Blog

  • Como consultar o faturamento do seu MEI em 6 passos!

    Como consultar o faturamento do seu MEI em 6 passos!

    Você sabe como consultar o faturamento do MEI? Antes de qualquer coisa, é importante explicar que o faturamento do MEI é a receita bruta anual que um Microempreendedor Individual pode obter em seu negócio. Atualmente, o limite máximo de faturamento anual do MEI é de R$ 81.000,00. Esse valor inclui todas as vendas de produtos e prestação de serviços realizados pelo MEI ao longo do ano.

    É importante destacar que o faturamento do MEI é um dos critérios para manter o registro ativo e regularizado. Neste artigo, vamos falar mais sobre esse assunto. Acompanhe!

    Como consultar o faturamento do seu MEI

    Para consultar o faturamento do seu MEI, você pode seguir os passos abaixo:

    • acesse o Portal do Empreendedor;
    • clique em “Já sou MEI” e faça o login usando o seu CPF e senha;
    • na página inicial, clique em “Simei – Serviço de Apoio ao Microempreendedor Individual”;
    • selecione a opção “Consulta de Situação Fiscal”;
    • na página seguinte, escolha o ano que deseja consultar e clique em “Pesquisar”;
    • será exibido o valor total do seu faturamento anual.

    Você também pode consultar o faturamento do seu MEI por meio do aplicativo “Meu Negócio em Dia”, disponível para download gratuito na App Store e no Google Play. Basta fazer o login com seus dados de acesso do Portal do Empreendedor e selecionar a opção “Faturamento”.

    Como calcular o limite da sua empresa

    O limite do MEI é o valor máximo de faturamento anual permitido para que o empreendedor possa permanecer enquadrado no regime simplificado e manter seu registro ativo. O cálculo do limite do MEI é muito simples, você só precisa somar as receitas de todos os meses do ano.

    É importante ressaltar que o MEI não pode ultrapassar o valor de R$ 81.000,00 de faturamento por ano. Ou o equivalente aos meses de atividade do negócio no ano de sua abertura.

    E se houver pendências, como regularizá-las?

    Para regularizar as pendências em relação ao DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), o MEI deve seguir os seguintes passos:

    • acessar o Portal do Simples Nacional (www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/) e fazer login utilizando o CNPJ e a senha do MEI;
    • verificar quais são as pendências relacionadas ao pagamento do DAS, no Relatório de Situação Fiscal;
    • gerar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) em atraso, acessando a opção “Emitir Guia de Pagamento (DAS) MEI” no menu principal;
    • pagar o DAS em atraso com os acréscimos legais de juros e multas, que serão calculados automaticamente ao gerar o documento.

    Em caso de dúvidas ou problemas para regularizar as pendências, o MEI pode buscar atendimento presencial em uma unidade da Receita Federal ou buscar ajuda nos canais de atendimento disponibilizados no Portal do Simples Nacional. Mantenha as suas obrigações fiscais em dia para evitar multas e sanções, além de garantir os benefícios do regime simplificado de tributação.

    Agora você já sabe como consultar o faturamento do MEI? É importante lembrar que ultrapassar o limite de faturamento do MEI pode implicar em multas e na perda dos benefícios desse regime simplificado, como a isenção de algumas taxas e a tributação simplificada.

    Ainda tem dúvidas sobre as obrigações do MEI? Acesse este artigo e fique por dentro do assunto!

  • Confira 6 dicas essenciais para inovação em produto

    Confira 6 dicas essenciais para inovação em produto

    Inovar deixou de ser um diferencial e, ao longo das últimas décadas, tornou-se uma necessidade para a saúde e o crescimento dos negócios. E isso não é uma exclusividade das grandes empresas, os pequenos negócios dos mais diversos setores estão sendo impactados pela tecnologia e pela inovação diariamente.

    Diante disso, como é possível fazer sua empresa se destacar, crescer e alcançar novos mercados? Há vários caminhos e um dos mais seguros é a inovação em produto. Por isso, vamos conversar sobre esse tema, mostrar como funciona, as vantagens e como colocar em prática na sua empresa. Acompanhe!

    O que é e como funciona a inovação em produto

    Mais que um conceito, tem-se aqui uma maneira de pensar e entender toda a cadeia produtiva e as relações do negócio. E é por meio dos produtos e dos serviços que tudo isso se materializa. Portanto, a inovação em produto é a forma mais tangível de fazer chegar ao consumidor as transformações, os avanços e novidades que seu negócio vivencia.

    Ela se dá por meio do aperfeiçoamento de produtos e soluções, do surgimento de novos modelos, novas invenções e podemos dizer até pioneirismo na chegada de novas opções ao mercado. Como exemplos temos o primeiro carro desenvolvido, a primeira empresa que resolveu atender clientes por telefone, o primeiro serviço de streaming, a marca que decidiu iniciar a produção de cosméticos veganos e muitos outros.

    Como a inovação em produto leva sua empresa a novos mercados

    A inovação é um investimento de alto retorno para as organizações e isso vai além do aumento da receita e da lucratividade. Ela coloca o negócio em outro patamar e um dos resultados mais relevantes disso é a expansão para novos mercados.

    Selecionamos fatores decorrentes da inovação, que tornam possível esse crescimento, confira:

    • atendimento a mais demandas e necessidades do consumidor;
    • oferta de soluções que abrangem outros perfis de cliente;
    • fortalecimento da marca;
    • otimização de processos e de matérias-primas;
    • evolução da cultura organizacional e aproximação de pautas importantes, como agenda ESG;
    • obtenção de mais um forte diferencial competitivo.

    Hora de realizar: veja como implantar a inovação em produto no seu negócio

    Agora que você já está familiarizado com a ideia da inovação em produto, o próximo passo é saber como levá-la para sua empresa, levando-se em conta as características, necessidades e condições do seu negócio. Confira a seguir.

