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  • Entenda o que é a sucessão empresarial e como elaborar um plano para ela

    Entenda o que é a sucessão empresarial e como elaborar um plano para ela

    Após sua aposentadoria, você já sabe quem vai administrar sua empresa? Se a resposta for não, saiba que isso pode implicar em muitos riscos! Ter um plano de sucessão empresarial é fundamental para evitar que a gestão do seu negócio seja passada para alguém despreparado, que coloque todo seu esforço em risco.

    Neste artigo, vamos explicar o que é a sucessão empresarial e como montar um plano que seja altamente eficiente para a sua empresa. Além disso, vamos falar sobre a importância de ter um plano de sucessão e como isso pode ser um grande diferencial para o sucesso do seu negócio. Acompanhe!

    O que é a sucessão empresarial?

    A sucessão empresarial é um processo gradual de transferência das responsabilidades estratégicas da empresa de uma pessoa para outra. Ela também acontece quando o atual proprietário deseja aposentar-se, doar a empresa para outra pessoa ou vender os ativos da corporação. Na maior parte dos casos, este plano de sucessão envolve passar os cargos e responsabilidades diretivas para quem irá assumir.

    Sendo assim, a sucessão pode acontecer em qualquer nível de diretoria da organização ou, em alguns casos, em níveis de alta gerência. O que vai determinar a necessidade de um plano de substituição para cada cargo é o grau de relevância que ele tem dentro do planejamento estratégico do negócio. Quanto mais alto, mais impactantes são as decisões a serem tomadas e maior é a necessidade de um plano de sucessão.

    Como montar um plano de sucessão eficiente?

    Um bom plano de sucessão empresarial precisa ter algumas características importantes para assegurar que tudo corra bem e para que não haja impactos negativos, principalmente financeiros, na organização. A seguir, veja quais são as providências essenciais para garantir a eficiência de todo esse processo.

    Identifique as posições críticas para o negócio

    O primeiro passo é realizar um levantamento com todas as posições consideradas críticas para o negócio. Para saber identificar corretamente quais são elas, imagine um cenário no qual a pessoa que ocupa atualmente o cargo em questão se demita sem cumprir nenhum dia de aviso prévio. O que aconteceria com a sua empresa em relação às seguintes questões:

    • A operação seguiu com suas atividades normalmente, sem paradas ou momentos de desorientação?
    • Os compromissos de pagamento junto aos fornecedores se mantiveram em dia?
    • As vendas seguiram em um ritmo normal?
    • As entregas e toda a parte logística seguiram suas rotinas habituais?
    • O atendimento aos clientes seguiu sem alterações?

    Caso tudo tenha se mantido dentro de um padrão considerado normal, significa que esse cargo não precisa de um plano de sucessão. Caso contrário, é melhor começar a seguir os próximos passos deste post.

    Analise as competências desejáveis para a ocupação desses cargos

    Depois de saber quais são os cargos críticos para o negócio, é preciso analisar quais são as competências que a pessoa que irá ocupá-lo deve ter. Cada tipo de cargo pode demandar diferentes características, mas a grande maioria exigirá, no mínimo:

    • liderança;
    • empatia;
    • habilidades técnicas (aqui entram a maioria dos detalhamentos);
    • experiência em gestão de pessoas e de processos;
    • nível avançado de estudos;
    • afinidade com os valores organizacionais.

    Identifique possíveis sucessores

    O próximo passo é olhar para dentro de casa e identificar quem são as pessoas que podem preencher os requisitos identificados dentro de um prazo predeterminado. Em geral, tais profissionais já ocupam alguma cadeira importante na empresa, em cargos imediatamente abaixo daquele a ser sucedido. 

    O ideal é ter mais de um candidato a sucessor para cada cargo. Assim, evita-se que todo o planejamento seja perdido caso uma das pessoas desista do processo ou se desligue por qualquer motivo da empresa. Em último caso, a sucessão pode ser feita por meio de contratação, mas essa alternativa pode não ser tão eficiente.

    Monte um plano de desenvolvimento para essas pessoas

    Cada uma das pessoas candidatas a suceder outra em um cargo devem ser devidamente preparadas para esse momento. Para isso, conte com o apoio do setor de RH ou de uma consultoria externa para elaborar um PDI (Plano de Desenvolvimento Individual) focado nas competências exigidas pela posição que você identificou anteriormente.

    Acompanhe a evolução de cada candidato à sucessão

    Acompanhe de perto a evolução de cada candidato em relação ao plano desenhado. Veja quem está se saindo bem, quem precisa de um pouco mais de ajuda e se há alguém que pode precisar ser substituído no plano de sucessão. Uma boa dica de ferramenta para esse monitoramento é a Matriz 9 Box, que o RH saberá montar e manter atualizada.

    Qual a importância de ter um plano de sucessão completo e detalhado?

    Você deve estar se perguntando, mas porque ter tanto trabalho desenvolvendo gestores, se eu posso simplesmente contratar profissionais experientes no mercado? A resposta é simples: porque esses profissionais conhecem de mercado, mas não conhecem nem estão intimamente ligados ao seu negócio. 

    Ter uma pessoa treinada para realizar a sucessão de um cargo crítico da empresa gera 3 principais benefícios, como explicaremos a seguir.

    Retenção de profissionais estratégicos para o negócio

    Sabe aquele diretor que acompanhou uma fase importante da sua trajetória e que está sempre trazendo excelentes soluções para todo o tipo de problema que surge em seu setor? Imagine ele saindo da sua empresa e indo trabalhar para seu maior concorrente. Parece algo extremo e distante, mas o mercado está o tempo todo de olho nos melhores profissionais. Se eles não estiverem devidamente engajados, se não enxergarem perspectivas de carreira em sua empresa, alguém pode fazer uma bela oferta e “roubar” essa pessoa de você. Inclui-la em um plano de sucessão é reconhecê-la e, ao mesmo tempo, retê-la.

    Capacitação direcionada de posições chave 

    Um plano bem elaborado tem um foco apurado naquilo que realmente precisa ser desenvolvido no profissional. Dessa forma, ele busca aprofundar os conhecimentos e habilidades da pessoa, gerando mais valor e resultados para o negócio.

    Continuidade das estratégias macro do negócio

    Uma das maiores perdas da falta de um plano de sucessão é a interrupção de ações estratégicas. Em vários dos casos, apenas aquela pessoa conhecia bem o processo ou sabia de detalhes da estratégia e, quando ela se vai, leva consigo todas as informações. Na prática, tudo o que vinha sendo construído precisará voltar algumas etapas, às vezes até mesmo começar tudo de novo, desperdiçando tempo e recursos.

