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  • Big Data: saiba como os dados podem colocar sua empresa em vantagem competitiva

    Big Data: saiba como os dados podem colocar sua empresa em vantagem competitiva

    O Big Data é uma excelente ferramenta para quem quer ter vantagem competitiva, pois ajuda você, gestor, a estar sempre à frente da concorrência e a oferecer o que realmente seu cliente precisa.

    Vantagem competitiva significa estar sempre em posição superior em relação a alguma coisa ou a alguém. No mundo dos negócios, significa sempre antecipar tendências e construir estratégias que as acompanhem e façam seu negócio estar sempre inovando e superando as expectativas do cliente.

    A seguir, contamos mais sobre essa e outras vantagens de atuar a partir do Big Data!

    O que é Big Data

    É um termo utilizado pela área de Tecnologia da Informação (TI) e, em termos práticos, significa usar uma grande massa de dados. A forma como se captam esses dados pode ser por meio de uma fonte controlada ou não, de forma estruturada ou não.

    Uma vez que essas informações são armazenadas, devem ser analisadas para que seja possível construir insights que direcionem as decisões do negócio. Abaixo, apresentamos algumas vantagens do Big Data.

    Auxilia na avaliação dos produtos

    Graças ao Big Data, é possível entender a tendência do mercado e os hábitos de compra de determinado público e criar propostas de serviços personalizados, de acordo com os interesses desse público.

    Isso quer dizer que, por meio da análise de dados, você constrói seu catálogo de produtos de forma assertiva, considerando o que realmente o consumidor está buscando. Além disso, descobre quanto esse consumidor está disposto a pagar pelo produto.

    Ajuda a segmentar seus clientes com eficiência

    Por mais virtual que seja um negócio, o bom atendimento continua sendo a melhor estratégia para a fidelização. Um atendimento personalizado é tudo o que as pessoas buscam, não importa o que estejam comprando.

    Portanto, é importante saber como o seu público prefere ser tratado, se tem uma postura mais descolada, se é mais exigente e quer toda a atenção ou até mesmo se há mais de um perfil, mais de uma preferência.

    Atualmente, é possível até mesmo instalar uma câmera em lojas físicas, as quais vão reconhecer o cliente e fazer com que seu atendente preferido já esteja a postos para atendê-lo.

    Ajuda a identificar a possibilidade de entrada de concorrentes

    Você já deve ter percebido que, muitas vezes, várias empresas com o mesmo perfil e do mesmo setor abrem em uma mesma cidade ou até mesmo em um mesmo estado ou país.

    Isso acontece porque o mercado acompanha as tendências que surgem por meio dos interesses dos consumidores, isso é, o mercado tenta atender às necessidades que vão surgindo na sociedade.

    Porém, quando há investimento em Big Data, fica mais fácil reconhecer a possibilidade de surgirem negócios parecidos com o seu. Nesse caso, você consegue se antecipar e buscar um diferencial que torne o negócio mais relevante para o público.

    A tecnologia é uma grande aliada para você, que está buscando vantagens competitivas para seu negócio. Por isso, é tão importante vencer a resistência a essas novas ferramentas, pois elas vão ajudá-lo a entender as necessidades do mercado e a atender a elas.

    Como você pode ver, o Big Data é uma excelente estratégia para quem está buscando construir um negócio sólido e que esteja sempre à frente da concorrência. Para continuar lendo sobre esse assunto, siga o Sebrae Alagoas no Facebook, no Instagram, no LinkedIn e no YouTube.

  • Você já conhece a aplicação do chatbot nos negócios? Explicamos para você!

    Você já conhece a aplicação do chatbot nos negócios? Explicamos para você!

    Certamente você já precisou esclarecer dúvidas ou buscou algum tipo de atendimento online e passou pela experiência de interação automática com um sistema de inteligência artificial, não é? Essa ferramenta, que consegue fazer a triagem do cliente e ajudar na resolução dos problemas, é chamada de chatbot.

    O software funciona de forma similar à interação com uma pessoa, simulando uma conversa. Ele consegue entender qual é a necessidade do consumidor e direcionar para as opções mais efetivas. 

    Hoje, essa é uma estratégia importante para otimizar o atendimento e, inclusive, reduzir custos. Quer entender melhor como o chatbot funciona e por que você deve implementá-lo em sua empresa? Veja nossas dicas!

    O que é um chatbot?

    De forma bastante resumida, podemos dizer que é um programa de computador que conversa com os clientes em um chat. É uma forma de fazer a triagem de problemas, dúvidas e outras necessidades do consumidor, direcionando-os para as soluções, antes de efetivamente precisar interagir com um atendente humano.

    As vantagens para as empresas são essencialmente a economia de tempo e de recursos. Afinal, além de muitas vezes o cliente solucionar sozinho a dúvida, por meio das opções oferecidas durante o atendimento, a resolução de problemas se torna mais ágil quando ele é direcionado diretamente ao departamento correto. 

    Imagine, por exemplo, quantas ligações ou contatos por canais online uma empresa recebe por dia. São dúvidas sobre os produtos, serviços, prazos de entrega, entre outras, além de reclamações, sugestões e pedidos especiais. 

    Com o atendimento humano, a tendência é de que cada um desses contatos demore mais tempo e seja necessário um número maior de colaboradores para direcionar os clientes. Dessa forma, o uso do chatbot contribui para que o próprio consumidor tenha autonomia para tirar dúvidas ou questionamentos da forma mais efetiva. 

    Quais os tipos de chatbots existentes no mercado?

    Existem alguns tipos distintos de chatbot, que podem ser usados em conjunto ou não, de acordo com a necessidade de sua empresa. Confira:

    • os conhecidos como otimizadores oferecem soluções para que os clientes resolvam as dúvidas e problemas, de maneira autônoma, com opções personalizadas que, muitas vezes, não estão disponíveis em aplicativos;
    • proativos são os bots que entendem melhor o comportamento do cliente e oferecem soluções antes mesmo que elas sejam solicitadas. Eles podem, por exemplo, armazenar dados do consumidor e entender melhor os interesses, oferecendo soluções adequadas a cada tipo de necessidade;
    • os bots sociais ajudam a sua empresa a conseguir maior engajamento entre os clientes, oferecendo experiências que contribuem para a tomada de decisão do consumidor;
    • os com a função de escudo ajudam o cliente a evitar experiências desgastantes junto ao call center, facilitando as ações de suporte.

