Melhorar a experiência do consumidor é uma obrigação de qualquer negócio e esse é um dos principais objetivos do marketing sensorial. Você sabia que os sentidos influenciam muito na decisão de compra e têm o poder de manter os clientes dentro das lojas? Investir nessa estratégia só tende a melhorar os resultados da sua empresa.
Quanto maior for a satisfação dos seus consumidores, maiores serão as chances de ele indicar seu produto ou serviço para amigos, colegas e familiares. No entanto, quando a experiência não é nada agradável, o efeito contrário também acontece. É muito provável que o cliente expresse sua insatisfação publicamente.
Quer entender mais sobre o marketing sensorial para surpreender seus clientes e fazer com que eles se tornem fãs da sua marca? Então continue a leitura deste artigo e descubra as vantagens que essa estratégia tem a oferecer para o seu negócio!
O que é marketing sensorial?
O marketing sensorial refere-se a uma estratégia que faz uso dos cinco sentidos do ser humano para despertar o desejo de adquirir um produto ou serviço, tendo como base a experiência que ele teve naquele momento.
Essa estratégia pode ser estimulada por meio:
do olfato: esse sentido é afetado pelo cheiro dos produtos, como quando você entra em uma perfumaria e sente as fragrâncias disponíveis para compra;
da visão: a visão é estimulada quando o público olha para uma imagem que chama a sua atenção e desperta um desejo, como uma foto de uma comida que aparenta estar deliciosa;
da audição: músicas e sons ajudam a tornar o ambiente do estabelecimento mais aconchegante. A sonorização em um ponto de venda, por exemplo, ajuda a atrair mais clientes e proporciona uma sensação de prazer, o que estimula a decisão de compra;
do paladar: esse sentido é estimulado quando a pessoa percebe um gosto particular no produto, mesmo que ele seja comum no mercado;
do tato: o tato precisa passar uma sensação de familiaridade com o produto, a fim de que o cliente se imagine usando aquela mercadoria. Permitir que ela sinta a textura da roupa e outros objetos é importante para saber se aquele produto atende às suas necessidades.
Quais as principais vantagens do marketing sensorial?
Agora que você já sabe o que é marketing sensorial, apresentamos as 6 principais vantagens que essa estratégia oferece para a sua empresa. Confira!
1. Estimular o desejo de compra
Muitas vezes, as pessoas deixam de comprar um produto porque ficam amedrontadas pelo fato de não gostarem dele quando chegar em casa.
Para quebrar esse tipo de objeção, é importante passar para o potencial cliente a sensação de usar determinado produto. Suponhamos que você esteja trabalhando com uma nova marca em seu supermercado. Permitir que seus clientes a experimentem é uma estratégia muito eficiente para otimizar as suas vendas.
Dessa forma, é possível estimular o consumidor a tomar uma decisão e, ao mesmo tempo, melhorar a rotatividade de um produto ainda desconhecido e com pouca procura.
2. Criar vínculos emocionais com o consumidor
Você lembra de alguma empresa com carinho? Não apenas pelo bom atendimento, mas pela satisfação com o produto final? Quando você vai a um restaurante, por exemplo, e sente aquele cheirinho da sua comida preferida, só de lembrar agora, não dá vontade de ir até lá?
São esses os vínculos emocionais que são criados com o marketing sensorial. O cliente passa a lembrar da sua empresa pelo cheiro, por uma imagem associada a ela, pela música de um cantor preferido, entre outras situações.
3. Explorar os produtos
O marketing sensorial permite que o cliente explore seus produtos para entender melhor os benefícios que ele oferece. Suponhamos que você tenha uma loja de colchões. Antes de adquiri-lo, é importante que o consumidor deite nele (sem aquele plástico usado para proteger o material) e analise se o produto atende às suas necessidades.
Ao investir nesse tipo de estratégia (tato), fica mais fácil até mesmo de convencê-lo a levar para casa um produto de alto valor, como os colchões que contam com massageadores e aqueles que oferecem melhor qualidade.
4. Fidelizar e encantar clientes
A confiança é a base do relacionamento com o cliente. Quando o consumidor confia em uma empresa, dificilmente ele dará preferência para outra. Portanto, ter essa credibilidade com o seu consumidor é fundamental para sair na frente da concorrência e ganhar mais espaço no mercado.
Nesse momento, o marketing sensorial pode ser usado até mesmo em lojas online. Com a crianção de um bom layout, uso de fotos atrativas e com uma ótima descrição dos seus produtos, fica mais fácil de atrair e fidelizar os seus clientes. Você pode até mesmo criar uma playlist para tocar enquanto o cliente navega pelo site.
5. Influenciar a decisão de compra
Consumidores odeiam se sentir pressionados no momento da compra. Sendo assim, incentivá-los a tomar uma decisão rápida pode surtir efeito contrário dos seus objetivos. No lugar de adquirir o produto, ele sairá do seu estabelecimento descontente e, muitas vezes, até mesmo com um sentimento negativo. Isso contribui para que ele nunca mais volte para comprar algo em sua empresa.
O marketing sensorial influencia a decisão de compra de maneira natural. Ao explorar um dos cinco sentidos, automaticamente o cliente passa a se sentir mais confiante no seu produto. Logo, ele toma sua decisão baseado na experiência que ele teve ou deseja ter.
6. Desenvolver uma identidade
Para desenvolver uma identidade da marca é preciso ir além de apenas oferecer um produto ao cliente. Nesse momento, o marketing sensorial ajuda o seu negócio a atingir o subconsciente do consumidor e se conectar com ele.
Por exemplo, uma loja que tem um aroma exclusivo, uma playlist que agrada os seus clientes e uma embalagem única e interessante, faz com que o seu público se identifique com ela e, consequentemente, seja a sua preferência sempre que precisar de algo relacionado ao que ela vende.
Percebeu a importância de surpreender o seu cliente? São essas experiências que o tornará fã da sua marca, o que destacará facilmente o seu negócio dos seus concorrentes. Portanto, não deixe de investir nas estratégias de marketing sensorial para melhorar a credibilidade da sua empresa no mercado.
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Nós últimos meses, houve uma procura muito grande por parte dos empreendedores sobre como montar um delivery. A pandemia do coronavírus mostrou a importância de nos reinventarmos e nos adaptarmos às novas necessidades de consumo.
Com o fechamento temporário de muitos comércios, desde o início dos decretos de isolamento social, as compras por delivery cresceram 59%. Oferecer esse serviço é uma maneira de ter uma fonte a mais de vendas e de expandir o seu atendimento. Além de atender aos consumidores que não querem ou não podem sair de casa.
No entanto, não é raro encontrar clientes que reclamam de alguns serviços de entrega e de negócios que têm prejuízos. Normalmente, isso acontece pela falta de planejamento e organização.
Se você tem tido esses problemas ou precisa saber como montar um delivery, acompanhe este artigo!
As vantagens de montar um delivery
São diversos os motivos pelos quais os serviços de entrega estão se tornando indispensáveis para muitos consumidores.
Apesar de muito comum em restaurantes e lanchonetes, a entrega também é uma opção importante para aproveitar as oportunidades de outros setores. As lojas de roupas, maquiagem, papelaria e equipamentos eletrônicos também perceberam um aumento nos pedidos e solicitações de entrega por delivery durante a pandemia.
Essa é uma oportunidade e tanto para as empresas aproveitarem para aumentar as vendas e fidelizar os clientes. Veja só o porquê.
Oferece maior comodidade aos clientes
Correria do dia a dia, aumento de consumidores com acesso à internet, pandemia e cozinhas cada vez menores. O delivery é um serviço que oferece comodidade para esses e outros tipos de clientes que não querem cozinhar ou não podem sair de casa para comprar comida.
Para fazer um pedido, basta seguir poucos passos, alguns cliques na tela do celular e pronto! O consumidor não precisa nem sair do sofá.
Possibilidade de aumentar a clientela
Montar um delivery também é importante para aumentar a quantidade de clientes. Esse serviço diminui as barreiras geográficas. Pense só: muitos clientes preferem frequentar locais próximos de casa, pois já os conhecem e é mais rápido e econômico para chegar.
Já as entregas podem atender pessoas de outras regiões que não conheceriam o seu negócio se não fosse pelo delivery.
