Categoria: Inovação

  • Saiba como Small Data e Big Data ajudam a empresa a lucrar!

    Saiba como Small Data e Big Data ajudam a empresa a lucrar!

    Hoje, ter análises baseadas em dados é uma prática cada vez mais comuns nas empresas, independente do segmento ou do porte da organização. No entanto, o alto custo e a complexidade de algumas tecnologias podem desestimular empreendedores.

    A boa notícia é que é possível optar entre dois métodos diferentes: Small Data e Big Data, cada um de acordo com as necessidades e preferências da empresa contratante. Neste artigo, falaremos das duas tecnologias e das principais diferenças entre elas. Venha conosco!

    O que é Big Data?

    O conceito de Big Data se relaciona à análise e interpretação de dados, principalmente em grande volume e variedade. Essa tecnologia é usada por negócios que precisam extrair conhecimento relevante de uma massa elevada de dados, que não apresentam uma estrutura bem definida.

    O Big Data se tornou tão importante na indústria que passou a ser confundido com a análise de dados em si. Mas a verdade é que outras ferramentas também servem a esse fim, como o Business Intelligence e, como veremos a seguir, o Small Data.

    Assim, o Big Data analisa os dados, armazena e ajuda as empresas a extrair informações desses elementos digitais. O mais interessante é que esse trabalho é feito em alta velocidade, o que produz resultados já no curto prazo.

    O Big Data estuda o histórico digital do negócio e outras fontes na internet para que a empresa consiga desenvolver:

    • estratégias de atração de clientes;
    • ações de fidelização;
    • detecção de padrões de consumo;
    • análise das vendas sazonais;
    • cruzamento de dados em comum entre clientes e compras feitas, entre outros.

    O que é Small Data?

    Os próprios nomes dão pistas. O “Big” do Big Data se refere a um número elevado de dados, enquanto o “Small” (pequeno) tem a ver com quantidades menores. O que não significa que trabalhar com menos dados não seja proveitoso para as empresas.

    Isso porque o Small Data trabalha com fontes mais específicas, mas que influenciam diretamente a tomada de decisão do negócio. Assim, enquanto o Big Data lida com fontes mais extensas (como o histórico digital de compras inteiro da empresa), o Small Data ajuda a mapear informações concentradas.

    Uma dos exemplos de uso de Small Data é o sistema de gerenciamento de programas de fidelidade. Nessas plataformas, empreendedores cadastram dados dos clientes que querem participar das promoções.

    Assim, a ferramenta pode ser utilizada para mapear os dados fornecidos por clientes, como nome, data de nascimento e padrão de gastos, para traçar estratégias mais amplas de fidelização e atração.

    Quais são as diferenças entre Small Data e Big Data?

    Agora que entendemos os conceitos gerais, falaremos das diferenças específicas entre essas duas tecnologias.

    Origem das informações

    Os dados que são coletados por soluções deBig Data são encontrados em um ambiente bem abrangente, como as seguintes fontes:

    • nuvem;
    • bancos de dados diversos;
    • dispositivos da própria empresa;
    • ferramentas de CRM e ERP;
    • ambientes externos

    Já os dados encontrados a partir da tecnologia de Small Data são originárias do banco de dados da própria empresa. Assim, o alcance é reduzido, mas algumas boas informações podem ser encontradas ali.

    Volume

    O Big Data trabalha com dados digitais mais amplos — e, consequentemente, o volume é maior. Por sua vez, o Small Data lida com uma quantidade inferior e pontual, com um objetivo claro em mente. Exemplo: dados do histórico digital da empresa.

    Formato

    O Big Data é capaz de lidar com dados estruturados ou não, originários de fontes diversas, como vimos no primeiro tópico. O Small Data só trabalha com dados estruturados e que estejam prontos para serem analisados.

    Os dados estruturados são aqueles que têm uma uma disposição rígida e bem definida, que facilita a leitura. As informações contidas em um formulário são exemplos dessa classe.

    Já os dados não estruturados têm uma disposição mais flexível. Exemplos são os dados gerados por redes sociais, como o WhatsApp: afinal, essa tecnologia gera fotos, vídeos, documentos e outros arquivos.

    Interpretação dos dados

    O Small Data é geralmente preparado por próprios funcionários da empresa, com seus objetivos específicos escolhidos. Essa é uma das suas vantagens, já que quem lida com aquelas informações sabe exatamente como elas beneficiarão a empresa.

    Já o Big Data, por exigir um trabalho mais complexo, é conduzido geralmente por profissionais que não os usuários finais dos resultados encontrados. Por outro lado, essas pessoas também costumam ter um conhecimento aprofundado do trabalho com dados.

    Variedade

    A variedade tem a ver com a quantidade de tipos diferentes de dados. Nesse caso, a extração de informações pode se concentrar no número de visitantes no site ou nas regiões que concentram o maior número de pessoas que entram na página, por exemplo.

    Nesse caso, um exemplo de uso de Big Data seria o número total de visitantes. Já o Small Data, por se concentrar em nichos mais específicos de dados, revelaria as pessoas que encontraram o site por meio de uma postagem no Instagram ou outra mídia social.

    Velocidade

    As duas ferramentas são velozes, principalmente para empresas que ainda trabalham apenas com planilhas. Contudo, a velocidade varia de acordo com o próprio escopo das tecnologias.

    O Big Data lida com uma massa maior de dados, então a tendência é de que o trabalho seja mais demorado. Já o Small Data opera com menor volume, o que pode oferecer insights mais rápidos, mas provavelmente com um menor número de informações úteis.

    Qual é a melhor opção para a sua empresa?

