Realizar a gestão de um pequeno negócio é desafiador para os empreendedores que almejam ter uma boa saúde financeira em seus estabelecimentos. Uma pequena empresa necessita de um controle financeiro adequado para que consiga manter os seus tributos e contribuições para a Previdência Social em dia, assim como fazer uma boa gestão empresarial.
Neste post, vamos explicar o que é preciso saber para fazer o controle de custos, evitar os pequenos erros nesse processo e muito mais. Aqui, vamos mostrar por que é importante acompanhar as finanças e fazer a DASN-MEI ou Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual corretamente.
Precisa entender se está cometendo algum erro no controle de custos? Então leia esse artigo até o fim!
Entenda por que é importante acompanhar as finanças do MEI
Acompanhar as finanças da sua empresa é essencial para que você consiga fazer uma boa gestão do seu negócio, além de garantir que o limite anual de faturamento do MEI não seja ultrapassado. Caso sua receita no ano seja maior que R$ 81.000,00 é preciso ajustar a modalidade de sua empresa, que não se enquadrará mais como MEI.
É muito importante acompanhar as entradas e saídas de recursos do MEI para que o empreendedor consiga honrar os seus compromissos, pagar todas as suas obrigações em dia e ainda obter lucro, além de controlar o faturamento máximo anual permitido.
Como fazer o controle de custos para o MEI
Na hora de realizar o controle de custos do MEI, você pode utilizar uma planilha no Excel para registrar todas as despesas do negócio. Também é possível utilizar um caderno ou um bloco para fazer as anotações mensais.
Confira como evitar os pequenos erros no controle dos custos
É comum cometer erros no processo controle de custos, principalmente se você estiver começando a se preocupar com o gerenciamento dos gastos. Uma ferramenta apropriada poderá facilitar o trabalho e aumentar o conforto na hora de fazer a organização financeira, registrar as despesas e anotar receitas. Veja a seguir quais falhas devem ser evitadas pelo MEI.
1. Não considerar os custos fixos
Considere no cálculo todos os custos relacionados à locação de espaço, pagamentos como água, luz, telefone, internet etc. Depois, faça o registro de tudo o que foi recebido durante o mês com a venda de produtos ou a prestação de serviços. Faça um relatório mensal de todas as suas receitas e deduza as despesas para descobrir o valor do seu capital de giro.
2. Misturar as finanças pessoais com as da empresa
Jamais misture as finanças da empresa com as pessoais. Os valores relacionados à pessoa jurídica precisam ser calculados à parte daqueles gastos que são exclusivos de seu proprietário. Tenha controles em planilhas separadas para evitar confusão em decorrência de outros rendimentos ou investimentos que você tenha feito.
3. Não acompanhar as datas dos vencimentos das contas
Não fazer o acompanhamento das datas de vencimento de faturas e débitos é outro erro muito comum do MEI. Ao controlar as finanças o empreendedor consegue acompanhar a evolução do empreendimento, além de criar uma reserva financeira para as despesas extras e reinvestir no negócio.
Agora você já conhece alguns erros de controle de custos para o MEI e sabe como corrigi-los! Estabeleça um objetivo de salário mensal, crie um fundo para reinvestir na sua empresa e uma reserva que vai servir diante de eventuais imprevistos. Utilize uma conta bancária exclusiva para o negócio e outra para o uso pessoal e evite misturar os rendimentos.
!Para uma empresa, lançar um produto exatamente igual ao dos concorrentes não é a melhor solução. Afinal, por mais eficiente que essa mercadoria seja, será difícil encontrar argumentos para fidelizar os clientes que já sejam compradores daquilo que foi copiado. Além disso, a companhia ainda pode ficar com uma má fama no mercado.
Por isso, a melhor solução é apostar no diferencial produto e, consequentemente, elevar o seu valor agregado. Neste post, falaremos um pouco mais sobre esses conceitos e sobre como gerar soluções que levem à fidelização — e, consequentemente, aos lucros. Boa leitura!
O que é o diferencial do produto?
De forma bastante objetiva, o diferencial do produto é o conjunto de características que tornam aquela mercadoria (ou serviço) essencial para os consumidores. Isso envolve tanto entregar soluções para os problemas dos clientes como influenciar positivamente a percepção dos compradores.
O principal objetivo, aqui, é unir qualidade das soluções finais a boas práticas empresariais. Dessa forma, questões como o atendimento ao cliente, a promoção das mercadorias (e serviços) e até mesmo a segmentação escolhida influenciam diretamente na percepção final do diferencial do produto.
Qual é a sua relação com o valor agregado?
Temos um post bem legal e completo sobre valor agregado, mas vale resumir o conceito aqui. Ele está diretamente relacionado à percepção do cliente sobre o diferencial do produto, serviço ou solução que é ofertada. Portanto, ambos os conceitos caminham juntos nas empresas.
Assim, o valor agregado se ocupa em oferecer uma percepção positiva e mais ampla do que foi comprado, além da qualidade daquela mercadoria. Para elevar esse valor, é necessário entender o cliente, compreender o que ele busca, além de satisfazer os seus desejos.
Desse modo, podemos dizer que proporcionar valor agregado é uma maneira de transformar as características e funcionalidades de um produto, assim como toda a experiência de compra, em benefícios concretos para os clientes finais.
Por isso, os vendedores mais bem-sucedidos serão aqueles que conseguem ressaltar o diferencial do produto e convencer os consumidores do seu valor. Há uma fala do economista e especialista em marketing Philip Kotler que explica bem essa relação, em seu livro “Marketing para Século XXI”, de 2009:
“Se os clientes somente comprassem produtos e não se importassem com os serviços e benefícios afins, e se todos os produtos da categoria fossem os mesmos, todos os mercados seriam dominados pelo preço. Assim, todas as empresas teriam de aceitar o preço criado pelo mercado. A única vencedora seria a empresa de custo mais baixo”.
Quando Kotler menciona “serviços e benefícios afins”, ele está se referindo aos diferenciais do produto e ao valor agregado. Esses conceitos são fundamentais para entender como estabelecer critérios de lucro que vão além do simples preço.
Quais são as maneiras de explorar o diferencial do produto?
Agora, demonstraremos algumas maneiras de buscar a diferenciação de forma efetiva.
Estude o mercado e aposte na segmentação
Na hora de traçar as suas estratégias de marketing, é essencial buscar a segmentação. É a partir dela que será possível ressaltar os diferenciais de produto de acordo com as personas e público-alvo. Afinal, as motivações para o consumo podem mudar de acordo com a faixa etária, por exemplo.
