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  • 4 estratégias para redes sociais em datas comemorativas

    4 estratégias para redes sociais em datas comemorativas

    Garanto que você tem alguma data comemorativa que fica aguardando chegar o ano inteiro, não é mesmo? Esses momentos mais esperados do ano são excelentes oportunidades para quem tem um negócio e deseja impulsionar suas vendas.

    Segundo o relatório Webshoppers da Ebit | Nielsen, somente para o e-commerce brasileiro em 2021, 34% de seu faturamento veio de datas comemorativas. Assim, para aproveitar o enorme potencial desses momentos, é essencial que você tenha boas estratégias para redes sociais, o que vai ajudar o seu negócio a destacar-se dos concorrentes e a se conectar com seu público.

    Confira abaixo as principais estratégias para redes sociais em datas comemorativas!

    Qual a importância de boas estratégias em datas comemorativas e grandes eventos?

    Muitas datas comemorativas têm grande apelo comercial e cultural, como a Black Friday, o Natal, a Páscoa, o Dia das Mães, o Dia dos Namorados ou até mesmo grandes eventos como a Copa do Mundo. 

    Isso faz com que as pessoas estejam mais dispostas a gastar nestes períodos do ano, seja para presentear alguém ou até mesmo para aproveitar as ofertas e descontos exclusivos do momento e comprar algo para si. 

    Assim, ter um bom planejamento de estratégias para redes sociais, como criar conteúdos criativos, relevantes e que se destaquem dos seus concorrentes nesses períodos do ano pode ajudar seu negócio a atrair novos clientes, engajar seu público e ainda criar interações.

    Ah, vale lembrar que as principais datas comemorativas para o varejo alavancar suas vendas e expandir ainda mais os negócios são:

    • Páscoa;
    • Dia da Mães;
    • Dia dos Namorados;
    • Dia dos Pais;
    • Dia das Crianças;
    • Halloween;
    • Black Friday;
    • Natal.

    Afinal, quais são as principais estratégias para redes sociais em datas comemorativas?

    Confira aqui uma série de dicas que vão ajudar seu negócio a aproveitar o potencial destas datas importantes e criar boas estratégias para redes sociais.

    1. Escolha as datas mais relevantes para o seu negócio e o nicho em que atua

    Reúna todas as datas comemorativas relevantes para o contexto do seu negócio e seus clientes ideais, considerando o perfil do seu público , os produtos e serviços que podem ser comercializados. Depois, separe as mais importantes que têm potencial para serem trabalhadas. 

    2. Prepare-se com antecedência

    Organize as datas selecionadas em um calendário e entenda o potencial que cada rede social tem para oferecer, para que você tenha tempo de pensar e executar as ações necessárias. Isso vai ajudar sua empresa a avaliar em quais canais vale a pena investir e quais ações executar.

    3. Ofertas e descontos especiais 

    Crie promoções exclusivas alinhadas ao seu negócio e consumidor final. Alguns exemplos podem ser:

    • utilizar a técnica de ‘‘escassez”;
    • descontos;
    • combos;
    • cupons;
    • brindes;
    • frete grátis ou diferenciado;
    • cashback.

    4. Produza conteúdos relevantes, de qualidade e inovadores

    Para conquistar a atenção, e principalmente o engajamento do seu público dentre tantas publicações no feed, crie em conteúdos alinhados com as necessidades dos seus consumidores e as tendências de mercado. Saia do óbvio, use a criatividade!

    Agora que você já sabe as principais estratégias para redes sociais em datas comemorativas e os benefícios que elas podem trazer para seu negócio, você poderá aproveitar ao máximo o potencial que estes momentos especiais do ano têm a oferecer.

    Curtiu este conteúdo? Então, aproveite para baixar o nosso infográfico e se prepare para as datas comemorativas!

  • 6 dicas para acertar nos preparativos de Natal da sua loja!

    6 dicas para acertar nos preparativos de Natal da sua loja!

    Os preparativos para o Natal marcam, para empreendedores, o início da data comemorativa mais importante do ano. Para não se afundar em trabalho de última hora, é necessário planejar as suas ações desde já.

    Para MEIs, isso é ainda mais importante, já que muitas dessas pessoas trabalham sozinhas e precisam cuidar de todas essas etapas. Por isso, preparamos algumas dicas para que você consiga colocar em prática as suas estratégicas de maneira progressiva, sem toda aquela correria de dezembro. Boa leitura!

    1. Analise períodos anteriores

    Você deve analisar os dados do mesmo período no ano anterior para conseguir traçar alguns padrões. Quais foram os produtos mais vendidos? Qual é o perfil predominante entre as pessoas que os compraram? Qual foi o valor médio das vendas?

    Com esses dados em mãos, será bem mais fácil se preparar para este ano. Uma boa ideia é utilizar o produto que foi o campeão de vendas no período anterior e já começar as suas divulgações natalinas por ele. Assim, você consegue sentir se a aceitação desse ano será a mesma.

    Caso você não tenha os dados do Natal passado ou a sua loja ainda seja muito recente, você também poderá analisar os produtos mais vendidos ao longo da vida do empreendimento. Faça postagens no Instagram, por exemplo, perguntando o porquê de as pessoas gostarem tanto das mercadorias mais vendidas.

    Com base nas respostas, será possível turbinar as suas estratégias para esse ano. Se você tem um e-commerce, o Google Analytics é uma ferramenta acessível para qualquer profissional, até porque é gratuita. Por meio dela, será possível monitorar as visitas do site, a região dos acessos e os horários de pico para fazer postagens, por exemplo. É possível encontrar diversos tutoriais no YouTube para dominar a ferramenta.

    2. Programe as compras

    Como a sua preparação começa antes, você terá a oportunidade de negociar preços e condições melhores com os fornecedores. Afinal, caso você deixe para comprar tudo na última hora, corre o risco de que seus parceiros tenham poucas unidades no estoque ou que exijam valores mais altos para cumprir a demanda.

    Além disso, adiantar a sua demanda é uma boa maneira de não ter que lidar com atrasos de última hora, que podem gerar uma avalanche de clientes indignados com a demora para a entrega.

    Por isso, programe as compras, sempre considerando o prazo para que elas possam chegar e você consiga organizar o estoque. Também é preciso ter em mente que esse trabalho não é simples: é preciso catalogar as quantidades de mercadorias e ainda conseguir um lugar adequado para que elas fiquem, sem deteriorar.

    3. Cuide do estoque

    Do mesmo modo que você tem que se preocupar com o fornecimento, também precisa tomar conta do próprio estoque. Imagine o constrangimento de ficar meses divulgando um determinado produto e ele sumir das prateleiras, sem perspectiva de reposição?

    Esse é o tipo de gafe que pode causar danos à reputação do negócio. A sua empresa pode ficar conhecida como “aquela loja que promete muito e não tem o produto depois”. Por isso, só divulgue o que realmente tem para vender!

    Uma maneira de controlar o estoque com eficiência é contar com um sistema de gestão integrado, também conhecido como ERP, sigla de Enterprise Resource Planning. Ele não só centraliza as informações de produtos, como ainda tem módulos específicos de vendas para você controlar suas transações e lucros.

