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  • Saiba o que é cadeia de valor e como gerar mais relevância aos clientes com ela

    Saiba o que é cadeia de valor e como gerar mais relevância aos clientes com ela

    Para crescer, uma empresa precisa combinar seu potencial competitivo à lucratividade. Entretanto, o lucro depende da cadeia de valor gerada pela marca.

    Pensando nisso, este artigo define o que é valor e como ele impacta a compra final do produto. Além disso, o texto desmembra a Teoria de Porter em relação aos dois elementos essenciais da cadeia de valor: as atividades primárias e as de apoio. Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue a leitura!

    O que é valor e como ele influencia na compra?

    Em uma empresa, o valor é um conjunto de medidas que servem para agregar lucro e melhorar a competitividade da instituição frente à concorrência. Para isso, o processo se baseia em uma cadeia de atividades, desde o input (entrada) até o output (saída) dos produtos.

    Mas sabe como o valor impacta a compra dos ativos da empresa? A resposta é que o lucro obtido corresponde à definição de valor da marca, tendo uma influência direta sobre a forma como as pessoas consomem os bens daquela empresa. Assim, quanto mais valor tiver a instituição, mais lucrativa e competitiva ela será.

    Qual é o conceito de cadeia de valor?

    Cadeia de valor é o processo pelo qual uma organização passa, desde o contato com os fornecedores até a última fase de distribuição de produto ou serviço, para criar valor de marca.

    Nesse momento, a instituição se baseia em um fluxograma para contabilizar todas as atividades que levaram à construção do bem, tornando esse procedimento mais confiável.

    As atividades da cadeia de valor determinam os custos finais na empresa, afetando lucros e impactando cliente. Por isso, a gestão deve usar o conceito como ferramenta para compreender as fontes de valor dentro da instituição.

    Baseando-se na teoria de Michael Porter, professor da Harvard Business School e autor de livros sobre competitividade, a cadeia de valor está estruturada em duas etapas essenciais: as atividades primárias e as atividades de apoio.

    Atividades primárias

    Não é por acaso que esse grupo é classificado como “primário”, pois toda empresa precisa dessas atividades para funcionar. Portanto, a logística interna (entrada), a logística externa (saída), o serviço, o marketing de vendas e as operações se inserem nessa primeira classificação da cadeia de valor.

    Atividades de apoio

    Por outro lado, seguindo o primado de Michael Porter, as atividades de apoio dividem-se em diversas etapas, gerando alguns valores variados e destinando-se a indústrias diferentes. Nesse sentido, as quatro categorias de “apoio” são:

    • aquisição;
    • desenvolvimento da tecnologia;
    • gerência de recursos humanos;
    • infraestrutura da empresa.

    Na sua empresa, é preciso distinguir uma série de etapas da cadeia de valor para agregar competitividade à marca. Nesse processo, verifica-se inicialmente a entrada de matéria-prima, a forma como se dá o contato com fornecedores e a comercialização dos produtos junto aos consumidores.

    Sabendo do quadro empresarial e administrativo estruturado pela cadeia de valor, o qual passa por atividades primárias e atividades de apoio na companhia, você pode avaliar como aumentar o preço e agregar mais valor aos seus serviços e produtos, oferecendo sempre benefícios aos clientes da marca.

    O artigo foi útil para você, não é mesmo? Então continue se informando sobre os processos que podem tornar a sua marca mais competitiva no mercado. Agora, leia o post sobre modelagem de processos de negócio! [Inserir link]

  • Saiba como montar um plano de sucessão empresarial para sua empresa

    Saiba como montar um plano de sucessão empresarial para sua empresa

    A sucessão empresarial é o tipo de situação, que mesmo prevista, gera sentimentos múltiplos em quem atua na empresa — medo, expectativa, saudosismo, resistência — causando impactos que podem fugir do controle da nova gestão.

    Para diminuir esses conflitos e conduzir a empresa pelo novo formato, sem afetar o negócio e o bom desempenho dos funcionários, a melhor estratégia é montar um plano de sucessão empresarial.

    Neste post, além do conceito de sucessão empresarial, você vai conhecer os tipos existentes e como funciona o processo para elaborar um plano que seja adequado e eficiente para a sua empresa. Continue lendo para dominar o assunto!

    O que é a sucessão empresarial?

    Toda mudança que ocorre na organização de uma empresa, com troca de lideranças e diretorias, é chamada de sucessão empresarial. Nesse tipo de processo, o controle e o poder sobre a administração são transferidos formalmente.

    Falaremos mais adiante, mas a sucessão pode ser familiar, trabalhista ou por aquisição de fundo de comércio. Para cada tipo de sucessão, há procedimentos e práticas que devem ser seguidos para garantir uma transição sem traumas.

    Quando acontece?

    Existem diversas razões que motivam uma sucessão:

    • mudança na razão social;
    • mudança no número de sócios;
    • alteração de empresa individual para sociedade;
    • transformação, fusão, cisão ou incorporação de sociedades.

    Quais os tipos existentes de sucessão?

    Dentro dos motivos para as ocorrências de sucessão, os tipos mais comuns são sucessão familiar, sucessão trabalhista e aquisição de fundo de comércio e, em cada um, há critérios que precisam ser observados.

    Sucessão familiar

    Quando a titularidade da empresa é transferida do pai para sucessores naturais ou para outro membro da família. Ela pode ocorrer por motivo de decisão de aposentadoria, afastamento ou falecimento.

    O sucessor herdeiro passará a responder por todos os ativos e passivos das empresas, além das funções correspondentes. As decisões e atribuições serão de responsabilidade do novo gestor.

    Sucessão trabalhista

    Nesse tipo de sucessão, quem assume a empresa — que pode ser um grupo de empresas ou apenas um empregador — assume todos os contratos trabalhistas e a relação com os empregados vinculados a eles.

    Os contratos não se alteram em função da mudança de titularidade da empresa, ou seja, todos os empregados terão seus direitos mantidos, independentemente de quem estiver respondendo pela empresa.

    Importante: caso se comprove fraude durante o processo de sucessão, o antigo gestor responderá solidariamente com a atuação da gestão por todos os contratos trabalhistas.

    Aquisição de fundo de comércio

    Quando há a aquisição de um ponto comercial, todas as atividades, dívidas e bens do antigo dono passam a ser de responsabilidade do novo proprietário. O negócio permanece inalterado, pois parte principal de atividade-fim também é transferida.

    Como funciona o processo de sucessão empresarial?

    Em casos de herança natural na família, aquisição por compra de todas as quotas ou investimento, não será obrigatória a formalização da sucessão, mas recomenda-se a elaboração de um plano de sucessão para adequar a empresa à nova realidade, sobretudo, dos funcionários.

    A parte prática será de organização administrativa e financeira, fiscal e operacional, renegociação de dívidas (caso existam), planejamento estratégico, gestão de pessoas — todas as obrigações que a empresa já cumpre em sua rotina, mas sob uma nova ótica.

    Veja a seguir algumas regras importantes que precisam ser observadas.