    Como vimos, a sucessão empresarial é uma prática que garante a longevidade de uma empresa. Por meio dela, a organização deixa de depositar todas as suas fichas em algumas pessoas e passa agir de forma preventiva e estratégica em relação ao seu futuro.

    Se você gostou desse conteúdo e precisa de apoio para implementar essa ou outras práticas de gestão empresarial, conheça as Soluções do Hub Sebrae.

  • Quais são as obrigações do MEI em Alagoas e porque ter atenção a elas

    Quais são as obrigações do MEI em Alagoas e porque ter atenção a elas

    Ser microempreendedor individual – MEI- é ser dono do próprio negócio formalizado. No entanto, é fundamental estar atento para as obrigações do MEI junto ao seu município e estado, a fim de evitar problemas que podem ir desde o acúmulo de uma dívida até mesmo à impossibilidade de funcionamento do estabelecimento.

    Neste artigo, vamos mostrar quais são as obrigações a que o MEI precisa se atentar, em especial no estado de Alagoas, e por que é tão importante que elas sejam cumpridas. Além disso, vamos dar algumas dicas práticas para que você se mantenha em dia com a legislação. Confira!

    Por que é tão importante estar atento às obrigações do MEI?

    Todas as empresas, de diferentes tamanhos e enquadramentos fiscais, devem cumprir uma série de exigências do governo para funcionarem. No caso do MEI, muitas delas são simplificadas, para estimular que as pessoas saiam da informalidade e gerem renda. Contudo, é preciso ter cuidado para cumpri-las corretamente.

    Caso o MEI não cumpra suas obrigações, ele está passível de diferentes tipos de punições, que vão desde o pagamento de multas até mesmo ao cancelamento do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ, que é uma ação irreversível. Sem o CNPJ, todos os direitos como Pessoa Jurídica são perdidos e o empreendedor fica impedido de exercer suas atividades comerciais.

    Quais são as obrigações do MEI em Alagoas?

    Para evitar problemas e seguir atuando tranquilamente, o MEI deve estar atento a uma série de obrigações, que variam conforme o município ao qual ele pertence. A seguir, listamos e explicamos sobre as principais delas, acompanhe.

    Pagamento mensal da guia DAS-MEI

    O pagamento da guia DAS-MEI deve ser realizado todos os meses, no dia 20 de casa mês, e refere-se ao pagamento dos tributos que incidem sobre o MEI. Ele é composto pelo pagamento ao Instituto Nacional do Seguro Social -INSS e ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS, no caso de comércios, e ao Imposto sobre Serviços de qualquer natureza- ISS no caso de prestadores de serviços. A guia pode ser emitida no PGMEI, que é o Programa Gerador de DAS MEI, da Receita Federal.

    Declaração anual de faturamento

    A DASN-SIMEI é a declaração anual de faturamento do MEI e deve ser emitida até o final do mês de maio de cada ano. Ela é o equivalente à declaração de imposto de renda para pessoas físicas, mas seu funcionamento é ainda mais simples.

    Por meio do site do SIMPLES Nacional, o empreendedor deve informar o total de seu faturamento no ano de referência, que não pode ultrapassar o teto estabelecido para aquele ano, e não é necessário pagar nada por isso. Caso o MEI perca o prazo, é cobrada uma multa de R$ 50,00.

    Alvarás e licenças de funcionamento

    Desde 01/09/2020 o MEI foi dispensado dos alvarás de licença e funcionamento, mas, para quem se formalizou antes dessa data, é preciso realizar uma atualização cadastral para solicitar a isenção.

    De toda forma, o empreendedor não está dispensado de cumprir com as exigências desses alvarás, portanto, está sujeito à fiscalização. O ideal é se informar sobre as obrigações específicas de sua atividade empresarial e de seu município em relação a questões ambientais, sanitárias e afins para evitar qualquer tipo de problema.

    Emissão de nota fiscal

    A nota fiscal é um instrumento de formalização das transações financeiras de uma empresa, que, no caso do MEI, só é obrigatória nas transações realizadas com outras empresas. Ou seja, nas vendas para pessoas físicas, o MEI não precisa emitir o documento, caso o cliente não exija.

    Registro de funcionário

    O MEI pode ter até um funcionário registrado, recebendo no máximo um salário mínimo ou o piso da categoria. O registro dessa pessoa deve seguir o trâmite normal de umacontratação e assinatura de carteira de trabalho, com todas as obrigações legais e fiscais.

    O mais indicado é que o empreendedor conte com o auxílio de um contador para cumprir com todas as exigências corretamente e evitar o pagamento de multas e a geração de passivos trabalhistas.

    Como evitar problemas com as obrigações do MEI?

    Como vimos até aqui, são várias questões a serem acompanhadas e com datas determindas e isso pode gerar uma certa confusão. Por isso, selecionamos algumas dicas muito valiosas para que você não se perca e tenha tudo sob controle.

    Anote os prazos de entrega das obrigações

    O atraso no pagamento das obrigações fiscais pode gerar a cobrança de multas, juros e até mesmo acarretar problemas mais graves junto à Receita Federal. Uma situação bastante comum acontece com empresários que não dão a devida importância para o pagamento das guias mensais por terem tanto o valor quanto os juros por atraso relativamente baixos, mas o problema é a bola de neve que se forma com o acúmulo de meses.

    Por isso, tenha uma agenda, física ou digital, onde possa anotar todas as datas de vencimentos de cada obrigação. Isso te ajudará a se planejar melhor para não perder nenhum prazo. Caso necessário, configure lembretes no celular ou na agenda do computador com alguns dias de antecedência, para que nada saia do seu radar. Manter-se em dia com as obrigações é fundamental para a saúde do negócio!

    Organize-se ao longo do mês e do ano

    Algumas das obrigações implicam em cálculos e envios de documentações, então é importante manter tudo bem organizado e com fácil acesso. O ideal é não deixar para fazer isso tudo de uma vez, mas sim manter uma rotina de organização diária.

    Tenha pastas de arquivos específicas para juntar os documentos digitais e cuide da conservação de notas fiscas, boletos e comprovantes de pagamentos físicos que possam ser relevantes para aquele ano fiscal.

    O mais importante é se atentar em relação ao faturamento, visto que, se ele for maior que o teto estabelecido, atualmente esse é R$ 81 mil ao ano, sua empresa passará por um desenquadramento do MEI. Isso significa que serão outros valores de recolhimento mensais, além de novos benefícios. Observando essa mudança a tempo, fica mais fácil se preparar para o crescimento do negócio e evitar problemas junto à Receita Federal.