    4. Pense nas promoções

    Podemos dizer que o Natal é uma época na qual as pessoas são obrigadas a comprar. Sim, obrigadas: afinal, ninguém quer deixar os familiares sem ao menos alguma lembrancinha em uma das datas mais celebradas por ano.

    Assim, essas pessoas serão bombardeadas com estímulos vindo de todos os lugares. Na internet, na televisão, na rua… em qualquer lugar, será possível encontrar opções de presentes de Natal. Isso torna mais difícil para qualquer empresa se destacar, uma vez que a concorrência estará ainda mais acirrada.

    Uma maneira de chamar a atenção das pessoas é justamente oferecer as melhores condições para adquirir produtos. Realize promoções que realmente façam a diferença no bolso das pessoas, mas sem deixar de lado a sua lucratividade.

    5. Prepare a precificação

    Depois do que apresentamos no tópico anterior, a precificação é o próximo passo lógico na estratégia. Verifique os dados relacionados à lucratividade ao longo do ano para entender como precificar sem afugentar o cliente, mas mantendo a sua margem de lucro.

    Promova preços especiais para condições do tipo “pague 3 e leve 2”, focando em presentes que sirvam para toda a família. Para complementar essa estratégia, ofereça diversas modalidades de pagamento: assim, as pessoas não deixarão de levar mais de um produto pela impossibilidade de fechar a compra.

    6. Divulgue na internet

    Não tem segredo: se você quer colher bons resultados no Natal, você precisa divulgar sua empresa na internet. Lembre-se de que é muito fácil para o consumidor comprar produtos, principalmente na data mais celebrada no ano. Por isso, você tem que chamar a atenção para a sua loja.

    Como o Natal atrai muita gente para as lojas físicas, causando transtornos e estresse nas calçadas com o excesso de pessoas, muitos consumidores preferem comprar seus produtos pela internet e evitar a bagunça.

    Assim, há um grande mercado a ser explorado. Assim, será preciso caprichar nas redes sociais, divulgando os produtos, os diferenciais e as boas condições de compra. Use o Instagram, por exemplo, para apresentar fotos, com os stories sendo uma opção de vídeos curtos.

    Caso você tenha algumas economias, vale a pena pensar em campanhas pagas nas redes sociais, como no Facebook e Instagram, ou pela parceria com influenciadores digitais que atuem em plataformas como YouTube e Twitter.

    Isso traz maior engajamento para a sua marca, já que muitas pessoas ficarão curiosas para conhecer suas mercadorias. Você pode até tentar acordos com esses influencers, como oferecer uma porcentagem das vendas ou itens da própria loja.

    Como vimos no artigo, a hora de pensar nos preparativos para o Natal é agora. Caso você deixe tudo para mais tarde, corre o risco de lidar com fornecedores atarefados e praticando preços mais altos, dificuldade de lidar com o estoque e a logística e programar estratégias. Por isso, siga essas dicas para não errar em seu planejamento.

    Caso você tenha gostado do artigo, aproveite a visita para baixar o nosso e-book sobre estratégias de marketing que vendem!

  • Vendas de final de ano: 5 dicas para preparar o seu negócio

    Vendas de final de ano: 5 dicas para preparar o seu negócio

    Você já está preparando suas estratégias de vendas para o final do ano? Estamos quase lá!

    Esse período do ano é um importante momento para muitos negócios. Afinal, como não remeter novembro à Black Friday e à Cyber Monday, e dezembro às festividades tradicionais de fim de ano como Natal e Ano Novo, não é mesmo?

    Este ano ainda teremos outro evento que costuma bastante os comércios: a primeira Copa do Mundo sediada em um país do Oriente Médio, no Catar.

    Quer dicas de como preparar seu negócio para as vendas no final de ano? Confira a seguir!

    Quais são os principais eventos de final de ano que podem ajudar a aumentar as vendas?

    Aqui, estão as principais datas para você planejar com antecedência ações de vendas nesse fim de ano:

    • 25 de novembro – Black Friday;
    • 28 de novembro – Cyber Monday;
    • 25 de dezembro – Natal;
    • 31 de dezembro a 01 de janeiro – Ano Novo.

    Afinal, como faço para preparar meu negócio para as vendas de final de ano?

    Ainda que os consumidores estejam naturalmente mais dispostos a comprar nesse período do ano, é importante investir em planejamento e estratégia para aumentar ainda mais suas vendas.

    Portanto, reunimos algumas dicas para que você consiga preparar seu negócio. Veja quais são elas!

    1. Treinamento de equipes

    Treine suas equipes para oferecer atendimento de qualidade e ágil. Para ampliar a motivação, melhorar a produtividade dos colaboradores e, é claro, vender mais, considere implementar uma estratégia de gamificação.

    2. Decoração temática

    Aposte em decorações diferenciadas na loja física para conseguir atrair mais clientes. Em caso de loja virtual, invista em um novo visual para seu site e em ações que despertam o senso de urgência do consumidor, como banners de contagem regressiva.

    3. Formas de divulgação e promoções exclusivas para a época

    Utilize as redes sociais para alavancar suas vendas. Apostar no planejamento de comunicação antecipado para conquistar os clientes além da data também é uma ótima estratégia.

    Promoções exclusivas ou venda de kit de produtos similares são algumas ações que contribuem para o aumento do ticket médio do cliente. Você ainda pode estender as promoções por um período maior de tempo, o que ajuda a acabar com os estoques.

    4. Agilize as operações

    Facilite a forma de pagamento oferecendo opções como cartões de crédito e débito, Pix, PicPay e PayPal.

    Avalie abrir sua loja em horários especiais para facilitar a visita dos consumidores, mantendo sempre atualizados a abertura e fechamento do seu estabelecimento.

    5. Gerencie o estoque

    Procure também focar no planejamento de estoque e logística, explorando bem os espaços verticais e categorizando os produtos para melhor organizar a procura no espaço.

    Benefícios de se preparar para as vendas no final de ano

    Se preparar para vendas no final de ano pode te trazer alguns benefícios:

    • demanda aquecida: período do ano de oportunidades que aquecem as vendas, desde a Black Friday até o Ano Novo;
    • reserva de emergência: ótima oportunidade para gerar uma boa receita e utilizá-la em momentos de baixa demanda.

    Nesse conteúdo você entendeu que um bom planejamento, atrelado a uma boa estratégia, são essenciais para que seu negócio consiga aproveitar todo o potencial que as vendas no final de ano tem a oferecer.

    Gostou do artigo e quer conhecer algumas campanhas certeiras para garantir boas vendas de fim de ano? Então, leia o nosso post sobre este assunto agora mesmo!

  • 3 dicas de gerenciamento de estoques em datas comemorativas

    3 dicas de gerenciamento de estoques em datas comemorativas

    Você sabia que o gerenciamento de estoques não está relacionado somente à gestão da entrada e saída de mercadorias no seu armazém, mas também à garantia de uma melhor experiência do cliente, principalmente em épocas do ano em que as vendas estão mais aquecidas, como em datas comemorativas?

    Reconhecer que a gestão de estoques é parte essencial do planejamento estratégico é fundamental porque proporciona inúmeros benefícios tanto para o seu negócio quanto para o cliente. E, para isso, você deverá prestar atenção especial para esta atividade, o que requer mais que um simples checklist.

