Blog

  • Tudo que empreendedores precisam saber sobre acesso a crédito

    Tudo que empreendedores precisam saber sobre acesso a crédito

    Abrir um negócio próprio e mantê-lo funcionando é uma tarefa estimulante e desafiadora, mas custa dinheiro. Os empreendedores precisam se preocupar com investimentos, prazos e ainda manter uma planilha de controle de contas condizente com o que está sendo feito.

    Uma das formas de investir para expandir o negócio é obter acesso ao crédito. Neste post, falaremos sobre como ele funciona, as dificuldades e obstáculos enfrentados pelos empresários e como o Sebrae pode ajudá-lo nessa jornada. Boa leitura!

    Como funciona o acesso ao crédito para empreendedores?

    Quando estão precisando de um aporte financeiro para fazer a empresa crescer, os empreendedores podem recorrer a recursos de terceiros para expandir o negócio. Dessa forma, uma boa opção é buscar o auxílio de instituições financeiras tradicionais, como bancos e cooperativas de crédito, e as fintechs.

    A principal forma de acesso, utilizada pelos microempreendedores individuais, por exemplo, é o microcrédito. Trata-se da concessão de empréstimos a profissionais formais ou informais, geralmente até R$ 20 mil.

    O principal diferencial do microcrédito é a simplicidade do acesso e o baixo de valor de cada operação, o tornando uma boa opção de captação de recursos de terceiros pelos empreendedores individuais.

    Além disso, outras opções de acesso são cooperativas de crédito (instituições financeiras sem fins lucrativos formadas por cooperados que também atuam como acionistas) e o pedido direto às fintechs, startups que oferecem empréstimos e serviços financeiros.

    Quais são os principais desafios enfrentados pelos empreendedores?

    Agora, entenderemos um pouco dos desafios enfrentados pelos empreendedores.

    Pouco dinheiro para iniciar as atividades

    Um dos problemas é que quem está começando a empreender geralmente não conta com um caixa alto, capaz de cobrir despesas extras imprevistas no inicio do negócio. Assim, os empreendedores recorrem a linhas de crédito, empréstimos e outras possibilidades oferecidas pelas instituições financeiras.

    Contudo, raramente essas instituições concedem crédito aos iniciantes do mercado — um dos motivos é que os solicitantes costumam disponibilizar poucas informações que demonstrem segurança para os credores. Além disso, com juros altos, os empréstimos bancários, acabam desencorajando muitos empresários.

    Exigências burocráticas

    Os bancos também costumam dificultar a liberação de valores para quem tem pouco tempo de atividade no mercado ou não está com suas finanças organizadas, ao impor exigências altamente burocráticas, minando a paciência dos solicitantes.

    Como muitos empreendedores precisam pagar despesas já realizadas, eles acabam se sujeitando a condições desvantajosas — como juros altos, que comprometerão o caixa por muito tempo.

    Para os pequenos negócios, é ainda mais difícil garantir a sustentabilidade quando eles precisam correr atrás de instituições financeiras e cooperativas de crédito em busca de auxílio financeiro para sobreviver à crise.

    Isso porque os bancos buscam garantias reais de que aquela instituição conseguirá sobreviver por um tempo maior, o que é especialmente difícil para os pequenos negócios. Por isso, as instituições exigem a apresentação de muitos documentos, projeções, relatórios, certidões, tornando o processo ainda mais complicado.

    Como conseguir crédito?

    Agora, falaremos dos principais passos para aumentar as suas chances de obter crédito.

    1. Organize as contas

    Antes de tudo, mapeie as suas contas e entenda as necessidades do negócio. Você precisa comprar equipamentos ou contratar mais pessoas? Esse tipo de questão ajudará no planejamento.

    2. Saiba o objetivo do crédito e o valor

    Antes de buscar o acesso ao crédito, é necessário entender se o dinheiro buscado será aplicado em capital de giro ou investimento direto, por exemplo. Isso facilita o planejamento e garante um foco para o empreendedor.

    3. Mantenha bom relacionamento com a instituição financeira

    Para manter um bom relacionamento com as instituições que fomentam o crédito, é fundamental ter um histórico de bom pagador. Busque quitar pagamentos pendentes para mostrar às instituições que a sua empresa honra com os compromissos.

    4. Tenha um cadastro sem restrições

    Essa dica se relaciona diretamente à anterior: ter um nome limpo, sem o acúmulo de outras dívidas, é muito importante para que o seu negócio seja bem visto pelas instituições — tanto as tradicionais como as opções mais modernas, como fintechs.

    5. Ofereça garantias

    As instituições financeiras costumam solicitar garantias de crédito antes de conceder um empréstimo. Elas se dividem entre diferentes tipos, sendo que alguns dos mais comuns são:

    • aval, uma garantia pessoal de quitação da dívida. Uma pessoa, física ou jurídica, fica responsável pelo pagamento.
    • alienação fiduciária, que implica na transferência de propriedade de um bem móvel para a instituição financeira.
    • hipoteca, no qual o tomador oferece um bem imóvel. O direito de posse da propriedade só volta ao empreendedor quando a dívida é liquidada.

    Essas modalidades podem ser oferecidas para facilitar o acesso ao crédito e facilitar a expansão sustentável do negócio.

    6. Disponibilize informações contábeis verdadeiras

    O interessado em garantir o acesso ao crédito deve tomar cuidado para disponibilizar informações contábeis que façam jus à situação financeira do negócio. Isso é importante até mesmo para evitar uma quebra de contrato em relação à instituição financeira.

    7. Tenha um bom plano de negócios

    O plano de negócios é um documento utilizado para demarcar os objetivos de um negócio e quais são as etapas que devem ser cumpridas para que as metas sejam alcançadas. Dessa forma, o empreendedor consegue registrar, por escrito, as prioridades — diminuindo riscos e incertezas.

    Portanto, antes de abordar as instituições financeiras, defina um bom plano de negócios. O próprio ato de construi-lo será importante para estabelecer prioridades precisas.

    8. pesquise as instituições financeiras

    Por fim, pesquise as opções e escolha abordar aquelas que ofereçam as melhores opções, de acordo com suas necessidades. Para isso, não deixe de conferir tanta as instituições financeiras tradicionais, como bancos e cooperativas de crédito, como as novíssimas fintechs.

    Como o Sebrae pode ajudar?

    Além dos seus estudos sobre o tema, sempre buscando ajudar os empreendedores, o Sebrae conta com um programa especial, o Crédito Assistido. Por meio dele, acompanhamos o solicitante em todas as fases da operação de crédito. Inclusive, é possível consultar nossos conteúdos e informações necessárias para que o procedimento seja o mais consciente possível.

    O programa conta com orientações em três etapas cruciais: pré-crédito, pós-crédito e uma parte final, dedicada a informar o empreendedor sobre tudo o que é preciso para manter as suas parcelas em dia.

