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  • Aprenda a ter um diferencial competitivo e se destacar da concorrência!

    Aprenda a ter um diferencial competitivo e se destacar da concorrência!

    Desenvolver um diferencial competitivo deve ser a busca de todo o empresário. Independentemente do segmento do seu negócio, é preciso ter em mente a importância desse processo. Essas são características únicas que destacam sua empresa. Sem elas você será apenas mais um estabelecimento entre tantos.

    Ter um diferencial competitivo coloca um negócio em posição de destaque. Ele insere na mente do consumidor a lembrança sobre os seus produtos e serviços. Essa característica faz com que sua empresa seja preferida pelos consumidores. Logo, fazendo mais vendas que a concorrência.

    Neste artigo, mostraremos como desenvolver um diferencial competitivo utilizando as tecnologias mais recentes como aliadas. Acompanhe!

    O que é um diferencial competitivo e qual a sua importância?

    Um diferencial competitivo é um ou mais atributos que fazem a empresa ser única e superior aos seus concorrentes. Tratam-se de vantagens e benefícios oferecidos aos clientes. Esses são elementos que as demais empresas não são capazes de oferecer.

    A importância principal desse processo é o reflexo nas vendas. Quando você tem um diferencial competitivo, sua empresa fica na lembrança de seus clientes.

    Se o cliente precisar adquirir um produto ou serviço, a sua empresa será a primeira opção. Atualmente, o diferencial competitivo tem muita relação com a tecnologia. Existem dezenas de opções tecnológicas que facilitam o desenvolvimento dessas características.

    Quais são as características das empresas que têm um diferencial competitivo?

    Agora, mostraremos as características mais comuns das empresas com diferencial competitivo. Continue lendo!

    1. Ser original

    Um dos atributos a serem observados é a originalidade. Uma empresa com diferenciais competitivos desenvolve características únicas. Não somente nas soluções oferecidas aos clientes, mas também em outras áreas, por exemplo:

    • atendimento diferenciado;
    • estrutura física agradável e única;
    • pós-venda exclusivo e personalizado.

    A empresa que tem um diferencial competitivo não segue a concorrência. Ela desenvolve suas próprias soluções e métodos de vendas. Ele não copia as estratégias de outras empresas, mas sim, desenvolve seus próprios métodos.

    2. Investir em sustentabilidade

    Outro ponto importante é o investimento em sustentabilidade. Atualmente, essa é uma característica muito visada pelo mercado. Empresas que têm esse cuidado são vistas com mais credibilidade pelos seus consumidores, fornecedores, etc.

    Investir em materiais renováveis, reduzir o consumo de papel, reciclar matérias prima e destinar os resíduos de forma correta são exemplos de ações sustentáveis que você pode adotar no negócio e ainda gerar diferencial competitivo.

    3. Usar tecnologia

    Por fim, empresas com diferencial competitivo usam a tecnologia a seu favor. Pode ser através das redes sociais, como ferramentas que servem para alcançar mais pessoas com estratégias de marketing digital. Além disso, também fornecem estratégias para melhorar o atendimento e vendas.

    Outro exemplo do uso de tecnologia é a adoção de meios de pagamento eletrônicos, como o Pix, ampliando as opções de para o cliente fechar negócio com a empresa.

    Como ter um diferencial competitivo na prática?

    Agora que você já sabe o que é um diferencial competitivo e as características das empresas que têm esse elemento, mostraremos como aplicar esse conceito na prática. Continue lendo!

    1. Tenha um bom controle de custos

    É importante ter um bom controle de custos. Fazer isso afetará diretamente a saúde financeira do negócio, apoiando decisões de investimentos e ajuda a definição dos preços de vendas de seus produtos. Dessa forma, você melhora a gestão da empresa e abre a oportunidade de oferecer promoções e condições diferenciadas aos seus consumidores.

    2. Aposte em softwares de qualidade

    A tecnologia é uma das maiores aliadas na construção do diferencial competitivo. Ela deve ser utilizada para potencializar os negócios, seja na gestão da empresa com softwares que ajudam a controlar as finanças e o estoque, na gestão do relacionamento com o cliente ou na divulgação do seu estabelecimento.

    Os softwares podem ser utilizados com muita eficiência no atendimento aos seus consumidores. A boa notícia é que existem formas simples e gratuitas para fazer isso. Um exemplo clássico é a versão empresarial de um famoso aplicativo de mensagens instantâneas.

    Estamos falando do WhatsApp Business. Um aplicativo simples, intuitivo e muito profissional. Com ele é possível criar um contato mais próximo de seus clientes, facilitando o processo de vendas e a comunicação no pós-venda.

    3. Utilize ferramentas para a melhorar as vendas

    O processo de vendas também pode garantir diferenciais competitivos em sua empresa. Para isso ocorrer, mais uma vez, temos a presença da tecnologia. Elas devem ser utilizadas, especialmente, na divulgação e demonstração dos seus produtos e serviços.

    Existem sistemas específicos para melhorar as vendas. Entretanto, você pode utilizar soluções gratuitas para isso. Uma dica interessante é gravar vídeos de demonstração com detalhes específicos dos produtos e publicar em suas redes sociais.

    Quando se tratar de itens que podem ser vestidos ou calçados, vale a pena utilizar algum colaborador como modelo. Além disso, é importante que essas demonstrações sejam publicadas através dos canais digitais do seu negócio.

    Afinal, não adianta desenvolver demonstrações de produtos sem disponibilizar para os consumidores interessados. O objetivo principal dessa estratégia é fazer vendas. Logo, é importante divulgar esses demonstrativos em suas redes sociais, sites ou outros canais de divulgação.

    Outra dica interessante é criar uma loja virtual. Dessa forma, é possível constituir um novo canal de venda, contribuindo para o diferenciar da concorrência.

    4. Utilize as redes sociais

    Por fim, é importante investir em redes sociais como diferencial competitivo em seu negócio. A integração do meio online e offline é essencial na atualidade. Há quem diga que as empresas que não estão na internet podem ser excluídas do mercado rapidamente.

    A boa notícia é que essa presença digital pode ocorrer de forma simples, gratuita e muito eficiente e as redes sociais proporcionaram isso. Entretanto, para elas funcionem é fundamental ter perfis profissionais da sua empresa. Além disso, é importante ter cuidado com as postagens realizadas, o conteúdo deve ser bem planejado.

    O seu perfil não pode ser apenas um catálogo de vendas. Vale a pena inserir postagens que agreguem valor ao seu consumidor. Por exemplo: demonstrações de uso, conteúdos valiosos, dicas, etc.

    No Instagram e no Facebook, é possível utilizar a funcionalidade de vendas ou inserir encaminhamentos para páginas de sua loja virtual. Além disso, no WhatsApp Business também é possível fazer vendas de forma remota. Porém, também é preciso ter cuidado para não ser invasivo com envio de promoções constantes.

    Como você pôde perceber, ter um diferencial competitivo não é tão complexo quanto parece. Atualmente, ele pode ser implementado com o auxílio da tecnologia. O melhor é que essas ferramentas são simples e, em muitos casos, totalmente gratuitas.

    Se você gostou das dicas que fornecemos e quer continuar aprendendo confira o post que preparamos. Nele mostraremos como escolher o melhor canal de comunicação para a sua empresa.

  • O que é comunidade virtual e por que criar uma para o seu negócio?

    O que é comunidade virtual e por que criar uma para o seu negócio?

    Você sabe o que é comunidade virtual? Ela é qualquer espaço dentro do ambiente online onde estão reunidas pessoas com interesses comuns, presentes nas redes sociais, em sites e até nos grupos de mensagens como Telegram e WhatsApp.

    Para as empresas, as interações nas redes sociais – através dessas comunidades – são a possibilidade de conhecer melhor o seu público, permitindo também estreitar o relacionamento com essa audiência.

