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  • 6 dicas para usar as datas comemorativas para atrair mais clientes

    6 dicas para usar as datas comemorativas para atrair mais clientes

    Datas comemorativas são oportunidades de ouro para quem deseja vender mais. Afinal, nesse período, a maioria das pessoas estão à procura de presentes especiais e cabe ao empreendedor oferecer mercadorias de qualidade para aproveitar o momento.

    Neste post, mostraremos as principais dicas para quem quer aproveitar as datas comemorativas para atrair mais clientes, aumentar as vendas e começar a estabelecer um relacionamento duradouro com seu público. Boa leitura!

    1. Planeje-se antecipadamente

    Um planejamento antecipado é que possibilita uma estratégia de venda bem-sucedida. Isso porque ele permite que a empresa se prepare adequadamente para o aumento da demanda e para o volume de estoque e atendimento necessários.

    Entre as tarefas que entram nesse planejamento, podemos citar:

    • negociação com os fornecedores;
    • definição das pessoas que reforçarão o trabalho do empreendedor, caso seja necessário;
    • planejamento logístico, como as políticas relacionadas às entregas em datas comemorativas;
    • estudo da mesma data no ano anterior: quais foram os produtos mais vendidos? Pode ser interessante focar suas promoções neles.

    Quanto melhor for a preparação, mais fácil será conseguir boas condições para poder oferecer preços atrativos no dia tão esperado. Um exemplo: compras antecipadas de recursos de fornecedores, que podem ser mais baratos em um período quando a demanda é menor. Caso a empresa deixe para negociar com esse fornecedor muito em cima da hora, os preços serão muito mais altos, uma vez que ele também negocia com outras lojas.

    2. Prepare o estoque

    Quer vender muito em uma determinada data comemorativa? Então mantenha o estoque cheio. Caso a empresa fique semanas e meses fazendo anúncios e propagandas e não consiga atender à demanda, isso prejudicará a reputação do negócio e a confiabilidade dos clientes.

    Nesse sentido, manter um bom relacionamento com os fornecedores é muito importante para garantir um estoque antecipado e que atenda às expectativas dos consumidores. Também certifique-se de que o aumento no estoque tenha a ver com o que foi anunciado nas redes sociais.

    É indispensável que você saiba a quantidade exata de produtos no estoque antes de lançar uma promoção. Por isso, esse preparo deve vir antes das divulgações e das campanhas relacionadas à data em questão.

    3. Realize promoções direcionadas

    É simples: em períodos de festividades e comemorações, as pessoas sempre priorizarão as lojas que ofereçam bons descontos e boas condições gerais de compra. Como o aumento da demanda é um acontecimento natural nessa data, cada empreendedor deve fazer o necessário para lucrar nesse período.

    Assim, uma das dicas é realizar promoções direcionadas ao público-alvo — e que os produtos ofertados tenham a ver com aquela data. No Dia dos Pais, por exemplo, não adianta muito focar os anúncios em roupas femininas.

    Por isso, é preciso identificar quais são os produtos e serviços da sua loja que combinem com o público-alvo e também correspondam à data específica. Para quem tem um restaurante, datas como o Dia das Mães, dos Pais ou o Natal também são boas oportunidades para apostar em descontos para atividades em família.

    Além disso, também é necessário escolher os melhores espaços para divulgar essas promoções. Para lojas físicas, é uma boa ideia explorar o próprio ambiente com os anúncios. Já a internet oferece múltiplas opções, como:

    • anúncios pagos;
    • o próprio site;
    • textos de marketing de conteúdo direcionados aos produtos relacionados à data;
    • campanhas de e-mail marketing, mas apenas para clientes que sinalizaram que querem ser contatados dessa forma.

    4. Divulgue nas redes sociais

    Não mencionamos as redes sociais no tópico anterior porque elas merecem seu próprio espaço. Afinal, cada uma delas tem características específicas e a melhor estratégia de marketing, nesse caso, é explorar aquelas que tenham a ver com o seu negócio.

    As redes sociais reforçam a sua presença digital e aumentam o alcance dos seus produtos. Em datas comemorativas, elas são imprescindíveis: afinal, muitas pessoas procurarão o que comprar na própria internet, mesmo aquelas que tenham interesse em sair de casa para gastar.

    Para explorar as redes sociais e todo o seu potencial, é interessante elaborar um calendário de conteúdos para postar nas semanas que antecedem aquela data comemorativa. Diversifique a produção, apostando em textos, vídeos e postagens curtas.

    O importante é aproveitar todos os canais de comunicação, em uma estratégia omnichannel. Use as redes sociais, o e-mail e o WhatsApp para expandir o seu alcance.

    Também é comum que clientes em potencial naveguem nas redes sociais sem ter ideia ainda do que comprar naquela data. Caso você capriche em suas postagens e divulgações, aquele conteúdo pode ser o que faltava para esse tipo de consumidor se decidir.

    5. Invista em uma estratégia completa de marketing

    Complemente a sua presença nas redes sociais com outros meios de divulgação. Aposte na produção de conteúdo relevante (como artigos que tirem dúvidas e demonstrem a utilidade dos produtos), newsletters e uma campanha que já comece a preparar as pessoas semanas antes da data comemorativa na qual você queira investir.

    Uma campanha de e-mail marketing pode conquistar clientes por meio da progressão. Um exemplo: em março, a empresa já quer começar a investir no Dia das Mães, que ocorre no segundo domingo de maio. Assim, uma sequência lógica seria:

    • Faltam dois meses para o Dia das Mães. Já pensou no presente? (mensagem enviada em março);
    • Sua mãe é do tipo aventureira ou mais caseira? Confira essas opções (mensagem enviada no início de abril);
    • Quer saber quais são os produtos que recomendamos para presentear a sua mãe? (mensagem enviada no fim de abril);
    • Está chegando! Já decidiu o seu presente? (mensagem enviada no início de maio).

    Essa campanha pode ser equilibrada com mensagens mais frequentes nas redes sociais e postagens de produtos no Instagram, por exemplo. O importante é segmentar os consumidores de acordo com a data: portanto, pense bem nos produtos que você divulgará!

    6. Desenvolva um bom atendimento pós-venda

    Por fim, aquela data comemorativa pode ser um período de muitas vendas, mas também o início de um relacionamento duradouro com aqueles clientes. Para isso, capriche no atendimento pós-venda para tornar o consumidor fiel à sua marca.

    Você pode realizar pesquisas de satisfação, tirar dúvidas dos produtos comprados, enviar conteúdos segmentados e até abrir um canal de sugestões para o seu público. O mais importante, nessa última etapa, é mostrar disponibilidade.

    Afinal, sua empresa terá passado semanas ou até meses “bombardeando” os clientes com suas divulgações. Por isso, nada mais justo do que se mostrar acessível depois daquela data comemorativa.

