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  • Saiba quais meios de pagamento oferecer no seu negócio

    Saiba quais meios de pagamento oferecer no seu negócio

    Criar e cuidar de uma loja é bom, mas receber a recompensa pelos serviços prestados é melhor ainda. As empresas que diversificam seus meios de pagamento oferecem mais opções e uma jornada de compra mais satisfatória para os clientes adquirirem aqueles produtos tão desejados.

    Assim, empresas que apostam em diversos meios de pagamento têm maiores chances de vender. Neste post, apresentaremos as formas preferidas dos brasileiros, aquelas que mais têm crescido e as modalidades que você não pode desprezar. Boa leitura!

    Dinheiro

    Enquanto existir uma loja física, lá estará alguém comprando algo com dinheiro em espécie. Do mesmo modo, negócios virtuais oferecem pagamento em boleto — que são quitados com dinheiro em espécie, como ainda ocorre nas casas lotéricas do país.

    Segundo uma matéria recente, o Brasil ainda tem R$ 339 bilhões de dinheiro em espécie circulando. Esse meio teve uma queda, iniciada em 2021, mas os números mostram que muita gente ainda carrega as suas cédulas e moedas.

    Basta lembrar, também, que uma cédula de R$ 200 foi lançada há pouco tempo, em 2020. Os saques são feitos com menos frequência que as transferências Pix, mas ainda respondem por mais de 3% do dinheiro movimentado no Brasil atualmente. Portanto, empreendedores ainda devem incluir esse meio de pagamento em suas estratégias.

    Boleto bancário

    Falamos um pouquinho dele, mas o boleto bancário ainda é uma das opções mais práticas. Além disso, a versatilidade também agrada aos usuários: é possível ler o código de barras com o aplicativo do banco, copiá-lo manualmente ou até mesmo realizar o pagamento direto nas casas lotéricas ou agências bancárias.

    Um boleto bancário não costuma liberar o pagamento no mesmo dia em que o cliente quita o valor, mas ainda é uma opção útil, uma vez que a leitura é feita em 24 horas (em dias úteis). Contudo, ele pode ser um pouco burocrático quando falamos da emissão por parte das empresas.

    Para realizar a emissão, normalmente, as agências bancárias cobram uma pequena taxa. Além disso, é preciso alinhar a estratégia de emissão e acompanhamento com o banco, tornando o processo um pouco demorado para quem ainda não oferece essa opção.

    Cartão de crédito e débito

    Não ofereça apenas uma, mas ambas as opções. Esses cartões fazem parte da rotina das pessoas, sendo até difícil não encontrar alguém que não tenha ao menos um desses meios de pagamento. Além disso, o crédito é uma maneira que as pessoas encontram para adquirir produtos desejados, mas de maneira parcelada.

    Já o débito costuma ser muito utilizado no pagamento de produtos no ato de entrega. Se a sua loja conta com entregadores ou com um serviço terceirizado de transporte de mercadorias, ter uma máquina que lê os cartões facilitará muito a cobrança.

    Além disso, mecanismos como o Google oferecem a opção de salvar os dados dos clientes, como os números dos cartões de crédito. Assim, elas conseguem realizar compras com pouquíssimos cliques e em qualquer lugar que estejam.

    QR Code

    O QR Code está presente em meios como o Pix e a carteira digital. Trata-se de um código bidimensional que é escaneado por um dispositivo móvel e encaminha o usuário para um link ou para um sistema de pagamentos.

    Basta o usuário apontar a câmera do smartphone, com o app de uma instituição financeira, para realizar o pagamento de maneira instantânea. O mais interessante é que praticamente todos os celulares presentes no mercado contam com câmeras capazes de interpretar um QR Code.

    Pix

    Por ter se popularizado em pouquíssimo tempo, algumas pessoas podem nem se lembrar que esse meio de pagamento só foi inaugurado no fim de 2020, pelo Banco Central. Pela sua praticidade, o Pix cumpre a promessa de ser uma maneira instantânea de realizar transações financeiras.

    Além disso, essa modalidade também funciona aos fins de semana, o que agrada muito aos clientes que mal podem esperar para a segunda-feira chegar para comprar aquele produto sonhado. Também existe a opção corporativa, o Pix para empresas, que é cada vez mais adotado por companhias que querem facilitar o cumprimento das contas a pagar e a receber.

    No Pix, a transação ocorre em alguns segundos e ambas as partes só precisam ter uma conta em um banco licenciado para ter acesso às operações. Além disso, a transferência é realizada pelo app da instituição ou por meio de um QR Code.

    Então, a resposta é sim: você definitivamente deve incluir o Pix entre as opções de pagamento do seu negócio. Contudo, lojas virtuais que dispensem seus trabalhadores nos fins de semana devem informar aos clientes que as remessas só serão feitas em dias úteis.

    Débito automático

    Nesse modelo, a conta é programada para ser cobrada em um determinado dia do mês, escolhido pelo cliente. Assim, o valor é debitado do saldo disponível. É uma ótima opção para pagamentos recorrentes, como as mensalidades de serviços.

    Com ele, os usuários garantem que as contas serão pagas em dia, sem se preocupar com diversas formas de vencimento ao longo do mês. Outro ponto positivo é que não será preciso pagar multa ou juros por atraso, uma vez que a ação é automática.

    Carteira digital

    Essas carteiras são versões digitais das contas e cartões que já temos. O objetivo é torná-las facilmente acessíveis via computadores, smartphones ou quaisquer dispositivos inteligentes. Com uma dessas, você não precisará carregar a popular carteira física.

    As carreiras digitais mais populares são Google Play e Apple Play. Além delas, podemos citar outras que também tem um público cativo:

    • PayPal;
    • PagBank;
    • Picpay;
    • Ame Digital;
    • Mercado Pago.

    Quando você compra um produto no Mercado Livre, por exemplo, você tem a opção de pagar pelo dinheiro que depositou em uma conta no Mercado Pago. Também é possível colocar dinheiro em lojas de games, como a PSN, e depois escolher os jogos que você quer.

    Pela quantidade de grandes empresas envolvidas, que garantem a segurança das informações e do dinheiro dos usuários, esse método não pode ficar de fora da sua estratégia.

    Agora que você conhece os principais meios de pagamento utilizados no país, já tem as informações necessárias para não perder nenhuma venda. Diversificar as formas pelo qual o cliente pode levar um produto também valoriza a sua empresa, uma vez que essa preocupação mostra que o seu negócio é sério e não mede esforços para atender às pessoas.

    E aí, gostou do texto e quer conferir nossos próximos artigos em primeira mão? Então, não deixe de curtir a nossa página no Facebook.

  • 7 razões para pensar na diversidade e inclusão nas empresas

    7 razões para pensar na diversidade e inclusão nas empresas

    Você já deve ter ouvido falar do programa de trainee do Magazine Luiza para pessoas negras ou de outras grandes companhias que oferecem vagas exclusivas para pessoas LGBTQIA+. E o que a sua empresa tem feito para fomentar a diversidade?

    No mercado atual, essas iniciativas têm se tornado cada vez mais valorizadas. A diversidade e a inclusão nas empresas não é benéfica apenas para a reputação do negócio, mas também para a sua lucratividade.

    Com múltiplas opções online para comprar um produto, os consumidores priorizarão aquelas organizações que têm mais a ver com eles. Pensando nisso, preparamos um post especial para quem quer saber as principais dicas para tornar a sua empresa mais inclusiva e diversificada. Boa leitura!

    Por que promover diversidade e inclusão nas empresas?

