de mensagens que incentivem o cliente a falar sobre a qualidade do produto adquirido, o marketing de conteúdo é também uma maneira de fortalecer o relacionamento. Isso porque os artigos e vídeos servem para esclarecer dúvidas comuns e solucionar problemas, o que mostra que vender não é a única preocupação daquele negócio.

    Conte com diferentes canais de atendimento

    Nada de agir à moda antiga: oferecer só um canal de atendimento limita as possibilidades de contato e, com isso, compromete o bom relacionamento com os clientes. Além das redes sociais, sobre as quais falaremos adiante, é crucial ter uma estratégia omnichannel.

    Essa estratégia garante que o cliente possa optar por seu canal favorito. Algumas pessoas preferem resolver seus problemas pelo WhatsApp, outras gostam de enviar e-mails mais elaborados, assim como também é possível encontrar quem não dispense o bom e velho telefone.

    O importante, aqui, é que a empresa esteja em todos esses canais e, tão importante quanto, designe pessoas para realizar esse atendimento. Quanto mais disponível a organização seja, melhor será o relacionamento com as pessoas.

    Acompanhe o histórico de compras

    Graças a tecnologias de análise de dados, como o Big Data e o Business Intelligence, e à cultura data driven, ficou bem mais fácil rastrear o histórico de compras dos clientes. Ao entender exatamente o que as pessoas compram e quando fazem isso, a empresa pode se antecipar em suas estratégias.

    Isso não serve apenas para aumentar o número de vendas de novas mercadorias, mas também para eliminar gargalos. Caso a empresa estude o histórico de vendas e descubra que as pessoas abandonaram a marca depois de comprar o mesmo produto específico, por exemplo, ela pode tomar providências.

    Assim, ela pode entrar em contato com essas pessoas para investigar o que causou o abandono da empresa e até convidá-la para experimentar uma versão melhorada daquele produto. Do mesmo modo, as ferramentas de análise de dados ajudam a traçar padrões, como mercadorias que mais vendem em determinadas épocas.

    Tudo isso ajuda a empresa a corrigir erros de percurso e fortificar suas relações com os clientes, tanto em termos de vendas como de melhorias em seus processos internos.

    Faça um bom uso das redes sociais

    Hoje, é muito comum que as pessoas utilizem as redes sociais para contatar as empresas, tirar dúvidas e resolver pendências. Antes, isso era feito exclusivamente por telefone, mas a evolução trazida pela tecnologia aumentou o número de canais disponíveis para o atendimento.

    Por isso, ficar fora das redes sociais é um erro grave, já que elas agregam bilhões de pessoas em todo o mundo. As pessoas priorizarão as empresas que têm uma boa quantidade de canais de atendimento, já que as chances de que seus problemas sejam resolvidos rapidamente aumentam.

    Por isso, sua empresa deve ser ativa nas redes sociais para melhorar a gestão de relacionamento com o cliente. Como o próprio nome indica, a relação deve ser proveitosa para ambos: por isso, se prender a métodos antigos, como atendimento exclusivo por telefone e-mail, limita o contato com as pessoas.

    Integre os sistemas

    Uma das possibilidades mais legais do uso da tecnologia é que as diferentes ferramentas podem ser associadas para promover melhores resultados para as empresas e uma gestão de relacionamento com o cliente mais eficiente.

    Os sistemas integrados de gestão, por exemplo, centralizam dados dos clientes e proporcionam a integração com outras ferramentas de análise de dados para que a empresa trace padrões de consumo.

    Do mesmo modo, é possível associar o programa de gestão a um sistema VoIP, que permite fazer ligações por meio de um computador ou dispositivo móvel. Por isso, mapeie as tecnologias que a sua empresa já usa e busque possibilidades de integração.

    Como pudemos ver, a gestão de relacionamento com o cliente envolve diversas iniciativas para melhorar a satisfação do consumidor com a empresa. Desse modo, ambos ganham: os consumidores ficam satisfeitos e a organização ganha promotores naturais da marca.

    Gostou do artigo e tem algo a dizer sobre esse tema? Então, aproveite a visita e deixe um comentário!

  • 5 dicas para melhorar a entrega de produtos para seus clientes

    5 dicas para melhorar a entrega de produtos para seus clientes

    Empreender não é apenas vender boas mercadorias e divulgá-las nas redes sociais. Para que a sua empresa conquiste uma boa reputação, a gestão logística de entregas deve ser caprichada. Afinal, avaliações como “bom produto, mas demora muito” não são exatamente lisonjeiras para o negócio.

