Não é apenas a tecnologia que vem impactando as empresas. Há alguns anos os negócios vêm passando por uma transição em suas estruturas hierárquicas, o que mudou a relação e a forma de trabalho dos líderes. Por isso, para lidar com essas transformações e expandir o seu negócio, é importante que você desenvolva a autoliderança.
Ela pode ser definida como a habilidade que o indivíduo tem de liderar a si mesmo, assumindo o gerenciamento de pensamentos e comportamentos para alcançar objetivos. A autoliderança é responsável ainda por garantir equilíbrio emocional diante dos desafios, estabelecer cooperação entre os membros da equipe e apoiar o crescimento do negócio, por exemplo.
Quer aprender a desenvolver suas habilidades de liderança pessoal e de equipe? Nós apresentaremos a seguir algumas técnicas importantes. Não perca!
Autoliderança: saiba como estimular essa competência
Para desenvolvê-la é necessário que você esteja disposto a enfrentar um processo de aprendizado constante, apoiado em outras habilidades essenciais, como as que você vai conhecer a seguir.
1. Pratique a autorresponsabilidade
Há gestores que costumam oscilar entre os perfis de vítima e de juiz. No primeiro caso, a equipe é considerada responsável por dificultar o trabalho de liderança. Já no papel de julgador, o gestor se vê acima dos outros, que são considerados incapazes de atenderem às expectativas da liderança.
Um líder nunca deve culpar os outros pelas próprias decepções, fracassos e erros de gestão, pois reconhece a importância da autorresponsabilidade. Se você perceber que tem atribuído a responsabilidade de sua liderança a outros, é hora de reassumir o comando. Veja algumas medidas que podem ajudar:
em vez de justificar seus erros, aprenda com eles;
não se concentre apenas nas críticas, apresente sugestões e ideias de mudanças;
dê um passo por vez, tenha metas e objetivos bem definidos.
2. Invista no autoconhecimento
A liderança exige do gestor a capacidade de compreender as habilidades e as dificuldades de cada colaborador para que todos consigam trabalhar extraindo o máximo de suas potencialidades. E isso só é possível após um exercício de autoconhecimento no qual você aprende a lidar com suas inseguranças pessoais.
Identifique quais são os elementos internos que inibem seu crescimento pessoal e reconheça as forças que incentivam suas conquistas e realizações. Descubra ainda quais são os valores que o movem e que são importantes para a gestão de seu negócio.
O autoconhecimento permite que você seja capaz de organizar melhor não apenas seus pensamentos, mas também suas tarefas ao longo do dia, como a liderança. Com um maior controle interno de suas emoções, você é capaz de orientar melhor seus colaboradores.
3. Seja disciplinado
A disciplina é necessária não apenas na gestão financeira. É importante também para controlar os seus impulsos, ajudando você a não perder o controle diante de alguma situação que não tenha saído como planejado.
Um bom líder aprende a desenvolver o autocontrole e a disciplina para manter o foco no cumprimento das metas. A autodeterminação também é um recurso importante que pode ajudar você a desenvolver resiliência diante das pressões externas.
4. Abra-se ao aprendizado constante
O aprendizado é uma fator indispensável para o desenvolvimento da liderança. Por isso, é necessário buscar o aprimoramento e o amadurecimento contínuo para descobrir como desempenhar melhor suas atividades. Faça cursos, converse com outros empreendedores e esteja aberto às mudanças.
A autoliderança transforma você em um líder de excelência. Ela ajuda a explorar melhor suas habilidades, confere estabilidade emocional e resiliência para encarar os desafios, além de garantir mais segurança no momento de tomar as decisões. Tudo isso gera impactos diretos em seu negócio, tornando você uma figura inspiradora e um exemplo a ser seguido por sua equipe.
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Quem não quer ser bem-sucedido na própria empresa? A resposta parece óbvia, mas se manter consolidado no mercado é um grande desafio para o empreendedor.
Nesse contexto é que surgiu a metodologia do lean startup, com foco em produtos testados por consumidores — e não apenas no desenvolvimento de um plano de negócios — para obter sucesso administrativo.
A seguir, explicamos o conceito, como aplicar o método no seu negócio e por que dominar ferramentas, a exemplo do Canvas, para tornar essa ideia uma realidade. Continue a leitura e tire todas as dúvidas sobre o assunto!
O que é e quais as origens do conceito de lean startup?
Neste momento, você deve estar se perguntando o que é, exatamente, o lean startup. Para responder à questão, pode-se afirmar que, literalmente, o conceito criado por Eric Ries, empreendedor norte-americano e autor de livro homônimo, significa “startup enxuta”.
De forma geral, a metodologia implica um trabalho administrativo que identifique e corte desperdícios no processo de criação de um produto, principalmente em startups, empresas de tecnologia emergentes.
Devido à otimização de recursos para a viabilidade do produto a ser comercializado, o processo de “startup enxuta” também é conhecido como lean manufacturing ou lean thinking, referindo-se a uma ampla gama de companhias.
Como funciona a metodologia e como aplicá-la no negócio?
O lean startup abrange não apenas empreendedores em potencial, mas também quem está consolidado no mercado. O conceito implica inovação dentro da empresa a partir de gestão eficiente.
Quer saber como a metodologia pode ser aplicada de modo prático no seu negócio? Confira as dicas a seguir!
Canvas
Para aplicar o conceito de Eric Ries no seu empreendimento, sugere-se inicialmente o uso de softwares como o Canvas, com o qual é possível elaborar diagramas e consolidar o valor que a empresa tem para si e para os clientes.
Fora isso, o programa reúne as ideias apresentadas e consegue reestruturá-las a fim de obter o resultado mais adequado, facilitando as etapas seguintes do planejamento.
Mínimo Produto Viável
Por outro lado, o método de implantação de um produto consiste em construir, medir e aprender. Assim, o lean startup também parte de métricas precisas ao construir um modelo funcional.
O Mínimo Produto Viável, ou simplesmente MPV, é um cálculo para chegar ao desenvolvimento rápido de um protótipo para o cliente, que é apresentado antes da versão final.
Dados e testes
No processo de construção de um produto útil para os clientes, a empresa deve colher dados e utilizar a sua contabilidade para inovar no mercado, segundo o pensamento de Eric Ries.
Nessa etapa, considerada fundamental, o protótipo deve ser testado, o que confere à empresa uma ideia sobre a utilidade e a coerência do produto frente ao cenário de vendas. O teste A/B, por exemplo, é uma métrica de desempenho que fornece diferentes versões de um objeto a determinados grupos de consumidores com o objetivo de descobrir qual garante o melhor retorno.
Qual a importância dessa metodologia para a empresa?
Com o método lean startup, você entende quais são os desafios para a sua empresa crescer no mercado e, mais importante, tem em mente que a inovação é etapa fundamental para o desempenho do negócio.
Métricas como o MPV ajudam a desenvolver um produto com foco nas necessidades dos clientes e com o mínimo de recursos investidos. O cálculo também serve para basear versões do mesmo artefato, o que dá segurança para o empreendimento chegar, de forma ágil, ao objeto mais funcional para o seu público.
Curtiu nosso artigo sobre lean startup? Agora que você conhece a origem do conceito, como aplicar a metodologia e por que investir nisso, deixe um comentário sobre a experiência da sua empresa com inovação e desenvolvimento de produtos!
A gestão da inovação não é uma estratégia única e limitada. Se trata de uma cultura e um processo contínuo que objetiva o crescimento e a diferenciação de mercado. Muitas vezes, as empresas se encontram estagnadas e sem perspectivas de crescimento ou aumento na lucratividade, principalmente porque os setores, incluindo o varejista, já estão saturados dos mesmos produtos e serviços.