    Por que apostar no uso de chatbots?

    Os softwares de inteligência artificial aprendem com o usuário, prática conhecida como machine learning. Ou seja, os programas são tão eficientes que conseguem prever as principais demandas e oferecer soluções interessantes para melhorar a experiência do cliente e o processo de compra.

    Esse relacionamento, aliás, se estende por toda a jornada, chegando, inclusive, ao pós-venda. Os chatbots contribuem para agilizar atendimentos técnicos, pedidos de suporte, reclamações e necessidades pontuais de troca de mercadorias, por exemplo.

    Claro que a inteligência artificial não é capaz de fazer atendimentos pontuais, relacionados a necessidades muito específicas. No entanto, tal sistema melhora a experiência do usuário, proporcionando autonomia para a resolução de problemas e simplificando o direcionamento das principais necessidades. 

    Assim, contar com um bom chatbot para sua empresa é um diferencial importante, tanto do ponto de vista econômico — uma vez que o uso permite a otimização na distribuição de recursos — quanto para garantir a melhor experiência para os seus clientes.

    Gostou das informações e quer saber mais sobre o assunto? Siga nossas redes sociais e acompanhe todas as novidades para impulsionar o seu negócio! Estamos no Facebook, Instagram e YouTube!

  • Pensando em abrir uma empresa? Conheça os benefícios e os desafios

    Pensando em abrir uma empresa? Conheça os benefícios e os desafios

    Muitas pessoas sonham em abrir uma empresa, outras enxergam no empreendedorismo uma oportunidade para driblar o desemprego e ter uma fonte de renda. Seja qual for a motivação, o fato é que quase 52 milhões de brasileiros são donos ou estão abrindo um novo negócio.

    O crescimento na abertura e permanência de novas empresas no mercado mostra que existem muitos benefícios em optar por esse caminho e que os desafios não são tão grandes e assustadores quanto algumas pessoas pensam.

    Neste artigo, vamos listar os principais benefícios de ter um negócio próprio e quais são as providências a serem tomadas. Além disso, vamos falar sobre os desafios e como superá-los e, ainda, daremos dicas de ferramentas e metodologias que facilitam esse processo. 

    Aproveite o conteúdo!

    Vale a pena abrir uma empresa no Brasil?

    Sim! Dados da pesquisa anual realizada pelo Sebrae em parceria com o IBQP — Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade revelaram que 38% dos brasileiros, com idade entre 18 e 64 anos, são donos de um negócio, sendo mais de 20% com empresas já estabelecidas no mercado.

    Além das estatísticas, outros fatores relevantes ajudam a mostrar que o empreendedorismo é um caminho vantajoso para as pessoas, tais como:

    • liberdade para trabalhar com o que gosta;
    • ser o seu próprio “chefe”;
    • conquistar a independência financeira;
    • gerar empregos;
    • contribuir ativamente para a economia local.

    Quais são as primeiras providências a serem tomadas?

    Se você está pensando em abrir uma empresa, é importante estar atento a algumas providências fundamentais. Confira abaixo.

    Faça uma análise de mercado

    O primeiro passo a ser dado é entender melhor o cenário no qual sua empresa será inserida. A análise de mercado identifica quais são as oportunidades de negócio mais vantajosas para o momento, quais são os desafios a serem enfrentados e como traçar um plano mais efetivo para competir com os atuais concorrentes.

    Busque por capacitações

    Na parte técnica, os cursos de especialização ajudam a conhecer as melhores práticas e ferramentas para atuar com qualidade no mercado. Na parte gerencial, treinamentos, palestras e eventos são fonte de informações essenciais, principalmente para quem não tem uma formação em gestão como base.

    Conte com o apoio de parceiros

    Organizações especializadas, como o Sebrae, agregam conhecimento em gestão e metodologias de negócio. Com o apoio de entidades dessa natureza, muitos erros comuns aos iniciantes são evitados, aumentando as chances de obter bons resultados desde o começo.

    Quais são os principais desafios a serem enfrentados?

    Abrir uma empresa tem suas vantagens, mas também tem seus desafios. Selecionamos os que demandam um cuidado maior, com dicas para superá-los sem grandes dificuldades. Acompanhe.

    Cuidar da gestão financeira

    A gestão financeira é o centro da empresa. É preciso ter atenção para não haver desequilíbrio entre o que entra e o que sai, de forma a manter o negócio financeiramente saudável.

    A capacitação é uma excelente opção para se preparar adequadamente. Outra alternativa é contar com a ajuda dos parceiros, que têm a experiência e o conhecimento necessários para aconselhar e guiar a sua caminhada.

    Fazer uma boa gestão de pessoas

    Muitos novos empresários viveram parte de suas vidas como empregados e a diferença de ponto de vista pode acabar prejudicando o bom andamento da empresa. Por isso, é fundamental se capacitar, também, em gestão de pessoas. Busque por cursos, eventos e palestras sobre o assunto e mantenha um diálogo aberto com sua equipe.

    Atrair e fidelizar clientes

    O começo de qualquer empresa passa pela conquista de novos clientes. É preciso apresentar seus produtos e serviços ao mercado, fazer com que as pessoas tenham interesse em experimentar, gostem e voltem a comprar. 

    Dessa forma, é importante fazer investimentos na qualidade daquilo que a empresa oferece, na experiência que os clientes terão em relação aos produtos, serviços e atendimento e em boas estratégias de marketing e pós-vendas.

    Criar boas estratégias de marketing

    O marketing é o principal responsável por atrair as pessoas certas para se tornarem clientes. Além disso, ele também gera a fidelização, por meio de ações que melhoram a relação entre a empresa e os compradores. 

    Uma boa alternativa é contratar uma agência especializada, já que ela tem o conhecimento e os profissionais necessários para criar boas campanhas. Outra forma é contratar um profissional que cuide dessa parte, o que pode dar um pouco mais de trabalho, mas gera resultados mais personalizados.

    Quais ferramentas de gestão auxiliam nessa fase inicial do negócio?

