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  • Conheça quais as 7 principais características de um líder

    Conheça quais as 7 principais características de um líder

    Um líder eficaz é aquele capaz de orientar a equipe, mantê-la motivada, supervisionar o trabalho e acompanhar todos os processos para que a empresa atinja resultados cada vez melhores. É ele que extrai o melhor de cada colaborador, estimulando seu desenvolvimento profissional.

    Logo, seu papel é indispensável para a produtividade e para que as tarefas sejam realizadas com precisão e qualidade. Então, sua atuação impacta diretamente no sucesso de uma empresa.

    Mas quais são as características de um líder de alta performance? Acompanhe o post e descubra as 7 principais!

    1. Tem visão clara sobre o negócio

    Um bom líder deve ter uma compreensão clara e precisa do futuro do negócio e dos objetivos da equipe. Ou seja, a visão clara permite estabelecer metas claras e objetivas, orientando com assertividade o time pelo caminho correto. Isso ajuda a manter a equipe motivada e engajada, pois todos têm a segurança de saber para onde estão indo.

    Além disso, a visão clara também se refere a conseguir identificar oportunidades e desafios atuais, propondo melhorias. No entanto, também é preciso conseguir enxergar oportunidades e desafios futuros e se prepare para esses momentos.

    2. Consegue se comunicar com eficácia

    Uma boa comunicação permite que o líder se conecte efetivamente à sua equipe, alinhe suas expectativas e objetivos, além de inspirar a colaboração e a motivação. Logo, a comunicação eficaz é essencial para garantir que todos os colaboradores estejam cientes das expectativas e de suas responsabilidades. Dessa forma, todos trabalham em direção aos mesmos objetivos e metas.

    Outro ponto importante é que essa habilidade possibilita que o líder solucione problemas e conflitos de maneira eficiente e profissional, mantendo a harmonia e contribuindo para um ambiente de trabalho agradável.

    Vale lembrar que a escuta ativa também é parte da comunicação. Portanto, ouça atentamente os feedbacks, sugestões e opiniões da sua equipe, pois essa ação inspira confiança e lealdade.

    3. É hábil na tomada de decisão

    Entre as características de um líder, a de tomar decisões é uma das mais importantes. Afinal, o processo decisório faz parte da rotina de trabalho de todo gestor. Ele consiste em várias etapas, iniciando com a identificação do problema ou oportunidade. Em seguida, há a coleta e análise de dados, a geração de alternativas, a avaliação de cada opção e, por fim, a tomada de decisão.

    Isso deve ser feito sempre tendo em vista os objetivos e estratégias da empresa. Portanto, não é uma tarefa tão fácil e é justamente por isso que essa habilidade é tão valorizada. Também porque em muitos casos o líder precisa tomar rapidamente uma decisão sobre pressão ou em situações de incertezas.

    4. Incentiva o desenvolvimento da equipe

    Outra característica essencial de um líder de sucesso é conseguir extrair o potencial máximo e as habilidades dos membros da equipe. Para isso, além de incentivar o desenvolvimento profissional, também fornece aos colaboradores as ferramentas e recursos necessários para crescer e evoluir em suas carreiras.

    Isso inclui treinamentos, capacitações, mentorias, oportunidades de promoção e programas de desenvolvimento de carreira. Dessa forma, garante que a equipe esteja sempre avançando e se adaptando as mudanças do mercado.

    Outro ponto positivo de estimular o desenvolvimento do time é que aumenta a retenção de talentos. Isso porque quando os colaboradores se sentem valorizados e percebem que a empresa está disposta a investir neles, eles tendem a se sentir mais comprometidos e motivados para realizar suas funções, diminuindo a rotatividade.

    Ainda há o benefício que é mais perceptível, que é o do aumento da produtividade e da qualidade dos trabalhos.

    5. Sabe delegar funções

    Para ser um líder eficiente, é preciso conhecer a fundo os processos da empresa, como eles devem ser feitos e deve identificar as habilidades de cada membro da equipe. Assim, consegue delegar as funções de maneira correta e, como consequência, traz os seguintes benefícios:

    • aumenta a capacidade de gerenciamento — consegue supervisionar mais projetos e tarefas simultaneamente, permitindo que a equipe atinja seus objetivos com mais eficiência;
    • potencializa a capacidade da equipe — quando alocados em funções que estejam alinhadas com suas habilidades, os colaboradores realizam as tarefas com mais eficácia e precisão, evitando erros e elevando a qualidade;
    • fortalece a confiança — ao delegar funções corretamente, o líder demonstra confiança em seus colaboradores, aumentando sua motivação e melhorando o clima organizacional;
    • aumenta a colaboração — pois os membros do time são mais inclinados a trabalhar juntos e compartilhar suas habilidades e conhecimentos.

    6. Tem grande inteligência emocional

    Inteligência emocional se refere à capacidade de controlar e expressar as emoções e de lidar com as relações interpessoais. Ao ter essa habilidade, o líder é capaz de:

    • reconhecer e gerenciar conflitos que podem surgir entre os membros da equipe e a ajudar a resolvê-los da melhor forma;
    • reconhecer as necessidades e motivações do time, utilizando-as para motivá-los e inspirá-los;
    • comunicar-se de forma empática, clara e eficaz, além de ouvir e entender as necessidades e perspectivas dos outros;
    • tomar decisões baseadas no equilíbrio entre fatos e emoções, escolhendo a opção mais adequada para a empresa;
    • criar um ambiente de trabalho positivo e saudável, onde as pessoas se sentem valorizadas e respeitadas.

    7. Desafia a equipe

    Desafiar o time significa não permitir que eles se acomodem na zona de conforto, pois isso estabiliza os resultados e não permite o desenvolvimento profissional. Então, quando um líder desafia o time ele dá a ele a oportunidade de aprender novas habilidades e de desenvolver as já existentes.

    Também os incentiva a pensar fora da caixa e a ser criativos, ajudando a encontrar soluções inovadoras para resolver problemas e melhorar os processos. Além disso, é uma forma de prepará-los para lidar com desafios futuros.

    Agora que você já conhece as principais características de um líder, sabe quais delas é preciso desenvolver. Lembre-se de que um líder de alta performance é a principal chave para o sucesso de uma empresa, pois é ele traça as estratégias e orienta a equipe para segui-las.

    Quer mais dicas sobre gestão e como impulsionar os resultados do seu negócio? Então, assine a nossa newsletter e receba os melhores conteúdos sobre o mundo do empreendedorismo!

  • Saiba como incentivar o desenvolvimento de equipe na sua empresa

    Saiba como incentivar o desenvolvimento de equipe na sua empresa

    Quem não investe no desenvolvimento de equipes perde dinheiro. Afinal, são os colaboradores da empresa que inovam e agregam diferencial desde a criação de produtos até na execução de serviços.

    Fazer isso na prática envolve bem mais que oferecer capacitações para os membros do time. Trata-se de incentivar e recompensar o aperfeiçoamento dos funcionários cotidianamente para que se engajem no negócio.

    Descubra como promover o aprimoramento da equipe e descubra o que seu negócio tem a ganhar com este conteúdo!

    Qual é a importância de investir no capital humano da empresa?

    O capital humano de um empreendimento é sua maior fonte de diferencial competitivo, capaz de criar caminhos e entregar mudanças efetivas em prol de aumentar os resultados corporativos. Assim, o desenvolvimento de equipes é uma atividade que permite manter o negócio à frente da concorrência.

    Sua importância ainda se estende para aspectos do funcionamento diário. Por exemplo, nas habilidades interpessoais que interferem nas relações e podem ser aprimoradas. Outro caso em que impacta, é no uso de novas tecnologias, em que estar na dianteira depende de aprendizado constante.

    Quais ações promovem o desenvolvimento de equipes?

    O desenvolvimento de equipes é um processo complexo que exige tanto um amplo plano de capacitação quanto uma abordagem motivacional constante. Assim, separamos as melhores práticas. Conheça-as a seguir!

