Categoria: Gestão

  • Analise os riscos do negócio com essas dicas

    Analise os riscos do negócio com essas dicas

    Qualquer atividade profissional está sujeita a riscos diversos, independente do tamanho da empresa. O próprio ato de investir em um equipamento novo carrega alguns perigos, como a incerteza se ele ajudará o negócio realmente a atingir um novo patamar.

    Contudo, quando bem realizada, a análise de risco do negócio ajuda empreendedores a mapear toda a rotina produtiva e se precaver contra imprevistos e obstáculos. Neste post, apresentaremos as principais etapas para realizá-la. Venha conosco!

    Defina a situação a ser analisada

    A análise de riscos deve ser aplicada somente em situações específicas. Uma empresa que esteja passando por um reposicionamento de mercado, como a mudança do público-alvo, precisa identificar os perigos dessa modificação brusca.

    Portanto, é preciso desmembrar o processo em diferentes ações, de modo a poder avaliar as ameaças de maneira individualizada. No exemplo acima, alguns questionamentos podem ser feitos:

    • A empresa corre o risco de perder uma grande carteira de clientes?
    • A concorrência é mais pesada no nicho que ela deseja explorar?
    • A empresa tem habilidades e conhecimento suficientes para fazer uma mudança abrupta de curso?

    Note que todas as perguntas se relacionam ao objetivo da empresa do nosso exemplo. É uma maneira de dividir o problema em várias partes e analisar tudo o que o cerca.

    Estabeleça o grau de cada risco

    Diferentes riscos têm pesos diversos. Ter o site comercial da empresa invadido por hackers, por exemplo, é bem mais perigoso financeiramente do que ter que fazer um reembolso de um valor baixo para um cliente insatisfeito com um produto.

    Por isso, para lidar com os diferentes riscos, nada melhor do que estipular um grau de perigo para cada um deles. Um modo de fazer isso é adotar uma escala de priorização, que vá de 1 até 5.

    Aqueles que se enquadrem no 5 e que envolvam risco alto de prejuízo, devem ser combatidos primeiro. Já aqueles riscos que se encaixam no grau 1 e não são tão danosos assim para a empresa, podem ser analisados futuramente.

    Escolha as estratégias de combate

    Depois de diagnosticar os riscos e estabelecer o grau de ameaça de cada um, é a hora de escolher como lidar com eles. É possível fazer isso de diferentes maneiras.

    Aceitar os riscos

    Caso o risco seja considerado de grau baixo e não comprometa a lucratividade, a empresa pode até conviver com ele e considerá-lo aceitável. É o caso daqueles que são diagnosticados como de grau 1.

    Transferir riscos

    Por outro lado, o risco pode ser transferido para terceiros. Um exemplo: a contratação de um seguro corporativo que proteja a empresa das consequências de um risco de grau elevado.

    Mitigar riscos

    Mitigar e reduzir o grau do risco. Executar ações e melhorar processos, propor soluções que reduzam o impacto do risco mapeado. É uma alternativa interessante, reduzir os impactos negativos e melhorar os resultados.

    Evitar riscos

    Nesse caso, a empresa combate os riscos na fonte. Isso envolve mudar certas rotinas para evitar perigos de alto grau. Caso uma empresa lide com vazamentos de informações, por exemplo, ela pode treinar seus funcionários para que eles aumentem o seu conhecimento de informática e contratar serviços de proteção das informações.

    Explorar riscos

    Explorar riscos é se arriscar. Um exemplo é a empresa que decide investir uma grande quantia em tecnologia que tem dado resultados no mercado, mas que exija um alto investimento, que comprometa outros custos.

    Documente o que foi encontrado

    Cada etapa deve ser devidamente documentada para que a empresa não se surpreenda tendo que combater erros que acontecem seguidamente.

    Posteriormente, esses dados servirão para uma revisão periódica, que visa o aprimoramento das estratégias. Empresas pequenas, mas que queiram crescer, podem repassar esses dados aos novos funcionários e manter um alto padrão de qualidade em seus processos.

    Monitore as situações

    Por fim, é preciso monitorar as medidas de prevenção implementadas. Com base nessa revisão periódica, será possível identificar medidas de aprimoramento, uma vez que os processos não são estáticos.

    Conforme a empresa cresce, novas oportunidades surgem. No entanto, com o mapeamento dos riscos, será mais fácil expandir as operações de maneira sustentável. A análise de riscos do negócio deve ser aplicada primeiramente em áreas que sejam diagnosticadas como problemáticas pelos empreendedores — e que prejudiquem a lucratividade.

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  • Como liderar a geração Z: veja 4 estratégias que podem ajudar

    Como liderar a geração Z: veja 4 estratégias que podem ajudar

    Você sabe como liderar a geração Z? Os profissionais da geração visam o desenvolvimento de competências e o crescimento da carreira — o valor do salário e os benefícios também são fatores muito importantes para essa geração. Além de realistas, esses profissionais são muito práticos, responsáveis e autodidatas.

    Com isso, podemos perceber que saber liderá-los é muito importante, pois eles têm facilidade para auxiliar na resolução de problemas e, ao mesmo tempo, gostam de uma gestão transparente e ética.

    Pensando em ajudar você a liderar essa geração, separamos algumas dicas para colocá-las em prática quanto antes. Veja quais são elas!

    1. Esteja aberto para a inovação

    A geração Z cresceu sob a influência da tecnologia. Portanto, eles sempre estão em busca de fugir do famoso “mais do mesmo”. Esses profissionais são conectados e práticos, logo, podem propor soluções que ajudam a simplificar a tomada de decisão do cliente final.

    Essa forte conexão com a tecnologia permite que eles vivam diferentes realidades, absorvendo até mesmo informações mais complexas. À medida que o líder estimula essa geração para se expressarem livremente, as ideias inovadoras começam a surgir, uma vez que esses profissionais conseguem se desenvolver melhor em um ambiente mais colaborativo e prazeroso.