    1. Esteja sempre por dentro das tendências para o futuro

    O mundo está se transformando a todo instante, novos padrões, profissões e necessidades já se desenham e impactam diretamente no mercado de trabalho, nas empresas e na oferta de produtos e serviços, não é mesmo?

    Então, você tem aí uma fonte riquíssima a ser explorada na busca por ideias disruptivas e ações inovadoras. É muito importante acompanhar tudo o que surge, ficar por dentro de cada nova etapa da transformação digital e seguir a movimentação da sociedade e do mercado. Dessa maneira, você estará um passo à frente no que diz respeito ao desenvolvimento de produtos e serviços inovadores.

    2. Tenha em mente as necessidades das pessoas

    Um excelente parâmetro e fonte de inspiração para novas ideias é acompanhar o comportamento do consumidor. Desse modo, você consegue identificar as chamadas “dores” das pessoas a quem você atende (ou deseja atender) e a partir desse conhecimento desenvolver soluções inovadoras para suprir uma demanda que já existe.

    Para isso, pesquise, converse com seu cliente, se informe, busque dados e esteja sempre em contato com os consumidores.

    3. Avalie o momento da empresa

    Por mais atraente que seja inovar, você precisa entender os impactos disso para o seu negócio. Afinal, lançar um novo produto no mercado está longe de ser fácil e requer planejamento, como mostraremos mais adiante, na dica número seis.

    Então, antes de partir para a ação, faça um diagnóstico do presente momento da sua empresa, considerando a disponibilidade de recursos, os objetivos, as características do negócio, a missão e sim, os valores também. A partir dessa análise, você entenderá se a empresa está pronta para inovar.

    4. Envolva os colaboradores no processo de inovação em produto

    Pensar em conjunto é sempre uma boa alternativa para quando queremos encontrar novas soluções. Por que não dividir esse projeto com os colaboradores? Pode estar certo de que eles, que lidam o tempo todo com o produto da sua empresa, estão cheios de ideias e insights que podem ser o caminho para a inovação.

    Além disso, é uma maneira de reconhecer o valor da equipe e aumentar o senso de pertencimento e o engajamento dos colaboradores. Organize a rotina da empresa para incluí-los nessa missão.

    5. Abra a mente

    Se você quer criar algo diferente ou inserir novidades em algo que já existe, não vai conseguir isso com a mesma lógica de pensamento e repetindo padrões. É preciso soltar as amarras, arriscar nas ideias, dar espaço para que seu pensamento flua, por mais estranho que ele possa parecer.

    Propostas como drones, carros automáticos, energia sustentável, home office e outros já pareceram absurdas, não é mesmo? Lembre-se disso todas as vezes que tentar podar sua imaginação ou cair em velhos clichês.

    6. Planeje a jornada da inovação em produto

    O processo de inovação deve ser muito bem desenhado, para que a empresa possa de fato se preparar para todos os possíveis resultados. Afinal, lançar um novo produto, melhorias e transformações envolve riscos e como se trata de algo a ser experimentado pode ser um grande sucesso logo no início, assim como pode não ser simples a entrada no mercado.

    Por isso, mapeie todas as etapas, os riscos e oportunidades, os recursos necessários, as ações e os indicadores para avaliar cada passo. Assim você tem um processo de inovação em produto estruturado e rentável.

    Portanto, podemos considerar a inovação como impulso e sustentação para as atividades atuais e para o mercado do futuro (que já se desenha hoje). Nessa lógica, está a inovação em produto, que, como vimos, vem em decorrência de transformações na cultura da empresa e na forma de entender e gerenciar sua cadeia produtiva. O que envolve o aperfeiçoamento constante de todas as esferas do negócio.

    Sendo assim, recomendamos a você a leitura do artigo Dicas para Implantar Melhoria de Processos, no qual discutimos e apresentamos soluções viáveis para a realidade da sua empresa.

  • Inovação nos negócios: 3 dicas para adotar na sua empresa

    Inovação nos negócios: 3 dicas para adotar na sua empresa

    Inovação nas empresas é o processo de introduzir novas ideias, produtos, serviços ou processos que geram valor para a organização e seus clientes. Ela pode ser alcançada por meio da pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, da melhoria de processos existentes, da criação de novos modelos de negócios ou da adoção de práticas mais eficientes e sustentáveis.

    A inovação é fundamental para manter a competitividade no mercado e atender às demandas em constante mudança dos consumidores. Empresas inovadoras geralmente têm uma cultura de experimentação e aprendizado contínuo, incentivando a criatividade e o pensamento fora da caixa.

    Quer entender mais sobre o tema e saber como aplicar a inovação em seu negócio? Continue a leitura deste artigo até o final!

    Qual a importância da inovação nas empresas?

    A inovação é fundamental para a sobrevivência e crescimento das empresas no mundo atual. Ela permite que as organizações criem valor para seus clientes, aumentem sua eficiência operacional e se adaptem às mudanças no mercado e na tecnologia.

    Além disso, ela garante outros benefícios, como:

    • competitividade: empresas inovadoras têm uma vantagem competitiva sobre as que não inovam, pois são capazes de oferecer produtos e serviços melhores e mais eficientes que atendem às necessidades dos clientes;
    • crescimento: a inovação pode ajudar as empresas a expandir seus negócios, entrar em novos mercados e diversificar sua oferta de produtos e serviços;
    • eficiência operacional: por meio dela, é possível que as empresas otimizem seus processos e operações, aumentando sua eficiência e reduzindo custos;
    • sustentabilidade: a inovação auxilia as empresas na adoção de práticas mais sustentáveis, reduzindo seu impacto ambiental e melhorando sua imagem perante os consumidores;
    • atração e retenção de talentos: empresas inovadoras geralmente atraem e retêm talentos mais qualificados, pois oferecem um ambiente de trabalho desafiador e estimulante.

