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  • Marketing digital: 9 dicas para quem entrou nesse mundo agora

    Marketing digital: 9 dicas para quem entrou nesse mundo agora

    O marketing digital é um conjunto de estratégias utilizadas para reforçar a presença online de uma empresa. Desse modo, ela consegue divulgar o negócio, seus produtos, interagir com os clientes e, claro, vender produtos e serviços.

    Contudo, as pessoas que ainda não exploram essas práticas podem ter dúvidas sobre como começar. Por isso, preparamos um post para mostrar as principais dicas para quem quiser praticar o marketing digital a partir de agora. Boa leitura!

    1. Crie conteúdo relevante

    A criação de um conteúdo é uma maneira de complementar as informações do site e atrair clientes para a sua loja. Alguns exemplos de material relevante são posts em blogs, vídeos e e-books, que são mais aprofundados e podem ser baixados pelo consumidor em potencial.

    Para produzir conteúdo relevante, você precisa criar um material que tire dúvidas das pessoas e faça com que as pessoas possam, gradativamente, entender que a sua empresa é uma referência no setor.

    Por isso, pesquise as dúvidas mais comuns envolvendo os produtos que você vende e produza conteúdo relevante em cima deles. Uma empresa que vende roupas importadas pode criar um artigo, ou vídeo, detalhando as equivalências entre os tamanhos de roupa de diferentes países, por exemplo.

    2. Use o funil de vendas

    O funil de vendas é o caminho que todo cliente atravessa, desde a descoberta da loja até a concretização de uma compra. Ele é composto por seis estágios, de acordo com cada nível do funil:

    • no topo do funil, temos a descoberta e o interesse;
    • no meio, temos consideração e interação;
    • no fundo, avaliação e compra.

    Cada estágio exige um tipo de conteúdo. No topo, temos os artigos de blog e vídeos, que despertam a curiosidade. No meio, e-books e cases de sucesso, que apresentam informações mais aprofundadas. No fundo, conteúdos que demonstrem o produto de forma prática e ajudem na decisão final de compra.

    3. Esteja presente nas redes sociais

    O “digital” em “marketing digital” não existe sem uma forte presença nas redes sociais. Afinal, elas servem para múltiplos propósitos, como:

    • divulgar novos produtos;
    • fazer enquetes;
    • interagir diretamente com as pessoas;
    • tirar dúvidas;
    • divulgar seus vídeos, posts e outros conteúdos;
    • investigar os concorrentes.

    Essas são só algumas das muitas utilidades das redes sociais. O que é importante entender é que o marketing digital simplesmente não é viável sem elas. Por melhor que seja a sua estratégia e o seu time de comunicação, esse canal não pode ser negligenciado, já que um enorme contingente de pessoas as frequenta.

    4. Domine as técnicas de SEO

    Quer que a sua empresa seja descoberta por meio de pesquisas no Google? Então, você precisa utilizar técnicas de SEO, ou Search Engine Optimization, um conjunto de ações para melhorar a sua posição nos mecanismos de busca. Algumas táticas para isso são as seguintes:

    • uso de palavras-chave de forma contínua nos textos, como “mouse gamer” ou algum outro produto;
    • conteúdo de qualidade, que realmente tire dúvidas;
    • snippets, que são parágrafos iniciais que já tiram a dúvida sobre determinados conceitos e melhoram a posição (inclusive, volte ao início desse texto para entender melhor como funciona);
    • uso otimizado de imagens, como a aplicação de legendas;
    • entre outras ações.

    5. Conte com um site responsivo

    Caso o seu objetivo seja vender na internet, você precisa oferecer um espaço adequado para as pessoas conhecerem os seus produtos e fechar negócios com a sua empresa. Isso inclui um site responsivo — e também um app que siga as mesmas características, se você quiser expandir as suas operações.

    E o que é “responsivo”, no contexto digital? Quando falamos de um site que tenha essa característica, estamos nos referindo a páginas que ofereçam uma boa navegação nos diversos dispositivos que um cliente possa utilizar: computadores de mesa, notebooks, smartphones e tablets.

    Por isso, é muito importante contar com profissionais de tecnologia da informação – TI que garantam essa responsividade. Um cliente que esteja entediado em um engarrafamento, por exemplo, pode fechar uma compra por meio do celular — desde que ele seja responsivo, isto é, tenha uma boa visualização em dispositivos móveis.

    6. Invista em anúncios

    É possível investir em anúncios pagos nas redes sociais, que têm espaços e recursos destinados para eles. Você consegue aumentar o alcance das suas publicações e propagandear produtos e serviços de maneira mais intensa.

    Ferramentas como o Google Ads e o Facebook Ads são ótimas para esse fim, já que garantem um bom alcance dos anúncios e chegam a muitas pessoas.

    Contudo, é importante não exagerar na quantidade mensal dessas publicações, já que as pessoas podem acabar se irritando ao sempre topar com um anúncio do seu negócio.

    7. Promova os conteúdos

    De que adianta produzir conteúdos caprichados, que realmente tenham potencial para vender, se eles não chegam até as pessoas? É preciso lembrar que a internet está cheia de empreendedores adotando o marketing digital, então não adianta criar conteúdo e esperar por bons resultados.

    Assim, use técnicas como as newsletters, que fazem com que os conteúdos cheguem até as pessoas, por e-mail. É possível fazer uma compilação dos melhores do mês ou até enviar aqueles que tenham a ver com o estágio do funil no qual cada pessoa se encontre.

    Nesse último caso, você pode pedir o e-mail toda vez que alguém baixar um dos seus e-books, por exemplo. Assim, quando você obtém essa forma de contato, será possível enviar mensagens personalizadas, de acordo com o interesse que a pessoa demonstrou. Investir em links patrocinados e participações nos blogs de parceiros também são alternativas interessantes.

    8. Ofereça diversos canais de contato

    Uma estratégia virtual eficiente depende da presença de vários canais de contato, como WhatsApp, e-mail, chat e redes sociais. Afinal, o marketing digital pressupõe que a empresa esteja aberta a práticas modernas: como garantir isso se a sua empresa só fornece um número de telefone, por exemplo?

    Essa tática tem até nome definido: omnichannel. Nela, a empresa oferece vários pontos de contato para que o cliente escolha aquele que preferir. Contudo, ela também tem seus desafios: é preciso ter profissionais a postos em todos aqueles canais.

    9. Monitore os resultados

    Uma ferramenta gratuita como o Google Analytics é capaz de monitorar diversas informações do seu site de vendas, como:

    • o número de visitas do seu site;
    • conteúdos com o maior número de visitas;
    • origem dos visitantes;
    • compras e produtos mais vendidos;
    • taxas de cadastro.

    Com ele, será possível monitorar tudo isso e mensurar o sucesso das suas estratégias de marketing digital. Como você viu no artigo, mesmo os iniciantes nesse universo têm diversas possibilidades para explorar o ambiente online.

    O marketing digital, assim como o uso de tecnologias de análise de dados, é o que garante que a sua empresa esteja antenada ao mercado e às demandas atuais. Independentemente do seu negócio, você poderá ter uma forte presença na internet — e lucrar com isso.

    Agora que você entrou no mundo do marketing digital, baixe o nosso e-book e aprenda como usar as ferramentas do Google para impulsionar ainda mais os seus negócios.

  • 7 formas de garantir o melhor atendimento em sua empresa!

    7 formas de garantir o melhor atendimento em sua empresa!