Diante desse cenário, inovar representa gerar valor para a sua empresa e potencializar os seus ganhos, já que esse é um termo amplo que vai além de automatizar o seu negócio, mas também engloba novos modelos de trabalho, melhorias no atendimento e modernização dos seus produtos.
Neste artigo, você entenderá o que é a gestão da inovação, a importância para o seu negócio e como implantar esse processo de maneira organizada, eficiente e estruturada. Acompanhe!
O que é gestão da inovação?
A gestão da inovação é um conjunto de processos que visa priorizar, implantar e desenvolver ideias e estratégias inovadoras. Esse é um assunto que trata principalmente da utilização da tecnologia e da adequação à transformação digital e da automação de tarefas e modelos de trabalho que estejam de acordo com os avanços do mercado.
Diante desse termo amplo, existe uma infinidade de opções que devem ser trabalhadas de acordo com a realidade do negócio, as condições financeiras e os problemas que forem identificados. Em outras palavras, qualquer novo desenvolvimento de produto, serviço, projeto para melhorias internas ou externas e implantação de novos modelos de trabalho podem ser considerados como inovação.
Por meio da gestão dos processos inovadores é que a organização identifica as necessidades de inovar, as etapas necessárias para isso, os investimentos, os recursos e demais planejamentos para que essa estruturação aconteça de maneira eficiente e organizada e que moderniza a empresa.
Qual é a importância da gestão da inovação?
Quando uma empresa precisa crescer, necessariamente, precisamos falar sobre a sua competitividade de mercado. Para exemplificar, pense na empresa Xiaomi. Essa é uma marca chinesa de tecnologia que vem apresentando crescimento rápido e fidelizando clientes com os seus produtos.
A organização vem inovando em seus aparelhos que, de certa forma, não são novidades no mercado. O diferencial surge quando a marca inova em funcionalidades e detalhes que tornam o item atraente, por exemplo, baterias que duram dias, designs sofisticados, câmeras de alta performance e produtos inteligentes com custos consideravelmente mais baixos.
Um exemplo no setor varejista é a rede IKEA, que comercializa utilidades e móveis domésticos. Existem diversos negócios que atuam nesse mesmo segmento, certo? No entanto, o diferencial inovador da IKEA tem sido a aposta da tecnologia nas lojas físicas e nos sites.
Nos estabelecimentos, os clientes já podem contar com aplicativos de Realidade Aumentada que simulam como um determinado móvel ficará no ambiente. Assim, o consumidor consegue visualizar o resultado e ter certeza da sua compra.
Essas duas empresas são um claro exemplo de como a gestão da inovação e diferenciação de mercado pode fazer com que a empresa cresça e se destaque no mercado. Além desse fator, o processo de gerenciar e priorizar o desenvolvimento de novos modelos agrega benefícios importantes para os negócios. Veja alguns deles.
Redução de custos
Um relevante benefício da gestão da inovação é a utilização eficiente e racional dos recursos da empresa. Para atuar com essa cultura, a organização precisa estar em constante planejamento e estudo de melhorias, sendo que com isso o negócio consegue identificar setores e processos que estejam em desequilíbrio e consumindo mais recursos do que devem. Assim, podem ser aplicadas estratégias de economia e eliminação de prejuízos e gastos.
Aumento na lucratividade
A potencialização da sua lucratividade é o resultado da diminuição de custos e desenvolvimento de ações e produtos que agregam valor ao seu negócio e ofereçam diferenciais ao seu público. Com isso, você fatura mais e consegue ter menores despesas e, ao fechar as contas, percebe um importante aumento no seu lucro e a empresa cresce financeiramente.
Atendimento de qualidade
Entre as vantagens da gestão da inovação também destacamos a sua importância para a melhoria no seu atendimento. Esse conceito também engloba o desenvolvimento de ações que melhorem a sua imagem perante o mercado e que buscam a satisfação do cliente.
Para isso, você precisará aplicar estratégias para oferecer um eficiente e ágil atendimento ao cliente, de maneira que esteja alinhado com o perfil de seu público e que consegue não somente vender, mas também resolver problemas dos consumidores.
Como identificar em que nível de inovação o negócio está?
A inovação na empresa é divida em três níveis, que se diferenciam na forma como essa estratégia é utilizada em determinados processos. Confira quais são e identifique em qual patamar está o seu negócio.
Inovação como evento
Nesse primeiro nível, os negócios investem na inovação voltada para ações e campanhas, como promoções, descontos, gestão de fornecedores, e em processos que buscam gerar valor ao mercado e fortalecer a marca. A maior parte das empresas se encontra nesse grau, pois ainda estão em etapas iniciais que objetivam, principalmente, o desenvolvimento de ideias.
Inovação como competência
Esse é o segundo nível da inovação e se concentra em empresas que criam processos e estratégias inovadoras na tentativa de resolver problemas e analisar soluções. Normalmente, isso é feito quando há queda no faturamento, identificação de gargalos produtivos e desequilíbrios que estejam prejudicando o negócio.
Inovação como sistema
Já nesse terceiro nível, as empresas utilizam a inovação em tudo o que fazem. Desde os processos internos e gerenciais até a execução de tarefas e procedimentos que envolvam o cenário externo.
Portanto, aqui as empresas não utilizam esse conceito somente quando há problemas e necessidade de buscar soluções, mas sim para que esses prejuízos não venham a acontecer, o que representa um pensamento de futurismo. Além disso, elas também buscam por melhorias em seus produtos, seu atendimento, seus serviços e sua performance do negócio.
Vale ressaltar que o ideal é que a sua empresa comece pelo primeiro nível e vá avançando no grau de inovação. Essa estruturação em etapas é importante para ter foco nas suas ações e para que, de maneira saudável e organizada, a empresa consiga mudar o seu mindset, ou seja, que os funcionários estejam engajados nas mudanças e percebam que inovar e ter criatividade é uma cultura da organização.
Como aplicar a gestão da inovação de forma organizada?
Para implantar a cultura da inovação é necessário fazer um planejamento. Toda e qualquer mudança deve ser precedida dessa organização, para que as etapas sejam definidas e estruturadas de acordo com as características da sua empresa. Tendo isso em mente, confira a seguir os primeiros passos para aplicar essa cultura na sua empresa.
Identifique as fraquezas e forças
As fraquezas de um negócio são os processos ou as especificidades que estão atrasadas ou sem diferenciais em comparação ao concorrente. Por exemplo, maquinário antigo, tarefas manuais e demoradas que são propensas a erros, falta de controle financeiro e atendimento ruim.
Já as suas forças representam os aspectos em que o seu negócio se destaca, como o atendimento de excelência, produtos inovadores, utilização de softwares de gestão superiores, maior valor agregado aos seus serviços e um ambiente laboral que promove o crescimento profissional dos funcionários e bons níveis de produtividade.
A maneira mais comum para identificar esses fatores é por meio da análise SWOT. Essa é uma ferramenta que revela as suas forças internas e externas, as oportunidades de mercado e as suas fraquezas internas e externas.
Desenvolva a cultura da inovação
De nada adiantará ter um estruturado plano de implantação de gestão da inovação se a sua empresa não está alinhada a esse objetivo. É passo fundamental trabalhar para o desenvolvimento de uma cultura inovadora em todos os setores. Então, converse com a sua equipe, exponha, de maneira clara, quais são as metas do negócio, as mudanças necessárias e os benefícios que esse novo modo de trabalhar trará para todos.
