Categoria: Gestão

  • 5 dicas para melhorar a entrega de produtos para seus clientes

    5 dicas para melhorar a entrega de produtos para seus clientes

    Empreender não é apenas vender boas mercadorias e divulgá-las nas redes sociais. Para que a sua empresa conquiste uma boa reputação, a gestão logística de entregas deve ser caprichada. Afinal, avaliações como “bom produto, mas demora muito” não são exatamente lisonjeiras para o negócio.

    Por isso, otimizar a entrega de produtos passa por diversas etapas, desde o planejamento de envios, à estocagem adequada e à escolha de parceiros de qualidade, por exemplo. Neste post, mostraremos as 5 principais dicas para melhorar a sua logística. Venha conosco!

    1. Faça um bom planejamento

    A primeira etapa para garantir uma boa gestão logística é realizar um planejamento de compras. Isso passa pela previsão de vendas e giro de estoque, assim como a definição e monitoramento do calendário do envio de produtos — e do recebimento de matérias-primas.

    Além das planilhas de Excel, você pode investir em um software de gestão integrada para centralizar suas informações e facilitar o acesso desses dados. Com o crescimento do negócio, será possível utilizar ferramentas de análise de dados, como o Big Data, para traçar tendências de consumo e otimizar os envios de acordo com a sazonalidade.

    Só não se esqueça de atualizar diariamente o calendário para não perder o prazo de nenhum cliente. Além disso, dependendo da mercadoria vendida, a estocagem inadequada pode fazer com que ela pereça — como no caso de quem vende alimentos.

    2. Controle o estoque

    Caso o seu objetivo seja otimizar a gestão geral da entrega, é essencial controlar as mercadorias no estoque. Afinal, não adianta prometer prazos extremamente atrativos e, na hora da remessa, descobrir que aquilo que você “vendeu” não está na prateleira.

    Por isso, mapeie o estoque semanalmente, com especial atenção para os produtos que saem mais. Você poderá sinalizar, no e-commerce, que tal mercadoria está temporariamente indisponível. Do mesmo modo, esse controle e a observação das vendas por período ajudam a prever a demanda futura.

    3. Otimize a gestão de frete

    Ofereça diversas opções de frete, das mais econômicas até aquelas para quem quer receber o produto em menos tempo. Desse modo, o cliente terá uma previsão realista de quanto ele terá que gastar e quando terá o produto em mãos.

    Outra ideia interessante é investir no modelo de varejo phygital, que integra os ambientes físico e online. Um exemplo é a possibilidade de que ele possa retirar o produto na loja sem ter que arcar com o frete — e recebendo a mercadoria em menos tempo.

    4. Registre as entradas e saídas de produtos

    Esse registro complementa o controle do estoque, sobre o qual já falamos. Documentar as entradas e saídas é até mesmo uma maneira de mapear os produtos que estão encalhados nas prateleiras e traçar novas estratégias de vendas baseadas no que dá lucro.

    Isso permitirá a criação de estimativas em relação à rotatividade do estoque e às compras de materiais. Com esse controle, você também poderá apostar em promoções para produtos com uma vendagem baixa e até mesmo descobrir um nicho.

    Afinal, um produto que vende pouco não é necessariamente considerado ruim, mas talvez tenha sido pouco divulgado e explorado nas estratégias de marketing.

    5. Tenha parceiros de qualidade

    Como estamos falando de entregas, nada do que falamos até aqui é viável sem parceiros que respeitem os prazos de envio. Isso é especialmente importante se a sua empresa não quer depender apenas dos correios, mas diversificar as práticas.

    Por isso, pesquise na internet sobre empresas que tenham boas referências. Converse com as pessoas da sua rede de contatos e peça indicações. Desse modo, será possível identificar não apenas parceiros que entregam rápido, mas que também conservam a integridade dos produtos.

    A entrega de produtos é uma etapa crucial para que o seu negócio seja bem visto pelos clientes. Muitas pessoas desistem de continuar o relacionamento com a empresa caso o envio seja demorado demais, uma vez que um concorrente está a apenas um clique de distância. Por isso, é essencial investir nessa logística.

    Caso você queira ler mais sobre o gerenciamento dos seus produtos, descubra os 8 erros de planejamento que você pode estar cometendo!

  • 3 dicas de gerenciamento de estoques em datas comemorativas

    3 dicas de gerenciamento de estoques em datas comemorativas

    Você sabia que o gerenciamento de estoques não está relacionado somente à gestão da entrada e saída de mercadorias no seu armazém, mas também à garantia de uma melhor experiência do cliente, principalmente em épocas do ano em que as vendas estão mais aquecidas, como em datas comemorativas?

    Reconhecer que a gestão de estoques é parte essencial do planejamento estratégico é fundamental porque proporciona inúmeros benefícios tanto para o seu negócio quanto para o cliente. E, para isso, você deverá prestar atenção especial para esta atividade, o que requer mais que um simples checklist.

    Confira dicas de como realizar o gerenciamento de estoques para datas comemorativas!

    Como um bom gerenciamento de estoques pode impactar o seu negócio?

    Datas comemorativas são momentos do ano marcados pela maior disposição dos consumidores em realizar compras, seja para si mesmo ou para presentear alguém querido.

    Assim, um bom gerenciamento de estoques é capaz de trazer muitos benefícios para o seu negócio nestes momentos do ano, dos quais podemos destacar:

    • previsibilidade de demanda: você consegue entender melhor seu nível de demandas e eventuais necessidades de reposição;
    • otimização de espaço: possibilita que seu negócio armazene somente o necessário para a produção e/ou venda, sem falta ou excesso de produtos;
    • redução de desperdícios: é possível eliminar custos excessivos e desnecessários para o seu negócio, aumentando a margem de lucro;
    • otimização de eficiência operacional: seu negócio consegue estar melhor organizado para que não haja perda de oportunidades de venda por mercadorias em falta;
    • melhora na experiência do cliente: contribui para maior satisfação do cliente ao receber o produto em perfeitas condições e dentro do prazo estimado de entrega.

    Afinal, como faço uma gestão de estoque eficiente em datas comemorativas?

    Separamos algumas dicas para você começar a colocar em prática o gerenciamento de estoque. Confira!

    1. Analise seu histórico de vendas

    Trace um estudo das operações de venda de anos anteriores nos mesmos períodos para qual está se organizando, sempre tendo atenção às mudanças no comportamento de consumo do seu público e aos níveis de demanda de um ano para o outro.