    Regras sobre dívidas

    O Código Civil determina que o sucessor passe a ser o responsável por todas as dívidas contabilizadas, mas o alienante passa a ser devedor solidário. Isso quer dizer que a dívida pode ser cobrada do dono anterior e, também, do seu sucessor.

    Regras sobre créditos

    Nesse caso, o adquirente passa a possuir os créditos, podendo o devedor quitar as dívidas com o sucessor ou o alienante.

    Regras sobre contratos

    Apenas os contratos empresariais, constituídos como pessoa jurídica, serão mantidos sob a responsabilidade do sucessor, mudando apenas o contratante. Em caso de contrato pessoa física, o contratado poderá se desligar a qualquer momento.

    Por que é tão importante elaborar um plano de sucessão?

    A sucessão empresarial, independentemente dos motivos para acontecer, causa impacto, em função da mudança no ambiente organizacional. É preciso preparar os funcionários para receber a nova gestão e se adequar às novas regras e diretrizes.

    Em caso de sucessão familiar, muitos funcionários que já atuam na empresa há mais tempo sentirão com a mudança, principalmente, se o estilo de gestão for muito diferente — muitos têm dificuldades de desapego, embora sejam fiéis à empresa.

    Para evitar conflitos e dificuldades de adaptação, o ideal é elaborar um plano de sucessão que contemple todas as áreas e funcionários da empresa. A transição deve ser gradativa, com análise do cenário em que a empresa se encontra, dos dados financeiros e da gestão de pessoas.

    É normal sentir insegurança e medo diante de um processo de sucessão. Muitos funcionários sentem receio de perder o emprego, por isso, o treinamento e a comunicação são fundamentais para evitar maiores problemas.

    Todos os líderes devem ser envolvidos para que transmitam maior segurança às suas equipes, enfrentando juntos o período de mudança, fortalecendo as ideias de crescimento da empresa, mesmo que sob o comando de outra gestão.

    Como elaborar um plano de sucessão empresarial?

    O plano de sucessão empresarial deve reunir processos e políticas de preparação que envolvam todos os setores e os funcionários, deixando-os cientes de que a empresa passará por uma transformação.

    As mudanças dependem do tipo de sucessão, dos objetivos da nova gestão e da situação financeira atual do negócio. O importante é que todas as alterações devem ser claras e objetivas, sem margem para inseguranças e incertezas.

    Trouxemos algumas dicas de como elaborar um plano de sucessão para ajudar na implementação de ações mais consistentes.

    Elaborar estratégias e operações de transição

    É preciso se preparar para entrar em ação, tão logo a sucessão aconteça, afinal, as atividades não podem parar e a empresa continuará funcionando mesmo com a mudança de gestão. Porém, esse processo pode ser mais tranquilo do que a maioria das pessoas pensa que é.

    Até que sejam elaboradas novas políticas de direcionamento, é essencial criar estratégias para as operações durante a fase de transição. Manter as atividades em andamento, com alterações gradativas e participação dos funcionários, vai motivá-los a cooperar e a aceitar a mudança com mais naturalidade.

    Preparar os futuros líderes

    Em qualquer tipo de sucessão, alguém diferente do antigo gestor assumirá o comando; portanto, é alguém que também terá que se adaptar a uma nova realidade. Mesmo um sucessor com formação e experiência para administrar uma empresa terá pela frente o desafio de liderar pessoas.

    Os processos são predeterminados, cabendo avaliação técnica e decisão de permanência ou alteração, mas as pessoas exigem maior cuidado, uma vez que os funcionários constroem expectativas em torno do trabalho.

    O sucessor deve ter a sensibilidade de compreender todos os aspectos da empresa e transmitir segurança aos liderados. Conhecendo a organização como um todo e, também, o comportamento dos funcionários será mais fácil prosseguir com a transição.

    Engajar a equipe de trabalho

    Desde o início, é fundamental que os funcionários estejam cientes e envolvidos no processo de sucessão. Eles serão a parte essencial e de maior responsabilidade na continuidade da rotina diária.

    Seu comprometimento e sua participação dependerá do incentivo que eles terão para manter o trabalho em dia, enquanto aguardam novas orientações. Até lá, estimular o trabalho em grupo e a atuação efetiva nos projetos vai mantê-los ativos e menos preocupados com o processo sucessório.

    Manter a equipe bem informada, envolvê-la nas decisões e comunicar alterações e mudanças é a melhor forma de trazer os colaboradores para perto da gestão e conquistar seu engajamento.

    Melhorar a comunicação interna

    Por falar em comunicação, o diálogo é o caminho mais eficiente para fazer com que a transição e as mudanças sejam bem compreendidas. Utilizar a comunicação como um canal direto de informações é fortalecer as relações do presente, pensando no futuro da organização.

    A comunicação além da mediação de conflitos pode evitar a saída de profissionais importantes para a empresa — aqueles que atuam em uma posição estratégica, com atividades que impactam os rumos do negócio, são os mais essenciais para se conquistar a fidelidade.

    Contar com ajuda profissional

    A ajuda profissional será bem-vinda para um trabalho de mediação e consultoria. É difícil manter os processos exatamente como na gestão anterior, pois algumas mudanças serão necessárias para adequar perfis e expectativas.

    A reformulação de políticas internas, instruções normativas e formulários pode ser inevitável, se a nova gestão tiver uma visão diferente do que já se faz na empresa — enquanto os gestores se ocupam da visão macro, profissionais especializados darão suporte com os procedimentos micro.

    Mesmo depois da sucessão e findado o tempo de transição, pode ser que a gestão esteja ainda em fase de análises e decisões. Logo, contar com um apoio para ajudar os gestores a visualizarem os processos com maior clareza e conduzirem os rumos da empresa da melhor forma possível é um grande benefício.

    Quando uma sucessão empresarial acontece, a ideia de aumentar a produtividade e melhorar a visibilidade no mercado é um sentimento genuíno de qualquer gestor. Os processos otimizados e os funcionários engajados são a receita de sucesso e vantagem competitiva.

    Se você gostou do post e deseja resultados efetivos para o seu negócio, leia agora mesmo como fazer sua empresa crescer financeiramente com um planejamento sistemático de ações e procedimentos!

  • Saiba o que é inovação aberta e como implementar essa metodologia

    Saiba o que é inovação aberta e como implementar essa metodologia

    Investir em boas estratégias, para melhorar os processos e o desempenho da empresa, é uma preocupação que deve fazer parte da gestão de qualquer empreendedor, sobretudo daquele que acabou de chegar, disposto a crescer no mercado.

    Muitas empresas com potencial de sucesso fecham suas portas pela falta de visão e de adoção de conceitos mais arrojados. Conhecer e aplicar os métodos da inovação aberta pode ser um caminho diferenciado e transformador para as novas gerações de empresas.

    Neste post, você vai saber o que é a inovação aberta, quais são seus benefícios, os tipos aplicados e as diferenças entre a inovação aberta e fechada e contar com dicas para ajudar no processo de implementação dessa metodologia no seu negócio. Boa leitura!

