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  • Marketing online e offline: saiba como integrá-los e obter bons resultados

    Marketing online e offline: saiba como integrá-los e obter bons resultados

    Realizar estratégias de marketing online e offline deve fazer parte da rotina de empresas de qualquer porte. Afinal, elas possibilitam reforçar a imagem da marca na mente de quem já é cliente, além de possibilitar a captação de novos leads.

    Atualmente, o ambiente online é bastante lembrado ao construir estratégias de marketing, porém a tendência atual é integrar canais online e offline, de modo a oferecer experiências distintas para públicos variados. Além disso, por meio do virtual e do presencial, é possível criar ações mais eficientes.

    A seguir, vamos explicar o que é marketing online e o que é marketing offline e vamos sugerir exemplos de como integrá-los!

    Marketing offline: o que é?

    Também conhecido como marketing tradicional, marketing de interrupção ou outbound marketing, esse tipo de marketing é utilizado até hoje para criar ações que ofertam produtos diretamente para o público.

    As ações de marketing offline se baseiam nas ofertas e na abordagem direta do cliente, oferecendo o produto ou serviço a ele. Suas ferramentas — como TV, rádio e flyers — são bons exemplos de mídias utilizadas no marketing offline que captam um grande público.

    Essas ferramentas, além de atingirem um público variado, possibilitam reforçar a imagem da marca, pois têm grande credibilidade.

    Marketing online: o que é?

    O marketing online, por sua vez, é o que acontece dentro da internet. Ele pode ser inbound, isso é, atrai o cliente por meio da criação de conteúdo, mas também pode ser feito de forma parecida com o offline, em posts patrocinados, banners e pop-ups, que são ferramentas que se baseiam na interrupção e oferta de produto/serviço.

    No caso da estratégia de interrupção, o público é impactado pelo conteúdo, por meio de mídia paga. Isso acontece, por exemplo, quando estamos navegando nas redes sociais e recebemos algum link, foto ou texto que foi patrocinado.

    no caso do inbound, o consumidor recebe o conteúdo porque, de algum modo, buscou por temas ou assuntos que dizem respeito ao universo daquela marca. É o caso do cliente que pesquisa em ferramentas de busca sobre alguma dúvida ou sobre algum tutorial e encontra as informações no próprio ambiente digital.

    O inbound pode utilizar estratégias pagas para disseminar conteúdo, mas também funciona de forma orgânica, ou seja, por meio da busca do cliente pelos assuntos que a marca compartilha e trabalha em redes sociais, sites e blogs.

    Como integrar marketing online e offline?

    Os dois tipos de marketing vão trazer bons resultados para a sua empresa. Mas é preciso, antes de escolher ferramentas e iniciar os investimentos nas estratégias, realizar um planejamento que considere:

    • público-alvo;
    • objetivo com a realização da ação.

    Isso significa que, por mais que você sonhe em ver sua marca sendo citada em um importante programa de TV, primeiramente deve-se analisar se o público realmente vê esse programa. O planejamento e a análise do público devem direcionar seu investimento sempre!

    As ações transmídia, aquelas que sejam online e offline, simultaneamente, fazem com que o público migre pelos ambientes, tendo, portanto, uma experiência mais completa sobre a marca.

    Um bom exemplo é a criação de folders com QR code, com o qual o cliente vai acessar online conteúdos sobre a marca ou mesmo ter acesso a algum desconto em produtos ou serviços.

    Outra forma de unir online e offline é criar eventos virtuais nas redes sociais, como o Facebook. Com esses eventos, você divulga eventos presenciais e, além de estimular a curiosidade das pessoas que confirmarem interesse, consegue ampliar sua base de contatos e de seguidores que, em seguida, vão prestigiar seu evento presencialmente.

    Por fim, é importante compreender que os tipos de marketing não são excludentes, mas podem se complementar na construção de sua estratégia. Por meio de uma campanha integrada e da utilização harmoniosa das mídias online e offline, sua marca conquistará maior público, o que vai gerar crescimento do negócio.

    Gostaria de saber mais sobre marketing online e offline? Temos um guia completo sobre marketing omnichannel!

  • 5 dicas de como crescer na crise e garantir mais vendas e lucros

    5 dicas de como crescer na crise e garantir mais vendas e lucros

    Não sabe como crescer na crise? Em meio à instabilidade econômica causada pela Covid-19, as empresas estão se reinventando para sobreviver a tudo isso. A inclusão de algumas estratégias — principalmente aquelas que focam na experiência do cliente — pode ajudar a contornar os problemas.

    O investimento em tecnologia também é uma excelente opção para quem deseja se destacar no mercado, por isso, é importante rever seu orçamento e priorizar essa estratégia.

    Neste artigo, listamos 5 dicas para você crescer no seu segmento, mesmo em meio à tensão, para conseguir garantir mais vendas e lucros. Continue a leitura!

    1. Identifique o comportamento das pessoas

    O comportamento dos consumidores mudou após a pandemia e eles estão cada vez mais exigentes com a qualidade dos produtos e serviços prestados. Portanto, é importante estar atento para não cometer erros que prejudiquem a experiência do cliente.

    Crie estratégias que facilitem o relacionamento com o consumidor. O delivery, por exemplo, se tornou fundamental para manter o mercado operando. Além de alimentos, existe delivery de bebidas (para bares) e até mesmo de roupas e calçados. Invista em um site para facilitar a exposição dos seus produtos.

    2. Conheça as dores de seu público-alvo

    As “dores” do seu público, isto é, os problemas que ele tem, podem mudar depois de um momento de instabilidade. Suponhamos que você tenha uma farmácia de manipulação. Após o Ministério da Saúde enfatizar a necessidade do uso do álcool em gel, você precisa se organizar para atender a essa demanda dos seus consumidores. 

    Do contrário, quem sairá ganhando é a concorrência. Sua referência sempre deve ser as necessidades do seu cliente. Nunca se esqueça disso.

    3. Mantenha presença nas mídias digitais

    As compras online dispararam com a pandemia, de acordo com dados divulgados no portal de notícias UOL. Isso mostra o quanto é importante se manter presente nas mídias digitais, pois é nesse ambiente que o seu público-alvo está.

    As redes sociais têm grande potencial de aumentar as vendas e gerar lucros mesmo em meio à crise. Elas ajudam, de maneira natural, a melhorar o relacionamento com o consumidor e incentivá-lo a conhecer seus produtos ou serviços.

    4. Aposte na inovação

    A inovação pode se tornar o diferencial competitivo que você procura para aumentar suas vendas e destacar o negócio durante e após este momento de instabilidade. Sendo assim, é muito importante investir em tecnologias que visam otimizar a produtividade da sua equipe e melhorar a experiência do cliente.

    Um exemplo de inovação é uma loja de roupas que monta um site para vender seus produtos e contrata serviço de delivery para as entregar as mercadorias.

    5. Adapte-se

    Adaptar-se ao cenário atual é fundamental para que seu negócio prospere. Sendo assim, faça investimentos que priorizem a automação e a flexibilização dos processos. Além disso, conte com o auxílio de profissionais qualificados para ajudar a colocar as estratégias certas em prática. Isso é essencial para gerar mais vendas e melhorar a lucratividade.

    Agora você já sabe como crescer na crise! Lembre-se de que manter um bom relacionamento com o consumidor é essencial para garantir que a concorrência não terá oportunidade de sair à sua frente.