    2. Acompanhe tendências de mercado e concorrentes

    Busque dados sobre o consumo e tendências de mercado para o momento do ano para qual está se planejando para atualizar constantemente suas atividades. Também esteja atento às ações realizadas pela concorrência!

    3. Conte com bons fornecedores

    Pensando em melhorar cada vez mais a experiência do seu cliente, principalmente em cenários de alta demanda, é importante ficar atento à seleção dos fornecedores como estratégia eficiente de compras. Portanto, leve em consideração aspectos como:

    • preços competitivos;
    • prazos de entrega que atendem sua demanda;
    • flexibilidade para demandas inesperadas;
    • velocidade de entrega.

    Como a tecnologia pode ser minha aliada no gerenciamento de estoques?

    A tecnologia pode ser usada na gestão de estoques para automatizar processos e, assim, torná-los mais assertivos. Isso contribui para a redução de riscos e falhas, além do aumento da eficiência e produtividade das atividades desempenhadas.

    Assim, com o auxílio de sistemas de gerenciamento de estoques, seu negócio consegue realizar:

    • integração de setores;
    • previsão de compras baseado no limite estipulado para estoque mínimo e máximo;
    • análise de custos, podendo estimar o lucro sobre cada produto; 
    • otimização de processos através da integração de dados e automação de atividades;
    • prevenção de falhas através de controle automatizado de entradas e saídas;

    Agora você já pode dizer que conhece tudo sobre a importância de realizar um bom gerenciamento em datas comemorativas e, acima de tudo, como preparar seu estoque nestes períodos do ano de alta demanda de vendas.

    Gostou do artigo e quer conhecer melhor sobre como aumentar as vendas de final de ano, um dos maiores períodos de aquecimento do comércio? Então, leia o nosso post sobre este assunto agora mesmo!

  • Formação de preço: descubra como fazer em seu negócio

    Formação de preço: descubra como fazer em seu negócio

    A formação de preço é um assunto que desperta muitas dúvidas entre os empreendedores. Afinal, alguns termos que estão sempre em evidência nos noticiários, como “dumping” (preços muito abaixo nas exportações) e “underselling” (preços abaixo do valor de custo), têm tudo a ver com precificação.

    Para não errar na formação de preços, é necessário considerar diversos fatores. Afinal, toda loja tem despesas, então a precificação deve levar em conta os gastos que existem para manter o negócio ativo. Neste post, apresentaremos tudo o que influencia o valor final que a sua loja praticará. Boa leitura!

    Leve os custos unitários em consideração

    O custo unitário dos produtos é um bom ponto de partida para começar a sua precificação. Para iniciar o cálculo final do seu preço, considere o que a sua loja pagou pela unidade daquela mercadoria.

    Caso o valor unitário não esteja registrado nas suas contas, é fácil descobrir: divida o valor pago pelo pacote pelo número de itens que vieram neles. Um lote de 10 teclados de computador sem fio que custou R$ 1500, por exemplo, mostra que foram gastos R$ 150 em cada unidade.

    Tendo esse valor em mente, você saberá precificar sem perder a lucratividade — nesse caso, não poderá vender por R$ 150 ou menos.

    Respeite a margem

    Ao estabelecer uma margem de contribuição para que o seu negócio sobreviva, você precisa respeitá-la. Por isso, caso você tenha escolhido um ganho de 25% sobre o custo de cada item, mantenha-se dentro do seu plano — a não ser que a estratégia precise ser modificada.

    Caso um produto dê prejuízo e fique muito longe de render aqueles 25% de lucro que você estipulou, não adianta insistir e mantê-lo no estoque.

    Contabilize as despesas

    Agora que você descobriu o valor unitário de cada peça, é o momento de levar em consideração as despesas da empresa. Para isso, é importante dividi-la em gastos fixos e variáveis, para que nada fique fora da precificação final, o que atrapalharia a mensuração da lucratividade.

    As despesas variáveis são as esporádicas, como gastos de emissão de boletos, substituição de itens que sofreram algum dano ou a comissão de alguém que prestou um serviço para você, como um influencer digital que ajudou a divulgar os produtos.

    Já os custos fixos são aqueles dos quais não dá para escapar. Basta citar alguns exemplos para você entender o porquê de eles serem considerados permanentes:

    • aluguel da loja;
    • hospedagem do site;
    • gastos com o plano de internet;
    • contas de água e luz;
    • entre outros. 

    Tanto os gastos fixos quanto os variáveis precisam ser considerados na precificação. O interessante é que você pode usar as suas próprias vendas para cobrir os custos, ao determinar um percentual de lucro em cada produto que venha a comercializar.

    Exemplo: caso os seus gastos fixos e variáveis sejam de, aproximadamente, R$1000 reais por mês e você tenha um produto cujo preço seja de R$ 200, 20% desse valor final seria de R$40. Por isso, você precisaria vender 25 unidades dele para custear os R$ 1000 reais de despesa.

    Desse modo, fica mais fácil entender quantos produtos de cada tipo você precisa comercializar para manter o seu negócio vivo — e o que sobrar vira lucro para você.

    É importante observar que é preciso incluir os valores de impostos que você é obrigado a pagar, como o Documento de Arrecadação do Simples Nacional, que MEIs devem custear todo mês. Também é preciso considerar, em qualquer uma das modalidades apresentadas, os descontos que você pretende ofertar.

    Conheça o markup

    Existe o markup e existe a margem de lucro, embora os dois termos sejam muito confundidos por aí. Para entender, considere o seguinte:

    • margem de lucro é a porcentagem que retorna ao caixa quando todos os custos, fixos e variáveis, são quitados. Ela é calculada pela subtração dos gastos do preço final de um produto;
    • markup é o percentual aplicado aos produtos, também conhecido como “lucro desejado”.

    Os dois conceitos são muito importantes para conseguir uma precificação adequada. A margem de lucro é, inclusive, utilizada na fórmula de cálculo do mark-up, que é:

    Markup = 100 / [100 – (DV + DF + ML)]

    Nessa fórmula, as siglas correspondem a:

    • DV é o percentual relacionado às despesas variáveis;
    • DF o percentual relacionado às despesas fixas;
    • ML é o percentual relacionado à margem de lucro.