    Conceito de inovação aberta

    Inovação aberta, ou open innovation, é uma metodologia que adota a ideia de aceleração do processo de inovação dentro da empresa, ultrapassando o limite interno para integrar ações, recursos e potenciais de colaboradores em âmbito externo.

    O resultado é a combinação de diversos conhecimentos para melhorar o desempenho e impactar positivamente o mercado, trazendo maior frescor na concepção de projetos em parceria com aqueles que também possam se beneficiar da inovação aplicada aos produtos e serviços no futuro.

    Tipos de inovação aberta

    A metodologia abrange três tipos de inovação aberta. Conheça cada uma delas!

    Inbound

    Quando a empresa se apropria de uma ideia inovadora que tenha sido criada por um terceiro e incorpora em seu próprio processo para gerar valor interno, temos o inbound open innovation, que significa a entrada da inovação no processo de desenvolvimento dos projetos.

    Outbound

    Aqui, o processo é inverso, ou seja, o outbound open innovation gera a saída de uma ideia inovadora de dentro da empresa para compartilhá-la com parceiros externos que desejam desenvolvê-la para gerar valor para si.

    Coupled

    Enquanto isso, o coupled open innovation defende o trabalho conjunto, entre duas ou mais empresas, para gerar ideias compartilhadas simultaneamente com o objetivo de um aproveitamento individual dos resultados.

    Inovação aberta Vs. inovação fechada

    Quando se fala de inovação aberta e inovação fechada, pode parecer que uma seja o contraponto da outra, mas, na verdade, elas são independentes e a inovação fechada vem perdendo força diante dos resultados alcançados com o trabalho entre parceiros.

    Enquanto a inovação fechada faz jus ao nome e trata ideias, pesquisas e experimentos para desenvolvimento de um novo produto dentro da empresa com recursos próprios, a inovação aberta busca recursos externos para dar maior velocidade às inovações e interagir mais facilmente com as ideais parceiras e, depois, compartilhar os resultados.

    Vantagens de implementar essa metodologia na empresa

    Veja agora as vantagens de implementar a inovação aberta nas empresas.

    Reduz tempo e custo

    Planejar, desenvolver e testar um produto novo requer tempo e investimento. A inovação aberta possibilita um atalho nesse processo, quando divide e compartilha responsabilidades com os parceiros externos de inovação.

    Além de um prazo menor da concepção ao lançamento no mercado, os gastos são minimizados, considerando a divisão de tarefas e o investimento alheio.

    Minimiza riscos

    Quando mais empresas estão reunidas, acreditando na eficiência de um produto, é natural encontrar um cenário de aceitação mais favorável. A credibilidade aumenta e o risco de desenvolver algo que não atenda às necessidades do mercado diminui consideravelmente.

    Maximiza ideias e base de conhecimento

    Reunir pessoas com talentos múltiplos potencializa a proliferação de ideias. Com isso, as chances de desenvolver um produto inovador, que seja útil e indispensável para usuário é muito alta.

    Proporciona novas oportunidades comerciais

    Com a inovação aberta, é provável que as novidades que chegam no mercado sejam percebidas mais rapidamente pelo consumidor que, inclusive, entende e valoriza os esforços coletivos.

    Dicas de implementação

    Já se convenceu dos benefícios da inovação aberta? Destacamos as seguintes dicas para você:

    • compre e invista em startups — empresas externas com um time de profissionais engajados, que já vivenciam a cultura da inovação, são excelentes oportunidades de aquisição;
    • crie hackathons — crie a maratona de programação e estimule a criatividade dos participantes para propor mais soluções inovadoras;
    • aposte em crowdsourcing (contribuição colaborativa) — as pessoas têm ideias fantásticas, que podem ser aproveitadas para a inovação, levando em conta as soluções necessárias. É saudável, inclusive, a empresa buscar apoio nas comunidades fora e coletar deias que contribuam para a resolução dos problemas.

    A inovação aberta tem grande representatividade, no presente e no futuro, ao estimular o crescimento e o desenvolvimento das empresas — um grande salto para quem deseja uma vida longa ao seu negócio.

    Se você gostou de aprender um pouco mais sobre esse conceito, que tal assinar a nossa newsletter para receber diversos conteúdos atualizados?

  • Como formar uma equipe de alta performance: veja 5 estratégias!

    Como formar uma equipe de alta performance: veja 5 estratégias!

    Não tem erro: toda empresa precisa investir na qualidade dos funcionários para decolar no mercado. Mas nessa hora é comum pensar em como formar uma equipe de alta performance. Para resolver a questão, este artigo apresenta 5 dicas que ajudam a alinhar o rendimento dos colaboradores.

    A seguir, conheça algumas estratégias necessárias para os gestores formarem uma equipe de peso e alcançarem resultados positivos. Boa leitura!

    Que 5 dicas ajudam a ter uma equipe de alta performance?

    1. Invista no desenvolvimento dos colaboradores

    O mercado está em permanente mudança e, por isso, os funcionários devem se manter atualizados. Assim, quem deseja ter uma equipe de alta performance precisa incentivar os colaboradores a se capacitarem, seja ocupando novas funções, seja aperfeiçoando-se com a ajuda de cursos.

    2. Implemente uma cultura de feedback

    O feedback é um passo crucial para harmonizar a equipe, apontando para os membros aspectos que podem ser revistos no cotidiano. Essa etapa deve ser encarada com leveza e responsabilidade pelo gestor, para que o retorno não seja levado para o lado pessoal, mas incida sobre o comportamento do profissional.

    Por isso, o retorno sobre o trabalho dos colaboradores da empresa não deve ser encarado pela gestão como uma repreensão, mas, sim, uma oportunidade para a equipe rever ações e repensar posturas conjuntamente.

    3. Tenha um time diverso

    A alta performance da sua equipe depende também da seleção dos candidatos, uma vez que é preciso priorizar perfis com a capacidade de assumir funções distintas. Para isso, o gestor deve garantir que os recrutados correspondam a alguns critérios, além de terem um comportamento que respeite a cultura empresarial.

    4. Tenha uma gestão transparente

    Gestão transparente é aquela que consegue manter um canal de comunicação aberto com os funcionários, explicando a eles como e por que as decisões são tomadas.

    5. Dê autonomia aos funcionários

    Toda empresa tem alguma linha hierárquica que comporta as posições dos funcionários, mas é preciso investir em autonomia para ter uma equipe de alto desempenho. Nesse sentido, identifique o potencial de cada pessoa e deixa-a mais livre para sugerir opiniões e resolver demandas.

    Quais são os erros mais comuns?

    Para trabalhar apenas com pessoas competentes, você deve se desviar de alguns erros ao alinhar o desempenho da equipe. Primeiramente, a comunicação interna e externa à empresa deve ser bastante clara, pois o rendimento do negócio depende da compatibilidade entre colaboradores e público externo, evitando ruídos e mal-entendidos.

    Outro erro é não definir as metas, que servem como uma espécie de bússola para o crescimento da marca. Ao mesmo tempo, o plano administrativo guia a equipe e deixa evidente para os funcionários o que eles têm de fazer para alcançar os objetivos em determinado tempo.