    Ser uma empresa conhecida por oferecer os melhores produtos do mercado é bom, mas tem algo que é ainda melhor: ofertar mercadorias invejáveis e ainda complementá-las com uma excelente qualidade do atendimento ao cliente.

    Para fidelizar consumidores, a empresa precisa oferecer uma boa experiência de compra. Uma jornada satisfatória não se resume a um bom produto, mas ao nível geral de interação. Caso o cliente que comprou algo de qualidade precise tirar uma dúvida e a empresa não lhe dê uma resposta, isso afetará sua percepção sobre a loja e seu ciclo de vida.

    Por isso, garantir a qualidade do atendimento deve ser algo tão valorizado nas empresas quanto a capacidade de oferecer produtos de alto nível. Neste post, apresentaremos as principais dicas para fazer isso. Boa leitura!

    1. Conheça o seu cliente

    Como a sua empresa manterá um bom atendimento sem conhecer exatamente os clientes, suas necessidades, problemas e preferências? A definição de público-alvo é importante para centralizar as estratégias e também para ter maiores chances de sucesso na abordagem ao consumidor.

    Por isso, busque por características como a faixa etária, dados demográficos e necessidades que fazem essas pessoas procurarem os seus produtos. Descubra também seus canais favoritos para conseguir implementar uma estratégia omnichannel.

    Esse estudo pode ser feito por meio da observação dos dados fornecidos pelas pessoas que compram do seu negócio e também daquelas que seguem o perfil nas redes sociais. Não deixe de aprofundar a estratégia e criar as personas, personagens semifictícios que representam o consumidor ideal.

    A definição de persona ajuda a conhecer melhor as pessoas que interagem com o negócio. Assim, na hora de prospectar clientes, a empresa terá informações sólidas sobre o tipo de público que ela tem — e utilizá-las no atendimento.

    2. Valorize seus clientes

    É indispensável que sua empresa valorize cada pessoa que entra em contato com a marca, mesmo que seja alguém que compre poucos produtos. Afinal, é por meio do atendimento humanizado que o seu negócio se tornará uma referência.

    Não é incomum encontrar pessoas que encontraram produtos maravilhosos, mas não mantiveram o relacionamento com uma determinada empresa por considerarem que o atendimento não foi bom o suficiente.

    Nesse caso, o chamado marketing boca a boca funciona da maneira reversa: em vez de recomendar a loja para amigos e familiares, aquela pessoa as aconselha a não comprar nada lá.

    Essa valorização dos clientes também é importante para unificar o nível de atendimento, sem discriminar as pessoas que ainda não compraram nada, mas são potenciais consumidores, os chamados leads.

    3. Invista em treinamentos para a equipe

    O bom atendimento passa por uma boa preparação das pessoas escaladas para prover esse serviço. Mais importante do que simplesmente contratar muitos funcionários, para que sempre haja alguém para atender ao cliente, é ter funcionários que saibam como abordá-lo.

    Por isso, para alavancar as vendas e ainda fortalecer o relacionamento com os clientes, invista em treinamentos para capacitar seu time. O importante é fazer com que ele incorpore os valores da marca e esteja bem preparado para atender todo tipo de consumidor, fidelizado ou não.

    O Sebrae Alagoas oferece cursos que podem ajudar a sua empresa nessa empreitada e torná-la referência em qualidade do atendimento ao cliente.

    4. Esteja disponível onde o cliente está

    Em plena era de transformação digital, oferecer atendimento somente por telefone, por exemplo, é uma atitude que depõe contra a empresa e faz os seus clientes suspeitarem dos seus métodos. A melhor forma de lidar com as pessoas é apostar em uma estratégia omnichannel.

    Nela, a companhia disponibiliza vários canais para interagir com o consumidor: e-mail, redes sociais, chat dentro do site, entre outras. Mesmo que grande parte do seu público seja ativo no Instagram, por exemplo, sempre existirão aquelas pessoas que só querem utilizar essa plataforma para postar fotos, não lidar com empresas.

    Por isso, para atender aos diferentes gostos e ter agilidade, o melhor a se fazer é estar presente em vários canais de contato. Com o tempo, caso você constate que uma determinada rede social ou plataforma não agrega valor, pode limitar as opções, mas sem perder o alcance do atendimento.

    5. Peça feedbacks para melhorar

    Quem melhor para dar opinião sobre os seus produtos ou serviços que o seu próprio consumidor, não é mesmo? Garantir a qualidade do atendimento é levar as reclamações e sugestões em consideração, principalmente de clientes fidelizados que funcionam como promotores da marca.

    A boa notícia é que existem diversas maneiras de se comunicar com o cliente para solicitar o feedback. Podemos destacar:

    • e-mail;
    • WhatsApp;
    • redes sociais;
    • mensagens enviadas no pós-compra, para colher informações sobre os produtos vendidos.

    Uma maneira mais completa de fazer esse trabalho é utilizar pesquisas de satisfação. Além de conhecer as percepções dos seus consumidores sobre a qualidade do seu atendimento, também será possível identificar pontos de melhoria.

    6. Tenha organização

    Mantenha um registro atualizado com informações de cada cliente, assim como dados sobre interações que ele já teve com a empresa. Contar com esse nível de organização facilita a vida dos colaboradores, uma vez que garante um senso de continuidade que é importante para manter um relacionamento de confiança.

    Além disso, considere usar tecnologias em seu negócio. Empresas que usam chatbots, por exemplo, não o fazem apenas para mostrar modernidade: a implementação dessas ferramentas é crucial para registrar informações sobre cada contato, uma vez que essa solução faz isso de maneira automática.

    Do mesmo modo, ferramentas de análise de dados, como o Big Data e o Business Intelligence (BI) podem ser combinadas a um sistema de gestão integrada.

    Enquanto os primeiros percorrem o histórico digital da empresa para estabelecer tendências, o segundo centraliza informações para os gestores — e fomenta a análise de dados.

    7. Adote um site responsivo

    Lembra-se de que falamos sobre a importância de valorizar o cliente? Caso ele tenha que resolver um problema com a loja, vai querer fazer isso da forma mais cômoda possível. Afinal, nem todo mundo terá paciência para chegar em casa e ligar o notebook ou computador de mesa.

    Por isso, oferecer um site responsivo e um bom atendimento nos diversos canais é a melhor forma de garantir que aquele consumidor não acabe abandonando a empresa pela falta de funcionalidades. Gerir o relacionamento também tem a ver com a facilidade de fazer contato com a marca. Afinal, como mostram os números, os acessos por dispositivos móveis já superaram a navegação por meio de computadores.

    Como pudemos ver no artigo, para manter a qualidade do atendimento ao cliente, a empresa deve combinar a preparação adequada dos funcionários, uma estratégia omnichannel e oferecer meios eficientes de coletar o seu feedback, entre outros. Adotar soluções tecnológicas também é uma ideia interessante.

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  • Descubra como planejar as suas metas com eficiência!

    Descubra como planejar as suas metas com eficiência!

    Empreendedores estão sempre se desdobrando para alavancar suas conversões e vendas. Como a maior parte dos empresários do país são donos de pequenos negócios, o planejamento de metas ajuda a enfrentar a competitividade do mercado e direcionar os esforços.

    Para isso, é preciso ter ambição, mas sem traçar objetivos irreais, com poucas chances de sucesso. Felizmente, existem métodos para facilitar esse processo, como o SMART. Neste post, citaremos essa e outras estratégias para microempreendedores individuais -MEIs que desejam obter melhores resultados. Boa leitura!

