Blog

  • 5 técnicas de storytelling para implementar no seu negócio

    5 técnicas de storytelling para implementar no seu negócio

    Você já ouviu falar em storytelling? Trata-se de uma técnica utilizada para construir narrativas que cativam o público-alvo. Ela exige dedicação para ser aplicada em cenários corporativos e traz resultados significativos para os empreendedores.

    Esse método pode utilizar diversos formatos para transmitir uma mensagem. Seja por texto, som ou imagem, o importante é conhecer o seu público e escolher a melhor maneira de contar histórias que chamem atenção.

    Quer saber mais? Continue a leitura e descubra tudo sobre o assunto!

    Saiba o que é o storytelling e como ele pode ser aplicado nas empresas

    Storytelling nada mais é do que a arte de contar, desenvolver e adaptar histórias que tenham elementos específicos. A técnica pode ser aplicada de maneira que o fato contado se torne inesquecível para o público-alvo. Sendo assim, a empresa pode utilizá-la para criar conexão com o público e inovar na hora de contar sua trajetória, resolver um problema ou necessidade, apresentar um produto ou serviço, etc.

    Conheça 5 dicas para aplicar o storytelling

    Essa estratégia ajuda os empreendedores a alcançar o sucesso tão desejado. Isso porque uma história envolvente tem papel fundamental na geração de novos clientes. Por meio dessa técnica, é possível fazer com que os leads esperem ansiosos pelos próximos capítulos do evento narrado. Veja abaixo os métodos mais indicados.

    1. Tenha informações relevantes sobre sua marca e segmento

    A primeira dica é ter o máximo de informações possíveis sobre a empresa. Esses dados vão servir de referência para criar textos do blog, assim como vídeos e e-books que servem para alavancar o seu empreendimento. Compartilhe com os consumidores os seguintes aspectos:

    • datas importantes para a organização;
    • depoimentos de clientes;
    • situações que mostrem como a empresa pode ajudar a resolver o problema do cliente;
    • propósito da empresa ou a diferença que ela deseja fazer na sociedade.

    Quanto mais sólidas forem as informações compartilhadas com o público, maior será o sucesso do seu storytelling. Portanto, conte a história da sua marca organizando um começo, um meio e um fim.

    2. Foque nas partes mais relevantes

    Outro ponto interessante é focar nas partes mais atraentes da história de seu negócio. Seja objetivo e não deixe que as pessoas tenham a impressão de ter ouvido essa narrativa em algum lugar. Lembre-se também de não ser repetitivo, pois isso o ajudará a conquistar o público desejado.

    3. Transmita a mensagem por meio de uma história que faça sentido

    O ideal é transmitir uma história que se conecte ao consumidor. É importante que a mensagem consiga tocar o lado emocional e, dessa forma, desperte a atenção e as memórias do leitor, fazendo com que o mesmo se sinta ainda mais atraído pelo enredo.

    4. Transforme o leitor em protagonista

    Não escreva textos que se pareçam enciclopédias. Foque em transformar o seu leitor em um protagonista, fazendo com que ele entre em uma longa jornada e se imagine no papel do personagem principal. Dessa forma, o seu negócio será beneficiado.

    5. Aplique a técnica

    Criar um storytelling que marque as pessoas e que faça com que a organização continue sendo lembrada por um longo período exige técnica. É muito comum separar a criação da narrativa em duas partes. Primeiro seleciona-se a história a ser contada e depois é analisada a melhor maneira para a sua exposição.

    As técnicas de storytelling são excelentes aliadas para que você produza um material único e que traga muitos ganhos. Elas permitem que você promova a identificação do cliente com a marca e crie um envolvimento mais próximo com os consumidores.

    Gostou deste post? Leia também nosso artigo “Quer criar estratégias de marketing digital para sua empresa? Confira dicas essenciais!” e fique por dentro de mais esse assunto!

  • Descubra como fazer o mapeamento de processos na sua empresa

    Descubra como fazer o mapeamento de processos na sua empresa

    Você pode estar se perguntando o que falta para sua empresa se destacar em excelência, ter um ótimo controle financeiro e capacidade de retenção de colaboradores. A resposta pode estar relacionada à realização de um mapeamento de processos que auxilie na otimização das atividades, permitindo enxergar falhas na organização das tarefas e eliminando possíveis gaps.

    O mapeamento de processos é uma forma de agrupar as ações necessárias para a realização de um serviço ou para a criação de um produto, apresentando as ligações que cada etapa tem entre si e delimitando, muitas vezes, o tempo em que as fases serão realizadas e os seus responsáveis.

    Ao desenhar esse fluxo de trabalho, estabelecendo o percurso que considera essencial para a sua empresa, você consegue enxergar gargalos operacionais, padronizar as atividades, de modo a garantir o apuro na entrega do trabalho e controle financeiro, já que vai determinar as despesas com precisão e os lucros para cada atividade. O mapeamento garante uma gestão dos projetos mais assertiva.

    Percebeu a importância do mapeamento de processos? Então, vamos falar sobre como implementar essa metodologia em sua empresa!

    Como fazer o mapeamento de processos

    Ao implementar esse método em sua empresa, sugerimos o envolvimento de toda a equipe na delimitação de cada atividade e na identificação das necessidades de cada função.

    Por mais que você tenha visão de gestor, que é abrangente e inclui o acompanhamento do início da produção até a entrega, seus colaboradores têm uma visão pormenorizada, atenta a detalhes que nem sempre chegam até você e que podem ser aprimorados.

    1. Definir quais os processos serão mapeados

    Quais processos precisam ser mapeados? São processos de gestão? São os processos de apoio? Ou os primários?

    Processos primários são aqueles que geram entrega para o cliente. Eles estão envolvidos na produção do trabalho e na finalidade de atuação da sua empresa. Os processos de apoio são os que oferecem suporte para a produção, isso é, para os primários e para os processos de gerenciamento. Por falar neles, processos de gerenciamento são aqueles envolvidos na condução e na viabilização dos processos primários e de apoio.