    Por falar em relacionamento com o cliente, confira estas 5 dicas sobre como criar conteúdo para mídias sociais e potencialize seus resultados. Boa leitura!

  • Automação de marketing: 3 dicas de como utilizar essa estratégia

    Automação de marketing: 3 dicas de como utilizar essa estratégia

    Imagine se você pudesse automatizar algumas ações de marketing, entregando às máquinas algumas das tarefas manuais e liberar colaboradores talentosos para atividades mais criativas. Parece ficção científica ou um sonho distante?

    Na verdade, a automação de marketing já é um conceito amplamente difundido no mercado, que tem ajudado muitos profissionais a ampliar as suas abordagens. Neste post, falaremos sobre o conceito, os cuidados para conduzir uma estratégia e dicas para realizá-la. Boa leitura!

    O que é a automação de marketing?

    A automação de marketing pode ser definida como a prática de utilizar softwares e outras tecnologias para agir em larga escala e melhorar os resultados das ações conduzidas pela empresa. Por meio dela, fica mais fácil identificar e monitorar as preferências dos consumidores.

    A partir daí, será possível agir de forma personalizada de acordo com o público que se quer alcançar, melhorando o relacionamento com essas pessoas. É, também, uma maneira de municiar a equipe de vendas com detalhes mais precisos sobre os consumidores em potencial.

    A automação de marketing ainda reduz a carga de trabalho manual dessa área da empresa, mas sem comprometer os resultados. Ela ajuda a aumentar a eficiência do time e diminuir o tempo gasto para levar cada tarefa a cabo.

    Com uma ferramenta adequada, a empresa consegue criar uma campanha de e-mails direcionados, mas também agendar postagens nas mídias sociais de acordo com ações dos contatos (ou leads). Com a abordagem progressiva de uma boa estratégia de automação, que respeite cada etapa da jornada de compra, será possível mensurar os resultados das campanhas com mais precisão.

    Quais são as melhores estratégias de automação de marketing?

    A melhor maneira de explorar a automação de marketing é trabalhar uma gestão conjunta que envolva e-mails, mídias sociais e exploração do website da empresa. Vamos descobrir duas maneiras de fazer isso.

    Conteúdo dinâmico

    O conteúdo dinâmico consiste na exibição de diversas imagens, textos ou vídeos de acordo com a segmentação determinada pela empresa. Isso envolve fatores como gênero, preferências, histórico de compra, região de residência etc.

    O conteúdo dinâmico é adaptável aos interesses e baseado no comportamento do seu público. Ele pode ser exposto no corpo dos e-mails marketing, nas redes sociais e até mesmo nos anúncios personalizados da empresa.

    Ele é o principal responsável por impulsionar a interação direta com os leads. Desse modo, enviar um conteúdo errado para eles pode resultar na perda de um cliente em potencial. O objetivo aqui é desenvolver uma experiência personalizada, totalmente focada no visitante em um determinado momento.

    Assim, será mais fácil envolvê-lo e conquistá-lo. É preciso lembrar que um cliente em potencial visualiza ou interage com os conteúdos da empresa antes mesmo de abordar a equipe de vendas.

    Campanhas de nutrição e workflow

    É importante destacar que nem todos os visitantes do seu site estão totalmente preparados para adquirir um produto — mas todos eles são compradores em potencial. Isso significa que qualquer estratégia implementada determinará se um lead se tornará um cliente efetivo ou não.

    Uma campanha de nutrição consiste no envio de e-mails de forma progressiva, para alguém que se dispôs a recebê-los. Desse modo, o primeiro apresenta a empresa. O segundo começa a detalhar os produtos. O último é mais incisivo e apresenta as soluções para as dores da pessoa. Não há um número definido de mensagens para essa estratégia, mas 3 ou 4 são uma boa estimativa.

    O segredo para aproveitar esses leads é estimulá-los e nutri-los por meio de conteúdo dinâmico e campanhas adaptadas às suas demandas. Inclusive, essa automação ajuda a gerar mais leads a um custo reduzido em relação às campanhas estáticas não segmentadas.

    A empresa de pesquisa Forrester Research fornece dados animadores para quem deseja apostar na nutrição de leads: segundo um dos seus estudos, essa estratégia gera 50% a mais de leads prontos para as vendas, com um custo 33% menor em relação às outras ações.

    Cuidado com o funil

    Essa não é uma estratégia própria de automação de marketing, mas um cuidado que as empresas devem ter: atenção ao funil! Não adianta muito investir em um conteúdo impactante e desrespeitar as etapas da jornada de compra.

    Por exemplo: para um lead que apenas visitou o seu site e se inscreveu para receber e-mails não adianta muito enviar uma mensagem detalhando as características de um produto específico. Afinal, a dor daquela persona ainda não foi mapeada e não faz sentido oferecer uma mercadoria aleatória. Isso pode, inclusive, irritar um cliente em potencial, o afastando da empresa.

    Como realizar a automação?

    Agora, falaremos das estratégias efetivas.

    1. Escrever conteúdos relevantes

    Primeiro, é muito importante descobrir quais são as palavras-chave mais utilizadas pelo público-alvo nos mecanismos de busca. Técnicas de SEO são muito importantes nessa hora. A partir daí, será mais fácil criar conteúdos relevantes e direcionados — não se esqueça de explorar as mídias sociais!

    2. Criar e-mails de nutrição de leads

    Depois, é o momento de criar uma sequência de e-mails para cativar os compradores em potencial.

    Como mencionamos, é muito importante respeitar uma progressão: no primeiro e-mail, por exemplo, apresente a sua empresa. No segundo e-mail, divulgue as suas soluções. A última mensagem, ou o terceiro e-mail, será a mais objetiva, destinada a convidar aquela pessoa a entrar em contato direto com o negócio. Neste último e-mail, você pode optar por um CTA (Call-To-Action) que direcione para o seu WhatsApp Business.

    3. Investir em materiais ricos, como e-books e infográficos

    Invista no marketing de conteúdo. Isso pode ser feito por meio de um blog que demonstre que a empresa tem autoridade sobre um determinado assunto. Assim, pesquise sobre assuntos que tenham a ver com os seus produtos e tire dúvidas com artigos embasados.

    Além disso, diversifique os formatos: é possível contar com blog posts, mas também com e-books, infográficos, webinars e até mesmo os vídeos em um canal do YouTube. Experimente um pouco de cada e depois mapeie aqueles que apresentaram as maiores taxas de interação.

    Caso seja do seu interesse, você também pode investir nos guest posts: isso é, postagens sobre a sua marca em blogs de parceiros. É outra maneira de atingir mais pessoas e trabalhar na conversão. Depois disso, basta acionar as ferramentas de automação.

    Como vimos no texto, a automação de marketing é uma maneira de otimizar as suas estratégias. Com a utilização de softwares e ferramentas próprias para isso, como a Hubspot Marketing, a Mailchimp ou a RD Station, o fluxo de mensagens de uma ação de e-mails para leads, por exemplo, se tornará bem mais eficiente.

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  • Posicionamento de marca: o que é e como aplicar na sua empresa

    Posicionamento de marca: o que é e como aplicar na sua empresa

    Você tem uma real noção de como o público-alvo enxerga o seu negócio? Como a sua empresa tem se posicionado em relação ao cenário atual, com a crise financeira causada pela pandemia? Essas questões são de fundamental importância para o contexto atual.