    Use dados

    O Google Analytics é uma ferramenta gratuita que ajuda qualquer MEI. Ele informa o número de visitas do seu site, a faixa de horário com maior tráfego e até mesmo o tempo médio que as pessoas passam na página.

    Com essas informações em mãos, você pode aproveitar os horários de pico para postar no blog, por exemplo, ou interagir com os clientes nas redes sociais.

    O Analytics também informa o local de acesso dos visitantes, o que permite direcionar os conteúdos e as estratégias de venda para as regiões mais relevantes para o seu produto.

    Estabeleça um cronograma

    Definir metas caminha lado a lado com um cronograma. Afinal, caso o seu objetivo seja, por exemplo, “aumentar as vendas”, qual será a base de comparação para entender se os números realmente evoluíram?

    Para isso, estabeleça um cronograma que ajude, inclusive, a distribuir os esforços e mensurar os avanços. O método SMART, que veremos adiante, tem uma etapa específica para isso e ajudará na organização e nos ajustes do calendário.

    Trace metas realistas

    Imaginemos um MEI com faturamento de R$ 40 mil por ano que queira elevar os rendimentos para mais perto do topo da categoria, ou seja, R$ 81 mil, em apenas seis meses. A não ser que cheguem investidores externos, essa meta não parece muito realista, não é mesmo?

    Trace o plano de acordo com o tempo que você tem para se dedicar aos negócios (sem comprometer sua saúde física e mental), os investimentos que pode ou pretende fazer e a sua capacidade de divulgar os produtos.

    Na maioria das vezes, pensar em metas irreais só levará à frustração, o que pode desmotivar empreendedores e causar o fim prematuro da empresa.

    Siga um método já estabelecido

    O método SMART é usado justamente para a definição dos objetivos dos empreendedores. A seguir, vamos entender a que se refere cada letra da sigla:

    • (Specific ou Específico). Nesse momento, você consegue definir claramente a sua meta específica, assim como detalhar os resultados que pretende alcançar;
    • (Measurable ou Mensurável). Como o próprio nome indica, trata-se da mensuração dos resultados;
    • (Attainable ou Atingível). Garante que a sua meta seja realista o suficiente. Só assim será possível atingi-la;
    • (Relevant ou Relevante). A meta deve ser algo que realmente agregue valor à empresa e aos clientes. Não basta ser uma “ideia criativa”, deve ser algo relacionado ao planejamento estratégico do seu negócio;
    • (Time based ou Temporal). Na última etapa, você determina um prazo para alcançar a meta que definiu lá no início, no S. Mas não se esqueça de que ela deve ser atingível!

    Um exemplo de meta definida pelo método SMART seria: aumentar em 30% as vendas de um produto específico na loja online da sua empresa, levando em conta os resultados do semestre e do ano anterior.

    Nesse exemplo, é possível visualizar objetivo específico (aumentar as vendas do produto) e mensurar a etapa (30% de acréscimo). Essa meta não foge da realidade, tem um período estabelecido (um semestre) e é relevante para a empresa — trata-se, afinal, de converter e fechar vendas.

    Como podemos ver, o planejamento de metas é uma ótima maneira de se organizar com um passo de cada vez. MEIs estão sempre na correria para fechar negócios e divulgar produtos, mas é possível direcionar os esforços para triunfar em todas as frentes: na divulgação, na atração, na conversão e nas vendas.

    Gostou do artigo? Para mais informações sobre o mundo dos negócios, confira 5 dicas para desenvolver habilidades de venda!

  • O que é marketing de referência e como aplicá-lo na empresa

    O que é marketing de referência e como aplicá-lo na empresa

    O marketing de referência é uma estratégia que se baseia nas indicações realizadas por clientes satisfeitos, que melhoram a reputação da loja por meio do boca a boca e do compartilhamento de boas experiências de compra.

    Assim, esse método se concentra em oferecer a melhor jornada de compra para cada cliente, já que a empresa se beneficia da reputação positiva que essa interação a ajuda a construir. Mas como colocar o marketing de referência em prática? Vamos conhecer as principais dicas para fazer isso!

    Foque em oferecer uma boa experiência de compra

    Sua loja aposta em programas de fidelidade atrativos e bem desenhados? Isso é ótimo, mas não adiantará muito se a experiência de compra promovida pelo negócio não for inesquecível.

    Afinal, as chances de que um cliente indique a sua loja para outro é menor caso ele consiga apenas boas condições financeiras, mas em um contexto no qual a sua loja falhe em outros aspectos essenciais de uma boa jornada de compra. Um pós-venda negligente, por exemplo, pode colocar tudo a perder.

    Por isso, é preciso abordar a experiência de compra de uma forma holística. É preciso caprichar no atendimento, ter preços e promoções atrativas e oferecer um pós-venda de respeito.

    Com todos esses elementos combinados, será bem mais fácil para um cliente recomendar o seu negócio, já que ele não terá do que se queixar em relação à empresa.

    Crie programa de indicações

    Um programa desse tipo pode ser exemplificado pela oferta de descontos em troca de indicações. Você provavelmente já se deparou com uma mensagem como “Indique um amigo e ganhe 25% em novas compras”, ou algo parecido.

    Diversas empresas fazem isso porque é um procedimento simples e que garante resultados. Afinal, clientes fidelizados sempre estarão procurando boas condições para comprar de uma empresa da qual eles já são fãs.

    Sua empresa também pode diversificar os prêmios, oferecendo serviços gratuitos e prêmios cumulativos, além dos serviços gratuitos. Outra forma eficiente de fazer isso é incentivar o compartilhamento de postagens para concorrer a brindes, o que faz com que as suas publicações tenham um alcance ainda maior.

    É importante usar a criatividade, mas de uma maneira que a iniciativa não comprometa seus lucros. Por isso, calcule o ticket médio do produto para entender o tamanho do desconto que você pode oferecer de forma vantajosa para o seu negócio.

    Aposte em programas de fidelidade

    O marketing de referência naturalmente se baseia em indicações, mas a própria empresa pode criar meios para facilitar esse boca a boca. Isso ocorre porque o marketing de referência está conectado a outra ramificação do marketing: o de fidelização.

    A fidelização de clientes é o processo de retenção dos consumidores já conquistados. Caso um cliente recomende a sua loja para outras pessoas, nada melhor do que oferecer recompensas para ele, não é mesmo?

    Por isso, é importante estabelecer um programa bem definido de indicações para que as pessoas sejam realmente estimuladas a indicar o seu negócio. Estude as melhores ações, de acordo com o perfil da sua marca, a quantidade de clientes que você já tem e alinhado às suas reservas financeiras.

    Assim, você aposta não só no marketing boca a boca, mas na retenção daquelas pessoas que jáconhecem a sua loja e que aumentam as suas receitas. Esse relacionamento próximo também é ótimo para mostrar como a empresa premia e se preocupa com os promotores da marca.

    Use as redes sociais

    Atualmente, as redes sociais são um dos principais cartões de visita de qualquer marca. Elas são importantes para reforçar a presença digital do negócio e manter a empresa no radar das pessoas.

    Como se não bastasse, essas plataformas também são ótimas para colocar o marketing de referência em prática. Quando um cliente quer indicar um produto para um amigo, é bem provável que ele tire um print de uma das páginas ou faça marcações individuais.

    Por isso, estar nas redes é outra maneira de garantir que seu negócio seja indicado. É importante não exagerar nas publicações: crie um cronograma (uma postagem por dia é o suficiente) e tire um tempinho para conversar diretamente com seus clientes, para entender suas dores, necessidades e desejos.

