Categoria: Inovação

  • Entenda o que é ESG e porque você deve se importar com isso

    Entenda o que é ESG e porque você deve se importar com isso

    Você sabe o que significa ESG? O termo tomou conta do cenário empresarial, no entanto, é normal ter dúvidas com relação ao seu conceito. A crescente conscientização sobre a necessidade de um desenvolvimento sustentável e socialmente responsável tem feito com que consumidores e fornecedores deem cada vez mais importância para os negócios que adotam as práticas ESG.

    E, ao contrário do que muitos imaginam, elas também podem ser adotadas por micro e pequenas empresas. Quer saber mais sobre o assunto? Então, acompanhe a leitura do post para entender como aplicar tais práticas e impulsionar os resultados do seu negócio.

    Afinal, o que significa ESG?

    A sigla ESG quer dizer “Environmental, Social and Governance” e pode ser traduzida para o português como “Ambiental, Social e Governança”. Assim, é um conjunto de padrões usado para analisar o desempenho das empresas em relação a esses três pilares. A seguir, confira quais critérios cada uma das siglas envolve.

    Ambiental (E)

    Os critérios ambientais estão relacionados à gestão dos recursos naturais e ao impacto ambiental das atividades da empresa. Isso inclui a redução de emissões de gases de efeito estufa, o uso eficiente dos recursos naturais, a adoção de práticas sustentáveis de produção e logística, a diminuição de resíduos e a gestão de riscos ambientais.

    Vale ressaltar que as ações sustentáveis trazem benefícios financeiros para a empresa, como a redução de custos com energia e materiais, a diminuição de multas ambientais e o acesso a novos mercados e clientes que valorizam a sustentabilidade. Além disso, a gestão adequada dos recursos naturais e a redução dos impactos ambientais contribuem para a preservação do ambiente e para a mitigação das mudanças climáticas, tornando a empresa parte da solução para esses problemas globais.

    Social (S)

    O pilar social do ESG se refere à forma como a empresa se relaciona com seus funcionários, fornecedores, clientes e com a sociedade em geral. Isso inclui a adoção de práticas de diversidade e inclusão, o respeito aos direitos humanos, a promoção da saúde e segurança no trabalho, a responsabilidade social e o envolvimento com a comunidade local.

    Desse modo, a adoção de práticas que valorizam e engajam as pessoas gera tanto benefícios financeiros quanto de reputação para a empresa, como a redução da rotatividade dos funcionários e a melhoria da imagem junto aos clientes e à sociedade.

    Ainda há o fato que a promoção de uma cultura de respeito aos direitos humanos e à diversidade pode ajudar a reduzir os riscos de discriminação, aumentando sua capacidade de atrair e reter talentos e de se adaptar a um ambiente de negócios em constante evolução.

    Governança (G)

    O terceiro pilar do ESG se refere à estrutura e aos processos de gestão da empresa, incluindo a composição do conselho de administração, as práticas de remuneração, a transparência nas operações e o combate à corrupção. Esses elementos são importantes para garantir a integridade e a ética dos negócios, bem como para promover a confiança de todos os que se relacionam com a empresa.

    Dessa forma, a adoção de práticas sustentáveis de governança contribui para a redução de riscos legais e financeiros, além de gerar benefícios e reputação para a empresa, como a atração de investidores. Também, esse ponto é fundamental para garantir a sustentabilidade a longo prazo da empresa e a capacidade de se adaptar a um ambiente de negócios em constante mudança.

    Como as micro e pequenas empresas podem adotar práticas ESG?

    No início, nós comentamos que as micro e pequenas também podem (e devem) implementar práticas ESG. A seguir, confira como você pode adotá-las em seu negócio:

    • adotar práticas sustentáveis de produção e logística, como a redução do consumo de água e energia, o uso de materiais reciclados e a adoção de fontes de energia renovável;
    • promover a diversidade e inclusão no ambiente de trabalho, garantindo que não haja discriminação com base em gênero, raça, orientação sexual, entre outros aspectos;
    • garantir a saúde e segurança dos funcionários, adotando medidas de prevenção de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais;
    • apoiar projetos sociais e comunitários, como ações de voluntariado e de responsabilidade social corporativa;
    • promover a transparência e ética nos negócios por meio de práticas de governança corporativa e combatendo a corrupção;
    • fomentar uma cultura de sustentabilidade entre os funcionários, por meio de treinamentos e incentivos para o engajamento em iniciativas sustentáveis;
    • adotar a política dos 3Rs (Reduzir, Reutilizar, Reciclar) com ações de redução de resíduos e o uso consciente de recursos naturais;
    • buscar parcerias com fornecedores que também adotem práticas sustentáveis e responsáveis socialmente;
    • desenvolver produtos e serviços que atendam às demandas do mercado por soluções sustentáveis e socialmente responsáveis.

    Então, há várias maneiras das micro e pequenas empresas adotarem práticas ESG. Por exemplo, a adoção de práticas ambientais pode começar com passos simples como a reciclagem de resíduos ou a implementação de medidas de economia de energia, como a utilização de lâmpadas de LED.

    A responsabilidade social pode ser expressa no cuidado com os funcionários, oferecendo um ambiente de trabalho seguro e justo, e também apoiando a comunidade local, talvez por meio de programas de voluntariado. Por sua vez, no aspecto de governança, é essencial ter políticas claras e transparentes, o que pode incluir a capacitação de colaboradores sobre ética nos negócios.

    Lembre-se de que, além de serem positivas para o planeta e para as pessoas, as práticas ESG podem ajudar a construir uma imagem positiva para a empresa, o que é bom para os negócios.

    Quais são as vantagens de adotar práticas ESG?

    Ao entender o que significa ESG, você viu algumas das principais vantagens da sua implementação. No entanto, é bom conhecê-las mais a fundo:

    • atrair e reter talentos — empresas que adotam práticas sustentáveis em relação ao ambiente, às questões sociais e de governança tendem a atrair e reter talentos mais engajados com as causas;
    • redução de custos e riscos — a adoção de práticas sustentáveis leva à redução de custos, como o de energia e materiais, além de diminuir riscos de multas e penalidades pelo não cumprimento de normas;
    • melhora a reputação — empresas que adotam práticas ESG têm uma imagem mais positiva no mercado, gerando benefícios em termos de reputação e fidelização de clientes;
    • acesso a novos mercados — cada vez mais, clientes e investidores buscam empresas que adotam práticas sustentáveis, o que abre novas oportunidades de negócios e aumenta a competitividade da empresa;
    • contribuição para um mundo mais sustentável e justo — a implementação das práticas ESG ajuda na preservação do meio ambiente e na promoção de valores como a diversidade, inclusão e ética nos negócios.

    Agora que você já sabe o que significa ESG, viu que as práticas são fundamentais para o sucesso dos negócios em um mundo cada vez mais preocupado com questões ambientais, sociais e de governança. Assim, com essas dicas a sua empresa pode adotar práticas sustentáveis e responsáveis socialmente, gerando benefícios para todos os envolvidos com o negócio.

    Quer ficar aprender ainda mais sobre esse assunto? Então aproveite e conheça o curso online ESG para pequenas empresas.