    Como inovar no meu negócio?

    Agora, a dúvida que não quer calar: como inovar no meu negócio? Como oferecer algo novo aos meus clientes? Para ajudar você nessa missão, separamos alguns passos considerados indispensáveis para garantir a inovação na sua empresa. Vamos lá?

    1. Cultive uma cultura de inovação

    Isso pode ser feito incentivando a criatividade, o pensamento crítico e a experimentação. Reconheça e recompense as ideias inovadoras dos funcionários e crie um ambiente onde todos se sintam confortáveis em compartilhar suas ideias.

    2. Ouça seus clientes

    Muitos empreendedores erram nesse momento porque esquecem de entender o seu público. Seus clientes são uma fonte valiosa de feedback e ideias para inovação. Ouça suas necessidades e opiniões e crie produtos e serviços que atendam às suas necessidades.

    3. Mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado e da tecnologia

    O mercado muda constantemente e a tecnologia, por sua vez, cresce de maneira exponencial. Por isso, esteja sempre atento às tendências e esteja disposto a adaptar seus produtos e serviços para atender às demandas em constante mudança dos consumidores.

    A inovação nas empresas é essencial para chamar a atenção do seu potencial cliente e fazer com que ele note o seu produto ou serviço. Oferecer “mais do mesmo” faz com que você fique para trás da concorrência e perca espaço no mercado.

    Por falar nisso, você sabe qual é o papel da inovação em um mercado competitivo? Explicamos tudo para você aqui!

  • Entenda a importância do gerenciamento financeiro do negócio

    Entenda a importância do gerenciamento financeiro do negócio

    Gerenciamento financeiro é um assunto importante para qualquer negócio — seja ele pequeno, médio ou grande. Afinal, entender os fluxos de caixa e controlar as finanças de uma empresa influenciam diretamente no seu sucesso.

    Ele é responsável por todos os processos relacionados aos recebimentos, despesas e gastos, como a gestão orçamentária, controle de contas a pagar e receber, além da liquidez do caixa. Com a correta gestão dos aspectos financeiros é possível tomar decisões acertadas sobre investimentos e melhorar o desempenho do seu negócio.

    Neste artigo, vamos falar sobre a importância do gerenciamento financeiro e como fazê-lo na prática, com dicas bem valiosas. Acompanhe.

    Qual a importância do gerenciamento financeiro para o negócio?

    Pode parecer óbvio que o gerenciamento financeiro é um fator relevante para qualquer empresa, mas é importante entender o como. Por isso, trouxemos alguns dos principais impactos.

    Planejamento futuro

    Gerenciar adequadamente os seus recursos é essencial para que sua empresa possa crescer com sucesso. Por esse motivo, o planejamento dos próximos meses utiliza uma análise detalhada da situação atual da empresa, visando o controle dos fluxos de caixa antecipadamente. Uma série de indicadores podem ser monitorados com frequência, tais como margens de lucro, receita, despesas e investimentos previstos.

    Controle dos gastos e recebimentos

    Gerenciar os gastos e recebimentos de uma empresa mantém o negócio saudável e lucrativo. Uma das principais vantagens do monitoramento dos saldos bancários é a previsibilidade que ele oferece às empresas sobre sua saúde financeira atual e futura.

    Cabe ressaltar que o fluxo de caixa afeta o rendimento da empresa e é o controle adequado das entradas e saídas que permitirá uma melhor análise do cenário tanto no curto quanto no médio e longo prazos.

    Análise das movimentações

    Um gerenciamento financeiro eficaz tem total controle sobre as movimentações que envolvem o dinheiro da empresa. Isso se aplica tanto a questões cotidianas, como a compra de insumos para a produção quanto a questões mais pontuais e estratégicas, como a compra de maquinários mais caros. A análise de tudo isso ajuda a garantir a realização de bons investimentos, redução no custo de produção e maior eficiência operacional.

    Como fazer o gerenciamento financeiro na prática?

    O gerenciamento financeiro é um conjunto de ações que demanda a gestão de várias frentes simultaneamente. Um bom começo é familiarizar-se com o vocabulário específico da área, pois muitos termos farão parte do seu cotidiano, tais como:

    • capital de giro – que é o valor disponível de imediato para questões cotidianas;
    • fluxo de caixa – que é a movimentação de entradas e saídas de dinheiro;
    • ativos – que são os bens e direitos da empresa;
    • passivos -que são as obrigações financeiras da empresa;
    • faturamento – que é o montante total arrecadado;
    • liquidez- que é a acessibilidade ao dinheiro.

    Outra providência importante é revisar os processos, principalmente os operacionais, para entender quais são seus gargalos e acertos para buscar o aprimoramento constante. A implementação de ferramentas, como: planilhas, softwares de gestão financeira e operacional podem contribuir no aumento dessa eficiência.

    Por fim, o apoio de alguma fintech pode ser um grande diferencial. Atualmente, muitas empresas desse tipo têm ajudado pequenos empreendedores com diferentes soluções, que vão desde um sistema de gestão financeira até linhas de crédito especiais. Lembrando que tudo deve ser avaliado com cautela.

    Como vimos, o gerenciamento financeiro é um importante fator para o sucesso de um negócio. Cuidando bem dele, a sua empresa terá melhores chances de crescer e se destacar no mercado.

    Se você gostou do conteúdo e quer saber mais sobre esse assunto, aproveite o curso online Gestão Financeira.