    Busque ajuda de especialistas

    Em qualquer assunto que não for do seu domínio: busque ajuda! Muitas vezes o empreendedor está tão acostumado a ter que fazer tudo sozinho que se esquece de que ele pode contar com o apoio de outros profissionais para ajudá-lo. Isso vale tanto para a contratação de serviços, como os de contabilidade e jurídico, quanto para consultorias, como as que oferecemos no Sebrae.

    Agora que você já sabe quais são as obrigações do MEI e por que é tão importante estar atento a elas, basta seguir as dicas deste post para garantir que tudo correrá bem em seu negócio. Não se esqueça de manter uma agenda com todas as datas de obrigações importantes e não perca nenhum prazo!

    Se você é um Microempreendedor Individual e ainda tem muitas dúvidas sobre como gerenciar melhor o seu negócio, o Sebrae Alagoas pode ser o seu parceiro. Entre em contato pelo 0800 5700 800 e informe-se sobre nossos cursos, palestras e workshops.

  • 5 dicas valiosas para fazer o planejamento estratégico da sua empresa

    5 dicas valiosas para fazer o planejamento estratégico da sua empresa

    O planejamento estratégico é uma ferramenta essencial para o sucesso de qualquer empresa. Ele permite que as organizações otimizem seus recursos em relação a um objetivo específico, por meio de planos, metas e processos bem definidos. Além disso, também é essencial para garantir que a empresa siga crescendo e se expandindo sem perder de vista questões legais.

    Neste artigo, vamos dar 5 dicas valiosas para você fazer o planejamento estratégico da sua empresa de forma mais eficiente. Falaremos sobre algumas ferramentas que podem ajudar nessa jornada e os cuidados que vão requerer um pouco mais de atenção. Confira!

    1. Faça uma análise SWOT

    O primeiro passo quando se pensa em fazer um planejamento estratégico para uma empresa é conhecer melhor o negócio e o ambiente no qual ele está inserido. Nesse sentido, a análise SWOT é uma ferramenta poderosa que fornece às organizações o conhecimento necessário para ajudar a identificar os pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças por elas enfrentadas. Veja como cada um desses pontos se aplicam.

    Forças

    As forças representam tudo aquilo que a sua empresa tem a oferecer de positivo ao mercado. Para descobrir quais são as forças do seu negócio, comece identificando as características que destacam a sua empresa dos demais competidores. Em seguida, mapeie seus recursos disponíveis, incluindo capital humano, tecnologia, qualificações profissionais, entre outros.

    Fraquezas

     Assim como as forças, as fraquezas são elementos internos à organização, porém com um viés negativo. Aqui deve-se identificar quais são os pontos que precisam ser desenvolvidos em relação ao que o mercado exige. Podem ser fatores como pouco tempo de experiência, falta de acesso a determinada tecnologia, ou mesmo baixa qualificação dos profissionais. O importante é levantar todos esses pontos para que eles possam ser devidamente trabalhados no planejamento estratégico.

    Oportunidades

    Aqui começamos uma análise externa de fatores. As oportunidades são tudo aquilo que pode acontecer no mercado e impactar a sua empresa de forma positiva. Por exemplo, se você vende guarda-chuvas, uma temporada prolongada de chuvas pode ser uma boa oportunidade de alavancar suas vendas.

    Saber as possíveis oportunidades ajuda a se organizar para aproveitá-las da melhor forma, sem ter que contar com a sorte ou acabar deixando bons negócios passarem.

    Ameaças

    Por fim, as ameaças representam tudo aquilo que pode acontecer no mercado e impactar negativamente a sua empresa. Assim como um longo período de chuvas beneficia a venda de guarda-chuvas, um longo período de estiagem pode prejudicar o faturamento da organização. Nesse sentido, saber quais são suas principais ameaças ajuda a entender onde é preciso se proteger para evitar prejuízos e até mesmo danos maiores ao negócio.

    2. Defina metas

    Depois de realizar a análise SWOT, o próximo passo é estabelecer as metas do negócio. Embora não seja uma tarefa fácil, é possível alcançar os resultados desejados com a utilização dos meios adequados. Comece determinando os objetivos da sua organização, pois eles guiarão o detalhamento de cada uma das metas.

    Uma boa dica é utilizar a metodologia SMART para garantir que as metas estão bem desenhadas. Esse método consiste em encaixar a definição de cada meta nos seguintes parâmetros:

    • específico: precisa ser algo definido, não pode ser algo abstrato;
    • mensurável: deve ser algo que possa ser medido, para que possa ser acompanhado;
    • alcançável: deve ser ousada, porém possível de ser alcançada;
    • relevante: precisa ser algo que faça sentido para a empresa, que gere algum valor real;
    • prazo de conclusão: deve ser estabelecido um prazo para a sua conclusão

    3. Elabore planos de ação

    A elaboração de planos de ação consiste na definição do que será feito, na prática, para o alcance de cada uma das metas definidas. Existem diversas ferramentas que podem auxiliar nessa etapa, mas uma das mais utilizadas é o 5W2H, na qual são listadas uma série de ações para o cumprimento das metas.

    Ele pode ser feito em uma planilha simples, na qual cada coluna representa uma pergunta a ser respondida conforme os itens abaixo:

    • o que: qual é o objetivo a ser alcançado com essa ação;
    • porque: por qual motivo ele precisa ser alcançado;
    • onde: em que lugar, setor ou processo essa ação deve ser feita;
    • quando: prazo para a execução da tarefa;
    • quem: pessoa responsável pela ação;
    • como: forma como a ação deve ser realizada;
    • quanto: qual será o custo da ação.

    4. Estabeleça indicadores de acompanhamento

    O planejamento estratégico deve ser acompanhado no dia a dia da empresa para verificar se tudo está saindo conforme o esperado, ou se será necessário realizar algum ajuste. Para isso, é fundamental que sejam estabelecidos alguns indicadores, que servirão de parâmetro de qualidade e efetividade da gestão. 

    Os indicadores podem ser de diferentes tipos, tais como financeiro, de marketing e de pessoas. O importante é que eles estejam atrelados a alguma das metas e que sejam monitorados bem de perto. Dessa forma, sempre que algo não estiver de acordo com o planejado, será mais fácil identificar a raiz do problema e corrigi-la a tempo de evitar maiores perdas.