    Empreender fica mais fácil quando utilizamos as ferramentas certas. Separamos 3 exemplos que são muito indicados para quem está começando um novo negócio. Confira!

    Plano de negócio em pirâmide

    O plano de negócio em pirâmide é um modelo de análise que ajuda a identificar os pontos-chave do negócio e a interdependência entre eles. O diagrama é dividido em 9 triângulos que se encaixam formando uma pirâmide. Cada um deles traz uma abordagem a ser pensada, que deve ser preenchida da base até o topo na seguinte ordem:

    • oportunidade de negócio;
    • produto e serviço;
    • mercado consumidor;
    • empresa;
    • indústria e concorrência;
    • produção e operações;
    • marketing e vendas;
    • recursos humanos.
    • finanças.

    Funil de ideias

    O funil de ideias é ideal para as pessoas que ainda não definiram muito bem o que desejam oferecer ao mercado. Ele parte de um conjunto maior de sugestões, sobre as quais são aplicados critérios de avaliação e seleção até que a melhor ideia seja encontrada para ser desenvolvida.

    Canvas de modelo de negócios

    O Canvas de modelo de negócios é uma ferramenta que ajuda a entender melhor a proposta de valor que está sendo oferecida. Ele é feito em um diagrama que analisa questões internas e externas, respondendo a perguntas essenciais para o desenvolvimento do negócio. O Sebrae disponibiliza uma ferramenta de canvas gratuita para ajudar os empreendedores.

    Abrir uma empresa pode parecer desafiador, em um primeiro momento, mas, preparando-se de forma adequada, tudo fica muito mais fácil. Como pôde perceber ao longo desse artigo, o ponto principal para se tornar um empreendedor de sucesso é buscar por capacitações e conhecimentos em gestão. Assim, você será capaz de superar todos os desafios e colher os benefícios de ser o dono do seu próprio negócio!

  • Confira esses 4 erros de um empreendedor e saiba como evitá-los!

    Confira esses 4 erros de um empreendedor e saiba como evitá-los!

    Diante de qualquer nova empreitada, cometer equívocos é bastante comum. No caso de micro e pequenas empresas, um em cada quatro novos negócios fecham antes de completar dois anos de existência no mercado. As principais causas são erros comuns aos empreendedores iniciantes.

    A boa notícia é que eles podem ser facilmente evitados. Por esse motivo, separamos os 4 erros mais frequentes de um empreendedor e indicamos o caminho certo a seguir para que seu negócio, além de sobreviver no mercado, ganhe competitividade. Confira!

    1. Começar sem um plano de negócios

    O plano de negócios é uma ferramenta imprescindível para começar um empreendimento a partir de dados realistas. Trata-se de um documento que detalha os objetivos do negócio e quais passos devem ser dados para atingi-los. Dessa maneira, é possível reduzir os riscos e as incertezas. Ele permite que o empreendedor:

    • analise a viabilidade do negócio;
    • olhe para a empresa como um todo;
    • defina os objetivos a serem alcançados a médio e longo prazo;
    • trace estratégias mais efetivas e concretas com base em dados financeiros e comerciais;
    • realize investimentos de maneira mais segura;
    • atraia a atenção de investidores para aportes financeiros e tenha mais facilidade no acesso às linhas de crédito;
    • conheça o mercado no qual atuará.

    2. Misturar as finanças pessoais com as da empresa

    Esse é outro grande erro de empreendedores iniciantes e que pode levar ao fechamento do negócio. A gestão financeira deve ser uma prioridade. Se não houver uma divisão clara entre o patrimônio empresarial e o pessoal, a tendência é utilizar o dinheiro da empresa para benefício próprio. O resultado disso é o comprometimento da saúde financeira e, posteriormente, a falência.

    O dono deve fixar uma retirada mensal, chamada de pró-labore, e descartar a possibilidade de saques extras. Vale lembrar que os recursos da empresa devem sem empregados em investimentos para que possa crescer e ganhar destaque frente aos concorrentes.

    3. Deixar de investir no empreendimento

    Não há como negar que o mercado está cada vez mais competitivo. Sendo assim, é preciso investir na empresa para garantir desenvolvimento e lucratividade maior. Lançar novos produtos, qualificar a mão de obra, adquirir equipamentos mais modernos para otimizar os processos, melhorar a infraestrutura, criar diferenciais para mercadorias ou serviços, abrir uma filial, adotar a digitalização são apenas alguns exemplos do que deve ser feito para expandir o negócio.

    4. Não se capacitar

    Essa falha é gravíssima e coloca seu empreendimento em risco desde o início. Além de conhecer bem a área do seu negócio, é fundamental ampliar seu conhecimento e manter-se sempre atualizado. Lembre-se de que a capacitação deve ser contínua.

    Frequente eventos como palestras, feiras e workshops voltadas a esse mundo. Também leia sobre o assunto, faça cursos e treinamentos. Há muito material excelente disponível na internet e que pode ser acessado a qualquer tempo. Aproveite todas as oportunidades de aprendizado para administrar seu negócio de forma eficiente e rumo ao sucesso.

    Agora que você já sabe quais são os principais erros de um empreendedor iniciante, mantenha seu foco para não cometê-los e, assim, assegurar o posicionamento do seu negócio no mercado.

  • User Experience (UX): você realmente sabe o que é e o que pode estar perdendo?

    User Experience (UX): você realmente sabe o que é e o que pode estar perdendo?

    Você já ouviu falar em User Experience? É um conjunto de práticas que vem sendo amplamente utilizado pelas organizações para atender às novas demandas do mercado. Ao contrário do que muitos pensam, ele não é aplicado apenas a produtos e serviços de tecnologia ou pela área de design.

    Neste artigo, você vai aprender o significado do conceito, quais são os principais benefícios que ele proporciona e as etapas para implementá-lo em sua empresa. Confira!

    O conceito

    O User Experience (UX) é um termo utilizado para agrupar uma série de providências tomadas pela empresa para proporcionar uma experiência de excelência para seus usuários e clientes. Por isso, seu foco está em quem vai acessar ou utilizar o que a empresa está oferecendo — acima de tudo, na forma como essa pessoa vai se sentir em relação a esse momento.

