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  • Descubra o que é a gestão de relacionamento com o cliente e implemente em sua empresa!

    Descubra o que é a gestão de relacionamento com o cliente e implemente em sua empresa!

    A gestão do relacionamento com o cliente é, basicamente, um conjunto de estratégias e boas práticas para melhorar a relação da marca com seus consumidores. Esse gerenciamento foca em mostrar para o público que ele não representa apenas um número para aquele negócio, mas pessoas cujas opiniões são levadas em conta.

    Nesse sentido, cuidar da gestão de relacionamento com o cliente é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Isso porque aquele tempo no qual as pessoas precisavam procurar pelas empresas não existe mais: agora são as lojas que precisam ir atrás de consumidores, já que é muito fácil encontrar tudo na internet e fazer comparações.

    Neste post, mostraremos as principais dicas para fortalecer o relacionamento com seu cliente. Você notará que é possível conciliar as práticas com técnicas de vendas, desde que a empresa seja capaz de promover uma boa jornada de compra. Boa leitura!

    Colete e armazene as informações

    Hoje, é possível capturar as informações necessárias para identificar o perfil dos seus clientes e categorizar o seu comportamento. Assim, a boa gestão de relacionamento utiliza dados para agregar valor com o que é encontrado nas análises.

    Por exemplo: por meio de um sistema de gestão, como o ERP, a empresa consegue centralizar informações sobre determinados clientes. Assim, ela tem dados sobre o seu histórico de compra, meios de contato preferidos para se comunicar e as solicitações que ele mais faz.

    É preciso consultar essas informações vez ou outra para mostrar que a empresa leva em conta as modificações. Uma companhia que tente contatar o consumidor em um telefone que ele não usa mais, por exemplo, mostra que ela não é eficiente no armazenamento de dados.

    Analise o comportamento do consumidor

    A análise de dados do consumidor tem como objetivo descobrir tendências, entender melhor os consumidores e estabelecer padrões de consumo.

    Por meio desse estudo, será possível criar perfis de clientes e desenvolver produtos cada vez mais personalizados para não só vender mais, mas também fortalecer o relacionamento.

    Além disso, esse trabalho com dados também pode orientar os conteúdos do seu blog. Algumas ferramentas nesse sentido são:

    • Big Data;
    • Business Intelligence;
    • Google Data Studio;
    • Tableau.

    Muitas vezes, as pessoas precisam de conselhos especializados sobre problemas que enfrentam continuamente, mas não sabem onde encontrar a resposta.

    Caso uma empresa de tecnologia identifique que seus clientes têm problemas com invasões de hackers e sequestros de dados, por exemplo, ela pode focar nesse assunto por meio de artigos, vídeos e posts nas redes sociais. Assim, ela se fortalece como uma empresa que não está só interessada em vender, mas também em prover soluções.

    A versatilidade das ferramentas de análise de dados proporciona o estudo do histórico digital da empresa, podendo mapear vendas sazonais e padrões de consumo, além de apresentar um conhecimento aprofundado das pessoas que compram na loja.

    Dessa forma, o negócio fortalece a gestão de relacionamento com o cliente em duas frentes: vendas e conhecimento relevante.

    Acompanhe o histórico de compras

    É um clichê no mundo do marketing, mas é verdade: é mais fácil fidelizar clientes do que conquistar novos consumidores. Afinal, a pessoa que já comprou algo da sua loja já passou por toda a jornada de compra e conhece bem os métodos da empresa. Já um lead sempre tem alguma insegurança antes de fechar negócio.

    Por isso, investigue o histórico daqueles clientes que compram com frequência. Sua loja poderá criar promoções especialmente voltadas para eles, reforçando o relacionamento com a marca e, ao mesmo tempo, oferecer condições melhores para eles levarem mais produtos.

    Esse tipo de iniciativa mostra que não há conflito entre investir no relacionamento com os clientes e vender mais. Isso porque a empresa lucra com a solução de problemas, enquanto os consumidores desfrutam de mercadorias e serviços de qualidade.

    Promova interações nas redes sociais

    Você provavelmente já viu, nas redes sociais, alguma marca fazer perguntas como: “Do que você mais gosta no produto X?”. Esse tipo de interação é valioso não só para obter informações para melhorar aquela mercadoria, mas também para estabelecer um contato próximo com os clientes.

    Uma empresa que não tem uma boa presença digital corre o risco de ser completamente esquecida, uma vez que limita o seu escopo às pessoas que queiram se deslocar fisicamente até ela. Contudo, com tantas opções na internet, a tendência é que cada vez menos consumidores estejam dispostos a isso.

    Analisar o comportamento dos seus clientes nas redes sociais também é ótimo para acompanhar as tendências de perto, como os produtos que eles mais têm curtido, o que tem mais destaque nas avaliações, além de dados demográficos sobre eles, como:

    • idade;
    • gênero;
    • região em que mora;
    • estilo de vida;
    • hábitos de consumo.

    As redes sociais também servem para tirar dúvidas dos clientes em potencial que ainda precisam de mais informações antes de fechar uma compra. Com uma primeira interação produtiva e um bom atendimento, aumentam as chances de que aquela pessoa não só vire uma consumidora, como seja fidelizada.

    Peça feedbacks

    Toda empresa tem algo a melhorar: até mesmo os grandes conglomerados estão sempre buscando maneiras de oferecer soluções cada vez mais assertivas. Para obter isso, nada melhor do que contar com os clientes, que mantêm o negócio vivo.

    Por isso, não hesite em pedir feedback. Esse é o tipo de atitude que não só fortalece o relacionamento com as pessoas, que se encantam ao notar que suas sugestões são levadas em conta, mas também ajuda a empresa a crescer, ao implementar mudanças baseadas em seu público-alvo.

    Essa interação é o que complementará os bons produtos e tornará a empresa uma referência em seu setor. Sites como o Reclame Aqui são amplamente utilizados pelas pessoas para identificar empresas que levam o relacionamento com o cliente a sério.

    Não à toa, o site tem uma pontuação para ranquear as empresas que mais se preocupam em responder às solicitações. Gerir bem o relacionamento com o cliente passa por essa atitude de não negligenciar seus problemas, reclamações ou sugestões.

    Implemente melhorias

    Você deve ter notado que todas as sugestões até aqui envolviam a checagem de informações sobre os clientes, como uma forma de melhorar o relacionamento com eles. Com esse estudo, você também pode implementar melhorias ao descobrir falhas na gestão.

    Existe uma métrica conhecida como churn, que mede a quantidade de clientes que abandonaram a empresa. Embora não seja provável que a empresa fidelize todos os seus leads, é possível diminuir essa rotatividade.

    Por isso, adote a iniciativa de sempre enviar uma mensagem no pós-venda, incentivando os clientes a avaliarem a jornada de compra. Mesmo que muitas pessoas não respondam, você ainda terá respostas que direcionarão as novas estratégias.

