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  • 4 dicas para aumentar as vendas no Carnaval

    4 dicas para aumentar as vendas no Carnaval

    As datas comemorativas são bastante positivas para o varejo de uma forma geral. Natal, Dia das Mães e Black Friday são alguns bons exemplos de períodos de alta demanda, mas saiba que é possível aproveitar também o carnaval para dar aquela alavancada no faturamento da empresa.

    Quer saber como aumentar suas vendas nessa época? Neste artigo vamos dar 4 dicas essenciais para que o seu negócio possa lucrar ainda mais com o carnaval. Confira!

    1. Invista em um visual atrativo

    O visual de uma loja é um dos grandes responsáveis por fazer as pessoas entrarem e comprarem algo. O carnaval, por si só, é uma festa de muitas cores e fantasias, portanto, nada mais apropriado do que levar esse clima de animação para o ambiente da loja.

    Decore o ambiente e, conforme seu setor de atuação, invista em adereços para os funcionários, principalmente aqueles que têm contato direto com o cliente. Apenas tome bastante cuidado para não exagerar e acabar desviando o foco dos clientes do que realmente importa, que são os produtos à venda.

    2. Escolha os melhores produtos

    As pessoas querem encontrar os produtos certos para a diversão e você precisa escolher sabiamente quais serão colocados em destaque. Comece analisando o seu público-alvo e o tipo de mercadoria que eles estão buscando. Uma vez que isso esteja feito, procure por fornecedores que ofereçam esse produto com qualidade e volume necessários para atender à demanda.

    Outra forma eficiente de oferta é observar o mercado atual: Quais são as tendências na música, na moda e na internet? O comportamento dos consumidores no carnaval passado também pode gerar boas ideias. Por mais que as pessoas não comprem exatamente as mesmas coisas, elas podem se comportar de maneira semelhante e serem, de certa forma, mais previsíveis.

    3. Faça promoções temáticas

    Uma dica prática é oferecer grandes descontos nos seus produtos e serviços durante o período de carnaval. Essa tática permite criar incentivos imediatos para que os clientes comprem seus itens rapidamente —mesmo se eles não estavam planejando fazê-lo inicialmente.

    Para capturar a atenção dos clientes durante este feriado, tente oferecer brindes exclusivos com compras acima de determinado valor — juntamente com cupons usados ​​para obter desconto em compras futuras — permitindo a geração de leads qualificados que podem resultar em futuras vendas!

    4. Promova sua marca online

    Aproveite o momento em que as pessoas procuram por festividades no Google, nas redes sociais e em outros canais virtuais para promover sua marca digitalmente durante o período do carnaval. Por exemplo, use hashtags relacionadas às festividades na hora da publicação dos posts nas redes sociais — assim é possível engajar um maior número de usuários da web interessados no assunto .

    Prepare conteúdos criativos, use vídeos, imagens e postagens engraçadas com marcação de amigos, hashtags e legendas divertidas para despertar o interesse dos usuários nas redes sociais. Lembre-se de compartilhar conteúdo relevante sobre as características da empresa junto com seus posts promocionais.

    Agora que você já sabe como fazer para aumentar as vendas no carnaval, o próximo passo é colocar todas essas dicas em prática. Foque seus esforços em compreender as reais necessidades e preferências do seu público-alvo e conquiste cada vez mais clientes fiéis.

    Se você gostou deste conteúdo e quer se aprofundar um pouco mais, baixe gratuitamente o nosso Guia de Gestão Comercial.

  • 5 dicas para trabalhar a experiência do cliente no varejo físico

    5 dicas para trabalhar a experiência do cliente no varejo físico

    Independentemente de você ter um negócio bem estabelecido no mercado ou de estar somente começando sua trajetória, o constante crescimento da competitividade e das mudanças de comportamento dos consumidores representa um grande desafio na atração e fidelização de clientes.

    Pesquisas indicam que eles estão cada vez mais resistentes a dar uma segunda chance quando as suas expectativas não são atendidas. Assim, tendo em vista que, hoje, as pessoas compram mais online, atrelar o varejo físico ao digital nunca antes foi tão importante para trazer uma melhor experiência do cliente.

    Confira abaixo todos os detalhes sobre as principais diferenças entre o varejo físico e online e como estruturar sua empresa para promover um bom atendimento no ponto físico!

    Afinal, o que é o varejo físico e quais as principais diferenças com relação ao digital?

    O varejo físico consiste na venda para o consumidor por meio de um espaço físico, um ponto comercial. Já o varejo digital é um modelo mais dinâmico, prático e interativo, em que a venda é realizada por um endereço eletrônico. Suas principais diferenças estão em aspectos como:

    • localização;
    • público;
    • estoque e mostruário;
    • meios de pagamento;
    • experiência.

    Como o varejo digital pode ser um aliado do varejo físico?

    Segundo o Relatório Zendesk de Tendências da Experiência do Cliente 2022, especificamente para o setor varejista, 54% dos consumidores afirmam que o atendimento ao cliente parece estar em segundo plano na maioria das empresas onde costumam comprar.

    Dessa forma, tendo em vista que os clientes esperam que o atendimento seja rápido, fácil e eficiente, atrelar o varejo físico ao digital traz inovação, podendo também ser uma forma de facilitar a vida do consumidor e agregar ainda mais valor ao espaço físico.

    Quais as principais dicas para trabalhar a experiência do cliente no varejo físico?

    Confira a seguir algumas dicas essenciais para trabalhar a experiência no ponto físico, atrelada ao digital:

    1. Utilize geolocalização para anúncios

    Com a utilização cada vez maior de celulares, nunca antes foi tão importante apostar em estratégias mobile first. Portanto, crie anúncios que apareçam especificamente para consumidores que estão nas proximidades do seu negócio para atrair novos clientes a visitarem seu ponto físico.

    2. Lojas “personalizadas”

    O público espera e valoriza experiências personalizadas, o que proporciona potencial para aumentar a fidelização de clientes. Portanto, invista em análise de dados sobre o seu consumidor para identificar seus comportamentos de compra e criar ambientes que os atendam, com experiências sensoriais e aspecto visual exclusivos.

    3. Ofereça experiência de compra multicanal

    Ofereça uma estratégia eficiente de omnichannel, com atenção à gestão de estoque. Um exemplo prático podem ser serviços de clique e retire, que consistem na compra online e retirada na loja física.

    4. Torne-se conversacional

    Segundo o Relatório Zendesk de Tendências da Experiência do Cliente 2022, os clientes estão cada vez mais recorrendo a aplicativos de conversa por rede social, como WhatsApp, Facebook Messenger e apps regionais como WeChat ou Line, para se conectarem com empresas. Aposte em interações autênticas e pessoais, nada que pareça impessoal ou robótico!