  • 4 principais indicadores de negócio que o MEI deve acompanhar

    4 principais indicadores de negócio que o MEI deve acompanhar

    Ao contrário do que muitos empreendedores pensam, calcular e acompanhar os indicadores de negócio não é uma tarefa complicada. Aliás, é uma forma eficiente de ter uma visão ampla do empreendimento e, assim, tomar decisões estratégicas e baseadas em dados concretos para alcançar os objetivos da empresa.

    Tais indicadores são números que apontam o desempenho de um negócio. Para isso, levam em consideração dados financeiros, de vendas, de produção, entre outros. Com eles, é possível reconhecer pontos fortes e fracos e, assim, implementar ações de melhorias.

    Por serem ferramentas indispensáveis, nós listamos os principais indicadores de negócio que um MEI deve acompanhar. Confira quais são!

    1. Receita Bruta

    Esse é um dos indicadores de negócio mais objetivos, pois é o total de dinheiro que uma empresa recebe vendendo seus produtos ou serviços. Para calcular essa métrica, é preciso somar os valores de todas as vendas realizadas em um determinado período.

    É importante destacar que essa métrica não inclui descontos, impostos ou outras deduções, apenas o valor bruto das vendas. Assim, a Receita Bruta ajuda o MEI a entender a saúde financeira do negócio e a planejar as ações de maneira mais eficiente.

    Além disso, esse dado é importante para realizar a Declaração Anual de Faturamento do MEI, documento que deve ser enviado todos os anos para a Receita Federal, seu prazo de envio é até o dia 31 de maio.

    2. Margem de Lucro Líquida

    Essa métrica é o percentual do lucro que uma empresa obtém sobre sua Receita Bruta. Ela é calculada subtraindo todos os custos operacionais, incluindo despesas gerais, impostos e outros gastos, do valor total da Receita Bruta.

    Então, para calcular a Margem de Lucro Líquida (ML), é só dividir o Lucro Líquido (LL) pela Receita Bruta (RB). Em seguida, multiplique o resultado por 100. Assim, você conseguirá avaliar a rentabilidade da sua empresa e a sua capacidade de gerar lucro a partir das suas vendas.

    Margem líquida = Lucro líquido após os impostos / Receita total x 100.

    3. Ticket Médio

    Trata-se da média do valor de cada compra realizada pelos clientes de uma empresa. Desse modo, o Ticket Médio é importante para avaliar a estratégia de preço e a eficiência das vendas. Para calculá-lo, basta dividir o valor total das vendas pelo número total de compras realizadas durante um determinado período.

    Vale lembrar que esse indicador de negócio pode ser influenciado por vários fatores, como a estratégia de preços, oferta de produtos e serviços, estratégia de marketing e satisfação dos clientes.

    4. Liquidez Corrente

    Esse é um indicador que mede a capacidade de uma empresa de pagar suas dívidas de curto prazo com seus ativos correntes. É uma medida importante de solvência financeira da empresa. Então, para calculá-la, basta dividir o ativo corrente (que inclui caixa, contas a receber e estoques) pelo passivo corrente (dívidas de curto prazo, como empréstimos e contas a pagar).

    Liquidez corrente = ativo circulante / passivo circulante

    O resultado é uma razão que indica a capacidade do seu negócio de cobrir suas obrigações imediatas. Uma Liquidez Corrente saudável é indicativo de que a empresa está financeiramente estável e tem uma margem de segurança para lidar com imprevistos.

    Como você viu, os indicadores de negócio são ferramentas fundamentais para que o MEI consiga melhorar a gestão da empresa. Como são cálculos fáceis e apontam informações valiosas, não deixe de acompanhar tais resultados.

    Quer mais dicas de gestão para impulsionar seu negócio? Então, confira as soluções que o Hub Sebrae tem para você!

  • Quais os tipos de fintechs e o papel nas finanças da empresa

    Quais os tipos de fintechs e o papel nas finanças da empresa

    Empreender é um grande desafio, que requer planejamento e conhecimento para tirar o projeto do próprio negócio do papel. Parte dessa iniciativa depende de recursos que possibilitam a gestão financeira da empresa. É nesse sentido que os mais diversos tipos de fintechs podem ser aliados do empreendedor.

    Já que nós conhecemos bem a importância desses recursos, decidimos explorar esse tema e desenvolver este conteúdo para você. Continue lendo para conhecer todos os detalhes!

    O que é fintech?

    De forma simples, o termo fintech surgiu a partir da junção das palavras finance e technology, em inglês. Nos últimos anos, essa expressão passou a representar as empresas do mercado financeiro que investem pesado em tecnologia e na melhoria da experiência do cliente.

    A sua popularidade vem crescendo devido às soluções simples e acessíveis desenvolvidas por startups que prosperam no meio digital. Além de recursos criados para pessoa física, existem exemplos voltados para empreendedores.

    Quais são os tipos de fintech?

    Tudo o que você procura, em uma instituição financeira, pode ser encontrado nas principais fintechs em operação no mercado. Com soluções cada vez mais competitivas, há um grande número de empreendedores que preferem a comodidade e a simplicidade dessas empresas.

    Banco digital

    Esse é um serviço de que você certamente já ouviu falar. Buscando expandir as soluções dos bancos tradicionais, as fintechs oferecem conta corrente, cartão de crédito e soluções de pagamento.

    Tudo isso é fornecido de forma gratuita ou com excelentes condições. Alguns exemplos são o Banco Inter, o Nubank ou o C6 Bank.

    Seguro

    Seguradoras oferecem um serviço sólido e necessário para proteger o patrimônio de seus clientes. A inovação nesse mercado fica por conta da diversidade de opções e novos produtos, que atraem um público que, até então, não recebia foco.

    Com essas mudanças, todo o fluxo é otimizado, e os segurados têm a oportunidade de:

    • simplificar o processo de contratação;
    • agilizar o pagamento e o início da cobertura;
    • tratar sinistros online;
    • personalizar a apólice de acordo com as necessidades.