    Primeiro, mostraremos as principais vantagens para reforçar esses valores em seu negócio.

    1. Mais satisfação para os colaboradores

    A liberdade de expressão de uma empresa que investe na diversidade contribui para a criatividade das suas equipes. Afinal, ao serem bem acolhidos pela organização, os funcionários podem se focar no trabalho, evitando distração por desconforto no ambiente organizacional.

    Além disso, as vivências compartilhadas de diferentes pessoas fazem com que as reuniões de brainstorming se tornem ainda mais interessantes. Quanto mais diversa, maior será a autenticidade das ideias apresentadas naquele ambiente.

    Com uma equipe diversa e criativa, será mais fácil desenvolver produtos e serviços inovadores. Desse modo, aquele ambiente de trabalho se torna satisfatório para os funcionários e também para os clientes, que desfrutarão do resultado dessa colaboração.

    2. Retenção de talentos

    O sucesso de uma empresa depende dos talentos que ela tem em seus quadros. Para isso, nada melhor que propiciar uma jornada de trabalho colaborativa, inclusiva e amistosa para todos, não é verdade?

    Trabalhadores talentosos, que são abordados por outras companhias, têm menos chance de escolher um ambiente tóxico para ficarem por um bom tempo. É preciso notar que esses funcionários ainda inspiram outras pessoas a darem o melhor de si: portanto, retê-los é um investimento direto na saúde financeira do negócio.

    3. Melhora do clima organizacional

    Investir na diversidade ajuda a construir uma cultura de inclusão e respeito ao próximo. Isso melhora sensivelmente o clima organizacional na empresa, já que a tolerância se torna um valor enraizado dentro dos seus valores.

    Quando os colaboradores se sentem respeitados, representados e ouvidos, será bem mais fácil para eles “vestir a camisa”. Não é raro, inclusive, ver perfis no LinkedIn exaltando as suas companhias, mesmo em relação àqueles que não estejam em cargos de chefia.

    4. Maior lucratividade

    Empresas que não têm a diversidade como um dos seus valores principais não sobreviverão: é o que afirma uma pesquisa da McKinsey, uma consultoria norte-americana que ajuda empresas do mundo todo a crescer e a abraçar as tendências positivas.

    O estudo apontou que as companhias que contam com uma maior pluralidade em sua equipe alcançam resultados até 21% maiores que aquelas que não ligam muito para o conceito. Desse modo, a preocupação com a diversidade não é apenas um valor humanitário, mas uma questão de sobrevivência da organização dentro do mercado.

    5. Melhora da imagem do negócio

    A empresa que mostra que está aberta a colaboradores com perfis diferentes está em sintonia com o mundo atual — e atrai consumidores que compartilham das mesmas características. Além de ter um bom clima organizacional, ela também melhora a sua reputação.

    Hoje, é comum para as empresas vender na internet. Mesmo aqueles estabelecimentos que ainda mantêm apenas lojas físicas já apostam em algum tipo de presença online. Isso faz com que todas as companhias sejam, de algum modo, encontradas pelos consumidores.

    Da mesma forma, essa presença digital facilita que as pessoas possam investigar as organizações antes de comprar um produto. Por isso, apostar na diversidade e inclusão é uma maneira de atrair consumidores em potencial que também compartilham desses valores.

    6. Redução do turnover

    O turnover é a taxa de rotatividade dos funcionários dentro de uma empresa, ela mede o número de colaboradores que saem de uma companhia durante um período de tempo. Quando o seu negócio não promove um ambiente saudável, a tendência é que muitas pessoas o deixem — inclusive os grandes talentos.

    Quando muitos colaboradores abandonam a empresa, ela precisa treinar novos funcionários. Desse modo, é como se ela tivesse que reiniciar suas atividades do zero várias vezes durante a trajetória. Isso faz com que a produtividade oscile.

    Além disso, uma empresa com um turnover alto não têm uma identidade bem-definida, já que seus funcionários estão mudando o tempo todo. Diante desse cenário, ela acaba sendo mal vista por profissionais talentosos que estejam em busca de um novo emprego.

    7. Diminuição de conflitos

    Quando a empresa deixa claro para os seus times que a inclusão é um valor inegociável, os conflitos diminuem. Afinal, essa missão já orienta as novas contratações e a permanência de funcionários dentro do negócio.

    Assim, há uma diversidade de experiências, de pontos de vista, de vivências e de habilidades que ampliam as possibilidades de cada equipe, favorece a convivência — e, de acordo com o a pesquisa da McKinsey que mencionamos, ainda melhora os resultados globais.

    Quem são as pessoas que merecem a atenção da empresa?

    Falamos muito dos benefícios da diversidade, mas como implementar esse conceito e quais pessoas devem ser observadas com mais carinho? Estamos falando das mulheres, das pessoas negras, LGBTQIA+ e também daquelas com algum tipo de deficiência.

    Além disso, é possível encontrar pessoas que se encaixam em mais de uma dessas características. Portanto, além de integrar cada grupo mencionado, é preciso tratar as iniciativas de forma conjunta. É necessário desenhar estratégias e objetivos para contemplar aqueles que não costumam ter tanto espaço no mercado de trabalho.

    A empresa pode dedicar uma vaga a uma PCD (pessoa com deficiência) e integrá-la a um time já existente, por exemplo. Desse modo, todos aprendem juntos, a empresa diversifica suas equipes e mostra, para seus clientes, que ela não só prega esses valores, mas os exerce de fato.

    Como pudemos ver no artigo, a diversidade e inclusão nas empresas devem ser uma preocupação para todo negócio que deseja sobreviver. Não se trata apenas de um valor humanitário, mas uma característica que os consumidores têm buscado. Além disso, líderes que apostam nesses valores garantem um pacote invejável: criatividade, inovação e produtividade.

    Gostou do artigo e quer conferir mais conteúdo sobre o tema? Então, acesse nossos e-books e inove com o poder da diversidade!

  • Como criar conteúdos que vendem? 7 técnicas que vão te ajudar

    Como criar conteúdos que vendem? 7 técnicas que vão te ajudar

    Os seus conteúdos costumam ser bastante elogiados? Isso é ótimo! Afinal, se comunicar bem é importante para qualquer empreendedor. Contudo, a pergunta crucial é: eles levam as pessoas a comprarem os produtos da sua empresa?

    Um texto ou um vídeo, por mais caprichados que sejam, não servirão de muita coisa se eles não ajudarem a empresa a fechar negócios. Por isso, este post mostrará como criar conteúdos que vendem e realmente impulsionam a marca. Boa leitura!

    1. Faça posts educativos

    Quando as pessoas pesquisam algo na internet, esperam respostas objetivas. Por isso, caso elas busquem pelos termos “A importância dos cursos de marketing”, querem encontrar informações claras sobre o que exatamente aquela capacitação aborda e como ela a diferenciará no mercado.

    Por isso, seus posts devem ser sempre educativos. Os melhores artigos são aqueles que respondem às dúvidas e expõem informações que as pessoas ainda não tenham. Portanto, livre-se dos rodeios: concentre-se nas ideias e conceitos que tenham realmente a ver com o título escolhido.

    Essa aposta em posts educativos é até mesmo um meio de estabelecer um vínculo com o cliente. Imagine que a mesma pessoa que buscou o post sobre cursos de marketing se depara com um post prolixo e cheio de detalhes que não agregam. A empresa que o escreveu será associada a informações de baixa qualidade — “aquela loja que só enrola”.