    A escolha depende da necessidade do negócio e do volume de dados que serão coletados e analisados. Contudo, o interessante é que ambos podem ser utilizados por empresas de diferentes portes.

    Uma grande organização ode utilizar o Small Data se o objetivo for analisar o histórico de compra ou as as transações realizadas por um grupo específico de consumidores.

    Por outro lado, uma empresa mais modesta que queira ampliar a sua atuação pode buscar dados de diferentes perfis de consumidores, localidades, interesses, entre outros critérios, para construir sua análise.

    Além disso, a empresa deve estar bem informada sobre a nova lei de proteção de dados, para não correr o risco de explorar informações sensíveis dos seus clientes e desrespeitar outras normas da navegação digital.

    Como pudemos ver no artigo, duas opções de análise de dados têm se destacado no mercado e ajudado as empresas a identificar padrões conhecer melhor seus clientes e traçar tendências de mercado: Small Data e Big Data. A primeira opção lida com um número menor de fontes, mas seus resultados já são interessantes para qualquer negócio. Já a segunda é a opção mais completa para estudar o histórico digital.

    Ferramentas de análise de dados são parte de um fenômeno do mundo corporativo: a transformação digital. Para entender melhor o conceito, leia o nosso ebook sobre o tema!

  • 7 melhores formas de oferecer pagamento online na loja virtual

    7 melhores formas de oferecer pagamento online na loja virtual

    Há um enorme mercado na internet para empresas de todos os segmentos. Contudo, para facilitar as compras, é preciso oferecer meios que tornem a jornada do consumidor mais fluida, como é o caso do pagamento online. Só assim será possível aproveitar todo o potencial do ambiente digital.

    Em 2021, por exemplo, 12,9 milhões de brasileiros compraram pela primeira vez na internet, o que elevou o número de consumidores do e-commerce no Brasil para 87,7 milhões.

    Por isso, adotar práticas que favoreçam o consumo é uma maneira de se destacar. Neste post, mostraremos os principais meios de pagamento online utilizados por brasileiros, suas vantagens e desvantagens. Boa leitura!

    1. Cartão de crédito e débito

    Vender pela internet e não oferecer a opção de pagamento através de cartão de crédito não é aconselhável. Isso pode ser provado pelos dados: 70% das pessoas não só usam esse meio, como acumulam três ou mais bandeiras.

    Os motivos são muitos: facilidade de parcelamento em cada compra (principalmente quando não há juros), tempo maior para pagar e comodidade. Não à toa, escolhemos esse como o primeiro meio para abordarmos no texto.

    Já o cartão de débito é a opção para quem prefere pagar suas contas à vista. Assim como grande parte dos estabelecimentos, offline e online, a sua loja não pode deixar de oferecer esse meio.

    Para a empresa, as duas opções são ótimas porque a operadora é a responsável por liberar a compra. Além disso, quanto maior for o número de bandeiras aceitas, mais clientes sua empresa conseguirá atender. As mais usadas são:

    • Visa;
    • Elo;
    • MasterCard;
    • HiperCard;
    • American Express.

    Apesar de esse meio ser um dos principais utilizados pelos brasileiros, é preciso lembrar que geralmente as compras no cartão de crédito geram uma taxa para o empreendedor. Por isso, é preciso se informar sobre elas para que a loja não saia no prejuízo.

    2. Boleto bancário

    O boleto ainda é um meio tradicional, pois oferece versatilidade de pagamento para as pessoas. É possível paga-lo usando aplicativos ou até mesmo ao leva-lo até uma casa lotérica, por exemplo, e quitar a compra com dinheiro em espécie.

    Uma vantagem significativa, além dessa versatilidade, é o pagamento à vista. Nesse sentido, a empresa pode atrelar condições melhores de compra ao boleto, como descontos de 10% para quem escolher essa modalidade.

    Uma das desvantagens do boleto bancário em relação a outros meios, como o Pix, é que o pagamento não é instantâneo. Leva um ou mais dias para a transação ser concluída. Além disso, a maioria das instituições não aceita parcelar a quitação por meio do boleto.

    3. Débito automático

    Esse meio é parecido com o pagamento via cartão de débito. No entanto, aqui, é utilizado o número da conta e não do cartão. É uma boa opção de negócio à vista, intermediada pelos bancos e, por isso, bastante segura para lojistas.

    Essa opção costuma ser utilizada em pagamentos regulares. Podemos citar alguns exemplos que permitem o débito automático:

    • mensalidades de serviços diversos;
    • contas de luz e água;
    • streamings, como Netflix ou Spotify;
    • contas de celular.

    Só é preciso ter cuidado para que o débito automático não seja confundido com o pagamento recorrente, sobre o qual falaremos adiante no texto.

    4. Pix

    O Pix surgiu há pouco tempo, mas já conquistou o seu espaço pela agilidade e pela possibilidade de receber o pagamento de maneira instantânea.

    Assim, é possível que uma loja receba um pagamento via Pix pela manhã e já prepare a entrega do produto na parte da tarde, por exemplo. Desse modo, todo mundo sai ganhando: a empresa, que recebe o montante à vista, e o cliente, que garante maior agilidade na hora de receber seu produto.

    5. Pagamento recorrente

    O pagamento recorrente é uma modalidade similar ao débito automático, já que ambos são cobranças regulares, que geralmente ocorrem mensalmente. Contudo, há uma diferença importante.

    No pagamento recorrente, o valor é lançado no cartão de crédito. Já no débito automático, a quantia é retirada do saldo da conta do cliente.

