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  • 5 dicas para melhorar a entrega de produtos para seus clientes

    5 dicas para melhorar a entrega de produtos para seus clientes

    Empreender não é apenas vender boas mercadorias e divulgá-las nas redes sociais. Para que a sua empresa conquiste uma boa reputação, a gestão logística de entregas deve ser caprichada. Afinal, avaliações como “bom produto, mas demora muito” não são exatamente lisonjeiras para o negócio.

    Por isso, otimizar a entrega de produtos passa por diversas etapas, desde o planejamento de envios, à estocagem adequada e à escolha de parceiros de qualidade, por exemplo. Neste post, mostraremos as 5 principais dicas para melhorar a sua logística. Venha conosco!

    1. Faça um bom planejamento

    A primeira etapa para garantir uma boa gestão logística é realizar um planejamento de compras. Isso passa pela previsão de vendas e giro de estoque, assim como a definição e monitoramento do calendário do envio de produtos — e do recebimento de matérias-primas.

    Além das planilhas de Excel, você pode investir em um software de gestão integrada para centralizar suas informações e facilitar o acesso desses dados. Com o crescimento do negócio, será possível utilizar ferramentas de análise de dados, como o Big Data, para traçar tendências de consumo e otimizar os envios de acordo com a sazonalidade.

    Só não se esqueça de atualizar diariamente o calendário para não perder o prazo de nenhum cliente. Além disso, dependendo da mercadoria vendida, a estocagem inadequada pode fazer com que ela pereça — como no caso de quem vende alimentos.

    2. Controle o estoque

    Caso o seu objetivo seja otimizar a gestão geral da entrega, é essencial controlar as mercadorias no estoque. Afinal, não adianta prometer prazos extremamente atrativos e, na hora da remessa, descobrir que aquilo que você “vendeu” não está na prateleira.

    Por isso, mapeie o estoque semanalmente, com especial atenção para os produtos que saem mais. Você poderá sinalizar, no e-commerce, que tal mercadoria está temporariamente indisponível. Do mesmo modo, esse controle e a observação das vendas por período ajudam a prever a demanda futura.

    3. Otimize a gestão de frete

    Ofereça diversas opções de frete, das mais econômicas até aquelas para quem quer receber o produto em menos tempo. Desse modo, o cliente terá uma previsão realista de quanto ele terá que gastar e quando terá o produto em mãos.

    Outra ideia interessante é investir no modelo de varejo phygital, que integra os ambientes físico e online. Um exemplo é a possibilidade de que ele possa retirar o produto na loja sem ter que arcar com o frete — e recebendo a mercadoria em menos tempo.

    4. Registre as entradas e saídas de produtos

    Esse registro complementa o controle do estoque, sobre o qual já falamos. Documentar as entradas e saídas é até mesmo uma maneira de mapear os produtos que estão encalhados nas prateleiras e traçar novas estratégias de vendas baseadas no que dá lucro.

    Isso permitirá a criação de estimativas em relação à rotatividade do estoque e às compras de materiais. Com esse controle, você também poderá apostar em promoções para produtos com uma vendagem baixa e até mesmo descobrir um nicho.

    Afinal, um produto que vende pouco não é necessariamente considerado ruim, mas talvez tenha sido pouco divulgado e explorado nas estratégias de marketing.

    5. Tenha parceiros de qualidade

    Como estamos falando de entregas, nada do que falamos até aqui é viável sem parceiros que respeitem os prazos de envio. Isso é especialmente importante se a sua empresa não quer depender apenas dos correios, mas diversificar as práticas.

    Por isso, pesquise na internet sobre empresas que tenham boas referências. Converse com as pessoas da sua rede de contatos e peça indicações. Desse modo, será possível identificar não apenas parceiros que entregam rápido, mas que também conservam a integridade dos produtos.

    A entrega de produtos é uma etapa crucial para que o seu negócio seja bem visto pelos clientes. Muitas pessoas desistem de continuar o relacionamento com a empresa caso o envio seja demorado demais, uma vez que um concorrente está a apenas um clique de distância. Por isso, é essencial investir nessa logística.

    Caso você queira ler mais sobre o gerenciamento dos seus produtos, descubra os 8 erros de planejamento que você pode estar cometendo!

  • PNL em vendas: como funciona e quais os seus benefícios

    PNL em vendas: como funciona e quais os seus benefícios

    Um dos maiores desafios para qualquer empreendedor é lidar com um cliente resistente ou um consumidor em potencial que precisa de uma dose extra de convencimento para fechar um negócio. Com o tempo, técnicas de persuasão surgiram para ajudar os vendedores.

    É o caso da aplicação do conceito de Programação Neurolinguística, que surgiu no campo da psicologia. Com a implementação da PNL em vendas, empreendedores se tornaram mais persuasivos na hora de convencer os clientes a comprarem algo. Neste post, falaremos mais sobre essa técnica e como aplicá-la na empresa. Boa leitura!

    O que é a PNL?

    A sigla significa Programação Neurolinguística, um conceito que surgiu na década de 1970 para traçar padrões para diferentes terapias. Segundo essa estratégia, quando a aplicamos nas vendas, a comunicação efetiva entre as pessoas será bem-sucedida, quando vendedores entenderem os valores do cliente em potencial e se comunicar por meio deles, é mais fácil fechar negócio.

    Assim, os empreendedores entendem a maneira de ver o mundo do cliente e conseguem compreender seus problemas, avaliar soluções e, de modo geral, pensar como aquela pessoa. A PNL tem ganhado cada vez mais espaço no comércio por melhorar a comunicação entre as partes.

    O seu diferencial é que, quando bem aplicada, a PNL agrega valor para o cliente. Ela não se limita a comercializar produtos e coletar o lucro das transações, mas de proporcionar soluções que gerem um relacionamento duradouro com a empresa.

    Ela é aplicada por meio de iniciativas que envolvem desde a leitura corporal até a utilização de gatilhos mentais, por exemplo. Contudo, ela só é útil para a empresa quando os empreendedores conseguem se comunicar bem e convencer as pessoas de que os produtos adquiridos são necessários, e não supérfluos.

    Como usar o PNL em vendas na prática?

    Com o conceito de PNL entendido, agora é o momento de mostrar como implementá-la efetivamente na empresa.

    Identifique o perfil do cliente

    A PNL é focada na boa comunicação. Contudo, as pessoas têm perfis diferentes, então uma técnica padronizada pode não funcionar para todo mundo. Portanto, é essencial identificar o perfil daquele consumidor no início do contato.

    Caso a empresa faça uso de tecnologias de análise de dados, como Big Data ou Small Data, poderá rastrear o histórico daquele consumidor e conferir a sua média habitual de compras, além de estudar que tipo de produtos ele costuma adquirir.