A segmentação é, basicamente, dividir o público que a empresa quer atingir com base em características comuns. Com isso, fica mais fácil impactar cada grupo. Suponhamos que a sua organização queira vender notebooks.
As motivações de pessoas mais maduras, acima dos 50 anos, são diferentes das razões pelas quais os adolescentes buscam esses produtos. Enquanto os primeiros adquirem os computadores para trabalhar, por exemplo, os jovens utilizam as máquinas para estudar e jogar videogames.
Portanto, o diferencial do produto pode ser definido para ambos os públicos. Um bom notebook, de uma empresa bem recomendada por especialistas, servirá para as necessidades das duas personas — e cabe aos profissionais da sua empresa ressaltar essas características.
Entenda o seu posicionamento de mercado
Depois de definir a segmentação e ressaltar os diferenciais de acordo com as suas personas, é preciso determinar uma estratégia para garantir, aos seus clientes, que os seus produtos e serviços são superiores ao da concorrência.
Uma boa maneira de explorar isso é realizar pesquisas de mercado, que o ajudarão a desenvolver uma imagem única para a empresa. Os clientes passam a conhecê-la melhor e reconhecer as características que a tornam especial.
Além de cuidar da comunicação visual, é necessário apostar em estratégias que tenham a ver com o seu público. Para isso, é preciso mapear os canais nos quais eles estão. De que adianta gastar caro em anúncios em horários nobres na televisão se os seus consumidores preferem as redes sociais.
Tenha um bom marketing
Essa dica envolve tanto a manutenção de um time de alto nível como a utilização das ferramentas certas. Busque consultorias na área para entender quais treinamentos podem ser feitos com os colaboradores que você já tem, de modo que eles desenvolvam habilidades úteis.
Não tenha medo de buscar novas tecnologias e de apostar na produção de conteúdo — isso é, na escrita textos destinados a fazer com que as pessoas encontrem o seu site. Podemos enumerar algumas soluções digitais, que têm gerado resultados satisfatórios para equipes de marketing:
análise de dados;
automatização de atividades (como envio de e-mails periódicas aos clientes);
utilização de métricas para mensurar resultados;
sistemas de gestão.
Além disso, leia o nosso post sobre tecnologias para pequenos negócios, no qual listamos diversas soluções que podem ser adaptadas para diferentes segmentos. Esse know-how resultará em produtos e serviços cada vez mais diferenciados.
Inove
Inovar é enxergar lacunas no mercado e lançar produtos de acordo com necessidades dos clientes que não são totalmente atendidas. Para isso, é preciso conhecer bem os consumidores e investigar o ramo de atuação para gerar insights.
Uma maneira de fazer isso é entrar em contato com clientes fidelizados e estimulá-los a preencher questionários leves, se concentrando nas suas dores. Ao cruzar as respostas de diferentes pessoas, será possível estabelecer padrões e lançar produtos diferenciados.
Uma matéria da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios oferece um insight valioso: para inovar, é uma boa medida estimular tanto as opiniões dos consumidores como dos próprios funcionários. Um dos colaboradores pode ter uma ideia pronta para ser desenvolvida — e que esteja de acordo com demandas frequentes de diversos clientes.
Assim, uma cultura de inovação dentro da empresa é uma maneira efetiva de investir no diferencial do produto. Como pudemos ver no artigo, ela se relaciona diretamente ao valor agregado, uma vez que ambos os conceitos visam oferecer a melhor experiência possível para o cliente. Unir essas duas concepções é uma maneira de fidelizar clientes e estabelecer a empresa como uma das melhores do mercado.
Caso você tenha gostado do post e esteja e queira ler um pouco mais sobre empreendedorismo, confira o nosso post sobre como funciona o capital de giro!
Como anda a gestão de tempo na sua empresa? Ela é uma das prioridades ou fica sempre para depois? Se a segunda opção encaixa na atual situação do seu negócio, esse material é importantíssimo para você.
A gestão de tempo faz parte dos modelos atuais de trabalho, que exigem equipes mais autônomas e capazes de organizar sua própria rotina. Portanto, deve fazer parte do planejamento estratégico da sua empresa.
Companheira inseparável da produtividade, a gestão de tempo é basicamente administrar e organizar o bom uso do tempo. Ou seja, utilizá-lo de forma inteligente e produtiva. Muito mais que um conceito, essa é uma habilidade essencial para todos no mercado, principalmente para líderes e empreendedores.
Listamos os 6 hábitos que você precisa inserir na cultura da sua empresa a fim de alcançar um bom uso desse recurso tão precioso: o tempo. Acompanhe!
Confira o que você deve fazer para melhorar sua gestão de tempo
Compreendido o que é gestão de tempo e como ela é cada vez mais importante no dia a dia corporativo, agora você verá os hábitos que deve adotar. Vamos lá!
1. Faça listas com todas as atividades e crie escalas de prioridade
O passo inicial é ter um mapeamento de todas as atividades que devem ser realizadas e qual a urgência e a importância de cada uma. Com isso, você poderá estabelecer um cronograma de execução, baseado na ordem de prioridade. O chamado Sistema ABC é uma metodologia simples, que pode lhe ajudar a organizar sua lista. Para cada letra, você atribuirá um tipo de tarefa, sendo:
A: tarefa muito urgente, daquelas que você diz à equipe para parar tudo e fazer, também conhecida como “apagar incêndio”;
B: aqui já temos uma tarefa que é importante, mas tem um prazo um pouco maior para a execução;
C: nesta categoria temos aquelas atividades importantes, contudo não têm nem urgência e nem deadline. Mas atenção! É preciso estabelecer uma data limite para que essas tarefas não se percam na rotina.
É interessante combinar metodologias de gestão de tempo, para otimizar a realização dessas atividades. Bons exemplos são: Técnica Pomodoro, Método GTD (Getting Things Done) e Kanban. Informe-se sobre elas e se organize para levá-las para sua empresa.
2. Estabeleça prazos factíveis
Um dos grandes erros cometidos quando o assunto é gestão de tempo é assumir prazos impossíveis. Isso pode parecer uma boa forma de aumentar a produtividade, mas é o contrário. Essa prática pode ter diversas origens, tais como dificuldade de dizer não, falta de controle do tempo médio de execução de cada tarefa e principalmente aquela ansiedade de atender o cliente com agilidade.
Acontece que isso pode gerar problemas e até mesmo o efeito contrário, caso você não consiga cumprir o deadline, além de tumultuar o fluxo produtivo. Portanto, estude as tarefas, verifique sua disponibilidade e negocie prazos de acordo com o que é possível cumprir. E leve também em conta o que funciona para a empresa, o que é padrão no ciclo produtivo do seu negócio e tenha isso com um parâmetro.
