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  • 5 melhores técnicas de feedback para aplicar no seu negócio

    5 melhores técnicas de feedback para aplicar no seu negócio

    Dentro das empresas, o feedback é a arte de orientar e oferecer críticas construtivas para um colaborador ou para uma equipe. Quando feito de maneira educada, é uma excelente maneira de prover insights e melhorar o ambiente de trabalho como um todo.

    Contudo, ele nem sempre é positivo. Tudo depende da ação que orientou aquela resposta. Para entender cada uma das técnicas de feedback e como utilizá-las de acordo com o contexto, preparamos este artigo. Boa leitura!

    1. Positivo

    O feedback positivo é aquele que reforça uma atitude ou um comportamento que os líderes desejam que se repita e se torne um valor enraizado dentro da organização. É também uma maneira de reconhecer publicamente uma ação que trouxe bons resultados para a empresa.

    Esse feedback é importante para estimular os outros colaboradores, já que mostra que a empresa acompanha de perto a trajetória de cada um dos seus funcionários. Do mesmo modo, as ações elogiadas tendem a se repetir e a se tornar um pilar da cultura organizacional.

    Exemplo

    Um funcionário que não só tenha cumprido, mas ultrapassado as metas de vendas para aquele mês. Os gestores reconhecem publicamente o desempenho ao destacar aquela performance.

    2. Negativo

    O feedback negativo é aquele que deseja corrigir uma ação que trouxe prejuízo para a empresa ou que não tenha a ver com os valores da empresa. É preciso ser feito com cautela, para não ofender gratuitamente ou constranger a pessoa que errou.

    Desse modo, o funcionário repreendido deve entender exatamente o que a sua ação ocasionou, para que ela não se repita. O propósito principal do feedback negativo é fazer com que o erro se torne uma oportunidade de aprendizado para todos.

    Exemplo

    Um colaborador colocou dados errôneos em um relatório, o que levou a empresa a lançar um produto malsucedido, o que prejudica a sua reputação no mercado. Nesse caso, a chefia deve orientar esse funcionário de maneira reservada e entender a sequência de ações que levou ao erro.

    3. Corretivo

    É usado para corrigir uma ação. A diferença do feedback corretivo para o negativo é que o primeiro se encaixa em um contexto no qual o colaborador errou, mas não de má-fé. Do mesmo modo, a ação corretiva também pode surgir para mudar um certo aspecto de um processo, mas nem sempre descartá-lo totalmente.

    Exemplo

    Um colaborador que acabou de chegar na empresa envia um e-mail confidencial para um setor que não tem nada a ver com o assunto. A chefia deve corrigir a ação, também de maneira discreta e sem constrangê-lo publicamente, e demonstrar como esse tipo de ação despediça o tempo do setor que recebeu o contato.

    4. Construtivo

    Aqui, a análise tem foco no trabalho e não na conduta do funcionário. Assim, ele pode ser positivo, negativo ou ambos, mas com o objetivo de ajudar o colaborador a se desenvolver. É criado com base nas observações sobre resultados obtidos.

    Para que surta o efeito desejado, é importante que ele seja baseado em um ponto específico. Desse jeito, o colaborador tem uma ideia clara do que precisa ser modificado.

    Exemplo

    Um colaborador que entrega bons relatórios de negócio, mas cujo conteúdo pode se tornar um pouco mais aprofundado. A chefia pode abordar exemplos de documentos mais completos e que agreguem valor.

    Caso seja possível, é interessante deixar os documentos com essa pessoa para que ela se familiarize com o modo com que as coisas são feitas na empresa.

    5. Pessoal

    O feedback pessoal se assemelha ao construtivo, mas tem uma natureza mais informal. Um gestor pode visitar a sala e elogiar um determinado colaborador, mas sem transformar aquilo em uma solenidade.

    Do mesmo modo, pode ser usado para reconhecer uma ação mais modesta de melhoria, mas que seja importante para e empresa.

    Exemplo

    Uma equipe que vem melhorando os seus resultados e recebe um reconhecimento especial do chefe do setor, que visita a área onde ela equipe trabalha e os parabeniza pelo bom trabalho.

    Do mesmo modo, caso a empresa utilize newsletters internas, aquele time pode ser destacado no documento, mostrando para todos os outros colaboradores que os esforços são reconhecidos.

    Como vimos até aqui, os feedbacks são diversos, mas algo deve ser adotado em todas as ocasiões: nos momentos em que seja necessário chamar a atenção do colaborador sobre erros e ações equivocadas, gestores deve fazer isso de forma individual e com foco nas ações — isto é, no que pode e deve ser melhorado e no que não deve se repetir.

    Os comportamentos, resultados e ações positivas e que geram sucesso para o negócio devem ser incentivados individualmente e perante as equipes, mostrando que bons exemplos não passam batido e que os esforços são observados de perto pela liderança.

    Agora que você conheceu todas as técnicas de feedback, já sabe como orientar os seus colaboradores — de preferência, de uma maneira construtiva e que ajude aqueles funcionários a crescer. Nesse sentido, todos aprendem juntos, em prol de objetivos mútuos.

    Gostou do artigo e quer conferir mais conteúdos? Acesse o nosso infográfico e aprenda como criar uma equipe imbatível.

  • O que são soft skills e quais as principais a serem desenvolvidas

    O que são soft skills e quais as principais a serem desenvolvidas

    As softskills são características comportamentais relacionadas à personalidade dos profissionais. Alguns exemplos são a capacidade de se comunicar bem, a empatia e a calma diante de problemas complicados.

    Elas se diferenciam das chamadas hardskills, que são habilidades mais ligadas ao conhecimento técnico. Para entender definitivamente o que são softskills, preparamos um artigo mostrando algumas das mais valorizadas no mercado de trabalho. Boa leitura!

    Inteligência emocional

    Uma pessoa inteligente emocionalmente é aquela que reconhece suas emoções e as gerencia a favor dos seus objetivos. Ela tende a tomar decisões de maneira calma e encarar os obstáculos de maneira direta, uma vez que ela domina seus impulsos.

    A inteligência emocional também é a capacidade de lidar com as emoções dos outros. Dessa forma, a pessoa age com empatia, se colocando no lugar do outro e entendendo os seus problemas.

    Resiliência

    É a capacidade de encarar as dificuldades e dar a volta por cima. A pessoa resiliente sempre tira algum aprendizado de qualquer situação, mesmo quando tudo dá errado.