    Essa disponibilidade também vale para pequenas empresas, que podem ser atendidas por fintechs como Youse e Bidu.

    Crowdfunding

    Esse conceito é muito interessante, pois inova na forma como o financiamento é realizado. Inclusive, embora seja uma maneira de obter recursos, o crowdfunding não é uma forma de empréstimo.

    Nesse caso, apoiadores podem fazer doações para subsidiar projetos e iniciativas atrativas. Dessa forma, empresas que têm uma ideia inovadora podem receber esse tipo de aporte para iniciar ou ampliar as suas atividades. Os interessados podem buscar esse apoio em sites como Benfeitoria e Catarse.

    Nós sabemos como os investimentos em soluções financeiras podem afetar o orçamento, por isso, conhecer mais sobre os tipos de fintech pode ser um diferencial. Portanto, dedique tempo para identificar qual empresa é compatível com o seu negócio e quais serviços podem melhorar o processo de gestão.

    Como um de nossos objetivos é trazer tecnologia e inovação para as empresas, queremos apresentar o Hub Sebrae. Esse é nosso canal de consultoria completo para apoiar empreendedores como você. Será um prazer ajudá-lo!

  • O que são fintechs e quais as suas principais vantagens

    O que são fintechs e quais as suas principais vantagens

    Entender o que são fintechs é muito importante. Afinal, esse tipo de empreendimento tem como objetivo tornar o setor financeiro mais acessível, ágil e eficiente para o usuário. Isso porque são capazes de oferecer soluções financeiras inovadoras, personalizadas e altamente disponíveis.

    Desse modo, as fintechs se caracterizam por oferecer serviços financeiros digitais, como pagamentos, transferências, investimentos e empréstimos. Utilizando tecnologias inovadoras, como inteligência artificial e sistemas automatizados, resolvem problemas de forma simples e dinâmica.

    Quer saber mais sobre o assunto? Então, acompanhe o post até o final para entender o conceito, a diferença com as instituições tradicionais e suas vantagens.

    O que são fintechs?

    Esse novo tipo de modalidade financeira se refere a empresas que utilizam tecnologia para inovar e melhorar serviços financeiros. Elas surgiram com a finalidade de tornar o setor mais acessível, eficiente e ágil para o usuário.

    Em outras palavras, as fintechs oferecem serviços financeiros exclusivamente digitais. Isso inclui pagamentos, transferências, investimentos, empréstimos, entre outros.

    Além disso, disponibilizam processos automatizados que tornam a experiência do usuário mais simples e intuitiva. Aliás, a abordagem mais flexível e inovadora das fintechs também é uma de suas características principais. Dessa forma, gera grandes benefícios aos clientes de forma ativa e direta.

    Qual a diferença entre fintechs e instituições financeiras tradicionais?

    As fintechs e as instituições financeiras tradicionais têm diferenças significativas em termos de abordagem, tecnologia e serviços oferecidos.

    Como já comentamos, as fintechs são empresas relativamente novas e se diferenciam pela utilização intensa da tecnologia. Com o uso de aplicativos e plataformas digitais, tornam sua utilização mais acessível, prática, rápida e confortável aos usuários.

    Por outro lado, as instituições financeiras tradicionais, têm uma abordagem mais conservadora e apresentam uma estrutura mais rígida. Como exemplo temos os requisitos de crédito mais rigorosos e uma estrutura de processos mais burocrática. Ainda há o fato de que muitas têm apenas presença física, o que geralmente não ocorre com as fintechs.

    Quais as vantagens de se optar por uma fintech?

    Estamos vivendo em um momento da história no qual tudo precisa ser rápido e otimizado. Burocracias e filas não cabem mais no nosso dia a dia. E isso já pode ser considerada coisa do passado com a chegada das fintechs. Porém, não é a única vantagem que elas apresentam. A seguir, confira os benefícios mais importantes da sua utilização.

    Conveniência

    Essas empresas estão disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana. Isso significa que você pode realizar transações a qualquer momento, de onde estiver. Basta estar conectado à internet.

    Assim, você não precisa se deslocar até uma agência ou esperar horários determinados para realizar suas operações financeiras. Além disso, as fintechs oferecem aplicativos para celulares. Desse modo, você pode acessar suas contas e fazer movimentações em qualquer lugar.

    Processos mais rápidos

    Com a tecnologia aplicada, os processos são mais rápidos e simples, sem a necessidade de comparecimento pessoal a uma agência bancária. Logo, você pode realizar transações financeiras, como transferências, pagamentos e solicitações de empréstimos, em questão de apenas alguns minutos.

    Ainda, as fintechs também costumam oferecer processos de verificação e aprovação mais rápidos do que as instituições tradicionais.

    Outra vantagem dos processos mais rápidos é a redução de erros e a facilidade de correção de problemas. Com a automação de processos e a tecnologia avançada, as fintechs conseguem garantir uma maior precisão e agilidade nas transações.

    Personalização

    Essas novas financeiras são capazes de oferecer soluções personalizadas de acordo com as necessidades específicas dos clientes. Isso demonstra que estão mais dispostas a entender e atender às demandas individuais, o que é muito melhor do que oferecer soluções genéricas e padronizadas para todos os usuários.

    A propósito, algumas fintechs usam Big Data para personalizar ofertas de empréstimos ou investimentos de acordo com o perfil de cada cliente. Outra forma de personalização é a possibilidade de criar objetivos financeiros específicos. Com isso, são capazes de fornecer e receber sugestões e recomendações personalizadas para alcançá-los.