    Nesse artigo, você identificou como formar uma equipe de alta performance a partir do desenvolvimento e da autonomia dos funcionários, de um time diversificado e da gestão transparente. Mas, para melhorar esse desempenho, tenha cuidado ao elaborar metas e comunicar-se internamente com os colaboradores.

    Esse artigo foi útil para você? Para investir em uma equipe de alta performance, conte com a ajuda de quem entende desse assunto. Entre em contato com o Sebrae Alagoas pelo telefone 0800-570-0800 ou pelo WhatsApp (82) 99999-5519, e cresça o seu negócio!

  • 4 passos para te ajudar a alcançar a tão sonhada realização profissional

    4 passos para te ajudar a alcançar a tão sonhada realização profissional

    O caminho para a realização profissional tem sido um mistério para você? Muitas pessoas passam anos em busca de satisfação, no entanto, é fundamental entender que esse é um conceito abstrato e que cada um tem sua própria jornada para alcançar esse ideal.

    Alguns desejam a ascensão dentro de uma empresa, outros preferem estruturar o próprio negócio. Aliás, o empreendedorismo tem se tornado a alternativa encontrada por muitos para trabalhar com propósito e alcançar o contentamento.

    Apesar de não haver uma receita genérica para a realização profissional, queremos mostrar que existem alguns passos que você pode dar para encontrar o seu espaço de atuação. Continue a leitura e confira!

    1. Defina a sua missão e os seus objetivos profissionais

    Qual é o seu sonho nas vidas pessoal e profissional? Começar pensando nisso é um excelente ponto de partida, já que seus desejos podem ser grandes motivadores da sua trajetória. É importante definir a sua missão individual e alinhar isso à missão do seu negócio.

    Nesse aspecto, o autoconhecimento costuma ser fundamental. Afinal, é necessário compreender seus próprios objetivos para, assim, estabelecer estratégias a fim de alcançá-los. Pessoas que têm um propósito claro são mais motivadas e conseguem ter mais resiliência para superar os desafios que podem surgir.

    2. Invista em conhecimento e no desenvolvimento das habilidades necessárias

    Outro passo importante rumo à realização profissional é descobrir quais são as habilidades técnicas e as competências socioemocionais que você precisa desenvolver para avançar em sua trajetória. Quais cursos podem tornar você mais eficiente e quais atitudes podem te levar mais longe na carreira?

    Principalmente para quem vai empreender, existe uma gama de conhecimentos, que são fundamentais para uma performance de sucesso. Como o mercado atual é extremamente competitivo, ele exige aprendizado e atualização constantes.

    3. Faça networking e encontre pessoas que possam somar nessa trajetória

    Engana-se quem pensa que o caminho do sucesso profissional é percorrido de forma solitária. A verdade é que sempre precisamos de auxílio e muitas pessoas podem somar conosco para uma atuação ainda melhor.

    Apostar em networking pode ajudar você a encontrar essas pessoas, que vão contribuir para sua trajetória, seja com parcerias e sociedades ou mesmo com conselhos. Ao criar uma rede de apoio, você com certeza vai ganhar fôlego para ir mais longe.

    Entre as dicas para fazer networking, podemos citar a participação em cursos de especialização, workshops, palestras e congressos da sua área. Redes sociais como o LinkedIn também podem ajudar a criar essas conexões valiosas.

    4. Trace um plano de ação para sua realização profissional

    Mesmo que seu negócio já tenha um plano de ação pronto, é necessário que você elabore seu planejamento individual. Muitas pessoas vão levando a vida e, após anos, percebem que se desviaram de seus objetivos e sonhos. Ter metas bem definidas e um senso de propósito vai ajudar você a manter o foco, driblar obstáculos e eliminar distrações.

    Gostou de conhecer as etapas que podem ajudar você a alcançar a realização profissional? Esperamos que este conteúdo ajude você a impulsionar sua carreira e encontrar satisfação. Lembre-se de que a sua experiência é única e precisa ser traçada por você com base nos seus ideais.

    Se você está começando agora a sua jornada de empreendedorismo, que tal saber como se precaver de alguns erros? Veja o artigo que separamos sobre esse tema. Boa leitura e bons negócios!

  • BPM: o guia completo para você aplicar a modelagem de processos de negócio na sua empresa

    BPM: o guia completo para você aplicar a modelagem de processos de negócio na sua empresa

    A modelagem de processos de negócio é uma ferramenta utilizada para entender os fluxos de trabalho da empresa. Essa é uma atividade que possibilita a identificação de gargalos, de falhas e problemas que estejam impedindo o crescimento da organização e a melhoria das tarefas.

    Frequentemente, os gestores detectam ineficiência e a falta de resultados positivos na empresa, mas dificilmente sabem de onde vem esse problema. Diante dessa questão negativa e oculta, a modelagem é uma maneira de desembaraçar as etapas e todos os processos envolvidos em um fluxo de trabalho.

    Esse também é um método importante para tornar a produção da sua equipe mais eficiente, sem desperdício de recursos e de maneira que seja possível aumentar a produtividade da empresa. Essa otimização de processos reflete de maneira positiva na lucratividade, na maturidade de gestão e na competitividade do negócio.

    Para ter esses resultados no seu negócio e modernizar a sua empresa, entenda o que é a modelagem e confira o passo a passo para colocá-la em prática. Acompanhe.

    O que é modelagem de processos de negócio?

    A modelagem de processos de negócio é uma apresentação e representação gráfica do fluxo de trabalho e das atividades de uma empresa. Também conhecido pelo termo em inglês Business Process Modeling (BPM), esse modelo ilustrativo e analítico dos procedimentos do seu negócio pode ser feito por meio de diagrama, fluxogramas e qualquer outro método gráfico que seja de fácil entendimento para os gestores.

    Esse é uma atividade que vai muito além de mapear o trabalho feito em um negócio. O processo de modelagem também objetiva a compreensão, transformação, automação e documentação de todas as tarefas.

    Cada método utilizado para o seu BPM ditará a complexidade e a quantidade de informações levantadas. Veja como isso funciona.

    1. Diagramas de processos

    São representações gráficas que descrevem os processos mais relevantes do seu fluxo de trabalho, ou seja, ignora e não trata de detalhes ou características específicas das atividades executadas.

    2. Mapas de processos

    Aqui, é feito um levantamento de informações mais abrangente, para que cada peça e item de uma tarefa seja analisada. Porém, ainda não engloba todos os elementos que fazem parte do fluxo.

    3. Modelos de processos

    Esse é o método mais completo e complexo da modelagem de processos de negócio. Sua estruturação considera todas as etapas, recursos e colaboradores envolvidos em cada fluxo de trabalho.

    Quando surgiu?

    O termo Business Process Modeling foi tratado pela primeira vez no ano de 1967, em um artigo publicado na revista Automation. Como pôde perceber, esse não é um conceito recente, mas somente foi ganhando força conforme a modernização do setor de TI das empresas e dos investimentos em inovação.

