Entender sobre a área financeira faz com que a sua gestão se beneficie e que você tenha uma visão global e estratégica de como atuar no mercado, destacando-se aos olhos dos consumidores.
Empresas que apostam em um bom planejamento de uso de recursos, têm maiores chances de crescer, uma vez que estarão mais preparadas para realizar investimentos em áreas que a concorrência sequer identificou. Esse tipo de planejamento funciona como um guia para desenhar as estratégias de sua empresa.
Quer saber como fazer um bom planejamento financeiro? Confira nossas dicas!
Separe conta de pessoa física e jurídica
A separação das contas da pessoa física – você – e da pessoa jurídica – sua empresa – faz com que você organize as despesas e investimentos pessoais das despesas e investimentos que deve fazer para o seu negócio.
Registre as entradas e saídas da empresa, faça uma previsão de vendas, a partir dos números que você possui e estipule um valor para o seu pró-labore. Desta forma, aumenta o seu controle sobre suas próprias despesas e sobre as movimentações que vai fazer para a empresa.
Estude o mercado
Estudar o mercado faz com que você tenha clareza sobre as necessidades do público com que atuará e entenda as características e os hábitos de consumo de uma cidade, região ou determinado grupo.
Esse conhecimento proporcionará um posicionamento acertado em relação ao que oferecer e como apresentá-lo aos consumidores. Além de possibilitar que você antecipe ações que impulsionem a compra de seus produtos e faça com que seu negócio se destaque em relação à concorrência.
Faça um orçamento bem detalhado
A planilha deve ser a melhor amiga do seu negócio. Isso porque respeitar o capital de sua empresa possibilita que você tenha uma vida financeira saudável e bem preparada para qualquer situação.
Construir um orçamento bem detalhado faz com que você saiba o momento exato de fazer investimentos, quando adquirir uma sede maior, contratar um profissional para atender melhor seus clientes etc.
Tenha um bom controle financeiro
Controle é a palavra que acompanha empresas que fazem gestão amparada por planejamento. Além de controlar receitas, como as vendas diárias, é preciso fazer o controle patrimonial.
Dentro do controle patrimonial, temos os ativos, isso é, os valores líquidos e os equipamentos que sua empresa dispõem neste momento e que podem gerar lucro. O passivo é o que gera custo para empresa, por exemplo, o espaço que você adquiriu para ser sede da empresa ou mesmo o aluguel.
Uma vez que você tenha essas despesas anotadas e controladas, a próxima etapa é entender suas despesas diárias e, desse modo, entender se seus investimentos vão trazer resultado ou se podem ser direcionados para outras áreas.
Para ajudá-lo no processo, o Sebrae tem diversos materiais, como cursos e vídeos, para que você entenda, cada vez mais, da vida financeira de sua empresa e aprenda como fazer um bom planejamento financeiro.
Quer aprender mais sobre finanças e tomar decisões assertivas, gerando inovação, com olhar estratégico e aumentando a receita? Assista o vídeo da palestra Como organizar suas finanças durante a crise e descubra que, com ações simples, será possível conquistar resultados positivos para o seu negócio.
O controle das finanças é algo que deve fazer parte da rotina do empreendedor, afinal, ele oferece um direcionamento para realizar investimentos assertivos, além de fazer com que o empresário seja capaz de identificar despesas desnecessárias.
A crise é o momento mais adequado para olharmos para os dados provenientes do planejamento financeiro. Com esse olhar, será possível enxergar cenários positivos e proteger o seu negócio, de modo que ele passe pelas turbulências e ainda tenha chances de crescer.
Confira nossas dicas de como fazer gestão financeira nesse contexto.
Trace os cenários
Entender qual vai ser sua movimentação, em um momento de crise, depende da análise financeira do negócio. Nesse momento, você deve estudar o cenário e identificar formas de reduzir despesas, viabilizar recursos para gastos indispensáveis e entender qual será o papel de sua empresa no mercado.
Traçar os cenários significa, basicamente, estudar possíveis caminhos que mantenham sua empresa em atuação e gerando receita. Para isso, talvez seja necessário adiar aquele investimento que estava pensando fazer. Mas, quem dará as cartas é a sua gestão financeira e os dados que ela oferece.
Analise as despesas
Reúna todas as despesas de sua empresa e – friamente – asdivida entre coisas essenciais e não essenciais. Se pensarmos nas despesas de uma família, por exemplo, a escola das crianças estaria nas despesas essenciais. Já as aulas de futebol, por mais importantes que sejam, podem estar entre as despesas não essenciais.
Essa análise vai ajudá-lo a entender se há possibilidades de poupar o caixa, ao menos agora, e a administrar com mais assertividade os recursos da empresa.
Negocie os prazos com os fornecedores
Por mais que o contexto de crise seja preocupante, recomendamos que você mantenha um bom relacionamento com seus parceiros de negócio, entre eles, os fornecedores.
Se em sua gestão observou que há a possibilidade de não cumprir com o pagamento, como era de praxe, negocie o prazo de modo que os dois lados se beneficiem.
Busque novas estratégias de vendas
O importante é não parar de vender! Além de gerar receita, as vendas tornam o seu negócio presente na vida do consumidor. Procure fazer com que sua marca e seus produtos sejam sempre lembrados.
Se os clientes não podem ir até você, vá até eles. Experimente o esquema de delivery. Adapte seu produto, adquira embalagens específicas, faça de suas entregas uma verdadeira experiência.