    Continue a leitura, descubra quais são os benefícios que as comunidades trazem para o seu negócio e como adotar essa estratégia de marketing agora mesmo!

    Como a comunidade virtual pode garantir o sucesso do seu negócio?

    Conheça as razões que mostram como essas comunidades são importantes para sua estratégia de marketing digital.

    Atribui mais credibilidade junto à audiência

    O ambiente virtual permite a interação individual com o cliente e mostra que sua empresa se preocupa com aquilo que o consumidor tem a dizer.

    Com esse relacionamento mais próximo entre marca e público, sua empresa também ganha, pois conquista mais confiança e credibilidade no mercado. Indiretamente, essa imagem positiva acaba atraindo também novos consumidores.

    Permite conhecer melhor o público

    Pesquisas de satisfação são importantes na hora de avaliar as opiniões dos consumidores, mas as informações espontâneas que surgem nessas comunidades podem trazer insights preciosos que permitem entender os desafios enfrentados pelos clientes durante a jornada de compra ou que possam promover a divulgação adequada do seu negócio, por exemplo. 

    Melhora da experiência do cliente

    Por meio das comunidades virtuais, é possível agregar valor à experiência dos clientes, o que pode garantir a fidelidade desse público. Além disso, é possível que muitos desses clientes se transformem em defensores de sua marca.

    Transforma sua marca em autoridade

    A comunidade virtual é uma ótima maneira de mostrar a identidade da sua empresa e compartilhar a história da sua marca. Também é uma oportunidade para você demonstrar conhecimento e sua experiência como um especialista no seu nicho, o que melhora o posicionamento de sua marca no mercado.

    O que é necessário para criar uma comunidade virtual da sua marca?

    A construção de comunidades virtuais demanda tempo, comprometimento e uma estratégia para cultivar os relacionamentos e fazê-la crescer. Reunimos a seguir 3 dicas que devem ser consideradas na hora de construir a comunidade online da sua empresa.

    1. Defina os objetivos dessa comunidade

    O que você deseja com essa estratégia? Conhecer melhor seu público-alvo? Melhorar o suporte ao cliente? Aumentar o engajamento desses consumidores? Coletar opiniões? Para garantir a transparência entre marca e consumidor, é importante que os participantes dessa comunidade também conheçam esses objetivos.

    2. Selecione o público certo

    É comum que uma mesma empresa atenda a diferentes perfis de consumidores. Por isso, na hora de selecionar os membros da comunidade, certifique-se de reunir aqueles que são mais adequados à estratégia naquele momento. Não se esqueça ainda de criar a comunidade no canal mais utilizado por esse público, para facilitar a interação.

    3. Abra mão do controle

    Um dos maiores méritos dessas comunidades é que as interações ocorrem de modo muito orgânico e livre. Querer controlar o fluxo dessa relação impondo ou desencorajando as discussões é correr o risco de perder informações valiosas e de comprometer o relacionamento com a audiência.

    Saber o que é uma comunidade online é reconhecer que essa ferramenta é importante para sua empresa. Com ela você pode reunir pessoas com interesses semelhantes em prol de um objetivo comum: apoiar o seu negócio

    Quer aprofundar ainda mais nesse assunto? Confira mais dicas para criar uma comunidade digital para seu negócio!

  • A importância da gestão da qualidade e como consegui-la!

    A importância da gestão da qualidade e como consegui-la!

    Como uma empresa pode se destacar em relação aos seus concorrentes? Além de produtos inovadores e marketing bem-feito, é importante estar atento à qualidade no produto ou serviço entregue ao consumidor final.

    Um dos indicativos que leva a percepção de valor do negócio é a gestão da qualidade. Clientes mais exigentes demandam cuidados e a oferta de produtos diferenciados.

    Atualmente, produtos e serviços estão cada vez mais parecidos e, para se sobressair aos olhos do consumidor, precisam de um algo a mais. Ser reconhecido pela sua qualidade é uma das formas de se destacar.

    Vamos mostrar neste artigo o que é a gestão da qualidade e como ela pode ser utilizada para ampliar o sucesso dos seus negócios aos olhos do mercado em geral e de seus consumidores.

    O que é a gestão da qualidade?

    A gestão da qualidade é uma metodologia voltada para a melhoria contínua da produção e gestão de uma empresa. Seu objetivo é garantir a satisfação dos clientes e, dessa forma, se tornar a primeira opção quando ele precisar de um produto ou serviço como o seu.

    Esta preocupação com a qualidade de produtos e de serviços surgiu na década de 1920, nos Estados Unidos. E após a Segunda Guerra Mundial, o Japão se tornou o principal aplicador da gestão da qualidade em suas empresas, fazendo com que o país se tornasse um expoente no tema.

    O Brasil só começou a adotar estas práticas com mais frequência nas décadas de 1980 e 1990 para tentar competir com os produtos importados que começaram a chegar ao país.

    As melhorias necessárias passam por todas as etapas da fabricação e comercialização do produto ou serviço. Assim, a gestão da qualidade deve ser observada desde o planejamento, produção, gestão de pessoas, relacionamento com fornecedores e com clientes. Sempre com foco na melhoria de todos os processos do negócio.

    Por que a gestão da qualidade é importante?

    A gestão da qualidade é importante para que a empresa consiga destaque em seu mercado. Um produto ou serviço entregue com eficiência aumenta sua procura no mercado, tem a recomendação de clientes e influencia a concorrência. Vamos falar um pouco sobre os benefício e importância dessa metodologia. Acompanhe!

    1. Atrair novos clientes

    Quando você informa ao mercado que utiliza técnicas de gestão da qualidade, eles já entendem que seu produto é diferenciado e têm interesse em conhecer e comprar de você. A gestão da qualidade é um atrativo para os consumidores.

    Benefícios para os clientes, como a garantia de qualidade e satisfação com produtos são credenciais que valorizam seu produto ou serviço para atuais e futuros consumidores.

    2. Aumento da satisfação dos clientes finais

    Um cliente satisfeito é um ótimo divulgador da sua empresa! Quem gosta do serviço ou do produto adquirido volta a consumir com a mesma empresa com frequência e ainda pode convencer amigos, familiares e colegas que vale a pena buscar pelos seus produtos e serviços.

    Conquiste seus consumidores com seu serviço e produto e faça com que eles sejam embaixadores e defensores da sua marca, pois acreditam no seu trabalho.

    3. Redução de custos por falhas

    A gestão da qualidade também ajuda a reduzir os custos. Com um controle mais apurado de todo o processo de produção, é possível identificar possíveis pontos de falha e corrigir antes mesmo que elas aconteçam.

    Falhas ao longo do processo podem aumentar seus custos de produção, pela necessidade de reiniciar todas as etapas e descartar parte dos produtos por não estarem dentro do padrão de qualidade. Com uma melhor gestão da qualidade, você pode prevenir os erros e entregar um produto melhor.

    3. Crescimento da competitividade no mercado

    Um mercado formado por empresas com forte gestão da qualidade é um mercado mais competitivo, pois todos seus participantes estão buscando entregar seu melhor ao consumidor. Adotando a gestão da qualidade, sua empresa melhora e ainda inspira sua concorrência e o mercado a oferecer um serviço melhor ao consumidor. Todos ganham.

    4. Registro das atividades

    Ao implementar a gestão da qualidade, no processo produtivo de uma empresa, todas as atividades até o final do processo devem ser registradas, para identificar todos os passos de produção. Com um processo bem detalhado, o empreendedor tem a oportunidade de reproduzir as atividades de forma fiel, sem esquecer nenhum passo ou cometer erros ao longo do processo produtivo.

    5. Mensuração de resultados

    A gestão da qualidade também ajuda a mensurar os resultados, pois – com a identificação de todo o processo – pode-se saber os custos de produção, os prazos de execução de atividades e entregas e quantidade de materiais utilizados . Durante a etapa da venda, identifique os consumidores, os produtos comprados e, se possível, realize uma pesquisa de pós-venda, para entender como o produto foi recebido pelo cliente.

