Categoria: Inovação

  • 7 razões para pensar na diversidade e inclusão nas empresas

    7 razões para pensar na diversidade e inclusão nas empresas

    Você já deve ter ouvido falar do programa de trainee do Magazine Luiza para pessoas negras ou de outras grandes companhias que oferecem vagas exclusivas para pessoas LGBTQIA+. E o que a sua empresa tem feito para fomentar a diversidade?

    No mercado atual, essas iniciativas têm se tornado cada vez mais valorizadas. A diversidade e a inclusão nas empresas não é benéfica apenas para a reputação do negócio, mas também para a sua lucratividade.

    Com múltiplas opções online para comprar um produto, os consumidores priorizarão aquelas organizações que têm mais a ver com eles. Pensando nisso, preparamos um post especial para quem quer saber as principais dicas para tornar a sua empresa mais inclusiva e diversificada. Boa leitura!

    Por que promover diversidade e inclusão nas empresas?

    Primeiro, mostraremos as principais vantagens para reforçar esses valores em seu negócio.

    1. Mais satisfação para os colaboradores

    A liberdade de expressão de uma empresa que investe na diversidade contribui para a criatividade das suas equipes. Afinal, ao serem bem acolhidos pela organização, os funcionários podem se focar no trabalho, evitando distração por desconforto no ambiente organizacional.

    Além disso, as vivências compartilhadas de diferentes pessoas fazem com que as reuniões de brainstorming se tornem ainda mais interessantes. Quanto mais diversa, maior será a autenticidade das ideias apresentadas naquele ambiente.

    Com uma equipe diversa e criativa, será mais fácil desenvolver produtos e serviços inovadores. Desse modo, aquele ambiente de trabalho se torna satisfatório para os funcionários e também para os clientes, que desfrutarão do resultado dessa colaboração.

    2. Retenção de talentos

    O sucesso de uma empresa depende dos talentos que ela tem em seus quadros. Para isso, nada melhor que propiciar uma jornada de trabalho colaborativa, inclusiva e amistosa para todos, não é verdade?

    Trabalhadores talentosos, que são abordados por outras companhias, têm menos chance de escolher um ambiente tóxico para ficarem por um bom tempo. É preciso notar que esses funcionários ainda inspiram outras pessoas a darem o melhor de si: portanto, retê-los é um investimento direto na saúde financeira do negócio.

    3. Melhora do clima organizacional

    Investir na diversidade ajuda a construir uma cultura de inclusão e respeito ao próximo. Isso melhora sensivelmente o clima organizacional na empresa, já que a tolerância se torna um valor enraizado dentro dos seus valores.

    Quando os colaboradores se sentem respeitados, representados e ouvidos, será bem mais fácil para eles “vestir a camisa”. Não é raro, inclusive, ver perfis no LinkedIn exaltando as suas companhias, mesmo em relação àqueles que não estejam em cargos de chefia.

    4. Maior lucratividade

    Empresas que não têm a diversidade como um dos seus valores principais não sobreviverão: é o que afirma uma pesquisa da McKinsey, uma consultoria norte-americana que ajuda empresas do mundo todo a crescer e a abraçar as tendências positivas.

    O estudo apontou que as companhias que contam com uma maior pluralidade em sua equipe alcançam resultados até 21% maiores que aquelas que não ligam muito para o conceito. Desse modo, a preocupação com a diversidade não é apenas um valor humanitário, mas uma questão de sobrevivência da organização dentro do mercado.

    5. Melhora da imagem do negócio

    A empresa que mostra que está aberta a colaboradores com perfis diferentes está em sintonia com o mundo atual — e atrai consumidores que compartilham das mesmas características. Além de ter um bom clima organizacional, ela também melhora a sua reputação.

    Hoje, é comum para as empresas vender na internet. Mesmo aqueles estabelecimentos que ainda mantêm apenas lojas físicas já apostam em algum tipo de presença online. Isso faz com que todas as companhias sejam, de algum modo, encontradas pelos consumidores.

    Da mesma forma, essa presença digital facilita que as pessoas possam investigar as organizações antes de comprar um produto. Por isso, apostar na diversidade e inclusão é uma maneira de atrair consumidores em potencial que também compartilham desses valores.

    6. Redução do turnover

    O turnover é a taxa de rotatividade dos funcionários dentro de uma empresa, ela mede o número de colaboradores que saem de uma companhia durante um período de tempo. Quando o seu negócio não promove um ambiente saudável, a tendência é que muitas pessoas o deixem — inclusive os grandes talentos.

    Quando muitos colaboradores abandonam a empresa, ela precisa treinar novos funcionários. Desse modo, é como se ela tivesse que reiniciar suas atividades do zero várias vezes durante a trajetória. Isso faz com que a produtividade oscile.

    Além disso, uma empresa com um turnover alto não têm uma identidade bem-definida, já que seus funcionários estão mudando o tempo todo. Diante desse cenário, ela acaba sendo mal vista por profissionais talentosos que estejam em busca de um novo emprego.

    7. Diminuição de conflitos

    Quando a empresa deixa claro para os seus times que a inclusão é um valor inegociável, os conflitos diminuem. Afinal, essa missão já orienta as novas contratações e a permanência de funcionários dentro do negócio.

    Assim, há uma diversidade de experiências, de pontos de vista, de vivências e de habilidades que ampliam as possibilidades de cada equipe, favorece a convivência — e, de acordo com o a pesquisa da McKinsey que mencionamos, ainda melhora os resultados globais.

    Quem são as pessoas que merecem a atenção da empresa?

    Falamos muito dos benefícios da diversidade, mas como implementar esse conceito e quais pessoas devem ser observadas com mais carinho? Estamos falando das mulheres, das pessoas negras, LGBTQIA+ e também daquelas com algum tipo de deficiência.

    Além disso, é possível encontrar pessoas que se encaixam em mais de uma dessas características. Portanto, além de integrar cada grupo mencionado, é preciso tratar as iniciativas de forma conjunta. É necessário desenhar estratégias e objetivos para contemplar aqueles que não costumam ter tanto espaço no mercado de trabalho.

    A empresa pode dedicar uma vaga a uma PCD (pessoa com deficiência) e integrá-la a um time já existente, por exemplo. Desse modo, todos aprendem juntos, a empresa diversifica suas equipes e mostra, para seus clientes, que ela não só prega esses valores, mas os exerce de fato.

    Como pudemos ver no artigo, a diversidade e inclusão nas empresas devem ser uma preocupação para todo negócio que deseja sobreviver. Não se trata apenas de um valor humanitário, mas uma característica que os consumidores têm buscado. Além disso, líderes que apostam nesses valores garantem um pacote invejável: criatividade, inovação e produtividade.

    Gostou do artigo e quer conferir mais conteúdo sobre o tema? Então, acesse nossos e-books e inove com o poder da diversidade!

  • 9 tendências de moda para se inspirar e aplicar no seu negócio

    9 tendências de moda para se inspirar e aplicar no seu negócio

    O setor de vestuário é uma excelente opção de negócio, pois está em constante crescimento. No entanto, para ter sucesso nesse tipo de empreendimento é preciso ficar atento às tendências de moda. Afinal, como a moda é bastante dinâmica e tem mudanças contínuas, a demanda por determinado tipo de produto também oscila.

    Ou seja, há trends que chegam com muita força no mundo fashion, e saber quais são elas ajudará você a aproveitar a oportunidade para melhorar seus resultados. Por esse motivo, nós listamos nove tendências que estão em alta e não podem faltar em sua loja. Confira a seguir!