Lembre-se de que a crise afeta a todos, inclusive seus clientes. Faça com que eles vejam seu negócio como um braço direito, um apoio, um conforto na adversidade.
Embora gere desconforto e sensação de insegurança, a crise faz com que você repense determinados hábitos e se atente para as novas tendências no setor e nos hábitos de consumo. Mas, para se guiar nesses novos caminhos, é preciso saber como fazer gestão financeira de forma eficiente. Por isso, não deixe de levar em consideração todas as dicas deste texto!
Para mais informações como essa, continue acompanhando as dicas do Sebrae nas redes sociais! Curta nossa página no Facebook.
O panorama atual, marcado pelo surto do novo coronavírus, tem transformado inúmeros aspectos da nossa sociedade, incluindo os hábitos de consumo, tanto para clientes quanto para empresas. Assim, a tentativa de se reinventar e se adaptar à nova situação se tornou uma necessidade.
Não há dúvidas de que o mundo pós-Covid-19 será diferente. A certeza é que será impossível sair desse cenário semnovos aprendizados. A prova disso é que já conseguimos identificar algumas tendências de consumo pós-pandemia. Acompanhe o conteúdo e descubra quais são as perspectivas para o futuro do varejo.
1. Delivery
Devido às recomendações de isolamento e distanciamento social, bem como ao fechamento temporário ou restrito de muitos estabelecimentos comerciais, os serviços de entregas aumentaram 59%, em relação ao mesmo período anterior à pandemia. Esse mercado não se restringe apenas a compras de alimentos e bebidas. Produtos como roupas, livros, acessórios e eletrônicos também estão entre os itens mais comercializados nessa época.
Essa é uma tendência que permanecerá mesmo após a pandemia, não apenas pelo fato de muitas pessoas continuarem a evitar aglomerações e lugares cheios, mas também porque oferece mais comodidade ao cliente e agilidade no atendimento. Então, montar um delivery se mostra uma excelente oportunidade para ter sucesso mesmo em meio à crise.
2. Alimentação saudável
A preocupação com a saúde e com a imunidade também resultou em mudanças significativas no cardápio das pessoas. Apesar de ainda não haver nenhum estudo comprovando a relação entre o consumo de determinados alimentos no combate ao novo coronavírus, grande parte dos indivíduos passaram a adotar refeições mais saudáveis, pois uma dieta balanceada e rica em nutrientes melhora o sistema de defesa do corpo.
Com o aumento da procura, muitos empreendedores decidiram investir no ramo de alimentação saudável, tanto vendendo refeições completas, quanto focando em apenas um tipo de comida.
3. Compras online
O comércio eletrônico já estava em ascensão mesmo antes da pandemia. Entretanto, o isolamento social fez com que muitas empresas acelerassem a transformação digital, passando a vender também pela internet. O resultado foi o crescimento de 81% no e-commerce brasileiro. Isso também se deve ao fato de que muitas pessoas que ficaram desempregadas enxergaram nesse nicho uma nova forma de ter rentabilidade.
Atualmente, é possível vender praticamente qualquer produto ou serviço por meio de uma loja virtual, mas é importante destacar as categorias que mais cresceram:
produtos alimentícios: 294,8% em relação ao mesmo período no ano passado;
instrumentos musicais: alta de 252,4%;
brinquedos: crescimento de 241,6%;
eletrônicos: 169,5% a mais;
itens de cama, mesa e banho: aumento de 165,9%.
Como o e-commerce já estava em expansão e aumentou com a situação da pandemia, certamente é um mercado que vale muito a pena a ser explorado. Além disso, com a revolução digital e a facilidade das compras online, o empreendimento que não tiver presença online muito provavelmente perderá espaço para a concorrência.
Como podemos perceber no artigo, as tendências de consumo pós-pandemia são excelentes oportunidades para começar um novo negócio, como também para investir no crescimento de um já existente. Cabe aos empreendedores entenderem as novas necessidades da população e criar soluções para atender a tais demandas.
Ficou com alguma dúvida? Tem algo a acrescentar sobre as mudanças no hábito de consumo no cenário atual? Deixe um comentário abaixo e compartilhe suas experiências!
Com a reabertura da economia e a flexibilização das medidas de isolamento social, as empresas estão, gradualmente, retomando suas atividades. Porém, para que o retorno ao trabalho pós-pandemia ocorra de forma segura, alguns novos protocolos serão fundamentais, além de mudanças no ambiente físico corporativo.
Os novos layouts de trabalho dependerão muito das atividades de cada empresa. Uma loja, por exemplo, opera de maneira distinta de um escritório ou de uma fábrica. No entanto, em qualquer um desses ambientes, os cuidados com higienização e o distanciamento dos colaboradores serão essenciais.
Quer saber como garantir o retorno ao trabalho presencial de forma segura? Então, acompanhe as nossas dicas!
Como organizar o ambiente de trabalho pós-pandemia?
Várias medidas serão necessárias para manter a segurança dos colaboradores e também da coletividade. A conscientização de todos, acerca dos riscos e da importância do comportamento seguro, será o elemento mais importante para minimizar os riscos de contágio e de transmissão de doenças.
Para tanto, investir em comunicação, reorganizar a dinâmica corporativa e promover adequações físicas são ações imprescindíveis. Confira!