    6. Perceba as necessidades do seu negócio e faça análises

    Mas antes de aplicar a gestão da qualidade de qualquer forma no seu empreendimento, avalie qual a sua necessidade. Identifique os pontos fortes e pontos fracos, o que pode e deve ser melhorado.

    7. Documente as informações

    Lembre-se que tudo precisa ser documentado para que as informações não se percam! Identifique notas de compra, fases da produção, estoque, processos de venda. Assim, você sabe tudo sobre seu produto ou serviço.

    8. Tenha funcionários dedicados à gestão da qualidade

    Invista na qualificação dos seus funcionários para que eles entendam a importância da gestão da qualidade. Todos os profissionais envolvidos com seu negócio precisam estar engajados nesse processo de qualificação. Você pode também criar uma equipe ou designar um profissional para cuidar da gestão da qualidade.

    Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas

    Anualmente, o Sebrae em parceria com outras instituições como o Movimento Brasil Competitivo e a Federação Nacional da Qualidade, realizam um prêmio para valorizar os pequenos negócios que se destacaram na busca pela excelência em gestão.

    São premiadas as empresas que adotaram práticas de gestão relevantes, apresentam um comportamento empreendedor e valorizaram a responsabilidade social em suas atuações.

    Agora que você conhece mais sobre a gestão da qualidade, conheça o prêmio de competitividade para micro e pequenas empresas e veja como participar com seu negócio na próxima edição.

  • Como fazer uma pesquisa de opinião que realmente funcione?

    Como fazer uma pesquisa de opinião que realmente funcione?

    Toda empresa deseja vender muitos produtos e lucrar. Além de investir na melhoria de mercadorias e serviços, como fazer para que os clientes se sintam cada vez mais contemplados? Uma ótima maneira de conseguir isso é por meio da pesquisa de opinião.

    Essas pesquisas são uma excelente maneira de colher opiniões dos consumidores e otimizar as estratégias da empresa. Como se não bastasse, elas também servem para aproximar essas pessoas da organização, uma vez que se sentem ouvidas. Neste post, falaremos mais sobre essas pesquisas e como conduzi-las. Boa leitura!

    A importância da pesquisa de opinião

    A pesquisa de opinião é imprescindível para entender o impacto que os produtos e o atendimento da empresa têm sobre os clientes. A partir dela, será possível conhecer os pontos positivos e o que a companhia pode fazer para melhorar.

    Esse estudo nada mais é do que um questionário com o objetivo de conhecer a experiência do cliente com a empresa. A pesquisa deve ser precisa o suficiente para que as perguntas elaboradas gerem respostas objetivas para facilitar a análise interna.

    Assim, podemos dizer que ela é um recurso simples, mas com impacto relevante. Imaginemos, por exemplo, que uma pesquisa tenha como principal objetivo determinar as opiniões sobre um produto específico.

    A partir da média das respostas, a empresa entenderá se aquela mercadoria é um sucesso ou se ainda pode receber ajustes. A mesma lógica também pode ser aplicada em relação ao nível de atendimento.

    Você já deve ter entrado em sites nos quais uma janela o questiona sobre a sua satisfação com a empresa: aquela resposta é somada com a de outros visitantes e oferece à empresa uma visão precisa das perspectivas dos consumidores e leads.

    Desse modo, podemos entender que essa pesquisa pode ser aplicada de diferentes maneiras; seja como um questionário mais detalhado enviado por e-mail ou até mesmo uma mera pergunta em um pop-up no seu site.

    O importante é entender que as respostas fornecem uma visão clara de como as pessoas percebem o seu negócio. Como se não bastasse, elas são úteis para redesenhar estratégias e repensar processos.

    Passos para fazer uma pesquisa de opinião de respeito

    Agora que você já sabe a importância da pesquisa de opinião para o crescimento de um negócio, mostraremos algumas dicas essenciais para fazer o seu próprio estudo. Vamos conhecê-las.

    1. Tenha um objetivo claro

    Para definir um objetivo, pense na seguinte pergunta: você quer entender quais aspectos sobre o seu consumidor? Ao pensar em uma resposta clara, será mais fácil se concentrar naquilo que você deseja descobrir.

    Suponhamos que sua empresa esteja conduzindo um questionário sobre um determinado produto. Elimine perguntas ambíguas, que possam confundir os clientes. Concentre-se no seu objeto de pesquisa!

    2. Defina o público-alvo

    Sua empresa é daquelas que atende a diversas faixas etárias? Isso é ótimo, mas as pesquisas precisarão ser mais focadas em determinados públicos-alvo. Por isso, faça um recorte de quantas pessoas você pretende consultar.

    Para definir o público-alvo, pense nas características daquilo que você quer promover com a sua pesquisa. Sua intenção é colher opiniões sobre uma determinada linha de produtos? Então foque nas características comuns das pessoas que o compram normalmente.

    Essas características podem ser a faixa etária, perfil socioeconômico, localização geográfica… ao mapear tudo isso, será bem mais assertivo delimitar as pessoas que responderão à pesquisa.

    3. Escolha os canais adequados

    Uma pesquisa de opinião pode ser conduzida de variadas formas, assim como os canais utilizados também são diversos. Alguns deles são:

    • e-mail;
    • redes sociais;
    • telefone;
    • WhatsApp;
    • formulários específicos.

    Mais adiante, falaremos um pouco mais sobre os principais canais de pesquisa e o que levar em conta na hora de escolher um ou mais deles.

    4. Estruture as perguntas dos seus questionários

    Caso a pesquisa de opinião seja feita na base do bom e velho questionário, é muito importante delimitar a quantidade e o caráter de cada pergunta. Uma boa ideia é começar pensando se o estudo será quantitativo ou qualitativo.

    No primeiro caso, a preocupação principal é com números e dados. No segundo, os entrevistados são incentivados a falar um pouco mais livremente para que a empresa consiga buscar respostas mais subjetivas.

    Em uma pesquisa quantitativa, as perguntas precisam ser mais claras e objetivas, como uma forma de evitar ambiguidades. Já nos estudos qualitativos, as empresas buscam pontos de vista e impressões. Assim, há um pouco mais de margem para que surja a subjetividade.

    5. Analise os resultados da pesquisa

    Com as respostas devidamente coletadas, chega o momento de analisar os resultados. Em estudos quantitativos, por exemplo, a empresa pode utilizar gráficos para facilitar a interpretação.

    Já em trabalhos mais qualitativos, é importante buscar referências constantes nas respostas das pessoas. Digamos que a sua empresa queira melhorar um serviço: portanto, preste atenção às palavras-chave que mais se repetem.

    Canais para a realização da pesquisa

    Agora, conheceremos os principais veículos que podem ser utilizados para a realização da pesquisa.

    Telefone

    O bom e velho telefone ainda é uma ótima opção para aplicar pesquisas de opinião. Contudo, é preciso entender que nem sempre as pessoas oferecem as respostas mais sinceras em um telefonema. Isso porque elas podem se sentir mais confortáveis oferecendo seus insights de forma anônima.

    Mas isso não significa que esse canal não tenha utilidade! Com um telefonema, a empresa consegue obter respostas mais espontâneas, uma vez que a conversa é mais dinâmica e objetiva.

    E-mail

    Outro meio já bastante consolidado, o e-mail é outra forma barata de obter opiniões dos consumidores. Além disso, as respostas ficam armazenadas para futuras consultas. Esse trabalho de rever respostas é bem mais fácil nesse veículo, uma vez que basta acionar o comando “localizar” em um computador ou dispositivo móvel.

    WhatsApp

    O WhatsApp não se consolidou apenas como um aplicativo de conversa, mas também como uma maneira de conduzir pesquisas de opinião de respeito. Entretanto, os gestores devem tomar cuidado de abordar previamente os clientes sobre a possibilidade de utilizar o app para esse fim.