    Como vimos no post, as datas comemorativas são excelentes oportunidades comerciais para qualquer empresa. É o momento de lucrar muito e atrair mais clientes. Contudo, é imprescindível preparar bem o estoque, realizar boas divulgações e investir em uma estratégia robusta de marketing.

    Gostou do artigo e quer saber como se preparar melhor? Então, não deixe de conferir o nosso infográfico sobre as datas comemorativas!

  • Como realizar o Esquenta Black Friday? Veja 6 dicas

    Como realizar o Esquenta Black Friday? Veja 6 dicas

    A Black Friday já virou uma tradição nacional: no segundo semestre, sempre recebemos anúncios alusivos à data comercial. No entanto, empreendedores não precisam esperar até a última hora para começar a lucrar com o evento.

    É possível, por exemplo, colocar em prática um Esquenta Black Friday. Essa oportunidade é muito importante, não somente para vender e lucrar, mas também para passar aos clientes um gostinho do que os aguarda no evento principal.

    Neste post, falaremos mais sobre ele e mostraremos algumas dicas para aproveitar as duas ocasiões. Venha conosco!

    Quando ocorre a Black Friday?

    A Black Friday é aquela superpromoção anual que ocorre sempre na última sexta-feira de novembro. O interessante é que os descontos e condições especiais são concedidos em produtos tanto de lojas físicas como online.

    Portanto, em 2022, ela ocorre no dia 25 de novembro — e, como sempre, vai atrair clientes interessados em todo tipo de produto. No entanto, para preparar os consumidores para o evento, muitas lojas estão apostando em outra iniciativa: o Esquenta Black Friday.

    Assim, as marcas exploram datas próximas ao grande dia. É uma maneira, inclusive, de antecipar aos clientes uma demonstração de como a loja se comportará na última sexta-feira de novembro. Caso o Esquenta seja um sucesso, os empreendedores terão mais confiança para encarar a data comemorativa.

    Quais são as ações para realizar o Esquenta Black Friday?

    Agora que falamos um pouco sobre as datas, nada melhor do que conhecer algumas dicas para vender bem nelas.

    1. Prepare o estoque

    Caprichar na divulgação, anunciar produtos atrativos, condições especiais… e não cuidar do estoque. Esse é um dos principais erros que as empresas podem cometer não só no Esquenta e na Black Friday propriamente dita, mas em qualquer data comemorativa.

    Lembre-se de que, na era da internet, bastam pouquíssimos cliques para que o cliente encontre um concorrente — e é possível até que ele fique por lá mesmo, abandonando sua empresa de vez. Por isso, garanta que o seu estoque esteja abastecido e faça jus às suas promessas.

    Você deve ter uma boa quantidade dos produtos que vendem mais e que tornam a sua empresa uma referência, mas também pode utilizar a data para divulgar mercadorias que não saiam tanto. Afinal, talvez a qualidade não seja a culpada, mas sim a falta de publicidade para esses produtos.

    2. Pense na divulgação e nas ações de marketing

    Suas ações de marketing devem ser orientadas a divulgar os produtos de uma maneira que os clientes realmente os vejam. Por isso, usar ferramentas como o Analytics, que mostram os horários que mais concentram pessoas em um determinado site, é fundamental.

    Mesmo assim, é bem capaz que algumas divulgações passem batido pelas pessoas. Para contornar isso, capriche nas newsletters, principalmente para clientes fidelizados e que já promovam naturalmente a marca.

    Interaja com as pessoas nas redes sociais. Uma simples pergunta como “O que mais vocês querem da nossa Esquenta Black Friday?” é o suficiente para gerar engajamento e descobrir os produtos que você deve priorizar no estoque. Fique de olho nos likes e nas sugestões que mais se repetem.

    Do mesmo modo, seguindo a dica do tópico anterior, você pode aproveitar para divulgar produtos que ainda não emplacaram no gosto dos clientes. Dependendo da aceitação nas postagens, você saberá se aquela mercadoria ainda tem salvação.

    3. Defina os preços

    Registre os preços dos produtos em condições “normais” — isto é, fora das datas comemorativas — para poder fazer uma nova precificação justa. Equilibre mercadorias mais caras com aquelas de preço mais acessível para aumentar as suas chances de sucesso.

    Tanto a Black Friday como o seu Esquenta rendem reclamações e discussões nas redes sociais, com acusações de que as empresas não fazem promoções justas. Por isso, nada de retirar alguns centavos do preço praticado durante a maior parte do tempo e chamar aquilo de “oferta imperdível”.

    Afinal, o seu objetivo não é só vender um monte de produtos e depois começar do zero. O Esquenta também é uma oportunidade de fidelizar clientes para o ano todo. Por isso, não deixe de negociar com os seus fornecedores para poder oferecer preços realmente atrativos.

    4. Diversifique as suas promoções

    No Esquenta, você pode apostar em diferentes modalidades, como a venda conjunta. Assim, promoções como “Compre 2 e leve 3” são interessantes porque mostram claramente que há uma vantagem para o cliente naquela oferta.

    Outra boa ideia é apostar em “ofertas do dia”, caso a sua intenção seja manter o Esquenta durante uma semana ou mais. Em cada uma das datas, você pode priorizar um produto, o que é até interessante para garantir um controle do estoque de acordo com cada oportunidade.

    5. Prepare o seu site

    Caso você venda pela internet, não preparar o site para o Esquenta e para a Black Friday é outro erro que pode inviabilizar toda a sua estratégia. A página deve aguentar o volume maior de acessos: uma certa lentidão pode até ser aceitável, mas é preciso que as pessoas tenham condições de efetivamente concretizar a compra.

    Por isso, converse com os profissionais responsáveis pela hospedagem do seu site. Caso você use uma opção gratuita, uma boa ideia é criar um hotsite só para essa data. Trata-se de uma página exclusiva para um determinado fim, como é o caso de vendas em uma data comemorativa.

    6. Preste atenção à política de trocas

    As regras ditadas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) também devem ser cumpridas nas datas comemorativas. Além disso, como mencionamos, o Esquenta deve servir para fidelizar e nada melhor do que respeitar os direitos dos consumidores que acabaram de chegar.

    A legislação do tema afirma que quaisquer empresas precisam trocar um produto que apresente defeito, em um prazo de até 30 dias para mercadorias duráveis e de 90 para não-duráveis. Pela correria causada por essa data, é possível que os produtos sofram algum dano durante a gestão de estoque, por exemplo.

    A lei também deve ser cumprida quando o cliente se arrependa da compra, em negociações feitas no ambiente digital. Nesse cenário, o prazo para solucionar o problema é de 7 dias.

    Quais são as vantagens de colocar essas dicas em ação?

    O Black Friday mobiliza muitas pessoas. Por isso, a competição é ainda mais acirrada nessa data: afinal, todo mundo estará de olho nesse enorme contingente de consumidores. Estruturar as suas ações de acordo com técnicas bem-sucedidas de mercado é a melhor forma de sair na frente.