    2. Ofereça feedbacks constantemente

    A geração Z valoriza uma relação mais próxima, portanto, prefere se comunicar pessoalmente e, ainda, gosta de receber avaliações sobre o seu trabalho, a fim de entender seus pontos positivos e oportunidades de melhorias.

    Criar uma política de feedbacks é fundamental para motivar essa geração e contribuir para que ela trabalhe mais alinhada com os objetivos da empresa, melhorando, dessa forma, o seu desempenho e a sua produtividade.

    Além disso, os feedbacks ajudam a reter os talentos da geração Z, principalmente quando eles são usados para incentivar o desenvolvimento de novas competências e habilidades — sem contar que, por meio dele, é possível entender as causas de eventuais problemas e, assim, trabalhar para corrigi-los.

    Os feedbacks ajudarão a motivar a geração Z , retendo esses talentos na empresa. Ao mesmo tempo, é possível desenvolvê-los para que possam trazer melhores resultados. Nesse sentido, é importante que o líder:

    • saiba ouvi-los;
    • defina metas realistas;
    • invista em benefícios;
    • trace um plano de carreira personalizado;
    • desburocratize o trabalho;
    • promova constantes capacitações.

    Lembre-se de que essa geração sempre está em busca de novas oportunidades, portanto, é necessário valorizar o que eles fazem, a fim de motivá-los a melhorar seu desempenho dentro da empresa.

    3. Seja firme na sua liderança

    Muitas pessoas acham que é difícil liderar a geração Z porque falta senso de hierarquia para esses profissionais. No entanto, por mais que eles gostem de serem tratados em pé de igualdade, é importante se manter firme em suas decisões para fazer com que eles entendam o que precisa ser executado e melhorado.

    Uma liderança firme não precisa ser grosseira e muito menos intimidadora. Apenas mostre a eles o caminho certo, explicando os motivos que o levam a tomar determinada decisão.

    Um bom líder, sempre adotará uma postura justa. Nesse sentido, para trabalhar com a Geração Z é preciso:

    • saber ser ouvido, sem precisar gritar;
    • fazer a equipe se sentir segura;
    • ter confiança nas suas decisões e, claro, em si mesmo;
    • ser um bom professor;
    • saber aproveitar os talentos de cada um;
    • assumir as responsabilidades pela equipe etc.

    4. Reconheça os liderados

    Essa geração valoriza empresas que reconhecem os seus esforços — e isso não quer dizer que eles querem apenas elogios, muito pelo contrário, o reconhecimento que eles buscam está na sua progressão de carreira.

    Como dito, esses profissionais são inovadores e gostam de estar em constante desenvolvimento. Dessa forma, se a empresa reconhece todo seu trabalho e oferece diferentes tipos de bonificações, consequentemente eles se sentirão cada vez mais engajados com os resultados da organização.

    Agora você já sabe como liderar a geração Z! Embora alguns desafios podem ser encontrados no meio do caminho, como a retenção de talentos, dificuldades para aceitar críticas etc., é possível fazer uma boa gestão desses profissionais, oferecendo a eles benefícios e possibilidades de crescimento na carreira.

    Quer aprender mais sobre o assunto? Baixe agora mesmo o nosso e-book e aprenda a liderar para diferentes gerações. Boa leitura!

  • Liderança e persuasão: 7 dicas para influenciar as pessoas

    Liderança e persuasão: 7 dicas para influenciar as pessoas

    Muitas pessoas ambicionam cargos de liderança, até mesmo como uma forma de motivar os colegas e disseminar boas práticas nas empresas. Contudo, esse papel é sempre disputado e nem todo mundo tem o que é necessário para liderar e persuadir.

    Neste post, listamos as principais dicas para quem quer combinar características de liderança e persuasão. Você verá que nem todo chefe precisa ser autoritário e severo com seus colaboradores, uma vez que é possível utilizar o cargo para promover mudanças positivas no negócio. Continue a leitura!

    1. Tenha uma fala firme

    Falar com segurança e firmeza é imprescindível para adquirir o respeito dos colegas. Além disso, líderes precisam se comunicar de maneira clara, como uma forma de facilitar o cumprimento das tarefas por parte dos seus comandados.

    Para aqueles que querem ter uma fala firme e que inspire os funcionários, podemos oferecer 3 dicas importantes:

    • saiba controlar o que você diz. Isto é, só passe informações embasadas, sem recorrer aos achismos. Desse modo, você mostra que sabe bem do que está falando, uma vez que pesquisou sobre o assunto;
    • saiba controlar a maneira como você diz. Seja articulado, não paternalista. Você não precisa ser uma pessoa tirana, mas a sua fala deve focar no essencial, que são os objetivos do negócio;
    • reconheça os erros, uma vez que o clichê é verdadeiro: todos erram em algum momento. O importante é aprender a lição e adicionar a correção ao seu repertório.

    2. Consiga a atenção da equipe

    Para conseguir a atenção da equipe, nada melhor do que demonstrar paixão sobre aquilo que você está falando. Por isso, domine a sua área de atuação, estude as tendências e o futuro daquela área. É todo esse conhecimento que estimulará os comandados a repetir o exemplo.

    Quando você tem paixão pelo próprio trabalho, será bem mais fácil se aprofundar nele — e transmitir aquele sentimento para outras pessoas. Do mesmo modo, o conhecimento da área de atuação fará com que você consiga elaborar bons exemplos para repassar às equipes.

    Para conseguir a atenção da equipe, influenciar persuadir pessoas algumas dicas são fundamentais:

    • torne mais interessante o assunto do qual você está falando. Cite exemplos que o aproximem das pessoas, aplique em situações rotineiras do trabalho;
    • aposte no storytelling, tanto na fala como na comunicação escrita;
    • fuja dos clichês da comunicação, como apresentações monótonas no Powerpoint ou memorandos longos e pouco informativos. Use a criatividade.

    3. Adote uma comunicação clara

    Abordamos brevemente esse aspecto no primeiro tópico, mas é preciso reforçá-lo: não adianta ser firme, é preciso se certificar de que todos entendam a sua mensagem. Isso vale tanto para a fala quanto para a comunicação escrita.