    6. Link de pagamento

    Esse modelo proporciona à loja o envio de um link para que os clientes realizem o pagamento de um pedido. Essa quitação pode ser feita via boleto, Pix ou cartão de crédito, por exemplo.

    Com esse link, o consumidor não precisa acessar o site e/ou app e escolher os produtos para finalizar a compra. Basta clicar na URL (o endereço virtual) enviada pelo empreendedor e inserir os dados de pagamento, como:

    • informações do cartão;
    • número de parcelas;
    • dados do cliente.

    Depois disso, basta concluir o pedido. O link também pode ser enviado em vendas realizadas pelo WhatsApp. Nesse caso, a empresa envia a solicitação de pagamento e pede que o consumidor preencha os dados relativos ao seu cartão de crédito.

    As lojas podem contar com diversas plataformas para gerar seus links de pagamento. Algumas delas são:

    • Pagar.me;
    • Mercado Pago;
    • PagSeguro
    • Ton.

    7. Gateway de pagamento

    Gateway de pagamento é o sistema responsável por conectar os dados do usuário às instituições financeiras, como bancos e operadoras de cartão de crédito. Esse modelo é exemplificado por alguns métodos que costumam aparecer em diversas lojas, como:

    • PayPal;
    • PagSeguro;
    • Mercado Pago;
    • Aceita Fácil.

    Trata-se de uma aplicação que se integra ao e-commerce da loja, na qual uma operadora financeira é responsável por autorizar as transações feitas no ambiente online. Quando um cliente usa o PayPal, por exemplo, o que acontece é que ele paga por um cartão de crédito ou por boleto — o PayPal é apenas o intermediário da negociação.

    Nesse sentido, o gateway não é uma forma de pagamento em si, mas de uma ferramenta que facilita a realização das compras online. Além disso, ferramentas como o PagSeguro e o Mercado Pago oferecem a possibilidade de manter o dinheiro na conta e quitar as dívidas com aquele saldo.

    Agora que você conhece as principais formas de pagamento online e suas vantagens, já pode estruturar melhor o seu e-commerce. É importante diversificar os meios, uma vez que cada pessoa tem uma preferência na hora de pagar as contas. Assim, a venda não é perdida e a empresa mostra versatilidade para agradar ao consumidor.

    Além disso, também há a possibilidade de oferece meios como o boleto, no qual o cliente não quita a compra pela internet, mas obtém um documento para pagá-lo com dinheiro em espécie.

    Você tem interesse em tornar a sua empresa cada vez mais digital? Então, não deixe de conhecer as soluções do Sebrae, desenvolvidas para ajudar nossos parceiros nessa empreitada!

  • 4 perfis de consumidores do futuro e como se preparar para eles

    4 perfis de consumidores do futuro e como se preparar para eles

    Um estudo recente da WGSN, empresa que prevê tendências de mercado para auxiliar os empreendedores, mapeou 4 principais perfis de consumidores do futuro e quais estratégias devem ser adotadas para fidelizá-los.

    A melhor maneira de vender para cada um desses grupos é entender que eles se dividem em pessoas mais cautelosas, adeptos da tecnologia e aquelas que buscam por um relacionamento duradouro e afetuoso com a empresa. Neste post, falaremos de todos esses consumidores do futuro e como lucrar com eles. Boa leitura!

    1. Antecipadores

    Esse grupo é mais cauteloso e afetado pelo cansaço emocional e pela incerteza em relação ao futuro. De acordo com o estudo da WGSN, essas pessoas dividem suas atenções entre o seu trabalho e sua família, o que as torna mentalmente exaustas para escolher um produto de forma muito criteriosa.

    Não à toa, os desejos dos antecipadores são os seguintes:

    • segurança;
    • conforto;
    • normalidade;
    • estabilidade.

    Nesse sentido, a melhor estratégia para cativar esse público é investir em comodidade, como modelos de assinatura, programas de fidelidade e produtos em refis.

    Atrasos, erros de previsão na entrega e dores de cabeça similares são fatais e só afastarão esse grupo de cleintes do seu negócio.

    2. Inconformados

    Essas pessoas ainda estão inconformadas pelos acontecimentos dos últimos anos: pandemia, lentidão dos governos para lidar com o problema e todas as consequências econômicas desse período. Por isso, esse grupo tende a boicotar empresas ligadas a atitudes que não se encaixam com seus valores pessoais.

    Os clientes inconformados valorizam a diversidade, a inclusão e os laços com a comunidade. São implacáveis em relação a deslizes e atitudes preconceituosas, promovendo “cancelamentos” coletivos para marcas que não pensam em grupos marginalizados e minorias.

    Marcas que queiram atender a esse público precisam mostrar em ações que são empresas sustentáveis, que promovam a diversidade e a inclusão em suas práticas profissionais. Os inconformados valorizam produtos saudáveis e/ou de boa procedência.

    3. Condutores

    Os condutores são pessoas inquietas e que, de modo geral, trabalham com inovação. Esses consumidores tendem a assumir mais riscos, então o seu interesse é ativado por experiências diferentes, que despertem os sentidos e exijam habilidade cognitiva.

    Assim, empresas que apostam na gamificação, no comércio interativo e tecnologias em geral são as que mais despertam o seu interesse. São conhecidos como condutores por conta do seu entusiasmo pelas novidades, isto é: essas pessoas “conduzem” o comércio para novos caminhos e experiências.

    O metaverso, um conceito que tem se popularizado pela evolução da tecnologia e que promete mesclar os ambientes físico e digital, atrai naturalmente os clientes condutores.