    5. Invista na capacitação dos colaboradores

    Outra providência essencial para o sucesso do planejamento estratégico é a capacitação dos colaboradores. Isso deve estar previsto no plano geral da empresa, de forma a possibilitar que os profissionais tenham capacidade para cumprir todas as metas do negócio e promover a inovação constante.

    A capacitação também ajuda no fortalecimento da cultura organizacional e permite que se mantenham todos os processos internos dentro dos parâmetros legais necessários. Lembre-se que é muito melhor investir no crescimento de seus colaboradores do que amargar o prejuízo de ter times ineficientes.

    Como vimos, o planejamento estratégico não precisa ser algo tão complicado. Na verdade, é justamente o fato de contar com ele que tornará o alcance do sucesso da sua empresa mais fácil e palpável. Então, siga as dicas que demos neste artigo e tenha um negócio próspero e rentável.

    Se gostou deste conteúdo e quer se aprofundar um pouco mais no assunto, temos um material bem completo que vai ajudar você. Baixe gratuitamente o e-book Planejamento Estratégico Empresarial e comece a colocar seu aprendizado em prática!

  • 5 dicas para fazer uma boa gestão comercial

    5 dicas para fazer uma boa gestão comercial

    A gestão comercial é uma preocupação central para todas as empresas. Afinal, se o negócio não vende seus produtos ou serviços não tem razão pela qual existir. Para os empreendedores que estão muito ocupados, reinventar essa atividade, em prol de melhores resultados, é um desafio.

    Por outro lado, os empreendimentos que não buscam por novas formas de atingir mais clientes ficam para trás e perdem espaço no mercado para a concorrência. Por isso, investir em boas práticas é a base para construir uma estratégia de sucesso.

    Confira neste conteúdo 5 dicas sobre como fazer uma boa gestão comercial, seus benefícios e a importância desse departamento!

    Como fazer uma boa gestão comercial?

    A gestão comercial, principalmente depois da transformação digital, precisa constantemente se reinventar e encontrar outros modos de agradar o cliente. Isso inclui adotar canais e abordagens inovadoras, melhorando estratégias que já existem ou criando novas. Conheça 5 dicas para ajudar sua empresa nesse quesito e aumentar suas vendas!

    1. Faça pesquisas de mercado

    Com as novas fontes de dados gerando 2,5 quintilhões de bytes diariamente, segundo estudo da Business Software Alliance (BSA), informações relevantes sobre concorrentes, oportunidades de negócio e comportamentos do consumidor estão disponíveis em abundância.

    A pesquisa de mercado é uma prática de longa data associada à gestão comercial e, diante desse cenário, a área de vendas tem uma base importante na qual se amparar para planejar a atuação do setor.

    Adaptar ou criar produtos e serviços que agradem mais aos clientes e determinar estratégias que tenham maior chance de gerar resultados, são exemplos de insights que podem surgir disso.

    2. Entenda como formar preços

    Um erro cometido por empreendedores que estão entrando em novas áreas, mercados-alvo ou lançando soluções diferentes das que habitualmente trabalham é não precificar corretamente. Isso impacta tanto a lucratividade e a saúde financeira da empresa quanto sua imagem.

    Para formar preços adequados é preciso conhecer seus custos e estabelecer margens de lucro de acordo com o mercado. Ou seja, o posicionamento de marca, o público-alvo, a experiência de compra oferecida, a localização etc. também são fatores que incidem na hora de determinar qual valor será cobrado.

    3. Crie um funil de vendas eficiente

    O funil de vendas é a estrutura que embasa a jornada do cliente até a compra. Formado por etapas como atração, qualificação, proposta, consideração e fechamento, todos os pontos de contato nos diversos canais de relacionamento fazem parte disso.

    Por servir para orientar a atuação dos profissionais da área, elaborar um fluxo em que cada ação do comercial e do marketing ajuda a convencer o consumidor a adquirir seu produto ou serviço é o que aumenta as chances da transação acontecer. Para tanto, deve-se considerar:

    • perfil do mercado e do público-alvo;
    • ferramentas e meios utilizados;
    • modelo e estratégias de prospecção;
    • objetivos comerciais;
    • diferenças do produto ou do serviço;
    • equipe disponível.

    4. Invista no relacionamento com os clientes

    Todos os negócios, desde pequenas lojinhas até os que vendem por meio de canais digitais, precisam construir um relacionamento com seu público. A melhor maneira de começar é usar o histórico de consumo a fim de entender seus perfis e demandas.

    Para aperfeiçoar a forma como os consumidores são tratados e atendidos, o ideal é criar um padrão de comportamento para os vendedores, organizando as atividades envolvidas a partir desses dados.

    Ainda, prestar informações, dar retornos e resolver dificuldades que surgem com eficiência são algumas das ações básicas que não podem faltar. Enquanto, adotar o pós-vendas como prática voltada para o sucesso do cliente e para o acompanhamento do desempenho da equipe tanto agrada quanto ajuda a continuar o aperfeiçoamento do time.

    5. Conte com suporte de especialistas

    Na hora de implementar novos modelos de trabalho e gerar melhoria contínua, cada empresa é única. Os responsáveis pela gestão comercial nem sempre conhecem todos os desafios ou têm experiência com algumas situações que o mercado impõe.

    Nesse contexto, a ajuda de especialistas evita falhas e leva para dentro do empreendimento tanto ferramentas quanto metodologias inovadoras para criar diferencial competitivo. Aliás, o suporte de profissionais e organizações mais experientes coloca à disposição do negócio soluções adequadas para suas reais necessidades.

    Qual é a importância do setor comercial para a empresa?

    Independentemente do segmento onde o negócio está inserido, ele só existe para vender seus produtos e serviços para outras empresas ou clientes, certo? Portanto, ter um setor que lide com esses processos é imprescindível e faz valer o esforço de implementar nossas 5 dicas.

    Mais que administrar as operações, a área comercial é quem negocia e se relaciona com o público-alvo, sendo a responsável por construir um vínculo de confiança com os compradores em prol de manter esse relacionamento a longo prazo.

    Por estar voltada a aumentar resultados, sua busca para atingir metas é o que assegura a continuidade e o crescimento empresarial, já que a geração de lucros é o que cria a possibilidade de reinvestir.

    Além disso, este departamento é a primeira camada de proteção do empreendimento quanto à redução de riscos associados à inadimplência, uma vez que faz contato direto com o consumidor.

    Quais são os benefícios de uma boa gestão comercial?