    Resilientes não se deixam abalar pelos obstáculos e os utilizam como ferramenta de crescimento. Nesse sentido, elas são perfeitas para desenvolver habilidades mais complexas, uma vez que não desistirão com facilidade do treinamento.

    Comunicação

    Comunicar é se expressar com clareza, mas também saber ouvir nos momentos necessários. Uma pessoa que aperfeiçoou essa softskill é aquela que consegue combinar transparência com objetividade.

    Profissionais com muito conhecimento, mas que não saibam se comunicar, não conseguem transmitir seus insights para colegas. Dessa forma, unir as duas características (a técnica e a boa comunicação) é o ideal.

    Flexibilidade

    A pessoa flexível se adapta a mudanças com rapidez. É como se ela pudesse mudar de rota sem perder desempenho, mesmo que um projeto mude radicalmente.

    Profissionais flexíveis lidam com crises e obstáculos de maneira pragmática, procurando meios de continuar produzindo sem se deixar afetar por mudanças bruscas de rumo nos projetos.

    Capacidade de resolver problemas

    Resolver problemas é a capacidade de enfrentar os obstáculos e superá-los. As pessoas que desenvolveram essa skill geralmente são aquelas que exercitaram muitas habilidades, com trabalho duro e muito estudo.

    Essas pessoas não se assustam facilmente com problemas. Afinal, os obstáculos fazem parte de qualquer ramo de atuação — e são as pessoas bem preparadas que os enfrentam de frente.

    Criatividade

    A criatividade também tem a ver com a resolução de problemas. Pessoas com essa skill combinam ideias novas ou aperfeiçoam aquelas já existentes para obter resultados ainda melhores.

    Pessoas criativas são capazes de analisar os detalhes de cada cenário e fazer relações que não haviam sido expostas. Em um mercado que valoriza cada vez mais a capacidade de inovar, esse tipo de profissional é muito disputado.

    Liderança

    Líderes são aquelas pessoas capazes de conduzir equipes ao sucesso e desenvolver ao máximo o potencial de todos ao redor. Ele não apenas comanda, mas também proporciona oportunidades para que colaboradores se sintam motivados e cresçam junto com o negócio.

    Hoje, é possível encontrar diversos perfis de líderes, como autoritários, liberais, democráticos ou motivacionais. O que une todos eles é que os melhores são capazes de inspirar e influenciar colaboradores a darem o seu melhor.

    Agora que você já sabe o que são softskills, já pode incentivar esses comportamentos dentro das suas equipes. Como vimos, essas habilidades têm a ver com a personalidade de cada colaborador e complementam os conhecimentos técnicos para gerar funcionários ainda mais capacitados.

    Aproveite a visita em nosso blog para conferir o nosso infográfico sobre os desafios da liderança!

  • Logística de loja virtual: 3 cuidados que devem ser tomados

    Logística de loja virtual: 3 cuidados que devem ser tomados

    Quando o assunto é a logística de loja virtual nada é mais importante do que a garantia de uma entrega ágil e segura. Os clientes que aderem ao comércio online valorizam a experiência de receber as suas encomendas em um prazo curto e, por isso, os lojistas devem focar na otimização desse processo.

    Pensando nisso, decidimos usar esse espaço para explorar um pouco mais sobre esse assunto e explicar quais são os 3 principais cuidados que devem ser tomados. Continue lendo para conhecer mais!

    1. Mantenha o controle de estoque atualizado

    Nada pior para o cliente do que não receber o seu pedido ou receber uma encomenda incompleta pela falta de estoque. Inclusive, esse é um dos principais motivos para a devolução de produtos.

    Existem diversas ferramentas que podem ser utilizadas, desde planilhas eletrônicas até sistemas de gestão que automatizam essa tarefa. Esse investimento é essencial para saber a quantidade de produtos disponíveis e planejar a sua reposição quando necessário.

    Portanto, é fundamental que o empreendedor tenha um controle sobre os itens em estoque, bem como do fluxo de entrada e saída. Essa iniciativa ajuda a aumentar o nível de satisfação e contribui para a fidelização de clientes.

    2. Defina os meios de entrega

    Essa é uma decisão estratégica que afeta o volume de vendas, o planejamento da distribuição e o relacionamento com potenciais clientes. Cada lojista deve avaliar as opções disponíveis e decidir qual alternativa é a mais benéfica para o negócio. Veja as principais opções que separamos:

    • entrega via Correios: essa alternativa garante a abrangência nacional, fazendo com que a loja possa conquistar clientes em todo o país. Porém, a estatal tem limitações quanto as dimensões e o peso das embalagens utilizadas;
    • entrega por transportadoras: existem inúmeras empresas que se dedicam a prestação de serviços para lojas eletrônicas. Essas empresas contam com grande experiência e alcance para aumentar o volume de entregas. Além disso, a gestão dos pedidos é facilitada, uma vez que contam com ferramentas que registram a entrega em tempo real;
    • entrega por frota própria: essa é uma alternativa para as empresas que não têm interesse na terceirização das entregas. Porém, essa escolha pode resultar em custos excessivos para manter a operação em andamento.

    Além disso, é preciso considerar o frete grátis com intuito de aumentar as vendas, mas, ao assumir esse custo, a empresa pode afetar a sua situação financeira e a expectativa de crescimento.

    3. Acompanhe os resultados

    Indicadores de performance revelam elementos essenciais sobre a operação da loja online. Dessa forma, é recomendado que o gestor dedique tempo para desenvolver indicadores e apurá-los periodicamente.

    Existem diversos indicadores que podem ser adotados que avaliam desde o elemento financeiro até o índice de satisfação dos compradores. Alguns exemplos são:

    • número de pedidos extraviados;
    • custo operacional por pedido;
    • total de quilômetros percorridos;
    • percentual de pedidos entregues no prazo ou com atraso.

    Mesmo com todas as nossas recomendações, um elemento que não deve faltar na gestão da logística de loja virtual é o uso de tecnologia. Esse recurso representa um ganho de tempo nas tarefas rotineiras, na automatização de processos e garante a confiabilidade das informações geradas.

    Precisa de ajuda para otimizar a gestão do seu negócio? Entre em contato com os nossos especialistas e saiba como podemos ajudar você!