    Nossa sugestão é começar o mapeamento pelos processos primários, os quais estão diretamente ligados à satisfação do cliente e ajudam a mobilizar os demais. Mas, caso você já tenha feito esse trabalho e/ou perceba uma falha nos processos de apoio e de gerenciamento, pode começar por eles.

    2. Montar um mapa de processos para cada um deles

    Nesta etapa, é importante envolver diretamente a equipe para compreender como se iniciam suas tarefas e como se encerram cada uma delas. O trabalho de um designer de joias, por exemplo, inicia-se com o direcionamento de como o produto deve ser e para quem será vendido. Nesse caso, o trabalho se encerra quando o desenho é finalizado e aprovado pelo cliente.

    Antes do desenho ser criado e aprovado, outras fases aconteceram. A equipe de vendas já atuou para a realização da venda, buscando entender quais características o produto deveria apresentar para atender o pedido do cliente. Após a finalização do design, outras etapas do processo se iniciam, como a produção e a entrega da joia nas mãos do cliente.

    É um fluxo com começo, meio e fim. Depende de pessoas para realizarem seu trabalho, de um acompanhamento para garantir que as etapas se iniciem e que todas elas sejam devidamente finalizadas dentro do prazo e do custo delimitado no início.

    3. Conferir e validar o mapeamento do processo

    Uma vez que você tenha o processo definido em suas mãos, com todas as variáveis e os ajustes que podem ser solicitados pelo cliente até a entrega, é hora de disseminar o fluxo para a equipe. Cada colaborador deve entender o funcionamento de seu trabalho e os afazeres dos colegas para evitar que etapas importantes do processo fiquem paradas.

    No exemplo do design de joias, uma vez finalizada a sua parte, o designer precisa garantir que o desenho será produzido. Se ele der seu trabalho por encerrado ou não souber para quem direcionar o trabalho, há sérias chances de a equipe não cumprir com o prazo estipulado, gerando diversos problemas para a operação, entre eles, a insatisfação do cliente.

    Portanto, converse com a equipe e valide todos os processos para garantir que cada colaborador entenda quando se iniciam suas tarefas e quando elas devem ser finalizadas. Este é o momento ideal para alterações e possíveis ajustes por parte da equipe!

    4. Modelar o processo

    Modelar um processo significa criar uma espécie de mapa, é transformá-lo numa ferramenta de fácil acesso, consulta e verificação para os colaboradores. Há empresas que se dedicam a criar diagramas e disponibilizar para a equipe, seja por meio de manuais ou por meio de adesivos nas paredes.

    É importante que esse desenho esteja claro e de fácil utilização, já que a maior parte das dúvidas costuma surgir ao longo do processo, quando todos estão envolvidos com a produção e, portanto, estão ocupados cada um com suas tarefas.

    5. Automatizar e monitorar

    Automatizar é uma palavra cujo significado tem a ver com mecanização. Em se tratando de gestão de pessoas, parece estranho mencionar a ideia de que parte do mapeamento de processos inclui tornar algo mecânico. Afinal, a maior parte das empresas conta com pessoas e não robôs na realização do trabalho.

    No caso das pessoas, além de compartilhar o modelo dos processos, é preciso investir em treinamento que torne o conhecimento sobre o esquema de trabalho da empresa constantemente difundido. Cada atualização desses processos deve ser rapidamente comunicada e colocada em prática, de modo que nenhum colaborador seja pego de surpresa.

    Por fim, contar com sistemas de gestão que ajude a visualização do andamento das tarefas é extremamente recomendável para que todos os produtos e serviços tenham suas etapas iniciadas no prazo correto e entregadas dentro das expectativas do contratante.

    As vantagens do mapeamento de processo são inúmeras. Obter maior controle sobre o andamento da produção, identificar os custos envolvidos na fabricação, ser mais assertivo no orçamento e identificar falhas e possíveis melhorias na realização das tarefas são algumas delas. Lembre-se de que rever os processos também é uma forma de manter a operação com bom funcionamento e ótimos resultados.

    Gostaria de saber mais sobre mapeamento de processos e outras ferramentas para uma boa gestão? Confira nosso e-book Gestão 4.0: como atender as expectativas do cliente e do colaborador.

  • Aprenda o que é mindset de crescimento e veja como ele pode ajudar no sucesso da sua empresa!

    Aprenda o que é mindset de crescimento e veja como ele pode ajudar no sucesso da sua empresa!

    Você já se pegou rejeitando novos desafios, transferindo a responsabilidade para algum colega de trabalho ou desistindo de algo antes mesmo de tentar? Esses são sinais de quem possui um mindset fixo, um modelo mental limitador, que – muitas vezes – lhe impede de evoluir e alcançar o sucesso. Mas calma, que há uma solução!

    Neste artigo, vamos explicar o que é mindset de crescimento, destacar como ele funciona e para que serve. Aqui, você descobrirá a mudança que esse conceito pode fazer em seu negócio e entenderá os seus benefícios. Se interessou? Continue a leitura!

    O que é mindset de crescimento?

    Ao contrário do mindset fixo, a mentalidade de crescimento possibilita que o profissional possa agir com maior proatividade diante das circunstâncias. As pessoas que possuem esse tipo de mindset acreditam que estão em constante evolução e, portanto, estão mais dispostas a vivenciar novas experiências e desafios e aprender durante esse processo. 

    Para que serve o mindset de crescimento?

    O mindset de crescimento serve para tornar as pessoas mais resilientes, propositivas, abertas a mudanças e inovações, pois elas se colocam em papel de eternos aprendizes. Elas tendem a ser perseverantes mesmo após sofrer algum contratempo inesperado.

    O que uma mudança de mindset pode trazer para seu negócio?

    Uma alteração de mindset fixo para o mindset de crescimento pode levar o negócio a obter sucesso no mercado. Com ele, as equipes vão focar no desenvolvimento das habilidades de seus integrantes e formarão times de alto desempenho ao invés de ficar se prendendo em críticas e procurando desculpas para as próprias falhas.