    Seja transparente. Caso note que muitas pessoas erram constantemente na execução de suas atividades, esse pode ser um sinal de que elas não entenderam muito bem o que deve ser feito. Peça feedbacks aos funcionários sobre a comunicação interna da empresa e como ela pode mudar para melhorar a sua efetividade.

    4. Desenvolva a autoconfiança

    Líderes precisam ter convicção em suas próprias habilidades caso queiram inspirar respeito e segurança em suas equipes. Afinal, é bem mais fácil motivar um time quando a pessoa que está no comando sabe o que está fazendo — e demonstra isso com suas ações.

    Do mesmo modo, líderes que sejam pouco confiantes geralmente são críticos demais a respeito de si e da sua capacidade. Isso faz com que eles não tenham a firmeza necessária para comandar os trabalhos em equipe, o que faz com que queiram agradar a todos.

    Por isso, sem autoconfiança, não existe liderança ou persuasão. Alguém que não leve muita fé nas suas próprias palavras não conseguirá energizar a equipe. Essa característica pode ser desenvolvida por meio dos seguintes princípios:

    • capacitação contínua;
    • acompanhamento das tendências do mercado no qual a empresa está inserida;
    • experiências práticas;
    • enfrentamento direto aos desafios do negócio e as incertezas do mercado.

    Com uma mistura entre boa capacitação, experiência e determinação, a autoconfiança será um atributo natural dos líderes.

    5. Seja humildade

    Líderes autoconfiantes não são, necessariamente, arrogantes. É possível conciliar essa característica com outra, igualmente valiosa: a humildade. Isso pode ser feito por meio do reconhecimento público dos bons trabalhos prestados por algum colaborador, por exemplo.

    Nesse sentido, líderes precisam se certificar de que os outros colaboradores também tenham seus momentos de glória. Isso cria um clima positivo dentro do negócio, uma vez que todas as pessoas notam que o bom trabalho é reconhecido e premiado.

    Além disso, todo mundo tem algo para aprender — mesmo líderes experientes. É a humildade que garante que a chefia também aprenda algo novo com funcionários capacitados e criativos.

    6. Respeite a política interna da empresa

    Toda empresa tem seus valores e missões próprias, assim como normas de conduta que devem ser seguidas por todos. Líderes não devem apenas incorporar esses valores, como também transmiti-los às outras pessoas.

    Caso uma empresa se orgulhe de cuidar da saúde mental dos seus colaboradores, um estilo de liderança muito autoritário e que constranja as pessoas não é a melhor abordagem para seus líderes. Ou a chefia muda o seu comportamento ou busca uma companhia no qual seus valores se encaixem.

    7. Lidere pelo exemplo

    Todos os tópicos citados anteriormente não valem de muita coisa se a liderança não dê o bom exemplo. Quer colaboradores mais capacitados? Promova treinamentos, palestras e enriqueça o próprio currículo para motivar as outras pessoas.

    Quer um time mais criativo? Proponha novas ideias e abordagens, fuja de métodos engessados. Quer cortar os desperdícios dentro do negócio? Então, estude os procedimentos rotineiros da empresa e demonstre, de forma clara, os processos que geram gastos para o negócio e proponha melhorias para eles.

    Quem quer liderar e persuadir pessoas não pode agir em desacordo com o que prega. Isso tira qualquer credibilidade das suas palavras — uma vez que colaboradores sempre estarão atentos às atitudes que aquela pessoa em cargo de chefia tem no dia a dia do negócio.

    Gostou do artigo e quer saber mais sobre como se tornar um líder de respeito? Então, aproveite a visita ao nosso blog para baixar o nosso e-book sobre liderança multigeracional!

  • 5 melhores técnicas de feedback para aplicar no seu negócio

    5 melhores técnicas de feedback para aplicar no seu negócio

    Dentro das empresas, o feedback é a arte de orientar e oferecer críticas construtivas para um colaborador ou para uma equipe. Quando feito de maneira educada, é uma excelente maneira de prover insights e melhorar o ambiente de trabalho como um todo.

    Contudo, ele nem sempre é positivo. Tudo depende da ação que orientou aquela resposta. Para entender cada uma das técnicas de feedback e como utilizá-las de acordo com o contexto, preparamos este artigo. Boa leitura!

    1. Positivo

    O feedback positivo é aquele que reforça uma atitude ou um comportamento que os líderes desejam que se repita e se torne um valor enraizado dentro da organização. É também uma maneira de reconhecer publicamente uma ação que trouxe bons resultados para a empresa.

    Esse feedback é importante para estimular os outros colaboradores, já que mostra que a empresa acompanha de perto a trajetória de cada um dos seus funcionários. Do mesmo modo, as ações elogiadas tendem a se repetir e a se tornar um pilar da cultura organizacional.

    Exemplo

    Um funcionário que não só tenha cumprido, mas ultrapassado as metas de vendas para aquele mês. Os gestores reconhecem publicamente o desempenho ao destacar aquela performance.

    2. Negativo

    O feedback negativo é aquele que deseja corrigir uma ação que trouxe prejuízo para a empresa ou que não tenha a ver com os valores da empresa. É preciso ser feito com cautela, para não ofender gratuitamente ou constranger a pessoa que errou.

    Desse modo, o funcionário repreendido deve entender exatamente o que a sua ação ocasionou, para que ela não se repita. O propósito principal do feedback negativo é fazer com que o erro se torne uma oportunidade de aprendizado para todos.

    Exemplo

    Um colaborador colocou dados errôneos em um relatório, o que levou a empresa a lançar um produto malsucedido, o que prejudica a sua reputação no mercado. Nesse caso, a chefia deve orientar esse funcionário de maneira reservada e entender a sequência de ações que levou ao erro.

    3. Corretivo

    É usado para corrigir uma ação. A diferença do feedback corretivo para o negativo é que o primeiro se encaixa em um contexto no qual o colaborador errou, mas não de má-fé. Do mesmo modo, a ação corretiva também pode surgir para mudar um certo aspecto de um processo, mas nem sempre descartá-lo totalmente.