    Mais tarde, nos anos 70, a modelagem de processos de negócio não era eficiente, pois os modelos de fluxo eram estruturados somente por meio de fluxogramas com dados coletados de outros setores da empresa, e não necessariamente daquele que estava sendo avaliado. Além disso, a linguagem utilizada era complexa, o que dificultava o entendimento e a clareza dos demais colaboradores e responsáveis pela empresa.

    Diante dessa complexidade, um modelo mais dinâmico, claro e que era capaz de apresentar todo o comportamento e funcionamento de um negócio começou a tomar forma. Até que evoluiu para os modelos que conhecemos atualmente.

    Para que serve a modelagem de processos de negócio?

    De modo geral, o BPM é uma ferramenta utilizada para controlar, entender, melhorar e projetar o fluxo de trabalho operacional, para que seja possível compreender todo o funcionamento da organização. Em outras palavras, é uma forma de desenhar e destrinchar tudo o que é feito na empresa, a fim de identificar gargalos, falhas, desequilíbrios e oportunidades de melhoria.

    Além disso, esse método também serve para documentar todas as fases dos processos. Assim, você consegue ter informações para controlar a produtividade e a qualidade do que é executado para alcançar metas e o crescimento do negócio. Afinal, isso somente é possível quando todas as tarefas estão alinhadas.

    No ambiente empresarial, é muito comum fazer mapeamentos de processo para identificar problemas e melhorar o desempenho de todas as equipes. Muitas vezes, o BPM e o ato de mapear são tratados como sinônimo, pois, na verdade, eles são a mesma coisa.

    Contudo, a diferença mais relevante entre esses dois conceitos é que a modelagem é ainda mais detalhada e conta com mais informações do que o mapeamento. Diante disso, o BPM fornece dados sobre o fluxo de trabalho, como as horas trabalhadas por colaborador, o tempo necessário para execução de cada tarefa e outras especificações.

    Quais são os benefícios do business process modeling?

    Os benefícios da modelagem de processos de negócio vão além da representação e identificação da sequência de etapas de uma atividade. Vale ressaltar que os impactos positivos e melhorias desse método precisam ser feitos de maneira constante e não algo que é executado uma vez ou outra.

    A constância é um dos segredos para que as estratégias e aperfeiçoamentos funcionem da maneira adequada. Tendo isso em mente, separamos os principais benefícios de começar a atuar com o BPM. Veja só.

    1. Ganho de agilidade

    Muitas tarefas em uma empresa levam mais tempo do que realmente é preciso para serem executadas com eficiências. Esse atraso pode ser resultado de colaboradores sem treinamento, desmotivados, de ausência de automação na organização ou utilização de tecnologias ultrapassadas.

    Por meio da modelagem de processos de negócio você identifica o tempo que essa tarefa demanda, quais são os envolvidos e as etapas que precisam ser agilizadas e otimizadas. Dessa forma, o ganho produtivo refletirá nos resultados da organização.

    2. Redução de custos

    A eliminação de gastos desnecessários é o reflexo de um fluxo de trabalho eficiente e de estratégias adequadas, e não um processo em isolado. Quando você elimina fases sem necessidade das atividades e otimiza a execução de cada uma delas, consegue eliminar falhas, desperdícios e a perda de tempo.

    Com isso, de maneira direta, a equipe utilizará menor quantidade de recursos e dinheiro para fazer o mesmo trabalho, porém com a redução dos custos de produção, com mais agilidade e qualidade, já que todos os processos estarão alinhados.

    3. Melhorias na comunicação

    Você nunca sabe o que os colaboradores estão fazendo? Não tem conhecimento sobre como andam as tarefas da empresa e tem a impressão de que fala para as paredes? A falta de comunicação nas empresas é um dos principais e mais perigosos motivos que levam ao desalinhamento de metas, falta de comprometimento da equipe e baixos níveis de produtividade.

    Além disso, você passa a não entender o funcionamento da organização e das estratégias, sendo que, muitas vezes, isso é causado quando as tarefas não são delegadas de maneira organizada e pela falta de engajamento de todos.

    Para resolver esse fator negativo e fortemente prejudicial, utilizar a modelagem de processos de negócio é uma maneira de entender o fluxo de trabalho e de todos os responsáveis. Para isso, será necessário que todos na empresa se comuniquem de maneira clara e constante para que as etapas de cada tarefa sejam levantadas.

    Essa também é uma maneira de compreender quais treinamentos e qualificações são necessárias para o momento atual da empresa. Dessa forma, o BPM configura um guia para identificar quais conhecimentos os colaboradores e os responsáveis pelas tarefas precisam para se capacitar e otimizar o fluxo de trabalho e tornar as atividades mais eficientes.

    4. Transparência

    Ao fazer a diagramação, todos da empresa terão conhecimento sobre o funcionamento dos processos, poderão verificar os responsáveis por etapa e entender quais atividades influenciam no fluxo de trabalho de cada colaborador.

    Com isso, todos ficam mais conscientes sobre os objetivos de cada tarefa, a quem reportar em caso de dúvidas e problemas, como é a operação de cada setor. Uma gestão transparente é a base da confiança e do engajamento dos funcionários, pois o modelo pautado em obediência e “faça sem perguntar” já não funciona mais em negócios que queiram colaboradores ativos, empolgados e que façam parte do crescimento das empresas.

    A democratização na partilha de informações e resultados pode ser a chance de a empresa inovar e se tornar mais competitiva, sendo que muitas ideias, projetos e decisões nem sempre dependem somente dos gestores e da diretoria.

    O que é preciso para implantar?

    Para implantar a modelagem de processos de negócio você precisa, primeiro, investir e trabalhar na automação e modernização das suas atividades. Dificilmente será possível elaborar e estruturar o seu diagrama ou fluxograma sem as informações reais e dados sobre as atividades.

    Após isso, é importante definir qual será a equipe responsável por ajudar você no desenvolvimento do BPM, para que assim as tarefas sejam delegadas de maneira organizada e de modo que cada colaborador fique encarregado por levantar dados de determinado setor.

    Além disso, você precisa começar determinando quais serão os modelos e métodos utilizados. As abordagens utilizadas são:

    • top-down (de cima para baixo): é feito um levantamento geral de informações básicas sobre os processos, para somente depois construir uma visão mais detalhada e específica;
    • middle-out (do meio para fora): modelo utilizado quando são identificados falhas e problemas em uma tarefa ou fluxo. Por isso, a concentração é no erro e depois nas outras etapas do processo;
    • bottom-up (de baixo para cima): essa abordagem é contrária ao top-down, sendo que primeiro são diagramadas as informações específicas e detalhadas das atividades, para depois incluir os dados básicos e gerais.

    Como é o passo a passo da modelagem de processos de negócios?

    O primeiro passo para colocar o business process modeling em prática é decidir entre as abordagens citadas, pois será a partir dessa escolha que identificará as ferramentas e outros detalhes relevantes para a sua modelagem. Agora que você já sabe o que é necessário para começar a implantação, veja quais são os próximos passos.

    1. Colete informações

    Para a estruturação da sua modelagem, levante o maior volume possível de informações sobre as atividades e fluxo de trabalho que será avaliado. Isso inclui os objetivos da tarefa, as regras, se há leis envolvidas e as políticas relacionadas.