    1. Amplia conhecimentos

    A mudança para o mindset de crescimento amplia os conhecimentos dos profissionais, já que eles estão sempre aprendendo e buscando se aperfeiçoar em sua profissão. As pessoas que desenvolvem essa atitude reconhecem o trabalho dos outros e tentam aprender como eles conseguiram alcançar o sucesso.

    2. Aumenta a qualidade profissional

    Mudar o mindset eleva a qualidade do trabalho realizado pelo profissional, tendo em vista que ele vai sempre tentar melhorar os resultados. Esse é um processo gradativo, pois para mudar é preciso abandonar velhos hábitos e se permitir olhar as coisas por uma outra ótica.

    3. Melhora o trabalho em equipe

    Os colaboradores que desenvolvem esse tipo de mindset conseguem trabalhar melhor em equipe, além de mostrar o seu talento e esforço. Esses profissionais são mais abertos a desafios e podem ajudar seus colegas a superarem as dificuldades.

    Como criar um mindset de crescimento?

    Comece a criar um mindset de crescimento com sua equipe ganhando a confiança dos colaboradores e incentivando-os com pequenas mudanças de atitudes, por exemplo, enxergando o erro como uma oportunidade de melhoria.

    Com o tempo, compartilhe as conquistas com todos e esforce-se para manter a equipe engajada com as mudanças propostas. Procure se desafiar em pequenas atitudes e escolhas do dia a dia para virar a chave e se posicionar de uma forma diferente do costume.

    Entendeu como é possível desenvolver um mindset de crescimento? Tente acompanhar o desenvolvimento de cada profissional que faz parte do seu negócio e perceber o progresso de todos eles. Esse é um processo lento e de construção, que exige esforço e dedicação, mas que no final valerá a pena.

    Gostou do nosso post sobre mindset? Leia também nosso artigo “Time de alta performance: qual sua importância e como estruturá-lo?” e fique por dentro de mais este assunto!

  • Indicadores de resultados: o que são e como analisá-los? Confira!

    Indicadores de resultados: o que são e como analisá-los? Confira!

    Manter uma empresa em funcionamento requer um olhar bem cuidadoso sobre os seus números. A análise dos seus indicadores de resultados faz parte da sua rotina?

    A única forma de ter certeza do sucesso das suas estratégias é ficar de olho em seus indicadores de resultados. São os números que apontam se as suas iniciativas geraram retornos positivos ou ficaram aquém do esperado.

    Para isso, é necessário ter um olhar analítico. Isso envolve saber quais indicadores de resultados avaliar, com quais critérios e o que fazer com eles.

    O que são indicadores de resultados?

    Indicadores de resultados são métricas ou números que ajudam você a monitorar a evolução da sua empresa em suas atividades. São valores quantitativos, ou seja, não há espaço para subjetividades já que o intuito é trabalhar apenas com números concretos e comparáveis.

    Ao considerar os seus objetivos para cada período, é necessário avaliar os seus indicadores de resultados para ter certeza do seu sucesso. Por exemplo, caso uma empresa deseje aumentar suas vendas, então um dos indicadores de resultados que você deverá utilizar é o de vendas conquistadas em comparação com o período anterior.

    A mensuração de indicadores de resultados é essencial para que os envolvidos na operação da empresa estejam atualizados em relação à performance dela. A partir deles, é possível gerar relatórios e registrar esses resultados para que sirvam de comparativo para ocasiões futuras e a validação de novas estratégias.

    Como analisar indicadores de resultados da empresa?

    Conhecer os indicadores de resultados e saber quais são os mais importantes é apenas parte do trabalho. Você também precisa conhecer a técnica para analisá-los e extrair diagnósticos que se transformem em ações efetivas para o seu negócio. Somente assim será possível progredir cada vez mais.

    A seguir, veja um passo a passo de como analisar indicadores de resultados da empresa e potencializar o seu sucesso com a ajuda deles.

    Considere os seus objetivos

    Antes de começar a analisar indicadores de resultados, você precisa considerar quais são os seus objetivos com a sua empresa. Pense no que você deseja conquistar e em quanto tempo. É fundamental pensar em conquistas concretas em vez de subjetivas.

    Comece a mensurar

    Tendo os seus objetivos em mente, o próximo passo é iniciar o acompanhamento de indicadores de resultados que ajudam a monitorar suas metas. Pode ser que você se limite a apenas um número ou precise considerar um conjunto.

    Faça comparações

    O contexto de cada indicador de resultado somente pode ser visualizado com exatidão ao fazer comparações. Coloque seus números sob a ótica comparativa de períodos anteriores para enxergar a evolução deles e entender se as suas ações estão sendo positivas ou negativas.

    Faça projeções

    Além de olhar para o passado, você também precisa pensar no futuro. Os indicadores de resultados, quando analisados sob o contexto comparativo podem ajudar você a fazer projeções. Assim, você terá uma ideia de quais serão os retornos nos próximos períodos.

    Elabore planos de ação

    Tendo em mente os seus objetivos e as informações trazidas pelos seus indicadores de resultados, resta elaborar planos para que eles fiquem em equilíbrio. Leve em conta quais iniciativas deram certo ou errado para evoluir as suas estratégias.

    Recomece o processo

    O seu trabalho com a análise de indicadores de resultados não deve parar nunca. Então, ao chegar ao fim desses passos, você deve voltar ao primeiro para seguir nesse ciclo de aperfeiçoamento. Ao mesmo tempo, procure sempre aprimorar as suas operações.

    Considerando o que você já aprendeu sobre indicadores de resultados, resta colocar esse conhecimento em prática. Para que seja possível extrair benefícios dessa análise, ela precisa ser constante e envolver um entendimento completo do significado de seus números. Afinal, isso tem um impacto direto na forma como o seu negócio é definido e evolui.