    Com nossos conteúdos, você entenderá como pesquisar as linhas disponíveis e realizar um comparativo entre elas, por exemplo. Assim, será bem mais fácil manter uma planilha de controle de contas atualizada e organizada. Além disso, não deixe de conhecer o Orienta Crédito, um programa de orientação do Sebrae.

    Gostou do artigo e quer entender mais sobre meios de buscar dinheiro para manter o seu empreendimento? Então, aproveite a visita e leia o nosso post sobre a diferença entre financiamento e empréstimo!

  • Saiba como fazer a redução de custos operacionais do seu negócio

    Saiba como fazer a redução de custos operacionais do seu negócio

    Períodos com economia em baixa e maior retração do mercado exigem medidas que possam garantir a saúde financeira do negócio, como a redução de custos operacionais. Esse cuidado é ainda mais necessário em micro e pequenas empresas, que costumam trabalhar a partir de margens de lucro apertadas. 

    O grande desafio dessa diminuição dos custos é reduzir o corte das despesas operacionais sem afetar o trabalho da equipe e sem sacrificar a qualidade dos produtos ou serviços. Como isso é possível? Continue a leitura e confira 5 dicas que podem ajudar você a diminuir esses custos e ainda melhorar a gestão estratégica para ampliar a receita da empresa.

    1. Renegocie contratos

    A crise econômica envolve todos os setores da cadeia produtiva e de consumo. Transforme esse momento em uma oportunidade para rever os contratos firmados com seus fornecedores, buscando novas opções de pagamento e a redução do preço dos produtos. Se a negociação não for possível, faça uma busca para encontrar fornecedores que apresentam melhor custo-benefício, garantindo ainda a qualidade da matéria-prima oferecida.

    2. Terceirize atividades

    O chamado core business é a atividade principal de sua empresa e requer profissionais 100% dedicados a ela. No entanto, existem outras atividades necessárias à manutenção do negócio que podem ser terceirizadas e são uma possibilidade para reduzir os custos operacionais. Essa terceirização pode ser adotada em serviços como segurança, limpeza e alimentação, por exemplo.

    3. Incentive o home office

    Se o tipo de negócio permitir, estimule o trabalho em home office na sua equipe. Com a pandemia do novo coronavírus, muitas empresas adotaram esse esquema e viram que ele pode reduzir tanto as despesas operacionais quanto as logísticas para a manutenção das áreas de trabalho na empresa. Outra vantagem que o home office demonstrou é o aumento da performance dos profissionais. Uma pesquisa apontou uma melhoria de 13% no desempenho de equipes via trabalho remoto, o que promoveu um lucro de 22% na empresa. 

    4. Renove máquinas e equipamentos

    Pode parecer contraditório incluirmos compras nessas dicas para reduzir os custos. No entanto, é preciso lembrar que o maquinário de uma empresa tem uma vida útil, que pode deixar a produtividade reduzida e mais onerosa com o passar do tempo.

    Modernizar máquinas e equipamentos alinha o negócio às novas tecnologias, que garantem mais qualidade e rapidez na produção, bem como a redução de insumos. A modernização também pode ser adotada em processos administrativos, com o uso de sistemas de gestão que permitam a integração entre diferentes setores, diminuindo tempo para os registros e os erros operacionais.

    5. Capacite-se

    Garantir a sustentabilidade do negócio é uma tarefa que exige a busca por soluções viáveis para melhorar os processos de empresa. Investir em cursos ou contar com consultoria especializada podem ajudar a diagnosticar as reais necessidades do seu negócio. Essa capacitação deixa o empreendedor mais preparado para elaborar e gerir um plano para reduzir os custos.

    É preciso encontrar soluções viáveis para a empresa nesses tempos de profundas renovações sociais e econômicas. Com nossas dicas para a redução de custos operacionais, você está adotando mais uma estratégia para promover a expansão e modernização do seu negócio.

    Gostou do artigo? Acompanhe nossas redes sociais e fique pode dentro de mais materiais como este. Esperamos por você no Facebook, Twitter, Instagram, YouTube e LinkedIn.

  • Saiba como controlar gastos internos da empresa

    Saiba como controlar gastos internos da empresa

    Controlar gastos internos, dentro de uma empresa, exige disciplina. Afinal, não basta apenas formular as melhores práticas: é preciso garantir que elas estejam sendo cumpridas, principalmente pelos gestores, uma vez que o comportamento deles influencia todo o time.

    Pensando nisso, elencamos algumas dicas sobre como controlar gastos e transformar essa meta em um pilar duradouro do negócio. É importante destacar que o nosso país passa por uma crise financeira, então economizar se tornou uma tarefa obrigatória. Boa leitura!

    Avaliar se os fornecedores atuais são os que geram o melhor custo-benefício

    Revisar o time de fornecedores pode ser uma tarefa dura, especialmente se a parceria é longa. Contudo, ainda que a sua empresa tenha total confiança nesse trabalho em conjunto, vale a pena investigar o mercado por condições melhores.

    Isso é ainda mais importante no contexto atual, por conta da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. É o momento de buscar diferentes meios de cortar gastos, revisar contratos e encontrar novos parceiros.

    Ao encontrar preços mais baixos e outras condições de pagamento, sua empresa poderá se resguardar financeiramente nesse momento difícil.

    Analisar os impostos que estão sendo pagos

    É importante destacar que nem sempre a empresa está no enquadramento jurídico mais adequado para as suas obrigações fiscais. Uma boa ideia é buscar uma consultoria aprofundada com os contadores com que a empresa trabalha para estudar outras opções de planejamento tributário.

    Isso deve ser feito de forma conjunta com profissionais que entendam bem dos aspectos jurídicos dessa mudança. Portanto, nada de tomar decisões arbitrárias baseadas em uma pesquisa superficial, afinal os efeitos dessa escolha são de longo prazo.

    Acompanhe o rendimento e a produtividade dos funcionários

    Controlar os gastos de uma empresa também tem a ver com a avaliação dos custos de pessoal, principalmente em momentos de instabilidade econômica. Isso porque a força de trabalha representa o maior custo fixo de qualquer organização.

    Por isso, é necessário garantir que cada colaborador esteja dando o retorno desejado ao negócio. Avalie a produtividade de cada um deles, verificando quem está realmente agregando valor ao negócio. Dependendo dos resultados, considere terceirizar certas funções ou contratar profissionais autônomos.

    Caso você prefira apostar nas pessoas que já estão na empresa, estabeleça campanhas e recompensas apropriadas para trabalhadores que encontrem maneiras efetivas de reduzir as despesas. Com isso, você estimula a competição saudável e ainda reforça uma cultura de corte de desperdícios no negócio.

    Invista em marketing orientado por dados

    Já ouviu falar sobre a automação e o Big Data Marketing? São estratégias digitais para fomentar os leads de forma objetiva, além de extrair conhecimento relevante para a empresa.