Equipamentos de proteção
O uso de máscara é essencial. Além dela, dependendo da atividade, luvas ou mesmo máscaras do tipo face shield são necessárias. O fornecimento do equipamento de proteção individual (EPI) é uma obrigação do empregador, que deve orientar sobre o uso correto e fiscalizar a utilização por parte de toda equipe.
Mudanças no espaço físico
É importante que os ambientes sejam adequados de forma a manter o distanciamento entre os colaboradores. Assim, o afastamento de mesas ou a readequação dos escritórios é importante. Uma alternativa para locais com pouco espaço disponível é o uso de divisórias de acrílico.
Além disso, portas e janelas devem permanecer abertas, de forma a garantir a circulação do ar. No caso das portas, essa medida também é importante para evitar a necessidade de contato com maçanetas.
Em lojas ou outros empreendimentos, nos quais o consumidor efetua o pagamento diretamente no caixa, além de divisórias de acrílico, é válido fazer demarcações no piso, para evitar aglomeração. Os clientes e funcionários precisam estar seguros.
Empresas com refeitórios coletivos ou vestiários também precisam adotar cuidados extras para evitar a presença de muitas pessoas nesses ambientes. Nesse caso, o ideal é organizar a jornada de trabalho de forma que os horários dos colaboradores não coincidam.
Vela a pena, também, instalar dispensers de álcool em gel 70% na entrada da empresa, próximos aos refeitórios e sanitários. Nas pias, sabonete líquido e toalhas descartáveis são imprescindíveis.
Novos comportamentos
Além das adequações do espaço físico, as empresas devem instituir novos protocolos de proteção aos funcionários. O ideal é que aqueles que puderem permanecer em home office continuem executando suas atividades à distância, ao menos na maior parte do tempo. Para os que precisarem comparecer à empresa, vale adotar alguns cuidados:
avalie a possibilidade de mudanças no horário de trabalho, de modo a evitar que os colaboradores utilizem transportes públicos em momentos de pico;
faça aferição de temperatura assim que o colaborador chegar em empresa. Se houver sinais de febre, tosse ou outros sintomas de doenças respiratórias, o funcionário deve ser afastado por alguns dias;
intensifique a comunicação sobre a importância das medidas preventivas. Oriente as equipes sobre os procedimentos necessários de higiene, uso de máscaras e o descarte (ou higienização) das mesmas;
evite a realização de reuniões ou treinamentos em ambientes fechados. Por enquanto, o essencial é que esses eventos aconteçam apenas por videoconferência.
A mudança de rotinas garante a segurança do trabalho pós-pandemia?
É fundamental que os gestores se capacitem para garantir o retorno ao trabalho sem riscos. Com as orientações adequadas e a adoção de protocolos rígidos de higiene e segurança, os colaboradores se sentirão confiantes e motivados para voltarem às atividades rotineiras, mantendo sua produtividade.
Com cautela, o retorno ao trabalho pós-pandemia é seguro e fundamental para garantir a sustentabilidade financeira das empresas, que geram emprego e renda para muitas famílias.
Você provavelmente já foi atendido por um chatbot, ainda que não tenha se dado conta disso ou não conheça esse nome.
Esse excelente recurso é utilizado para atender rapidamente o cliente, respondendo imediatamente suas perguntas, mesmo que, muitas vezes, seja necessário encaminhá-lo a um atendente.
O chatbot é uma das ferramentas que as empresas estão implementando para melhorar a experiência do consumidor, cuja finalidade é realizar um atendimento adequado que faça com que ele volte a comprar seu produto ou serviço.
Gostou da ideia de melhorar ainda mais o contato com o seu cliente? Quer aprender como criar um chatbot? Então, vamos lá!
O que é um chatbot?
As palavras “chat”e “bot”significam, separadamente, “bate-papo” e “robô”, ou seja, literalmente, a palavra “chatbot” quer dizer “bate-papo com robô”.
Essa conversa é desenvolvida a partir de um software de comunicação (o robô), com que consumidores entram em contato com a marca, tendo respostas às suas perguntas de maneira rápida e eficiente. O robô estabelece a conversa, a partir de um repertório amplo de respostas automáticas alimentado no ato da configuração.
Geralmente, são estabelecidas algumas regras para que o chatbot seja capaz de responder às dúvidas que são feitas. Porém, o mecanismo também aprende com as interações que realiza, ou seja, a interação é produtiva.
A criação do chatbot pode ser feita em ferramentas, como a página do Facebook, o WhatsApp, o Messenger, tudo depende dos lugares em que seus clientes costumam entrar em contato com você!
Por que criar um chatbot?
Com o passar dos anos, o desenvolvimento da tecnologia e a rapidez do fluxo de informações, os clientes ficaram ainda mais exigentes e querem ser atendidos rapidamente.
Quando há interesse pela compra de um produto ou mesmo tenha acontecido algum tipo de erro no processo de compra, o cliente quer sua necessidade atendida imediatamente. O atendimento feito por humanos não tem condições de estar disponível 24h.
Os robôs, porém, podem atender seus clientes a qualquer hora do dia ou da noite. Graças à inteligência artificial, cada vez mais, avançada, o atendimento nesses chats é cordial e eficiente!
Como criar um chatbot?
Antes de partir para o tutorial, convém que você se faça algumas perguntas para construir o repertório de seu chatbot. A primeira pergunta é: por que você precisa de um chatbot? As respostas a essa questão devem direcionar os temas que vão ser tratados durante a conversa.