    No caso dos leads, ou clientes que ainda não compraram nada da empresa, esse reconhecimento terá que ser feito durante a conversa. Por isso, uma boa dica é treinar a equipe em cursos e palestras destinadas ao empreendedorismo, que focarão nas técnicas de conversão.

    Use os gatilhos mentais

    Os gatilhos mentais são, basicamente, técnicas de persuasão que apelam ao emocional das pessoas. Um clássico exemplo é abordar uma sensação de escassez: quando os clientes leem anúncios como “Últimas unidades” ou “Tempo limitado de promoção”, muitos deles sentirão a urgência para comprar logo.

    Os gatilhos são importantes porque ajudam os vendedores a convencerem as pessoas de que eles precisam de um produto. Contudo, para ter um relacionamento duradouro com o consumidor, essa conversão deve ser acompanhada pela descrição das mercadorias, para que as pessoas entendam que elas agregam valor.

    Outros gatilhos mentais bastante utilizados no comércio são os seguintes:

    • urgência;
    • autoridade (ao enfatizar como a empresa é uma referência no mercado);
    • antecipação;
    • novidade;
    • exclusividade.

    Estabeleça um rapport

    O rapport é a capacidade de agir de forma empática, em sintonia com as necessidades do cliente. É a capacidade de encontrar interesses e problemas em comum para desenvolver uma negociação fluida.

    Quando vendedores conseguem estabelecer um rapport adequado, os clientes se sentem mais à vontade, como se estivessem conversando com uma pessoa que lidou com os mesmos problemas e conseguiu solucioná-los.

    Assim, o cliente terá mais confiança no que o empreendedor diz e as chances de comprar algo aumentam. Por isso, nada melhor do que estudar bem as mercadorias e serviços oferecidos, até mesmo para acumular histórias de uso que mostrem os diferenciais daquele produto.

    Avalie a linguagem corporal

    Naquelas negociações que ocorrem em ambientes físicos, é possível observar a linguagem corporal do cliente. Contudo, posturas clássicas como braços cruzados não necessariamente significam que aquela pessoa está “fechada” para compras: pode ser apenas um hábito ou até mesmo uma reação ao clima frio.

    De qualquer modo, é possível analisar o ambiente e o desenrolar da conversa. Isso também serve para vendas online. Quando o consumidor demora muito para responder e o faz com monossílabos, talvez seja o momento de priorizar leads mais avançados.

    Crie âncoras

    Na PNL, criar âncoras significa evocar sentimentos, geralmente positivos, que ajudem os vendedores na hora da negociação. As emoções podem ser despertadas tanto nos clientes como nos empreendedores.

    Uma maneira de fazer isso é associar o produto desejado a bons sentimentos. Um vendedor que esteja tentando convencer o cliente a comprar uma piscina ou uma grelha, por exemplo, pode abordar a capacidade de reunir a família e amigos em volta daquele produto.

    Outra maneira é associar a indecisão de compra aos sentimentos de incerteza. Nesse caso, o vendedor se coloca no cliente, ressaltando que entende que os custos podem ser um impecilho, mas listando as características agregadas daquele produto logo em seguida.

    Quais são os benefícios do PNL em vendas?

    A PNL, quando aplicada de forma holística, traz muitas vantagens para a empresa, que vão além do crescimento das vendas. Outros benefícios que podemos destacar são:

    • crescimento da performance dos colaboradores, que se tornam mais versáteis para abordar diferentes tipos de pessoas;
    • expansão do negócio;
    • desenvolvimento de um relacionamento mais próximo com o cliente, quando os vendedores conseguem explicar como determinados produtos e serviços melhorarão sua vida;
    • autoconhecimento, já que os vendedores podem descobrir novas habilidades e aprimorá-las;
    • atingir as metas;
    • instaurar novos hábitos na empresa, com a PNL sendo assimilada aos poucos pela cultura organizacional;
    • melhoria na comunicação, tanto interna (uma vez que os vendedores podem ser estimulados pela gerência para trocar ideias entre eles) como externa;
    • boa capacidade para lidar com clientes mais resistentes;

    Como vimos no artigo, a PNL em vendas já é uma realidade. O sucesso da estratégia se explica pela versatilidade, com muitas opções para aplicá-la negócio. Outra forma interessante de usá-la é por meio do storytelling, tanto falado como escrito, que ajuda a vender produtos por meio de histórias envolventes.

    Gostou do artigo e quer conferir outros conteúdos para otimizar as suas estratégias de divulgação e vendas? Então, confira o nosso guia de planejamento de marketing!

  • 4 estratégias para redes sociais em datas comemorativas

    4 estratégias para redes sociais em datas comemorativas

    Garanto que você tem alguma data comemorativa que fica aguardando chegar o ano inteiro, não é mesmo? Esses momentos mais esperados do ano são excelentes oportunidades para quem tem um negócio e deseja impulsionar suas vendas.

    Segundo o relatório Webshoppers da Ebit | Nielsen, somente para o e-commerce brasileiro em 2021, 34% de seu faturamento veio de datas comemorativas. Assim, para aproveitar o enorme potencial desses momentos, é essencial que você tenha boas estratégias para redes sociais, o que vai ajudar o seu negócio a destacar-se dos concorrentes e a se conectar com seu público.

    Confira abaixo as principais estratégias para redes sociais em datas comemorativas!

    Qual a importância de boas estratégias em datas comemorativas e grandes eventos?

    Muitas datas comemorativas têm grande apelo comercial e cultural, como a Black Friday, o Natal, a Páscoa, o Dia das Mães, o Dia dos Namorados ou até mesmo grandes eventos como a Copa do Mundo. 

    Isso faz com que as pessoas estejam mais dispostas a gastar nestes períodos do ano, seja para presentear alguém ou até mesmo para aproveitar as ofertas e descontos exclusivos do momento e comprar algo para si. 

    Assim, ter um bom planejamento de estratégias para redes sociais, como criar conteúdos criativos, relevantes e que se destaquem dos seus concorrentes nesses períodos do ano pode ajudar seu negócio a atrair novos clientes, engajar seu público e ainda criar interações.

    Ah, vale lembrar que as principais datas comemorativas para o varejo alavancar suas vendas e expandir ainda mais os negócios são:

    • Páscoa;
    • Dia da Mães;
    • Dia dos Namorados;
    • Dia dos Pais;
    • Dia das Crianças;
    • Halloween;
    • Black Friday;
    • Natal.

    Afinal, quais são as principais estratégias para redes sociais em datas comemorativas?

    Confira aqui uma série de dicas que vão ajudar seu negócio a aproveitar o potencial destas datas importantes e criar boas estratégias para redes sociais.