Otimiza o atendimento
Consumidores não gostam de esperar. Pior ainda se essa espera for para ficar em filas aguardando atendimento e o pedido. Quando corretamente organizado, o delivery é um serviço rápido tanto para o cliente quanto para a empresa. O consumidor não precisa esperar muito nem ir ao estabelecimento.
Aumenta o faturamento
O aumento do faturamento com as vendas é resultado da expansão do seu atendimento para outras regiões, rapidez, praticidade do serviço, aumento dos clientes e otimização do atendimento — consegue atender mais pessoas.
Como montar um delivery
Para alcançar esses resultados positivos no seu delivery, não basta contratar motoqueiros e sair fazendo entregas desordenadas ou somente se cadastrar em um aplicativo sem planejamento. O descontrole pode ter um efeito contrário, gerar prejuízos e clientes insatisfeitos.
Veja como montar um delivery e os passos que não pode ignorar.
1. Planeje
Toda e qualquer mudança ou estratégia precisa começar pelo planejamento. Você precisa definir os canais que utilizará no seu delivery, se terá entregadores contratados ou freelancers, qual será a sua região de atendimento, cardápio e plataforma ou sistema para gerenciar esses pedidos.
2. Faça uma análise da concorrência
Avaliar a concorrência é necessário para que ofereça serviços melhores. Será importante identificar o preço praticado pelos concorrentes, se cobram pelas entregas, o tempo que levam para finalizar o pedido e os produtos disponibilizados.
Lembrando que nem sempre ser melhor que o concorrente é ser o mais barato. Muitos clientes buscam por propostas de valor, rapidez e uma boa experiência do atendimento ao produto.
3. Considere ter a sua própria frota
Em relação aos entregadores, você tem a opção de montar uma frota própria ou de terceirizar. Apesar de a terceirização sair um pouco mais em conta, ela pode gerar problemas com irresponsabilidade dos profissionais e a falta de entregadores em horários de pico dos pedidos.
Então, pense em montar a sua própria frota, pois assim você conhecerá os entregadores, definirá critérios para a contratação, conseguirá alinhar as demandas e rotas, além da quantidade de profissionais disponíveis.
4. Garanta produtos de qualidade
Nem só o setor alimentício usa o delivery. Qualquer tipo de comércio pode montar um delivery, mas um fator deve ser unânime: a qualidade e integridade dos produtos. Será necessário cuidar das embalagens e do transporte.
Alimentos e produtos que chegam amassados, abertos ou revirados prejudicam a sua imagem e a satisfação do cliente. Além disso, se for do setor de alimentação, preze pela qualidade dos pratos como se o cliente estivesse no seu estabelecimento. Não faça nada as pressas para atender mais clientes.
5. Acompanhe todo o processo produtivo
O processo do delivery precisa ser muito organizado para não fazer entregas erradas ou prejudicar o tempo de entrega e qualidade dos produtos. As tarefas precisam ser distribuídas de maneira eficiente.
Se a mesma pessoa responsável por receber e gerenciar os pedidos for a que prepara o alimento ou o produto, certamente haverá problemas. Então, conheça e acompanhe de perto todo o fluxo de trabalho do delivery, desde o recebimento do pedido até a entrega para o cliente.
Assim, você será capaz de identificar algum problema ou falha no meio desse caminho e solucioná-lo antes que prejudique a satisfação do consumidor. Também é fundamental capacitar a sua equipe para alinhar objetivos e ter um time eficiente.
6. Utilize as mídias sociais para divulgação
Depois de montar o delivery e organizar todo o processo, é o momento de fazer a divulgação para que os clientes saibam desse serviço. As mídias sociais são as melhores ferramentas para isso, pois têm um bom alcance e ainda trabalham no engajamento do seu público.
Se você tiver o contato de clientes, por exemplo, pode utilizar o WhatsApp Business para enviar informações sobre o delivery, como horários de entrega e taxas. O Facebook e o Instagram são locais indispensáveis e que a empresa precisa estar, pois são canais que a maior parte dos seus clientes utilizam.
Publique o seu cardápio das entregas e informações do delivery; folders com promoções e ofertas exclusivas para os seus seguidores também é uma ótima opção. Além disso, se tratando de serviços online, é importante considerar estratégias de marketing omnichannel.
Entender como montar um delivery vai além de somente contratar entregadores e receber pedidos. Organize o fluxo das solicitações, avalie os valores dos produtos e da entrega e veja o que os seus concorrentes estão praticando para oferecer melhores serviços e, assim, fidelizar clientes.
Apesar da instabilidade econômica, o e-commerce vem crescendo no Brasil. Apenas no primeiro trimestre de 2020, o setor superou os R$ 50 milhões de compras online. Esse movimento tem atraído, para o comércio digital, muitos micro e pequenos empreendedores, mas como montar uma loja virtual atrativa e que se destaque da concorrência?
Esse guia foi preparado para que você entenda tudo sobre esse assunto. Ao final, você confere ainda um passo a passo para te ajudar a criar sua própria loja. Vamos lá?
O que é e-commerce?
O termo é uma abreviação de electronic commerce e diz respeito a todo tipo de comercialização realizada online. Considerado hoje um dos melhores canais de divulgação e vendas, ele oferece diferentes modelos de negócio para as empresas que desejam vender na internet.
As micro e pequenas empresas costumam adotar o esquema B2C (Business to Consumer), já que, em sua maioria, elas vendem diretamente para o consumidor final. Esses negócios também têm utilizado o social commerce, transformando as redes sociais em canais de venda.
Por que é importante definir um nicho de atuação?
A transformação digital abriu um novo canal para a venda e a divulgação de produtos e serviços, mas, para aproveitar dos benefícios do e-commerce, é necessário definir um nicho de atuação estratégico. Esse elemento afeta muitas áreas do seu negócio, como número de vendas, a recorrência ou não de consumidores e até o esforço que será necessário para a criação e manutenção de sua loja online. Na hora de selecionar o melhor nicho para seu negócio, não deixe de considerar:
preço: a margem de lucro de lojas de comércio eletrônico varia entre 20% e 30%. Cabe a você decidir se prefere vender itens mais baratos, atraindo mais consumidores com um menor ticket médio, ou vender itens mais caros, garantindo um pedido de maior valor;
audiência: defina o perfil das personas do seu negócio. Quanto mais específico for esse público, maiores as chances de vendas;
oportunidade de mercado: na compra online, os consumidores estão mais sujeitos a deixar de lado a lealdade às marcas preferidas. Descubra os pontos fracos da concorrência e ofereça condições mais atrativas aos clientes.
Quais são as vantagens de abrir uma loja virtual?
O e-commerce não é apenas mais um canal de venda de sua empresa, ele traz benefícios ao seu negócio que incluem os itens listados abaixo. Veja.
Reforço de sua marca online
Com a presença de sua empresa na internet, é possível trabalhar o branding e tornar sua marca mais conhecida. Até as avaliações dos consumidores sobre os produtos ou serviços comprados em sua loja virtual ajudam a construir a credibilidade do seu negócio no ambiente online, atraindo novos clientes.
Acesso a recursos que impulsionam as vendas
O comércio online oferece soluções que trazem oportunidades que não existem nos canais de venda físicos. Com os recursos do Google, por exemplo, você pode obter informações sobre o tráfego dos clientes no seu site, criar anúncios e melhorar o posicionamento do portal nas ferramentas de busca.
Atendimento ininterrupto
Os espaços físicos devem respeitar os horários comerciais, mas, no e-commerce, seu negócio permanece aberto para receber novos pedidos 24 horas, 7 dias por semana. Isso sem falar que a loja online reduz os custos operacionais, já que o valor para a manutenção de uma página é menor que o aluguel de um imóvel, por exemplo.
Maior alcance de consumidores
Uma das vantagens mais significativas do comércio eletrônico é que ele leva sua marca a um público que não teria acesso à sua loja física. Com isso, você amplia o espaço de atuação do seu negócio e expande também o público consumidor.
Escalabilidade
Com a loja virtual, é possível escalar o seu negócio mais rapidamente do que no canal físico de vendas. Isso ocorre porque a jornada de compra do consumidor online é mais dinâmica e permite que você realize várias vendas com a apresentação de um único anúncio. Além disso, os clientes de e-commerce estão mais sujeitos a realizarem uma compra por impulso, o que aumenta o ticket médio.