  • Saiba o que é e como aplicar a economia compartilhada na sua empresa

    Saiba o que é e como aplicar a economia compartilhada na sua empresa

    Empreender no mundo moderno tem se tornado cada vez mais fácil. Por meio da economia compartilhada, empresas dividem bens e serviços, colocando seus negócios em práticas e gastando muito menos.

    Com esse modelo econômico, as empresas têm conseguido alavancar seus negócios sem desperdícios, focando no aproveitamento de recurso. Pensando nisso, preparamos este artigo para mostrar para você como empreender desse modo. Continue a leitura e descubra mais sobre o tema.

    O que é economia compartilhada?

    A economia compartilhada é uma nova tendência de consumo e se baseia na divisão de bens ou serviços, que são partilhados entre empresa e pessoas. Isso tudo acontece de maneira gratuita ou por meio do pagamento de uma taxa.

    Esse modelo se tornou famoso devido ao uso da tecnologia, onde surgiram diversos aplicativos nesse modelo. Uber, iFood, Waze, Airbnb. Em todos esses casos, a pessoa que vende o serviço (seja uma casa para passar férias, serviço de entrega ou transporte) divide seu lucro com o aplicativo.

    A economia compartilhada é qualquer negócio que não se baseie na posse de um meio de produção, mas no compartilhamento dele e de seus lucros.

    Quais as vantagens da economia compartilhada?

    A economia compartilhada é muito vantajosa, tanto para quem exerce essas funções, tanto para a sociedade no geral. Confira a seguir os benefícios desse modelo!

    Praticidade

    O dia a dia das pessoas se torna muito mais prático com esse tipo de empreendedorismo. Os próprios exemplos citados anteriormente são prova disso. iFood facilitou os serviços de entrega de comida. Uber tornou o transporte mais prático, encontrar alguém para transportar ficou muito mais fácil. Com o Airbnb, encontrar um lugar para passar as férias ideais se tornou simples. A vida de toda a população é facilitada com isso.

    Mas não pense que o empreendedor não se beneficia desse modelo. Para o taxista, achar clientes, os entregadores encontrarem serviços, os donos de casa acharem inquilinos, tudo isso foi simplificado.

    Redução de desperdícios

    A redução de desperdícios é um grande diferencial da economia compartilhada. Os recursos só são preparados quando são pedidos, além de serem utilizados com mais frequência, graças à praticidade oferecida pelo serviço.

    Como empreender por meio da economia compartilhada?

    Existem diversas formas de empreender com a economia compartilhada. Por isso, separamos as principais delas para você ficar de olho. Confira a seguir!

    Entregas

    Hoje em dia, existem diversos aplicativos de entrega. Não só de comida, como o iFood, mas de encomendas também.

    Alimentação

    Com o transporte rápido de comida, você pode criar seu restaurante dentro da sua própria casa e atender apenas via delivery.

    Transporte

    Levar pessoas de um lugar para o outro ou até, levar pedidos do mercado até a casa do cliente.

    Qual é a importância da sustentabilidade?

    A sustentabilidade é essencial para a sobrevivência de um negócio, visto que é assim que ele consegue aproveitar melhor seus recursos. A economia compartilhada ajuda a garantir isso para o seu negócio, ajudando você a poupar e aproveitar tudo o que tem.

    Viu como a economia compartilhada pode ajudar a empreender gastando menos? Com este artigo, você não só aprendeu sobre esse conceito como descobriu formas de utilizá-lo, na prática.

    Gostou do artigo? Então, compartilhe este post com seus amigos nas redes sociais!

  • O que é tripé da sustentabilidade e qual a sua importância para empresas

    O que é tripé da sustentabilidade e qual a sua importância para empresas

    O Tripé da Sustentabilidade, também conhecido como “Triple Bottom Line” ou, simplesmente, TBL, é um conceito que descreve os três aspectos fundamentais para o desenvolvimento sustentável: ambiental, social e econômico. Trata-se de uma das ferramentas mais importantes disponíveis para as empresas.

    Afinal, essa abordagem busca não apenas atender às demandas dos clientes e regulamentações governamentais, mas garantir uma excelente vantagem competitiva e, assim, conquistar espaço de destaque no cenário corporativo.

    Ao longo deste post, você vai descobrir os pilares do Tripé da Sustentabilidade e entender por que ele é tão importante para as empresas. Acompanhe a leitura!

    O que é o Tripé da Sustentabilidade?

    É um conceito que se refere às três dimensões da sustentabilidade: social, ambiental e econômica. Elas são interdependentes e igualmente importantes para garantir a sustentabilidade a longo prazo de uma empresa. A seguir, entenda melhor cada um dos pilares.

    Social

    O pilar social refere-se à promoção do bem-estar e à qualidade de vida das pessoas, garantindo direitos e oportunidades igualitárias para todos. Para isso, é fundamental abordar questões como saúde, educação e inclusão social, pois elas contribuem para o desenvolvimento humano e fortalecimento das comunidades.

    A saúde, por exemplo, engloba o acesso a serviços de qualidade a promoção de hábitos saudáveis para os funcionários. Já a educação envolve o acesso ao conhecimento e a capacitação para que as pessoas possam atuar de maneira produtiva e autônoma na sociedade.

    A ideia é construir uma sociedade mais justa e inclusiva, valorizando a diversidade e promovendo a cooperação e a solidariedade entre as pessoas.

    Ambiental

    Esse pilar enfatiza a proteção e preservação do meio ambiente, garantindo o uso responsável dos recursos naturais. Assim, envolve a minimização de impactos negativos das atividades humanas, como poluição e desmatamento, e a promoção da recuperação dos ecossistemas.

    O objetivo é assegurar a sustentabilidade dos recursos para as gerações futuras e proteger a biodiversidade, que é crucial para o equilíbrio do planeta. Ações como redução de emissões de gases de efeito estufa, gestão adequada dos resíduos, conservação da água e a adoção de energias renováveis são fundamentais para atingir esses objetivos.

    Econômica

    Por fim, o pilar econômico da sustentabilidade busca aliar crescimento e desenvolvimento equitativo, promovendo a geração e distribuição justa de riqueza. Desse modo, envolve a adoção de práticas comerciais éticas e responsáveis, inovação e eficiência no uso dos recursos.

    A sustentabilidade econômica visa criar uma economia que funcione em harmonia com os pilares social e ambiental, incentivando modelos de negócio que respeitem o meio ambiente e valorizem o bem-estar humano. Para isso, é importante investir em tecnologias verdes, fomentar o empreendedorismo sustentável e garantir a inclusão e a equidade no acesso a oportunidades econômicas.

    Qual a importância do Tripé da Sustentabilidade para as empresas?