    A primeira delas consiste no envio de mensagens automáticas de acordo com o estágio na jornada de compra, enquanto a segunda prospecta oportunidades com base no estudo do histórico digital e das redes sociais, por exemplo.

    Dessa forma, será mais fácil criar estratégias bem direcionadas, de acordo com o estágio do cliente em potencial na jornada do consumidor. Trata-se de uma forma de utilizar a tecnologia para municiar os gestores e a equipe de vendas com informações mais embasadas.

    Livrar-se das dívidas

    Essa dica pode parecer óbvia, mas é fundamental pensar com cuidado em tudo o que envolve essa despesa. No processo de controle de gastos, o ideal é que você comece a buscar formas rápidas e eficientes de eliminar os débitos. Assim, verifique a possibilidade de renegociar o que a empresa deve e de liquidar as dívidas de menor valor.

    Juros cobrados pelos bancos e instituições financeiras são prejudiciais ao aporte de capital, uma vez que podem se acumular — gerando o efeito conhecido como “bola de neve”. Além disso, ao não pensar muito nas dívidas, o gestor pode acabar perdendo a noção dos débitos, o que aumenta as dificuldades em liquidá-los.

    Assim, tente renegociar os valores mais expressivos (isso é, as dívidas mais elevadas) e evite postergar o pagamento dos débitos mais leves, buscando a liquidação imediata. Dessa forma, será mais fácil reduzir o passivo que atinge o orçamento da empresa.

    Utilize a sinalização

    Você já deve ter topado com uma plaquinha sinalizadora na sua empresa, certo? Mensagens comuns são “Cuidado: piso molhado” ou até mesmo aquelas que demonstram a localização de certos setores. O interessante é que esse é também um meio para estimular os colaboradores a adquirir bons hábitos.

    Portanto, pense na possibilidade de adotar plaquinhas com mensagens como:

    • “Apague a luz”;
    • “Imprima somente aquele que for realmente necessário”;
    • “Traga sua própria caneca (ou garrafinha) de água”.

    Além de servirem como lembretes constantes, elas também acabarão sendo absorvidas pelo inconsciente de trabalhadores. Isso é fundamental para fortalecer uma cultura de economia e redução de desperdícios.

    Estimule uma cultura de economia de custos

    Estimular uma cultura de economia de redução de custos não é somente repetir frases à exaustão e esperar que os colaboradores magicamente adotem aquele comportamento. Também é fundamental mobilizar a equipe para colaborar nessa empreitada.

    Isso pode ser feito de uma maneira que estimule a competição saudável e premie as boas ideias. Que tal, por exemplo, oferecer brindes e descontos para as melhores ideias de economia do mês? Uma caixinha também pode ser posicionada, na entrada da empresa, para que os colaboradores depositem suas sugestões.

    Desse modo, você integra os seus colaboradores e estabelece uma cultura positiva aos poucos, por meio de ações criativas e participação de todos. A empresa se torna uma grande família, repleta de boas ideias.

    Revisar o estoque

    Revisar o estoque tem a ver com perceber se determinado produto ou serviço está sendo realmente vendido. É preciso notar que a fabricação, a divulgação e toda a estratégia destinada à comercialização têm custos significativos. Portanto, não hesite em eliminar mercadorias que não estejam dando retorno.

    Agora que você sabe como controlar gastos em sua empresa, já pode colocá-las em prática. Os gestores têm um papel fundamental nessa empreitada, uma vez que eles estabelecerão o novo padrão de comportamento. Até por isso, também devem servir como um exemplo para seus colaboradores, sempre reforçando a importância de cortar custos supérfluos.

    Gostou do artigo e quer controlar os custos de forma mais precisa? Então, leia o nosso post sobre como montar uma planilha de controle de contas para a sua empresa!

  • Promoções de fim de ano: saiba como atrair clientes e arrasar nas vendas!

    Promoções de fim de ano: saiba como atrair clientes e arrasar nas vendas!

    O fim de ano já está batendo na nossa porta e é hora de pensar as campanhas e ações promocionais para a época. Como estratégia e planejamento são imprescindíveis para se alcançar bons resultados, trouxemos dicas essenciais sobre como fazer promoção aproveitando as grandes datas que se aproximam, como a Black Friday e o Natal.

    Seguir o calendário de datas comemorativas é uma ótima oportunidade de aumentar as vendas e a visibilidade da sua empresa e, para isso, você deve estar atento a diversos fatores, como mostraremos. Deve também estar preparado para receber a demanda dos clientes com qualidade, proporcionando a eles uma experiência positiva com sua marca. Vamos então aprender como fazer promoção de fim de ano de sucesso?

    Antes de seguir com as ações promocionais, é preciso estar atento a dois fatores

    As promoções de fim de ano, assim como as de outras datas, são momentos muito frutíferos para as vendas e devem ser aproveitados. Acontece que sua empresa precisa estar fortemente preparada, sobretudo no que diz respeito a equipe e disponibilidade de estoque.

    São dois pontos bem sensíveis e que – se não forem bem organizados e devidamente adaptados para o momento – podem transformar sua campanha em um grande fiasco. Afinal, estão diretamente ligados à satisfação do cliente. Portanto, faça um cálculo e uma previsão de demanda, organize seu estoque, converse com fornecedores com antecedência e planeje as recompras, se necessário.

    Em relação à equipe, treinamento é a palavra de ordem. E também deve ser realizado com antecedência, num tempo confortável para a qualificação dos vendedores. Os colaboradores são os principais pontos de contato com o consumidor no contexto da venda, então é fundamental que eles tenham amplo conhecimento dos produtos, das necessidades do público, além de estarem prontos a entregar uma excelente experiência ao cliente.

    Agora veja as dicas de como fazer promoção de fim de ano arrasadora

    Para pôr a mão na massa e criar suas promoções com excelência, selecionamos os passos que não podem faltar. Em todos eles, é preciso valorizar o cliente e oferecer benefícios atrativos. Vamos lá!

    • ofereça porcentagens de desconto por produto;
    • defina um prazo específico para a promoção, gerando um senso de urgência;
    • as pessoas em geral gostam de ser presenteadas, ofereça brindes a partir de um determinado valor em compras;
    • promova descontos progressivos;
    • crie ações específicas para os clientes fiéis;
    • crie também vantagens para novos clientes;
    • trabalhe com preços competitivos;
    • ofereça premiações aos vendedores, estimulando o desempenho da equipe.

    Além dessas dicas, é importante mensurar todos os resultados da promoção, a fim de entender os pontos fortes da ação e o que é preciso melhorar para as próximas. É uma boa oportunidade de ter mais informações sobre o perfil e o comportamento do seu público.

    Saber como fazer promoção é também levar em conta a todo momento a experiência proporcionada e a satisfação do cliente. Ainda que a demanda aumente muito, você precisa garantir que seu cliente será bem atendido e bem tratado em todos os contatos com sua marca.

