A boa notícia é que eles podem ser facilmente evitados. Por esse motivo, separamos os 4 erros mais frequentes de um empreendedor e indicamos o caminho certo a seguir para que seu negócio, além de sobreviver no mercado, ganhe competitividade. Confira!
1. Começar sem um plano de negócios
O plano de negócios é uma ferramenta imprescindível para começar um empreendimento a partir de dados realistas. Trata-se de um documento que detalha os objetivos do negócio e quais passos devem ser dados para atingi-los. Dessa maneira, é possível reduzir os riscos e as incertezas. Ele permite que o empreendedor:
analise a viabilidade do negócio;
olhe para a empresa como um todo;
defina os objetivos a serem alcançados a médio e longo prazo;
trace estratégias mais efetivas e concretas com base em dados financeiros e comerciais;
realize investimentos de maneira mais segura;
atraia a atenção de investidores para aportes financeiros e tenha mais facilidade no acesso às linhas de crédito;
conheça o mercado no qual atuará.
2. Misturar as finanças pessoais com as da empresa
Esse é outro grande erro de empreendedores iniciantes e que pode levar ao fechamento do negócio. A gestão financeira deve ser uma prioridade. Se não houver uma divisão clara entre o patrimônio empresarial e o pessoal, a tendência é utilizar o dinheiro da empresa para benefício próprio. O resultado disso é o comprometimento da saúde financeira e, posteriormente, a falência.
O dono deve fixar uma retirada mensal, chamada de pró-labore, e descartar a possibilidade de saques extras. Vale lembrar que os recursos da empresa devem sem empregados em investimentos para que possa crescer e ganhar destaque frente aos concorrentes.
3. Deixar de investir no empreendimento
Não há como negar que o mercado está cada vez mais competitivo. Sendo assim, é preciso investir na empresa para garantir desenvolvimento e lucratividade maior. Lançar novos produtos, qualificar a mão de obra, adquirir equipamentos mais modernos para otimizar os processos, melhorar a infraestrutura, criar diferenciais para mercadorias ou serviços, abrir uma filial, adotar a digitalização são apenas alguns exemplos do que deve ser feito para expandir o negócio.
4. Não se capacitar
Essa falha é gravíssima e coloca seu empreendimento em risco desde o início. Além de conhecer bem a área do seu negócio, é fundamental ampliar seu conhecimento e manter-se sempre atualizado. Lembre-se de que a capacitação deve ser contínua.
Frequente eventos como palestras, feiras e workshops voltadas a esse mundo. Também leia sobre o assunto, faça cursos e treinamentos. Há muito material excelente disponível na internet e que pode ser acessado a qualquer tempo. Aproveite todas as oportunidades de aprendizado para administrar seu negócio de forma eficiente e rumo ao sucesso.
Agora que você já sabe quais são os principais erros de um empreendedor iniciante, mantenha seu foco para não cometê-los e, assim, assegurar o posicionamento do seu negócio no mercado.
Você já ouviu falar em User Experience? É um conjunto de práticas que vem sendo amplamente utilizado pelas organizações para atender às novas demandas do mercado. Ao contrário do que muitos pensam, ele não é aplicado apenas a produtos e serviços de tecnologia ou pela área de design.
Neste artigo, você vai aprender o significado do conceito, quais são os principais benefícios que ele proporciona e as etapas para implementá-lo em sua empresa. Confira!
O conceito
O User Experience (UX) é um termo utilizado para agrupar uma série de providências tomadas pela empresa para proporcionar uma experiência de excelência para seus usuários e clientes. Por isso, seu foco está em quem vai acessar ou utilizar o que a empresa está oferecendo — acima de tudo, na forma como essa pessoa vai se sentir em relação a esse momento.
Pilares do UX
O autor Aarron Walter, do livro Design for Emotion, considerado uma das principais referências em User Experience, organizou as necessidades dos usuários em uma pirâmide que representa a forma como eles buscam ser atendidos em grau de importância.
Da base para o topo, o produto ou serviço em questão deve ser:
funcional;
confiável;
usável;
prazeroso.
Principais diferenças entre UX e UI
A principal confusão conceitual que presenciamos no mercado é entre os termos UX e UI. UX, como já explicamos, trata da experiência do usuário. Já o UI, ou User Interface, trata da interface do produto ou serviço frente ao usuário.
Enquanto o UI se preocupa com questões técnicas, usabilidade e parte visual, o UX tem um foco mais emocional. Seu papel é pensar em melhorar a forma como o usuário vai se sentir ao interagir ou utilizar o produto.
Principais benefícios do User Experience
Todo esse trabalho em desvendar novas maneiras de agradar o público gera benefícios muito relevantes, como mostraremos a seguir.
Aumenta a conversão em vendas
Empresários que lidam com vendas virtuais ou que atuam com prospecção por diferentes canais tecnológicos sabem da dificuldade que é aumentar a taxa de conversão. Sites criados com base em boas práticas de UX são mais atrativos e, acima de tudo, menos distrativos.
Uma pessoa que entra no site de uma empresa pelo celular e não consegue encontrar as informações de que precisa dificilmente dará sequência ao processo de compra. O mesmo vale, no mundo físico, para lojas desorganizadas, sem um padrão de arrumação das prateleiras e com um atendimento de baixa qualidade.
Melhora a fidelidade e as indicações
A fidelização é uma das armas mais importantes no universo empreendedor atual. A quantidade de empresas concorrentes é cada vez maior, e o diferencial é o ponto que mantém os clientes assíduos e satisfeitos.
Ao passar por uma experiência positiva em relação a uma marca ou a uma empresa, a reação natural das pessoas é fazer indicações. Elas querem que amigos e familiares desfrutem dos mesmos benefícios, e essa atitude angaria os clientes com a maior probabilidade de fidelização rápida.
Economiza recursos
Algumas reduções de recursos são facilmente identificadas quando pensamos na aplicação do User Experience à empresa — a começar pela diminuição das refações e dos casos de devolução e ressarcimento.
Outro ponto que contribui para essa economia é o fato de que as práticas de UX promovem mais autonomia para os usuários. Com isso, o processo de compra se torna mais ágil e demanda menos intervenções dos profissionais do atendimento, possibilitando a adoção de equipes mais enxutas.
Diminui o customer effort score
O Customer Effort Score (CES) é a pontuação que mede o esforço do cliente ao longo do processo de compra. Como dito no tópico anterior, a autonomia gerada pelo UX reduz essa métrica, tornando o processo mais simples.
Na prática, quanto menor for o CES, melhor será a experiência do usuário, já que ele terá feito um esforço mínimo para obter aquilo que buscava.