    Invista na qualidade do atendimento

    Em pleno século XXI, não existe uma boa experiência de compra sem um atendimento de qualidade. Os colaboradores devem estar dispostos a tirar dúvidas, ajudar no pós-venda e interagir com os clientes nas redes sociais — sempre de forma educada e atenciosa.

    Você já deve ter ouvido um relato de alguém que elogiava os produtos de uma empresa, mas também destacava o seu péssimo atendimento. Que tal oferecer os dois e deixar essa concorrente pelo caminho?

    Conte com a ajuda de influenciadores

    Outra maneira de utilizar a internet para turbinar as indicações é contar com a ajuda de influenciadores. Esse trabalho pode ser mais indireto, como um acordo para que o influencer compartilhe alguns posts, ou um endosso direto.

    Você pode até mesmo utilizar influencers como embaixadores da marca. Muitas dessas pessoas têm uma legião de seguidores nas redes sociais, que terão ao menos curiosidade de experimentar o que você vende.

    Uma boa ideia é escolher alguém que tenha a ver com o nicho que você explore. Influenciadores que gostem de falar de games e computadores, por exemplo, podem ser procurados por empresas que vendem produtos relacionados a esse universo.

    Capte depoimentos

    Colete o depoimento dos clientes e publique os positivos nas suas redes sociais e no site oficial do negócio. Caso você não consiga convencer muitas pessoas a fazer isso de forma espontânea, ofereça descontos ou brindes especiais.

    Outra maneira de reforçar esse contato com os clientes é compartilhar os posts nos quais eles marcam a empresa, como quando as pessoas mostram algo que compraram. Desse modo, a marca mostra que presta atenção às pessoas que fazem o negócio crescer e as valorizam.

    Também é interessante interagir com os clientes nas redes sociais e perguntar sobre o que eles mais gostaram no produto adquirido e a experiência de compra. Ter uma pessoa de carne e osso ressaltando a qualidade das suas mercadorias e do seu atendimento é uma das melhores maneiras de promover o negócio.

    Agora que você entendeu o que é o marketing de referência e seus benefícios, já sabe como começar a implementá-lo em seu negócio. A estratégia é razoavelmente barata, já que depende de elementos como um bom atendimento, uma experiência de compra e a utilização de redes sociais, sendo que nenhuma dessas estratégias demanda muitos investimentos.

    Gostou do artigo e quer melhorar as suas estratégias virtuais como um todo? Então, baixe agora mesmo o nosso e-book sobre transformação digital!

  • Como usar as estratégias cross selling e up selling na prática

    Como usar as estratégias cross selling e up selling na prática

    Empreendedores só sobrevivem em um mercado competitivo quando conseguem desenvolver maneiras criativas de expandir as suas vendas. Um meio de conseguir isso é turbinar o interesse de clientes por produtos que sejam similares ao que ele procura.

    Nesse cenário, duas práticas se destacam: o cross selling e o up selling. Enquanto a primeira foca nas compras conjuntas, a segunda estratégia oferece um item de maior qualidade, mas em condições vantajosas para o consumidor. Continue a leitura do nosso artigo para entender melhor os conceitos!

    Quais são as diferenças entre cross selling e up selling?

    Cross selling, que em livre tradução pode significar venda cruzada, consiste em oferecer ao consumidor outros produtos relacionados com o item que ele pretende comprar na sua loja online.

    Portanto, caso você se depare com uma frase como “Compre junto”, temos aí um exemplo claro de cross selling, muito utilizada nos e-commerces.

    Já o up selling consiste em oferecer ao comprador um desconto para que ele troque o produto escolhido por um superior exatamente neste momento antes de ir ao checkout.

    É possível ver essa técnica aplicada em diversos varejistas e marketplaces, já que é uma estratégia consolidada para incentivar a compra de itens mais caros e render maiores lucros para a empresa.

    O segredo é complementar o item procurado com outras mercadorias que façam sentido para os compradores.

    Um exemplo: você precisa de um tênis para correr. Você visita o site da loja e escolhe um modelo mais simples. Contudo, na hora do checkout, aparece um pop-up informando que você acabou de ganhar um cupom de R$ 100 para adquirir uma versão melhorada do seu item. Nesse caso, temos o up selling.

    Como adotar essas estratégias em sua empresa?

    Agora, entenderemos como aplicar essas estratégias de maneira efetiva em sua empresa, de modo natural e sem forçar sugestões que possam irritar clientes.

    Conheça bem o seu público

    Conhecer bem o seu público é uma dica que vale para todas as estratégias de negócio, mas é ainda mais importante quando seu objetivo é turbinar as compras. Para que tanto o up como o cross selling sejam viáveis, a confiança mútua entre empresa e cliente é o componente principal.

    Afinal de contas, o vendedor vai, por meio de uma abordagem consultiva, oferecer mercadorias ou serviços que se encaixam às necessidades do cliente e tenham a ver com as suas necessidades atuais. Isso só é possível quando o empreendedor mapeou os problemas do consumidor durante a negociação.

    Caso o vendedor, por descuido ou má fé, faça ofertas completamente descoladas da realidade do cliente apenas para lucrar mais naquela negociação, isso demonstra que ele não está atento ao contato e às necessidades do cliente.

    Nesse caso, fica mais difícil estabelecer uma parceria com base na confiança mútua, uma vez que o cliente entende que ele é só mais um número para aquela empresa.

    Com essa perda na confiabilidade, as chances de realizar uma venda diferenciada são reduzidas. Por isso, é muito importante conhecer o público e prestar atenção ao que ele diz.

    Ofereça apenas produtos relevantes

    Essa dica complementa o tópico anterior: só ofereça produtos que realmente façam sentido para os clientes! Por isso, nada de forçar compras com itens muito diferentes entre si. Um consumidor que esteja comprando um notebook, por exemplo, não pode receber bem uma oferta de um novo jogo de toalhas.

    Seja por meio do uso de ferramentas que ajudem a identificar padrões de consumo, como tecnologias de análise de dados como o Big Data, seja pelo estudo manual do histórico de compras, os empreendedores têm a obrigação de pensar bem nas estratégias de venda cruzada e up selling.

    Conduza as negociações com honestidade

    Tanto no cross como no up selling, é preciso ter controle para não perder a mão. Assim, nada de oferecer dezenas de produtos semelhantes, já que os consumidores podem perder o foco ao verificar todas as opções que apareceram — e desistir de qualquer compra.

    Por isso, ofereça sugestões mais enxutas, priorizando poucos produtos, mas que tenham a ver com o que o consumidor procura. Nesse caso, você sugere apenas o que tem potencial real de venda, em vez de arriscar perder aquele negócio (e aquele cliente).

    Oriente-se por dados

    As ferramentas de análise de dados, como o Big Data e o Business Intelligence, podem identificar informações como os períodos do ano nos quais clientes estão mais suscetíveis a aceitar essas sugestões e fechar compras mais lucrativas.

    Essas ferramentas buscam as informações diretamente na fonte, isto é, no histórico digital da empresa. Assim, é possível traçar tendências de acordo com a própria trajetória da empresa, sem achismos.

    Fique por dentro das oportunidades

    Uma oportunidade para aplicar o up selling, por exemplo, pode se apresentar mesmo antes da concretização da venda. Isso pode ocorrer durante a qualificação do lead ou durante as negociações de compra.