    4. Novos românticos

    Os novos românticos prezam pelos valores comunitários. Eles valorizam conexões familiares com as marcas e são adeptos naturais de uma rotina menos corrida. Não à toa, o home office caiu como uma luva para essas pessoas, que podem fugir da correria do trânsito pesado e do estresse de se locomover diariamente.

    Essas pessoas tendem a buscar o equilíbrio entre as vidas profissional e pessoal. Para conquistá-las, a empresa deve apostar em ações que enfatizam essa rotina mais tranquila, como produtos sustentáveis e que promovam o bem-estar.

    Por ser um cliente mais tranquilo, nada de bombardeá-lo com mensagens ininterruptas, que o pressionem a interagir constantemente com a empresa. Lembre-se de que eles buscam conexões emocionais e um relacionamento duradouro com a marca.

    Como pudemos ver, os consumidores do futuro são influenciados por diversos fatores: a tecnologia, a busca por produtos mais sustentáveis e de procedência confiável e até mesmo por pessoas que só se relacionam com marcas que tenham a ver com seus valores. Cabe a cada empresa adequar suas estratégias para não perder a oportunidade de conquistar esses clientes em potencial.

    E aí, gostou do post quer conhecer mais sobre mudanças do mercado? Então, aproveite a página Sebrae Futuros e conheça nossos materiais sobre tendências para aumentar seus insights sobre o consumo do futuro!

  • Saiba qual é o papel da inovação no mercado competitivo e como adotá-la

    Saiba qual é o papel da inovação no mercado competitivo e como adotá-la

    Mercado competitivo” é uma expressão utilizada para descrever um cenário no qual muitas empresas vendem produtos similares, o que cria uma alta concorrência. Nesse contexto, inovar se torna obrigatório para manter a sobrevivência do negócio.

    A expressão está presente, por exemplo, no livro “Macroeconomia”, de Robin Wells e do vencedor do Nobel de Economia, Paul Krugman. Na obra, eles mostram como esse ambiente é ótimo para os consumidores, mas extremamente desafiador para empreendedores.

    Neste post, listamos as principais dicas para triunfar em um mercado cada vez mais competitivo. Boa leitura!

    Foque nas necessidades dos seus clientes

    Você lembra de que falamos que a principal característica de um mercado competitivo é a concorrência acirradíssima, certo? Para conseguir se destacar, é necessário adotar abordagens que foquem no preenchimento de lacunas.

    Isso significa criar produtos diferentes e que supram as necessidades dos clientes. Copiar o que já está sendo feito pela concorrência é improdutivo, uma vez que a sua empresa não estará inovando, mas apenas reproduzindo processos e lançando os mesmos produtos de sempre.

    Por isso, converse com os clientes. Crie enquetes em suas redes sociais, enfocando as necessidades e os problemas para os quais eles não têm encontrado solução. Ao estudar as respostas, você conseguirá perceber as sugestões frequentes e criar produtos a partir desse feedback.

    Preste atenção às tendências do mercado

    As tendências de mercado envolvem uma série de fatores, como a tecnologia mais recente e as características que têm moldado as empresas também. Assim, como mostra uma reportagem da revista Exame, podemos destacar fatores como:

    • diversidade e inclusão no ambiente de trabalho;
    • atendimento humanizado;
    • preocupação com a saúde mental dos colaboradores;
    • integração de lojas físicas com o ambiente digital;
    • estratégia de marketing omnichannel.

    Muitas dessas novas tendências mostram que a empresa que adota valores humanizados atrai e retém funcionários melhores. Com isso, ela passa a contar com um quadro de colaboradores altamente qualificado — justamente o que ela precisa para inovar e surpreender o mercado.

    Essa preocupação deve ser complementada com tendências de negócio, como a adoção do omnichannel e a integração de lojas físicas com o ambiente digital (caso a empresa tenha um estabelecimento físico).

    Mude a forma de oferecer os seus produtos

    Essa dica tem a ver com o primeiro tópico deste artigo. É necessário mudar a forma de oferecer os produtos para atender às necessidades dos clientes de maneira integral.

    Um exemplo é uma empresa que passa a oferecer o delivery como um meio de agradar consumidores que não podem ou não querem se deslocar até a loja física. Além disso, os produtos também devem ser divulgados de acordo com o perfil do público.

    Caso a sua empresa tenha uma presença digital forte, que tal enviar um mostruário de produtos por e-mail, por exemplo? A ideia, aqui, é focar nos meios pelos quais os colaboradores preferem interagir com as empresas e oferecer os seus produtos de acordo com essa tendência.

    Inove nos treinamentos com os funcionários

    Para implementar uma cultura de inovação dentro da sua empresa, por que não começar pelo próprio ambiente interno? Promova treinamentos que tenham a ver com as principais tendências de mercado.

    Isso ajuda a qualificar o quadro de funcionários e ainda motiva os colaboradores a produzirem mais, uma vez que eles entendem que a empresa proporciona oportunidades de obter conhecimento e enriquecer os seus currículos.

    Conte com a tecnologia

    Como a tecnologia é incontornável no mercado competitivo, é praticamente impossível inovar sem o auxílio de alguma solução digital. Entre elas, podemos citar:

    • Big Data;
    • Business Intelligence (BI);
    • E-mail marketing;
    • Softwares de gestão integrada;
    • Programas para realizar campanhas de marketing.

    Cada um desses softwares cobre necessidades diferentes: centralização de informações, análise do histórico digital, estratégias de marketing digital. É por conta dessa versatilidade que inovação e tecnologia andam de mãos dadas.

    Agora que você sabe o que é o mercado competitivo e as práticas que devem ser adotadas para garantir uma trajetória bem-sucedida, é hora de colocar as mãos à obra. Uma empresa que deixa a inovação de lado se torna ultrapassada e perde terreno para seus concorrentes.