Etapas para a implementação de um projeto de UX na empresa
Diante de tantos benefícios, você já deve estar se perguntando como fazer para adotar o UX em sua empresa. Nos tópicos abaixo, vamos falar sobre as etapas que precisam ser feitas em um projeto de implementação.
Entender (empatizar e definir)
O ponto de partida é o entendimento da situação. Como estamos falando da experiência do usuário, ou seja, uma pessoa diferente de você e da sua empresa, a empatia é o principal norteador ao iniciar essa etapa.
Mais do que se colocar no lugar do usuário, é preciso se despir de todos os conceitos e “achismos” para perceber as necessidades do outro com mais clareza e objetividade.
Depois de muita escuta, pesquisa e análise, a etapa deve ser finalizada com uma definição do que o cliente realmente deseja e precisa frente ao que a sua empresa tem a oferecer.
Explorar (idear e prototipar)
Compreendido o problema, começa a fase de exploração das possíveis soluções. Aqui, cabe o uso de ferramentas de ideação, tais como o brainstorming, para o levantamento e a discussão de proposições.
A criação de protótipos ajuda a entender melhor cada ideia de forma mais prática e aproximada de um cenário real. Cada tipo de produto, serviço ou situação vai demandar uma prototipagem específica, e é papel da equipe fazer essa definição.
Materializar (testar e implementar)
Por fim, é hora de validar as ideias obtidas. Os testes devem começar com os protótipos para uma análise mais segura e confiável. Conforme o tipo de solução, podem ser necessárias várias rodadas de testes em diferentes aspectos antes do lançamento para o público geral.
A implementação pode acontecer aos poucos e paralelamente aos testes. Por meio de metodologias ágeis, as partes já validadas podem ser disponibilizadas em versão beta para um grupo de clientes e, na medida em que eles forem evoluindo, a solução vai sendo entregue.
Como você pôde observar, o UX é algo que vai muito além de design e tecnologia. A experiência do usuário é algo muito valioso e que, muitas vezes, pode ser melhorada com detalhes simples. O importante é manter o foco e uma escuta ativa dos clientes, de modo a estar sempre atento às suas necessidades e desejos.
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Todo empresário quer fazer sua empresa crescer financeiramente, principalmente quem tem um pequeno negócio e que começou a operar há pouco tempo. O planejamento financeiro tem um papel fundamental para alcançar esse objetivo, já que ele ajuda a prever os gastos e estipular o volume de vendas necessário para cobri-los.
Neste artigo, você vai aprender a se planejar adequadamente para fazer o seu negócio crescer financeiramente. Apresentaremos dicas de ações e ferramentas que farão toda a diferença. Confira!
Como fazer sua empresa crescer financeiramente?
Como empresário, você já deve ter notado que o aumento no volume de vendas não é o único fator responsável para o crescimento financeiro da empresa. Afinal, mesmo que haja uma expansão no faturamento, existem basicamente dois fatores que podem enfraquecer um negócio: falta de planejamento e ineficiência na gestão.
É possível lidar com essas duas questões, desde que você tome alguns cuidados, como os que apresentaremos a seguir.
Separe as finanças pessoais das profissionais
A partir do momento em que alguém abre uma empresa, ela se torna duas pessoas diferentes: a física e a jurídica. Isso deve refletir no controle financeiro, de forma que cada uma tenha suas próprias receitas e despesas.
Por manter as finanças separadas, fica muito mais fácil entender como o dinheiro está sendo utilizado e encontrar oportunidades de melhoria. Ou seja, é uma forma de melhorar o controle financeiro de ambas as partes.
Faça um planejamento dos gastos
Planeje o que pretende gastar ao longo de todo o ano. Quanto maior for o nível de detalhe, mais eficiente o controle tende a ser. Utilize as informações dos períodos anteriores para ter uma previsão mais precisa das finanças e não se esqueça de separar uma margem para variações de preços e pequenos imprevistos.
Acompanhe o fluxo de caixa com rigor
O acompanhamento do fluxo de caixa é essencial para manter as finanças dentro do planejado. Faça uma conferência diária das movimentações e do saldo das contas bancárias, verifique se os valores estão corretos e não deixe que essa tarefa se acumule por muitos dias.
Outro ponto muito importante é o cumprimento dos prazos. Cada conta que é paga em atraso gera multa e, por menor que ela seja, consome a margem de lucro. Por isso, ações simples como manter uma planilha com os vencimentos da semana sempre atualizada já é o suficiente para evitar o problema.
Deixar de fazer isso pode resultar em um problema financeiro permanecer oculto por um longo tempo, de forma que, quando ele é descoberto, talvez seja muito difícil resolver a situação. Por outro lado, um controle eficiente do fluxo de caixa protege a saúde financeira da empresa.
Tenha um plano de negócios bem estruturado
Ter um plano de negócios é um dos requisitos básicos para alcançar o sucesso, e isso faz uma grande diferença na sustentabilidade financeira de uma empresa.
O plano de negócios é um documento que contém todo o plano estratégico e operacional da empresa para o curto, o médio e o longo prazo, servindo como um guia. Por isso, é a maneira correta de começar um negócio, tendo como base um planejamento sólido!
Busque parcerias
Outra boa maneira de fazer a empresa crescer financeiramente está na busca por parcerias. Afinal, é sempre bom ter ajuda para enfrentar os constantes desafios da caminhada empreendedora. Além disso, as dinâmicas atuais do mercado exigem que esse tipo de ação seja feita, visto que vivemos em um mundo cada vez mais colaborativo.
Nesse sentido, é mais do que indicado fazer parcerias com empresas que possam ajudar a alavancar o crescimento, fornecendo serviços e produtos complementares ou trabalhando com revenda. Também vale a pena contar com influenciadores digitais, visto que eles têm um público muito fiel.
Procure cursos e eventos de capacitação
Não se esqueça de que estudar e se capacitar nunca é demais. Na verdade, é essencial adquirir conhecimento para fazer uma boa gestão financeira do negócio.
Inclusive, hoje é muito mais fácil buscar conhecimento, tendo em vista a grande disponibilidade de cursos e eventos de diversas temáticas — entre elas, as que estão relacionadas com a gestão de negócios.
O Sebrae Alagoas conta com eventos anuais que ajudam os micro e pequenos empresários a se capacitarem, de forma que consigam fazer uma gestão mais consciente e orientada ao crescimento.
Quais ferramentas podem ser úteis no planejamento financeiro?
O universo da gestão empresarial dispõe de inúmeras ferramentas que ajudam no cotidiano dos responsáveis pelo controle administrativo e financeiro de um negócio. Entre elas, vamos destacar algumas que impactam diretamente as ações que fazem uma empresa crescer financeiramente. Acompanhe.