Por exemplo, se sua resposta for “para agilizar o processo de vendas“, então você deve considerar o roteiro de vendas de sua empresa, as dúvidas e perguntas que costuma receber sobre esse assunto para construir o seu chatbot.
Outra pergunta que precisa ser feita é: por que o consumidor ou cliente potencial usaria o chatbot? A partir dessa questão, considere a jornada de compra de seu cliente e identifique as dúvidas que surgem em determinados estágios do funil de compras.
Já sabe o tema predominante do seu chatbot? Já identificou as perguntas mais relevantes e possíveis derivações? Agora, vamos criar o chatbot!
Escolha a plataforma
Existem diversas plataformas que podem ser utilizadas para a criação de seu chatbot. Elas auxiliam as pessoas que têm pouco conhecimento sobre programação.
Nossa sugestão é que você analise os planos que mais se ajustam à realidade de seu negócio (pagos ou gratuitos), os recursos que cada plataforma disponibiliza, a integração com outras plataformas e até mesmo o design.
Teste a plataforma e as interações
De modo geral, as plataformas disponibilizam versões testes para você entender como o chatbot funciona e faça as configurações, por meio da interação, em tempo real. Esse teste é indispensável, pois elimina possíveis erros que poderiam ocorrer com os usuários.
Como fazer o chatbot de sua empresa funcionar com eficiência?
A ideia por trás de se programar um robô para atender o cliente de forma produtiva é fazer com que ele funcione com eficiência e que traga, mesmo que em poucas palavras, a essência de sua empresa.
Toda empresa tem um tom de voz, já reparou? Esse tom de voz é um jeito de se expressar, um jeito de falar que define a sua personalidade. Assim como existem pessoas que se comunicam de maneira formal, por exemplo, e outras que transmitem uma imagem informal, as empresas também deixam uma impressão nos consumidores.
Você já deve ter percebido que entrar em contato com uma empresa de eventos é diferente de entrar em contato com uma empresa de advocacia. Provavelmente, até o seu jeito de se apresentar se modifica, não?
Como a ideia é que, ao entrar em contato com o chatbot, o cliente sinta que está entrando em contato com a sua marca, é preciso que o tom de voz das perguntas acompanhe o tom de voz da sua empresa, ok?
Fluxo de mensagens
Para construir o fluxo de mensagens, uma boa ideia é conferir as interações que costumam acontecer pelos canais que você disponibiliza.
Se você pretende programar o chatbot para iniciar vendas, dê uma olhada nas interações em que o cliente foi até vocês com o intuito de saber mais sobre os produtos ou serviços e como a conversa se encaminhou para a venda.
A partir das perguntas feitas, construa as perguntas do chat. Ah! Lembre-se: se identificar gargalos durante a conversa ou situações que o bot não vai conseguir responder, encaminhe o caso para um atendente. O importante é que o cliente tenha uma experiência agradável e tire todas as suas dúvidas.
Divulgue seu chatbot
O chatbot é mais um serviço que sua empresa oferece. Por isso, merece ser divulgado em seus canais.
Como divulgá-lo? Bem, tudo depende dos canais de que você dispõe para divulgar novidades, do local em que escolheu criar o chatbot e dos hábitos de seus públicos.
Vamos supor que seu público-alvo queria um atendimento personalizado, com trocas de mensagens rápidas. Provavelmente, ele vai escolher entrar em contato com você pelo WhatsApp. Nesse caso, publique em suas redes sociais o número do seu telefone celular e deixe claro que está à disposição para tirar dúvidas, fechar vendas e solucionar problemas.
O chatbot é a melhor maneira de atender o seu cliente de maneira rápida, eficiente, com baixo custo e a qualquer momento. Ah, e garantindo que ele tenha a melhor experiência no contato com a sua marca!
Realizar estratégias de marketing online e offline deve fazer parte da rotina de empresas de qualquer porte. Afinal, elas possibilitam reforçar a imagem da marca na mente de quem já é cliente, além de possibilitar a captação de novos leads.
Atualmente, o ambiente online é bastante lembrado ao construir estratégias de marketing, porém a tendência atual é integrar canais online e offline, de modo a oferecer experiências distintas para públicos variados. Além disso, por meio do virtual e do presencial, é possível criar ações mais eficientes.
A seguir, vamos explicar o que é marketing online e o que é marketing offline e vamos sugerir exemplos de como integrá-los!
Marketing offline: o que é?
Também conhecido como marketing tradicional, marketing de interrupção ou outbound marketing, esse tipo de marketing é utilizado até hoje para criar ações que ofertam produtos diretamente para o público.
As ações de marketing offline se baseiam nas ofertas e na abordagem direta do cliente, oferecendo o produto ou serviço a ele. Suas ferramentas — como TV, rádio e flyers — são bons exemplos de mídias utilizadas no marketing offline que captam um grande público.
Essas ferramentas, além de atingirem um público variado, possibilitam reforçar a imagem da marca, pois têm grande credibilidade.
Marketing online: o que é?
O marketing online, por sua vez, é o que acontece dentro da internet. Ele pode ser inbound, isso é, atrai o cliente por meio da criação de conteúdo, mas também pode ser feito de forma parecida com o offline, em posts patrocinados, banners e pop-ups, que são ferramentas que se baseiam na interrupção e oferta de produto/serviço.