    5. Invista em novas tecnologias

    Utilize a tecnologia a seu favor para entender quais produtos são mais demandados. Você ainda consegue identificar o perfil dos seus clientes, suas interações e principais necessidades. Para isso, invista em sistemas ERP (Sistema de Gestão Empresarial) e ferramentas de CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) para elevar a inteligência do seu negócio!

    Ah, Inteligência artificial (IA) e automação também são recursos que estão sendo bastante utilizados pelas empresas. Esteja sempre por dentro das principais aplicações dessas tecnologias para avaliar o que pode ser aproveitado para seu cenário.

    Gostou do artigo e quer conhecer melhor sobre como unir o varejo físico ao digital? Então, leia o nosso post sobre este assunto agora mesmo!

  • Melhore o seu atendimento ao cliente com essas 8 dicas!

    Melhore o seu atendimento ao cliente com essas 8 dicas!

    O atendimento de uma empresa só é de alto nível quando os gestores entendem que toda interação, por mais rápida que seja, gera valor para o negócio. Com essa mentalidade, será possível fidelizar mais consumidores e aumentar a lucratividade.

    Nesse sentido, descobrir como melhorar o atendimento ao cliente é importante para complementar as outras experiências da jornada de compra, como a aquisição de um produto de qualidade e um pós-venda de respeito. Esses são os fatores que garantem um relacionamento duradouro.

    Por isso, preparamos este post especial com as melhores dicas para você entender como melhorar o atendimento ao cliente. Boa leitura!

    1. Crie novos canais de comunicação

    O omnichannel não é só uma tendência do comércio moderno, mas uma necessidade. Afinal, nem todo cliente terá paciência para utilizar apenas o telefone para se comunicar com a loja, principalmente se ele considera que uma conversa por WhatsApp seja bem mais dinâmica, por exemplo.

    Por isso, oferecer diversos canais de comunicação para facilitar o contato é essencial. Isso também envolve estudar o seu público-alvo, checando as redes sociais e ferramentas nas quais a sua loja recebe mais engajamento.

    Assim, você poderá centrar esforços e evitar desperdício do seu tempo em canais que não geram tanto resultado. Você deverá estar presente no maior número possível, mas lembre-se de priorizar aqueles que geram mais interações positivas para o negócio.

    2. Capriche nas primeiras impressões

    Em pouco tempo, em questão de minutos, o cliente já terá as primeiras impressões da sua loja. É essa percepção que fará com que ele continue interagindo com ou seu negócio ou não. Por isso, é preciso se esforçar para que esse primeiro contato seja bem-visto por ele.

    Isso vale tanto para o atendimento em ponto físico como na interação online. Coloque-se à disposição para tirar dúvidas, informar o cliente sobre políticas de troca e devolução, indique soluções para os problemas — tudo isso de forma educada e solícita.

    É preciso lembrar que, independentemente do seu nicho, é muito fácil encontrar um concorrente. Bastam alguns cliques e o seu cliente em potencial encontrará a loja de um competidor. Por isso, as primeiras impressões são muito importantes para cativar essa pessoa.

    3. Torne o atendimento mais ágil

    Uma dica importante para garantir um bom atendimento é sempre deixar a sua marca disponível. Por isso, esteja presente nas redes sociais, disponibilize uma grande variedade de canais e deixe um campo bem destacado em seu site para facilitar o contato.

    Além disso, evite deixar o cliente esperando por muito tempo. Ainda que você trabalhe sem funcionários, é possível equilibrar os atendimentos. Alguns chats de sites oferecem um aviso que mostram o lugar do cliente na fila, o que é muito interessante para ele ter uma ideia de quanto tempo precisará esperar.

    Do mesmo modo, é possível programar uma mensagem no WhatsApp, que informará que a mensagem foi recebida e de que logo um atendente entrará em contato. O mais importante é não deixar essa pessoa “no vácuo”.

    4. Tome cuidado com as promessas de atendimento personalizado

    O atendimento personalizado é muito importante para que a empresa crie um vínculo com seus clientes. Contudo, essa estratégia deve ser conduzida com cuidado redobrado.

    Imagine a seguinte situação: você começa o contato chamando o cliente pelo seu primeiro nome, mas acaba trocando e chamando “Paulo ” de “Carlos”, sem se corrigir prontamente. Nesse caso, toda aquela promessa de atendimento personalizado cai por terra.

    Caso o atendimento personalizado seja uma característica explorada pelas suas campanhas, certifique-se de cumpri-la. Afinal, será bem fácil para o cliente notar que o atendimento é mecânico e padronizado para muitas pessoas — com deslizes como o que citamos.

    5. Peça feedbacks

    Crie formas simples de receber feedback dos clientes. Isso pode ser feito por meio de um formulário no site, por exemplo, ou enquetes nas suas redes sociais.

    Até mesmo um “O que vocês estão achando do produto X?”, postado em uma das redes sociais, é o suficiente para engajar as pessoas que compraram e despertar a curiosidade daquelas que ainda não o fizeram.

    Com essas ações, você mostra para o cliente que a opinião dele é importante para o seu negócio e será levada em consideração nas futuras atividades da empresa. Os formulários, que podem ser enviados por e-mail e disponibilizados no site, também serão importantes para descobrir padrões de consumo e explorá-los.

    O mais importante, aqui, é não reforçar a sensação de que os feedbacks só são pedidos para encontrar novas formas de tirar dinheiro das pessoas sem oferecer uma contrapartida. Por isso, registre as reclamações e sugestões mais comuns para incorporá-las ao seu método de trabalho depois.

    6. Leia os sinais emitidos pelo cliente

    No atendimento em ponto físico, os vendedores são instruídos a ler a linguagem corporal do cliente. Caso ele esteja com o corpo sempre voltado para dar meia volta e com pressa de encerrar a conversa, isso indica que ele está mais inclinado a sair sem fechar a compra.

    Já na internet, um cliente que é monossilábico na conversa também pode indicar que o empreendedor terá que trabalhar mais para fechar negócio. Por isso, busque treinamentos na área de vendas para conseguir ler esses sinais com eficiência — e contorná-los para lucrar cada vez mais.

    7. Mantenha uma boa presença online

    Manter uma boa presença digital não é só algo desejável: é obrigatório nos dias de hoje. Você pode até conhecer algum comerciante que se recuse a usar a internet e ainda tenha bons resultados financeiros, mas esse tipo de profissional é uma exceção atualmente.

    Afinal de contas, cada brasileiro faz, em média, 16 compras por ano pela internet. Além das lojas virtuais tradicionais, é possível encontrar todo tipo de profissional: carpinteiros, vidraceiros, montadores de móveis… Enfim, deu para entender a importância de estar na internet hoje, né?

    Manter uma boa presença online é possível por meio do uso das redes sociais, um site responsivo e, caso seja possível, postando posts no seu blog ou criando vídeos. Desse modo, o seu negócio sempre estará no radar dos clientes.