  • Liderança transformadora: confira 5 principais características

    Liderança transformadora: confira 5 principais características

    Aquela figura do líder mal-humorado que está sempre trancado em sua sala e não interage ou valoriza os seus colaboradores está cada vez mais fora de moda. Afinal, esse tipo de chefe não desenvolve o potencial dos colegas e nem proporciona motivação suficiente para eles crescerem com a empresa.

    Nesse sentido, surge a liderança transformadora, um conceito que visa transformar o ambiente de trabalho em um local mais acolhedor, dinâmico e que estimula o aprendizado contínuo. Neste post, apresentamos as 5 principais características desse modelo de gestão. Confira!

    1. Autoconhecimento

    Líderes, ou profissionais que aspiram cargos de liderança, devem buscar o autoconhecimento. Somente por meio de uma profunda conversa consigo mesmo será possível avaliar as competências e habilidades que você já tem, além de identificar pontos de melhoria.

    Além disso, a liderança transformadora tem a ver com a capacidade de influenciar positivamente as pessoas ao redor. Por isso, a comunicação com os colegas deve ser clara e respeitosa. Com o exercício do autoconhecimento, será possível avaliar o quão preparado você está para transformar as pessoas.

    2. Cultura de feedback

    A cultura de feedback é essencial para qualquer empresa, uma vez que é uma maneira de trocar críticas construtivas e que proporcionem a melhoria contínua dos profissionais. Podemos citar outros benefícios:

    • direcionamento do trabalho das equipes;
    • desenvolvimento da alta performance;
    • engajamento entre os colaboradores e a empresa;
    • ambiente fértil para novas ideias;
    • clima organizacional positivo;
    • proximidade entre líderes motivadores e seus times.

    Líderes transformadores também devem conscientizar a sua equipe sobre a forma com que os feedbacks são passados. A cortesia deve vir em primeiro lugar, seguida pela objetividade. Uma boa ideia é desenvolver um método próprio de apresentação, com todas as etapas e repassá-lo para as equipes.

    3. Valorização da equipe

    Valorizar a equipe é ouvir os profissionais e levar as suas considerações a sério. Colaboradores que trabalham isolados, sem um contato direto com líderes, tendem a se sentir desmotivados e sem rumo dentro da empresa.

    Uma boa ideia para transformar o clima organizacional é reconhecer publicamente os bons serviços prestados. Além disso, líderes transformadores estimulam a equipe ao se mostrarem acessíveis para que todos tirem suas dúvidas.

    As melhores ideias devem ser introduzidas nos projetos, o que mostra que a empresa valoriza a colaboração — e não somente impõe ordens de cima para baixo.

    4. Compartilhamento do aprendizado

    Líderes transformadores valorizam o compartilhamento do aprendizado. Assim, caso um colaborador domine um tema importante, o gestor incentivará que esse conhecimento seja repassado para outras pessoas, de modo que todos cresçam juntos.

    Contudo, é preciso criar oportunidades para que essa troca de ideias ocorra. Uma boa ideia é implementar encontros semanais para que as pessoas se conheçam e possam estar a par das habilidades umas das outras.

    5. Autonomia

    Líderes transformadores estimulam a inovação. Para desenvolver ideias inéditas, é preciso que profissionais tenham autonomia e confiança para colocar ideias em prática.

    Líderes transformadores encorajam essa autonomia, uma vez que confiam nas capacidades do seu time e se sentem seguros para deixar essas pessoas agirem.

    Afinal, a liderança transformadora também tem tudo a ver com desenvolver as habilidades dos colaboradores para que eles contribuam para o crescimento do negócio.

    Pessoas que queiram se tornar líderes transformadores devem investir na capacitação técnica, nas habilidades interpessoais e no aprendizado contínuo. Converse com os colegas, entenda as suas dores, aperfeiçoe sua comunicação e seja aquele profissional que estimula a mudança.

    Gostou do artigo e quer conferir outros conteúdos sobre liderança? Então, aproveite a visita leia o nosso post sobre a importância da liderança feminina!

  • Pesquisa de mercado: o que é e como fazer

    Pesquisa de mercado: o que é e como fazer

    Uma pesquisa de mercado é o mapeamento de informações importantes para a atuação de um empreendedor. Por meio dela, é possível descobrir os hábitos do seu cliente, por exemplo, além dos diferenciais do seu principal concorrente.

    As pesquisas podem ser de diferentes tipos e podem ser feitas de formas diversas, porém, o seu objetivo continua sendo o mesmo: munir a sua empresa de informações. Os dados são essenciais para garantir um bom planejamento e auxiliar nas tomadas de decisões assertiva.

    E para descobrir como fazer uma pesquisa de mercado de maneira simples, basta ler o artigo que preparamos para te ajudar!

    Diferentes tipos de pesquisas

    As pesquisas de mercado podem ser de diferentes tipos e variam de acordo com o objetivo de uma empresa. Por isso, não existe uma fórmula certa ou errada para realizar esse procedimento, afinal, cada negócio tem suas próprias necessidades e objetivos.

    Porém, por mais que exista uma grande variedade de pesquisas no mercado, ainda é possível destacar as principais. São elas:

    • Força da marca: conferir a opinião dos seus clientes em relação à sua marca comparada com outras empresas;
    • Hábitos do cliente: descobrir o gosto dos seus compradores no momento de adquirir novos produtos;
    • Satisfação dos funcionários: essa pesquisa é interna, e voltada para descobrir a opinião dos seus colaboradores sobre como é o clima organizacional e o ambiente de trabalho;
    • Satisfação dos clientes: medir o nível de satisfação dos clientes em relação aos seus produtos e serviços, para encontrar pontos fracos e implementar melhorias.

    Como fazer uma pesquisa

    As pesquisas de mercado podem ser feitas de diferentes formas, porém, no geral, um questionário é dado para um grupo de pessoas selecionado. Ele pode ser respondido tanto pela internet ou presencialmente, dependendo da forma de atuação da empresa e do objetivo da pesquisa.

    Para criar uma pesquisa, é necessário contar com uma série de informações básicas, sendo que algumas das mais relevantes entre elas são:

    • Objetivo: definir o que será objeto da pesquisa, se é saber sobre a qualidade de um produto, conhecer a opinião dos clientes sobre o empreendimento, entender as necessidades dos consumidores, entre outros;
    • Público-alvo: definir se serão clientes, fornecedores ou grupos que irão responder à pesquisa;
    • Amostra: o número de pessoas que serão contempladas na pesquisa;
    • Perguntas: quais perguntas serão feitas (dê preferência para as simples);
    • Realização: a aplicação da pesquisa de fato;
    • Análise: checagem das informações obtidas, para auxiliar na tomada de decisão das empresas.