    Mantenha os talentos que já são parte do time

    Não basta contratar pessoas talentosas para compor seu quadro funcional, se não puder mantê-las como parte da equipe. Para isso, é preciso valorizar esses colaboradores por meio de estratégias que incluem:

    • retornos financeiros;
    • elogios públicos;
    • oportunidades de promoção;
    • formação técnica.

    A partir do reconhecimento dos colaboradores, fica fácil construir um time de alta performance, uma vez que a empresa já conta com funcionários bem preparados e engajados. Outra vantagem é conseguir incutir uma mentalidade de melhoria contínua em quem chega com o apoio dos membros que estão no time.

    Desenvolva uma liderança inspiradora e visionária

    Um dos fatores que influencia na hora de colocar o desenvolvimento de equipes em prática é a liderança. Afinal, tanto seu exemplo de autoaperfeiçoamento quanto sua capacidade de perceber oportunidades de melhoria são essenciais nesse processo.

    Desse modo, o líder vai ser uma fonte de orientação no caminho da evolução profissional e inspirar comportamentos semelhantes, fazendo toda a diferença. Ou seja, a tarefa de incentivar o grupo de trabalho a chegar ao seu máximo potencial começa pela atitude de quem está no comando.

    Tenha um plano de carreira e de benefícios bem definidos

    Uma das mais básicas ações em prol do desenvolvimento de equipes é oferecer um plano de carreira e de benefícios atrelado ao aperfeiçoamento dos colaboradores. Isso porque associar a melhoria na performance a ganhos reais para os envolvidos é fundamental para motivá-los nesse processo.

    A lógica por trás disso é simples: desde subir na hierarquia da empresa até obter novas vantagens que vão além do salário importam para a segurança financeira e, portanto, são parte do que os funcionários valorizam e os incentiva a se esforçar mais para conseguir alcançar seus objetivos.

    Quais são os benefícios de fomentar o desenvolvimento de equipes?

    Entre os ganhos que um empreendimento alcança por meio de práticas que incentivam e fomentam o desenvolvimento de equipes, destacam-se a construção de um ambiente positivo na empresa, e os benefícios que ajudam o negócio a responder às necessidades do mercado atual. Tais como:

    • criação de soluções, propostas e itens inovadores que colocam a empresa em vantagem competitiva;
    • ampliação da produtividade, da qualidade e da eficiência na execução de tarefas, reduzindo custos;
    • promoção de um senso de pertencimento, que motiva e engaja os funcionários a buscar meios de superar desafios.

    O desenvolvimento de equipes é uma prioridade para todos os gestores que querem levar seus negócios a um novo patamar, atingindo vantagens mercadológicas por meio de ações simples, mas efetivas.

    Quer se aprofundar e ir além das dicas deste conteúdo? Conheça o Hub do Sebrae Alagoas e conheça as formações que oferecemos sobre o desenvolvimento de equipes!

  • Entenda como aplicar a liderança positiva

    Entenda como aplicar a liderança positiva

    A liderança positiva é um estilo de liderança que valoriza o bem-estar dos liderados, ou seja, estimula sua criatividade, motivação e desenvolvimento. Então, em vez de impor regras e punições, os líderes positivos usam recompensas, elogios e reconhecimento para que a equipe alcance os resultados.

    Esse estilo de gerir é baseado em confiança, respeito e colaboração. Desse modo, tem como objetivo construir times fortes e engajados. Portanto, é fundamental para a criação de um ambiente de trabalho saudável e produtivo.

    Acompanhe o post, entenda o conceito e descubra como colocar em prática essa forma de liderança em sua empresa.

    Afinal, o que é liderança positiva?

    A liderança positiva é uma abordagem centrada nas pessoas e que busca motivar, inspirar e desenvolver os liderados para que possam alcançar seu potencial máximo.

    Dessa forma, ela se diferencia de outros estilos de gestão pela sua ênfase na construção de relacionamentos saudáveis, no desenvolvimento de competências e na valorização das individualidades.

    Para isso, o gestor foca no reconhecimento e no elogio pelo trabalho bem-feito e na criação de oportunidades para o crescimento profissional.

    O resultado deste estilo de liderança é uma equipe centrada, motivada e produtiva, pois os colaboradores se sentem valorizados e reconhecidos pelo seu trabalho.

    Como a liderança positiva influencia e se aplica à empresa

    A liderança positiva tem um grande impacto na gestão de um negócio. Isso porque essa modalidade se aplica a qualquer tipo de equipe, independentemente do tamanho ou do setor de atuação.

    Esta abordagem incentiva o desenvolvimento de habilidades, a criação de relacionamentos saudáveis e o aumento da motivação dos liderados. E isso é fundamental para o sucesso do pequeno negócio porque faz com que seus funcionários se sintam mais engajados e motivados.

    Além disso, ao criar oportunidades de crescimento profissional e compartilhar a responsabilidade na tomada de decisões aumenta a confiança e a satisfação dos colaboradores, o que resulta em um grupo mais coeso e unido.

    Como aplicar a liderança positiva?

    Aplicar essa ferramenta exige dedicação e comprometimento por parte do líder. É importante lembrar que esta abordagem vai além da mera administração e envolve a criação de relacionamentos saudáveis.

    Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a aplicar esse tipo de liderança na sua empresa:

    • reconheça e valorize o trabalho dos colaboradores — além de elogios, ofereça oportunidades de crescimento profissional e compartilhe a responsabilidade na tomada de decisões;
    • estimule a colaboração e a comunicação aberta — crie um ambiente no qual os colaboradores fiquem confortáveis para compartilhar ideias e sugestões;
    • incentive a criatividade e a inovação — dê liberdade para que os colaboradores explorem novas ideias e soluções para problemas.
    • ofereça feedback construtivo — ajuda a melhorar desempenho e aumenta a motivação dos colaboradores;
    • valorize e respeite os liderados e clientes — isso ajuda a estabelecer relações saudáveis e duradouras com eles, o que é fundamental para o sucesso de um negócio.

    Em resumo, aplicar a liderança positiva em uma pequena empresa envolve a criação de relações saudáveis e o aumento da motivação dos colaboradores. Isso resulta em uma equipe mais engajada e uma empresa mais bem-sucedida.

    Quer saber como melhorar a produtividade da sua empresa? Então, leia também sobre como tornar o trabalho mais produtivo em um MEI.

  • 6 dicas para melhorar o relacionamento interpessoal

    6 dicas para melhorar o relacionamento interpessoal

    A habilidade de construir um relacionamento interpessoal positivo é algo que impacta em todas as esferas da vida. No ambiente de trabalho, esse aspecto tem ganhado cada vez mais atenção, exigindo novos comportamentos tanto de gestores quanto de colaboradores para levar isso ao seu mais alto nível.

    Afinal, uma empresa só funciona a partir de relações, com fornecedores ou clientes e entre funcionários, para criar um fluxo de atividade que entrega bons resultados. Nesse cenário, incentivar e otimizar essas dinâmicas deve ser uma prioridade.

    Descubra como promover melhores interações no seu negócio com as 6 dicas deste conteúdo!

    O que é relacionamento interpessoal?

    Relacionamento interpessoal pode ser tanto a prática das interações humanas quanto as capacidades, as habilidades, as regras e os comportamentos que embasam seu funcionamento.

    Grupos ou pessoas utilizam esses parâmetros para guiar sua postura em prol de uma melhor convivência, bem como usam essas relações no dia a dia para promover seus interesses e desenvolver atividades com os outros.

    Como isso impacta no ambiente de trabalho?

    Convivência, comunicação e colaboração são primordiais para o funcionamento de um negócio, já que ações cotidianas como orientar os funcionários ou repassar um processo para a próxima etapa só têm êxito a partir de relações.

    O impacto do relacionamento interpessoal também está ligado a elementos estratégicos, incluindo o clima e a cultura organizacional. Pois, esses pontos dependem dele e são a base da motivação, da proatividade, da confiança da equipe etc.

    Ou seja, sem esse embasamento não há empreendimento que se desenvolva ou chegue ao seu máximo potencial, uma vez que tal progresso depende de pessoas e, principalmente, de como elas percebem seu cotidiano profissional para contribuir com esses objetivos.