    Pilares do UX

    O autor Aarron Walter, do livro Design for Emotion, considerado uma das principais referências em User Experience, organizou as necessidades dos usuários em uma pirâmide que representa a forma como eles buscam ser atendidos em grau de importância.

    Da base para o topo, o produto ou serviço em questão deve ser:

    • funcional;
    • confiável;
    • usável;
    • prazeroso.

    Principais diferenças entre UX e UI

    A principal confusão conceitual que presenciamos no mercado é entre os termos UX e UI. UX, como já explicamos, trata da experiência do usuário. Já o UI, ou User Interface, trata da interface do produto ou serviço frente ao usuário.

    Enquanto o UI se preocupa com questões técnicas, usabilidade e parte visual, o UX tem um foco mais emocional. Seu papel é pensar em melhorar a forma como o usuário vai se sentir ao interagir ou utilizar o produto. 

    Principais benefícios do User Experience

    Todo esse trabalho em desvendar novas maneiras de agradar o público gera benefícios muito relevantes, como mostraremos a seguir.

    Aumenta a conversão em vendas

    Empresários que lidam com vendas virtuais ou que atuam com prospecção por diferentes canais tecnológicos sabem da dificuldade que é aumentar a taxa de conversão. Sites criados com base em boas práticas de UX são mais atrativos e, acima de tudo, menos distrativos.

    Uma pessoa que entra no site de uma empresa pelo celular e não consegue encontrar as informações de que precisa dificilmente dará sequência ao processo de compra. O mesmo vale, no mundo físico, para lojas desorganizadas, sem um padrão de arrumação das prateleiras e com um atendimento de baixa qualidade.

    Melhora a fidelidade e as indicações

    A fidelização é uma das armas mais importantes no universo empreendedor atual. A quantidade de empresas concorrentes é cada vez maior, e o diferencial é o ponto que mantém os clientes assíduos e satisfeitos.

    Ao passar por uma experiência positiva em relação a uma marca ou a uma empresa, a reação natural das pessoas é fazer indicações. Elas querem que amigos e familiares desfrutem dos mesmos benefícios, e essa atitude angaria os clientes com a maior probabilidade de fidelização rápida.

    Economiza recursos

    Algumas reduções de recursos são facilmente identificadas quando pensamos na aplicação do User Experience à empresa — a começar pela diminuição das refações e dos casos de devolução e ressarcimento.

    Outro ponto que contribui para essa economia é o fato de que as práticas de UX promovem mais autonomia para os usuários. Com isso, o processo de compra se torna mais ágil e demanda menos intervenções dos profissionais do atendimento, possibilitando a adoção de equipes mais enxutas.

    Diminui o customer effort score

    O Customer Effort Score (CES) é a pontuação que mede o esforço do cliente ao longo do processo de compra. Como dito no tópico anterior, a autonomia gerada pelo UX reduz essa métrica, tornando o processo mais simples.

    Na prática, quanto menor for o CES, melhor será a experiência do usuário, já que ele terá feito um esforço mínimo para obter aquilo que buscava.

    Etapas para a implementação de um projeto de UX na empresa

    Diante de tantos benefícios, você já deve estar se perguntando como fazer para adotar o UX em sua empresa. Nos tópicos abaixo, vamos falar sobre as etapas que precisam ser feitas em um projeto de implementação.

    Entender (empatizar e definir)

    O ponto de partida é o entendimento da situação. Como estamos falando da experiência do usuário, ou seja, uma pessoa diferente de você e da sua empresa, a empatia é o principal norteador ao iniciar essa etapa. 

    Mais do que se colocar no lugar do usuário, é preciso se despir de todos os conceitos e “achismos” para perceber as necessidades do outro com mais clareza e objetividade.

    Depois de muita escuta, pesquisa e análise, a etapa deve ser finalizada com uma definição do que o cliente realmente deseja e precisa frente ao que a sua empresa tem a oferecer. 

    Explorar (idear e prototipar)

    Compreendido o problema, começa a fase de exploração das possíveis soluções. Aqui, cabe o uso de ferramentas de ideação, tais como o brainstorming, para o levantamento e a discussão de proposições.

    A criação de protótipos ajuda a entender melhor cada ideia de forma mais prática e aproximada de um cenário real. Cada tipo de produto, serviço ou situação vai demandar uma prototipagem específica, e é papel da equipe fazer essa definição. 

    Materializar (testar e implementar)

    Por fim, é hora de validar as ideias obtidas. Os testes devem começar com os protótipos para uma análise mais segura e confiável. Conforme o tipo de solução, podem ser necessárias várias rodadas de testes em diferentes aspectos antes do lançamento para o público geral. 

    A implementação pode acontecer aos poucos e paralelamente aos testes. Por meio de metodologias ágeis, as partes já validadas podem ser disponibilizadas em versão beta para um grupo de clientes e, na medida em que eles forem evoluindo, a solução vai sendo entregue.

    Como você pôde observar, o UX é algo que vai muito além de design e tecnologia. A experiência do usuário é algo muito valioso e que, muitas vezes, pode ser melhorada com detalhes simples. O importante é manter o foco e uma escuta ativa dos clientes, de modo a estar sempre atento às suas necessidades e desejos.

    O que achou deste artigo? Se ele foi útil para você, saiba que, em nossas redes sociais, constantemente postamos conteúdos de qualidade para ajudar os empreendedores a evoluir seus negócios. Não perca tempo, siga o Sebrae Alagoas no Facebook, Instagram, Twitter, e YouTube!

  • Saiba como fazer sua empresa crescer financeiramente de forma efetiva

    Saiba como fazer sua empresa crescer financeiramente de forma efetiva

    Todo empresário quer fazer sua empresa crescer financeiramente, principalmente quem tem um pequeno negócio e que começou a operar há pouco tempo. O planejamento financeiro tem um papel fundamental para alcançar esse objetivo, já que ele ajuda a prever os gastos e estipular o volume de vendas necessário para cobri-los.

    Neste artigo, você vai aprender a se planejar adequadamente para fazer o seu negócio crescer financeiramente. Apresentaremos dicas de ações e ferramentas que farão toda a diferença. Confira!

    Como fazer sua empresa crescer financeiramente?