    Caso você não tenha muitas respostas, experimente enviar cupons de 5 ou 10% para incentivar as respostas a uma pesquisa de satisfação, por exemplo. Se a maioria das pessoas apontar o atendimento como um ponto fraco, a empresa saberá onde focar seus esforços para melhorar.

    Como pudemos ver no artigo, a gestão de relacionamento com o cliente envolve toda a interação de uma empresa com seus consumidores. Por meio dessas dicas, será mais fácil criar uma relação duradoura com o maior número possível de pessoas — não só vendendo, mas solucionando seus problemas.

    Gostou do artigo e quer saber como o Sebrae Alagoas pode ajudar a sua empresa nessa tarefa? Então, entre em contato conosco para saber mais!

  • Social Selling Index: descubra o que é e suas vantagens

    Social Selling Index: descubra o que é e suas vantagens

    Algumas das redes sociais se tornaram tão poderosas e presentes no dia a dia das pessoas que se tornaram capazes de criar suas próprias métricas. É o caso do LinkedIn, a principal ferramenta para se conectar profissionalmente com outras pessoas.

    Como o LinkedIn é uma rede dedicada ao meio corporativo, que trata majoritariamente de negócios, nada mais natural que oferecesse métricas e indicadores para que as empresas pudessem fortalecer seus relacionamentos uma com as outras. É o caso, por exemplo, do Social Selling Index. Vamos conhecê-lo!

    O que é Social Selling Index?

    O Social Selling Index, ou SSI, é uma métrica criada pelo LinkedIn e alimentada com o algoritmo da rede. Utilizá-lo é, basicamente, fazer uso da própria plataforma para vender produtos e criar relacionamentos relevantes para o negócio.

    O SSI mensura o sucesso dos ativos de venda e quantifica a qualidade das iniciativas de um vendedor a partir do trabalho realizado no LinkedIn e na ferramenta Sales Navigator, também presente na rede social.

    O SSI também é conhecido como Venda Social, já que também pode ser definido como um processo de desenvolvimento de relacionamento como parte da jornada de venda. Ele surge como uma maneira de apoiar:

    • estratégias de engajamento;
    • comunicação do valor dos produtos;
    • soluções para o mercado;
    • desenvolvimento de relacionamentos com clientes em potencial e parceiros de negócio.

    Um exemplo de uso do SSI: uma marca que precise de um fornecedor entra no LinkedIn para analisar a reputação e os serviços oferecidos pelos candidatos. Não à toa, ele é muito utilizado por profissionais do mercado B2B, isto é: de empresa para empresa.

    Como colocá-lo em prática?

    Colocar o Social Selling Index é ser capaz de tornar o seu perfil na rede social cada vez mais atrativo, além de conseguir pesquisar os melhores parceiros de negócio e clientes em potencial por meio do tempo que sua empresa passa no LinkedIn.

    Por isso, podemos mencionar diversas maneiras interessantes de aumentar a sua classificação SSI. Algumas são básicas, mas ajudam muito na visibilidade:

    • complete o perfil da sua empresa na rede social, alcançando os 100%. Desse modo, o seu negócio parecerá bem mais confiável e o próprio LinkedIn ajudará na segmentação;
    • adicione conteúdos ricos, como vídeos, artigos e material multimídia. Você já deve ter notado que muitas empresas são bem ativas lá, certo? A razão é justamente pela capacidade de elevar o SSI;
    • batalhe pelos seus endossos e recomendações, incentivando seus clientes e parceiros a deixarem boas avaliações;
    • faça postagens longas, que mostram que a sua empresa é referência nos temas discutidos.

    Ao realizar essas ações, você consolidará a presença digital da sua empresa. Uma organização que passa um bom tempo lá e se faz notar, por meio dos conteúdos, se torna uma criadora de tendências na plataforma, influenciando as pessoas.

    Encontrando as pessoas certas

    O LinkedIn leva em consideração as suas interações na plataforma e o modo com que você divulga a sua marca. Outra maneira de se destacar é aumentar o valor das conexões e relacionamentos, o que leva a uma pontuação maior — e, consequentemente, a mais vendas.

    No entanto, você pode se perguntar: mas como fazer para encontrar as pessoas certas e elevar a pontuação? Basta sair adicionando todo mundo? Não exatamente.

    Siga as nossas dicas para encontrar as pessoas de interesse:

    • exerça a proatividade. O LinkedIn leva em conta até mesmo as pesquisas realizadas para prospectar, então utilize a plataforma diariamente;
    • utilize critérios de filtro para encontrar pessoas e empresas, como habilidades desejadas, funções desempenhadas e idade;
    • mantenha o contato com pessoas que visualizaram o perfil da sua empresa ou a conta individual dos gestores. Isso eleva a qualidade do seu networking;
    • observe e marque perfis relevantes para iniciar o contato mais tarde.

    Fortalecendo o engajamento

    “Engajamento” não é uma palavra repetida no mundo corporativo à toa: caso a sua empresa não esteja envolvida com outras e mantenha um relacionamento próximo com os clientes, ela tende a ser esquecida e atropelada por concorrentes.

    Por isso, buscar o engajamento aumenta o SSI, além de facilitar o objetivo de tornar a sua empresa uma das referências no segmento. Para isso, algumas ações são indicadas:

    • entre nas plataformas todos os dias para interagir, nem que seja por 10 minutos. Mas não fique apenas observando, curta e comente conteúdos do seu interesse;
    • compartilhe postagens, de parceiros e de notícias relevantes para a indústria. Assim, as pessoas passarão a visitar o seu perfil para conferir conteúdo relevante;
    • comente em posts com alto engajamento, o que ajuda no envolvimento com a comunidade. Além disso, é uma boa forma de a empresa reforçar seus valores em relação a temas polêmicos;
    • junte-se a grupos de discussão para entender nichos de mercado. Caso não saiba por onde começar, utilize as dicas de grupo sugeridas pela própria plataforma;
    • construa conexões. Conecte-se com empresas e clientes com interessantes semelhantes. No LinkedIn, é comum ver até mesmo organizações interagindo com concorrentes para influenciar o mercado.

    Quais são as vantagens do social selling index?

    Agora, conheceremos os principais benefícios de investir o seu tempo aumentando a pontuação do SSI.

    Tempo de contato reduzido

    O LinkedIn oferece uma maneira bem direta de contato: basta encontrar um perfil que interesse ao seu negócio e começar a interagir com ele. Não será mais preciso ficar pesquisando os diversos canais de atendimento de parceiros e clientes em potencial.

    Além disso, por ser uma plataforma com um grande número de pessoas cadastradas, o LinkedIn é um dos canais nos quais os clientes estão frequentemente ativos. Por isso, o ciclo de vendas é mais curto, uma vez que o bom uso da rede social posiciona a empresa como uma fornecedora de produtos e serviços.