    Maior segurança

    As fintechs investem muito em tecnologias de segurança avançadas para proteger as informações financeiras dos clientes. Isso inclui criptografia de dados, autenticação de usuários multifator e monitoramento constante para detectar e prevenir fraudes. Há ainda licenças regulatórias rigorosas, o que aumenta a proteção.

    Dessa forma, os usuários podem ter a tranquilidade de saber que suas informações financeiras estão seguras nas mãos de uma empresa confiável.

    Experiência de usuário melhorada

    Com a tecnologia aplicada, a interface é mais intuitiva e fácil de usar, tornando a experiência do cliente mais agradável.

    Com isso, é fácil se adaptar ao novo modo de lidar com bancos onde as fintechs entregam agilidade e conveniência. Além disso, o atendimento 24 horas facilita o dia a dia daquelas pessoas que por qualquer motivo não poderiam comparecer em horário comercial a agências tradicionais.

    Em outras palavras, as startups financeiras estão melhorando a forma como as pessoas lidam com questões financeiras, tornando tudo mais simples e agradável.

    Tarifas mais acessíveis

    Outro ponto muito importante é que grande parte das fintechs oferecem tarifas mais baixas em comparação às das instituições financeiras tradicionais, representando uma economia significativa para o cliente. Além disso, algumas delas também oferecem serviços financeiros gratuitos, o que é uma grande vantagem adicional.

    A redução de custos é uma das principais motivações para a escolha de fintechs, especialmente para pessoas com menos recursos financeiros. Afinal, para muitos clientes, a economia com despesas é um fator importante na escolha.

    Por não precisar tanto de espaço físico quanto agências tradicionais, as fintechs conseguem oferecer essas facilidades como taxas e juros menores. Como resultado, não há um repasse de gastos para o usuário.

    Agora que você entendeu o que são fintechs, percebeu que são empresas financeiras inovadoras que utilizam tecnologia para oferecer soluções financeiras eficientes e acessíveis. Ao optar por uma empresa dessa modalidade, é possível aproveitar essas vantagens e ter acesso a soluções financeiras modernas e inovadoras. Logo, optar por uma fintech significa optar por alternativas mais atraentes e econômicas para você.

    Quer saber mais sobre finanças e as novidades do setor? Então, confira as soluções propostas no Hub Sebrae.

  • 4 indicadores de negócios e como podem ser analisados

    4 indicadores de negócios e como podem ser analisados

    Indicadores de negócios são métricas ou números usados para avaliar o progresso de uma empresa em relação aos seus objetivos. Para isso, eles incluem dados financeiros, de produção, de satisfação do cliente, entre outros.

    Desse modo, permite que o gestor acompanhe o seu desempenho ao longo do tempo, identifique os pontos fortes e fracos, aloque recursos de forma mais eficiente e tome decisões mais assertivas e baseadas em dados concretos.

    Ou seja, são ferramentas indispensáveis para conduzir um negócio rumo ao seu crescimento. Por esse motivo, nós listamos os 4 mais importantes. Confira!

    1. Lucratividade

    Esse é um dos indicadores de negócios mais utilizados, especialmente na hora de traçar estratégias para aumentar a rentabilidade de uma empresa. A lucratividade de um negócio é medida pela relação entre o lucro e as receitas. Então, é expressa como uma porcentagem e indica se a empresa está realmente gerando lucro ou prejuízo.

    Para calcular a lucratividade, basta subtrair as despesas operacionais totais (como custos de produção, salários, aluguel, entre outros) das receitas totais. O resultado é o lucro bruto. Em seguida, é preciso subtrair os impostos e outras despesas não operacionais para chegar ao lucro líquido.

    Por fim, a lucratividade líquida é calculada dividindo o lucro pelas receitas totais e multiplicando por 100 para obter a porcentagem. Então, a fórmula é a seguinte:

    Lucratividade = (lucro líquido / receita total) x 100

    2. Ticket médio

    Trata-se da média do valor gasto por compra ou transação em uma empresa. Sendo assim, é uma importante métrica para avaliar o desempenho de um negócio e determinar estratégias de preços e vendas.

    Para calcular o ticket médio, basta dividir o total de receita pelo número de transações feitas, seguindo a fórmula:

    Ticket médio = receita total / nº de vendas

    Por exemplo, se uma empresa teve receita de R$ 12.000 em 146 transações, seu ticket médio é de R$ 82,19.

    Acompanhar esse indicador permite avaliar a eficiência das estratégias de vendas, identificar oportunidades de up selling e ajustar preços para aumentar a lucratividade.

    3. Retorno sobre o Investimento — ROI

    Esse indicador de negócios avalia o sucesso de um investimento. Isto é, ajuda a determinar se um investimento é vantajoso e a comparar diferentes opções para escolher a melhor. Ainda, é usado para verificar a eficiência de gestão dos investimentos a longo prazo.

    Então, é muito utilizado para calcular a rentabilidade de investimentos em projetos, ações, imóveis, entre outros. Para isso, o ROI mostra quanto de retorno é obtido em relação ao valor investido.

    Para calculá-lo, basta dividir o lucro obtido com o investimento pelo valor investido e, em seguida, multiplicar o resultado por 100.

    Então, utilizamos a seguinte fórmula:

    ROI = [(ganho obtido – custo do investimento) / custo do investimento] x 100

    Por exemplo: se você investiu R$ 10 mil na compra de um novo maquinário e, com isso, obteve um lucro de R$ 15 mil, teremos:

    ROI = [(15.000,00 – 10.000,00) / 10.000,00] x 100 = 50% de lucro sobre o investimento feito.

    4. Turnover

    Essa métrica aponta a frequência com que os funcionários saem de uma empresa e são substituídos por novos colaboradores em um determinado período. É um indicador importante para avaliar a satisfação dos colaboradores.