    Quando a empresa utiliza um CRM, é possível registrar as etapas daquele lead em relação à compra. Essa tecnologia é importante porque mapeia todos os passos do consumidor durante a jornada, proporcionando um conhecimento e a consulta de todo o processo.

    Já em relação ao cross selling, a empresa que acompanha bem os seus clientes fidelizados pode acompanhar sua trajetória e registrar o hábito de acrescentar novas compras no carrinho na hora do checkout.

    Desse modo, a empresa pode programar esse momento para que os pop-ups oferecendo novas condições para todos os clientes que sigam essas características. O importante é que empreendedores estejam atentos a maneiras criativas de incrementar a compra, mas sem lesar o cliente.

    Como pudemos ver, o cross selling e up selling são duas ótimas maneiras de oferecer condições atrativas de compra, elevar os lucros e ainda mostrar que a sua empresa conhece bem o cliente que visita a sua loja online. Afinal, as sugestões devem levar em conta as suas dores e necessidades, o que demonstra que os gestores estão atentos aos diferentes perfis de clientes.

    Para complementar as suas estratégias de venda e captação de clientes, não deixe de conferir o nosso guia de gestão comercial!

  • Saiba como realizar uma boa gestão de relacionamento com o cliente

    Saiba como realizar uma boa gestão de relacionamento com o cliente

    A gestão de relacionamento com o cliente é uma maneira de garantir que sua empresa complemente os bons produtos vendidos e torne a experiência de compra mais proveitosa. No entanto, atingir esse estágio demanda preparo, uso acertado de tecnologias e disposição.

    A gestão de relacionamento com o cliente costuma ser utilizada como exemplo para tecnologias como o CRM – Customer Relationship Management, mas o conceito é mais amplo e envolve uma série de atitudes que fortaleçam o relacionamento entre empresa e consumidor. Por isso, listamos o que deve ser feito para alcançar esse objetivo. Boa leitura!

    Automatize os processos

    Uma empresa pode automatizar tarefas para tirar trabalho repetitivo das mãos de colaboradores talentosos e garantir que as máquinas façam isso. Um exemplo: o envio de e-mails periódicos para clientes, de acordo com o estágio deles na jornada de compra.

    Assim, em vez de ter que ficar se programando para mandar e-mails para diversos consumidores, os gestores podem automatizar esse trabalho. A automação de marketing, por exemplo, é a prática de utilizar softwares e outras tecnologias para executar ações em larga escala.

    A partir daí, será mais fácil agir de forma personalizada de acordo com o público que a empresa quer alcançar, o que melhora o relacionamento com essas pessoas. Com isso, será possível:

    • configurar o envio de e-mails para consumidores;
    • oferecer promoções periodicamente;
    • impulsionar outros esforços de marketing para traçar tendências e conhecer os consumidores.

    Mantenha as informações atualizadas

    A empresa deve oferecer, em seu site e aplicativo, meios para que clientes mantenham suas informações de contato atualizadas. Afinal, como gerir o relacionamento com o cliente de forma eficaz se a organização nem mesmo sabe como contatar seus consumidores?

    Isso também vale para a própria empresa. Caso um número de telefone seja descontinuado, ou um e-mail, as novas informações devem ser atualizadas imediatamente. Uma boa ideia é divulgar os novos dados nas redes sociais, tanto em novos posts como no campo “Sobre a empresa” de cada canal de contato.

    Mantenha a comunicação

    É muito importante manter a comunicação após a conversão, isto é, durante o pós-venda. Muitas lojas ainda cometem o erro de cessar o contato após a venda de um produto. Você pode até confiar na qualidade da mercadoria, mas o cliente pode ter outras dúvidas, como a política de trocas ou até mesmo pedir indicações sobre o uso do produto.

    Manter um cliente costuma ser mais barato do que adquirir um novo consumidor. Nesse caso, o pós-venda é uma das ações que farão com que a empresa consiga reter mais clientes e adquirir novos promotores da marca.

    Além de mensagens que incentivem o cliente a falar sobre a qualidade do produto adquirido, o marketing de conteúdo é também uma maneira de fortalecer o relacionamento. Isso porque os artigos e vídeos servem para esclarecer dúvidas comuns e solucionar problemas, o que mostra que vender não é a única preocupação daquele negócio.

    Conte com diferentes canais de atendimento

    Nada de agir à moda antiga: oferecer só um canal de atendimento limita as possibilidades de contato e, com isso, compromete o bom relacionamento com os clientes. Além das redes sociais, sobre as quais falaremos adiante, é crucial ter uma estratégia omnichannel.

    Essa estratégia garante que o cliente possa optar por seu canal favorito. Algumas pessoas preferem resolver seus problemas pelo WhatsApp, outras gostam de enviar e-mails mais elaborados, assim como também é possível encontrar quem não dispense o bom e velho telefone.

    O importante, aqui, é que a empresa esteja em todos esses canais e, tão importante quanto, designe pessoas para realizar esse atendimento. Quanto mais disponível a organização seja, melhor será o relacionamento com as pessoas.

    Acompanhe o histórico de compras

    Graças a tecnologias de análise de dados, como o Big Data e o Business Intelligence, e à cultura data driven, ficou bem mais fácil rastrear o histórico de compras dos clientes. Ao entender exatamente o que as pessoas compram e quando fazem isso, a empresa pode se antecipar em suas estratégias.

    Isso não serve apenas para aumentar o número de vendas de novas mercadorias, mas também para eliminar gargalos. Caso a empresa estude o histórico de vendas e descubra que as pessoas abandonaram a marca depois de comprar o mesmo produto específico, por exemplo, ela pode tomar providências.

    Assim, ela pode entrar em contato com essas pessoas para investigar o que causou o abandono da empresa e até convidá-la para experimentar uma versão melhorada daquele produto. Do mesmo modo, as ferramentas de análise de dados ajudam a traçar padrões, como mercadorias que mais vendem em determinadas épocas.

    Tudo isso ajuda a empresa a corrigir erros de percurso e fortificar suas relações com os clientes, tanto em termos de vendas como de melhorias em seus processos internos.

    Faça um bom uso das redes sociais

    Hoje, é muito comum que as pessoas utilizem as redes sociais para contatar as empresas, tirar dúvidas e resolver pendências. Antes, isso era feito exclusivamente por telefone, mas a evolução trazida pela tecnologia aumentou o número de canais disponíveis para o atendimento.

    Por isso, ficar fora das redes sociais é um erro grave, já que elas agregam bilhões de pessoas em todo o mundo. As pessoas priorizarão as empresas que têm uma boa quantidade de canais de atendimento, já que as chances de que seus problemas sejam resolvidos rapidamente aumentam.

    Por isso, sua empresa deve ser ativa nas redes sociais para melhorar a gestão de relacionamento com o cliente. Como o próprio nome indica, a relação deve ser proveitosa para ambos: por isso, se prender a métodos antigos, como atendimento exclusivo por telefone e-mail, limita o contato com as pessoas.

    Integre os sistemas

    Uma das possibilidades mais legais do uso da tecnologia é que as diferentes ferramentas podem ser associadas para promover melhores resultados para as empresas e uma gestão de relacionamento com o cliente mais eficiente.

    Os sistemas integrados de gestão, por exemplo, centralizam dados dos clientes e proporcionam a integração com outras ferramentas de análise de dados para que a empresa trace padrões de consumo.