    Redes sociais

    Instagram, Facebook e Twitter são exemplos de redes sociais com um grande alcance. Como se não bastasse, são ferramentas de baixo custo. A empresa pode designar um colaborador para postar uma pergunta e conferir (e catalogar) as melhores respostas, por exemplo.

    Chatbot

    Os chatbots são softwares que automatizam conversas e podem ser utilizados para a fidelização. Além disso, eles armazenam conversas, facilitando a consulta. O trabalho também se torna mais objetivo, já que a ferramenta é capaz de extrair resultados por meio de um diálogo de perguntas e respostas predefinidas de acordo com os objetivos do estudo.

    Consultoria especializada

    Esse não é exatamente um veículo, mas também é uma maneira que empresas podem buscar para conduzir bons trabalhos: contar com consultores especializados em pesquisas de opinião. Isso faz com que o estudo seja mais objetivo, uma vez que passa a ser controlado por profissionais experientes.

    Quais os erros mais comuns que precisam ser evitados?

    Agora, para finalizar, falaremos um pouco sobre os erros mais frequentes em pesquisas de opinião. O primeiro deles é não definir o objetivo daquele estudo. Isso atrapalha a aquisição de dados e respostas, uma vez que os resultados não serão muito úteis para as estratégias futuras da empresa.

    Outro erro frequente é formular perguntas muito complexas, difíceis de serem compreendidas. Lembre-se de que a pessoa responderá aos questionários o fará voluntariamente: portanto, nada pior do que irritá-lo com questionamentos pouco objetivos e mal formulados.

    Do mesmo modo, evite pesquisas grandes demais, que acabem desestimulando a participação dos consumidores. Defina o público-alvo com precisão — afinal, nem todo produto servirá para pessoas de diferentes idades e preferências, por exemplo.

    Uma medida interessante é aplicar uma espécie de estudo preliminar, antes da pesquisa propriamente dita. Nele, não se esqueça de perguntar os canais preferidos dos clientes. Dessa forma, sua empresa corre menos risco de abordar os consumidores em canais que o seu público-alvo não costuma utilizar com frequência.

    Entendeu como a pesquisa de opinião é um instrumento realmente eficaz para coletar opiniões e melhorar seus serviços? Ela pode ser aplicada em diferentes veículos, contemplando pessoas de diferentes perfis. Não deixe de utilizar e analisar os dados obtidos para otimizar as atividades dentro do seu negócio!

    Gostou do artigo e quer continuar aprendendo sobre formas de aproximar os clientes da sua empresa? Então, leia o nosso post sobre marketing de autoridade!

  • Banco de dados para a empresa: o que é e para que serve?

    Banco de dados para a empresa: o que é e para que serve?

    Com os avanços tecnológicos, os dados estão cada vez mais acessíveis e se tornaram fundamentais para a tomada de decisões e para o planejamento estratégico de empresas de todos os segmentos. Para transformar essas informações em vantagens competitivas, é necessário construir um banco de dados para a empresa.

    Os bancos de dados podem ser usados para o controle de informações de vários setores, tais como o recursos humanos – RH, o setor de vendas, compras e até mesmo para o armazenamento de informações de sites e blogs construídos para divulgar os produtos ofertados

    Neste post, você vai entender o que é banco de dados e como ele pode ser aplicado em sua empresa!

    O que é a cultura Data Driven?

    A cultura Data Driven nada mais é do que a cultura na qual todas as informações da empresa são avaliadas de maneira multidisciplinar, ou seja, antes de tomar decisões, são extraídos alguns conhecimentos dos dados coletados para que eles possam ser transformados em ações. Tal fator evita que as decisões sejam tomadas sem dados concretos.

    Data Driven engloba um processo organizacional direcionado para a base de dados. Isso significa que todas as decisões tomadas serão baseadas em informações e não em intuições dos empresários ou na experiência já vivida anteriormente. Não significa que a vivência não traz conhecimento, mas os dados precisos permitem o acesso à realidade da empresa em tempo real.

    Portanto, Data Driven não é apenas uma ferramenta, mas sim uma metodologia de trabalho focada em dar aos gestores uma ideia mais precisa de seu negócio. As informações são cruzadas para que se possa visualizar um panorama mais amplo do mercado, revelando dados dos clientes, concorrentes e fornecedores para que os gestores possam agir.

    O que é o banco de dados?

    Banco de dados nada mais é do que a organização e armazenagem de informações empresariais em um mesmo local. Os dados que tratam do mesmo assunto podem ser guardados com segurança para que gerentes, empresários e funcionários tenham acesso a eles em um único ambiente.

    A armazenagem deve ser realizada de maneira segura para posteriormente ser usada para conferência.

    É interessante contar com o auxílio de um sistema de gerenciamento de banco de dados para conseguir encontrar as informações desejadas sobre a empresa. Hoje em dia, já existem várias soluções tecnológicas e o ideal é encontrar a que mais se adapte as necessidades de sua organização.

    Como o banco de dados pode ser aplicado em empresas?

    O banco de dados, sem sombra de dúvidas, é uma das maiores armas que as empresas têm em mãos. Transformar os dados em informações para conhecer a efetividade as ações adotadas pelo o negócio ou sobre as preferências dos clientes faz com que a empresa tenha novos conhecimentos.

    Esses conhecimentos servirão para adotar as melhores estratégias de marketing, tornando-as mais eficazes e gerando aumento das vendas. Os dados trazem informações confiáveis e permitem a análise de fatos e promovem decisões e ações mais assertivas.

    Como pode ser feita a análise de dados?

    Para fazer a análise de dados é necessário definir as perguntas que você quer responder, determinar o que e como medir, fazer a coleta e interpretar os resultados. Dessa forma é possível ter acesso às informações mais relevantes sobre a empresa e identificar as oportunidades de negócio.

    Saiba que é possível utilizar as tecnologias disponíveis no mercado para coletar, armazenar e processar os dados, bem como gerar relatórios que facilitarão as avaliações e as tomadas de decisões dos gestores.

    Quais são as vantagens de ter um banco de dados?

    Trabalhar com a análise de dados pode oferecer várias vantagens para o seu negócio. Entre os maiores benefícios estão a facilidade de acesso às informações, segurança dos dados confidenciais dos clientes, fornecedores e parceiros, redução dos riscos da operação, entre outros.

    Enfim, agora que você já sabe o que é e qual é a importância de um banco de dados para a empresa, faça a implantação em seu empreendimento. Caso ainda tenha alguma dúvida, leia o artigo sobre construção de dadosDecisão baseada em dados: o que você precisa saber? Contamos aqui!” e fique por dentro do assunto.

    Gostou do nosso post sobre o banco de dados empresarial? Se quiser conhecer ainda mais sobre a temática, sugerimos a leitura do nosso “E-book sobre Big Data: como ele pode contribuir para a sua empresa e para as estratégias de marketing”.

  • Marketing digital para MEIs: como começar do zero?

    Marketing digital para MEIs: como começar do zero?

    Você sabe como funciona o marketing digital para MEIs? Essa é uma pergunta que muitos empreendedores fazem na hora de divulgar seus negócios. Atualmente, as estratégias que existem no mundo online tendem a ser mais interessantes e acessíveis.

    Elas permitem enviar uma mensagem a um público muito específico. Ou seja, aquele que tem mais chances de fechar uma compra em seu estabelecimento sendo imprescindível que o MEI conheça e desenvolva estratégias de marketing digital.

    Neste artigo, mostraremos como microempreendedor individual pode fazer isso apresentando as principais passos e onde aprender sobre o assunto. Acompanhe!

    O que é o marketing digital?

    Inicialmente, precisamos desmistificar o marketing digital. Trata-se de uma estratégia de divulgação e comunicação como qualquer outra. A grande diferença é o fato de ser executada em ambiente online. Assim, ele abre um leque imenso de oportunidades para o empreendedor.