    Como empresário, você já deve ter notado que o aumento no volume de vendas não é o único fator responsável para o crescimento financeiro da empresa. Afinal, mesmo que haja uma expansão no faturamento, existem basicamente dois fatores que podem enfraquecer um negócio: falta de planejamento e ineficiência na gestão.

    É possível lidar com essas duas questões, desde que você tome alguns cuidados, como os que apresentaremos a seguir.

    Separe as finanças pessoais das profissionais

    A partir do momento em que alguém abre uma empresa, ela se torna duas pessoas diferentes: a física e a jurídica. Isso deve refletir no controle financeiro, de forma que cada uma tenha suas próprias receitas e despesas.

    Por manter as finanças separadas, fica muito mais fácil entender como o dinheiro está sendo utilizado e encontrar oportunidades de melhoria. Ou seja, é uma forma de melhorar o controle financeiro de ambas as partes.

    Faça um planejamento dos gastos

    Planeje o que pretende gastar ao longo de todo o ano. Quanto maior for o nível de detalhe, mais eficiente o controle tende a ser. Utilize as informações dos períodos anteriores para ter uma previsão mais precisa das finanças e não se esqueça de separar uma margem para variações de preços e pequenos imprevistos.

    Acompanhe o fluxo de caixa com rigor

    O acompanhamento do fluxo de caixa é essencial para manter as finanças dentro do planejado. Faça uma conferência diária das movimentações e do saldo das contas bancárias, verifique se os valores estão corretos e não deixe que essa tarefa se acumule por muitos dias.

    Outro ponto muito importante é o cumprimento dos prazos. Cada conta que é paga em atraso gera multa e, por menor que ela seja, consome a margem de lucro. Por isso, ações simples como manter uma planilha com os vencimentos da semana sempre atualizada já é o suficiente para evitar o problema.

    Deixar de fazer isso pode resultar em um problema financeiro permanecer oculto por um longo tempo, de forma que, quando ele é descoberto, talvez seja muito difícil resolver a situação. Por outro lado, um controle eficiente do fluxo de caixa protege a saúde financeira da empresa.

    Tenha um plano de negócios bem estruturado

    Ter um plano de negócios é um dos requisitos básicos para alcançar o sucesso, e isso faz uma grande diferença na sustentabilidade financeira de uma empresa.

    O plano de negócios é um documento que contém todo o plano estratégico e operacional da empresa para o curto, o médio e o longo prazo, servindo como um guia. Por isso, é a maneira correta de começar um negócio, tendo como base um planejamento sólido!

    Busque parcerias

    Outra boa maneira de fazer a empresa crescer financeiramente está na busca por parcerias. Afinal, é sempre bom ter ajuda para enfrentar os constantes desafios da caminhada empreendedora. Além disso, as dinâmicas atuais do mercado exigem que esse tipo de ação seja feita, visto que vivemos em um mundo cada vez mais colaborativo.

    Nesse sentido, é mais do que indicado fazer parcerias com empresas que possam ajudar a alavancar o crescimento, fornecendo serviços e produtos complementares ou trabalhando com revenda. Também vale a pena contar com influenciadores digitais, visto que eles têm um público muito fiel.

    Procure cursos e eventos de capacitação

    Não se esqueça de que estudar e se capacitar nunca é demais. Na verdade, é essencial adquirir conhecimento para fazer uma boa gestão financeira do negócio.

    Inclusive, hoje é muito mais fácil buscar conhecimento, tendo em vista a grande disponibilidade de cursos e eventos de diversas temáticas — entre elas, as que estão relacionadas com a gestão de negócios.

    O Sebrae Alagoas conta com eventos anuais que ajudam os micro e pequenos empresários a se capacitarem, de forma que consigam fazer uma gestão mais consciente e orientada ao crescimento.

    Quais ferramentas podem ser úteis no planejamento financeiro?

    O universo da gestão empresarial dispõe de inúmeras ferramentas que ajudam no cotidiano dos responsáveis pelo controle administrativo e financeiro de um negócio. Entre elas, vamos destacar algumas que impactam diretamente as ações que fazem uma empresa crescer financeiramente. Acompanhe.

    5W2H

    O 5W2H é uma ferramenta excelente para definir questões mais estratégicas relacionadas com o atingimento de metas. O objetivo dela é oferecer uma resposta às 7 perguntas abaixo:

    • who (quem);
    • what (o que);
    • where (onde);
    • why (por que);
    • how (como);
    • how much (quanto custa).

    Business Model Canvas 

    O Business Model Canvas é uma ferramenta que auxilia na definição do modelo de negócio da empresa, ou seja, qual é a proposta de valor que será feita aos clientes. O ideal é que ela seja utilizada antes mesmo de dar início às operações ou sempre que houver a necessidade de uma mudança mais substancial no negócio. 

    O Business Model Canvas visa a deixar bem claro os seguintes elementos:

    • proposta de valor;
    • segmentos de clientes;
    • parceiros-chave;
    • atividades-chave;
    • recursos-chave;
    • relacionamento com o cliente;
    • canais de entrega;
    • estrutura de custos;
    • fluxo de receitas.

    Design thinking

    Por fim, existe uma ferramenta que se tornou muito popular, trazendo inovação e a cultura de ideias para as empresas. Sua abordagem aplica a empatia no contexto de um problema do cliente e imerge nele, visando à compreensão verdadeira da dor que precisa ser resolvida. Feito isso, inicia-se a etapa de construção da solução.

    Embora o processo possa ser longo, quando o Design Thinking é bem aplicado, as chances de criar soluções inovadoras e criativas são grandes.

    Como você pôde notar, fazer uma empresa crescer financeiramente é um grande desafio, mas é totalmente realizável. Seguindo as dicas que demos neste artigo, o seu negócio pode alcançar novos patamares e se estabelecer de forma sustentável no mercado. Por isso, não espere mais, comece a colocar esse conhecimento em prática agora mesmo!

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  • Como aumentar a produtividade na carreira empreendedora? Confira nossas 4 dicas!

    Como aumentar a produtividade na carreira empreendedora? Confira nossas 4 dicas!