5W2H
O 5W2H é uma ferramenta excelente para definir questões mais estratégicas relacionadas com o atingimento de metas. O objetivo dela é oferecer uma resposta às 7 perguntas abaixo:
who (quem);
what (o que);
where (onde);
why (por que);
how (como);
how much (quanto custa).
Business Model Canvas
O Business Model Canvas é uma ferramenta que auxilia na definição do modelo de negócio da empresa, ou seja, qual é a proposta de valor que será feita aos clientes. O ideal é que ela seja utilizada antes mesmo de dar início às operações ou sempre que houver a necessidade de uma mudança mais substancial no negócio.
O Business Model Canvas visa a deixar bem claro os seguintes elementos:
proposta de valor;
segmentos de clientes;
parceiros-chave;
atividades-chave;
recursos-chave;
relacionamento com o cliente;
canais de entrega;
estrutura de custos;
fluxo de receitas.
Design thinking
Por fim, existe uma ferramenta que se tornou muito popular, trazendo inovação e a cultura de ideias para as empresas. Sua abordagem aplica a empatia no contexto de um problema do cliente e imerge nele, visando à compreensão verdadeira da dor que precisa ser resolvida. Feito isso, inicia-se a etapa de construção da solução.
Embora o processo possa ser longo, quando o Design Thinking é bem aplicado, as chances de criar soluções inovadoras e criativas são grandes.
Como você pôde notar, fazer uma empresa crescer financeiramente é um grande desafio, mas é totalmente realizável. Seguindo as dicas que demos neste artigo, o seu negócio pode alcançar novos patamares e se estabelecer de forma sustentável no mercado. Por isso, não espere mais, comece a colocar esse conhecimento em prática agora mesmo!
O que achou deste post? Siga o Sebrae Alagoas no Facebook, Instagram e YouTube e fique por dentro das melhores práticas para a gestão do seu negócio!
O sonho de abrir o próprio negócio é alimentado pela ideia de mudar de vida, trabalhar como quiser e quando quiser. No entanto, essa prática não é sustentável a longo tempo e coloca em grande risco o sucesso do negócio. Por esse motivo, um empreendedor está sempre em busca de aumentar a produtividade.
Afinal, ter um bom rendimento e saber administrar o tempo são fatores tão essenciais quanto entender o empreendimento. No mundo empresarial, é preciso exercer diversas tarefas, o que pode ser um grande desafio quando não se tem uma organização adequada.
Pensando nisso, preparamos este post com 4 dicas valiosas para que você tenha um desempenho melhor e expanda seu negócio. Confira!
1. Programe a sua agenda
É verdade que trabalhamos muito mais no início de um novo negócio. Mas, assim que seu empreendimento estiver minimamente estabelecido, o ideal é programar a agenda e estabelecer um começo e um fim para o seu horário de trabalho. Lembre-se de que sempre haverá tarefas a serem feitas. Então, não queira resolver todos os problemas em um único dia.
Faça um cronograma diário, semanal e mensal com as tarefas a serem realizadas e mantenha-se fiel a esse planejamento o máximo que puder, a menos que surjam emergências ou imprevistos.
Também é essencial priorizar as atividades. Liste-as por ordem de importância e divida as responsabilidades caso você trabalhe com outras pessoas, como sócios e colaboradores.
2. Evite distrações
Analise o seu dia a dia e identifique o que tira o seu foco. Imagine quanto tempo você desperdiça com pequenas distrações, como redes sociais particulares, troca de mensagens, notícias de última hora, vídeos, telefonemas. Analise também o que atrapalha a sua concentração, como a falta de organização na mesa de trabalho e o barulho.
Quando for realizar atividades que exigem 100% do seu foco, afaste-se de tudo o que pode atrapalhar: desligue o celular, feche abas desnecessárias no navegador de internet, mantenha o local em silêncio e vá para um lugar onde dificilmente será interrompido.
Tenha em mente que estar ocupado não significa necessariamente produzir. Entretanto, fazer pausas é tão importante quanto sentar e trabalhar. Quando estamos relaxados, descansados e com a mente tranquila, fica mais fácil aumentar a produtividade.
3. Use a tecnologia a seu favor
Há inúmeras ferramentas tecnológicas cujo objetivo é ajudar a aumentar a produtividade e administrar melhor o tempo de trabalho. Veja algumas delas:
Trello: permite a criação de notas, checklists, lembretes de compromissos e tarefas;
Evernote: funciona como um bloco de notas e pode ser sincronizado a outros dispositivos. Também possibilita guardar dados em vídeos, áudio e documentos;
TrueTune: funciona como um planner digital, ideal para montar o seu cronograma diário, semanal e mensal;
Agenda Google: ótima ferramenta para organizar tarefas e agendar compromissos.
4. Estude sobre empreendedorismo
Para empreender é preciso conhecimento e muita disciplina. Quanto mais você souber sobre o assunto, mais estará preparado para conduzir o seu negócio para o sucesso. Principalmente porque o mercado está cada vez mais competitivo e os perfis dos consumidores estão em constante transformação.
Desse modo, procure estar sempre atualizado sobre tudo o que envolver o empreendedorismo. Leia bastante sobre o tema, faça cursos, participe de palestras e até mesmo consultorias. Sempre há o que ser aprendido.
Agora que já sabe como aumentar a produtividade, siga as dicas que apresentamos ao longo do artigo e comece a administrar melhor o seu dia. Você verá como é possível ter um bom desempenho profissional e, ainda, ter tempo para cuidar da vida pessoal. O sucesso do seu empreendimento depende do seu esforço, foco e disciplina.
Gostou das dicas? Compartilhe esse post em suas redes sociais para que mais pessoas saibam como ter um rendimento melhor no negócio.
A tecnologia tem estado cada vez mais presente nos diferentes aspectos da nossa vida. Do mesmo modo, tem transformado o comportamento do consumidor. Por esse motivo, é imprescindível que o negócio acompanhe essas mudanças e inovações, seja qual for o segmento e o porte. A solução é modernizar sua empresa ou loja para se posicionar no mercado e gerar competitividade.
Empregar seus recursos em ferramentas tecnológicas é a melhor forma de se destacar no mercado, impulsionar as vendas e aumentar a satisfação dos clientes. Não se atualizar significa correr grandes riscos de ficar obsoleta e ser passada para trás pelos concorrentes que têm investido na digitalização. Pensando nisso, elaboramos este post com 4 dicas incríveis de começar a modernização em seu empreendimento. Confira!
1. Organize o estoque
A gestão eficiente do estoque é fundamental para que um negócio atinja bons resultados em vendas e reduza custos. Ela evita o acúmulo ou a falta de mercadorias, bem como ajuda a administrar melhor o espaço físico da loja.
Há sistemas especialmente desenvolvidos para o controle de estoques. Eles fazem uma administração precisa, permitindo a visualização de todas as entradas e saídas, localização exata de cada mercadoria, elaboração de inventários e facilidade para todas as atividades relacionadas à área.