    Durante anos os meios de comunicação mais cobiçados como o rádio e a televisão foram loteados por grandes organizações. Alguns segundos de publicidade em um canal de televisão famoso pode custar uma verdadeira fortuna.

    O marketing digital veio para democratizar esse mercado. Um MEI pode alcançar milhares de pessoas pagando alguns centavos por usuário que clicar em seu anúncio. Contudo, é importante conhecer as estratégias para conquistar essa eficiência.

    Como funciona o marketing digital para MEIs?

    A partir desse tópico, mostraremos como funciona o marketing digital para MEIs. Continue lendo e conheça mais sobre as estratégias. os passos para aplicar essas estretégia no seu negócio

    1. Defina a sua persona

    A definição da persona é uma das tarefas mais importantes do marketing digital. Se você não executar essa tarefa com sucesso, pode perder muito dinheiro em suas estratégias. Afinal, enviar uma mensagem para pessoas que não têm interesse no seu produto ou serviço não serve para nada.

    Você precisará traçar um perfil fictício do seu cliente ideal. Assim, deve definir a idade, gênero, principais características, medos, desejos e anseios, sonhos, o que ele vê, ouve e sente.

    O esse perfil do cliente ideal deve conter nome e foto para representar uma pessoa real. Ao conhecer bem sua persona, você conseguirá enviar sua publicidade para as pessoas corretas. Ou seja, aquelas que têm mais chances de comprar alguma coisa na sua empresa. Fazer isso evita “jogar dinheiro fora” e investirá em publicações que convertem em vendas e geram lucros para o seu negócio.

    2. Adquira um domínio e uma hospedagem

    No marketing digital, é muito importante você ter a sua própria estrutura de divulgação. Assim, é fundamental adquirir um domínio. Ele é o nome do seu site e pode ser escolhido durante a aquisição.

    Para que o domínio funcione, é necessário possuir uma hospedagem. Esse serviço é que receberá todos os dados do seu site e apresentará aos seus consumidores. Nessa ferramenta, você pode criar conteúdo, vender produtos, capturar e-mails, entre outras estratégias.

    Um detalhe importante é dar preferência por um domínio que tenha o nome do seu negócio. Isso facilita os clientes a encontrarem o seu site. Para trazer o tráfego para seu site você pode utilizar as redes sociais que, preferencialmente, também deve ter o nome da sua empresa.

    Nesse caso é possível criar um anúncio mostrando uma pequena parte ou resumo de um conteúdo postado em seu portal. Assim, o usuário visualiza aquele anúncio, clica no link e é direcionado ao seu site.

    O objetivo desse processo é muito simples. Primeiro, criar um relacionamento com um consumidor. Em segundo lugar, gerar valor para ele com conteúdos relevante e exclusivos. Por fim, abrir a oportunidade para fazer vendas.

    3. Escolha uma plataforma

    O primeiro passo é escolher uma plataforma. Existem muitas no mercado atualmente. Você deve selecionar aquela que está mais adequada à sua persona. Atualmente, as plataformas mais utilizadas são as redes sociais. Entre as mais comuns são:

    • Facebook;
    • Instagram;
    • LinkedIn;
    • YouTube.

    Com elas, é possível criar perfis para divulgar o seu negócio além de gerar anúncios patrocinados para enviar para a sua persona. Nesse caso, você escolhe todas as características das pessoas que pretende atingir. Por exemplo: idade, gênero, cidade, preferências etc.

    Além das plataformas de divulgação, você deve escolher outras ferramentas como sistema de envio de e-mails, criação de páginas, entre outros.

    4. Defina metas e objetivos

    Outro ponto importante é a definição de metas e objetivos. Antes de fazer isso é necessário definir cada um dos conceitos. Os objetivos são visões de longo prazo. Por exemplo, aumentar o seu faturamento em 30% em 12 meses.

    Esse é o seu intuito. Para chegar até ele, é fundamental fracionar as suas ações em pequenas metas. Dessa forma, é mais fácil chegar até os pontos desejados. Ao quebrar objetivos em passos menores facilita a visualização dos objetivos e, consequentemente, a chegada até eles.

    5. Monitore as métricas

    Por fim, temos o monitoramento das métricas. Esse é um passo fundamental no marketing digital para MEIs. Analisar números e resultados auxilia ao empresário entender se a sua estratégia está correta ou não.

    O ideal é que essa análise seja feita com frequência. Caso os processos não estejam alinhados, você deve fazer alterações rapidamente para gerar resultados positivos.

    Além disso, é muito importante investir na sua estratégia de divulgação. Isso é fundamental para que suas ações de marketing proporcionem vendas.

    Como aprender sobre o marketing digital?

    Agora que você conhece esses passos é importante aprender cada um deles. Para tanto, existem vários canais que disponibilizam conhecimento sobre o marketing digital para MEIs. Alguns exemplos são:

    • Rock Content, uma empresa que atua em diversos aspectos do marketing digital. Tanto na geração de conteúdo para audiência, gestão de redes sociais e outras estratégias;
    • RD Station, uma startup que é focada em desenvolvimento de softwares. Entretanto, o foco dela é no crescimento de público para pequenos negócios;
    • Sebrae Alagoas, o serviço de apoio as micro e pequenas empresas que disponibiliza diversos cursos.

    Ainda sobre a última instituição mencionada, existem diversos treinamentos que abrem matriculas periodicamente. Um exemplo é o curso sobre como utilizar o Facebook ADS para impulsionar suas vendas. Outro exemplo é o treinamento sobre como vender mais pelo Instagram.

    Nesse caso, é importante ter em mente que muitos treinamentos têm datas de início e finalização de matrículas. Sendo assim, é importante ter cuidado para não perder esse prazo de inscrição.

    Entretanto, você ainda tem chances de fazer outros cursos. O Sebrae Alagoas fornece diversas oportunidades para o empreendedor que deseja aprender sobre o assunto.

    Agora que você já conhece o marketing digital para MEIs, é preciso colocar as estratégias em prática. É muito importante não ficar parado no tempo, afinal a medida que o tempo passa mais pessoas utilizam essas estratégias. Assim, é possível que seus concorrentes conquistem uma parcela do seu mercado antes.

    Portanto, acesse a nossa página de cursos e comece a se desenvolver agora mesmo. Assim, você pode aprender sobre marketing digital e outros conceitos importantes para o crescimento do seu negócio. 

  • Saiba se você precisa alterar a sua estratégia de mercado

    Saiba se você precisa alterar a sua estratégia de mercado

    Cerca de um milhão de empresas brasileiras fecham as portas a cada ano. Diversos motivos culminam nesse fato. Em geral, a falta de planejamento se destaca. Muitos empreendedores abrem as portas e tocam seus negócios sem delimitar metas e objetivos claros. Consequentemente, negligenciam a criação de uma boa estratégia de mercado.

    Em um cenário concorrido, não se preparar para atender as demandas mutáveis do consumidor, que está cada vez mais conectado no digital, é sinônimo de correr riscos. Em adição a esse fato, é preciso lidar com as mudanças trazidas pela transformação digital, que impulsiona a inovação nas empresas.

    Sem dúvidas, os desafios parecem extensos. Com o acesso às informações certas é possível contornar esses obstáculos e se manter ativo aos olhos do público.

    Acompanhe o conteúdo e saiba mais!

    O que é uma estratégia de mercado?

    Antes de iniciar um negócio, é recomendado que empreendedores de qualquer área formulem o plano de negócios. Esse é o documento que trata da viabilidade da ideia, o que ajuda quem deseja abrir uma empresa a avaliar se ela faz sentido naquele mercado e se agrega valor às necessidades do público-alvo.

    Montar esse panorama é fundamental. Ele permite que o dono da futura organização:

    • entenda a relevância da ideia;
    • organize os pontos iniciais necessários para um planejamento inteligente;
    • tenha a base para uma boa estratégia de mercado em mãos.