    Adotar práticas sustentáveis é cada vez mais importante para as empresas. A sustentabilidade não só atende às crescentes demandas dos consumidores e investidores, mas também oferece diversos benefícios para o negócio. Os principais são:

    • redução de custos — ações sustentáveis diminuem os custos operacionais, como consumo de energia, água e matérias-primas, bem como minimiza riscos e custos associados a danos ambientais;
    • melhoria da imagem e reputação — empresas que adotam os três pilares melhoram sua imagem e reputação no mercado, aumentando a confiança e fidelidade dos clientes, além de atrair investidores e parceiros de negócios também comprometidos com a sustentabilidade;
    • acesso a novos mercados — pois, cada vez mais, consumidores valorizam empresas comprometidas com a responsabilidade social e ambiental. Assim, a empresa atende às demandas de um público crescente que busca por produtos e serviços sustentáveis, aumentando sua participação em mercados emergentes e ampliando sua base de clientes;
    • retenção de talentos — funcionários que se identificam com a cultura da empresa e acreditam que estão fazendo parte de algo maior, tendem a ser mais engajados e comprometidos, reduzindo a rotatividade e os custos associados à contratação e treinamento de novos colaboradores;
    • inovação e diferenciação — criando novos produtos e serviços que atendam às necessidades dos consumidores e promovam o desenvolvimento sustentável. Ao buscar soluções sustentáveis, as empresas podem identificar novas oportunidades de negócios, investir em novas tecnologias e processos mais eficientes e reduzir custos operacionais. Além disso, a inovação também pode diferenciar a empresa no mercado, atraindo consumidores conscientes e valorizando a imagem da marca;
    • redução de riscos — a adoção de práticas sustentáveis reduz os riscos associados a danos ambientais, como multas e penalidades, além de minimizar os riscos relacionados a problemas de saúde e segurança dos colabores. Também há menos riscos ligados a crises de imagem e reputação, já que está agindo de forma responsável e transparente, atendendo às expectativas dos consumidores e da sociedade como um todo.

    Como as empresas podem agir?

    Para adotar o Tripé da Sustentabilidade, as empresas devem começar identificando e avaliando seus impactos socioambientais, estabelecendo objetivos e metas para reduzir seu impacto ambiental e promover a responsabilidade social.

    A partir disso, é preciso implementar práticas sustentáveis em suas operações, como a redução do consumo de energia e água, a gestão adequada de resíduos, a utilização de materiais recicláveis e de energia renovável. É importante que as empresas também promovam a cultura de sustentabilidade, envolvendo os colaboradores em programas de conscientização e treinamentos, além de realizar parcerias com fornecedores que também adotem práticas sustentáveis.

    Ainda, a empresa pode se engajar em projetos sociais e ambientais na comunidade em que estão inseridas, divulgando as práticas sustentáveis adotadas e seus resultados para os stakeholders. Para monitorar e medir o desempenho socioambiental da empresa, estabelecendo indicadores e metas para aprimorar sua atuação, é importante que a empresa realize avaliações periódicas e relatórios de sustentabilidade.

    Portanto, a adoção do Tripé da Sustentabilidade é essencial para garantir a sustentabilidade a longo prazo das empresas e a promoção do desenvolvimento sustentável. Por isso, as empresas devem adotar tais práticas em suas operações, promover a cultura de sustentabilidade, engajar-se em projetos sociais e ambientais, além de monitorar seu desempenho. Desse modo, conseguirá obter diversos benefícios, além de contribuir para a preservação do ambiente.

    Gostou do conteúdo e quer mais dicas para o seu negócio? Então, conheça também o curso online ESG para pequenas empresas e aproveite para conhecer mais sobre o tema.

  • Empresas inovadoras: confira como transformar o seu negócio

    Empresas inovadoras: confira como transformar o seu negócio

    De acordo com dados de 2020 do IBGE, cerca de 33% das empresas brasileiras são consideradas organizações inovadoras. Aí, você pode se perguntar: o que elas fizeram para chegar a esse patamar? O que é preciso fazer para que o seu próprio negócio inove?

    Para responder às suas perguntas, preparamos um artigo com diversas informações sobre como o seu negócio pode se juntar ao rol de empresas inovadoras. Além disso, ainda mostraremos algumas tendências que podem ser exploradas por negócios de todos os segmentos e portes. Boa leitura!

    O que são as empresas inovadoras?

    Em primeiro lugar, o termo “inovação” costuma caminhar lado a lado com o uso de tecnologia — mas adotar soluções digitais não é o único caminho para modernizar suas práticas de negócio e gerar valor para os clientes.

    De acordo com uma definição do IBGE, inovar tem a ver com introduzir algo novo mercado, implementar processos modernos ou aprimorar um produto ou serviço que já existe.

    Inovar também diz respeito ao aumento de qualidade ou na produtividade dos colaboradores, assim como inserir práticas que tornem a empresa mais competitiva em seu setor. Portanto, a inovação pode vir tanto na forma de produtos que mudem a cara do mercado ou da introdução de processos modernos.

    Inclusive, no mercado, temos dois tipos de inovação: a incremental e a disruptiva. A primeira pode ser exemplificada por um negócio que ouve os seus clientes e melhora consideravelmente o nível de um produto. Já a segunda é representada por serviços que revolucionam o mercado, como é o caso do impacto da Uber.

    Essa diferenciação é importante para mostrar que a inovação não está ao alcance somente das companhias com muito dinheiro para investir. Ideias boas e baratas, implementadas com sucesso, também podem ser muito bem-aceitas pelos clientes.

    O que deve ser feito para transformar a empresa tradicional em inovadora?

    Agora, conheceremos as práticas que colocam a empresa no caminho da inovação e da diferenciação em seu setor.

    Contrate e retenha talentos

    Em primeiro lugar, é simplesmente impossível inovar sem ter um quadro de funcionários qualificados para fazer essa transição. Por isso, é essencial não apenas contratar bem, mas criar estímulos para que os profissionais fiquem por um bom tempo na empresa.

    Curiosamente, é a busca pela inovação que motivará grande parte dos talentos. Afinal, profissionais qualificados precisam ser desafiados constantemente, além de ter as suas ideias postas em prática pelos gestores.

    Nesse sentido, os líderes devem criar uma cultura de feedbacks e autonomia, para que os colaboradores não precisem conquistar o aval dos chefes diariamente para propor novas ideias.

    Quando eles estão bem integrados sobre os valores e a cultura organizacional da empresa, fica mais fácil criar uma equipe de alta performance.

    Conheça o mercado

    Estude os concorrentes para ter uma visão ampla do seu mercado de atuação. Analise o que as empresas estão lançando, como elas se relacionam com seus clientes fidelizados e as suas práticas de produção.

    Desse modo, seu negócio saberá identificar lacunas e explorar um público que ainda não é bem atendido. Também busque ler sobre o que acontece em outros países, como uma forma de antecipar tendências aqui no Brasil.

    Ouça os clientes

    Tão importante quanto conhecer o mercado é mapear as necessidades do público-alvo da empresa. Afinal, inovar não é apenas lançar produtos moderníssimos, mas também aproveitar as oportunidades para lançar mercadorias e serviços que ainda não existem — e que têm um bom público à espera.

    Desenvolva o negócio

    Uma das formas de desenvolver o negócio é capacitar os colaboradores, fazendo com que aqueles que ainda não estão no nível técnico dos mais talentosos também possam contribuir de maneira efetiva.