    Afinal, além de conseguir sobreviver aos efeitos devastadores do coronavírus para o comércio, será preciso encontrar maneiras de cativar o público. O posicionamento de marca é uma estratégia que tem tudo a ver com essa preocupação. Neste post, falaremos mais sobre o conceito e como aplicá-lo. Siga a leitura!

    O que é o posicionamento de marca?

    O posicionamento de marca representa o modo pelo qual a empresa quer ser vista pelos seus clientes. Desse modo, ele está diretamente relacionado ao trabalho que a companhia realiza para ser reconhecida como uma instituição com valores positivos pelos seus consumidores.

    É importante, inclusive, esclarecer que o posicionamento de marca não é, necessariamente, como as pessoas veem a marca. Ele tem a ver mesmo com o que a companhia faz — não à toa, diversas empresas estão buscando melhorar e humanizar a sua imagem durante a pandemia do coronavírus.

    Como exemplos, podemos citar companhias como a Volkswagen, Mercado Livre e Audi, que modificaram suas logomarcas para enfatizar a importância do distanciamento social. Ou até mesmo a Apple, que tem doado máscaras, e o Google, que injetou 800 milhões de dólares em organizações de saúde.

    Como aplicar essa estratégia na empresa?

    Não é preciso ter uma empresa bilionária para posicionar sua marca de forma adequada. Vamos conhecer algumas estratégias eficientes.

    Investir em cultura organizacional

    Primeiro, é preciso disseminar uma cultura de empatia e preocupação com as necessidades do cliente por toda a empresa. Os gestores devem repassar instruções claras para os colaboradores, especificando o que efetivamente deve ser feito para posicionar o negócio de acordo com os objetivos.

    Além disso, seguindo os exemplos mencionados anteriormente, que tal adicionar a preocupação com a pandemia à cultura organizacional da empresa? É uma maneira de humanizar a marca e estreitar o relacionamento com os clientes.

    Mostre quem são os colaboradores por trás do negócio e publique (nas redes sociais e no blog) como o negócio tem feito para manter a segurança dos seus funcionários e clientes.

    Construir presença digital e autoridade

    Como mencionamos, o posicionamento tem tudo a ver com um trabalho interno para melhorar a percepção dos clientes sobre o negócio. É impossível fazer isso sem uma interação direta com o público e sem elementos que demonstrem que a marca é uma autoridade em seu ramo.

    Por isso, além do marketing de conteúdo, é uma ótima ideia escalar colaboradores para interagir diretamente com as pessoas nas redes sociais, sempre com respeito e educação. Caso não haja esse contato, a empresa corre o risco de ser vista como distante e pouco interessada nas dores do seu público.

    Fazer tudo pensando no seu público-alvo

    Além do contato próximo nas redes sociais e nos outros canais de atendimento, como telefone, chat e e-mail, a satisfação do cliente deve ser a prioridade número 1 do negócio. Para garantir isso, é necessário buscar um equilíbrio durante as etapas da jornada do consumidor.

    Ela engloba desde o momento no qual o cliente começa a pesquisar por um produto até o pós-venda. O consumidor tem que ser bem atendido em todas as etapas do processo. Vender um produto de qualidade, mas ignorar as dúvidas que ocorrem em um momento posterior à compra, por exemplo, causará danos à reputação da empresa.

    Além disso, a preocupação com o público-alvo deve englobar, também, as estratégias de venda. Por meio de ferramentas de Big Data e análise de dados, será mais fácil mapear a persona e oferecer produtos cada vez mais personalizados. E o melhor: direcionados para as pessoas certas.

    Construir um bom relacionamento com o cliente

    Para manter um bom relacionamento com os consumidores, é indispensável investir na estratégia omnichannel. Ela pode ser entendida como um modelo de vendas multicanal, que proporciona que os clientes tenham uma boa experiência de compra em qualquer um dos canais da empresa, online ou offline.

    Do mesmo, diversifique suas opções de contato: dê atenção às mídias sociais, mas não abandone o bom e velho e-mail. Considere, também, oferecer serviços pelo WhatsApp. O posicionamento de marca está ligado às ações da empresa para construir uma boa imagem junto ao público e ao mercado como um todo.

    Como vimos no post, é possível desenvolver ações em vários níveis para demonstrar a preocupação do negócio com àqueles que se relacionam com ele.

    Gostou do artigo e quer ler mais sobre como a pandemia tem afetado o consumo? Então, aproveite a visita e leia o nosso post sobre as principais tendências do cenário atual!

  • Sustentabilidade do negócio: 7 dicas para sua empresa sobreviver à crise

    Sustentabilidade do negócio: 7 dicas para sua empresa sobreviver à crise

    A crise do coronavírus é um balde de água fria em diversos setores do comércio. Muitas pessoas perderam seus empregos ou reduziram a sua jornada de trabalho, o que tem afetado o poder de compra dos brasileiros. Nesse novo cenário, as empresas têm que se reinventar para continuar lucrando.

    Pensando nisso, preparamos um post para mostrar como a empresa pode buscar a sustentabilidade do negócio, mesmo nesse período de crise. É hora de apostar no ambiente on-line e planejar as contas com cuidado. Siga a leitura!

    1. Cortar despesas

    Primeiro, é importante cortar todas as despesas que não sejam fundamentais para a condução do negócio e não agreguem valor imediato.

    Alguns exemplos são contas em plataformas, lojas e serviços que não sejam urgentes para o momento. Caso seja possível, estude os contratos com fornecedores e tente renegociar novas condições.

    2. Estabelecer um plano de contingência

    Outra tarefa importante é desenvolver planos para diferentes períodos: ou seja, englobando o curto, o médio e o longo prazo. Dessa forma, será possível contemplar diversas situações e se prevenir para cada uma delas.

    Para fazer isso, contemple meses extras após o término da pandemia para se reerguer. Afinal, muitas pessoas perderam seus empregos e estão relutantes em voltar a consumir. Trace diversos cenários, tanto otimistas como mais pessimistas.

    Desse modo, ao situar a empresa em diferentes contextos (tanto em períodos hipotéticos de queda como naqueles em que pode ocorrer uma alta das vendas), será mais fácil entender o que fazer em cada uma dessa situações.

    3. Apostar nas ferramentas virtuais

    O distanciamento social pode ser, também, uma maneira de modernizar o negócio. Aplicativos como Zoom, Slack e Google Hangouts podem ser utilizados para agregar colaboradores ao trabalho remoto, tornando a empresa mais conectada.

    Além de manter o negócio operando mesmo com os colaboradores à distância, sua empresa investirá ativamente em uma estratégia virtual buscar novas práticas, preparando-se para captar mais clientes por meio das plataformas on-line.

    4. Fortalecer sua plataforma de comércio eletrônico

    Como menos pessoas saem às ruas, apostar no comércio eletrônico é uma maneira de garantir que elas ainda estejam conectadas à sua marca. Além disso, aposte no delivery — você pode até mesmo se cadastrar em plataformas como o Uber Eats ou o Rappi para agilizar as entregas.

    Não se trata de mero “achismo”: o comércio on-line chegou a crescer mais de 70% em 90 dias de pandemia. Para atingir esses consumidores, é imprescindível apostar nas mídias sociais e no site da marca.

    5. Concentrar-se em seus pontos fortes

    Quais são os produtos e serviços capazes de render lucros para sua empresa no presente? São eles que manterão o negócio funcionando, então se concentre no que você faz de melhor — e que realmente gere vendas.