No caso da estratégia de interrupção, o público é impactado pelo conteúdo, por meio de mídia paga. Isso acontece, por exemplo, quando estamos navegando nas redes sociais e recebemos algum link, foto ou texto que foi patrocinado.
Já no caso do inbound, o consumidor recebe o conteúdo porque, de algum modo, buscou por temas ou assuntos que dizem respeito ao universo daquela marca. É o caso do cliente que pesquisa em ferramentas de busca sobre alguma dúvida ou sobre algum tutorial e encontra as informações no próprio ambiente digital.
O inbound pode utilizar estratégias pagas para disseminar conteúdo, mas também funciona de forma orgânica, ou seja, por meio da busca do cliente pelos assuntos que a marca compartilha e trabalha em redes sociais, sites e blogs.
Como integrar marketing online e offline?
Os dois tipos de marketing vão trazer bons resultados para a sua empresa. Mas é preciso, antes de escolher ferramentas e iniciar os investimentos nas estratégias, realizar um planejamento que considere:
público-alvo;
objetivo com a realização da ação.
Isso significa que, por mais que você sonhe em ver sua marca sendo citada em um importante programa de TV, primeiramente deve-se analisar se o público realmente vê esse programa. O planejamento e a análise do público devem direcionar seu investimento sempre!
As ações transmídia, aquelas que sejam online e offline, simultaneamente, fazem com que o público migre pelos ambientes, tendo, portanto, uma experiência mais completa sobre a marca.
Um bom exemplo é a criação de folders com QR code, com o qual o cliente vai acessar online conteúdos sobre a marca ou mesmo ter acesso a algum desconto em produtos ou serviços.
Outra forma de unir online e offline é criar eventos virtuais nas redes sociais, como o Facebook. Com esses eventos, você divulga eventos presenciais e, além de estimular a curiosidade das pessoas que confirmarem interesse, consegue ampliar sua base de contatos e de seguidores que, em seguida, vão prestigiar seu evento presencialmente.
Por fim, é importante compreender que os tipos de marketing não são excludentes, mas podem se complementar na construção de sua estratégia. Por meio de uma campanha integrada e da utilização harmoniosa das mídias online e offline, sua marca conquistará maior público, o que vai gerar crescimento do negócio.
Não sabe como crescer na crise? Em meio à instabilidade econômica causada pela Covid-19, as empresas estão se reinventando para sobreviver a tudo isso. A inclusão de algumas estratégias — principalmente aquelas que focam na experiência do cliente — pode ajudar a contornar os problemas.
O investimento em tecnologia também é uma excelente opção para quem deseja se destacar no mercado, por isso, é importante rever seu orçamento e priorizar essa estratégia.
Neste artigo, listamos 5 dicas para você crescer no seu segmento, mesmo em meio à tensão, para conseguir garantir mais vendas e lucros. Continue a leitura!
1. Identifique o comportamento das pessoas
O comportamento dos consumidores mudou após a pandemia e eles estão cada vez mais exigentes com a qualidade dos produtos e serviços prestados. Portanto, é importante estar atento para não cometer erros que prejudiquem a experiência do cliente.
Crie estratégias que facilitem o relacionamento com o consumidor. O delivery, por exemplo, se tornou fundamental para manter o mercado operando. Além de alimentos, existe delivery de bebidas (para bares) e até mesmo de roupas e calçados. Invista em um site para facilitar a exposição dos seus produtos.
2. Conheça as dores de seu público-alvo
As “dores” do seu público, isto é, os problemas que ele tem, podem mudar depois de um momento de instabilidade. Suponhamos que você tenha uma farmácia de manipulação. Após o Ministério da Saúde enfatizar a necessidade do uso do álcool em gel, você precisa se organizar para atender a essa demanda dos seus consumidores.
Do contrário, quem sairá ganhando é a concorrência. Sua referência sempre deve ser as necessidades do seu cliente. Nunca se esqueça disso.
3. Mantenha presença nas mídias digitais
As compras online dispararam com a pandemia, de acordo com dados divulgados no portal de notícias UOL. Isso mostra o quanto é importante se manter presente nas mídias digitais, pois é nesse ambiente que o seu público-alvo está.
As redes sociais têm grande potencial de aumentar as vendas e gerar lucros mesmo em meio à crise. Elas ajudam, de maneira natural, a melhorar o relacionamento com o consumidor e incentivá-lo a conhecer seus produtos ou serviços.
4. Aposte na inovação
A inovação pode se tornar o diferencial competitivo que você procura para aumentar suas vendas e destacar o negócio durante e após este momento de instabilidade. Sendo assim, é muito importante investir em tecnologias que visam otimizar a produtividade da sua equipe e melhorar a experiência do cliente.
Um exemplo de inovação é uma loja de roupas que monta um site para vender seus produtos e contrata serviço de delivery para as entregar as mercadorias.
5. Adapte-se
Adaptar-se ao cenário atual é fundamental para que seu negócio prospere. Sendo assim, faça investimentos que priorizem a automação e a flexibilização dos processos. Além disso, conte com o auxílio de profissionais qualificados para ajudar a colocar as estratégias certas em prática. Isso é essencial para gerar mais vendas e melhorar a lucratividade.
Agora você já sabe como crescer na crise! Lembre-se de que manter um bom relacionamento com o consumidor é essencial para garantir que a concorrência não terá oportunidade de sair à sua frente.
Imagine se você pudesse automatizar algumas ações de marketing, entregando às máquinas algumas das tarefas manuais e liberar colaboradores talentosos para atividades mais criativas. Parece ficção científica ou um sonho distante?