    Preparado para criar suas promoções de fim de ano? Com essas dicas, será um sucesso. E se você gostou do conteúdo, pode acompanhar muito mais curtindo a página do Sebrae Alagoas no Facebook.

  • Quer saber qual a importância do fluxo de caixa? Veja aqui!

    Quer saber qual a importância do fluxo de caixa? Veja aqui!

    O fluxo de caixa é uma maneira simples e eficiente de garantir o controle financeiro dentro da empresa. Basicamente, ele se trata do registro diário das entradas e saídas de dinheiro. Além disso, por meio dele, é possível controlar as contas a pagar e a receber.

    Para você entender melhor a importância do fluxo de caixa para o negócio, preparamos algumas dicas valiosas para você realizar esse trabalho dentro da sua empresa e colher os resultados de um controle financeiro apurado. Siga a leitura!

    Registre as movimentações financeiras

    Para garantir um fluxo de caixa de respeito, é muito importante entender que todas as movimentações financeiras da empresa devem ser registradas — independentemente do valor ou se elas correspondem a entradas ou saídas do caixa.

    Ao tomar esse cuidado, será possível descobrir quais são as principais despesas do negócio, além de controlar os pequenos gastos (que podem parecer irrelevantes em um primeiro momento, mas que vão se acumulando a longo prazo) e descobrir onde é melhor investir dinheiro, além de implementar mudanças de modo a reduzir os desperdícios.

    Quando os gestores conseguem registrar todas essas entradas, eles conseguem verificar as principais fontes de receita do negócio e estudar meios de otimizá-las.

    Mapeie as entradas e saídas de dinheiro

    Tão importante quanto registrar as movimentações financeiras (por menores que elas possam ser) é separar as receitas e despesas e categorizá-las adequadamente. Assim, será possível identificar os principais tipos de entradas e saídas de caixa dentro da empresa.

    Uma boa dica para conseguir isso é ser o mais específico possível na hora de categorizar as receitas e despesas, até mesmo como um meio de entender melhor como os gestores utilizaram os recursos — e mapear de onde eles saíram.

    Pensar nos cenários de curto e longo prazo

    Outro diferencial significativo que serve como incentivo para manter o fluxo de caixa atualizado é que esse trabalho garante a possibilidade de analisar os cenários de curto e longo prazos. Isso porque essa atividade mostra se a companhia está vendendo bem, identifica os produtos com mais saída e onde os recursos estão sendo gastos, por exemplo.

    Uma maneira de realizar essa análise e visualizar os pontos críticos do orçamento é por meio do chamado fluxo de caixa projetado. Trata-se de uma ferramenta que ajuda os gestores com a projeção de entradas e saídas financeiras da empresa durante um determinado período.

    O primeiro passo para aplicá-lo é determinar o intervalo de tempo no qual será projetado o fluxo de caixa. Uma boa ideia é definir no mínimo 30 dias, com a possibilidade de trabalhar com períodos maiores no futuro.

    A segunda etapa envolve mapear entradas e saídas que sejam frequentes, como contas de luz, água e pagamento da folha de funcionários. Destacadas todas as saídas, é hora de fazer o mesmo com o dinheiro que entra na empresa.

    É importante levar em conta os prazos e as condições de recebimento. Se a sua empresa recebe pagamentos em parcelas, por exemplo, é fundamental considerar isso na projeção.

    Faça controle diário

    Para garantir o devido acompanhamento do fluxo de caixa, os gestores devem realizar o controle diário das finanças do negócio. Antes de decidir encerrar um dia de trabalho, os líderes devem analisar a situação das próximas semanas, observando fatores como:

    • próximas contas a pagar e a receber;
    • identificar pagamentos em atraso;
    • analisar clientes que devem ser cobrados, entre outros.

    Assim, é necessário ter em mente que falhas no trabalho diário de garantir um bom controle de caixa, comprometem as tomadas de decisões e prejudicam o crescimento da empresa, já que afetam a saúde financeira da organização.

    Utilize as métricas adequadas

    Para se certificarem de que a empresa está realmente alcançando os resultados financeiros projetados, os gestores devem estabelecer métricas e monitorá-las frequentemente. Entre os indicadores mais valiosos para o fluxo de caixa, estão o faturamento, o saldo e o lucro.

    O faturamento se relaciona à quantidade de dinheiro que a empresa realmente recebe. Já o saldo tem a ver com o valor que sobra em caixa quando as despesas das receitas coletadas são eliminadas da equação. Os gestores devem trabalhar para que ambos estejam sempre com um saldo positivo (quando as entradas superam as saídas).

    Por último, o lucro é a métrica que define efetivamente o quanto a empresa realmente faturou. Ele é dividido em bruto e líquido. O primeiro deles é o valor positivo que sobra após a diminuição dos custos de produção da receita obtida. A fórmula é a seguinte:

    Lucro Bruto = Receita – Custos

    Já o lucro líquido é mais detalhado, uma vez que leva em conta também os custos fixos (aqueles que aparecem de forma contínua, como gastos de aluguel, salários e contas de água e luz) e os variáveis (que se modificam de acordo com o consumo, como o combustível utilizado pelos veículos da empresa). Sua fórmula é:

    Lucro Líquido = Lucro Bruto – Custos Fixos

    Por meio desses cálculos simples, será possível mensurar o crescimento da empresa. Eles são de fundamental importância para controlar o fluxo de caixa de forma precisa. Contudo, é importante destacar que essas fórmulas não contam com outras variáveis, como os tributos.

    Use a tecnologia a seu favor

    A boa notícia é que o fluxo de caixa pode ser feito até mesmo com as famosas planilhas de excel. Porém, caso você precise de uma solução tecnológica mais robusta, é possível procurar profissionais para desenvolver um programa especializado para realizar o gerenciamento, como um software de gestão.

    Ter o auxílio de um bom software ajuda os gestores a concentrar todas as informações necessárias em um só lugar, o que facilita a tomada de decisão mais embasada e precisa. Além disso, um sistema desenhado para sua empresa diminui as chances de erros nos processos, tornando o acompanhamento diário mais simples e rápido.

    Caso você opte mesmo pelas planilhas eletrônicas, não deixe de visualizar as entradas, saídas, investimentos e outras operações financeiras. Os gastos mensais também devem ser registrados, não deixando de lado os custos fixos. Para deixar tudo mais organizado, tente separar as despesas por cores.

    Agora que você entendeu a importância do fluxo de caixa, já pode aplicar essas dicas ao seu negócio e concentrar informações relevantes sobre a entrada e saída de recursos dentro da empresa. Ele proporciona um registro fiel das operações diárias, mensais e anuais e facilita o monitoramento por parte dos líderes e daqueles que formulam as estratégias financeiras da companhia.

    Gostou do artigo e quer facilitar a realização do seu fluxo de caixa? Então, acesse as nossas planilhas financeiras!

  • Veja como a sua empresa pode lidar com a instabilidade econômica!