Defina uma estratégia
Quais ações, campanhas ou setores serão os primeiros a atuarem pensando na inovação? Quais produtos passarão por redefinições visando mercadorias inovadoras e que signifiquem diferenciais para a sua empresa?
Essas são algumas questões que precisará responder para definir as estratégias utilizadas para implantar a gestão da inovação. Também é importante levantar quais serão as ferramentas necessárias para isso, pois a inovação necessita de dados atualizados e processos eficientes e ágeis que não são possíveis com tarefas manuais e arcaicas. Então, pense nas estratégias e nos investimentos que precisará fazer.
Capacite o seu time
Também é imprescindível oferecer treinamentos, qualificações e todo o suporte necessário aos colaboradores. Isso é importante, inclusive, para os resultados da empresa, pois eles precisam estar preparados e capacitados para lidar com a inovação e com as ferramentas utilizadas.
Um time bem treinado é mais eficiente e proativo, já que estará apto a lidar com os problemas que possam surgir no dia a dia de trabalho. Além disso, um bom suporte é uma excelente maneira de engajar a sua equipe e mantê-la alinhada sobre as metas e os objetivos com a gestão e a cultura da inovação.
Faça benchmark
Benchmark é uma estratégia na qual é feita uma análise nos produtos e práticas utilizadas pelos seus concorrentes, com o intuito de desenvolver ideias, criar projetos e aprimorar esses itens ou serviços. Basicamente, seria uma cópia do que as empresas no seu setor fazem, porém de maneira melhorada, inovadora e que tenha mais valor para o mercado.
Essa é uma maneira importante não somente para a sua gestão de inovação, mas também para melhorar os seus processos e oferecer diferenciais aos consumidores. Esse é um importante passo para avaliar os erros e fraquezas do concorrente e aprender com eles.
Tenha parcerias
Os seus parceiros e fornecedores têm influência direta nos resultados da sua empresa. Por meio de bons contatos e relacionamentos, é possível que você consiga identificar novas demandas de mercado e setores nos quais possa ampliar a sua atuação. Além disso, as parcerias significam importantes fontes de networking, bem como uma atualização sobre as tendências de mercado e de ideias que originem serviços e produtos inovadores.
Mensure resultados
Mesmo quando as etapas anteriores e a inovação estejam a todo vapor, o trabalho não para por aí. Esse é, inclusive, o erro de muitas organizações que não mensuram e não aprimoram as suas estratégias. Um passo contínuo e importante para ter resultados positivos com a gestão da inovação é a mensuração e o acompanhamento da performance dos projetos, melhorias e processo desenvolvidos.
O mercado é volátil e muda de maneira constante, por isso, ferramentas e estratégias precisam passar por ajustes para se adequarem à realidade. Sem contar que muitos processos implantados podem não funcionar conforme o esperado. Portanto, busque por indicadores e métricas que possibilitem essa avaliação.
Cases de sucesso ALI
O Sebrae conta com Agentes Locais de Inovação, o ALI. Esses são os nossos profissionais especializados em auxiliar na busca por inovação, diferenciação de mercado e crescimento. Para que você entenda a importância desse suporte qualificado, trouxemos alguns cases de sucesso. Veja só.
Biscoito caseiro D’lícia
Essa é uma empresa de médio porte localizada em Penedo. O principal desafio da proprietária Ângela Malta era saber como inovar sem interferir na produtividade. Como solução, nossos agentes ALI indicaram o investimento na profissionalização da mão de obra por meio das consultorias do Sebrae, além da adoção do Modelo de Excelência em Gestão (MEG). O resultado: conquistaram Recife e Salvador e os seus produtos já estão em mais de 700 pontos de venda.
Aky Estofados
Entrando no setor moveleiro, Manoel iniciou a Aky reformando poltronas e estofados. Tudo começou de maneira informal, mas ao se formalizar, o empreendedor percebeu a necessidade de se qualificar e capacitar. Quando o país iniciou na crise econômica, Manoel percebeu queda no seu faturamento, assim como em todos os setores.
Para contornar esse cenário, um de nossos agentes o direcionou para treinamentos de técnicas de vendas, de gestão de atendimento ao cliente, de inserção de um pequeno negócio no ambiente digital, de marketing pessoal e profissional, além de gestão financeira e de pessoas.
Com toda esta bagagem de conhecimento, a Aky Estofados começou a inovar em seus produtos e aperfeiçoou os modelos tradicionais. Todo esse processo resultou em um site da empresa, no registro de propriedade dos produtos desenvolvidos por ele, na participação em diversas feiras (incluindo o Salão Internacional do Móvel de Milão) e, é claro, no aumento do faturamento.
A gestão da inovação vai muito além de uma estratégia para comercializar novas mercadorias e serviços. Esse é um importante processo que pode ser um divisor de águas no crescimento das empresas, não importa em qual setor se enquadrem. Por meio da capacitação e do pensamento voltado para o termo inovar, é possível resolver problemas nas organizações e desenvolver algo novo mediante o que já está saturado no mercado.
Já imaginou trabalhar em um ambiente em que os funcionários podem intervir mais na empresa? Não precisa ir para outra realidade: o intraempreendedorismo tem o objetivo de expandir os negócios, aumentando a participação dos empregados na organização.
Neste texto, entenda exatamente o que é intraempreendedorismo, por que o seu negócio precisa aderir a essa ideia e como ter colaboradores que contribuem para o sucesso da empresa — com equipe capacitada, ambiente de inovação e programas de incentivo à criatividade.
Comece a leitura agora mesmo e tire suas dúvidas sobre o assunto!
O que é o termo intraempreendedorismo?
Termo cunhado na década de 1980 pelo escritor Gifford Pinchot III no livro “Intrapreneuring: Why You Don’t Have to Leave the Corporation to Become an Entrepreneur“, a ideia do intraempreendedorismo está vinculada ao momento em que se decide empreender em uma empresa já consolidada.
De maneira geral, o intraempreendedor consegue aproveitar oportunidades, converter ideias em projetos, manter o pensamento responsável diante de situações críticas e executar planos.
Apesar de hoje as empresas estarem mais abertas a opinião dos funcionários do que há 40 anos , o conceito continua sendo essencial para uma empresa obter sucesso. Além disso, o intraempreendedorismo também leva ao desenvolvimento de novos produtos e serviços.
Por que é importante aderir ao intraempreendedorismo?
O intraempreendedor é importante para a empresa porque consegue melhorar o ambiente em que trabalha. O funcionário que empreende no seu emprego consegue, ainda, novas oportunidades de negócio, melhora a fonte de renda, se comunica de forma mais ativa com a equipe e reduz desperdícios na linha de produção.
Além dessas melhorias, o intraempreendedorismo aumenta a competitividade entre os empregados, fortalece a sensação de pertencimento dos funcionários em relação à firma, incentiva a inovação na empresa, otimiza os recursos disponíveis e estimula a evolução profissional.
Como ter colaboradores que contribuem para sucesso da empresa?
Até o momento, você entendeu o que é um intraempreendedor e como esse profissional consegue impactar positivamente o lugar onde trabalha. Mas a pergunta que fica é esta: como fazer com que esses colaboradores contribuam para o sucesso do negócio?
Capacite a equipe
No quadro de funcionários, cabe ao gestor identificar aqueles que têm perfil para empreender e, em seguida, capacitá-los para exercerem outras funções. Pode-se, então, focar treinamento de prototipagem, gestão de tempo dedicado ao trabalho e lean startup.
Crie um ambiente de inovação
Não basta capacitar a equipe, é preciso investir em um ambiente de inovação. Para impulsionar a experimentação no seu negócio, crie programas para que os intraempreendedores se sintam à vontade para sugerir demandas e novos desafios corporativos.