    Exemplo

    Um colaborador que acabou de chegar na empresa envia um e-mail confidencial para um setor que não tem nada a ver com o assunto. A chefia deve corrigir a ação, também de maneira discreta e sem constrangê-lo publicamente, e demonstrar como esse tipo de ação despediça o tempo do setor que recebeu o contato.

    4. Construtivo

    Aqui, a análise tem foco no trabalho e não na conduta do funcionário. Assim, ele pode ser positivo, negativo ou ambos, mas com o objetivo de ajudar o colaborador a se desenvolver. É criado com base nas observações sobre resultados obtidos.

    Para que surta o efeito desejado, é importante que ele seja baseado em um ponto específico. Desse jeito, o colaborador tem uma ideia clara do que precisa ser modificado.

    Exemplo

    Um colaborador que entrega bons relatórios de negócio, mas cujo conteúdo pode se tornar um pouco mais aprofundado. A chefia pode abordar exemplos de documentos mais completos e que agreguem valor.

    Caso seja possível, é interessante deixar os documentos com essa pessoa para que ela se familiarize com o modo com que as coisas são feitas na empresa.

    5. Pessoal

    O feedback pessoal se assemelha ao construtivo, mas tem uma natureza mais informal. Um gestor pode visitar a sala e elogiar um determinado colaborador, mas sem transformar aquilo em uma solenidade.

    Do mesmo modo, pode ser usado para reconhecer uma ação mais modesta de melhoria, mas que seja importante para e empresa.

    Exemplo

    Uma equipe que vem melhorando os seus resultados e recebe um reconhecimento especial do chefe do setor, que visita a área onde ela equipe trabalha e os parabeniza pelo bom trabalho.

    Do mesmo modo, caso a empresa utilize newsletters internas, aquele time pode ser destacado no documento, mostrando para todos os outros colaboradores que os esforços são reconhecidos.

    Como vimos até aqui, os feedbacks são diversos, mas algo deve ser adotado em todas as ocasiões: nos momentos em que seja necessário chamar a atenção do colaborador sobre erros e ações equivocadas, gestores deve fazer isso de forma individual e com foco nas ações — isto é, no que pode e deve ser melhorado e no que não deve se repetir.

    Os comportamentos, resultados e ações positivas e que geram sucesso para o negócio devem ser incentivados individualmente e perante as equipes, mostrando que bons exemplos não passam batido e que os esforços são observados de perto pela liderança.

    Agora que você conheceu todas as técnicas de feedback, já sabe como orientar os seus colaboradores — de preferência, de uma maneira construtiva e que ajude aqueles funcionários a crescer. Nesse sentido, todos aprendem juntos, em prol de objetivos mútuos.

    Gostou do artigo e quer conferir mais conteúdos? Acesse o nosso infográfico e aprenda como criar uma equipe imbatível.

  • O que são soft skills e quais as principais a serem desenvolvidas

    O que são soft skills e quais as principais a serem desenvolvidas

    As softskills são características comportamentais relacionadas à personalidade dos profissionais. Alguns exemplos são a capacidade de se comunicar bem, a empatia e a calma diante de problemas complicados.

    Elas se diferenciam das chamadas hardskills, que são habilidades mais ligadas ao conhecimento técnico. Para entender definitivamente o que são softskills, preparamos um artigo mostrando algumas das mais valorizadas no mercado de trabalho. Boa leitura!

    Inteligência emocional

    Uma pessoa inteligente emocionalmente é aquela que reconhece suas emoções e as gerencia a favor dos seus objetivos. Ela tende a tomar decisões de maneira calma e encarar os obstáculos de maneira direta, uma vez que ela domina seus impulsos.

    A inteligência emocional também é a capacidade de lidar com as emoções dos outros. Dessa forma, a pessoa age com empatia, se colocando no lugar do outro e entendendo os seus problemas.

    Resiliência

    É a capacidade de encarar as dificuldades e dar a volta por cima. A pessoa resiliente sempre tira algum aprendizado de qualquer situação, mesmo quando tudo dá errado.

    Resilientes não se deixam abalar pelos obstáculos e os utilizam como ferramenta de crescimento. Nesse sentido, elas são perfeitas para desenvolver habilidades mais complexas, uma vez que não desistirão com facilidade do treinamento.

    Comunicação

    Comunicar é se expressar com clareza, mas também saber ouvir nos momentos necessários. Uma pessoa que aperfeiçoou essa softskill é aquela que consegue combinar transparência com objetividade.

    Profissionais com muito conhecimento, mas que não saibam se comunicar, não conseguem transmitir seus insights para colegas. Dessa forma, unir as duas características (a técnica e a boa comunicação) é o ideal.

    Flexibilidade

    A pessoa flexível se adapta a mudanças com rapidez. É como se ela pudesse mudar de rota sem perder desempenho, mesmo que um projeto mude radicalmente.

    Profissionais flexíveis lidam com crises e obstáculos de maneira pragmática, procurando meios de continuar produzindo sem se deixar afetar por mudanças bruscas de rumo nos projetos.

    Capacidade de resolver problemas

    Resolver problemas é a capacidade de enfrentar os obstáculos e superá-los. As pessoas que desenvolveram essa skill geralmente são aquelas que exercitaram muitas habilidades, com trabalho duro e muito estudo.

    Essas pessoas não se assustam facilmente com problemas. Afinal, os obstáculos fazem parte de qualquer ramo de atuação — e são as pessoas bem preparadas que os enfrentam de frente.

    Criatividade

    A criatividade também tem a ver com a resolução de problemas. Pessoas com essa skill combinam ideias novas ou aperfeiçoam aquelas já existentes para obter resultados ainda melhores.

    Pessoas criativas são capazes de analisar os detalhes de cada cenário e fazer relações que não haviam sido expostas. Em um mercado que valoriza cada vez mais a capacidade de inovar, esse tipo de profissional é muito disputado.

    Liderança

    Líderes são aquelas pessoas capazes de conduzir equipes ao sucesso e desenvolver ao máximo o potencial de todos ao redor. Ele não apenas comanda, mas também proporciona oportunidades para que colaboradores se sintam motivados e cresçam junto com o negócio.