    Dada a importância da área, contar com uma boa gestão comercial é uma das bases para se ter uma empresa próspera. Realizar bem essa atividade seguindo nossas dicas, garante o sucesso do setor e de todo o empreendimento por meio de benefícios, como:

    • maior previsibilidade da receita com o desenvolvimento de melhores estratégias de atração e recompra;
    • ampliação do acesso a novos clientes e da capacidade de fidelização ao propor jornadas mais adequadas aos perfis de consumo;
    • aumento e qualificação do volume de transações associados a entrega de uma experiência de compra satisfatória;
    • melhor direcionamento dos recursos para os públicos e as ações com as maiores chances de converterem em vendas;
    • diferenciação no mercado mediante uma análise precisa dos concorrentes, consumidores e dinâmicas;
    • redução de custos do departamento ao otimizar seus processos e remover os riscos que geram gastos.

    Nossas 5 dicas para fazer uma boa gestão comercial servem para construir ou turbinar esse setor em sua empresa, superando dificuldades para gerar os melhores resultados. O futuro do negócio, sua lucratividade e capacidade de competir dependem dessas melhorias.

    Por isso, conheça e conte com as soluções do Hub Sebrae para que seu setor comercial aumente as vendas!

  • Como a neurociência influencia o comportamento do consumidor

    Como a neurociência influencia o comportamento do consumidor

    Você sabe como a neurociência influencia no comportamento do consumidor? Pense sobre suas dificuldades na hora de vender. Não seria positivo contar com estratégias que ajudam a superar tais desafios e a atingir o público em um nível profundo?

    Esse campo de estudo auxilia nisso, melhorando a capacidade de atrair, interagir ou se relacionar com os clientes. Ou seja, é muito vantajoso para diversos tipos de empreendimentos comerciais entender do que se trata.

    Confira a seguir as principais informações sobre o assunto!

    O que é neurociência?

    Trata-se de um campo de estudo voltado a descobrir como o cérebro percebe, processa e responde a estímulos, visando entender tanto caminhos quanto efeitos de seu funcionamento.

    Além de avaliar como a mente trabalha do ponto de vista físico e biológico, os aspectos cognitivo-comportamentais têm sido objeto de pesquisa. Portanto, a neurociência busca compreender as estruturas cerebrais e o que controlam, como:

    • cérebro reptiliano: parte mais antiga e primitiva do órgão que regula as necessidades básicas do corpo;
    • sistema límbico: com uma função emocional, é a área sensível a pessoas, imagens etc.;
    • neocórtex: responsável pelos processos mentais complexos, análises lógico-racionais e percepções aprofundadas da realidade.

    Como influencia no comportamento do consumidor?

    Nesse campo de estudos os aspectos cognitivo-comportamentais, especialmente as interações entre clientes e marcas, são bastante explorados. Afinal, a percepção que o cérebro tem de estímulos de marketing está diretamente relacionada ao impulso do indivíduo para comprar.

    Dessa forma, a neurociência ajuda a aumentar os resultados empresariais ao medir as respostas das pessoas e ao compreender fenômenos mentais tanto biológicos quanto psicológicos, a fim de determinar o que leva à decisão de compra.

    Com isso é viável mapear quais são as motivações e objeções, mesmo que inconscientes, que movem um potencial comprador pela jornada de consumo ou transformam sua experiência de maneira positiva.

    Tal entendimento permite a elaboração de abordagens e estratégias com ampla influência no comportamento do consumidor, aumentando seu engajamento ou sua receptividade a produtos, serviços, campanhas ou ofertas.

    Como usar a neurociência no marketing da empresa?

    Como visto, a neurociência e sua influência no comportamento do consumidor são boas parceiras do marketing, permitindo que ele se torne mais eficiente. Veja, a seguir, algumas práticas que promovem isso!

    Gatilhos mentais

    O som da bebida sendo aberta ou servida, do gelo no copo, textos que indicam que algo é por tempo limitado ou que há poucas vagas, são alguns dos muitos exemplos de gatilhos mentais que a publicidade usa a fim de despertar uma reação pouco racional, mas bastante eficiente, que leva à compra.

    Cores

    Muitas marcas conhecidas são associadas a certas cores, não é mesmo? Isso não é por acaso. A psicologia das cores é uma área de estudo que determina como o cérebro humano reage a diferentes tonalidades.

    Com base nisso as escolhas para embalagens, logos, campanhas ou produtos passa ser feita de maneira mais efetiva com o objetivo de provocar emoções e influenciar subjetivamente a decisão de compra.

    Emoções

    Quando um negócio entende quais emoções levam um cliente a comprar seu produto ou serviço e como despertá-las passa a ter uma grande vantagem competitiva. Afinal, muitas das aquisições servem para suprir carências emocionais. Por exemplo, uma pessoa que se sente insegura no bairro onde mora e instala um sistema de alarmes. 

    A neurociência é um campo de estudo que, entre outros aspectos, trata do que influencia no comportamento do consumidor. Ou seja, permite às empresas entenderem quais estratégias, práticas e abordagem impactam seus clientes em um nível profundo para que consigam vender mais.

    Já pensou em como usar a neurociência em seu empreendimento? Comente aqui e conte para gente como essa é uma ideia útil para você!

  • 7 dicas para implementar uma melhoria de processos na sua empresa

    7 dicas para implementar uma melhoria de processos na sua empresa

    A melhoria de processos nem sempre recebe a atenção que precisa para gerar os efeitos positivos que pode em prol do sucesso do empreendimento. Afinal, a operação tende a ficar em segundo plano, apesar de ser capaz de impactar significativamente os resultados.

    Quando se trata da sequência lógica de ações que forma os processos e faz uma empresa funcionar no dia a dia, mesmo uma pequena otimização ajuda o negócio a ser mais competitivo. Portanto, não deixe de implementar estratégias para seu aperfeiçoamento contínuo.

    Entenda com este conteúdo a importância da melhoria dos processos de negócios e como implementá-la em 7 dicas!

    Qual é a importância de melhorar os processos do negócio?

    Como visto, investir na melhoria de processos representa uma oportunidade da empresa se tornar mais competitiva, já que afeta diretamente seu desempenho ao:

    • minimizar falhas;
    • evitar desperdícios e retrabalhos,
    • diminuir custos;
    • aumentar a agilidade e a qualidade;
    • maximizar o valor entregue ao cliente.

    Trata-se de uma forma de encontrar soluções criativas, desenvolvendo a inovação metodológica. Além de reduzir riscos de segurança, uma vez que todas as ações são pensadas buscando sua melhor configuração. Diante desse contexto, fica clara a importância de promover a otimização frequente das atividades.

    Como implementar a melhoria de processos na prática?