    2. Divulgue cases de sucesso

    Para convencer de vez o cliente a fechar uma determinada compra, uma ideia é apresentar os cases de sucesso da empresa. Mas isso não se resume a “vendemos muito para o consumidor X”. Concentre-se em mostrar o que a sua empresa realmente fez para prover uma solução.

    Por isso, em seus posts, divulgue o que a sua empresa já entregou e a consequência das suas ações. Clientes que estiverem perto de fechar uma compra ficarão ainda mais estimulados ao entender como aquilo que ele pretende adquirir contribuirá em sua vida.

    3. Torne seu conteúdo fácil de ser encontrado

    Para tornar o seu conteúdo mais fácil de ser encontrado, é preciso colocar algumas práticas que favorecem o ranqueamento da sua página no Google. Uma delas é utilizar as palavras-chave de maneira otimizada, para construir conteúdos que sejam relevantes para as pessoas.

    Quando você aposta nas palavras-chave e em técnicas de SEO, você atua diretamente para que o seu post seja encontrado. Isso porque dominar o SEO faz com que o seu texto fique bem localizado e avaliado pelo algoritmo do Google.

    Para conseguir um bom ranqueamento, podemos citar as seguintes técnicas de SEO:

    • produza um conteúdo relevante, com respostas objetivas;
    • cumpra o que promete no título;
    • utilize palavras-chave;
    • faça textos escaneáveis, com parágrafos de tamanho similar;
    • utilize imagens.

    4. Aposte nas fotos e nos vídeos

    Por falar em imagens, junto com os vídeos, elas são essenciais para que seu conteúdo venda bem. Tudo se baseia naquele ditado de que uma imagem vale mais que mil palavras. No mundo do marketing de conteúdo, isso significa que os recursos audiovisuais estimulam os leitores e transmitem ideias de maneira objetiva.

    Basta pensar na nossa própria experiência: quando abrimos um post e descemos a página para lê-lo por alto, serão as imagens que captarão a nossa atenção mais rápido. Mesmo em textos mais longos, as fotos se destacarão imediatamente, uma vez que ela é capaz de resumir o teor do que foi escrito ali.

    Nesse sentido, invista em imagens que tenham a ver com seus conteúdos e também nos vídeos. Ao explicar determinado assunto, um tutorial no YouTube é uma ótima forma de ensinar algo. Aliás, que tal investir no seu próprio canal nessa plataforma? Pense nisso!

    5. Use tutoriais

    Pegando o gancho do parágrafo anterior, é hora de mostrar a importância dos tutoriais. Você tem algo para ensinar que seja valioso no mercado profissional? Então, aproveite esse conhecimento e transmita informações úteis para as pessoas.

    Isso pode ser feito por meio de posts no blog, desde que sejam bem claros e, de preferência, acompanhados de imagens que facilitem o entendimento. Contudo, a melhor maneira de apresentar os tutoriais é pela produção de vídeos.

    Imagine, por exemplo, explicar uma determinada técnica no Excel por meio de um texto: será bem mais fácil realizar esse tutorial com um vídeo, contando com imagens em tempo real para ajudar na aprendizagem.

    6. Pense na experiência do seu consumidor

    Não há segredo: os seus conteúdos devem ter a experiência do consumidor em mente. É justamente a partir do modo com que ele se sente em relação à marca que a vontade de comprar algum produto dessa loja será despertada.

    Caso o dono de uma hamburgueria queira convidar as pessoas a visitarem o seu estabelecimento, não adianta muito criar conteúdos que simplesmente listem ingredientes de uma maneira mecânica, certo? É necessário despertar o paladar do consumidor.

    Por isso, um conteúdo desse tipo deve contar com imagens que deixem o futuro consumidor com água na boca. Do mesmo modo, um conteúdo sobre games deve estimular possíveis compradores com vídeos da experiência em si, o que é bem mais eficiente do que simplesmente elencar características.

    Para complementar a estratégia, nada como caprichar nas redes sociais — com muitas imagens, vídeos, promoções e um contato próximo com o consumidor.

    7. Invista no storytelling

    O storytelling, adaptado ao marketing e às vendas, é a técnica de utilizar histórias para apresentar um produto ou serviço. Com uma narrativa que engaje a pessoa e tenha a ver com os problemas que ela enfrenta, a empresa cria um vínculo duradouro com o cliente.

    Por meio do storytelling, será mais fácil reter a atenção e criar conteúdos que aproximem os consumidores das experiências da empresa. Como se não bastasse, ainda é uma forma menos engessada de passar uma mensagem, já que é possível deixar a criatividade fluir.

    Explicar critérios técnicos de determinados produtos será mais fácil por meio de exemplos práticos e encaixados em uma história. Nesse modelo, você foge daqueles conteúdos burocráticos cuja leitura se torna tediosa em pouco tempo.

    Agora que você entendeu como criar conteúdos que vendem, poderá caprichar em suas novas produções. Não importa se estamos falando de um artigo, um vídeo ou um tutorial: a intenção do seu conteúdo deve ser gerar lucro para o negócio, mas sem deixar de lado as dores e a experiência do cliente.

    Gostou do artigo e tem algo a dizer sobre o tema? Então, deixe um comentário e compartilhe conosco os seus insights!

  • Como criar boas metas de vendas? Confira as 7 melhores dicas!

    Como criar boas metas de vendas? Confira as 7 melhores dicas!

    Para desenvolver um ambiente propício, que leve ao aumento das vendas, sua empresa precisa definir metas — e garantir os recursos necessários para atingi-las. Isso deve ser feito de uma maneira estruturada, levando diversos elementos em conta.

    Assim, uma empresa que deseja cumprir suas metas de vendas deve ter um planejamento estratégico sólido, ótimos vendedores e bons produtos, para começar. Tudo isso contribuirá para que os objetivos sejam atingidos.

    Neste post, mostraremos as melhores dicas para criar boas metas de vendas e como garantir que a empresa esteja preparada para cumpri-las. Acompanhe conosco!

    1. Tenha um objetivo claro

    A primeira etapa é saber aonde a empresa realmente quer chegar. Algumas perguntas podem ajudar os gestores:

    • Por que essa meta está sendo criada?
    • Qual é o nível de crescimento que ela deve gerar?
    • Tenho uma equipe bem preparada o suficiente para alcançar esse objetivo?

    As respostas direcionarão a estratégia. Dependendo do que foi encontrado, principalmente em relação à capacitação dos colaboradores, ela pode ser colocada em prática imediatamente.

    Contudo, caso esse objetivo ainda não seja alcançável (por falta de qualificação do time ou ausência de uma ideia clara sobre o nível de crescimento), siga os próximos passos e volte a este quando você tiver mais conhecimento sobre o mercado e sobre seus resultados apontados pelos indicadores.

    2. Faça uma análise do mercado

    Não adianta estabelecer uma meta sem antes estudar o mercado. Caso você queira elevar a venda de um determinado produto, por exemplo, isso não pode ser feito antes da análise de como aquela mercadoria está sendo comercializada pelos competidores e pela sua própria empresa.

    Portanto, não estabeleça metas ambiciosas se o mercado não estiver aquecido. Do mesmo modo, sua empresa poderá se dar ao luxo de ser um pouco mais ousada caso o cenário esteja mais favorável.

    Antes de definir os números, faça uma pesquisa. Monitore as mídias sociais dos competidores, leia sobre o seu segmento, converse com seus clientes fidelizados e estude os relatórios recentes de vendas da sua empresa. Desse modo, será mais fácil checar se a abordagem do seu negócio está sendo bem-sucedida.