    Como promover um relacionamento interpessoal positivo?

    Não há receita infalível para promover um relacionamento interpessoal positivo. Isso porque as pessoas são diferentes e recebem de maneiras distintas as iniciativas que visam desenvolver as relações. Entretanto, algumas ações tendem a entregar os melhores efeitos. Conheça 6 a seguir!

    1. Comece pela atitude

    Quando a positividade está presente em cada ação, a tendência é criar um ambiente com esse clima, não é mesmo? Dessa forma, líderes, proprietários e gestores são os que primeiro devem se apresentar para colocar isso em prática, a fim de guiar os demais colaboradores a terem esse comportamento.

    As atitudes no dia a dia são a principal maneira de provocar essa postura. Por exemplo, dê um bom dia animado e contagiante. Outra ideia é focar no que há de melhor em cada situação, diminuindo impactos negativos e destacando a superação.

    2. Use os feedbacks para aprender

    Clientes, colaboradores e fornecedores podem te apresentar a uma visão diferente sobre várias situações, permitindo uma reação mais assertiva. Isso torna essas pessoas importantes fontes de aprendizado, principalmente quando elas vêm de uma realidade distinta da sua.

    Diante disso, os feedbacks desses grupos não devem ser desperdiçados. Para aproveitá-los, o ideal é buscar reunir o máximo de informações e praticar na escuta ativa em prol de entender os detalhes que cada um fornece para montar o quadro geral.

    3. Respeite seus limites e os dos outros

    Uma das regras de um bom relacionamento interpessoal é o respeito, certo? Só que nem sempre os limites são respeitados, especialmente quando há conflito entre as necessidades pessoais e empresariais.

    Porém, os efeitos daquele gás a mais quando se está cansado são caros tanto para a empresa, que perde talentos, sofre com seu adoecimento, com a redução de sua produtividade e com a queda da qualidade das entregas, quanto para os colaboradores, que deixam de estar nas melhores condições.

    Entre os exemplos de como manter essas limitações estão ações simples. Que tal aprender a gerir melhor o tempo e não levar trabalho para casa? Da mesma forma, não peça isso aos seus funcionários e forneça meios para eles se organizarem melhor.

    4. Tenha empatia

    Qualquer relacionamento interpessoal ganha quando uma parte consegue entender melhor a outra. Nesse cenário, ter empatia se torna uma das chaves mais importantes para a boa convivência.

    No trabalho isso ganha destaque, já que são pessoas de origens diferentes, com hábitos e experiências distintas atuando juntas para chegar a um lugar comum. Tamanha diversidade agrega para resolver problemas, mas também cria atritos que somente são superados pela compreensão mútua.

    Ter empatia é um exercício constante de ouvir tanto o que é dito quanto o que está implícito, para ter conhecimento de ideias e emoções que nem sempre estão claras. Na prática, estar aberto a não saber tudo é um bom começo.

    5. Dê o exemplo

    Quer que os outros te tratem de uma determinada forma? Gostaria que a sua equipe agisse ou se envolvesse mais? Vê algumas atitudes negativas acontecendo e deseja que parem? Seja o primeiro a agir.

    Dar o exemplo do que fazer ou não é um meio poderoso de liderar. As pessoas se inspiram e repetem essas práticas. Por outro lado, eliminar um hábito também é possível com essa abordagem, uma vez que a origem dele pode ter sido a permissibilidade de quem dá o tom acerca dos limites da empresa.

    6. Opte por uma comunicação clara

    Talvez o elemento mais básico de um relacionamento interpessoal seja a comunicação. Afinal, ouvir e falar é o principal meio que as pessoas usam para se relacionarem. Ter clareza ao se expressar, facilita a compreensão do interlocutor, reduzindo mal entendidos.

    No ambiente de trabalho, isso significa menos erros e retrabalhos, minimização das intrigas, diminuição de fofocas entre outras consequências. Uma dica é pensar no que quer transmitir e em como cada expressão pode ser compreendida, removendo duplos sentidos ou raciocínios incompletos.

    Quais são os benefícios de implementar essas ações?

    Melhorar o relacionamento interpessoal no trabalho exige esforço. Entretanto, seus benefícios fazem isso valer a pena. Tais ganhos incluem:

    • criar um ambiente harmonioso e acolhedor;
    • aumentar a capacidade de superar problemas;
    • ampliar o desenvolvimento de soluções inovadoras;
    • promover uma maior agilidade no progresso das tarefas;
    • reduzir atritos, ruídos e mal entendidos;
    • elevar a motivação, o engajamento e o senso de pertencimento;
    • impulsionar os resultados corporativos.

    Em uma empresa todos são dependentes uns dos outros para entregar tarefas e resultados. Por isso, buscar otimizar o relacionamento interpessoal é uma atividade central para o melhor andamento do trabalho. Tanto proprietários, líderes e gestores devem incentivar, quanto colaboradores precisam abraçar práticas como as 6 indicadas nesse conteúdo.

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  • Como desenvolver uma equipe de alta performance no seu negócio

    Como desenvolver uma equipe de alta performance no seu negócio

    Uma equipe de alta performance não é necessariamente aquela que consegue executar qualquer projeto, mas a que está disposta a aprender e vestir a camisa do negócio. Para fomentar esse tipo de cultura, os líderes têm um papel essencial.

    Assim, ter uma equipe de alta performance passa por montar um time com grande conhecimento técnico, em um ambiente no qual as pessoas se sintam incentivadas a produzir e emitir as suas opiniões. Nesse sentido, o clima organizacional é tão importante quanto o currículo dos colaboradores.

    Neste post, mostraremos as principais dicas para desenvolver uma equipe de alta performance no seu negócio, destacando o papel dos líderes e também as atitudes dos colaboradores. Boa leitura!

    Demonstre apreço por todos os membros da equipe

    “Ei, você, qual é o seu nome mesmo?” é o tipo de pergunta que pode ser natural nos primeiros dias de um colaborador na empresa, mas que pode se tornar humilhante com o tempo. Afinal, ainda que o funcionário seja discreto, esse tipo de questionamento é feito por quem não conhece bem os membros do time.

    Para evitar essa situação, é importante se envolver com cada uma dessas pessoas. Líderes devem buscar conhecer os seus sonhos, suas ambições, suas preferências, habilidades e nível de comprometimento com a empresa, por exemplo. Isso porque cada colaborador passa grande parte do seu dia conectado à empresa. Essa convivência diária acaba gerando a necessidade de estabelecer vínculos para que cada funcionário não seja apenas mais um número na planilha.

    Além de ser importante para reconhecer os esforços dos colaboradores e incentivá-los a continuar produzindo, demonstrar apreço pelos colaboradores é importante para identificar as pessoas que tenham habilidades que ainda não foram bem exploradas pelo negócio.

    Como se não bastasse, demonstrar apreço pelos membros e tentar conhecê-los é um meio de descobrir as pessoas que estão mais dispostas a participar de treinamentos e outras formas de melhorar os seus currículos — o que também valoriza a empresa no processo.

    Aposte na cultura do feedback

    Os feedbacks servem para informar os membros da equipe sobre como eles estão se saindo em relação às tarefas. Desse modo, eles conseguem melhorar comportamentos, ajustar condutas e atingir resultados alinhados aos objetivos da empresa.

    É importante democratizar o feedback: assim, nada de incentivar uma cultura na qual a avaliação só vem de cima para baixo, isso é, líderes sugerem mudanças e os comandados apenas escutam. Para que o clima organizacional se torne mais positivo, todos devem ter voz para expressar suas opiniões.

    O feedback pode ser coletivo ou individual — desde que seja frequente, respeitoso e feito na hora adequada. A reta final do lançamento de um projeto não é o melhor momento para fazer isso, por exemplo, já que a equipe estará concentrada em entregar um produto.

    Caso os gestores notem que a cultura de feedback esteja muito engessada, com poucas pessoas se sentindo encorajadas a expressar suas opiniões, cabe a eles iniciar esse processo.