    1. Cores fortes

    As cores transmitem mensagens e produzem sensações. Por isso, a cada ano, há uma nova cartela. Para 2022, as mais utilizadas são o verde, o azul, o roxo e o pink. O que muda são suas tonalidades, indo da mais vibrante para a suave conforme a estação, da seguinte forma:

    • verão — tons bem vibrantes, que transmitem vitalidade, alegria e descontração estão presentes tanto nas peças de roupa quanto nos acessórios;
    • primavera — tons de verde, azul, lilás e rosa, porém mais suaves, ou seja, os chamados tons pasteis, que trazem um ar de positividade delicada e combinam com a estação;
    • inverno — as mesmas cores em tons mais fechados marcam presença em peças como blazers, sobretudos e o tailleur, que voltou com força total;
    • outono — os tons continuam vibrantes, como os do verão, mas em peças mais confortáveis, com bastante volume e transparência.

    Outra grande tendência das cores é o chamado color blocking, ou seja, montar um look com cores fortes, por exemplo, uma calça de alfaiataria azul royal e uma camisa verde-água. Ou, ainda, adotar um look monocromático, que consiste em escolher peças da mesma cor, mesmo que em tonalidades diferentes.

    2. Geometria assimétrica

    Refere-se ao corte das roupas. Para esse ano, há muita assimetria e linhas retas, isto é, blusas e vestidos de um ombro só, decotes lineares, peças com recortes na linha do abdômen ou costas, barras assimétricas.

    São peças que fogem do corte tradicional e criam um desequilíbrio harmônico e um vestuário muito moderno.

    3. Mangas bufantes

    Extremamente femininas e que trazem um ar de vestidos da época de reis e rainhas, as mangas bufantes ajudam a deixar qualquer visual mais sofisticado. Croppeds, blusas, macacões, blazers e jaquetas: o estilo está em peças de todas as estações.

    Na hora de montar os looks para divulgação nas redes sociais ou para a vitrine, procure usar peças de baixo com design reto e sem volume, como calças skinny, shorts, saias e calças retas de alfaiataria. Isso ajudará a equilibrar o visual e criar looks que vão inspirar os clientes a comprar.

    4. Crochê

    Clássicos, com toque artesanal e que têm tudo a ver com o clima tropical, o crochê e o macramê voltaram a estar em alta, principalmente na moda praia ou em looks para piscina, barzinho ou restaurante no litoral.

    Além de biquinis e maiôs, saídas de praia, blusinhas e cropped, o trançado típico também pode estar em bolsas e chapéus e até em peças mais pesadas, como cardigãs.

    5. Clochard

    Por aliar conforto e elegância, o estilo clochard se transformou em uma das mais fortes tendências de moda atual e está presente em calças, shorts e saias. Trata-se de um modelo mais soltinho, superconfortável e com o cós franzido, com mais volume na cintura e amarração por meio de uma faixa ou cordinha.

    O mais comum é encontrarmos peças clochard em alfaiataria, pois os tecidos mais macios contribuem muito para criar modelos que caem muito bem. Mas nada impede que o estilo também apareça em jeans.

    6. Puffer jacket

    Nas regiões onde o inverno é mais rigoroso, a puffer jacket ou jaqueta puffer já é um sucesso e invadiu os posts das maiores influenciadores digitais. Trata-se de jaquetas geralmente feitas em nylon e cheia de gominhos forradas com fibra ou, até mesmo, pena.

    Apesar de parecerem mais esportivas, também há modelos luxuosos, que combinam perfeitamente com calça justa e salto bem alto. Ainda, há jaquetas com corte bem assentado, oversized, mais compridas e também mais curtas. Ou seja: tem puffer jacket para todos os seus clientes.

    7. Calça de couro

    Peças em couro ou material semelhante (como o P.U) sempre passam uma imagem mais poderosa, determinada e irresistível. Além disso, as calças de couro são muito versáteis e atemporais. Por isso, virou uma verdadeira febre entre as it girls e acabou dominando todo o mundo da moda.

    Como é uma tendência de moda que veio com muita força, vale a pena investir em um bom estoque, pois vai continuar em alta por bastante tempo.

    8. Calça cargo

    Moderna, descolada, urbana e agênero: a calça cargo foi um verdadeiro sucesso nos anos 1990 e 2000. No entanto, voltou repaginada, com um ar mais sofisticado causado pelo seu corte não tão solto ao corpo.

    A cargo é um modelo mais soltinho, de tecido, com bolsos laterais e que pode ser feita em diversas texturas e materiais. Assim, é uma alternativa mais arrojada à alfaiataria. Além disso, as calças cargo atuais estão muito mais versáteis. Deixaram de lado o ar mais militar e podem perfeitamente compor looks delicados, combinados com cropped e sapatilha ou rasteirinha.

    Aliás, ela é uma peça tão versátil que já é considerada o novo jeans. Por isso, vale a pena investir na compra de peças variadas, com diferentes estilos e acabamentos.

    9. Alfaiataria

    Como você pode perceber, a sofisticação, a elegância e as cores variadas estão muito presentes no vestuário desse ano. Para fechar com chave de ouro, temos a alfaiataria, que consegue unir todas as trends em um look: seja com assimetria, seja com um visual color blocking, cores vibrantes ou um estilo mais larguinho e confortável. Então, não deixe faltar peças de alfaiataria em sua loja. Certamente terá uma grande procura.

    Agora que você já sabe quais são as principais tendências de moda para esse ano, não deixe de compor o seu estoque com peças que estão em alta e têm tido uma excelente procura. Além disso, faça a divulgação das novidades e lançamentos nas redes sociais e veja seus resultados alavancarem!

    Quer muito mais dicas? Então, baixe nosso ebook sobre tendências do mercado da moda e fique por dentro do que os consumidores mais desejam.

  • Passo a passo para implementar a cultura analítica na sua empresa

    Passo a passo para implementar a cultura analítica na sua empresa

    A cultura de uma empresa é o que orienta todos os seus procedimentos, o seu posicionamento, comportamento da equipe e, por consequência, a produtividade e eficiência. A cultura analítica é aquela que se baseia em dados palpáveis na tomada de decisões.

    Ela está associada a termos que se tornaram populares nos últimos anos, como o “big data” e o “data-drive”. Aderir a essa cultura é uma estratégia essencial para empreendimentos que estão em fase de consolidação, buscando se posicionar no mercado para expandir os negócios em breve.

    Quer saber como você pode implementá-la na sua empresa? Descubra neste artigo!

    Por que adotar uma cultura analítica na empresa?

    O primeiro passo para qualquer mudança é compreender quais são as razões por trás dela. No caso da cultura analítica, ela vai ao encontro do que os empreendimentos mais buscam hoje em dia: assertividade. Em um mercado cada vez mais competitivo, o uso de dados faz com que as decisões sejam pautadas na realidade, reduzindo o índice de erros.

    Por exemplo: graças à coleta e análise de dados, é possível saber exatamente como o usuário se comporta quando acessa o site da empresa, em quais páginas entra, quanto tempo permanece em cada uma delas, que caminho percorre, em quais botões clica, assim é possível identificar os produtos que o atraem.

    A partir disso, é possível elaborar e executar uma estratégia de comunicação digital que esteja realmente de acordo com o que esse usuário está buscando, melhorando sua experiência e aumentando a chance de fechar negócio.

    Esse direcionamento de uma cultura empresarial orientada aos dados, possibilita reduzir os erros , otimizando os recursos e esforços da empresa.

    Como colocar a cultura analítica em prática

    Agora que você já sabe a importância de aderir a cultura analítica empresarial, veja a seguir os passos para implantá-la no seu negócio:

    Transição para cultura data-driven

    Uma mudança na cultura da empresa exige engajamento de toda a equipe e isso só acontece quando todos estão cientes do propósito e dos benefícios dessa transição. Mostre para os seus colaboradores as evidências de que uma cultura analítica é capaz de melhorar a performance e resultados do negócio.

    Mais do que isso: deixe claro como o uso e interpretação de dados pode ajudar cada um na realização das suas atividades, otimizando o tempo e aumentando a produtividade.