    Vamos pensar em um produto A. Suponhamos que você determine que 20% das vendas de cada unidade desse produto vão para a cobertura das despesas fixas e 15% para as variáveis. Já A margem de lucro que você quer obter em cima da mercadoria é de 25%. Nesse caso, temos:

    Markup = 100 / [100 – (15 + 20 + 25)]

    Markup = 100 / (100 – 60)

    Markup = 100 / 40

    Markup = 2,5

    Se o preço de compra de cada unidade dessa mercadoria é de R$ 50, então o preço de venda deve ser de R$ 125, que é o que encontramos quando multiplicamos 50 por 2,5 do markup.

    Estude a concorrência

    Por fim, é preciso estudar bem a concorrência antes de definir a precificação. Caso o seu negócio seja o único do ramo na cidade, por exemplo, esse fato pode ser explorado para obter valores maiores. Entretanto, caso você tenha muitos concorrentes de qualidade, praticar preços altos demais resultará em menos vendas.

    Por isso, visite os sites ou catálogos dos seus concorrentes e observe os valores. Caso você note que os seus estão muito acima do mercado, há o risco de ficar com estoque encalhado. Você pode diminuir o preço ou, dependendo da aceitação da mercadoria, tirá-la de circulação.

    Você também pode apostar em vendas conjuntas. Deve ter um produto que é considerado o carro-chefe da empresa, certo? Então aquele produto que está com um valor acima do mercado pode ter o seu preço reduzido quando for vendido junto com a mercadoria que vende mais.

    Afinal, como o produto mais comercializado sempre terá compradores, você pode apostar em pacotes com aqueles produtos encalhados ou que estejam com o valor acima da média. Caso a estratégia não dê certo, talvez o melhor mesmo seja tirar a mercadoria do catálogo.

    Como pudemos ver no artigo, a formação de preço depende de diversos fatores, como o custo unitário, a margem de contribuição, o markup e o estudo minucioso da concorrência. Combine todas essas dicas para oferecer boas condições para seus clientes, sem perder a lucratividade! O Sebrae Alagoas conta com cursos e treinamentos para ajudar nos desafios financeiros.

    Gostou do artigo e quer conferir outros conteúdos como este em primeira mão? Então, siga as nossas redes sociais: estamos no Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter e YouTube!

  • Descubra o que é a gestão de relacionamento com o cliente e implemente em sua empresa!

    Descubra o que é a gestão de relacionamento com o cliente e implemente em sua empresa!

    A gestão do relacionamento com o cliente é, basicamente, um conjunto de estratégias e boas práticas para melhorar a relação da marca com seus consumidores. Esse gerenciamento foca em mostrar para o público que ele não representa apenas um número para aquele negócio, mas pessoas cujas opiniões são levadas em conta.

    Nesse sentido, cuidar da gestão de relacionamento com o cliente é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Isso porque aquele tempo no qual as pessoas precisavam procurar pelas empresas não existe mais: agora são as lojas que precisam ir atrás de consumidores, já que é muito fácil encontrar tudo na internet e fazer comparações.

    Neste post, mostraremos as principais dicas para fortalecer o relacionamento com seu cliente. Você notará que é possível conciliar as práticas com técnicas de vendas, desde que a empresa seja capaz de promover uma boa jornada de compra. Boa leitura!

    Colete e armazene as informações

    Hoje, é possível capturar as informações necessárias para identificar o perfil dos seus clientes e categorizar o seu comportamento. Assim, a boa gestão de relacionamento utiliza dados para agregar valor com o que é encontrado nas análises.

    Por exemplo: por meio de um sistema de gestão, como o ERP, a empresa consegue centralizar informações sobre determinados clientes. Assim, ela tem dados sobre o seu histórico de compra, meios de contato preferidos para se comunicar e as solicitações que ele mais faz.

    É preciso consultar essas informações vez ou outra para mostrar que a empresa leva em conta as modificações. Uma companhia que tente contatar o consumidor em um telefone que ele não usa mais, por exemplo, mostra que ela não é eficiente no armazenamento de dados.

    Analise o comportamento do consumidor

    A análise de dados do consumidor tem como objetivo descobrir tendências, entender melhor os consumidores e estabelecer padrões de consumo.

    Por meio desse estudo, será possível criar perfis de clientes e desenvolver produtos cada vez mais personalizados para não só vender mais, mas também fortalecer o relacionamento.

    Além disso, esse trabalho com dados também pode orientar os conteúdos do seu blog. Algumas ferramentas nesse sentido são:

    • Big Data;
    • Business Intelligence;
    • Google Data Studio;
    • Tableau.

    Muitas vezes, as pessoas precisam de conselhos especializados sobre problemas que enfrentam continuamente, mas não sabem onde encontrar a resposta.

    Caso uma empresa de tecnologia identifique que seus clientes têm problemas com invasões de hackers e sequestros de dados, por exemplo, ela pode focar nesse assunto por meio de artigos, vídeos e posts nas redes sociais. Assim, ela se fortalece como uma empresa que não está só interessada em vender, mas também em prover soluções.

    A versatilidade das ferramentas de análise de dados proporciona o estudo do histórico digital da empresa, podendo mapear vendas sazonais e padrões de consumo, além de apresentar um conhecimento aprofundado das pessoas que compram na loja.

    Dessa forma, o negócio fortalece a gestão de relacionamento com o cliente em duas frentes: vendas e conhecimento relevante.

    Acompanhe o histórico de compras

    É um clichê no mundo do marketing, mas é verdade: é mais fácil fidelizar clientes do que conquistar novos consumidores. Afinal, a pessoa que já comprou algo da sua loja já passou por toda a jornada de compra e conhece bem os métodos da empresa. Já um lead sempre tem alguma insegurança antes de fechar negócio.

    Por isso, investigue o histórico daqueles clientes que compram com frequência. Sua loja poderá criar promoções especialmente voltadas para eles, reforçando o relacionamento com a marca e, ao mesmo tempo, oferecer condições melhores para eles levarem mais produtos.

    Esse tipo de iniciativa mostra que não há conflito entre investir no relacionamento com os clientes e vender mais. Isso porque a empresa lucra com a solução de problemas, enquanto os consumidores desfrutam de mercadorias e serviços de qualidade.

    Promova interações nas redes sociais

    Você provavelmente já viu, nas redes sociais, alguma marca fazer perguntas como: “Do que você mais gosta no produto X?”. Esse tipo de interação é valioso não só para obter informações para melhorar aquela mercadoria, mas também para estabelecer um contato próximo com os clientes.