    1. Escolha as datas mais relevantes para o seu negócio e o nicho em que atua

    Reúna todas as datas comemorativas relevantes para o contexto do seu negócio e seus clientes ideais, considerando o perfil do seu público , os produtos e serviços que podem ser comercializados. Depois, separe as mais importantes que têm potencial para serem trabalhadas. 

    2. Prepare-se com antecedência

    Organize as datas selecionadas em um calendário e entenda o potencial que cada rede social tem para oferecer, para que você tenha tempo de pensar e executar as ações necessárias. Isso vai ajudar sua empresa a avaliar em quais canais vale a pena investir e quais ações executar.

    3. Ofertas e descontos especiais 

    Crie promoções exclusivas alinhadas ao seu negócio e consumidor final. Alguns exemplos podem ser:

    • utilizar a técnica de ‘‘escassez”;
    • descontos;
    • combos;
    • cupons;
    • brindes;
    • frete grátis ou diferenciado;
    • cashback.

    4. Produza conteúdos relevantes, de qualidade e inovadores

    Para conquistar a atenção, e principalmente o engajamento do seu público dentre tantas publicações no feed, crie em conteúdos alinhados com as necessidades dos seus consumidores e as tendências de mercado. Saia do óbvio, use a criatividade!

    Agora que você já sabe as principais estratégias para redes sociais em datas comemorativas e os benefícios que elas podem trazer para seu negócio, você poderá aproveitar ao máximo o potencial que estes momentos especiais do ano têm a oferecer.

    Curtiu este conteúdo? Então, aproveite para baixar o nosso infográfico e se prepare para as datas comemorativas!

  • 6 dicas para acertar nos preparativos de Natal da sua loja!

    6 dicas para acertar nos preparativos de Natal da sua loja!

    Os preparativos para o Natal marcam, para empreendedores, o início da data comemorativa mais importante do ano. Para não se afundar em trabalho de última hora, é necessário planejar as suas ações desde já.

    Para MEIs, isso é ainda mais importante, já que muitas dessas pessoas trabalham sozinhas e precisam cuidar de todas essas etapas. Por isso, preparamos algumas dicas para que você consiga colocar em prática as suas estratégicas de maneira progressiva, sem toda aquela correria de dezembro. Boa leitura!

    1. Analise períodos anteriores

    Você deve analisar os dados do mesmo período no ano anterior para conseguir traçar alguns padrões. Quais foram os produtos mais vendidos? Qual é o perfil predominante entre as pessoas que os compraram? Qual foi o valor médio das vendas?

    Com esses dados em mãos, será bem mais fácil se preparar para este ano. Uma boa ideia é utilizar o produto que foi o campeão de vendas no período anterior e já começar as suas divulgações natalinas por ele. Assim, você consegue sentir se a aceitação desse ano será a mesma.

    Caso você não tenha os dados do Natal passado ou a sua loja ainda seja muito recente, você também poderá analisar os produtos mais vendidos ao longo da vida do empreendimento. Faça postagens no Instagram, por exemplo, perguntando o porquê de as pessoas gostarem tanto das mercadorias mais vendidas.

    Com base nas respostas, será possível turbinar as suas estratégias para esse ano. Se você tem um e-commerce, o Google Analytics é uma ferramenta acessível para qualquer profissional, até porque é gratuita. Por meio dela, será possível monitorar as visitas do site, a região dos acessos e os horários de pico para fazer postagens, por exemplo. É possível encontrar diversos tutoriais no YouTube para dominar a ferramenta.

    2. Programe as compras

    Como a sua preparação começa antes, você terá a oportunidade de negociar preços e condições melhores com os fornecedores. Afinal, caso você deixe para comprar tudo na última hora, corre o risco de que seus parceiros tenham poucas unidades no estoque ou que exijam valores mais altos para cumprir a demanda.

    Além disso, adiantar a sua demanda é uma boa maneira de não ter que lidar com atrasos de última hora, que podem gerar uma avalanche de clientes indignados com a demora para a entrega.

    Por isso, programe as compras, sempre considerando o prazo para que elas possam chegar e você consiga organizar o estoque. Também é preciso ter em mente que esse trabalho não é simples: é preciso catalogar as quantidades de mercadorias e ainda conseguir um lugar adequado para que elas fiquem, sem deteriorar.

    3. Cuide do estoque

    Do mesmo modo que você tem que se preocupar com o fornecimento, também precisa tomar conta do próprio estoque. Imagine o constrangimento de ficar meses divulgando um determinado produto e ele sumir das prateleiras, sem perspectiva de reposição?

    Esse é o tipo de gafe que pode causar danos à reputação do negócio. A sua empresa pode ficar conhecida como “aquela loja que promete muito e não tem o produto depois”. Por isso, só divulgue o que realmente tem para vender!

    Uma maneira de controlar o estoque com eficiência é contar com um sistema de gestão integrado, também conhecido como ERP, sigla de Enterprise Resource Planning. Ele não só centraliza as informações de produtos, como ainda tem módulos específicos de vendas para você controlar suas transações e lucros.

    4. Pense nas promoções

    Podemos dizer que o Natal é uma época na qual as pessoas são obrigadas a comprar. Sim, obrigadas: afinal, ninguém quer deixar os familiares sem ao menos alguma lembrancinha em uma das datas mais celebradas por ano.

    Assim, essas pessoas serão bombardeadas com estímulos vindo de todos os lugares. Na internet, na televisão, na rua… em qualquer lugar, será possível encontrar opções de presentes de Natal. Isso torna mais difícil para qualquer empresa se destacar, uma vez que a concorrência estará ainda mais acirrada.

    Uma maneira de chamar a atenção das pessoas é justamente oferecer as melhores condições para adquirir produtos. Realize promoções que realmente façam a diferença no bolso das pessoas, mas sem deixar de lado a sua lucratividade.

    5. Prepare a precificação

    Depois do que apresentamos no tópico anterior, a precificação é o próximo passo lógico na estratégia. Verifique os dados relacionados à lucratividade ao longo do ano para entender como precificar sem afugentar o cliente, mas mantendo a sua margem de lucro.

    Promova preços especiais para condições do tipo “pague 3 e leve 2”, focando em presentes que sirvam para toda a família. Para complementar essa estratégia, ofereça diversas modalidades de pagamento: assim, as pessoas não deixarão de levar mais de um produto pela impossibilidade de fechar a compra.

    6. Divulgue na internet

    Não tem segredo: se você quer colher bons resultados no Natal, você precisa divulgar sua empresa na internet. Lembre-se de que é muito fácil para o consumidor comprar produtos, principalmente na data mais celebrada no ano. Por isso, você tem que chamar a atenção para a sua loja.