    Hoje, existem algumas ferramentas digitais, como formulários pré-existentes, que podem auxiliar nesse processo. Como podemos ver construir uma pesquisa, não chega a ser trabalhoso, só basta direcionar as perguntas para as pessoas corretas, a fim de extrair as informações.

    Por que eu deveria fazer uma pesquisa de mercado

    Muitos acreditam que as pesquisas de mercado não têm valor, afinal, verificar opiniões de terceiros pode não agregar valor ao seu negócio. Porém, esse é um erro gigantesco, afinal, é preciso entender como a concorrência e os seus clientes se comportam.

    É necessário conhecer o seu campo de atuação, para evitar que decisões equivocadas sejam tomadas. Sem as informações corretas para agir, provavelmente, você será deixado para trás e não conseguirá identificar quais os erros que cometeu ou o quais as necessidades dos clientes que não atendeu.

    Entender o comportamento do mercado, as tendências do negócio para mudar a sua estratégia de acordo com a situação é essencial para a sobrevivência da empresa. E para isso, é necessário contar com as informações obtidas por meio de uma pesquisa de mercado bem estruturada e realizada.

    No mais, nosso artigo fica por aqui, e se você quer conferir mais posts sobre empreendedorismo,  acesse o nosso blog para saber mais!

  • O que esperar para o futuro do trabalho e como se adaptar a ele?

    O que esperar para o futuro do trabalho e como se adaptar a ele?

    Antes, os trabalhadores eram obrigados a se locomover até o local de trabalho. Quando o horário de expediente se encerrava, todo mundo se levantava em peso e ia para casa. Hoje, os dois cenários sofreram mudanças significativas.

    Em primeiro lugar, hoje, nem todo mundo precisa sair de casa para trabalhar. Segundo, os horários não são mais tão uniformes assim para os colaboradores de uma mesma empresa. Outras alterações estão em andamento e prometem um futuro do trabalho bem mais amigável tanto para trabalhadores como para as organizações. Vamos conhecê-las!

    Flexibilidade

    Aquele modelo no qual tudo é concentrado na figura de um líder e de uma hierarquia rígida tem se tornado mais incomum com o passar do tempo. O poder está cada vez mais na mão das pessoas, que têm autonomia para propor ideias em um ambiente mais participativo.

    Falaremos mais desse modelo adiante, mas a adoção maciça do home office na pandemia favoreceu a flexibilidade nas empresas, com muita gente trabalhando de casa e mantendo bons resultados.

    Contudo, as empresas devem garantir a segurança, bem-estar e a oportunidade de desenvolvimento dos funcionários para que o modelo flexível faça mais sentido. É preciso que haja um acompanhamento das pessoas.

    Trabalho híbrido

    O trabalho híbrido é uma mistura dos modelos remoto e presencial. Uma pesquisa da consultoria McKinsey, com centenas de executivos do mundo todo, mostrou que essa modalidade veio para ficar, com nove em cada dez empresas garantindo que apostarão nessa mescla.

    O mais importante é que o estudo também apontou que a produtividade e a satisfação do cliente aumentaram durante a pandemia, justamente o período no qual o trabalho híbrido se fortaleceu. Ou seja: os trabalhadores gostam, os consumidores também. Por que não manter?

    Trabalho com um propósito

    As empresas já descobriram que trabalhadores motivados rendem mais, vestem a camisa do negócio e entregam melhores resultados. Uma reportagem da revista Exame demonstra que profissionais que combinam o propósito com boas remunerações estão sendo cada vez mais valorizados.

    Isso porque não basta apenas oferecer um salário alto: as pessoas, principalmente àquelas pertencentes às gerações Y e Z, estão buscando qualidade de vida, a realização pessoal e um bom relacionamento com as chefias, por exemplo.

    Diversidade

    Como mencionamos no tópico anterior, os profissionais estão cada vez mais focados na realização profissional — que não depende exclusivamente dos altos salários, mas do propósito e dos valores da empresa contratante.

    Outros valores que também estão sendo priorizados são a diversidade, a equidade e a inclusão no ambiente de trabalho.

    Nesse sentido, as pessoas buscam trabalhar em empresas que tenham valores similares aos seus. A reputação do negócio tem sido cada vez mais analisada, uma vez que os colaboradores não querem ser associados a organizações preconceituosas, pouco abertas às diferenças ou com métodos de trabalho engessados.

    Basta dar uma olhada no LinkedIn para encontrar diversos exemplos de profissionais que elogiam os valores de uma determinada empresa e contam como encontraram um ambiente que combina com suas visões de mundo.

    Mas, do mesmo modo, também é possível encontrar relatos de pessoas que se sentiram destratadas em certas empresas e que não a recomendam. Dependendo do alcance da mensagem, a reputação da organização sofrerá um duro baque.

    Uso da tecnologia

    Uma matéria da VocêRH utiliza uma afirmação interessante: “Toda empresa deve ser uma empresa de tecnologia”. Assim, os computadores, os dispositivos móveis e a internet deixam de ser meras ferramentas intermediárias, mas soluções imprescindíveis para qualquer negócio que queira se manter vivo.

    Ultimamente, fala-se muito em transformação digital. O conceito marca a entrada definitiva das empresas no mundo virtual, independentemente do porte de cada uma delas. Caso o seu negócio queira ter bons resultados, a tecnologia tem que estar presente.

    As empresas podem contar com uma série de soluções, de acordo com a sua necessidade. Há ferramentas de ciência e análise de dados digitais, como o Big Data e o Business Intelligence, softwares para centralizar informações, como os ERPs, e tecnologias que automatizam trabalhos repetitivos, como o Trello.

    Portanto, cada negócio tem uma solução digital capaz de otimizar seus processos, independentemente do seu campo de atuação.

    Lifelong learning

    Primeiro cenário: uma faculdade, um MBA, talvez um mestrado. Segundo cenário: um curso técnico e muita experiência de mercado. Antigamente, um desses dois caminhos era o suficiente para a maioria das pessoas ter uma carreira de respeito.

    Contudo, o que é valorizado atualmente é o lifelong learning: isto é, a educação continuada. Nesse modelo, as pessoas nunca param de aprender novas habilidades. O termo enfatiza que o estudo deve ser contínuo e os profissionais devem sempre se manter atualizados, com sede de conhecimento e acompanhando as tendências e mudanças do mercado.