    Se você gostou deste conteúdo e que saber mais sobre indicadores de resultados, não deixe de conferir nosso e-book: Big Data: Como ele pode contribuir para a sua empresa e para as estratégias de Marketing.

  • Investimento na empresa: como definir o montante a ser usado?

    Investimento na empresa: como definir o montante a ser usado?

    A gente sabe que toda empresa precisa de aporte de recursos, mas é igualmente importante definir quais serão os seus investimentos desde o início das atividades. Afinal de contas, os reinvestimentos são indispensáveis para assegurar o crescimento dos negócios, aumentar a sua produtividade e eliminar as falhas.

    Neste artigo, vamos explicar a importância de reinvestir na sua organização e mostrar como definir esse recurso, além de explicar sobre capital de giro e quais devem ser as prioridades de um gestor ao investir na empresa.

    Quer saber como organizar melhor seus recursos e garantir a sustentabilidade da sua empresa? Continue a leitura desse post!

    Por que reinvestir na empresa?

    O gerenciamento financeiro ajuda a analisar as receitas, avaliar as despesas e verificar as possibilidades de investimento. Fazer reinvestimentos é muito importante para garantir a sua sustentabilidade do seu negócio, assim como o desenvolvimento de uma cultura de gestão apropriada das finanças. A prática de reinvestir depende das projeções que são feitas por profissionais especializados.

    Os gestores que fazem uma organização financeira eficiente e planejam os reinvestimentos têm maior conhecimento sobre sua empresa e sabem, inclusive, quais áreas vão gerar mais resultados em questão de força competitiva, eficiência produtiva e lucratividade. Assim, embora existam riscos na hora de investir, eles serão menores se direcionados para os processos e setores corretos.

    Como definir qual montante deve ser reinvestido na empresa?

    Inicialmente, é preciso avaliar se o negócio está tendo lucro e se tem chances de se expandir no mercado. Caso a resposta da análise seja positiva, o empreendedor precisa manter o ritmo e investir para melhorar seus resultados. Utilize os lucros para acelerar o crescimento dos negócios fazendo os reinvestimentos necessários.

    Entenda a necessidade de capital de giro

    O capital de giro é a diferença entre o valor disponível em caixa e a soma das contas a pagar e das despesas. Esse montante é utilizado pelas empresas para fazer os reinvestimentos para que tenham retorno em forma de lucros. Portanto, ao ter ciência dessa quantia que estará disponível mensalmente, os gestores definem os novos investimentos a serem realizados.

    Defina prioridades para saber qual montante investir

    Faça uma avaliação aprofundada para definir as prioridades e descobrir quanto é possível investir em seu negócio. É melhor tirar as dúvidas e evitar preocupações conferindo a existência de dívidas, os juros e demais gastos da empresa. Antes de reinvestir todo o montante disponível, pague os débitos em aberto e garanta a estabilidade do empreendimento.

    Compreenda o que a sua empresa precisa

    Entender o que a empresa realmente precisa é um ponto-chave para definir os reinvestimentos. Essa é a sua chance de aprimorar os processos da organização para torná-la mais lucrativa e competitiva no mercado. Se for preciso, adquira máquinas, equipamentos, computadores e outras soluções que tragam mais vantagens para os negócios.

    Agora você já sabe como definir o montante a ser usado para investimento na empresa. Aplique as dicas supracitadas para definir a quantia a ser reinvestida mensalmente para a ampliação do empreendimento. Com elas, o gestor conseguirá encontrar formas inteligentes para a aplicação dos recursos gerados pelas operações de uma organização.

    Se quer ficar por dentro de assuntos correlatos a esse, não deixe de ler o nosso e-book que trata sobre necessidade de capital!

  • Entenda o que é storytelling e como usá-lo no seu negócio!

    Entenda o que é storytelling e como usá-lo no seu negócio!

    Desde os tempos mais remotos a humanidade desenvolveu o hábito de criar narrativas sobre as suas experiências. O storytelling é uma das maneiras mais eficientes de contar histórias sobre as empresas. Plataformas e mídias sociais podem ser utilizadas para a aplicação desse conceito, o que faz com que a técnica transmita a ideia do seu negócio ao público-alvo com facilidade.

    Todos têm uma grande história sobre suas vidas para contar. A história pode falar sobre a origem de seu nome ou sobre como foi seu nascimento. Assim pode ser com os storytelling de sua empresa. A história a ser contada pode ser sobre a data de sua fundação ou pode se referir a como surgiu o nome da empresa. Ainda têm dúvidas sobre o que é storytelling? Saiba que essa capacidade de transmitir as informações por meio de enredos elaborados é algo primordial para o sucesso de um empreendimento.

    Deseja saber mais sobre o tema e como essa prática pode auxiliar na alavancagem dos seus negócios? Continue a sua leitura!

    O que é storytelling?

    Storytelling nada mais é do que uma palavra escrita em inglês, cuja expressão “tell a story” significa contar uma história. Essa história pode ser contada por um storyteller ou um contador de histórias. Esse profissional tem a capacidade para narrar eventos de forma que eles se tornem interessantes e relevantes. Eles podem usar alguns recursos, entre os quais estão:

    • audio e vídeos;
    • imagens;
    • palavras.

    O storytelling é muito utilizado na televisão, na publicidade e no marketing. Tal técnica pode ser usada para motivar os funcionários, bem como para ajudar a fazer a propaganda do lançamento de um novo produto, por exemplo. Por essa razão, a ferramenta tornou-se fundamental para o bom andamento das empresas.

    Um exemplo fascinante e que permite o bom entendimento sobre o storytelling é aplicar o conceito de storytelling ao sistema solar, veja abaixo como é possível fazer isso!

    • story – o sol
    • telling – várias opções de contar como é o sol.

    O planeta mercúrio diria que o sol é quente demais, pois está muito próximo dele. A Terra diria que ele é o Rei dos Astros, pois conta com um equilíbrio maior do calor. Netuno, por sua vez, reclamaria que esse luminar é frio demais, pois fica distante de seus raios.