    Veja como a sua empresa pode lidar com a instabilidade econômica!

    Crises financeiras e instabilidade econômica assombram empreendedores e consumidores. Elas são ainda piores quando ocorrem por conta de um fator extraordinário, como a pandemia do novo coronavírus, uma vez que pegam todos de surpresa.

    Neste post, elencamos algumas dicas para que a sua empresa, independentemente do segmento, consiga lidar com a instabilidade econômica e lucrar mesmo nesse contexto de crise. Além de ter mais atenção aos gastos, você entenderá como a criatividade deve ser estimulada principalmente em momentos como esse. Siga a leitura!

    Controle os custos

    Em tempos de crise, fica mais fácil observar os desperdícios cotidianos dentro do negócio. Nos períodos de bonança, eles costumam nem mesmo serem notados, o que faz com que muitas empresas só tomem nota desses gastos quando o dinheiro começa a escassear.

    Portanto, é fundamental ter algumas ideias para reduzir custos dentro da empresa e manter o controle dos gastos, mesmo que as vendas não estejam sendo tão afetadas. Inclusive, cortar custos supérfluos deve ser uma ação rotineira, não somente em tempos de crise.

    Quanto mais gastos a sua empresa tiver, menor será a lucratividade. Por isso, analise os processos com atenção para identificar focos de desperdícios provenientes da má utilização dos recursos. Uma boa ideia é prestar atenção aos custos fixos e variáveis.

    Os fixos são aqueles dos quais a empresa não pode fugir, como o aluguel dos imóveis onde ficam as lojas, gastos com internet e energia elétrica. O último exemplo merece uma explicação: o preço das tarifas pode sofrer mudanças ao longo de um ano, por exemplo, mas esse custo é denominado fixo porque ele não pode ser evitado.

    Já os variáveis correspondem às despesas que aumentam ou diminuem de forma proporcional, de acordo com o uso de determinado serviço. Alguns exemplos envolvem os pagamentos direcionados aos fornecedores, matérias-primas e custos com mão de obra terceirizada.

    Portanto, antes de sair cortando gastos de forma indiscriminada, foque nos custos variáveis. Serviços que são realizados por profissionais terceirizados, por exemplo, podem ser repassados para o time interno. Do mesmo modo, caso a equipe esteja sobrecarregada e seja mais produtivo contar com pessoas qualificadas de fora, dê uma chance a esse modelo.

    Use a gestão financeira a seu favor

    Realizar uma boa gestão financeira dentro da empresa é fundamental para contornar as dificuldades. Gerir o negócio de forma precisa, durante uma crise, envolve o acompanhamento do fluxo de caixa de perto, além da vigilância em relação aos investimentos e despesas.

    Isso porque, manter as finanças sob controle garante que a empresa não acabe gastando mais do que realmente deve. Além disso, esse cuidado também ajuda a organização a mapear oportunidades significativas que surgirem.

    Em períodos de crise, controlar o fluxo de caixa – sem comprometer os bons resultados – é o maior desafio das empresas, independentemente do setor no qual ela atua. Para realizar esse processo, a principal preocupação deve ser acompanhar continuamente as receitas.

    Esse monitoramento garante que as empresas obtenham capital de giro e ainda sejam autossustentáveis ao utilizar o capital próprio ao longo de uma crise econômica. Em outras palavras, elas evitam contrair empréstimos ou financiamentos que possam comprometer a sua organização financeira logo à frente.

    Para realizar um bom gerenciamento do fluxo de caixa, é muito importante que os gestores estejam atentos ao total de entradas e saídas no caixa, assim como os saldos finais. Por meio dessa análise, a empresa entenderá quais são as previsões possíveis para que a sua situação financeira esteja positiva até o mercado se estabilizar novamente.

    Isso pode ser feito por meio de planilhas de acompanhamento, nas quais todas as informações devem ser registradas — em uma periodicidade quinzenal ou mensal, por exemplo. Em um cenário de crise, esse controle precisa ser intensificado.

    Assim, a empresa não será pega de surpresa por dívidas superiores às que ela pode arcar. Além disso, esse processo fará com que a companhia possa procurar soluções em tempo hábil para os problemas financeiros.

    Invista em resultados rápidos

    Antes da crise, sua empresa estava com planos ambiciosos de abertura de novas filiais ou até mesmo pretendendo realizar aquisições? Bom, talvez seja melhor deixar esses planos de lado, ao menos por enquanto. Isso porque, qualquer investimento além do necessário resulta em alto risco para o negócio.

    Contudo, isso não significa que a empresa deve ficar totalmente estagnada, torcendo para que tudo melhore magicamente. Uma boa ideia para sobreviver à instabilidade econômica é empregar os recursos financeiros em atividades que ofereçam resultados mais rápidos.

    Assim, é possível investir na ampliação do nicho de mercado explorando um produto já existente, por exemplo. A empresa poderá realizar pequenas modificações para que ele seja capaz de corresponder às expectativas de um novo público.

    Outra medida interessante é ofertar os serviços em outras regiões e abrir novos canais de venda, fazendo com que a empresa entre no radar de outras pessoas. Uma boa pedida é diversificar as redes sociais para atrair mais clientes para os seus produtos.

    Outro exemplo é pegar as mercadorias mais vendidas e oferecê-las em kits promocionais acessíveis e vantajosos. Analise também a possibilidade de modificar a precificação, certificando-se de que a sua oferta seja condizente com a realidade do mercado.

    Pense no longo prazo

    Os períodos de instabilidade econômica costumam ser cíclicos. Mesmo sem um acontecimento fora do comum, como a pandemia, o mercado impõe desafios aos empreendedores. Entender essa característica é fundamental para compreender o momento de investir — e também a hora de segurar o investimento.

    Portanto, é preciso ter em mente de que a crise tem fim. Os gestores não devem deixar o planejamento de longo prazo de lado e sim pensar no futuro e acompanhar a movimentação do mercado. Isso o ajudará a compreender o melhor momento para retomar seus investimentos.

    Invista em marketing

    O marketing é outra maneira de reforçar a presença da empresa nos canais digitais. Sendo assim, uma boa ideia é criar um blog com conteúdo relevante, de acordo com o que você vende. Ao pesquisar temas similares na internet, as pessoas encontrarão a sua página. Com textos de qualidade, a tendência é que que a sua empresa se torne autoridade para esses leitores.

    Além disso, você pode desenvolver estratégias de automação e e-mail marketing, que direcionarão as ações de acordo com o estágio da pessoa na jornada de compra. Dessa forma, a companhia passa a contar com uma estratégia automatizada para buscar clientes, enquanto os colaboradores se concentram em outras atividades.

    Por fim, divulgue as ações da sua empresa em relação aos cuidados com os clientes e colaboradores durante os períodos de isolamento social. Isso ajuda a humanizar a marca e mostra ao público os valores defendidos por ela, gerando empatia e identificação.