3. Escolha ferramentas para lhe auxiliar
É hora de contar com a tecnologia para gerenciar de forma mais simples e melhor o seu tempo. Podemos encontrar hoje em dia uma infinidade de aplicativos e comandos para facilitar a gestão da rotina produtiva. É interessante conhecer os recursos que cada um oferece, no intuito de optar pelos que se adequam melhor ao contexto de sua empresa. Outra dica é integrar os colaboradores no uso dessas plataformas para que todos tenham conhecimento das etapas, dos responsáveis de cada atividade e do status de cada tarefa. Isso facilita bastante a comunicação entre a equipe e a produtividade.
Agora, confira as ferramentas que selecionamos entre as mais relevantes do mercado para ajudar a aumentar a produtividade:
E se você não puder investir nas versões pagas dos aplicativos? Comece usando as versões gratuitas, pois com o que oferecem, você já consegue dar alguns passos significativos na organização das tarefas e do tempo produtivo da equipe.
4. Delegue tarefas
Vários empreendedores têm dificuldades em delegar tarefas, o que é compreensível para quem começou tudo sozinho e teve de centralizar muitas atividades na gestão do negócio. No entanto, à medida que a empresa cresce, é preciso contar com outros profissionais. Não é mais possível o gestor concentrar todas as demandas.
Para isso, defina quais atividades devem ser entregues à equipe e crie métodos de monitorar de forma eficiente a realização delas. Uma dica vital: monte um time de primeira, com profissionais qualificados tecnicamente e que possuem as competências comportamentais necessárias. Assim, você terá mais confiança e mais tranquilidade na hora de repassar tarefas e funções para os colaboradores.
5. Reduza as distrações
Vivemos expostos a uma quantidade absurda de informações e com tantos recursos que a tecnologia nos possibilita, muitas vezes nem vemos o tempo passar. Redes sociais, aplicativos de conversa, e-mails, sites e plataformas de notícias, vídeos e demais mídias podem se tornar os chamados “ladrões de tempo”. Preste atenção a quanto do seu dia vai embora enquanto você rola o feed do Instagram ou confere cada notificação.
No momento atual, em que grande parte das empresas está adotando o formato home office, vale considerar também as possíveis distrações do ambiente doméstico, como crianças, animais, campainha, TV e outros moradores.
Em todos os casos, a estratégia é reduzir ao máximo a exposição às fontes de distração, estabelecendo horários e limites. A técnica Pomodoro, que citamos anteriormente, é uma excelente alternativa, pois combina períodos de trabalho e descanso ao longo do expediente, permitindo que você e os funcionários usem esses intervalos da forma que precisarem.
6. Separe (e respeite) um período para descanso
Se até as máquinas precisam descansar e por tantas vezes reiniciar o sistema, imagina você, empreendedor, que tem uma rotina intensa, não é mesmo? Então, ao mapear suas atividades e criar suas táticas de gestão de tempo, insira períodos de descanso ao longo do dia e de pausas como no fim de semana e feriados.
Respeite o fim do expediente assim como você respeita o início. Faça o possível para suas atividades laborais caberem no período de serviço e absorva novas tarefas com equilíbrio, a fim de não comprometer seus momentos de descanso, lazer e convívio fora do trabalho. O mesmo vale para os colaboradores, certo?
Após implantar essas práticas de gestão de tempo na sua empresa, faça sempre um balanço do que está funcionando, do que não se aplica à realidade de sua equipe e dos resultados já alcançados. Seguindo todos esses passos, é possível ter uma rotina produtiva mais organizada, com menos estresse, mais tarefas executadas, mais tempo hábil para pensar estrategicamente e, claro, os necessários períodos de descanso.
Essas dicas foram proveitosas para você? Então, continue acompanhando o blog do Sebrae Alagoas para mais conteúdos que vão te auxiliar na gestão da sua empresa.
Você conhece bem o seu público consumidor? Sabe quais são as necessidades, as expectativas e a forma como ele consome seu produto? Essas e outras informações que compõem o perfil do cliente são fundamentais para o sucesso dos seus negócios. Estamos na era da experiência, em que o consumidor espera mais proximidade com as marcas e também um tratamento mais personalizado. Foi-se o tempo em que se podia pensar nos seus públicos como um grupo homogêneo, em que uma mesma campanha, produto ou linguagem abrangeria a todos.
Diante disso, hoje vamos lhe mostrar como identificar e montar o perfil do seu cliente e como isso vai beneficiar sua empresa. Acompanhe!
Entenda o que é persona e a importância para seu negócio
Quando se fala em perfil do cliente, entramos em um conceito básico do inbound marketing e que serve de referência para todas as esferas do negócio: a persona.
Persona é a representação de um cliente ideal, um personagem que reúne todas as características do tipo de cliente que você quer para seu negócio e que vai ser uma referência para todas as estratégias e ações da empresa. Por exemplo, o conteúdo das redes sociais e do seu site, a linguagem que você usará no atendimento, as promoções e descontos, as ações de encantamento e o lançamento de novas soluções.
O principal benefício de se desenhar essa persona é a efetividade em tudo o que você fizer. É chegar diretamente onde estão os seus potenciais clientes e investir recursos onde realmente vai gerar bons resultados e crescimento para seu negócio.
Vale ressaltar que a sua empresa pode ter mais de uma persona. No entanto, isso depende muito da natureza da atividade, das soluções oferecidas, entre outros aspectos.
Veja como identificar o perfil do cliente
Vamos agora lhe mostrar os passos necessários para levantar os dados do seu público, apurar as informações e de forma estratégica traçar o perfil do seu cliente ideal. Antes uma dica: execute cada etapa com bastante atenção e detalhamento. Quanto mais informações você conseguir, mais consistente vai ficar seu mapeamento.
Entenda o que seu produto entrega
Analise as soluções que você oferece: quais problemas do cliente ela é capaz de resolver? Como ela chega até o cliente? Quais aspectos o cliente procura em sua marca? Quais valores da sua empresa se conectam com o cliente? O que ele espera ao consumir suas soluções?
Essas informações são importantes para entender as percepções do consumidor, o que por sua vez, são fundamentais para nortear o relacionamento, as ações de marketing, a revisão de produtos e demais iniciativas da marca.