    8. Entregue valor durante as interações

    Em qualquer interação com os clientes, tanto para fechar compras como para as consultas do início da jornada de venda, procure entregar valor para o consumidor. Isto é, demonstre que a sua loja é especial e pode solucionar seus problemas.

    Entregar valor não é exatamente oferecer brindes ou prometer promoções. Trata-se de entender que cada contato é uma forma de fortalecer a sua marca e torná-la referência no mercado.

    Por isso, cuide bem do seu cliente ao atendê-lo, fazendo o máximo para lidar com a questão que ele propõe. Talvez ele não feche uma compra naquele momento, mas a sua disponibilidade irá cativá-lo. Na hora de fechar negócio, deixe claro como o seu produto irá melhorar a sua vida. Assim, o cliente entende que cada interação com aquela empresa foi satisfatória e útil para ele.

    Agora que você sabe como melhorar o atendimento ao cliente, já pode complementar essa dica com as outras que oferecemos aqui. Combine a agilidade, a educação e a disponibilidade para conseguir bons resultados!

    Outra maneira de fazer o cliente se encantar ainda mais com a sua empresa é facilitar a vida dele na hora de fechar negócio. Por isso, aproveite a visita e descubra como oferecer o pagamento online na sua loja!

  • Conheça os 8 principais canais de vendas e saiba como usá-los

    Conheça os 8 principais canais de vendas e saiba como usá-los

    Devido à transformação digital acelerada, as fronteiras entre o físico e digital estão cada vez mais integradas, o que torna a competitividade entre as empresas mais acirrada. Nunca antes foi tão importante contar com boas estratégias de atração e fidelização de clientes para contribuir para a expansão de um negócio.

    Conforme as informações ficam mais fáceis de serem acessadas, pensar em como se destacar dos concorrentes e estar na mente dos consumidores pode significar o ganho ou a perda de um cliente em poucos minutos. Por isso, é fundamental estar presente em diferentes canais de venda.

    Confira abaixo como utilizar os principais canais de contato para aumentar suas vendas!

    Afinal, o que são canais de vendas e para que servem?

    Basicamente, canais de venda são os meios pelos quais as empresas promovem suas soluções ao público. Em outras palavras, é por onde um negócio comercializa seus produtos ou serviços, atraindo pessoas que têm intenção de compra.

    Mas para que servem os canais de venda? Tendo em vista que na era digital é cada vez mais difícil se destacar dos concorrentes e chamar a atenção dos consumidores, os canais de venda servem como pontos de contato para que os consumidores possam conhecer mais sobre uma empresa e o que ela tem para oferecer.

    Quais são os principais canais de venda?

    Uma estratégia de vendas pode contar com diferentes tipos de canais, que podem ser divididos em aspectos como online e offline.

    Com o comportamento dos consumidores em constante mudança, hoje os clientes esperam que as empresas ofereçam um atendimento mais rápido, fácil e eficiente. E mais, atrelado à maior utilização de smartphones e melhor qualidade de internet, é essencial contar com estratégias de venda online. Confira a seguir alguns exemplos dos principais canais digitais:

    E-commerce

    Consiste na loja virtual de uma empresa onde é possível comercializar produtos. Nela, o consumidor pode conhecer melhor o negócio e as soluções oferecidas e efetivamente realizar uma compra.

    Assim, é importante investir em um ambiente virtual que ofereça segurança, rapidez e praticidade ao usuário, tendo em vista que envolve dados sensíveis dos consumidores. Também é interessante contar com diferentes formas de pagamento e uma interface simples para realizar o processo de compra.

    Email Marketing

    O Email Marketing é um excelente canal de vendas online. Consiste no disparo de mensagens eletrônicas para um público específico. Por isso, para que seja o mais eficiente possível, é importante que você conquiste esse público de forma legítima, ou seja, fale com pessoas que realmente tenham interesse na sua marca.

    Através de segmentações conforme a etapa da jornada de compra, você pode educar potenciais clientes e levá-los a finalizar a compra. E como fazer essa diferenciação? Aqueles que estão no início da jornada podem ser impactados por comunicações educacionais, enquanto quem estiver mais avançado, pode receber mensagens com uma abordagem mais direta de venda.

    Você ainda pode pensar em comunicações institucionais para apresentar sua marca, produtos e serviços à base de potenciais clientes que você conquistou, informar as novidades do seu negócio, e muito mais.

    Marketplace

    O marketplace funciona como um shopping center online, disponibilizando produtos de várias marcas diferentes. Você deve conhecer alguns exemplos, como Americanas, Amazon, Mercado Livre, não é mesmo? Eles conectam os consumidores a diferentes soluções que as empresas oferecem.

    Mas qual o seu grande diferencial? O principal é a possibilidade de embarcar no alcance e credibilidade que essas empresas costumam ofertar ao seu público, que pequenos negócios não conseguiriam sozinhos, por exemplo.

    Redes sociais

    Plataformas como Instagram, Facebook e WhatsApp são excelentes canais de interação com o seu cliente ou potencial cliente, o que faz delas ótimas soluções não apenas para o marketing, mas também para as vendas.

    O Facebook, por exemplo, oferece a possibilidade de criação de uma página do seu negócio, assim como uma ferramenta de marketplace. Já o Instagram oferece o Instagram Shopping para ofertar os produtos e, com apenas um clique, leva à página de compra. E vale lembrar que é possível integrar as redes sociais com a loja virtual, olha que demais!

    Google Ads

    O Google Ads é uma ferramenta de criação e gestão de anúncios estratégicos do Google, utilizada para divulgar os produtos e serviços do seu negócio.

    Com esta plataforma, é possível aumentar o alcance da sua marca, o que contribui para maiores conversões. Sua empresa pode comprar palavras-chave relevantes ao seu segmento e criar anúncios com elas. Esses anúncios serão exibidos para os consumidores no resultado de busca desses termos no Google, Google Maps e parceiros.

    Não há dúvidas do potencial que canais de venda offline também podem agregar como valor ao seu negócio, principalmente quando falamos sobre a necessidade de se pensar em estratégias omnichannel para integrar cada vez mais o offline ao online. Confira a seguir alguns exemplos de canais de venda offline.

    Ponto de venda

    Os pontos de venda, também conhecidos como PDV, são os espaços de divulgação e venda de produtos ou serviços. Podem ser tanto físicos quanto online, mas como este tópico fala sobre offline, mencionamos principalmente os estabelecimentos que necessitam da presença de pessoas que realizem suas compras. Existem vários tipos de PDV físicos, mas destacamos aqui alguns deles:

    • loja própria;
    • franquia.

    Venda direta

    A venda direta é um canal de vendas que consiste no contato direto de um vendedor com o consumidor final. Você já teve contato com algum revendedor da Natura ou Avon? Eles são exemplos perfeitos desse formato!

    Vale lembrar que os revendedores não têm vínculo empregatício com essas marcas, eles lucram através de comissão sobre suas vendas.