    Após abrir as portas, é essencial que o empreendedor encontre formas de se manter ativo em seu segmento, certo? A tendência é que ele enfrente uma forte concorrência — independentemente da área. Então, precisa saber como inovar, levando soluções mais personalizadas e alinhadas às dores do público.

    A estratégia de mercado diz respeito a um planejamento estratégico e de longo prazo, que busca entender, delimitar e usar as vantagens competitivas do negócio ao seu favor. Assim, o negócio se mantém continuamente sustentável. Seu conjunto de ações visa a alcançar:

    • metas de vendas;
    • divulgação;
    • construção de marca;
    • passos positivos no crescimento do negócio.

    Desse modo, a empresa pode não apenas se desenvolver de forma saudável, como também de maneira relevante.

    Qual a importância de mudar a estratégia?

    Ultimamente, os empreendedores podem perceber mudanças profundas no modo de vender e de consumir, especialmente em relação ao passado. Elas se relacionam, entre outros motivos, à era digital, que teve início na década de 1990 e levou o uso da tecnologia aos mais diversos setores. Tanto as empresas quanto os interessados em suas soluções precisaram se adaptar.

    As alterações no comportamento do consumidor são rápidas. Elas exigem mudanças igualmente ágeis e que acompanhem a personalidade muitas vezes mutável de quem compra. É preciso avaliar a estratégia constantemente, de modo a conferir se ela está adequada às demandas do público e caminhando para atender seus objetivos de negócio.

    Além disso, os clientes atuais buscam produtos voltados especificamente às suas necessidades. Esses altos níveis de customização os tornaram mais exigentes, o que pede que as organizações alterem suas abordagens e estratégias de forma a atendê-los.

    Lembre-se: uma boa estratégia de mercado pode funcionar por um tempo. Isso não significa que ela continuará a ser interessante para sempre. É imprescindível avaliar periodicamente se os rumos tomados pela empresa estão caminhando conforme as necessidades do mercado, se mantendo relevante perante a concorrência.

    Como entender se está na hora de mudar de estratégia?

    O primeiro passo para compreender se é preciso alterar a estratégia é ter em mente que a cultura das empresas culminam rumo ao data driven (centrado em dados). É essencial pautar a tomada de decisão em dados — ao invés de achismos. A seguir, confira algumas sugestões e saiba quando mudar a abordagem!

    1. Delimite metas e objetivos

    Entender claramente em que cenário a empresa se encontra e onde deseja chegar – em curto, médio e longo prazo – é imprescindível no sucesso do negócio.

    Uma equipe alinhada é uma das chaves no bom andamento dos processos internos. Ela impacta positivamente na entrega ao consumidor, que se torna mais satisfeito.

    Para obter o alinhamento certo, reúna os gestores e líderes e documente as metas e os objetivos. Em seguida, oferte as ferramentas necessárias para que os colaboradores os cumpram dentro dos prazos e com facilidade.

    2. Avalie os indicadores

    Em 2020, o número de lojas exclusivamente virtuais subiu em mais de 40%. A migração para o digital é uma realidade e, conforme dito, é baseada em um termo central — dados. Os KPIs (Key Performance Indicator, ou Indicadores-Chave de Desempenho) são aliados dos que desejam saber quando alterar os rumos da organização. Isso porque apresentam dados claros sobre a eficiência das estratégias online.

    Acompanhar métricas como Taxa de Rejeição do site, ROI (Return On Investment ou Retorno Sobre Investimento) e Taxa de Cliques é fundamental. No cenário offline, a mensuração de resultados também é importante. Assim, o empreendedor deve observar métricas de lucratividade, efetividade, turnover, ticket médio, entre outros.

    3. Verifique o que os concorrentes estão fazendo

    A prática do benchmarking, que consiste em avaliar os passos tomados pela concorrência, ganha cada vez mais espaço. Isso porque empresas do mesmo nicho tendem a ter semelhanças. É interessante colher dados que ajudem no crescimento do negócio, em especial, ao impedir que os concorrentes o ultrapassassem.

    4. Acompanhe as tendências de mercado

    É necessário analisar o comportamento do consumidor. Ele é o grande responsável por reger o mercado, sendo importante colocá-lo no centro de qualquer estratégia. É recomendado realizar pesquisas constantes, ler portais de notícia sobre a área de atuação e, é claro, ouvir atentamente o feedback dos próprios clientes.

    Como a estratégia utilizada impacta nos resultados do negócio?

    É simples perceber a importância de inovar a estratégia, certo? Isso não significa ser sempre preciso mudá-la radicalmente. Pelo contrário: ter um posicionamento de marca consistente, mas que se adapta às necessidades do público, é uma forma inteligente de planejar o negócio.

    Ao unir solidez, uma cultura organizacional clara e a atenção às mudanças trazidas na Era Digital, a estratégia de mercado escolhida tenderá ao sucesso. Afinal, estará alinhada às mudanças no segmento, às demandas dos clientes e às metas e objetivos do negócio.

    Tem interesse em conteúdos formulados para ajudar sua empresa a alavancar os resultados? Então, siga o Sebrae Alagoas nas redes sociais! Estamos no Twitter, no Facebook, no YouTube, no Instagram e no LinkedIn.

  • As 5 melhores dicas para dar início no marketing pessoal

    As 5 melhores dicas para dar início no marketing pessoal

    O marketing pessoal é uma das melhores formas de impulsionar os seus negócios e fortalecer a sua imagem. No entanto, para que possa surtir esse efeito, ele precisa ser conduzido da forma correta.

    Não importa em qual segmento você atue, certamente há um bom nível de concorrência a ser considerado. Um dos recursos que você tem à disposição para se diferenciar de outras alternativas do mercado é você mesmo.

    Um trabalho focado em marketing pessoal trará como benefícios a ampliação do alcance do seu negócio, uma maior identificação da parte de clientes e melhores resultados. No entanto, além de saber o que é marketing pessoal, você precisa saber como realizá-lo.

    Veja a seguir as 5 principais dicas de como iniciar no seu marketing pessoal.

    1. Identifique sua missão, visão e valores

    Trabalhar a favor do seu marketing pessoal requer um comprometimento consistente. Como tal, você precisa estabelecer qual é a sua missão, a sua visão e os seus valores para que todas as suas ações sejam orientadas por elas.

    Para relembrar, veja a seguir quais são as diferenças entre missão, visão e valores:

    • missão: aquele que é o seu motivo para existir, o intuito que faz com que você realize as suas atividades;
    • visão: refere-se ao futuro, ou seja, onde você deseja chegar e o que quer construir com o seu trabalho;
    • valores: serve como o seu código de conduta, ou seja, os princípios que sustentam as suas atividades.

    2. Invista na presença digital

    É possível reforçar consideravelmente o seu marketing pessoal ao se dedicar à presença digital. Atuar nas redes sociais e em um blog, por exemplo, é uma ótima forma de reforçar o seu nome diante de potenciais clientes e parceiros.

    Isso se dá por meio da criação de conteúdo que destaque a sua experiência e competência no segmento. Você pode desenvolver artigos informativos, opinativos ou outras abordagens que agreguem valor ao seu marketing pessoal na internet.

    3. Crie uma marca própria

    Outro aspecto bastante importante do marketing pessoal envolve associar o seu nome a uma marca verdadeiramente sua. As pessoas precisam associar você ao seu trabalho e aos demais atributos que fazem parte da sua estratégia de marketing.

    Para isso, crie uma identidade visual, um estilo de falar e escrever, um calendário de ações especiais e, claro, entregue qualidade em tudo isso.

    4. Realize parcerias estratégicas

    Para começar com o marketing pessoal, você pode contar com a ajuda de agentes externos. Dessa forma, será possível ampliar o seu alcance ao pegar emprestada a audiência de quem tem mais visibilidade do que você.