    A presença maciça da tecnologia em diferentes modelos de negócio tem tudo a ver com o lifelong learning, afinal, as soluções digitais nunca deixam de evoluir. Do mesmo modo, profissionais que queiram boas carreiras devem acompanhar as novidades.

    Capacidade de autogestão

    É interessante notar que todas as tendências se complementam — e isso explica como todas elas têm sido adotadas de forma simultânea. Nesse sentido, a capacidade de autogestão está diretamente relacionada à flexibilidade que mencionamos.

    O trabalho remoto, cada vez mais presente, impulsiona outra tendência do futuro do trabalho: a autogestão. Trata-se da capacidade de gerenciar a si mesmo, de modo a entregar resultados mesmo sem a ingerência frequente de uma figura de chefia nas atividades.

    Nesse contexto, saem de cena o ponto eletrônico e o horário comercial fixo (das 9h às 17h, por exemplo). As empresas confiam nos funcionários para desempenhar suas atividades, assim, proporcionam uma flexibilidade para que o expediente seja mais prazeroso para eles.

    Contudo, os trabalhadores devem tomar cuidado, uma vez que a autogestão não é uma licença para não trabalhar. Os líderes ainda checarão os resultados e o desempenho individual, independentemente da forma como o colaborador tenha cumprido seu papel.

    Foco na saúde mental

    Até mesmo um ramo conhecido mundialmente pelo trabalho exaustivo, como é o caso da indústria dos games, tem repensado as suas práticas. As empresas têm acatado o conselho dos especialistas: é preciso cuidar da saúde mental no trabalho. Assim, enfermidades como a síndrome de burnout, o estresse, a ansiedade e a depressão estão recebendo a atenção que merecem.

    Por isso, os cuidados com o bem-estar psicológico dos funcionários devem estar na agenda das lideranças. Só assim será possível melhorar a reputação da empresa entre os consumidores, reter talentos e assegurar os profissionais brilhantes que têm se apresentado no mercado de trabalho.

    Todas essas tendências estão mudando a rotina profissional como conhecíamos até então e modelando o futuro do trabalho. Nele, as pessoas terão mais flexibilidade em seus horários, buscarão vagas que tenham a ver com seus propósitos e atuarão em ambientes bem mais diversos.

    Gostou do artigo e quer continuar lendo sobre boas práticas nas empresas? Então, entenda a importância da comunicação interna na empresa!

  • 5 dicas para desenvolver habilidades de venda

    5 dicas para desenvolver habilidades de venda

    Desenvolver habilidades de vendas é essencial para que o seu negócio consiga os resultados que tanto deseja. Porém, a qualificação não é tão simples de ser conseguida, afinal é necessário treinamento durante todas as suas etapas.

    Contudo, o desenvolvimento de novas habilidades ainda pode ser conseguido de maneira prática. Seguindo as dicas corretas, os seus números devem melhorar ao implementar algumas mudanças básicas de comportamento.

    Conheça 5 dicas para desenvolver habilidades de vendas, lendo o artigo que preparamos para te ajudar. Confira!

    1. Conheça bem o que você está vendendo

    Convencer alguém de que o seu produto é bom, sem conhecê-lo, é uma tarefa quase impossível. Por isso, é extremamente importante que os vendedores saibam até mesmo os mínimos detalhes relacionados aos serviços oferecidos por uma empresa.

    Isso ajuda o vendedor a responder às dúvidas que podem surgir relacionadas ao produto, o que transmite mais credibilidade sem fazer propaganda enganosa. Porém, para que isso aconteça é necessário estudo e um bom treinamento efetivo por parte dos gestores.

    Desenvolver habilidades de vendas sempre vai passar pela qualificação profissional da equipe comercial. Os gestores que entendem a importância do investimento nos funcionários como solução para melhorar as vendas conseguem registrar melhores resultados.
    Para isso, é possível apostar em cursos sobre as especificações e uso dos produtos, ou ainda na contratação de uma equipe especializada em treinamento de vendas. Além disso, se você for um bom vendedor, é interessante ministrar uma palestra para melhorar o desenvolvimento do seu time.

    2. Conheça o seu cliente

    Para aumentar a capacidade de persuasão do time de venda, é necessário fornecer as informações certas sobre seus clientes para uma melhor atuação do time de vendas. Assim os dados dos seus clientes precisam ser de fácil acesso a sua equipe e, mais importante, correspondentes à realidade.

    Para ajudar com essa questão, no marketing foi criado o conceito de persona, uma materialização do seu público. No entanto, o perfil desse cliente ideal é feito com base em dados e observações realizadas durante as vendas de produtos da sua empresa.

    A persona não deve ser confundida com o público-alvo, afinal, é mais específica e contém informações diferenciadas para garantir um melhor entendimento das suas necessidades. Alguns dos dados que não podem ficar de fora, quando estiver desenvolvendo o perfil do seu cliente ideal são:

    • Nome;
    • Se o seu cliente tem filhos ou não;
    • Remuneração salarial;
    • Profissão;
    • Sonhos;
    • Como gosta de passar o tempo, seus hobbies, livros e séries favoritos;
    • Quais são as frustrações do cotidiano;
    • Que problemas enfrenta em sua rotina;
    • Como sua empresa pode ajudá-lo a solucionar essas questões.

    Como podemos ver é possível contar com uma série de informações que ajudam o seu time de vendas a iniciar uma conversa com o cliente. Isso ajuda na abordagem assertiva e faz com que sua equipe desenvolva habilidades que ajudem a aumentar as chances de sucesso.

    3. Honestidade ao apresentar o produto

    Outra habilidade de venda que precisa ser estimulada cada vez mais é a honestidade. Os vendedores, em muitos casos, não são vistos com bons olhos pelos clientes, e quando prometem algo que não é cumprido, essa situação piora.

    Por isso, é muito importante tratar o seu público com honestidade, sem inventar funcionalidades extras para o seu produto. Seja claro sobre o que ele pode ou não fazer, porque isso vai refletir imediatamente em sua credibilidade.

    Quando o vendedor é honesto em sua abordagem, mostra para o cliente tudo o que o produto pode oferecer. Isso faz com que a venda seja efetivada de acordo com a necessidade real do cliente o que realmente vai trazer algum retorno significativo para o negócio.

    Além disso, afeta diretamente a sua credibilidade no mercado e ter uma imagem positiva é bastante vantajoso. Por isso, nada de inventar produtos milagrosos.