    Para que serve e como isso pode ajudar a contar a trajetória do seu negócio?

    Com a concorrência desenfreada de empresas ofertantes dos mesmos serviços, os consumidores de maneira geral estão sendo sobrecarregados com tantas informações e ficam na dúvida com relação ao melhor fornecedor. É nesse contexto que o storytelling tem papel crucial para contar histórias interessantes.

    O storytelling é responsável por criar uma relação de proximidade entre o fornecedor e o cliente. Para que o conceito funcione, as histórias precisam ter começo, meio e fim. A mensagem a ser passada deve ser clara e precisa se conectar com sua audiência, seja em formato de vídeo, texto ou de imagem. Personagens centrais podem ser usados para contar as histórias, como funcionários mais antigos, parceiros, o próprio empresário ou clientes.

    Imagine que Jorge era um ótimo gestor de vendas, tudo corria bem até que em uma reunião soube que sua meta dobraria, então olhou para a operação e viu muitas dificuldades. Por isso, fez alguma dinâmicas, mas a equipe não conseguia melhorar os resultados.

    Consequentemente, pensou que não era capaz e decidiu fazer algumas leituras. Ele se deparou com um case parecido com o que estava passando, foi quando decidiu solicitar um bate-papo. Em conversa percebeu que a outra pessoa passou pela mesma situação e que queria ajudá-lo. Depois de conversar algumas vezes com a pessoa e obter informações, descobriu que poderia bater a meta. Aplicou os conhecimentos adquiridos nas trocas de experiência e conseguiu cumprir com os objetivos lançados pela empresa. Usando o storytelling e contando a história dessa forma fica mais fácil para entender o que o gestor passou.

    Por que é importante usar o storytelling nos pequenos negócios?

    O storytelling é uma importante ferramenta que ajudará a sua empresa a alcançar o sucesso em marketing de conteúdo. Uma história contada de maneira simples e que promova a interação com o público pode fazer mais efeito do que outros tipos de publicidade.

    Então, agora que você já sabe o que é storytelling e para que ele serve, não deixe de usar esse diferencial para atrair novos clientes e para aumentar significativamente o faturamento de sua empresa. Desse modo, o seu empreendimento vai alcançar o sucesso tão almejado.

    Gostou do nosso post e quer adquirir mais conhecimentos? Leia nosso artigo “Como criar conteúdo para as mídias sociais? Confira 5 dicas” agora mesmo e fique por dentro de mais esse assunto!

  • Veja 5 boas dicas para captar recursos por editais!

    Veja 5 boas dicas para captar recursos por editais!

    A captação de recurso por editais é uma das formas mais eficientes de obter recursos para viabilizar os seus projetos. Eles costumam ser abertos o ano todo, abrangendo diversas áreas de atuação com boas oportunidades de sucesso.

    No entanto, para que você possa aproveitar esse benefício, é necessário saber como se preparar para ele. Captar recursos por editais requer bastante organização, atenção às regras e contar com os projetos nas condições adequadas.

    Quer aprender mais sobre esse tema? Então, veja a seguir uma lista com 5 boas dicas para captar recursos por editais.

    1. Esteja com as contas em dia

    A participação em editais exige que a empresa esteja em dia com as suas obrigações fiscais. Portanto, vale a pena fazer uma análise detalhada a respeito das suas contas, impostos pagos e demais burocracias que possam causar impedimentos nesse sentido.

    Pode ser necessário buscar o aconselhamento de um bom contador para se certificar de que as suas questões fiscais estejam todas adequadas. Não deixe de citar o seu objetivo de captar recursos por editais.

    2. Crie um bom material

    Para que seja possível captar recursos por editais, você precisa facilitar a entrega de informações sobre o seu trabalho. Um material de apresentação que explique as suas atividades, objetivos e valores pode ser decisivo para você ter bons resultados ao captar recursos por editais.

    O seu principal objetivo deve ser o de transmitir clareza e credibilidade. Dessa forma, será possível aumentar as suas chances de sucesso.

    3. Verifique os objetivos do edital

    Captar recursos por editais é uma ótima forma de financiar os seus projetos, mas é importante ficar de olho nos objetivos de cada um deles. Estar fora de alinhamento com eles pode comprometer as suas chances de sucesso e fazer você desperdiçar seus esforços.

    Isso requer uma leitura aprofundada sobre as características dos editais dos quais você está pensando em participar. Também vale a pena conferir o histórico de projetos vencedores.

    4. Trabalhe de forma organizada

    Editais costumam ser anunciados com bastante antecedência, mas isso não significa que você deva deixar tudo para a última hora. É fundamental se organizar para que a participação do seu projeto seja efetivada. Estruture seus afazeres para não perder o prazo de inscrição e não trabalhar de forma desorganizada.

    5. Não inverta a ordem dos fatores

    Muita gente costuma ter o hábito de desenvolver projetos pensados especificamente para determinados editais. Isso gera a ilusão de que é mais fácil para captar recursos por editais. No entanto, o movimento tem que ser o inverso a esse.

    Ou seja, crie o seu projeto primeiro para apenas depois ir em busca de editais compatíveis com ele. Afinal, não é todo edital que se encaixará na sua proposta e é necessário respeitar a importância dessa relação.

    Captar recursos por editais é uma excelente forma de viabilizar as suas iniciativas. Para que esse objetivo se torne realidade em sua empresa, basta atuar de forma alinhada às normas e trabalhar a favor do seu sucesso. Para isso, aproveite as dicas desse artigo e aumente as suas chances de aproveitar ao máximo o que os editais têm a oferecer. Compartilhe este conteúdo nas redes sociais e ajude a informar outras pessoas.