    Uma boa ideia é pensar nas atividades que exigem menos trabalho e geram alto impacto. Use o Princípio de Pareto, que trabalha com a proporção 20/80, ou seja: com 20% do esforço de produção, qual atividade atual pode render 80% de lucro? Pense naquelas com maior retorno geral e se concentre nesses pontos fortes.

    6. Reinventar o modelo de negócio

    Mesmo com todas as dificuldades, esse período tem gerado várias histórias de reinvenção do modelo de negócio. Uma matéria da Folha de S. Paulo mostra um exemplo interessante: uma cafeteria que tinha 99% da sua clientela no próprio edifício onde operava a loja conseguiu se remodelar apostando no delivery.

    Isso foi possível com a ajuda de uma influencer digital, uma prática que também pode ser adotada por outras empresas. Já outra cafeteria aproveitou para montar um catálogo digital, por meio de um showroom na internet.

    A matéria também mostra que estabelecer um programa de pontos para pessoas que indiquem outros clientes também tem sido uma medida eficiente. A sua empresa também pode aproveitar esse período para encontrar novas formas de chegar aos clientes. Outro exemplo interessante é a adoção de vouchers, que se transformarão em ordens de pedido vantajosas quando a loja reabrir.

    7. Humanizar a marca

    Sua empresa pode humanizar a marca mostrando os trabalhadores por trás dela, além de apresentar os esforços dos gestores em manter essas pessoas em um ambiente seguro de trabalho. Os colaboradores podem ser representados como pessoas comuns que também estão sofrendo com a restrição do comércio.

    Além disso, sua marca pode se posicionar como educadora, divulgando conteúdos (no blog e nas mídias sociais) úteis para as pessoas. É uma boa ideia escrever artigos que linkem os produtos do negócio com as principais medidas de proteção contra a doença, como:

    • uso de máscara;
    • higienização das mãos;
    • isolamento social.

    Assim, empresas do ramo de saúde, por exemplo, podem concentrar seus textos em cuidados de higiene. Já negócios de tecnologia podem enfatizar a importância de ter bons equipamentos para combater o tédio trazido pelo isolamento social. Buscar esse tipo de equilíbrio será muito importante para manter a sustentabilidade do negócio.

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  • 4 dicas de como montar uma vitrine virtual para atrair mais clientes

    4 dicas de como montar uma vitrine virtual para atrair mais clientes

    Mais que um espaço para a apresentação de produtos e serviços, a home do seu e-commerce é um importante veículo para a captação dos clientes. Além de aumentar a visibilidade de seu site, esse espaço deve ser convidativo para estimular a permanência do consumidor e garantir a conclusão da compra, mas você sabe como montar uma vitrine virtual?

    Este artigo foi desenvolvido especialmente para quem deseja explorar os potenciais da fachada da loja virtual. Com nossas dicas, descubra como consolidar sua marca, encantar os consumidores e realizar mais vendas.

    O que é vitrine virtual?

    Assim como em uma loja física, a vitrine virtual é o cartão de visitas do seu site e dá uma prévia do que o consumidor vai encontrar em seu e-commerce. Ela deve ser personalizada de acordo com a identidade da marca e objetivos do negócio. Uma empresa que trabalha com diferentes coleções ao longo do ano pode ter uma grande foto de destaque na página inicial do site encaminhando para os produtos, por exemplo. Outro tipo de negócio pode preferir a descrição da marca em um banner, apresentando os produtos em ícones menores ao final da página.

    Como montar uma vitrine virtual certeira e sedutora?

    Confira as nossas dicas a seguir e descubra os elementos que tornam a página inicial de sua loja virtual mais eficiente.

    1. Escolha bem os produtos

    Merecem destaque, na vitrine, os produtos que são mais adequados à sua persona. A disposição desses itens pode ser feita a partir de grupos. Veja alguns exemplos:

    • produtos mais vendidos: essa organização é um jeito simples de apresentar sua marca e indicar os itens preferidos dos consumidores;
    • produtos em promoção: aproveite para divulgar as mercadorias paradas no estoque com descontos especiais para atrair os visitantes;
    • produtos sazonais: apresente uma lista com os artigos mais vendidos em datas comemorativas.

    2. Garanta uma boa variedade de itens

    O ideal é que exista um rodízio de apresentação dos produtos para que o consumidor possa visualizar a variedade de itens disponíveis em seu e-commerce.

    Além disso, sempre que incluir novos itens na loja virtual, certifique-se de incluí-los na home. Já os produtos de datas temáticas devem ser retirados da página inicial assim que for encerrado o período comemorativo. Também não deixe de excluir os anúncios dos produtos que estão fora do estoque. Nada mais frustrante para o consumidor que encontrar um anúncio atrativo e não poder concluir a compra.

    3. Ofereça uma interface de fácil navegação

    O e-commerce deve ser projetado com o intuito de facilitar a acessibilidade e navegação dos usuários. Algumas funcionalidades devem ser priorizadas, como o design responsivo, que facilita o acesso à loja virtual tanto no computador quanto nos dispositivos móveis. Também é importante incluir em sua vitrine:

    • apresentação das opções de pagamento e frete;
    • filtros que ajudem o consumidor a refinar a pesquisa;
    • botão para a criação de conta para agilizar o processo de pedidos;
    • “fale conosco” ou chatbot para esclarecer dúvidas; 

    4. Explore o marketing sensorial 

    Apelar para os cinco sentidos em uma interação virtual pode ser desafiador, mas, apesar das limitações, é possível implementar o marketing sensorial e gerar mais vendas em uma loja virtual.

    Escolha um layout convidativo e explore o sentido da visão com o uso de cores utilizadas na identidade visual da marca. Aposte em imagens de alta qualidade e textos descritivos que destaquem as características do item anunciado. A inclusão de vídeos explicativos, que apresentam ou complementam os anúncios, também funcionam como uma estratégia para a atração e conversão dos clientes.

    Essas ações são o ponto de partida que orientam como montar uma vitrine virtual, mas existem muitos outros recursos a serem explorados. Visite os sites de outras empresas e inspire-se. Não se esqueça de fazer testes para garantir que a página atenda às necessidades dos clientes e esteja aberto ao feedback dos visitantes para aprimorar a navegabilidade de sua vitrine.

    Por fim, compartilhe essas dicas nas redes sociais e ajude outros colegas empreendedores a atrair mais clientes no e-commerce.

  • O futuro do varejo: como será a sua relação com o novo cliente após a pandemia

    O futuro do varejo: como será a sua relação com o novo cliente após a pandemia

    O futuro do varejo é muito promissor. Quem souber aproveitar as oportunidades tem grandes chances de fazer o seu negócio crescer e sair na frente da concorrência. Os consumidores estão cada vez mais exigentes e a pandemia tem intensificado isso, uma vez que eles precisam ter acesso aos produtos, mesmo com as exigências de distanciamento social.

    Sendo assim, quanto mais você melhorar a experiência do seu cliente, oferecendo a ele comodidade e, claro, excelente atendimento, é muito provável que o seu negócio comece a se destacar naturalmente.

    No entanto, a preocupação de muitos empreendedores está relacionada ao momento pós-pandemia. Como será a relação com o novo consumidor? É isso que explicamos neste artigo. Confira!

    Como o varejo vai sair da pandemia?

    A pandemia impactou muito a vida e o comportamento das pessoas, sem contar os seus anseios e preferências. O varejo tem grandes chances de sair mais forte dessa crise, mas para isso precisa se adaptar às novas exigências do consumidor.