    Hoje, é possível encontrar diversos perfis de líderes, como autoritários, liberais, democráticos ou motivacionais. O que une todos eles é que os melhores são capazes de inspirar e influenciar colaboradores a darem o seu melhor.

    Agora que você já sabe o que são softskills, já pode incentivar esses comportamentos dentro das suas equipes. Como vimos, essas habilidades têm a ver com a personalidade de cada colaborador e complementam os conhecimentos técnicos para gerar funcionários ainda mais capacitados.

    Aproveite a visita em nosso blog para conferir o nosso infográfico sobre os desafios da liderança!

  • Liderança transformadora: confira 5 principais características

    Liderança transformadora: confira 5 principais características

    Aquela figura do líder mal-humorado que está sempre trancado em sua sala e não interage ou valoriza os seus colaboradores está cada vez mais fora de moda. Afinal, esse tipo de chefe não desenvolve o potencial dos colegas e nem proporciona motivação suficiente para eles crescerem com a empresa.

    Nesse sentido, surge a liderança transformadora, um conceito que visa transformar o ambiente de trabalho em um local mais acolhedor, dinâmico e que estimula o aprendizado contínuo. Neste post, apresentamos as 5 principais características desse modelo de gestão. Confira!

    1. Autoconhecimento

    Líderes, ou profissionais que aspiram cargos de liderança, devem buscar o autoconhecimento. Somente por meio de uma profunda conversa consigo mesmo será possível avaliar as competências e habilidades que você já tem, além de identificar pontos de melhoria.

    Além disso, a liderança transformadora tem a ver com a capacidade de influenciar positivamente as pessoas ao redor. Por isso, a comunicação com os colegas deve ser clara e respeitosa. Com o exercício do autoconhecimento, será possível avaliar o quão preparado você está para transformar as pessoas.

    2. Cultura de feedback

    A cultura de feedback é essencial para qualquer empresa, uma vez que é uma maneira de trocar críticas construtivas e que proporcionem a melhoria contínua dos profissionais. Podemos citar outros benefícios:

    • direcionamento do trabalho das equipes;
    • desenvolvimento da alta performance;
    • engajamento entre os colaboradores e a empresa;
    • ambiente fértil para novas ideias;
    • clima organizacional positivo;
    • proximidade entre líderes motivadores e seus times.

    Líderes transformadores também devem conscientizar a sua equipe sobre a forma com que os feedbacks são passados. A cortesia deve vir em primeiro lugar, seguida pela objetividade. Uma boa ideia é desenvolver um método próprio de apresentação, com todas as etapas e repassá-lo para as equipes.

    3. Valorização da equipe

    Valorizar a equipe é ouvir os profissionais e levar as suas considerações a sério. Colaboradores que trabalham isolados, sem um contato direto com líderes, tendem a se sentir desmotivados e sem rumo dentro da empresa.

    Uma boa ideia para transformar o clima organizacional é reconhecer publicamente os bons serviços prestados. Além disso, líderes transformadores estimulam a equipe ao se mostrarem acessíveis para que todos tirem suas dúvidas.

    As melhores ideias devem ser introduzidas nos projetos, o que mostra que a empresa valoriza a colaboração — e não somente impõe ordens de cima para baixo.

    4. Compartilhamento do aprendizado

    Líderes transformadores valorizam o compartilhamento do aprendizado. Assim, caso um colaborador domine um tema importante, o gestor incentivará que esse conhecimento seja repassado para outras pessoas, de modo que todos cresçam juntos.

    Contudo, é preciso criar oportunidades para que essa troca de ideias ocorra. Uma boa ideia é implementar encontros semanais para que as pessoas se conheçam e possam estar a par das habilidades umas das outras.

    5. Autonomia

    Líderes transformadores estimulam a inovação. Para desenvolver ideias inéditas, é preciso que profissionais tenham autonomia e confiança para colocar ideias em prática.

    Líderes transformadores encorajam essa autonomia, uma vez que confiam nas capacidades do seu time e se sentem seguros para deixar essas pessoas agirem.

    Afinal, a liderança transformadora também tem tudo a ver com desenvolver as habilidades dos colaboradores para que eles contribuam para o crescimento do negócio.

    Pessoas que queiram se tornar líderes transformadores devem investir na capacitação técnica, nas habilidades interpessoais e no aprendizado contínuo. Converse com os colegas, entenda as suas dores, aperfeiçoe sua comunicação e seja aquele profissional que estimula a mudança.

    Gostou do artigo e quer conferir outros conteúdos sobre liderança? Então, aproveite a visita leia o nosso post sobre a importância da liderança feminina!

  • 7 principais estilos de liderança e suas particularidades

    7 principais estilos de liderança e suas particularidades

    Em 1939, após estudarem minuciosamente o mercado, os psicólogos Ralph White e Ronald Lippitt identificaram três tipos de liderança nas empresas: autocrática, democrática e liberal. De lá para cá, muita coisa aconteceu, de modo que os conceitos se expandiram.

    Assim, os três modelos se tornaram sete ou até mais, dependendo da classificação de cada autor. Neste post, falaremos dos estilos de liderança iniciais e das suas principais ramificações, assim como as limitações e as vantagens de cada um deles. Boa leitura!

    1. Autoritária

    O autoritário é aquele que determina o que deve ser feito — e sem meias palavras. Ele sempre espera que os colaboradores o obedeçam sem pestanejar ou levantar objeções. Esse estilo de liderança pode gerar alta produtividade dos funcionários (por medo da exposição), mas também frustração.

    Isso porque uma personalidade forte e dominadora terá dificuldade de se relacionar com determinados membros da equipe, o que pode prejudicar a retenção de talentos. Essa característica também pode se chocar com tendências do mercado de trabalho atual, como profissionais que priorizam o trabalho com propósito.

    Nesse cenário, mais e mais pessoas estão buscando trabalhar em empresas que sejam menos tóxicas. O líder autoritário pode ser efetivo em empresas nas quais a ordem e a hierarquia são as características mais valorizadas, mas exageros no comportamento levarão à perda de profissionais de alto nível.