Avalie seu SAC e as redes sociais
As redes sociais e o SAC são ótimas fontes de informações sobre os clientes. São locais em que eles se manifestam de forma espontânea e ficam mais à vontade até mesmo para expressarem insatisfações em relação a uma marca, produto ou serviço. Por isso, use essas plataformas como base para insights e para ter real noção de como os clientes se relacionam com sua empresa.
Pergunte diretamente a seus consumidores
A melhor forma de saber o que os clientes pensam é perguntando a eles. Você pode fazer isso de diversas formas e transformar até mesmo em uma estratégia de retenção.
Crie enquetes em suas redes sociais, entre em contato, convide para grupos, faça formulários, entreviste, enfim, use as ferramentas que você tem para conversar com as pessoas. Mas veja bem: conversar. É preciso ouvir verdadeiramente o que os clientes vão compartilhar. Nada de tentar impor ideias ou questionar excessivamente a visão deles.
Aproveite para demonstrar parceria e proximidade com os participantes, ofereça algum mimo e compartilhe os resultados das pesquisas, para que se sintam confiantes e reconhecidos.
Organize as características do seu cliente ideal
Depois que você pesquisou, interagiu com os clientes e levantou várias informações, é hora de organizar todo esse material. Você deve analisar tudo o que foi levantado e finalmente montar sua persona, considerando preferências, comportamento, valores, hábitos, condições financeiras, profissão, expectativas, dores, sonhos, objeções, crenças e demais informações.
Em seguida, crie seu personagem com base nesses dados levantados. As características comuns do cliente que você considera ideal para seu negócio, são as que sua persona deve ter.
Conheça as vantagens de traçar o perfil do cliente
Como dissemos lá no início, levantar informações dos seus públicos, entender o comportamento de compra do seu consumidor e delinear o perfil desse cliente, é capaz de gerar inúmeros benefícios para sua empresa. A seguir listamos as mais relevantes, veja só.
promoção de uma experiência mais gratificante com sua marca — pois ao conhecer bem seu consumidor, você tem mais chances de estreitar os laços, de tratá-lo da forma como ele se sente bem e de entregar de fato o que ele quer e procura;
mais efetividade nas campanhas de marketing — você terá as informações necessárias para falar diretamente com quem se interessa pelo seu produto, por quem tem potencial para se tornar seu cliente, otimizando recursos e criando estratégias bem direcionadas;
maior capacidade de prever a demanda — visto que você poderá entender o comportamento do cliente, a frequência de consumo, as necessidades e expectativas em relação a sua solução, é possível identificar os períodos de maior demanda, de sazonalidade e assim pensar e agir com antecedência;
otimização da estrutura de custos — o planejamento financeiro é crucial para o sucesso do MEI, não é mesmo? O conhecimento do seu cliente vai ajudar a otimizar os orçamentos envolvidos em campanhas, ações e prospecções.
aumento das vendas — conhecer mais seu público facilita a aproximação com ele, gerando autoridade para seu negócio e confiança do cliente. Esses são dois pontos muito cruciais para a decisão de compra e que refletem diretamente na alta das vendas;
fortalecimento da boa reputação da empresa — Assim como as vendas sobem, sua marca também se torna mais presente no dia a dia do consumidor, o nível de satisfação e confiança em relação a sua empresa crescem e isso contribui para que se tenha uma reputação cada vez mais forte e positiva.
Então, preparado para traçar o perfil do cliente e alavancar seus negócios? Com esses passos vai ficar bem mais fácil compreender o mundo e o comportamento dos seus consumidores e também utilizar essas informações para encorpar o planejamento, as estratégias e as ações da empresa, com foco no cliente.
Agora que você viu como importante conhecer o perfil do cliente, assine a nossa newsletter e receba mais conteúdos exclusivos, com dicas infalíveis para seu negócio.
O meio digital e os recursos tecnológicos que a internet possibilita para os negócios vêm crescendo de forma exponencial nos últimos anos, isso fez com que os direcionamentos das estratégias de marketing de empresas de todos os portes, inclusive os MEI, fossem otimizadas.
Com a chegada da pandemia, vimos os negócios e as comunicações online se fortalecerem ainda mais. Estar nas principais redes sociais tornou-se essencial. Seja para realizar vendas online, atendimento remoto, divulgar informações ou buscar novos clientes, não é mais possível pensar em marketing para MEI sem considerar os canais digitais mais populares, certo?
Por isso, hoje listamos as principais redes sociais para você estar presente e dicas indispensáveis para ter uma atuação estratégica e obter ótimos resultados para seu negócio.
Veja as principais redes sociais para divulgar seu negócio
No mundo do marketing digital, há uma quantidade enorme de redes sociais, com os mais diversos perfis, públicos e propostas. Como o intuito aqui é abordar as principais, trouxemos para você quatro delas.
Instagram
Eis aqui uma das redes mais utilizadas no momento. A plataforma foca no conteúdo audiovisual, como as fotos do feed, as diversas ferramentas e filtros para o stories, o reels, as lives, o IGTV e outros. Essa multiplicidade de recursos é um diferencial para o empreendedor, pois possibilita chegar ao cliente de muitas maneiras.
É também uma rede que permite a criação de lojas simples, para a comercialização de produtos. Sem dúvida, se você pretende entrar no mundo das mídias sociais, o Instagram deve estar entre suas prioridades.
YouTube
Temos aqui a maior plataforma de distribuição de conteúdo audiovisual e o segundo buscador mais acessado, perdendo apenas para o Google.
De forma simples e gratuita, é possível criar seu canal no YouTube e divulgar vídeos de todos os tamanhos, realizar transmissões ao vivo, cobrir eventos, promover palestras e mais uma infinidade de assuntos que geram valor para seu negócio e para seu cliente. Entre os tipos de vídeos mais buscados estão os que ensinam algo, resenhas e bate-papos.
Facebook
Assim como o Instagram, o Facebook tem várias formas de consumir e compartilhar conteúdo, como vídeo, publicações na linha do tempo, stories, lives e outros. É uma plataforma que permite explorar mais os textos e é fundamentalmente baseada no relacionamento entre os usuários. Embora hoje essa rede não seja a preferida dos usuários, é ainda a mais popular e acessada. Assim, não dá para ficar fora.
LinkedIn
No LinkedIn, temos um perfil bem corporativo, é uma rede mais séria e focada na esfera profissional do usuário. Conta com recursos mais variados, como as reações às publicações e também para a produção de artigos. É uma ótima ferramenta para construir sua autoridade, mostrar os diferenciais e o potencial do seu trabalho e melhor: estabelecer conexões com parceiros, influenciadores e clientes.