    Isso pode ser feito por meio de críticas construtivas, que não apenas apontem os pontos negativos, mas que também apontem maneiras práticas de melhorar aquilo que está sendo feito. Quando um colaborador comete um erro sério, é importante fazer o feedback de forma privada para evitar o constrangimento.

    Divulgue as metas da empresa

    Outra ação para motivar os colaboradores e montar uma equipe de alta performance é compartilhar, com todos os membros, as metas e os objetivos da empresa.

    Com isso, eles saberão onde a organização deseja chegar e poderão ajustar os seus esforços de acordo com o caminho traçado. Dessa forma, eles entendem como cada tarefa que executam contribui para um objetivo maior.

    Para facilitar a transmissão dos objetivos da empresa, uma boa ideia é utilizar o método SMART, que mostra as cinco características que as metas devem ter:

    • específica;
    • atingível;
    • relevante;
    • mensurável;
    • temporal.

    Cada um desses critérios ajuda a empresa a definir metas precisas e viáveis, mesmo que sejam desafiadoras. Caso o objetivo da empresa se encaixe neles, os colaboradores entenderão a relevância do que foi traçado.

    Além disso, os gestores precisam listar as ações que devem ser exercidas e definir quais serão os recursos disponíveis para viabilizar esse planejamento.

    Proporcione tarefas interessantes para a equipe

    Uma equipe de alta performance é aquela que se sente motivada para encarar os desafios. Quando o trabalho se torna previsível e monótono, o time tende a se acomodar. Além disso, profissionais talentosos podem acabar debandando para outras empresas, em busca de tarefas mais interessantes.

    Por isso, todo gestor que delega uma tarefa deve fazer o máximo de esforço para que ela seja o mais interessante e desafiadora possível. Além disso, é importante definir recompensas, como um possível bônus se um determinado resultado for alcançado.

    No entanto, é essencial que as tarefas sejam desafiadoras, mas dentro do conjunto de habilidades que aqueles colaboradores já têm — ou que possam desenvolver em um futuro próximo. O que nos leva ao próximo tópico.

    Invista em treinamentos

    Caso a sua empresa queira realmente crescer, é preciso ter gente qualificada para cumprir esse objetivo. Para isso, é essencial melhorar o currículo dos colaboradores como um todo.

    Comece por treinamentos em habilidades que a equipe precisa desenvolver no momento. Posteriormente, você também pode pensar em capacitações de longo prazo, que sejam um investimento para o futuro.

    Além disso, os treinamentos devem estar alinhados às necessidades e atividades-fim da empresa. Faça uma análise das deficiências da equipe e preencha essas lacunas com os cursos certos.

    Crie confiança entre os membros

    Além de demonstrar o apreço pelos membros da equipe, os gestores também precisam gerar confiança entre os colaboradores. Por isso, liderar pelo exemplo, de maneira transformadora, é fundamental.

    Líderes que estejam sempre cobrando melhorias na capacitação técnica, mas que não se atualizam, são um exemplo de atitude contraproducente. Afinal, para ter uma equipe de alta performance, é importante criar estímulos para que essas pessoas trabalhem com afinco e produzam mais.

    Isso é feito por meio de um plano de carreira, por exemplo, mas também por uma cultura de alinhamento e confiança entre todos os que fazem parte da empresa. Líderes que não executam o que pregam acabam decepcionando os funcionários, que terão pouco incentivo para buscar elevar a performance continuamente.

    Melhore o processo de contratação

    Para ter uma equipe melhor, o primeiro passo é contratar as pessoas que você já visualiza como funcionários capazes de elevar o nível geral. Por isso, além dos treinamentos para quem já está lá, a contratação também deve levar em conta a necessidade de atingir a alta performance.

    Além disso, é preciso avaliar se o candidato se encaixa à cultura da empresa e também o compromisso que ele tem de aprender novas habilidades.

    Todo mundo pode dizer “Adoro aprender!” em uma entrevista de emprego, mas é preciso verificar se esse colaborador realmente acompanha as tendências do mercado e busca se adequar a elas.

    Como você viu no artigo, uma equipe de alta performance combina o bom conhecimento técnico, a vontade de aprender, um clima organizacional positivo e uma cultura de feedback, entre outros elementos. Os líderes devem fomentar esses valores, mas de uma maneira democrática e inclusiva, para que todos cresçam juntos.

    Para conhecer outras maneiras de otimizar os processos da sua empresa, como descobrir os melhores treinamentos e consultorias, visite o Hub Sebrae!

  • O que são cross selling e up selling e quais os benefícios dessas técnicas

    O que são cross selling e up selling e quais os benefícios dessas técnicas

    Cross selling e up selling são duas técnicas de vendas distintas, porém complementares, que as empresas utilizam para maximizar seus lucros. Ambas são simples de aplicar e podem gerar resultados muito satisfatórios no aumento do faturamento, do ticket médio e até mesmo na melhoria do relacionamento com os clientes.

    Neste artigo, vamos explicar o que são cross selling e up selling e como cada uma funciona. Também falaremos sobre os principais benefícios de adotar ambas as técnicas e mostraremos exemplos de como aplicá-las, na prática, em sua empresa. Confira!

    O que é cross selling e up selling?

    Cross selling e Up Selling são técnicas usadas pelas empresas para aumentar as vendas de produtos ou serviços. Elas consistem na oferta de itens adicionais ou mais caros, fazendo com que o cliente finalize a venda com um valor maior que o inicialmente esperado.

    Essas técnicas estão se tornando cada vez mais populares nas lojas, pois os vendedores podem direcionar a atenção dos clientes para um item específico e oferecer-lhes descontos exclusivos sobre os itens correlatos que possam agregar valor à sua compra inicial.

    Veja, a seguir, as diferenças entre cross selling e up selling.

    Cross selling

    O Cross Selling é quando uma empresa oferece um produto adicional para ajudar no processo de compra do cliente. Em geral, o produto ou serviço adicional recebe um desconto especial caso seja adquirido na mesma compra, incentivando o cliente a comprar itens relacionados e maximizando o valor final da transação.

    Um exemplo clássico que explica muito bem essa prática, é quando uma pessoa vai até um fast food e pede por um sanduíche. O atendente, então, pergunta se ele não gostaria de levar uma bebida e um acompanhamento adicionando um pouco mais o valor do lanche.

    Up selling

    O Up Selling é quando os vendedores sugerem produtos mais caros que podem gerar melhores benefícios para o consumidor. Aqui o foco é oferecer um produto ou serviço de nível superior ao inicialmente solicitado, mostrando ao cliente as vantagens que se pode adquirir com um acréscimo pequeno no preço.

    Seguindo o mesmo exemplo da lanchonete, se o cliente pedir por um combo de tamanho médio, o atendente pode sugerir que ele leve um combo de tamanho grande por uma diferença pequena de valor.

    Quais são os benefícios de fazer cross selling e up selling?

    Uma vez implementados corretamente, cross selling e up selling podem trazer muitos benefícios para seus negócios. Separamos uma lista com os principais deles, a seguir.

    Aumento no faturamento e lucro da empresa

    O uso de cross selling e up selling tende a trazer aumento nas vendas e melhorias significativas no lucro final. Isso acontece porque, quando os clientes encontram opções atrativas para complementarem suas aquisições originais, eles tendem a gastar mais dinheiro do que planejavam inicialmente.

    Além disso, essas técnicas permitem que a empresa encontre novos canais de venda lucrativos, oferecendo mais do que seu nicho normalmente fornece. Isso significa que você pode ter maior controle sobre quem tem acesso a determinados itens, alcançando assim um público mais amplo.

    Aumento no ticket médio

    O ticket médio representa o valor médio que cada cliente gasta em seu negócio. Quanto maior ele for, menor será seu esforço na captação de novos clientes e menor será o volume de vendas necessários para alcançar um determinado faturamento.

    Tanto o cross selling quanto o up selling provocam um aumento no valor gasto em cada venda por cliente. Se ele compraria apenas uma camisa, mas é convencido de levar uma bermuda e uma meia, a sua compra fechará com um valor mais elevado e o ticket médio geral da empresa seguirá a mesma tendência.