    Como o Natal atrai muita gente para as lojas físicas, causando transtornos e estresse nas calçadas com o excesso de pessoas, muitos consumidores preferem comprar seus produtos pela internet e evitar a bagunça.

    Assim, há um grande mercado a ser explorado. Assim, será preciso caprichar nas redes sociais, divulgando os produtos, os diferenciais e as boas condições de compra. Use o Instagram, por exemplo, para apresentar fotos, com os stories sendo uma opção de vídeos curtos.

    Caso você tenha algumas economias, vale a pena pensar em campanhas pagas nas redes sociais, como no Facebook e Instagram, ou pela parceria com influenciadores digitais que atuem em plataformas como YouTube e Twitter.

    Isso traz maior engajamento para a sua marca, já que muitas pessoas ficarão curiosas para conhecer suas mercadorias. Você pode até tentar acordos com esses influencers, como oferecer uma porcentagem das vendas ou itens da própria loja.

    Como vimos no artigo, a hora de pensar nos preparativos para o Natal é agora. Caso você deixe tudo para mais tarde, corre o risco de lidar com fornecedores atarefados e praticando preços mais altos, dificuldade de lidar com o estoque e a logística e programar estratégias. Por isso, siga essas dicas para não errar em seu planejamento.

    Caso você tenha gostado do artigo, aproveite a visita para baixar o nosso e-book sobre estratégias de marketing que vendem!

  • Vendas de final de ano: 5 dicas para preparar o seu negócio

    Vendas de final de ano: 5 dicas para preparar o seu negócio

    Você já está preparando suas estratégias de vendas para o final do ano? Estamos quase lá!

    Esse período do ano é um importante momento para muitos negócios. Afinal, como não remeter novembro à Black Friday e à Cyber Monday, e dezembro às festividades tradicionais de fim de ano como Natal e Ano Novo, não é mesmo?

    Este ano ainda teremos outro evento que costuma bastante os comércios: a primeira Copa do Mundo sediada em um país do Oriente Médio, no Catar.

    Quer dicas de como preparar seu negócio para as vendas no final de ano? Confira a seguir!

    Quais são os principais eventos de final de ano que podem ajudar a aumentar as vendas?

    Aqui, estão as principais datas para você planejar com antecedência ações de vendas nesse fim de ano:

    • 25 de novembro – Black Friday;
    • 28 de novembro – Cyber Monday;
    • 25 de dezembro – Natal;
    • 31 de dezembro a 01 de janeiro – Ano Novo.

    Afinal, como faço para preparar meu negócio para as vendas de final de ano?

    Ainda que os consumidores estejam naturalmente mais dispostos a comprar nesse período do ano, é importante investir em planejamento e estratégia para aumentar ainda mais suas vendas.

    Portanto, reunimos algumas dicas para que você consiga preparar seu negócio. Veja quais são elas!

    1. Treinamento de equipes

    Treine suas equipes para oferecer atendimento de qualidade e ágil. Para ampliar a motivação, melhorar a produtividade dos colaboradores e, é claro, vender mais, considere implementar uma estratégia de gamificação.

    2. Decoração temática

    Aposte em decorações diferenciadas na loja física para conseguir atrair mais clientes. Em caso de loja virtual, invista em um novo visual para seu site e em ações que despertam o senso de urgência do consumidor, como banners de contagem regressiva.

    3. Formas de divulgação e promoções exclusivas para a época

    Utilize as redes sociais para alavancar suas vendas. Apostar no planejamento de comunicação antecipado para conquistar os clientes além da data também é uma ótima estratégia.

    Promoções exclusivas ou venda de kit de produtos similares são algumas ações que contribuem para o aumento do ticket médio do cliente. Você ainda pode estender as promoções por um período maior de tempo, o que ajuda a acabar com os estoques.

    4. Agilize as operações

    Facilite a forma de pagamento oferecendo opções como cartões de crédito e débito, Pix, PicPay e PayPal.

    Avalie abrir sua loja em horários especiais para facilitar a visita dos consumidores, mantendo sempre atualizados a abertura e fechamento do seu estabelecimento.

    5. Gerencie o estoque

    Procure também focar no planejamento de estoque e logística, explorando bem os espaços verticais e categorizando os produtos para melhor organizar a procura no espaço.

    Benefícios de se preparar para as vendas no final de ano

    Se preparar para vendas no final de ano pode te trazer alguns benefícios:

    • demanda aquecida: período do ano de oportunidades que aquecem as vendas, desde a Black Friday até o Ano Novo;
    • reserva de emergência: ótima oportunidade para gerar uma boa receita e utilizá-la em momentos de baixa demanda.

    Nesse conteúdo você entendeu que um bom planejamento, atrelado a uma boa estratégia, são essenciais para que seu negócio consiga aproveitar todo o potencial que as vendas no final de ano tem a oferecer.

    Gostou do artigo e quer conhecer algumas campanhas certeiras para garantir boas vendas de fim de ano? Então, leia o nosso post sobre este assunto agora mesmo!

  • 3 dicas de gerenciamento de estoques em datas comemorativas

    3 dicas de gerenciamento de estoques em datas comemorativas

    Você sabia que o gerenciamento de estoques não está relacionado somente à gestão da entrada e saída de mercadorias no seu armazém, mas também à garantia de uma melhor experiência do cliente, principalmente em épocas do ano em que as vendas estão mais aquecidas, como em datas comemorativas?

    Reconhecer que a gestão de estoques é parte essencial do planejamento estratégico é fundamental porque proporciona inúmeros benefícios tanto para o seu negócio quanto para o cliente. E, para isso, você deverá prestar atenção especial para esta atividade, o que requer mais que um simples checklist.

    Confira dicas de como realizar o gerenciamento de estoques para datas comemorativas!

    Como um bom gerenciamento de estoques pode impactar o seu negócio?

    Datas comemorativas são momentos do ano marcados pela maior disposição dos consumidores em realizar compras, seja para si mesmo ou para presentear alguém querido.

    Assim, um bom gerenciamento de estoques é capaz de trazer muitos benefícios para o seu negócio nestes momentos do ano, dos quais podemos destacar:

    • previsibilidade de demanda: você consegue entender melhor seu nível de demandas e eventuais necessidades de reposição;
    • otimização de espaço: possibilita que seu negócio armazene somente o necessário para a produção e/ou venda, sem falta ou excesso de produtos;
    • redução de desperdícios: é possível eliminar custos excessivos e desnecessários para o seu negócio, aumentando a margem de lucro;
    • otimização de eficiência operacional: seu negócio consegue estar melhor organizado para que não haja perda de oportunidades de venda por mercadorias em falta;
    • melhora na experiência do cliente: contribui para maior satisfação do cliente ao receber o produto em perfeitas condições e dentro do prazo estimado de entrega.

    Afinal, como faço uma gestão de estoque eficiente em datas comemorativas?