    Aumento no volume de leads

    Com o contato diário e a atração de leads reforçada, fica mais fácil atender a um número maior de clientes e fechar vendas em menos tempo.

    Relacionamento maior com o cliente

    Quando a empresa consegue estabelecer uma relação de confiança com os perfis com os quais ela interage, o relacionamento não só é aprofundado, como ainda ocorre a aceleração de conversão de leads na jornada de compra.

    Uma boa rede de contatos no LinkedIn vai muito além de ter um perfil com muitos seguidores: com os direcionamentos corretos, a chance de faturamento aumenta muito, uma vez que a sua empresa estará em contato direto com os interessados nos produtos que ela oferece.

    Maior aprofundamento nas dores dos parceiros e consumidores

    O LinkedIn tem mais de 850 milhões de usuários, em mais de 200 países. Com todos esses dados acessíveis, será mais fácil eliminar dúvidas e mal-entendidos sobre o que a empresa oferece no mercado.

    Com muitos usuários no Brasil, a rede também garante um bom potencial de prospecção, com todos os dados que podem ser acessados. Ler os posts e interagir com as pessoas é uma excelente oportunidade para conhecer lacunas de mercado — e, obviamente, preenchê-las com a utilização do Social Selling Index.

    Gostou do artigo e quer conferir outros conteúdos como este em primeira mão? Então, siga a nossa página no LinkedIn e comece a colocar a snossas dicas em prática!

  • Analise os riscos do negócio com essas dicas

    Analise os riscos do negócio com essas dicas

    Qualquer atividade profissional está sujeita a riscos diversos, independente do tamanho da empresa. O próprio ato de investir em um equipamento novo carrega alguns perigos, como a incerteza se ele ajudará o negócio realmente a atingir um novo patamar.

    Contudo, quando bem realizada, a análise de risco do negócio ajuda empreendedores a mapear toda a rotina produtiva e se precaver contra imprevistos e obstáculos. Neste post, apresentaremos as principais etapas para realizá-la. Venha conosco!

    Defina a situação a ser analisada

    A análise de riscos deve ser aplicada somente em situações específicas. Uma empresa que esteja passando por um reposicionamento de mercado, como a mudança do público-alvo, precisa identificar os perigos dessa modificação brusca.

    Portanto, é preciso desmembrar o processo em diferentes ações, de modo a poder avaliar as ameaças de maneira individualizada. No exemplo acima, alguns questionamentos podem ser feitos:

    • A empresa corre o risco de perder uma grande carteira de clientes?
    • A concorrência é mais pesada no nicho que ela deseja explorar?
    • A empresa tem habilidades e conhecimento suficientes para fazer uma mudança abrupta de curso?

    Note que todas as perguntas se relacionam ao objetivo da empresa do nosso exemplo. É uma maneira de dividir o problema em várias partes e analisar tudo o que o cerca.

    Estabeleça o grau de cada risco

    Diferentes riscos têm pesos diversos. Ter o site comercial da empresa invadido por hackers, por exemplo, é bem mais perigoso financeiramente do que ter que fazer um reembolso de um valor baixo para um cliente insatisfeito com um produto.

    Por isso, para lidar com os diferentes riscos, nada melhor do que estipular um grau de perigo para cada um deles. Um modo de fazer isso é adotar uma escala de priorização, que vá de 1 até 5.

    Aqueles que se enquadrem no 5 e que envolvam risco alto de prejuízo, devem ser combatidos primeiro. Já aqueles riscos que se encaixam no grau 1 e não são tão danosos assim para a empresa, podem ser analisados futuramente.

    Escolha as estratégias de combate

    Depois de diagnosticar os riscos e estabelecer o grau de ameaça de cada um, é a hora de escolher como lidar com eles. É possível fazer isso de diferentes maneiras.

    Aceitar os riscos

    Caso o risco seja considerado de grau baixo e não comprometa a lucratividade, a empresa pode até conviver com ele e considerá-lo aceitável. É o caso daqueles que são diagnosticados como de grau 1.

    Transferir riscos

    Por outro lado, o risco pode ser transferido para terceiros. Um exemplo: a contratação de um seguro corporativo que proteja a empresa das consequências de um risco de grau elevado.

    Mitigar riscos

    Mitigar e reduzir o grau do risco. Executar ações e melhorar processos, propor soluções que reduzam o impacto do risco mapeado. É uma alternativa interessante, reduzir os impactos negativos e melhorar os resultados.

    Evitar riscos

    Nesse caso, a empresa combate os riscos na fonte. Isso envolve mudar certas rotinas para evitar perigos de alto grau. Caso uma empresa lide com vazamentos de informações, por exemplo, ela pode treinar seus funcionários para que eles aumentem o seu conhecimento de informática e contratar serviços de proteção das informações.

    Explorar riscos

    Explorar riscos é se arriscar. Um exemplo é a empresa que decide investir uma grande quantia em tecnologia que tem dado resultados no mercado, mas que exija um alto investimento, que comprometa outros custos.

    Documente o que foi encontrado

    Cada etapa deve ser devidamente documentada para que a empresa não se surpreenda tendo que combater erros que acontecem seguidamente.

    Posteriormente, esses dados servirão para uma revisão periódica, que visa o aprimoramento das estratégias. Empresas pequenas, mas que queiram crescer, podem repassar esses dados aos novos funcionários e manter um alto padrão de qualidade em seus processos.

    Monitore as situações

    Por fim, é preciso monitorar as medidas de prevenção implementadas. Com base nessa revisão periódica, será possível identificar medidas de aprimoramento, uma vez que os processos não são estáticos.

    Conforme a empresa cresce, novas oportunidades surgem. No entanto, com o mapeamento dos riscos, será mais fácil expandir as operações de maneira sustentável. A análise de riscos do negócio deve ser aplicada primeiramente em áreas que sejam diagnosticadas como problemáticas pelos empreendedores — e que prejudiquem a lucratividade.

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  • Estratégia digital: 7 técnicas para a sua empresa vender mais

    Estratégia digital: 7 técnicas para a sua empresa vender mais

    Caso a sua empresa ainda não tenha uma presença digital marcante, é melhor repensar as suas práticas. A pandemia do coronavírus acelerou muitas tendências de mercado — e uma delas é, justamente, a importância do ambiente on-line.

    Uma estratégia digital pode envolver tecnologias de ponta, mas também iniciativas acessíveis para qualquer empreendedor, como uma atuação mais frequente nas redes sociais. Neste post, explicaremos melhor o conceito e as etapas necessárias para implementá-lo. Boa leitura!

    O que é uma estratégia digital?

    É o conjunto de ações que envolvem o reforço da presença digital da empresa. Uma estratégia digital completa agrupa não só o uso de tecnologias, mas também um conjunto de ações por meio de canais e formatos de comunicação inbound (atração) e outbound (impacto).