Lembre-se de que as suas vendas aumentarão com a presença online e você deve estar preparado para não faltar mercadoria nem na loja física nem na virtual. Para que isso seja possível, o ideal é investir em ferramentas tecnológicas nesse setor.
2. Use uma boa plataforma
A escolha da plataforma para vendas online é crucial para modernizar a sua empresa ou loja. O sistema deve oferecer uma administração integrada de todos os dados e processos de forma simples e prática. Do mesmo modo, deve ser fácil de ser utilizada pelo consumidor. É necessário que ele consiga encontrar o produto que deseja, entrar em contato com você e ter acesso a todas as informações sobre a mercadoria.
A segurança é outro ponto fundamental, porque o sistema conterá informações extremamente importantes sobre o seu negócio e sobre os seus clientes. Esteja de olho nos seguintes aspectos ao contratar uma plataforma:
formas de pagamento;
suporte;
layout;
UX, ou seja, se promove uma boa experiência ao usuário;
O consumidor contemporâneo tende a utilizar todos os canais de compra possíveis, como lojas físicas, marketplace, google adwords, redes sociais, e-commerce, entre outros.Isso exige que a empresa trace uma estratégia que seja capaz de integrar as áreas para se adequar às demandas. É nesse contexto que entra o omnichannel. O conceito está relacionado à convergência de todos os canais usados pelo negócio, fazendo com que o consumidor não perceba a diferença entre o mundo online e o offline.
Dessa forma, a experiência de compra se torna muito mais atrativa e interativa. Um exemplo disso é combinar o layout da loja virtual com a temática interna das lojas físicas. E, ainda, realizar vendas pela loja online ou aplicativo e disponibilizar a opção de troca do produto (a exemplo de roupas e calçados que não servem) na loja física.
4. Invista no Marketing Digital
O marketing em ambiente virtual atrai oportunidades, gera relacionamentos e fortalece a sua marca. Por ser online, consegue atingir um grande número de pessoas, incluindo leads, prospects e clientes. Além disso, é possível analisar os resultados com exatidão e, assim, ajustar as estratégias sempre que julgar necessário.
Você saberá exatamente quantas pessoas abriram o e-mail enviado, quantas clicaram em determinado link, quantas compraram em uma campanha, quantas curtidas e visualizações ocorreram nas redes sociais, o tempo que levou alguém até se tornar um cliente e diversos outros dados importantes. Ao analisar esses pontos, ficará mais fácil entender se você está no caminho certo.
Portanto, modernizar sua empresa ou loja não se trata mais de ter um diferencial. Tornou-se uma necessidade diante da massificação da internet e das novas formas de consumo.
Esteja de olho na evolução tecnológica, procure estar sempre em atualização sobre o assunto e invista naquilo que pode tornar o seu negócio mais qualificado.
Gostou de saber como iniciar a modernização do seu empreendimento? Então compartilhe este post em suas redes sociais e ajude outras pessoas a conhecerem melhor o assunto!
Você quer ampliar o alcance do seu negócio e a falta de capital representa uma barreira para isso? Nesse caso, uma alternativa é descobrir como conseguir investidores.
As estratégias vão depender de seu público-alvo, do serviço ofertado e de como a sua proposta de negócio pode impactar o mercado. O empreendimento precisa se mostrar rentável para despertar o interesse dos investidores, que, normalmente, buscam empresas iniciantes e com boas perspectivas de retorno.
Confira o post abaixo para saber onde encontrar investidores e descobrir se essa é uma alternativa interessante para impulsionar o seu empreendimento!
Qual é o objetivo dos investidores?
Você busca investidores que possam apoiar o seu negócio? Para encontrá-los, é preciso analisar os detalhes e o perfil de seu negócio, a sua concorrência e os seus diferenciais. O que faz com que a sua empresa se destaque?
Para despertar o interesse de investidores, um ponto importante é ter um negócio inovador. Sua ideia é realmente diferente? Entretanto, lembre-se de que, além desse aspecto, é preciso que a empresa ofereça um produto ou um serviço útil, que atenda às necessidades do mercado e resolva as dores dos clientes.
Para além das preferências pessoais, o investidor busca lucro. Ou seja, é fundamental que ele identifique um propósito claro na empresa, a relevância do produto ou do serviço para os clientes e uma proposta diferenciada da concorrência. Resumindo: seu negócio precisa ter um diferencial.
Quais são os tipos de investidores?
Mesmo que você tenha o perfil adequado para receber um aporte de investimentos, é essencial saber quem são os investidores para escolher aquele com maior afinidade com os seus objetivos.
Investidor anjo
Normalmente, os investidores anjo são pessoas físicas que fazem um aporte de capital em uma empresa inovadora, como uma startup. É importante entender que não se trata de uma ajuda ou colaboração, mas de um investimento com o intuito de gerar lucro.
Bootstrapping
Quando o próprio empreendedor financia o negócio, em parceria ou não com os sócios, o sistema é conhecido como bootstrapping. A maior parte das startups começa assim, até que surja um investidor.
Acelerador de negócios
As aceleradoras são empresas que apoiam e investem em startups. Funcionam como incubadoras, que ajudam no desenvolvimento do negócio, normalmente por tempo limitado.
Nesse período, oferecem apoio financeiro, treinamento e consultoria. Com isso, conquistam uma participação acionária na empresa.
Equity crowdfunding
Essa é uma estratégia para obter investimentos online. Nesse caso, quem investe recebe uma participação societária (equity) ou títulos da empresa que recebeu o aporte financeiro. Uma possibilidade de investimento é o fundo Criatec, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Como conseguir investidores?
Seja qual for a modalidade, para que possa obter investimentos, é crucial ter o negócio estruturado, com objetivos bem definidos, público-alvo e perspectivas de atendimento e crescimento.
Vale a pena ter uma boa apresentação do produto ou serviço, demonstrando os diferenciais e as projeções. É importante evidenciar que a ideia é interessante e tem potencial para crescer. Assim, é primordial estudar as características do negócio, os detalhes e perfil do público-alvo e a concorrência no segmento de atuação.
Além de descobrir como conseguir investidores, é preciso saber escolher, entre os potenciais interessados na proposta, aquele que tem maior afinidade com o negócio e expectativas alinhadas às perspectivas reais do empreendimento.
Inovação e criatividade são importantes ao formalizar parcerias. Gostou de saber mais sobre investidores que se interessam por negócios inovadores? Então, compartilhe nosso post em suas redes sociais e divida as informações com os seus contatos!
Como obter resultados em seus negócios sem deixar a empatia de lado? Muito tem se discutido sobre possibilidades de humanizar a relação entre profissionais de diversas áreas e clientes. O Human Centered Design (HCD) é um conceito cujo principal objetivo é justamente realizar essa conexão de forma estruturada.