    Por isso, otimizar a entrega de produtos passa por diversas etapas, desde o planejamento de envios, à estocagem adequada e à escolha de parceiros de qualidade, por exemplo. Neste post, mostraremos as 5 principais dicas para melhorar a sua logística. Venha conosco!

    1. Faça um bom planejamento

    A primeira etapa para garantir uma boa gestão logística é realizar um planejamento de compras. Isso passa pela previsão de vendas e giro de estoque, assim como a definição e monitoramento do calendário do envio de produtos — e do recebimento de matérias-primas.

    Além das planilhas de Excel, você pode investir em um software de gestão integrada para centralizar suas informações e facilitar o acesso desses dados. Com o crescimento do negócio, será possível utilizar ferramentas de análise de dados, como o Big Data, para traçar tendências de consumo e otimizar os envios de acordo com a sazonalidade.

    Só não se esqueça de atualizar diariamente o calendário para não perder o prazo de nenhum cliente. Além disso, dependendo da mercadoria vendida, a estocagem inadequada pode fazer com que ela pereça — como no caso de quem vende alimentos.

    2. Controle o estoque

    Caso o seu objetivo seja otimizar a gestão geral da entrega, é essencial controlar as mercadorias no estoque. Afinal, não adianta prometer prazos extremamente atrativos e, na hora da remessa, descobrir que aquilo que você “vendeu” não está na prateleira.

    Por isso, mapeie o estoque semanalmente, com especial atenção para os produtos que saem mais. Você poderá sinalizar, no e-commerce, que tal mercadoria está temporariamente indisponível. Do mesmo modo, esse controle e a observação das vendas por período ajudam a prever a demanda futura.

    3. Otimize a gestão de frete

    Ofereça diversas opções de frete, das mais econômicas até aquelas para quem quer receber o produto em menos tempo. Desse modo, o cliente terá uma previsão realista de quanto ele terá que gastar e quando terá o produto em mãos.

    Outra ideia interessante é investir no modelo de varejo phygital, que integra os ambientes físico e online. Um exemplo é a possibilidade de que ele possa retirar o produto na loja sem ter que arcar com o frete — e recebendo a mercadoria em menos tempo.

    4. Registre as entradas e saídas de produtos

    Esse registro complementa o controle do estoque, sobre o qual já falamos. Documentar as entradas e saídas é até mesmo uma maneira de mapear os produtos que estão encalhados nas prateleiras e traçar novas estratégias de vendas baseadas no que dá lucro.

    Isso permitirá a criação de estimativas em relação à rotatividade do estoque e às compras de materiais. Com esse controle, você também poderá apostar em promoções para produtos com uma vendagem baixa e até mesmo descobrir um nicho.

    Afinal, um produto que vende pouco não é necessariamente considerado ruim, mas talvez tenha sido pouco divulgado e explorado nas estratégias de marketing.

    5. Tenha parceiros de qualidade

    Como estamos falando de entregas, nada do que falamos até aqui é viável sem parceiros que respeitem os prazos de envio. Isso é especialmente importante se a sua empresa não quer depender apenas dos correios, mas diversificar as práticas.

    Por isso, pesquise na internet sobre empresas que tenham boas referências. Converse com as pessoas da sua rede de contatos e peça indicações. Desse modo, será possível identificar não apenas parceiros que entregam rápido, mas que também conservam a integridade dos produtos.

    A entrega de produtos é uma etapa crucial para que o seu negócio seja bem visto pelos clientes. Muitas pessoas desistem de continuar o relacionamento com a empresa caso o envio seja demorado demais, uma vez que um concorrente está a apenas um clique de distância. Por isso, é essencial investir nessa logística.

    Caso você queira ler mais sobre o gerenciamento dos seus produtos, descubra os 8 erros de planejamento que você pode estar cometendo!

  • 3 dicas de gerenciamento de estoques em datas comemorativas

    3 dicas de gerenciamento de estoques em datas comemorativas

    Você sabia que o gerenciamento de estoques não está relacionado somente à gestão da entrada e saída de mercadorias no seu armazém, mas também à garantia de uma melhor experiência do cliente, principalmente em épocas do ano em que as vendas estão mais aquecidas, como em datas comemorativas?

    Reconhecer que a gestão de estoques é parte essencial do planejamento estratégico é fundamental porque proporciona inúmeros benefícios tanto para o seu negócio quanto para o cliente. E, para isso, você deverá prestar atenção especial para esta atividade, o que requer mais que um simples checklist.