O que torna uma loja virtual interessante aos olhos dos consumidores?
Para garantir mais tráfego em sua loja online, você precisa entender melhor o comportamento do consumidor. Reunimos abaixo os requisitos que mais atraem os compradores de e-commerce.
Descontos
A sensação de comprar algo abaixo do preço é sempre um fator que atrai o comprador. Os cupons de desconto são também uma excelente maneira de atrair mais tráfego para sua loja e estimular a primeira compra de novos clientes. Fique atento ao cálculo de retorno dessas ações. Caso seu interesse seja aumentar o ticket médio da loja, estimule um valor mínimo para a aplicação do desconto. Você pode anunciar um desconto de 15% nas compras a partir de R$ 250 reais, por exemplo.
Promoções exclusivas
Criar ofertas exclusivas para os compradores mais frequentes também é um atrativo que aumenta o número de pedidos e leva à fidelização. O importante é deixar claro ao cliente que aquela oferta não está disponível para todos os compradores. Aproveite o e-mail cadastrado por ele, no momento da compra, como uma abordagem para informá-lo sobre esses benefícios.
Presença nas redes sociais
Grande parte do tempo das pessoas online é dedicado ao acesso das redes sociais. É lá que a maioria dos consumidores acaba conhecendo sua empresa e os produtos ou serviços que você oferece. Esteja presente nas mídias sociais mais utilizadas pelo seu público consumidor e utilize os recursos disponíveis nessas ferramentas para impulsionar suas publicações e divulgar os produtos.
Formas de pagamento variadas
Os consumidores preferem lojas virtuais que oferecem diferentes opções para o pagamento dos pedidos. Apesar das compras em crédito ou débito eletrônico liderarem as vendas dos e-commerce, não se esqueça de incluir os boletos, pois muitos brasileiros não têm conta bancária ou preferem realizar as compras em dinheiro.
Segurança
O consumidor gosta de se sentir seguro durante uma compra online. Durante a elaboração de sua página de vendas, crie uma política de segurança e detalhe ao cliente tudo o que é feito para proteger as informações de pagamentos realizadas em sua loja virtual. Quanto mais informações forem fornecidas, maior a confiança do consumidor para comprar em seu e-commerce.
Facilidade nas trocas e devoluções
Os direitos do consumidor também estão assegurados nas compras online. No caso da legislação brasileira, o cliente tem até 7 dias para solicitar a troca ou devolução de um produto. Invista na divulgação desse direito e elabore uma política de trocas clara para derrubar a desconfiança do consumidor que tem medo de comprar no e-commerce.
Diferentes opções de entrega
O frete grátis ou valor de entrega com desconto é um elemento que influencia a finalização do pedido. Por isso, o ideal é apresentar ao cliente as opções de entrega na mesma página do produto ou serviço anunciado. Informar o tempo médio de cada método de envio também ajuda o cliente a planejar melhor a compra.
Outro recurso, cada vez mais, comum na venda online e que reduz custos – tanto para o consumidor quanto para seu negócio – é a opção de retirada do produto na loja. Essa alternativa também é uma oportunidade para que esse cliente conheça melhor sua marca, o que pode resultar em uma nova venda.
Quais os cuidados necessários para a abertura do e-commerce?
Para colocar em prática o plano de criação da sua loja virtual, é preciso considerar alguns fatores burocráticos e de gestão estratégica, apresentados a seguir.
Legislação
Em 2013, entrou em vigor o Decreto n° 7692. Conhecido como a Lei do E-commerce. Esse documento regulamenta o comércio eletrônico e assegura a defesa dos direitos do consumidor. Conheça os principais pontos que devem ser respeitados por sua empresa ao abrir uma loja virtual.
apresentar as informações sobre o negócio: o CNPJ da empresa, a razão social, o telefone, os endereços físico e eletrônico devem aparecer no rodapé de todas as páginas do site;
descrever detalhadamente o produto ou serviço anunciado: o consumidor deve ter acesso a todos os dados sobre o item anunciado por meio de uma linguagem clara e acessível;
oferecer suporte imediato: a Lei determina que o e-commerce disponibilize um serviço de atendimento ao cliente 24 horas, 7 dias por semana. Ele pode ser realizado por meio de um canal como o “Fale Conosco” ou um chatbot que esclarece dúvidas dos consumidores;
viabilizar as informações sobre a compra: o usuário deve ter acesso a um resumo do pedido com detalhes sobre o produto escolhido, tipo de frete, valor da compra e formas de pagamento.
Custos e tributações
A abertura do e-commerce inclui uma estrutura básica para a criação da loja, o que exige um cuidadoso planejamento financeiro. Ele deve cobrir custos como: o servidor que abrigará a página e o serviço de um profissional de Tecnologia da Informação (T.I), caso a criação do site seja feita por terceiros.
O regime de tributação varia de acordo com a natureza da empresa e o tipo de comercialização. No caso da venda de produtos, será cobrado o ICMS enquanto o e-commerce de serviços deve pagar o ISS.
Estrutura logística
Antes de colocar sua loja no ar, é preciso planejar as formas de entrega dos pedidos realizados no site da empresa. A entrega realizada via Correios é a mais utilizada, mas há um limite nas dimensões e peso das encomendas, que não podem ultrapassar 30 quilos. O serviço das transportadoras terceirizadas costuma ser mais estável que os Correios e tem um prazo menor para a entrega dos pedidos.
Equipe de operação
O ideal é contar com uma equipe dedicada às vendas online para não prejudicar o atendimento da loja física. Para esse trabalho, são necessários pelo menos um atendente (para dar o suporte ao cliente), um operador de expedição (para cuidar da separação e envio dos produtos), mais um profissional que entenda de marketing digital e possa melhorar o posicionamento do seu site nos motores de busca.
Qual é o passo a passo prático de como montar uma loja virtual?
Descubra quais são os 5 passos que indicam o caminho para digitalizar sua loja, abrir o seu e-commerce e conquistar muitos consumidores.
1. Registre seu domínio
Domínio é o endereço de sua empresa na web. Na hora do registro, é preciso atenção a alguns pontos, como combinar o nome da marca com uma palavra-chave que define o negócio, por exemplo. Sua empresa produz calçados? Use algo como onomedasuaempresacalcados.com.br. Essa orientação sobre o nicho do mercado em que você atua já ajuda a aumentar a visibilidade do seu site e melhora o posicionamento da página da empresa nos mecanismos de busca.
Nomes curtos e memoráveis também facilitam a compreensão do consumidor. Já os domínios que terminam em “.com.br” garantem um melhor posicionamento regional.
2. Selecione um servidor de qualidade
O servidor é o serviço que hospeda sua página na internet. São muitas as opções de hospedagem disponíveis. Por isso, fique atento aos seguintes requisitos:
disponibilidade: quanto maior for o período que o servidor fica no ar sem problemas, maiores são as garantias de que sua loja virtual estará sempre acessível;
capacidade de expansão: cada produto ou informação adicionada, em seu e-commerce, exige um espaço para armazenamento, então verifique a capacidade de expansão oferecido pelo servidor;
amplitude de tráfego: existem páginas de hospedagem que têm limite de tráfego e deixam sua página fora do ar assim que ela atinge o número máximo de acessos. Fique de olho nesse detalhe antes de assinar a hospedagem.
suporte: opte por servidores que oferecem atendimento a qualquer hora e que disponham de diferentes canais de contato.
3. Escolha a plataforma de sua loja virtual
A plataforma reúne o conjunto de estruturas digitais que garantem as operações de sua loja online. Ela apresenta duas partes: aquela que é visível para os visitantes e outra privada, onde você tem acesso a informações como controle de vendas e estoque. Você encontra no mercado plataformas prontas que podem ser customizáveis e outras desenvolvidas sob medida para sua empresa.
O importante é que ela consiga oferecer uma agradável experiência de compra ao consumidor. Entre os aspectos que contribuem para a navegabilidade dos visitantes de sua loja, estão:
design responsivo: que facilita o acesso ao e-commerce por meio dos dispositivos móveis;
velocidade de carregamento: lojas online que demoram para carregar fazem o cliente desistir da compra antes mesmo de conhecer melhor o produto;
navegabilidade: colabore para a fluidez da jornada do consumidor, descomplicando a interação dos clientes com sua loja.