    3. Verifique os indicadores de vendas

    É bem simples: as metas de vendas futuras devem se basear nos resultados anteriores. Afinal, esses números fornecem informações relevantes, principalmente se você monitorar os resultados antigos em sequência. Será mais fácil conferir a evolução dos números.

    Por isso, antes de definir as suas metas e colocá-las em prática junto à equipe, estude os indicadores anteriores de venda. Caso um produto esteja vendendo mais a cada ano, busque maneiras de divulgá-lo e lucrar ainda mais no próximo período.

    4. Humanize as metas

    Toda empresa quer lucrar — e não há nada de errado com isso. Contudo, é possível gerar lucros sem explorar os próprios colaboradores. Invista no bem-estar dessas pessoas e elas se sentirão ainda mais motivadas a contribuir com o negócio.

    Por isso, fuja de metas desumanas, nas quais os profissionais terão que sacrificar todas as horas livres para bater os números estipulados. Todo colaborador precisa de descanso e de um tempo com a sua família. Além disso, a valorização do profissional também é importante para que ele “vista a camisa” do negócio.

    Aqueles que apresentarem uma alta performance em vendas podem receber incentivos e benefícios, como:

    • promoções;
    • treinamentos;
    • repasse de tarefas cruciais para funcionários que mostrem empenho;
    • bonificações monetárias;
    • ações de integração.

    Contudo, não se esqueça: humanize! Deixe claro que essas recompensas não estarão atreladas a intermináveis horas extras ou trabalho em casa após o expediente.

    5. Confira a capacitação da equipe

    Para fechar mais vendas, nada melhor do que contar com bons produtos — e com ótimos vendedores. Por isso, promova treinamentos focados no comércio, em técnicas persuasivas e em maneiras de incrementar a jornada do cliente.

    A busca por capacitação não deve se concentrar exclusivamente nos vendedores. Profissionais de marketing, por exemplo, também devem ser bons o suficiente para que consigam chamar a atenção para os produtos e para a empresa como um todo.

    Gestores de negócios on-line também devem garantir que a logística da empresa seja bem feita, para que os produtos vendidos sejam entregues nos prazos acordados com os clientes. Afinal, imagine se um atraso compromete todo o trabalho do vendedor?

    Por isso, esse mindset de capacitação e treinamento deve englobar toda a empresa. Profissionais qualificados em diversos setores, trabalhando juntos, otimizarão os resultados para o negócio.

    6. Utilize a metodologia SMART

    O método SMART é utilizado para definir objetivos das empresas e também para a criação de metas de negócio. Ela ajuda a avaliar o desempenho pessoal e profissional dos colaboradores. Vamos descobrir o que significa cada inicial:

    • (Specific ou Específico). Aqui, você consegue definir claramente qual é o objetivo, assim como o detalhamento do que a sua empresa deseja alcançar;
    • (Measurable ou Mensurável). Trata-se da forma com que os resultados serão mensurados;
    • (Attainable ou Atingível), o objetivo a ser alcançado. Como o próprio nome indica, essa meta deve estar dentro da realidade da empresa. Só assim será possível ser atingida;
    • (Relevant ou Relevante), o objetivo definido deve ser algo que agregue valor para empresa e para os seus clientes. Não basta ser apenas uma “grande ideia”, isto é, algo grandioso, mas que não tenha nada a ver com o planejamento estratégico do negócio;
    • (Time based ou Temporal). Por fim, nessa etapa, ocorre a definição de um prazo para que a meta instituída pela empresa seja definitivamente alcançada. Mas lembre-se do terceiro ponto: ela deve ser atingível, dentro da realidade da empresa.

    Um exemplo de uma meta estabelecida pelo método seria:

    Aumentar em 25% a venda de um produto específico, dentro da loja virtual da minha empresa, tendo como base o mesmo trimestre do ano passado.

    Nesse exemplo, temos o objetivo específico (aumentar as vendas), a parte mensurável (25%), um objetivo que não fuja da realidade da empresa, dentro de um período determinado (um trimestre) e que ainda é relevante para a empresa — isto é, fechar mais vendas.

    7. Use a tecnologia

    Para centralizar as informações, mensurar os resultados dos times e acompanhar o negócio como um todo, a empresa pode contar com um software de gestão integrada ou um CRM de vendas. Desse modo, líderes poderão monitorar a evolução de cada colaborador, identificar os pontos positivos e analisar o que pode ser melhorado.

    Além disso, softwares de CRM ainda otimizam o trabalho da equipe e ajudam na satisfação com os clientes. Podemos listar outros benefícios:

    • compartilhamento de dados relevantes;
    • estimativas de resultados e previsão de vendas;
    • relatórios gerenciais e fiscais;
    • automação de e-mails customizados;
    • histórico das solicitações atendidas.

    A análise de dados, representada por tecnologias como o Big Data, também é muito importante para investigar o histórico digital de vendas da empresa, analisar determinados períodos e estabelecer padrões para explorar tendências.

    Como vimos no artigo, criar metas de vendas atingíveis é bem mais fácil quando a empresa se estrutura para crescer. Desse modo, a lucratividade aumenta de modo natural, com profissionais dedicados, bons produtos e líderes que acompanham o negócio de perto.

    Aproveite a visita e confira o site do Sebrae Alagoas! Temos diversos conteúdos para ajudar os empreendedores.

  • 7 dicas para elaborar um bom plano de expansão empresarial

    7 dicas para elaborar um bom plano de expansão empresarial

    A expansão empresarial é o fenômeno que ocorre quando o empreendedor identifica que o seu negócio precisa crescer. A forma com que ele investirá nesse objetivo pode variar, mas o resultado esperado é um só: criar mais oportunidades para que a companhia obtenha uma fatia maior do mercado.

    Contudo, a empolgação pode acabar substituindo a razão. Por isso, nada melhor do que seguir etapas que se complementem e que aumentem as chances de que essa companhia realmente cumpra o seu plano de expansão empresarial. Pensando nisso, elaboramos os principais passos que devem ser seguidos. Boa leitura!

    1. Realize um diagnóstico do seu negócio

    O primeiro passo para colocar esse projeto de expansão em prática é conhecer os números, os processos, os resultados e as questões específicas que fazem parte da gestão do seu negócio. Afinal, como pensar em crescimento se você nem mesmo sabe o patamar atual da companhia?

    Quando o empreendedor estuda profundamente os processos da empresa, a jornada para expandir se torna muito mais rápida. Será mais fácil abordar tudo, dos funcionários às despesas, do Recursos Humanos- RH até o financeiro.

    2. Faça um planejamento financeiro

    Depois de entender os números e as nuances do seu empreendimento, além de visualizar o patamar atual da empresa, é preciso definir aonde exatamente você quer chegar. Como você fez uma análise minuciosa do estado da companhia, será bem mais fácil traçar metas e objetivos realistas.

    Quando você estabelecer os objetivos de expansão, é fundamental que todos as etapas sejam definidas em cima de um bom planejamento financeiro. Você terá menos surpresas e ainda garantirá um crescimento sustentável, sem correr o risco de traçar metas excessivamente ambiciosas.

    3. Analise o mercado

    Agora que você está ciente de todos os processos, números e rotinas, é o momento de combinar esse olhar interno com uma abordagem do que está fora da companhia. Isso significa estudar as forças externas que possam impactar o seu negócio na hora de investir em um plano de expansão empresarial.

    Analisar as oportunidades e as ameaças que a sua empresa possa enfrentar no ambiente externo, assim como identificar as forças e fraquezas, pode ser feito por meio de uma Análise SWOT. Também chamada de matriz FOFA, esse instrumento ajuda a entender como a empresa está inserida no mercado.