    Confira dicas de como realizar o gerenciamento de estoques para datas comemorativas!

    Como um bom gerenciamento de estoques pode impactar o seu negócio?

    Datas comemorativas são momentos do ano marcados pela maior disposição dos consumidores em realizar compras, seja para si mesmo ou para presentear alguém querido.

    Assim, um bom gerenciamento de estoques é capaz de trazer muitos benefícios para o seu negócio nestes momentos do ano, dos quais podemos destacar:

    • previsibilidade de demanda: você consegue entender melhor seu nível de demandas e eventuais necessidades de reposição;
    • otimização de espaço: possibilita que seu negócio armazene somente o necessário para a produção e/ou venda, sem falta ou excesso de produtos;
    • redução de desperdícios: é possível eliminar custos excessivos e desnecessários para o seu negócio, aumentando a margem de lucro;
    • otimização de eficiência operacional: seu negócio consegue estar melhor organizado para que não haja perda de oportunidades de venda por mercadorias em falta;
    • melhora na experiência do cliente: contribui para maior satisfação do cliente ao receber o produto em perfeitas condições e dentro do prazo estimado de entrega.

    Afinal, como faço uma gestão de estoque eficiente em datas comemorativas?

    Separamos algumas dicas para você começar a colocar em prática o gerenciamento de estoque. Confira!

    1. Analise seu histórico de vendas

    Trace um estudo das operações de venda de anos anteriores nos mesmos períodos para qual está se organizando, sempre tendo atenção às mudanças no comportamento de consumo do seu público e aos níveis de demanda de um ano para o outro.

    2. Acompanhe tendências de mercado e concorrentes

    Busque dados sobre o consumo e tendências de mercado para o momento do ano para qual está se planejando para atualizar constantemente suas atividades. Também esteja atento às ações realizadas pela concorrência!

    3. Conte com bons fornecedores

    Pensando em melhorar cada vez mais a experiência do seu cliente, principalmente em cenários de alta demanda, é importante ficar atento à seleção dos fornecedores como estratégia eficiente de compras. Portanto, leve em consideração aspectos como:

    • preços competitivos;
    • prazos de entrega que atendem sua demanda;
    • flexibilidade para demandas inesperadas;
    • velocidade de entrega.

    Como a tecnologia pode ser minha aliada no gerenciamento de estoques?

    A tecnologia pode ser usada na gestão de estoques para automatizar processos e, assim, torná-los mais assertivos. Isso contribui para a redução de riscos e falhas, além do aumento da eficiência e produtividade das atividades desempenhadas.

    Assim, com o auxílio de sistemas de gerenciamento de estoques, seu negócio consegue realizar:

    • integração de setores;
    • previsão de compras baseado no limite estipulado para estoque mínimo e máximo;
    • análise de custos, podendo estimar o lucro sobre cada produto; 
    • otimização de processos através da integração de dados e automação de atividades;
    • prevenção de falhas através de controle automatizado de entradas e saídas;

    Agora você já pode dizer que conhece tudo sobre a importância de realizar um bom gerenciamento em datas comemorativas e, acima de tudo, como preparar seu estoque nestes períodos do ano de alta demanda de vendas.

    Gostou do artigo e quer conhecer melhor sobre como aumentar as vendas de final de ano, um dos maiores períodos de aquecimento do comércio? Então, leia o nosso post sobre este assunto agora mesmo!

  • Formação de preço: descubra como fazer em seu negócio

    Formação de preço: descubra como fazer em seu negócio

    A formação de preço é um assunto que desperta muitas dúvidas entre os empreendedores. Afinal, alguns termos que estão sempre em evidência nos noticiários, como “dumping” (preços muito abaixo nas exportações) e “underselling” (preços abaixo do valor de custo), têm tudo a ver com precificação.

    Para não errar na formação de preços, é necessário considerar diversos fatores. Afinal, toda loja tem despesas, então a precificação deve levar em conta os gastos que existem para manter o negócio ativo. Neste post, apresentaremos tudo o que influencia o valor final que a sua loja praticará. Boa leitura!

    Leve os custos unitários em consideração

    O custo unitário dos produtos é um bom ponto de partida para começar a sua precificação. Para iniciar o cálculo final do seu preço, considere o que a sua loja pagou pela unidade daquela mercadoria.