    Aumento no LTV

    O LTV (lifetime value) é o indicador que mostra o quanto cada cliente tende a gastar em sua loja ao longo de sua vida. Em negócios que trabalham com serviços de assinatura ou que permitem vendas recorrentes, esse indicador é bastante valioso. Quanto maior for o LTV, melhores serão os ganhos com esses clientes no longo prazo, dando mais sustentabilidade financeira para a empresa.

    Fidelização de clientes

    O uso de cross selling e up selling ajuda a criar relacionamentos duradouros com os consumidores, pois mostrará o quanto você realmente domina sua área de atuação e entende as necessidades de seus clientes.

    Enquanto o cross selling mostra diferentes possibilidades de combinar produtos e serviços para ter uma melhor experiência, o up selling ajuda a manter o consumidor sempre atualizado, com as melhores opções à sua disposição. Sabendo disso, eles tomarão sua empresa como referência, inclusive realizando indicações para amigos e familiares.

    Como utilizar essas técnicas de vendas em sua empresa?

    Agora que você já sabe o que são cross selling e up selling e as vantagens que essas técnicas podem proporcionar, vamos trazer dicas e exemplos práticos para você aplicar no seu negócio.

    Como fazer cross selling

    O cross selling deve oferecer produtos adicionais que complementam o produto principal já solicitado pelo consumidor. Alguns exemplos disso são:

    • na venda de uma camiseta, ofereça desconto na compra de mais uma unidade;
    • na venda de um tênis, ofereça desconto em meias;
    • no serviço de reparo de celular, ofereça desconto na aplicação de uma película protetora de tela;
    • no serviço de extensão de unhas em gel, ofereça um desconto na cutilagem e esmaltação.

    Como fazer up selling

    Já no caso do up selling, é preciso incentivar os clientes a optarem por um modelo ou serviço mais caro que o pedido original. Alguns exemplos disso são:

    • na venda de uma camiseta, ofereça um modelo de uma marca melhor;
    • após 1 ano da venda de um smartphone, ofereça uma versão atualizada;
    • na extensão de unha em gel, ofereça a opção encapsulada;
    • na barbearia, ofereça tratamentos para cabelo e barba com produtos de primeira linha.

    Como vimos, cross selling e up selling são duas técnicas muito similares que ajudam a aumentar as vendas da empresa. Utilizando-as de forma estratégica, seu negócio pode colher ótimos frutos e alcançar um excelente nível de crescimento.

    Se você gostou deste artigo e quer aprender cada vez mais sobre o universo da gestão empresarial, assine nossa newsletter e receba conteúdos como este diretamente em seu e-mail.

  • 7 dicas para melhorar o relacionamento com o cliente

    7 dicas para melhorar o relacionamento com o cliente

    Oferecer uma boa experiência para o cliente, de maneira contínua, é um dos motivos que fazem com que ele priorize a sua empresa mesmo diante dos mercados mais concorridos. Do mesmo modo, companhias que ofertam produtos de qualidade, mas que pecam no atendimento ou no cumprimento das promessas, também perdem espaço.

    Um detalhe importante é que ter uma boa relação com o cliente deve ser uma prioridade desde o primeiro contato. Assim, a empresa passa no teste da primeira impressão e evita que esse consumidor fuja para um concorrente e nunca mais volte por não ter sido bem tratado.

    Para que você possa melhorar o seu relacionamento com o cliente, preparamos este post, com 7 dicas práticas para implementar agora mesmo. Confira!

    1. Invista no atendimento empático

    Pense bem: para você poder melhorar o relacionamento com o cliente, para início de conversa, você precisa ter uma relação em andamento com ele. Assim, um atendimento inicial de alto nível é o que fará com que essa pessoa continue interagindo com o seu negócio — e não fuja para os braços de algum concorrente.

    Por isso, a melhor forma de garantir uma primeira impressão que encante, assim como contatos seguintes que aprofundem o relacionamento, é utilizar a empatia, a capacidade de se colocar no lugar da outra pessoa.

    Uma maneira de se colocar no lugar do cliente é avaliar as suas reais necessidades. Então, trate o consumidor do modo como gostaria de ser tratado e também não empurre itens que não tenham relação com os problemas que ele enfrenta.

    Um atendimento de alto nível é aquele no qual a empresa está em sintonia perfeita com seu cliente e gera uma identificação espontânea com a marca. Por isso, é importante atender qualquer pessoa, desde consumidores em potencial até os consumidores já fidelizados, com a mesma boa vontade.

    2. Escute com atenção

    Esqueça aquela ideia de que o vendedor precisa pressionar o cliente para fechar uma compra. Também não utilize argumentos fantasiosos para vender a qualquer custo, como se apresentar como a única empresa que fabrica tal mercadoria sem ter certeza disso.

    Para construir um relacionamento duradouro, é importante transformar o seu cliente em protagonista. Isso só é possível se você realmente ouvir o que essa pessoa tem a dizer, e não chegar com um portfólio de mercadorias sem ele expressar a sua dor primeiro.

    Para ter a certeza de que você está fazendo isso, comece a prestar mais atenção nas suas próprias abordagens. Evite a agressividade, aquele sentimento de “preciso e vou fechar essa venda a qualquer custo” e prefira se colocar à disposição para efetivamente ajudar o consumidor.

    3. Utilize diversos canais

    A estratégia omnichannel é imprescindível para que os clientes possam entrar em contato com a empresa do modo como eles preferirem.

    Uma empresa que só oferece o atendimento por telefone acabará perdendo clientes. Afinal, solicitar uma troca ou uma devolução por esse canal é bem mais complicado do que simplesmente preencher um formulário ou enviar um e-mail.

    Além disso, muita gente prefere o WhatsApp à ligação telefônica, por exemplo, para poder ter mais calma na hora de tomar cada decisão — enquanto o atendimento por telefone é mais imediatista.

    Por isso, disponibilize diversos canais para atender os consumidores. Ainda que você trabalhe sem outros colaboradores, é possível pensar em uma estratégia que envolva WhatsApp, redes sociais, e-mail e telefone, por exemplo. Basta checar as mensagens periodicamente.

    4. Resolva os problemas rapidamente

    Uma forma de superar as expectativas e melhorar o relacionamento com o consumidor é resolver os problemas imediatamente. Essa é uma consequência natural da estratégia omnichannel, uma vez que você se coloca à disposição em várias fontes — desde que suas promessas sejam cumpridas.

    Além disso, anote as solicitações em andamento em uma planilha, por exemplo, para que você simplesmente não esqueça do problema do cliente.

    Ainda que você não tenha autonomia para resolver alguma situação logística, como uma entrega atrasada, seja transparente e deixe o consumidor ciente de todas as etapas até que o produto chegue às mãos dele.

    5. Ofereça serviços agregados

    Surpreenda as pessoas. Quem não gosta de descobrir que o frete daquela compra não será cobrado? Ou topar com um desconto especial no momento de visualizar o carrinho?

    Pesquise os serviços agregados que estejam ao seu alcance e invista neles. Não precisa ser nada extremamente complexo, mas apenas alguns “mimos” que mostrem que o seu negócio é grato pelas compras que determinado cliente tem feito.

    6. Invista em um pós-venda de respeito

    Compra feita, produto enviado, fim da relação? No comércio à moda antiga, quando as pessoas tinham mais dificuldade em encontrar as lojas, isso até podia ser verdade. Já em nossa época, com a internet tão popular, negligenciar o pós-venda é uma estratégia muita perigosa.

    Afinal, suponhamos que o cliente tenha uma dúvida sobre como operar um eletrodoméstico, por exemplo. Sem que a empresa ofereça formas de atendê-lo no pós-venda, ele terá que se virar sozinho — e provavelmente se sentirá traído pela empresa, que só se colocou à disposição para fechar uma compra.

    Outro exemplo de como o pós-venda é essencial é em relação à qualidade dos produtos. Sem que a empresa entre em contato para verificar as opiniões, talvez ela continue comercializando uma mercadoria que não caiu no gosto do público ou que precise de um recall.