    Com um Esquenta Black Friday, a sua empresa se destaca em meio àquelas que simplesmente enchem as prateleiras de produtos e esperam os clientes, sem um planejamento adequado para isso. Como vimos no artigo, algumas dicas devem ser postas em prática para que você não decepcione seus clientes nessa oportunidade!

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  • Visibilidade da empresa: 5 dicas para ser visto pelos clientes

    Visibilidade da empresa: 5 dicas para ser visto pelos clientes

    “Quem não é visto não é lembrado”. Você já deve ter ouvido essa frase em algum lugar, certo? Essa premissa é muito verdadeira, principalmente quando o assunto é negócios. Portanto, investir na visibilidade da empresa é fundamental para prospectar mais clientes e, assim, aumentar as vendas.

    Podemos definir a visibilidade da marca como um conjunto de estratégias voltadas para fixar a empresa na mente do consumidor, tornando-a sua primeira opção no momento da compra. Dessa maneira, você não passará despercebido por ele!

    Para lhe ajudar a melhorar a visibilidade da sua marca, selecionamos algumas dicas importantes que farão você sair na frente da concorrência. Confira!

    1. Crie uma identidade visual

    A identidade visual de uma empresa passa uma imagem profissional do negócio. Logo, se você deseja se destacar dos seus concorrentes, investir nessa estratégia é indispensável. Nesse quesito, é importante tomar cuidado, pois ao procurar o profissional para realizar esse serviço, o barato pode sair caro. Antes de fechar contrato, solicite o portfólio do profissional para avaliar os trabalhos anteriores.

    Essa escolha é importante, porque a identidade visual de uma empresa diz muito sobre ela e sobre o público que deseja atingir.

    2. Faça parcerias

    As parcerias são muito interessantes para as empresas, principalmente em tempos em que influenciadores digitais motivam bastante a decisão de compra. Se a sua empresa ainda não tem poder aquisitivo para fechar parceria com influenciadores maiores, aposte nos micro e pequenos influenciadores da sua cidade ou região. Acredite, eles geram muito engajamento e conversão.

    Você também pode fazer parcerias com marcas e conseguir bons preços para oferecer aos seus consumidores.

    3. Ofereça um atendimento de excelência

    Esse é o momento em que muitas empresas perdem clientes: o atendimento. Colaboradores despreparados, que não conhecem o produto ou serviço e que não sabem quebrar objeções dos potenciais clientes não conseguem vender.

    Não existe um segredo para solucionar esse problema, pois ele é simples de ser resolvido: ofereça treinamento. Há quem nunca mais volta em uma empresa porque foi atendido mal, mas também há quem sempre retorna — e ainda indica para terceiros —, e esses são os que receberam um atendimento de qualidade.

    4. Foque na qualidade dos seus produtos

    De nada adianta ter uma identidade visual incrível e um ótimo atendimento se o produto não é bom. Esse é um dos fatores que mais contribuem para a insatisfação do cliente — e não é para menos, afinal, ninguém merece comprar algo com uma qualidade péssima.

    Um produto de boa qualidade aumenta o ticket médio dos clientes e faz com que eles se tornem defensores da sua marca.

    5. Seja ativo nas redes sociais

    As redes sociais são ferramentas potentes no quesito visibilidade da empresa. Isso porque os seus consumidores estão presentes ativamente nelas e sempre tem alguém disposto a comprar.

    Nesse sentido, é importante investir em conteúdo de qualidade, que agregue valor à sua empresa e, acima de tudo, tire as dúvidas e quebre objeções dos seus potenciais clientes.

    Além disso, as imagens precisam ser atrativas para que o público entenda com clareza do que se trata aquele post. Por fim, quando possível, é interessante investir em tráfego pago para alcançar mais pessoas.

    Percebeu o quanto a visibilidade da empresa é importante? Não cuidar dessa estratégia fará com que o seu negócio perca oportunidades de vendas e, consequentemente, de crescimento. Portanto, não perca mais tempo e coloque em prática as nossas dicas.

    Precisa de ajuda para melhorar a visibilidade da sua empresa? Entre em contato conosco e saiba como podemos lhe ajudar!

  • Varejo Phygital: 5 dicas para unir o físico ao digital

    Varejo Phygital: 5 dicas para unir o físico ao digital

    É muito comum o consumidor realizar uma compra exclusivamente digital: cliente visita o site, escolhe os produtos e faz o pagamento pelo seu meio preferido. No entanto, surge uma dúvida: e se esses consumidores quiserem uma experiência híbrida, com uma visita à loja física, por exemplo?

    Nesse caso, estamos falando do varejo phygital. Preparamos este post para que você entenda melhor essa definição e como implementar as diferentes etapas para combinar os ambientes físico e digital em seu negócio. Boa leitura!

    O que é varejo phygital?

    O termo mistura as palavras physical (físico, em inglês) e digital. Desse modo, fica fácil entender que o conceito representa a união do ponto físico, que ainda atrai muitos clientes, com o mindset digital.

    Desse modo, os esforços devem ser direcionados para que as interações online sejam complementadas por um ambiente físico receptivo, como no caso da compra híbrida e das ofertas personalizadas por local.

    Como unir o físico e o digital?

    O phygital, como o próprio nome diz, exige iniciativas tanto virtuais como no ambiente físico para que a estratégia dê certo. Vamos conhecer o que deve ser feito.

    1. Estruture bem os canais de contato

    A sua loja oferece atendimento por e-mail, telefone, WhatsApp e redes sociais. No entanto, o e-mail demora muito para responder, o telefone nem sempre está disponível e o WhatsApp visualiza as mensagens e não responde. Nesse caso, podemos dizer que sua estratégia omnichannel não está bem estruturada.

    Muitas pessoas deixam de fechar uma compra quando encontram poucas informações sobre os produtos e também têm dificuldade para contatar a loja. Portanto, preste atenção nos seguintes problemas para evita-los:

    • site lento ou pouco responsivo;
    • falta de segurança no site, sem um certificado de segurança;
    • muitos canais de contato sem o devido equilíbrio entre eles.

    2. Crie uma jornada de compra fluida

    A jornada de compra fluida tem a ver com a capacidade de oferecer um site organizado para que clientes não se distraiam e abandonem o carrinho e também com o reconhecimento das informações de consumidores que já compraram algo da empresa antes.

    Por isso, facilite o cadastro, oferecendo a possibilidade de que clientes façam o login por meio do Gmail e de redes sociais, como o Facebook. Assim, você evita que eles abandonem a possibilidade de fechar uma compra pela preguiça de preencher um formulário enorme.

    Quanto ao site a ao app (caso a sua empresa já tenha um), garanta que ele tenha um layout bem organizado, sem um excesso de botões. Desse modo, você evita que o cliente cometa um erro e tenha que iniciar a operação de compra novamente.

    3. Envie notificações personalizadas

    Quando clientes em potencial navegam no site da empresa, é comum que um pop-up ofereça a possibilidade de que ele informe a região onde mora. Vendedores podem aproveitar essa funcionalidade para informar essas pessoas sobre ofertas personalizadas da loja mais próxima.