    Gostou do artigo e quer saber como o Sebrae pode turbinar os seus conhecimentos? Então, entre em contato conosco!

  • Capacitação empreendedora: saiba porque é importante e como iniciar

    Capacitação empreendedora: saiba porque é importante e como iniciar

    A busca por capacitação é uma atitude que beneficia diretamente os empreendedores. Afinal, sempre há algo para aprender, uma vez que o mercado não é estático e a presença da tecnologia renova as tendências a cada dia.

    Nesse contexto, a capacitação empreendedora é crucial para todos os profissionais que queiram se manter relevantes e produtivos. Neste post, falaremos um pouco mais desse conceito e de como obtê-lo por meio de ações práticas. Confira!

    O que é capacitação empreendedora?

    Nada mais é do que adquirir conhecimento baseado em empreendedorismo. Isso pode ser feito por meio de treinamentos profissionais, mas também da leitura de livros relevantes sobre temas de interesse e até mesmo pelo consumo de podcasts presentes nas mais diversas plataformas.

    Com capacitação, profissionais adquirem todo o embasamento para resolver problemas e se tornarem especialistas em suas áreas de atuação. Tudo o que é aprendido é transformado em experiência quando aquele conteúdo é aplicado na rotina do empreendedor.

    Como obter essa capacitação?

    Agora que conhecemos o conceito, falaremos dos meios práticos para desenvolver essa capacidade e aplicá-la no trabalho.

    Faça um planejamento e defina os objetivos

    Tenha em mente as suas metas e descubra quais habilidades você precisa desenvolver para chegar lá. Caso você queira expandir o seu negócio, busque cursos e treinamentos que ajudem nesse sentido.

    Ou, se o seu objetivo é desenvolver produtos inovadores, estude o mercado, a concorrência e as necessidades dos consumidores. Só estudando todo esse ecossistema será possível compreender as dores das pessoas — e desenvolver produtos que as solucionem.

    Busque cursos e treinamentos

    Estudar por conta própria é produtivo, mas não deixe de complementar as suas pesquisas com treinamentos ministrados por pessoas conceituadas da área de atuação. Nada melhor do que aprender com profissionais que sejam referência.

    Além disso, busque cursos de instituições respeitadas, como os treinamentos oferecidos pelo Sebrae — que há décadas ajuda empreendedores em seu desenvolvimento e a conquistar oportunidades melhores. Confira a nossa página de capacitações e eventos aqui.

    Comece a ouvir podcasts sobre empreendedorismo

    Hoje, é possível encontrar podcasts sobre diversos assuntos — e o empreendedorismo não fica de fora. Como eles podem ser ouvidos a qualquer hora, se tornam uma ótima opção para aprender.

    Para começar a desfrutar desse conteúdo, o Sebrae de Minas listou os 12 dos melhores podcasts sobre empreendedorismo.

    Leia livros

    Complemente os conhecimentos adquiridos com os podcasts com a boa e velha leitura. Alguns livros que têm muito a ver com a capacitação empreendedora são “Mindset”, de Carol S. Dweck, e “Rápido e Devagar: duas formas de pensar”, de Daniel Kahneman.

    Comunique-se bem com os colegas

    De acordo com a Pirâmide de Aprendizagem de William Glasser, a capacitação não depende apenas do consumo de livros e treinamentos. Segundo o psiquiatra, que estudou profundamente o ambiente de trabalho, nós aprendemos:

    • 10% quando lemos;
    • 20% quando ouvimos;
    • 30% quando observamos;
    • 50% quando vemos e ouvimos;
    • 70% quando discutimos com outros;
    • 80% quando fazemos;
    • 95% quando ensinamos aos outros.

    Com esses números, ficou mais fácil entender a importância da boa comunicação para não só se capacitar, como espalhar o conhecimento. Compartilhe as suas habilidades com os colegas de trabalho para fomentar um ambiente ainda mais criativo!

    Use a tecnologia a seu favor

    A tecnologia está tão presente no mercado atualmente que gerou até mesmo uma frase repetida em diversas reportagens e palestras: toda empresa deve virar uma empresa de tecnologia. Nesse sentido, buscar conhecimento sobre soluções digitais é fundamental.

    Tecnologias como o Big Data, o Business Intelligence e até mesmo os softwares de gestão integrada ajudam gestores a armazenar e centralizar informações, além de estudar padrões e estabelecer tendências de mercado.

    Todo conhecimento em tecnologia é útil, uma vez que ela está presente em empresas de diferentes portes. Para adquirir capacitação empreendedora, essa habilidade não pode ser negligenciada.

    Como vimos no artigo, a capacitação empreendedora não se resume às soluções digitais, mas também à busca de conhecimento em outras fontes. Podcasts e livros, por exemplo, podem complementar os cursos e treinamentos mais exigentes.

    Gostou do artigo e quer saber como o Sebrae pode ajudar na busca por capacitação empreendedora? Então, entre em contato conosco!

  • Inovação nos negócios: 4 dicas para adotar na sua empresa

    Inovação nos negócios: 4 dicas para adotar na sua empresa

    O mercado está em evolução constante, e acompanhar esse processo é indispensável para quem empreende e deseja manter bons resultados. Por esse motivo, a inovação nos negócios é um fator importante que contribui para o sucesso da empresa.

    Nesse sentido, a inovação é mais que uma tendência mercadológica, um grande diferencial competitivo para uma marca. É um fator que pode transformar e acelerar o crescimento da empresa, desde que seja realizado de uma forma estratégica e bem-planejada.