    É simples: a sigla FOFA referencia os quatro aspectos pelos quais o empreendedor deve se orientar se ele quiser expandir suas oportunidades:

    • forças (fatores positivos da empresa, ambiente interno);
    • oportunidades (fatores positivos do mercado, ambiente externo);
    • fraquezas (fatores negativos do negócio, ambiente interno);
    • ameaças (fatores negativos do mercado, ambiente externo).

    Identifique todos esses itens e trabalhe a partir daí. Como atacar as fraquezas? O que ameaça o crescimento sustentável da empresa? Como tornar os pontos mais fortes da empresa ainda mais poderosos? Essas questões ajudarão muito na hora de analisar o mercado.

    4. Defina o modelo de plano de expansão

    Existem modelos bem definidos de expansão, que ajudam empreendedores a focar naquilo que eles realmente precisam no momento. Para que o negócio realmente cresça, é necessário definir a modalidade e entender que cada uma delas tem seus próprios desafios.

    Podemos citar quatro diferentes tipos de expansão:

    • unidade: modelo que pode ser exemplificado pelo investimento em novas lojas ou fábricas;
    • venda: nesse modelo, a empresa amplia as formas pelos quais os produtos e serviços são oferecidos, como e-commerce, programas de fidelidade ou revenda;
    • produto: a criação de diferentes mercadorias para elevar a lucratividade do negócio;
    • perfil de cliente: aposta em um público-alvo mais amplo, englobando pessoas que, no início da estratégia, não eram o foco da empresa.

    É importante notar que esses modelos não são mutuamente excludentes: eles apenas direcionam a expansão para ajudar as empresas a atacar as suas fraquezas.

    5. Estabeleça objetivos

    Além de focar em um dos modelos de expansão, será preciso definir os seus objetivos finais com o seu projeto de crescimento. A empresa deve delimitar o que cada área deve entregar após um determinado período, por exemplo.

    Também é preciso pensar nas informações que serão apresentadas para os investidores e qual será o prazo para que a empresa alcance a meta principal. Para saber se os resultados de curto prazo são satisfatórios, não deixe de utilizar indicadores de resultados.

    O estabelecimento de objetivos e a utilização de indicadores andam juntos, uma vez que um fomenta o outro. Por isso, determine as metas específicas e realistas — e mensure os processos para se manter no caminho certo.

    6. Observe a concorrência

    Saiba o que os seus concorrentes estão fazendo e se adapte para não ser deixado para trás. Esse monitoramento pode ser feito por meio das mídias sociais e das ações promocionais que eles empregam em seus canais.

    Com esse estudo minucioso, será mais fácil explorar tendências de mercado e preencher lacunas. Converse com seus clientes fidelizados, peça relatos de problemas que eles enfrentam e para os quais eles não encontram soluções imediatas: afinal, expandir tem tudo a ver com inovar e se estabelecer como referência no mercado.

    7. Invista em marketing

    Hoje, não existe empresa bem-sucedida sem uma boa equipe de marketing por trás. Pense em uma organização que você admire e depois analise como ela se comunica com o seu público, divulga seus produtos e como ela transmite seus valores.

    Tudo isso é feito com bons profissionais de marketing. As campanhas devem explorar a presença digital e nas mídias sociais, com o foco sempre na experiência do cliente. Invista no marketing de conteúdo, em um blog com conteúdo relevante para segmentar a sua empresa como uma referência incontornável no mercado.

    Como vimos no artigo, um plano de expansão empresarial pode ser colocado em prática por qualquer negócio — mas é preciso seguir algumas etapas valiosas para que o seu planejamento gere resultados significativos.

    Para acertar na realização do seu plano de expansão empresarial, nada melhor do que contar com parceiros qualificados nessa jornada. Há décadas o Sebrae ajuda empreendedores a alcançar os seus objetivos, gerar oportunidades e obter mais lucros.

    Gostou do artigo e quer ajuda para elaborar um plano de expansão empresarial que seja bem-sucedido? Então, entre em contato conosco!

  • Passo a passo: aprenda agora como vender na internet

    Passo a passo: aprenda agora como vender na internet

    Já se foi o tempo em que comprar pela internet era considerada uma atividade automaticamente lesiva ao consumidor. Hoje, é possível não só adquirir os produtos desejados, mas também estabelecer uma relação próxima e duradoura com os comerciantes.

    Nesse sentido, muita gente tem se perguntado como vender na internet. Quais são os passos iniciais? O que deve constar no planejamento? Para responder a essas e outras perguntas, preparamos um post cheio de dicas valiosas. Venha conosco!

    Por que vender na internet?

    Muitos empreendedores não abrem mão da sua loja física. Contudo, o comércio digital é o preferido dos consumidores na atualidade. Portanto, quem ainda não investiu no universo online ou quer começar um negócio não deve negligenciar a internet.

    São muitos os motivos que explicam essa preferência pelo chamado e-commerce. A comodidade de poder comprar em qualquer lugar, sem sofrer a pressão de vendedores e ainda comparar os preços, é uma delas. Outra é a segurança, uma vez que as pessoas podem relutar em visitar lojas em lugares movimentados, nos quais os furtos são frequentes.

    Assim, unindo o desejo dos consumidores à praticidade de comandar um negócio pela internet, empreendedores podem explorar novos nichos e construir algo duradouro e lucrativo. Contudo, é preciso planejamento, logística e responsabilidade.

    Como vender na internet?

    Agora, apresentaremos as principais dicas para estabelecer um negócio virtual bem-sucedido.

    1. Preste atenção à parte burocrática

    Antes de começar a vender, é preciso compreender o que está por trás de um e-commerce. Por isso, estude quais serão os investimentos necessários, além dos parceiros que ajudarão nessa jornada. Elabore um plano de negócios e comece a pensar se você quer apenas explorar nichos ou atuar em mercados de massa.

    Saiba que, caso você prefira explorar um mercado massificado, sem focar nos nichos, a concorrência será bem maior. Nesse caso, gastos com divulgação podem ser maiores, uma vez que será mais difícil ter visibilidade no início do negócio.

    Uma outra possibilidade é vender por meio dos marketplaces. Eles oferecem muita visibilidade e exigem um baixo investimento inicial, o que é interessante para quem está começando as vendas na internet.

    2. Determine os produtos que serão vendidos

    O que você realmente quer vender pela internet? Seja específico. Em vez de simplesmente decidir que quer vender roupas online, por exemplo, planeje o estilo de cada peça e como o seu negócio se diferenciará da concorrência.

    Assim, quanto mais específico, melhor. Afinal, a internet oferece milhões de opções para os consumidores: por isso, para demarcar o seu espaço no mercado, é necessário saber que problema ou necessidade de público a sua loja irá resolver.

    3. Escolha seu público

    Ok, você venderá produtos na internet: mas para quem? É fundamental definir quem será o público-alvo do seu negócio, na fase inicial do planejamento. Ao estabelecer logo quem será o seu perfil ideal de consumidor, você conseguirá criar uma estratégia bem mais efetiva.

    Imaginemos um seguinte exemplo: você vende peças de informática. Nesse caso, o seu público-alvo será pessoas entre 25 e 45 anos, que trabalham e estudam nessa área. Qual é a melhor mídia social para buscar clientes?

    Basta analisar os dados: esse público tende a priorizar o Instagram em relação ao Facebook. Com esse simples questionamento, você já começa a segmentar o seu público para atender às preferências dessas pessoas. Essa estratégia serve não apenas para o contato, mas para o sucesso de toda a jornada de venda.