    Do mesmo modo, é possível associar o programa de gestão a um sistema VoIP, que permite fazer ligações por meio de um computador ou dispositivo móvel. Por isso, mapeie as tecnologias que a sua empresa já usa e busque possibilidades de integração.

    Como pudemos ver, a gestão de relacionamento com o cliente envolve diversas iniciativas para melhorar a satisfação do consumidor com a empresa. Desse modo, ambos ganham: os consumidores ficam satisfeitos e a organização ganha promotores naturais da marca.

    Gostou do artigo e tem algo a dizer sobre esse tema? Então, aproveite a visita e deixe um comentário!

  • Storytelling em vendas: 3 inspirações para destacar sua empresa no mercado

    Storytelling em vendas: 3 inspirações para destacar sua empresa no mercado

    Você conhece o poder que há por trás do ato de contar de histórias? Estudos indicam que quanto mais convincente é a narrativa, mais empáticos os ouvintes se tornam. Por esse motivo investir em storytelling para ações de vendas é tão importante, pois há um grande potencial de influência nas pessoas.

    De forma simples, por meio do impacto nas emoções e sentimentos humanos, o storytelling pode criar uma conexão direta entre uma marca e seu cliente em potencial, influenciando sua opinião ou até mesmo fazendo com que tome determinada decisão.

    Confira a seguir o que é storytelling em vendas e conheça exemplos reais para engajar e lucrar mais!

    Afinal, o que é e qual a importância do storytelling em vendas?

    Storytelling é um termo em inglês composto pela junção de duas palavras: “story”, de história, e “telling” de contar. Portanto, significa contação de histórias. 

    Para o mundo corporativo, o storytelling consiste no desenvolvimento de uma boa narrativa com capacidade de envolver e gerar empatia no interlocutor com as dores solucionadas pelo produto ou serviço oferecido pelo seu negócio. Isso agrega mais valor tanto para seu público quanto para sua marca.

    Dessa forma, quando utilizado para ações de vendas, é preciso estratégia na hora de contar uma boa história que converta um potencial cliente em consumidor fiel. Mas quais são os benefícios para o seu negócio? Por meio de histórias credíveis, com entretenimento, educacionais, relacionáveis, organizadas e memoráveis, você pode:

    • engajar seus clientes;
    • criar conexão com seu público;
    • trocar experiências,
    • criar identificação;
    • gerar uma imagem positiva da sua marca.

    Exemplos de sucesso de aplicação do storytelling nas empresas

    Para você se inspirar, confira alguns exemplos de empresas que obtiveram sucesso na aplicação do storytelling.

    1. Huggies

    “Hugs” é uma palavra em inglês que significa “abraços”. Através deste conceito, a empresa desenvolveu uma campanha baseada em storytelling utilizando uma pesquisa que indica a importância do abraço na melhora da saúde dos bebês. Isso trouxe como resultado um aumento de 30% nas vendas daquele ano.

    2. Airbnb

    A empresa transborda storytelling nas suas campanhas, criando narrativas da vida de seus anfitriões para que os viajantes possam se interessar pelas experiências e sensações que poderiam experimentar.

    Com a campanha “pertença a qualquer lugar”, lançada em 2016, a Airbnb conseguiu arrecadar mais de 1 milhão de dólares para ajudar a The UN Refugee Agency. 

    3. Heineken

    Com uma campanha baseada em storytelling em que a empresa seria patrocinadora da Champions League em 2016, a Heineken encantou seu público feminino. Desconstruindo o senso comum de que mulheres não gostam de futebol, lançou a campanha “The cliche” em que as mulheres se “vingam” de seus namorados ao assistir à final do campeonato.

    O que considerar na hora de adotar essa estratégia nas vendas?

    Para desenvolver campanhas de storytelling para vendas e atingir os melhores resultados possíveis, você precisa:

    • conhecer o perfil do seu cliente e adaptar sua história a ele;
    • definir sua mensagem e objetivo principais;
    • planejar e construir uma boa estrutura de storytelling, com início, meio e fim bem definidos; 
    • envolver seu público por meio da transmissão de emoções positivas.

    Agora você já pode dizer que conhece tudo sobre o conceito, qual a importância e os benefícios que o storytelling em vendas pode proporcionar para o seu negócio, assim como alguns exemplos de inspiração de empresas que aplicaram campanhas de sucesso baseadas nessa estratégia.

    Gostou do nosso post e quer descobrir 5 técnicas de storytelling para implementar no seu negócio? Leia nosso artigo que aborda este assunto!

  • Saiba como Small Data e Big Data ajudam a empresa a lucrar!

    Saiba como Small Data e Big Data ajudam a empresa a lucrar!

    Hoje, ter análises baseadas em dados é uma prática cada vez mais comuns nas empresas, independente do segmento ou do porte da organização. No entanto, o alto custo e a complexidade de algumas tecnologias podem desestimular empreendedores.

    A boa notícia é que é possível optar entre dois métodos diferentes: Small Data e Big Data, cada um de acordo com as necessidades e preferências da empresa contratante. Neste artigo, falaremos das duas tecnologias e das principais diferenças entre elas. Venha conosco!

    O que é Big Data?

    O conceito de Big Data se relaciona à análise e interpretação de dados, principalmente em grande volume e variedade. Essa tecnologia é usada por negócios que precisam extrair conhecimento relevante de uma massa elevada de dados, que não apresentam uma estrutura bem definida.

    O Big Data se tornou tão importante na indústria que passou a ser confundido com a análise de dados em si. Mas a verdade é que outras ferramentas também servem a esse fim, como o Business Intelligence e, como veremos a seguir, o Small Data.

    Assim, o Big Data analisa os dados, armazena e ajuda as empresas a extrair informações desses elementos digitais. O mais interessante é que esse trabalho é feito em alta velocidade, o que produz resultados já no curto prazo.

    O Big Data estuda o histórico digital do negócio e outras fontes na internet para que a empresa consiga desenvolver:

    • estratégias de atração de clientes;
    • ações de fidelização;
    • detecção de padrões de consumo;
    • análise das vendas sazonais;
    • cruzamento de dados em comum entre clientes e compras feitas, entre outros.

    O que é Small Data?

    Os próprios nomes dão pistas. O “Big” do Big Data se refere a um número elevado de dados, enquanto o “Small” (pequeno) tem a ver com quantidades menores. O que não significa que trabalhar com menos dados não seja proveitoso para as empresas.

    Isso porque o Small Data trabalha com fontes mais específicas, mas que influenciam diretamente a tomada de decisão do negócio. Assim, enquanto o Big Data lida com fontes mais extensas (como o histórico digital de compras inteiro da empresa), o Small Data ajuda a mapear informações concentradas.

    Uma dos exemplos de uso de Small Data é o sistema de gerenciamento de programas de fidelidade. Nessas plataformas, empreendedores cadastram dados dos clientes que querem participar das promoções.

    Assim, a ferramenta pode ser utilizada para mapear os dados fornecidos por clientes, como nome, data de nascimento e padrão de gastos, para traçar estratégias mais amplas de fidelização e atração.

    Quais são as diferenças entre Small Data e Big Data?

    Agora que entendemos os conceitos gerais, falaremos das diferenças específicas entre essas duas tecnologias.

    Origem das informações

    Os dados que são coletados por soluções deBig Data são encontrados em um ambiente bem abrangente, como as seguintes fontes:

    • nuvem;
    • bancos de dados diversos;
    • dispositivos da própria empresa;
    • ferramentas de CRM e ERP;
    • ambientes externos

    Já os dados encontrados a partir da tecnologia de Small Data são originárias do banco de dados da própria empresa. Assim, o alcance é reduzido, mas algumas boas informações podem ser encontradas ali.