    Caso o valor unitário não esteja registrado nas suas contas, é fácil descobrir: divida o valor pago pelo pacote pelo número de itens que vieram neles. Um lote de 10 teclados de computador sem fio que custou R$ 1500, por exemplo, mostra que foram gastos R$ 150 em cada unidade.

    Tendo esse valor em mente, você saberá precificar sem perder a lucratividade — nesse caso, não poderá vender por R$ 150 ou menos.

    Respeite a margem

    Ao estabelecer uma margem de contribuição para que o seu negócio sobreviva, você precisa respeitá-la. Por isso, caso você tenha escolhido um ganho de 25% sobre o custo de cada item, mantenha-se dentro do seu plano — a não ser que a estratégia precise ser modificada.

    Caso um produto dê prejuízo e fique muito longe de render aqueles 25% de lucro que você estipulou, não adianta insistir e mantê-lo no estoque.

    Contabilize as despesas

    Agora que você descobriu o valor unitário de cada peça, é o momento de levar em consideração as despesas da empresa. Para isso, é importante dividi-la em gastos fixos e variáveis, para que nada fique fora da precificação final, o que atrapalharia a mensuração da lucratividade.

    As despesas variáveis são as esporádicas, como gastos de emissão de boletos, substituição de itens que sofreram algum dano ou a comissão de alguém que prestou um serviço para você, como um influencer digital que ajudou a divulgar os produtos.

    Já os custos fixos são aqueles dos quais não dá para escapar. Basta citar alguns exemplos para você entender o porquê de eles serem considerados permanentes:

    • aluguel da loja;
    • hospedagem do site;
    • gastos com o plano de internet;
    • contas de água e luz;
    • entre outros. 

    Tanto os gastos fixos quanto os variáveis precisam ser considerados na precificação. O interessante é que você pode usar as suas próprias vendas para cobrir os custos, ao determinar um percentual de lucro em cada produto que venha a comercializar.

    Exemplo: caso os seus gastos fixos e variáveis sejam de, aproximadamente, R$1000 reais por mês e você tenha um produto cujo preço seja de R$ 200, 20% desse valor final seria de R$40. Por isso, você precisaria vender 25 unidades dele para custear os R$ 1000 reais de despesa.

    Desse modo, fica mais fácil entender quantos produtos de cada tipo você precisa comercializar para manter o seu negócio vivo — e o que sobrar vira lucro para você.

    É importante observar que é preciso incluir os valores de impostos que você é obrigado a pagar, como o Documento de Arrecadação do Simples Nacional, que MEIs devem custear todo mês. Também é preciso considerar, em qualquer uma das modalidades apresentadas, os descontos que você pretende ofertar.

    Conheça o markup

    Existe o markup e existe a margem de lucro, embora os dois termos sejam muito confundidos por aí. Para entender, considere o seguinte:

    • margem de lucro é a porcentagem que retorna ao caixa quando todos os custos, fixos e variáveis, são quitados. Ela é calculada pela subtração dos gastos do preço final de um produto;
    • markup é o percentual aplicado aos produtos, também conhecido como “lucro desejado”.

    Os dois conceitos são muito importantes para conseguir uma precificação adequada. A margem de lucro é, inclusive, utilizada na fórmula de cálculo do mark-up, que é:

    Markup = 100 / [100 – (DV + DF + ML)]

    Nessa fórmula, as siglas correspondem a:

    • DV é o percentual relacionado às despesas variáveis;
    • DF o percentual relacionado às despesas fixas;
    • ML é o percentual relacionado à margem de lucro.

    Vamos pensar em um produto A. Suponhamos que você determine que 20% das vendas de cada unidade desse produto vão para a cobertura das despesas fixas e 15% para as variáveis. Já A margem de lucro que você quer obter em cima da mercadoria é de 25%. Nesse caso, temos:

    Markup = 100 / [100 – (15 + 20 + 25)]

    Markup = 100 / (100 – 60)

    Markup = 100 / 40

    Markup = 2,5

    Se o preço de compra de cada unidade dessa mercadoria é de R$ 50, então o preço de venda deve ser de R$ 125, que é o que encontramos quando multiplicamos 50 por 2,5 do markup.

    Estude a concorrência

    Por fim, é preciso estudar bem a concorrência antes de definir a precificação. Caso o seu negócio seja o único do ramo na cidade, por exemplo, esse fato pode ser explorado para obter valores maiores. Entretanto, caso você tenha muitos concorrentes de qualidade, praticar preços altos demais resultará em menos vendas.