    Quanto mais automatizada e moderna for a sua empresa, mais fácil será essa etapa, já que muitas ferramentas auxiliam nesse levantamento. Lembrando que, nessa fase, basta identificar e anotar o máximo de dados que conseguir.

    2. Organize as informações

    Identificadas as fases, envolvidos e detalhes do fluxo de trabalho é o momento de organizar esse emaranhado de informações. O ideal é desenvolver uma sequência das tarefas, indicando as responsabilidades de cada colaborador, insumos necessários em cada etapa e demais dados que foram coletados.

    Essa organização é feita em três níveis de modelagem. O primeiro deles é o diagrama, ou fase inicial do seu BPM. Aqui não são descritos muitos detalhes, somente o básico e geral, ou seja, o macro. O segundo nível é o mapa, que é uma versão mais detalhada do diagrama. Esse é o momento de listar os colaboradores envolvidos na tarefa, os materiais e as regras.

    Por fim, é feito o modelo, que é a apresentação final, completa e detalhada da sua modelagem de processos de negócio. Nesse nível, toda a atividade deve estar organizada e de maneira que seja possível simular o processo. Assim você identifica o que precisa ser melhorado, quais são as falhas e o que tem funcionado da forma adequada e esperada.

    3. Documente tudo

    Todos os problemas, opções, soluções, fases e detalhes precisam ser registrados e documentados. Essa será a sua base para nortear o seu processo decisório. Esse documento precisa ser elaborado com uma linguagem de fácil entendimento por todos, deve ser transparente e compartilhado pelos envolvidos e responsáveis pelo processo.

    O ideal é que essa documentação seja compartilhada por meio de uma apresentação da organização. Assim, caso algum colaborador tenha alguma dúvida, sugestão ou algo a acrescentar isso poderá ser feito em conjunto.

    Para que uma organização cresça de maneira saudável e duradoura, os fluxos de trabalho precisam estar alinhados. Para isso, a modelagem de processos de negócios é uma ferramenta indicada para identificar possíveis falhas e melhorias.

    Agora que já sabe como evitar problemas e prejuízos nas atividades do negócio, aproveite para conferir como fazer a sua empresa crescer financeiramente e de forma efetiva.

  • Inteligência coletiva: saiba o que é e como estimular a sua equipe

    Inteligência coletiva: saiba o que é e como estimular a sua equipe

    Você sente sua equipe sem harmonia e sem foco nos objetivos em comum? Essa é uma preocupação comum entre gestores e, por isso, muitos buscam conceitos e estratégias que possam ajudar a mudar esse cenário. Neste artigo, mostraremos como a inteligência coletiva é um dos caminhos para potencializar a performance dos times de talentos.

    O engajamento dos profissionais com a empresa e com a própria equipe é um dos temas mais falados atualmente. Tanto é que existe um aumento da procura por pessoas com “mente de colmeia” para integrar os times.

    Vamos compartilhar com você o que significa essa expressão e como ela é aplicada no contexto organizacional. Você vai descobrir como estimular os colaboradores a buscarem um senso de coletividade. Continue a leitura e entenda!

    O que é inteligência coletiva?

    A ideia de inteligência coletiva parte do princípio de que cada indivíduo tem em si partículas de diversos conhecimentos. As ideias, as experiências, as percepções, as linguagens e os saberes que cada um tem dentro de si têm valor. E, quando várias pessoas se conectam e compartilham esses fragmentos, existe a construção de um conhecimento sólido.

    Um dos autores responsáveis por delinear o conceito de inteligência coletiva foi Pierre Lévy, que estudou como as tecnologias de informação passaram a expandir as possibilidades de troca de conhecimento entre pessoas de todo o mundo.

    Para Thomas Malone, professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), a inteligência coletiva acontece quando indivíduos agem coletivamente de forma inteligente. Ele traz esse conceito para o ambiente corporativo e afirma que, para prosperar, empresas precisam adotar sistemas mais democráticos e menos hierárquicos, valorizando também o resultado positivo da integração entre pessoas e ferramentas de inteligência artificial.

    Como essa ideia se aplica em empresas?

    Um estudo feito pela Universidade de Stanford mostrou que pessoas que têm a possibilidade de atuar em grupo apresentam maior motivação, prazer em realizar as tarefas e persistência. Além disso, a pesquisa mostrou que a performance de um indivíduo que se sente parte de uma equipe é mais satisfatória.

    Pesquisas como essa e questões apontadas por especialistas passaram a mostrar aos gestores que o trabalho em equipe é um fator decisivo no sucesso de um negócio. Por isso, pensar em inteligência coletiva na organização é também pensar em como unir as mentes dos colaboradores em prol de um mesmo objetivo.

    Existem dois conceitos que valem a pena levar em conta quando falamos de comportamentos de grupos. Um deles é chamado de “efeito de manada”, quando as pessoas vão repetindo ações umas das outras, sem planejamento, sem direção e, na maioria das vezes, apenas focando o benefício próprio.

    Pensando em uma manada, ao se sentirem ameaçados, os animais correm todos para a mesma direção por instinto. Muitos podem nem entender qual é a ameaça e outros podem acabar se esquecendo de proteger os que ficam. Na organização, esse comportamento não é desejado, já que pode potencializar problemas como desmotivação, competitividade e individualismo.

    Já o conceito de “mente de colmeia”, também chamado de “mente grupal”, é muito mais atrativo para o ambiente corporativo e pode ser melhor associado à inteligência coletiva. Assim como em uma colmeia de abelhas, onde todas colaboram para o bem comum, uma equipe com essa mentalidade tem colaboradores com visão macro das necessidades da organização.

    Cultivando um pensamento de colmeia, os profissionais conseguem se reunir para compartilhar saberes e construir conhecimentos valiosos para a empresa. As decisões são mais bem pensadas e os projetos obtêm resultados mais satisfatórios por conta da união do potencial dos diversos talentos que integram o time.

    Como estimular a inteligência coletiva?

    Você com certeza já percebeu que fomentar a inteligência coletiva nas equipes pode transformar o desempenho. Separamos algumas iniciativas que podem ajudar a estimular isso em sua empresa. Veja abaixo.

    Incentive uma comunicação aberta

    A comunicação é uma ferramenta fundamental no processo de busca por coletividade. É preciso que haja um espaço aberto para que profissionais se sintam à vontade para compartilhar seus conhecimentos e propor soluções para a equipe. O ambiente de trabalho precisa ser um espaço de trocas saudáveis para que mudanças positivas ocorram.

    Transforme o modo de liderar

    Alguns modelos de liderança acabam desencorajando uma participação mais engajada e integrada por parte dos colaboradores. Líderes extremamente autoritários, por exemplo, não dão espaço para que os talentos levantem ideias e exercitem a criatividade. Já lideranças mais democráticas valorizam as experiências de cada um e entendem que a partir da troca é possível alcançar uma inteligência coletiva.