  • Mindset digital: entenda o que é e como desenvolver na sua empresa

    Mindset digital: entenda o que é e como desenvolver na sua empresa

    Todo gestor está sempre em busca de maneiras de otimizar a rotina de sua empresa. Contudo, o grande desafio é adotar alterações que modifiquem a cultura organizacional de forma permanente, modernizando o negócio e adequando a sua companhia a consumidores cada vez mais exigentes.

    Nesse sentido, o mindset digital é um conceito imprescindível para o mercado atual. Afinal, ele estimula a utilização de ferramentas tecnológicas de modo a extrair o máximo de produtividade dentro da empresa. Neste post, falaremos mais sobre o conceito e como implementá-lo em sua companhia. Boa leitura!

    O que é o mindset digital?

    Mindset digital é um conceito que surgiu por meio de um conceito mais amplo: a transformação digital. De forma bastante resumida, o termo descreve as maneiras de utilizar a tecnologia para extrair o melhor das pessoas que compõem uma empresa.

    Não tendo ligação, portanto, com a substituição de humanos por robôs. Alguns processos podem ser automatizados para gerar mais eficiência, mas são as pessoas que desenvolvem as estratégias de negócio e as colocam em prática.

    O conceito também costuma ser conhecido como “digitalização”, mas o sentido é o mesmo: agrupar práticas e estratégias para otimizar as operações rotineiras da empresa e gerar mais produtividade. O núcleo de todo esse modelo é a internet, que oferece múltiplas oportunidades para o empreender conseguir melhores resultados.

    Como desenvolver um mindset digital na sua empresa?

    Agora, apresentaremos dicas para a adoção desse mindset dentro do seu negócio.

    Analise a perspectiva atual do seu negócio

    Antes de tudo, é preciso entender o que você já tem disponível para viabilizar a sua estratégia digital. O primeiro passo é entender bem como a sua empresa funciona e os seus objetivos. Uma companhia que ainda funcione “à moda antiga”, com poucos equipamentos e negócios na internet, terá mais trabalho.

    Para realizar a transição para um modelo de mindset digital, liste os ativos da sua empresa e compare com aquilo que você quer que ela seja. Converse com consultores em marketing digital e tecnologia para entender como adotar as melhores soluções.

    Não saia comprando equipamentos sem antes considerar o inventário do seu negócio. Caso o seu desejo seja marcar uma presença digital mais concreta, considere contratar especialistas em marketing digital e treinar os colaboradores para concretizar essa ambição.

    Fale sobre a importância de uma estratégia digital

    Adotar um mindset digital é uma atitude que demanda mais do que simplesmente adquirir tecnologias e equipamentos para a empresa. Trata-se de uma mudança organizacional completa, com o objetivo de modernizar o negócio e produzir mais.

    Por isso, reúna os seus colaboradores e transmita a eles esse desejo da empresa. Com uma conversa franca, será possível até mesmo identificar funcionários que já têm as habilidades necessárias para iniciar os primeiros passos.

    Além do estabelecimento de uma cultura digital, é preciso considerar aspectos estratégicos e econômicos. O primeiro envolve as ações administrativas que serão alinhadas aos novos objetivos. O segundo tem a ver com os valores que a empresa poderá pagar para trilhar esse novo caminho.

    Defina as suas plataformas na internet

    Não é possível implementar esse mindset sem uma plataforma na internet, como um site, aplicativo e soluções digitais. Podemos até mesmo dizer que essa escolha representa o elemento visível da presença no mundo digital.

    A primeira etapa, aqui, é desenvolver um site responsivo — isso é, que se adapte à navegação tanto em computadores e dispositivos móveis. Buscar a ajuda de desenvolvedores especializados para construir um aplicativo personalizado também é outra ótima medida.

    Contudo, nem sempre é preciso gastar muito para modernizar digitalmente a sua empresa. Utilizar elementos de marketing digital, como técnicas de SEO ou automação, já é um importante passo para adotar um mindset digital.

    Capacite seus colaboradores

    Fazer com que os seus colaboradores adquiram habilidades é muito recompensador, tanto para eles como para a empresa. O fundamental dessa etapa é poder descobrir que muitos deles já têm aptidões que ainda não foram exploradas e que enriquecerão a rotina produtiva da companhia.

    Por isso, reúna seus funcionários e identifique aqueles que têm o perfil certo para agilizar a implementação de um mindset digital. Aqueles que já sabem um pouco mais podem orientar os outros e garantir um ambiente de crescimento mútuo.

    Caso a sua empresa ainda não tenha essas habilidades, busque treinamentos e palestras. É possível encontrar muitos livros sobre o assunto, além de vídeos no YouTube.

    Invista em tecnologia

    Por fim, não é possível negligenciar a conexão direta que há entre os termos “mindset digital” e “tecnologia”. Ainda é comum encontrar empresas nas quais o setor de TI serve apenas como um apoio, mantendo funcionários no ambiente físico apenas para prestar manutenção nos equipamentos da empresa.

    Contudo, manter esse modus operandi é desperdiçar as oportunidades que as tecnologias modernas proporcionam — e, consequentemente, negligenciar toda uma busca pelo mindset digital. Listamos alguns exemplos de soluções que podem ser implementadas para otimizar as atividades da empresa.

    Análise de dados

    A análise de dados é feita por softwares dedicados a investigar o histórico digital da empresa, além da pesquisa na própria internet em geral. Assim, a companhia consegue buscar fontes de informação para estabelecer novas tendências, preencher lacunas no mercado e gerar decisões mais precisas e embasadas.

    Aliar as ferramentas de dados ao bom treinamento dos colaboradores, característica que já mencionamos, é um passo enorme na modernização dos negócios e adaptação a um mercado de trabalho cada vez mais digital.

    Automatize atividades

    Automatizar atividades é entregar determinadas tarefas para as máquinas e poupar colaboradores de trabalho repetitivo. Um exemplo é a utilização da técnica conhecida como e-mail marketing, no qual as mensagens passam a ser enviadas de forma automática e de acordo com o estágio de interesse.