    2. Democrática

    Líderes democráticos são aquelas pessoas que prezam pelo equilíbrio e pela justiça, que ganham a simpatia das equipes pela capacidade de escutá-los e levar as suas sugestões em consideração. Algumas das suas características são:

    • capacidade de recompensar bons trabalhos;
    • fazer duras críticas caso o resultado não seja o esperado;
    • delegar tarefas de acordo com as habilidades da equipe;
    • bom trato pessoal.

    Justamente pela personalidade mais afável, principalmente quanto pensamos em líderes autoritários, pode ser afrontado por pessoas que se sintam prejudicadas e que queiram se reunir em grupos para derrubá-lo do cargo.

    No entanto, uma postura justa e democrática ainda é a mais recomendada para a maioria dos cargos de chefia. Afinal, esses profissionais são capazes de escutar os problemas, propor soluções, delegar tarefas de acordo com as habilidades dos trabalhadores e reter colaboradores talentosos, cujas habilidades serão reconhecidas.

    3. Liberal

    Líderes liberais são aqueles que estimulam a autonomia e a livre expressão de ideias. Empresas que contam com horários de trabalho flexíveis e uma aceitação maior do trabalho remoto são, normalmente, chefiadas por gestores com essa característica.

    Contudo, um líder liberal só terá sucesso se reunir ótimos profissionais ao seu redor. Afinal, sem uma equipe que realmente dê conta do recado, estimular a autonomia e a flexibilidade podem ser decisões que atrasem o crescimento da companhia.

    Líderes autoritários obrigam os colaboradores a cumprir metas rígidas. Já liberais apostam em um ambiente com menos pressão, em que cada um se sinta confortável para produzir à sua maneira. Nesse sentido, os projetos de longo prazo são os melhores para profissionais mais liberais.

    Isso porque projetos longos demandam tempo e calma para que tudo dê certo. Assim, líderes liberais são ótimas escolhas para organizações mais criativas, que precisem da discussão de ideias e dos insights para prosperar.

    4. Motivadora

    Líderes motivadores gostam de apostar todas as suas fichas em um clima organizacional positivo. Desse modo, eles conseguem adaptar as atividades para métodos nos quais os colaboradores se sintam mais estimulados.

    O grande trunfo de líderes motivadores é a capacidade de gerir as questões emocionais dentro do trabalho, ao solucionar problemas de relacionamento que estejam emperrando os projetos. É aquela pessoa que todos gostam de ter por perto.

    Embora bastante valorizados, os motivadores perdem o foco no trabalho caso se concentrem exclusivamente nas vidas pessoais dos colegas. Por isso, é preciso um equilíbrio entre a preocupação com o emocional e com o cumprimento das metas.

    5. Situacional

    Os líderes situacionais são aqueles que conseguem reagir de acordo com o que cada contexto requer. Nesse sentido, suas principais características são:

    • maleabilidade, uma vez que conseguem lidar com equipes indisciplinadas;
    • eliminar os conflitos de egos;
    • mesmo para recompensar times que estejam entregando ótimos resultados.

    Esses profissionais podem ser autoritários quando necessário ou mais liberais quando o comportamento da equipe ajuda. Eles são de grande valia, por exemplo, para empresas que incentivam o intercâmbio de funcionários, uma vez que se adaptarão a diferentes cenários com facilidade.

    Do mesmo modo, contam com habilidades interessantes para empresas que precisam de um rebranding, uma vez que conseguirão transitar com desenvoltura entre os diferentes setores.

    6. Paternalista

    Líderes “paizões” ou “mãezonas” são aqueles que transcendem a relação chefe/colaboradores. Nesse profissional, sobra empatia, mas é preciso tomar cuidado para que essa liderança não se torne uma postura muito permissiva.

    Nesse cenário, funcionários que pouco produzem se sentirão estimulados a continuar entregando resultados medíocres. Líderes com essa característica devem encontrar um equilíbrio entre profissionalismo e a tolerância.

    Por outro lado, não é raro encontrar líderes que sejam simultaneamente paternalistas e autoritários, como uma figura paterna à moda antiga. Novamente, a personalidade forte deve ser equilibrada com a justiça e a capacidade de recompensar bons trabalhos.

    7. Técnica

    O líder técnico é aquele que tem poucos rivais quando o assunto é conhecimento. Estudioso, é um exemplo natural de crescimento de carreira e de desenvolvimento para os seus comandados. A equipe confia nas suas capacidades e o segue naturalmente.

    Contudo, esse líder tem que se certificar de que o seu alto nível de conhecimento seja acompanhado de uma boa dose de empatia. Não adianta muito ter muita capacitação e não ser bom no trato pessoal. Outros pontos fracos que podem surgir nesse líder são:

    • certa dificuldade em aceitar inovações (“time que está ganhando não se mexe);
    • dificuldade para aceitar opiniões de profissionais com menos bagagem de conhecimento;
    • quando o seu foco está apenas na técnica, pode ter dificuldade em se comunicar com cortesia ou transmitir instruções com clareza.

    E aí, em qual desses estilos de liderança você e os seus colegas em posição de chefia se encaixam? Embora sejam delimitados, é possível encontrar pessoas que reúnam características de dois ou mais modelos. Toda empresa poderia se beneficiar com “Técnicos situacionais” ou “Democráticos motivadores”, não é mesmo?

    Para complementar a sua leitura, confira o nosso e-book sobre liderança multigeracional!

  • Como atrair e desenvolver parcerias para o seu negócio

    Como atrair e desenvolver parcerias para o seu negócio

    Atrair e desenvolver parcerias é muito importante para consolidar o seu crescimento no mercado. Contar com bons negócios como aliados pode aumentar o alcance da marca, além de atrair clientes de maneira mais prática.

    Porém, muitos empresários podem se deparar dificuldades no momento de buscar empresas para iniciar parcerias. E se você se encontra nesse grupo, estamos aqui para te mostrar que iniciar uma aliança com outros empreendedores pode ser fácil.

    Leia o artigo a seguir para descobrir como atrair e desenvolver parcerias para o seu negócio!