    Telemarketing

    Quem nunca foi impactado por algum tipo de ligação de telemarketing na sua vida? Esse canal de venda consiste em utilizar justamente o telefone como meio de contato e conversão.

    Como escolher os canais de vendas ideais para seu negócio?

    A pergunta que não quer calar é: o que deve ser feito para escolher os melhores canais de venda para um negócio? Hoje há muitas opções, mas para ter sucesso, você precisa adotar aqueles que mais se adequam ao perfil do seu público.

    Quem é seu cliente? Onde e como você pode impactá-lo? Tenha em mente esses aspectos e aposte em testes para entender o grau de receptividade das pessoas, a melhor linguagem a ser utilizada naquele canal, assim como a oferta que mais faz sentido naquele ambiente.

    Gostou das nossas dicas? Aproveite e baixe o nosso e-book sobre como impulsionar o seu negócio com as ferramentas do Google.

  • 3 segredos do Customer Success para encantar o cliente

    3 segredos do Customer Success para encantar o cliente

    Quer encantar o cliente, mas oferecer produtos ou serviços de qualidade e bom atendimento não funciona tão bem quanto antes? Esse cenário, em que empresas têm dificuldade de agradar ao público, vem crescendo com a ampliação de opções de negócios dos quais comprar.

    Desse modo, os consumidores estão mais exigentes e surpreendê-los também é um desafio. Portanto, para se destacar é preciso oferecer uma experiência de consumo realmente diferenciada, atendendo ao que o comprador busca. A melhor forma de fazer isso é investindo no Customer Success como estratégia de relacionamento.

    Conheça 3 segredos para colocar esse conceito em prática agora!

    O que é Customer Success?

    Customer Success em tradução literal quer dizer sucesso do cliente. Conceitualmente, se refere a uma estratégia de marketing e vendas voltada a construir um relacionamento com o consumidor para satisfazê-lo, garantindo que ele alcance sucesso ao adquirir e utilizar o produto ou serviço da empresa, a fim de fidelizá-lo.

    Nela, processos, entregas e abordagens são otimizados de acordo com as demandas ou preferências do público-alvo em prol de atingir esses objetivos. Dessa forma, todas as decisões empresariais se pautam pelo que encanta o potencial comprador.

    Por que é tão importante?

    A importância de encantar o cliente não é novidade. Afinal, se ele não escolhe sua empresa não há renda, certo? Entretanto, o Customer Success vai muito além disso, sendo uma estratégia pensada a longo prazo.

    A lógica é simples: suas técnicas promovem uma experiência de compra realmente positiva, melhorando a imagem do negócio, aumentando a taxa de recompra e ampliando as indicações para elevar a receita recorrente.

    Quais são os segredos do Customer Success para encantar o cliente?

    Adotar as técnicas de Customer Success é o melhor caminho para encantar os clientes. Porém, alguns segredos potencializam seus efeitos. Confira os 3 a seguir!

    1. Coloque o cliente no centro de todos os processos

    Todos os processos organizacionais, não só os de venda, impactam direta ou indiretamente na experiência do cliente. Portanto, é preciso pensar no consumidor em cada uma das etapas de desenvolvimento, fabricação, logística etc., colocando demandas e necessidades do público em foco para tomar as melhores decisões.

    2. Ofereça uma boa experiência de compra em cada oportunidade

    A experiência de compra é composta por todos os momentos em que há interação da empresa com seu cliente. Ou seja, cada um deles é uma oportunidade de torná-la ideal para o consumidor. Para tanto, algumas ações úteis são:

    • qualificar a abordagem realizada pela equipe;
    • focar em resolutividade e agilidade, sem deixar de dar atenção;
    • manter um histórico para consultas, facilitando as conversas;
    • buscar criar conexões emocionais e construir vínculos;
    • personalizar os contatos.

    3. Crie uma jornada de sucesso

    Planejar a jornada de compra de acordo com os princípios do Customer Success começa por entender o que significa o sucesso para o cliente. Os dados têm um papel-chave nesse processo, servindo de base para definir o perfil do público-alvo, suas preferências, demandas, necessidades e comportamentos.

    A partir dessas informações é viável organizar um fluxo que contemple marketing, atendimento e vendas com estratégias que atraem, progridem levando a compra para, por fim, fidelizar os consumidores pela sua excelência.

    Quais cuidados tomar ao adotar essa estratégia?

    Investir em Customer Success para encantar o cliente depende de promover uma cultura organizacional e criar uma mentalidade de trabalho que realmente coloque o consumidor no centro das decisões.

    Um cuidado importante é preparar a equipe, disponibilizando capacitações e mantendo os colaboradores atualizados sobre boas práticas, bem como sobre os motivos por trás das escolhas que afetam seu cotidiano.

    Também é necessário acompanhar os resultados das ações adotadas, tanto por meio de feedbacks do público como utilizando métricas de desempenho e satisfação. Pesquisar e ouvir as opiniões é a base para fazer novas otimizações, ampliando os resultados dessa estratégia.

    Encantar o cliente é essencial para uma empresa se manter competitiva. Ainda mais em um mercado cuja concorrência está cada vez maior. O Customer Success é a estratégia ideal para isso, já que se foca no que o público quer para agradá-lo. Com os 3 segredos que contamos hoje, você está um passo mais perto de atingir esse objetivo.

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  • 3 melhores ações para aplicar o neuromarketing na prática

    3 melhores ações para aplicar o neuromarketing na prática

    Já pensou em usar o neuromarketing na sua empresa, mas não sabe bem por onde começar? Não é para menos, essa abordagem mistura os conceitos de marketing e neurociência para entender como os clientes agem.

    Na realidade, ele utiliza estudos profundos que mapeiam tendências e perfis comportamentais. Contudo, como efeito consegue realmente prever e, até mesmo, causar reações que embasam estratégias publicitárias.

    Confira a seguir 3 formas de aplicar neuromarketing na sua empresa se valer desse conceito!

    O que é neuromarketing?

    Trata-se de uma área do marketing que aplica a neurociência para entender, prever e influenciar os comportamentos de consumo, permitindo a criação de estratégias efetivas para atrair clientes.

    Se baseia na compreensão de como o cérebro funciona em seu nível mais profundo, associando emoções, impulsos e reações subconscientes à jornada de compra. Sua finalidade é mapear tanto objeções quanto motivações que levam a aquisição de um produto ou serviço.

    Por que é importante para os negócios?

    Entender como usar o neuromarketing na prática é como ter um guia sobre os aspectos menos racionais da decisão de compra. Dessa forma, as empresas conseguem ampliar suas vendas por meio de benefícios que incluem:

    • criação de uma experiência de consumo e de uma jornada do cliente mais alinhadas ao perfil do público-alvo, ampliando sua satisfação;
    • melhor direcionamento do investimento em publicidade para campanhas e canais que realmente impactam no consumidor ideal, gerando resultados efetivos;
    • maior capacidade de atrair e converter compradores, ao construir um diálogo personalizado em todos os pontos de contatos;
    • desenvolvimento de soluções e respostas adequadas às reais necessidades das pessoas que a empresa quer atingir.