    Separamos algumas dicas para você começar a colocar em prática o gerenciamento de estoque. Confira!

    1. Analise seu histórico de vendas

    Trace um estudo das operações de venda de anos anteriores nos mesmos períodos para qual está se organizando, sempre tendo atenção às mudanças no comportamento de consumo do seu público e aos níveis de demanda de um ano para o outro.

    2. Acompanhe tendências de mercado e concorrentes

    Busque dados sobre o consumo e tendências de mercado para o momento do ano para qual está se planejando para atualizar constantemente suas atividades. Também esteja atento às ações realizadas pela concorrência!

    3. Conte com bons fornecedores

    Pensando em melhorar cada vez mais a experiência do seu cliente, principalmente em cenários de alta demanda, é importante ficar atento à seleção dos fornecedores como estratégia eficiente de compras. Portanto, leve em consideração aspectos como:

    • preços competitivos;
    • prazos de entrega que atendem sua demanda;
    • flexibilidade para demandas inesperadas;
    • velocidade de entrega.

    Como a tecnologia pode ser minha aliada no gerenciamento de estoques?

    A tecnologia pode ser usada na gestão de estoques para automatizar processos e, assim, torná-los mais assertivos. Isso contribui para a redução de riscos e falhas, além do aumento da eficiência e produtividade das atividades desempenhadas.

    Assim, com o auxílio de sistemas de gerenciamento de estoques, seu negócio consegue realizar:

    • integração de setores;
    • previsão de compras baseado no limite estipulado para estoque mínimo e máximo;
    • análise de custos, podendo estimar o lucro sobre cada produto; 
    • otimização de processos através da integração de dados e automação de atividades;
    • prevenção de falhas através de controle automatizado de entradas e saídas;

    Agora você já pode dizer que conhece tudo sobre a importância de realizar um bom gerenciamento em datas comemorativas e, acima de tudo, como preparar seu estoque nestes períodos do ano de alta demanda de vendas.

    Gostou do artigo e quer conhecer melhor sobre como aumentar as vendas de final de ano, um dos maiores períodos de aquecimento do comércio? Então, leia o nosso post sobre este assunto agora mesmo!

  • Confira 7 dicas para fazer vendas nas redes sociais

    Confira 7 dicas para fazer vendas nas redes sociais

    Segundo o Estudo Digital Global 2022, a internet é usada por quase 5 bilhões de pessoas em todo o mundo, o que representa 62,5% da população mundial. E quando falamos mais especificamente de usuários ativos nas redes sociais, apesar de esse número cair para 58,4%, ainda é bastante expressivo.

    Você sabe que as redes sociais fazem parte da vida das pessoas, não é mesmo? Por isso, é essencial que as empresas tenham estratégias bem elaboradas para comercializar seus produtos nessas plataformas e manter sua competitividade.

    Continue a leitura para conhecer dicas de como vender através desses canais!

    Qual é o papel das mídias sociais para as vendas no varejo?

    Segundo o estudo State of Mobile, é esperado que o consumo em ambientes digitais cresça mais e mais. No Brasil, as pessoas ficaram – em média – 5,4 horas no celular em 2021. Parte desse tempo é gasto na utilização das redes sociais, em especial o WhatsApp e o TikTok.

    Assim, é importante que as marcas estudem a força e a proposta de cada rede social de acordo com o perfil do seu público-alvo, além de acompanhar as mudanças de comportamento dos consumidores, focando no engajamento dos usuários. Isso pode contribuir para uma maior aproximação e interação com os clientes, o que potencializa o poder de venda do seu negócio.

    Afinal, como faço para vender nas redes sociais?

    Confira um passo a passo para criação de uma estratégia de vendas através das redes sociais.

    1. Defina o seu público-alvo

    Qual sua faixa etária, preferências, gênero, comportamento e região em que vive?

    É essencial que você trace o perfil do seu público e quais redes sociais ele utiliza, planejando melhor o tipo de conteúdo que irá publicar para ser mais atrativo e relevante.

    2. Utilize as redes sociais certas

    Entenda as particularidades de cada rede social para utilizá-las da melhor forma possível. Considere o engajamento do seu público em cada um delas, o que ditará em quais plataformas vale a pena investir.

    3. Produza conteúdo de qualidade

    Conheça as necessidades da sua persona e produza conteúdo pensando em soluções para seus problemas, mantendo constância nas publicações. A criação de um calendário editorial de postagens pode contribuir para esta periodicidade.

    4. Conheça sua concorrência

    Ter noção do que seus concorrentes estão fazendo, ou até mesmo empresas de outros segmentos, pode servir como uma boa fonte de inspiração para você. Se mantenha atento às tendências e ao que está sendo consumido pela sua audiência.

    5. Planeje e revise suas estratégias

    Foque no planejamento estratégico de vendas em cada uma das redes sociais. Defina:

    • tipos de conteúdo que serão explorados;
    • objetivos das campanhas;
    • periodicidade das publicações;
    • orçamento disponível.

    6. Crie um relacionamento com seu público

    As redes sociais são, acima de tudo, canais de interação e relacionamento entre os usuários. Portanto, para vender mais, será necessário conquistar seu espaço no feed interagindo com seus seguidores.

    7. Invista em tráfego pago

    Você pode investir no impulsionamento de posts estratégicos e em campanhas para aumentar o seu público e/ou converter vendas . Esta dica é opcional, mas pode ser efetiva em alguns momentos do seu negócio.

    Nesse sentido, contar com o auxílio de um especialista para implementar boas estratégias e conseguir ótimos resultados é importante. Com maior conhecimento técnico, ele é capacitado para fazer um planejamento com conteúdos atrativos e assertivos e, assim, alcançar o objetivo do investimento.

    Agora que você já sabe como estratégias de vendas nas redes sociais podem ajudar seu negócio, é hora de colocar em prática nossas dicas de como utilizar estes canais para comercializar seus produtos e, assim, destacar sua marca cada vez mais dos concorrentes!

    Curtiu este conteúdo? Então, aproveite para compartilhar o post em suas redes sociais!

  • Marketing promocional: 7 ações para colocar em prática

    Marketing promocional: 7 ações para colocar em prática

    O marketing serve para fazer as lojas venderem mais, certo? Sim, mas esse não é o seu único benefício. Afinal, comercializar produtos é bom, mas estabelecer laços de longo prazo com as pessoas é bem mais recompensador para o negócio.

    Uma maneira de conseguir isso é por meio do marketing promocional, uma das ramificações que focam em ações que vão além do lucro imediato. Neste post, falaremos do conceito, dos seus benefícios e de como implementá-lo no negócio. Venha conosco!