    Confira dicas de como realizar o gerenciamento de estoques para datas comemorativas!

    Como um bom gerenciamento de estoques pode impactar o seu negócio?

    Datas comemorativas são momentos do ano marcados pela maior disposição dos consumidores em realizar compras, seja para si mesmo ou para presentear alguém querido.

    Assim, um bom gerenciamento de estoques é capaz de trazer muitos benefícios para o seu negócio nestes momentos do ano, dos quais podemos destacar:

    • previsibilidade de demanda: você consegue entender melhor seu nível de demandas e eventuais necessidades de reposição;
    • otimização de espaço: possibilita que seu negócio armazene somente o necessário para a produção e/ou venda, sem falta ou excesso de produtos;
    • redução de desperdícios: é possível eliminar custos excessivos e desnecessários para o seu negócio, aumentando a margem de lucro;
    • otimização de eficiência operacional: seu negócio consegue estar melhor organizado para que não haja perda de oportunidades de venda por mercadorias em falta;
    • melhora na experiência do cliente: contribui para maior satisfação do cliente ao receber o produto em perfeitas condições e dentro do prazo estimado de entrega.

    Afinal, como faço uma gestão de estoque eficiente em datas comemorativas?

    Separamos algumas dicas para você começar a colocar em prática o gerenciamento de estoque. Confira!

    1. Analise seu histórico de vendas

    Trace um estudo das operações de venda de anos anteriores nos mesmos períodos para qual está se organizando, sempre tendo atenção às mudanças no comportamento de consumo do seu público e aos níveis de demanda de um ano para o outro.

    2. Acompanhe tendências de mercado e concorrentes

    Busque dados sobre o consumo e tendências de mercado para o momento do ano para qual está se planejando para atualizar constantemente suas atividades. Também esteja atento às ações realizadas pela concorrência!

    3. Conte com bons fornecedores

    Pensando em melhorar cada vez mais a experiência do seu cliente, principalmente em cenários de alta demanda, é importante ficar atento à seleção dos fornecedores como estratégia eficiente de compras. Portanto, leve em consideração aspectos como:

    • preços competitivos;
    • prazos de entrega que atendem sua demanda;
    • flexibilidade para demandas inesperadas;
    • velocidade de entrega.

    Como a tecnologia pode ser minha aliada no gerenciamento de estoques?

    A tecnologia pode ser usada na gestão de estoques para automatizar processos e, assim, torná-los mais assertivos. Isso contribui para a redução de riscos e falhas, além do aumento da eficiência e produtividade das atividades desempenhadas.

    Assim, com o auxílio de sistemas de gerenciamento de estoques, seu negócio consegue realizar:

    • integração de setores;
    • previsão de compras baseado no limite estipulado para estoque mínimo e máximo;
    • análise de custos, podendo estimar o lucro sobre cada produto; 
    • otimização de processos através da integração de dados e automação de atividades;
    • prevenção de falhas através de controle automatizado de entradas e saídas;

    Agora você já pode dizer que conhece tudo sobre a importância de realizar um bom gerenciamento em datas comemorativas e, acima de tudo, como preparar seu estoque nestes períodos do ano de alta demanda de vendas.

    Gostou do artigo e quer conhecer melhor sobre como aumentar as vendas de final de ano, um dos maiores períodos de aquecimento do comércio? Então, leia o nosso post sobre este assunto agora mesmo!

  • Confira 7 dicas para fazer vendas nas redes sociais

    Confira 7 dicas para fazer vendas nas redes sociais

    Segundo o Estudo Digital Global 2022, a internet é usada por quase 5 bilhões de pessoas em todo o mundo, o que representa 62,5% da população mundial. E quando falamos mais especificamente de usuários ativos nas redes sociais, apesar de esse número cair para 58,4%, ainda é bastante expressivo.

    Você sabe que as redes sociais fazem parte da vida das pessoas, não é mesmo? Por isso, é essencial que as empresas tenham estratégias bem elaboradas para comercializar seus produtos nessas plataformas e manter sua competitividade.

    Continue a leitura para conhecer dicas de como vender através desses canais!

    Qual é o papel das mídias sociais para as vendas no varejo?

    Segundo o estudo State of Mobile, é esperado que o consumo em ambientes digitais cresça mais e mais. No Brasil, as pessoas ficaram – em média – 5,4 horas no celular em 2021. Parte desse tempo é gasto na utilização das redes sociais, em especial o WhatsApp e o TikTok.

    Assim, é importante que as marcas estudem a força e a proposta de cada rede social de acordo com o perfil do seu público-alvo, além de acompanhar as mudanças de comportamento dos consumidores, focando no engajamento dos usuários. Isso pode contribuir para uma maior aproximação e interação com os clientes, o que potencializa o poder de venda do seu negócio.

    Afinal, como faço para vender nas redes sociais?

    Confira um passo a passo para criação de uma estratégia de vendas através das redes sociais.

    1. Defina o seu público-alvo

    Qual sua faixa etária, preferências, gênero, comportamento e região em que vive?

    É essencial que você trace o perfil do seu público e quais redes sociais ele utiliza, planejando melhor o tipo de conteúdo que irá publicar para ser mais atrativo e relevante.

    2. Utilize as redes sociais certas

    Entenda as particularidades de cada rede social para utilizá-las da melhor forma possível. Considere o engajamento do seu público em cada um delas, o que ditará em quais plataformas vale a pena investir.

    3. Produza conteúdo de qualidade

    Conheça as necessidades da sua persona e produza conteúdo pensando em soluções para seus problemas, mantendo constância nas publicações. A criação de um calendário editorial de postagens pode contribuir para esta periodicidade.

    4. Conheça sua concorrência

    Ter noção do que seus concorrentes estão fazendo, ou até mesmo empresas de outros segmentos, pode servir como uma boa fonte de inspiração para você. Se mantenha atento às tendências e ao que está sendo consumido pela sua audiência.

    5. Planeje e revise suas estratégias

    Foque no planejamento estratégico de vendas em cada uma das redes sociais. Defina:

    • tipos de conteúdo que serão explorados;
    • objetivos das campanhas;
    • periodicidade das publicações;
    • orçamento disponível.

    6. Crie um relacionamento com seu público

    As redes sociais são, acima de tudo, canais de interação e relacionamento entre os usuários. Portanto, para vender mais, será necessário conquistar seu espaço no feed interagindo com seus seguidores.

    7. Invista em tráfego pago

    Você pode investir no impulsionamento de posts estratégicos e em campanhas para aumentar o seu público e/ou converter vendas . Esta dica é opcional, mas pode ser efetiva em alguns momentos do seu negócio.

    Nesse sentido, contar com o auxílio de um especialista para implementar boas estratégias e conseguir ótimos resultados é importante. Com maior conhecimento técnico, ele é capacitado para fazer um planejamento com conteúdos atrativos e assertivos e, assim, alcançar o objetivo do investimento.

    Agora que você já sabe como estratégias de vendas nas redes sociais podem ajudar seu negócio, é hora de colocar em prática nossas dicas de como utilizar estes canais para comercializar seus produtos e, assim, destacar sua marca cada vez mais dos concorrentes!