    A gestão de equipes vai ser crucial nesse processo, pois irá coordenar os esforços para promover as capacitações necessárias para preparar os colaboradores para extração e leitura de dados, por exemplo.

    O líder terá a missão de mostrar para os demais que, embora o processo de transição possa fazê-los sair da zona de conforto com a qual todos estão acostumados, vai valer muito a pena, pois os seus resultados irão melhorar.

    Determine quais dados são importantes para monitorar

    Se você pensar no dia a dia da sua empresa, vai perceber que inúmeros dados fazem parte dele, nos ambientes on e off-line: quantas pessoas entram no seu ponto de venda em um dia, quantos acessos tem o seu site em um mês, quantos clientes realmente finalizam a compra, quantos compram novamente depois de um determinado período, quantas pessoas clicam em seu anúncio no Google e assim por diante.

    O primeiro passo é fazer um levantamento do que é importante para empresa monitorar, e determinar quais são os dados que serão coletados e analisados. É necessário direcionar os esforços para coletar dados que realmente vão fazer diferença na tomada de decisão.

    Não é só porque uma informação pode ser mensurada que ela deve ser! É preciso pensar se faz sentido monitorar a informação de acordo com a estratégia e objetivo do negócio.

    De que forma esses dados serão coletados

    Hoje em dia, existem inúmeros programas desenvolvidos para fazer coleta de dados, de modo que esse trabalho não precise ser realizado manualmente. Para saber quais são as melhores opções de ferramentas analíticas, vai depender de quais dados você deseja mensurar.

    Isso se torna mais simples depois que você definiu quais dados serão acompanhados. Se você deseja, por exemplo, acompanhar o número de pessoas que realmente finalizam a compra e quantas deixam os carrinhos abandonados, o sistema de gestão do seu e-commerce será o melhor local para te oferecer essas informações.

    Para que isso funcione, é importante que todos na equipe estejam cientes dos dados que devem acompanhar e que responsáveis sejam definidos para a execução dessa tarefa. Dessa forma, eles saberão o que acompanhar e onde encontrar essas informações.

    Importância da análise dos dados

    Não é um aglomerado de dados que vai fazer com que as decisões da sua empresa sejam mais assertivas e sim como eles são interpretados. E essa é justamente a função humana que nenhuma tecnologia vai substituir (pelo menos não por enquanto): analisar dados e entender de que forma eles podem ser utilizados para o melhor desenvolvimento do negócio.

    Organização e armazenamento dos dados

    As informações devem servir como base para a elaboração de relatórios que facilitem a sua visualização. Por isso, é muito importante que seja definido um método de armazenamento e organização desses dados.

    Dessa forma, sempre que for necessário, os dados poderão ser acessados facilmente. Além disso, é importante que os relatórios já gerados também sejam corretamente armazenados. Assim, será possível analisar cenários anteriores e realizar comparações com os dados mais recentes.

    Padronize a tratativa dos dados

    Para concretizar uma cultura analítica, será necessário padronizar todo esse fluxo de coleta e interpretação de dados, de modo que ela se torne parte dos procedimentos operacionais da empresa.

    Por isso, é preciso definir quem serão os responsáveis pela coleta e análise dos dados, com que frequência esses serão coletados, de que forma, e como eles serão acompanhados. É preciso criar todo o processo de forma clara e objetiva, para que a cultura analítica seja realmente efetiva!

    Promova feedback

    Sempre que uma nova cultura está em fase de implementação, é essencial que o gestor dê um feedback aos colaboradores sobre como eles estão se saindo, o que pode ser melhorado, o que já está transcorrendo como esperado.

    No caso da cultura analítica, quando os dados entram em cena, é bastante comum que alguns colaboradores tenham dificuldade para lidar com os números. Isso já é esperado. Portanto, o feedback é o momento ideal para ouvir as dúvidas e orientar da melhor forma possível.

    Principais erros na implementação de uma cultura de dados

    Além de seguir o passo a passo, também é fundamental evitar cometer erros comuns. Confira quais são eles:

    • Centralizar a coleta e análise de dados em um único colaborador. Assim, apenas um indivíduo terá acesso ao data driven, o que cria margem para problemas, pois é preciso o envolvimento de todos para se tornar cultura;
    • Coletar dados aleatórios que não estão alinhados à estratégia do negócio, não sendo uma métrica eficiente;
    • Realizar toda a gestão de dados em planilha, quando existem tecnologias pensadas especificamente para isso;
    • Não definir como deverá decorrer todo o processo de coleta e análise dos dados. Ao invés de promover melhorias, essa desorganização favorece atrasos e a improdutividade dos envolvidos.

    Com essas dicas, você já conseguirá começar a implementar a cultura analítica no seu negócio. Quer ir mais a fundo no assunto? Então não deixe de conferir o e-book “Use os dados a seu favor e faça as melhores escolhas para o negócio”. Nele explicamos com riqueza de detalhes como inserir o big data na realidade da sua empresa.

  • Banco de dados para a empresa: o que é e para que serve?

    Banco de dados para a empresa: o que é e para que serve?

    Com os avanços tecnológicos, os dados estão cada vez mais acessíveis e se tornaram fundamentais para a tomada de decisões e para o planejamento estratégico de empresas de todos os segmentos. Para transformar essas informações em vantagens competitivas, é necessário construir um banco de dados para a empresa.

    Os bancos de dados podem ser usados para o controle de informações de vários setores, tais como o recursos humanos – RH, o setor de vendas, compras e até mesmo para o armazenamento de informações de sites e blogs construídos para divulgar os produtos ofertados

    Neste post, você vai entender o que é banco de dados e como ele pode ser aplicado em sua empresa!

    O que é a cultura Data Driven?

    A cultura Data Driven nada mais é do que a cultura na qual todas as informações da empresa são avaliadas de maneira multidisciplinar, ou seja, antes de tomar decisões, são extraídos alguns conhecimentos dos dados coletados para que eles possam ser transformados em ações. Tal fator evita que as decisões sejam tomadas sem dados concretos.

    Data Driven engloba um processo organizacional direcionado para a base de dados. Isso significa que todas as decisões tomadas serão baseadas em informações e não em intuições dos empresários ou na experiência já vivida anteriormente. Não significa que a vivência não traz conhecimento, mas os dados precisos permitem o acesso à realidade da empresa em tempo real.

    Portanto, Data Driven não é apenas uma ferramenta, mas sim uma metodologia de trabalho focada em dar aos gestores uma ideia mais precisa de seu negócio. As informações são cruzadas para que se possa visualizar um panorama mais amplo do mercado, revelando dados dos clientes, concorrentes e fornecedores para que os gestores possam agir.

    O que é o banco de dados?

    Banco de dados nada mais é do que a organização e armazenagem de informações empresariais em um mesmo local. Os dados que tratam do mesmo assunto podem ser guardados com segurança para que gerentes, empresários e funcionários tenham acesso a eles em um único ambiente.

    A armazenagem deve ser realizada de maneira segura para posteriormente ser usada para conferência.

    É interessante contar com o auxílio de um sistema de gerenciamento de banco de dados para conseguir encontrar as informações desejadas sobre a empresa. Hoje em dia, já existem várias soluções tecnológicas e o ideal é encontrar a que mais se adapte as necessidades de sua organização.

    Como o banco de dados pode ser aplicado em empresas?

    O banco de dados, sem sombra de dúvidas, é uma das maiores armas que as empresas têm em mãos. Transformar os dados em informações para conhecer a efetividade as ações adotadas pelo o negócio ou sobre as preferências dos clientes faz com que a empresa tenha novos conhecimentos.

    Esses conhecimentos servirão para adotar as melhores estratégias de marketing, tornando-as mais eficazes e gerando aumento das vendas. Os dados trazem informações confiáveis e permitem a análise de fatos e promovem decisões e ações mais assertivas.