    Você se interessou pelo assunto? No post a seguir, vamos apresentar informações extremamente importantes para a sua empresa! Continue lendo e conheça 4 dicas valiosas para adotar a inovação nos negócios e impulsionar seus resultados!

    O conceito de inovação no meio empresarial

    A inovação consiste na busca contínua por melhorias e novidades para os processos e soluções da empresa. Sendo assim, tem base na atualização constante, na criatividade e na implementação de recursos tecnológicos.

    Trata-se de um aspecto que tem um papel crucial na melhoria e avanço de um negócio, devido ao potencial para otimizar suas operações, aumentar a qualidade dos produtos e reduzir os custos de produção. Por isso, é algo cada vez mais importante para as empresas que desejam evoluir.

    4 dicas para realizar a inovação nos negócios

    A inovação nos negócios é um processo que deve acontecer com planejamento e considerando as particularidades da empresa, clientes e mercado. Dessa forma, é interessante que os empreendedores tenham estratégias específicas para garantir a evolução progressiva do seu modelo de negócio.

    Veja a seguir, quais são as principais dicas para dar o passo inicial rumo à inovação nos negócios!

    1. Crie um ambiente favorável

    Para ter uma mudança significativa e o desenvolvimento de uma cultura inovadora, é preciso preparar todo o ambiente. Por isso, estimule o envolvimento de todos, participe de palestras e workshops e tenha atenção especial para as tendências do mercado e para as necessidades dos seus clientes.

    2. Mude o mindset

    Ter uma mentalidade (ou mindset) inovadora é indispensável para ter sucesso e um negócio contemporâneo, que busca a melhoria contínua. Sendo assim, procure meios para aperfeiçoar suas habilidades e criar um pensamento focado na inovação.

    3. Faça uma análise do mercado

    Um dos pontos de partida para a inovação nos negócios é a análise de mercado, que oferece dados relevantes para direcionar suas decisões e identificar oportunidades. Dessa forma, estude o seu segmento, descubra quais são as tendências, como é o comportamento do consumidor e quem é a concorrência.

    4. Busque o seu diferencial

    Ao analisar as possibilidades para inovar o seu negócio sempre considere pontos que possam ser diferenciais estratégicos, em relação aos seus concorrentes. Procure meios para tornar suas soluções únicas e contribuir para melhorar a experiência do consumidor.

    A tecnologia é crucial para a inovação nos negócios

    O uso de recursos tecnológicos é imprescindível para a inovação nos negócios e se tornou a principal forma para a evolução. Consiste na melhor alternativa para buscar diferenciais e aprimorar os processos de uma forma acessível e inteligente e que favorece os resultados.

    Nesse contexto, existem no mercado diversas possibilidades para contar com recursos inovadores, como o uso de mídias sociais e softwares de gestão. Sendo assim, é importante avaliar todas as opções e escolher tecnologias que sejam compatíveis com o seu orçamento, suas prioridades e seus objetivos.

    Como você pôde notar, a inovação nos negócios é essencial para melhorar o desempenho e levar o seu empreendimento ao sucesso. Portanto, é preciso inovar com planejamento, para aperfeiçoar os processos e contribuir para gerar melhores receitas.

    Gostou do post? Agora que você viu dicas relevantes sobre a inovação nos negócios, o que acha de continuar lendo ótimos conteúdos? Não perca tempo e siga nossas redes sociais! Estamos no Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn e YouTube!

  • Logística de loja virtual: 3 cuidados que devem ser tomados

    Logística de loja virtual: 3 cuidados que devem ser tomados

    Quando o assunto é a logística de loja virtual nada é mais importante do que a garantia de uma entrega ágil e segura. Os clientes que aderem ao comércio online valorizam a experiência de receber as suas encomendas em um prazo curto e, por isso, os lojistas devem focar na otimização desse processo.

    Pensando nisso, decidimos usar esse espaço para explorar um pouco mais sobre esse assunto e explicar quais são os 3 principais cuidados que devem ser tomados. Continue lendo para conhecer mais!

    1. Mantenha o controle de estoque atualizado

    Nada pior para o cliente do que não receber o seu pedido ou receber uma encomenda incompleta pela falta de estoque. Inclusive, esse é um dos principais motivos para a devolução de produtos.

    Existem diversas ferramentas que podem ser utilizadas, desde planilhas eletrônicas até sistemas de gestão que automatizam essa tarefa. Esse investimento é essencial para saber a quantidade de produtos disponíveis e planejar a sua reposição quando necessário.

    Portanto, é fundamental que o empreendedor tenha um controle sobre os itens em estoque, bem como do fluxo de entrada e saída. Essa iniciativa ajuda a aumentar o nível de satisfação e contribui para a fidelização de clientes.

    2. Defina os meios de entrega

    Essa é uma decisão estratégica que afeta o volume de vendas, o planejamento da distribuição e o relacionamento com potenciais clientes. Cada lojista deve avaliar as opções disponíveis e decidir qual alternativa é a mais benéfica para o negócio. Veja as principais opções que separamos:

    • entrega via Correios: essa alternativa garante a abrangência nacional, fazendo com que a loja possa conquistar clientes em todo o país. Porém, a estatal tem limitações quanto as dimensões e o peso das embalagens utilizadas;
    • entrega por transportadoras: existem inúmeras empresas que se dedicam a prestação de serviços para lojas eletrônicas. Essas empresas contam com grande experiência e alcance para aumentar o volume de entregas. Além disso, a gestão dos pedidos é facilitada, uma vez que contam com ferramentas que registram a entrega em tempo real;
    • entrega por frota própria: essa é uma alternativa para as empresas que não têm interesse na terceirização das entregas. Porém, essa escolha pode resultar em custos excessivos para manter a operação em andamento.