    O objetivo é atrair pessoas para a marca e contatá-las para que elas se tornem clientes efetivos. Ela é planejada para englobar todos os aspectos de uma abordagem digital, o que inclui:

    • utilização de mídias sociais;
    • reforço da presença em ambientes on-line;
    • o estudo do público-alvo;
    • ações de marketing de conteúdo;
    • entre outros.

    Quais são os elementos de uma estratégia digital?

    Para ajudar gestores que querem iniciar ou reforçar a sua estratégia, é importante citar elementos que estruturem os trabalhos. Veja quais são eles.

    Branding

    Trata-se de uma maneira de gerir as estratégias de marca de uma empresa. Inclui o planejamento e gerenciamento da imagem do negócio para melhorar a percepção que o consumidor tem da empresa.

    Persona

    A persona é uma representação semifictícia do cliente ideal de uma companhia. Por meio dessa definição, as atividades de uma estratégia digital serão desenvolvidas e direcionadas para o tipo de cliente que precisa ser impactado pela abordagem e pelos produtos da empresa.

    Jornada do consumidor

    A jornada do cliente envolve desde o primeiro contato de um comprador em potencial até a sua conversão. Cabe à empresa equilibrar os estágios da interação, isso é: oferecer um bom atendimento e uma ótima experiência de compra em todas as etapas.

    Plataformas

    Toda estratégia digital deve ter plataformas que aumentam a interação on-line da empresa com seus clientes. Exemplos de plataformas:

    • site próprio;
    • página no marketplace (caso a empresa esteja inserida nesse modelo);
    • blog;
    • aplicativos;
    • redes sociais.

    Indicadores e tecnologias

    Uma estratégia digital deve contar com ferramentas modernas e que ajudem a mensurar resultados e criar oportunidades. Assim, é necessário contar com métricas como os KPIs e tecnologias de análise de dados e marketing.

    Como realizar a estratégia digital na empresa?

    Agora que mostramos os principais elementos, apresentamos as principais etapas para fortalecer a estratégia digital do seu negócio.

    1. Compreenda o contexto do seu negócio

    É preciso estabelecer e analisar a presença digital atual do negócio. A empresa já vende bem nos canais digitais? Há um bom uso de redes sociais? Os clientes aparecem mais pelo digital ou pelo offline? Há margem de melhoria em relação às ações de marketing virtual?

    Ao analisar os objetivos e as capacidades atuais do seu negócio, será possível elaborar estratégias de acordo com os desejos e necessidades.

    2. Defina os objetivos da estratégia

    Nessa etapa, podemos mencionar algumas perguntas que ajudarão a empresa a descobrir e implementar os objetivos da sua estratégia:

    • A empresa quer apenas melhorar a divulgação do site?
    • A empresa quer diversificar o conteúdo das redes sociais?
    • É preciso melhorar a quantidade dos conteúdos para vender mais?
    • O objetivo é reforçar a presença digital?
    • A empresa utiliza tecnologias de análise de dados?

    A resposta pode estar em uma ou duas dessas questões, ou até em todas elas. De qualquer forma, é uma maneira abrangente de verificar as lacunas e entender em quais aspectos a empresa precisa apostar para reforçar a sua presença digital.

    3. Estude seu público-alvo

    Uma estratégia digital não está completa sem o conhecimento do público-alvo. Não à toa, a persona é um dos elementos mais importantes desse trabalho, como mencionamos anteriormente.

    A descrição ajuda a empresa a visualizar o cliente de forma mais realista e a planejar a interação com o consumidor. Caso a persona não tenha sido desenvolvida, a empresa já consegue dados valiosos ao analisar o perfil das pessoas que interagem com a companhia nas redes sociais.

    Além disso, estudar o histórico digital de vendas e procurar por vendedores recorrentes também ajuda a estabelecer padrões. Para isso, tecnologias como o Big Data e Business Intelligence são muito importantes.

    4. Mostre o valor dos seus produtos

    Por que as pessoas precisam dos seus produtos e serviços? Pensar nessa pergunta e nas respostas é uma ótima maneira de estruturar a sua estratégia digital.

    Uma maneira de provar o valor daquilo que você vende é utilizar o storytelling. Trata-se de uma forma de contar histórias relacionadas à empresa. Nem é preciso inventar nada: a empresa pode pedir autorização para os seus consumidores atuais para reproduzir a jornada de compra deles.

    Isso gera identificação em potenciais clientes, que poderão conhecer a história de pessoas que tiveram problemas similares resolvidos. O storytelling é uma maneira de provar a utilidade prática de produtos — em vez de simplesmente listar características dele.

    O storytelling pode complementar os conteúdos mais técnicos da sua estratégia de marketing, sobre os quais falaremos adiante.

    5. Analise os dados

    Você pode até nunca ter pensado nisso, mas o histórico digital e a própria internet contêm informações valiosíssimas e que podem ser transformadas em conhecimento relevante para o negócio. Contudo, é preciso adotar as ferramentas adequadas para isso.

    As ferramentas de análise de dados fornecem um conhecimento detalhado sobre o cliente e o seu comportamento, o que facilita a construção de estratégias de venda e de fidelização.

    Afinal, não há estratégia digital sem o “digital”, que é representado pelas tecnologias e também pelas ações que a empresa empreende no universo on-line.

    6. Marque presença nas redes sociais

    Essa dica pode parecer óbvia, mas a verdade é que muitas empresas ainda não estão na internet. Em 2020, um estudo mostrou que 78% dos negócios estão presentes nas redes sociais, sendo que apenas 57% utilizam o ambiente on-line para vender produtos e serviços.

    Esses números mostram que muita gente ainda não utiliza todo o potencial da internet. As redes sociais são cruciais para a estratégia digital, uma vez que elas servem para diversas funções, como:

    • contato direto com o consumidor;
    • postagem de enquetes;
    • apresentação de novos serviços;
    • divulgação das condições de compra e frete;
    • monitoramento do comportamento do consumidor.

    Para não ficar para trás, é importante selecionar uma equipe para desempenhar esse trabalho. Eles poderão realizar o atendimento, acompanhar as métricas de desempenho dos sites e sanar as dúvidas dos clientes.

    7. Produza conteúdos

    O marketing de conteúdo surgiu quando as empresas descobriram que produzir textos e vídeos relevantes era importante para melhorar o seu ranqueamento no Google, fortalecer o relacionamento com os clientes e também se firmarem como referência em seus ramos de atuação.

    Contudo, é precisar produzir conteúdos que realmente vendem, isto é: que foquem na necessidade do cliente e ofereçam informação de qualidade.

    A partir do momento em que o seu blog se torna uma fonte recorrente para tirar dúvidas das pessoas, a empresa passa a ser vista como uma organização que domina os assuntos relacionados ao seu setor.