    Procure por empresas que tenham o mesmo público-alvo

    O primeiro passo para desenvolver parcerias para o seu negócio é procurar por quem tem os mesmos clientes que você. Entretanto, não estamos falando dos seus concorrentes diretos, mas sim de outras empresas que atuam com as mesmas personas.

    Uma oficina de carros tem os mesmos clientes de uma loja que vende peças para veículos, e uma loja pode indicar a outra para seus clientes. Sendo assim, um pode ajudar o outro no mercado, aumentando o alcance das marcas e fazendo com que a parceria seja positiva para ambos.

    Para que algo benéfico surja dessa aliança, é indicado que você procure por empresas localizadas na mesma região que a sua. Além disso, é preciso que o seu negócio ofereça algo positivo para o parceiro.

    Tenha algo a oferecer para o seu parceiro de negócios

    Para que você consiga atrair e desenvolver parcerias com outras empresas, é necessário ter algo atrativo para oferecer. Não estamos dizendo para oferecer permuta de mercadorias ou algo do tipo, mas algo de valor imaterial, que vai trazer algum retorno real para o negócio do seu parceiro.

    Uma boa dica para conseguir fechar alianças interessantes é conhecer e ter os números do seu negócio na ponta da língua. Quantidade de clientes, ticket médio, perfil comportamental e outros dados sobre o perfil dos clientes são muito interessantes de serem apresentados nas negociações de parcerias.

    Para que seja vantajoso para os dois lados, vocês devem visar atrair mais clientes para as duas lojas. Um programa de desconto para quem for comprador de ambas é uma opção para quem quer criar mais movimento e tornar essa parceria mais proveitosa.

    Seu networking precisa ser constante

    networking é uma excelente maneira de atrair e desenvolver parcerias no mundo dos negócios. A prática consiste em aumentar a sua rede de contatos, criando possibilidades de novas parcerias ou ampliando o seu alcance.

    Para aumentar o seu networking, um empreendedor pode frequentar feiras e eventos voltados para empresas do seu ramo. Isso ajuda a mapear quem são os possíveis parceiros que teriam uma sinergia maior para trazer frutos benéficos para o seu negócio.

    A conversa com outros profissionais pode acabar auxiliando você até mesmo a conseguir novos fornecedores, que são importantes aliados do se negócio. A presença em eventos para aumentar o network costuma ser muito benéfica para os empreendedores.

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  • Como lidar com as incertezas do mercado

    Como lidar com as incertezas do mercado

    As incertezas do mercado são frequentes, afinal, tudo está em constante mudança no mundo dos negócios. Essa situação pode acabar causando insegurança em muitos empreendedores.

    Portanto é sempre importante saber como lidar quando as incertezas começarem a aparecer. O comportamento do gestor frente a isso é muito importante para transmitir confiança para os funcionários, além de demonstrar seu entendimento como empresário.

    Se você está interessado em saber como se portar quando a insegurança empresarial chegar, leia o artigo a seguir!

    Entenda: nenhum plano é definitivo

    Para lidar com as incertezas do mercado, o primeiro passo a ser tomado é fortalecimento mental. É necessário entender que o seu planejamento não é definitivo e imutável. É preciso permitir que ele sofra alterações para se adaptar ao cenário de negócios em vigor.

    Não é possível delimitar que um planejamento empresarial seja fixo em um mercado tão volátil quanto o nosso. Hoje, as tendências vêm e vão muito rapidamente, e o empreendedor precisa se adaptar ao que for interessante para o seu empreendimento com rapidez.

    Se um influenciador do seu nicho criar uma tendência agora, amanhã, já será necessário se adaptar a isso. Essa prática vai exigir algumas mudanças em seu planejamento, o que já demonstra que o seu plano não pode ser seguido à risca a todo momento. Ele deve ser um guia, não uma sentença definitiva.

    É claro que é necessário ter um bom planejamento estratégico, afinal, você precisa ter metas para gerenciar o seu negócio. No entanto, é importante entender que nem tudo está ao nosso controle, e que é preciso saber mudar quando o mercado exigir isso.

    Busque entender a causa da incerteza

    Outro ponto para te ajudar a lidar com as incertezas do mercado é buscar entender o que está causando esse sentimento. Fazer uma análise dos seus concorrentes, comparar com a sua empresa, pode ser de grande auxílio para entender o que esta gerando insegurança.

    Seu concorrente começou a atrair os seus clientes, é preciso ser autocrítico com o seu negócio. Por exemplo, o serviço dele passou a ser prestado de maneira mais rápida. Ao analisar essa situação, você percebeu que ele conta com um novo software que dá mais agilidade para ele em comparação à sua empresa.

    Aqui, você conseguiu entender que a causa da sua incerteza é o medo de perder os outros clientes por conta disso. O seu plano de ação agora deve ser focado em superar essa diferença, implementando as mudanças necessárias em seu empreendimento, mas não necessariamente copiando a solução.

    A implementação de tecnologia semelhante para melhorar a sua atuação pode ser uma solução interessante. Porém, para que isso aconteça e você não acabe piorando a situação da empresa, é necessário saber utilizar a nova ferramenta.

    Para isso, é preciso investir em qualificação profissional, o que sempre traz um bom retorno financeiro para a empresa. Isso pode não acontecer de maneira imediata, porém, aos poucos, serão notadas melhorias que, antes, pareciam distantes.

    É necessário calma para lidar com a situação

    Por mais que pareça óbvio, é sempre necessário frisar que é preciso ter calma para lidar com situações de incertezas. Cenários do tipo acontecem a todo momento, não sendo possível escapar disso dentro do universo do empreendedorismo.

    Porém, é preciso ter inteligência emocional para que a situação seja contornada da melhor forma possível. É necessário entender como o problema começou e ter a frieza necessária para resolver qualquer ponto que esteja atrapalhando o seu negócio.

    Entender a causa da incerteza, já apresentada em nosso artigo, te ajuda a pensar de maneira mais racional. Por isso, não subestime os estudos de mercado e passe a olhar para o mundo dos negócios com um olhar mais crítico, visando o futuro para não ser pego de surpresa.