    4. Analise a concorrência

    É preciso olhar para o mercado, estudar as suas lacunas e identificar as melhores oportunidades de venda. O importante é pesquisar bastante o nicho de mercado no qual você queira atuar.

    Para encontrar oportunidades, tendências e lacunas, analise os concorrentes do seu nicho. Estude as suas estratégias digitais, seus anúncios e pense sobre como você pode se diferenciar deles. Esse é o primeiro passo para se estabelecer como uma empresa de referência.

    5. Defina os canais de venda e de comunicação

    Você venderá os seus produtos por meio de um site, mas isso não significa que ele deva ser o único ponto de contato com seus clientes. Por isso, é muito importante estar presente nas redes sociais, criar um blog para explorar o marketing de conteúdo e disponibilizar um e-mail específico para o atendimento. Isso é o básico para quem quer estabelecer uma interação significativa com os clientes.

    Com o tempo, você pode expandir sua presença on-line e investir em chatbots, por exemplo. Além disso, não deixe de ter um número de telefone bem visível na página. Afinal, você quer facilitar o acesso do cliente, e não isolá-lo.

    6. Escolha os meios de pagamento

    Você deve escolher os meios de pagamento. De preferência, ofereça diversas opções para que os clientes não deixem de comprar algo porque o meio que ele tinha à disposição não foi aceito. Portanto, transações no crédito, no débito e no Pix são o mínimo que a sua loja deve ter.

    Apesar das compras em crédito ou débito eletrônico liderarem as transações realizadas no e-commerce, não deixe de incluir os boletos. Isso porque muitos brasileiros não têm conta bancária ou preferem realizar suas compras em dinheiro — basta lembrar que as lotéricas ainda são muito procuradas para isso.

    7. Otimize o site

    Um site de vendas realmente bom é aquele que pode ser acessado tanto pelos computadores de mesa como pelos dispositivos móveis. Essa capacidade é chamada de responsividade: uma página responsiva facilita muito as compras pelo celular, que podem ser realizadas em qualquer momento do dia.

    Deixar de investir em um site responsivo é um dos pecados do empreendedor, uma vez que nem todo cliente vai esperar chegar em casa para acessar o computador e realizar compras. Até mesmo um engarrafamento no trânsito pode ser a deixa para que ele adquira seus produtos.

    Além disso, outros problemas comuns são:

    • site lento;
    • imagens muito pequenas na página;
    • grande quantidade de anúncios;
    • cor de fonte inadequada, que se confunde com o fundo da página.

    Todos esses problemas devem ser endereçados para que o seu site seja otimizado e visível o suficiente para encorajar as vendas.

    8. Elabore uma estratégia de divulgação

    É possível divulgar sua empresa de maneira gratuita, apostando na alimentação de informações das suas páginas nas mídias sociais. Contudo, para empreendedores mais ambiciosos, uma ideia é realizar pequenos investimentos em anúncios pagos.

    Depois, será possível contar com ferramentas gratuitas como o Google Analytics para medir o sucesso das divulgações pagas. Há diversas maneiras de fazer anúncios na internet: por meio de links patrocinados, melhoria da sua posição nos mecanismos de busca (como o Google), utilização de mídias pagas, entre outros.

    9. Estruture a parte logística

    Todo cliente que fecha uma compra em uma loja nova fica um pouco ansioso: será que a mercadoria será entregue no prazo? Posso confiar na logística dessa empresa? Portanto, respeite os prazos estabelecidos em seu site e tome cuidado com a embalagem.

    Isso porque é possível encontrar muitas reclamações, na internet, sobre produtos que chegam em más condições. Portanto, até mesmo um detalhe que pode parecer insignificante em um primeiro momento, como a embalagem correta, não pode ser negligenciado.

    Outra dica é disponibilizar código de rastreio de produto ao consumidor, uma vez que isso ajuda na confiabilidade da empresa. Afinal, com a possibilidade de acompanhar o trajeto do produto, o consumidor tende a acreditar na boa reputação do negócio.

    Agora que você já sabe como vender na internet, pode colocar essas dicas em prática para lucrar no universo online. Lembre-se que lojas físicas ainda são visitadas, mas que o comércio digital tem crescido cada vez mais — e é a modalidade preferida dos consumidores na atualidade.

    Gostou do nosso artigo e tem algo a dizer sobre o assunto? Então, deixe um comentário e compartilhe conosco os seus insights!

  • 9 tendências de moda para se inspirar e aplicar no seu negócio

    9 tendências de moda para se inspirar e aplicar no seu negócio

    O setor de vestuário é uma excelente opção de negócio, pois está em constante crescimento. No entanto, para ter sucesso nesse tipo de empreendimento é preciso ficar atento às tendências de moda. Afinal, como a moda é bastante dinâmica e tem mudanças contínuas, a demanda por determinado tipo de produto também oscila.

    Ou seja, há trends que chegam com muita força no mundo fashion, e saber quais são elas ajudará você a aproveitar a oportunidade para melhorar seus resultados. Por esse motivo, nós listamos nove tendências que estão em alta e não podem faltar em sua loja. Confira a seguir!

    1. Cores fortes

    As cores transmitem mensagens e produzem sensações. Por isso, a cada ano, há uma nova cartela. Para 2022, as mais utilizadas são o verde, o azul, o roxo e o pink. O que muda são suas tonalidades, indo da mais vibrante para a suave conforme a estação, da seguinte forma:

    • verão — tons bem vibrantes, que transmitem vitalidade, alegria e descontração estão presentes tanto nas peças de roupa quanto nos acessórios;
    • primavera — tons de verde, azul, lilás e rosa, porém mais suaves, ou seja, os chamados tons pasteis, que trazem um ar de positividade delicada e combinam com a estação;
    • inverno — as mesmas cores em tons mais fechados marcam presença em peças como blazers, sobretudos e o tailleur, que voltou com força total;
    • outono — os tons continuam vibrantes, como os do verão, mas em peças mais confortáveis, com bastante volume e transparência.

    Outra grande tendência das cores é o chamado color blocking, ou seja, montar um look com cores fortes, por exemplo, uma calça de alfaiataria azul royal e uma camisa verde-água. Ou, ainda, adotar um look monocromático, que consiste em escolher peças da mesma cor, mesmo que em tonalidades diferentes.

    2. Geometria assimétrica

    Refere-se ao corte das roupas. Para esse ano, há muita assimetria e linhas retas, isto é, blusas e vestidos de um ombro só, decotes lineares, peças com recortes na linha do abdômen ou costas, barras assimétricas.

    São peças que fogem do corte tradicional e criam um desequilíbrio harmônico e um vestuário muito moderno.

    3. Mangas bufantes

    Extremamente femininas e que trazem um ar de vestidos da época de reis e rainhas, as mangas bufantes ajudam a deixar qualquer visual mais sofisticado. Croppeds, blusas, macacões, blazers e jaquetas: o estilo está em peças de todas as estações.

    Na hora de montar os looks para divulgação nas redes sociais ou para a vitrine, procure usar peças de baixo com design reto e sem volume, como calças skinny, shorts, saias e calças retas de alfaiataria. Isso ajudará a equilibrar o visual e criar looks que vão inspirar os clientes a comprar.

    4. Crochê

    Clássicos, com toque artesanal e que têm tudo a ver com o clima tropical, o crochê e o macramê voltaram a estar em alta, principalmente na moda praia ou em looks para piscina, barzinho ou restaurante no litoral.

    Além de biquinis e maiôs, saídas de praia, blusinhas e cropped, o trançado típico também pode estar em bolsas e chapéus e até em peças mais pesadas, como cardigãs.