    Como pudemos ver no artigo, implementar uma estratégia digital bem-sucedida passa por diversos aspectos. Redes sociais não podem ser negligenciadas, uma vez que representam um meio de contato direto com o consumidor. Investir em tecnologias e em conteúdos que vendem também são ótimas iniciativas.

    Gostou do artigo e quer saber mais sobre como incrementar a sua estratégia digital? Então, não deixe de entrar em contato conosco!

  • 4 métricas de marketing digital que você precisa acompanhar

    4 métricas de marketing digital que você precisa acompanhar

    Sempre que você coloca em prática uma estratégia dentro da empresa, é preciso acompanhá-la para saber se sua performance é satisfatória ou não, certo? Pois bem, mas você sabe como medir esses resultados? É nesse momento que as métricas de marketing digital ajudam você a entender melhor o cenário do seu negócio.

    Elas servem para medir o sucesso das suas ações dentro do marketing digital, podendo identificar eventuais gargalos que estão comprometendo os seus resultados.

    A seguir, listamos as 4 principais métricas que você precisa observar para avaliar o desempenho das estratégias ativas do seu negócio. Continue a leitura para conhecê-las!

    1. Custo por lead (CPL)

    Infelizmente, muitos empreendedores não prestam atenção nessa métrica. Com isso, tentam a todo custo vender seus produtos ou serviços sem construir uma relação com a sua audiência. Quando isso acontece, fica muito mais “caro” conquistar o seu potencial cliente, uma vez que ele não tem a confiança necessária para tomar a decisão de compra.

    Para avaliar se isso tem acontecido no seu negócio, você deve calcular o CPL (custo por lead). Se ele estiver alto, significa que algo está errado na sua campanha. Nesse caso, quanto menor for seu CPL, melhor será para os negócios. O cálculo dessa métrica é feito da seguinte forma:

    CPL = Total investido na campanha / número de leads que foram gerados

    2. Taxa de conversão

    A conversão não está ligada necessariamente à conclusão da venda, mas também pode ser um dos passos necessários para que um visitante se torne seu cliente, como baixar um e-book, fazer o cadastro em uma promoção, realizar um teste gratuito do seu produto etc.

    São vários fatores que podem contribuir para uma taxa de conversão baixa — como usabilidade ruim do site e ausência de chamadas para ação (CTAs). O cálculo dessa taxa varia de acordo com o seu objetivo, no entanto, de maneira geral, ele deve levar em consideração o número de visitas em uma página e o número de visitantes que concluíram a ação desejada.

    3. Retorno sobre investimento (ROI)

    Além de mostrar qual foi o retorno que você teve do investimento realizado, o ROI também mostra se esse investimento deve ser escalado. Suponhamos que você seja um gestor de uma clínica odontológica. Se você tem um ROI positivo e os cirurgiões-dentistas podem incluir mais pacientes em suas agendas, o ideal é aumentar os investimentos feitos em anúncios. Veja como essa métrica deve ser calculada:

    ROI = Receita obtida – valor investido / valor investido

    4. Ticket médio

    Com o ticket médio, você consegue entender quanto cada cliente gasta com a sua empresa, em média. Caso ele esteja baixo demais, existe a possibilidade de adotar estratégias de crosselling (quando você oferece um produto complementar à oferta que o cliente comprou) e upselling (quando você oferece a possibilidade de o consumidor melhorar o produto, como upgrade de serviços) para otimizar os retornos. O cálculo é feito da seguinte forma:

    Ticket médio mensal = Receita do mês / Número de clientes do mês

    As métricas de marketing digital ajudam a sua empresa a otimizar seus resultados e melhorar a sua performance no mercado, destacando-se da concorrência. Além disso, fazer uma análise detalhada das ações estratégicas é fundamental para melhorar os investimentos realizados.

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  • 4 perfis de consumidores do futuro e como se preparar para eles

    4 perfis de consumidores do futuro e como se preparar para eles

    Um estudo recente da WGSN, empresa que prevê tendências de mercado para auxiliar os empreendedores, mapeou 4 principais perfis de consumidores do futuro e quais estratégias devem ser adotadas para fidelizá-los.

    A melhor maneira de vender para cada um desses grupos é entender que eles se dividem em pessoas mais cautelosas, adeptos da tecnologia e aquelas que buscam por um relacionamento duradouro e afetuoso com a empresa. Neste post, falaremos de todos esses consumidores do futuro e como lucrar com eles. Boa leitura!

    1. Antecipadores

    Esse grupo é mais cauteloso e afetado pelo cansaço emocional e pela incerteza em relação ao futuro. De acordo com o estudo da WGSN, essas pessoas dividem suas atenções entre o seu trabalho e sua família, o que as torna mentalmente exaustas para escolher um produto de forma muito criteriosa.

    Não à toa, os desejos dos antecipadores são os seguintes:

    • segurança;
    • conforto;
    • normalidade;
    • estabilidade.

    Nesse sentido, a melhor estratégia para cativar esse público é investir em comodidade, como modelos de assinatura, programas de fidelidade e produtos em refis.

    Atrasos, erros de previsão na entrega e dores de cabeça similares são fatais e só afastarão esse grupo de cleintes do seu negócio.

    2. Inconformados

    Essas pessoas ainda estão inconformadas pelos acontecimentos dos últimos anos: pandemia, lentidão dos governos para lidar com o problema e todas as consequências econômicas desse período. Por isso, esse grupo tende a boicotar empresas ligadas a atitudes que não se encaixam com seus valores pessoais.

    Os clientes inconformados valorizam a diversidade, a inclusão e os laços com a comunidade. São implacáveis em relação a deslizes e atitudes preconceituosas, promovendo “cancelamentos” coletivos para marcas que não pensam em grupos marginalizados e minorias.

    Marcas que queiram atender a esse público precisam mostrar em ações que são empresas sustentáveis, que promovam a diversidade e a inclusão em suas práticas profissionais. Os inconformados valorizam produtos saudáveis e/ou de boa procedência.

    3. Condutores

    Os condutores são pessoas inquietas e que, de modo geral, trabalham com inovação. Esses consumidores tendem a assumir mais riscos, então o seu interesse é ativado por experiências diferentes, que despertem os sentidos e exijam habilidade cognitiva.

    Assim, empresas que apostam na gamificação, no comércio interativo e tecnologias em geral são as que mais despertam o seu interesse. São conhecidos como condutores por conta do seu entusiasmo pelas novidades, isto é: essas pessoas “conduzem” o comércio para novos caminhos e experiências.

    O metaverso, um conceito que tem se popularizado pela evolução da tecnologia e que promete mesclar os ambientes físico e digital, atrai naturalmente os clientes condutores.