    Além disso, é preciso considerar o frete grátis com intuito de aumentar as vendas, mas, ao assumir esse custo, a empresa pode afetar a sua situação financeira e a expectativa de crescimento.

    3. Acompanhe os resultados

    Indicadores de performance revelam elementos essenciais sobre a operação da loja online. Dessa forma, é recomendado que o gestor dedique tempo para desenvolver indicadores e apurá-los periodicamente.

    Existem diversos indicadores que podem ser adotados que avaliam desde o elemento financeiro até o índice de satisfação dos compradores. Alguns exemplos são:

    • número de pedidos extraviados;
    • custo operacional por pedido;
    • total de quilômetros percorridos;
    • percentual de pedidos entregues no prazo ou com atraso.

    Mesmo com todas as nossas recomendações, um elemento que não deve faltar na gestão da logística de loja virtual é o uso de tecnologia. Esse recurso representa um ganho de tempo nas tarefas rotineiras, na automatização de processos e garante a confiabilidade das informações geradas.

    Precisa de ajuda para otimizar a gestão do seu negócio? Entre em contato com os nossos especialistas e saiba como podemos ajudar você!

  • O que esperar para o futuro do trabalho e como se adaptar a ele?

    O que esperar para o futuro do trabalho e como se adaptar a ele?

    Antes, os trabalhadores eram obrigados a se locomover até o local de trabalho. Quando o horário de expediente se encerrava, todo mundo se levantava em peso e ia para casa. Hoje, os dois cenários sofreram mudanças significativas.

    Em primeiro lugar, hoje, nem todo mundo precisa sair de casa para trabalhar. Segundo, os horários não são mais tão uniformes assim para os colaboradores de uma mesma empresa. Outras alterações estão em andamento e prometem um futuro do trabalho bem mais amigável tanto para trabalhadores como para as organizações. Vamos conhecê-las!

    Flexibilidade

    Aquele modelo no qual tudo é concentrado na figura de um líder e de uma hierarquia rígida tem se tornado mais incomum com o passar do tempo. O poder está cada vez mais na mão das pessoas, que têm autonomia para propor ideias em um ambiente mais participativo.

    Falaremos mais desse modelo adiante, mas a adoção maciça do home office na pandemia favoreceu a flexibilidade nas empresas, com muita gente trabalhando de casa e mantendo bons resultados.

    Contudo, as empresas devem garantir a segurança, bem-estar e a oportunidade de desenvolvimento dos funcionários para que o modelo flexível faça mais sentido. É preciso que haja um acompanhamento das pessoas.

    Trabalho híbrido

    O trabalho híbrido é uma mistura dos modelos remoto e presencial. Uma pesquisa da consultoria McKinsey, com centenas de executivos do mundo todo, mostrou que essa modalidade veio para ficar, com nove em cada dez empresas garantindo que apostarão nessa mescla.

    O mais importante é que o estudo também apontou que a produtividade e a satisfação do cliente aumentaram durante a pandemia, justamente o período no qual o trabalho híbrido se fortaleceu. Ou seja: os trabalhadores gostam, os consumidores também. Por que não manter?

    Trabalho com um propósito

    As empresas já descobriram que trabalhadores motivados rendem mais, vestem a camisa do negócio e entregam melhores resultados. Uma reportagem da revista Exame demonstra que profissionais que combinam o propósito com boas remunerações estão sendo cada vez mais valorizados.

    Isso porque não basta apenas oferecer um salário alto: as pessoas, principalmente àquelas pertencentes às gerações Y e Z, estão buscando qualidade de vida, a realização pessoal e um bom relacionamento com as chefias, por exemplo.

    Diversidade

    Como mencionamos no tópico anterior, os profissionais estão cada vez mais focados na realização profissional — que não depende exclusivamente dos altos salários, mas do propósito e dos valores da empresa contratante.

    Outros valores que também estão sendo priorizados são a diversidade, a equidade e a inclusão no ambiente de trabalho.

    Nesse sentido, as pessoas buscam trabalhar em empresas que tenham valores similares aos seus. A reputação do negócio tem sido cada vez mais analisada, uma vez que os colaboradores não querem ser associados a organizações preconceituosas, pouco abertas às diferenças ou com métodos de trabalho engessados.

    Basta dar uma olhada no LinkedIn para encontrar diversos exemplos de profissionais que elogiam os valores de uma determinada empresa e contam como encontraram um ambiente que combina com suas visões de mundo.

    Mas, do mesmo modo, também é possível encontrar relatos de pessoas que se sentiram destratadas em certas empresas e que não a recomendam. Dependendo do alcance da mensagem, a reputação da organização sofrerá um duro baque.

    Uso da tecnologia

    Uma matéria da VocêRH utiliza uma afirmação interessante: “Toda empresa deve ser uma empresa de tecnologia”. Assim, os computadores, os dispositivos móveis e a internet deixam de ser meras ferramentas intermediárias, mas soluções imprescindíveis para qualquer negócio que queira se manter vivo.

    Ultimamente, fala-se muito em transformação digital. O conceito marca a entrada definitiva das empresas no mundo virtual, independentemente do porte de cada uma delas. Caso o seu negócio queira ter bons resultados, a tecnologia tem que estar presente.

    As empresas podem contar com uma série de soluções, de acordo com a sua necessidade. Há ferramentas de ciência e análise de dados digitais, como o Big Data e o Business Intelligence, softwares para centralizar informações, como os ERPs, e tecnologias que automatizam trabalhos repetitivos, como o Trello.