    Entenda o que é marketing promocional

    Para definir o conceito com precisão, nada melhor do que utilizar a definição da Associação de Marketing Promocional (AMPRO) que o define como um conjunto de estratégias com objetivo de:

    • construir uma marca;
    • aumentar o número de vendas;
    • prospectar consumidores;
    • fidelizar os clientes.

    Isso é feito por meio de ações diretas, que estimulam o contato entre a marca e os consumidores. Essas atividades agregam valor aos consumidores, de uma forma natural e não invasiva.

    Afinal, as pessoas são convocadas a participar das ações, mas de uma maneira totalmente espontânea. Ninguém é coagido a fazer algo que não queira, o que seria extremamente prejudicial para um relacionamento entre empresa e cliente.

    Diferença entre marketing promocional e merchandising

    O marketing promocional é constantemente confundido com o merchandising, mas são estratégias diferentes. Enquanto o segundo foca exclusivamente na atração de consumidores e na venda de produtos, o primeiro tem como principal objetivo reforçar a relação entre consumidor e marca.

    Assim, ações como a distribuição de brindes e sorteios não são exemplos de merchandising, uma vez que não necessariamente envolvem a venda de produtos — mas têm tudo a ver com o marketing promocional. Além disso, ainda podem ser utilizadas para turbinar a presença da empresa nas redes sociais.

    Conheça alguns benefícios do marketing promocional

    Quais são as vantagens específicas do marketing promocional para um negócio? Vamos conhecê-las.

    Atração de novos clientes

    O marketing, por definição, está diretamente associado à atração de clientes. O modelo promocional não é diferente, uma vez que ações criativas e com condições vantajosas chamarão a atenção de consumidores em potencial.

    Fidelização de clientes

    O marketing promocional ajuda diretamente na fidelização, ao reforçar os laços com os consumidores para além da simples transação comercial.

    Afinal, uma empresa que aposta nessa estratégia tem menos chances de ser conhecida como aquela que “tenta vender tudo a toda hora”, uma vez que ela realizará ações que estimulem a divulgação do produto e com foco no cliente, são exemplo de ações promocionais: sorteios, brindes e oferta de condições melhores para seus consumidores.

    Diferencial competitivo

    O marketing promocional complementa outras ações importantes, como o pós-venda, que mostram que a empresa se preocupa com o cliente mesmo após a conversão.

    Dois terços dos clientes desistem de fazer compras online. Entre os motivos, está a falta de credibilidade da empresa. Por meio de ações bem pensadas, o marketing promocional reforçará a reputação daquela organização no mercado.

    Promoção da marca

    A marca é reforçada de três maneiras:

    • os clientes não são só fidelizados, como se tornam embaixadores da empresa. Elas ajudam a divulgá-la, avaliam positivamente os produtos e falam bem daquela organização para outras pessoas;
    • a empresa se consolida como uma referência de mercado. O marketing promocional fortalece cada vez mais a empresa, uma vez que os frutos colhidos pelas campanhas se refletem em sua imagem;
    • a empresa se mantém no radar das pessoas, já que elas checarão a loja de forma contínua para verificar se há novas promoções.

    Saiba como aplicar o marketing promocional na empresa

    Uma das coisas mais legais do marketing promocional é que ele pode ser explorado em uma infinidade de maneiras diferentes. Agora, vamos conhecer algumas delas.

    1. Faça campanhas interativas

    As lives no YouTube ou em outros canais se tornaram bastante comuns. Elas podem ser utilizadas em campanhas interativas para que os clientes se engajem com a empresa e suas ações de marketing promocional.

    Do mesmo modo, os consumidores podem ser convidados a participar de um evento ao vivo, algo como: “O melhor comentário dessa live (ou desse artigo, ou desse post na rede social) ganhará um produto X”. Isso serve até mesmo para atrair clientes não fidelizados.

    2. Demonstre os produtos

    A demonstração de produtos não é representada apenas pela amostra grátis, sobre a qual falaremos adiante. Hoje, é possível contar com a ajuda de influencers, como youtubers que recebem as mercadorias, provam e contam tudo para seus seguidores.

    Do mesmo modo, empresas que tenham lojas físicas podem oferecer um teste grátis em seus produtos, como empresas do ramo alimentício ou de maquiagens, por exemplo.

    3. Ofereça brindes

    O oferecimento de brindes é uma ação clássica de marketing promocional. Eles são oferecidos não somente para os clientes, mas também para parceiros e até para os colaboradores.

    Brindes personalizados são especialmente estratégicos, já que ajudam a disseminar a marca para outras pessoas — como chaveiros, canetas e outros itens que tenham a logomarca do negócio. Do mesmo modo, todo consumidor fiel adora recebê-los.

    4. Faça sorteios

    Os sorteios podem ser utilizados como um incentivo para que as pessoas comprem seus produtos, como um evento que inclua apenas aqueles que comprem acima de um valor determinado pela empresa: digamos, R$ 200.

    Além disso, para resultados ainda mais interessantes, eles podem ser vinculados a uma data comemorativa. Isso amplia a divulgação do evento e ainda diversifica as ações da empresa. Também é interessante utilizá-los para marcar um evento especial, como um aniversário da loja ou uma meta batida.

    5. Crie programas de incentivo

    As campanhas ou programas de incentivo ajudam a reforçar laços entre empresas e clientes. Elas estimulam as pessoas a continuar comprando, mas de uma maneira que seja mais atrativo para elas.

    Um exemplo de programa incentivo simples é oferecer um item grátis a cada 5 ou 10 comprados, por exemplo, assim como descontos progressivos. As milhas áreas oferecidas pelas companhias de aviação são outro modelo de incentivo.

    6. Ofereça amostras grátis

    Pode não ter acontecido com você, mas certamente já ocorreu com alguém que você conheça: uma amostra grátis encantou e acabou virando uma compra. Por isso, sua loja não deve subestimar o poder desse método.

    Distribuir alguns produtos gratuitamente é uma ótima maneira de atrair novos clientes. Você pode fazer isso nas primeiras compras de clientes em potencial e também fornecer amostras para consumidores já fidelizados, como um modo de fortalecer o relacionamento com ele.

    7. Faça eventos promocionais

    Esses eventos podem ser festas de lançamentos de produtos, assim como estandes em feiras e eventos no seu ramo de atuação. Caso a sua loja funcione exclusivamente no ambiente online ou em um modelo híbrido, as lives também podem ser empregadas aqui.

    Como pudemos ver no artigo, o marketing promocional é um conjunto de estratégias que servem a diferentes momentos de acordo com o seu objetivo de negócio. Essas práticas também servem para turbinar as vendas em datas comemorativas e importantes, uma vez que ampliam o alcance da organização, principalmente com o uso das redes sociais.