    O uso da tecnologia, por exemplo, se faz indispensável para acelerar o atendimento e otimizar a experiência do consumidor. O delivery é outra característica que precisa ser implementada na maioria dos negócios, pois, quanto mais cômodo for para o cliente adquirir um produto, maiores serão as chances de melhorar o seu faturamento.

    O novo consumidor estará ainda mais preocupado com questões relacionadas à saúde e aos problemas sociais. Sendo assim, é importante adaptar-se a essas exigências, a fim de evitar a queda nas vendas.

    Quais as principais mudanças que devem ocorrer na sua configuração?

    O futuro do varejo sofrerá algumas mudanças importantes, tais como:

    • redesenho: agora, os consumidores darão preferência para ambientes mais cleans, que passam uma sensação de segurança em relação ao seu bem-estar. Portanto, os pontos de vendas precisam trabalhar cores claras, vidros e seus espaços precisam ser bem arejados;
    • auto check-out: os pagamentos via celular são tendências para o período pós-pandemia, pois os clientes não estão dispostos a enfrentar filas e ficando expostos a riscos;
    • maior dedicação à implantação do marketing sensorial: o marketing sensorial ajudará o cliente a tomar suas decisões de compra mais rápido, porém, tenha atenção para não infringir nenhuma exigência de higienização, principalmente se o sentido explorado for o tato ou o paladar;
    • maior valorização do comércio local: quanto mais o comércio local colabora com a população, mais a população valorizará o comércio local.

    Como será a relação do comércio varejista com o novo cliente?

    A relação do comércio varejista com o novo cliente será mais exigente e consciente do que antes da Covid-19. O consumidor terá algumas regras em mente, como: 

    • mais segurança e higiene: consumir presencialmente deve ser algo seguro;
    • mais comodidade para realizar suas compras: ficar mais tempo em casa será o novo normal;
    • atendimento ágil e facilitado: acesso a novas tecnologias contribuirão positivamente na sua decisão de compra, entre outros.

    Embora a expectativa do futuro do varejo seja animador, muitas dúvidas podem surgir ao longo dessa jornada. O importante nesse momento é que você faça a sua parte e continue se mantendo focado na experiência do seu cliente, oferecendo a ele facilidades para melhorar o relacionamento entre vocês.

    O que acha de ajudar outros empreendedores a ficarem por dentro desse assunto? Compartilhe esse artigo nas redes sociais e nos ajude a conscientizar mais pessoas!

  • 6 vantagens de usar o marketing sensorial em seu negócio

    6 vantagens de usar o marketing sensorial em seu negócio

    Melhorar a experiência do consumidor é uma obrigação de qualquer negócio e esse é um dos principais objetivos do marketing sensorial. Você sabia que os sentidos influenciam muito na decisão de compra e têm o poder de manter os clientes dentro das lojas? Investir nessa estratégia só tende a melhorar os resultados da sua empresa.

    Quanto maior for a satisfação dos seus consumidores, maiores serão as chances de ele indicar seu produto ou serviço para amigos, colegas e familiares. No entanto, quando a experiência não é nada agradável, o efeito contrário também acontece. É muito provável que o cliente expresse sua insatisfação publicamente.

    Quer entender mais sobre o marketing sensorial para surpreender seus clientes e fazer com que eles se tornem fãs da sua marca? Então continue a leitura deste artigo e descubra as vantagens que essa estratégia tem a oferecer para o seu negócio!

    O que é marketing sensorial?

    O marketing sensorial refere-se a uma estratégia que faz uso dos cinco sentidos do ser humano para despertar o desejo de adquirir um produto ou serviço, tendo como base a experiência que ele teve naquele momento.

    Essa estratégia pode ser estimulada por meio:

    • do olfato: esse sentido é afetado pelo cheiro dos produtos, como quando você entra em uma perfumaria e sente as fragrâncias disponíveis para compra;
    • da visão: a visão é estimulada quando o público olha para uma imagem que chama a sua atenção e desperta um desejo, como uma foto de uma comida que aparenta estar deliciosa;
    • da audição: músicas e sons ajudam a tornar o ambiente do estabelecimento mais aconchegante. A sonorização em um ponto de venda, por exemplo, ajuda a atrair mais clientes e proporciona uma sensação de prazer, o que estimula a decisão de compra;
    • do paladar: esse sentido é estimulado quando a pessoa percebe um gosto particular no produto, mesmo que ele seja comum no mercado;
    • do tato: o tato precisa passar uma sensação de familiaridade com o produto, a fim de que o cliente se imagine usando aquela mercadoria. Permitir que ela sinta a textura da roupa e outros objetos é importante para saber se aquele produto atende às suas necessidades.

    Quais as principais vantagens do marketing sensorial?

    Agora que você já sabe o que é marketing sensorial, apresentamos as 6 principais vantagens que essa estratégia oferece para a sua empresa. Confira!

    1. Estimular o desejo de compra

    Muitas vezes, as pessoas deixam de comprar um produto porque ficam amedrontadas pelo fato de não gostarem dele quando chegar em casa.

    Para quebrar esse tipo de objeção, é importante passar para o potencial cliente a sensação de usar determinado produto. Suponhamos que você esteja trabalhando com uma nova marca em seu supermercado. Permitir que seus clientes a experimentem é uma estratégia muito eficiente para otimizar as suas vendas.

    Dessa forma, é possível estimular o consumidor a tomar uma decisão e, ao mesmo tempo, melhorar a rotatividade de um produto ainda desconhecido e com pouca procura.

    2. Criar vínculos emocionais com o consumidor

    Você lembra de alguma empresa com carinho? Não apenas pelo bom atendimento, mas pela satisfação com o produto final? Quando você vai a um restaurante, por exemplo, e sente aquele cheirinho da sua comida preferida, só de lembrar agora, não dá vontade de ir até lá?

    São esses os vínculos emocionais que são criados com o marketing sensorial. O cliente passa a lembrar da sua empresa pelo cheiro, por uma imagem associada a ela, pela música de um cantor preferido, entre outras situações.

    3. Explorar os produtos

    O marketing sensorial permite que o cliente explore seus produtos para entender melhor os benefícios que ele oferece. Suponhamos que você tenha uma loja de colchões. Antes de adquiri-lo, é importante que o consumidor deite nele (sem aquele plástico usado para proteger o material) e analise se o produto atende às suas necessidades.

    Ao investir nesse tipo de estratégia (tato), fica mais fácil até mesmo de convencê-lo a levar para casa um produto de alto valor, como os colchões que contam com massageadores e aqueles que oferecem melhor qualidade.

    4. Fidelizar e encantar clientes

    A confiança é a base do relacionamento com o cliente. Quando o consumidor confia em uma empresa, dificilmente ele dará preferência para outra. Portanto, ter essa credibilidade com o seu consumidor é fundamental para sair na frente da concorrência e ganhar mais espaço no mercado.

    Nesse momento, o marketing sensorial pode ser usado até mesmo em lojas online. Com a crianção de um bom layout, uso de fotos atrativas e com uma ótima descrição dos seus produtos, fica mais fácil de atrair e fidelizar os seus clientes. Você pode até mesmo criar uma playlist para tocar enquanto o cliente navega pelo site.