    Além de incentivar que ele visite o ambiente físico e conheça o que ele tem a oferecer, vendedores também devem utilizar cupons de desconto para estimular essa prática. É uma maneira de personalizar a experiência e mostrar que os clientes não dependem exclusivamente do comércio digital para adquirir bons produtos.

    4. Invista em tecnologia

    Caso seus recursos permitam, invista em tecnologias que modernizem o seu negócio. Você pode implementar um chatbot em seu site para tirar dúvidas, por exemplo, além de ferramentas que tracem padrões dentro do histórico digital da empresa.

    Os chatbots otimizam a produtividade, uma vez que eles oferecem a resposta para questionamentos comuns a vários clientes e poupam empreendedores de ter que fazer esse trabalho. Já ferramentas de Big Data e BI conseguem identificar tendências com base no comportamento dos consumidores fidelizados.

    5. Ofereça a opção de compra híbrida

    O Mercado Livre é uma das empresas que oferecem a possibilidade de comprar online e retirar em um ponto físico. Afinal, muitos clientes não querem pagar pelo frete ou não querem esperar pela entrega, com a possibilidade de ter a mercadoria em menos tempo.

    O interessante é que essa estratégia pode ser adotada por quaisquer empreendedores. Quando o cliente decide retirar o produto na loja, ele ainda pode se interessar por outras mercadorias e tirar dúvidas diretamente com quem trabalha lá.

    Esse modelo também é conhecido como compra híbrida, que possibilita que o cliente transite entre o físico e o digital com facilidade e oferece vantagens tanto para ele como para empreendedores na estratégia de varejo phygital.

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  • Liderança e persuasão: 7 dicas para influenciar as pessoas

    Liderança e persuasão: 7 dicas para influenciar as pessoas

    Muitas pessoas ambicionam cargos de liderança, até mesmo como uma forma de motivar os colegas e disseminar boas práticas nas empresas. Contudo, esse papel é sempre disputado e nem todo mundo tem o que é necessário para liderar e persuadir.

    Neste post, listamos as principais dicas para quem quer combinar características de liderança e persuasão. Você verá que nem todo chefe precisa ser autoritário e severo com seus colaboradores, uma vez que é possível utilizar o cargo para promover mudanças positivas no negócio. Continue a leitura!

    1. Tenha uma fala firme

    Falar com segurança e firmeza é imprescindível para adquirir o respeito dos colegas. Além disso, líderes precisam se comunicar de maneira clara, como uma forma de facilitar o cumprimento das tarefas por parte dos seus comandados.

    Para aqueles que querem ter uma fala firme e que inspire os funcionários, podemos oferecer 3 dicas importantes:

    • saiba controlar o que você diz. Isto é, só passe informações embasadas, sem recorrer aos achismos. Desse modo, você mostra que sabe bem do que está falando, uma vez que pesquisou sobre o assunto;
    • saiba controlar a maneira como você diz. Seja articulado, não paternalista. Você não precisa ser uma pessoa tirana, mas a sua fala deve focar no essencial, que são os objetivos do negócio;
    • reconheça os erros, uma vez que o clichê é verdadeiro: todos erram em algum momento. O importante é aprender a lição e adicionar a correção ao seu repertório.

    2. Consiga a atenção da equipe

    Para conseguir a atenção da equipe, nada melhor do que demonstrar paixão sobre aquilo que você está falando. Por isso, domine a sua área de atuação, estude as tendências e o futuro daquela área. É todo esse conhecimento que estimulará os comandados a repetir o exemplo.

    Quando você tem paixão pelo próprio trabalho, será bem mais fácil se aprofundar nele — e transmitir aquele sentimento para outras pessoas. Do mesmo modo, o conhecimento da área de atuação fará com que você consiga elaborar bons exemplos para repassar às equipes.

    Para conseguir a atenção da equipe, influenciar persuadir pessoas algumas dicas são fundamentais:

    • torne mais interessante o assunto do qual você está falando. Cite exemplos que o aproximem das pessoas, aplique em situações rotineiras do trabalho;
    • aposte no storytelling, tanto na fala como na comunicação escrita;
    • fuja dos clichês da comunicação, como apresentações monótonas no Powerpoint ou memorandos longos e pouco informativos. Use a criatividade.

    3. Adote uma comunicação clara

    Abordamos brevemente esse aspecto no primeiro tópico, mas é preciso reforçá-lo: não adianta ser firme, é preciso se certificar de que todos entendam a sua mensagem. Isso vale tanto para a fala quanto para a comunicação escrita.

    Seja transparente. Caso note que muitas pessoas erram constantemente na execução de suas atividades, esse pode ser um sinal de que elas não entenderam muito bem o que deve ser feito. Peça feedbacks aos funcionários sobre a comunicação interna da empresa e como ela pode mudar para melhorar a sua efetividade.

    4. Desenvolva a autoconfiança

    Líderes precisam ter convicção em suas próprias habilidades caso queiram inspirar respeito e segurança em suas equipes. Afinal, é bem mais fácil motivar um time quando a pessoa que está no comando sabe o que está fazendo — e demonstra isso com suas ações.

    Do mesmo modo, líderes que sejam pouco confiantes geralmente são críticos demais a respeito de si e da sua capacidade. Isso faz com que eles não tenham a firmeza necessária para comandar os trabalhos em equipe, o que faz com que queiram agradar a todos.

    Por isso, sem autoconfiança, não existe liderança ou persuasão. Alguém que não leve muita fé nas suas próprias palavras não conseguirá energizar a equipe. Essa característica pode ser desenvolvida por meio dos seguintes princípios:

    • capacitação contínua;
    • acompanhamento das tendências do mercado no qual a empresa está inserida;
    • experiências práticas;
    • enfrentamento direto aos desafios do negócio e as incertezas do mercado.

    Com uma mistura entre boa capacitação, experiência e determinação, a autoconfiança será um atributo natural dos líderes.

    5. Seja humildade

    Líderes autoconfiantes não são, necessariamente, arrogantes. É possível conciliar essa característica com outra, igualmente valiosa: a humildade. Isso pode ser feito por meio do reconhecimento público dos bons trabalhos prestados por algum colaborador, por exemplo.

    Nesse sentido, líderes precisam se certificar de que os outros colaboradores também tenham seus momentos de glória. Isso cria um clima positivo dentro do negócio, uma vez que todas as pessoas notam que o bom trabalho é reconhecido e premiado.

    Além disso, todo mundo tem algo para aprender — mesmo líderes experientes. É a humildade que garante que a chefia também aprenda algo novo com funcionários capacitados e criativos.

    6. Respeite a política interna da empresa

    Toda empresa tem seus valores e missões próprias, assim como normas de conduta que devem ser seguidas por todos. Líderes não devem apenas incorporar esses valores, como também transmiti-los às outras pessoas.