    Por falar em datas comemorativas, conheça o nosso infográfico exclusivo sobre como se preparar para elas!

  • Formação de preço: descubra como fazer em seu negócio

    Formação de preço: descubra como fazer em seu negócio

    A formação de preço é um assunto que desperta muitas dúvidas entre os empreendedores. Afinal, alguns termos que estão sempre em evidência nos noticiários, como “dumping” (preços muito abaixo nas exportações) e “underselling” (preços abaixo do valor de custo), têm tudo a ver com precificação.

    Para não errar na formação de preços, é necessário considerar diversos fatores. Afinal, toda loja tem despesas, então a precificação deve levar em conta os gastos que existem para manter o negócio ativo. Neste post, apresentaremos tudo o que influencia o valor final que a sua loja praticará. Boa leitura!

    Leve os custos unitários em consideração

    O custo unitário dos produtos é um bom ponto de partida para começar a sua precificação. Para iniciar o cálculo final do seu preço, considere o que a sua loja pagou pela unidade daquela mercadoria.

    Caso o valor unitário não esteja registrado nas suas contas, é fácil descobrir: divida o valor pago pelo pacote pelo número de itens que vieram neles. Um lote de 10 teclados de computador sem fio que custou R$ 1500, por exemplo, mostra que foram gastos R$ 150 em cada unidade.

    Tendo esse valor em mente, você saberá precificar sem perder a lucratividade — nesse caso, não poderá vender por R$ 150 ou menos.

    Respeite a margem

    Ao estabelecer uma margem de contribuição para que o seu negócio sobreviva, você precisa respeitá-la. Por isso, caso você tenha escolhido um ganho de 25% sobre o custo de cada item, mantenha-se dentro do seu plano — a não ser que a estratégia precise ser modificada.

    Caso um produto dê prejuízo e fique muito longe de render aqueles 25% de lucro que você estipulou, não adianta insistir e mantê-lo no estoque.

    Contabilize as despesas

    Agora que você descobriu o valor unitário de cada peça, é o momento de levar em consideração as despesas da empresa. Para isso, é importante dividi-la em gastos fixos e variáveis, para que nada fique fora da precificação final, o que atrapalharia a mensuração da lucratividade.

    As despesas variáveis são as esporádicas, como gastos de emissão de boletos, substituição de itens que sofreram algum dano ou a comissão de alguém que prestou um serviço para você, como um influencer digital que ajudou a divulgar os produtos.

    Já os custos fixos são aqueles dos quais não dá para escapar. Basta citar alguns exemplos para você entender o porquê de eles serem considerados permanentes:

    • aluguel da loja;
    • hospedagem do site;
    • gastos com o plano de internet;
    • contas de água e luz;
    • entre outros. 

    Tanto os gastos fixos quanto os variáveis precisam ser considerados na precificação. O interessante é que você pode usar as suas próprias vendas para cobrir os custos, ao determinar um percentual de lucro em cada produto que venha a comercializar.

    Exemplo: caso os seus gastos fixos e variáveis sejam de, aproximadamente, R$1000 reais por mês e você tenha um produto cujo preço seja de R$ 200, 20% desse valor final seria de R$40. Por isso, você precisaria vender 25 unidades dele para custear os R$ 1000 reais de despesa.

    Desse modo, fica mais fácil entender quantos produtos de cada tipo você precisa comercializar para manter o seu negócio vivo — e o que sobrar vira lucro para você.

    É importante observar que é preciso incluir os valores de impostos que você é obrigado a pagar, como o Documento de Arrecadação do Simples Nacional, que MEIs devem custear todo mês. Também é preciso considerar, em qualquer uma das modalidades apresentadas, os descontos que você pretende ofertar.

    Conheça o markup

    Existe o markup e existe a margem de lucro, embora os dois termos sejam muito confundidos por aí. Para entender, considere o seguinte:

    • margem de lucro é a porcentagem que retorna ao caixa quando todos os custos, fixos e variáveis, são quitados. Ela é calculada pela subtração dos gastos do preço final de um produto;
    • markup é o percentual aplicado aos produtos, também conhecido como “lucro desejado”.

    Os dois conceitos são muito importantes para conseguir uma precificação adequada. A margem de lucro é, inclusive, utilizada na fórmula de cálculo do mark-up, que é:

    Markup = 100 / [100 – (DV + DF + ML)]

    Nessa fórmula, as siglas correspondem a:

    • DV é o percentual relacionado às despesas variáveis;
    • DF o percentual relacionado às despesas fixas;
    • ML é o percentual relacionado à margem de lucro.

    Vamos pensar em um produto A. Suponhamos que você determine que 20% das vendas de cada unidade desse produto vão para a cobertura das despesas fixas e 15% para as variáveis. Já A margem de lucro que você quer obter em cima da mercadoria é de 25%. Nesse caso, temos:

    Markup = 100 / [100 – (15 + 20 + 25)]

    Markup = 100 / (100 – 60)

    Markup = 100 / 40

    Markup = 2,5

    Se o preço de compra de cada unidade dessa mercadoria é de R$ 50, então o preço de venda deve ser de R$ 125, que é o que encontramos quando multiplicamos 50 por 2,5 do markup.

    Estude a concorrência

    Por fim, é preciso estudar bem a concorrência antes de definir a precificação. Caso o seu negócio seja o único do ramo na cidade, por exemplo, esse fato pode ser explorado para obter valores maiores. Entretanto, caso você tenha muitos concorrentes de qualidade, praticar preços altos demais resultará em menos vendas.

    Por isso, visite os sites ou catálogos dos seus concorrentes e observe os valores. Caso você note que os seus estão muito acima do mercado, há o risco de ficar com estoque encalhado. Você pode diminuir o preço ou, dependendo da aceitação da mercadoria, tirá-la de circulação.

    Você também pode apostar em vendas conjuntas. Deve ter um produto que é considerado o carro-chefe da empresa, certo? Então aquele produto que está com um valor acima do mercado pode ter o seu preço reduzido quando for vendido junto com a mercadoria que vende mais.

    Afinal, como o produto mais comercializado sempre terá compradores, você pode apostar em pacotes com aqueles produtos encalhados ou que estejam com o valor acima da média. Caso a estratégia não dê certo, talvez o melhor mesmo seja tirar a mercadoria do catálogo.

    Como pudemos ver no artigo, a formação de preço depende de diversos fatores, como o custo unitário, a margem de contribuição, o markup e o estudo minucioso da concorrência. Combine todas essas dicas para oferecer boas condições para seus clientes, sem perder a lucratividade! O Sebrae Alagoas conta com cursos e treinamentos para ajudar nos desafios financeiros.