    Uma empresa que não tem uma boa presença digital corre o risco de ser completamente esquecida, uma vez que limita o seu escopo às pessoas que queiram se deslocar fisicamente até ela. Contudo, com tantas opções na internet, a tendência é que cada vez menos consumidores estejam dispostos a isso.

    Analisar o comportamento dos seus clientes nas redes sociais também é ótimo para acompanhar as tendências de perto, como os produtos que eles mais têm curtido, o que tem mais destaque nas avaliações, além de dados demográficos sobre eles, como:

    • idade;
    • gênero;
    • região em que mora;
    • estilo de vida;
    • hábitos de consumo.

    As redes sociais também servem para tirar dúvidas dos clientes em potencial que ainda precisam de mais informações antes de fechar uma compra. Com uma primeira interação produtiva e um bom atendimento, aumentam as chances de que aquela pessoa não só vire uma consumidora, como seja fidelizada.

    Peça feedbacks

    Toda empresa tem algo a melhorar: até mesmo os grandes conglomerados estão sempre buscando maneiras de oferecer soluções cada vez mais assertivas. Para obter isso, nada melhor do que contar com os clientes, que mantêm o negócio vivo.

    Por isso, não hesite em pedir feedback. Esse é o tipo de atitude que não só fortalece o relacionamento com as pessoas, que se encantam ao notar que suas sugestões são levadas em conta, mas também ajuda a empresa a crescer, ao implementar mudanças baseadas em seu público-alvo.

    Essa interação é o que complementará os bons produtos e tornará a empresa uma referência em seu setor. Sites como o Reclame Aqui são amplamente utilizados pelas pessoas para identificar empresas que levam o relacionamento com o cliente a sério.

    Não à toa, o site tem uma pontuação para ranquear as empresas que mais se preocupam em responder às solicitações. Gerir bem o relacionamento com o cliente passa por essa atitude de não negligenciar seus problemas, reclamações ou sugestões.

    Implemente melhorias

    Você deve ter notado que todas as sugestões até aqui envolviam a checagem de informações sobre os clientes, como uma forma de melhorar o relacionamento com eles. Com esse estudo, você também pode implementar melhorias ao descobrir falhas na gestão.

    Existe uma métrica conhecida como churn, que mede a quantidade de clientes que abandonaram a empresa. Embora não seja provável que a empresa fidelize todos os seus leads, é possível diminuir essa rotatividade.

    Por isso, adote a iniciativa de sempre enviar uma mensagem no pós-venda, incentivando os clientes a avaliarem a jornada de compra. Mesmo que muitas pessoas não respondam, você ainda terá respostas que direcionarão as novas estratégias.

    Caso você não tenha muitas respostas, experimente enviar cupons de 5 ou 10% para incentivar as respostas a uma pesquisa de satisfação, por exemplo. Se a maioria das pessoas apontar o atendimento como um ponto fraco, a empresa saberá onde focar seus esforços para melhorar.

    Como pudemos ver no artigo, a gestão de relacionamento com o cliente envolve toda a interação de uma empresa com seus consumidores. Por meio dessas dicas, será mais fácil criar uma relação duradoura com o maior número possível de pessoas — não só vendendo, mas solucionando seus problemas.

    Gostou do artigo e quer saber como o Sebrae Alagoas pode ajudar a sua empresa nessa tarefa? Então, entre em contato conosco para saber mais!

  • Analise os riscos do negócio com essas dicas

    Analise os riscos do negócio com essas dicas

    Qualquer atividade profissional está sujeita a riscos diversos, independente do tamanho da empresa. O próprio ato de investir em um equipamento novo carrega alguns perigos, como a incerteza se ele ajudará o negócio realmente a atingir um novo patamar.

    Contudo, quando bem realizada, a análise de risco do negócio ajuda empreendedores a mapear toda a rotina produtiva e se precaver contra imprevistos e obstáculos. Neste post, apresentaremos as principais etapas para realizá-la. Venha conosco!

    Defina a situação a ser analisada

    A análise de riscos deve ser aplicada somente em situações específicas. Uma empresa que esteja passando por um reposicionamento de mercado, como a mudança do público-alvo, precisa identificar os perigos dessa modificação brusca.

    Portanto, é preciso desmembrar o processo em diferentes ações, de modo a poder avaliar as ameaças de maneira individualizada. No exemplo acima, alguns questionamentos podem ser feitos:

    • A empresa corre o risco de perder uma grande carteira de clientes?
    • A concorrência é mais pesada no nicho que ela deseja explorar?
    • A empresa tem habilidades e conhecimento suficientes para fazer uma mudança abrupta de curso?

    Note que todas as perguntas se relacionam ao objetivo da empresa do nosso exemplo. É uma maneira de dividir o problema em várias partes e analisar tudo o que o cerca.

    Estabeleça o grau de cada risco

    Diferentes riscos têm pesos diversos. Ter o site comercial da empresa invadido por hackers, por exemplo, é bem mais perigoso financeiramente do que ter que fazer um reembolso de um valor baixo para um cliente insatisfeito com um produto.

    Por isso, para lidar com os diferentes riscos, nada melhor do que estipular um grau de perigo para cada um deles. Um modo de fazer isso é adotar uma escala de priorização, que vá de 1 até 5.

    Aqueles que se enquadrem no 5 e que envolvam risco alto de prejuízo, devem ser combatidos primeiro. Já aqueles riscos que se encaixam no grau 1 e não são tão danosos assim para a empresa, podem ser analisados futuramente.

    Escolha as estratégias de combate

    Depois de diagnosticar os riscos e estabelecer o grau de ameaça de cada um, é a hora de escolher como lidar com eles. É possível fazer isso de diferentes maneiras.

    Aceitar os riscos

    Caso o risco seja considerado de grau baixo e não comprometa a lucratividade, a empresa pode até conviver com ele e considerá-lo aceitável. É o caso daqueles que são diagnosticados como de grau 1.

    Transferir riscos

    Por outro lado, o risco pode ser transferido para terceiros. Um exemplo: a contratação de um seguro corporativo que proteja a empresa das consequências de um risco de grau elevado.

    Mitigar riscos

    Mitigar e reduzir o grau do risco. Executar ações e melhorar processos, propor soluções que reduzam o impacto do risco mapeado. É uma alternativa interessante, reduzir os impactos negativos e melhorar os resultados.

    Evitar riscos

    Nesse caso, a empresa combate os riscos na fonte. Isso envolve mudar certas rotinas para evitar perigos de alto grau. Caso uma empresa lide com vazamentos de informações, por exemplo, ela pode treinar seus funcionários para que eles aumentem o seu conhecimento de informática e contratar serviços de proteção das informações.