    Como aplicar o neuromarketing na prática?

    Para aplicar o neuromarketing na prática é necessário associar um conjunto de ações às estratégias de marketing, com o objetivo de potencializar seus efeitos no inconsciente dos clientes. Veja 3 delas a seguir!

    1. Espelhamento

    Gerar um sentimento de identificação no cliente é uma forma eficaz de levá-lo a comprar. O espelhamento — técnica em que outras pessoas são vistas utilizando seu produto ou serviço — é uma ferramenta para isso. Afinal, a tendência do cérebro é de, inconscientemente, querer imitar comportamentos.

    2. Ancoragem de preços

    A ancoragem de preços se baseia na premissa de que a primeira informação recebida sobre o custo de um item se torna uma referência para a mente do consumidor, impactando a sua avaliação sobre se a compra vale a pena. 

    Além de oferecer um valor de referência e melhor, é possível utilizar esse método disponibilizando condições de pagamento mais atrativas ou demonstrando seus diferenciais e benefícios em relação ao referencial.  Um exemplo é quando encontramos um anúncio de um produto que informa o seu valor comercial parcelado e total de sua aquisição.

    3. Estimulação dos sentidos

    Cheiros, cores, formas, texturas, sabores, sons e músicas são poderosos instrumentos para provocar emoções. Ao estimular os sentidos, recordações e simbolismos subconscientemente associados a esses elementos são imediatamente percebidos pelo consumidor, despertando sentimentos que tendem a levá-lo a comprar. 

    Para tanto, é preciso entender o perfil de consumo, os valores que devem ser correlacionados aos seus produtos ou serviços e quais são as sensações que esses estímulos sensoriais tendem a causar.

    Como mensurar os resultados do neuromarketing?

    A aplicação do neuromarketing, assim como outras ações publicitárias, precisa ser acompanhada por meio de indicadores, a fim de entender seus resultados e propor melhorias.

    Uma maneira de fazer isso, é comparando as vendas de produtos ou serviços antes e após implementar a estratégia. Outra opção é por meio de entrevistas qualitativas com clientes, buscando saber quais emoções são associadas à marca e os motivos para tal correlação.

    Usar o neuromarketing na prática aumenta a capacidade de seu negócio atingir os clientes, gerando benefícios que vão além dos resultados. Aproveite nossas 3 dicas e invista em neuromarkeing para vender mais.

    Gostou das dicas? Comente e conte qual delas chamou sua atenção!

  • Phygital: o que é e porque realizar a integração entre on e off line

    Phygital: o que é e porque realizar a integração entre on e off line

    Agora que é possível comprar basicamente qualquer coisa na internet, as lojas físicas morreram, certo? Errado. O que acontece atualmente é que esses pontos se tornaram ainda mais atrativos, por meio de uma abordagem acessível a qualquer empresa.

    Estamos falando da estratégia phygital, que possibilita às empresas integrar ações tanto no universo online como em suas lojas físicas. Assim, elas promovem uma experiência mais completa para os consumidores, já que muitos deles preferem conhecer os produtos ao vivo antes de comprar.

    Neste post, falaremos mais do conceito de phygital, seus benefícios e como implementá-lo em sua empresa. Boa leitura!

    O que é phygital?

    É um conceito que se originou com a junção de duas palavras: physical (físico) e digital. Assim, trata-se da combinação de estratégias offline (do mundo físico) e online (do mundo digital), para que uma empresa promova o engajamento e torne a experiência do cliente cada vez mais positiva.

    Até por essa ênfase no virtual, o phygital também se relaciona a outra estratégia em alta: o omnichannel. Afinal, as duas estratégias buscam proporcionar uma experiência mais fluida para os consumidores por meio da integração entre os canais.

    Nesse sentido, o omnichannel é imprescindível para viabilizar uma estratégia digital e integrá-la ao universo físico.

    Um cliente pode acionar a empresa por um dos canais e retirar um produto na loja ou até mesmo ser convidado a visitá-la para conversar com os colaboradores, tornando o relacionamento mais próximo.

    Quais são os benefícios do phygital?

    O phygital reconhece uma realidade: as lojas físicas, que antes reinavam no comércio e no varejo, não foram totalmente substituídas pelo universo online. Elas continuam tendo o seu espaço e basta caminhar pela área comercial de qualquer cidade brasileira para constatar isso.

    Assim, apesar das facilidades para encontrar o que querem na internet, muitos consumidores ainda gostam de conferir pessoalmente os produtos nas lojas. Eles querem experimentar roupas, testar equipamentos eletrônicos, conversar com vendedores que entendem do assunto, entre outras coisas.

    Por isso, as empresas entenderam que esses pontos físicos não devem ser eliminados, mas turbinados por estratégias digitais. A rede de roupas Renner é um exemplo de loja física que se reinventou, em plena pandemia, para oferecer um aplicativo para facilitar as vendas em suas lojas físicas.

    Enquanto o cliente escolhe e experimenta os modelos na loja física, ele pode utilizar o app para ler o código de barras dos produtos, conferir se há algum desconto no aplicativo e concretizar a compra de forma independente, sem precisar passar pelo vendedor.

    Por isso, um dos grandes benefícios é essa capacidade de modernizar o negócio e criar oportunidades para que os clientes comprem de maneira descomplicada. Além disso, podemos citar outros benefícios relevantes:

    • criação de uma experiência presencial diferenciada, totalmente integrada ao universo digital;
    • engajamento dos participantes antes, durante e depois do evento, com recursos digitais de diversos formatos. O app pode anunciar ofertas exclusivas para quem visitar a loja física, fazendo com que as pessoas se desloquem até lá e conheçam outros produtos atrativos;
    • como o phygital têm grande ênfase no universo virtual, as empresas podem utilizar essas interações e mapear tendências e padrões de consumo com ferramentas de análise de dados, como Big Data, Inteligência Artificial e Business Intelligence;
    • estímulo às compras, tanto no universo online como digital.

    Como implementar o phygital em seu negócio?

    Agora, apresentaremos algumas dicas para que você implemente essa estratégia com sucesso em seu negócio.

    Conhecer o público

    Como você viu até aqui, o phygital depende da disponibilização de canais digitais. Além disso, a empresa precisa conhecer bem o seu público para integrar os dois universos. Caso ainda não tenha, qualquer negócio se beneficia da definição de uma persona para o negócio.

    Trata-se da representação semi-fictícia de um cliente ideal da marca, que leva em conta sua faixa etária, região onde mora, hábitos de consumo, entre outros. Neste post, falamos um pouco mais da construção da persona e da sua integração às estratégias digitais.