    Para calcular a taxa de turnover, divida o número de saídas de funcionários durante um período determinado pelo número total de funcionários no início do mesmo período. Então, utilizamos a seguinte fórmula:

    Turnover = nº total de desligados / nº total de funcionários no mesmo período

    A taxa é medida em porcentagem e está elevada pode indicar problemas com a cultura da empresa, remuneração insuficiente ou falta de oportunidades de crescimento profissional.

    Portanto, acompanhar os indicadores de negócios é a maneira mais eficaz de medir o desempenho da sua empresa, identificar pontos de melhoria e, em seguida, traçar estratégias para melhorar tais métricas. Para escolher a melhor, é preciso levar em consideração as necessidades e especificidades do seu negócio.

    Quer saber mais sobre gestão? Então, siga o Sebrae nas redes sociais e acompanhe as nossas publicações. Estamos no Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn e YouTube.

  • Planejamento financeiro para MEI: 4 dicas de como realizar

    Planejamento financeiro para MEI: 4 dicas de como realizar

    Se você é um Microempreendedor Individual, sabe o quanto é difícil ter que lidar com tanta coisa ao mesmo tempo para conseguir manter um negócio rentável. Por isso, o planejamento financeiro para MEI é essencial para as pessoas que têm uma pequena empresa ou que trabalham de forma autônoma. Afinal, é ele que garante o equilíbrio das contas e a devida preparação para evitar problemas e aproveitar oportunidades no futuro.

    Neste artigo, vamos explicar o que é o planejamento financeiro, com foco nas necessidades e características do MEI, além de apresentar 4 dicas valiosas para que você possa manter as suas finanças em dia. Confira!

    O que é planejamento financeiro para MEI?

    O planejamento financeiro para MEI consiste em um conjunto de providências que devem ser cumpridas tomando como base um ambiente de informações, avaliando alternativas e decidindo sobre os melhores caminhos a seguir para alcançar resultados satisfatórios financeira e tributariamente para o microempreendedor individual.

    O planejamento financeiro tem por objetivo principal a preparação do empreendedor para tomar as melhores decisões relativas às finanças do seu negócio. Ele envolve diversas etapas, desde a análise da situação atual à projeção da receita e dos gastos futuros.

    Como realizar um planejamento financeiro eficiente para MEI?

    Um bom planejamento financeiro é a chave para o sucesso de qualquer negócio, por isso trouxemos 4 dicas que se aplicam muito bem ao perfil do MEI.

    1. Acompanhe diariamente o fluxo de caixa

    O fluxo de caixa representa a movimentação de entradas e saídas de dinheiro na empresa, ou seja, todas as compras e vendas realizadas no dia. É fundamental que ele seja acompanhado e conferido diariamente para que possíveis deslizes sejam identificados o quanto antes, evitando que a inconsistência vire uma bola de neve no final do mês.

    2. Tenha capital de giro sempre disponível

    O capital de giro é aquela quantia de dinheiro necessária para realizar as atividades do cotidiano da empresa. Se você trabalha com confeitaria, por exemplo, precisa comprar ingredientes, utensílios, embalagens e demais coisas que permitirão a produção dos pedidos. Sem capital de giro, seu negócio pode estagnar, perder boas oportunidades de vendas e até mesmo se envolver em dívidas.

    3. Separe as finanças pessoais da empresa

    A separação das finanças pessoais das finanças da empresa é fundamental para a saúde financeira de ambas as partes. Uma prática indispensável nesse sentido é o pagamento de um pró-labore, que nada mais é do que o seu salário. Ter esse valor definido ajuda a manter um controle maior sobre a separação das finanças.

    Pode parecer uma coisa pequena, mas ter as finanças misturadas impede a visualização da rentabilidade real do negócio e, sem isso, fica muito mais difícil planejar o seu crescimento.

    4. Prepare-se para diferentes cenários

    Um bom planejamento financeiro deve prever diferentes cenários, desde o mais otimista até o mais pessimista. Isso permite que o empreendedor esteja pronto tanto para evitar prejuízos diante de uma situação negativa quanto para aproveitar uma excelente oportunidade que venha a aparecer.

    Gerenciar seu orçamento como um MEI é essencial para o sucesso de qualquer negócio. Ter um plano financeiro que é acompanhado e rigorosamente cumprido, garante que todas as suas necessidades básicas sejam atendidas de forma consistente sem acumular dívidas desnecessárias.

    Além disso, ter controle sobre o orçamento oferece a você uma melhor visão do seu negócio, pois estabelece limites claros entre despesas fixas e variáveis e quantidades disponíveis para gastos. Ao desenvolver esse planejamento financeiro adequadamente, você também pode conseguir reduzir custos operacionais reduzindo aqueles gastos que não são essenciais para o funcionamento do negócio.

    Como vimos, o planejamento financeiro para MEI é muito importante. Com as dicas deste post, você pode implementá-lo e começar a ver os resultados em sua empresa. Se tiver dificuldade em fazer isso sozinho, acesse o Hub Sebrae e conte com a ajuda de nossas soluções especialistas.

  • 7 dicas para você criar um plano de negócios

    7 dicas para você criar um plano de negócios

    Saber como criar um plano de negócios é vital para uma empresa. Em resumo, ele é um documento no qual você deve definir seus objetivos, estratégias e metas. Dessa forma, fornece uma visão clara de como alcançá-los. Outra vantagem é que ele é fundamental para atrair investidores, pois demonstra que a sua empresa tem um plano sólido e bem estruturado.

    O plano de negócios também ajuda a identificar riscos e oportunidades. Assim, possibilita que o gestor trace as estratégias corretas para superar os desafios e aproveitar as situações que se mostrem lucrativas. Ainda, permite que você monitore o progresso da sua empresa e faça ajustes sempre que necessário.