    Por isso, não caia na armadilha de simplesmente focar no próximo cliente e esquecer aqueles que apostaram nos seus produtos e serviços. Escute as dúvidas, registre as sugestões, agradeça os elogios e não deixe de arrumar tempo para atender aos consumidores!

    7. Mantenha o contato

    O pós-venda imediato, quando você entra em contato com o cliente logo após o recebimento do produto para conferir a sua opinião, não precisa ser o fim da sua interação com ele!

    Por isso, aja com proatividade para armazenar informações e coletar feedbacks dos clientes visando manter uma comunicação periódica e relevante com eles. Envie ofertas especiais, newsletters e catálogos, assim como dicas sobre o que acabou de chegar em sua loja.

    Não esqueça de se colocar à disposição sobre os produtos comprados. Para manter as pessoas informadas sobre a sua empresa, só não vale exagerar no envio de e-mails.

    Formas indiretas de manter contato e fortalecer o relacionamento

    Também é possível manter um contato indireto, como em uma estratégia de marketing de conteúdo. Assim, quando você inicia um blog ou um canal no YouTube para falar da sua loja e do seu segmento, você também investe em uma estratégia integral de comunicação.

    Além disso, ao tratar da sua área de atuação, você se posiciona como uma referência naquele mercado. Com a utilização de técnicas de SEO, as pessoas começam a encontrar o seu blog ou o seu canal com facilidade, garantindo que você construa uma audiência e uma relação de confiança com elas.

    Complemente essa estratégia com interação nas redes sociais, pedindo dicas de conteúdo, fazendo enquetes e convidando as pessoas a acompanharem sua empresa. Quando você consegue formar uma rede de seguidores, significa que o seu trabalho é reconhecido e que essa base está ansiosa para estreitar laços com o seu negócio!

    Agora que você entendeu como melhorar o relacionamento com o cliente, já pode colocar essas dicas em prática e complementar os bons produtos que você já oferece com disponibilidade e um atendimento de alto nível para ajudar seus consumidores.

    Gostou do post e quer saber mais sobre o nosso trabalho? Então, não deixe de visitar o Hub Sebrae!

  • Saiba como e quando realizar o processo de Rebranding na empresa

    Saiba como e quando realizar o processo de Rebranding na empresa

    Você já se surpreendeu quando uma empresa mudou toda a sua identidade visual e o tom de voz na comunicação com os clientes? É provável que você já tenha passado por essa experiência, até porque grandes nomes como o McDonald’s e Skol já tiveram que modificar sua abordagem.

    A estratégia que possibilita um novo posicionamento de marca é o Rebranding. Com ele, a empresa modifica, total ou parcialmente, sua comunicação, identidade visual e até mesmo os seus produtos. Neste post, explicaremos melhor o conceito, mostrando alguns exemplos e como implementá-los. Venha conosco!

    O que é o Rebranding?

    Em primeiro lugar, temos o Branding, também conhecido como gestão de marca. Essa estratégia é aquela que visa criar conexão entre marcas e pessoas. É esse conceito que torna a empresa única e memorável dentro do seu setor.

    Contudo, a empresa pode acabar notando um esgotamento em suas atividades. Assim, surge o Rebranding: uma reestruturação integral, por meio da qual todos os elementos que caracterizam o negócio são reavaliados.

    O Rebranding é uma forma de se atualizar e criar uma nova identidade, tanto para os clientes já fidelizados como para os consumidores em potencial e parceiros. Isso passa por mudança na identidade visual, reposicionamento de marca, de valores, entre outros.

    Uma companhia que queira se tornar mais inclusiva e transmitir esses valores para os clientes é um exemplo de operação de Rebranding. Do mesmo modo, uma marca de comércio alimentício que seja associada a valores negativos, como uma dieta pobre, pode modificar aos poucos essa percepção.

    Como colocá-lo em prática?

    Agora que entendemos o conceito, falaremos de como colocá-lo efetivamente em prática.

    Mude a identidade visual

    A identidade visual é um dos aspectos mais reconhecíveis da marca. Afinal, você provavelmente reconhece:

    • o amarelo e vermelho do McDonalds;
    • o verde da Starbucks;
    • o vermelho da Coca-Cola.

    São inúmeros os exemplos de como as cores e o design são marcantes. Por isso, o Rebranding deve ser acompanhado por essa mudança. É importante modificar a logomarca e torná-la compatível com as demais mudanças nos valores e filosofia da empresa.

    No entanto, essa mudança não se resume à logo. As cores e a tipografia utilizada também devem ser consideradas para que o público comece a assimilar e associar as mudanças à empresa, de forma gradativa.

    Reveja os propósitos e valores da empresa

    O que motivou o seu Rebranding? Uma necessidade de abraçar causas sustentáveis? A busca pela inclusão e diversidade? O foco em um público-alvo com uma faixa de renda diferente? Qual é o novo propósito que você quer adotar?

    Analise bem os motivos que fazem você querer mudar a cara da empresa. Afinal, as mudanças serão incorporadas aos valores da empresa. Estude o que realmente precisa ser substituído e o que pode ser mantido.

    Um Rebranding malfeito pode acabar eliminando boas características do negócio. Uma empresa que seja conhecida pelo bom atendimento, pode acabar perdendo essa qualidade ao se focar demais em outros aspectos de mudança. Portanto, mensure tudo antes de sair mudando de forma desenfreada.

    Crie expectativa

    Imagine que a sua empresa gaste muito no Rebranding, mas as mudanças nem sejam percebidas pelo cliente. Nesse caso, todo o processo terá sido em vão. Para evitar que isso ocorra, busque estratégias para gerar expectativa em seu público.

    Uma campanha de e-mail marketing, que prometa a chegada de novidades, já gera uma expectativa nos consumidores fidelizados e também chama a atenção de clientes em potencial.

    Contudo, é preciso que outros canais também entrem na mudança, como:

    • redes sociais;
    • o blog;
    • o site institucional.

    Afinal, muitas pessoas nem mesmo leem os e-mails que recebem. Por isso, “distribuir” o Rebranding é a melhor tática para criar expectativa.

    Monitore o público

    Depois de criar a expectativa, também é importante monitorar as primeiras impressões do seu público em relação ao lançamento das suas ações de marketing. Isso porque o Rebranding é um processo longo, que abre espaço para correções e ajustes ao longo desse caminho.

    Posicione a marca em canais de mídia relevantes

    A modernização da marca, promovida pelo Rebranding, deve ser acompanhada de uma exposição estratégica nos canais de mídia. Por isso, inclua uma política bem definida das redes sociais no seu novo modelo de negócio.

    Contudo, é importante que os canais escolhidos tenham a ver com os interesses do seu público. Isso envolve tanto a faixa etária como as mercadorias vendidas. Empresas que vendem roupas, por exemplo, podem focar seus esforços no Instagram, já que essa rede tem um foco no visual.

    Por outro lado, empresas que vendam equipamentos de informática se beneficiam dos vídeos, que mostrarão as qualidades do produto de maneira prática. O Rebranding também passa pela escolha dos canais para promover o negócio.

    Quais são alguns exemplos de Rebranding?

    Nada melhor do que entender de vez o conceito do que pela apresentação de alguns exemplos reais de mercado, não é mesmo? Vamos conhecê-los.

    McDonald’s

    O McDonald’s sempre esteve ligado a uma imagem de comida de baixa qualidade, que fazia mal ao organismo a médio e curto prazos. Não que hoje a empresa seja exatamente conhecida como uma referência em dieta saudável, mas ela conseguiu sobreviver no mercado e mitigar essa impressão negativa.

    Pensemos, por exemplo, em 2004: foi nesse ano que saiu o documentário chamado “A dieta do palhaço”. Nele, o cineasta Morgan Spurlock decidiu comer apenas produtos do McDonald’s durante 30 dias, com efeitos desastrosos para o seu organismo.

    Como o filme fez muito sucesso, a empresa precisava de fazer algo para mitigar essa fama. Assim, ela passou a oferecer um cardápio mais variado, com opções mais saudáveis e equilibradas.