    Por isso, visite os sites ou catálogos dos seus concorrentes e observe os valores. Caso você note que os seus estão muito acima do mercado, há o risco de ficar com estoque encalhado. Você pode diminuir o preço ou, dependendo da aceitação da mercadoria, tirá-la de circulação.

    Você também pode apostar em vendas conjuntas. Deve ter um produto que é considerado o carro-chefe da empresa, certo? Então aquele produto que está com um valor acima do mercado pode ter o seu preço reduzido quando for vendido junto com a mercadoria que vende mais.

    Afinal, como o produto mais comercializado sempre terá compradores, você pode apostar em pacotes com aqueles produtos encalhados ou que estejam com o valor acima da média. Caso a estratégia não dê certo, talvez o melhor mesmo seja tirar a mercadoria do catálogo.

    Como pudemos ver no artigo, a formação de preço depende de diversos fatores, como o custo unitário, a margem de contribuição, o markup e o estudo minucioso da concorrência. Combine todas essas dicas para oferecer boas condições para seus clientes, sem perder a lucratividade! O Sebrae Alagoas conta com cursos e treinamentos para ajudar nos desafios financeiros.

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  • Descubra o que é a gestão de relacionamento com o cliente e implemente em sua empresa!

    Descubra o que é a gestão de relacionamento com o cliente e implemente em sua empresa!

    A gestão do relacionamento com o cliente é, basicamente, um conjunto de estratégias e boas práticas para melhorar a relação da marca com seus consumidores. Esse gerenciamento foca em mostrar para o público que ele não representa apenas um número para aquele negócio, mas pessoas cujas opiniões são levadas em conta.

    Nesse sentido, cuidar da gestão de relacionamento com o cliente é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Isso porque aquele tempo no qual as pessoas precisavam procurar pelas empresas não existe mais: agora são as lojas que precisam ir atrás de consumidores, já que é muito fácil encontrar tudo na internet e fazer comparações.

    Neste post, mostraremos as principais dicas para fortalecer o relacionamento com seu cliente. Você notará que é possível conciliar as práticas com técnicas de vendas, desde que a empresa seja capaz de promover uma boa jornada de compra. Boa leitura!

    Colete e armazene as informações

    Hoje, é possível capturar as informações necessárias para identificar o perfil dos seus clientes e categorizar o seu comportamento. Assim, a boa gestão de relacionamento utiliza dados para agregar valor com o que é encontrado nas análises.

    Por exemplo: por meio de um sistema de gestão, como o ERP, a empresa consegue centralizar informações sobre determinados clientes. Assim, ela tem dados sobre o seu histórico de compra, meios de contato preferidos para se comunicar e as solicitações que ele mais faz.

    É preciso consultar essas informações vez ou outra para mostrar que a empresa leva em conta as modificações. Uma companhia que tente contatar o consumidor em um telefone que ele não usa mais, por exemplo, mostra que ela não é eficiente no armazenamento de dados.

    Analise o comportamento do consumidor

    A análise de dados do consumidor tem como objetivo descobrir tendências, entender melhor os consumidores e estabelecer padrões de consumo.

    Por meio desse estudo, será possível criar perfis de clientes e desenvolver produtos cada vez mais personalizados para não só vender mais, mas também fortalecer o relacionamento.

    Além disso, esse trabalho com dados também pode orientar os conteúdos do seu blog. Algumas ferramentas nesse sentido são:

    • Big Data;
    • Business Intelligence;
    • Google Data Studio;
    • Tableau.

    Muitas vezes, as pessoas precisam de conselhos especializados sobre problemas que enfrentam continuamente, mas não sabem onde encontrar a resposta.

    Caso uma empresa de tecnologia identifique que seus clientes têm problemas com invasões de hackers e sequestros de dados, por exemplo, ela pode focar nesse assunto por meio de artigos, vídeos e posts nas redes sociais. Assim, ela se fortalece como uma empresa que não está só interessada em vender, mas também em prover soluções.

    A versatilidade das ferramentas de análise de dados proporciona o estudo do histórico digital da empresa, podendo mapear vendas sazonais e padrões de consumo, além de apresentar um conhecimento aprofundado das pessoas que compram na loja.

    Dessa forma, o negócio fortalece a gestão de relacionamento com o cliente em duas frentes: vendas e conhecimento relevante.