    Colocar a melhoria de processo em prática não é um grande desafio, mas exige alguns cuidados a fim de obter a máxima qualificação possível. Veja a seguir 7 dicas para tanto!

    1. Mapeie os processos

    O mapeamento de processos é a base para sua melhoria, já que é nesse ponto que as possíveis oportunidades de otimização são identificadas. Consistindo em listar todas as atividades empresariais, o ideal é olhar os fluxos de forma contínua, ordenando ações e definindo qual etapa fica sob responsabilidade de cada setor ou profissional. 

    Por exemplo, uma venda online começa quando o cliente confirma o pedido no site e o financeiro obtém a comprovação do pagamento, seguindo para separação, emissão de nota fiscal, embalagem e entrega, que ficam por conta do setor de estoques.

    2. Abandone hábitos ineficientes

    Hábitos ineficientes são todas as atividades que não agregam, mas que são mantidas pelo costume ou pela sensação de segurança que geram. Esse sentimento provoca a resistência dos profissionais em abandonar a forma como executam seu trabalho em prol da melhoria de processos. 

    Uma situação muito comum na transformação digital, são colaboradores acostumados com os registros manuais e mesmo com sistemas eletrônicos seguem fazendo anotações em cadernetas para ter onde conferir o que digitaram.

    Ações como essa são perdas para o negócio e devem ser eliminadas. Assim, a mudança da mentalidade organizacional precisa acompanhar as alterações práticas para que sejam bem-sucedidas. A começar por explicar as razões por trás de cada otimização. No exemplo, o problema é o tempo perdido ao realizar duas vezes o mesmo trabalho.

    3. Estabeleça metas e objetivos

    As mudanças que levam à melhoria de processos correm o risco de se perder em meio a opiniões e visões distintas sobre como proceder. Para que a transição gere efeitos positivos, ter metas e objetivos claros evita esse tipo de distração. Um exemplo disso é propor reduzir o tempo de produção ao otimizar a execução das tarefas.

    Com essas definições, o negócio entende para onde direcionar seus esforços ou recursos e passa a ter um guia para acompanhar tanto a velocidade do progresso quanto sua qualidade em prol de sua efetiva concretização.

    4. Integre os setores

    Olhar os processos como fluxos contínuos significa que os padrões de qualidade das ações devem ultrapassar as barreiras que dividem a empresa em setores. No entanto, as diferentes abordagens e prioridades de cada um nem sempre tornam possível fazer isso.

    Dessa maneira, a integração entre as áreas não deve ser apenas operacional, mas também cultural, com princípios iguais sendo seguidos por todos. Ainda, é necessário criar e manter uma comunicação eficiente para reduzir erros por falta de informação.

    5. Reveja procedimentos 

    A principal ação para colocar a melhoria de processos em prática é atualizar os procedimentos operacionais. Isso significa criar padrões, descrevendo como as atividades devem ser feitas, quando e por quem, em uma sequência lógica de etapas.

    A partir disso, fica estabelecido uma referência para qualidade da execução que tende a refletir nos resultados, bem como na eficiência dos fluxos de trabalho, atingindo os objetivos definidos.

    6. Crie um ciclo de melhoria contínua

    Oportunidades e necessidades de melhoria de processos surgem diariamente. Quer seja com novas ferramentas e metodologias, quer seja devido a demandas de mercado emergentes. 

    Para atender a essas transformações é preciso fazer do aperfeiçoamento um ciclo contínuo de revisão e otimização. Modelos de gestão de qualidade total propõe que após a execução das ações do modo planejado, o ideal é avaliar e fazer ajustes.

    7. Treine a equipe

    A precisão e a qualidade com que os procedimentos criados são executados interfere diretamente no alcance de um alto nível de melhoria de processos. Para assegurar que os colaboradores entendam como agir, é essencial ir além da orientação, treinando a equipe.

    Essas capacitações também ajudam a construir uma mentalidade de aprimoramento contínuo, desenvolver uma visão estratégica acerca do papel que cada funcionário desempenha no todo e minimizar a resistência a mudanças. 

    Como a melhoria de processos está ligada a saúde e segurança no trabalho?

    A saúde e segurança nas empresas está diretamente ligada ao dia a dia do trabalho, em especial à forma como as operações são realizadas. A melhoria de processos ajuda a diminuir riscos ligados a esses aspectos ao:

    • qualificar a execução para eliminar as chances de potenciais acidentes que se tornam danos;
    • reduzir atritos na comunicação que geram inseguranças e o posterior adoecimento emocional;
    • promover o envolvimento de gestores e equipe com a avaliação de desempenho que oportuniza a percepção de falhas.

    Ou seja, otimizar as atividades empresariais é uma transformação essencial para o desenvolvimento de um negócio que preza pela qualidade de vida dos colaboradores em todos os níveis.

    Implementar a melhoria de processos em seu negócio é positivo tanto para sua organização quanto para a equipe, gerando ganhos em produtividade e qualidade que impactam desde resultados até a convivência. Ainda, com a importância que a saúde, segurança e bem-estar no trabalho tem, é uma aposta certeira para engajar os colaboradores.

    O Hub do Sebrae apresenta diversas opções de soluções capazes de ajudar seu empreendimento nisso. Conheça e entre em contato para mais informações!

  • Experiência de compra: 4 dicas para melhorá-la

    Experiência de compra: 4 dicas para melhorá-la

    Hoje em dia, não basta ter um bom produto ou serviço. É preciso se destacar para agradar ao público. Nesse cenário, a experiência de compra tem cada vez mais peso na decisão de consumo, com os clientes considerando diversos aspectos para avaliar sua qualidade.

    Isso exige que as empresas aprimorem soluções, entregas, processos e interações para construir uma jornada de consumo que realmente encante os compradores. A partir dessas ações, fidelizar os consumidores se torna consequência, assim como o aumento de resultados positivos.

    Veja como atingir o sucesso neste quesito a seguir!

    Qual é a importância de criar uma boa experiência de compra?

    Com a experiência de compra ganhando importância perante o público, ela se torna um item de peso na decisão sobre quais marcas consumir e de quais empreendimentos adquirir produtos. Ou seja, os resultados do seu negócio dependem desse aspecto.

    A lógica por trás disso é simples: quanto mais uma empresa agrada aos seus clientes, maior é o valor investido por eles a cada nova transação, o número de vezes em que voltam e a quantidade de indicações que fazem para outros potenciais consumidores. Todos esses elementos se transformam em vendas e lucros.

    Como oferecer uma boa experiência de compra aos clientes?