    A partir dela, será mais fácil desenvolver campanhas específicas que envolvam tanto o universo online como o ponto físico da empresa. Afinal, com o conhecimento desse cliente, a organização terá uma boa ideia de como cativá-lo, de acordo com as suas preferências.

    Planejar ações presenciais e digitais integradas

    A consequência lógica de conhecer bem o seu público será a capacidade de planejar ações presenciais e virtuais, de forma integrada.

    Alguns exemplos de empresas que já fazem isso são as que disponibilizam QR Codes em revistas e jornais, assim como em pontos de ônibus. Também podemos citar soluções mais modernas, como a disponibilização de óculos de realidade virtual nas lojas.

    Esses dois exemplos mostram que as ações são acessíveis para um grande universo de empresas, independentemente do seu orçamento. O próprio ato de comprar pela internet e retirar na loja, praticado muito por empresas e lanchonetes no delivery, é outra maneira de aplicar a estratégia phygital.

    Engajar o público em diferentes canais

    Atuar no universo digital exige um bom conhecimento de cada plataforma. Por isso, nada de criar uma estratégia única e replicá-la em diversos espaços, como as redes sociais, o blog e o site.

    Afinal, plataformas diversas exigem abordagens diferentes. Adapte as campanhas de marketing para cada canal, de acordo com as suas características. O Instagram é mais visual, por exemplo, então, não é uma boa ideia utilizá-lo para divulgar “textões” infindáveis.

    Isso só serviria para que as pessoas pulassem a leitura e nem mesmo conhecessem a campanha ou a abordagem phygital da loja. É por isso que o omnichannel é tão importante, já que ele facilita uma estratégia multicanal.

    Investir em tecnologia

    Por fim, uma estratégia phygital sem a utilização efetiva de tecnologia não será eficiente. Ferramentas como automação de marketing, análise de dados, aplicativos e um site responsivo são excelentes para mostrar que a empresa leva a sério a sua abordagem virtual.

    O uso de QR Codes, como vimos no exemplo da Renner, também é uma estratégia simples e eficiente. Além de ofertas, você pode utilizá-lo para levar a conteúdos do seu blog e outros materiais.

    Até aqui, mencionamos empresas que integram o seu ponto físico às estratégias online. Contudo, o phygital também pode ser exemplificado por empresas que comercializam produtos que tenham versões digitais.

    Um exemplo é a ênfase da Amazon em formatos tanto tradicionais como digitais de livros, por exemplo. Assim, a empresa oferece opções para diferentes tipos de clientes ou até mesmo a possibilidade de ter o mesmo produto em versões diversas.

    Partindo da simples ideia de integrar o físico ao virtual, a estratégia phygital oferece múltiplas possibilidades a qualquer empresa.

    Caso você queira conhecer outras maneiras de tornar a sua relação com seus consumidores ainda mais próxima, leia o nosso post sobre a gestão de relacionamento com o cliente!

  • 4 dicas que vão ajudar a valorizar a identidade do negócio

    4 dicas que vão ajudar a valorizar a identidade do negócio

    Fazer o cliente reconhecer a identidade do negócio é fundamental para as empresas que querem se destacar por seus diferenciais e não apenas competir em preço. Afinal, a imagem ainda está muito ligada à precificação de produtos ou serviços com valor agregado.

    Mas, muito além disso, investir em criar e fortalecer sua marca também ajuda a aumentar as vendas, fazendo dessa estratégia uma importante ferramenta para a competitividade do seu empreendimento.

    Confira a seguir o que é identidade do negócio e 4 dicas para valorizá-la!

    O que é identidade do negócio?

    A identidade do negócio envolve tudo o que define a empresa, como ela é vista e a filosofia que direciona sua a atuação, tanto conceitualmente quanto na prática, incluindo:

    • missão, visão e valores;
    • elementos visuais, comportamentais, relacionais e culturais;
    • estruturas empresariais;
    • significados e percepções.

    Seu objetivo é transmitir para o público-alvo e para o mercado em geral a mensagem que embasa o empreendimento, servindo para a construção da experiência de consumo com a marca.

    Por que a identidade do negócio é tão importante?

    Pensar na identidade do negócio tem importância prática, já que permite criar uma reputação, valorizando seus produtos ou serviços e atraindo mais clientes e fixando o seu negócio na mente do consumidor. Outras vantagens que colaboram para isso são:

    • facilidade para segmentar o público-alvo;
    • aumento do reconhecimento;
    • ampliação de uma base de consumidores fiéis;
    • melhor direcionamento de recursos e esforços para ações que geram resultados.

    Em nível estratégico isso também é útil, uma vez que os princípios que fundamentam a empresa servem de guia para a tomada de decisão, principalmente em relação a visão de futuro e ações de marketing.

    Como valorizar a identidade do seu negócio?

    No cotidiano, valorizar a identidade do negócio exige dar atenção a detalhes sem perder de vista a essência da marca. Para ajudar você nisso, conheça 4 dicas!

    1. Entenda os elementos que formam sua marca

    O primeiro passo para planejar a identidade do negócio é entender quais elementos formam a marca. Exemplo design, tom de voz, valores, entre outras características devem ser definidas a partir dos objetivos que levaram você a empreender, bem como as emoções que deseja despertar no cliente.

    2. Alinhe as expectativas

    Todos na empresa precisam estar cientes da identidade do negócio, tanto para a construção de logos ou elaboração de estratégias de marketing, quanto para a execução de tarefas de atendimento ou de desenvolvimento, a fim de que haja alinhamento entre os envolvidos no funcionamento do empreendimento. Portanto, fale com sua equipe sobre as expectativas.

    3. Invista em estratégias de marketing

    Para obter as vantagens que uma identidade de negócio é capaz de gerar, o passo seguinte é a divulgação. Estratégias de marketing que não se limitam a mostrar o produto ou serviço servem para atrair um público mais qualificado. Um exemplo, são posts nas redes sociais que mostram o dia a dia da equipe, os conceitos por trás da criação, etc.

    4. Entregue o que foi prometido

    Ao definir quem o empreendimento é, a identidade do negócio faz uma promessa sobre como são produtos ou serviços, atendimento e outros aspectos. Assim, é preciso entregar uma experiência de consumo à altura das expectativas criadas. Por exemplo, um salão de beleza de luxo deve contar com profissionais e instalações de qualidade.

    A identidade do negócio impacta em muitos elementos de importância estratégica presentes no dia a dia da empresa e, como efeito, atinge a capacidade do negócio de produzir resultados positivos. Assim, sua construção não deve ficar em segundo plano.

    Por isso, não perca tempo para definir e fortaceler a identidade do seu negócio. Conheça o Hub Sebrae e comece hoje mesmo!