    Assim, o próprio gestor pode configurar os melhores horários de envios, tudo de acordo com dados colhidos dos visitantes que deixam seus endereços de e-mail nos blogs e sites em geral. Essa praticidade tem tudo a ver com o mindset digital.

    Utilização de métricas

    Além da automatização, os colaboradores podem utilizar métricas — como os KPIs. São ferramentas dedicadas a mensurar resultados e proporcionar um embasamento maior para as novas decisões de negócio.

    Essa mensuração não precisa ser feita de forma manual: ferramentas como o Google Analytics (gratuito) e SEMrush são essenciais para visualizar resultados de forma intuitiva. Com eles, é possível acompanhar o posicionamento nos mecanismos de busca e o nível geral de tráfego no seu website, por exemplo.

    Como pudemos conferir, o mindset digital é uma característica que deve ser agregada à cultura organizacional das empresas para modernizá-las e prepará-las para as exigências dos consumidores. Apostar nessa tendência é fazer parte de outro movimento global: a transformação do comércio por meio da tecnologia.

    Já que estamos falando de tendências, que tal aproveitar a visita e acessar o nosso guia completo sobre o que tem dado falar em relação às novas práticas de mercado?

  • 3 erros de controle de custos do MEI e como corrigir!

    3 erros de controle de custos do MEI e como corrigir!

    Realizar a gestão de um pequeno negócio é desafiador para os empreendedores que almejam ter uma boa saúde financeira em seus estabelecimentos. Uma pequena empresa necessita de um controle financeiro adequado para que consiga manter os seus tributos e contribuições para a Previdência Social em dia, assim como fazer uma boa gestão empresarial.

    Neste post, vamos explicar o que é preciso saber para fazer o controle de custos, evitar os pequenos erros nesse processo e muito mais. Aqui, vamos mostrar por que é importante acompanhar as finanças e fazer a DASN-MEI ou Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual corretamente.

    Precisa entender se está cometendo algum erro no controle de custos? Então leia esse artigo até o fim!

    Entenda por que é importante acompanhar as finanças do MEI

    Acompanhar as finanças da sua empresa é essencial para que você consiga fazer uma boa gestão do seu negócio, além de garantir que o limite anual de faturamento do MEI não seja ultrapassado. Caso sua receita no ano seja maior que R$ 81.000,00 é preciso ajustar a modalidade de sua empresa, que não se enquadrará mais como MEI.

    É muito importante acompanhar as entradas e saídas de recursos do MEI para que o empreendedor consiga honrar os seus compromissos, pagar todas as suas obrigações em dia e ainda obter lucro, além de controlar o faturamento máximo anual permitido.

    Como fazer o controle de custos para o MEI

    Na hora de realizar o controle de custos do MEI, você pode utilizar uma planilha no Excel para registrar todas as despesas do negócio. Também é possível utilizar um caderno ou um bloco para fazer as anotações mensais.

    Confira como evitar os pequenos erros no controle dos custos

    É comum cometer erros no processo controle de custos, principalmente se você estiver começando a se preocupar com o gerenciamento dos gastos. Uma ferramenta apropriada poderá facilitar o trabalho e aumentar o conforto na hora de fazer a organização financeira, registrar as despesas e anotar receitas. Veja a seguir quais falhas devem ser evitadas pelo MEI.

    1. Não considerar os custos fixos

    Considere no cálculo todos os custos relacionados à locação de espaço, pagamentos como água, luz, telefone, internet etc. Depois, faça o registro de tudo o que foi recebido durante o mês com a venda de produtos ou a prestação de serviços. Faça um relatório mensal de todas as suas receitas e deduza as despesas para descobrir o valor do seu capital de giro.

    2. Misturar as finanças pessoais com as da empresa

    Jamais misture as finanças da empresa com as pessoais. Os valores relacionados à pessoa jurídica precisam ser calculados à parte daqueles gastos que são exclusivos de seu proprietário. Tenha controles em planilhas separadas para evitar confusão em decorrência de outros rendimentos ou investimentos que você tenha feito.

    3. Não acompanhar as datas dos vencimentos das contas

    Não fazer o acompanhamento das datas de vencimento de faturas e débitos é outro erro muito comum do MEI. Ao controlar as finanças o empreendedor consegue acompanhar a evolução do empreendimento, além de criar uma reserva financeira para as despesas extras e reinvestir no negócio.

    Agora você já conhece alguns erros de controle de custos para o MEI e sabe como corrigi-los! Estabeleça um objetivo de salário mensal, crie um fundo para reinvestir na sua empresa e uma reserva que vai servir diante de eventuais imprevistos. Utilize uma conta bancária exclusiva para o negócio e outra para o uso pessoal e evite misturar os rendimentos.

    Para manter-se atualizado, baixe o nosso e-book sobre organização financeira!

  • Diferencial do produto: saiba como vendê-lo para lucrar mais!

    Diferencial do produto: saiba como vendê-lo para lucrar mais!

    !Para uma empresa, lançar um produto exatamente igual ao dos concorrentes não é a melhor solução. Afinal, por mais eficiente que essa mercadoria seja, será difícil encontrar argumentos para fidelizar os clientes que já sejam compradores daquilo que foi copiado. Além disso, a companhia ainda pode ficar com uma má fama no mercado.

    Por isso, a melhor solução é apostar no diferencial produto e, consequentemente, elevar o seu valor agregado. Neste post, falaremos um pouco mais sobre esses conceitos e sobre como gerar soluções que levem à fidelização — e, consequentemente, aos lucros. Boa leitura!

    O que é o diferencial do produto?

    De forma bastante objetiva, o diferencial do produto é o conjunto de características que tornam aquela mercadoria (ou serviço) essencial para os consumidores. Isso envolve tanto entregar soluções para os problemas dos clientes como influenciar positivamente a percepção dos compradores.

    O principal objetivo, aqui, é unir qualidade das soluções finais a boas práticas empresariais. Dessa forma, questões como o atendimento ao cliente, a promoção das mercadorias (e serviços) e até mesmo a segmentação escolhida influenciam diretamente na percepção final do diferencial do produto.