    Já que uma boa experiência de compra também influencia no faturamento, que tal investir nisso? Confira 4 dicas abaixo! 

    1. Foque nas necessidades dos clientes

    Na hora de planejar como seu negócio vai proporcionar a melhor experiência de compra, é importante colocar o cliente no centro. Afinal, soluções e processos pensados para o público-alvo respondem a suas demandas com precisão, agradando e colocando a empresa em destaque. 

    Isso inclui entregar um atendimento hábil em entender o que o consumidor busca e ter um produto ou serviço adequado às suas necessidades, entre outras situações nas quais saber o que os compradores querem é imprescindível. Pesquisas de opinião e análises de dados nos canais digitais são exemplos de fontes para obter essas informações.

    2. Use o marketing de experiência 

    Para encantar clientes, não basta focar no básico, entregando o mínimo que é esperado. Aproveite o conhecimento sobre o perfil dos compradores para ir além, criando interações inesquecíveis. O marketing de experiência ou sensorial ajuda nisso.

    Por meio de sons, aromas, imagens, texturas, cores, músicas etc., esse tipo de estratégia cria estímulos que evocam emoções ou lembranças positivas, capazes de fazer o público associar o negócio a bons momentos. Na prática, trata-se de organizar o ambiente com o propósito de satisfazer inconscientemente os consumidores.

    3. Crie um relacionamento com o público

    O engajamento nas redes sociais e a fidelidade às marcas são sintomas de uma demanda do público: a construção de vínculos com as empresas das quais compram. Esse relacionamento entre clientes e negócios exige outro nível de atendimento, pautado tanto pela personalização quanto pela valorização do consumidor. Algumas ações úteis são:

    • envio de mensagens e cartões em datas importantes;
    • indicação de produtos, serviços ou condições conforme o perfil de consumo;
    • resposta a publicações dos compradores que mencionam a marca.

    4. Conte com o suporte do Sebrae 

    Contar com os serviços do Sebrae ajuda a sua empresa a entender como melhorar a experiência de compra para o cliente. Disponibilizando desde cursos on-line e presenciais até consultorias subsidiadas, a fim de atender a necessidade do seu negócio, são diversas opções para auxiliar, pensadas para atender o que seu empreendimento realmente precisa.

    Entregar uma experiência de compra diferenciada coloca qualquer negócio em destaque na mente dos clientes, aumentando as vendas. Ações que criam vínculos e tocam nas emoções do público ajudam muito nisso, mas dependem de entender o perfil dos consumidores.

    Conheça o que o Hub do Sebrae tem a oferecer e tenha esse parceiro de renome ao seu lado para ajudá-lo a construir a melhor experiência de compra em sua empresa!

  • Conheça os segredos por trás da gestão de relacionamento com o cliente!

    Conheça os segredos por trás da gestão de relacionamento com o cliente!

    Fazer a gestão de relacionamento com o cliente é uma atividade empresarial central, pois, ao impactar na preferência do público pelo negócio, seus efeitos refletem diretamente nos resultados corporativos.

    As ações envolvidas nesse processo são tanto estratégicas quanto práticas. Dessa maneira, desde quem está nos mais altos cargos até os funcionários operacionais desempenham um papel essencial para que cada tarefa seja um sucesso.

    Confira neste conteúdo os segredos para realizar esse trabalho de forma eficaz!

    Por que manter um bom relacionamento com o cliente?

    Construir e, principalmente, manter um bom relacionamento com o público é o objetivo central de fazer tal gestão. Sua importância está diretamente ligada ao impacto nos resultados. Afinal, isso ajuda a atrair novos consumidores, fidelizá-los e aumentar o volume de vendas tanto a cada compra quanto com o maior retorno.

    Investir nisso requer a entrega da melhor experiência de consumo, por meio da qualificação de processos e interações, gerando benefícios como:

    • ampliar a satisfação dos compradores;
    • permitir a marca se tornar uma preferência;
    • potencializar a capacidade de atingir o sucesso do cliente;
    • criar defensores e promotores do negócio.

    Como fazer bem a gestão de relacionamento com o cliente?

    Ter sucesso ao efetivar a gestão de relacionamento com o cliente possui alguns segredos. Conheça-os a seguir!

    Use dados e tecnologias a seu favor

    Não dá para negar que entender o perfil dos clientes é o primeiro passo para saber como agradá-los. Isso requer construir um histórico de preferências e comportamentos de compra.

    Tecnologias e os grandes volumes de dados que elas coletam são a forma mais fácil de adquirir esse conhecimento. Assim, investir em soluções de digitalização não só organiza a empresa como melhora seus resultados.

    Personalize suas ações

    Um dos principais segredos para uma boa gestão de relacionamento com o cliente é fazê-lo se sentir especial. A personalização é a melhor estratégia na hora de colocar isso em prática, ao permitir que cada consumidor seja tratado individualmente.

    A partir das informações coletadas sobre os perfis de consumo, é possível desenvolver ações específicas. Por exemplo, ofertas promocionais e indicações de acordo com as compras anteriores.

    Ouça o que o cliente tem a dizer 

    Alinhar o que o negócio oferece com expectativas, demandas e necessidades do público é estar um passo mais perto dele. Como parte da gestão de relacionamento com o cliente, os ajustes começam por escutar o consumidor.

    Quando as equipes de atendimento, vendas ou marketing aproveitam os contatos para ouvir elogios, sugestões, críticas e comentários, essas informações se tornam oportunidades.

    Esteja presente para o público

    Pode até parecer óbvio, mas criar vínculos exige estar presente. Quando se trata de empresas, isso inclui aumentar a disponibilidade de canais digitais, a presença online e a atenção que o consumidor recebe em cada contato.

    As duas primeiras ideias são estratégicas, dependendo da decisão administrativa de implementar meios e campanhas para acontecer. Já as últimas são atitudes de quem atua próximo aos clientes. Interações de qualidade são a base para que o comprador perceba interesse da parte do empreendimento e se abra para construir um relacionamento.

    Colocar a gestão de relacionamento com o cliente em prática envolve a escolha de meios capazes de ampliar a visibilidade do negócio pelo público e o entendimento da empresa pelos consumidores. Porém, não basta fazer isso sem ter uma atitude atenciosa na hora de interagir.

    Quer descobrir mais segredos sobre como melhorar a gestão de relacionamento com o cliente na sua empresa? O Hub do Sebrae ajuda você a montar uma estratégia com tal objetivo. Confira!