    5. Clochard

    Por aliar conforto e elegância, o estilo clochard se transformou em uma das mais fortes tendências de moda atual e está presente em calças, shorts e saias. Trata-se de um modelo mais soltinho, superconfortável e com o cós franzido, com mais volume na cintura e amarração por meio de uma faixa ou cordinha.

    O mais comum é encontrarmos peças clochard em alfaiataria, pois os tecidos mais macios contribuem muito para criar modelos que caem muito bem. Mas nada impede que o estilo também apareça em jeans.

    6. Puffer jacket

    Nas regiões onde o inverno é mais rigoroso, a puffer jacket ou jaqueta puffer já é um sucesso e invadiu os posts das maiores influenciadores digitais. Trata-se de jaquetas geralmente feitas em nylon e cheia de gominhos forradas com fibra ou, até mesmo, pena.

    Apesar de parecerem mais esportivas, também há modelos luxuosos, que combinam perfeitamente com calça justa e salto bem alto. Ainda, há jaquetas com corte bem assentado, oversized, mais compridas e também mais curtas. Ou seja: tem puffer jacket para todos os seus clientes.

    7. Calça de couro

    Peças em couro ou material semelhante (como o P.U) sempre passam uma imagem mais poderosa, determinada e irresistível. Além disso, as calças de couro são muito versáteis e atemporais. Por isso, virou uma verdadeira febre entre as it girls e acabou dominando todo o mundo da moda.

    Como é uma tendência de moda que veio com muita força, vale a pena investir em um bom estoque, pois vai continuar em alta por bastante tempo.

    8. Calça cargo

    Moderna, descolada, urbana e agênero: a calça cargo foi um verdadeiro sucesso nos anos 1990 e 2000. No entanto, voltou repaginada, com um ar mais sofisticado causado pelo seu corte não tão solto ao corpo.

    A cargo é um modelo mais soltinho, de tecido, com bolsos laterais e que pode ser feita em diversas texturas e materiais. Assim, é uma alternativa mais arrojada à alfaiataria. Além disso, as calças cargo atuais estão muito mais versáteis. Deixaram de lado o ar mais militar e podem perfeitamente compor looks delicados, combinados com cropped e sapatilha ou rasteirinha.

    Aliás, ela é uma peça tão versátil que já é considerada o novo jeans. Por isso, vale a pena investir na compra de peças variadas, com diferentes estilos e acabamentos.

    9. Alfaiataria

    Como você pode perceber, a sofisticação, a elegância e as cores variadas estão muito presentes no vestuário desse ano. Para fechar com chave de ouro, temos a alfaiataria, que consegue unir todas as trends em um look: seja com assimetria, seja com um visual color blocking, cores vibrantes ou um estilo mais larguinho e confortável. Então, não deixe faltar peças de alfaiataria em sua loja. Certamente terá uma grande procura.

    Agora que você já sabe quais são as principais tendências de moda para esse ano, não deixe de compor o seu estoque com peças que estão em alta e têm tido uma excelente procura. Além disso, faça a divulgação das novidades e lançamentos nas redes sociais e veja seus resultados alavancarem!

    Quer muito mais dicas? Então, baixe nosso ebook sobre tendências do mercado da moda e fique por dentro do que os consumidores mais desejam.

  • 5 dicas para melhorar a experiência de compra dos clientes

    5 dicas para melhorar a experiência de compra dos clientes

    O cliente é a razão de existir de uma empresa. Portanto, ele deve ser não só atendido, como também desfrutar de uma experiência de compra especial. Muitas lojas acabam não investindo nessa jornada, o que acaba afastando os consumidores.

    Melhorar a experiência de compra é acompanhar o consumidor em todos os estágios, do interesse até o pós-venda. Pensando nisso, preparamos um artigo que aborda todas essas etapas e mostram a importância do treinamento dos colaboradores, dos processos e das estratégias de negócio para atender aos desejos dos clientes. Venha conosco!

    1. Entenda as necessidades dos seus clientes

    O primeiro passo para promover uma experiência inesquecível é identificar as necessidades do público e traçar um perfil dos clientes. Para isso, converse com eles. Isso pode ser feito de diferentes formas, em diversos canais:

    • mídias sociais;
    • envios de questionário;
    • chat do site;
    • aplicativo, caso a empresa já invista nessa plataforma;
    • WhatsApp.

    Para melhorar a sua estratégia, entreviste grupos diferentes de pessoas: clientes fidelizados e aqueles que ainda não compraram nada ou que ainda não se tornaram consumidores fiéis. Com base nas respostas, você conhecerá melhor o seu público-alvo.

    Desse modo, ao serem ouvidos, eles se sentem mais importantes para a loja — o que aumenta as chances de que eles se tornem promotores naturais da marca, inclusive. Para os consumidores não fidelizados, coloque-se à disposição para tirar as suas dúvidas e explicar como os seus produtos solucionarão os problemas.

    2. Ofereça um atendimento diferenciado

    É bem simples: ninguém gosta de ser maltratado, principalmente por vendedores sem muita paciência. Para evitar esse problema, que pode ocasionar a desistência da compra e uma avaliação negativa nas mídias sociais, é muito importante ter uma equipe bem treinada.

    Assim, não deixe de oferecer treinamentos para a sua equipe, focados na interação direta com os clientes. Desse modo, eles saberão ser respeitosos, prestativos e evitarão ser invasivos na abordagem.

    3. Amplie as formas de pagamento

    O dinheiro em espécie pode até ter saído um pouco de moda, mas ainda é bastante utilizado pelos brasileiros. Assim como outros meios:

    • Pix;
    • débito;
    • crédito;
    • boleto bancário;
    • carteira digital;
    • entre outros.

    O importante é que o seu negócio ofereça suporte a todos eles. Além disso, oferecer várias formas de pagamento é até mesmo uma maneira de concretizar de vez a compra.

    Imagine que o vendedor explique todas as características de um produto e de como ele solucionará os problemas do consumidor: contudo, na hora de levar, a empresa não aceita pagamento por Pix.

    A empresa não só perde aquela venda como ainda poderá ser lembrada como um negócio que não acompanha as tendências de mercado. Toda a experiência do cliente, positiva até o momento, é desperdiçada.

    4. Defina as estratégias com foco no cliente

    Todos os processos da empresa devem ter a satisfação dos clientes como foco. Além disso, a presença on-line não pode ser negligenciada, uma vez que é uma maneira de manter o relacionamento com os consumidores que compram pela internet.

    Pretende produzir conteúdos em um blog da empresa? Crie conteúdos direcionados para o cliente. Vai contratar mais funcionários? Priorize aqueles que têm uma boa experiência direta com os consumidores. Quer investir mais nas mídias sociais? Escolha aquelas que o seu público-alvo mais usa. Tudo deve ser focado nas necessidades das pessoas que compram seus produtos!

    5. Personalize a experiência

    Caso a sua equipe seja bem treinada, esses colaboradores saberão ouvir as necessidades, as sugestões e as expectativas dos consumidores e transformá-las em conhecimento útil para o negócio. Desse modo, o relacionamento com os clientes se torna cada vez mais especial.

    Assim, clientes fidelizados e promotores da marca serão lembrados. Personalize a experiência desses clientes, oferecendo vantagens como:

    • descontos;
    • brindes;
    • prêmios para quem indicar novos consumidores;
    • outros benefícios que mostrem que a empresa valoriza muito aquela parceria.