    4. Os vendedores precisam fazer perguntas

    Muitos vendedores imaginam que apenas os clientes devem fazer as perguntas durante uma abordagem comercial. Porém essa postura é errada, e acaba afastando o seu time de conseguir finalizar as vendas desejadas.


    O vendedor também precisa fazer questionamentos durante a conversa com o possível comprador. Isso, além de demonstrar interesse, também cria brechas para reduzir as dúvidas de maneira mais completa e clara, além de ficar mais fácil buscar a solução certa para o problema do cliente.

    Esse ponto é extremamente importante e já foi até mesmo objeto de estudo por parte de alguns pesquisados. A pesquisa da Gong, por exemplo, evidenciou que o número de perguntas está diretamente ligado com a probabilidade de venda de algum produto.


    Segundo o estudo, o número considerado ideal para as perguntas é de 11 a 14, variando de acordo com a situação. Ou seja, quanto mais questionar o seu cliente sobre possíveis problemas que o produto pode resolver, maiores são as chances de sucesso em sua abordagem de vendas.

    5. O pós-venda merece atenção especial

    Nossa última dica para desenvolver habilidades de vendas funciona mais como um alerta para os vendedores: é necessário investir no pós-venda. Por mais que muitos acreditem que não, essa etapa do processo é tão importante quanto às anteriores.


    O momento que o seu cliente mais precisa de você é após a venda, afinal, ele começou a utilizar o seu produto. Por isso, aproveite para entrar em contato e para saber mais sobre as dúvidas que surgiram após o início do uso de seu produto, sua opinião sobre ele, entre outros pontos importantes para fechar futuras vendas.


    Se esse tipo ação é realizada, você aumenta as chances de conseguir fidelizar um novo público. Pense bem: seu produto não atendeu as expectativas e ninguém entrou em contato para ajudar. As chances desse cliente voltar a fazer negócios com sua empresa é quase nula.


    Por essa razão, invista em soluções de pós-venda, colocando-se à disposição do seu cliente para resolver qualquer problema de forma ativa. O simples contato já pode fazer toda a diferença ao seu favor, te dando maior preferência em futuras compras.

    Além disso, pedir por um feedback sobre seu uso para analisar as oportunidades de melhorias que podem ser implementadas é importante saber receber críticas para conseguir progredir e desenvolver produtos de maior qualidade é essencial para melhoria do seu negócio.

    Nosso artigo acaba aqui. Se você está interessado em conferir mais material sobre o universo do empreendedorismo, acesse o nosso blog!

  • 7 principais técnicas de negociação para você vender mais

    7 principais técnicas de negociação para você vender mais

    As técnicas de negociação são utilizadas, na área de vendas, para fechar mais negócios. Mas isso não significa que a compra é “empurrada” de forma agressiva para o cliente: o objetivo é fechar negócio, mas sem abrir mão de um vínculo duradouro com o consumidor.

    Assim, as técnicas de negociação, quando aplicadas da maneira adequada, levam a desfechos que sejam benéficos para todas as partes envolvidas. Neste post, apresentaremos as principais dicas para se tornar um vendedor persuasivo, mas também justo com os consumidores. Venha conosco!

    1. Estude bem o produto

    Para saber apresentar o seu produto para um cliente em potencial, você precisa conhecê-lo bem, certo? Desse modo, você não ficará sem ter o que dizer quando aquele consumidor quiser saber mais sobre as características do bem antes de fechar a compra.

    Além disso, tome cuidado com a linguagem. Caso você queira vender uma peça de computador, por exemplo, e começar a enumerar atributos técnicos que não façam muito sentido para um leigo, você alienará aquela pessoa — e acabará perdendo a compra.

    2. Ouça o que o seu cliente tem a dizer

    Deixe o cliente falar do seu problema primeiro: só depois você começa a apresentar a solução. Afinal, sair apresentando uma infinidade de produtos e serviços sem entender direito o que aquele cliente quer passará uma má impressão, a de alguém que quer vender a qualquer custo.

    É preciso pensar no relacionamento de longo prazo, até mesmo como uma estratégia para a fidelização dos consumidores. Por isso, o cliente que tiver uma experiência ruim logo no primeiro contato com o seu negócio provavelmente não voltará e ainda contará para seus amigos e familiares sobre aquela experiência malsucedida.

    3. Acerte a abordagem

    Algumas pessoas são mais expansivas, outras são mais desconfiadas e precisam de um nível superior de convencimento para fechar uma compra. Além disso, empreendedores devem ficar atentos à linguagem corporal que adotam nas negociações.

    Por isso, simples ações como atender o cliente de braços cruzados ou desviando o olhar para outras atividades mostram que o interesse não está 100% nele. Ao atender um comprador, é preciso manter a atenção nos seus problemas e, claro, na solução.

    Já na internet, também é possível adotar uma abordagem mais receptiva. Dessa forma, mantenha a cortesia e responda às dúvidas durante toda a interação. Isso ajudará a engajar a pessoa, que verá com bons olhos a possibilidade de comprar algo de uma empresa tão atenciosa e dedicada a agradar.

    4. Seja uma pessoa amigável e paciente

    Algumas conversas podem durar poucos minutos: outras, podem levar dias. Tudo depende da complexidade do negócio, do perfil das pessoas que estão debatendo e dos valores envolvidos. Muitos vendedores acabam não tendo a paciência necessária para lidar com consumidores mais resistentes.

    Assim, os vendedores acabam se desesperando ou se irritando com a desconfiança do cliente. Nesse sentido, a empresa deve capacitar os seus colaboradores para lidar com diferentes perfís de consumidores. É uma boa ideia promover simulações e incentivar os funcionários a usar os gatilhos mentais — que abordaremos adiante no texto.

    5. Faça concessões

    Não seja aquele vendedor irredutível, que não aceita conversar sobre as condições do negócio. É importante fazer concessões: essa estratégia garante benefícios para todas as partes envolvidas. Além disso, se mostrar mais aberto a propostas ajuda a empresa que quer um relacionamento duradouro com o consumidor.

    Contudo, é muito importante que as concessões sejam inteligentes e realizadas no momento certo. Uma dica interessante é iniciar a conversa explicando o valor de mercado do produto, do que foi gasto em suas matérias-primas e no processo de confecção.