    5. Influenciar a decisão de compra

    Consumidores odeiam se sentir pressionados no momento da compra. Sendo assim, incentivá-los a tomar uma decisão rápida pode surtir efeito contrário dos seus objetivos. No lugar de adquirir o produto, ele sairá do seu estabelecimento descontente e, muitas vezes, até mesmo com um sentimento negativo. Isso contribui para que ele nunca mais volte para comprar algo em sua empresa.

    O marketing sensorial influencia a decisão de compra de maneira natural. Ao explorar um dos cinco sentidos, automaticamente o cliente passa a se sentir mais confiante no seu produto. Logo, ele toma sua decisão baseado na experiência que ele teve ou deseja ter.

    6. Desenvolver uma identidade

    Para desenvolver uma identidade da marca é preciso ir além de apenas oferecer um produto ao cliente. Nesse momento, o marketing sensorial ajuda o seu negócio a atingir o subconsciente do consumidor e se conectar com ele.

    Por exemplo, uma loja que tem um aroma exclusivo, uma playlist que agrada os seus clientes e uma embalagem única e interessante, faz com que o seu público se identifique com ela e, consequentemente, seja a sua preferência sempre que precisar de algo relacionado ao que ela vende.

    Percebeu a importância de surpreender o seu cliente? São essas experiências que o tornará fã da sua marca, o que destacará facilmente o seu negócio dos seus concorrentes. Portanto, não deixe de investir nas estratégias de marketing sensorial para melhorar a credibilidade da sua empresa no mercado.

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  • 6 dicas de como montar um delivery e obter mais lucro

    6 dicas de como montar um delivery e obter mais lucro

    Nós últimos meses, houve uma procura muito grande por parte dos empreendedores sobre como montar um delivery. A pandemia do coronavírus mostrou a importância de nos reinventarmos e nos adaptarmos às novas necessidades de consumo.

    Com o fechamento temporário de muitos comércios, desde o início dos decretos de isolamento social, as compras por delivery cresceram 59%. Oferecer esse serviço é uma maneira de ter uma fonte a mais de vendas e de expandir o seu atendimento. Além de atender aos consumidores que não querem ou não podem sair de casa.

    No entanto, não é raro encontrar clientes que reclamam de alguns serviços de entrega e de negócios que têm prejuízos. Normalmente, isso acontece pela falta de planejamento e organização.

    Se você tem tido esses problemas ou precisa saber como montar um delivery, acompanhe este artigo!

    As vantagens de montar um delivery

    São diversos os motivos pelos quais os serviços de entrega estão se tornando indispensáveis para muitos consumidores.

    Apesar de muito comum em restaurantes e lanchonetes, a entrega também é uma opção importante para aproveitar as oportunidades de outros setores. As lojas de roupas, maquiagem, papelaria e equipamentos eletrônicos também perceberam um aumento nos pedidos e solicitações de entrega por delivery durante a pandemia.

    Essa é uma oportunidade e tanto para as empresas aproveitarem para aumentar as vendas e fidelizar os clientes. Veja só o porquê.

    Oferece maior comodidade aos clientes

    Correria do dia a dia, aumento de consumidores com acesso à internet, pandemia e cozinhas cada vez menores. O delivery é um serviço que oferece comodidade para esses e outros tipos de clientes que não querem cozinhar ou não podem sair de casa para comprar comida.

    Para fazer um pedido, basta seguir poucos passos, alguns cliques na tela do celular e pronto! O consumidor não precisa nem sair do sofá.

    Possibilidade de aumentar a clientela

    Montar um delivery também é importante para aumentar a quantidade de clientes. Esse serviço diminui as barreiras geográficas. Pense só: muitos clientes preferem frequentar locais próximos de casa, pois já os conhecem e é mais rápido e econômico para chegar.

    Já as entregas podem atender pessoas de outras regiões que não conheceriam o seu negócio se não fosse pelo delivery.

    Otimiza o atendimento

    Consumidores não gostam de esperar. Pior ainda se essa espera for para ficar em filas aguardando atendimento e o pedido. Quando corretamente organizado, o delivery é um serviço rápido tanto para o cliente quanto para a empresa. O consumidor não precisa esperar muito nem ir ao estabelecimento.

    Aumenta o faturamento

    O aumento do faturamento com as vendas é resultado da expansão do seu atendimento para outras regiões, rapidez, praticidade do serviço, aumento dos clientes e otimização do atendimento — consegue atender mais pessoas.

    Como montar um delivery

    Para alcançar esses resultados positivos no seu delivery, não basta contratar motoqueiros e sair fazendo entregas desordenadas ou somente se cadastrar em um aplicativo sem planejamento. O descontrole pode ter um efeito contrário, gerar prejuízos e clientes insatisfeitos.

    Veja como montar um delivery e os passos que não pode ignorar.

    1. Planeje

    Toda e qualquer mudança ou estratégia precisa começar pelo planejamento. Você precisa definir os canais que utilizará no seu delivery, se terá entregadores contratados ou freelancers, qual será a sua região de atendimento, cardápio e plataforma ou sistema para gerenciar esses pedidos.

    2. Faça uma análise da concorrência

    Avaliar a concorrência é necessário para que ofereça serviços melhores. Será importante identificar o preço praticado pelos concorrentes, se cobram pelas entregas, o tempo que levam para finalizar o pedido e os produtos disponibilizados.

    Lembrando que nem sempre ser melhor que o concorrente é ser o mais barato. Muitos clientes buscam por propostas de valor, rapidez e uma boa experiência do atendimento ao produto.

    3. Considere ter a sua própria frota

    Em relação aos entregadores, você tem a opção de montar uma frota própria ou de terceirizar. Apesar de a terceirização sair um pouco mais em conta, ela pode gerar problemas com irresponsabilidade dos profissionais e a falta de entregadores em horários de pico dos pedidos.

    Então, pense em montar a sua própria frota, pois assim você conhecerá os entregadores, definirá critérios para a contratação, conseguirá alinhar as demandas e rotas, além da quantidade de profissionais disponíveis.

    4. Garanta produtos de qualidade

    Nem só o setor alimentício usa o delivery. Qualquer tipo de comércio pode montar um delivery, mas um fator deve ser unânime: a qualidade e integridade dos produtos. Será necessário cuidar das embalagens e do transporte.

    Alimentos e produtos que chegam amassados, abertos ou revirados prejudicam a sua imagem e a satisfação do cliente. Além disso, se for do setor de alimentação, preze pela qualidade dos pratos como se o cliente estivesse no seu estabelecimento. Não faça nada as pressas para atender mais clientes.

    5. Acompanhe todo o processo produtivo

    O processo do delivery precisa ser muito organizado para não fazer entregas erradas ou prejudicar o tempo de entrega e qualidade dos produtos. As tarefas precisam ser distribuídas de maneira eficiente.

    Se a mesma pessoa responsável por receber e gerenciar os pedidos for a que prepara o alimento ou o produto, certamente haverá problemas. Então, conheça e acompanhe de perto todo o fluxo de trabalho do delivery, desde o recebimento do pedido até a entrega para o cliente.

    Assim, você será capaz de identificar algum problema ou falha no meio desse caminho e solucioná-lo antes que prejudique a satisfação do consumidor. Também é fundamental capacitar a sua equipe para alinhar objetivos e ter um time eficiente.

    6. Utilize as mídias sociais para divulgação

    Depois de montar o delivery e organizar todo o processo, é o momento de fazer a divulgação para que os clientes saibam desse serviço. As mídias sociais são as melhores ferramentas para isso, pois têm um bom alcance e ainda trabalham no engajamento do seu público.