4. Construa um template adequado
Quanto mais simples, limpo e intuitivo for o layout de seu e-commerce, mais rapidamente os consumidores conseguem encontrar o que procuram. Siga com a mesma identidade visual da sua loja física e capriche na apresentação dos seus produtos. Lembre-se que quando falamos de vendas online, as imagens fazem toda a diferença. Tire fotos que mostrem o produto anunciado em detalhes e elabore uma descrição de fácil compreensão.
5. Planeje sua estratégia de marketing
A maioria das lojas online usa a combinação de redes sociais e e-mail marketing para aumentar o tráfego da loja. Você também pode usar outros recursos, como as plataformas de anúncio online. O recomendável é começar o trabalho para atingir os clientes locais, segmentando sua cidade e analisando os comportamentos de compra. Aos poucos, você vai entendendo melhor o público e ampliando seu alcance.
Ao descobrir como montar uma loja virtual, você percebe que os benefícios superam os desafios. No entanto, é importante manter uma perspectiva estratégica, bem estruturada e pronta para eventuais ajustes ao longo do tempo, para garantir o sucesso do seu e-commerce.
Potencialize ainda mais as vendas de seu negócio, conferindo nosso guia de marketing omnichannel e descubra como integrar os canais de venda física e online a partir de uma mesma estratégia de marketing.
A pandemia do coronavírus tem modificado diversos aspectos da nossa sociedade, e isso inclui mudanças no consumo — tanto para os clientes quanto para os negócios. As empresas têm se desdobrado para continuar operando em um cenário no qual muitas pessoas perderam seus empregos.
Neste post, falaremos das tendências de consumo para o futuro, diretamente influenciadas pela Covid-19. Para isso, nos apoiaremos em quatro pilares principais: gestão, tecnologia, experiência dos clientes e consumo e sociedade. Desse modo, será mais fácil englobar diferentes aspectos, como as mudanças de gestão e as tecnologias que têm sido utilizadas. Boa leitura!
Gestão nas empresas
Primeiro, falaremos do que mudou na gestão interna das empresas.
Trabalho remoto
A pandemia modificou significativamente a gestão das empresas. O trabalho remoto, que já vinha sendo adotado pelas companhias que priorizam a mobilidade corporativa, se tornou o “novo normal”.
Isso só é possível pela onipresença da tecnologia em diferentes segmentos, que permite que o colaborador continue produzindo de casa com o uso de um computador.
Marcas educadoras
Outra importante mudança na gestão tem a ver com os estragos causados pela pandemia. Como as pessoas estão, cada vez mais, buscando conteúdo de qualidade para se informar e se proteger, as marcas devem se posicionar como educadoras.
Assim, elas podem oferecer conteúdo de qualidade por meio de blogs, lives e vídeos, aumentando sua autoridade sobre determinados assuntos.
Nada se cria, tudo se transforma
Também podemos destacar uma tendência de gestão no que se refere ao consumismo desenfreado. Como a pandemia causou o fechamento de fronteiras, dificultando os negócios entre as nações, parte das indústrias e do mercado passou a se deparar com escassez de matérias-primas.
Do mesmo modo, a própria força de trabalho foi abalada, com os incentivos para que as pessoas ficassem em casa. Diante disso, empresas que propõem iniciativas que abordem um consumo mais otimizado, além do fornecimento de reparo e comercialização de peças já existentes, tendem a se destacar.
Opções de venda de produtos usados também são uma boa ideia para explorar esse vácuo. O consumismo excessivo e a produção desenfreada de novas mercadorias já são problemas discutidos há alguns anos: portanto, buscar alternativas é uma oportunidade de ouro para as empresas.
Tecnologia
Agora, falaremos das tendências tecnológicas que têm moldado o mercado na pandemia.
Comércio eletrônico
É na internet que o consumo tem se desenrolado. Se a maior parte das pessoas já preferia comprar no ambiente on-line, essa tendência se torna ainda mais expressiva durante a pandemia.
Utilização de vídeos pelas empresas
Outro fator que cresceu de forma significativa foi o acesso aos vídeos durante esse período. Não estamos falando apenas daqueles que se relacionam com explicações sobre a doença, mas também aumentou a procura por materiais relacionados à arte e decoração, por exemplo.
Após a pandemia, será natural que as pessoas busquem vídeos para se informar sobre diversos assuntos — inclusive para adquirir conhecimento sobre novos produtos. Dessa forma, as empresas devem explorar essa tendência.
É importante notar que muitos planos de telefonia móvel oferecem suporte para o consumo de vídeos — que costumavam ser pesados demais para serem assistidos em qualquer lugar. Além disso, há a ascensão dos youtubers, que incentivam mais pessoas a buscarem o formato.
Uso das mídias sociais
Como as marcas utilizaram bastante as mídias sociais para divulgar seus cuidados em relação à doença, o uso desse formato digital também cresceu entre os consumidores. Um relatório de abril do HootSuite indica que tivemos um aumento de 58% no uso dessas mídias.
Experiências
A experiência do cliente também mudou significativamente. Vamos entender como!
Turismo local
Viajar de avião ou até mesmo aquelas longas horas em um trajeto de ônibus se tornou mais arriscado durante o surto do coronavírus. Assim, aqueles que não queriam deixar de praticar o turismo encontraram uma solução caseira: explorar atividades e roteiros próximos de onde moram.
Conhecido como turismo doméstico, essa prática engloba a viagem a cidades do interior em vez de destinos mais longínquos.
É importante lembrar que muitos países estão bloqueando a entrada para brasileiros, então as empresas estão focando suas estratégias nos passeios mais próximos à residência dos clientes.
Diminuição das aglomerações
Os negócios estão tendo que lidar com o desafio de coibir aglomerações. Assim, bares, restaurantes e casas noturnas precisam repensar seus espaços, bem como todos os negócios que dependem de ambientes físicos. Os eventos on-line, promovidos por esses empreendimentos, têm se destacado.
Isso pode ser feito por meio de uma comunicação textual mais descontraída ou até mesmo com o uso de influencers que saibam se comunicar com o público.
Consumo e sociedade
É natural que uma pandemia que afeta milhares de pessoas influencie o consumo e acelere a busca por uma conduta mais saudável. Vamos conhecer as tendências relacionadas ao bem-estar.
Cuidados redobrados com a saúde e o bem-estar
Por fim, a pandemia trouxe uma preocupação com a saúde e o bem-estar. Na Alemanha, um dos países que mais se destacaram no combate à doença, as pessoas passaram a trocar o dinheiro em papel pelos cartões. Isso para evitar as bactérias e sujeira das cédulas e moedas tradicionais.
Além disso, as semanas passadas em casas fizeram com que diversos povos, inclusive os brasileiros, entrassem em contato com um estilo de vida praticado pelos cidadãos escandinavos.
Como os invernos naquela região são bastante rigorosos e as pessoas passam menos tempo na rua, eles acabaram desenvolvendo um cuidado maior com a decoração dos lares. As vantagens de cuidar bem da própria casa ainda ficarão marcadas. Esse é um nicho que pode ser mais explorado pelas empresas.
Consumo verde
Além disso, o consumo se tornou mais verde, como uma maneira de buscar o bem-estar físico. O confinamento estimulou brasileiros a cozinhar mais em casa, como uma forma de ter mais atenção ao que está sendo colocado no prato.
Como pudemos ver no artigo, a pandemia estabeleceu algumas tendências de consumo para o futuro, assim como acelerou discussões que já vinham sendo travadas, como o consumismo excessivo e a necessidade de uma alimentação balanceada.
Gestores de pequenos negócios devem ficar atentos a essas mudanças para se antecipar e desenvolver produtos e serviços adequados para manter a competitividade de suas empresas.
As pequenas empresas têm enfrentado um período de dificuldade e incertezas, em meio a uma crise econômica global causada pela pandemia do novo coronavírus. Nesses tempos difíceis, em que a receita diminui, é preciso descobrir como vender na crise.
Reunimos nesse artigo algumas soluções que você pode adotar, em sua empresa, para proteger seus negócios e incrementar as vendas.