    Como pode ser feita a análise de dados?

    Para fazer a análise de dados é necessário definir as perguntas que você quer responder, determinar o que e como medir, fazer a coleta e interpretar os resultados. Dessa forma é possível ter acesso às informações mais relevantes sobre a empresa e identificar as oportunidades de negócio.

    Saiba que é possível utilizar as tecnologias disponíveis no mercado para coletar, armazenar e processar os dados, bem como gerar relatórios que facilitarão as avaliações e as tomadas de decisões dos gestores.

    Quais são as vantagens de ter um banco de dados?

    Trabalhar com a análise de dados pode oferecer várias vantagens para o seu negócio. Entre os maiores benefícios estão a facilidade de acesso às informações, segurança dos dados confidenciais dos clientes, fornecedores e parceiros, redução dos riscos da operação, entre outros.

    Enfim, agora que você já sabe o que é e qual é a importância de um banco de dados para a empresa, faça a implantação em seu empreendimento. Caso ainda tenha alguma dúvida, leia o artigo sobre construção de dadosDecisão baseada em dados: o que você precisa saber? Contamos aqui!” e fique por dentro do assunto.

    Gostou do nosso post sobre o banco de dados empresarial? Se quiser conhecer ainda mais sobre a temática, sugerimos a leitura do nosso “E-book sobre Big Data: como ele pode contribuir para a sua empresa e para as estratégias de marketing”.

  • 5 técnicas de storytelling para implementar no seu negócio

    5 técnicas de storytelling para implementar no seu negócio

    Você já ouviu falar em storytelling? Trata-se de uma técnica utilizada para construir narrativas que cativam o público-alvo. Ela exige dedicação para ser aplicada em cenários corporativos e traz resultados significativos para os empreendedores.

    Esse método pode utilizar diversos formatos para transmitir uma mensagem. Seja por texto, som ou imagem, o importante é conhecer o seu público e escolher a melhor maneira de contar histórias que chamem atenção.

    Quer saber mais? Continue a leitura e descubra tudo sobre o assunto!

    Saiba o que é o storytelling e como ele pode ser aplicado nas empresas

    Storytelling nada mais é do que a arte de contar, desenvolver e adaptar histórias que tenham elementos específicos. A técnica pode ser aplicada de maneira que o fato contado se torne inesquecível para o público-alvo. Sendo assim, a empresa pode utilizá-la para criar conexão com o público e inovar na hora de contar sua trajetória, resolver um problema ou necessidade, apresentar um produto ou serviço, etc.

    Conheça 5 dicas para aplicar o storytelling

    Essa estratégia ajuda os empreendedores a alcançar o sucesso tão desejado. Isso porque uma história envolvente tem papel fundamental na geração de novos clientes. Por meio dessa técnica, é possível fazer com que os leads esperem ansiosos pelos próximos capítulos do evento narrado. Veja abaixo os métodos mais indicados.

    1. Tenha informações relevantes sobre sua marca e segmento

    A primeira dica é ter o máximo de informações possíveis sobre a empresa. Esses dados vão servir de referência para criar textos do blog, assim como vídeos e e-books que servem para alavancar o seu empreendimento. Compartilhe com os consumidores os seguintes aspectos:

    • datas importantes para a organização;
    • depoimentos de clientes;
    • situações que mostrem como a empresa pode ajudar a resolver o problema do cliente;
    • propósito da empresa ou a diferença que ela deseja fazer na sociedade.

    Quanto mais sólidas forem as informações compartilhadas com o público, maior será o sucesso do seu storytelling. Portanto, conte a história da sua marca organizando um começo, um meio e um fim.

    2. Foque nas partes mais relevantes

    Outro ponto interessante é focar nas partes mais atraentes da história de seu negócio. Seja objetivo e não deixe que as pessoas tenham a impressão de ter ouvido essa narrativa em algum lugar. Lembre-se também de não ser repetitivo, pois isso o ajudará a conquistar o público desejado.

    3. Transmita a mensagem por meio de uma história que faça sentido

    O ideal é transmitir uma história que se conecte ao consumidor. É importante que a mensagem consiga tocar o lado emocional e, dessa forma, desperte a atenção e as memórias do leitor, fazendo com que o mesmo se sinta ainda mais atraído pelo enredo.

    4. Transforme o leitor em protagonista

    Não escreva textos que se pareçam enciclopédias. Foque em transformar o seu leitor em um protagonista, fazendo com que ele entre em uma longa jornada e se imagine no papel do personagem principal. Dessa forma, o seu negócio será beneficiado.

    5. Aplique a técnica

    Criar um storytelling que marque as pessoas e que faça com que a organização continue sendo lembrada por um longo período exige técnica. É muito comum separar a criação da narrativa em duas partes. Primeiro seleciona-se a história a ser contada e depois é analisada a melhor maneira para a sua exposição.

    As técnicas de storytelling são excelentes aliadas para que você produza um material único e que traga muitos ganhos. Elas permitem que você promova a identificação do cliente com a marca e crie um envolvimento mais próximo com os consumidores.

    Gostou deste post? Leia também nosso artigo “Quer criar estratégias de marketing digital para sua empresa? Confira dicas essenciais!” e fique por dentro de mais esse assunto!

  • Mindset digital: entenda o que é e como desenvolver na sua empresa

    Mindset digital: entenda o que é e como desenvolver na sua empresa

    Todo gestor está sempre em busca de maneiras de otimizar a rotina de sua empresa. Contudo, o grande desafio é adotar alterações que modifiquem a cultura organizacional de forma permanente, modernizando o negócio e adequando a sua companhia a consumidores cada vez mais exigentes.

    Nesse sentido, o mindset digital é um conceito imprescindível para o mercado atual. Afinal, ele estimula a utilização de ferramentas tecnológicas de modo a extrair o máximo de produtividade dentro da empresa. Neste post, falaremos mais sobre o conceito e como implementá-lo em sua companhia. Boa leitura!

    O que é o mindset digital?

    Mindset digital é um conceito que surgiu por meio de um conceito mais amplo: a transformação digital. De forma bastante resumida, o termo descreve as maneiras de utilizar a tecnologia para extrair o melhor das pessoas que compõem uma empresa.

    Não tendo ligação, portanto, com a substituição de humanos por robôs. Alguns processos podem ser automatizados para gerar mais eficiência, mas são as pessoas que desenvolvem as estratégias de negócio e as colocam em prática.

    O conceito também costuma ser conhecido como “digitalização”, mas o sentido é o mesmo: agrupar práticas e estratégias para otimizar as operações rotineiras da empresa e gerar mais produtividade. O núcleo de todo esse modelo é a internet, que oferece múltiplas oportunidades para o empreender conseguir melhores resultados.

    Como desenvolver um mindset digital na sua empresa?

    Agora, apresentaremos dicas para a adoção desse mindset dentro do seu negócio.

    Analise a perspectiva atual do seu negócio

    Antes de tudo, é preciso entender o que você já tem disponível para viabilizar a sua estratégia digital. O primeiro passo é entender bem como a sua empresa funciona e os seus objetivos. Uma companhia que ainda funcione “à moda antiga”, com poucos equipamentos e negócios na internet, terá mais trabalho.

    Para realizar a transição para um modelo de mindset digital, liste os ativos da sua empresa e compare com aquilo que você quer que ela seja. Converse com consultores em marketing digital e tecnologia para entender como adotar as melhores soluções.

    Não saia comprando equipamentos sem antes considerar o inventário do seu negócio. Caso o seu desejo seja marcar uma presença digital mais concreta, considere contratar especialistas em marketing digital e treinar os colaboradores para concretizar essa ambição.