    Volume

    O Big Data trabalha com dados digitais mais amplos — e, consequentemente, o volume é maior. Por sua vez, o Small Data lida com uma quantidade inferior e pontual, com um objetivo claro em mente. Exemplo: dados do histórico digital da empresa.

    Formato

    O Big Data é capaz de lidar com dados estruturados ou não, originários de fontes diversas, como vimos no primeiro tópico. O Small Data só trabalha com dados estruturados e que estejam prontos para serem analisados.

    Os dados estruturados são aqueles que têm uma uma disposição rígida e bem definida, que facilita a leitura. As informações contidas em um formulário são exemplos dessa classe.

    Já os dados não estruturados têm uma disposição mais flexível. Exemplos são os dados gerados por redes sociais, como o WhatsApp: afinal, essa tecnologia gera fotos, vídeos, documentos e outros arquivos.

    Interpretação dos dados

    O Small Data é geralmente preparado por próprios funcionários da empresa, com seus objetivos específicos escolhidos. Essa é uma das suas vantagens, já que quem lida com aquelas informações sabe exatamente como elas beneficiarão a empresa.

    Já o Big Data, por exigir um trabalho mais complexo, é conduzido geralmente por profissionais que não os usuários finais dos resultados encontrados. Por outro lado, essas pessoas também costumam ter um conhecimento aprofundado do trabalho com dados.

    Variedade

    A variedade tem a ver com a quantidade de tipos diferentes de dados. Nesse caso, a extração de informações pode se concentrar no número de visitantes no site ou nas regiões que concentram o maior número de pessoas que entram na página, por exemplo.

    Nesse caso, um exemplo de uso de Big Data seria o número total de visitantes. Já o Small Data, por se concentrar em nichos mais específicos de dados, revelaria as pessoas que encontraram o site por meio de uma postagem no Instagram ou outra mídia social.

    Velocidade

    As duas ferramentas são velozes, principalmente para empresas que ainda trabalham apenas com planilhas. Contudo, a velocidade varia de acordo com o próprio escopo das tecnologias.

    O Big Data lida com uma massa maior de dados, então a tendência é de que o trabalho seja mais demorado. Já o Small Data opera com menor volume, o que pode oferecer insights mais rápidos, mas provavelmente com um menor número de informações úteis.

    Qual é a melhor opção para a sua empresa?

    A escolha depende da necessidade do negócio e do volume de dados que serão coletados e analisados. Contudo, o interessante é que ambos podem ser utilizados por empresas de diferentes portes.

    Uma grande organização ode utilizar o Small Data se o objetivo for analisar o histórico de compra ou as as transações realizadas por um grupo específico de consumidores.

    Por outro lado, uma empresa mais modesta que queira ampliar a sua atuação pode buscar dados de diferentes perfis de consumidores, localidades, interesses, entre outros critérios, para construir sua análise.

    Além disso, a empresa deve estar bem informada sobre a nova lei de proteção de dados, para não correr o risco de explorar informações sensíveis dos seus clientes e desrespeitar outras normas da navegação digital.

    Como pudemos ver no artigo, duas opções de análise de dados têm se destacado no mercado e ajudado as empresas a identificar padrões conhecer melhor seus clientes e traçar tendências de mercado: Small Data e Big Data. A primeira opção lida com um número menor de fontes, mas seus resultados já são interessantes para qualquer negócio. Já a segunda é a opção mais completa para estudar o histórico digital.

    Ferramentas de análise de dados são parte de um fenômeno do mundo corporativo: a transformação digital. Para entender melhor o conceito, leia o nosso ebook sobre o tema!

  • 5 dicas para melhorar a entrega de produtos para seus clientes

    5 dicas para melhorar a entrega de produtos para seus clientes

    Empreender não é apenas vender boas mercadorias e divulgá-las nas redes sociais. Para que a sua empresa conquiste uma boa reputação, a gestão logística de entregas deve ser caprichada. Afinal, avaliações como “bom produto, mas demora muito” não são exatamente lisonjeiras para o negócio.

    Por isso, otimizar a entrega de produtos passa por diversas etapas, desde o planejamento de envios, à estocagem adequada e à escolha de parceiros de qualidade, por exemplo. Neste post, mostraremos as 5 principais dicas para melhorar a sua logística. Venha conosco!

    1. Faça um bom planejamento

    A primeira etapa para garantir uma boa gestão logística é realizar um planejamento de compras. Isso passa pela previsão de vendas e giro de estoque, assim como a definição e monitoramento do calendário do envio de produtos — e do recebimento de matérias-primas.

    Além das planilhas de Excel, você pode investir em um software de gestão integrada para centralizar suas informações e facilitar o acesso desses dados. Com o crescimento do negócio, será possível utilizar ferramentas de análise de dados, como o Big Data, para traçar tendências de consumo e otimizar os envios de acordo com a sazonalidade.

    Só não se esqueça de atualizar diariamente o calendário para não perder o prazo de nenhum cliente. Além disso, dependendo da mercadoria vendida, a estocagem inadequada pode fazer com que ela pereça — como no caso de quem vende alimentos.

    2. Controle o estoque

    Caso o seu objetivo seja otimizar a gestão geral da entrega, é essencial controlar as mercadorias no estoque. Afinal, não adianta prometer prazos extremamente atrativos e, na hora da remessa, descobrir que aquilo que você “vendeu” não está na prateleira.

    Por isso, mapeie o estoque semanalmente, com especial atenção para os produtos que saem mais. Você poderá sinalizar, no e-commerce, que tal mercadoria está temporariamente indisponível. Do mesmo modo, esse controle e a observação das vendas por período ajudam a prever a demanda futura.

    3. Otimize a gestão de frete

    Ofereça diversas opções de frete, das mais econômicas até aquelas para quem quer receber o produto em menos tempo. Desse modo, o cliente terá uma previsão realista de quanto ele terá que gastar e quando terá o produto em mãos.

    Outra ideia interessante é investir no modelo de varejo phygital, que integra os ambientes físico e online. Um exemplo é a possibilidade de que ele possa retirar o produto na loja sem ter que arcar com o frete — e recebendo a mercadoria em menos tempo.

    4. Registre as entradas e saídas de produtos

    Esse registro complementa o controle do estoque, sobre o qual já falamos. Documentar as entradas e saídas é até mesmo uma maneira de mapear os produtos que estão encalhados nas prateleiras e traçar novas estratégias de vendas baseadas no que dá lucro.

    Isso permitirá a criação de estimativas em relação à rotatividade do estoque e às compras de materiais. Com esse controle, você também poderá apostar em promoções para produtos com uma vendagem baixa e até mesmo descobrir um nicho.

    Afinal, um produto que vende pouco não é necessariamente considerado ruim, mas talvez tenha sido pouco divulgado e explorado nas estratégias de marketing.

    5. Tenha parceiros de qualidade

    Como estamos falando de entregas, nada do que falamos até aqui é viável sem parceiros que respeitem os prazos de envio. Isso é especialmente importante se a sua empresa não quer depender apenas dos correios, mas diversificar as práticas.

    Por isso, pesquise na internet sobre empresas que tenham boas referências. Converse com as pessoas da sua rede de contatos e peça indicações. Desse modo, será possível identificar não apenas parceiros que entregam rápido, mas que também conservam a integridade dos produtos.