    Se você tiver o contato de clientes, por exemplo, pode utilizar o WhatsApp Business para enviar informações sobre o delivery, como horários de entrega e taxas. O Facebook e o Instagram são locais indispensáveis e que a empresa precisa estar, pois são canais que a maior parte dos seus clientes utilizam.

    Publique o seu cardápio das entregas e informações do delivery; folders com promoções e ofertas exclusivas para os seus seguidores também é uma ótima opção. Além disso, se tratando de serviços online, é importante considerar estratégias de marketing omnichannel.

    Entender como montar um delivery vai além de somente contratar entregadores e receber pedidos. Organize o fluxo das solicitações, avalie os valores dos produtos e da entrega e veja o que os seus concorrentes estão praticando para oferecer melhores serviços e, assim, fidelizar clientes.

    Gostou das nossas dicas? Se sim, não deixe de conferir o texto “Descubra como abrir um delivery e como escolher a localização.”

  • Como montar uma loja virtual: confira um guia completo

    Como montar uma loja virtual: confira um guia completo

    Apesar da instabilidade econômica, o e-commerce vem crescendo no Brasil. Apenas no primeiro trimestre de 2020, o setor superou os R$ 50 milhões de compras online. Esse movimento tem atraído, para o comércio digital, muitos micro e pequenos empreendedores, mas como montar uma loja virtual atrativa e que se destaque da concorrência?

    Esse guia foi preparado para que você entenda tudo sobre esse assunto. Ao final, você confere ainda um passo a passo para te ajudar a criar sua própria loja. Vamos lá?

    O que é e-commerce?

    O termo é uma abreviação de electronic commerce e diz respeito a todo tipo de comercialização realizada online. Considerado hoje um dos melhores canais de divulgação e vendas, ele oferece diferentes modelos de negócio para as empresas que desejam vender na internet.

    As micro e pequenas empresas costumam adotar o esquema B2C (Business to Consumer), já que, em sua maioria, elas vendem diretamente para o consumidor final. Esses negócios também têm utilizado o social commerce, transformando as redes sociais em canais de venda.

    Por que é importante definir um nicho de atuação?

    A transformação digital abriu um novo canal para a venda e a divulgação de produtos e serviços, mas, para aproveitar dos benefícios do e-commerce, é necessário definir um nicho de atuação estratégico. Esse elemento afeta muitas áreas do seu negócio, como número de vendas, a recorrência ou não de consumidores e até o esforço que será necessário para a criação e manutenção de sua loja online. Na hora de selecionar o melhor nicho para seu negócio, não deixe de considerar:

    • preço: a margem de lucro de lojas de comércio eletrônico varia entre 20% e 30%. Cabe a você decidir se prefere vender itens mais baratos, atraindo mais consumidores com um menor ticket médio, ou vender itens mais caros, garantindo um pedido de maior valor;
    • audiência: defina o perfil das personas do seu negócio. Quanto mais específico for esse público, maiores as chances de vendas;
    • oportunidade de mercado: na compra online, os consumidores estão mais sujeitos a deixar de lado a lealdade às marcas preferidas. Descubra os pontos fracos da concorrência e ofereça condições mais atrativas aos clientes.

    Quais são as vantagens de abrir uma loja virtual?

    O e-commerce não é apenas mais um canal de venda de sua empresa, ele traz benefícios ao seu negócio que incluem os itens listados abaixo. Veja.

    Reforço de sua marca online

    Com a presença de sua empresa na internet, é possível trabalhar o branding e tornar sua marca mais conhecida. Até as avaliações dos consumidores sobre os produtos ou serviços comprados em sua loja virtual ajudam a construir a credibilidade do seu negócio no ambiente online, atraindo novos clientes.

    Acesso a recursos que impulsionam as vendas

    O comércio online oferece soluções que trazem oportunidades que não existem nos canais de venda físicos. Com os recursos do Google, por exemplo, você pode obter informações sobre o tráfego dos clientes no seu site, criar anúncios e melhorar o posicionamento do portal nas ferramentas de busca.

    Atendimento ininterrupto

    Os espaços físicos devem respeitar os horários comerciais, mas, no e-commerce, seu negócio permanece aberto para receber novos pedidos 24 horas, 7 dias por semana. Isso sem falar que a loja online reduz os custos operacionais, já que o valor para a manutenção de uma página é menor que o aluguel de um imóvel, por exemplo.

    Maior alcance de consumidores

    Uma das vantagens mais significativas do comércio eletrônico é que ele leva sua marca a um público que não teria acesso à sua loja física. Com isso, você amplia o espaço de atuação do seu negócio e expande também o público consumidor.

    Escalabilidade

    Com a loja virtual, é possível escalar o seu negócio mais rapidamente do que no canal físico de vendas. Isso ocorre porque a jornada de compra do consumidor online é mais dinâmica e permite que você realize várias vendas com a apresentação de um único anúncio. Além disso, os clientes de e-commerce estão mais sujeitos a realizarem uma compra por impulso, o que aumenta o ticket médio.

    O que torna uma loja virtual interessante aos olhos dos consumidores?

    Para garantir mais tráfego em sua loja online, você precisa entender melhor o comportamento do consumidor. Reunimos abaixo os requisitos que mais atraem os compradores de e-commerce.

    Descontos

    A sensação de comprar algo abaixo do preço é sempre um fator que atrai o comprador. Os cupons de desconto são também uma excelente maneira de atrair mais tráfego para sua loja e estimular a primeira compra de novos clientes. Fique atento ao cálculo de retorno dessas ações. Caso seu interesse seja aumentar o ticket médio da loja, estimule um valor mínimo para a aplicação do desconto. Você pode anunciar um desconto de 15% nas compras a partir de R$ 250 reais, por exemplo.

    Promoções exclusivas

    Criar ofertas exclusivas para os compradores mais frequentes também é um atrativo que aumenta o número de pedidos e leva à fidelização. O importante é deixar claro ao cliente que aquela oferta não está disponível para todos os compradores. Aproveite o e-mail cadastrado por ele, no momento da compra, como uma abordagem para informá-lo sobre esses benefícios.

    Presença nas redes sociais

    Grande parte do tempo das pessoas online é dedicado ao acesso das redes sociais. É lá que a maioria dos consumidores acaba conhecendo sua empresa e os produtos ou serviços que você oferece. Esteja presente nas mídias sociais mais utilizadas pelo seu público consumidor e utilize os recursos disponíveis nessas ferramentas para impulsionar suas publicações e divulgar os produtos.

    Formas de pagamento variadas

    Os consumidores preferem lojas virtuais que oferecem diferentes opções para o pagamento dos pedidos. Apesar das compras em crédito ou débito eletrônico liderarem as vendas dos e-commerce, não se esqueça de incluir os boletos, pois muitos brasileiros não têm conta bancária ou preferem realizar as compras em dinheiro.

    Segurança

    O consumidor gosta de se sentir seguro durante uma compra online. Durante a elaboração de sua página de vendas, crie uma política de segurança e detalhe ao cliente tudo o que é feito para proteger as informações de pagamentos realizadas em sua loja virtual. Quanto mais informações forem fornecidas, maior a confiança do consumidor para comprar em seu e-commerce.