    Curtiu este conteúdo? Então, aproveite para compartilhar o post em suas redes sociais!

  • Marketing promocional: 7 ações para colocar em prática

    Marketing promocional: 7 ações para colocar em prática

    O marketing serve para fazer as lojas venderem mais, certo? Sim, mas esse não é o seu único benefício. Afinal, comercializar produtos é bom, mas estabelecer laços de longo prazo com as pessoas é bem mais recompensador para o negócio.

    Uma maneira de conseguir isso é por meio do marketing promocional, uma das ramificações que focam em ações que vão além do lucro imediato. Neste post, falaremos do conceito, dos seus benefícios e de como implementá-lo no negócio. Venha conosco!

    Entenda o que é marketing promocional

    Para definir o conceito com precisão, nada melhor do que utilizar a definição da Associação de Marketing Promocional (AMPRO) que o define como um conjunto de estratégias com objetivo de:

    • construir uma marca;
    • aumentar o número de vendas;
    • prospectar consumidores;
    • fidelizar os clientes.

    Isso é feito por meio de ações diretas, que estimulam o contato entre a marca e os consumidores. Essas atividades agregam valor aos consumidores, de uma forma natural e não invasiva.

    Afinal, as pessoas são convocadas a participar das ações, mas de uma maneira totalmente espontânea. Ninguém é coagido a fazer algo que não queira, o que seria extremamente prejudicial para um relacionamento entre empresa e cliente.

    Diferença entre marketing promocional e merchandising

    O marketing promocional é constantemente confundido com o merchandising, mas são estratégias diferentes. Enquanto o segundo foca exclusivamente na atração de consumidores e na venda de produtos, o primeiro tem como principal objetivo reforçar a relação entre consumidor e marca.

    Assim, ações como a distribuição de brindes e sorteios não são exemplos de merchandising, uma vez que não necessariamente envolvem a venda de produtos — mas têm tudo a ver com o marketing promocional. Além disso, ainda podem ser utilizadas para turbinar a presença da empresa nas redes sociais.

    Conheça alguns benefícios do marketing promocional

    Quais são as vantagens específicas do marketing promocional para um negócio? Vamos conhecê-las.

    Atração de novos clientes

    O marketing, por definição, está diretamente associado à atração de clientes. O modelo promocional não é diferente, uma vez que ações criativas e com condições vantajosas chamarão a atenção de consumidores em potencial.

    Fidelização de clientes

    O marketing promocional ajuda diretamente na fidelização, ao reforçar os laços com os consumidores para além da simples transação comercial.

    Afinal, uma empresa que aposta nessa estratégia tem menos chances de ser conhecida como aquela que “tenta vender tudo a toda hora”, uma vez que ela realizará ações que estimulem a divulgação do produto e com foco no cliente, são exemplo de ações promocionais: sorteios, brindes e oferta de condições melhores para seus consumidores.

    Diferencial competitivo

    O marketing promocional complementa outras ações importantes, como o pós-venda, que mostram que a empresa se preocupa com o cliente mesmo após a conversão.

    Dois terços dos clientes desistem de fazer compras online. Entre os motivos, está a falta de credibilidade da empresa. Por meio de ações bem pensadas, o marketing promocional reforçará a reputação daquela organização no mercado.

    Promoção da marca

    A marca é reforçada de três maneiras:

    • os clientes não são só fidelizados, como se tornam embaixadores da empresa. Elas ajudam a divulgá-la, avaliam positivamente os produtos e falam bem daquela organização para outras pessoas;
    • a empresa se consolida como uma referência de mercado. O marketing promocional fortalece cada vez mais a empresa, uma vez que os frutos colhidos pelas campanhas se refletem em sua imagem;
    • a empresa se mantém no radar das pessoas, já que elas checarão a loja de forma contínua para verificar se há novas promoções.

    Saiba como aplicar o marketing promocional na empresa

    Uma das coisas mais legais do marketing promocional é que ele pode ser explorado em uma infinidade de maneiras diferentes. Agora, vamos conhecer algumas delas.

    1. Faça campanhas interativas

    As lives no YouTube ou em outros canais se tornaram bastante comuns. Elas podem ser utilizadas em campanhas interativas para que os clientes se engajem com a empresa e suas ações de marketing promocional.

    Do mesmo modo, os consumidores podem ser convidados a participar de um evento ao vivo, algo como: “O melhor comentário dessa live (ou desse artigo, ou desse post na rede social) ganhará um produto X”. Isso serve até mesmo para atrair clientes não fidelizados.

    2. Demonstre os produtos

    A demonstração de produtos não é representada apenas pela amostra grátis, sobre a qual falaremos adiante. Hoje, é possível contar com a ajuda de influencers, como youtubers que recebem as mercadorias, provam e contam tudo para seus seguidores.

    Do mesmo modo, empresas que tenham lojas físicas podem oferecer um teste grátis em seus produtos, como empresas do ramo alimentício ou de maquiagens, por exemplo.

    3. Ofereça brindes

    O oferecimento de brindes é uma ação clássica de marketing promocional. Eles são oferecidos não somente para os clientes, mas também para parceiros e até para os colaboradores.

    Brindes personalizados são especialmente estratégicos, já que ajudam a disseminar a marca para outras pessoas — como chaveiros, canetas e outros itens que tenham a logomarca do negócio. Do mesmo modo, todo consumidor fiel adora recebê-los.

    4. Faça sorteios

    Os sorteios podem ser utilizados como um incentivo para que as pessoas comprem seus produtos, como um evento que inclua apenas aqueles que comprem acima de um valor determinado pela empresa: digamos, R$ 200.

    Além disso, para resultados ainda mais interessantes, eles podem ser vinculados a uma data comemorativa. Isso amplia a divulgação do evento e ainda diversifica as ações da empresa. Também é interessante utilizá-los para marcar um evento especial, como um aniversário da loja ou uma meta batida.

    5. Crie programas de incentivo

    As campanhas ou programas de incentivo ajudam a reforçar laços entre empresas e clientes. Elas estimulam as pessoas a continuar comprando, mas de uma maneira que seja mais atrativo para elas.

    Um exemplo de programa incentivo simples é oferecer um item grátis a cada 5 ou 10 comprados, por exemplo, assim como descontos progressivos. As milhas áreas oferecidas pelas companhias de aviação são outro modelo de incentivo.

    6. Ofereça amostras grátis

    Pode não ter acontecido com você, mas certamente já ocorreu com alguém que você conheça: uma amostra grátis encantou e acabou virando uma compra. Por isso, sua loja não deve subestimar o poder desse método.

    Distribuir alguns produtos gratuitamente é uma ótima maneira de atrair novos clientes. Você pode fazer isso nas primeiras compras de clientes em potencial e também fornecer amostras para consumidores já fidelizados, como um modo de fortalecer o relacionamento com ele.

    7. Faça eventos promocionais

    Esses eventos podem ser festas de lançamentos de produtos, assim como estandes em feiras e eventos no seu ramo de atuação. Caso a sua loja funcione exclusivamente no ambiente online ou em um modelo híbrido, as lives também podem ser empregadas aqui.