    Assim, ambos podem evoluir a partir de um valor razoável para todos. De modo geral, as concessões costumam ser feitas quando o vendedor consegue sentir que o cliente deseja fechar a compra, mas por um valor que não seja excessivo.

    O vendedor bem capacitado saberá explorar essa brecha e conduzir a negociação de modo a manter o cliente interessado. Isso porque esse profissional sabe falar sobre o produto, suas aplicações e como ele solucionará o problema do comprador.

    6. Aprenda a contornar objeções

    Um meio inteligente de contornar objeções é compartilhar informações que façam com que o cliente entenda o que ele está comprando. Essa técnica pode ser utilizada desde o início da venda para transmitir confiança e criar um vínculo.

    Por isso, o vendedor deve ser o mais transparente possível durante a negociação. Fale sobre os métodos de pagamento, as características do produto, os prazos, a garantia, o transporte e o parcelamento. Mostre que a loja aposta em diversas maneiras de brindar os clientes com boas condições.

    A objeção é contornada quando o vendedor tem as respostas para as questões mais sensíveis. Isso só é possível quando ele se engaja com a companhia e estuda o que ela vende.

    7. Use gatilhos mentais

    Os gatilhos mentais são técnicas de persuasão que trabalham diretamente com o emocional das pessoas. Um exemplo famoso é a escassez: você certamente já deve ter visto um cartaz de “Últimas unidades” em alguma loja por aí.

    Do mesmo modo, vendedores podem usar termos como “Esse produto tem saído muito, talvez nem sobre um exemplar até amanhã”. Outro gatilho clássico é o da prova social, que utiliza exemplos de outros compradores.

    Esse gatilho ajuda os vendedores a convencerem o consumidor de que ele precisa de um produto ou serviço para fazer parte da comunidade. Caso a sua empresa venda cursos, por exemplo, você pode explorar frases como “Profissionais que obtiveram essa capacitação encontraram ótimas vagas no mercado”.

    Outros gatilhos bastante utilizados são os seguintes:

    • urgência;
    • autoridade (enfatizar a empresa como uma referência na produção daquela mercadoria);
    • antecipação;
    • novidade;
    • exclusividade;
    • entre outros.

    Como vimos, as técnicas de negociação em vendas são versáteis e oferecem ótimas possibilidades para quem quer fechar mais negócios. Para fortalecer ainda mais as suas práticas, nada como contar com um parceiro que está há décadas ajudando os empreendedores a lucrar mais, como o Sebrae.

    Gostou do artigo e quer saber como podemos ajudá-lo a alcançar os seus objetivos de negócio? Então, aproveite para entrar em contato conosco!

  • Fique de olho nas principais tendências gastronômicas para o seu negócio

    Fique de olho nas principais tendências gastronômicas para o seu negócio

    O setor de gastronomia está em crescimento contínuo. No entanto, como ocorre em qualquer segmento, o comportamento do consumidor muda constantemente. Desse modo, é preciso acompanhar quais são as demandas atuais do cliente e, mais do que atendê-las, é importante encontrar formas de surpreender. Afinal, isso é o que garante a conquista de espaço de destaque no mercado.

    Pensando nisso, nós listamos as principais tendências gastronômicas. Confira quais são elas e aproveite a oportunidade de impulsionar os resultados do seu negócio!

    Comfort Food

    Sem dúvidas, essa é uma tendência que veio para ficar. Trata-se daquela comidinha caseira, com gostinho de casa de mãe ou avó e que despertam boas lembranças da infância. Ou seja, sem o gosto dos ingredientes industrializados ou da fast-food.

    Então, além do alto valor nutricional, também tem um grande valor nostálgico. Um dos motivos é que houve um aumento na procura por alimentação mais saudável, com ingredientes frescos e naturais.

    Vale lembrar que não é preciso fazer receitas super elaboradas. Afinal, o que conduz o Comfort Food é justamente a simplicidade: um bom feijão com arroz, salada fresquinha e um guisado caprichado, por exemplo, conquistam qualquer pessoa.

    Alimentação sustentável

    Além da busca por uma dieta mais saudável, os consumidores também estão preocupados com o impacto que a produção de alimentos causa no ambiente. Sendo assim, tem preferido os naturais, orgânicos e sem adição de conservantes e corantes.

    Nesse sentido, a empresa que utiliza esse tipo de produtos e, ainda, opta por embalagens biodegradáveis, recicladas ou 100% recicláveis, melhoram sua imagem perante o público e consegue atender a um nicho que está em expansão.

    Logo, na hora de divulgar seu negócio, é bem importante mostrar ao seu público que sua empresa também preza pela minimização do impacto ao ambiente, permitindo que ele se identifique com você.

    Take away

    O sistema take away veio do já conhecido delivery e surgiu na época em que vários bares, lanchonetes e restaurantes não podiam receber clientes em seus estabelecimentos. Assim, muitos consumidores entravam em contato por telefone ou aplicativo, solicitavam seu pedido e iam até o local retirar.

    E essa modalidade continuou mesmo após a liberação das restrições e acabou se tornando uma das grandes tendências gastronômicas.

    A principal diferença é que no delivery, o cliente não precisa se deslocar até o restaurante para obter o produto, enquanto que no take away, o cliente faz o pedido e vai até o local para retirar seu produto.

    A maior vantagem desse sistema é que o estabelecimento não precisa se preocupar com a logística.

    Gastronomia inteligente

    A transformação digital tem influenciado empresas de todos os setores, incluindo as de gastronomia. Afinal, a tecnologia, por meio do uso de aplicativos e softwares, é uma excelente aliada na otimização dos processos, na redução de custos, na gestão de estoques, na divulgação da marca e na expansão do negócio.

    Ainda possibilita mais agilidade no atendimento aos pedidos, melhorando a experiência do cliente. Desse modo, vale a pena investir não apenas em softwares, como também em maquinário mais moderno, que possam ser integrados a aplicativos.

    Agora que você já conhece as principais tendências gastronômicas, não deixe de ver quais delas se adaptam melhor ao seu estilo de negócio e perfil de público-alvo. Em seguida, faça um bom planejamento e implemente as novidades para melhorar seus resultados!

    Quer saber ainda mais sobre o assunto? Então, baixe nosso e-book sobre tendências do mercado de alimentação e aprofunde-se no tema!

  • 7 passos para a criação de um site para o seu negócio

    7 passos para a criação de um site para o seu negócio

    Investir na criação de um site para sua empresa é uma ótima maneira de expandir sua marca. Isso porque ele funciona como uma vitrine do seu negócio. Todos estão conectados durante a maior parte do tempo, portanto, ter uma forte presença digital aumenta as chances de atrair clientes.