    Explorar riscos

    Explorar riscos é se arriscar. Um exemplo é a empresa que decide investir uma grande quantia em tecnologia que tem dado resultados no mercado, mas que exija um alto investimento, que comprometa outros custos.

    Documente o que foi encontrado

    Cada etapa deve ser devidamente documentada para que a empresa não se surpreenda tendo que combater erros que acontecem seguidamente.

    Posteriormente, esses dados servirão para uma revisão periódica, que visa o aprimoramento das estratégias. Empresas pequenas, mas que queiram crescer, podem repassar esses dados aos novos funcionários e manter um alto padrão de qualidade em seus processos.

    Monitore as situações

    Por fim, é preciso monitorar as medidas de prevenção implementadas. Com base nessa revisão periódica, será possível identificar medidas de aprimoramento, uma vez que os processos não são estáticos.

    Conforme a empresa cresce, novas oportunidades surgem. No entanto, com o mapeamento dos riscos, será mais fácil expandir as operações de maneira sustentável. A análise de riscos do negócio deve ser aplicada primeiramente em áreas que sejam diagnosticadas como problemáticas pelos empreendedores — e que prejudiquem a lucratividade.

    Curtiu o artigo e quer conferir outros posts como este? Então, curta a nossa página no Facebook para não perder nenhuma novidade!

  • Como liderar a geração Z: veja 4 estratégias que podem ajudar

    Como liderar a geração Z: veja 4 estratégias que podem ajudar

    Você sabe como liderar a geração Z? Os profissionais da geração visam o desenvolvimento de competências e o crescimento da carreira — o valor do salário e os benefícios também são fatores muito importantes para essa geração. Além de realistas, esses profissionais são muito práticos, responsáveis e autodidatas.

    Com isso, podemos perceber que saber liderá-los é muito importante, pois eles têm facilidade para auxiliar na resolução de problemas e, ao mesmo tempo, gostam de uma gestão transparente e ética.

    Pensando em ajudar você a liderar essa geração, separamos algumas dicas para colocá-las em prática quanto antes. Veja quais são elas!

    1. Esteja aberto para a inovação

    A geração Z cresceu sob a influência da tecnologia. Portanto, eles sempre estão em busca de fugir do famoso “mais do mesmo”. Esses profissionais são conectados e práticos, logo, podem propor soluções que ajudam a simplificar a tomada de decisão do cliente final.

    Essa forte conexão com a tecnologia permite que eles vivam diferentes realidades, absorvendo até mesmo informações mais complexas. À medida que o líder estimula essa geração para se expressarem livremente, as ideias inovadoras começam a surgir, uma vez que esses profissionais conseguem se desenvolver melhor em um ambiente mais colaborativo e prazeroso.

    2. Ofereça feedbacks constantemente

    A geração Z valoriza uma relação mais próxima, portanto, prefere se comunicar pessoalmente e, ainda, gosta de receber avaliações sobre o seu trabalho, a fim de entender seus pontos positivos e oportunidades de melhorias.

    Criar uma política de feedbacks é fundamental para motivar essa geração e contribuir para que ela trabalhe mais alinhada com os objetivos da empresa, melhorando, dessa forma, o seu desempenho e a sua produtividade.

    Além disso, os feedbacks ajudam a reter os talentos da geração Z, principalmente quando eles são usados para incentivar o desenvolvimento de novas competências e habilidades — sem contar que, por meio dele, é possível entender as causas de eventuais problemas e, assim, trabalhar para corrigi-los.

    Os feedbacks ajudarão a motivar a geração Z , retendo esses talentos na empresa. Ao mesmo tempo, é possível desenvolvê-los para que possam trazer melhores resultados. Nesse sentido, é importante que o líder:

    • saiba ouvi-los;
    • defina metas realistas;
    • invista em benefícios;
    • trace um plano de carreira personalizado;
    • desburocratize o trabalho;
    • promova constantes capacitações.

    Lembre-se de que essa geração sempre está em busca de novas oportunidades, portanto, é necessário valorizar o que eles fazem, a fim de motivá-los a melhorar seu desempenho dentro da empresa.

    3. Seja firme na sua liderança

    Muitas pessoas acham que é difícil liderar a geração Z porque falta senso de hierarquia para esses profissionais. No entanto, por mais que eles gostem de serem tratados em pé de igualdade, é importante se manter firme em suas decisões para fazer com que eles entendam o que precisa ser executado e melhorado.

    Uma liderança firme não precisa ser grosseira e muito menos intimidadora. Apenas mostre a eles o caminho certo, explicando os motivos que o levam a tomar determinada decisão.

    Um bom líder, sempre adotará uma postura justa. Nesse sentido, para trabalhar com a Geração Z é preciso:

    • saber ser ouvido, sem precisar gritar;
    • fazer a equipe se sentir segura;
    • ter confiança nas suas decisões e, claro, em si mesmo;
    • ser um bom professor;
    • saber aproveitar os talentos de cada um;
    • assumir as responsabilidades pela equipe etc.

    4. Reconheça os liderados

    Essa geração valoriza empresas que reconhecem os seus esforços — e isso não quer dizer que eles querem apenas elogios, muito pelo contrário, o reconhecimento que eles buscam está na sua progressão de carreira.

    Como dito, esses profissionais são inovadores e gostam de estar em constante desenvolvimento. Dessa forma, se a empresa reconhece todo seu trabalho e oferece diferentes tipos de bonificações, consequentemente eles se sentirão cada vez mais engajados com os resultados da organização.

    Agora você já sabe como liderar a geração Z! Embora alguns desafios podem ser encontrados no meio do caminho, como a retenção de talentos, dificuldades para aceitar críticas etc., é possível fazer uma boa gestão desses profissionais, oferecendo a eles benefícios e possibilidades de crescimento na carreira.

    Quer aprender mais sobre o assunto? Baixe agora mesmo o nosso e-book e aprenda a liderar para diferentes gerações. Boa leitura!

  • Liderança e persuasão: 7 dicas para influenciar as pessoas

    Liderança e persuasão: 7 dicas para influenciar as pessoas

    Muitas pessoas ambicionam cargos de liderança, até mesmo como uma forma de motivar os colegas e disseminar boas práticas nas empresas. Contudo, esse papel é sempre disputado e nem todo mundo tem o que é necessário para liderar e persuadir.