1. Faça um diagnóstico de seu negócio
A sua estratégia para enfrentar a crise deve ser baseada em fatos concretos. Por isso, elabore um diagnóstico que ajude a entender a situação atual da empresa nesse momento. Alguns dos principais fatores a serem observados durante essa investigação são:
ações de marketing;
indicadores financeiros, como fluxo de caixa e lucro;
logística;
pessoal;
processos operacionais.
Liste os pontos fracos e pontos fortes de cada uma das áreas analisadas, compare os indicadores de desempenho e estabeleça um plano de ação priorizando uma resolução aos problemas mais urgentes.
2. Corte despesas e reduza custos
É hora de reunir a equipe e descobrir como reduzir custos e diminuir o impacto da crise na receita do negócio. Esse é o momento de rever custos fixos e os gastos com fornecedores, por exemplo. Se não for possível substituir tais parceiros, tente negociar novos termos de contrato. Nenhuma empresa quer perder um cliente nesse momento tão delicado, portanto, mostre-se flexível para que vocês encontrem juntos um caminho justo para os dois lados.
Aproveite também os benefícios tributários oferecidos pelo governo federal e pelos governos estaduais e municipais para garantir o fluxo de caixa das micro e pequenas empresas.
3. Visualize outras oportunidades de atuação
Períodos de desaceleração da economia são uma excelente oportunidade para explorar maneiras de adicionar receita ao seu negócio. Diversificar o mix de produtos e elaborar uma segmentação para atender diferentes perfis de consumidores ajudam o negócio a crescer.
Quem tem uma empresa que confecciona roupas femininas para festas pode ter visto as vendas diminuírem, já que as pessoas não têm saído de casa.Nesse caso, pode ser interessante investir na produção de modelos mais básicos de roupa.
Considerados produtos de conveniência, a compra desses produtos é frequente mesmo em períodos de desaceleração da economia. Mas vale investir em promoções para aumentar vendas.
4. Diversifique os canais de venda e atendimento
A inovação é uma medida essencial para garantir as vendas em tempos de crise e ela pode começar com a ampliação dos canais de venda para atingir novos consumidores. Use as redes sociais para apresentar seus produtos e serviços e adote uma estratégia para aumentar a visibilidade do seu site. Caso você ainda não tenha uma página própria para sua empresa, invista no marketplace. Além de oferecer muita visibilidade, esse canal exige um baixo investimento.
Se o consumidor não puder ir até a sua loja, que tal adotar o serviço de entrega em domicílio? Coordene o delivery com os canais digitais e entre em contato com antigos clientes informando os novos canais de atendimento.
5. Conheça as dores dos seus clientes
A pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em maio de 2020, indica que o comportamento do consumidor mudou após as medidas de isolamento social. Além de uma diminuição do poder de compra de 40% dos entrevistados, esses consumidores também afirmaram que não estão dispostos a comprar com a mesma frequência que faziam antes da crise.
Isso mostra que as necessidades das pessoas mudam e, para abraçar as oportunidades, sua empresa deve identificar e entender essas demandas. Imagine que seu cliente também viu o poder de compra diminuir, uma solução para essa dor seria oferecer descontos em seus produtos ou serviços, por exemplo.
Gerir sua empresa durante a desaceleração da economia é um grande desafio, mas lembre-se que esses tempos difíceis vão passar. Com inteligência emocional, planejamento e muito trabalho, você saberá como vender na crise e diminuir custos. Assim, seu negócio vai sobreviver mais forte, pronto para continuar crescendo.
Aproveite e compartilhe essas dicas nas redes sociais e ajude outros empreendedores a encararem esse período crítico para os negócios.
As redes sociais surgiram inicialmente para promover a interação pessoal e compartilhamento de informações dentro do ambiente digital. Para além do simples entretenimento, essas redes se transformaram em um excelente espaço para os empreendedores encontrarem e converterem leads valiosos. Essa estratégia de negócios é chamada de social selling e ajuda a entender como vender nas redes sociais.
Para atender uma demanda dos consumidores que têm comprado cada vez mais pela internet, as empresas vêm aproveitado dos recursos disponíveis nessas redes, como fotos e vídeos para a apresentação dos produtos e serviços. A estratégia tem dado certo, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A previsão para 2020 é de crescimento de 18% no volume de vendas online, um movimento liderado pelas micro e pequenas empresas nas redes sociais.
Continue a leitura, conheça as vantagens do social selling e descubra como preparar os seus canais de divulgação online para aumentar as vendas do seu negócio.
Qual a importância de vender pelas redes sociais?
Os hábitos de consumo estão mudando, assim como o relacionamento das pessoas com o ambiente digital. De acordo com um levantamento realizado pela GlobalWebIndex, empresa que analisa o uso e o comportamento dos usuários online, o Brasil é o segundo país que passa mais tempo utilizando as redes sociais, o equivalente a 225 minutos por dia.
Além disso, a maioria dos usuários desses canais está na faixa etária entre 18 e 49 anos, que corresponde ao público que tem hoje o maior poder de compra. Entre as motivações desses consumidores para o uso das redes está a procura por produtos e serviços para comprar.
É por isso que o Marketing 4.0 inclui as redes sociais como uma plataforma importante para a divulgação e a venda dos negócios. Ao adotar essas estratégias, sua empresa está mais perto de atingir esse público conectado.
É possível vender pela internet sem ter uma loja virtual?
Quando pensamos em vendas online, a primeira imagem que surge é de uma loja virtual. No entanto, é possível encontrar soluções para vender pela internet sem grandes investimentos. Veja alguns exemplos:
marketplace: é uma espécie de shopping virtual, no qual diferentes lojas oferecem seus produtos e serviços em uma única plataforma. A Elo7, que reúne produtores criativos e a OLX, que conecta vendedores de produtos e serviços, são exemplos desse canal de vendas. Também o Facebook oferece esse serviço;
blog: uma página que oferece conteúdo relevante para seu público e que pode impulsionar as vendas do seu negócio. Com o uso de ferramentas do Google, como o Meu Negócio, é possível atrair visitantes para conhecerem mais sobre sua empresa no blog;
redes sociais: esses canais vêm desenvolvendo recursos para melhorar a experiência de compra dos consumidores, como perfis voltados exclusivamente para empresas e a marcação de produtos dentro de uma postagem.
Quais as vantagens de vender pelas redes sociais?
Para as empresas, as redes sociais criaram uma maneira de enviar as mensagens de sua marca para as pessoas certas, na hora e nos canais certos. Aqui estão as principais razões que indicam as vantagens do social selling e como isso pode ajudar a garantir o sucesso de seu negócio.
Mais visibilidade para a sua marca
As redes sociais são uma estratégia de marketing digital econômica e eficiente para aumentar o reconhecimento de sua marca. Além disso, a cada conteúdo postado que é compartilhado em outras páginas, surge a possibilidade de levar o seu produto ou serviço a novos clientes em potencial.
Oportunidade de atrair mais tráfego
Sem utilizar uma rede social como parte de sua estratégia de marketing, será mais difícil para o seu negócio alcançar um consumidor fora do seu círculo de clientes frequentes. Com o uso dessas redes, é possível ampliar o seu poder de alcance de atração de novos públicos, podendo, inclusive, expandir sua área de alcance de mercado.
Possibilidade de nutrir leads
Lembre-se de que os consumidores estão utilizando essas redes como ferramentas para ajudá-los a fazerem melhores compras. Por isso, além de atrair novos públicos consumidores, as redes sociais são um local para a produção de conteúdo que orienta a jornada do consumidor ao longo do funil de vendas.
Construção de parcerias
As redes sociais têm um potencial infinito para a construção de parcerias que podem ajudar a alavancar as vendas. Uma delas é o marketing de influência, na qual um influenciador digital se transforma em um embaixador do seu produto ou serviço. Essas pessoas têm uma ampla rede de contatos, que vai conhecer a sua marca e, possivelmente, podem se transformar em clientes.
Permite o feedback dos consumidores
Essas redes sociais se transformaram em um canal de feedback constante. Independentemente do retorno obtido, mostrar que sua empresa se preocupa com a experiência e a satisfação do cliente não apenas ajuda a construir uma imagem positiva da sua marca, como também acaba atraindo novos compradores.
Como efetuar uma venda nas redes sociais?
A seguir, selecionamos as principais redes sociais e mostramos como é possível digitalizar a sua loja e realizar vendas em cada um desses canais.