Contudo, pode ser difícil encontrar material que explique todo o alcance do HCD e etapas práticas para a implementação. Neste post, oferecemos algumas dicas valiosas para agregá-lo ao seu negócio. Acompanhe conosco!
O que é o Human Centered Design (HCD)?
Também conhecido como Design Centrado no Ser Humano, é uma filosofia que capacita um indivíduo ou até uma equipe completa a projetar produtos, serviços, sistemas e experiências de modo a combater um problema de forma efetiva.
Esse conceito é aplicado para gerar novas soluções. Isso pode incluir melhorias aplicadas tanto a produtos quanto a serviços, além da empresa como um todo.
Um dos componentes do seu nome já fornece uma noção importante: ele é baseado em conceitos de design, mas é plenamente adaptável a outras áreas, firmando-se em três pilares principais:
colaboração entre as equipes internas;
empatia, que é a capacidade de se colocar no lugar do outro e entendê-lo melhor;
experimentação, para testar as ideias sugeridas por meio de experiências e verificação geral de hipóteses.
O principal proponente do HCD é um vencedor do prêmio Nobel, Herbert Simon. Além disso, o conceito foi desenvolvido e aperfeiçoado pela escola de design da Universidade de Stanford, uma das mais importantes do mundo.
O que distingue o HCD de outras abordagens de solução de problemas é o seu foco em entender a perspectiva da pessoa que experimenta um problema, suas necessidades e se a solução foi projetada de forma a realmente atendê-las.
Como aplicá-lo?
Com o tempo, a sigla HCD passou a significar, também, Hear (Ouvir), Create (Criar) e Deliver (Implementar). Essa nova abordagem foi desenvolvida pelo IDEO, uma multinacional de design e inovação sediada na Califórnia e com escritórios em todo o mundo.
Durante essas etapas, a equipe se concentra na busca de oportunidades e na proposição de ações concretas para agregar valor ao negócio. O primeiro passo, “Ouvir”, designa o momento em que os profissionais alocados coletam histórias e se inspiram nas pessoas que estão enfrentando um problema específico.
Desse modo, são organizados questionários, levados pela equipe nas pesquisas de campo. Já na fase de “Criar”, os gestores realizam seminários e reuniões diversas com o objetivo de organizar o que foi coletado nas visitas e começar a elaborar soluções e protótipos específicos para solucionar problemas.
A fase final, de implementação, tem a ver com a inserção de soluções específicas, por meio da avaliação de questões como custos, receitas e planejamento finais.
Aqui, tudo o que foi discutido nos passos anteriores se transforma em uma resposta concreta ao problema que a empresa deseja solucionar — expressa por meio de um produto ou de um serviço, por exemplo.
Etapas específicas
Agora que apresentamos um histórico do conceito, é interessante delinear um plano de ações para aplicar o HCD de forma prática em sua empresa.
1. Empatize
O princípio básico do HCD é que você deve realmente entender as pessoas que enfrentam um problema antes de projetar uma solução para atendê-las. Exercer a empatia é se colocar no lugar da comunidade que será afetada pela sua solução, de modo a descobrir o que ela fará para sanar os obstáculos.
Assim, os profissionais passam um tempo conversando diretamente com aqueles que enfrentam um problema, observando como o ambiente funciona e consultando especialistas sobre o assunto para entender todos os desafios que precisam ser superados para criar uma solução.
2. Defina
Esta etapa ajuda a configurar o restante do processo. Depois de aprender o máximo possível sobre o problema que deseja resolver, deve-se concentrar na ação que se deseja realizar. Por meio do HCD, se torna mais fácil questionar o porquê de certas situações continuarem ocorrendo.
A maneira como você define o problema é importante e deve ser formulada de modo a permitir a criatividade e a livre exposição de ideias.
3. Idealize
Agora que você entendeu melhor a perspectiva da pessoa que experimenta o problema, durante a fase da empatia, e definiu o que deve ser combatido, é hora de fazer um brainstorm com a sua equipe. Crie o maior número possível de soluções para o problema que você delimitou nas discussões anteriores.
É uma ótima ideia estimular os participantes da sua equipe de HCD a registrar as suas ideias — no papel ou em computadores, por exemplo. Desse modo, será mais fácil expor essas sugestões para que todos possam avaliá-las.
4. Prototipe
O objetivo, aqui, é criar algo que você possa testar para solucionar o problema. Visto que é um protótipo, é considerado um trabalho em andamento, não uma solução final.
Uma boa medida é que os praticantes tenham vários protótipos e experimentem cada um deles para ter uma boa ideia de qual seria o mais adequado para atender às necessidades da pessoa para a qual eles estão projetando.
Se o problema que a sua empresa quer solucionar é como vender mais pela internet, por exemplo, esse é o momento de testar diversas ideias: maior interação nas redes sociais, cupons de desconto, proposição de um clube de clientes fiéis etc.
Como o HCD coloca a empatia em primeiro lugar, é uma boa ideia consultar os clientes que mais interagem com a sua marca e colher informações sobre os quesitos nos quais a empresa pode melhorar.
5. Teste e interaja
Por fim, coloque as ideias e protótipos à prova. É aqui que a equipe identifica falhas, fraquezas e lacunas no projeto, aprimorando-o ao longo do caminho. Depois de consultar as pessoas sobre os problemas que a empresa deve resolver, é o momento de, enfim, testar o modelo diretamente com os clientes.
Uma boa dica é não defender a sua ideia a qualquer custo quando estiver em contato com o consumidor ou fornecedor. Deixe que ele exponha suas próprias opiniões — desse modo, você aprende mais sobre ele e suas demandas. Empatia, lembra-se?
E aí, curtiu o post e se interessou pelo curso do Sebrae? Então, acesse nossa página agora mesmo para conhecer mais informações!
A análise de tendências para o futuro da sua empresa, técnica conhecida como futurismo, permite identificar mais facilmente os gargalos corporativos e as oportunidades de negócio. Por meio dessa prática, é possível traçar cenários e avaliar quais as melhores ações em cada caso específico.
O uso desse conceito para avaliar as características e as perspectivas do negócio é um diferencial importante de mercado. Afinal, empresas que conseguem antever os problemas e traçar estratégias para contornar eventuais dificuldades se tornam mais competitivas e conquistam diferenciais significativos.
Quer saber como aplicar melhor o pensamento futurista em seu negócio? Confira mais detalhes em nosso post!
Como o futurismo impacta o seu negócio?
Como explicamos, a análise de tendências é fundamental para compreender melhor os cenários nos quais a sua empresa está inserida, assim como as particularidades de cada mercado. É possível promover melhorias, desenvolver novas tecnologias e, com isso, aproximar o seu público.