Na verdade, a automação de marketing já é um conceito amplamente difundido no mercado, que tem ajudado muitos profissionais a ampliar as suas abordagens. Neste post, falaremos sobre o conceito, os cuidados para conduzir uma estratégia e dicas para realizá-la. Boa leitura!
O que é a automação de marketing?
A automação de marketing pode ser definida como a prática de utilizar softwares e outras tecnologias para agir em larga escala e melhorar os resultados das ações conduzidas pela empresa. Por meio dela, fica mais fácil identificar e monitorar as preferências dos consumidores.
A partir daí, será possível agir de forma personalizada de acordo com o público que se quer alcançar, melhorando o relacionamento com essas pessoas. É, também, uma maneira de municiar a equipe de vendas com detalhes mais precisos sobre os consumidores em potencial.
A automação de marketing ainda reduz a carga de trabalho manual dessa área da empresa, mas sem comprometer os resultados. Ela ajuda a aumentar a eficiência do time e diminuir o tempo gasto para levar cada tarefa a cabo.
Com uma ferramenta adequada, a empresa consegue criar uma campanha de e-mails direcionados, mas também agendar postagens nas mídias sociais de acordo com ações dos contatos (ou leads). Com a abordagem progressiva de uma boa estratégia de automação, que respeite cada etapa da jornada de compra, será possível mensurar os resultados das campanhas com mais precisão.
Quais são as melhores estratégias de automação de marketing?
A melhor maneira de explorar a automação de marketing é trabalhar uma gestão conjunta que envolva e-mails, mídias sociais e exploração do website da empresa. Vamos descobrir duas maneiras de fazer isso.
Conteúdo dinâmico
O conteúdo dinâmico consiste na exibição de diversas imagens, textos ou vídeos de acordo com a segmentação determinada pela empresa. Isso envolve fatores como gênero, preferências, histórico de compra, região de residência etc.
O conteúdo dinâmico é adaptável aos interesses e baseado no comportamento do seu público. Ele pode ser exposto no corpo dos e-mails marketing, nas redes sociais e até mesmo nos anúncios personalizados da empresa.
Ele é o principal responsável por impulsionar a interação direta com os leads. Desse modo, enviar um conteúdo errado para eles pode resultar na perda de um cliente em potencial. O objetivo aqui é desenvolver uma experiência personalizada, totalmente focada no visitante em um determinado momento.
Assim, será mais fácil envolvê-lo e conquistá-lo. É preciso lembrar que um cliente em potencial visualiza ou interage com os conteúdos da empresa antes mesmo de abordar a equipe de vendas.
Campanhas de nutrição e workflow
É importante destacar que nem todos os visitantes do seu site estão totalmente preparados para adquirir um produto — mas todos eles são compradores em potencial. Isso significa que qualquer estratégia implementada determinará se um lead se tornará um cliente efetivo ou não.
Uma campanha de nutrição consiste no envio de e-mails de forma progressiva, para alguém que se dispôs a recebê-los. Desse modo, o primeiro apresenta a empresa. O segundo começa a detalhar os produtos. O último é mais incisivo e apresenta as soluções para as dores da pessoa. Não há um número definido de mensagens para essa estratégia, mas 3 ou 4 são uma boa estimativa.
O segredo para aproveitar esses leads é estimulá-los e nutri-los por meio de conteúdo dinâmico e campanhas adaptadas às suas demandas. Inclusive, essa automação ajuda a gerar mais leads a um custo reduzido em relação às campanhas estáticas não segmentadas.
A empresa de pesquisa Forrester Research fornece dados animadores para quem deseja apostar na nutrição de leads: segundo um dos seus estudos, essa estratégia gera 50% a mais de leads prontos para as vendas, com um custo 33% menor em relação às outras ações.
Cuidado com o funil
Essa não é uma estratégia própria de automação de marketing, mas um cuidado que as empresas devem ter: atenção ao funil! Não adianta muito investir em um conteúdo impactante e desrespeitar as etapas da jornada de compra.
Por exemplo: para um lead que apenas visitou o seu site e se inscreveu para receber e-mails não adianta muito enviar uma mensagem detalhando as características de um produto específico. Afinal, a dor daquela persona ainda não foi mapeada e não faz sentido oferecer uma mercadoria aleatória. Isso pode, inclusive, irritar um cliente em potencial, o afastando da empresa.
Como realizar a automação?
Agora, falaremos das estratégias efetivas.
1. Escrever conteúdos relevantes
Primeiro, é muito importante descobrir quais são as palavras-chave mais utilizadas pelo público-alvo nos mecanismos de busca. Técnicas de SEO são muito importantes nessa hora. A partir daí, será mais fácil criar conteúdos relevantes e direcionados — não se esqueça de explorar as mídias sociais!
2. Criar e-mails de nutrição de leads
Depois, é o momento de criar uma sequência de e-mails para cativar os compradores em potencial.
Como mencionamos, é muito importante respeitar uma progressão: no primeiro e-mail, por exemplo, apresente a sua empresa. No segundo e-mail, divulgue as suas soluções. A última mensagem, ou o terceiro e-mail, será a mais objetiva, destinada a convidar aquela pessoa a entrar em contato direto com o negócio. Neste último e-mail, você pode optar por um CTA (Call-To-Action) que direcione para o seu WhatsApp Business.