Facebook
Essa é a maior rede social do mundo e pode ser utilizada para você lançar produtos e serviços, construir um canal de suporte aos consumidores, apresentar conteúdo relevante para o seu público e fazer vendas.
Existe um serviço gratuito desenvolvido especialmente para negócios, o Facebook Business. Com essa ferramenta, é possível criar uma página de divulgação dos seus produtos e serviços com alcance, funcionalidades e layouts pensados para a divulgação e a venda. Um dos recursos disponíveis permite, inclusive, a criação de uma loja virtual para vender seus produtos no Facebook.
Caso queira incrementar as ações nessa rede social, é possível utilizar o Facebook Ads. A ferramenta permite a criação de anúncios pagos, que serão adicionados à linha do tempo dos seguidores da página da sua empresa.
Instagram
O Instagram também já ultrapassou um bilhão de usuários e não para de crescer. O uso principal sempre foi o compartilhamento de imagens e pequenos textos, mas, com o tempo, trouxe novos recursos de vídeo, como o Stories , o IGTV e o Reels. Esses vídeos são uma excelente oportunidade para a apresentação do seu produto ou serviço, aproximando o consumidor da sua marca.
O Instagram também desenvolveu um recurso de vendas online para as contas empresariais, o que permite o uso dessa rede social como uma espécie de vitrine virtual. Você posta uma foto e inclui o preço de cada produto disponível na imagem. Ao clicar nessa foto, o cliente vê os preços dos produtos e pode ser redirecionado para finalizar a compra na loja virtual.
A rede tem também o Instagram Ads, um recurso pago que ajuda a promover as publicações de sua empresa no próprio Instagram.
WhatsApp
Essa rede tem uma versão gratuita desenvolvida especialmente para pequenas empresas: o WhatsApp Business. As adaptações dessa ferramenta facilitaram a interação com os clientes através de recursos que ajudam a automatizar respostas e a responder rapidamente às mensagens. Nas informações do contato, é possível incluir o horário de funcionamento, link do site e outras redes sociais.
Há ainda um recurso que permite a criação de etiquetas e a inclusão de informações que indicam os clientes que têm o pagamento pendente ou já finalizaram o pedido. Com as listas de transmissão, você pode apresentar produtos e serviços – de uma única vez – a toda sua lista de contato, por exemplo.
O WhatsApp Business oferece outro recurso importante que dá acesso a métricas – como o número das mensagens que foram enviadas, entregues, lidas e recebidas.
LinkedIn
O LinkedIn é uma importante plataforma de networking entre profissionais e possíveis parceiros de negócio e para produzir conteúdo que mostre a autoridade de sua empresa na área que atua.
Além disso, se o seu negócio desenvolve produtos ou serviços para outras empresas, o LinkedIn desenvolveu um recurso para vendas online, o Sales Navigator. Ela ajuda a identificar potenciais clientes por meio de ferramentas de busca, oferece alertas que indicam as necessidades dos clientes e permite o envio de mensagens personalizadas.
YouTube
Essa é a plataforma de vídeo mais utilizada em todo o mundo. Com o YouTube, você pode criar um canal de vídeo para se conectar com seus consumidores de um modo diferente das outras redes sociais. Crie tutoriais, ajude as pessoas a resolverem pequenos problemas diários em seu nicho, convide um especialista para descrever as vantagens dos seus produtos ou serviços e apresente seu negócio ao consumidor, por exemplo.
O importante é que todo o conteúdo produzido conduza o consumidor para a outra etapa da compra. Para isso, inclua na descrição do vídeo o link do site, o e-mail ou o WhatsApp da empresa.
Quais as principais dicas para otimizar as vendas nas redes sociais?
Descubra como vender pelas redes sociais seguindo as estratégias utilizadas pelos negócios líderes em venda online.
Selecione as redes sociais mais adequadas
Você viu as oportunidades de venda das maiores redes sociais, mas qual delas é a mais adequada ao seu negócio e tipo de público consumidor? Para responder essa pergunta, baseie-se nas personas de seu negócio. Também é importante construir uma estratégia de conteúdo que agrade esse público.
Explore os recursos das redes sociais
No tópico anterior, mostramos o investimento das redes sociais nas ferramentas que ajudam as pequenas empresas a utilizar essas plataformas como canais de vendas. Caso ainda não tenha substituído suas contas de usuário comum para a empresarial, faça isso agora mesmo e desfrute dos recursos que ajudam seu negócio a vender mais.
Publique com regularidade
As pessoas acessam as redes sociais diariamente em busca de novas postagens. Por isso, é importante definir um calendário editorial estabelecendo um cronograma para a publicação de novos conteúdos. Duas ou três postagens por semana são suficientes, o importante é manter a regularidade.
Promova conteúdos relevantes
Invista em conteúdos atrativos e que engajem sua audiência. A Lei de Pareto, também conhecida como 80/20 pode ser uma boa referência para o tipo de postagem. A cada duas publicações de divulgação de produtos e serviços da marca, traga oito posts com o intuito apenas de interagir e informar.
Capriche nas fotos
Apresente imagens que revelam os bastidores da fabricação dos produtos, que mostrem a sua equipe de trabalho ou relembre eventos já realizados. Invista, também, em imagens que possam despertar o desejo dos consumidores, além de republicar fotos de clientes que estão falando bem do seu produto ou serviço.
Adote uma escrita persuasiva
As técnicas de redação do copywriting foram desenvolvidas para construir uma mensagem persuasiva que incentiva o consumidor a adquirir determinado produto ou serviço. Aproveite os recursos desse tipo de escrita para criar uma imagem positiva da sua marca, apresentar as vantagens dos produtos e serviços e gerar autoridade.
Adicione hashtags
O uso de hashtags antes das palavras-chave permite que o conteúdo produzido por sua empresa seja encontrado por outras pessoas, além daquelas que já seguem a página do negócio.
Outra boa estratégia é criar uma hashtag própria para a sua marca e incentivar o seu público a compartilhá-la para terem direito a uma promoção, por exemplo. Em troca, eles ajudarão a aumentar a visibilidade de sua página e, consequentemente, suas vendas.
Faça testes nas redes sociais
Se você vai investir em mais de uma rede social, é importante descobrir qual delas é mais adequada à sua estratégia de vendas online. Comece com um planejamento de até três posts por semana, em cada uma delas. O conteúdo pode ser o mesmo, desde que ele esteja adaptado a cada plataforma. Ao longo das semanas, é possível identificar qual das redes sociais apresentou uma maior taxa de conversão.
Interaja com os seguidores
Reserve uma hora do dia para interagir com os clientes em suas redes sociais. Aproveite a oportunidade para esclarecer dúvidas e responder os feedbacks deixados em alguma postagem. Utilize outras ferramentas de interação das plataformas, como as enquetes. Mostrar que a preocupação de sua empresa com a opinião dos seus seguidores ajuda a aproximar o público da sua marca.
Como montar uma página atrativa?
A experiência do cliente deve ser o ponto inicial para o desenvolvimento de uma página atrativa nas redes sociais. Além do conteúdo relevante e do uso de boas imagens em suas postagens, é preciso incluir:
logotipo: a marca da sua empresa deve estar presente no perfil de todas as páginas. É necessário seguir as cores e o estilo adotados em todos os outros materiais de divulgação do negócio;
capriche na descrição: as redes sociais disponibilizam um espaço para a apresentação da sua empresa. Seja simples e objetivo;
inclua outras opções para contato: ofereça ao visitante de sua página mais de uma opção de canal para a compra do produto ou serviço. Se você postar uma foto com anúncio no Instagram, por exemplo, mas não tem um site para a finalização da compra, deixe um link com o WhatsApp da empresa;
apresente seus outros canais: seu negócio mantém mais de um canal nas redes sociais? Faça uma menção em suas páginas com os endereços para acesso. O Linktree é uma ferramenta que permite agrupar esses links.
As transformações no comportamento do consumidor e a interação desse público com as redes sociais desafiam os empreendedores a pensarem em novas estratégias de marketing. Em tempos de crise e concorrência acirrada, descobrir como vender nas redes sociais ajuda seu negócio a sair à frente, chegando ao cliente onde ele estiver.