    Fale sobre a importância de uma estratégia digital

    Adotar um mindset digital é uma atitude que demanda mais do que simplesmente adquirir tecnologias e equipamentos para a empresa. Trata-se de uma mudança organizacional completa, com o objetivo de modernizar o negócio e produzir mais.

    Por isso, reúna os seus colaboradores e transmita a eles esse desejo da empresa. Com uma conversa franca, será possível até mesmo identificar funcionários que já têm as habilidades necessárias para iniciar os primeiros passos.

    Além do estabelecimento de uma cultura digital, é preciso considerar aspectos estratégicos e econômicos. O primeiro envolve as ações administrativas que serão alinhadas aos novos objetivos. O segundo tem a ver com os valores que a empresa poderá pagar para trilhar esse novo caminho.

    Defina as suas plataformas na internet

    Não é possível implementar esse mindset sem uma plataforma na internet, como um site, aplicativo e soluções digitais. Podemos até mesmo dizer que essa escolha representa o elemento visível da presença no mundo digital.

    A primeira etapa, aqui, é desenvolver um site responsivo — isso é, que se adapte à navegação tanto em computadores e dispositivos móveis. Buscar a ajuda de desenvolvedores especializados para construir um aplicativo personalizado também é outra ótima medida.

    Contudo, nem sempre é preciso gastar muito para modernizar digitalmente a sua empresa. Utilizar elementos de marketing digital, como técnicas de SEO ou automação, já é um importante passo para adotar um mindset digital.

    Capacite seus colaboradores

    Fazer com que os seus colaboradores adquiram habilidades é muito recompensador, tanto para eles como para a empresa. O fundamental dessa etapa é poder descobrir que muitos deles já têm aptidões que ainda não foram exploradas e que enriquecerão a rotina produtiva da companhia.

    Por isso, reúna seus funcionários e identifique aqueles que têm o perfil certo para agilizar a implementação de um mindset digital. Aqueles que já sabem um pouco mais podem orientar os outros e garantir um ambiente de crescimento mútuo.

    Caso a sua empresa ainda não tenha essas habilidades, busque treinamentos e palestras. É possível encontrar muitos livros sobre o assunto, além de vídeos no YouTube.

    Invista em tecnologia

    Por fim, não é possível negligenciar a conexão direta que há entre os termos “mindset digital” e “tecnologia”. Ainda é comum encontrar empresas nas quais o setor de TI serve apenas como um apoio, mantendo funcionários no ambiente físico apenas para prestar manutenção nos equipamentos da empresa.

    Contudo, manter esse modus operandi é desperdiçar as oportunidades que as tecnologias modernas proporcionam — e, consequentemente, negligenciar toda uma busca pelo mindset digital. Listamos alguns exemplos de soluções que podem ser implementadas para otimizar as atividades da empresa.

    Análise de dados

    A análise de dados é feita por softwares dedicados a investigar o histórico digital da empresa, além da pesquisa na própria internet em geral. Assim, a companhia consegue buscar fontes de informação para estabelecer novas tendências, preencher lacunas no mercado e gerar decisões mais precisas e embasadas.

    Aliar as ferramentas de dados ao bom treinamento dos colaboradores, característica que já mencionamos, é um passo enorme na modernização dos negócios e adaptação a um mercado de trabalho cada vez mais digital.

    Automatize atividades

    Automatizar atividades é entregar determinadas tarefas para as máquinas e poupar colaboradores de trabalho repetitivo. Um exemplo é a utilização da técnica conhecida como e-mail marketing, no qual as mensagens passam a ser enviadas de forma automática e de acordo com o estágio de interesse.

    Assim, o próprio gestor pode configurar os melhores horários de envios, tudo de acordo com dados colhidos dos visitantes que deixam seus endereços de e-mail nos blogs e sites em geral. Essa praticidade tem tudo a ver com o mindset digital.

    Utilização de métricas

    Além da automatização, os colaboradores podem utilizar métricas — como os KPIs. São ferramentas dedicadas a mensurar resultados e proporcionar um embasamento maior para as novas decisões de negócio.

    Essa mensuração não precisa ser feita de forma manual: ferramentas como o Google Analytics (gratuito) e SEMrush são essenciais para visualizar resultados de forma intuitiva. Com eles, é possível acompanhar o posicionamento nos mecanismos de busca e o nível geral de tráfego no seu website, por exemplo.

    Como pudemos conferir, o mindset digital é uma característica que deve ser agregada à cultura organizacional das empresas para modernizá-las e prepará-las para as exigências dos consumidores. Apostar nessa tendência é fazer parte de outro movimento global: a transformação do comércio por meio da tecnologia.

    Já que estamos falando de tendências, que tal aproveitar a visita e acessar o nosso guia completo sobre o que tem dado falar em relação às novas práticas de mercado?

  • Diferencial do produto: saiba como vendê-lo para lucrar mais!

    Diferencial do produto: saiba como vendê-lo para lucrar mais!

    !Para uma empresa, lançar um produto exatamente igual ao dos concorrentes não é a melhor solução. Afinal, por mais eficiente que essa mercadoria seja, será difícil encontrar argumentos para fidelizar os clientes que já sejam compradores daquilo que foi copiado. Além disso, a companhia ainda pode ficar com uma má fama no mercado.

    Por isso, a melhor solução é apostar no diferencial produto e, consequentemente, elevar o seu valor agregado. Neste post, falaremos um pouco mais sobre esses conceitos e sobre como gerar soluções que levem à fidelização — e, consequentemente, aos lucros. Boa leitura!

    O que é o diferencial do produto?

    De forma bastante objetiva, o diferencial do produto é o conjunto de características que tornam aquela mercadoria (ou serviço) essencial para os consumidores. Isso envolve tanto entregar soluções para os problemas dos clientes como influenciar positivamente a percepção dos compradores.

    O principal objetivo, aqui, é unir qualidade das soluções finais a boas práticas empresariais. Dessa forma, questões como o atendimento ao cliente, a promoção das mercadorias (e serviços) e até mesmo a segmentação escolhida influenciam diretamente na percepção final do diferencial do produto.

    Qual é a sua relação com o valor agregado?

    Temos um post bem legal e completo sobre valor agregado, mas vale resumir o conceito aqui. Ele está diretamente relacionado à percepção do cliente sobre o diferencial do produto, serviço ou solução que é ofertada. Portanto, ambos os conceitos caminham juntos nas empresas.

    Assim, o valor agregado se ocupa em oferecer uma percepção positiva e mais ampla do que foi comprado, além da qualidade daquela mercadoria. Para elevar esse valor, é necessário entender o cliente, compreender o que ele busca, além de satisfazer os seus desejos.

    Desse modo, podemos dizer que proporcionar valor agregado é uma maneira de transformar as características e funcionalidades de um produto, assim como toda a experiência de compra, em benefícios concretos para os clientes finais.

    Por isso, os vendedores mais bem-sucedidos serão aqueles que conseguem ressaltar o diferencial do produto e convencer os consumidores do seu valor. Há uma fala do economista e especialista em marketing Philip Kotler que explica bem essa relação, em seu livro “Marketing para Século XXI”, de 2009:

    “Se os clientes somente comprassem produtos e não se importassem com os serviços e benefícios afins, e se todos os produtos da categoria fossem os mesmos, todos os mercados seriam dominados pelo preço. Assim, todas as empresas teriam de aceitar o preço criado pelo mercado. A única vencedora seria a empresa de custo mais baixo”.

    Quando Kotler menciona “serviços e benefícios afins”, ele está se referindo aos diferenciais do produto e ao valor agregado. Esses conceitos são fundamentais para entender como estabelecer critérios de lucro que vão além do simples preço.

    Quais são as maneiras de explorar o diferencial do produto?

    Agora, demonstraremos algumas maneiras de buscar a diferenciação de forma efetiva.