3. Investir em materiais ricos, como e-books e infográficos
Invista no marketing de conteúdo. Isso pode ser feito por meio de um blog que demonstre que a empresa tem autoridade sobre um determinado assunto. Assim, pesquise sobre assuntos que tenham a ver com os seus produtos e tire dúvidas com artigos embasados.
Além disso, diversifique os formatos: é possível contar com blog posts, mas também com e-books, infográficos, webinars e até mesmo os vídeos em um canal do YouTube. Experimente um pouco de cada e depois mapeie aqueles que apresentaram as maiores taxas de interação.
Caso seja do seu interesse, você também pode investir nos guest posts: isso é, postagens sobre a sua marca em blogs de parceiros. É outra maneira de atingir mais pessoas e trabalhar na conversão. Depois disso, basta acionar as ferramentas de automação.
Como vimos no texto, a automação de marketing é uma maneira de otimizar as suas estratégias. Com a utilização de softwares e ferramentas próprias para isso, como a Hubspot Marketing, a Mailchimp ou a RD Station, o fluxo de mensagens de uma ação de e-mails para leads, por exemplo, se tornará bem mais eficiente.
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Você tem uma real noção de como o público-alvo enxerga o seu negócio? Como a sua empresa tem se posicionado em relação ao cenário atual, com a crise financeira causada pela pandemia? Essas questões são de fundamental importância para o contexto atual.
Afinal, além de conseguir sobreviver aos efeitos devastadores do coronavírus para o comércio, será preciso encontrar maneiras de cativar o público. O posicionamento de marca é uma estratégia que tem tudo a ver com essa preocupação. Neste post, falaremos mais sobre o conceito e como aplicá-lo. Siga a leitura!
O que é o posicionamento de marca?
O posicionamento de marca representa o modo pelo qual a empresa quer ser vista pelos seus clientes. Desse modo, ele está diretamente relacionado ao trabalho que a companhia realiza para ser reconhecida como uma instituição com valores positivos pelos seus consumidores.
É importante, inclusive, esclarecer que o posicionamento de marca não é, necessariamente, como as pessoas veem a marca. Ele tem a ver mesmo com o que a companhia faz — não à toa, diversas empresas estão buscando melhorar e humanizar a sua imagem durante a pandemia do coronavírus.
Como exemplos, podemos citar companhias como a Volkswagen, Mercado Livre e Audi, que modificaram suas logomarcas para enfatizar a importância do distanciamento social. Ou até mesmo a Apple, que tem doado máscaras, e o Google, que injetou 800 milhões de dólares em organizações de saúde.
Como aplicar essa estratégia na empresa?
Não é preciso ter uma empresa bilionária para posicionar sua marca de forma adequada. Vamos conhecer algumas estratégias eficientes.
Investir em cultura organizacional
Primeiro, é preciso disseminar uma cultura de empatia e preocupação com as necessidades do cliente por toda a empresa. Os gestores devem repassar instruções claras para os colaboradores, especificando o que efetivamente deve ser feito para posicionar o negócio de acordo com os objetivos.
Além disso, seguindo os exemplos mencionados anteriormente, que tal adicionar a preocupação com a pandemia à cultura organizacional da empresa? É uma maneira de humanizar a marca e estreitar o relacionamento com os clientes.
Mostre quem são os colaboradores por trás do negócio e publique (nas redes sociais e no blog) como o negócio tem feito para manter a segurança dos seus funcionários e clientes.
Construir presença digital e autoridade
Como mencionamos, o posicionamento tem tudo a ver com um trabalho interno para melhorar a percepção dos clientes sobre o negócio. É impossível fazer isso sem uma interação direta com o público e sem elementos que demonstrem que a marca é uma autoridade em seu ramo.
Por isso, além do marketing de conteúdo, é uma ótima ideia escalar colaboradores para interagir diretamente com as pessoas nas redes sociais, sempre com respeito e educação. Caso não haja esse contato, a empresa corre o risco de ser vista como distante e pouco interessada nas dores do seu público.
Fazer tudo pensando no seu público-alvo
Além do contato próximo nas redes sociais e nos outros canais de atendimento, como telefone, chat e e-mail, a satisfação do cliente deve ser a prioridade número 1 do negócio. Para garantir isso, é necessário buscar um equilíbrio durante as etapas da jornada do consumidor.
Ela engloba desde o momento no qual o cliente começa a pesquisar por um produto até o pós-venda. O consumidor tem que ser bem atendido em todas as etapas do processo. Vender um produto de qualidade, mas ignorar as dúvidas que ocorrem em um momento posterior à compra, por exemplo, causará danos à reputação da empresa.
Além disso, a preocupação com o público-alvo deve englobar, também, as estratégias de venda. Por meio de ferramentas de Big Data e análise de dados, será mais fácil mapear a persona e oferecer produtos cada vez mais personalizados. E o melhor: direcionados para as pessoas certas.
Construir um bom relacionamento com o cliente
Para manter um bom relacionamento com os consumidores, é indispensável investir na estratégia omnichannel. Ela pode ser entendida como um modelo de vendas multicanal, que proporciona que os clientes tenham uma boa experiência de compra em qualquer um dos canais da empresa, online ou offline.
Do mesmo, diversifique suas opções de contato: dê atenção às mídias sociais, mas não abandone o bom e velho e-mail. Considere, também, oferecer serviços pelo WhatsApp. O posicionamento de marca está ligado às ações da empresa para construir uma boa imagem junto ao público e ao mercado como um todo.