Confira dicas para ter sucesso nas principais redes sociais
Conhecido as redes mais populares e que mais têm gerado ótimos retornos para os microempreendedores , agora é hora de aprender a usá-las da melhor forma. Temos dicas infalíveis, acompanhe!
Entenda a proposta de cada rede e crie uma estratégia coerente
Um dos erros mais comuns entre os empreendedores que utilizam as mídias sociais é tratar todas elas da mesma forma, desconsiderando suas características específicas. Ao fazer isso, perde-se a oportunidade de aproveitar bem o que cada rede pode proporcionar e consequentemente, perde-se também efetividades nesses canais.
Para se ter sucesso nas redes, é preciso entender a lógica de cada uma, como as pessoas interagem em cada plataforma, qual formato de conteúdo tem mais efetividade, qual a linguagem da rede e qual o potencial que ela oferece a seu negócio. A partir desse levantamento, é possível criar uma estratégia mais sólida. Portanto, leve em conta os atributos de cada uma das principais redes sociais.
Produza conteúdo relevante
Dois pilares da estratégia de atuação nas redes sociais são o relacionamento com o público e a relevância do conteúdo que você publica em sua página. É essa dupla que vai atrair os seguidores e mantê-los interessados em sua marca na rede social. Por isso, é muito importante que você planeje bem sua estratégia de conteúdo, considerando sempre sua identidade, o perfil do seu cliente e as ferramentas disponíveis.
Vale lembrar que o conteúdo relevante, capaz de converter um usuário em cliente, é aquele que gera valor, que leva ao público informações importantes para ele, que façam sentido para ele e que resolva problemas. E que, além disso, chega na hora certa e onde os seus clientes ideais estão.
Crie um cronograma de publicações
Agora que você já viu a importância de apostar em conteúdos de valor, tenha em mente que os múltiplos formatos de conteúdo são o que alimentam suas redes e são também a base do relacionamento.
Um cronograma de publicações vai facilitar bastante o seu dia a dia quanto à produção de textos, vídeos, imagens, áudios e demais opções e vai garantir a consistência no compartilhamento de conteúdo. Isso gera um hábito nos seguidores, que já contarão com seu material nas datas estabelecidas, além de gerar expectativas em relação às informações e ter credibilidade diante dos algoritmos que passam a “ver” seriedade na sua página.
Invista em relacionamento com os seguidores
Como abordamos em outros momentos do texto, o relacionamento é uma das grandes possibilidades que as redes sociais trouxeram. Vemos marcas e consumidores cada vez mais próximos e interagindo de maneira humanizada e espontânea. E pode estar certo de que seus clientes esperam uma relação assim com sua empresa também.
Dedique, portanto, parte de sua estratégia e das ações a essa troca com os seguidores, interaja e dialogue com seu público. Essa é uma fonte riquíssima de dados que podem ser o diferencial em sua forma de atender o cliente e no seu portfólio de produtos ou serviços.
Não deixe a mensuração de lado
A mensuração não pode ser colocada em segundo lugar de forma alguma. É crucial definir indicadores de sucesso, colher informações e montar um banco de dados completo sobre suas ações. O levantamento e a análise dos resultados permitirá que você aperfeiçoe a estratégia, otimize custos, gere insights e tenha um direcionamento seguro para seus próximos passos.
As principais redes sociais oferecem gratuitamente vários dados sobre sua performance na página e, se couber no orçamento, há uma vasta oferta de soluções para promover a mensuração de resultados nas suas mídias sociais.
Uma presença digital bem planejada e executada leva diversos benefícios para seu negócio e pode ter certeza de que o caixa e a reputação da sua empresa agradecem. Entre essas vantagens destacamos:
aproximação e estreitamento dos laços com o público;
redução de custos com estratégias de marketing;
oportunidades de novos negócios e parcerias;
acompanhamento dos concorrentes;
satisfação e fidelização dos clientes e muito mais.
Certamente, conhecer mais sobre as principais redes sociais, impulsionará o marketing do seu negócio. E para você conseguir mais visibilidade e engajamento dos seguidores, veja como fazer a divulgação adequada do seu negócio.
Fazer uma boa gestão de equipes consiste em extrair as habilidades dos colaboradores para conquistar resultados para a empresa. A capacidade de gerir um time possibilita fazer com que a equipe trabalhe de forma colaborativa e engajada, sejam funcionários que atuem em tempo integral, sejam estagiários ou freelancers.
Um dos grandes benefícios da gestão de pessoas é minimizar o turn over, isso é, a rotatividade que impede a construção de equipes, a continuidade dos processos e a formação de uma cultura organizacional.
A seguir, algumas dicas para fazer uma boa gestão de equipes e liderar seus funcionários rumo ao sucesso da empresa!
1. Mantenha um bom diálogo com a equipe
Uma equipe que dialoga entre si e com as lideranças têm maiores oportunidades de testar novas ideias, realizar ações inovadoras e apostar na criatividade para criar soluções para os seus clientes, resolver problemas que impedem a entrega de produtos ou serviços de qualidade e sugerir novos processos.
Reuniões e eventos com a equipe são uma forma de promover o debate de ideias e a participação de todos nas decisões da empresa. Procure ouvir cada colaborador e mostrar-se aberto às suas sugestões. Afinal, eles estão na linha de frente, atendendo clientes e têm uma experiência diferente da sua como gestor do negócio.
2. Entenda as habilidades de cada colaborador
Muitas vezes, um colaborador inicia o trabalho numa função, mas começa a se destacar em outra, quando tem a oportunidade de explorar suas habilidades. Em agências de publicidade, por exemplo, muitos redatores demonstram talento no contato com o cliente e acabam se tornando executivos de contas ou passam a atuar no atendimento.
Enxergar a real aptidão dos colaboradores faz com que você ofereça novas oportunidades para sua equipe. A possibilidade de obter um plano de carreira motiva as pessoas a almejar um futuro dentro da empresa e a investir sua energia em seu crescimento dentro da própria organização.
3. Forneça e solicite feedbacks para melhorar a gestão
Estruturar um modelo de feedback garante que todos — empresa e equipe — entendam os resultados que estão sendo alcançados e os aspectos que podem ser aprimorados. Funciona como um esquema de alinhamento de expectativas e de viabilização do progresso.
Caso haja alguma insegurança da parte da equipe em relação a feedback, possibilite que ocorra um processo de duas vias, ou seja, que os colaboradores possam opinar sobre a dinâmica de trabalho na empresa. Garanta também que os elogios façam parte desta troca.