    Um site promove maior visibilidade ao seu empreendimento, cria credibilidade, eleva as conversões, aumenta as vendas e, como consequência, impulsiona seus resultados.

    Ao contrário do que muitos imaginam, não são apenas as grandes empresas que se beneficiam. O e-commerce é extremamente vantajoso também para os pequenos negócios.

    A boa notícia é que é muito fácil criar um site. Quer saber como? Então, acompanhe o nosso passo a passo até o final!

    1. Defina seu objetivo

    O primeiro passo é determinar qual é o objetivo principal da criação do site. De fato, ele será o seu canal online, mas você pretende que ele traga resultados, correto? Quais resultados? Alguns exemplos são:

    • oferecer mais uma forma de compra para seus clientes;
    • criar um relacionamento mais próximo com seu público, a fim de conhecê-lo melhor;
    • tornar-se autoridade no setor;
    • expandir e fortalecer a marca;
    • atrair mais clientes, entre outros.

    A partir daí, você vai conseguir decidir sobre o tipo de presença online: loja virtual, blog, site institucional, canal de atendimento, mídias sociais, on page (todo o conteúdo será apresentado em uma única página), entre outras opções.

    Por exemplo, se você tem um pequeno negócio, como um comércio de roupas femininas, e deseja vender para outros estados, o ideal é criar um e-commerce, ou seja, uma loja virtual.

    Além disso, também é interessante investir em uma presença nas principais mídias sociais que seu público-alvo utiliza. Então, nas postagens, divulgar que há venda online e postar o link do site.

    2. Registre o domínio

    A etapa seguinte refere-se ao registro do domínio. Domínio nada mais é que o endereço que é inserido logo após o HTTPS. Em outras palavras, é aquilo que os visitantes precisam digitar na barra do navegador para conseguir chegar ao seu site.

    Esse é um ponto muito importante, pois ele deve, ao mesmo tempo, reforçar a sua marca, transmitir a ideia principal do seu negócio e ser fácil do seu público lembrar.

    Uma boa ideia é utilizar o nome fantasia da sua empresa, caso você já tenha. Ainda utilizando o exemplo de comércio varejista de roupas femininas, digamos que o seu nome fantasia seja “Regina Modas & Acessórios”, o seu domínio pode ser “reginamodas”. Assim, o endereço do seu site ficaria “www.reginamodas.com.br”.

    Para registrar um domínio, você pode solicitar no momento em que contrata a hospedagem (como veremos no próximo passo) ou realizar diretamente pelo órgão que administra os domínios brasileiros, que é o registro.br.

    3. Hospede seu site

    Sempre que acessamos um site na internet, uma série de elementos aparecem na tela: textos, imagens, vídeos, logotipos. Todos eles precisam estar armazenados em algum lugar.

    É justamente para isso que serve a hospedagem: guardar todos esses arquivos para que eles fiquem disponíveis em seu site. Para isso, você deve procurar uma empresa de hospedagem e avaliar os planos oferecidos.

    Como comentamos no tópico anterior, muitas dessas empresas trabalham simultaneamente com a hospedagem e o registro. Sendo assim, você pode resolver esses dois pontos com uma única empresa.

    4. Escolha um bom construtor de sites

    No início, mencionamos que é muito fácil criar o seu site. Isso acontece porque atualmente há uma série de construtores de páginas online que são práticos, fáceis e muito intuitivos. Desse modo, não é preciso ter um conhecimento profundo sobre o assunto.

    Um CMS (Content Management System) é um sistema que você vai precisar para gerenciar todo o conteúdo do seu site. Além disso, ele permite que você analise os resultados e o comportamento do seu público e isso é fundamental para a tomada de decisão.

    Existem CMSs gratuitos e pagos, cada um com suas particularidades e suas funcionalidades. Analise várias opções e escolha aquela que mais atende ao que você procura. Os dois mais utilizados por sua usabilidade e ferramentas que oferecem são o WordPress.org e o Joomla!, mas a empresa de hospedagem pode indicar outros para você.

    5. Liste as seções do site

    Organizar seu site em seções melhora a experiência do usuário. As categorias mais comuns são:

    • página inicial — com uma imagem impactante, um carrossel de imagens direcionando para os principais conteúdos de outras seções ou para produtos da loja virtual;
    • quem somos — contando sua história, apresentando sua marca e outros detalhes relevantes sobre a empresa;
    • produtos ou serviços — parte onde a pessoa pode obter mais informações ou comprar os produtos ou serviços que você oferece;
    • clientes — com informações sobre os clientes conhecidos ou com os melhores feedbacks de consumidores;
    • contato — com informações sobre como entrar em contato com sua empresa, como aplicativos de mensagens, telefone, endereço, mídias sociais, e-mail ou mesmo um formulário.

    6. Priorize a rapidez do site

    Um dos principais motivos que fazem um usuário sair rapidamente do site sem realizar nenhuma compra é a demora para carregar a página. De acordo com uma pesquisa feita pela Kissmetrics, cerca de 40% dos visitantes abandonam o site que demora mais que três segundos para carregar.

    Além disso, a cada um segundo a mais na demora do carregamento, há uma redução de 7% nas conversões. Para tornar o carregamento mais rápido, anote as seguintes dicas:

    • mantenha o conteúdo estático em cache;
    • reduza o excesso de mídia, como vídeos;
    • otimize a página para os navegadores;
    • desabilite os plug-ins desnecessários;
    • mantenha o código-fonte limpo.

    7. Torne o site responsivo

    Um site responsivo é aquele que se adapta ao tamanho da tela onde é exibido. Como 98% da população brasileira utiliza a internet pelo celular, é necessário que seu site seja carregado e funcione perfeitamente tanto em celulares, como em tablets e em computadores.

    Para garantir isso, enquanto cria seu site, faça testes em diversos dispositivos para verificar se é possível navegar por todas as seções normalmente e sem dificuldades.

    Viu como a criação de site para sua empresa não é algo complicado? Agora que você já sabe como fazer, não perca tempo! Lembre-se de que uma empresa que não está no mundo digital dificilmente será encontrada pelo público.

    Quer aumentar ainda mais a visibilidade da sua marca? Então, baixe nosso e-book sobre planejamento de marketing e domine o assunto!