    Neste post, listamos as principais dicas para quem quer combinar características de liderança e persuasão. Você verá que nem todo chefe precisa ser autoritário e severo com seus colaboradores, uma vez que é possível utilizar o cargo para promover mudanças positivas no negócio. Continue a leitura!

    1. Tenha uma fala firme

    Falar com segurança e firmeza é imprescindível para adquirir o respeito dos colegas. Além disso, líderes precisam se comunicar de maneira clara, como uma forma de facilitar o cumprimento das tarefas por parte dos seus comandados.

    Para aqueles que querem ter uma fala firme e que inspire os funcionários, podemos oferecer 3 dicas importantes:

    • saiba controlar o que você diz. Isto é, só passe informações embasadas, sem recorrer aos achismos. Desse modo, você mostra que sabe bem do que está falando, uma vez que pesquisou sobre o assunto;
    • saiba controlar a maneira como você diz. Seja articulado, não paternalista. Você não precisa ser uma pessoa tirana, mas a sua fala deve focar no essencial, que são os objetivos do negócio;
    • reconheça os erros, uma vez que o clichê é verdadeiro: todos erram em algum momento. O importante é aprender a lição e adicionar a correção ao seu repertório.

    2. Consiga a atenção da equipe

    Para conseguir a atenção da equipe, nada melhor do que demonstrar paixão sobre aquilo que você está falando. Por isso, domine a sua área de atuação, estude as tendências e o futuro daquela área. É todo esse conhecimento que estimulará os comandados a repetir o exemplo.

    Quando você tem paixão pelo próprio trabalho, será bem mais fácil se aprofundar nele — e transmitir aquele sentimento para outras pessoas. Do mesmo modo, o conhecimento da área de atuação fará com que você consiga elaborar bons exemplos para repassar às equipes.

    Para conseguir a atenção da equipe, influenciar persuadir pessoas algumas dicas são fundamentais:

    • torne mais interessante o assunto do qual você está falando. Cite exemplos que o aproximem das pessoas, aplique em situações rotineiras do trabalho;
    • aposte no storytelling, tanto na fala como na comunicação escrita;
    • fuja dos clichês da comunicação, como apresentações monótonas no Powerpoint ou memorandos longos e pouco informativos. Use a criatividade.

    3. Adote uma comunicação clara

    Abordamos brevemente esse aspecto no primeiro tópico, mas é preciso reforçá-lo: não adianta ser firme, é preciso se certificar de que todos entendam a sua mensagem. Isso vale tanto para a fala quanto para a comunicação escrita.

    Seja transparente. Caso note que muitas pessoas erram constantemente na execução de suas atividades, esse pode ser um sinal de que elas não entenderam muito bem o que deve ser feito. Peça feedbacks aos funcionários sobre a comunicação interna da empresa e como ela pode mudar para melhorar a sua efetividade.

    4. Desenvolva a autoconfiança

    Líderes precisam ter convicção em suas próprias habilidades caso queiram inspirar respeito e segurança em suas equipes. Afinal, é bem mais fácil motivar um time quando a pessoa que está no comando sabe o que está fazendo — e demonstra isso com suas ações.

    Do mesmo modo, líderes que sejam pouco confiantes geralmente são críticos demais a respeito de si e da sua capacidade. Isso faz com que eles não tenham a firmeza necessária para comandar os trabalhos em equipe, o que faz com que queiram agradar a todos.

    Por isso, sem autoconfiança, não existe liderança ou persuasão. Alguém que não leve muita fé nas suas próprias palavras não conseguirá energizar a equipe. Essa característica pode ser desenvolvida por meio dos seguintes princípios:

    • capacitação contínua;
    • acompanhamento das tendências do mercado no qual a empresa está inserida;
    • experiências práticas;
    • enfrentamento direto aos desafios do negócio e as incertezas do mercado.

    Com uma mistura entre boa capacitação, experiência e determinação, a autoconfiança será um atributo natural dos líderes.

    5. Seja humildade

    Líderes autoconfiantes não são, necessariamente, arrogantes. É possível conciliar essa característica com outra, igualmente valiosa: a humildade. Isso pode ser feito por meio do reconhecimento público dos bons trabalhos prestados por algum colaborador, por exemplo.

    Nesse sentido, líderes precisam se certificar de que os outros colaboradores também tenham seus momentos de glória. Isso cria um clima positivo dentro do negócio, uma vez que todas as pessoas notam que o bom trabalho é reconhecido e premiado.

    Além disso, todo mundo tem algo para aprender — mesmo líderes experientes. É a humildade que garante que a chefia também aprenda algo novo com funcionários capacitados e criativos.

    6. Respeite a política interna da empresa

    Toda empresa tem seus valores e missões próprias, assim como normas de conduta que devem ser seguidas por todos. Líderes não devem apenas incorporar esses valores, como também transmiti-los às outras pessoas.

    Caso uma empresa se orgulhe de cuidar da saúde mental dos seus colaboradores, um estilo de liderança muito autoritário e que constranja as pessoas não é a melhor abordagem para seus líderes. Ou a chefia muda o seu comportamento ou busca uma companhia no qual seus valores se encaixem.

    7. Lidere pelo exemplo

    Todos os tópicos citados anteriormente não valem de muita coisa se a liderança não dê o bom exemplo. Quer colaboradores mais capacitados? Promova treinamentos, palestras e enriqueça o próprio currículo para motivar as outras pessoas.

    Quer um time mais criativo? Proponha novas ideias e abordagens, fuja de métodos engessados. Quer cortar os desperdícios dentro do negócio? Então, estude os procedimentos rotineiros da empresa e demonstre, de forma clara, os processos que geram gastos para o negócio e proponha melhorias para eles.

    Quem quer liderar e persuadir pessoas não pode agir em desacordo com o que prega. Isso tira qualquer credibilidade das suas palavras — uma vez que colaboradores sempre estarão atentos às atitudes que aquela pessoa em cargo de chefia tem no dia a dia do negócio.

    Gostou do artigo e quer saber mais sobre como se tornar um líder de respeito? Então, aproveite a visita ao nosso blog para baixar o nosso e-book sobre liderança multigeracional!

  • 5 melhores técnicas de feedback para aplicar no seu negócio

    5 melhores técnicas de feedback para aplicar no seu negócio

    Dentro das empresas, o feedback é a arte de orientar e oferecer críticas construtivas para um colaborador ou para uma equipe. Quando feito de maneira educada, é uma excelente maneira de prover insights e melhorar o ambiente de trabalho como um todo.