Implemente um programa de Participação nos Lucros e Resultados
Por fim, programas de fomento à participação de profissionais no círculo de inovação da empresa geralmente aumentam a taxa de intraempreendedorismo. Com uma participação nos lucros e nos resultados, os funcionários têm uma compensação pelo êxito alcançado pela organização.
Neste conteúdo, você ficou por dentro do intraempreendedorismo, um conceito que nasceu há 40 anos e continua sendo produtivo para o cenário empresarial. Com mais abertura às ideias de funcionários, o seu negócio pode reduzir o desperdício, expandir serviços e crescer no mercado.
Você sabe como definir o propósito de uma empresa? Com o mercado competitivo, é necessário que as empresas tenham em mente a contribuição que elas têm para o mundo e deixar claro tanto para os clientes quanto para os colaboradores por que elas existem.
Esse sentimento é fundamental para que os serviços e produtos comercializados tenham força, conseguindo emocionar o consumidor e fazer com que ele deseje adquiri-los.
Quer saber como, de fato, é esse propósito e de que forma sua empresa pode ser beneficiada? Então, neste texto, você terá todas as informações de que precisa para não somente definir a razão de existência da sua empresa, mas também inspirar seus clientes.
Boa leitura!
O que é o propósito da empresa?
De modo geral, o propósito da empresa pode ser definido como um motivo que faz com que a marca se orgulhe e entenda como colaborar para fazer do mundo um lugar melhor de se viver.
É a razão principal para que a empresa exista no mercado, que muitas vezes pode estar escondida ou esquecida devido à quantidade de tarefas que devem ser feitas para manter a instituição em funcionamento.
Assim, embora todas as empresas tenham um propósito, nem sempre ele está claro para colaboradores e consumidores — o que se torna um problema, já que é mais difícil se diferenciar no mercado.
Por isso, o propósito funciona como um norte que precisa ser compartilhado entre todos os colaboradores e setores como uma forma de compromisso. Dessa maneira, o lucro tão desejado pela marca vem de forma natural.
Qual a importância de desenvolver o propósito da empresa?
Desenvolver o propósito da empresa é descobrir a própria identidade. É isso que faz com que cada instituição seja única no mercado e possa se diferenciar da multidão de marcas existentes.
Para conseguir atrair clientes, é fundamental que eles se identifiquem com a marca e o posicionamento de mercado. Mas isso se torna difícil e confuso quando nem mesmo os administradores sabem ao certo quais desejos e sentimentos despertar nos seus clientes. A tendência é que a empresa tenha mais problemas para conseguir se destacar da concorrência e crescer.
Como definir o propósito da empresa?
Veja agora algumas etapas fundamentais para definir o propósito empresarial.
Entender qual é a contribuição da empresa para um mundo melhor
Embora muitos empresários possam dizer que o propósito da instituição deles é vender, é preciso procurar uma forma de diferenciar sua marca das demais. O que você faz que torna a vida das pessoas melhor? Como seus produtos e serviços ajudam os consumidores? Responder a essas perguntas é fundamental para definir o propósito da instituição.
Definir o que você quer alcançar com seu negócio
Qual objetivo você quer alcançar com seu negócio? Geralmente, quando a empresa é ainda muito pequena, as pessoas tendem a oferecer seus produtos e serviços com alguma intenção de ajudar ou colaborar com a vida dos outros. Tente, então, recuperar esses primeiros sentimentos e objetivos — afinal, dinheiro não é tudo.
Entregar valor ao cliente
Mesmo que as pessoas façam diversas compras, o que importa não é o que é comprado, mas por que se adquire um item ou serviço. A empresa precisa pensar em formas claras para adicionar valor a tudo que é comercializado e até mesmo à marca.
Muitas vezes, a tomada de decisão de uma aquisição é um processo inconsciente, baseado em todos os sentimentos e idealizações que a marca promete entregar àqueles que compram os serviços.
A atual propaganda do produto Lysoform, por exemplo, tenta mostrar como o item pode dar tempo para que as pessoas façam o que sempre sonharam. O processo de compras, é, então, muito mais do que comprar um produto. Ao definir um propósito, todas essas sensações, vontades e emoções são injetadas nos consumidores.
Além disso, é fundamental saber que, quando alguém compra um produto, ele não está adquirindo apenas um item, mas (e principalmente) também quer ter alguma emoção. Então, entender quais são os sentimentos que você gera nos clientes também é uma forma de definir seu propósito.
Lembre-se de que o propósito é natural
Quando uma pessoa tenta fingir uma personalidade que não é dela, as ações não soam naturais, não é mesmo? Da mesma maneira, as empresas precisam ter seus propósitos como parte da própria identidade. Coloque como propósito algo que faça parte da história da marca e possa ser notado pelos clientes.
Agora que você sabe como definir o propósito de uma empresa, é hora de colocar em prática. Essa mensagem pode e deve ser utilizada na estratégia de comunicação da sua marca, bem como no desenvolvimento de produtos e serviços. Dessa forma, além de conseguir mais clientes, você poderá inspirar as pessoas a viver em um mundo melhor.
Vamos fazer um exercício prático e refletir sobre o propósito da sua empresa? Reúna a maior quantidade de informações que você puder e entenda qual é o tipo de sentimento que você pretende gerar nas pessoas.
Termos como Gestão 4.0 e Revolução Digital já são conhecidos por muitos profissionais na gestão de projetos. Entretanto, é fundamental que os gestores consigam entender quais são os seus benefícios e suas utilizações. Dessa forma, fica mais fácil aumentar a competitividade da equipe frente a concorrência.
Os princípios da Gestão 4.0 também podem ser aplicados para proporcionar otimização aos processos e decisões mais inteligentes aos gestores.
Quer saber quais tecnologias você precisa considerar para inovar? Então, continue conosco. Boa leitura!
Quais tecnologias devem ser consideradas?
Existem algumas tecnologias típicas da gestão de projetos. Confira algumas a seguir.
Business Intelligence (BI)
A ferramenta conta com recursos, técnicas e metodologias para coletar, analisar, processar e compartilhar todos os dados que não estão estruturados vindos de sistemas como CRM, ERP e Data Mining.
Reunindo as informações em um único local, é possível confrontar os dados com o objetivo de extrair conclusões estratégicas para a gestão de projetos. Assim, se consegue otimizar o trabalho dos colaboradores e fazer com que as atividades desenvolvidas sejam mais eficientes.
As grandes vantagens de usar BI são:
unificar informações;
compartilhar facilmente;
desenvolver melhorias;
trabalhar com dados de qualidade;
dar mais segurança aos dados;
deixar as informações mais fáceis de serem compreendidas.
Internet das Coisas (IoT)
A IoT trabalha com a ideia de que todo dispositivo pode ser conectado à internet. Isso significa que dispositivos, câmeras, sensores, máquinas e outros itens tenham autonomia, fazendo com que a operação seja descentralizada e possibilitando o controle dessas ferramentas mesmo fora do ambiente empresarial. Nesse sentido, a empresa consegue integrar os sistemas físicos e digitais e ser capaz de reproduzir ações, ler dados e fazer a interpretação da melhor maneira possível.
Como resultado, a empresa se torna mais eficiente, uma vez que há menores interrupções nas máquinas e os ativos são mais bem utilizados. Com isso, pode-se observar um aumento na produção e na velocidade das tomadas de decisões.
Automação industrial
A automação industrial é considerada como uma das bases da Indústria 4.0, já que consegue trazer os diversos benefícios da modernização para as empresas. Isso possibilita receber informações em tempo real sobre vários processos da empresa.