    Desse modo, não há um descompasso entre uma equipe de altíssima performance e outra, composta por profissionais com menos capacitação. Cursos, treinamentos, palestras e workshops são importantíssimos para desenvolver novas competências e estimular a criatividade dentro do ambiente de trabalho.

    Isso está ao alcance até mesmo dos pequenos negócios e microempreendedores, uma vez que há plataformas que disponibilizam conteúdo de qualidade e com preços acessíveis (como a Udemy) e até mesmo alguns cursos gratuitos, como a Rock Content (na área do marketing) e a Udacity (na área de tecnologia) e o Sebrae (na área de gestão e empreendedorismo), além de treinamentos no YouTube.

    Quais são as tendências em inovação?

    Além de adotar práticas que colocam a sua empresa no caminho da inovação, algumas tendências também prometem ditar os rumos do mercado na atualidade. Vamos conhecê-las.

    Práticas sustentáveis

    A preocupação dos clientes e do mercado em geral quanto à sustentabilidade e ao combate às mudanças climáticas continuará como uma tendência forte para os próximos anos.

    Hoje, muitas pessoas só negociam com empresas que representam os seus valores. Por isso, a companhia pode investir em práticas sustentáveis, com iniciativas como o descarte correto dos resíduos, a adoção da economia circular e a priorização de fornecedores que também preservam o meio ambiente.

    Inteligência artificial

    Em 2023, alguns dos assuntos que dominam o noticiário são o ChatGPT e a popularização das inteligências artificiais generativas, que conseguem produzir conteúdo, responder a questões diversas e até mesmo criar sonetos.

    A empresa pode utilizar uma inteligência como o ChatGPT para otimizar a produção de conteúdo, empregando a tecnologia para ter dados técnicos na ponta do lápis. Outro exemplo é o chatbot, capaz de responder a dúvidas simples dos clientes e poupar o tempo dos colaboradores.

    Experiência do usuário

    O UX Writing e o Design Thinking são duas competências que fazem a ponte entre a experiência do usuário e as ideias da empresa. Assim, os profissionais conseguem, por exemplo, incentivar ações dentro de um site por meio de uma certa cor ou um botão posicionado na página.

    Já que proporcionar uma boa experiência ao usuário é algo que nunca sai de moda, essa tendência ainda se manterá forte próximos anos. Não dá para falar de diversidade e inclusão sem contar com um profissional com essas competências no time, já que ele será o responsável por promover uma boa navegação ao consumidor, tornando a empresa mais acessível às pessoas.

    Como você viu no artigo, as empresas inovadoras alcançam esse status por diversos motivos: lançamento de produtos disruptivos, atualização de mercadorias e serviços já existentes, implementação de práticas modernas, etc. Há uma série de oportunidades para organizações de todos os segmentos e portes.

    Gostou do artigo e quer que outras pessoas o leiam? Então, compartilhe este texto em suas redes sociais e chame todo mundo para debatê-lo com você!

  • Como transformar sua empresa a partir da gestão da inovação

    Como transformar sua empresa a partir da gestão da inovação

    A gestão da inovação — atividade gerencial que tanto estabelece quanto fornece uma base processual, estrutural e metodológica para o surgimento de novas ideias ou soluções dentro de uma organização — não deve mais ficar restrita a grandes empresas. Afinal, todos os tipos de negócios precisam disso para serem competitivos hoje em dia.

    Seu objetivo é indicar como inovar, disponibilizar meios e incentivar a constância dessas atividades, para que a renovação ou o desenvolvimento de produtos, serviços ou processos empresariais realmente aconteça.

    Quer entender por que é tão importante e o que fazer para colocar a inovação em prática? Confira este conteúdo!

    Qual é a importância de inovar nas empresas?

    A gestão da inovação surge como uma resposta à necessidade que as empresas têm de se transformar. Afinal, esse é o principal caminho para um negócio se destacar da concorrência e reagir às demandas do mercado.

    O primeiro elemento que gera esse cenário é a transformação digital pela qual o ambiente de mercado está passando, na qual o público consumidor se tornou exigente, requerendo investimentos maiores e acirrando a concorrência.

    Em resposta, novas ideias e soluções servem para otimizar os processos, qualificá-los e diminuir seus custos, deixando-os eficientes enquanto ampliam a produtividade do negócio. Além disso, constrói uma imagem diferenciada para a marca e possibilita a atração de uma nova base de clientes. Como efeito, a competitividade e a lucratividade crescem.

    Quais são os pilares da gestão da inovação que ajudam nisso?

    Para que esses objetivos sejam alcançados, a gestão da inovação propõe a criação de uma base de processos que auxilie a empresa a efetivar tal conceito. Portanto, é necessário atender aos seus pilares, que incluem:

    • garantir que a ação de inovar é abordada como uma prioridade pelo negócio, a fim de que oportunidades ou boas ideias não escapem, reduzindo a vantagem competitiva;
    • construir um ambiente que tanto incentiva quanto possibilita que tais novidades se desenvolvam com efetividade em direção a resultados valiosos para o negócio;
    • promover condições e abrir caminhos para que as parcerias se transformem em elementos-chave nesse processo, acelerando seu progresso a partir dos esforços conjuntos;
    • colocar em prática uma postura de profissional, utilizando um planejamento eficaz como guia para a constante evolução das atividades;
    • reconhecer esforços para manter todos os participantes engajados e colaborando na elaboração ou implementação das propostas.

    Como transformar sua empresa para inovar?

    Pelo visto, o processo de gestão da inovação não começa quando uma nova ideia surge, mas parte da criação das condições para que a criatividade ocorra. Ou seja, primeiro é preciso transformar a empresa, posicionando-a na direção de inovar. Veja como a seguir!

    Atue para que a cultura organizacional seja aberta ao novo

    A gestão da inovação deve garantir que estratégias, pessoas, processos e recursos estejam voltados para a efetivação dessa atividade. Só que não adianta criar métodos e disponibilizar meios sem transformar isso na cultura da empresa, assim você garante que seu time esteja aberto ao novo.

    Para tanto, a mentalidade de gestores e colaboradores precisa substituir velhos conceitos, como a condenação do erro, por novas visões, como aprender rápido. Assim, é fundamental que olhem para suas tarefas sabendo que elas podem ser frequentemente aprimoradas, de modo que vejam as oportunidades para isso acontecer.

    Fazer tal transformação começa pela postura de quem deve ser referência — os líderes —, incentivando e reagindo positivamente àqueles que propõem algo diferente. De igual maneira, é importante provocar tal busca, apresentando um problema e solicitando sugestões para superá-lo, por exemplo.

    Dedique-se a ficar a par das novidades do mercado

    Estar a par do que as demais organizações estão fazendo, quais tecnologias ou estratégias usam, etc., pode inspirar você e sua equipe. Por meio dessas informações, será possível perceber como superar dificuldades internas e, até mesmo, quais déficits a empresa tem em relação às melhores práticas do mercado.

    Por exemplo, setores tradicionais como recursos humanos e financeiro fazem processos repetitivos manualmente a anos. Mas muitos deles já foram otimizados e informatizados, garantindo não só sua precisão, como sua rapidez. Dessa maneira, quem ainda não se atualizou, está desperdiçando recursos.