    Caso uma empresa se orgulhe de cuidar da saúde mental dos seus colaboradores, um estilo de liderança muito autoritário e que constranja as pessoas não é a melhor abordagem para seus líderes. Ou a chefia muda o seu comportamento ou busca uma companhia no qual seus valores se encaixem.

    7. Lidere pelo exemplo

    Todos os tópicos citados anteriormente não valem de muita coisa se a liderança não dê o bom exemplo. Quer colaboradores mais capacitados? Promova treinamentos, palestras e enriqueça o próprio currículo para motivar as outras pessoas.

    Quer um time mais criativo? Proponha novas ideias e abordagens, fuja de métodos engessados. Quer cortar os desperdícios dentro do negócio? Então, estude os procedimentos rotineiros da empresa e demonstre, de forma clara, os processos que geram gastos para o negócio e proponha melhorias para eles.

    Quem quer liderar e persuadir pessoas não pode agir em desacordo com o que prega. Isso tira qualquer credibilidade das suas palavras — uma vez que colaboradores sempre estarão atentos às atitudes que aquela pessoa em cargo de chefia tem no dia a dia do negócio.

    Gostou do artigo e quer saber mais sobre como se tornar um líder de respeito? Então, aproveite a visita ao nosso blog para baixar o nosso e-book sobre liderança multigeracional!

  • Capacitação empreendedora: saiba porque é importante e como iniciar

    Capacitação empreendedora: saiba porque é importante e como iniciar

    A busca por capacitação é uma atitude que beneficia diretamente os empreendedores. Afinal, sempre há algo para aprender, uma vez que o mercado não é estático e a presença da tecnologia renova as tendências a cada dia.

    Nesse contexto, a capacitação empreendedora é crucial para todos os profissionais que queiram se manter relevantes e produtivos. Neste post, falaremos um pouco mais desse conceito e de como obtê-lo por meio de ações práticas. Confira!

    O que é capacitação empreendedora?

    Nada mais é do que adquirir conhecimento baseado em empreendedorismo. Isso pode ser feito por meio de treinamentos profissionais, mas também da leitura de livros relevantes sobre temas de interesse e até mesmo pelo consumo de podcasts presentes nas mais diversas plataformas.

    Com capacitação, profissionais adquirem todo o embasamento para resolver problemas e se tornarem especialistas em suas áreas de atuação. Tudo o que é aprendido é transformado em experiência quando aquele conteúdo é aplicado na rotina do empreendedor.

    Como obter essa capacitação?

    Agora que conhecemos o conceito, falaremos dos meios práticos para desenvolver essa capacidade e aplicá-la no trabalho.

    Faça um planejamento e defina os objetivos

    Tenha em mente as suas metas e descubra quais habilidades você precisa desenvolver para chegar lá. Caso você queira expandir o seu negócio, busque cursos e treinamentos que ajudem nesse sentido.

    Ou, se o seu objetivo é desenvolver produtos inovadores, estude o mercado, a concorrência e as necessidades dos consumidores. Só estudando todo esse ecossistema será possível compreender as dores das pessoas — e desenvolver produtos que as solucionem.

    Busque cursos e treinamentos

    Estudar por conta própria é produtivo, mas não deixe de complementar as suas pesquisas com treinamentos ministrados por pessoas conceituadas da área de atuação. Nada melhor do que aprender com profissionais que sejam referência.

    Além disso, busque cursos de instituições respeitadas, como os treinamentos oferecidos pelo Sebrae — que há décadas ajuda empreendedores em seu desenvolvimento e a conquistar oportunidades melhores. Confira a nossa página de capacitações e eventos aqui.

    Comece a ouvir podcasts sobre empreendedorismo

    Hoje, é possível encontrar podcasts sobre diversos assuntos — e o empreendedorismo não fica de fora. Como eles podem ser ouvidos a qualquer hora, se tornam uma ótima opção para aprender.

    Para começar a desfrutar desse conteúdo, o Sebrae de Minas listou os 12 dos melhores podcasts sobre empreendedorismo.

    Leia livros

    Complemente os conhecimentos adquiridos com os podcasts com a boa e velha leitura. Alguns livros que têm muito a ver com a capacitação empreendedora são “Mindset”, de Carol S. Dweck, e “Rápido e Devagar: duas formas de pensar”, de Daniel Kahneman.

    Comunique-se bem com os colegas

    De acordo com a Pirâmide de Aprendizagem de William Glasser, a capacitação não depende apenas do consumo de livros e treinamentos. Segundo o psiquiatra, que estudou profundamente o ambiente de trabalho, nós aprendemos:

    • 10% quando lemos;
    • 20% quando ouvimos;
    • 30% quando observamos;
    • 50% quando vemos e ouvimos;
    • 70% quando discutimos com outros;
    • 80% quando fazemos;
    • 95% quando ensinamos aos outros.

    Com esses números, ficou mais fácil entender a importância da boa comunicação para não só se capacitar, como espalhar o conhecimento. Compartilhe as suas habilidades com os colegas de trabalho para fomentar um ambiente ainda mais criativo!

    Use a tecnologia a seu favor

    A tecnologia está tão presente no mercado atualmente que gerou até mesmo uma frase repetida em diversas reportagens e palestras: toda empresa deve virar uma empresa de tecnologia. Nesse sentido, buscar conhecimento sobre soluções digitais é fundamental.

    Tecnologias como o Big Data, o Business Intelligence e até mesmo os softwares de gestão integrada ajudam gestores a armazenar e centralizar informações, além de estudar padrões e estabelecer tendências de mercado.

    Todo conhecimento em tecnologia é útil, uma vez que ela está presente em empresas de diferentes portes. Para adquirir capacitação empreendedora, essa habilidade não pode ser negligenciada.

    Como vimos no artigo, a capacitação empreendedora não se resume às soluções digitais, mas também à busca de conhecimento em outras fontes. Podcasts e livros, por exemplo, podem complementar os cursos e treinamentos mais exigentes.

    Gostou do artigo e quer saber como o Sebrae pode ajudar na busca por capacitação empreendedora? Então, entre em contato conosco!

  • Saiba o que considerar na elaboração de um plano de marketing digital

    Saiba o que considerar na elaboração de um plano de marketing digital

    Que o marketing é imprescindível para qualquer empresa que queira se consolidar no mercado, todos nós já sabemos. Mas quais são as etapas para garantir que o plano seja bem-sucedido, especialmente no ambiente digital?

    Para que você consiga elaborar um plano de marketing digital robusto, preparamos este post especial. Mostraremos o que não deve ser negligenciado e dicas práticas para chegar lá, como o comportamento nas redes sociais e a definição de um plano de ação. Boa leitura!

    Faça uma pesquisa

    De acordo com os “8 Ps do marketing”, citando o livro já clássico de Conrado Adolpho, tudo começa com uma boa pesquisa. Afinal, é ela que apontará os rumos que devem seguidos no seu plano. É nessa primeira etapa que você alinha seus objetivos às oportunidades de mercado.