    Esses clientes se tornarão promotores naturais da marca e farão a empresa crescer por meio do marketing boca a boca. Também é possível oferecer uma experiência personalizada para consumidores não fidelizados ao oferecer múltiplos canais de comunicação para que eles tirem as suas dúvidas — e ofereçam feedbacks.

    Agora que você já sabe como promover uma experiência de compra, poderá aplicar essas dicas em seu negócio. Lembre-se de sempre posicionar o consumidor no centro das suas estratégias. Afinal, a empresa só se mantém financeiramente saudável se tiver uma boa cartela de clientes.

    Aproveite a visita e confira as vantagens de capacitar a sua equipe!

  • 3 estratégias de marketing para pequenas empresas

    3 estratégias de marketing para pequenas empresas

    As estratégias de marketing para pequenas empresas hoje são diversas, afinal a internet facilita muito a atuação dos microempreendedores. No entanto, ainda assim, é sempre interessante conhecer aquelas se destacam para que te ajudar a atuar da forma certa no mercado.

    E para te auxiliar com essa tarefa, separamos aqui algumas das estratégias mais interessantes para os pequenos negócios adotarem. Para descobrir quais são, além de informações valiosas sobre elas, Leia o artigo a seguir!

    Anúncios direcionados na internet

    A primeira estratégia de marketing para pequenas empresas é o uso de anúncios direcionados na internet. Aqui, é preciso investir recursos, porém os resultados são expressivos e você consegue mostrar a sua marca para um grande número de pessoas que podem se interessar pelos seus produtos ou serviços.

    Quando um indivíduo utiliza a internet e pesquisa por “lápis de cor”, por exemplo, várias lojas, que vendem o produto, aparecem como opção de resultado para ele. Isso mesmo ele pesquisando com disposição de compra ou somente navegando pelas mídias sociais.

    O que acontece é que, quando o preço é atrativo, esse anúncio acaba chamando a atenção desejada. Isso traz resultados positivos para a empresa e não exige muito trabalho, já que os anúncios pagos são feitos de maneira automática, por meio das ferramentas online.

    Porém é importante que antes de anunciar a sua publicação, o empresário planeje a sua campanha, é necessário saber qual o seu objetivo com a publicidade – vender o produto ou tornar a marca conhecida, por exemplo – definir quem é o público-alvo, a região em que deseja que seu anúncio seja apresentado.

    Aqui também é preciso definir quais métricas serão acompanhadas e monitorar constantemente a campanha, pois só assim será possível ser assertivo com a publicidade e atingir o resultado desejado.  

    Marketing cooperativo merece atenção especial

    Outra estratégia para pequena empresa é o chamado marketing cooperativo, praticado em todo o país. Aqui, os empreendedores que não são concorrentes diretos se unem para aumentar o seu alcance, indicando clientes uns para os outros.

    Alguém que vende peças para carros, por exemplo, pode fazer uma parceria com uma concessionária, pois não exercem a mesma atividade. Apesar disso, os seus clientes são os mesmos e por isso essa parceria entre os dois empreendimentos é tão interessante.

    Aqui, os empreendedores podem explorar diversas possibilidades, como a criação de um desconto no caso de indicação, por exemplo. São muitas as opções e os empresários da região conseguem se unir para que todos consigam ganhar algo de um único cliente.

    Analise o perfil do cliente

    O conhecimento também é uma estratégia de marketing essencial para pequenas empresas. Isso porque, por meio dele, é possível traçar os melhores planos de ação e o mais importante de tudo: saber para quem você está vendendo.

    As informações dos seus clientes são dados valiosos e servem para alinhar a sua estratégia de venda. Se você sabe para quem está vendendo, fica muito mais fácil elaborar a sua mensagem, escolher o seu tom e a forma como a abordagem será feita.

    O conceito de persona é exatamente esse: o personagem fictício que representa o cliente ideal da sua empresa, criado por meio dos dados reais obtidos de seus consumidores. As pesquisas podem ser realizadas pela internet ou ainda por meio de observações feitas pelos vendedores do seu negócio.

    No mais, saber nome, renda mensal, idade e o que costuma fazer no tempo livre são algumas informações interessantes de se ter para traçar o perfil da persona e entender como conversar com ela. Com essas informações, direcionar os seus esforços e definir a melhor estratégia a ser utilizada para atrair novos consumidores, torna-se muito mais simples.

    Nosso artigo fica por aqui e esperamos que tenha gostado de conhecer 3 estratégias de marketing para pequenas empresas. Continue aprendendo sobre marketing com a gente, baixe o nosso e-book e entenda como usar as ferramentas do Google a favor do seu negócio!

  • Como atrair e desenvolver parcerias para o seu negócio

    Como atrair e desenvolver parcerias para o seu negócio

    Atrair e desenvolver parcerias é muito importante para consolidar o seu crescimento no mercado. Contar com bons negócios como aliados pode aumentar o alcance da marca, além de atrair clientes de maneira mais prática.

    Porém, muitos empresários podem se deparar dificuldades no momento de buscar empresas para iniciar parcerias. E se você se encontra nesse grupo, estamos aqui para te mostrar que iniciar uma aliança com outros empreendedores pode ser fácil.

    Leia o artigo a seguir para descobrir como atrair e desenvolver parcerias para o seu negócio!

    Procure por empresas que tenham o mesmo público-alvo

    O primeiro passo para desenvolver parcerias para o seu negócio é procurar por quem tem os mesmos clientes que você. Entretanto, não estamos falando dos seus concorrentes diretos, mas sim de outras empresas que atuam com as mesmas personas.

    Uma oficina de carros tem os mesmos clientes de uma loja que vende peças para veículos, e uma loja pode indicar a outra para seus clientes. Sendo assim, um pode ajudar o outro no mercado, aumentando o alcance das marcas e fazendo com que a parceria seja positiva para ambos.

    Para que algo benéfico surja dessa aliança, é indicado que você procure por empresas localizadas na mesma região que a sua. Além disso, é preciso que o seu negócio ofereça algo positivo para o parceiro.

    Tenha algo a oferecer para o seu parceiro de negócios

    Para que você consiga atrair e desenvolver parcerias com outras empresas, é necessário ter algo atrativo para oferecer. Não estamos dizendo para oferecer permuta de mercadorias ou algo do tipo, mas algo de valor imaterial, que vai trazer algum retorno real para o negócio do seu parceiro.

    Uma boa dica para conseguir fechar alianças interessantes é conhecer e ter os números do seu negócio na ponta da língua. Quantidade de clientes, ticket médio, perfil comportamental e outros dados sobre o perfil dos clientes são muito interessantes de serem apresentados nas negociações de parcerias.

    Para que seja vantajoso para os dois lados, vocês devem visar atrair mais clientes para as duas lojas. Um programa de desconto para quem for comprador de ambas é uma opção para quem quer criar mais movimento e tornar essa parceria mais proveitosa.

    Seu networking precisa ser constante

    networking é uma excelente maneira de atrair e desenvolver parcerias no mundo dos negócios. A prática consiste em aumentar a sua rede de contatos, criando possibilidades de novas parcerias ou ampliando o seu alcance.

    Para aumentar o seu networking, um empreendedor pode frequentar feiras e eventos voltados para empresas do seu ramo. Isso ajuda a mapear quem são os possíveis parceiros que teriam uma sinergia maior para trazer frutos benéficos para o seu negócio.

    A conversa com outros profissionais pode acabar auxiliando você até mesmo a conseguir novos fornecedores, que são importantes aliados do se negócio. A presença em eventos para aumentar o network costuma ser muito benéfica para os empreendedores.

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