    Quer saber como criar um plano de negócios eficaz? Acompanhe o post e confira o passo a passo!

    1. Defina seu objetivo

    O primeiro passo para elaborar o seu plano de negócios é definir claramente o objetivo da sua empresa. Isso deve ser feito de forma concisa e objetiva, e deve ser algo que possa ser alcançado com sucesso.

    Muitos gestores chamam essa etapa de sumário executivo. Ele é a visão geral do plano como um todo, pois resume os principais pontos, incluindo o objetivo, estratégia, seus diferenciais, principais metas e projeções financeiras.

    Também demonstra a viabilidade do negócio. Por esse motivo, é a parte que os investidores mais analisam para decidir se vale a pena ou não injetar recursos nessa ideia.

    2. Faça uma pesquisa de mercado

    O passo seguinte é fazer uma boa pesquisa sobre o mercado no qual você deseja entrar. Ao buscar informações para essa etapa do plano de negócios, você definirá seu público-alvo e quem será sua persona, que é um personagem semifictício que representa seus clientes.

    Você também deverá identificar quem são seus concorrentes e por que os consumidores os procuram. A ideia não é copiar, mas sim, entender seus pontos fortes e fracos. Desse modo, será mais fácil entender quais diferenciais você deverá ter para conquistar espaço no mercado e se posicionar à frente da concorrência.

    Lembre-se de que quanto mais profunda for sua pesquisa, mais dados você terá para traçar as estratégias, diminuindo significativamente as chances de erros.

    3. Desenvolva sua estratégia

    Depois de definir seu público-alvo e de entender o que seus concorrentes fazem para conquistar os clientes, é hora de desenvolver as estratégias para se destacar no mercado. Para isso, considere também as oportunidades que identificou nas etapas anteriores.

    A melhor forma de começar é identificar as necessidades e expectativas do seu público-alvo. A partir de então, reflita como o seu produto pode ajudar a atendê-lo ou qual produto deve ser feito para isso.

    Também é o momento de decidir pontos como: qual será a localização da sua empresa, quem serão seus fornecedores, qual será seu diferencial (preço, qualidade ou outro fator), que maquinário deverá comprar e de que forma fará isso (se por meio de financiamento ou à vista, por exemplo), quantos funcionários precisará e quais habilidades e competências deverão ter, entre outros pontos.

    Ou seja, se na etapa anterior você definiu onde quer chegar, agora é o momento de traçar os caminhos para chegar até lá.

    4. Trace o plano operacional

    Essa é a etapa na qual você deve descrever de que forma o seu negócio funcionará no dia a dia. Em outras palavras, é um desdobramento do plano estratégico, que é o passo anterior. Por isso, é a parte mais detalhada do seu plano de negócios. Então, crie um passo a passo de como os produtos serão comercializados ou de que forma os serviços serão prestados.

    Defina as atividades que cada funcionário deve realizar e o tempo aproximado para cada tarefa. Para criar um plano operacional eficiente, descreva em detalhes os seguintes pontos:

    • o que fazer;
    • quando fazer;
    • como fazer;
    • quem fará.

    Lembre-se de listar todas as atividades e na ordem em que devem ser realizadas. Isso servirá como um roteiro para os colaboradores e para que você controle os processos.

    5. Crie um plano financeiro

    O plano financeiro é a ferramenta ideal para entender as necessidades financeiras do seu negócio, bem como para planejar como elas serão atendidas. Para desenvolvê-lo, é necessário começar coletando informações sobre as receitas e despesas da sua empresa. Isso inclui projeções de vendas, custos de produção e despesas operacionais.

    A partir dessas informações, é possível criar projeções financeiras, como o fluxo de caixa de demonstração de resultados. Em seguida, é importante estabelecer metas financeiras, como aumentar as receitas ou reduzir determinadas despesas. Vale lembrar que essas metas devem ser mensuráveis e bem definidas, como “aumentar em 12% as vendas em 2 meses”.

    Isso permitirá que você analise se as estratégias adotadas estão gerando o resultado esperado. Além disso, é essencial considerar os riscos e incertezas, estabelecendo um plano de contingência para lidar com essas situações.

    6. Monte um plano de marketing

    O plano de marketing descreve como o cliente conhecerá o seu produto e chegará até você. Ele serve como uma ferramenta para ajudar a entender o mercado, os consumidores e as estratégias para alcançar os objetivos do negócio.

    Sendo assim, é preciso começar com uma análise do mercado e da concorrência. Isso inclui identificar o público-alvo, entender suas necessidades e avaliar de que forma você os atrairá. Com essas informações, é possível criar estratégias e campanhas assertivas para atingi-los.

    É importante também estabelecer um orçamento para o seu plano de marketing e decidir quais métricas utilizará para medir o desempenho das ações.

    7. Implemente o seu plano de negócios

    Por fim, é hora de colocar em prática as ações descritas no seu plano de negócios. Vale ressaltar que esse é um documento que deve ser flexível. Ou seja, ao implementá-lo, é fundamental acompanhar os resultados para verificar se as ações estão dando o resultado esperado ou se é preciso fazer ajustes.

    Mesmo que esteja tendo um bom desempenho, é sempre bom analisá-lo periodicamente, principalmente quando você tem a intenção de expandir o seu negócio.

    Agora que você já sabe como criar um plano de negócios, não deixe de elaborar o da sua empresa seguindo o passo a passo deste post. Afinal, ele permite ver com mais clareza os desafios e as oportunidades que você encontrará pelo caminho. Assim, você poderá tomar medidas antecipadas para minimizar os riscos ou potencializar as situações favoráveis.

    Então, não perca tempo e comece hoje mesmo a caminhar rumo ao sucesso. Conheça o Hub Sebrae e alce voos mais altos!