Com a ajuda dos sensores é possível, até mesmo, entender qual é o nível de funcionamento de cada equipamento, evitando a necessidade de intervenções e paradas. Pode-se, também, fazer pequenas correções a distância.
Outras vantagens são o aumento na produtividade e a adoção de padrões de qualidade superiores, que são fundamentais para as entregas dos projetos.
Inteligência Artificial
A Inteligência Artificial (IA) é a forma com que os computadores podem simular a capacidade de raciocinar dos seres humanos. Na gestão de projetos, a Inteligência Artificial é útil para diminuir as chances de erros, fazendo com que os problemas sejam detectados com rapidez.
Além disso, é possível automatizar as tarefas que parecem simples, mas que demandam tempo da equipe, como enviar e-mails e notificações. A partir de sugestões dadas pela IA é possível tomar decisões úteis para a entrega final.
Como você viu, é possível aplicar os princípios da Gestão 4.0 nos projetos para automatizar processos e tomar decisões mais inteligentes e acertadas. Dessa forma, a empresa se torna mais produtiva em todos as etapas, podendo diminuir custos e podendo maximizar os resultados.
A gestão 4.0 é uma resposta às demandas da 4ª revolução industrial e às mudanças que vieram a partir da transformação digital e da automação de processos. Ela não afeta apenas as indústrias, mas traz impactos também aos prestadores de serviços e empresas comerciais.
Descubra como essas transformações afetam os processos gerenciais dos empreendedores. Conheça também os princípios norteadores desse novo modelo de gestão, além de dicas para utilizá-lo em sua empresa. Não perca!
1. O que mudou com a indústria 4.0?
As revoluções industriais anteriores estavam concentradas principalmente na necessidade de aumentar a produção a custos menores. Essa preocupação não mudou, o que houve foi uma mudança de comportamento relacionada às demandas do século 21.
A primeira diz respeito ao uso da tecnologia para agilizar a organização do dia a dia da empresa. Além de modernizar seu negócio, um aspecto muito importante nesse novo contexto de produção e prestação de serviços é a procura de soluções que beneficiem seu colaborador para que ele contribua para o aumento da produtividade.
Outro ponto central das mudanças nas relações comerciais diz respeito ao comportamento do consumidor. Ele está cada vez mais exigente, já se habituou ao uso das tecnologias e não é mais fiel a um serviço ou marca.
Todas essas questões trouxeram mais um desafio para o empreendedor. Afinal, não é possível continuar mantendo os padrões gerenciais tradicionais diante dessas transformações, não é verdade?
Por isso, você precisa começar a pensar em soluções para fazer seu negócio prosperar nesses novos tempos.
2. Quais os princípios norteadores da gestão 4.0?
O objetivo desse novo modelo de gestão é estabelecer um gerenciamento inovador que torne os processos do negócio mais rápidos, precisos e eficientes. Esse modelo inclui ainda alterações na relação da liderança com a equipe para que todos consigam oferecer aos consumidores a melhor experiência de compra.
Para que a gestão 4.0 seja implementada em sua empresa, é preciso considerar alguns pontos norteadores. Vamos conhecê-los?
2.1 Clientecentrismo
Os clientes de hoje contam com uma ampla quantidade de informações sobre as empresas e baseiam muitas decisões de compra a partir das experiências compartilhadas por outros consumidores. Por isso, o primeiro passo rumo à gestão 4.0 é entender as necessidades de seu consumidor para garantir uma boa experiência de compra e, consequentemente, a fidelização e posterior recomendação.
Outras ações necessárias são:
avaliar as trajetórias de seus clientes e identificar os pontos de melhorias;
aprender a comunicar melhor com seu consumidor: quais mídias sociais ele utiliza?
contar com a ajuda do feedback do cliente para a melhoria dos produtos e serviços.
2.2 Diversificação de canais
Quando você tem informações sobre os seus consumidores, é possível descobrir novas formas de atendê-los para suprir as expectativas de consumo. Você pode pensar em estratégias de comercialização de seus produtos ou serviços utilizando diferentes canais de venda.
No caso do varejo, por exemplo, muitos empreendedores não apostam apenas nos pontos físicos e já praticam o e-commerce utilizando o site da empresa ou até mesmo as mídias sociais para vender seus produtos.
2.3 Automação
Infelizmente, muitos empreendedores ainda ficam desconfiados quando o assunto é tecnologia e acham que a automação é um processo muito caro ou pouco vantajoso para o negócio.
A verdade é que as ferramentas tecnológicas estão cada vez mais acessíveis e preparadas para o uso em empresas de diferentes portes e tipos de serviço, o que inclui os negócios do varejo, por exemplo.
Conheça nossa lista com 5 vantagens da automação logo abaixo.
2.3.1. Otimiza processos internos
Não é fácil manter o controle financeiro, fiscal e de estoque. Os softwares de gestão ajudam no controle da movimentação das mercadorias, mantendo todas as informações gerenciais atualizadas.
2.3.2. Aumenta a produtividade
Com a automatização de processos operacionais e repetitivos, como controle do estoque, seus colaboradores podem se concentrar em atividades estratégicas para o negócio.
2.3.3. Melhora o atendimento
Acabamos de falar sobre o clientecentrismo e como é importante oferecer ao cliente uma ótima experiência de compra. Ferramentas de automação como canais de suporte ao consumidor e um leitor de código de barras para acelerar o tempo de espera no caixa são exemplos simples e eficientes do uso da tecnologia para melhorar o atendimento.
2.3.4. Redução do retrabalho
Cada vez que há um erro em alguma etapa do seu negócio, a empresa perde tempo e dinheiro. A automação e centralização dos processos apresenta informações precisas e ainda permite a criação de relatórios aprimorados sempre que necessário.
2.3.5. Segurança de dados
Considera arriscado o uso de um sistema de gestão em seu negócio? Fique tranquilo porque esses softwares têm recursos de segurança que mantém protegidas todas as informações do seu negócio.
2.4 Big data
Nos negócios, o Big Data é o resultado do acúmulo de uma grande quantidade de dados gerados pelos consumidores em diferentes plataformas, como mídias sociais, interações em e-mail, questionários e até dados cadastrais. Sozinhos esses dados não dizem nada, mas quando cruzados, podem permitir que você conheça melhor o perfil de seu consumidor e possa segmentar campanhas de marketing para perfis diferentes de clientes, por exemplo.
2.5 Equipes de alta performance
A tecnologia é importante para as empresas, mas o capital humano ainda é um dos recursos mais valiosos de qualquer negócio.
Prova disso é o relatório do Fórum Econômico Mundial sobre o futuro do trabalho. Ele trouxe uma lista com as 10 habilidades necessárias aos profissionais para que eles consigam encarar os próximos desafios no mercado. As competências, válidas tanto para gestores quanto para os colaboradores, são as que estão listadas abaixo.
2.5.1 Flexibilidade cognitiva
É a habilidade de se reinventar e compreender que existem outros aprendizados para além da área de formação e atuação. Ela indica ainda a necessidade de se mostrar flexível para reconhecer os aprendizados e experiências dos outros sem julgamentos.
2.5.2 Habilidade de negociação
Competência para conseguir sempre os melhores acordos para convertê-los em vantagens estratégicas para a empresa.
2.5.3 Capacidade de julgamento e tomada de decisão
Independentemente do segmento, os trabalhadores são obrigados a lidar e examinar números ou outros dados. Por isso, é essencial que o profissional seja capaz de ler e interpretar corretamente as informações para a tomar as melhores decisões.