    Evitar essas situações envolve dedicar tempo a pesquisas, eventos, formações e outras oportunidades de adquirir novos conhecimentos ou se integrar com outros negócios do mercado, para ficar atualizado.

    Crie caminhos concretos para que a inovação ocorra

    Não adianta pensar em como colocar uma boa ideia em prática somente após sua concepção. Isso provavelmente resultará em custos mais elevados para seu desenvolvimento e gerará uma série de situações problemáticas ou desnecessárias que poderiam ser evitadas ao longo dessa jornada.

    A gestão da inovação tem como objetivo justamente evitar esse cenário. Com um caminho definido para que a inovação ocorra de acordo com procedimentos estabelecidos e com os meios técnicos ou tecnológicos disponíveis, torna-se mais fácil determinar os passos a serem seguidos. Como consequência, os resultados são alcançados mais rapidamente e requerem menor investimento.

    Aproveite soluções tecnológicas gratuitas a seu favor

    Quando se trata de soluções tecnológicas, especialmente as ligadas a gestão da inovação, o que vem à mente em primeiro lugar são ferramentas de ponta, cujos custos são elevados, certo?

    Entretanto, essa ideia passa longe do que a maioria das empresas realmente precisa e utiliza. Em grande parcela dos negócios, a tecnologia é somente um meio de apoio aos processos necessários para inovar, servindo para:

    • registrar e gerenciar projetos;
    • definir e sistematizar suas etapas;
    • direcionar e acompanhar o uso dos recursos;
    • obter e organizar informações.

    A boa notícia é que há aplicativos que fazem isso disponíveis gratuitamente para usar on-line no computador ou celular, por exemplo. Desde gerenciadores de tarefas e checklists até bases de dados, passando por opções voltadas ao monitoramento financeiro ou de estoques podem ser utilizadas para tais atividades sem você utilizar nada do orçamento.

    Transformar sua empresa para colocar os pilares da gestão da inovação em prática é só o começo do caminho para obter as vantagens competitivas. Entretanto, não agir deixa seu negócio em desvantagem. Então, não perca tempo e comece a aplicar as dicas deste conteúdo, pois o mercado não espera.

    Aproveite para compartilhar este artigo em suas redes sociais e descobrir a repercussão desse assunto entre seus contatos!

  • Confira 6 dicas essenciais para inovação em produto

    Confira 6 dicas essenciais para inovação em produto

    Inovar deixou de ser um diferencial e, ao longo das últimas décadas, tornou-se uma necessidade para a saúde e o crescimento dos negócios. E isso não é uma exclusividade das grandes empresas, os pequenos negócios dos mais diversos setores estão sendo impactados pela tecnologia e pela inovação diariamente.

    Diante disso, como é possível fazer sua empresa se destacar, crescer e alcançar novos mercados? Há vários caminhos e um dos mais seguros é a inovação em produto. Por isso, vamos conversar sobre esse tema, mostrar como funciona, as vantagens e como colocar em prática na sua empresa. Acompanhe!

    O que é e como funciona a inovação em produto

    Mais que um conceito, tem-se aqui uma maneira de pensar e entender toda a cadeia produtiva e as relações do negócio. E é por meio dos produtos e dos serviços que tudo isso se materializa. Portanto, a inovação em produto é a forma mais tangível de fazer chegar ao consumidor as transformações, os avanços e novidades que seu negócio vivencia.

    Ela se dá por meio do aperfeiçoamento de produtos e soluções, do surgimento de novos modelos, novas invenções e podemos dizer até pioneirismo na chegada de novas opções ao mercado. Como exemplos temos o primeiro carro desenvolvido, a primeira empresa que resolveu atender clientes por telefone, o primeiro serviço de streaming, a marca que decidiu iniciar a produção de cosméticos veganos e muitos outros.

    Como a inovação em produto leva sua empresa a novos mercados

    A inovação é um investimento de alto retorno para as organizações e isso vai além do aumento da receita e da lucratividade. Ela coloca o negócio em outro patamar e um dos resultados mais relevantes disso é a expansão para novos mercados.

    Selecionamos fatores decorrentes da inovação, que tornam possível esse crescimento, confira:

    • atendimento a mais demandas e necessidades do consumidor;
    • oferta de soluções que abrangem outros perfis de cliente;
    • fortalecimento da marca;
    • otimização de processos e de matérias-primas;
    • evolução da cultura organizacional e aproximação de pautas importantes, como agenda ESG;
    • obtenção de mais um forte diferencial competitivo.

    Hora de realizar: veja como implantar a inovação em produto no seu negócio

    Agora que você já está familiarizado com a ideia da inovação em produto, o próximo passo é saber como levá-la para sua empresa, levando-se em conta as características, necessidades e condições do seu negócio. Confira a seguir.

    1. Esteja sempre por dentro das tendências para o futuro

    O mundo está se transformando a todo instante, novos padrões, profissões e necessidades já se desenham e impactam diretamente no mercado de trabalho, nas empresas e na oferta de produtos e serviços, não é mesmo?

    Então, você tem aí uma fonte riquíssima a ser explorada na busca por ideias disruptivas e ações inovadoras. É muito importante acompanhar tudo o que surge, ficar por dentro de cada nova etapa da transformação digital e seguir a movimentação da sociedade e do mercado. Dessa maneira, você estará um passo à frente no que diz respeito ao desenvolvimento de produtos e serviços inovadores.

    2. Tenha em mente as necessidades das pessoas

    Um excelente parâmetro e fonte de inspiração para novas ideias é acompanhar o comportamento do consumidor. Desse modo, você consegue identificar as chamadas “dores” das pessoas a quem você atende (ou deseja atender) e a partir desse conhecimento desenvolver soluções inovadoras para suprir uma demanda que já existe.

    Para isso, pesquise, converse com seu cliente, se informe, busque dados e esteja sempre em contato com os consumidores.

    3. Avalie o momento da empresa

    Por mais atraente que seja inovar, você precisa entender os impactos disso para o seu negócio. Afinal, lançar um novo produto no mercado está longe de ser fácil e requer planejamento, como mostraremos mais adiante, na dica número seis.

    Então, antes de partir para a ação, faça um diagnóstico do presente momento da sua empresa, considerando a disponibilidade de recursos, os objetivos, as características do negócio, a missão e sim, os valores também. A partir dessa análise, você entenderá se a empresa está pronta para inovar.

    4. Envolva os colaboradores no processo de inovação em produto

    Pensar em conjunto é sempre uma boa alternativa para quando queremos encontrar novas soluções. Por que não dividir esse projeto com os colaboradores? Pode estar certo de que eles, que lidam o tempo todo com o produto da sua empresa, estão cheios de ideias e insights que podem ser o caminho para a inovação.

    Além disso, é uma maneira de reconhecer o valor da equipe e aumentar o senso de pertencimento e o engajamento dos colaboradores. Organize a rotina da empresa para incluí-los nessa missão.