Existem vários exemplos de mercados que apostam no futurismo para conquistar diferenciais e obter melhores resultados junto ao seu público consumidor. Um desses casos é a indústria automotiva.
Além do desenvolvimento de combustíveis, que promovem maior eficiência energética dos veículos, várias tecnologias garantem melhores resultados e, por consequência, maior preferência dos consumidores, que passam a contar com veículos mais seguros e com menor consumo.
No entanto, isso não se aplica somente a empresas de grande porte. Uma oficina mecânica, por exemplo, precisa investir na capacitação de sua equipe para resolver novos problemas que surgem no dia a dia dos clientes.
Da mesma forma, uma loja de roupas precisa ficar por dentro das tendências da moda e, assim, antecipar compras para as próximas estações que irão agradar aos clientes. Afinal, normalmente, o tempo de confecção é demorado e as compras costumam ser efetuadas meses antes!
Isso vale para qualquer negócio. Salões de beleza precisam ficar de olho em novas técnicas e por dentro dos lançamentos cosméticos, além de prever épocas com maior demanda de clientes, escolas devem investir no uso de tecnologia para não perderem alunos e supermercados têm que incluir alimentos para dietas específicas às pessoas com restrição alimentares, entre outros.
Conseguir antecipar essas demandas dos clientes é uma forma de aplicar o futurismo nos negócios. A análise atenta de várias tendências e do comportamento do consumidor resulta em soluções interessantes para a sua empresa e gera oportunidades interessantes de negócio.
Quando o gestor consegue identificar tais tendências e se antecipar às necessidades dos clientes, a empresa conquista um diferencial competitivo importante, pois consegue prever urgências e criar soluções antes mesmo que o consumidor detecte a necessidade.
Quais as melhores dicas para aplicar o futurismo nos negócios?
Como explicamos, a aplicação do futurismo resulta em maior satisfação do consumidor. Assim, é importante adotar estratégias que permitam antecipar as tendências e os desejos de seus clientes, oferecendo soluções adequadas quando a necessidade surgir.
Confira as nossas sugestões para colocá-lo em prática!
Busque oportunidades de atualização
Os profissionais futuristas conseguem projetar, conforme estudos de mercado, o que o seu setor de atuação espera para o futuro. Para tanto, fazem análises não apenas de mercado, como também comportamentais, políticas e demográficas. É possível fazer isso por meio de pesquisas mais elaboradas, feitas por empresas especializadas, ou com a observação do comportamento de seus clientes.
Analise, por exemplo, qual a frequência de visita do cliente ao seu negócio, quais os itens mais consumidos e se existe procura por algo específico que ainda não faz parte de seu mix. Além disso, observe quem é o consumidor: faixa etária, sexo, escolaridade, entre outros detalhes que podem fazer diferença nas suas escolhas.
Além disso, procure informações sobre o seu mercado de atuação em revistas e sites especializados, compareça a feiras de negócios (que ajudam a fortalecer o seu networking) e fique por dentro das tendências da economia, que podem criar oportunidades interessantes para o desenvolvimento de novos produtos ou serviços.
Ao conhecer melhor esses detalhes, é mais simples oferecer soluções adequadas e promover a fidelização dos clientes.
Aproveite as oportunidades
É inegável que o futuro imaginado na “ficção hollywoodiana” está mais perto da realidade a cada dia. Por isso, é essencial que as empresas fiquem atentas às tendências e saibam aproveitar as oportunidades.
Além de buscarem informações por meio da observação do comportamento dos clientes e adotando as práticas citadas no tópico anterior, outras estratégias são também interessantes. Confira, por exemplo, os comentários de seus clientes nas redes sociais.
Além disso, use as informações com criatividade. Por exemplo, em 2015, quando a mudança na legislação relacionada aos funcionários domésticos tornou a contratação inviável para algumas famílias, surgiram várias empresas prestadoras desse serviço, de forma terceirizada. Esses empreendimentos aproveitaram uma oportunidade e conseguiram atender a um nicho de mercado recém-surgido.
Melhore o atendimento e a prestação de serviços
Ao identificar as necessidades de seu público, é preciso oferecer soluções de acordo com essas novas tendências. Assim, é importante que a sua empresa esteja preparada para a mudança, sabendo lidar com a transição dos clientes. Isso vale tanto para os produtos e serviços, quanto para a forma de atendimento.
Assim, vale a pena incluir novos canais de atendimento, de acordo com as características de seu público. No entanto, é importante também se preparar para a demanda que vai surgir. Por exemplo, ao criar uma estratégia de vendas online, é essencial oferecer respostas rápidas e ter preparo para lidar com situações adversas, como reclamações.
Entenda o funcionamento das tecnologias
Para entender melhor as necessidades de seu público-alvo, o uso da tecnologia é essencial. Seja para avaliar suas escolhas, seja para analisar dados de pesquisas sobre essas opções e tendências, os recursos tecnológicos são indispensáveis.
É essencial que você saiba utilizar as ferramentas de pesquisa de mercado, além de acompanhar dados econômicos, sociais e políticos, compreendendo quais os reflexos desses elementos em seu negócio. Além disso, como mencionamos, é preciso se preparar para adotar as ferramentas de tecnologia em seu empreendimento.
Ou seja, se você planeja começar a vender produtos ou serviços online, é fundamental manter um bom atendimento a esses novos clientes, assim como oferecer meios de pagamento seguros e prazos de entrega confiáveis. Caso sua opção seja manter uma rede social ou blog para divulgação, é necessário ter atenção e agilidade para solucionar dúvidas e problemas dos consumidores.
Perca o medo de aprender
Esse é um problema comum a muitos empreendedores, que acarreta dificuldades sérias ao desenvolvimento dos seus negócios. O gestor precisa conseguir contornar o receio de utilizar as novas tecnologias, perdendo o medo de cometer erros ou de outras situações equivocadas.
É natural que a tecnologia desperte algum tipo de receio, especialmente em pessoas que não estão habituadas a utilizá-la. No entanto, o medo de aprender e de fazer uso de novas ferramentas é uma barreira para os empreendedores, que precisam colocar em prática novas maneiras de diferenciação de seus negócios.
Então, aqui vai um compromisso: aposte na prática do futurismo, para que a sua empresa mantenha-se sempre atualizada, de olho nas principais tendências de mercado e aproveitando todas as oportunidades de crescimento e de desenvolvimento.
Quer aprender mais sobre essa técnica? Acompanhe os nossos textos para ficar por dentro das novidades!
Qualquer melhoria nas atividades de uma empresa, ou até mesmo em um projeto de expansão, esbarram na compreensão de que a tecnologia agora ocupa um lugar definitivo no ambiente corporativo.