    Crie programas de compartilhamento

    Uma iniciativa que muitas empresas têm adotado para promover a construção de conhecimento na coletividade são os programas de compartilhamento de saberes. Neles, cada profissional é incentivado a dividir com os colegas algo que possa acrescentar na vivência individual e da equipe. Dessa maneira, informações que antes estavam limitadas a apenas um colaborador são espalhadas por toda a empresa.

    Estimule a criatividade

    As reuniões de brainstorming, que são características da publicidade, são um método interessante para estimular a criatividade na equipe. Nelas, todos os integrantes são convidados a sugerir ideias para algum projeto, sem restrições ou julgamentos. Esses momentos são valiosos para a inteligência coletiva, já que um pensamento pode complementar o outro para criar a solução ideal que está sendo buscada.

    Valorize as individualidades

    Outro fator essencial para gestores que desejam estimular a inteligência coletiva na organização é a valorização das individualidades. É necessário entender que cada colaborador carrega consigo uma bagagem cultural e profissional que pode agregar ao time. Em um cenário que várias gerações se cruzam no ambiente corporativo, a diversidade pode ser um trunfo para o processo de construção de conhecimentos.

    Um time de talentos com mente de colmeia é o que você procura? Esperamos que esse artigo tenha ajudado você a entender o que é inteligência coletiva e como é possível conduzir sua gestão de modo a fomentar esse comportamento. Assim, você terá uma equipe engajada nos objetivos da empresa e consciente da importância do trabalho em equipe.

    O Sebrae Alagoas pode ajudar você a delinear as melhores estratégias para potencializar a gestão do seu negócio. Entre em contato conosco e conheça as soluções para empreendedores e empresas!

  • Gestão do conhecimento: 3 pilares para impulsionar a inovação do seu negócio

    Gestão do conhecimento: 3 pilares para impulsionar a inovação do seu negócio

    Se perguntarmos a um empreendedor visionário o que ele deseja para o seu negócio, certamente ouviremos algo como sucesso, visibilidade no mercado, lucro e melhoria contínua. Isso valeria uma nova pergunta: como alcançar esse patamar?

    Sem muito embaraço ele responderá que as pessoas, suas competências e habilidades são as principais responsáveis por manter o negócio ativo e inovador. Um cenário possível com a aplicação estratégica da gestão do conhecimento na rotina corporativa.

    Se interessou? Neste post, trazemos o conceito de gestão do conhecimento e as vantagens da sua aplicabilidade, além dos 3 pilares essenciais para impulsionar o comportamento inovador dentro das empresas. Continue lendo, siga os passos e seja você o protagonista dessa história!

    A gestão do conhecimento: inovação à vista

    Sem uma gestão eficiente, com critérios de retenção, filtro, qualificação e acesso, você consegue dimensionar o volume de dados e informações que circulam diariamente dentro da sua empresa?

    É muito fácil perder o controle quando não há um sistema organizado de dados para gerar um fluxo adequado, e é exatamente essa a proposta da gestão do conhecimento — uma inovação corporativa que pretende mapear, classificar, gerenciar, distribuir, multiplicar e reter o conhecimento.

    A ideia é coletar as informações flutuantes e concentrá-las em um mesmo lugar para o acesso de todos, o que facilita a execução de atividades diárias com maior agilidade, eficiência e qualidade no retorno.

    As vantagens de aplicar a gestão do conhecimento no negócio

    Imagine que todos os funcionários da sua empresa se ausentarão em algum momento, seja por motivo de férias, licenças, desligamento ou, em uma visão triste, mas real, falecimento.

    Todo o conhecimento adquirido ao longo do tempo em que atuaram na empresa seguirá com eles, mas nem sempre será repassado em totalidade para quem faz a substituição, temporária ou permanente.

    Aplicar a gestão do conhecimento traz a vantagem de que os funcionários e profissionais podem se mover pelos mais diversos motivos, mas o conhecimento sobre suas funções e atividades ficará retido para acesso coletivo.

    Além do conceito motivacional — os profissionais serão mais bem aproveitados em suas funções —, a empresa que adere à gestão do conhecimento possibilita melhor interação entre as equipes e se desenvolve em maiores proporções para competir no mercado.

    O uso de recursos tecnológicos aliado à inteligência das pessoas, eleva o padrão de excelência, a ponto de transformar as ideias em processos para estruturar o funcionamento da empresa e proporcionar um crescimento sustentado pelas capacidades técnicas e funcionais.

    Os 3 pilares da gestão do conhecimento

    Os profissionais precisam ser envolvidos e conscientizados sobre a importância de fazer do conhecimento uma ferramenta de gestão corporativa, para implantar uma nova cultura de inovação e agregar valor ao negócio.

    Dizemos isso, pois as mudanças são significativas e alteram uma rotina executada da mesma forma por um longo tempo, o que nos leva aos 3 pilares da gestão do conhecimento.

    1. Gestão do capital intelectual

    Mesmo com a tecnologia avançada e os diversos mecanismos digitais para processar as informações, as pessoas ainda são a principal fonte de conhecimento. É inegável que delas se extraem habilidades que as máquinas ainda não conseguem executar sozinhas.

    Descobrir uma forma adequada de mapear o conhecimento individual, classificar o que já é executado dentro dos processos de rotina e identificar os pontos de melhoria para oferecer um ciclo completo das atividades é o primeiro passo da gestão do conhecimento.

    2. Gestão de competências

    Em seguida, é importante aliar conhecimento e competência, ou seja, o que é essencial para que o seu negócio se desenvolva efetivamente e ganhe visibilidade.

    Mesmo com um grupo de profissionais com grande conhecimento, talvez ainda falte competências específicas para colocar sua empresa em destaque — uma solução prática é oferecer treinamentos de acordo a necessidade.

    3. Aprendizagem empresarial

    Para fechar a tríade de gestão do conhecimento, você terá pela frente o desafio de desenvolver a aprendizagem empresarial, que consiste em transformar o ambiente da empresa e assim, estimular a participação de todos.

    Cada funcionário deve se sentir impulsionado a transformar o conhecimento em informações que estejam sempre ao alcance de todos, cientes de que o uso padronizado é gerador de melhores práticas refletidas na autoridade segmentada que a empresa passará a ser no mercado. Com isso tudo em andamento, você tem a gestão do conhecimento.

    Gostou do post? Então, entenda agora a importância da inovação na empresa e como ela vem se transformando em principal fator de competitividade e visibilidade!

  • Técnicas de autoliderança: saiba como ser um ótimo líder

    Técnicas de autoliderança: saiba como ser um ótimo líder

    Não é apenas a tecnologia que vem impactando as empresas. Há alguns anos os negócios vêm passando por uma transição em suas estruturas hierárquicas, o que mudou a relação e a forma de trabalho dos líderes. Por isso, para lidar com essas transformações e expandir o seu negócio, é importante que você desenvolva a autoliderança.

    Ela pode ser definida como a habilidade que o indivíduo tem de liderar a si mesmo, assumindo o gerenciamento de pensamentos e comportamentos para alcançar objetivos. A autoliderança é responsável ainda por garantir equilíbrio emocional diante dos desafios, estabelecer cooperação entre os membros da equipe e apoiar o crescimento do negócio, por exemplo.