    Contudo, ele nem sempre é positivo. Tudo depende da ação que orientou aquela resposta. Para entender cada uma das técnicas de feedback e como utilizá-las de acordo com o contexto, preparamos este artigo. Boa leitura!

    1. Positivo

    O feedback positivo é aquele que reforça uma atitude ou um comportamento que os líderes desejam que se repita e se torne um valor enraizado dentro da organização. É também uma maneira de reconhecer publicamente uma ação que trouxe bons resultados para a empresa.

    Esse feedback é importante para estimular os outros colaboradores, já que mostra que a empresa acompanha de perto a trajetória de cada um dos seus funcionários. Do mesmo modo, as ações elogiadas tendem a se repetir e a se tornar um pilar da cultura organizacional.

    Exemplo

    Um funcionário que não só tenha cumprido, mas ultrapassado as metas de vendas para aquele mês. Os gestores reconhecem publicamente o desempenho ao destacar aquela performance.

    2. Negativo

    O feedback negativo é aquele que deseja corrigir uma ação que trouxe prejuízo para a empresa ou que não tenha a ver com os valores da empresa. É preciso ser feito com cautela, para não ofender gratuitamente ou constranger a pessoa que errou.

    Desse modo, o funcionário repreendido deve entender exatamente o que a sua ação ocasionou, para que ela não se repita. O propósito principal do feedback negativo é fazer com que o erro se torne uma oportunidade de aprendizado para todos.

    Exemplo

    Um colaborador colocou dados errôneos em um relatório, o que levou a empresa a lançar um produto malsucedido, o que prejudica a sua reputação no mercado. Nesse caso, a chefia deve orientar esse funcionário de maneira reservada e entender a sequência de ações que levou ao erro.

    3. Corretivo

    É usado para corrigir uma ação. A diferença do feedback corretivo para o negativo é que o primeiro se encaixa em um contexto no qual o colaborador errou, mas não de má-fé. Do mesmo modo, a ação corretiva também pode surgir para mudar um certo aspecto de um processo, mas nem sempre descartá-lo totalmente.

    Exemplo

    Um colaborador que acabou de chegar na empresa envia um e-mail confidencial para um setor que não tem nada a ver com o assunto. A chefia deve corrigir a ação, também de maneira discreta e sem constrangê-lo publicamente, e demonstrar como esse tipo de ação despediça o tempo do setor que recebeu o contato.

    4. Construtivo

    Aqui, a análise tem foco no trabalho e não na conduta do funcionário. Assim, ele pode ser positivo, negativo ou ambos, mas com o objetivo de ajudar o colaborador a se desenvolver. É criado com base nas observações sobre resultados obtidos.

    Para que surta o efeito desejado, é importante que ele seja baseado em um ponto específico. Desse jeito, o colaborador tem uma ideia clara do que precisa ser modificado.

    Exemplo

    Um colaborador que entrega bons relatórios de negócio, mas cujo conteúdo pode se tornar um pouco mais aprofundado. A chefia pode abordar exemplos de documentos mais completos e que agreguem valor.

    Caso seja possível, é interessante deixar os documentos com essa pessoa para que ela se familiarize com o modo com que as coisas são feitas na empresa.

    5. Pessoal

    O feedback pessoal se assemelha ao construtivo, mas tem uma natureza mais informal. Um gestor pode visitar a sala e elogiar um determinado colaborador, mas sem transformar aquilo em uma solenidade.

    Do mesmo modo, pode ser usado para reconhecer uma ação mais modesta de melhoria, mas que seja importante para e empresa.

    Exemplo

    Uma equipe que vem melhorando os seus resultados e recebe um reconhecimento especial do chefe do setor, que visita a área onde ela equipe trabalha e os parabeniza pelo bom trabalho.

    Do mesmo modo, caso a empresa utilize newsletters internas, aquele time pode ser destacado no documento, mostrando para todos os outros colaboradores que os esforços são reconhecidos.

    Como vimos até aqui, os feedbacks são diversos, mas algo deve ser adotado em todas as ocasiões: nos momentos em que seja necessário chamar a atenção do colaborador sobre erros e ações equivocadas, gestores deve fazer isso de forma individual e com foco nas ações — isto é, no que pode e deve ser melhorado e no que não deve se repetir.

    Os comportamentos, resultados e ações positivas e que geram sucesso para o negócio devem ser incentivados individualmente e perante as equipes, mostrando que bons exemplos não passam batido e que os esforços são observados de perto pela liderança.

    Agora que você conheceu todas as técnicas de feedback, já sabe como orientar os seus colaboradores — de preferência, de uma maneira construtiva e que ajude aqueles funcionários a crescer. Nesse sentido, todos aprendem juntos, em prol de objetivos mútuos.

    Gostou do artigo e quer conferir mais conteúdos? Acesse o nosso infográfico e aprenda como criar uma equipe imbatível.

  • O que são soft skills e quais as principais a serem desenvolvidas

    O que são soft skills e quais as principais a serem desenvolvidas

    As softskills são características comportamentais relacionadas à personalidade dos profissionais. Alguns exemplos são a capacidade de se comunicar bem, a empatia e a calma diante de problemas complicados.

    Elas se diferenciam das chamadas hardskills, que são habilidades mais ligadas ao conhecimento técnico. Para entender definitivamente o que são softskills, preparamos um artigo mostrando algumas das mais valorizadas no mercado de trabalho. Boa leitura!

    Inteligência emocional

    Uma pessoa inteligente emocionalmente é aquela que reconhece suas emoções e as gerencia a favor dos seus objetivos. Ela tende a tomar decisões de maneira calma e encarar os obstáculos de maneira direta, uma vez que ela domina seus impulsos.

    A inteligência emocional também é a capacidade de lidar com as emoções dos outros. Dessa forma, a pessoa age com empatia, se colocando no lugar do outro e entendendo os seus problemas.

    Resiliência

    É a capacidade de encarar as dificuldades e dar a volta por cima. A pessoa resiliente sempre tira algum aprendizado de qualquer situação, mesmo quando tudo dá errado.

    Resilientes não se deixam abalar pelos obstáculos e os utilizam como ferramenta de crescimento. Nesse sentido, elas são perfeitas para desenvolver habilidades mais complexas, uma vez que não desistirão com facilidade do treinamento.