Como vimos no post, é possível desenvolver ações em vários níveis para demonstrar a preocupação do negócio com àqueles que se relacionam com ele.
Gostou do artigo e quer ler mais sobre como a pandemia tem afetado o consumo? Então, aproveite a visita e leia o nosso post sobre as principais tendências do cenário atual!
A crise do coronavírus é um balde de água fria em diversos setores do comércio. Muitas pessoas perderam seus empregos ou reduziram a sua jornada de trabalho, o que tem afetado o poder de compra dos brasileiros. Nesse novo cenário, as empresas têm que se reinventar para continuar lucrando.
Pensando nisso, preparamos um post para mostrar como a empresa pode buscar a sustentabilidade do negócio, mesmo nesse período de crise. É hora de apostar no ambiente on-line e planejar as contas com cuidado. Siga a leitura!
1. Cortar despesas
Primeiro, é importante cortar todas as despesas que não sejam fundamentais para a condução do negócio e não agreguem valor imediato.
Alguns exemplos são contas em plataformas, lojas e serviços que não sejam urgentes para o momento. Caso seja possível, estude os contratos com fornecedores e tente renegociar novas condições.
2. Estabelecer um plano de contingência
Outra tarefa importante é desenvolver planos para diferentes períodos: ou seja, englobando o curto, o médio e o longo prazo. Dessa forma, será possível contemplar diversas situações e se prevenir para cada uma delas.
Para fazer isso, contemple meses extras após o término da pandemia para se reerguer. Afinal, muitas pessoas perderam seus empregos e estão relutantes em voltar a consumir. Trace diversos cenários, tanto otimistas como mais pessimistas.
Desse modo, ao situar a empresa em diferentes contextos (tanto em períodos hipotéticos de queda como naqueles em que pode ocorrer uma alta das vendas), será mais fácil entender o que fazer em cada uma dessa situações.
3. Apostar nas ferramentas virtuais
O distanciamento social pode ser, também, uma maneira de modernizar o negócio. Aplicativos como Zoom, Slack e Google Hangouts podem ser utilizados para agregar colaboradores ao trabalho remoto, tornando a empresa mais conectada.
Além de manter o negócio operando mesmo com os colaboradores à distância, sua empresa investirá ativamente em uma estratégia virtual buscar novas práticas, preparando-se para captar mais clientes por meio das plataformas on-line.
4. Fortalecer sua plataforma de comércio eletrônico
Como menos pessoas saem às ruas, apostar no comércio eletrônico é uma maneira de garantir que elas ainda estejam conectadas à sua marca. Além disso, aposte no delivery — você pode até mesmo se cadastrar em plataformas como o Uber Eats ou o Rappi para agilizar as entregas.
Não se trata de mero “achismo”: o comércio on-line chegou a crescer mais de 70% em 90 dias de pandemia. Para atingir esses consumidores, é imprescindível apostar nas mídias sociais e no site da marca.
5. Concentrar-se em seus pontos fortes
Quais são os produtos e serviços capazes de render lucros para sua empresa no presente? São eles que manterão o negócio funcionando, então se concentre no que você faz de melhor — e que realmente gere vendas.
Uma boa ideia é pensar nas atividades que exigem menos trabalho e geram alto impacto. Use o Princípio de Pareto, que trabalha com a proporção 20/80, ou seja: com 20% do esforço de produção, qual atividade atual pode render 80% de lucro? Pense naquelas com maior retorno geral e se concentre nesses pontos fortes.
6. Reinventar o modelo de negócio
Mesmo com todas as dificuldades, esse período tem gerado várias histórias de reinvenção do modelo de negócio. Uma matéria da Folha de S. Paulo mostra um exemplo interessante: uma cafeteria que tinha 99% da sua clientela no próprio edifício onde operava a loja conseguiu se remodelar apostando no delivery.
Isso foi possível com a ajuda de uma influencer digital, uma prática que também pode ser adotada por outras empresas. Já outra cafeteria aproveitou para montar um catálogo digital, por meio de um showroom na internet.
A matéria também mostra que estabelecer um programa de pontos para pessoas que indiquem outros clientes também tem sido uma medida eficiente. A sua empresa também pode aproveitar esse período para encontrar novas formas de chegar aos clientes. Outro exemplo interessante é a adoção de vouchers, que se transformarão em ordens de pedido vantajosas quando a loja reabrir.
7. Humanizar a marca
Sua empresa pode humanizar a marca mostrando os trabalhadores por trás dela, além de apresentar os esforços dos gestores em manter essas pessoas em um ambiente seguro de trabalho. Os colaboradores podem ser representados como pessoas comuns que também estão sofrendo com a restrição do comércio.
Além disso, sua marca pode se posicionar como educadora, divulgando conteúdos (no blog e nas mídias sociais) úteis para as pessoas. É uma boa ideia escrever artigos que linkem os produtos do negócio com as principais medidas de proteção contra a doença, como:
uso de máscara;
higienização das mãos;
isolamento social.
Assim, empresas do ramo de saúde, por exemplo, podem concentrar seus textos em cuidados de higiene. Já negócios de tecnologia podem enfatizar a importância de ter bons equipamentos para combater o tédio trazido pelo isolamento social. Buscar esse tipo de equilíbrio será muito importante para manter a sustentabilidade do negócio.
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