4. Saiba como manter a equipe motivada
Apostar em um ambiente repleto de harmonia e respeito mútuo é uma forma de motivar a equipe. Quando estão satisfeitos com suas posições, sentem-se parte de um time e que suas opiniões e ideias são consideradas nas decisões do negócio, os colaboradores atuam com muito mais afinco buscando o sucesso da empresa.
Muitos gestores encontram dificuldade de enxergar a motivação na equipe, no entanto realizam poucas ações para modificar essa realidade. Nossa sugestão é apostar em relacionamento e alinhamento de expectativas para que o time esteja sempre coeso e conectado com o propósito da empresa.
O que achou das dicas para fazer uma boa gestão de equipes? Acredita na viabilidade delas para o seu negócio? Conte para gente!
Você já ouviu muitas vezes sobre a importância da inovação no mundo dos negócios, não é mesmo? Mas como ser inovador na prática?
Inovar vai muito além de inserir mais tecnologia ou automatizar tarefas, diz respeito a uma nova forma de organizar ideias e processos, de entender as necessidades e o comportamento do cliente, otimizar recursos e principalmente, trazer novas formas de resolver situações da empresa.
Se você reparar bem, são aspectos muito requisitados pelo mercado, que segue cada vez mais dinâmico. Então, neste post mostraremos como ser inovador na gestão da sua organização. Acompanhe!
Entenda os benefícios da inovação para seu negócio
A inovação é uma excelente estratégia para otimizar a cadeia de produção, reduzir custos, potencializar talentos, entregar mais agilidade no atendimento ao cliente, ampliar a qualidade do serviço, entre tantas outras vantagens.
Para se ter o máximo aproveitamento desses benefícios, é preciso ter em mente o perfil da sua empresa e o que você pretende alcançar ao investir em uma gestão mais inovadora. Afinal, cada negócio tem seu próprio contexto.
Seja qual for o investimento que você faz, ele precisa gerar benefícios e fazer sentido para seu negócio, certo? Então, antes de tudo, você deve entender como a inovação vai se integrar ao dia a dia, quais as necessidades da organização, as condições, características e qual o potencial de crescimento ela poderá levar para sua empresa.
Envolva a equipe nas tomadas de decisão
Como dissemos no início, a inovação abrange também as relações e para que os processos se consolidem, o fator humano é indispensável. Você precisa inserir as pessoas nessa transição de cultura, precisa engajá-las e considerar devidamente como serão os impactos na rotina, na convivência e na forma de trabalhar.
Manter a equipe informada e participativa é essencial para ter funcionários seguros e colaborativos. Por isso, amplie o diálogo, ouça as ideias e opiniões de quem torna vivo o seu negócio e permita que todos se sintam parte das tomadas de decisões. Vale lembrar que a gestão humanizada e horizontalizada é característica das empresas inovadoras e que apresentam melhores resultados.
Saiba como o líder deve atuar nesse processo
Criar uma cultura de inovação na empresa e engajar os funcionários requer do líder diversas estratégias sim, além de muitas habilidades. Para ser inovador é preciso compreender antes qual o seu papel como líder nessa “virada de chave” na organização.
Você, como gestor e líder, estará a frente dos processos, das mudanças, das adaptações e deve dar suporte técnico, preparando os colaboradores para atuar num novo formato, mas também sendo “suporte humano”, engajando a equipe, mantendo o clima de segurança e tranquilidade na empresa. Lembre-se de que você é a principal referência do seu time e ele conta com você.
Por fim, continue se preparando, buscando conhecimento sempre e acompanhando as tendências do mercado e da sociedade. Os melhores profissionais estão sempre em busca de saber mais e de se atualizar.
Para tanto, invista em cursos, palestras, materiais de estudo e treinamentos. Isso vale também para seus colaboradores, pois é preciso ter uma equipe inovadora em que todos entendam como a inovação nos processos, nas relações, no atendimento e na cultura da empresa contribui para o crescimento do negócio.
Quer coisa melhor para ganhar visibilidade e credibilidade do que consumidores falando bem (e divulgando) o seu negócio? Ter defensores da marca faz grande diferença para o sucesso de seu empreendimento. Aliás, hoje, isso já se transformou em uma estratégia de marketing.
Porém, ela representa muito mais do que um mecanismo de conversão. Afinal, não se trata de propaganda em troca de algum produto ou serviço nem de fake reviews em redes sociais. Quando falamos de defensores de marca, estamos tratando das pessoas que realmente gostam de sua empresa e que fazem indicações sinceras aos seus conhecidos.
Convenhamos, todos nós tendemos a acreditar na sugestão de um amigo, certo? Então, antes de apostar em qualquer estratégia relacionada ao marketing de defensores, conquiste o cliente. Veja as nossas dicas!
Em primeiro lugar, o que é um defensor de marca?
Aquele amigo que indica um restaurante, sem ganhar nada em troca, ou a pessoa que comenta e compartilha nas redes sociais todas as postagens de uma determinada empresa com a qual tem afinidade são defensores da marca.
São clientes satisfeitos, que tiveram boas experiências de compra, e que conseguiram se identificar com os propósitos de sua empresa. Quer um exemplo? Imagine alguém que tenha afinidade com o veganismo e faça uma compra de uma marca que defende o mesmo pensamento.
Certamente, além do envolvimento pessoal (gostar do produto, do atendimento, do preço e demais situações que envolvem a experiência do cliente), o comprador terá um olhar positivo em relação a ações voltadas à preservação da natureza, causas relativas à defesa animal ou ações de sustentabilidade, certo?
A marca que conseguir colocar em prática tudo isso, em função de seus propósitos, certamente será vista sob um olhar positivo do consumidor — o qual se tornará embaixador, ou defensor, do negócio.
Isso vale para qualquer segmento de atuação. Quando o cliente tem uma experiência de compra agradável, usufrui de um bom serviço ou produto de qualidade e se identifica com ações da marca, a tendência é que se torne um divulgador dos benefícios entre os seus contatos — em outras palavras, um influenciador.
Qual a importância desse influenciador?
Uma pesquisa da Nielsen mostrou que nada menos que 92% das pessoas confiam nas recomendações feitas por seus amigos ou conhecidos. É uma rede de confiança: “se alguém em quem confio indicou, certamente vou gostar também”, não é mesmo?
Quase sempre é assim, de fato. Afinal, ninguém recomenda aquilo que não gosta. No entanto, com a expansão dos canais digitais, surgiram as resenhas falsas e (com toda razão) o consumidor ficou com o pé atrás em relação a determinadas marcas. Por isso, é essencial que o relacionamento com o público seja legítimo.