    As estratégias precisam ser revistas periodicamente

    Para não enfrentar maiores dificuldades em relação às incertezas é necessário estar sempre revendo as estratégias e forma de atuação da empresa. Como dissemos, adaptar-se é uma pré-requisito para conseguir sobreviver no mercado.

    Por isso, nada de acomodação, e de achar que o seu empreendimento já conta com um plano bom o suficiente. As mudanças acontecem em uma velocidade muito grande e o que serve hoje, no dia seguinte, já pode estar ultrapassado.

    Por essa razão, é muito importante estar sempre atento ao mercado para verificar quais são as movimentações dos principais nomes do seu ramo. Acompanhar influenciadores, escritores especializados, e os seus concorrentes, é o mínimo a ser feito.

    Dessa forma, nenhuma mudança brusca pega o seu empreendimento totalmente desprevenido, afinal, você já estava antenado sobre possíveis mudanças. Isso te ajuda a enxergar a situação com um olhar mais crítico, além de tomar decisões mais acertadas.

    As suas estratégias podem precisar de mudanças com certa frequência, e devem estar alinhadas com o que o mercado exige em cada situação. Nada de manter um planejamento fixo, pois isso pode acabar representando dificuldades reais para sua empresa. Porém, isso não quer dizer que você não pode ter um plano pré-determinado: é preciso ter um plano que sirva como guia, mas que não seja imutável.

    Concentre-se no planejamento a longo prazo

    No mais, para lidar com as incertezas do mercado, o mais recomendado é agir com foco nos seus objetivos a longo prazo. As mudanças, como vimos, podem ser necessárias.

    Porém, é preciso que as mudanças de planejamento não desviem o seu empreendimento do grande objetivo dele. A tarefa não é simples, porém, com estudo de mercado, é possível tomar as decisões corretas, para evitar as incertezas.

    Contudo, é claro, o seu plano a longo prazo também pode sofrer alterações, afinal, tudo é mutável. No entanto, é necessário que os seus objetivos estejam voltados sempre para o amanhã, afinal, é isso que vai garantir a sobrevivência do seu negócio.

    As estratégias devem estar alinhadas com o momento político que passamos, além da economia, comportamento do consumidor. As alterações para o ambiente digital, por exemplo, são uma tendência que se acelerou nos últimos anos.

    Se você sabe que as pessoas estão, cada vez mais, presentes na internet, não existe motivo para não pensar em planos de longo prazo nesse cenário. Ter uma presença consolidada em ambiente digital, hoje, é um requisito para tornar o seu negócio rentável.

    No mais, nosso artigo fica por aqui, e se você precisa de soluções para a sua empresa, conheça o Hub Sebrae!

  • O impacto da gestão feminina nas empresas

    O impacto da gestão feminina nas empresas

    gestão feminina tem um impacto gigantesco dentro do ambiente empresarial. Além de promover a igualdade de gênero em um negócio, a sua liderança acaba fazendo com que o comportamento da equipe na empresa seja diferente e gera melhores resultados.

    A presença de mulheres nos cargos de liderança é extremamente benéfica. Com números impressionantes e atitudes inovadoras, elas conseguem gerenciar times de maneira efetiva rumo ao sucesso.

    Para descobrir como a gestão feminina impacta no funcionamento das empresas, leia o artigo a seguir!

    Promove a comunicação e os relacionamentos interpessoais

    O primeiro impacto que a gestão feminina pode trazer para as empresas é a melhora na comunicação. Graças à sua boa capacidade de conversação e oratória, elas conseguem transmitir, com clareza, tudo o que um líder espera extrair dos seus colaboradores.

    Assim elas contam com bom diálogo, escuta ativa, afetividade e sensibilidade aguçada, com isso o ambiente de trabalho tende a se tornar mais agradável. Isso, inclusive, aumenta a produtividade dos funcionários de maneira direta, afinal, com comunicação mais clara, todos sabem o que deve ser feito.

    Esse aspecto positivo também acaba tornando o relacionamento interpessoal com os funcionários mais leve e descontraído, mesmo que exista cobrança, pois as líderes escutam seus colaboradores. A gestão feminina consegue trabalhar muito bem as relações que são construídas dentro do ambiente organizacional.

    Estimula o ambiente participativo

    Outro impacto notado por mulheres gestoras é que a liderança é mais participativa e colaborativa. No momento da tomada de decisões, a opinião de outros funcionários da empresa também é levada em consideração antes de qualquer atitude ser tomada.

    Isso dá maior senso de responsabilidade para os membros da equipe, o que acaba aumentando o engajamento do seu time. Essa prática pode trazer excelentes resultados, pois apoia o desenvolvimento, melhora a performance e estimula a autoliderança dos colaboradores.

    Além disso, ter uma liderança mais participativa é essencial para promover a inovação em sua empresa. Quanto mais pessoas tiverem espaço para expor suas opiniões, mais rico será o ambiente de trabalho, e mais ideias novas podem surgir nas reuniões promovendo a criatividade.

    Melhora a gestão financeira

    Como dissemos até aqui, a gestão feminina impacta uma empresa de diferentes formas, e todas elas acabam resultando em mais lucro. Agora vamos falar necessariamente dos números, para mostrar que as mulheres líderes são excelentes gestoras financeiras.

    Segundo relatório da McKinsey, empresas que contam com mais mulheres em seus quadros de liderança, conseguem ter um desempenho financeiro até 21% melhor. Isso só mostra o quanto uma gestão realmente efetiva é importante dentro de um empreendimento.

    Assim as mulheres conseguem se sobressair no mercado, promovendo resultados melhores do que os de homens. Reconhecer o seu valor, e promover a igualdade de gênero em uma empresa, é sempre muito importante, além de lucrativo.

    Nosso artigo fica por aqui, e esperamos que tenha conseguido entender o quanto a gestão feminina pode ser benéfica para as empresas. Se você gostou de nos acompanhar até aqui, aproveite para acessar nosso e-book sobre liderança multigeracional.