    Quer aprender a desenvolver suas habilidades de liderança pessoal e de equipe? Nós apresentaremos a seguir algumas técnicas importantes. Não perca!

    Autoliderança: saiba como estimular essa competência

    Para desenvolvê-la é necessário que você esteja disposto a enfrentar um processo de aprendizado constante, apoiado em outras habilidades essenciais, como as que você vai conhecer a seguir.

    1. Pratique a autorresponsabilidade

    Há gestores que costumam oscilar entre os perfis de vítima e de juiz. No primeiro caso, a equipe é considerada responsável por dificultar o trabalho de liderança. Já no papel de julgador, o gestor se vê acima dos outros, que são considerados incapazes de atenderem às expectativas da liderança.

    Um líder nunca deve culpar os outros pelas próprias decepções, fracassos e erros de gestão, pois reconhece a importância da autorresponsabilidade. Se você perceber que tem atribuído a responsabilidade de sua liderança a outros, é hora de reassumir o comando. Veja algumas medidas que podem ajudar:

    • em vez de justificar seus erros, aprenda com eles;
    • não se concentre apenas nas críticas, apresente sugestões e ideias de mudanças;
    • dê um passo por vez, tenha metas e objetivos bem definidos.

    2. Invista no autoconhecimento

    A liderança exige do gestor a capacidade de compreender as habilidades e as dificuldades de cada colaborador para que todos consigam trabalhar extraindo o máximo de suas potencialidades. E isso só é possível após um exercício de autoconhecimento no qual você aprende a lidar com suas inseguranças pessoais.

    Identifique quais são os elementos internos que inibem seu crescimento pessoal e reconheça as forças que incentivam suas conquistas e realizações. Descubra ainda quais são os valores que o movem e que são importantes para a gestão de seu negócio.

    O autoconhecimento permite que você seja capaz de organizar melhor não apenas seus pensamentos, mas também suas tarefas ao longo do dia, como a liderança. Com um maior controle interno de suas emoções, você é capaz de orientar melhor seus colaboradores.

    3. Seja disciplinado

    A disciplina é necessária não apenas na gestão financeira. É importante também para controlar os seus impulsos, ajudando você a não perder o controle diante de alguma situação que não tenha saído como planejado.

    Um bom líder aprende a desenvolver o autocontrole e a disciplina para manter o foco no cumprimento das metas. A autodeterminação também é um recurso importante que pode ajudar você a desenvolver resiliência diante das pressões externas.

    4. Abra-se ao aprendizado constante

    O aprendizado é uma fator indispensável para o desenvolvimento da liderança. Por isso, é necessário buscar o aprimoramento e o amadurecimento contínuo para descobrir como desempenhar melhor suas atividades. Faça cursos, converse com outros empreendedores e esteja aberto às mudanças.

    A autoliderança transforma você em um líder de excelência. Ela ajuda a explorar melhor suas habilidades, confere estabilidade emocional e resiliência para encarar os desafios, além de garantir mais segurança no momento de tomar as decisões. Tudo isso gera impactos diretos em seu negócio, tornando você uma figura inspiradora e um exemplo a ser seguido por sua equipe.

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  • Lean startup: entenda o que é e como aplicá-la no seu negócio

    Lean startup: entenda o que é e como aplicá-la no seu negócio

    Quem não quer ser bem-sucedido na própria empresa? A resposta parece óbvia, mas se manter consolidado no mercado é um grande desafio para o empreendedor.

    Nesse contexto é que surgiu a metodologia do lean startup, com foco em produtos testados por consumidores — e não apenas no desenvolvimento de um plano de negócios — para obter sucesso administrativo.

    A seguir, explicamos o conceito, como aplicar o método no seu negócio e por que dominar ferramentas, a exemplo do Canvas, para tornar essa ideia uma realidade. Continue a leitura e tire todas as dúvidas sobre o assunto!

    O que é e quais as origens do conceito de lean startup?

    Neste momento, você deve estar se perguntando o que é, exatamente, o lean startup. Para responder à questão, pode-se afirmar que, literalmente, o conceito criado por Eric Ries, empreendedor norte-americano e autor de livro homônimo, significa “startup enxuta”.

    De forma geral, a metodologia implica um trabalho administrativo que identifique e corte desperdícios no processo de criação de um produto, principalmente em startups, empresas de tecnologia emergentes.

    Devido à otimização de recursos para a viabilidade do produto a ser comercializado, o processo de “startup enxuta” também é conhecido como lean manufacturing ou lean thinking, referindo-se a uma ampla gama de companhias.

    Como funciona a metodologia e como aplicá-la no negócio?

    O lean startup abrange não apenas empreendedores em potencial, mas também quem está consolidado no mercado. O conceito implica inovação dentro da empresa a partir de gestão eficiente.

    Quer saber como a metodologia pode ser aplicada de modo prático no seu negócio? Confira as dicas a seguir!

    Canvas

    Para aplicar o conceito de Eric Ries no seu empreendimento, sugere-se inicialmente o uso de softwares como o Canvas, com o qual é possível elaborar diagramas e consolidar o valor que a empresa tem para si e para os clientes.

    Fora isso, o programa reúne as ideias apresentadas e consegue reestruturá-las a fim de obter o resultado mais adequado, facilitando as etapas seguintes do planejamento.

    Mínimo Produto Viável

    Por outro lado, o método de implantação de um produto consiste em construir, medir e aprender. Assim, o lean startup também parte de métricas precisas ao construir um modelo funcional.

    O Mínimo Produto Viável, ou simplesmente MPV, é um cálculo para chegar ao desenvolvimento rápido de um protótipo para o cliente, que é apresentado antes da versão final.

    Dados e testes

    No processo de construção de um produto útil para os clientes, a empresa deve colher dados e utilizar a sua contabilidade para inovar no mercado, segundo o pensamento de Eric Ries.

    Nessa etapa, considerada fundamental, o protótipo deve ser testado, o que confere à empresa uma ideia sobre a utilidade e a coerência do produto frente ao cenário de vendas. O teste A/B, por exemplo, é uma métrica de desempenho que fornece diferentes versões de um objeto a determinados grupos de consumidores com o objetivo de descobrir qual garante o melhor retorno.

    Qual a importância dessa metodologia para a empresa?

    Com o método lean startup, você entende quais são os desafios para a sua empresa crescer no mercado e, mais importante, tem em mente que a inovação é etapa fundamental para o desempenho do negócio.

    Métricas como o MPV ajudam a desenvolver um produto com foco nas necessidades dos clientes e com o mínimo de recursos investidos. O cálculo também serve para basear versões do mesmo artefato, o que dá segurança para o empreendimento chegar, de forma ágil, ao objeto mais funcional para o seu público.

    Curtiu nosso artigo sobre lean startup? Agora que você conhece a origem do conceito, como aplicar a metodologia e por que investir nisso, deixe um comentário sobre a experiência da sua empresa com inovação e desenvolvimento de produtos!