    Do mesmo modo, alguns restaurantes perderam o amarelo e vermelho que caracterizam a companhia, para dar aquela sensação de que a empresa tinha virado a página e buscava se adequar às exigências de um público cada vez mais interessado em comida saudável.

    Skol

    As pessoas que não viveram na década de 1990 provavelmente se espantariam com alguma das propagandas da Skol nessa época: era comum encontrar mulheres curvilíneas e seminuas, em uma clara indicação de aquele produto era indicado para o universo masculino.

    Ao mesmo tempo em que cativava uma grande parte dos homens, a empresa perdia mercado entre as mulheres — o que se provou um erro, já que elas também são grandes consumidoras de cerveja. Do mesmo modo, o público em geral também passou a se sentir incomodado.

    Agora, as propagandas são mais democráticas. Embora o clima de praia e sol ainda estejam presentes, não há mais o foco em corpos femininos seminus. Para marcar definitivamente esse Rebranding, a empresa lançou uma campanha nesse sentido em 2017, no Dia Internacional da Mulher.

    Melissa

    No final da década de 1990 e no começo do novo milênio, bastava mencionar “sandálias Melissa” e todo mundo saberia do que se tratava. Mesmo com a grande quantidade de vendas, a empresa queria abocanhar uma fatia de mercado ocupada por um público mais adulto.

    Assim, a empresa contratou designers de alto nível para criar linhas diferenciadas de postura e também posicionar a marca em desfiles de alta costura. Isso fez com que a Melissa se tornasse cada vez mais comum em ambientes adultos.

    Durante uma edição recente do Big Brother Brasil, a cantora Manu Gavassi utilizou uma das sandálias que surgiram após o Rebranding. Só essa aparição foi o suficiente para renovar o interesse nos produtos da Melissa.

    Como vimos no artigo, o Rebranding promove diversas mudanças em um negócio e faz com que a empresa atualize seus valores. Isso pode ocorrer como uma reação a uma impressão negativa ou até mesmo como uma forma de abraçar valores sustentáveis, por exemplo.

    Quer conhecer outras formas de modificar o posicionamento de marca? Então, leia o nosso e-book sobre estratégias de marketing que vendem!

  • Entenda o que é a sucessão empresarial e como elaborar um plano para ela

    Entenda o que é a sucessão empresarial e como elaborar um plano para ela

    Após sua aposentadoria, você já sabe quem vai administrar sua empresa? Se a resposta for não, saiba que isso pode implicar em muitos riscos! Ter um plano de sucessão empresarial é fundamental para evitar que a gestão do seu negócio seja passada para alguém despreparado, que coloque todo seu esforço em risco.

    Neste artigo, vamos explicar o que é a sucessão empresarial e como montar um plano que seja altamente eficiente para a sua empresa. Além disso, vamos falar sobre a importância de ter um plano de sucessão e como isso pode ser um grande diferencial para o sucesso do seu negócio. Acompanhe!

    O que é a sucessão empresarial?

    A sucessão empresarial é um processo gradual de transferência das responsabilidades estratégicas da empresa de uma pessoa para outra. Ela também acontece quando o atual proprietário deseja aposentar-se, doar a empresa para outra pessoa ou vender os ativos da corporação. Na maior parte dos casos, este plano de sucessão envolve passar os cargos e responsabilidades diretivas para quem irá assumir.

    Sendo assim, a sucessão pode acontecer em qualquer nível de diretoria da organização ou, em alguns casos, em níveis de alta gerência. O que vai determinar a necessidade de um plano de substituição para cada cargo é o grau de relevância que ele tem dentro do planejamento estratégico do negócio. Quanto mais alto, mais impactantes são as decisões a serem tomadas e maior é a necessidade de um plano de sucessão.

    Como montar um plano de sucessão eficiente?

    Um bom plano de sucessão empresarial precisa ter algumas características importantes para assegurar que tudo corra bem e para que não haja impactos negativos, principalmente financeiros, na organização. A seguir, veja quais são as providências essenciais para garantir a eficiência de todo esse processo.

    Identifique as posições críticas para o negócio

    O primeiro passo é realizar um levantamento com todas as posições consideradas críticas para o negócio. Para saber identificar corretamente quais são elas, imagine um cenário no qual a pessoa que ocupa atualmente o cargo em questão se demita sem cumprir nenhum dia de aviso prévio. O que aconteceria com a sua empresa em relação às seguintes questões:

    • A operação seguiu com suas atividades normalmente, sem paradas ou momentos de desorientação?
    • Os compromissos de pagamento junto aos fornecedores se mantiveram em dia?
    • As vendas seguiram em um ritmo normal?
    • As entregas e toda a parte logística seguiram suas rotinas habituais?
    • O atendimento aos clientes seguiu sem alterações?

    Caso tudo tenha se mantido dentro de um padrão considerado normal, significa que esse cargo não precisa de um plano de sucessão. Caso contrário, é melhor começar a seguir os próximos passos deste post.

    Analise as competências desejáveis para a ocupação desses cargos

    Depois de saber quais são os cargos críticos para o negócio, é preciso analisar quais são as competências que a pessoa que irá ocupá-lo deve ter. Cada tipo de cargo pode demandar diferentes características, mas a grande maioria exigirá, no mínimo:

    • liderança;
    • empatia;
    • habilidades técnicas (aqui entram a maioria dos detalhamentos);
    • experiência em gestão de pessoas e de processos;
    • nível avançado de estudos;
    • afinidade com os valores organizacionais.

    Identifique possíveis sucessores

    O próximo passo é olhar para dentro de casa e identificar quem são as pessoas que podem preencher os requisitos identificados dentro de um prazo predeterminado. Em geral, tais profissionais já ocupam alguma cadeira importante na empresa, em cargos imediatamente abaixo daquele a ser sucedido. 

    O ideal é ter mais de um candidato a sucessor para cada cargo. Assim, evita-se que todo o planejamento seja perdido caso uma das pessoas desista do processo ou se desligue por qualquer motivo da empresa. Em último caso, a sucessão pode ser feita por meio de contratação, mas essa alternativa pode não ser tão eficiente.

    Monte um plano de desenvolvimento para essas pessoas

    Cada uma das pessoas candidatas a suceder outra em um cargo devem ser devidamente preparadas para esse momento. Para isso, conte com o apoio do setor de RH ou de uma consultoria externa para elaborar um PDI (Plano de Desenvolvimento Individual) focado nas competências exigidas pela posição que você identificou anteriormente.

    Acompanhe a evolução de cada candidato à sucessão

    Acompanhe de perto a evolução de cada candidato em relação ao plano desenhado. Veja quem está se saindo bem, quem precisa de um pouco mais de ajuda e se há alguém que pode precisar ser substituído no plano de sucessão. Uma boa dica de ferramenta para esse monitoramento é a Matriz 9 Box, que o RH saberá montar e manter atualizada.

    Qual a importância de ter um plano de sucessão completo e detalhado?

    Você deve estar se perguntando, mas porque ter tanto trabalho desenvolvendo gestores, se eu posso simplesmente contratar profissionais experientes no mercado? A resposta é simples: porque esses profissionais conhecem de mercado, mas não conhecem nem estão intimamente ligados ao seu negócio. 

    Ter uma pessoa treinada para realizar a sucessão de um cargo crítico da empresa gera 3 principais benefícios, como explicaremos a seguir.

    Retenção de profissionais estratégicos para o negócio

    Sabe aquele diretor que acompanhou uma fase importante da sua trajetória e que está sempre trazendo excelentes soluções para todo o tipo de problema que surge em seu setor? Imagine ele saindo da sua empresa e indo trabalhar para seu maior concorrente. Parece algo extremo e distante, mas o mercado está o tempo todo de olho nos melhores profissionais. Se eles não estiverem devidamente engajados, se não enxergarem perspectivas de carreira em sua empresa, alguém pode fazer uma bela oferta e “roubar” essa pessoa de você. Inclui-la em um plano de sucessão é reconhecê-la e, ao mesmo tempo, retê-la.

    Capacitação direcionada de posições chave 

    Um plano bem elaborado tem um foco apurado naquilo que realmente precisa ser desenvolvido no profissional. Dessa forma, ele busca aprofundar os conhecimentos e habilidades da pessoa, gerando mais valor e resultados para o negócio.