    É necessário que você investigue o cenário no qual sua empresa atua. Para isso, é preciso analisar a concorrência e a maneira com que essas empresas têm ocupado espaço na internet. Depois, compare com a sua própria presença digital.

    Ao fazer esse trabalho, será possível identificar brechas e lacunas para explorar nesse mercado. Do mesmo modo, esse estudo garante que a sua empresa não repita conteúdo para o público, ao copiar as estratégias que já vêm seguidas pela concorrência.

    Investigue a linguagem do seu público-alvo. Essas pessoas são mais jovens ou de uma faixa etária mais avançada? Ao monitorar as pessoas com as quais a sua empresa interage, será mais fácil entrar no universo delas e solucionar seus problemas.

    Capacite a equipe

    Para estabelecer uma estratégia de marketing digital, é necessário contar com bons profissionais de marketing. Não ceda àquele impulso de delegar esses trabalhos a pessoas cuja maior qualificação é “passar um bom tempo na internet”, por exemplo.

    Isso porque o marketing moderno não é apenas postar algo nas redes sociais e esperar os resultados. É preciso dominar ferramentas para que tudo saia como estabelecido no plano de ação. Algumas delas são:

    • e-mail marketing;
    • análise de dados (Big Data, Business Intelligence -BI);
    • ranqueamento da página no Google;
    • WordPress;
    • anúncios em mídias;
    • soluções de métricas, como o Google Analytics.

    Claro que nem todo funcionário será um especialista em todos esses elementos, mas busque montar o time mais completo possível, com pessoas complementando as habilidades umas das outras.

    Elabore um plano de ação

    Depois da pesquisa e da capacitação, é o momento de partir de vez para as ações práticas. É no plano de ação quer você definirá os canais que serão utilizados, por exemplo. É muito importante marcar presença nas redes sociais, ter um blog próprio e se comunicar constantemente com seus clientes fiéis.

    Do mesmo modo, é preciso pensar no formato do seu conteúdo. Isso porque ele é o que atrairá o público, desde que seja relevante. Quando falamos de conteúdo, não estamos falando necessariamente de textos, mas de todas as mensagens que a empresa transmite.

    Isso engloba os posts em blogs, vídeos, campanhas institucionais, uso das redes sociais e até mesmo as tecnologias utilizadas. Como você já terá estudado o seu mercado, a concorrência e terá capacitado a sua equipe, será bem mais fácil se posicionar digitalmente.

    Nos seus textos, não deixe de usar as técnicas de Search Engine Optimization – SEO para que os artigos adquiram um bom ranqueamento no Google, o que fará com que eles sejam encontrados mais facilmente pelas pessoas e ajudará na consolidação da sua empresa como uma referência de mercado.

    Escolha os canais utilizados

    Esse é o momento da Propagação, outro P do marketing. Cada canal pode ser utilizado de acordo com os objetivos. Redes sociais como o Facebook e o Twitter são os melhores para quem quer apostar em um conteúdo mais descontraído. Já o LinkedIn é mais sério e profissional.

    O Instagram é uma boa para quem quer mesclar vídeos e fotos, mas pode não ser o melhor lugar para postar textos longos — nesse caso, o blog é a melhor alternativa. Uma pesquisa recente mostrou que os jovens preferem o Instagram e o TikTok, enquanto os mais velhos optam pelo Facebook.

    Por isso, a utilização dos canais depende da definição do público-alvo e da linguagem — e foi por isso que abordamos essa questão logo no primeiro tópico.

    Defina um cronograma

    A etapa seguinte do plano de marketing digital é a elaboração de um cronograma. Com ele, será possível fazer o controle devido da frequência das atualizações, dos canais utilizados e da distribuição de conteúdo on-line.

    O cronograma deve levar em conta, por exemplo, a frequência com que o conteúdo será veiculado nas redes sociais. Isso é muito importante para criar uma regularidade e uma conexão mais próximo com os clientes.

    O cronograma pode ser feito por planilhas simples, de Excel, mas também é possível contar com ferramentas mais modernas e avançadas, como é o caso do Microsoft Project e o OpenProject.

    Monitore os resultados

    Não dá para saber se a estratégia deu certo sem o devido acompanhamento dos resultados, não é mesmo? Não à toa, o último P do marketing é justamente a precisão. Com as métricas e indicadores-chave (KPIs), você consegue acompanhar:

    • o número de visitas do seu site;
    • textos com o maior número de acessos;
    • a origem dos visitantes;
    • as compras e os produtos mais queridos;
    • taxa de cadastros realizados no site;
    • entre outros dados.

    Para obter essas informações, uma boa ferramenta é o Google Analytics, que é gratuito. Ele ajuda até mesmo em cálculos mais complexos, como o Retorno sobre o Investimento (ROI) e também o CAC (custo de aquisição de cada cliente).

    Com os resultados mensurados, será mais fácil determinar se o seu plano de ação deu certo — ou o que precisa de algum ajuste. Nesse último caso, será preciso repensar as suas determinações e alterá-las de acordo com a necessidade.

    Como pudemos ver no artigo, um plano de marketing digital depende de diversos fatores, como um bom plano de ação, equipes capacitadas e a utilização adequada de métricas. Os canais utilizados também devem ser bem pensados, de acordo com o público-alvo.

    Gostou do artigo e quer saber mais sobre as estratégias de marketing que mais vendem? Então, aproveite a visita para conferir a nossa Trilha de Planejamento de Marketing!

  • Conheça os principais tipos de clientes e melhore a experiência de compra no seu negócio

    Conheça os principais tipos de clientes e melhore a experiência de compra no seu negócio

    Algumas vendas são quase instantâneas, outras demandam um tempo maior para convencer o consumidor de que aquele produto corresponde às expectativas. Isso porque as lojas lidam com diferentes tipos de clientes e a abordagem deve ser feita de acordo com as características de cada um deles.

    Não basta apenas diferenciar os tipos de clientes: também é preciso escalar vendedores que saibam contornar os obstáculos e quebrar objeções. Por isso, preparamos um post que mostra os diferentes consumidores e como agir em diversas situações. Boa leitura!

    Quais são os principais tipos de clientes?

    Primeiro, conheceremos os tipos de clientes com as quais qualquer empresa precisa lidar. Cada um deles têm características próprias, então os vendedores precisam ter jogo de cintura para fechar negócio com cada perfil.

    Confuso

    O nome diz tudo: esse cliente não é apenas indeciso, mas também está com dificuldade para descobrir qual é a melhor escolha de produto (ou serviço). Para lidar com esse consumidor, é preciso apostar em uma venda consultiva, ao oferecer algo que realmente solucione o seu problema.

    Para isso, é preciso conversar com ele até entender as suas reais necessidades. Assim, será fácil oferecer produtos que o deixem, finalmente, seguro em relação à escolha.