    5. Abra a mente

    Se você quer criar algo diferente ou inserir novidades em algo que já existe, não vai conseguir isso com a mesma lógica de pensamento e repetindo padrões. É preciso soltar as amarras, arriscar nas ideias, dar espaço para que seu pensamento flua, por mais estranho que ele possa parecer.

    Propostas como drones, carros automáticos, energia sustentável, home office e outros já pareceram absurdas, não é mesmo? Lembre-se disso todas as vezes que tentar podar sua imaginação ou cair em velhos clichês.

    6. Planeje a jornada da inovação em produto

    O processo de inovação deve ser muito bem desenhado, para que a empresa possa de fato se preparar para todos os possíveis resultados. Afinal, lançar um novo produto, melhorias e transformações envolve riscos e como se trata de algo a ser experimentado pode ser um grande sucesso logo no início, assim como pode não ser simples a entrada no mercado.

    Por isso, mapeie todas as etapas, os riscos e oportunidades, os recursos necessários, as ações e os indicadores para avaliar cada passo. Assim você tem um processo de inovação em produto estruturado e rentável.

    Portanto, podemos considerar a inovação como impulso e sustentação para as atividades atuais e para o mercado do futuro (que já se desenha hoje). Nessa lógica, está a inovação em produto, que, como vimos, vem em decorrência de transformações na cultura da empresa e na forma de entender e gerenciar sua cadeia produtiva. O que envolve o aperfeiçoamento constante de todas as esferas do negócio.

    Sendo assim, recomendamos a você a leitura do artigo Dicas para Implantar Melhoria de Processos, no qual discutimos e apresentamos soluções viáveis para a realidade da sua empresa.

  • Inovação nos negócios: 3 dicas para adotar na sua empresa

    Inovação nos negócios: 3 dicas para adotar na sua empresa

    Inovação nas empresas é o processo de introduzir novas ideias, produtos, serviços ou processos que geram valor para a organização e seus clientes. Ela pode ser alcançada por meio da pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, da melhoria de processos existentes, da criação de novos modelos de negócios ou da adoção de práticas mais eficientes e sustentáveis.

    A inovação é fundamental para manter a competitividade no mercado e atender às demandas em constante mudança dos consumidores. Empresas inovadoras geralmente têm uma cultura de experimentação e aprendizado contínuo, incentivando a criatividade e o pensamento fora da caixa.

    Quer entender mais sobre o tema e saber como aplicar a inovação em seu negócio? Continue a leitura deste artigo até o final!

    Qual a importância da inovação nas empresas?

    A inovação é fundamental para a sobrevivência e crescimento das empresas no mundo atual. Ela permite que as organizações criem valor para seus clientes, aumentem sua eficiência operacional e se adaptem às mudanças no mercado e na tecnologia.

    Além disso, ela garante outros benefícios, como:

    • competitividade: empresas inovadoras têm uma vantagem competitiva sobre as que não inovam, pois são capazes de oferecer produtos e serviços melhores e mais eficientes que atendem às necessidades dos clientes;
    • crescimento: a inovação pode ajudar as empresas a expandir seus negócios, entrar em novos mercados e diversificar sua oferta de produtos e serviços;
    • eficiência operacional: por meio dela, é possível que as empresas otimizem seus processos e operações, aumentando sua eficiência e reduzindo custos;
    • sustentabilidade: a inovação auxilia as empresas na adoção de práticas mais sustentáveis, reduzindo seu impacto ambiental e melhorando sua imagem perante os consumidores;
    • atração e retenção de talentos: empresas inovadoras geralmente atraem e retêm talentos mais qualificados, pois oferecem um ambiente de trabalho desafiador e estimulante.

    Como inovar no meu negócio?

    Agora, a dúvida que não quer calar: como inovar no meu negócio? Como oferecer algo novo aos meus clientes? Para ajudar você nessa missão, separamos alguns passos considerados indispensáveis para garantir a inovação na sua empresa. Vamos lá?

    1. Cultive uma cultura de inovação

    Isso pode ser feito incentivando a criatividade, o pensamento crítico e a experimentação. Reconheça e recompense as ideias inovadoras dos funcionários e crie um ambiente onde todos se sintam confortáveis em compartilhar suas ideias.

    2. Ouça seus clientes

    Muitos empreendedores erram nesse momento porque esquecem de entender o seu público. Seus clientes são uma fonte valiosa de feedback e ideias para inovação. Ouça suas necessidades e opiniões e crie produtos e serviços que atendam às suas necessidades.

    3. Mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado e da tecnologia

    O mercado muda constantemente e a tecnologia, por sua vez, cresce de maneira exponencial. Por isso, esteja sempre atento às tendências e esteja disposto a adaptar seus produtos e serviços para atender às demandas em constante mudança dos consumidores.

    A inovação nas empresas é essencial para chamar a atenção do seu potencial cliente e fazer com que ele note o seu produto ou serviço. Oferecer “mais do mesmo” faz com que você fique para trás da concorrência e perca espaço no mercado.

    Por falar nisso, você sabe qual é o papel da inovação em um mercado competitivo? Explicamos tudo para você aqui!

  • Fique por dentro das 4 tendências de negócios para 2023

    Fique por dentro das 4 tendências de negócios para 2023

    Ficar atento às tendências de negócios hoje em dia é um desafio e uma necessidade, já que o mercado evolui rapidamente. Ou seja, é preciso investir tempo e energia para não perder oportunidades de negócio.

    Afinal, não estar em sintonia com o que há de mais novo pode significar menos eficiência, redução da vantagem competitiva em relação à concorrência e afastamento de clientes. Por outro lado, estar atualizado promove um caminho para o sucesso.

    Mas não se preocupe, com este conteúdo você vai entender a importância de se manter antenado no mercado, como fazer isso na prática e ainda conhecer 4 novidades em que você precisa ficar de olho. Confira!

    Qual é a importância de estar atento às tendências de negócios?

    Uma tendência de negócios é um direcionamento que o mercado está sinalizando como parte do futuro, envolvendo o funcionamento de uma organização ou o interesse de seu público consumidor.

    Por exemplo, a transformação digital já podia ser percebida muito antes de se tornar uma realidade e necessidade dos negócios, devido ao aumento da procura e oferta de serviços online, à preferência dos consumidores por empresas que operam no ambiente digital etc.

    Acompanhar de perto o que está por vir impacta diretamente a gestão do empreendimento, desde o estratégico, que precisa pautar os processos de mudança, até o operacional, que é responsável por realizá-lo.

    Além disso, os resultados corporativos estão cada dia mais atrelados à capacidade de adotar inovações, tanto para encontrar formas de otimizar o trabalho e gerar economia quanto para atender as demandas do público. Desse modo, é importante acompanhá-las para se manter competitivo.

    Quais são as principais tendências de negócios para 2023?

    Pensando em 2023, as tendências de negócios que se destacam estão voltadas à integração de tecnologias no funcionamento das empresas. Confira as 4 principais!

    1. Integração da Inteligência Artificial

    A IA, ou Inteligência Artificial, está sendo usada em cada vez mais processos de negócios. Ela tende a crescer e se expandir tanto em funcionalidades quanto em áreas, tornando-se viável para outros setores do mercado.