    Como pudemos ver no artigo, o marketing promocional é um conjunto de estratégias que servem a diferentes momentos de acordo com o seu objetivo de negócio. Essas práticas também servem para turbinar as vendas em datas comemorativas e importantes, uma vez que ampliam o alcance da organização, principalmente com o uso das redes sociais.

    Por falar em datas comemorativas, conheça o nosso infográfico exclusivo sobre como se preparar para elas!

  • Formação de preço: descubra como fazer em seu negócio

    Formação de preço: descubra como fazer em seu negócio

    A formação de preço é um assunto que desperta muitas dúvidas entre os empreendedores. Afinal, alguns termos que estão sempre em evidência nos noticiários, como “dumping” (preços muito abaixo nas exportações) e “underselling” (preços abaixo do valor de custo), têm tudo a ver com precificação.

    Para não errar na formação de preços, é necessário considerar diversos fatores. Afinal, toda loja tem despesas, então a precificação deve levar em conta os gastos que existem para manter o negócio ativo. Neste post, apresentaremos tudo o que influencia o valor final que a sua loja praticará. Boa leitura!

    Leve os custos unitários em consideração

    O custo unitário dos produtos é um bom ponto de partida para começar a sua precificação. Para iniciar o cálculo final do seu preço, considere o que a sua loja pagou pela unidade daquela mercadoria.

    Caso o valor unitário não esteja registrado nas suas contas, é fácil descobrir: divida o valor pago pelo pacote pelo número de itens que vieram neles. Um lote de 10 teclados de computador sem fio que custou R$ 1500, por exemplo, mostra que foram gastos R$ 150 em cada unidade.

    Tendo esse valor em mente, você saberá precificar sem perder a lucratividade — nesse caso, não poderá vender por R$ 150 ou menos.

    Respeite a margem

    Ao estabelecer uma margem de contribuição para que o seu negócio sobreviva, você precisa respeitá-la. Por isso, caso você tenha escolhido um ganho de 25% sobre o custo de cada item, mantenha-se dentro do seu plano — a não ser que a estratégia precise ser modificada.

    Caso um produto dê prejuízo e fique muito longe de render aqueles 25% de lucro que você estipulou, não adianta insistir e mantê-lo no estoque.

    Contabilize as despesas

    Agora que você descobriu o valor unitário de cada peça, é o momento de levar em consideração as despesas da empresa. Para isso, é importante dividi-la em gastos fixos e variáveis, para que nada fique fora da precificação final, o que atrapalharia a mensuração da lucratividade.

    As despesas variáveis são as esporádicas, como gastos de emissão de boletos, substituição de itens que sofreram algum dano ou a comissão de alguém que prestou um serviço para você, como um influencer digital que ajudou a divulgar os produtos.

    Já os custos fixos são aqueles dos quais não dá para escapar. Basta citar alguns exemplos para você entender o porquê de eles serem considerados permanentes:

    • aluguel da loja;
    • hospedagem do site;
    • gastos com o plano de internet;
    • contas de água e luz;
    • entre outros. 

    Tanto os gastos fixos quanto os variáveis precisam ser considerados na precificação. O interessante é que você pode usar as suas próprias vendas para cobrir os custos, ao determinar um percentual de lucro em cada produto que venha a comercializar.

    Exemplo: caso os seus gastos fixos e variáveis sejam de, aproximadamente, R$1000 reais por mês e você tenha um produto cujo preço seja de R$ 200, 20% desse valor final seria de R$40. Por isso, você precisaria vender 25 unidades dele para custear os R$ 1000 reais de despesa.

    Desse modo, fica mais fácil entender quantos produtos de cada tipo você precisa comercializar para manter o seu negócio vivo — e o que sobrar vira lucro para você.

    É importante observar que é preciso incluir os valores de impostos que você é obrigado a pagar, como o Documento de Arrecadação do Simples Nacional, que MEIs devem custear todo mês. Também é preciso considerar, em qualquer uma das modalidades apresentadas, os descontos que você pretende ofertar.

    Conheça o markup

    Existe o markup e existe a margem de lucro, embora os dois termos sejam muito confundidos por aí. Para entender, considere o seguinte:

    • margem de lucro é a porcentagem que retorna ao caixa quando todos os custos, fixos e variáveis, são quitados. Ela é calculada pela subtração dos gastos do preço final de um produto;
    • markup é o percentual aplicado aos produtos, também conhecido como “lucro desejado”.

    Os dois conceitos são muito importantes para conseguir uma precificação adequada. A margem de lucro é, inclusive, utilizada na fórmula de cálculo do mark-up, que é:

    Markup = 100 / [100 – (DV + DF + ML)]

    Nessa fórmula, as siglas correspondem a:

    • DV é o percentual relacionado às despesas variáveis;
    • DF o percentual relacionado às despesas fixas;
    • ML é o percentual relacionado à margem de lucro.

    Vamos pensar em um produto A. Suponhamos que você determine que 20% das vendas de cada unidade desse produto vão para a cobertura das despesas fixas e 15% para as variáveis. Já A margem de lucro que você quer obter em cima da mercadoria é de 25%. Nesse caso, temos:

    Markup = 100 / [100 – (15 + 20 + 25)]

    Markup = 100 / (100 – 60)

    Markup = 100 / 40

    Markup = 2,5

    Se o preço de compra de cada unidade dessa mercadoria é de R$ 50, então o preço de venda deve ser de R$ 125, que é o que encontramos quando multiplicamos 50 por 2,5 do markup.

    Estude a concorrência

    Por fim, é preciso estudar bem a concorrência antes de definir a precificação. Caso o seu negócio seja o único do ramo na cidade, por exemplo, esse fato pode ser explorado para obter valores maiores. Entretanto, caso você tenha muitos concorrentes de qualidade, praticar preços altos demais resultará em menos vendas.

    Por isso, visite os sites ou catálogos dos seus concorrentes e observe os valores. Caso você note que os seus estão muito acima do mercado, há o risco de ficar com estoque encalhado. Você pode diminuir o preço ou, dependendo da aceitação da mercadoria, tirá-la de circulação.

    Você também pode apostar em vendas conjuntas. Deve ter um produto que é considerado o carro-chefe da empresa, certo? Então aquele produto que está com um valor acima do mercado pode ter o seu preço reduzido quando for vendido junto com a mercadoria que vende mais.

    Afinal, como o produto mais comercializado sempre terá compradores, você pode apostar em pacotes com aqueles produtos encalhados ou que estejam com o valor acima da média. Caso a estratégia não dê certo, talvez o melhor mesmo seja tirar a mercadoria do catálogo.

    Como pudemos ver no artigo, a formação de preço depende de diversos fatores, como o custo unitário, a margem de contribuição, o markup e o estudo minucioso da concorrência. Combine todas essas dicas para oferecer boas condições para seus clientes, sem perder a lucratividade! O Sebrae Alagoas conta com cursos e treinamentos para ajudar nos desafios financeiros.

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  • 7 melhores formas de oferecer pagamento online na loja virtual

    7 melhores formas de oferecer pagamento online na loja virtual

    Há um enorme mercado na internet para empresas de todos os segmentos. Contudo, para facilitar as compras, é preciso oferecer meios que tornem a jornada do consumidor mais fluida, como é o caso do pagamento online. Só assim será possível aproveitar todo o potencial do ambiente digital.