2.5.4 Gestão de pessoas
A gestão 4.0 deixa cada vez mais claro que o sucesso de um negócio depende da ação conjunta entre todos os envolvidos em seu negócio. A capacidade de gerir melhor as pessoas contribui para a motivação da equipe e aumento de produtividade. Ela também faz com que os colaboradores se sintam acolhidos e respeitados.
2.5.5 Empatia
A empatia garante a melhor colaboração e conexão profissional. Os profissionais devem ser capazes de manter um bom relacionamento com os colegas e consigam respeitar as diferentes ideias, talentos e comportamentos em torno de um objetivo comum: o sucesso do negócio.
2.5.6 Otimização do atendimento
Os profissionais devem pensar em soluções de produtos e serviços cada vez mais conectados às necessidades do consumidor.
2.5.7 Criatividade
Ao falarmos de inovação é comum pensarmos em máquinas ou robôs e muitas vezes nos esquecemos que eles são fruto da capacidade criativa humana. Ser criativo não significa apenas inventar novos produtos ou serviços.
O profissional deve ser capaz de conectar as informações e construir soluções para questões práticas da empresa, ou, para adaptar o futurismo ao negócio, por exemplo.
2.5.8 Pensamento crítico
O profissional que tem pensamento crítico é capaz de analisar, construir, perceber e tomar construções conscientes. É alguém que consegue analisar um desafio ou problema sob diferentes ângulos, oferecendo soluções alternativas para a resolução dessas questões.
2.5.9 Resolução de problemas complexos
A capacidade de resolver problemas complexos é uma habilidade que se constrói a partir de atualizações profissionais e do aperfeiçoamento constante, como uma pós-graduação ou cursos para melhorar a gestão do negócio.
2.5.10 Inteligência emocional
Inteligência emocional é a capacidade que temos de compreender melhor as nossas próprias emoções, bem como as emoções dos outros.
Quando bem desenvolvida, ela permite que o profissional seja capaz de reagir aos imprevistos, mantenha a automotivação e construa um bom relacionamento com os membros da equipe.
2.6 Integração dos setores
Outra característica importante da gestão 4.0 diz respeito à integração dos setores. Manter o fluxo de operações coeso e interligado ajuda a construir uma padronização dos processos, fortalecendo a cultura e a identidade da empresa.
Quando há a descentralização dos setores nasce também entre os colaboradores a ideia de conexão entre a equipe, na qual todos têm um papel importante. A integração da equipe também diminui as falhas internas de comunicação.
Veja algumas dicas para realizar essa integração:
ofereça um ambiente organizacional agradável e colaborativo;
realize reuniões periódicas oferecendo aos diferentes setores a possibilidade de falarem e serem ouvidos;
apresente os resultados obtidos e reconheça a contribuição de cada setor para esse êxito;
melhore a comunicação interna;
ofereça feedbacks construtivos para que os setores consigam oferecer melhores resultados.
2.7 Plano de metas definido
O primeiro passo é reconhecer que a meta é diferente do objetivo. Ainda no caso do varejo, a meta nem sempre será aumentar as vendas. Como existem colaboradores empenhados em outros setores, vender mais pode ser considerado o objetivo final do negócio, enquanto as metas são as estratégias necessárias para chegar lá.
Saber como anda o seu segmento, somadas às informações do seu negócio, ajudam você a construir uma visão do futuro e identificar pontos que precisam ser melhorados. Esse é o primeiro passo na construção das metas.
Você pode encontrar essas informações na internet, em jornais, cursos de atualização e até com outros empreendedores. Ouça também o que sua equipe tem a dizer sobre os desafios, dificuldades e forças.
Existe uma maneira bastante prática para a criação de metas conhecido como o método SMART. A palavra reúne as iniciais em inglês das características que toda meta deve ser ou ter: específica, mensurável, alcançável, relevante e temporal. Confira, abaixo, detalhes de cada um desses pontos:
2.7.1. Específica
Crie uma meta clara e que possa ser entendida por todos os envolvidos. No caso das metas específicas, como entrar em contato com clientes anunciando uma promoção, por exemplo, indique sempre o responsável. Assim fica mais fácil saber a quem recorrer para cobrar o resultado.
2.7.2 Alcançável
Não adianta você estabelecer uma meta impossível de ser atingida pela equipe. Isso só vai gerar frustrações. As metas são construídas com base em informações concretas e a partir da capacidade dos colaboradores para alcançá-las.
2.7.3. Relevantes
Uma meta não existe por acaso e deve ser relevante para o crescimento financeiro do seu negócio.
2.7.4. Temporal
A meta precisa de um prazo para ser concluída. Ele não pode ser longo demais para não ser esquecido e nem muito curto para não pressionar demais a equipe.
2.7.5. Mensurável
Um plano de metas eficaz deve se transformar em dados que indicarão se as ações realizadas estão contribuindo para o sucesso do negócio ou se precisam ser revistas. Isso é possível com o uso dos indicadores de desempenho.
2.8 Uso de métricas
Para avaliar o sucesso das metas e da gestão do negócio como um todo, é preciso fazer uso dos indicadores de desempenho. Eles ajudam a identificar os pontos que têm apresentados resultados de acordo com o previsto e aqueles processos que precisam ser revistos.
Selecionamos algumas métricas de controle para você que busca melhorar a eficiência e a gestão do seu negócio.
2.8.1 Lucratividade
Em vez de se concentrar no volume, foque na lucratividade das vendas. O jeito mais simples de empregar essa métrica é por meio do cálculo mensal.
Para obter esse indicador de desempenho, some todos os custos do período, incluindo impostos, despesas operacionais, administrativas e de marketing, além dos gastos com logística, mercadoria e pessoal. Em seguida, compare com o resultado do faturamento de vendas.
2.8.2 Giro de estoque
Se você estabeleceu uma meta de melhorar o giro de estoque ou melhorar a gestão das compras, essa métrica pode ser bastante útil. Para calculá-la, divida o total de vendas em determinado período pelo volume médio do estoque.
Se o resultado obtido for inferior a 1, isso indica a sobra de mercadorias ao final do período indicado. No entanto, se o valor encontrado for superior a 1, sua empresa vendeu todas as mercadorias e realizou pelo menos uma reposição de estoque.
2.8.3 Ticket médio do cliente
Esse indicador de desempenho ajuda a identificar a média do valor gasto pelos clientes em cada compra realizada em sua empresa.
Para encontrar o ticket médio, divida a receita total de determinado período pelo número de vendas realizadas. Números baixos aqui indicam que é preciso pensar em estratégias para otimizar as vendas.
A gestão 4.0 modificou a rotina dos negócios. Acompanhe essa evolução incluindo a tecnologia nos processos gerenciais de sua empresa. Com isso, você torna seu negócio mais produtivo, reduz custos e oferece um melhor atendimento ao consumidor!
Se você se interessou pelo tema de gestão e inovação, não deixe de conferir também as tendências dos negócios para o futuro.
A busca pelo bem-estar dos colaboradores apareceu como uma das principais tendências nas empresas para 2020 em um artigo da Forbes. Nele, a colunista Jeanne Meister confirma o que muitos gestores já têm notado: a valorização do capital humano deve estar no centro da cultura organizacional.
Corporações que têm priorizado a humanização das relações entre marca empregadora e profissionais passaram a notar resultados positivos não apenas na qualidade do ambiente interno, mas também no engajamento dos funcionários e no aumento da produtividade.
Neste artigo, queremos compartilhar com você o que está por trás do tão falado conceito de cultura organizacional. Além disso, queremos mostrar quais estratégias a gestão pode adotar para cultivar uma visão que coloque as pessoas em primeiro lugar. Continue a leitura e confira!