    Esses novos avanços devem promover uma integração entre tecnologias e pessoas, para a realização ou a gestão de tarefas com maior eficiência. Um bom exemplo, é a utilização dessa tecnologia pelos buscadores online que completam a digitação do texto para sugerir e melhorar os resultados de pesquisa disponibilizados. Outro exemplo é o chat GPT que constrói textos e responde as dúvidas do seu usuário.

    2. Aprimoramento dos serviços bancários

    As instituições financeiras receberam um empurrão e tanto para modernizar sua infraestrutura digital a partir da criação do Open Banking. Essa proposta facilita o desenvolvimento de soluções e promove a competitividade entre empreendimentos com base nelas.

    Paralelamente, fintechs e até varejos estão facilitando o acesso ao crédito. Portanto, a desburocratização se tornou vital. Nesse cenário, os serviços devem ser aprimorados, tornando-se mais ágeis e personalizados ao colocar a experiência do cliente no centro.

    Desde a melhoria dos aplicativos de internet banking até o PIX fazem parte desse cenário, permitindo que transações aconteçam sem o cliente precisar sair de casa e enfrentar longas filas, por exemplo.

    3. Experiência imersiva

    Falando de experiência, tecnologias de Realidade Aumentada (RA) permitem a imersão das pessoas em ambientes digitais. Se antes elas eram exceção, em 2023, mais negócios devem adotá-las em diversas práticas, como:

    • treinamentos;
    • passeios virtuais;
    • modelos e matrizes digitais de produtos;
    • provadores online.

    Entre os exemplos, um que está encantando o público é ter acesso a itens à venda nesse formato. Como poder visitar apartamentos decorados em prédios ainda em construção por meio de tours virtuais nos sites ou em estandes das imobiliárias, usando realidade aumenta (RA) para isso.

    4. Engajamento no Metaverso

    Redes sociais continuam surgindo e evoluindo, principalmente como instrumentos de marketing. O Metaverso tende a ser a próxima preferência nessa onda. Por se tratar de uma proposta inovadora, em que produtos e experiências virtuais são monetizáveis, investir em ações de engajamento específicas será fundamental para obter resultados.

    Já há empresas aproveitando esse ambiente. Nike, Magalu e lojas Renner são só alguns exemplos de negócios que estão explorando opções ou promovendo eventos para se colocar como pioneiras nesse movimento.

    Como se manter atualizado e implementar tais tendências?

    Estar ciente das tendências de negócios antecipadamente é o primeiro passo para se destacar no mercado. Manter-se informado é importante, mas isso deve ser feito da forma mais qualificada possível, indo além de conteúdos rasos ou achismos.

    Nesse sentido, olhar para o mercado, ouvindo o cliente, e para o ambiente interno, consultando a equipe, é fundamental tanto para perceber quanto para encaixar as novidades ou encontrar novas oportunidades.

    Essas 4 tendências de negócios são só alguns dos exemplos de mudanças e inovações que devem ganhar espaço em 2023. Assim, siga as dicas, mantenha-se atento às novidades e não deixe de procurar opções que têm o potencial de ajudar a sua empresa a ser mais competitiva.

    Aproveite e conte nos comentários qual dessas tendências mais chamou a sua atenção!

  • Como a neurociência influencia o comportamento do consumidor

    Como a neurociência influencia o comportamento do consumidor

    Você sabe como a neurociência influencia no comportamento do consumidor? Pense sobre suas dificuldades na hora de vender. Não seria positivo contar com estratégias que ajudam a superar tais desafios e a atingir o público em um nível profundo?

    Esse campo de estudo auxilia nisso, melhorando a capacidade de atrair, interagir ou se relacionar com os clientes. Ou seja, é muito vantajoso para diversos tipos de empreendimentos comerciais entender do que se trata.

    Confira a seguir as principais informações sobre o assunto!

    O que é neurociência?

    Trata-se de um campo de estudo voltado a descobrir como o cérebro percebe, processa e responde a estímulos, visando entender tanto caminhos quanto efeitos de seu funcionamento.

    Além de avaliar como a mente trabalha do ponto de vista físico e biológico, os aspectos cognitivo-comportamentais têm sido objeto de pesquisa. Portanto, a neurociência busca compreender as estruturas cerebrais e o que controlam, como:

    • cérebro reptiliano: parte mais antiga e primitiva do órgão que regula as necessidades básicas do corpo;
    • sistema límbico: com uma função emocional, é a área sensível a pessoas, imagens etc.;
    • neocórtex: responsável pelos processos mentais complexos, análises lógico-racionais e percepções aprofundadas da realidade.

    Como influencia no comportamento do consumidor?

    Nesse campo de estudos os aspectos cognitivo-comportamentais, especialmente as interações entre clientes e marcas, são bastante explorados. Afinal, a percepção que o cérebro tem de estímulos de marketing está diretamente relacionada ao impulso do indivíduo para comprar.

    Dessa forma, a neurociência ajuda a aumentar os resultados empresariais ao medir as respostas das pessoas e ao compreender fenômenos mentais tanto biológicos quanto psicológicos, a fim de determinar o que leva à decisão de compra.

    Com isso é viável mapear quais são as motivações e objeções, mesmo que inconscientes, que movem um potencial comprador pela jornada de consumo ou transformam sua experiência de maneira positiva.

    Tal entendimento permite a elaboração de abordagens e estratégias com ampla influência no comportamento do consumidor, aumentando seu engajamento ou sua receptividade a produtos, serviços, campanhas ou ofertas.

    Como usar a neurociência no marketing da empresa?

    Como visto, a neurociência e sua influência no comportamento do consumidor são boas parceiras do marketing, permitindo que ele se torne mais eficiente. Veja, a seguir, algumas práticas que promovem isso!

    Gatilhos mentais

    O som da bebida sendo aberta ou servida, do gelo no copo, textos que indicam que algo é por tempo limitado ou que há poucas vagas, são alguns dos muitos exemplos de gatilhos mentais que a publicidade usa a fim de despertar uma reação pouco racional, mas bastante eficiente, que leva à compra.

    Cores

    Muitas marcas conhecidas são associadas a certas cores, não é mesmo? Isso não é por acaso. A psicologia das cores é uma área de estudo que determina como o cérebro humano reage a diferentes tonalidades.

    Com base nisso as escolhas para embalagens, logos, campanhas ou produtos passa ser feita de maneira mais efetiva com o objetivo de provocar emoções e influenciar subjetivamente a decisão de compra.

    Emoções

    Quando um negócio entende quais emoções levam um cliente a comprar seu produto ou serviço e como despertá-las passa a ter uma grande vantagem competitiva. Afinal, muitas das aquisições servem para suprir carências emocionais. Por exemplo, uma pessoa que se sente insegura no bairro onde mora e instala um sistema de alarmes. 

    A neurociência é um campo de estudo que, entre outros aspectos, trata do que influencia no comportamento do consumidor. Ou seja, permite às empresas entenderem quais estratégias, práticas e abordagem impactam seus clientes em um nível profundo para que consigam vender mais.

    Já pensou em como usar a neurociência em seu empreendimento? Comente aqui e conte para gente como essa é uma ideia útil para você!