    Acompanhe o histórico de compras

    É um clichê no mundo do marketing, mas é verdade: é mais fácil fidelizar clientes do que conquistar novos consumidores. Afinal, a pessoa que já comprou algo da sua loja já passou por toda a jornada de compra e conhece bem os métodos da empresa. Já um lead sempre tem alguma insegurança antes de fechar negócio.

    Por isso, investigue o histórico daqueles clientes que compram com frequência. Sua loja poderá criar promoções especialmente voltadas para eles, reforçando o relacionamento com a marca e, ao mesmo tempo, oferecer condições melhores para eles levarem mais produtos.

    Esse tipo de iniciativa mostra que não há conflito entre investir no relacionamento com os clientes e vender mais. Isso porque a empresa lucra com a solução de problemas, enquanto os consumidores desfrutam de mercadorias e serviços de qualidade.

    Promova interações nas redes sociais

    Você provavelmente já viu, nas redes sociais, alguma marca fazer perguntas como: “Do que você mais gosta no produto X?”. Esse tipo de interação é valioso não só para obter informações para melhorar aquela mercadoria, mas também para estabelecer um contato próximo com os clientes.

    Uma empresa que não tem uma boa presença digital corre o risco de ser completamente esquecida, uma vez que limita o seu escopo às pessoas que queiram se deslocar fisicamente até ela. Contudo, com tantas opções na internet, a tendência é que cada vez menos consumidores estejam dispostos a isso.

    Analisar o comportamento dos seus clientes nas redes sociais também é ótimo para acompanhar as tendências de perto, como os produtos que eles mais têm curtido, o que tem mais destaque nas avaliações, além de dados demográficos sobre eles, como:

    • idade;
    • gênero;
    • região em que mora;
    • estilo de vida;
    • hábitos de consumo.

    As redes sociais também servem para tirar dúvidas dos clientes em potencial que ainda precisam de mais informações antes de fechar uma compra. Com uma primeira interação produtiva e um bom atendimento, aumentam as chances de que aquela pessoa não só vire uma consumidora, como seja fidelizada.

    Peça feedbacks

    Toda empresa tem algo a melhorar: até mesmo os grandes conglomerados estão sempre buscando maneiras de oferecer soluções cada vez mais assertivas. Para obter isso, nada melhor do que contar com os clientes, que mantêm o negócio vivo.

    Por isso, não hesite em pedir feedback. Esse é o tipo de atitude que não só fortalece o relacionamento com as pessoas, que se encantam ao notar que suas sugestões são levadas em conta, mas também ajuda a empresa a crescer, ao implementar mudanças baseadas em seu público-alvo.

    Essa interação é o que complementará os bons produtos e tornará a empresa uma referência em seu setor. Sites como o Reclame Aqui são amplamente utilizados pelas pessoas para identificar empresas que levam o relacionamento com o cliente a sério.

    Não à toa, o site tem uma pontuação para ranquear as empresas que mais se preocupam em responder às solicitações. Gerir bem o relacionamento com o cliente passa por essa atitude de não negligenciar seus problemas, reclamações ou sugestões.

    Implemente melhorias

    Você deve ter notado que todas as sugestões até aqui envolviam a checagem de informações sobre os clientes, como uma forma de melhorar o relacionamento com eles. Com esse estudo, você também pode implementar melhorias ao descobrir falhas na gestão.

    Existe uma métrica conhecida como churn, que mede a quantidade de clientes que abandonaram a empresa. Embora não seja provável que a empresa fidelize todos os seus leads, é possível diminuir essa rotatividade.

    Por isso, adote a iniciativa de sempre enviar uma mensagem no pós-venda, incentivando os clientes a avaliarem a jornada de compra. Mesmo que muitas pessoas não respondam, você ainda terá respostas que direcionarão as novas estratégias.

    Caso você não tenha muitas respostas, experimente enviar cupons de 5 ou 10% para incentivar as respostas a uma pesquisa de satisfação, por exemplo. Se a maioria das pessoas apontar o atendimento como um ponto fraco, a empresa saberá onde focar seus esforços para melhorar.

    Como pudemos ver no artigo, a gestão de relacionamento com o cliente envolve toda a interação de uma empresa com seus consumidores. Por meio dessas dicas, será mais fácil criar uma relação duradoura com o maior número possível de pessoas — não só vendendo, mas solucionando seus problemas.

    Gostou do artigo e quer saber como o Sebrae Alagoas pode ajudar a sua empresa nessa tarefa? Então, entre em contato conosco para saber mais!