    Facilidade nas trocas e devoluções

    Os direitos do consumidor também estão assegurados nas compras online. No caso da legislação brasileira, o cliente tem até 7 dias para solicitar a troca ou devolução de um produto. Invista na divulgação desse direito e elabore uma política de trocas clara para derrubar a desconfiança do consumidor que tem medo de comprar no e-commerce.

    Diferentes opções de entrega

    O frete grátis ou valor de entrega com desconto é um elemento que influencia a finalização do pedido. Por isso, o ideal é apresentar ao cliente as opções de entrega na mesma página do produto ou serviço anunciado. Informar o tempo médio de cada método de envio também ajuda o cliente a planejar melhor a compra.

    Outro recurso, cada vez mais, comum na venda online e que reduz custos – tanto para o consumidor quanto para seu negócio – é a opção de retirada do produto na loja. Essa alternativa também é uma oportunidade para que esse cliente conheça melhor sua marca, o que pode resultar em uma nova venda.

    Quais os cuidados necessários para a abertura do e-commerce?

    Para colocar em prática o plano de criação da sua loja virtual, é preciso considerar alguns fatores burocráticos e de gestão estratégica, apresentados a seguir.

    Legislação

    Em 2013, entrou em vigor o Decreto n° 7692. Conhecido como a Lei do E-commerce. Esse documento regulamenta o comércio eletrônico e assegura a defesa dos direitos do consumidor. Conheça os principais pontos que devem ser respeitados por sua empresa ao abrir uma loja virtual.

    • apresentar as informações sobre o negócio: o CNPJ da empresa, a razão social, o telefone, os endereços físico e eletrônico devem aparecer no rodapé de todas as páginas do site;
    • descrever detalhadamente o produto ou serviço anunciado: o consumidor deve ter acesso a todos os dados sobre o item anunciado por meio de uma linguagem clara e acessível;
    • oferecer suporte imediato: a Lei determina que o e-commerce disponibilize um serviço de atendimento ao cliente 24 horas, 7 dias por semana. Ele pode ser realizado por meio de um canal como o “Fale Conosco” ou um chatbot que esclarece dúvidas dos consumidores;
    • viabilizar as informações sobre a compra: o usuário deve ter acesso a um resumo do pedido com detalhes sobre o produto escolhido, tipo de frete, valor da compra e formas de pagamento.

    Custos e tributações

    A abertura do e-commerce inclui uma estrutura básica para a criação da loja, o que exige um cuidadoso planejamento financeiro. Ele deve cobrir custos como: o servidor que abrigará a página e o serviço de um profissional de Tecnologia da Informação (T.I), caso a criação do site seja feita por terceiros.

    O regime de tributação varia de acordo com a natureza da empresa e o tipo de comercialização. No caso da venda de produtos, será cobrado o ICMS enquanto o e-commerce de serviços deve pagar o ISS.

    Estrutura logística

    Antes de colocar sua loja no ar, é preciso planejar as formas de entrega dos pedidos realizados no site da empresa. A entrega realizada via Correios é a mais utilizada, mas há um limite nas dimensões e peso das encomendas, que não podem ultrapassar 30 quilos. O serviço das transportadoras terceirizadas costuma ser mais estável que os Correios e tem um prazo menor para a entrega dos pedidos.

    Equipe de operação

    O ideal é contar com uma equipe dedicada às vendas online para não prejudicar o atendimento da loja física. Para esse trabalho, são necessários pelo menos um atendente (para dar o suporte ao cliente), um operador de expedição (para cuidar da separação e envio dos produtos), mais um profissional que entenda de marketing digital e possa melhorar o posicionamento do seu site nos motores de busca.

    Qual é o passo a passo prático de como montar uma loja virtual?

    Descubra quais são os 5 passos que indicam o caminho para digitalizar sua loja, abrir o seu e-commerce e conquistar muitos consumidores.

    1. Registre seu domínio

    Domínio é o endereço de sua empresa na web. Na hora do registro, é preciso atenção a alguns pontos, como combinar o nome da marca com uma palavra-chave que define o negócio, por exemplo. Sua empresa produz calçados? Use algo como onomedasuaempresacalcados.com.br. Essa orientação sobre o nicho do mercado em que você atua já ajuda a aumentar a visibilidade do seu site e melhora o posicionamento da página da empresa nos mecanismos de busca.

    Nomes curtos e memoráveis também facilitam a compreensão do consumidor. Já os domínios que terminam em “.com.br” garantem um melhor posicionamento regional.

    2. Selecione um servidor de qualidade

    O servidor é o serviço que hospeda sua página na internet. São muitas as opções de hospedagem disponíveis. Por isso, fique atento aos seguintes requisitos:

    • disponibilidade: quanto maior for o período que o servidor fica no ar sem problemas, maiores são as garantias de que sua loja virtual estará sempre acessível;
    • capacidade de expansão: cada produto ou informação adicionada, em seu e-commerce, exige um espaço para armazenamento, então verifique a capacidade de expansão oferecido pelo servidor;
    • amplitude de tráfego: existem páginas de hospedagem que têm limite de tráfego e deixam sua página fora do ar assim que ela atinge o número máximo de acessos. Fique de olho nesse detalhe antes de assinar a hospedagem.
    • suporte: opte por servidores que oferecem atendimento a qualquer hora e que disponham de diferentes canais de contato.

    3. Escolha a plataforma de sua loja virtual

    A plataforma reúne o conjunto de estruturas digitais que garantem as operações de sua loja online. Ela apresenta duas partes: aquela que é visível para os visitantes e outra privada, onde você tem acesso a informações como controle de vendas e estoque. Você encontra no mercado plataformas prontas que podem ser customizáveis e outras desenvolvidas sob medida para sua empresa.

    O importante é que ela consiga oferecer uma agradável experiência de compra ao consumidor. Entre os aspectos que contribuem para a navegabilidade dos visitantes de sua loja, estão:

    • design responsivo: que facilita o acesso ao e-commerce por meio dos dispositivos móveis;
    • velocidade de carregamento: lojas online que demoram para carregar fazem o cliente desistir da compra antes mesmo de conhecer melhor o produto;
    • navegabilidade: colabore para a fluidez da jornada do consumidor, descomplicando a interação dos clientes com sua loja.

    4. Construa um template adequado

    Quanto mais simples, limpo e intuitivo for o layout de seu e-commerce, mais rapidamente os consumidores conseguem encontrar o que procuram. Siga com a mesma identidade visual da sua loja física e capriche na apresentação dos seus produtos. Lembre-se que quando falamos de vendas online, as imagens fazem toda a diferença. Tire fotos que mostrem o produto anunciado em detalhes e elabore uma descrição de fácil compreensão.

    5. Planeje sua estratégia de marketing

    A maioria das lojas online usa a combinação de redes sociais e e-mail marketing para aumentar o tráfego da loja. Você também pode usar outros recursos, como as plataformas de anúncio online. O recomendável é começar o trabalho para atingir os clientes locais, segmentando sua cidade e analisando os comportamentos de compra. Aos poucos, você vai entendendo melhor o público e ampliando seu alcance.

    Ao descobrir como montar uma loja virtual, você percebe que os benefícios superam os desafios. No entanto, é importante manter uma perspectiva estratégica, bem estruturada e pronta para eventuais ajustes ao longo do tempo, para garantir o sucesso do seu e-commerce.

    Potencialize ainda mais as vendas de seu negócio, conferindo nosso guia de marketing omnichannel e descubra como integrar os canais de venda física e online a partir de uma mesma estratégia de marketing.