  • Descubra o que é markup e como calcular qual o ideal

    Descubra o que é markup e como calcular qual o ideal

    Precificar produtos é um trabalho árduo. Afinal, você precisa levar em conta os valores praticados pela concorrência, os gastos para produzir uma mercadoria e até os custos iniciais, em caso de revenda. Uma métrica que ajudasse o empreendedor nisso viria bem a calhar, não é mesmo?

    A boa notícia é que já existe um indicador para garantir uma precificação precisa: o markup. Essa métrica leva em conta os custos de produção e a margem de lucro, entre outros quesitos, para ajudar a empresa a praticar valores justos e que garantam rentabilidade.

    Neste artigo, falaremos um pouco mais sobre o conceito de markup, como ele pode ser calculado e seus benefícios para o negócio. Boa leitura!

    O que é markup?

    O markup é um indicador que ajuda o empreendedores a entender o quanto o preço final do produto está acima do seu custo de produção. Ele pode ser obtido por uma fórmula, que veremos adiante no texto.

    Assim, trata-se de uma estratégia de precificação que garante mais precisão aos empreendedores na hora de calcular os valores repassados para os clientes. Versátil, esse indicador serve para todos os tipos de empresas, já que leva em conta os gastos de produção de cada mercadoria — ou um conjunto delas.

    Quando o empreendedor chega à definição do preço de um produto com base no markup, e esse valor se mostrar muito destoante da média praticada pelo mercado, isso indica que há algo que precisa ser corrigido para gerar rentabilidade para o negócio.

    Como ele funciona?

    Um dos erros de muitos empreendedores é achar que praticar um preço abaixo do mercado é o que fará os produtos venderem muito e gerar a rentabilidade necessária para que o negócio se mantenha lucrativo.

    Contudo, isso só é verdade caso os ganhos sejam significativamente maiores que o valor desembolsado para produzir uma mercadoria. Podemos pensar em um exemplo que tem a ver com um dos eventos mais esperados nos próximos meses: o Carnaval.

    Caso uma fantasia precise de R$ 100 em insumos para ser desenvolvida, estabelecer um preço de R$ 101, sem perspectivas de vender essa mercadoria em larga escala, dificilmente será uma ação financeiramente sustentável para a empresa.

    Por isso, o markup funciona como uma maneira de estabelecer um preço justo — isto é, um valor que seja atrativo para os clientes, mas também rentável para a empresa.

    Ao registrar tudo o que a sua empresa desembolsa para fazer com que um produto chegue às mãos dos clientes, o seu negócio terá mais segurança em relação aos resultados.

    Quais são os seus benefícios?

    Quando a conta é bem feita e leva os custos de produção em consideração, rende diversos benefícios para a empresa. Vamos conhecê-los.

    Comparação de mercado

    Usar o markup para precificar os seus produtos proporciona uma visão mais ampla da sua empresa em relação aos concorrentes. Assim, você consegue praticar preços que não estejam muito descolados da média geral.

    Lembre-se de que a lucratividade é o principal. Por isso, o objetivo do markup não é ser o mais barato, mas ter um referencial preciso para que o empreendedor entenda onde ele quer colocar a sua companhia na competição.

    Posicionamento de marca

    Como o markup é uma estratégia de precificação, ele também ajuda a empresa a se posicionar estrategicamente no mercado. Afinal, os valores repassados ao consumidor final têm a ver com o seu nicho de atuação.

    Caso o seu foco seja consumidores de alta renda, o markup ajudará a precificar os seus produtos e garantir uma rentabilidade que seja ajustada a quanto esses clientes podem pagar, por exemplo.

    Do mesmo modo, caso você queira explorar um mercado mais diverso, o cálculo do markup ajuda a empresa a estipular preços que sejam acessíveis a um grande número de pessoas.

    Identificação dos gastos

    O markup leva em consideração os gastos de produção para levar um produto aos clientes. Por isso, para que a conta seja feita da forma correta, tudo o que envolve o desenvolvimento da mercadoria entra na fórmula. Estamos falando de:

    • custos fixos, como como aluguel de loja, salários, contas de água e luz, entre outras;
    • custos variáveis, como frete pago aos fornecedores e a tributação, que pode variar a cada mês;
    • margem de lucro;
    • gastos de produção, como matérias-primas e mão de obra.

    Aumento dos lucros

    Com tudo registrado na ponta do lápis, a consequência lógica de todos os benefícios já citados é a tendência de elevação dos lucros, uma vez que a empresa terá números que embasem a sua tomada de decisão. Como você verá em seguida, o cálculo é simples.

    Como funciona o cálculo do markup?

    De maneira simplificada, a fórmula do cálculo pode ser representada da seguinte forma:

    Markup = 100/[100 – (CF + CV +L)]

    Os custos de produção envolvem todos os 4 itens que mencionamos no tópico anterior. Como as empresas desenvolvem diversos produtos, não se deve colocar todo o valor do aluguel na fórmula de uma só mercadoria.

    Por isso, pensemos em uma empresa que trabalha com 10 produtos próprios. Nesse caso, a porcentagem total (100%) de cada custo pode ser dividida por 10. Já o lucro pode ser escolhido pela própria companhia — definimos em 15%, só para exemplificar. Nesse caso, teríamos:

    • 10% direcionados para os custos fixos (CF);
    • 10% direcionados para os custos variáveis (CV);
    • 15% deve ser a porcentagem para lucro (L).

    Importante: os números representados em nosso exemplo são expressos em porcentagem, e não são valores em reais, por exemplo.

    Markup = 100/[100 – (porcentagem do CF + porcentagem do CV + porcentagem do L)]

    Markup = 100/[100 – (10 + 10 + 15)]

    Markup = 100/[100 – (35)]

    Markup = 100/65

    Markup = 1,54 (valor arredondado)

    Para usar o número de markup para calcular o preço de venda, basta multiplicar o valor pelo custo de produção da mercadoria. Pensemos em um produto que custe R$ 40 em insumos, isto é, o seu custo de produção total. Nesse caso:

    Preço de venda = custo de produção x markup

    Preço de venda = 40 x 1,54

    Preço de venda = R$ 61,6

    Nesse caso, o preço ideal para que a empresa obtenha lucratividade é de R$ 61,6. Caso essa loja esteja focando em um público com alto poder aquisitivo, ela pode aumentar esse valor para atrair esses clientes que tenham maior renda.

    No entanto, caso ela queira oferecer esse produto para um público amplo, o valor de R$ 61,6 é um bom ponto de partida. Como vimos no artigo, o markup é um indicador bastante eficiente para ajudar o empreendedor a não só precificar, mas também a analisar os seus custos de produção.

    Caso o markup indique que o preço ideal de venda seja igual ou inferior ao custo de produção, será possível buscar novos insumos e até outros fornecedores. Ele ajuda o empreendedor a ter mais controle financeiro e realizar projeções precisas.