    Qual é a sua relação com o valor agregado?

    Temos um post bem legal e completo sobre valor agregado, mas vale resumir o conceito aqui. Ele está diretamente relacionado à percepção do cliente sobre o diferencial do produto, serviço ou solução que é ofertada. Portanto, ambos os conceitos caminham juntos nas empresas.

    Assim, o valor agregado se ocupa em oferecer uma percepção positiva e mais ampla do que foi comprado, além da qualidade daquela mercadoria. Para elevar esse valor, é necessário entender o cliente, compreender o que ele busca, além de satisfazer os seus desejos.

    Desse modo, podemos dizer que proporcionar valor agregado é uma maneira de transformar as características e funcionalidades de um produto, assim como toda a experiência de compra, em benefícios concretos para os clientes finais.

    Por isso, os vendedores mais bem-sucedidos serão aqueles que conseguem ressaltar o diferencial do produto e convencer os consumidores do seu valor. Há uma fala do economista e especialista em marketing Philip Kotler que explica bem essa relação, em seu livro “Marketing para Século XXI”, de 2009:

    “Se os clientes somente comprassem produtos e não se importassem com os serviços e benefícios afins, e se todos os produtos da categoria fossem os mesmos, todos os mercados seriam dominados pelo preço. Assim, todas as empresas teriam de aceitar o preço criado pelo mercado. A única vencedora seria a empresa de custo mais baixo”.

    Quando Kotler menciona “serviços e benefícios afins”, ele está se referindo aos diferenciais do produto e ao valor agregado. Esses conceitos são fundamentais para entender como estabelecer critérios de lucro que vão além do simples preço.

    Quais são as maneiras de explorar o diferencial do produto?

    Agora, demonstraremos algumas maneiras de buscar a diferenciação de forma efetiva.

    Estude o mercado e aposte na segmentação

    Na hora de traçar as suas estratégias de marketing, é essencial buscar a segmentação. É a partir dela que será possível ressaltar os diferenciais de produto de acordo com as personas e público-alvo. Afinal, as motivações para o consumo podem mudar de acordo com a faixa etária, por exemplo.

    A segmentação é, basicamente, dividir o público que a empresa quer atingir com base em características comuns. Com isso, fica mais fácil impactar cada grupo. Suponhamos que a sua organização queira vender notebooks.

    As motivações de pessoas mais maduras, acima dos 50 anos, são diferentes das razões pelas quais os adolescentes buscam esses produtos. Enquanto os primeiros adquirem os computadores para trabalhar, por exemplo, os jovens utilizam as máquinas para estudar e jogar videogames.

    Portanto, o diferencial do produto pode ser definido para ambos os públicos. Um bom notebook, de uma empresa bem recomendada por especialistas, servirá para as necessidades das duas personas — e cabe aos profissionais da sua empresa ressaltar essas características.

    Entenda o seu posicionamento de mercado

    Depois de definir a segmentação e ressaltar os diferenciais de acordo com as suas personas, é preciso determinar uma estratégia para garantir, aos seus clientes, que os seus produtos e serviços são superiores ao da concorrência.

    Uma boa maneira de explorar isso é realizar pesquisas de mercado, que o ajudarão a desenvolver uma imagem única para a empresa. Os clientes passam a conhecê-la melhor e reconhecer as características que a tornam especial.

    Além de cuidar da comunicação visual, é necessário apostar em estratégias que tenham a ver com o seu público. Para isso, é preciso mapear os canais nos quais eles estão. De que adianta gastar caro em anúncios em horários nobres na televisão se os seus consumidores preferem as redes sociais.

    Tenha um bom marketing

    Essa dica envolve tanto a manutenção de um time de alto nível como a utilização das ferramentas certas. Busque consultorias na área para entender quais treinamentos podem ser feitos com os colaboradores que você já tem, de modo que eles desenvolvam habilidades úteis.

    Não tenha medo de buscar novas tecnologias e de apostar na produção de conteúdo — isso é, na escrita textos destinados a fazer com que as pessoas encontrem o seu site. Podemos enumerar algumas soluções digitais, que têm gerado resultados satisfatórios para equipes de marketing:

    • análise de dados;
    • automatização de atividades (como envio de e-mails periódicas aos clientes);
    • utilização de métricas para mensurar resultados;
    • sistemas de gestão.

    Além disso, leia o nosso post sobre tecnologias para pequenos negócios, no qual listamos diversas soluções que podem ser adaptadas para diferentes segmentos. Esse know-how resultará em produtos e serviços cada vez mais diferenciados.

    Inove

    Inovar é enxergar lacunas no mercado e lançar produtos de acordo com necessidades dos clientes que não são totalmente atendidas. Para isso, é preciso conhecer bem os consumidores e investigar o ramo de atuação para gerar insights.

    Uma maneira de fazer isso é entrar em contato com clientes fidelizados e estimulá-los a preencher questionários leves, se concentrando nas suas dores. Ao cruzar as respostas de diferentes pessoas, será possível estabelecer padrões e lançar produtos diferenciados.

    Uma matéria da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios oferece um insight valioso: para inovar, é uma boa medida estimular tanto as opiniões dos consumidores como dos próprios funcionários. Um dos colaboradores pode ter uma ideia pronta para ser desenvolvida — e que esteja de acordo com demandas frequentes de diversos clientes.

    Assim, uma cultura de inovação dentro da empresa é uma maneira efetiva de investir no diferencial do produto. Como pudemos ver no artigo, ela se relaciona diretamente ao valor agregado, uma vez que ambos os conceitos visam oferecer a melhor experiência possível para o cliente. Unir essas duas concepções é uma maneira de fidelizar clientes e estabelecer a empresa como uma das melhores do mercado.

    Caso você tenha gostado do post e esteja e queira ler um pouco mais sobre empreendedorismo, confira o nosso post sobre como funciona o capital de giro!