    Estude o mercado e aposte na segmentação

    Na hora de traçar as suas estratégias de marketing, é essencial buscar a segmentação. É a partir dela que será possível ressaltar os diferenciais de produto de acordo com as personas e público-alvo. Afinal, as motivações para o consumo podem mudar de acordo com a faixa etária, por exemplo.

    A segmentação é, basicamente, dividir o público que a empresa quer atingir com base em características comuns. Com isso, fica mais fácil impactar cada grupo. Suponhamos que a sua organização queira vender notebooks.

    As motivações de pessoas mais maduras, acima dos 50 anos, são diferentes das razões pelas quais os adolescentes buscam esses produtos. Enquanto os primeiros adquirem os computadores para trabalhar, por exemplo, os jovens utilizam as máquinas para estudar e jogar videogames.

    Portanto, o diferencial do produto pode ser definido para ambos os públicos. Um bom notebook, de uma empresa bem recomendada por especialistas, servirá para as necessidades das duas personas — e cabe aos profissionais da sua empresa ressaltar essas características.

    Entenda o seu posicionamento de mercado

    Depois de definir a segmentação e ressaltar os diferenciais de acordo com as suas personas, é preciso determinar uma estratégia para garantir, aos seus clientes, que os seus produtos e serviços são superiores ao da concorrência.

    Uma boa maneira de explorar isso é realizar pesquisas de mercado, que o ajudarão a desenvolver uma imagem única para a empresa. Os clientes passam a conhecê-la melhor e reconhecer as características que a tornam especial.

    Além de cuidar da comunicação visual, é necessário apostar em estratégias que tenham a ver com o seu público. Para isso, é preciso mapear os canais nos quais eles estão. De que adianta gastar caro em anúncios em horários nobres na televisão se os seus consumidores preferem as redes sociais.

    Tenha um bom marketing

    Essa dica envolve tanto a manutenção de um time de alto nível como a utilização das ferramentas certas. Busque consultorias na área para entender quais treinamentos podem ser feitos com os colaboradores que você já tem, de modo que eles desenvolvam habilidades úteis.

    Não tenha medo de buscar novas tecnologias e de apostar na produção de conteúdo — isso é, na escrita textos destinados a fazer com que as pessoas encontrem o seu site. Podemos enumerar algumas soluções digitais, que têm gerado resultados satisfatórios para equipes de marketing:

    • análise de dados;
    • automatização de atividades (como envio de e-mails periódicas aos clientes);
    • utilização de métricas para mensurar resultados;
    • sistemas de gestão.

    Além disso, leia o nosso post sobre tecnologias para pequenos negócios, no qual listamos diversas soluções que podem ser adaptadas para diferentes segmentos. Esse know-how resultará em produtos e serviços cada vez mais diferenciados.

    Inove

    Inovar é enxergar lacunas no mercado e lançar produtos de acordo com necessidades dos clientes que não são totalmente atendidas. Para isso, é preciso conhecer bem os consumidores e investigar o ramo de atuação para gerar insights.

    Uma maneira de fazer isso é entrar em contato com clientes fidelizados e estimulá-los a preencher questionários leves, se concentrando nas suas dores. Ao cruzar as respostas de diferentes pessoas, será possível estabelecer padrões e lançar produtos diferenciados.

    Uma matéria da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios oferece um insight valioso: para inovar, é uma boa medida estimular tanto as opiniões dos consumidores como dos próprios funcionários. Um dos colaboradores pode ter uma ideia pronta para ser desenvolvida — e que esteja de acordo com demandas frequentes de diversos clientes.

    Assim, uma cultura de inovação dentro da empresa é uma maneira efetiva de investir no diferencial do produto. Como pudemos ver no artigo, ela se relaciona diretamente ao valor agregado, uma vez que ambos os conceitos visam oferecer a melhor experiência possível para o cliente. Unir essas duas concepções é uma maneira de fidelizar clientes e estabelecer a empresa como uma das melhores do mercado.

    Caso você tenha gostado do post e esteja e queira ler um pouco mais sobre empreendedorismo, confira o nosso post sobre como funciona o capital de giro!

  • Quer melhorar seus resultados? Veja como priorizar as tarefas no trabalho

    Quer melhorar seus resultados? Veja como priorizar as tarefas no trabalho

    Você precisa executar várias atividades em seu trabalho (ou até na vida pessoal) e acaba atrasando a produção ou mesmo ficando com a sensação de não saber por qual delas começar? Se essa situação é familiar, está na hora de conhecer algumas estratégias para entender melhor como priorizar tarefas. 

    Esse problema é bastante comum e pode afetar a sua produtividade e o desempenho de sua empresa. Além disso, resulta no sentimento de que existe uma sobrecarga de trabalho, o que nem sempre é verdade — talvez o real problema seja a dificuldade de identificar o que é urgente e o que pode ser deixado para depois.

    Para um líder, definir prioridades é essencial para direcionar o trabalho dos colaboradores e conseguir maior engajamento da equipe. Continue a leitura e descubra como fazer isso!

    Por que saber identificar urgências faz toda a diferença para o seu negócio?

    Quando várias tarefas são consideradas urgentes, na verdade, existe uma grande possibilidade de que nenhuma delas seja, de fato, tão prioritária. O que acontece é que há falta de clareza sobre o que é realmente prioridade.

    Isso gera confusão e desmotiva a equipe, que se sente sobrecarregada, sem um direcionamento adequado. Por isso, adotar boas práticas de gestão e entender as prioridades faz toda a diferença.

    Urgência, prioridade e importância, por exemplo, são conceitos distintos, que ajudam a classificar cada demanda:

    • uma tarefa urgente não necessariamente é prioritária. A urgência se relaciona ao tempo para execução e prazo para conclusão;
    • importância diz respeito ao valor que a tarefa em questão agregará ao negócio;
    • prioridade acaba sendo uma mistura de ambos. Ou seja, as tarefas importantes, com menor prazo, são prioritárias.

    Classifique as prioridades

    Saber classificar cada tarefa de acordo com tais critérios pode parecer um tanto confuso — afinal, nem sempre aquela considerada prioritária é urgente, certo? Porém, isso faz toda a diferença para evitar que algo que, embora importante, tenha mais prazo e seja executado antes das demais demandas.

    Por isso, vale a pena classificar também as prioridades:

    • prioridade 1 é tudo aquilo que é urgente e importante;
    • prioridade 2 são tarefas importantes, mas não tão urgentes;
    • prioridade 3 se refere a urgências que não são tão importantes.

    Como priorizar tarefas mais importantes?

    Seguindo essa linha de raciocínio, fica mais fácil entender como priorizar cada ação de sua empresa. Um método muito utilizado para isso é a Matriz de Eisenhower, que distribui as tarefas em quatro quadrantes, o que facilita a visualização do que deve ser executado primeiro e o que pode ser delegado.

    No primeiro quadrante, fica tudo aquilo que é urgente e importante, como resolução de crises, projetos com prazos e reuniões que não podem ser adiadas, por exemplo. No segundo, fica o que é importante, mas não tem urgência, como planejamento de ações, treinamento e relacionamento. Nesse caso, defina datas para a execução, após solucionar as prioridades.

    No terceiro quadrante, estão tarefas que são urgentes, mas nem tão importantes, como telefonemas ou determinadas reuniões, que podem ser delegadas à equipe. Por fim, no quarto, estão atividades nem urgentes, nem importantes, que devem ser eliminadas para melhorar a produtividade. Exemplos disso são troca de e-mails desnecessários e uso de redes sociais para lazer.

    A ideia da matriz veio de Dwight Eisenhower, 34º presidente dos Estados Unidos, que afirmou que “o que é importante raramente é urgente e o que é urgente raramente é importante”. Para ilustrar, veja um exemplo da matriz:

    como priorizar tarefas

    Como implantar essa estratégia em meu negócio?