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  • 7 dicas para usar storytelling na sua estratégia de conteúdo

    7 dicas para usar storytelling na sua estratégia de conteúdo

    O storytelling é um modelo de produção de conteúdo que foca na arte de contar histórias, adaptando as narrativas ao universo das empresas e aos seus clientes. Assim, por meio de eventos com começo, meio e fim, o negócio consegue uma maneira criativa de fidelizar consumidores.

    No entanto, como começar? Basta escrever algo genérico e incluir alguns links no meio da narrativa? É preciso ter algum conflito central? Para responder a todas essas perguntas, listamos as principais dicas para adotar o storytelling na sua estratégia de conteúdo. Vamos conhecê-las!

    1. Determine a mensagem a ser transmitida

    De modo geral, o storytelling é composto por 4 elementos básicos, que fazem com que uma história seja bem-sucedida em transmitir a sua proposta. São eles:

    • mensagem;
    • ambiente;
    • personagem;
    • conflito.

    O primeiro desses elementos, a mensagem, representa a ideia que você quer passar para o seu público-alvo, a partir da história contada. É ela que fará com que as suas narrativas sejam únicas e impactem positivamente os clientes.

    Por isso, nada melhor do que definir esse aspecto logo de cara. Porém, preste atenção: é crucial que essa mensagem reflita os valores e o propósito do negócio para o storytelling ser bem-sucedido. Desse modo, os clientes se identificarão com a história e criarão uma conexão com a empresa.

    A mensagem deve ser condizente com o posicionamento digital geral da empresa. Caso uma organização adote um tom mais sério em seu site e redes sociais, um vídeo excessivamente descontraído pode acabar confundindo as pessoas. Por isso, equilibre todos os elementos na hora da narrativa.

    2. Aposte na diversificação dos formatos

    Blog posts são ótimos, uma excelente maneira de transmitir conhecimento relevante e desenvolver uma conexão com seus leitores. Contudo, as pessoas podem achar cansativo quando a empresa não utiliza outros formatos de conteúdo.

    A boa notícia é que é possível aplicar as técnicas do storytelling em múltiplos formatos e canais, cada um com seus objetivos específicos. Algumas ideias são:

    • texto de apresentação da empresa;
    • vídeos institucionais e também de apresentação de produtos;
    • cases de sucesso com relatos dos clientes;
    • campanhas promocionais, como anúncios, posts nas redes sociais e e-mail marketing;
    • páginas de produtos e serviços;
    • e, claro, os nossos já citados blog posts.

    Caso seja possível e você tenha pessoas para fazer isso, diversifique. Do contrário, tente variar o jeito de contar histórias dentro do formato de conteúdo que você já explora.

    Até mesmo os blog posts podem ser diferenciados, apostando em conteúdos mais informativos, outros com um tom mais cômico ou apresentando cases de sucesso com os clientes em um formato parecido com matéria jornalística, por exemplo.

    3. Conheça qual a visão do seu interlocutor em relação ao mundo

    O storytelling só é efetivo quando cria um vínculo com um público. Contudo, para que isso seja possível, é necessário entender o que o seu cliente em potencial busca em uma empresa. Quais são os seus valores e preferências? Quais são os formatos de conteúdo que ele prefere consumir?

    Para responder a essas perguntas, você pode utilizar as redes sociais do negócio. Uma simples enquete que pergunte sobre as preferências de formato de conteúdo, com a opção de marcar mais de um, já é valiosa para gerar alguns insights.

    Caso você queira uma estratégia mais profunda, analise novamente a persona do negócio — se a sua empresa ainda não tiver desenvolvido uma, leia o nosso artigo sobre estratégia digital para entender como fazer isso.

    4. Crie uma conexão emocional

    Falamos da importância de criar um vínculo, mas vale a pena aprofundar isso. Afinal, o storytelling é uma variação do artigo comum, com o objetivo de cativar as pessoas por meio de narrativas que fujam daqueles posts tradicionais.

    Para criar essa conexão, saia daquele discurso padrão de vendas, como posts que apenas listem as características de um produto de forma mecânica. É preciso humanizar a empresa e mostrar, por meio daquele conteúdo, que ela sabe falar na linguagem do cliente.

    Uma maneira de fazer isso é incluir desafios no storytelling que mostrem como determinados produtos ou serviços servem para vencer obstáculos e melhorar a vida do leitor de forma substancial.

    5. Use os dados a seu favor

    Além da definição da persona, a análise de dados é outra forma de conhecer melhor seus clientes e seus hábitos de compra. Uma empresa pode investigar seu histórico digital de vendas e entender quais são os produtos que vendem mais em um determinado período de tempo, por exemplo.

    Assim, ela poderá direcionar seu storytelling para explorar essas tendências. Nos meses mais quentes do ano, como dezembro e janeiro, uma empresa que venda piscinas pode se destacar com bons conteúdos. Do mesmo modo, lojas de roupas podem investir nesta técnica durante o inverno.

    6. Desenvolva o conflito

    Por melhor que seja a sua história, ela será um tanto vazia se não tiver um conflito central, isto é: o obstáculo que o personagem terá que vencer para que a sua jornada seja bem-sucedida.

    Assim, desenvolver um conflito interessante é bom até mesmo para quem tem itens encalhados no estoque e deseja comercializá-los. Basta criar uma narrativa em que aquela mercadoria se encaixa e resolva o problema de uma cliente em potencial.

    Uma loja que venda equipamentos de escritório pode criar um conteúdo em cima das dores vivenciadas por usuários de cadeiras inadequadas e como elas prejudicam a rotina de quem as sofre. Do mesmo modo, uma empresa de artigos esportivos pode explorar as consequências de uma vida excessivamente sedentária.

    O importante é que o conflito seja bem-elaborado e de difícil superação — a ponto de exigir a intervenção dos hábitos do personagem para que ele seja finalmente superado.

    7. Crie conteúdos autênticos

    Os storytellings são narrativas que só terão sucesso se forem alinhadas às estratégias da empresa e consigam criar vínculos com o público. Portanto, nada seria tão prejudicial quanto copiar os conteúdos de outras companhias.

    Os conteúdos devem ser autênticos não somente na sua composição original, mas também devem ser verdadeiros ao representar os valores, o tom de voz e os objetivos da empresa que os produz. Por isso, é crucial alinhar a estratégia à presença digital do negócio.

    Uma empresa que crie storytellings baseados em experiências nas redes sociais, mas que não use essas ferramentas de forma efetiva, não estaria sendo autêntica. É por isso que o storytelling deve ser uma extensão do modo com que a organização se comunica com seu público.

    Como você viu no artigo, o storytelling é uma excelente estratégia de conteúdo, que permite que você complemente sua presença digital com narrativas bem produzidas, que consigam explicar a utilidade dos seus produtos e serviços de uma forma criativa.

    Gostou do conteúdo e quer saber como o Sebrae Alagoas pode ajudar a sua empresa na sua estratégia de marketing e promoção do negócio? Então, entre em contato conosco agora mesmo!