  • Phygital: o que é e porque realizar a integração entre on e off line

    Phygital: o que é e porque realizar a integração entre on e off line

    Agora que é possível comprar basicamente qualquer coisa na internet, as lojas físicas morreram, certo? Errado. O que acontece atualmente é que esses pontos se tornaram ainda mais atrativos, por meio de uma abordagem acessível a qualquer empresa.

    Estamos falando da estratégia phygital, que possibilita às empresas integrar ações tanto no universo online como em suas lojas físicas. Assim, elas promovem uma experiência mais completa para os consumidores, já que muitos deles preferem conhecer os produtos ao vivo antes de comprar.

    Neste post, falaremos mais do conceito de phygital, seus benefícios e como implementá-lo em sua empresa. Boa leitura!

    O que é phygital?

    É um conceito que se originou com a junção de duas palavras: physical (físico) e digital. Assim, trata-se da combinação de estratégias offline (do mundo físico) e online (do mundo digital), para que uma empresa promova o engajamento e torne a experiência do cliente cada vez mais positiva.

    Até por essa ênfase no virtual, o phygital também se relaciona a outra estratégia em alta: o omnichannel. Afinal, as duas estratégias buscam proporcionar uma experiência mais fluida para os consumidores por meio da integração entre os canais.

    Nesse sentido, o omnichannel é imprescindível para viabilizar uma estratégia digital e integrá-la ao universo físico.

    Um cliente pode acionar a empresa por um dos canais e retirar um produto na loja ou até mesmo ser convidado a visitá-la para conversar com os colaboradores, tornando o relacionamento mais próximo.

    Quais são os benefícios do phygital?

    O phygital reconhece uma realidade: as lojas físicas, que antes reinavam no comércio e no varejo, não foram totalmente substituídas pelo universo online. Elas continuam tendo o seu espaço e basta caminhar pela área comercial de qualquer cidade brasileira para constatar isso.

    Assim, apesar das facilidades para encontrar o que querem na internet, muitos consumidores ainda gostam de conferir pessoalmente os produtos nas lojas. Eles querem experimentar roupas, testar equipamentos eletrônicos, conversar com vendedores que entendem do assunto, entre outras coisas.

    Por isso, as empresas entenderam que esses pontos físicos não devem ser eliminados, mas turbinados por estratégias digitais. A rede de roupas Renner é um exemplo de loja física que se reinventou, em plena pandemia, para oferecer um aplicativo para facilitar as vendas em suas lojas físicas.

    Enquanto o cliente escolhe e experimenta os modelos na loja física, ele pode utilizar o app para ler o código de barras dos produtos, conferir se há algum desconto no aplicativo e concretizar a compra de forma independente, sem precisar passar pelo vendedor.

    Por isso, um dos grandes benefícios é essa capacidade de modernizar o negócio e criar oportunidades para que os clientes comprem de maneira descomplicada. Além disso, podemos citar outros benefícios relevantes:

    • criação de uma experiência presencial diferenciada, totalmente integrada ao universo digital;
    • engajamento dos participantes antes, durante e depois do evento, com recursos digitais de diversos formatos. O app pode anunciar ofertas exclusivas para quem visitar a loja física, fazendo com que as pessoas se desloquem até lá e conheçam outros produtos atrativos;
    • como o phygital têm grande ênfase no universo virtual, as empresas podem utilizar essas interações e mapear tendências e padrões de consumo com ferramentas de análise de dados, como Big Data, Inteligência Artificial e Business Intelligence;
    • estímulo às compras, tanto no universo online como digital.

    Como implementar o phygital em seu negócio?

    Agora, apresentaremos algumas dicas para que você implemente essa estratégia com sucesso em seu negócio.

    Conhecer o público

    Como você viu até aqui, o phygital depende da disponibilização de canais digitais. Além disso, a empresa precisa conhecer bem o seu público para integrar os dois universos. Caso ainda não tenha, qualquer negócio se beneficia da definição de uma persona para o negócio.

    Trata-se da representação semi-fictícia de um cliente ideal da marca, que leva em conta sua faixa etária, região onde mora, hábitos de consumo, entre outros. Neste post, falamos um pouco mais da construção da persona e da sua integração às estratégias digitais.

    A partir dela, será mais fácil desenvolver campanhas específicas que envolvam tanto o universo online como o ponto físico da empresa. Afinal, com o conhecimento desse cliente, a organização terá uma boa ideia de como cativá-lo, de acordo com as suas preferências.

    Planejar ações presenciais e digitais integradas

    A consequência lógica de conhecer bem o seu público será a capacidade de planejar ações presenciais e virtuais, de forma integrada.

    Alguns exemplos de empresas que já fazem isso são as que disponibilizam QR Codes em revistas e jornais, assim como em pontos de ônibus. Também podemos citar soluções mais modernas, como a disponibilização de óculos de realidade virtual nas lojas.

    Esses dois exemplos mostram que as ações são acessíveis para um grande universo de empresas, independentemente do seu orçamento. O próprio ato de comprar pela internet e retirar na loja, praticado muito por empresas e lanchonetes no delivery, é outra maneira de aplicar a estratégia phygital.

    Engajar o público em diferentes canais

    Atuar no universo digital exige um bom conhecimento de cada plataforma. Por isso, nada de criar uma estratégia única e replicá-la em diversos espaços, como as redes sociais, o blog e o site.

    Afinal, plataformas diversas exigem abordagens diferentes. Adapte as campanhas de marketing para cada canal, de acordo com as suas características. O Instagram é mais visual, por exemplo, então, não é uma boa ideia utilizá-lo para divulgar “textões” infindáveis.

    Isso só serviria para que as pessoas pulassem a leitura e nem mesmo conhecessem a campanha ou a abordagem phygital da loja. É por isso que o omnichannel é tão importante, já que ele facilita uma estratégia multicanal.

    Investir em tecnologia

    Por fim, uma estratégia phygital sem a utilização efetiva de tecnologia não será eficiente. Ferramentas como automação de marketing, análise de dados, aplicativos e um site responsivo são excelentes para mostrar que a empresa leva a sério a sua abordagem virtual.

    O uso de QR Codes, como vimos no exemplo da Renner, também é uma estratégia simples e eficiente. Além de ofertas, você pode utilizá-lo para levar a conteúdos do seu blog e outros materiais.

    Até aqui, mencionamos empresas que integram o seu ponto físico às estratégias online. Contudo, o phygital também pode ser exemplificado por empresas que comercializam produtos que tenham versões digitais.

    Um exemplo é a ênfase da Amazon em formatos tanto tradicionais como digitais de livros, por exemplo. Assim, a empresa oferece opções para diferentes tipos de clientes ou até mesmo a possibilidade de ter o mesmo produto em versões diversas.

    Partindo da simples ideia de integrar o físico ao virtual, a estratégia phygital oferece múltiplas possibilidades a qualquer empresa.

    Caso você queira conhecer outras maneiras de tornar a sua relação com seus consumidores ainda mais próxima, leia o nosso post sobre a gestão de relacionamento com o cliente!