    A entrega de produtos é uma etapa crucial para que o seu negócio seja bem visto pelos clientes. Muitas pessoas desistem de continuar o relacionamento com a empresa caso o envio seja demorado demais, uma vez que um concorrente está a apenas um clique de distância. Por isso, é essencial investir nessa logística.

    Caso você queira ler mais sobre o gerenciamento dos seus produtos, descubra os 8 erros de planejamento que você pode estar cometendo!

  • PNL em vendas: como funciona e quais os seus benefícios

    PNL em vendas: como funciona e quais os seus benefícios

    Um dos maiores desafios para qualquer empreendedor é lidar com um cliente resistente ou um consumidor em potencial que precisa de uma dose extra de convencimento para fechar um negócio. Com o tempo, técnicas de persuasão surgiram para ajudar os vendedores.

    É o caso da aplicação do conceito de Programação Neurolinguística, que surgiu no campo da psicologia. Com a implementação da PNL em vendas, empreendedores se tornaram mais persuasivos na hora de convencer os clientes a comprarem algo. Neste post, falaremos mais sobre essa técnica e como aplicá-la na empresa. Boa leitura!

    O que é a PNL?

    A sigla significa Programação Neurolinguística, um conceito que surgiu na década de 1970 para traçar padrões para diferentes terapias. Segundo essa estratégia, quando a aplicamos nas vendas, a comunicação efetiva entre as pessoas será bem-sucedida, quando vendedores entenderem os valores do cliente em potencial e se comunicar por meio deles, é mais fácil fechar negócio.

    Assim, os empreendedores entendem a maneira de ver o mundo do cliente e conseguem compreender seus problemas, avaliar soluções e, de modo geral, pensar como aquela pessoa. A PNL tem ganhado cada vez mais espaço no comércio por melhorar a comunicação entre as partes.

    O seu diferencial é que, quando bem aplicada, a PNL agrega valor para o cliente. Ela não se limita a comercializar produtos e coletar o lucro das transações, mas de proporcionar soluções que gerem um relacionamento duradouro com a empresa.

    Ela é aplicada por meio de iniciativas que envolvem desde a leitura corporal até a utilização de gatilhos mentais, por exemplo. Contudo, ela só é útil para a empresa quando os empreendedores conseguem se comunicar bem e convencer as pessoas de que os produtos adquiridos são necessários, e não supérfluos.

    Como usar o PNL em vendas na prática?

    Com o conceito de PNL entendido, agora é o momento de mostrar como implementá-la efetivamente na empresa.

    Identifique o perfil do cliente

    A PNL é focada na boa comunicação. Contudo, as pessoas têm perfis diferentes, então uma técnica padronizada pode não funcionar para todo mundo. Portanto, é essencial identificar o perfil daquele consumidor no início do contato.

    Caso a empresa faça uso de tecnologias de análise de dados, como Big Data ou Small Data, poderá rastrear o histórico daquele consumidor e conferir a sua média habitual de compras, além de estudar que tipo de produtos ele costuma adquirir.

    No caso dos leads, ou clientes que ainda não compraram nada da empresa, esse reconhecimento terá que ser feito durante a conversa. Por isso, uma boa dica é treinar a equipe em cursos e palestras destinadas ao empreendedorismo, que focarão nas técnicas de conversão.

    Use os gatilhos mentais

    Os gatilhos mentais são, basicamente, técnicas de persuasão que apelam ao emocional das pessoas. Um clássico exemplo é abordar uma sensação de escassez: quando os clientes leem anúncios como “Últimas unidades” ou “Tempo limitado de promoção”, muitos deles sentirão a urgência para comprar logo.

    Os gatilhos são importantes porque ajudam os vendedores a convencerem as pessoas de que eles precisam de um produto. Contudo, para ter um relacionamento duradouro com o consumidor, essa conversão deve ser acompanhada pela descrição das mercadorias, para que as pessoas entendam que elas agregam valor.

    Outros gatilhos mentais bastante utilizados no comércio são os seguintes:

    • urgência;
    • autoridade (ao enfatizar como a empresa é uma referência no mercado);
    • antecipação;
    • novidade;
    • exclusividade.

    Estabeleça um rapport

    O rapport é a capacidade de agir de forma empática, em sintonia com as necessidades do cliente. É a capacidade de encontrar interesses e problemas em comum para desenvolver uma negociação fluida.

    Quando vendedores conseguem estabelecer um rapport adequado, os clientes se sentem mais à vontade, como se estivessem conversando com uma pessoa que lidou com os mesmos problemas e conseguiu solucioná-los.

    Assim, o cliente terá mais confiança no que o empreendedor diz e as chances de comprar algo aumentam. Por isso, nada melhor do que estudar bem as mercadorias e serviços oferecidos, até mesmo para acumular histórias de uso que mostrem os diferenciais daquele produto.

    Avalie a linguagem corporal

    Naquelas negociações que ocorrem em ambientes físicos, é possível observar a linguagem corporal do cliente. Contudo, posturas clássicas como braços cruzados não necessariamente significam que aquela pessoa está “fechada” para compras: pode ser apenas um hábito ou até mesmo uma reação ao clima frio.

    De qualquer modo, é possível analisar o ambiente e o desenrolar da conversa. Isso também serve para vendas online. Quando o consumidor demora muito para responder e o faz com monossílabos, talvez seja o momento de priorizar leads mais avançados.

    Crie âncoras

    Na PNL, criar âncoras significa evocar sentimentos, geralmente positivos, que ajudem os vendedores na hora da negociação. As emoções podem ser despertadas tanto nos clientes como nos empreendedores.

    Uma maneira de fazer isso é associar o produto desejado a bons sentimentos. Um vendedor que esteja tentando convencer o cliente a comprar uma piscina ou uma grelha, por exemplo, pode abordar a capacidade de reunir a família e amigos em volta daquele produto.

    Outra maneira é associar a indecisão de compra aos sentimentos de incerteza. Nesse caso, o vendedor se coloca no cliente, ressaltando que entende que os custos podem ser um impecilho, mas listando as características agregadas daquele produto logo em seguida.

    Quais são os benefícios do PNL em vendas?

    A PNL, quando aplicada de forma holística, traz muitas vantagens para a empresa, que vão além do crescimento das vendas. Outros benefícios que podemos destacar são:

    • crescimento da performance dos colaboradores, que se tornam mais versáteis para abordar diferentes tipos de pessoas;
    • expansão do negócio;
    • desenvolvimento de um relacionamento mais próximo com o cliente, quando os vendedores conseguem explicar como determinados produtos e serviços melhorarão sua vida;
    • autoconhecimento, já que os vendedores podem descobrir novas habilidades e aprimorá-las;
    • atingir as metas;
    • instaurar novos hábitos na empresa, com a PNL sendo assimilada aos poucos pela cultura organizacional;
    • melhoria na comunicação, tanto interna (uma vez que os vendedores podem ser estimulados pela gerência para trocar ideias entre eles) como externa;
    • boa capacidade para lidar com clientes mais resistentes;

    Como vimos no artigo, a PNL em vendas já é uma realidade. O sucesso da estratégia se explica pela versatilidade, com muitas opções para aplicá-la negócio. Outra forma interessante de usá-la é por meio do storytelling, tanto falado como escrito, que ajuda a vender produtos por meio de histórias envolventes.

    Gostou do artigo e quer conferir outros conteúdos para otimizar as suas estratégias de divulgação e vendas? Então, confira o nosso guia de planejamento de marketing!