    O sonho de abrir o próprio negócio é alimentado pela ideia de mudar de vida, trabalhar como quiser e quando quiser. No entanto, essa prática não é sustentável a longo tempo e coloca em grande risco o sucesso do negócio. Por esse motivo, um empreendedor está sempre em busca de aumentar a produtividade.

    Afinal, ter um bom rendimento e saber administrar o tempo são fatores tão essenciais quanto entender o empreendimento. No mundo empresarial, é preciso exercer diversas tarefas, o que pode ser um grande desafio quando não se tem uma organização adequada.

    Pensando nisso, preparamos este post com 4 dicas valiosas para que você tenha um desempenho melhor e expanda seu negócio. Confira!

    1. Programe a sua agenda

    É verdade que trabalhamos muito mais no início de um novo negócio. Mas, assim que seu empreendimento estiver minimamente estabelecido, o ideal é programar a agenda e estabelecer um começo e um fim para o seu horário de trabalho. Lembre-se de que sempre haverá tarefas a serem feitas. Então, não queira resolver todos os problemas em um único dia.

    Faça um cronograma diário, semanal e mensal com as tarefas a serem realizadas e mantenha-se fiel a esse planejamento o máximo que puder, a menos que surjam emergências ou imprevistos.

    Também é essencial priorizar as atividades. Liste-as por ordem de importância e divida as responsabilidades caso você trabalhe com outras pessoas, como sócios e colaboradores.

    2. Evite distrações

    Analise o seu dia a dia e identifique o que tira o seu foco. Imagine quanto tempo você desperdiça com pequenas distrações, como redes sociais particulares, troca de mensagens, notícias de última hora, vídeos, telefonemas. Analise também o que atrapalha a sua concentração, como a falta de organização na mesa de trabalho e o barulho.

    Quando for realizar atividades que exigem 100% do seu foco, afaste-se de tudo o que pode atrapalhar: desligue o celular, feche abas desnecessárias no navegador de internet, mantenha o local em silêncio e vá para um lugar onde dificilmente será interrompido.

    Tenha em mente que estar ocupado não significa necessariamente produzir. Entretanto, fazer pausas é tão importante quanto sentar e trabalhar. Quando estamos relaxados, descansados e com a mente tranquila, fica mais fácil aumentar a produtividade.

    3. Use a tecnologia a seu favor

    Há inúmeras ferramentas tecnológicas cujo objetivo é ajudar a aumentar a produtividade e administrar melhor o tempo de trabalho. Veja algumas delas:

    • Trello: permite a criação de notas, checklists, lembretes de compromissos e tarefas;
    • Evernote: funciona como um bloco de notas e pode ser sincronizado a outros dispositivos. Também possibilita guardar dados em vídeos, áudio e documentos;
    • TrueTune: funciona como um planner digital, ideal para montar o seu cronograma diário, semanal e mensal;
    • Agenda Google: ótima ferramenta para organizar tarefas e agendar compromissos.

    4. Estude sobre empreendedorismo

    Para empreender é preciso conhecimento e muita disciplina. Quanto mais você souber sobre o assunto, mais estará preparado para conduzir o seu negócio para o sucesso. Principalmente porque o mercado está cada vez mais competitivo e os perfis dos consumidores estão em constante transformação.

    Desse modo, procure estar sempre atualizado sobre tudo o que envolver o empreendedorismo. Leia bastante sobre o tema, faça cursos, participe de palestras e até mesmo consultorias. Sempre há o que ser aprendido.

    Agora que já sabe como aumentar a produtividade, siga as dicas que apresentamos ao longo do artigo e comece a administrar melhor o seu dia. Você verá como é possível ter um bom desempenho profissional e, ainda, ter tempo para cuidar da vida pessoal. O sucesso do seu empreendimento depende do seu esforço, foco e disciplina.

    Gostou das dicas? Compartilhe esse post em suas redes sociais para que mais pessoas saibam como ter um rendimento melhor no negócio.

  • Pensando em digitalizar e modernizar sua empresa ou loja? Confira nossas 4 dicas!

    Pensando em digitalizar e modernizar sua empresa ou loja? Confira nossas 4 dicas!

    A tecnologia tem estado cada vez mais presente nos diferentes aspectos da nossa vida. Do mesmo modo, tem transformado o comportamento do consumidor. Por esse motivo, é imprescindível que o negócio acompanhe essas mudanças e inovações, seja qual for o segmento e o porte. A solução é modernizar sua empresa ou loja para se posicionar no mercado e gerar competitividade.

    Empregar seus recursos em ferramentas tecnológicas é a melhor forma de se destacar no mercado, impulsionar as vendas e aumentar a satisfação dos clientes. Não se atualizar significa correr grandes riscos de ficar obsoleta e ser passada para trás pelos concorrentes que têm investido na digitalização. Pensando nisso, elaboramos este post com 4 dicas incríveis de começar a modernização em seu empreendimento. Confira!

    1. Organize o estoque

    A gestão eficiente do estoque é fundamental para que um negócio atinja bons resultados em vendas e reduza custos. Ela evita o acúmulo ou a falta de mercadorias, bem como ajuda a administrar melhor o espaço físico da loja.

    Há sistemas especialmente desenvolvidos para o controle de estoques. Eles fazem uma administração precisa, permitindo a visualização de todas as entradas e saídas, localização exata de cada mercadoria, elaboração de inventários e facilidade para todas as atividades relacionadas à área.

    Lembre-se de que as suas vendas aumentarão com a presença online e você deve estar preparado para não faltar mercadoria nem na loja física nem na virtual. Para que isso seja possível, o ideal é investir em ferramentas tecnológicas nesse setor.

    2. Use uma boa plataforma

    A escolha da plataforma para vendas online é crucial para modernizar a sua empresa ou loja. O sistema deve oferecer uma administração integrada de todos os dados e processos de forma simples e prática. Do mesmo modo, deve ser fácil de ser utilizada pelo consumidor. É necessário que ele consiga encontrar o produto que deseja, entrar em contato com você e ter acesso a todas as informações sobre a mercadoria.

    A segurança é outro ponto fundamental, porque o sistema conterá informações extremamente importantes sobre o seu negócio e sobre os seus clientes. Esteja de olho nos seguintes aspectos ao contratar uma plataforma:

    • formas de pagamento;
    • suporte;
    • layout;
    • UX, ou seja, se promove uma boa experiência ao usuário;
    • integração de todos os dados e processos;
    • possibilidade de acesso via smartphone;
    • marketplace;
    • módulos de venda;
    • SEO (otimização para mecanismos de busca).