    Ao criar regras para classificar a prioridade das tarefas, sua equipe ganha autonomia para a execução do trabalho. Como reflexo, a motivação aumenta e a empresa se torna mais produtiva. Confira a seguir o que fazer para implantar essa nova cultura corporativa.

    Faça um mapeamento de tarefas

    É preciso conhecer todas as tarefas executadas pelo negócio, bem como as ferramentas necessárias para sua execução. Em muitos casos, a conclusão de um determinado trabalho exige o envolvimento de várias equipes e demanda recursos distintos.

    Assim, é fundamental listar tudo o que precisa ser feito (até mesmo o mais básico, como agendamento de reuniões ou envio de propostas por e-mail), estabelecendo prazos para cada etapa intermediária.

    Use a matemática

    Definir as prioridades pode ser um desafio, mas além da estratégia de avaliar a urgência e a importância, você pode usar a matemática. Por exemplo, supondo que a prioridade de seu negócio seja lançar um produto no mercado, é possível listar tarefas (e prazos) para diferentes ações:

    • definição do público-alvo em duas semanas;
    • escolha das melhores estratégias para alcançar esse público e qual o percentual (objetivo) a ser alcançado. Por exemplo, estabelecer como meta que 30% comprem o produto;
    • envio de informações de marketing para 100% desse público (e recursos necessários para isso);
    • contato telefônico com aqueles que se interessaram (supondo que seja metade dos que receberam a informação inicial, estabeleça prazos e recursos para que essa etapa seja bem-sucedida) ;
    • formalização do negócio;
    • análise da eficiência das estratégias utilizadas, observando se o objetivo (30%) foi atingido ou não, o que permitirá identificar as ações bem-sucedidas e os pontos de melhoria.

    Avalie prazos

    Como você percebeu, para estabelecer o prazo de conclusão de um projeto, várias etapas anteriores precisam ser cumpridas. Assim, podem existir várias camadas de prazos distintos, que precisam ser apresentadas de forma transparente a cada um dos responsáveis.

    É fundamental que os colaboradores entendam qual a sua importância no objetivo global e qual a urgência de sua tarefa específica, de forma que se sintam engrenagens do processo.

    Compartilhe

    Explique aos colaboradores como foi feita a definição de prioridades e quais as tarefas de cada departamento, para que todos trabalhem em sinergia. Compartilhe quais os prazos que devem ser cumpridos em cada ação e também a urgência de cada projeto.

    Estimule o foco

    Não há dúvida de que a equipe precisa ter momentos de descanso e lazer, mesmo durante a jornada, para recarregar energias. Porém, é fundamental que tenham foco. Quantas vezes, ao navegar por redes sociais, perdemos muito tempo sem nem ao menos perceber?

    Por isso, é importante demonstrar que os intervalos são saudáveis e permitir pequenas pausas ao longo do dia. Porém, essas interrupções precisam ter um tempo limitado, para que não comprometam a produtividade. 

    Por que apostar na gestão colaborativa?

    Quanto mais a equipe estiver envolvida nos projetos e conhecer sua importância para os resultados da empresa, mais responsável será. Assim, divida as estratégias, saiba delegar ações e reconheça o bom desempenho. Ouvir os colaboradores e entender as dificuldades de cada time também é essencial para atingir os objetivos.

    Saber como priorizar tarefas faz muita diferença para o negócio, ainda mais diante do momento econômico atual, que oferece vários desafios às empresas. A gestão colaborativa e a transparência são essenciais para o comprometimento dos colaboradores, o que se reflete diretamente na melhoria dos resultados.

    Quer saber mais sobre o assunto? Continue em nossa página e descubra como fazer a gestão de produtividade!

  • Saiba como planejar a transformação digital na sua empresa!

    Saiba como planejar a transformação digital na sua empresa!

    A transformação digital nas empresas é muito importante para garantir que você possa aproveitar as oportunidades do mercado mesmo em meio a uma crise. Durante a pandemia da COVID-19, por exemplo, vimos muitos empreendedores se reinventando, oferecendo atendimento via delivery, vendas casadas, entre outras inovações para melhorar os resultados da empresa mesmo nesse período de distanciamento social.

    A tecnologia facilitou tudo isso, o que prova o quanto ela é indispensável para contribuir com o crescimento da sua organização. O problema é que muitos gestores não sabem como implementá-la adequadamente na empresa.

    Pensando nisso, escrevemos este artigo para deixá-lo a par do assunto e fazer o planejamento adequado da TD em sua empresa. Confira nossas dicas!

    Defina estratégias eficientes

    Toda nova implementação precisa de estratégias eficientes para alcançar os objetivos esperados. Dessa forma, é possível colocar em prática ações que visem aproveitar as oportunidades de mercado. A Transformação Digital ajuda a alinhar essas estratégias com as tendências do seu setor, a fim de alcançar seus potenciais clientes e oferecer a eles soluções que vão de encontro às suas necessidades.

    É importante observar como os seus concorrentes estão usando essa inovação em favor do negócio deles e assim definir as estratégias mais vantajosas para sua organização, as quais devem surpreender o cliente final para ganhar sua preferência.

    Além disso, é necessário fazer com que a sua equipe seja bem estruturada e incentivá-la a focar na inovação. Com isso, eles terão insights cada vez mais valiosos que contribuirão para o crescimento da empresa como um todo — a TD estimula essa geração de ideias, uma vez que permite que o time concentre suas ações nos processos estratégicos, deixando o trabalho mais burocrático por conta da tecnologia.

    Invista em tecnologia

    Por falar em tecnologia, ela é indispensável quando o assunto é transformação digital nas empresas. Softwares de gestão, por exemplo, ajudam a agilizar os processos da organização e tornam a rotina dos colaboradores muito mais produtiva.

    Ela ajuda a otimizar a comunicação dentro da empresa, permitindo que o relacionamento entre as equipes se fortaleça, tendo em vista que os conflitos causados pela falta de comunicação eficiente são reduzidos. Com isso, há uma melhora significativa no clima organizacional, o que torna o dia a dia muito mais leve e tranquilo.

    A tecnologia também auxilia na tomada de decisão, uma vez que é possível ter acesso em tempo real a dados valiosos que auxiliam na escolha correta dos investimentos a serem feitos e em uma eventual necessidade de redução de custos, por exemplo. Tudo isso permite que os colaboradores trabalhem mais motivados para melhorar sua performance dentro da empresa.

    Automatize os processos

    A automatização dos processos é indispensável na hora de planejar a transformação digital na empresa. Através dela você consegue alinhar diferentes setores e facilitar a análise de dados para a tomada de decisão. Além disso, é possível reduzir falhas que comprometem as operações internas, as quais, inclusive, podem impactar negativamente na experiência do seu consumidor final.

    Não podemos deixar de mencionar também a importância de automatizar o atendimento ao cliente. Mas não pense que a comunicação com o seu consumidor será robotizada, muito pelo contrário!

    O avanço da tecnologia permite que você personalize as mensagens, a fim de tornar a conversa mais próxima com o cliente e, ao mesmo tempo, permite que a sua equipe de atendimento tenha mais tempo para focar em outras ações estratégicas do seu negócio.

    Assim, seus clientes passam a ter uma experiência melhor com a sua empresa, uma vez que não precisarão esperar muito tempo para serem atendidos e poderão resolver seus problemas em questão de minutos — dependendo da gravidade do assunto, é claro.

    Crie novas estratégias de vendas

    Quando o assunto é transformação digital, é importante ter criatividade e pensar em novas estratégias de vendas que podem ser aplicadas nos canais de atendimento. Por exemplo, as redes sociais oferecem excelentes funcionalidades para você criar campanhas de anúncios para o seu público-alvo.

    No entanto, para atingir o seu objetivo, é preciso conhecer o seu potencial cliente. Ou seja, é importante saber o que ele gosta de fazer, quais são suas dores e como o seu produto pode ajudá-lo a solucionar determinado problema.