O que é cultura organizacional?
Quando falamos de cultura organizacional, nos referimos ao conjunto de práticas e valores que compõem e direcionam as ações de uma empresa e dos integrantes dela. Uma corporação precisa ter uma razão de existir e definir por quais caminhos práticos do dia a dia vai alcançar seu propósito.
Sendo assim, a cultura interna vai nortear regras e políticas internas, a forma de lidar com os clientes, com os colaboradores e a imagem que será passada para a sociedade.
No entanto, mais do que definir uma cultura que tenha uma missão e valores sólidos e relevantes, é fundamental conseguir transferir esses ideais para a prática e para o ambiente corporativo. Quando isso acontece, a gestão contagia seus colaboradores e cultiva um espaço harmonioso e satisfatório para todos.
Atualmente, moldar e fortalecer a cultura organizacional é um diferencial competitivo, já que profissionais, investidores e a sociedade têm levado o fit cultural em consideração na hora de optar por uma instituição.
Uma pesquisa da Deloitte identificou que 94% dos executivos e 88% dos funcionários consideravam a cultura como um fator relevante para o sucesso da corporação.
Como trabalhar a cultura com foco em humanização?
Companhias conhecidas por uma excelente cultura organizacional como Twitter, Chevron, Google e Adobe têm algo em comum: a preocupação com o bem-estar dos colaboradores. A estratégia conhecida como “people first” ou “people centric” coloca pessoas em primeiro lugar, em um movimento que busca a humanização das relações.
Quer entender como levar esse mindset para sua empresa? Veja a seguir os caminhos que você pode seguir.
Entenda o perfil dos colaboradores
Se tornou comum falar da necessidade de entender o cliente e proporcionar a melhor experiência para ele. No entanto, o mesmo pode e deve ser feito com os profissionais que atuam na empresa, afinal, eles são agentes diretos do sucesso da organização.
Para idealizar uma estratégia de employee experience (experiência do colaborador) com foco em humanização, é fundamental compreender o perfil das pessoas que atuam na empresa. A gestão precisa descobrir qual visão os funcionários têm da corporação, quais são seus desafios, quais mudanças e melhorias são desejadas.
É interessante acompanhar indicadores de desempenho como Net Promoter Score (NPS), taxa de absenteísmo e de produtividade para identificar problemas na satisfação e no engajamento.
Adote uma comunicação mais horizontal e aberta
A comunicação está no centro da humanização nas empresas já que a partir de sua efetividade, a marca empregadora vai mostrar a valorização dos indivíduos que atuam naquele local de trabalho.
É preciso dar espaço para que os colaboradores tenham uma voz ativa no contexto organizacional. Quando isso acontece, os profissionais se sentem motivados a propor melhorias para o ambiente e soluções inovadoras para o desenvolvimento da empresa.
Recursos como o feedback construtivo e o reconhecimento de boas performances são excelentes para aprimorar a comunicação interna e torná-la mais propositiva, gerando crescimento tanto para funcionários quanto para a corporação.
Reforce os valores da empresa no cotidiano
A cultura organizacional precisa ter valores sólidos em sua base e eles também devem ser voltados para a humanização das relações. No entanto, como já falamos, eles precisam ser colocados em prática no dia a dia.
Conseguir alinhar os valores da empresa com os colaboradores é um processo que deve começar ainda no recrutamento, com a observação do fit cultural dos candidatos. Já na rotina empresarial, esses valores precisam ser disseminados em uma lógica “top-down”, das hierarquias mais altas para todos os funcionários.
Valores como empatia, respeito, aprendizado e inovação devem ser reforçados em todas as práticas cotidianas, com atenção e combate a atitudes que vão de encontro a esses ideais.
Promova qualidade de vida
Uma cultura organizacional focada em humanização das relações deve priorizar a qualidade de vida dos colaboradores, entendendo que ela impacta diretamente os resultados deles e, consequentemente, da empresa.
Atualmente, os benefícios corporativos têm tido um papel central na promoção de bem-estar. Eles agregam valor à remuneração financeira e atuam em áreas específicas da vida dos profissionais dentro e fora do ambiente de trabalho.
Benefícios como plano de saúde e convênio com academias incentivam o cuidado físico, já parcerias com creches e escolas mostram preocupação com a família de cada indivíduo. Vantagens como home office e horário flexível trazem mais qualidade à rotina.
Além desses privilégios, a organização pode ainda instituir campanhas de fomento ao cuidado com a saúde física, psicológica, prevenção de doenças e adoção de hábitos saudáveis.
Entenda qual o melhor tipo de liderança
Mais um caminho para uma cultura organizacional humanizada é o entendimento do modelo de liderança ideal para ser adotado. O líder da empresa precisa ser o condutor do processo de humanização das relações, mostrando preocupação e valorização do capital humano.
Alguns tipos de gestão acabam sendo prejudiciais para o clima organizacional, com excesso de pressão e competitividade. Já outros modelos são mais horizontais e promovem mais fluidez entre as hierarquias de dinamismo nos processos comunicacionais, beneficiando a integração dos times de talentos.
Esperamos que este conteúdo ajude você a construir e fortalecer uma cultura organizacional com foco em pessoas e na humanização da relação entre marca empregadora e profissionais. Isso certamente pode promover um ambiente mais propício para o desenvolvimento dos indivíduos e para o crescimento do negócio.
Uma imagem que pode representar bem o desafio de um gestor é a de um equilibrista tentando manter os pratos girando sobre uma vareta, sendo cada prato uma área de seu negócio. Você sabe que é impossível se concentrar em apenas um deles, não é mesmo? Felizmente, você pode desenvolver uma competência que ajuda na difícil tarefa da liderança: a inteligência emocional.
Essa habilidade é especialmente importante na gestão de pessoas. Afinal, é preciso um bom gerenciamento das emoções para resolver os conflitos de modo calmo, sensato e que respeite os interesses coletivos.
A seguir, você vai entender um pouco melhor a importância da inteligência emocional e como ela pode contribuir para melhorar as relações e os processos de gestão de sua empresa. Vamos conferir?
O que é inteligência emocional
O conceito ficou conhecido mundialmente após a publicação da obra “Inteligência Emocional”, de Daniel Goleman, em 1995. Segundo o autor, essa inteligência representa a habilidade que todos temos de identificar nossos sentimentos e os dos outros, motivando e gerenciando bem nossas emoções internas e nos relacionamentos. Ou seja, ela é resultado da combinação de outras duas inteligências: a interpessoal e a intrapessoal.
Ainda de acordo com Goleman, essa habilidade é a principal responsável pelo sucesso ou fracasso dos indivíduos, e todas as relações, sejam elas profissionais ou pessoais, envolvem o relacionamento entre pessoas. Assim, quem tem mais qualidades agregadoras, como gentileza, compreensão e cortesia, tem mais chances de se tornar bem-sucedido, por exemplo.
Os 5 pilares que garantem o bom gerenciamento das emoções
Para Daniel Goleman, a inteligência emocional tem 5 competências que garantem o equilíbrio entre razão e emoção. Confira quais são elas e saiba como desenvolvê-las.
1. Autoconhecimento
O primeiro passo é identificar suas emoções e o modo como você reage diante dos estímulos. Também é importante entender como os seus sentimentos afetam o seu desempenho profissional. Uma meta pode não ser alcançada, um cliente pode cancelar um pedido na última hora, colaboradores podem entrar em conflito. Como você reage diante dessas situações?