    4. Novos românticos

    Os novos românticos prezam pelos valores comunitários. Eles valorizam conexões familiares com as marcas e são adeptos naturais de uma rotina menos corrida. Não à toa, o home office caiu como uma luva para essas pessoas, que podem fugir da correria do trânsito pesado e do estresse de se locomover diariamente.

    Essas pessoas tendem a buscar o equilíbrio entre as vidas profissional e pessoal. Para conquistá-las, a empresa deve apostar em ações que enfatizam essa rotina mais tranquila, como produtos sustentáveis e que promovam o bem-estar.

    Por ser um cliente mais tranquilo, nada de bombardeá-lo com mensagens ininterruptas, que o pressionem a interagir constantemente com a empresa. Lembre-se de que eles buscam conexões emocionais e um relacionamento duradouro com a marca.

    Como pudemos ver, os consumidores do futuro são influenciados por diversos fatores: a tecnologia, a busca por produtos mais sustentáveis e de procedência confiável e até mesmo por pessoas que só se relacionam com marcas que tenham a ver com seus valores. Cabe a cada empresa adequar suas estratégias para não perder a oportunidade de conquistar esses clientes em potencial.

    E aí, gostou do post quer conhecer mais sobre mudanças do mercado? Então, aproveite a página Sebrae Futuros e conheça nossos materiais sobre tendências para aumentar seus insights sobre o consumo do futuro!

  • 10 erros comuns ao posicionar a sua marca no mercado

    10 erros comuns ao posicionar a sua marca no mercado

    Posicionar sua marca no mercado exige estudo, pois a imagem da sua empresa estará em jogo. Contar com boa reputação junto ao público favorece o seu negócio, por isso é essencial se atentar a como a sua empresa interage no universo empreendedor.

    Apesar de parecer uma tarefa simples, muitos erros são cometidos durante o posicionamento de marcas. Seja no diálogo com o público, ou durante a fase de seu planejamento.

    E para evitá-los, nada melhor do que conhecê-los ao máximo. Confira no artigo a seguir os 10 principais erros que acontecem ao posicionar uma marca no mercado!

    1. Complicar o diálogo com seu público

    Um erro comum ao posicionar sua marca no mercado é a complexidade que a sua mensagem passa para o seu público. O seu objetivo deve ser tornar a empresa amigável aos olhos e ouvidos do cliente. Para isso, a simplicidade é o mais indicado.

    Por isso, não existe necessidade de explicar, de forma aprofundada, como o seu produto funciona. Os aspectos técnicos podem ser abordados em um momento futuro, quando o comprador estiver conversando com um dos vendedores, por exemplo.

    2. Não conhecer quem é o seu público

    O diálogo complicado atrapalha, e isso pode ser ainda pior quando não sabemos com quem estamos falando. O conceito de persona pode ajudar. Esse conceito “cria” o perfil do cliente para quem queremos vender, baseado em dados reais, o nosso cliente ideal em quem devemos focar nossa atenção.

    Quando conseguimos identificar quem são os nossos verdadeiros clientes, as nossas vendas ficam mais fáceis de serem feitas. O nosso tom de voz, identidade visual, entre outras questões, são influenciados por quem é o nosso público-alvo.

    3. Focar nas necessidades erradas

    O seu cliente precisa do seu serviço porque ele tem alguma dor para resolver. Porém, nem sempre os empreendedores conseguem identificar quais são os problemas reais, focando seus esforços em soluções que são desnecessárias.

    Por isso, é muito importante fazer pesquisas para entender quais são as necessidades do seu cliente. Se ele precisa de capinha para celular, por exemplo, não adianta nada oferecer um cabo USB para ele, por estar totalmente fora do interesse. Assim, você não consegue dialogar e posiciona a sua marca errado.

    4. Ser repetitivo

    Muitas marcas, ao se posicionarem, acabam repetindo a mesma mensagem continuamente em diferentes canais, replicando o mesmo comunicado constantemente. Seja na internet ou fora dela, independente do produto, o anúncio é sempre o mesmo, não tendo uma personalização diferente para atrair a atenção do cliente.

    As mensagens são enviadas aos montes para todos os clientes, elas precisam conter alguma dose de identidade única. Por isso, adicione o nome dos clientes quando enviar algo específico por mensagem de texto ou e-mail, por exemplo, além de fazer uso de imagens em campanhas realizadas fora da internet.

    5. Ignorar a opinião do seu público

    Um erro muito comum no posicionamento de marcas é ignorar a opinião dos clientes no processo de sua construção. Assim que algo novo é lançado, quem usa o produto ou o serviço acaba dando o seu feedback, porém muitas vezes, as empresas não se atentam a isso e perder informações valiosas.

    Ignorar a posição do seu público em relação a algo é um dos maiores erros a serem evitados no empreendedorismo. Isso porque são eles que fazem o seu negócio existir, assim, se algo não está bom para eles, chegou o momento de implementar mudanças.

    6. Não se posicionar de maneira ativa

    Quem não é ativo dentro do mercado, não é notado nem pelos próprios clientes. Marcas que não são vistas acabam caindo no esquecimento e em muitos casos as pessoas até mesmo acham que ela não existe mais, apenas pela falta de frequência com que aparecem.

    Ou seja, a sua falta de posicionamento vai acabar fazendo com que o público entenda que a sua posição é não se divulgar. Deixar os clientes criarem essa imagem de desleixo não é interessante para nenhuma estratégia de marketing.

    7. Ignorar as redes sociais da empresa

    Outro erro comum ao posicionar sua marca no mercado é ignorar o poder das redes sociais no cenário atual. As plataformas de mídia social contam com muitos dos seus clientes integrados, e por isso, devem ser utilizadas por todas as empresas que desejam se destacar.

    Contar com formas fáceis de interagir com seus clientes é uma boa maneira de garantir uma comunicação mais efetiva. Porém, muito cuidado para não confundir suas redes profissionais com pessoais: não transforme, por exemplo, a conta da sua empresa em palanque político, ou acabe deixando o perfil abandonado. É preciso ter equilíbrio.

    8. Fazer a mesma postagem em todos os canais

    Como dissemos, estar presente nas redes sociais é muito importante, porém, é necessário saber como se portar em cada um a delas. O mesmo post não vai funcionar no Instagram e no Twitter, afinal, o foco das redes não é o mesmo, e nem a forma de se comunicar nelas.

    Um post no Instagram é mais visual, enquanto no Twitter um texto curto pode ser mais interessante, por exemplo. É preciso produzir conteúdo voltado para cada uma das redes sociais, para reforçar seu comprometimento com o público.

    9. Precisar de outras marcas para explicar o seu negócio

    Uma empresa genérica não consegue se destacar no mercado por copiar o que uma marca de outro segmento faz. Por isso, é muito comum nos depararmos com o “Netflix de tal coisa” quando vamos buscar saber mais sobre o serviço de determinadas marcas.