    Em 2021, por exemplo, 12,9 milhões de brasileiros compraram pela primeira vez na internet, o que elevou o número de consumidores do e-commerce no Brasil para 87,7 milhões.

    Por isso, adotar práticas que favoreçam o consumo é uma maneira de se destacar. Neste post, mostraremos os principais meios de pagamento online utilizados por brasileiros, suas vantagens e desvantagens. Boa leitura!

    1. Cartão de crédito e débito

    Vender pela internet e não oferecer a opção de pagamento através de cartão de crédito não é aconselhável. Isso pode ser provado pelos dados: 70% das pessoas não só usam esse meio, como acumulam três ou mais bandeiras.

    Os motivos são muitos: facilidade de parcelamento em cada compra (principalmente quando não há juros), tempo maior para pagar e comodidade. Não à toa, escolhemos esse como o primeiro meio para abordarmos no texto.

    Já o cartão de débito é a opção para quem prefere pagar suas contas à vista. Assim como grande parte dos estabelecimentos, offline e online, a sua loja não pode deixar de oferecer esse meio.

    Para a empresa, as duas opções são ótimas porque a operadora é a responsável por liberar a compra. Além disso, quanto maior for o número de bandeiras aceitas, mais clientes sua empresa conseguirá atender. As mais usadas são:

    • Visa;
    • Elo;
    • MasterCard;
    • HiperCard;
    • American Express.

    Apesar de esse meio ser um dos principais utilizados pelos brasileiros, é preciso lembrar que geralmente as compras no cartão de crédito geram uma taxa para o empreendedor. Por isso, é preciso se informar sobre elas para que a loja não saia no prejuízo.

    2. Boleto bancário

    O boleto ainda é um meio tradicional, pois oferece versatilidade de pagamento para as pessoas. É possível paga-lo usando aplicativos ou até mesmo ao leva-lo até uma casa lotérica, por exemplo, e quitar a compra com dinheiro em espécie.

    Uma vantagem significativa, além dessa versatilidade, é o pagamento à vista. Nesse sentido, a empresa pode atrelar condições melhores de compra ao boleto, como descontos de 10% para quem escolher essa modalidade.

    Uma das desvantagens do boleto bancário em relação a outros meios, como o Pix, é que o pagamento não é instantâneo. Leva um ou mais dias para a transação ser concluída. Além disso, a maioria das instituições não aceita parcelar a quitação por meio do boleto.

    3. Débito automático

    Esse meio é parecido com o pagamento via cartão de débito. No entanto, aqui, é utilizado o número da conta e não do cartão. É uma boa opção de negócio à vista, intermediada pelos bancos e, por isso, bastante segura para lojistas.

    Essa opção costuma ser utilizada em pagamentos regulares. Podemos citar alguns exemplos que permitem o débito automático:

    • mensalidades de serviços diversos;
    • contas de luz e água;
    • streamings, como Netflix ou Spotify;
    • contas de celular.

    Só é preciso ter cuidado para que o débito automático não seja confundido com o pagamento recorrente, sobre o qual falaremos adiante no texto.

    4. Pix

    O Pix surgiu há pouco tempo, mas já conquistou o seu espaço pela agilidade e pela possibilidade de receber o pagamento de maneira instantânea.

    Assim, é possível que uma loja receba um pagamento via Pix pela manhã e já prepare a entrega do produto na parte da tarde, por exemplo. Desse modo, todo mundo sai ganhando: a empresa, que recebe o montante à vista, e o cliente, que garante maior agilidade na hora de receber seu produto.

    5. Pagamento recorrente

    O pagamento recorrente é uma modalidade similar ao débito automático, já que ambos são cobranças regulares, que geralmente ocorrem mensalmente. Contudo, há uma diferença importante.

    No pagamento recorrente, o valor é lançado no cartão de crédito. Já no débito automático, a quantia é retirada do saldo da conta do cliente.

    6. Link de pagamento

    Esse modelo proporciona à loja o envio de um link para que os clientes realizem o pagamento de um pedido. Essa quitação pode ser feita via boleto, Pix ou cartão de crédito, por exemplo.

    Com esse link, o consumidor não precisa acessar o site e/ou app e escolher os produtos para finalizar a compra. Basta clicar na URL (o endereço virtual) enviada pelo empreendedor e inserir os dados de pagamento, como:

    • informações do cartão;
    • número de parcelas;
    • dados do cliente.

    Depois disso, basta concluir o pedido. O link também pode ser enviado em vendas realizadas pelo WhatsApp. Nesse caso, a empresa envia a solicitação de pagamento e pede que o consumidor preencha os dados relativos ao seu cartão de crédito.

    As lojas podem contar com diversas plataformas para gerar seus links de pagamento. Algumas delas são:

    • Pagar.me;
    • Mercado Pago;
    • PagSeguro
    • Ton.

    7. Gateway de pagamento

    Gateway de pagamento é o sistema responsável por conectar os dados do usuário às instituições financeiras, como bancos e operadoras de cartão de crédito. Esse modelo é exemplificado por alguns métodos que costumam aparecer em diversas lojas, como:

    • PayPal;
    • PagSeguro;
    • Mercado Pago;
    • Aceita Fácil.

    Trata-se de uma aplicação que se integra ao e-commerce da loja, na qual uma operadora financeira é responsável por autorizar as transações feitas no ambiente online. Quando um cliente usa o PayPal, por exemplo, o que acontece é que ele paga por um cartão de crédito ou por boleto — o PayPal é apenas o intermediário da negociação.

    Nesse sentido, o gateway não é uma forma de pagamento em si, mas de uma ferramenta que facilita a realização das compras online. Além disso, ferramentas como o PagSeguro e o Mercado Pago oferecem a possibilidade de manter o dinheiro na conta e quitar as dívidas com aquele saldo.

    Agora que você conhece as principais formas de pagamento online e suas vantagens, já pode estruturar melhor o seu e-commerce. É importante diversificar os meios, uma vez que cada pessoa tem uma preferência na hora de pagar as contas. Assim, a venda não é perdida e a empresa mostra versatilidade para agradar ao consumidor.

    Além disso, também há a possibilidade de oferece meios como o boleto, no qual o cliente não quita a compra pela internet, mas obtém um documento para pagá-lo com dinheiro em espécie.

    Você tem interesse em tornar a sua empresa cada vez mais digital? Então, não deixe de conhecer as soluções do Sebrae, desenvolvidas para ajudar nossos parceiros nessa empreitada!

  • Descubra o que é a gestão de relacionamento com o cliente e implemente em sua empresa!

    Descubra o que é a gestão de relacionamento com o cliente e implemente em sua empresa!

    A gestão do relacionamento com o cliente é, basicamente, um conjunto de estratégias e boas práticas para melhorar a relação da marca com seus consumidores. Esse gerenciamento foca em mostrar para o público que ele não representa apenas um número para aquele negócio, mas pessoas cujas opiniões são levadas em conta.

    Nesse sentido, cuidar da gestão de relacionamento com o cliente é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Isso porque aquele tempo no qual as pessoas precisavam procurar pelas empresas não existe mais: agora são as lojas que precisam ir atrás de consumidores, já que é muito fácil encontrar tudo na internet e fazer comparações.