Ou seja, os defensores de marca são pessoas satisfeitas, com afinidade com o propósito do negócio. Assim, elas não apenas divulgam os seus produtos e serviços, mas também fazem questão de recomendar a empresa, por acreditarem genuinamente nela.
Hoje, os consumidores já têm ferramentas para entender quem é um verdadeiro defensor. Por essa razão, vale muito a pena conquistá-los. Um cliente satisfeito tem o potencial para multiplicar o seu negócio.
Como conquistar um verdadeiro defensor de marca?
Como você percebeu, o conceito de marketing de defensores vem de pessoas reais, que realmente tiveram uma boa experiência com a marca e acreditam em seus preceitos. Isso é muito diferente de contratar publicidade ou influenciadores.
Para conseguir conquistar esse cliente fiel, existem algumas estratégias, confira!
Pesquise e entenda quem são e o querem os seus consumidores
Ao conhecer melhor os hábitos de seus clientes, é possível saber quais suas crenças, seus propósitos e até os seus desejos de consumo. Dessa forma, além de se antecipar às suas necessidades, é possível adotar ações específicas, de acordo com o perfil público.
Isso faz muita diferença até para a linguagem da propaganda. Suponha que seus clientes sejam jovens adultos solteiros. Certamente, as ações de publicidade são distintas das direcionadas às famílias. Já quem pretende atingir consumidores sêniores precisa até adequar o vocabulário.
Entender a diversidade e as características de cada perfil é essencial para conseguir bons resultados.
Ofereça diferenciais para clientes fiéis
Uma maneira de recompensar a fidelidade dos consumidores é reconhecer isso com a oferta de prêmios ou outros benefícios. Claro que, diante do cenário econômico delicado, nem sempre é simples criar um programa de recompensas sem elevar os custos.
No entanto, isso pode ser feito por meio de parcerias. Por exemplo, quem tem um salão de beleza pode investir em uma estratégia com uma perfumaria. Assim, o cliente que gastar um determinado valor em seu estabelecimento tem o direito de retirar um brinde no parceiro, e vice-versa.
Dessa forma, ambos conseguem oferecer um diferencialde valor para o consumidor.
Crie um programa para estimular os defensores da marca
Apesar de as recomendações espontâneas serem as mais valorizadas, é possível adotar estratégias para incentivar a defesa da marca. Especialmente em meios digitais, crie meios de estimular seus clientes a opinarem sobre os serviços, produtos e atendimento.
Monitore todos os canais
Mas, e quando essa resenha for negativa? Aí é importante ter proatividade e solucionar rapidamente o problema. Um cliente insatisfeito pode trazer grandes prejuízos para a reputação da marca.
Assim, ao criar um canal para que os consumidores expressem sua opinião, é fundamental fornecer respostas rápidas e meios de resolver as eventuais arestas. Nunca deixe ninguém sem resposta e sempre ofereça soluções gentis. Isso ajuda a cativar as pessoas, fazendo com que a sua empresa seja percebida como empática às demandas e necessidades dos clientes.
Para tanto, aposte em algumas ações que farão toda a diferença:
monitore o que os seus clientes falam sobre sua empresa nas redes sociais;
participe de fóruns de discussão com afinidade com a sua marca e entenda as suas prioridades, ou crie a sua própria comunidade;
estimule sugestões de seus clientes;
invista no aumento da presença digital de sua marca, especialmente participando de redes sociais e canais de interesse de seu público;
sempre deixe os objetivos e propósitos de sua empresa ou marca claros, de forma que as pessoas que tenham alguma afinidade se identifiquem;
estimule feedbacks do público, o que contribui tanto para entender melhor o seu comportamento, quanto para solucionar problemas;
incentive o engajamento da equipe, para que exista afinidade também com o público interno.
Qual a importância de mostrar os propósitos da marca de forma clara?
A grande verdade é que não adianta cativar um cliente que não se identifique com os propósitos de sua marca. Quando esse consumidor perceber que não há afinidade, deixará de ser seu defensor. Claro que poderá representar mais uma venda, mas sem fidelidade ou identidade — e, ainda, com o risco de se frustrar e gerar propagandas negativas.
Assim, é essencial não ter atritos de interesse ou de pensamento com o seu público. Para que os clientes se tornem verdadeiros fãs e defensores de marca, o alinhamento de interesses faz toda a diferença. Por isso, o primeiro passo sempre é entender quem é o seu consumidor e o que ele precisa para satisfazer as suas necessidades.
Gostou do nosso conteúdo? Então, compartilhe o nosso post em suas redes sociais e ajude outras marcas a entenderem a importância de cativar o cliente!
Construir um bom relacionamento com fornecedores é um recurso para situações em que há mudanças no setor, como a digitalização do consumo e até casos de expansão do negócio, em que as diretrizes que foram combinadas com parceiros vão se modificar. Para estabelecer uma boa relação, conhecer técnicas de negociação é essencial.
Bons argumentos de venda costumam se formar a partir de uma visão de reciprocidade entre as partes. Se você honra com os seus pagamentos e é transparente nas solicitações ao parceiros, já está em condições de negociar e requisitar novos prazos.
Gostaria de saber mais sobre como construir esse relacionamento? Continue a leitura!
Saiba o que é importante para seu negócio na relação com o fornecedor
Conhecer os objetivos do seu negócio e ter clareza sobre seus diferenciais impacta a escolha dos fornecedores e parceiros. Com o mercado cada vez mais digital, alguns ajustes na estratégia de sua empresa são necessários.
Por exemplo, você pode buscar se diferenciar pela agilidade na entrega dos produtos. Nesse caso, é preciso contar com um fornecedor que ofereça um modelo ágil de entrega para não correr o risco de ficar sem matéria-prima no estoque durante a produção.
Outro aspecto é a qualidade. Por mais que um fornecedor pratique valores imbatíveis, se o material não se destacar pela qualidade, não vai ser interessante para o negócio. Portanto, não faça escolhas de parceiros somente pelo valor. Sempre há a possibilidade de negociar condições de pagamento favoráveis e estabelecer uma parceria vantajosa.
Mantenha seus pagamentos em dia
Por mais que imprevistos aconteçam, a manutenção dos pagamentos em dia é um ótimo argumento de negociação. Caso precise de um prazo maior ou condições de pagamento mais interessantes para seu negócio, é preciso ter esse trunfo na manga.
Uma ideia para manter as contas em dia é apostar em sistemas que controlem o fluxo de caixa e inclusive programem os pagamentos, de modo que você garanta o bom relacionamento com o parceiro. Dessa forma, ele sempre vai querer investir no seu negócio.