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  • 7 melhores formas de oferecer pagamento online na loja virtual

    7 melhores formas de oferecer pagamento online na loja virtual

    Há um enorme mercado na internet para empresas de todos os segmentos. Contudo, para facilitar as compras, é preciso oferecer meios que tornem a jornada do consumidor mais fluida, como é o caso do pagamento online. Só assim será possível aproveitar todo o potencial do ambiente digital.

    Em 2021, por exemplo, 12,9 milhões de brasileiros compraram pela primeira vez na internet, o que elevou o número de consumidores do e-commerce no Brasil para 87,7 milhões.

    Por isso, adotar práticas que favoreçam o consumo é uma maneira de se destacar. Neste post, mostraremos os principais meios de pagamento online utilizados por brasileiros, suas vantagens e desvantagens. Boa leitura!

    1. Cartão de crédito e débito

    Vender pela internet e não oferecer a opção de pagamento através de cartão de crédito não é aconselhável. Isso pode ser provado pelos dados: 70% das pessoas não só usam esse meio, como acumulam três ou mais bandeiras.

    Os motivos são muitos: facilidade de parcelamento em cada compra (principalmente quando não há juros), tempo maior para pagar e comodidade. Não à toa, escolhemos esse como o primeiro meio para abordarmos no texto.

    Já o cartão de débito é a opção para quem prefere pagar suas contas à vista. Assim como grande parte dos estabelecimentos, offline e online, a sua loja não pode deixar de oferecer esse meio.

    Para a empresa, as duas opções são ótimas porque a operadora é a responsável por liberar a compra. Além disso, quanto maior for o número de bandeiras aceitas, mais clientes sua empresa conseguirá atender. As mais usadas são:

    • Visa;
    • Elo;
    • MasterCard;
    • HiperCard;
    • American Express.

    Apesar de esse meio ser um dos principais utilizados pelos brasileiros, é preciso lembrar que geralmente as compras no cartão de crédito geram uma taxa para o empreendedor. Por isso, é preciso se informar sobre elas para que a loja não saia no prejuízo.

    2. Boleto bancário

    O boleto ainda é um meio tradicional, pois oferece versatilidade de pagamento para as pessoas. É possível paga-lo usando aplicativos ou até mesmo ao leva-lo até uma casa lotérica, por exemplo, e quitar a compra com dinheiro em espécie.

    Uma vantagem significativa, além dessa versatilidade, é o pagamento à vista. Nesse sentido, a empresa pode atrelar condições melhores de compra ao boleto, como descontos de 10% para quem escolher essa modalidade.

    Uma das desvantagens do boleto bancário em relação a outros meios, como o Pix, é que o pagamento não é instantâneo. Leva um ou mais dias para a transação ser concluída. Além disso, a maioria das instituições não aceita parcelar a quitação por meio do boleto.

    3. Débito automático

    Esse meio é parecido com o pagamento via cartão de débito. No entanto, aqui, é utilizado o número da conta e não do cartão. É uma boa opção de negócio à vista, intermediada pelos bancos e, por isso, bastante segura para lojistas.

    Essa opção costuma ser utilizada em pagamentos regulares. Podemos citar alguns exemplos que permitem o débito automático:

    • mensalidades de serviços diversos;
    • contas de luz e água;
    • streamings, como Netflix ou Spotify;
    • contas de celular.

    Só é preciso ter cuidado para que o débito automático não seja confundido com o pagamento recorrente, sobre o qual falaremos adiante no texto.

    4. Pix

    O Pix surgiu há pouco tempo, mas já conquistou o seu espaço pela agilidade e pela possibilidade de receber o pagamento de maneira instantânea.

    Assim, é possível que uma loja receba um pagamento via Pix pela manhã e já prepare a entrega do produto na parte da tarde, por exemplo. Desse modo, todo mundo sai ganhando: a empresa, que recebe o montante à vista, e o cliente, que garante maior agilidade na hora de receber seu produto.

    5. Pagamento recorrente

    O pagamento recorrente é uma modalidade similar ao débito automático, já que ambos são cobranças regulares, que geralmente ocorrem mensalmente. Contudo, há uma diferença importante.

    No pagamento recorrente, o valor é lançado no cartão de crédito. Já no débito automático, a quantia é retirada do saldo da conta do cliente.

    6. Link de pagamento

    Esse modelo proporciona à loja o envio de um link para que os clientes realizem o pagamento de um pedido. Essa quitação pode ser feita via boleto, Pix ou cartão de crédito, por exemplo.

    Com esse link, o consumidor não precisa acessar o site e/ou app e escolher os produtos para finalizar a compra. Basta clicar na URL (o endereço virtual) enviada pelo empreendedor e inserir os dados de pagamento, como:

    • informações do cartão;
    • número de parcelas;
    • dados do cliente.

    Depois disso, basta concluir o pedido. O link também pode ser enviado em vendas realizadas pelo WhatsApp. Nesse caso, a empresa envia a solicitação de pagamento e pede que o consumidor preencha os dados relativos ao seu cartão de crédito.

    As lojas podem contar com diversas plataformas para gerar seus links de pagamento. Algumas delas são:

    • Pagar.me;
    • Mercado Pago;
    • PagSeguro
    • Ton.

    7. Gateway de pagamento

    Gateway de pagamento é o sistema responsável por conectar os dados do usuário às instituições financeiras, como bancos e operadoras de cartão de crédito. Esse modelo é exemplificado por alguns métodos que costumam aparecer em diversas lojas, como:

    • PayPal;
    • PagSeguro;
    • Mercado Pago;
    • Aceita Fácil.

    Trata-se de uma aplicação que se integra ao e-commerce da loja, na qual uma operadora financeira é responsável por autorizar as transações feitas no ambiente online. Quando um cliente usa o PayPal, por exemplo, o que acontece é que ele paga por um cartão de crédito ou por boleto — o PayPal é apenas o intermediário da negociação.

    Nesse sentido, o gateway não é uma forma de pagamento em si, mas de uma ferramenta que facilita a realização das compras online. Além disso, ferramentas como o PagSeguro e o Mercado Pago oferecem a possibilidade de manter o dinheiro na conta e quitar as dívidas com aquele saldo.

    Agora que você conhece as principais formas de pagamento online e suas vantagens, já pode estruturar melhor o seu e-commerce. É importante diversificar os meios, uma vez que cada pessoa tem uma preferência na hora de pagar as contas. Assim, a venda não é perdida e a empresa mostra versatilidade para agradar ao consumidor.

    Além disso, também há a possibilidade de oferece meios como o boleto, no qual o cliente não quita a compra pela internet, mas obtém um documento para pagá-lo com dinheiro em espécie.

    Você tem interesse em tornar a sua empresa cada vez mais digital? Então, não deixe de conhecer as soluções do Sebrae, desenvolvidas para ajudar nossos parceiros nessa empreitada!