    Isso pode até ser algo interessante para algumas comunicações específicas por atrair atenção, mas nem sempre essa é positiva. Depois, a “marca” acaba sendo vista apenas como uma cópia, o que pode até mesmo gerar processo judicial. Por isso, no posicionamento de marca, é interessante mostrar que a sua empresa é única, e que conta com serviços específicos que não apenas copiam concorrentes.

    10. Não cuidar da sua identidade visual

    Outro erro comum ao posicionar sua marca é não tomar cuidado especial com a sua identidade visual. Pode não parecer importante em um primeiro momento, porém, se você pretende se consolidar no mercado, esse ponto é essencial.

    Não é sem motivo que a Coca-Cola investe em um tom de vermelho, caligrafia e formato de garrafa próprios, assim todos sabem que se trata deles. A identidade da marca é muito importante para causar familiaridade e convencer as pessoas a apostarem nos seus produtos.

    Por isso, o mais indicado, mesmo que o seu estabelecimento ainda esteja iniciando, é investir na sua formação de imagem. Para isso, contrate um profissional para te ajudar, além de usar a mesma paleta de cores no seu negócio.

    Gostrou das nossas dicas? Aproveite e baixe o nosso e-book sobre planejamento de marketing para trabalhar a identidade do seu negócio.

  • Vendarketing: 5 estratégias para integrar marketing e vendas

    Vendarketing: 5 estratégias para integrar marketing e vendas

    Já ouviu falar em vendarketing? Ele nada mais é que uma estratégia que visa juntar os termos “vendas” e “marketing” e manter os dois times bem alinhados — afinal, é muito comum ocorrerem conflitos entre essas equipes, e o vendarketing surgiu para eliminar esse problema.

    Cada setor desempenha um papel fundamental dentro da empresa. O marketing é responsável por fazer com que mais pessoas conheçam a marca e se sintam atraídas por ela. Já o time de vendas, como o nome já diz, tem como objetivo vender.

    Alinhar esses dois times parece algo muito difícil, mas não é. Utilizando os processos internos é possível fazer com que eles trabalhem em conjunto e sem atritos. A seguir, listamos alguns passos para ter sucesso no vendarketing. Continue a leitura e saiba quais são eles.

    1. Integração dos times

    Fazer a integração dos times é indispensável para garantir melhores resultados. Para isso, é preciso investir em reuniões periódicas entre as equipes para que todos conheçam o funcionamento dos processos de cada área e, assim, consigam pensar em melhores soluções para otimizar as vendas da empresa.

    2. Alinhamento de métricas

    Os objetivos do marketing e vendas precisam ser numéricos e específicos. Dessa forma, é possível avaliar a performance de cada setor para entender os pontos de melhoria e as oportunidades, mensurando financeiramente o quanto cada etapa impactou em todo o processo.

    3. Definição de SLA para as equipes

    SLA significa Service Level Agreement, traduzindo para o português fica “Acordo de nível de Serviço”. Esse documento é importante porque visa deixar claro o que é esperado de cada time no que refere-se à performance de cada um deles.

    Por exemplo, o SLA informará quantos leads a equipe de marketing deve entregar para a equipe de vendas para que eles consigam bater suas metas — tudo, é claro, de acordo com os investimentos realizados em anúncios e outras estratégias de marketing.

    O SLA funcionará como uma espécie de acordo entre as partes, a fim de que cada uma delas consiga se planejar conforme as condições preestabelecidas.

    4. Automação de processos

    A tecnologia auxilia a rotina empresarial, otimizando processos e aumentando a produtividade dos colaboradores. Por essa razão, investir na automação dos processos é fundamental para alinhar as estratégias de vendas e marketing.

    Por meio da automação, as equipes conseguem unificar os dados e, consequentemente, reduzir os ruídos na comunicação. Além disso, a gestão de relacionamento com o cliente se torna mais próxima, facilitando, assim, as negociações.

    5. Reuniões de feedbacks

    Para manter o alinhamento das equipes, reuniões de feedbacks são essenciais para eliminar gargalos na comunicação e evitar contratempos. Além de apontar pontos positivos e pontos negativos — esse último de maneira que não desmotive os colaboradores —, apresente as métricas, a fim de que todos possam identificar quais são as oportunidades criadas e as falhas que devem ser eliminadas do processo.

    Por fim, é importante desconstruir o mito da competição entre esses dois setores, mostrando que com o vendarketing é possível manter o alinhamento das equipes para que os resultados possam ser alcançados com mais facilidade.

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  • Saiba qual é o papel da inovação no mercado competitivo e como adotá-la

    Saiba qual é o papel da inovação no mercado competitivo e como adotá-la

    “Mercado competitivo” é uma expressão utilizada para descrever um cenário no qual muitas empresas vendem produtos similares, o que cria uma alta concorrência. Nesse contexto, inovar se torna obrigatório para manter a sobrevivência do negócio.

    A expressão está presente, por exemplo, no livro “Macroeconomia”, de Robin Wells e do vencedor do Nobel de Economia, Paul Krugman. Na obra, eles mostram como esse ambiente é ótimo para os consumidores, mas extremamente desafiador para empreendedores.

    Neste post, listamos as principais dicas para triunfar em um mercado cada vez mais competitivo. Boa leitura!

    Foque nas necessidades dos seus clientes

    Você lembra de que falamos que a principal característica de um mercado competitivo é a concorrência acirradíssima, certo? Para conseguir se destacar, é necessário adotar abordagens que foquem no preenchimento de lacunas.

    Isso significa criar produtos diferentes e que supram as necessidades dos clientes. Copiar o que já está sendo feito pela concorrência é improdutivo, uma vez que a sua empresa não estará inovando, mas apenas reproduzindo processos e lançando os mesmos produtos de sempre.

    Por isso, converse com os clientes. Crie enquetes em suas redes sociais, enfocando as necessidades e os problemas para os quais eles não têm encontrado solução. Ao estudar as respostas, você conseguirá perceber as sugestões frequentes e criar produtos a partir desse feedback.

    Preste atenção às tendências do mercado

    As tendências de mercado envolvem uma série de fatores, como a tecnologia mais recente e as características que têm moldado as empresas também. Assim, como mostra uma reportagem da revista Exame, podemos destacar fatores como:

    • diversidade e inclusão no ambiente de trabalho;
    • atendimento humanizado;
    • preocupação com a saúde mental dos colaboradores;
    • integração de lojas físicas com o ambiente digital;
    • estratégia de marketing omnichannel.

    Muitas dessas novas tendências mostram que a empresa que adota valores humanizados atrai e retém funcionários melhores. Com isso, ela passa a contar com um quadro de colaboradores altamente qualificado — justamente o que ela precisa para inovar e surpreender o mercado.

    Essa preocupação deve ser complementada com tendências de negócio, como a adoção do omnichannel e a integração de lojas físicas com o ambiente digital (caso a empresa tenha um estabelecimento físico).