    Por exemplo, você pode fechar uma parceria com um criador de conteúdo para participar de um webinar ou conferência sobre um tema relacionado ao seu trabalho. Essa é uma excelente maneira de mostrar todo o seu conhecimento para um público relevante para os seus objetivos.

    5. Faça networking

    O contato com outros profissionais de dentro e fora do seu segmento é outro fator importante para a manutenção do seu marketing pessoal. É preciso que as pessoas saibam quem você é, quais são os seus projetos e as suas conquistas.

    Para isso, fique de olho no calendário de eventos que são estratégicos para fazer networking. Ao interagir com outros profissionais, lembre-se de que esse contato é uma via de mão dupla, com espaço para ambos falarem e trocarem ideias.

    Agora que você já sabe o que é marketing pessoal e conheceu as melhores ações para começar, basta planejar as suas ações e dar início a elas. Como em qualquer outro tipo de estratégia, é fundamental que você defina objetivos concretos para depois mensurar seus resultados e se certificar do seu sucesso. Assim, você poderá se destacar cada vez mais e consolidar a sua empresa.

    Curtiu essas informações? Então, aproveite para compartilhar o post em suas redes sociais para que outros profissionais também vejam essas dicas.

  • Como construir banco de dados: conheça o passo a passo

    Como construir banco de dados: conheça o passo a passo

    Há poucas décadas, os comerciantes armazenavam todas as informações relacionadas ao seu negócio em caderninhos bem guardados. Um dos benefícios da época na qual vivemos é que armazenar dados se tornou bem mais prático.

    Isso porque é possível contar com ferramentas que automatizam boa parte do serviço e facilitam a consulta às informações. Nesse post, falaremos sobre as principais tecnologias, indicaremos alguns tutoriais e até mesmo descobriremos como construir um banco de dados. Boa leitura!

    O que é um banco de dados?

    Ele é nada mais do que a organização e o armazenamento de informações de um domínio específico na internet. De maneira resumida, um banco de dados é um agrupamento de informações sobre um mesmo assunto e a devida armazenagem para garantir a segurança e a conferência futura.

    O próprio hábito de guardar informações, em pastas e planilhas, é um banco de dados. Contudo, com o advento de uma cultura data driven e a disponibilização dessa técnica para empresas de diferentes segmentos, ficou mais fácil obter uma solução moderna para guardar e organizar arquivos e documentos valiosos para o negócio.

    Nesse sentido, contar com um sistema de gerenciamento de banco de dados (também chamado de SGBD) é uma ótima prática para manipular informações, arquivá-las de forma segura e otimizar a rotina geral de qualquer empresa.

    Hoje, é comum encontrar diversos tipos de SGBDs, cada um com suas próprias características. Podemos citar alguns exemplos:

    • Oracle;
    • MySQL;
    • SQL Server;
    • PostgreSQL.

    Mais adiante, falaremos mais sobre alguns desses softwares. Também é importante notar que empresas que mantêm sites em WordPress e plataformas similares se beneficiam muita da adoção de um banco de dados, que consegue se integrar de forma bastante prática a essas soluções.

    Como construir banco de dados?

    Primeiro, é importante dizer que é possível criar um banco de dados utilizando um modelo já existente ou criar a sua própria opção do zero. Contudo, com a ampla de quantidade de bons softwares existentes, a melhor maneira é utilizar uma dessas soluções. Agora, falaremos dos programas mais comuns.

    Oracle

    O Oracle é uma das principais soluções da empresa homônima, com sede nos Estados Unidos. Ele é o sistema de gestão de banco de dados mais utilizado no mundo, operando na linguagem SQL.

    Além da segurança que uma solução da Oracle garante aos seus clientes, outra vantagem relevante desse modelo é que ele pode ser instalado em diferentes plataformas, já que é compatível com Windows, Linux e outros sistemas não tão conhecidos, como BIM AIX e IBM VMS.

    Outra vantagem desse programa é o seu nível geral de performance, garantindo horas tranquilas de trabalho para os usuários. Essa solução é ideal para empresas maiores, mas também pode ser adaptada em negócios menores.

    No próprio site da empresa é possível encontrar informações sobre a criação de diferentes bancos de dados, dependendo da necessidade do usuário.

    SQL Server

    O SQL Server foi desenvolvido por outra gigante tecnológica, a Microsoft. Trata-se de outra solução bastante utilizada no mercado, com recursos avançados para facilitar a atualização dos dados arquivados e também armazenar tudo de forma confiável.

    É importante notar que o SQL Server atua com sistema integrado de criptografia, o que é ótimo para gestores que querem restringir o acesso às informações. Assim, é possível delegar a visualização dos arquivos apenas às pessoas autorizadas, o que garante mais segurança e tranquilidade para a empresa.

    O SQL Server é muito utilizado por lojas online, instituições governamentais, bancos e indústrias de diferentes portes. O usuário consegue encontrar tutoriais no YouTube e na própria página da Microsoft.

    MySQL

    O MySQL é outra solução da Oracle, bastante empregada para armazenar dados. Uma das suas principais características é que é um programa Open Source, permitindo a customização por parte dos programadores.

    Um benefício relevante é que há a possibilidade de usar grande parte das suas funções de forma gratuita. O MySQL é bastante intuitivo e utiliza uma estrutura de segurança que atrai até mesmo grandes empresas, como o Facebook, o YouTube e até mesmo a NASA.

    Por falar no YouTube, é possível encontrar diversos tutoriais sobre a criação de banco de dados utilizando o MySQL. Há vídeos mais curtos e explicações mais detalhadas.

    Excel e Access

    Sim, é possível criar um banco de dados no Excel! Trata-se de uma boa opção para quem quer criar algo mais rápido e dinâmico. Por isso, guardamos esse tutorial como a nossa surpresa final!

    Entenda a estrutura

    A primeira etapa tem a ver com a organização de informações dos clientes. Basta ter em mente que toda a organização será em linhas, nas quais as informações serão inseridas, e em colunas responsáveis pelos campos que serão armazenados.

    Liste os itens cadastrados

    A partir daí, liste os itens cadastrados nas colunas. O campo A1 da sua planilha pode ser o código de um produto que você venda em sua loja, por exemplo, enquanto o B1 será o nome da mercadoria. O campo C1 pode ser a quantidade vendida e o D1, a data da venda. Você pode criar quantos elementos quiser.

    Cadastre os dados

    Depois, é o momento de cadastrar os dados. Basta preencher as informações de acordo com os itens cadastrados. Assim, nas linhas do campo B1, liste os nomes dos produtos e, nas linhas do C1, a quantidade vendida de cada um deles.

    Automatize

    Você deve ter percebido que, até o momento, fizemos o lançamento manual de informações, certo? Contudo, isso pode ser um problema caso você queira criar um banco mais robusto, já que será difícil controlar o fluxo.

    Felizmente, o Excel possui uma ferramenta de automação específica para isso, o que torna tudo mais eficiente. Para acessar, clique com o botão direito do mouse em qualquer um dos ícones da barra de ferramentas de acesso rápido.

    Caso você não saiba que barra é essa, vá até o lado esquerdo superior, em “Arquivo”. Depois, clique com o botão direito em um dos ícones que aparecem ali. Um deles é o disquete que representa o comando “Salvar”.

    Depois, clique em “Personalizar barra de ferramentas de acesso rápido”. Procure o campo “Escolher comandos em:”, clique na seta ao lado e escolha a opção “Todos os comandos”. Procure pelo item “Formulário” e adicione essa opção. Depois, basta clicar em “OK” para finalizar.

    Ao seguir esses passos, o ícone de formulário aparecerá na barra de ferramentas de acesso rápido, lá no alto. Caso queira incluir uma nova informação, clique na célula que deseja incluir e, logo em seguida, no ícone de formulário.