    Continuidade das estratégias macro do negócio

    Uma das maiores perdas da falta de um plano de sucessão é a interrupção de ações estratégicas. Em vários dos casos, apenas aquela pessoa conhecia bem o processo ou sabia de detalhes da estratégia e, quando ela se vai, leva consigo todas as informações. Na prática, tudo o que vinha sendo construído precisará voltar algumas etapas, às vezes até mesmo começar tudo de novo, desperdiçando tempo e recursos.

    Como vimos, a sucessão empresarial é uma prática que garante a longevidade de uma empresa. Por meio dela, a organização deixa de depositar todas as suas fichas em algumas pessoas e passa agir de forma preventiva e estratégica em relação ao seu futuro.

    Se você gostou desse conteúdo e precisa de apoio para implementar essa ou outras práticas de gestão empresarial, conheça as Soluções do Hub Sebrae.

  • Quais são as obrigações do MEI em Alagoas e porque ter atenção a elas

    Quais são as obrigações do MEI em Alagoas e porque ter atenção a elas

    Ser microempreendedor individual – MEI- é ser dono do próprio negócio formalizado. No entanto, é fundamental estar atento para as obrigações do MEI junto ao seu município e estado, a fim de evitar problemas que podem ir desde o acúmulo de uma dívida até mesmo à impossibilidade de funcionamento do estabelecimento.

    Neste artigo, vamos mostrar quais são as obrigações a que o MEI precisa se atentar, em especial no estado de Alagoas, e por que é tão importante que elas sejam cumpridas. Além disso, vamos dar algumas dicas práticas para que você se mantenha em dia com a legislação. Confira!

    Por que é tão importante estar atento às obrigações do MEI?

    Todas as empresas, de diferentes tamanhos e enquadramentos fiscais, devem cumprir uma série de exigências do governo para funcionarem. No caso do MEI, muitas delas são simplificadas, para estimular que as pessoas saiam da informalidade e gerem renda. Contudo, é preciso ter cuidado para cumpri-las corretamente.

    Caso o MEI não cumpra suas obrigações, ele está passível de diferentes tipos de punições, que vão desde o pagamento de multas até mesmo ao cancelamento do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ, que é uma ação irreversível. Sem o CNPJ, todos os direitos como Pessoa Jurídica são perdidos e o empreendedor fica impedido de exercer suas atividades comerciais.

    Quais são as obrigações do MEI em Alagoas?

    Para evitar problemas e seguir atuando tranquilamente, o MEI deve estar atento a uma série de obrigações, que variam conforme o município ao qual ele pertence. A seguir, listamos e explicamos sobre as principais delas, acompanhe.

    Pagamento mensal da guia DAS-MEI

    O pagamento da guia DAS-MEI deve ser realizado todos os meses, no dia 20 de casa mês, e refere-se ao pagamento dos tributos que incidem sobre o MEI. Ele é composto pelo pagamento ao Instituto Nacional do Seguro Social -INSS e ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS, no caso de comércios, e ao Imposto sobre Serviços de qualquer natureza- ISS no caso de prestadores de serviços. A guia pode ser emitida no PGMEI, que é o Programa Gerador de DAS MEI, da Receita Federal.

    Declaração anual de faturamento

    A DASN-SIMEI é a declaração anual de faturamento do MEI e deve ser emitida até o final do mês de maio de cada ano. Ela é o equivalente à declaração de imposto de renda para pessoas físicas, mas seu funcionamento é ainda mais simples.

    Por meio do site do SIMPLES Nacional, o empreendedor deve informar o total de seu faturamento no ano de referência, que não pode ultrapassar o teto estabelecido para aquele ano, e não é necessário pagar nada por isso. Caso o MEI perca o prazo, é cobrada uma multa de R$ 50,00.

    Alvarás e licenças de funcionamento

    Desde 01/09/2020 o MEI foi dispensado dos alvarás de licença e funcionamento, mas, para quem se formalizou antes dessa data, é preciso realizar uma atualização cadastral para solicitar a isenção.

    De toda forma, o empreendedor não está dispensado de cumprir com as exigências desses alvarás, portanto, está sujeito à fiscalização. O ideal é se informar sobre as obrigações específicas de sua atividade empresarial e de seu município em relação a questões ambientais, sanitárias e afins para evitar qualquer tipo de problema.

    Emissão de nota fiscal

    A nota fiscal é um instrumento de formalização das transações financeiras de uma empresa, que, no caso do MEI, só é obrigatória nas transações realizadas com outras empresas. Ou seja, nas vendas para pessoas físicas, o MEI não precisa emitir o documento, caso o cliente não exija.

    Registro de funcionário

    O MEI pode ter até um funcionário registrado, recebendo no máximo um salário mínimo ou o piso da categoria. O registro dessa pessoa deve seguir o trâmite normal de umacontratação e assinatura de carteira de trabalho, com todas as obrigações legais e fiscais.

    O mais indicado é que o empreendedor conte com o auxílio de um contador para cumprir com todas as exigências corretamente e evitar o pagamento de multas e a geração de passivos trabalhistas.

    Como evitar problemas com as obrigações do MEI?

    Como vimos até aqui, são várias questões a serem acompanhadas e com datas determindas e isso pode gerar uma certa confusão. Por isso, selecionamos algumas dicas muito valiosas para que você não se perca e tenha tudo sob controle.

    Anote os prazos de entrega das obrigações

    O atraso no pagamento das obrigações fiscais pode gerar a cobrança de multas, juros e até mesmo acarretar problemas mais graves junto à Receita Federal. Uma situação bastante comum acontece com empresários que não dão a devida importância para o pagamento das guias mensais por terem tanto o valor quanto os juros por atraso relativamente baixos, mas o problema é a bola de neve que se forma com o acúmulo de meses.

    Por isso, tenha uma agenda, física ou digital, onde possa anotar todas as datas de vencimentos de cada obrigação. Isso te ajudará a se planejar melhor para não perder nenhum prazo. Caso necessário, configure lembretes no celular ou na agenda do computador com alguns dias de antecedência, para que nada saia do seu radar. Manter-se em dia com as obrigações é fundamental para a saúde do negócio!

    Organize-se ao longo do mês e do ano

    Algumas das obrigações implicam em cálculos e envios de documentações, então é importante manter tudo bem organizado e com fácil acesso. O ideal é não deixar para fazer isso tudo de uma vez, mas sim manter uma rotina de organização diária.

    Tenha pastas de arquivos específicas para juntar os documentos digitais e cuide da conservação de notas fiscas, boletos e comprovantes de pagamentos físicos que possam ser relevantes para aquele ano fiscal.

    O mais importante é se atentar em relação ao faturamento, visto que, se ele for maior que o teto estabelecido, atualmente esse é R$ 81 mil ao ano, sua empresa passará por um desenquadramento do MEI. Isso significa que serão outros valores de recolhimento mensais, além de novos benefícios. Observando essa mudança a tempo, fica mais fácil se preparar para o crescimento do negócio e evitar problemas junto à Receita Federal.

    Busque ajuda de especialistas

    Em qualquer assunto que não for do seu domínio: busque ajuda! Muitas vezes o empreendedor está tão acostumado a ter que fazer tudo sozinho que se esquece de que ele pode contar com o apoio de outros profissionais para ajudá-lo. Isso vale tanto para a contratação de serviços, como os de contabilidade e jurídico, quanto para consultorias, como as que oferecemos no Sebrae.

    Agora que você já sabe quais são as obrigações do MEI e por que é tão importante estar atento a elas, basta seguir as dicas deste post para garantir que tudo correrá bem em seu negócio. Não se esqueça de manter uma agenda com todas as datas de obrigações importantes e não perca nenhum prazo!

    Se você é um Microempreendedor Individual e ainda tem muitas dúvidas sobre como gerenciar melhor o seu negócio, o Sebrae Alagoas pode ser o seu parceiro. Entre em contato pelo 0800 5700 800 e informe-se sobre nossos cursos, palestras e workshops.