O branding para pequenas empresas tem conquistado muito espaço dentro do Marketing 4.0 por um bom motivo. Esse conceito reúne um conjunto de estratégias que ajudam você a estabelecer e construir a sua marca, permitindo que o consumidor identifique o seu negócio e consiga distingui-lo da concorrência.
Mais que uma tendência, o branding é um conceito-chave do marketing que, quando bem aplicado, pode criar o reconhecimento necessário para garantir a consolidação de sua marca no mercado e melhorar o relacionamento com o consumidor. Confira a seguir nossa seleção de dicas para você aplicar esse método em seu negócio agora mesmo!
4 estratégias de branding que podem ser adotadas por pequenas empresas
Grandes empresas têm um alto orçamento para investir em branding, mas você não precisa de uma conta bancária como a do Google para criar uma estratégia para a sua marca.
Apresentamos um passo a passo com 4 ações que podem ajudar sua empresa a se destacar e a atrair a atenção dos clientes sem gastar muito. Juntos, todos esses elementos podem criar uma presença única e memorável de sua marca no mercado. Acompanhe.
1. Defina a identidade de sua marca
Branding é mais que uma logo que aparece em um uniforme ou no cartão de visitas. Sua marca deve resumir quem é você como empresa – a missão e os valores do negócio -, o modo como você trata seus clientes e o estilo dos seus materiais visuais. Por isso, antes de avançar com as etapas mais táticas de sua estratégia de marca, reserve um tempo para descobrir a identidade da sua organização.
Algumas perguntas podem ajudar a descobrir o que você deseja para o seu negócio. Por exemplo: espero ser reconhecido pelo mercado? Que diferencial trago para o setor em que atuo? Quanto maior a clareza sobre quem você é, mais poderá inserir essa identidade em sua marca.
Aprender mais sobre o seu público-alvo também facilita o trabalho de branding. Pensando nisso, reserve ainda um tempo para definir seu consumidor ideal. Quem é ele? Qual é a idade desse cliente em potencial? Que tipo de renda e educação ele tem? O que importa para ele? Quando ele usaria seu produto e serviço? Por que ele precisaria da sua empresa?
2. Seja criativo na comunicação visual
Depois de definir a identidade do seu negócio, é hora de projetar a sua marca. Veja o que você precisa para dar início à comunicação visual do seu negócio.
Guia de estilo
O guia de estilo vai funcionar como um roteiro para que todo o material de divulgação apresente a mesma identidade visual. Esse guia deve conter a paleta de cores da marca, as fontes do texto e o tipo de design das embalagens, por exemplo.
Logotipo
Ele é a primeira imagem que seus clientes verão quando encontrarem a marca e é o recurso visual que está mais estreitamente associado ao seu negócio. Dessa forma, o logotipo deve ser o primeiro produto de comunicação criado, funcionando como inspiração para os demais recursos visuais.
Cartão de visitas
Ele ainda é um material importante para a divulgação da sua empresa. Não se esqueça de incluir o logotipo nesse material.
Site ou páginas nas mídias sociais
Lembre-se de que todo o material de divulgação na internet deve apresentar a logo e também seguir a paleta de cores do guia de estilo. Dependendo do seu negócio, você também pode precisar de recursos adicionais, como embalagens.
O importante é que você se lembre de que não importa onde o consumidor encontra sua marca. Seja visualizando seu logotipo, visitando seu site ou consultando os seus produtos em uma loja, a aparência e o design de toda a comunicação visual devem ser consistentes. Caso contrário, você pode confundir seu cliente e poderá perdê-lo para a concorrência.
3. Torne-se um especialista em seu campo de atuação
O marketing de conteúdo oferece a oportunidade de você mostrar a experiência na área em que atua, ajudando sua marca a se estabelecer como uma especialista nesse campo. Com o tempo, você conquista a confiança de seu público-alvo e, quando chegar a hora de procurar uma empresa para fazer negócios, você será lembrado.
O sucesso da produção como estratégia de marketing é fazer o conteúdo certo. Pesquise e descubra que tipos de perguntas seus clientes estão fazendo e produza um material que responda a essas questões.
Digamos que você possua uma confeitaria. Após suas pesquisas, você percebeu que seus clientes em potencial têm buscado por receitas e orientações para fazer bolos em casa. Crie uma postagem no seu blog descrevendo os princípios básicos desse ramo. Tal tipo de conteúdo fornecerá uma proposta de valor para o público e, quando eles procurarem por uma confeitaria (afinal, ninguém quer fazer o próprio bolo o tempo todo), sua marca será lembrada.
4. Melhore os seus canais de relacionamento
Aquilo que os consumidores dizem sobre sua marca é tão importante quanto a reputação que você constrói com o branding. Pensando nisso, busque sempre oferecer uma experiência positiva toda vez que seu público interagir com o seu negócio.
Veja os seus canais de relacionamento com o cliente, avalie o funcionamento deles e descubra como implementar uma gestão de inovação. É confuso fechar um pedido no seu site? Você demora para responder às mensagens no WhatsApp? As mídias sociais das marcas estão desatualizadas? Verifique também o feedback desses consumidores e descubra o que precisa ser melhorado.
Lembre-se de que essa estratégia não lida apenas com a imagem da organização, mas também em como você deseja ser percebido. Por meio das estratégias de branding para pequenas empresas, você pode enfatizar por que seu negócio e os produtos e/ou serviços que ele oferece são realmente a melhor opção para os clientes.
Essas dicas mostram que, para sua marca causar uma impressão positiva, duradoura e que encanta seus clientes, é preciso um pouco de criatividade e muita dedicação. O Sebrae Alagoas atua no fomento às micro e pequenas empresas. Entre em contato conosco e veja como podemos ajudar você a promover o seu negócio!
Marketing de conteúdo é a criação e compartilhamento de conteúdo gratuito valioso, com o objetivo de atrair, engajar e converter potenciais clientes em clientes, bem como transformar consumidores eventuais em compradores recorrentes.
Esse conteúdo deve passar a mensagem certa para o seu público, construindo uma percepção positiva de sua empresa, o que vai contribuir para a geração de mais negócios.
As ações de marketing de conteúdo fazem parte das metodologias do inbound marketing e do marketing 4.0, que visam atrair o interesse dos consumidores de forma sutil e não invasiva. São técnicas que se aproximam de um cliente em potencial aos poucos, a partir de 4 pilares: atração, conversão, venda e encantamento.
Quer saber como essa estratégia de produção de conteúdo pode ajudar no crescimento da sua empresa? Então, continue a leitura!
A importância do marketing de conteúdo para o seu negócio
Conheça, a seguir, as principais contribuições do marketing de conteúdo. Vale lembrar que ele é uma estratégia válida para todos os tipos de negócio, independentemente dos objetivos, do orçamento e do tamanho do empreendimento. Vamos lá?
Amplia a visibilidade da marca
Para sua empresa crescer, ela precisa ser vista. E a internet é, hoje, um dos melhores espaços para a divulgação. Você tem acesso a diferentes canais para garantir a visibilidade de sua marca, seja criando um blog no site da sua empresa, seja lançando uma página de seu negócio nas redes sociais ou até enviando um e-mail para os clientes cadastrados.
Para tornar sua marca ainda mais conhecida, é preciso alinhar as estratégias de marketing de conteúdo às técnicas que melhoram o posicionamento de seus canais de divulgação nas páginas das ferramentas de busca, como o Google.
Constrói autoridade
Quando um consumidor fala sobre sua empresa para outras pessoas, recomendando a leitura de alguma publicação em seu blog ou encaminhando um link de suas redes sociais, o conteúdo transforma sua marca em uma figura de autoridade, educando o mercado sobre determinado assunto. Ou seja, você educa as pessoas para que elas conheçam, gostem e confiem em seu negócio o suficiente para decidir adquirir seu produto ou serviço.
Converte visitantes em clientes
Ao produzir um conteúdo direcionado aos clientes em potencial, você encurta a distância entre essas pessoas e seus produtos ou serviços. À medida que esses visitantes passam a confiar na credibilidade e na qualidade do conteúdo que você oferece, aumenta a probabilidade de que realizem uma compra.
Contribui para a fidelização de clientes
Para se adaptar às demandas de mercado, todo empreendedor precisa pensar em estratégias que melhorem a experiência do cliente. O marketing de conteúdo também permite a manutenção do relacionamento com o seu consumidor após a compra. A preocupação em oferecer um conteúdo personalizado para esse público aumenta a confiança do consumidor em sua empresa, garantindo a fidelização.