    Basta notar que todos os itens que colocamos no início, como “código de produto” ou “nome do produto”, aparecerão nesse Formulário, na barra de ícones, facilitando muito a inserção de dados.

    Use o Access

    Por fim, para transformar essa planilha criada em um banco de dados completo, é possível utilizar o Access, um programa pertencente ao próprio pacote Office. É interessante notar que um arquivo do Access consegue conter diversos documentos do Excel, facilitando o armazenamento de informações.

    Além disso, o processo é simples e o próprio assistente virtual do Access ajuda com um passo a passo para a importação eficiente de planilhas. Aqui, há um tutorial para criar a planilha no Excel e outro para utilizar o Access.

    Como pudemos ver no artigo, aqueles que querem aprender como construir um banco de dados para armazenar as informações da empresa têm diversas opções. Há opções mais simples, como o Excel, até soluções mais robustas, como aquelas oferecidas pela Oracle. Não deixe de conferir o nosso post sobre a Lei Geral de Proteção de Dados para entender mais sobre o assunto.

    E aí, curtiu o artigo e quer ler mais sobre o uso da tecnologia nos negócios? Então, aproveite para ler o nosso e-book sobre Big Data!

  • Como fazer o desenquadramento MEI para se tornar uma Microempresa?

    Como fazer o desenquadramento MEI para se tornar uma Microempresa?

    O crescimento saudável da sua empresa é um dos principais motivos para realizar a mudança de MEI para ME. Essa é uma ótima opção para as empresas, principalmente quando seus resultados anuais já estão ultrapassando os limites de faturamento. Essa alteração também pode ser realizada para a expansão dos negócios antes de atingir esse limite estabelecido nas legislações.

    Neste post, você vai descobrir o que é uma microempresa (ME) e entender as suas principais diferenças em relação ao microempreendedor individual (MEI). Aqui você verificará quando é o momento para fazer a transição entre o MEI e o ME, conhecerá todas as questões burocráticas que estão envolvidas nesse processo e entenderá como se tornar micro empresa.

    Gostaria de saber o que precisa ser feito para deixar de ser MEI e se tornar uma microempresa (ME)? Acompanhe a leitura!

    Entenda o que é uma microempresa

    Uma ME é um empreendimento que têm faturamento anual limitado até R$ 360 mil e podem optar pelos regimes do Lucro Real, Lucro Presumido ou Simples Nacional. Os proprietários podem fazer a contratação de 19 colaboradores para indústrias ou apenas 9 para prestação de serviços ou comércio.

    Emissão de Notas Fiscais

    Uma ME pode ser uma sociedade empresária ou simples, empresa individual de responsabilidade limitada (EIRELI) ou empresário individual. Esse tipo de empresa pode fazer a emissão de Notas Fiscais para pessoas físicas ou jurídicas e conta com diversas vantagens, por exemplo, a simplificação das regras trabalhistas e previdenciárias. O MEI somente é obrigado a emitir Nota Fiscal para clientes pessoas jurídicas.

    Facilidade de acesso ao mercado

    A ME, assim como o MEI, pode participar de licitações para ser contratada por órgãos públicos e deve seguir as regras da Lei Complementar nº 123/2006 , que instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Porém, a ME tem mais possibilidade de obter crédito e facilidade para acessar o mercado.

    Recebimento de incentivos fiscais

    A ME pode ter sócios como seus proprietários, ter mais de um funcionário e receber incentivos fiscais. Mas ela precisa ter maior controle contábil que o MEI e por isso deve contar com o apoio de contadores. Os empresários pagam menos tributos em comparação às empresas de porte maior.

    Os incentivos fiscais são criados pelos Municípios, Estados e União e devem ser previstos em Lei. Com eles, as empresas economizam recursos financeiros que serão usados para investimentos futuros. Geralmente eles são determinadas para alguns segmentos da economia e para a geração de empregos.

    Compreenda qual é o momento certo para fazer a transição de MEI para ME

    O MEI é a forma mais simples e descomplicada que o empreendedor pode formalizar um negócio e legalizar a atividade empresarial. Para se enquadrar nessa modalidade, é necessário que o faturamento anual não ultrapasse o valor de R$ 81 mil e o seu proprietário não pode ser sócio, titular ou administrador de outra empresa. Esse empreendedor poderá ter somente um único empregado.

    No momento em que você perceber que o seu empreendimento não se encaixa mais nessas regras, chegou a hora de fazer a transição do MEI para ME. Nesse caso, o empresário não tem escolha, pois o desenquadramento decorre das exigências legais. Vale destacar que esse desenquadramento é positivo, pois significa que o negócio está crescendo e é o momento de buscar novas oportunidades.

    Por outro lado, se o empreendedor decide fazer investimentos para o crescimento dos negócios, ele pode solicitar a mudança para ME antes de apresentar um rendimento mais elevado. A contratação de funcionários, a abertura de filiais ou a chegada de sócios ou investidores para sua empresa também são motivos para mudar de categoria. A alteração poderá ser feita assim que a decisão for tomada.

    Confira quais são as questões burocráticas envolvidas no desenquadramento

    Para fazer o desenquadramento do MEI e alterar para ME, é necessário receber o auxílio de um contador. A solicitação deve ser realizada no portal do Simples Nacional independente do motivo que o levou a essa decisão. Veja a seguir os principais aspectos envolvidos nesse processo!

    1. Geração de novo DAS

    A alteração também acontecerá automaticamente se você entrar no portal e informar que abriu uma filial e confirmar essa mudança. Contudo, se a razão da alteração for o faturamento anual elevado, o empresário terá que ter um controle financeiro e gerar um novo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) para recolher os tributos devidos ao governo.

    2. Comunicação à Junta Comercial

    Ao efetuar a alteração de MEI para ME, é necessário entrar em contato com a Junta Comercial e informar a mudança, além de apresentar o contrato social ou documento de constituição da empresa, o formulário de desenquadramento e a comunicação do sistema de recolhimento em valores fixos mensais dos tributos do Simples Nacional relacionados microempreendedor individual (SIMEI).

    3. Atualização dos dados cadastrais

    Atualize os dados cadastrais nos órgãos locais, na Junta Comercial, no Capital Social e na Razão Social, pois não basta mudar apenas a inscrição. Informe à Prefeitura Municipal e outras entidades públicas de acordo com as leis municipais de sua cidade. A Secretaria do Estado da Fazenda (SEFAZ) também precisa ser comunicada da alteração realizada.

    4. Pagamento dos tributos

    Após fazer a alteração de MEI para ME, será necessário fazer um planejamento financeiro e pagar os tributos corretamente. Diante disso, a ajuda de um profissional da área contábil é necessária para evitar o recebimento de multas e outras penalidades. Ele vai ajudar você a evitar muitos aborrecimentos decorrentes de erros que normalmente acontecem sem uma consultoria especializada.

    Descubra quais são os principais benefícios ao realizar a transição do MEI

    A transição do MEI para ME é importante porque mantém o histórico e a atuação do empreendimento no mercado. O tempo de empreendimento é considerado por outras empresas para o fechamento de negócios, pelas instituições financeiras, para participar de licitações e editais de mercado.

    O preço das taxas públicas para realizar o desenquadramento de MEI para ME é baixo. Essa mudança trará diversas vantagens para a sua empresa que receberá tratamento diferenciado do governo. O trâmite do processo para a legalização do negócio é simplificado e depende apenas de dar a entrada nos documentos, pois o sistema informatizado integrou os demais órgãos envolvidos.

    Entendeu como funciona o desenquadramento MEI e já sabe como se tornar micro empresa (ME)? Saiba que a necessidade de fazer essa alteração é motivo para comemorar, pois significa que o seu negócio deu certo e está sendo desenvolvido de forma saudável. Conte com o auxílio de um serviço de contabilidade para que nada atrapalhe o seu sucesso.

    Quer obter mais informações relevantes? Então agende uma Consultoria com Hora Marcada do Sebrae Alagoas!