    Comunicação

    Comunicar é se expressar com clareza, mas também saber ouvir nos momentos necessários. Uma pessoa que aperfeiçoou essa softskill é aquela que consegue combinar transparência com objetividade.

    Profissionais com muito conhecimento, mas que não saibam se comunicar, não conseguem transmitir seus insights para colegas. Dessa forma, unir as duas características (a técnica e a boa comunicação) é o ideal.

    Flexibilidade

    A pessoa flexível se adapta a mudanças com rapidez. É como se ela pudesse mudar de rota sem perder desempenho, mesmo que um projeto mude radicalmente.

    Profissionais flexíveis lidam com crises e obstáculos de maneira pragmática, procurando meios de continuar produzindo sem se deixar afetar por mudanças bruscas de rumo nos projetos.

    Capacidade de resolver problemas

    Resolver problemas é a capacidade de enfrentar os obstáculos e superá-los. As pessoas que desenvolveram essa skill geralmente são aquelas que exercitaram muitas habilidades, com trabalho duro e muito estudo.

    Essas pessoas não se assustam facilmente com problemas. Afinal, os obstáculos fazem parte de qualquer ramo de atuação — e são as pessoas bem preparadas que os enfrentam de frente.

    Criatividade

    A criatividade também tem a ver com a resolução de problemas. Pessoas com essa skill combinam ideias novas ou aperfeiçoam aquelas já existentes para obter resultados ainda melhores.

    Pessoas criativas são capazes de analisar os detalhes de cada cenário e fazer relações que não haviam sido expostas. Em um mercado que valoriza cada vez mais a capacidade de inovar, esse tipo de profissional é muito disputado.

    Liderança

    Líderes são aquelas pessoas capazes de conduzir equipes ao sucesso e desenvolver ao máximo o potencial de todos ao redor. Ele não apenas comanda, mas também proporciona oportunidades para que colaboradores se sintam motivados e cresçam junto com o negócio.

    Hoje, é possível encontrar diversos perfis de líderes, como autoritários, liberais, democráticos ou motivacionais. O que une todos eles é que os melhores são capazes de inspirar e influenciar colaboradores a darem o seu melhor.

    Agora que você já sabe o que são softskills, já pode incentivar esses comportamentos dentro das suas equipes. Como vimos, essas habilidades têm a ver com a personalidade de cada colaborador e complementam os conhecimentos técnicos para gerar funcionários ainda mais capacitados.

    Aproveite a visita em nosso blog para conferir o nosso infográfico sobre os desafios da liderança!

  • Liderança transformadora: confira 5 principais características

    Liderança transformadora: confira 5 principais características

    Aquela figura do líder mal-humorado que está sempre trancado em sua sala e não interage ou valoriza os seus colaboradores está cada vez mais fora de moda. Afinal, esse tipo de chefe não desenvolve o potencial dos colegas e nem proporciona motivação suficiente para eles crescerem com a empresa.

    Nesse sentido, surge a liderança transformadora, um conceito que visa transformar o ambiente de trabalho em um local mais acolhedor, dinâmico e que estimula o aprendizado contínuo. Neste post, apresentamos as 5 principais características desse modelo de gestão. Confira!

    1. Autoconhecimento

    Líderes, ou profissionais que aspiram cargos de liderança, devem buscar o autoconhecimento. Somente por meio de uma profunda conversa consigo mesmo será possível avaliar as competências e habilidades que você já tem, além de identificar pontos de melhoria.

    Além disso, a liderança transformadora tem a ver com a capacidade de influenciar positivamente as pessoas ao redor. Por isso, a comunicação com os colegas deve ser clara e respeitosa. Com o exercício do autoconhecimento, será possível avaliar o quão preparado você está para transformar as pessoas.

    2. Cultura de feedback

    A cultura de feedback é essencial para qualquer empresa, uma vez que é uma maneira de trocar críticas construtivas e que proporcionem a melhoria contínua dos profissionais. Podemos citar outros benefícios:

    • direcionamento do trabalho das equipes;
    • desenvolvimento da alta performance;
    • engajamento entre os colaboradores e a empresa;
    • ambiente fértil para novas ideias;
    • clima organizacional positivo;
    • proximidade entre líderes motivadores e seus times.

    Líderes transformadores também devem conscientizar a sua equipe sobre a forma com que os feedbacks são passados. A cortesia deve vir em primeiro lugar, seguida pela objetividade. Uma boa ideia é desenvolver um método próprio de apresentação, com todas as etapas e repassá-lo para as equipes.

    3. Valorização da equipe

    Valorizar a equipe é ouvir os profissionais e levar as suas considerações a sério. Colaboradores que trabalham isolados, sem um contato direto com líderes, tendem a se sentir desmotivados e sem rumo dentro da empresa.

    Uma boa ideia para transformar o clima organizacional é reconhecer publicamente os bons serviços prestados. Além disso, líderes transformadores estimulam a equipe ao se mostrarem acessíveis para que todos tirem suas dúvidas.

    As melhores ideias devem ser introduzidas nos projetos, o que mostra que a empresa valoriza a colaboração — e não somente impõe ordens de cima para baixo.

    4. Compartilhamento do aprendizado

    Líderes transformadores valorizam o compartilhamento do aprendizado. Assim, caso um colaborador domine um tema importante, o gestor incentivará que esse conhecimento seja repassado para outras pessoas, de modo que todos cresçam juntos.

    Contudo, é preciso criar oportunidades para que essa troca de ideias ocorra. Uma boa ideia é implementar encontros semanais para que as pessoas se conheçam e possam estar a par das habilidades umas das outras.

    5. Autonomia

    Líderes transformadores estimulam a inovação. Para desenvolver ideias inéditas, é preciso que profissionais tenham autonomia e confiança para colocar ideias em prática.

    Líderes transformadores encorajam essa autonomia, uma vez que confiam nas capacidades do seu time e se sentem seguros para deixar essas pessoas agirem.

    Afinal, a liderança transformadora também tem tudo a ver com desenvolver as habilidades dos colaboradores para que eles contribuam para o crescimento do negócio.

    Pessoas que queiram se tornar líderes transformadores devem investir na capacitação técnica, nas habilidades interpessoais e no aprendizado contínuo. Converse com os colegas, entenda as suas dores, aperfeiçoe sua comunicação e seja aquele profissional que estimula a mudança.

    Gostou do artigo e quer conferir outros conteúdos sobre liderança? Então, aproveite a visita leia o nosso post sobre a importância da liderança feminina!