  • 3 dicas para valorizar a identidade do negócio e ter uma marca definida

    3 dicas para valorizar a identidade do negócio e ter uma marca definida

    A identidade do negócio é o conjunto de elementos que compõem a personalidade e a reputação da sua empresa. Ela representa o seu negócio para o resto do mundo e é extremamente importante no momento de construir relacionamento com os clientes.

    Neste artigo, vamos explicar o conceito e apresentar dicas práticas para que você possa fortalecer o nome da sua empresa no mercado.

    A importância da identidade do negócio

    Ter uma identidade é fundamental para manter o foco, o compromisso e o sucesso dos negócios. Ao estabelecer uma identidade única, os empresários podem se destacar no mercado e atender às necessidades específicas do seu público-alvo.

    Ela pode incluir elementos visuais, como logotipos, cores e layouts; conceituais, incluindo missão, valores e filosofia da marca; e práticas que contribuem para a experiência dos consumidores, principalmente por meio da qualidade do serviço prestado.

    3 dicas para valorizar sua marca no mercado

    O fortalecimento da sua marca pode ser feito por meio de diferentes tipos de ações, como as que listamos abaixo:

    1 Utilize o storytelling a seu favor

    O storytelling é usado como estratégia para conectar o seu negócio com as pessoas, mostrando não apenas a marca, mas também a história por trás dela. Muitas empresas usam produções visuais impactantes e personagens cativantes para transmitir sua mensagem.

    Além disso, existem diferentes formas de contar essas histórias: vídeos, artigos curtos ou longos, pequenos textos publicados em redes sociais e blogs específicos — todos podem ser muito úteis para estabelecer uma identidade comercial forte.

    2 Explore os sentidos dos clientes

    Para realmente capturar a atenção e o interesse dos clientes, é preciso ir além da apresentação básica. O ideal é criar uma experiência única que se conecte com seu público-alvo em um nível mais profundo — envolvendo todos os seus sentidos. Isso inclui o uso de design, som e fontes diferentes para transmitir uma mensagem mais completa que permita que as pessoas explorem a marca de maneira significativa.

    Se a sua empresa é do setor alimentício ou de cosméticos, por exemplo, o olfato e o paladar são sentidos muito potentes a serem explorados. Em geral, esses são os sentidos que causam maior impacto e memória afetiva nas pessoas. Use isso a seu favor.

    3 Defina um tom de voz e seja consistente

    O tom de voz é a forma como a sua marca se relaciona com seu público. Não existe um tom certo ou errado, mas sim o mais adequado às características e exigências de cada persona. O tom pode ser informativo, divertido, sofisticado, formal, entre outros. O importante é escolher um e ser consistente.

    A valorização da identidade é essencial para o sucesso de um negócio. Empresas como Starbucks, Havaianas, Tamo Junto e Açaí Concept, com marcas amplamente estabelecidas, contam com uma clientela fiel e constante. Elas podem parecer muito grandes e distantes, mas todas começaram do zero e trabalharam o fortalecimento de marca para chegar ao patamar atual.

    Sendo assim, comece hoje mesmo a pensar no fortalecimento da identidade do seu negócio. Aproveite as dicas deste post e desenhe um futuro de muito sucesso para sua empresa.

    Se você gostou deste conteúdo ou tem alguma dúvida sobre o assunto, deixe seu comentário!

  • 5 técnicas de negociação com fornecedores para você adotar

    5 técnicas de negociação com fornecedores para você adotar

    Criatividade e inovação são essenciais para se destacar num momento em que há cada vez mais competitividade no mercado. Você sabia que uma das maneiras de fazer isso é por meio da negociação com fornecedores? 

    Habilidade essencial para um negócio, principalmente para micro e pequenas empresas, ela pode contribuir para equilibrar seu fluxo de caixa, garantir preços e prazos de entrega mais competitivos, assim como melhores condições de pagamento que se encaixem em seu orçamento.

    Descubra boas técnicas de negociação com fornecedores para levar seu negócio ao sucesso!

    Como saber negociar com fornecedores influencia no sucesso de um negócio?

    Uma boa estratégia e técnica de negociação com fornecedores pode garantir muito mais que simplesmente melhores preços e prazos de entrega. Isso influencia também na forma de faturamento, assim como na flexibilidade do fornecedor para renegociações ou ainda para entregas pontuais com intuito de reabastecer estoques.

    E como isso influencia no sucesso de um negócio? Bem, essas são atividades chave para que uma empresa maximize a experiência do cliente e consiga uma maior possibilidade de ganho competitivo no momento de precificar seus produtos ou serviços, garantindo assim mais credibilidade para sua marca.

    Afinal, como faço para melhorar as estratégias de negociação com fornecedores?

    Black Friday, Natal e Ano Novo são alguns exemplos de períodos em que há alta demanda para vendas sazonais. Mas a pergunta que não quer calar é: você busca as melhores parcerias para essas ações? 

    Separamos 5 dicas e estratégias para melhorar a negociação com seus fornecedores! Confira abaixo.

    1. Desenvolva um plano estratégico

    Você quer oferecer melhores preços de venda? A negociação do prazo de entrega precisa ser aprimorada? Ou você precisa de melhores condições de pagamento? Para que seu processo de negociação seja mais acertado e eficaz, siga uma estratégia previamente definida, focando no seu objetivo final.

    2. Pesquise antes de fechar o contrato

    Pesquise sobre os maiores players do mercado para o serviço ou produto que você busca e, assim, fique munido de todas as informações necessárias, que auxiliarão no processo de negociação. Identifique os fornecedores que oferecem os melhores preços, prazos e, acima de tudo, maior qualidade.

    3. Conte com mais de uma alternativa

    É importante que seu negócio mantenha mais de uma opção de fornecedores para não ficar restrito a somente uma alternativa, o que proporciona uma maior possibilidade de avaliação das alternativas que o mercado tem a oferecer. 

    4. Trate a relação como parceria

    A base para qualquer negociação consiste no consenso de ambas as partes. Dessa forma, a relação que está sendo criada deve ser de parceria, e não de competição. Encontre alternativas que satisfaçam tanto o fornecedor quanto seu negócio!

    5. Use a tecnologia a seu favor

    Hoje, graças às novas tecnologias, é possível acelerar muitos processos com diminuição de riscos e a negociação com fornecedores não seria diferente. Invista em assinaturas digitais ou eletrônicas, por exemplo, para agilizar o fechamento de contratos e tornar o processo mais prático para ambos os lados. 

    O módulo de compras de sistemas ERP também pode auxiliar seu negócio nesta empreitada, permitindo a realização de simulações de compras e a comunicação com os fornecedores.

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