Viu quantos benefícios a estratégia de marketing de conteúdo pode oferecer? Se você deseja implementá-la, mas não sabe por onde começar, conte com o suporte do Sebrae Alagoas. Nossa missão é apoiar e estimular a criação, desenvolvimento e adaptação de sua empresa às novas demandas do mercado.
O e-mail marketing é uma ferramenta extremamente eficaz proporcionada pela transformação digital nas empresas. Ele possibilita criar e nutrir um relacionamento próximo com os clientes e converter leads em vendas. Isso porque é uma ferramenta que alia personalização, alto alcance, baixo custo e retorno claro.
Por meio dele, você consegue enviar um conteúdo interessante, para as pessoas certas, na hora mais adequada. Entretanto, é imprescindível adotar uma estratégia correta para obter sucesso. Por isso, separamos 4 dicas valiosas que você não pode deixar de utilizar se quiser melhorar os resultados do seu negócio. Acompanhe!
1. Ofereça conteúdos relevantes
O primeiro passo para uma estratégia de e-mail marketing eficaz é dividir sua lista de contatos de acordo com as características dos usuários, como hábitos de compra, familiaridade com sua empresa, etapa no funil de vendas, entre outras.
Essa segmentação permite uma maior personalização das mensagens e melhora a comunicação porque permite que sejam enviados conteúdos relevantes para o destinatário.
Você pode, por exemplo, criar campanhas para quem acabou de consumir determinado produto, oferecendo algo complementar ou, ainda, ter ações específicas para quem assinou sua newsletter, fez o download de algum material ou se matriculou em algum curso online.
2. Inclua um CTA em todos os e-mails
O CTA ou Call To Action, é uma chamada que leva o leitor a realizar determinada ação. O resultado é mais interação e engajamento com seu lead. Para isso, deve ter um comando simples, curto e ter um objetivo bem claro.
Também é interessante que se destaque do restante do texto, seja com uma fonte diferente, outra cor, ou mesmo em um botão. Um call to action pode fazer com que o leitor:
vá para o blog da sua empresa;
baixe materiais ricos;
faça a inscrição em algum curso ou evento;
visite suas redes sociais, entre tantas outras ações.
3. Crie títulos chamativos
O título é o maior responsável pelo sucesso do marketing via e-mail. Se o assunto não for atrativo, o destinatário sequer abrirá a mensagem, concorda? De nada adianta um conteúdo maravilhoso se ele jamais será lido.
A melhor forma é estimular a curiosidade do recebedor e dar um sentido de urgência. Mas tome o cuidado de usar no máximo 70 caracteres, para que possa ser lido inteiramente na caixa de e-mail. Imagine que o título fosse “Novo artigo sobre empreendedorismo”. Com certeza sua taxa de abertura seria muito menor que “8 erros de empreendedores iniciais que você não pode cometer”, não é mesmo?
4. Evite textos longos
Os e-mails devem ser breves e diretos. Os conteúdos mais extensos devem ser deixados para os blog posts, newsletter e e-books. Lembre-se de que textos longos podem ser cortados em visualizações mobile, o que prejudica a experiência do usuário.
Utilize frases curtas e na ordem direta para facilitar a leitura. Do mesmo modo, divida seu texto em parágrafos menores e inclua imagens entre as informações. Isso dará mais leveza e não deixará seu leitor entediado.
Assim, sempre que receber um novo e-mail, o destinatário saberá que pode abrir porque encontrará uma mensagem importante e que não tomará muito do seu tempo.
Agora que você já sabe como fazer um e-mail marketing imbatível, aplique as dicas deste post agora mesmo em sua estratégia. Dessa maneira, você conseguirá converter um número muito maior de leads em vendas e, assim, verá que os resultados do seu negócio crescerão significativamente.
Gostou das dicas? Então, compartilhe este artigo em suas redes sociais para que sua rede de contatos também aprenda como ter sucesso com e-mail marketing!
Todo mundo sabe que o marketing digital, hoje, é fundamental para que as empresas se destaquem perante o público, conquistando autoridade e ganhando a credibilidade dos consumidores. Porém, poucas pessoas têm noção da importância da produção de conteúdo para as mídias sociais.
De forma equivocada, muitas empresas fazem publicações sem o devido planejamento e sem cuidados que possam promover a melhoria de suas estratégias e de sua imagem. Sem isso, o risco é de que as marcas não consigam construir um relacionamento adequado com seus consumidores e, pior, acabem deixando uma imagem negativa.
Quer saber como colocar em prática uma estratégia eficaz ? Então, confira as dicas em nosso post!
Quais as sugestões para produzir bons conteúdos?
Não basta conseguir likes dos seus contatos e angariar seguidores a partir de anúncios. Para que a marca construa um bom relacionamento com seu público-alvo, é importante seguir algumas regras. Confira as dicas!
1. Com quem você quer se relaciona?
Quem é o seu público-alvo? Para criar postagens que despertem interesse, é fundamental entender as dores (necessidades) dele e oferecer soluções. Por exemplo, se sua marca comercializa produtos alimentícios saudáveis, é importante atentar para as demandas de seus consumidores antes de criar conteúdos. Algumas sugestões, nessa situação, podem ser:
receitas saudáveis;
produtos que substituem itens potencialmente alergênicos, como os derivados de leite;
higienização adequada dos alimentos;
produtos fitness;
alimentação vegana ou vegetariana;
produtos destinados a dietas específicas.
Esses são apenas alguns exemplos, direcionados a um nicho específico. Mas vale a mesma regra para outros segmentos: busque temas que atraiam o interesse do público que sua marca pretende atingir.
2. Utilize um tom de voz específico
Sua marca promove shows de bandas de rock, vende utensílios domésticos ou cursos de especialização para advogados? O público de cada um desses nichos tem um vocabulário específico, um tom de voz específico e um tipo de imagem de interesse. Assim, é fundamental observar as características, as linguagens e os assuntos que interessam às pessoas que você deseja atingir.
3. Entenda o perfil de cada mídia social
Cada canal digital (Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter, YouTube, entre outros) tem características específicas, que podem (ou não) engajar melhor o público. Assim, não é interessante replicar o mesmo conteúdo em todos eles.
Vale a pena produzir imagens, postagens, vídeos e podcasts específicos para cada canal. Além disso, observe que, dependendo do público, uma ou outra mídia social pode ser mais utilizada. Assim, de novo, vale conhecer suas preferências e hábitos.
Lembre-se, também, de manter a frequência das postagens, pois isso é fundamental para que a marca seja lembrada.
4. Mantenha a comunicação ativa
A interação com o consumidor é essencial e ajuda as marcas na construção da audiência. Confira e responda todos os comentários, avalie como solucionar situações críticas e invista em estratégias para se aproximar de seu público, como concursos, lives, debates, entre outros.
Além disso, sempre que o consumidor entrar em contato, é importante ouvir e entender a demanda dele, fazendo um bom atendimento e buscando soluções adequadas a cada situação. Sua resposta é uma forma de conquistar a confiança e construir um bom relacionamento.
É possível usar um chatbot para fazer uma triagem das demandas do público, mas o atendimento humano e atencioso nunca será substituído.
5. Acompanhe as métricas
Ao observar quais postagens obtiveram maior engajamento, é possível saber o tipo de assunto que desperta mais interesse de seu público, ter ideias sobre o que causa maior impacto aos seguidores, entre outros insights importantes para sua audiência. Assim, observe a quantidade de visualizações, compartilhamentos, interações e conversões de cada canal.
Aproveite para melhorar os resultados dos seus negócios
Além de divulgar seus produtos e imagem e conversar diretamente com o público, os dados decorrentes das interações nas mídias sociais são fundamentais para entender melhor o comportamento do consumidor, seus interesses e suas necessidades.
Por isso, ao criar uma boa estratégia de produção de conteúdo, sua empresa pode conquistar um importante diferencial competitivo e se destacar perante os clientes.
Gostou de nossas dicas? Então, aproveite e nos siga em nossos canais, onde compartilhamos outras informações importantes para a construção de sua marca e do sucesso de seus negócios! Estamos no Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn, e YouTube!