A transformação digital, um desdobramento da internet que se tornou uma das principais motivações das mudanças na gestão de um negócio, está circundada de comportamentos, de conceitos e de estratégias.
Foi pensando nisso que desenvolvemos este post: para contribuir com o clareamento das ideias e com a construção de estratégias de preparação para receber as adaptações que a era digital propõe.
Esperamos que ele seja fonte de consulta e apoio para as suas futuras decisões! Vamos lá?
Conceito da transformação digital nas empresas
Mesmo quando a internet ainda não era uma potência e dava passos lentos na evolução do mundo, já se previa uma mudança digital agressiva. Talvez, os empresários não visualizassem o impacto ou até mesmo a necessidade de alteração na estrutura do negócio até, pelo menos, 30 anos antes.
É exatamente esse o conceito da transformação digital nas organizações: o uso da tecnologia para a melhoria da performance empresarial, visando ampliar e garantir que os resultados sejam cada vez melhores.
Não estamos falando apenas da troca ou da compra de equipamentos mais modernos ou do aumento na velocidade da internet, mas de uma mudança comportamental e inovadora na cultura organizacional quanto ao uso dos recursos tecnológicos como meio de gerar negócios.
As ferramentas são amplas, porém não devem ser incorporadas de uma só vez dentro da empresa. É fundamental avaliar o que se aplica e identificar o melhor momento de aderir a essa transformação.
Embora haja um estado de urgência devido ao volume de informação e inovação que recebemos todos os dias, esse é um momento de cautela e busca por esclarecimentos sobre as melhores alternativas tecnológicas para cada tipo de negócio.
Os benefícios da transformação digital para as corporações
Se o mundo está mais tecnológico e avançado, não há dúvidas de que estamos diante de um movimento benéfico para o universo corporativo. Quem toma decisão com base em resultados, sabe bem que os números acompanham tendências e que elas são movidas pelo que há de novo.
Encare os investimentos como um meio que será justificado pelos fins, pois, se os desafios são crescentes, sua empresa ter a digitalização como aliada pode agregar valor ao negócio e trazer junto um diferencial competitivo de mercado.
Com a ideia de melhoria, tanto os processos quanto o desempenho da equipe podem ser favorecidos e se tornar mais ágeis e precisos. Além do mais, quando essa engrenagem funciona adequadamente, é bem possível que se perceba uma economia significativa.
Preparação para o mercado
Para muitos empreendedores, adaptar-se à cultura digital não é simples ou fácil. Muito pelo contrário, causa desconforto e altera uma rotina já consolidada pelo trabalho e experiência. Entretanto, esse mesmo grupo de empreendedores sabe que não há chances de recuo.
Não importa a qual setor ou segmento pertença a sua empresa. Se toda a equipe não for agente de transformação, certamente, seu negócio terá interferência da inovação vinda de fora — ou seja, todo o mercado é afetado dentro do mundo digital.
A pergunta é: de que forma você deseja que esse impacto chegue à sua empresa? Se o caminho mais curto é o da adequação e aceitação, quais são os próximos passos para aderir e diminuir a “dor” dessa transformação? Assim, não espere consequências drásticas: aja preventivamente e a favor do seu negócio.
Dicas de preparação para a transformação digital
Uma pesquisa na internet sobre dicas e estratégias de adesão à transformação digital, disponibilizará uma gama de informações e orientações sobre a preparação para esse novo contexto institucional.
A visão é ampla, e só você saberá ao certo o que pode dar certo na sua organização, mas alguns aspectos são comuns a qualquer tipo de negócio, por isso, trouxemos dicas ampliadas que servem de exercício mental para a empresa se adequar e aprender a lidar com as exigências externas.
Analisar o mercado
Todo empreendedor com um nível alto de maturidade sobre o seu negócio tem perfil analítico de mercado, mas é fundamental desenvolver um olhar ainda mais apurado sobre o curso e o percurso de negócios que pertencem ao mesmo segmento.
Implementar a cultura de transformação
Como dissemos, apenas investir não é suficiente para uma plena absorção do que o processo da digitalização provoca nos setores e até mesmo nas estratégias. Todos — equipes e gestores — podem e devem desenvolver pensamento inovador sobre o uso de ferramentas tecnológicas como ferramenta de trabalho.
Adotar a tecnologia em todos os setores
Feito isso, será mais fácil, por exemplo, lançar mão de um sistema integrado que permita a comunicação entre todos os setores para facilitar a interação entre os envolvidos, o que inclui o cliente, que será beneficiado por um atendimento mais ágil e moderno.
Otimizar o setor de Tecnologia da Informação (TI)
Se a transformação digital nasce da tecnologia, nada mais justo que dar um upgrade no setor de TI e otimizar não só os equipamentos, mas os processos de implantação de uma rotina de processamento e gerenciamento de dados.
A coleta de dados e as informações produzidas podem ser compiladas e fornecer excelentes resultados numéricos, que, junto dos indicadores, são capazes de direcionar sua tomada de decisão.
Envolver os colaboradores
Com a cultura instaurada, todos os colaboradores devem ser envolvidos e chamados a um lugar de responsabilidade sobre o processo e o setor em que estiverem inseridos. Se cada um abraçar o novo e cumprir o seu papel, será mais fácil e menos doloroso sair da equivocada zona de conforto.
Apostar na capacitação
Esse é um ponto frágil, caso a empresa já esteja há muitos anos em uma trajetória de sucesso. É complexo pensar que a mudança é necessária para permanecer no mercado.
O consolo está em saber que muitos outros empreendimentos e empreendedores estão passando pelo mesmo dilema. Cada vez mais, percebemos o regresso de grandes empresários ao cenário das instituições de ensino para aprender e entender sobre esse fenômeno.
Nada melhor que buscar na fonte as informações necessárias em prol de uma mudança saudável na rotina da empresa e dos empregados. Quem é consumidor voraz de conteúdos da internet encontrará um volume grande de informação, mas trocar ideias é fundamental.
Muitas capacitações, palestras e cursos de pequena duração são o suficiente para atualizar os conhecimentos. Além disso, participar de eventos em que todos estejam interessados no mesmo assunto pode aumentar o network e resultar na expansão dos negócios no futuro.
Contar com a ajuda de especialistas
No Sebrae Alagoas, há um time de especialistas para ajudar empreendedores como você, que atravessam o momento delicado de adequação à transformação digital.
Para finalizar, a transformação do uso da tecnologia merece atenção por dar mostras de que sua interferência no mundo pode abrir vantagem competitiva e fortalecimento da marca para empresas que estão atentas ao faturamento e que, acima de tudo, não esperam que ele melhore sozinho.