Seja claro sobre as necessidades do negócio
Antes de fechar o contrato, analise a dinâmica que está construindo com o parceiro e avalie quais são suas expectativas em relação a ela. É sempre importante estabelecer suas necessidades e ser transparente com o fornecedor para que ele possa se comprometer e preparar a operação para atendê-lo.
A possibilidade de pegar o parceiro de surpresa não é recomendável. Afinal, do mesmo modo que você tem sua programação e seu planejamento, o parceiro tem o dele. Uma das formas de conseguir negociar com eficiência é ambos estarem cientes das diretrizes que foram combinadas desde o início.
Em tempos de pandemia, estabelecer um bom relacionamento, sempre considerando as duas partes, é uma forma de aprimorar suas técnicas de negociação e garantir que sempre vai poder contar com o fornecedor e fazer novas solicitações, como mudanças de prazos e novas formas de pagamento.
Investir na relação ganha-ganha é sempre a melhor opção! Gostaria de dividir este material com outros empreendedores? Compartilhe em suas redes sociais.
Decidir-se por um caminho autônomo é um ato de coragem e uma forma de manifestar sua visão empreendedora. Por se tratar de um caminho de muito aprendizado, é necessário investir em todo o conhecimento disponível para auxiliá-lo a encontrar o sucesso. Afinal, você está investindo tudo nesse negócio. Um dos aspectos indispensáveis é a fidelização do cliente.
Você já deve ter ouvido falar que prospectar um novo cliente é uma ação mais dispendiosa do que mantê-lo. É a mais pura verdade. Não significa, claro, que uma vez que você já tenha uma carteira de clientes não deva buscar outros, mas sim, que deve cuidar daqueles que já confiam em você e conhecem seu trabalho.
Manter um cliente ativo é um processo diário que se inicia desde o primeiro contato, isso é, pelo modo com que você se apresenta, dialoga com ele e mostra conhecimento sobre sua área de atuação e profissionalismo. Como todo relacionamento, deve ser regado diariamente, a cada tarefa executada e a toda nova entrega.
Acompanhe, agora, algumas dicas para fidelizar o cliente!
1. Tenha uma boa comunicação
Construir uma boa comunicação da sua empresa é uma ferramenta para atrair clientes, pois transmite seriedade e profissionalismo em relação ao seu trabalho. Porém, não é apenas criando um perfil nas redes sociais e mantendo-o ativo, que você constrói uma comunicação eficaz com o seu cliente.
Um atendimento estruturado, desde o primeiro contato, faz com que o cliente tenha segurança sobre o seu trabalho. Ser claro sobre o serviço que o cliente está contratando, sobre o prazo de entrega e as pessoas envolvidas é algo que diferencia o seu trabalho e faz com que você seja visto como profissional.
A boa comunicação garante que você construa, junto ao cliente, uma relação de mão dupla e de confiança, não só porque ele vai identificar como você pensa e age, mas porque vai se sentir seguro sobre as realizações das tarefas.
2. Preste serviços de qualidade para a fidelização do cliente
O mínimo que o cliente espera é que o seu produto ou serviço seja de qualidade. Você, provavelmente, já deixou de comprar em uma loja ou já deixou de contratar um serviço porque teve uma experiência ruim ou soube de um cliente que não ficou satisfeito com o resultado. Não seja essa empresa.
A qualidade garante a valorização do seu esforço. Note que um produto ou serviço que supera a expectativa do cliente dificilmente tem o seu preço questionado, pois quem contrata sabe que não vai se arrepender de ter apostado nele e no que tem a oferecer.
É melhor pagar um pouco mais por um serviço de qualidade, que cumpre com o que prometeu e ainda surpreende, do que contratar um serviço barato e que terá de ser refeito, certo?
Podemos resumir que a qualidade é, portanto, um meio para se cobrar um pouco mais pelo serviço prestado e obter, ao mesmo tempo, algo que vale mais do que dinheiro: uma boa reputação no mercado.
3. Ofereça um bom atendimento
Atenda seu cliente de modo que ele se sinta único, exclusivo, muito especial. Desde o primeiro contato, estabeleça uma aproximação cordial e humanizada sem forçar uma amizade que não existe.
Explique o modo como sua empresa trabalha e o que é possível fazer para oferecer resultado ao cliente. Seja sempre claro, simpático e demonstre total conhecimento sobre o seu trabalho e sobre como realizá-lo, ainda que esteja começando na área.
Porém, é importante lembrar que realizar um bom atendimento não significa fazer todas as vontades do cliente, extrapolando, em alguns casos, o orçamento contratado. Preze pela honestidade e estabeleça os limites do que pode e do que não pode fazer, porém faça isso com simpatia, colocando-se sempre no lugar do cliente, mostrando que está seguro do que faz em sua empresa.
4. Organize processos para receber feedbacks
A avaliação do seu trabalho é importante para que você possa melhorar o atendimento e a qualidade do serviço que oferece. Tornar esse retorno uma prática comum para o negócio é mais uma forma de estabelecer uma relação de confiança mútua com o cliente.
Você pode realizar o processo de feedback de maneira estruturada, a partir de um questionário ou mesmo em uma conversa informal destinada para esse fim. No segundo caso, conduza o desenvolvimento da conversa e não leve nada para o lado pessoal. Anote todas as reclamações e elogios e procure formas de aprimorar os processos.
Em alguns casos, os problemas podem ser causados por conta do cliente. Mas, em vez de repreendê-lo, busque maneiras de sanar as dificuldades diárias, a fim de beneficiar os dois lados.
Se o problema é a dificuldade para contatar o cliente, que tal criar mecanismos que melhorem a comunicação? Antes de criar uma situação embaraçosa, pense em formas de educar o cliente a se ajustar às dinâmicas do seu negócio.
5. Crie parcerias com outras empresas e profissionais autônomos
Aos poucos você vai identificar que a dinâmica do negócio requer múltiplas habilidades. No entanto, por mais que você tenha um perfil versátil, é importante contar com profissionais especializados nessas áreas específicas.
Por fim, reforçamos que, ao colocar essas dicas em prática, vai construir uma carteira sólida de clientes ativos. A fidelização do cliente garante que você otimize resultados e consiga atingir suas metas orçamentárias sem precisar gastar excessivamente com prospecção de clientes para a MEI.
Gostaria de saber mais sobre fidelização do cliente, atendimento e comunicação? Acesse os cursos do Sebrae Alagoas, especialize-se e ganhe conhecimento sobre todos os aspectos da sua MEI!