    Inove

    Comentamos sobre a ideia de investir naquilo que produza resultados mais imediatos, certo? Porém, isso não significa que a empresa precise abandonar qualquer tipo de inovação. É possível ser criativo mesmo no contexto de crise.

    Uma matéria da Folha de S. Paulo mostra como algumas pessoas têm utilizado a tecnologia para manter a empresa produtiva. Uma companhia que vende motos montou um mostruário virtual completo, com a ajuda de clientes fiéis para esclarecer dúvidas de clientes em potencial. Além de grupos em aplicativos de mensagens – como o Telegram ou o WhatsApp – que passaram a ser usados para apresentar as especificidades das motos.

    A empresa também adotou um sistema inovador: quem indica um novo cliente ganha pontos, que podem ser trocados por mercadorias ou por créditos para a compra de produtos mais caros. Trata-se de um exemplo de empreendedores que conseguiram inovar mesmo em tempos de crise e instabilidade econômica.

    Outra opção que cresceu bastante foi a venda online, além dos serviços de delivery. Por mais que a taxa de isolamento social tenha caído, muitas pessoas ainda estão preferindo ficar em casa (o índice atual de confinamento ultrapassa os 30%).

    Portanto, a venda online e o delivery ainda estão com uma ótima demanda. Não deixe de explorar essas opções para se destacar em meio à concorrência.

    Como pudemos ver no artigo, a instabilidade econômica afeta negativamente os negócios, exigindo atenção redobrada dos gestores. No entanto, cuidar dos gastos com atenção não significa que você não possa inovar: é possível testar coisas novas e ainda lucrar.

    Basta se lembrar das empresas que passaram a focar no delivery e em mostruários digitais — elas são belos exemplos de que a instabilidade econômica não é sinônimo de negócio engessado.

    Gostou da leitura e quer ficar por dentro de novos conteúdos e atualizações? Então, curta a nossa página no Facebook!

  • Tendências de vendas que ganharam força com a pandemia da COVID-19!

    Tendências de vendas que ganharam força com a pandemia da COVID-19!

    A pandemia da Covid-19 transformou o mundo de diversas formas. Com as medidas de isolamento social adotadas, muitas empresas tiveram que se desdobrar em soluções criativas para manter a competitividade.

    Nesse contexto, a tecnologia ajudou muito, já que as pessoas se voltaram para o meio digital para continuar consumindo com segurança. Alguns setores ganharam destaque e se tornaram tendências para o futuro próximo.

    Se você quer saber mais sobre essas tendências e de que forma elas podem impactar seu negócio, gerando novas fontes de renda, está no lugar certo. Boa leitura!

    E-commerce

    As compras pela internet explodiram no primeiro semestre de 2020, crescendo mais de 100% no período. O fato de diversas pessoas terem passado mais tempo em casa na tentativa de escapar da pandemia, a comodidade de comprar on-line e a possibilidade de receber suas mercadorias no conforto do lar fizeram toda a diferença.

    Assim, o e-commerce se tornou uma tendência duradoura. Por meio de poucos cliques, os potenciais clientes são expostos a diversas marcas, preços e níveis de qualidade, o que permite maior poder de escolha.

    Empresas que vendem na internet também costumam ter muitos canais de atendimentos, como chatbots, chats com colaboradores reais, telefone, WhatsApp etc. São muitas as vantagens desse modelo de negócio, o que explica seu crescimento recorde no período.

    A pandemia apenas acelerou o processo da migração de um grande número de pessoas para as compras on-line. As micro e pequenas empresas também conseguem se aproveitar do ambiente democrático do e-commerce, uma vez que essa modalidade não exige o aluguel de lojas físicas caras, por exemplo, e possibilita fazer tudo de casa.

    Cursos on-line

    Uma forma de desenvolver novas habilidades profissionais, mesmo sem sair de casa, é apostar nos cursos on-line. Além da comodidade de acompanhar as aulas direto do lar, com segurança, muitos deles oferecem a possibilidade de assistir os vídeos, rever os conteúdos e escolher os horários que sejam mais adequados para o seu aprendizado.

    Mesmo com a flexibilização das medidas de isolamento social, a tendência é de que os cursos on-line continuem fazendo sucesso. Com profissionais de alta qualidade ministrando as aulas, conteúdo relevante e a possibilidade de firmar sua empresa no mercado, eles se tornam uma ótima opção.

    Os cursos on-line são interessantes tanto para quem aprende quanto para quem domina uma habilidade e quer transmitir seus conhecimentos. Dessa forma, o profissional pode gerar uma nova fonte de renda e contribuir para a capacitação de outras pessoas.

    Assinatura de streaming

    A revista Exame definiu os resultados da Netflix, durante a pandemia, com um questionamento bastante sagaz: bom ou ótimo? A plataforma conseguiu mais de 15 milhões de assinaturas nos primeiros meses da pandemia. A explicação é simples: com mais gente dentro de casa, maior a demanda por atrações na TV.

    Como a Netflix e as outras plataformas, como a Amazon Prime, praticam preços bem mais amigáveis em relação aos planos de TV a cabo, a tendência é de que elas continuem lucrando ainda mais. A chegada do 5G ao Brasil, que deve ocorrer em breve e turbinará a nossa internet móvel, contribuirá para que a conexão aos serviços de streaming seja ainda mais estável.

    Mas isso não significa que só esses grandes players podem ganhar dinheiro com o streaming. Investir nessa opção é possível também para quem quer começar o próprio negócio e conta com conteúdo relevante para compartilhar com o público.

    Assim, empreendedores podem trabalhar com a venda de materiais de nicho para ganhar dinheiro na internet. Um exemplo é a criação de um portal com conteúdos específicos ou até mesmo a venda de assinaturas de cursos e tutoriais on-line — complementando a dica do tópico anterior.

    Com conteúdo de qualidade e bons professores, é possível disponibilizar pacotes na internet para pessoas que queiram aprender sobre determinados assuntos. Confira o nosso post sobre o assunto para entender melhor como elaborar o seu próprio curso.

    Locavorismo

    As medidas de isolamento social, necessárias para conter o avanço da pandemia, também foram acompanhadas pela valorização do comércio local. Como muitas pessoas passaram a se deslocar o mínimo possível, nada melhor do que comprar alimentos perto de casa.

    Essa tendência impulsionou uma forma específica de comércio alimentício, conhecida como locavorismo. Trata-se da prática de adquirir alimentos produzidos apenas por produtores ou pequenos negócios da região próxima à casa do consumidor — isto é, dando preferência ao que é desenvolvido localmente.

    A opção por esse tipo de consumo se relaciona às preocupações com o meio ambiente, que ganharam força com a pandemia. Com o locavorismo, os consumidores procuram alimentos mais frescos, que não se submetem às longas rotas que os produtos percorrem até chegar aos grandes supermercados, por exemplo.