2. Automotivação
Imprevistos acontecem, e nem sempre é fácil manter o otimismo nos negócios, mas, com a automotivação, você aprende a decidir como você precisa se comportar para atingir suas metas.
Ela garante o comprometimento necessário para você alinhar suas metas pessoais com as do seu negócio; por isso, você precisa identificar claramente o propósito de sua empresa e os valores que nortearão suas decisões em seu trabalho. Além disso, a automotivação prepara você para aproveitar as oportunidades e perder de vez o medo das mudanças e do fracasso.
3. Autocontrole
Depois de identificar seus pontos fortes e fracos e refletir sobre suas experiências e motivações, é hora de aprimorar o autocontrole. Esse pilar ajuda você a administrar melhor suas emoções e impulsos negativos. Isso faz com que desenvolva a resiliência necessária para manter o otimismo em situações de estresse e o foco para resolver problemas sob pressão. O controle das emoções diz respeito, ainda:
ao senso de responsabilidade pelos próprios atos;
à capacidade de lidar com as mudanças e à adaptabilidade mesmo em situações instáveis;
à abertura a novas ideias e soluções originais para os problemas.
4. Empatia
Você se torna uma pessoa mais aberta e emocionalmente equilibrada quando aprende a perceber as emoções e o ponto de vista dos outros.
No trabalho, a empatia do líder contribui para o desenvolvimento das habilidades dos colaboradores. Reconheça e recompense o bom trabalho, ofereça treinamento constante e feedbacks construtivos a sua equipe e veja como essas ações ajudam a promover o seu negócio.
5. Sociabilidade
Por fim, outra competência importante para a boa gestão das emoções é a forma como você se conecta com as pessoas. A dica é manter uma comunicação direta, com mensagens claras e que reforcem seus argumentos. Também é importante aprender a ouvir com atenção.
A sociabilidade ainda é fundamental no momento de gestão de conflitos e de construção de uma rede de relacionamento que pode contribuir para o aumento de parceiros ou clientes de seu negócio.
A importância da inteligência emocional na gestão de pessoas
O sucesso de qualquer empreendimento está diretamente relacionado à equipe que faz parte do negócio. Assim, ao aprender a gerir melhor as próprias emoções, o gestor será capaz de compreender os colaboradores em todas as suas dimensões.
Isso pode ajudar na mudança de hábitos dentro da empresa, que será um ambiente de trabalho mais empático e colaborativo, além do desenvolvimento de ações de inovação que podem motivar a equipe.
A boa notícia é que a inteligência emocional pode ser desenvolvida e aprimorada sempre que necessário. Com isso, você pode adotar estratégias que vão contribuir para melhorar suas práticas de gestão de pessoas. Conheça algumas delas:
estimule a boa comunicação;
mantenha-se receptivo ao feedback dos colaboradores;
implemente ações motivadoras e de integração da equipe;
lide com pessoas “difíceis” com diplomacia;
amenize os desentendimentos;
encoraje o debate saudável;
prepare os colaboradores para lidarem com situações complexas;
assuma os próprios erros;
veja a diversidade da equipe como uma oportunidade;
lidere pelo exemplo;
cumpra os compromissos firmados;
abra-se para receber soluções originais para os desafios do negócio;
compartilhe os créditos das ações bem-sucedidas.
Além disso, a gestão de pessoas pode ser mais bem administrada quando você conta com o suporte de uma empresa especializada para consultoria e apoio como o Sebrae Alagoas, um agente de apoio e fomento à criação, desenvolvimento e modernização das micro e pequenas empresas do estado.
Por meio de cursos, consultorias, palestras, congressos e eventos, ajudamos você a capacitar seu negócio.
A inteligência emocional é uma competência estratégica que garante o equilíbrio entre a razão e emoção, permitindo que você seja capaz de administrar os conflitos pessoais e profissionais.
Afinal, um gestor consciente das próprias emoções e das emoções de seus colaboradores é capaz de tomar as melhores decisões frente aos cenários mais desafiadores. Ele também sabe reconhecer quando é necessário procurar ajuda para inovar nos negócios.
Gostou de saber mais sobre a importância da gestão das emoções para os melhores resultados em sua empresa? Entre em contato com o Sebrae Alagoas e descubra como podemos ajudar a alavancar o seu negócio!
Você já ouviu falar em gestão guiada por dados? Data driven significa, basicamente, analisar informações e traçar estratégias a partir do cenário que se apresenta. Esse tipo de avaliação se justifica pela necessidade de maior objetividade na tomada de decisões de uma empresa.
Quer um exemplo? Sempre que um banco consulta a possibilidade de oferecer crédito a um cliente, investiga a movimentação financeira dele e, a partir do histórico, consegue saber a taxa de risco do empréstimo.
De modo parecido, a sua empresa, ao fazer a gestão guiada por dados, tem mais chances de construir estratégias acertadas para garantir o sucesso do negócio, além de controle operacional.
Por isso, hoje vamos mostrar a você tudo o que precisa saber sobre gestão guiada por dados!
Gestão mais ágil
A gestão de qualquer negócio é extremamente complexa, em função da grande quantidade de processos que são necessários para a execução das tarefas.
Há empresas que têm vários departamentos, como marketing, administrativo, financeiro, entre outros. Cada seção terá processos específicos e todos eles precisam ser controlados para que se identifique o que é eficiente e o que não é.
Por isso, quando você investe em um sistema que unifique e automatize a maior parte desses processos, sobra tempo para que tenha maior controle e consiga enxergar gargalos que podem atravancar a eficiência da produção.
Se o sistema informa, por exemplo, que há uma alta demanda por determinado produto, convém verificar se o estoque honra essa demanda. Afinal, o cliente deve ter as necessidades atendidas sempre!
Tomada de decisões
A necessidade de se tomar decisões rápidas é uma constante na vida do gestor, que, além disso, precisa se assegurar de que está optando pelo caminho mais acertado. Ou seja, precisa deliberar de forma rápida, sem que isso coloque a empresa em risco.
A tecnologia e o uso de dados impactam positivamente também nessas decisões, pois rapidamente você consegue obter um fluxo de informações para ajudar a refletir e fazer as considerações necessárias para optar pelo melhor caminho.
Sem contar que todas as ponderações vão considerar um contexto mais realista, pois são feitos previamente o confronto e a análise dos dados, de modo que você entenda melhor o cenário e tome a melhor decisão.
Tecnologia da Informação como um departamento estratégico
Em uma empresa movida pelo data driven, o TI é um departamento que auxilia diretamente nas estratégias da empresa, ao invés de apenas funcionar como suporte técnico.
Nesse caso, o TI vai poder criar ou aperfeiçoar softwares que contribuam com os processos da empresa ou mesmo criar mecanismos para uma análise de dados mais assertiva.
Isso porque o profissional da área tem conhecimento em Business Intelligence (BI), o que significa que, além de implementar um sistema de gestão de dados, vai poder ajudá-lo a monitorar e analisar essas informações de forma rápida e eficaz.
Análise de mercado
O crescimento de uma empresa depende de uma avaliação bastante assertiva do mercado, certo? Nesse caso, a análise de dados permite que você faça previsões para não ficar à mercê das mudanças econômicas, como o caso de uma alteração de governo ou da abertura de uma concorrência e antecipe tendências que poderiam afetar o seu negócio.
É um modo de estar sempre à frente da concorrência, enxergando oportunidades de crescimento ou, ao menos, de estabilidade em cenários de crise.
Hoje, mostramos a você a importância dos dados para o seu negócio. Agora, o que você precisa fazer para ter uma gestão data driven é investir na sua capacitação e na da equipe para aprender a armazenar, monitorar e analisar os dados.
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