    3. Integre os canais de comunicação

    O consumidor contemporâneo tende a utilizar todos os canais de compra possíveis, como lojas físicas, marketplace, google adwords, redes sociais, e-commerce, entre outros.Isso exige que a empresa trace uma estratégia que seja capaz de integrar as áreas para se adequar às demandas. É nesse contexto que entra o omnichannel. O conceito está relacionado à convergência de todos os canais usados pelo negócio, fazendo com que o consumidor não perceba a diferença entre o mundo online e o offline.

    Dessa forma, a experiência de compra se torna muito mais atrativa e interativa. Um exemplo disso é combinar o layout da loja virtual com a temática interna das lojas físicas. E, ainda, realizar vendas pela loja online ou aplicativo e disponibilizar a opção de troca do produto (a exemplo de roupas e calçados que não servem) na loja física.

    4. Invista no Marketing Digital

    O marketing em ambiente virtual atrai oportunidades, gera relacionamentos e fortalece a sua marca. Por ser online, consegue atingir um grande número de pessoas, incluindo leads, prospects e clientes. Além disso, é possível analisar os resultados com exatidão e, assim, ajustar as estratégias sempre que julgar necessário.

    Você saberá exatamente quantas pessoas abriram o e-mail enviado, quantas clicaram em determinado link, quantas compraram em uma campanha, quantas curtidas e visualizações ocorreram nas redes sociais, o tempo que levou alguém até se tornar um cliente e diversos outros dados importantes. Ao analisar esses pontos, ficará mais fácil entender se você está no caminho certo.

    Portanto, modernizar sua empresa ou loja não se trata mais de ter um diferencial. Tornou-se uma necessidade diante da massificação da internet e das novas formas de consumo.

    Esteja de olho na evolução tecnológica, procure estar sempre em atualização sobre o assunto e invista naquilo que pode tornar o seu negócio mais qualificado.

    Gostou de saber como iniciar a modernização do seu empreendimento? Então compartilhe este post em suas redes sociais e ajude outras pessoas a conhecerem melhor o assunto!

  • Descubra como conseguir investidores e técnicas para conquistá-los!

    Descubra como conseguir investidores e técnicas para conquistá-los!

    Você quer ampliar o alcance do seu negócio e a falta de capital representa uma barreira para isso? Nesse caso, uma alternativa é descobrir como conseguir investidores.

    As estratégias vão depender de seu público-alvo, do serviço ofertado e de como a sua proposta de negócio pode impactar o mercado. O empreendimento precisa se mostrar rentável para despertar o interesse dos investidores, que, normalmente, buscam empresas iniciantes e com boas perspectivas de retorno.

    Confira o post abaixo para saber onde encontrar investidores e descobrir se essa é uma alternativa interessante para impulsionar o seu empreendimento!

    Qual é o objetivo dos investidores?

    Você busca investidores que possam apoiar o seu negócio? Para encontrá-los, é preciso analisar os detalhes e o perfil de seu negócio, a sua concorrência e os seus diferenciais. O que faz com que a sua empresa se destaque?

    Para despertar o interesse de investidores, um ponto importante é ter um negócio inovador. Sua ideia é realmente diferente? Entretanto, lembre-se de que, além desse aspecto, é preciso que a empresa ofereça um produto ou um serviço útil, que atenda às necessidades do mercado e resolva as dores dos clientes.

    Para além das preferências pessoais, o investidor busca lucro. Ou seja, é fundamental que ele identifique um propósito claro na empresa, a relevância do produto ou do serviço para os clientes e uma proposta diferenciada da concorrência. Resumindo: seu negócio precisa ter um diferencial.

    Quais são os tipos de investidores?

    Mesmo que você tenha o perfil adequado para receber um aporte de investimentos, é essencial saber quem são os investidores para escolher aquele com maior afinidade com os seus objetivos.

    Investidor anjo

    Normalmente, os investidores anjo são pessoas físicas que fazem um aporte de capital em uma empresa inovadora, como uma startup. É importante entender que não se trata de uma ajuda ou colaboração, mas de um investimento com o intuito de gerar lucro.

    Bootstrapping

    Quando o próprio empreendedor financia o negócio, em parceria ou não com os sócios, o sistema é conhecido como bootstrapping. A maior parte das startups começa assim, até que surja um investidor.

    Acelerador de negócios

    As aceleradoras são empresas que apoiam e investem em startups. Funcionam como incubadoras, que ajudam no desenvolvimento do negócio, normalmente por tempo limitado. 

    Nesse período, oferecem apoio financeiro, treinamento e consultoria. Com isso, conquistam uma participação acionária na empresa. 

    Equity crowdfunding

    Essa é uma estratégia para obter investimentos online. Nesse caso, quem investe recebe uma participação societária (equity) ou títulos da empresa que recebeu o aporte financeiro. Uma possibilidade de investimento é o fundo Criatec, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

    Como conseguir investidores?

    Seja qual for a modalidade, para que possa obter investimentos, é crucial ter o negócio estruturado, com objetivos bem definidos, público-alvo e perspectivas de atendimento e crescimento.

    Vale a pena ter uma boa apresentação do produto ou serviço, demonstrando os diferenciais e as projeções. É importante evidenciar que a ideia é interessante e tem potencial para crescer. Assim, é primordial estudar as características do negócio, os detalhes e perfil do público-alvo e a concorrência no segmento de atuação.

    Além de descobrir como conseguir investidores, é preciso saber escolher, entre os potenciais interessados na proposta, aquele que tem maior afinidade com o negócio e expectativas alinhadas às perspectivas reais do empreendimento. 

    Inovação e criatividade são importantes ao formalizar parcerias. Gostou de saber mais sobre investidores que se interessam por negócios inovadores? Então, compartilhe nosso post em suas redes sociais e divida as informações com os seus contatos!

  • Conheça agora mesmo o Human Centered Design (HCD) e saiba como aplicá-lo com 5 dicas!

    Conheça agora mesmo o Human Centered Design (HCD) e saiba como aplicá-lo com 5 dicas!