Se você gostou desse post sobre transformação digital, entre em contato conosco para saber como podemos ajudar sua gestão e a sua empresa a adequar processos e pessoas ao novo cenário, em que esse novo conceito começa a reinar absoluto!
O crescimento do uso de internet e a popularização dos smartphones no Brasil trouxeram um efeito colateral importante para os negócios de varejo. Hoje, um número cada vez maior de consumidores compra em e-commerces ou pesquisa os produtos de seu interesse em sites diversos. Assim, montar uma loja virtual se tornou uma necessidade para as empresas que desejam crescer financeiramente.
Os números desse segmento, realmente, não deixam dúvidas sobre as mudanças de hábitos de consumo. De acordo com dados do relatório Webshoppers, divulgado em agosto de 2019 pela Ebit/Nielsen, o comércio virtual movimentou, em 2018, R$ 53,2 bilhões.
O estudo mostrou, ainda, que, no primeiro semestre de 2019, as vendas online aumentaram 12%, na comparação com o ano anterior. Além disso, nada menos do que 36% dos brasileiros já aderiram às compras pela internet, o que indica que montar uma loja virtual é um negócio promissor.
Acompanhe nosso post para mais detalhes!
Saiba mais sobre a evolução do e-commerce no Brasil
Como explicamos, as mudanças nos hábitos de compra estão impulsionando os negócios virtuais. Segundopesquisa da Escola de Administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP), na média, o Brasil já contabiliza dois dispositivos digitais por habitante (incluindo aparelhos celulares, computadores e tablets).
Outroestudo, elaborado pela consultoria App Annie, mostrou que o brasileiro passou mais de três horas por dia usando o smartphone em 2018. A maior facilidade de acesso à internet e o amadurecimento de novos consumidores (jovens que passaram a ter poder de compra) fez com que os negócios online apresentassem melhores resultados.
O relatório Webshoppers, inclusive, destaca que 5,43 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra online no Brasil no primeiro semestre de 2019. No universo desses novos compradores, estão a geração mais jovem, que cresceu conectada e agora tem poder de compra, e os demais consumidores, que passaram a utilizar a internet com maior confiança.
Os bens não duráveis são os produtos que mais se destacam no e-commerce. Confira os segmentos com melhor tendência de crescimento nas vendas online:
petshops;
alimentos e bebidas;
joias e relógios;
moda e acessórios;
itens automotivos;
móveis para escritório;
perfumaria, cosméticos e produtos de saúde;
brinquedos e games.
Boas estratégias de entrega são mais relevantes do que a região geográfica
A região com maior concentração de e-commerces, segundo o Webshoppers, é a Sudeste, que, em 2018, respondeu por R$ 14,9 bilhões de faturamento e cresceu 9%. Entretanto, outros mercados começam a se destacar. No mesmo período, a participação da região Norte cresceu 36%, embora o faturamento tenha sido de R$ 0,9 bilhões.
Apesar de o comércio virtual ainda ser menor em algumas áreas do país, é importante lembrar que as vendas online podem ser feitas para pessoas de qualquer localidade. No entanto, o valor do frete, muitas vezes, é um impeditivo. O Webshoppers apontou que 60% dos consumidores preferem pagar taxas de entrega menores, mesmo que a mercadoria demore mais tempo para chegar.
Confira as vantagens de montar uma loja virtual
Analisando os dados, é possível perceber que o e-commerce é, realmente, uma tendência, o que representa uma oportunidade para empresas que desejam crescer ou diversificar seus canais de venda. Atingir um público maior e reduzir custos são apenas algumas das vantagens de uma loja virtual. Confira, a seguir, outros diferenciais.
Maior visibilidade da marca
Como já mencionamos, as facilidades para o acesso à internet e o crescimento do uso de dispositivos digitais levam as pessoas a pesquisar os produtos de seu interesse na rede. Isso significa que sua marca terá maior visibilidade junto ao público com uma loja virtual.
Outro detalhe é que a presença online não tem barreiras geográficas, ou seja, pessoas das mais diversas localidades poderão ter acesso aos seus produtos e ofertas.
Disponibilidade 24 horas
Imagine que é um domingo à noite, horário em que a maior parte do comércio físico está fechada, e seu cliente resolve procurar justamente o produto que seu e-commerce oferece: a chance de efetuar a venda é alta.
Além desse detalhe, um canal virtual pode receber críticas, sugestões e até iniciar o atendimento por meio dechatbots, que fazem a triagem da demanda apresentada pelo consumidor. Em outras palavras, a loja virtual fica disponível para os clientes 24 horas por dia.
Ações de marketing direcionadas
Ao contrário de um comércio físico, em que os esforços de marketing são direcionados a um público maior, a loja virtual permite trabalhar melhor a segmentação.
Isso quer dizer que as ações podem ser feitas de acordo com as características de seu nicho de negócios. Você pode, por exemplo, divulgar o produto em redes sociais, fazendo anúncios específicos para atingir pessoas que têm afinidade com a sua marca.
Facilidade para mensurar o retorno e a aceitação
Em uma loja virtual, várias métricas são mais fáceis de ser calculadas do que em uma unidade física. É possível conferir quantas pessoas visitaram a página, por quais produtos mais se interessaram, quanto tempo permaneceram no site e como chegaram até o endereço (por meio de anúncio, busca no Google, digitando diretamente o nome da marca ou outros).
Também é possível analisar a taxa de carrinhos de compra abandonados e tentar compreender o comportamento do consumidor — qual a razão de a compra não ter sido finalizada? Entre os motivos mais comuns, estão o preço do frete elevado, prazo de entrega muito grande ou dificuldades relacionadas à oferta de meios de pagamento.
Possibilidade de conciliar a loja com outro trabalho
Se você está iniciando um novo negócio e ainda não tem segurança ou capital suficiente para deixar o emprego atual, a loja virtual também é uma ótima alternativa. Afinal, além de não precisar investir no aluguel de espaço e no pagamento de funcionários, essa modalidade de empreendimento permite que a gestão seja feita em qualquer horário.
É claro que, para que a iniciativa tenha sucesso, é preciso muita dedicação.Porém, ao conciliar os dois trabalhos, você consegue testar os produtos no mercado sem perder a sua fonte de renda principal. Outro benefício é ter mais tempo para estruturar o negócio.
Criar uma loja virtual é uma possibilidade interessante para empresas com as mais variadas experiências. Com o crescimento do e-commerce, essa alternativa se tornou viável para negócios de diferentes portes, nas mais diversas áreas. Se você deseja empreender em algum segmento do varejo, considere a possibilidade. As vendas digitais podem ser a sua porta de entrada!
Gostou de saber mais sobre o crescimento dos negócios virtuais? Compartilhe nosso post em suas redes sociais e divida essas ideias e novas estratégias de negócios entre os seus contatos!