    Assim, podemos dizer que os consumidores locávoros buscam práticas mais sustentáveis no trato com os alimentos. Trata-se de uma boa oportunidade de negócio para pequenos comerciantes, uma vez que esse público visa reduzir, por exemplo, o consumo de carne vermelha.

    Não deixe de conferir alguns movimentos que surgiram durante a pandemia para fomentar as micro e pequenas empresas locais, como é o caso do Mercado Azul, do Sebrae, e a iniciativa Ajude o Pequeno. Ambas possibilitam cadastro de novos negócios e facilitam a busca de acordo com cada região do país, o que ajuda a fomentar o empreendedorismo local.

    Videogames

    O Brasil já era um dos grandes mercados para desenvolvedores de games antes da pandemia. Com ela, os jogos passaram a fazer ainda mais sucesso: só na loja virtual OLX, a venda desses produtos cresceu mais de 40% durante o confinamento.

    Além disso, há jogos para todas as idades. É possível encontrar games dedicados ao público adulto, com muita ação, tiros e conflitos, mas também opções para as crianças. Também não é preciso ter um console caro para consumir. Isso porque o mercado de jogos para celular é um dos mais destacados na atualidade. Títulos como Free Fire, Among Us e Fortnite fazem muito sucesso também no smartphone.

    Para os varejistas, entrar no mercado de games é uma ótima opção. O empreendedor que tem uma rede de contatos fora do país pode se sair ainda melhor, já que ele poderá importar games e vendê-los por um preço adequado à realidade brasileira.

    Gamificação

    O sucesso do mercado de videogames é tão estrondoso que gerou até mesmo práticas profissionais. Estamos falando da gamificação: se trata de uma estratégia que usa mecânicas e características de jogos para engajar clientes.

    Uma forma de fazer isso é adotar um sistema de acúmulos de ponto à medida que o cliente adquire mais produtos, premiando os consumidores mais fiéis e incentivando outros leads a buscarem sua marca e progredir dentro dessa estratégia.

    Outro exemplo é contar com a ajuda de desenvolvedores para criar um aplicativo próprio. Por meio dele, será mais fácil medir o progresso dos clientes em sua interação com a marca. Com o app, o consumidor pode “passar de fase” toda vez que adquirir um novo produto ou serviço.

    De forma divertida e dinâmica, a empresa engaja essas pessoas e ainda moderniza a marca com o auxílio da tecnologia. Isso ajuda o negócio a se adaptar ao cenário atual, de transformação digital, e ainda explora uma tendência reforçada pela pandemia.

    Como vimos no texto, algumas tendências foram aceleradas pela pandemia e vieram para ficar. A boa notícia é que os empreendedores podem utilizar o potencial da tecnologia para pequenos negócios. É possível criar cursos on-line ou até mesmo desenvolver uma loja virtual do zero, por exemplo.

    Quer apresentar o artigo a outras pessoas? Então, compartilhe em suas redes sociais e chame todos para a discussão!

  • Saiba o que é a LGPD e como adequar minha empresa

    Saiba o que é a LGPD e como adequar minha empresa

    Você sabe o que é LGPD? Se não, é melhor se atualizar o quanto antes, porque ela se tornou uma exigência para as empresas. A sigla significa Lei Geral de Proteção de Dados e visa regular a maneira como o tratamento de dados pessoais é realizado pelas empresas e, inclusive, pelo setor público brasileiro, com o intuito de garantir a segurança do direito à privacidade e manter as informações protegidas.

    A falta de conformidade com a LGPD pode resultar em grandes prejuízos para o seu negócio, por essa razão, é importante entender os objetivos dessa lei para não correr riscos.

    Neste artigo vamos explicar como a LGPD funciona para que a sua empresa possa se adequar a ela. Acompanhe!

    Consentimentos dos dados que a empresa coleta

    Um dos principais elementos da LGPD é o consentimento por parte do titular para o tratamento dos dados. Isso significa que ele precisa ser informado claramente dos termos de extensão e uso da autorização, devendo concedê-la livremente. Como os dados são considerados sensíveis, a LGPD garante que eles terão um tratamento diferenciado por parte das organizações.

    No entanto, vale destacar que há algumas exceções. Ou seja, os dados podem ser tratados sem consentimento do titular quando:

    • for necessário cumprir uma obrigação legal;
    • executar contratos;
    • realizar estudos por meio de órgão de pesquisa;
    • prevenir fraudes contra o titular;
    • proteger o crédito etc.

    Segurança do banco de dados

    Todos os dados coletados pela empresa são de sua responsabilidade. Portanto, se eles forem acessados por pessoas não autorizadas, você corre o risco de sofrer multas pesadas. Para possibilitar a segurança de dados, é necessário:

    • fazer uso de um software de criptografia para que seja possível transmitir e armazenar online os dados pessoais dos titulares;
    • criar cookies compatíveis com a LGPD;
    • criar avisos de política de privacidade;
    • fazer uso de um sistema Data Loss Prevention (DLP) confiável;
    • garantir a proteção dos e-mails para evitar ataques de ransomwares, entre outras medidas. 

    Principais objetivos da LGPD

    A LGPD visa padronizar as leis referentes à proteção de dados em todo território nacional, tentando alinhá-las às inovações tecnológicas do mercado. Entre os seus principais objetivos podemos citar:

    • proteger a privacidade das pessoas; 
    • dar a elas mais controle sobre seus dados pessoais;
    • punir empresas que abusam de dados pessoais;
    • impedir a coleta de dados sem permissão do titular.

    Isso significa que as empresas devem coletar a menor quantidade possível de dados pessoais. Caso você precise que o cliente preencha um formulário em seu site, por exemplo, limite-se apenas a coletar o endereço de e-mail dele e o nome para contatá-lo.

    Agora você já sabe o que é LGPD! A Lei Geral de Proteção de Dados veio para proporcionar mais segurança ao usuário e é sua obrigação se adequar a ela. Caso tenha dificuldades na adaptação, procure um profissional especializado na área para ajudar a sua empresa cumprir as exigências dessa lei tão importante.

    O que acha de ajudar mais pessoas a entenderem sobre LGPD? Compartilhe esse artigo em suas redes sociais para que outros empreendedores também possam se adaptar a essa novidade!

  • 4 razões para investir no desenvolvimento dos seus funcionários

    4 razões para investir no desenvolvimento dos seus funcionários

    Falar de investimentos, em tempos de crise, pode desanimar muitos gestores. No entanto, quando o assunto é desenvolvimento de funcionários, é essencial compreender como a iniciativa pode trazer retornos positivos e praticamente imediatos à empresa, justificando a implementação de um programa de treinamento.

    Neste artigo, separamos 4 razões que confirmam a relevância de apostar no desenvolvimento dos colaboradores. São benefícios que impactam a saúde da organização e a satisfação dos profissionais. Continue a leitura e veja como essa estratégia pode conduzir o negócio para o sucesso.