    Comunicativo

    “Afinal, ele quer comprar algo ou só conversar?”. O comportamento do consumidor comunicativo sempre desperta esse questionamento. O lado bom é que fácil despertar o interesse por um produto, já que ele gosta de conversar sobre tudo.

    Já o lado negativo é que esse cliente pode apresentar uma falta de foco — daí a impressão de que ele pode estar ali apenas para conversar. Para evitar esse cenário, o vendedor deve evitar conversas paralelas e direcionar a conversa para entender suas necessidades e apresentar produtos que solucionarão o problema.

    Atento

    O consumidor atento está sempre vigilante e concentrado durante toda a venda. É o tipo de cliente que faz diversas perguntas, o que pode pegar desprevenido o vendedor que não conheça bem o produto que ele quer vender.

    A melhor forma de lidar com o cliente atento é conhecer bem o catálogo de produtos e serviços. Não basta apenas decorar as informações técnicas, mas conhecer suas utilidades e benefícios para fazer o consumidor entender a necessidade de adquirir aquela mercadoria.

    Não comunicativo

    Se temos o consumidor comunicativo, também temos o que não fala muito. Ele pode ser um mistério difícil de desvendar para os vendedores, uma vez que será preciso batalhar para descobrir as intenções desse cliente.

    A exemplo do cliente comunicativo, é preciso direcionar a conversa até que ela chegue ao problema que ele esteja enfrentando. A partir daí, será possível oferecer produtos que atendam às suas necessidades.

    Negociador

    O negociador é aquele cliente que quer obter alguma vantagem na negociação. Entre elas, podem estar:

    • descontos;
    • condições melhores de parcelamento;
    • entrega grátis;
    • brindes.

    O segredo para lidar com esse consumidor é não fechar as portas para as suas propostas no primeiro momento, mas também resistir ao máximo antes de ceder. Caso esse cliente já seja fidelizado, as suas condições podem ser melhores, como forma de premiar o relacionamento.

    Contudo, é preciso tomar cuidado com consumidores que querem apenas um desconto grande. Nesse contexto, é preciso negociar de forma a manter uma boa lucratividade, ainda que a loja ofereça as melhores condições. O objetivo não é apenas fazer uma venda, mas construir uma relação duradora com os clientes.

    Ansioso

    O cliente ansioso quer o produto em suas mãos o mais rápido possível. Ainda que uma data-limite tenha sido acordada, ele fará de tudo para receber logo a mercadoria.

    Para lidar com esse cliente, é necessário escalar vendedores que tenham a paciência necessária para não constrangê-lo. É importante ser solícito e se mostrar disposto a atendê-lo, mas também é necessário relembrar as condições acordadas entre ambas as partes.

    Da concorrência

    O cliente “da concorrência” já começa falando das condições e dos preços dos concorrentes — que, segundo ele, são melhores. Ele usará esses elementos para pressionar por uma negociação mais vantajosa para si.

    Para lidar, é preciso focar nos diferenciais do produto oferecido e mostrá-lo como ele é melhor que o que é oferecido pela concorrência. Com uma exposição clara dos argumentos, será mais fácil fechar uma compra (e até fidelizá-lo, por conta de um atendimento de qualidade).

    Crítico

    O consumidor crítico está sempre desconfiado, ainda que o produto do qual ele precise tenha uma ótima reputação no mercado. Ele também pode utilizar a estratégia de listar os benefícios dos concorrentes.

    Novamente, a melhor maneira de lidar com ele é focar nas características principais do produto e mostrar como ele soluciona o problema apresentado, sua facilidade de uso e benefícios. Também é uma boa ideia apresentar as credenciais da loja e as avaliações dos consumidores nas redes sociais.

    Especialista

    O cliente especialista já sabe praticamente tudo sobre o produto que está sendo vendido, o que o torna um grande desafio para a equipe de vendedores. Esse consumidor pesquisa muito antes de comprar e realiza comparações entre valores e condições.

    Vendedores pacientes devem ser acionados para vencer a resistência do cliente especialista. Por isso, os profissionais devem estar muito bem-informados para que não sejam surpreendidos com dados que desconheciam.

    Outra estratégia é conhecer dados dos produtos que não sejam tão divulgados e utilizá-los na conversa. Isso porque o especialista só será convencido quando entender que está diante de uma empresa séria e não está apenas dialogando com um vendedor que decorou as informações mais básicas sobre o que está vendendo.

    Indeciso

    Citamos, lá no início, o cliente confuso: ele não sabe a diferença entre produtos e, por isso, não consegue escolher. Já o indeciso até conhece as mercadorias, mas não consegue tomar uma decisão sozinho e precisa de um vendedor para indicar a solução.

    A venda consultiva é uma excelente abordagem para lidar com a insegurança do consumidor indeciso. Por meio desse método, o vendedor conversa com o cliente até entender melhor o seu problema. Quando isso ocorre, ele tem elementos suficientes para oferecer um bom produto e acabar com as suas objeções.

    Como oferecer uma boa experiência de compra?

    Além de entender os tipos diferentes de clientes, podemos listar algumas dicas que servem para lidar com a maioria dos perfis:

    • identificar o melhor canal de comunicação. É necessário compreender qual canal ele prefere para manter o contato, por exemplo, assim como descobrir se a melhor solução é uma abordagem descontraída ou um papo mais sério;
    • identificar as necessidades. Escute para entender do que ele realmente precisa. Não adianta chegar oferecendo mil produtos antes de compreender o problema;
    • orientar o cliente. Fale sobre as características do produto e como ele se encaixa em relação às necessidades;
    • debater o assunto. Evite respostas decoradas e prontas e prefira discorrer sobre o item oferecido;
    • ser claro. Mostre transparência no valor, na proposta e em todas as etapas da jornada de compra. O cliente quer honestidade e respostas objetivas aos seus problemas.

    Agora que você conhece os principais tipos de clientes, já sabe as melhores formas de lidar com eles. É muito importante escalar vendedores que tenham experiência com aquele perfil de consumidor, até mesmo como uma forma de obter a fidelização.

    Gostou do artigo e quer conferir nossos novos conteúdos em primeira mão? Então, aproveite para baixar o nosso e-book sobre gestão comercial para melhorar as suas vendas!

  • Inovação nos negócios: 4 dicas para adotar na sua empresa

    Inovação nos negócios: 4 dicas para adotar na sua empresa

    O mercado está em evolução constante, e acompanhar esse processo é indispensável para quem empreende e deseja manter bons resultados. Por esse motivo, a inovação nos negócios é um fator importante que contribui para o sucesso da empresa.

    Nesse sentido, a inovação é mais que uma tendência mercadológica, um grande diferencial competitivo para uma marca. É um fator que pode transformar e acelerar o crescimento da empresa, desde que seja realizado de uma forma estratégica e bem-planejada.

    Você se interessou pelo assunto? No post a seguir, vamos apresentar informações extremamente importantes para a sua empresa! Continue lendo e conheça 4 dicas valiosas para adotar a inovação nos negócios e impulsionar seus resultados!