    Mude a forma de oferecer os seus produtos

    Essa dica tem a ver com o primeiro tópico deste artigo. É necessário mudar a forma de oferecer os produtos para atender às necessidades dos clientes de maneira integral.

    Um exemplo é uma empresa que passa a oferecer o delivery como um meio de agradar consumidores que não podem ou não querem se deslocar até a loja física. Além disso, os produtos também devem ser divulgados de acordo com o perfil do público.

    Caso a sua empresa tenha uma presença digital forte, que tal enviar um mostruário de produtos por e-mail, por exemplo? A ideia, aqui, é focar nos meios pelos quais os colaboradores preferem interagir com as empresas e oferecer os seus produtos de acordo com essa tendência.

    Inove nos treinamentos com os funcionários

    Para implementar uma cultura de inovação dentro da sua empresa, por que não começar pelo próprio ambiente interno? Promova treinamentos que tenham a ver com as principais tendências de mercado.

    Isso ajuda a qualificar o quadro de funcionários e ainda motiva os colaboradores a produzirem mais, uma vez que eles entendem que a empresa proporciona oportunidades de obter conhecimento e enriquecer os seus currículos.

    Conte com a tecnologia

    Como a tecnologia é incontornável no mercado competitivo, é praticamente impossível inovar sem o auxílio de alguma solução digital. Entre elas, podemos citar:

    • Big Data;
    • Business Intelligence (BI);
    • E-mail marketing;
    • Softwares de gestão integrada;
    • Programas para realizar campanhas de marketing.

    Cada um desses softwares cobre necessidades diferentes: centralização de informações, análise do histórico digital, estratégias de marketing digital. É por conta dessa versatilidade que inovação e tecnologia andam de mãos dadas.

    Agora que você sabe o que é o mercado competitivo e as práticas que devem ser adotadas para garantir uma trajetória bem-sucedida, é hora de colocar as mãos à obra. Uma empresa que deixa a inovação de lado se torna ultrapassada e perde terreno para seus concorrentes.

    Gostou do artigo e quer saber como o Sebrae pode turbinar os seus conhecimentos? Então, entre em contato conosco!

  • Como liderar a geração Z: veja 4 estratégias que podem ajudar

    Como liderar a geração Z: veja 4 estratégias que podem ajudar

    Você sabe como liderar a geração Z? Os profissionais da geração visam o desenvolvimento de competências e o crescimento da carreira — o valor do salário e os benefícios também são fatores muito importantes para essa geração. Além de realistas, esses profissionais são muito práticos, responsáveis e autodidatas.

    Com isso, podemos perceber que saber liderá-los é muito importante, pois eles têm facilidade para auxiliar na resolução de problemas e, ao mesmo tempo, gostam de uma gestão transparente e ética.

    Pensando em ajudar você a liderar essa geração, separamos algumas dicas para colocá-las em prática quanto antes. Veja quais são elas!

    1. Esteja aberto para a inovação

    A geração Z cresceu sob a influência da tecnologia. Portanto, eles sempre estão em busca de fugir do famoso “mais do mesmo”. Esses profissionais são conectados e práticos, logo, podem propor soluções que ajudam a simplificar a tomada de decisão do cliente final.

    Essa forte conexão com a tecnologia permite que eles vivam diferentes realidades, absorvendo até mesmo informações mais complexas. À medida que o líder estimula essa geração para se expressarem livremente, as ideias inovadoras começam a surgir, uma vez que esses profissionais conseguem se desenvolver melhor em um ambiente mais colaborativo e prazeroso.

    2. Ofereça feedbacks constantemente

    A geração Z valoriza uma relação mais próxima, portanto, prefere se comunicar pessoalmente e, ainda, gosta de receber avaliações sobre o seu trabalho, a fim de entender seus pontos positivos e oportunidades de melhorias.

    Criar uma política de feedbacks é fundamental para motivar essa geração e contribuir para que ela trabalhe mais alinhada com os objetivos da empresa, melhorando, dessa forma, o seu desempenho e a sua produtividade.

    Além disso, os feedbacks ajudam a reter os talentos da geração Z, principalmente quando eles são usados para incentivar o desenvolvimento de novas competências e habilidades — sem contar que, por meio dele, é possível entender as causas de eventuais problemas e, assim, trabalhar para corrigi-los.

    Os feedbacks ajudarão a motivar a geração Z , retendo esses talentos na empresa. Ao mesmo tempo, é possível desenvolvê-los para que possam trazer melhores resultados. Nesse sentido, é importante que o líder:

    • saiba ouvi-los;
    • defina metas realistas;
    • invista em benefícios;
    • trace um plano de carreira personalizado;
    • desburocratize o trabalho;
    • promova constantes capacitações.

    Lembre-se de que essa geração sempre está em busca de novas oportunidades, portanto, é necessário valorizar o que eles fazem, a fim de motivá-los a melhorar seu desempenho dentro da empresa.

    3. Seja firme na sua liderança

    Muitas pessoas acham que é difícil liderar a geração Z porque falta senso de hierarquia para esses profissionais. No entanto, por mais que eles gostem de serem tratados em pé de igualdade, é importante se manter firme em suas decisões para fazer com que eles entendam o que precisa ser executado e melhorado.

    Uma liderança firme não precisa ser grosseira e muito menos intimidadora. Apenas mostre a eles o caminho certo, explicando os motivos que o levam a tomar determinada decisão.

    Um bom líder, sempre adotará uma postura justa. Nesse sentido, para trabalhar com a Geração Z é preciso:

    • saber ser ouvido, sem precisar gritar;
    • fazer a equipe se sentir segura;
    • ter confiança nas suas decisões e, claro, em si mesmo;
    • ser um bom professor;
    • saber aproveitar os talentos de cada um;
    • assumir as responsabilidades pela equipe etc.

    4. Reconheça os liderados

    Essa geração valoriza empresas que reconhecem os seus esforços — e isso não quer dizer que eles querem apenas elogios, muito pelo contrário, o reconhecimento que eles buscam está na sua progressão de carreira.

    Como dito, esses profissionais são inovadores e gostam de estar em constante desenvolvimento. Dessa forma, se a empresa reconhece todo seu trabalho e oferece diferentes tipos de bonificações, consequentemente eles se sentirão cada vez mais engajados com os resultados da organização.

    Agora você já sabe como liderar a geração Z! Embora alguns desafios podem ser encontrados no meio do caminho, como a retenção de talentos, dificuldades para aceitar críticas etc., é possível fazer uma boa gestão desses profissionais, oferecendo a eles benefícios e possibilidades de crescimento na carreira.

    Quer aprender mais sobre o assunto? Baixe agora mesmo o nosso e-book e aprenda a liderar para diferentes gerações. Boa leitura!