    Feito isso, você deve usar a funcionalidade “gerenciamento de anúncios” para criar suas campanhas de acordo com as informações do seu público-alvo. É interessante até pensar em terceirizar esse serviço para um expert da área, pois ele tem o know-how necessário para otimizar seus anúncios e torná-los mais eficientes.

    Aumente a qualidade da entrega

    Com a transformação digital, você facilita a entrega dos seus produtos ou serviços aos seus clientes. Nesse sentido, é importante aumentar a qualidade da entrega, a fim de melhorar a satisfação do cliente e fazer com que a sua concorrência não tenha espaço no seu segmento.

    Garantir que a experiência do cliente seja satisfatória é fundamental para o sucesso da implementação da TD na sua empresa, pois são seus consumidores os responsáveis pelo aumento das vendas. Quanto maior for a qualidade da entrega, mais a sua empresa lucrará e ampliará seu destaque no mercado.

    Por fim, é importante ter em mente que, ao planejar a transformação digital nas empresas, você precisa identificar com cuidado onde é necessário inovar. Analise o seu negócio como um todo e verifique quais departamentos precisam da implantação da TD. As áreas que podem ser automatizadas são várias, desde o atendimento ao cliente até o departamento financeiro da organização.

    Lembre-se de que a inovação pode se tornar um diferencial competitivo importante para o seu negócio. Além disso, você não terá problemas em expandir sua empresa, pois com o uso da tecnologia é possível agilizar os processos e reduzir as burocracias. Isto é, os dados podem ser acessados de qualquer lugar, desde que você utilize um sistema em nuvem.

    Quer saber mais sobre a transformação digital nas micro e pequenas empresas? Continue acompanhando o nosso blog e fique por dentro!

  • Como promover a inovação nos pequenos negócios? Veja aqui!

    Como promover a inovação nos pequenos negócios? Veja aqui!

    A inovação tem trazido ótimos resultados para as empresas dos mais diversos segmentos e a cada dia se torna mais importante para manter os negócios competitivos e dinâmicos. Mais do que uma tendência passageira, a inovação, junto com a chamada transformação digital já se tornou uma realidade, inclusive para micro e pequenas empresas e para os MEIs. É hora de aprender a inserir a inovação nos pequenos negócios.

    Com o avanço da tecnologia e do acesso da população às redes sociais, aplicativos, vídeos e à internet em geral, além das mudanças no comportamento do consumidor, os pequenos empreendedores passaram a ter na inovação uma forte aliada de crescimento, diferenciação e lucratividade.

    Vamos então mostrar passos fundamentais para promover a inovação nos pequenos negócios. Confira a seguir.

    Veja agora como levar a inovação para o seu negócio

    Talvez você esteja se perguntando como colocar mais essa demanda no seu dia a dia, já que você tem tantas responsabilidades trabalhando para si mesmo ou se de fato seu negócio tem a ver mesmo com a inovação.

    Pois fique tranquilo, que não é nenhum bicho de sete cabeças e os resultados são bem interessantes. Além disso, o mercado está caminhando a passos largos na era 4.0, você não vai ficar para trás, não é mesmo? Então, vamos às dicas!

    Entenda quais são os interesses e o comportamento de seu público

    É comum se pensar que inovar tem relação apenas com a inserção da tecnologia, mas saiba que vai muito além. A inovação está relacionada a novas possibilidades, novas soluções e novas maneiras de resolver problemas e suprir antigas necessidades.

    Para que seu negócio seja capaz de entregar isso aos consumidores, é preciso inovar também no modo de entender as demandas, preferências e características de seu público. O caminho mais seguro para tal, é conhecer mais sobre seus clientes e entender melhor o que eles esperam da sua marca.

    Invista em tecnologia

    Inovação não é só tecnologia, mas a tecnologia é um dos principais alicerces da inovação. Isso porque ela permite que você remodele processos e estratégias, aproxime-se mais de seu público, ganhe mais produtividade na rotina e na execução de tarefas e em demais atividades e funções da empresa.

    Investir em softwares e aplicativos e até em maquinário mais moderno, otimiza a produção e possibilita que você foque mais na estratégia do negócio. E alto custo não é desculpa para não investir em tecnologia, certo? É fácil encontrar diversas ferramentas gratuitas na internet. Aproveite as que são boas para o contexto e para as necessidades do seu negócio.

    Aposte no marketing digital

    Você já ouviu uma frase popular que diz: “se não está no Google, não existe”? Por mais radical que pareça, é como se estivéssemos caminhando para isso e você precisa integrar sua marca nesse universo que abre inúmeras possibilidades, entre elas: contato direto com o público, aquela espiada na concorrência, redução de custo com comunicação e anúncios, expansão da sua praça e mensuração profunda de resultados, entre outros.

    Além do exposto, mesmo que você não queira estar na internet, principalmente nas redes sociais, pode ter a certeza de que seu negócio já existe nesse ambiente, em função da geração de dados vindos dos clientes. Por exemplo: uma foto com seu produto, uma reclamação ou elogio no Google e em outras plataformas, catálogos de endereços e outros.

    Cabe a você decidir se quer gerenciar a imagem de sua empresa e gerar oportunidades e negócios ou se a deixará à deriva. Portanto, estruture uma boa estratégia de marketing digital. Você não vai se arrepender.

    Crie um ambiente que permita experiências em sua loja

    Como você sabe, estamos na era da experiência do cliente e isso vai além de um preço justo e de um bom atendimento. Se antes entregar experiências gratificantes a seus consumidores era um diferencial competitivo, hoje é um item básico do planejamento estratégico e deve estar presente em todas as esferas do negócio. Uma estratégia que tem um retorno muito bom é inovar nas vivências do cliente em seu ponto de venda, seja uma loja física ou uma loja virtual.

    Crie ações que se conectem com os clientes, que o envolvam com sua marca e o façam sentir parte desse contexto. As pessoas esperam criar laços com a marca e com a comunidade envolvida e não apenas adquirir um produto ou contratar um serviço. Solte a criatividade e encante seu cliente.

    Atualize seus conhecimentos

    Assim como as mudanças na comunicação, no comportamento do consumidor e na tecnologia estão acontecendo em alta velocidade, as estratégias e metodologias para gerir os negócios também, pois precisam acompanhar o contexto. Então, não deixe de se atualizar e de buscar mais conhecimento.

    E você não precisa deixar de aprender caso seu orçamento esteja apertado. Há uma grande diversidade de cursos e materiais gratuitos, por onde você pode estudar e pesquisar. Além de ficar por dentro do que está acontecendo no mercado, você pode conhecer pessoas, formar parcerias e ter bons insights.

    Treine seus colaboradores

    É preciso também pensar na qualificação e na capacitação da sua equipe, por menor que ela seja. Os colaboradores precisam conhecer o setor em que a empresa atua, o produto ou serviço que você oferta, as preferências dos consumidores, táticas de atendimento estratégico e relacionamento, entre outros. Isso é essencial para proporcionar boas e marcantes experiências para os clientes.

    E assim como para você que está à frente do negócio, há muitos cursos e materiais de aperfeiçoamento gratuitos que os colaboradores podem acessar.

    Os pequenos empreendedores que já reconhecem a importância da inovação na empresa vêm se destacando mais no mercado e em seus segmentos, criando conexões e relacionamentos mais duradouros com seus clientes, aumentando seu valor de marca e consequentemente movimentando mais o caixa. É preciso compreender as novas configurações das relações de consumo e estar em dia com elas. Portanto, aposte na inovação.

    Como você pode ver, com medidas simples e que cabem na sua realidade, é possível inserir sua atividade na era digital e aproveitar todos os benefícios da inovação nos pequenos negócios. Agora é planejar cada passo, seguir essas dicas e mão na massa.

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