    1. Aumento da motivação e produtividade

    A primeira razão é que estratégias nesse sentido geram motivação nos contratados. Esse é o resultado da valorização do capital humano, que é percebida pelos profissionais e faz com que eles atuem com mais engajamento.

    Junto a isso, os conhecimentos adquiridos nos treinamentos aumentam a capacidade de performar com eficiência, diminui a quantidade de erros, além de propor as melhores soluções para cada desafio que aparece. Consequentemente, a produtividade e o rendimento da organização crescem impactados por esses aspectos.

    2. Retenção de talentos

    Mais uma vantagem que os empresários valorizam é o aumento da retenção de colaboradores. No cenário atual, a rotatividade tem sido motivada, em grande parte, pela falta de investimento dos empregadores no crescimento e satisfação dos profissionais.

    Com o mercado aquecido e altamente competitivo, as empresas passam a disputar os melhores talentos e vence quem oferece os benefícios mais atrativos. Assim, um programa sólido e que fomente o desenvolvimento profissional é algo que tanto atrai bons funcionários, como também evita o turnover.

    3. Melhoria do clima organizacional

    O clima organizacional é um reflexo da motivação e dos comportamentos dos colaboradores, assim como é uma mostra dos valores da empresa, sendo ou não aplicados na prática. Por isso, é comum que os indicadores de clima não estejam satisfatórios quando não há investimento no desenvolvimento de pessoas.

    Alguns profissionais podem não se sentir úteis, enquanto outros não se sentem valorizados pelo que fazem. O sentimento de estagnação na carreira e falta de desafios é outro motivo que prejudica o clima. Apostar em programas de treinamento se torna um remédio para esses problemas, transformando a visão que os funcionários têm de si mesmos e do negócio.

    4. Aumento do potencial inovador

    Com o investimento no desenvolvimento de funcionários, a organização também vai aumentar seu capital intelectual. Os conhecimentos acumulados e compartilhados, por cada colaborador, se tornam um motor para a criatividade e para a inovação. Afinal, só é possível inovar em um ambiente aberto para novas ideias e aprendizados.

    Essas mudanças se tornam uma vantagem competitiva para o negócio, que terá profissionais atualizados, prontos para adotar tendências e propor novas soluções que irão satisfazer o público.

    Parar de ver o desenvolvimento de funcionários como um gasto e passar a vê-lo como investimento é o primeiro passo para empresas que querem crescer e criar um ambiente atrativo para os melhores talentos do mercado.

    Investir em educação corporativa é essencial para desenvolver as habilidades e competências dos colaboradores. Acesse a loja do Sebrae Alagoas e descubra diversos cursos que podem colaborar para o aperfeiçoamento do seu time.

  • Conheça 4 tecnologias para impulsionar pequenos negócios!

    Conheça 4 tecnologias para impulsionar pequenos negócios!

    A competitividade do mercado fez com que a tecnologia para pequenos negócios se tornasse uma ferramenta importante para gerar valor e impulsionar o posicionamento da marca, seja qual for o segmento. Isso porque as inovações têm grande impacto na produtividade e simplificam a gestão.

    Desse modo, quanto mais atividades são automatizadas, mais tempo o empreendedor terá para se dedicar à parte estratégica e ao crescimento do negócio. Entretanto, muitos micro e pequenos empreendedores ainda têm certo receio em investir em tecnologia, seja pelo pensamento de que não cabe no orçamento, seja pelo desconhecimento dos benefícios que oferece.

    Com isso, deixam de crescer e perdem espaço para a concorrência. E você não quer que isso aconteça com seu empreendimento, não é mesmo? Então, acompanhe este post e fique por dentro das principais tecnologias para pequenos negócios!

    1. Sistema de gestão

    Um software de gestão é uma das tecnologias que não podem faltar em seu negócio. Os ERPs — Enterprise Resource Planning — são sistemas de gestão que reúnem e integram dados de todos os setores da empresa, organizando e armazenando-os de forma automática. Ter as informações centralizadas em uma plataforma única dá mais segurança, diminui os custos, evita falhas e promove mais agilidade na execução das tarefas.

    Por exemplo, ao registrar uma venda no sistema, o valor é automaticamente lançado no módulo financeiro, a saída é computada no estoque e as informações são atualizadas para o setor de compras.

    2. Aplicativos

    Os aplicativos são uma ótima ferramenta para otimizar o gerenciamento dos pequenos negócios. Por meio deles, é possível administrar uma série de recursos na palma da sua mão, mesmo que você não esteja presente na empresa. Outra grande vantagem é que grande parte deles é gratuita.

    Há aplicativos para todas as atividades de um empreendimento:

    • gestão financeira;
    • gerenciamento de tarefas;
    • controle de vendas;
    • gerenciador de projetos;
    • armazenadores de documentos digitalizados;
    • canais de comunicação direta com clientes, fornecedores e colaboradores.

    3. Chatbot

    Para quem já tem ou pretende ter um negócio digital, o uso de chatbot é uma excelente maneira de aprimorar o atendimento ao consumidor, promovendo uma melhor experiência. Basicamente, um chatbot é um software que interage com os clientes em um chat. O objetivo é fazer a triagem de dúvidas, problemas e outras necessidades para direcionar a pessoa às soluções antes de encaminhá-las, se for preciso, para um atendente humano.

    Dessa forma, a empresa consegue economizar em tempo e recursos. Isso porque, na maioria das vezes, o cliente consegue solucionar sozinho. Afinal, muitos consumidores entram em contato diariamente para saber mais informações sobre os produtos, prazos, formas de pagamento, além de dar sugestões ou fazer reclamações.

    Cada um de tais contatos seria muito mais demorado se feito por um atendente humano e seria necessário um número maior de colaboradores. Assim, o consumidor tem mais autonomia e consegue resolver seus problemas com mais agilidade.

    4. Software de análise de dados

    Uma empresa trabalha com um grande volume de dados. No entanto, organizá-los manualmente não é uma tarefa nada fácil. A solução é contar com um software de análise de dados, que armazenará todas as informações, cruzará dados e fornecerá relatórios valiosos para as tomadas de decisões.

    Isso permitirá que o gestor conheça melhor o mercado, antecipe tendências, entenda o comportamento do seu público e identifique oportunidades para o negócio. Da mesma forma, é possível acompanhar indicadores e métricas fundamentais para compreender se as estratégias adotadas estão dando o resultado esperado ou se é preciso readequá-las.

    Como você viu, a tecnologia para pequenos negócios é uma ferramenta essencial para a expansão e para a competitividade. Há soluções para todas as necessidades da empresa e é essencial que o gestor se atualize sobre as tendências, bem como se capacite constantemente para acompanhar as mudanças do mercado. Portanto, não deixe de analisar todas as opções e escolher as que trarão mais benefícios para o seu empreendimento.

    Gostou de saber como a tecnologia contribui para o crescimento da sua empresa? Quer mais dicas? Então curta nossa página no Facebook e acompanhe todas as publicações!