    Como obter resultados em seus negócios sem deixar a empatia de lado? Muito tem se discutido sobre possibilidades de humanizar a relação entre profissionais de diversas áreas e clientes. O Human Centered Design (HCD) é um conceito cujo principal objetivo é justamente realizar essa conexão de forma estruturada.

    Contudo, pode ser difícil encontrar material que explique todo o alcance do HCD e etapas práticas para a implementação. Neste post, oferecemos algumas dicas valiosas para agregá-lo ao seu negócio. Acompanhe conosco!

    O que é o Human Centered Design (HCD)?

    Também conhecido como Design Centrado no Ser Humano, é uma filosofia que capacita um indivíduo ou até uma equipe completa a projetar produtos, serviços, sistemas e experiências de modo a combater um problema de forma efetiva.

    Esse conceito é aplicado para gerar novas soluções. Isso pode incluir melhorias aplicadas tanto a produtos quanto a serviços, além da empresa como um todo.

    Um dos componentes do seu nome já fornece uma noção importante: ele é baseado em conceitos de design, mas é plenamente adaptável a outras áreas, firmando-se em três pilares principais:

    • colaboração entre as equipes internas;
    • empatia, que é a capacidade de se colocar no lugar do outro e entendê-lo melhor;
    • experimentação, para testar as ideias sugeridas por meio de experiências e verificação geral de hipóteses.

    O principal proponente do HCD é um vencedor do prêmio Nobel, Herbert Simon. Além disso, o conceito foi desenvolvido e aperfeiçoado pela escola de design da Universidade de Stanford, uma das mais importantes do mundo.

    O que distingue o HCD de outras abordagens de solução de problemas é o seu foco em entender a perspectiva da pessoa que experimenta um problema, suas necessidades e se a solução foi projetada de forma a realmente atendê-las.

    Como aplicá-lo?

    Com o tempo, a sigla HCD passou a significar, também, Hear (Ouvir), Create (Criar) e Deliver (Implementar). Essa nova abordagem foi desenvolvida pelo IDEO, uma multinacional de design e inovação sediada na Califórnia e com escritórios em todo o mundo.

    Durante essas etapas, a equipe se concentra na busca de oportunidades e na proposição de ações concretas para agregar valor ao negócio. O primeiro passo, “Ouvir”, designa o momento em que os profissionais alocados coletam histórias e se inspiram nas pessoas que estão enfrentando um problema específico.

    Desse modo, são organizados questionários, levados pela equipe nas pesquisas de campo. Já na fase de “Criar”, os gestores realizam seminários e reuniões diversas com o objetivo de organizar o que foi coletado nas visitas e começar a elaborar soluções e protótipos específicos para solucionar problemas.

    A fase final, de implementação, tem a ver com a inserção de soluções específicas, por meio da avaliação de questões como custos, receitas e planejamento finais.

    Aqui, tudo o que foi discutido nos passos anteriores se transforma em uma resposta concreta ao problema que a empresa deseja solucionar — expressa por meio de um produto ou de um serviço, por exemplo.

    Etapas específicas

    Agora que apresentamos um histórico do conceito, é interessante delinear um plano de ações para aplicar o HCD de forma prática em sua empresa.

    1. Empatize

    O princípio básico do HCD é que você deve realmente entender as pessoas que enfrentam um problema antes de projetar uma solução para atendê-las. Exercer a empatia é se colocar no lugar da comunidade que será afetada pela sua solução, de modo a descobrir o que ela fará para sanar os obstáculos.

    Assim, os profissionais passam um tempo conversando diretamente com aqueles que enfrentam um problema, observando como o ambiente funciona e consultando especialistas sobre o assunto para entender todos os desafios que precisam ser superados para criar uma solução.

    2. Defina

    Esta etapa ajuda a configurar o restante do processo. Depois de aprender o máximo possível sobre o problema que deseja resolver, deve-se concentrar na ação que se deseja realizar. Por meio do HCD, se torna mais fácil questionar o porquê de certas situações continuarem ocorrendo.

    A maneira como você define o problema é importante e deve ser formulada de modo a permitir a criatividade e a livre exposição de ideias.

    3. Idealize

    Agora que você entendeu melhor a perspectiva da pessoa que experimenta o problema, durante a fase da empatia, e definiu o que deve ser combatido, é hora de fazer um brainstorm com a sua equipe. Crie o maior número possível de soluções para o problema que você delimitou nas discussões anteriores.

    É uma ótima ideia estimular os participantes da sua equipe de HCD a registrar as suas ideias — no papel ou em computadores, por exemplo. Desse modo, será mais fácil expor essas sugestões para que todos possam avaliá-las.

    4. Prototipe

    O objetivo, aqui, é criar algo que você possa testar para solucionar o problema. Visto que é um protótipo, é considerado um trabalho em andamento, não uma solução final.

    Uma boa medida é que os praticantes tenham vários protótipos e experimentem cada um deles para ter uma boa ideia de qual seria o mais adequado para atender às necessidades da pessoa para a qual eles estão projetando.

    Se o problema que a sua empresa quer solucionar é como vender mais pela internet, por exemplo, esse é o momento de testar diversas ideias: maior interação nas redes sociais, cupons de desconto, proposição de um clube de clientes fiéis etc.

    Como o HCD coloca a empatia em primeiro lugar, é uma boa ideia consultar os clientes que mais interagem com a sua marca e colher informações sobre os quesitos nos quais a empresa pode melhorar.

    5. Teste e interaja

    Por fim, coloque as ideias e protótipos à prova. É aqui que a equipe identifica falhas, fraquezas e lacunas no projeto, aprimorando-o ao longo do caminho. Depois de consultar as pessoas sobre os problemas que a empresa deve resolver, é o momento de, enfim, testar o modelo diretamente com os clientes.

    Uma boa dica é não defender a sua ideia a qualquer custo quando estiver em contato com o consumidor ou fornecedor. Deixe que ele exponha suas próprias opiniões — desse modo, você aprende mais sobre ele e suas demandas. Empatia, lembra-se?

    E aí, curtiu o post e se interessou pelo curso do Sebrae? Então, acesse nossa página agora mesmo para conhecer mais informações!