    Neste post, mostraremos as principais dicas para fortalecer o relacionamento com seu cliente. Você notará que é possível conciliar as práticas com técnicas de vendas, desde que a empresa seja capaz de promover uma boa jornada de compra. Boa leitura!

    Colete e armazene as informações

    Hoje, é possível capturar as informações necessárias para identificar o perfil dos seus clientes e categorizar o seu comportamento. Assim, a boa gestão de relacionamento utiliza dados para agregar valor com o que é encontrado nas análises.

    Por exemplo: por meio de um sistema de gestão, como o ERP, a empresa consegue centralizar informações sobre determinados clientes. Assim, ela tem dados sobre o seu histórico de compra, meios de contato preferidos para se comunicar e as solicitações que ele mais faz.

    É preciso consultar essas informações vez ou outra para mostrar que a empresa leva em conta as modificações. Uma companhia que tente contatar o consumidor em um telefone que ele não usa mais, por exemplo, mostra que ela não é eficiente no armazenamento de dados.

    Analise o comportamento do consumidor

    A análise de dados do consumidor tem como objetivo descobrir tendências, entender melhor os consumidores e estabelecer padrões de consumo.

    Por meio desse estudo, será possível criar perfis de clientes e desenvolver produtos cada vez mais personalizados para não só vender mais, mas também fortalecer o relacionamento.

    Além disso, esse trabalho com dados também pode orientar os conteúdos do seu blog. Algumas ferramentas nesse sentido são:

    • Big Data;
    • Business Intelligence;
    • Google Data Studio;
    • Tableau.

    Muitas vezes, as pessoas precisam de conselhos especializados sobre problemas que enfrentam continuamente, mas não sabem onde encontrar a resposta.

    Caso uma empresa de tecnologia identifique que seus clientes têm problemas com invasões de hackers e sequestros de dados, por exemplo, ela pode focar nesse assunto por meio de artigos, vídeos e posts nas redes sociais. Assim, ela se fortalece como uma empresa que não está só interessada em vender, mas também em prover soluções.

    A versatilidade das ferramentas de análise de dados proporciona o estudo do histórico digital da empresa, podendo mapear vendas sazonais e padrões de consumo, além de apresentar um conhecimento aprofundado das pessoas que compram na loja.

    Dessa forma, o negócio fortalece a gestão de relacionamento com o cliente em duas frentes: vendas e conhecimento relevante.

    Acompanhe o histórico de compras

    É um clichê no mundo do marketing, mas é verdade: é mais fácil fidelizar clientes do que conquistar novos consumidores. Afinal, a pessoa que já comprou algo da sua loja já passou por toda a jornada de compra e conhece bem os métodos da empresa. Já um lead sempre tem alguma insegurança antes de fechar negócio.

    Por isso, investigue o histórico daqueles clientes que compram com frequência. Sua loja poderá criar promoções especialmente voltadas para eles, reforçando o relacionamento com a marca e, ao mesmo tempo, oferecer condições melhores para eles levarem mais produtos.

    Esse tipo de iniciativa mostra que não há conflito entre investir no relacionamento com os clientes e vender mais. Isso porque a empresa lucra com a solução de problemas, enquanto os consumidores desfrutam de mercadorias e serviços de qualidade.

    Promova interações nas redes sociais

    Você provavelmente já viu, nas redes sociais, alguma marca fazer perguntas como: “Do que você mais gosta no produto X?”. Esse tipo de interação é valioso não só para obter informações para melhorar aquela mercadoria, mas também para estabelecer um contato próximo com os clientes.

    Uma empresa que não tem uma boa presença digital corre o risco de ser completamente esquecida, uma vez que limita o seu escopo às pessoas que queiram se deslocar fisicamente até ela. Contudo, com tantas opções na internet, a tendência é que cada vez menos consumidores estejam dispostos a isso.

    Analisar o comportamento dos seus clientes nas redes sociais também é ótimo para acompanhar as tendências de perto, como os produtos que eles mais têm curtido, o que tem mais destaque nas avaliações, além de dados demográficos sobre eles, como:

    • idade;
    • gênero;
    • região em que mora;
    • estilo de vida;
    • hábitos de consumo.

    As redes sociais também servem para tirar dúvidas dos clientes em potencial que ainda precisam de mais informações antes de fechar uma compra. Com uma primeira interação produtiva e um bom atendimento, aumentam as chances de que aquela pessoa não só vire uma consumidora, como seja fidelizada.

    Peça feedbacks

    Toda empresa tem algo a melhorar: até mesmo os grandes conglomerados estão sempre buscando maneiras de oferecer soluções cada vez mais assertivas. Para obter isso, nada melhor do que contar com os clientes, que mantêm o negócio vivo.

    Por isso, não hesite em pedir feedback. Esse é o tipo de atitude que não só fortalece o relacionamento com as pessoas, que se encantam ao notar que suas sugestões são levadas em conta, mas também ajuda a empresa a crescer, ao implementar mudanças baseadas em seu público-alvo.

    Essa interação é o que complementará os bons produtos e tornará a empresa uma referência em seu setor. Sites como o Reclame Aqui são amplamente utilizados pelas pessoas para identificar empresas que levam o relacionamento com o cliente a sério.

    Não à toa, o site tem uma pontuação para ranquear as empresas que mais se preocupam em responder às solicitações. Gerir bem o relacionamento com o cliente passa por essa atitude de não negligenciar seus problemas, reclamações ou sugestões.

    Implemente melhorias

    Você deve ter notado que todas as sugestões até aqui envolviam a checagem de informações sobre os clientes, como uma forma de melhorar o relacionamento com eles. Com esse estudo, você também pode implementar melhorias ao descobrir falhas na gestão.

    Existe uma métrica conhecida como churn, que mede a quantidade de clientes que abandonaram a empresa. Embora não seja provável que a empresa fidelize todos os seus leads, é possível diminuir essa rotatividade.

    Por isso, adote a iniciativa de sempre enviar uma mensagem no pós-venda, incentivando os clientes a avaliarem a jornada de compra. Mesmo que muitas pessoas não respondam, você ainda terá respostas que direcionarão as novas estratégias.

    Caso você não tenha muitas respostas, experimente enviar cupons de 5 ou 10% para incentivar as respostas a uma pesquisa de satisfação, por exemplo. Se a maioria das pessoas apontar o atendimento como um ponto fraco, a empresa saberá onde focar seus esforços para melhorar.

    Como pudemos ver no artigo, a gestão de relacionamento com o cliente envolve toda a interação de uma empresa com seus consumidores. Por meio dessas dicas, será mais fácil criar uma relação duradoura com o maior número possível de pessoas — não só vendendo, mas solucionando seus problemas.

    Gostou do artigo e quer saber como o Sebrae Alagoas pode ajudar a sua empresa nessa tarefa? Então, entre em contato conosco para saber mais!

  • Social Selling Index: descubra o que é e suas vantagens

    Social Selling Index: descubra o que é e suas vantagens

    Algumas das redes sociais se tornaram tão poderosas e presentes no dia a dia das pessoas que se tornaram capazes de criar suas próprias métricas. É o caso do LinkedIn, a principal ferramenta para se conectar profissionalmente com outras pessoas.