    O conceito de inovação no meio empresarial

    A inovação consiste na busca contínua por melhorias e novidades para os processos e soluções da empresa. Sendo assim, tem base na atualização constante, na criatividade e na implementação de recursos tecnológicos.

    Trata-se de um aspecto que tem um papel crucial na melhoria e avanço de um negócio, devido ao potencial para otimizar suas operações, aumentar a qualidade dos produtos e reduzir os custos de produção. Por isso, é algo cada vez mais importante para as empresas que desejam evoluir.

    4 dicas para realizar a inovação nos negócios

    A inovação nos negócios é um processo que deve acontecer com planejamento e considerando as particularidades da empresa, clientes e mercado. Dessa forma, é interessante que os empreendedores tenham estratégias específicas para garantir a evolução progressiva do seu modelo de negócio.

    Veja a seguir, quais são as principais dicas para dar o passo inicial rumo à inovação nos negócios!

    1. Crie um ambiente favorável

    Para ter uma mudança significativa e o desenvolvimento de uma cultura inovadora, é preciso preparar todo o ambiente. Por isso, estimule o envolvimento de todos, participe de palestras e workshops e tenha atenção especial para as tendências do mercado e para as necessidades dos seus clientes.

    2. Mude o mindset

    Ter uma mentalidade (ou mindset) inovadora é indispensável para ter sucesso e um negócio contemporâneo, que busca a melhoria contínua. Sendo assim, procure meios para aperfeiçoar suas habilidades e criar um pensamento focado na inovação.

    3. Faça uma análise do mercado

    Um dos pontos de partida para a inovação nos negócios é a análise de mercado, que oferece dados relevantes para direcionar suas decisões e identificar oportunidades. Dessa forma, estude o seu segmento, descubra quais são as tendências, como é o comportamento do consumidor e quem é a concorrência.

    4. Busque o seu diferencial

    Ao analisar as possibilidades para inovar o seu negócio sempre considere pontos que possam ser diferenciais estratégicos, em relação aos seus concorrentes. Procure meios para tornar suas soluções únicas e contribuir para melhorar a experiência do consumidor.

    A tecnologia é crucial para a inovação nos negócios

    O uso de recursos tecnológicos é imprescindível para a inovação nos negócios e se tornou a principal forma para a evolução. Consiste na melhor alternativa para buscar diferenciais e aprimorar os processos de uma forma acessível e inteligente e que favorece os resultados.

    Nesse contexto, existem no mercado diversas possibilidades para contar com recursos inovadores, como o uso de mídias sociais e softwares de gestão. Sendo assim, é importante avaliar todas as opções e escolher tecnologias que sejam compatíveis com o seu orçamento, suas prioridades e seus objetivos.

    Como você pôde notar, a inovação nos negócios é essencial para melhorar o desempenho e levar o seu empreendimento ao sucesso. Portanto, é preciso inovar com planejamento, para aperfeiçoar os processos e contribuir para gerar melhores receitas.

    Gostou do post? Agora que você viu dicas relevantes sobre a inovação nos negócios, o que acha de continuar lendo ótimos conteúdos? Não perca tempo e siga nossas redes sociais! Estamos no Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn e YouTube!

  • 4 dicas para implementar o marketing de indicação no seu negócio

    4 dicas para implementar o marketing de indicação no seu negócio

    O marketing de indicação é uma estratégia para gerar vendas a partir dos seus clientes atuais. A empresa utiliza a sua carteira ativa de consumidores para gerar novas oportunidades de negócios a partir daqueles que compram e confiam na marca.

    Afinal, ninguém melhor para promover os seus produtos do que aqueles que gostam o bastante deles para comprá-los mais de uma vez, não é mesmo? Neste post, mostramos as 4 etapas para implementar o marketing de indicação no seu negócio. Confira!

    1. Descubra onde estão os promotores da marca

    Você sabe quem são os seus clientes fidelizados, os promotores da marca? Aqueles que compram de maneira regular e confiam nos seus produtos? Caso a resposta seja não, agora é um bom momento para mapear essas pessoas e ter melhores resultados.

    Tecnologias como o Customer Relationship Management – CRM e os softwares integrados de gestão reúnem essas informações. Do mesmo modo, ferramentas como o Big Data são capazes de rastrear o histórico digital da companhia para encontrar padrões.

    Vendedores, que estão em contato direto com os clientes, também saberão indicar os clientes fidelizados. Outra maneira é utilizar a métrica conhecida como NPS, o Net Promoter Score, que mede a satisfação dos consumidores.

    Você já deve ter topado com a pergunta “De 0 a 10, qual é a probabilidade de que você indique a nossa empresa”, certo?

    Essa é a pergunta que mede o NPS. Esse método é simples, mas como a métrica é fácil de analisar, será possível mapear quem deu notas altas nesse teste — e correr atrás deles para elaborar seu programa de indicações.

    2. Crie um programa de indicações

    O primeiro passo para desenvolver um programa é escolher os parâmetros. Algumas perguntas que podem ajudar nesse momento:

    • Quais serão as regras?
    • Quando o cliente ganha algo?
    • Ele ganha apenas ao indicar o seu negócio?
    • Ou ele ganha quando a pessoa indicada fechar a compra?

    3. Defina as recompensas

    O segundo é a escolha da recompensa, que deve ser muito bem pensada para atrair clientes com possibilidades de fidelização — e não somente aqueles que estão atrás de qualquer promoção.

    Você precisará definir um benefício para quem indicar e também para a pessoa indicada. Pense em algo que tenha a ver com o seu negócio e engloba os interesses do seu público-alvo. Uma empresa que vende roupas, por exemplo, pode oferecer alguns itens cobiçados de vestuário.

    Já uma empresa que vende peças de computador pode oferecer algo que esteja no radar do seu público-alvo, como um ano de assinatura do novo Windows. Certifique-se de que a recompensa não seja aleatória, uma vez que ela precisa ser atrativa para gerar indicações.

    4. Escolha os canais de comunicação

    O último passo é utilizar todos os canais de comunicação disponíveis da sua empresa para potencializar os resultados da sua estratégia de marketing de indicação, como WhatsApp, e-mail e redes sociais. Não deixe de ler o nosso post sobre o marketing omnichannel para entender melhor essa etapa.

    Para mensurar os resultados, é importante registrar o número de clientes conquistados com essa estratégia. Além disso, capriche na jornada de compra com os consumidores indicados para que eles também se tornem promotores da marca em um futuro próximo.

    Como pudemos ver no artigo, o marketing de indicação é uma estratégia que leva em conta a própria carteira de clientes da empresa. Assim, não só a empresa sai ganhando, mas também o cliente fidelizado e o novo consumidor conquistado, que têm a chance de ganharem recompensas atrativas.

    Gostou do artigo e quer conhecer outras estratégias para complementar o seu projeto? Então, leia o nosso post sobre marketing de relacionamento!