    Como o LinkedIn é uma rede dedicada ao meio corporativo, que trata majoritariamente de negócios, nada mais natural que oferecesse métricas e indicadores para que as empresas pudessem fortalecer seus relacionamentos uma com as outras. É o caso, por exemplo, do Social Selling Index. Vamos conhecê-lo!

    O que é Social Selling Index?

    O Social Selling Index, ou SSI, é uma métrica criada pelo LinkedIn e alimentada com o algoritmo da rede. Utilizá-lo é, basicamente, fazer uso da própria plataforma para vender produtos e criar relacionamentos relevantes para o negócio.

    O SSI mensura o sucesso dos ativos de venda e quantifica a qualidade das iniciativas de um vendedor a partir do trabalho realizado no LinkedIn e na ferramenta Sales Navigator, também presente na rede social.

    O SSI também é conhecido como Venda Social, já que também pode ser definido como um processo de desenvolvimento de relacionamento como parte da jornada de venda. Ele surge como uma maneira de apoiar:

    • estratégias de engajamento;
    • comunicação do valor dos produtos;
    • soluções para o mercado;
    • desenvolvimento de relacionamentos com clientes em potencial e parceiros de negócio.

    Um exemplo de uso do SSI: uma marca que precise de um fornecedor entra no LinkedIn para analisar a reputação e os serviços oferecidos pelos candidatos. Não à toa, ele é muito utilizado por profissionais do mercado B2B, isto é: de empresa para empresa.

    Como colocá-lo em prática?

    Colocar o Social Selling Index é ser capaz de tornar o seu perfil na rede social cada vez mais atrativo, além de conseguir pesquisar os melhores parceiros de negócio e clientes em potencial por meio do tempo que sua empresa passa no LinkedIn.

    Por isso, podemos mencionar diversas maneiras interessantes de aumentar a sua classificação SSI. Algumas são básicas, mas ajudam muito na visibilidade:

    • complete o perfil da sua empresa na rede social, alcançando os 100%. Desse modo, o seu negócio parecerá bem mais confiável e o próprio LinkedIn ajudará na segmentação;
    • adicione conteúdos ricos, como vídeos, artigos e material multimídia. Você já deve ter notado que muitas empresas são bem ativas lá, certo? A razão é justamente pela capacidade de elevar o SSI;
    • batalhe pelos seus endossos e recomendações, incentivando seus clientes e parceiros a deixarem boas avaliações;
    • faça postagens longas, que mostram que a sua empresa é referência nos temas discutidos.

    Ao realizar essas ações, você consolidará a presença digital da sua empresa. Uma organização que passa um bom tempo lá e se faz notar, por meio dos conteúdos, se torna uma criadora de tendências na plataforma, influenciando as pessoas.

    Encontrando as pessoas certas

    O LinkedIn leva em consideração as suas interações na plataforma e o modo com que você divulga a sua marca. Outra maneira de se destacar é aumentar o valor das conexões e relacionamentos, o que leva a uma pontuação maior — e, consequentemente, a mais vendas.

    No entanto, você pode se perguntar: mas como fazer para encontrar as pessoas certas e elevar a pontuação? Basta sair adicionando todo mundo? Não exatamente.

    Siga as nossas dicas para encontrar as pessoas de interesse:

    • exerça a proatividade. O LinkedIn leva em conta até mesmo as pesquisas realizadas para prospectar, então utilize a plataforma diariamente;
    • utilize critérios de filtro para encontrar pessoas e empresas, como habilidades desejadas, funções desempenhadas e idade;
    • mantenha o contato com pessoas que visualizaram o perfil da sua empresa ou a conta individual dos gestores. Isso eleva a qualidade do seu networking;
    • observe e marque perfis relevantes para iniciar o contato mais tarde.

    Fortalecendo o engajamento

    “Engajamento” não é uma palavra repetida no mundo corporativo à toa: caso a sua empresa não esteja envolvida com outras e mantenha um relacionamento próximo com os clientes, ela tende a ser esquecida e atropelada por concorrentes.

    Por isso, buscar o engajamento aumenta o SSI, além de facilitar o objetivo de tornar a sua empresa uma das referências no segmento. Para isso, algumas ações são indicadas:

    • entre nas plataformas todos os dias para interagir, nem que seja por 10 minutos. Mas não fique apenas observando, curta e comente conteúdos do seu interesse;
    • compartilhe postagens, de parceiros e de notícias relevantes para a indústria. Assim, as pessoas passarão a visitar o seu perfil para conferir conteúdo relevante;
    • comente em posts com alto engajamento, o que ajuda no envolvimento com a comunidade. Além disso, é uma boa forma de a empresa reforçar seus valores em relação a temas polêmicos;
    • junte-se a grupos de discussão para entender nichos de mercado. Caso não saiba por onde começar, utilize as dicas de grupo sugeridas pela própria plataforma;
    • construa conexões. Conecte-se com empresas e clientes com interessantes semelhantes. No LinkedIn, é comum ver até mesmo organizações interagindo com concorrentes para influenciar o mercado.

    Quais são as vantagens do social selling index?

    Agora, conheceremos os principais benefícios de investir o seu tempo aumentando a pontuação do SSI.

    Tempo de contato reduzido

    O LinkedIn oferece uma maneira bem direta de contato: basta encontrar um perfil que interesse ao seu negócio e começar a interagir com ele. Não será mais preciso ficar pesquisando os diversos canais de atendimento de parceiros e clientes em potencial.

    Além disso, por ser uma plataforma com um grande número de pessoas cadastradas, o LinkedIn é um dos canais nos quais os clientes estão frequentemente ativos. Por isso, o ciclo de vendas é mais curto, uma vez que o bom uso da rede social posiciona a empresa como uma fornecedora de produtos e serviços.

    Aumento no volume de leads

    Com o contato diário e a atração de leads reforçada, fica mais fácil atender a um número maior de clientes e fechar vendas em menos tempo.

    Relacionamento maior com o cliente

    Quando a empresa consegue estabelecer uma relação de confiança com os perfis com os quais ela interage, o relacionamento não só é aprofundado, como ainda ocorre a aceleração de conversão de leads na jornada de compra.

    Uma boa rede de contatos no LinkedIn vai muito além de ter um perfil com muitos seguidores: com os direcionamentos corretos, a chance de faturamento aumenta muito, uma vez que a sua empresa estará em contato direto com os interessados nos produtos que ela oferece.

    Maior aprofundamento nas dores dos parceiros e consumidores

    O LinkedIn tem mais de 850 milhões de usuários, em mais de 200 países. Com todos esses dados acessíveis, será mais fácil eliminar dúvidas e mal-entendidos sobre o que a empresa oferece no mercado.

    Com muitos usuários no Brasil, a rede também garante um bom potencial de prospecção, com todos os dados que podem ser acessados. Ler os posts e interagir com as pessoas é uma excelente oportunidade para conhecer lacunas de mercado e, obviamente, preenchê-las com a utilização do Social Selling Index.

    Gostou do artigo e quer conferir outros conteúdos como este em primeira mão? Então, siga a nossa página no LinkedIn e comece a colocar a snossas dicas em prática!