    Portanto, cada negócio tem uma solução digital capaz de otimizar seus processos, independentemente do seu campo de atuação.

    Lifelong learning

    Primeiro cenário: uma faculdade, um MBA, talvez um mestrado. Segundo cenário: um curso técnico e muita experiência de mercado. Antigamente, um desses dois caminhos era o suficiente para a maioria das pessoas ter uma carreira de respeito.

    Contudo, o que é valorizado atualmente é o lifelong learning: isto é, a educação continuada. Nesse modelo, as pessoas nunca param de aprender novas habilidades. O termo enfatiza que o estudo deve ser contínuo e os profissionais devem sempre se manter atualizados, com sede de conhecimento e acompanhando as tendências e mudanças do mercado.

    A presença maciça da tecnologia em diferentes modelos de negócio tem tudo a ver com o lifelong learning, afinal, as soluções digitais nunca deixam de evoluir. Do mesmo modo, profissionais que queiram boas carreiras devem acompanhar as novidades.

    Capacidade de autogestão

    É interessante notar que todas as tendências se complementam — e isso explica como todas elas têm sido adotadas de forma simultânea. Nesse sentido, a capacidade de autogestão está diretamente relacionada à flexibilidade que mencionamos.

    O trabalho remoto, cada vez mais presente, impulsiona outra tendência do futuro do trabalho: a autogestão. Trata-se da capacidade de gerenciar a si mesmo, de modo a entregar resultados mesmo sem a ingerência frequente de uma figura de chefia nas atividades.

    Nesse contexto, saem de cena o ponto eletrônico e o horário comercial fixo (das 9h às 17h, por exemplo). As empresas confiam nos funcionários para desempenhar suas atividades, assim, proporcionam uma flexibilidade para que o expediente seja mais prazeroso para eles.

    Contudo, os trabalhadores devem tomar cuidado, uma vez que a autogestão não é uma licença para não trabalhar. Os líderes ainda checarão os resultados e o desempenho individual, independentemente da forma como o colaborador tenha cumprido seu papel.

    Foco na saúde mental

    Até mesmo um ramo conhecido mundialmente pelo trabalho exaustivo, como é o caso da indústria dos games, tem repensado as suas práticas. As empresas têm acatado o conselho dos especialistas: é preciso cuidar da saúde mental no trabalho. Assim, enfermidades como a síndrome de burnout, o estresse, a ansiedade e a depressão estão recebendo a atenção que merecem.

    Por isso, os cuidados com o bem-estar psicológico dos funcionários devem estar na agenda das lideranças. Só assim será possível melhorar a reputação da empresa entre os consumidores, reter talentos e assegurar os profissionais brilhantes que têm se apresentado no mercado de trabalho.

    Todas essas tendências estão mudando a rotina profissional como conhecíamos até então e modelando o futuro do trabalho. Nele, as pessoas terão mais flexibilidade em seus horários, buscarão vagas que tenham a ver com seus propósitos e atuarão em ambientes bem mais diversos.

    Gostou do artigo e quer continuar lendo sobre boas práticas nas empresas? Então, entenda a importância da comunicação interna na empresa!

  • Fique de olho nas principais tendências gastronômicas para o seu negócio

    Fique de olho nas principais tendências gastronômicas para o seu negócio

    O setor de gastronomia está em crescimento contínuo. No entanto, como ocorre em qualquer segmento, o comportamento do consumidor muda constantemente. Desse modo, é preciso acompanhar quais são as demandas atuais do cliente e, mais do que atendê-las, é importante encontrar formas de surpreender. Afinal, isso é o que garante a conquista de espaço de destaque no mercado.

    Pensando nisso, nós listamos as principais tendências gastronômicas. Confira quais são elas e aproveite a oportunidade de impulsionar os resultados do seu negócio!

    Comfort Food

    Sem dúvidas, essa é uma tendência que veio para ficar. Trata-se daquela comidinha caseira, com gostinho de casa de mãe ou avó e que despertam boas lembranças da infância. Ou seja, sem o gosto dos ingredientes industrializados ou da fast-food.

    Então, além do alto valor nutricional, também tem um grande valor nostálgico. Um dos motivos é que houve um aumento na procura por alimentação mais saudável, com ingredientes frescos e naturais.

    Vale lembrar que não é preciso fazer receitas super elaboradas. Afinal, o que conduz o Comfort Food é justamente a simplicidade: um bom feijão com arroz, salada fresquinha e um guisado caprichado, por exemplo, conquistam qualquer pessoa.

    Alimentação sustentável

    Além da busca por uma dieta mais saudável, os consumidores também estão preocupados com o impacto que a produção de alimentos causa no ambiente. Sendo assim, tem preferido os naturais, orgânicos e sem adição de conservantes e corantes.

    Nesse sentido, a empresa que utiliza esse tipo de produtos e, ainda, opta por embalagens biodegradáveis, recicladas ou 100% recicláveis, melhoram sua imagem perante o público e consegue atender a um nicho que está em expansão.

    Logo, na hora de divulgar seu negócio, é bem importante mostrar ao seu público que sua empresa também preza pela minimização do impacto ao ambiente, permitindo que ele se identifique com você.

    Take away

    O sistema take away veio do já conhecido delivery e surgiu na época em que vários bares, lanchonetes e restaurantes não podiam receber clientes em seus estabelecimentos. Assim, muitos consumidores entravam em contato por telefone ou aplicativo, solicitavam seu pedido e iam até o local retirar.

    E essa modalidade continuou mesmo após a liberação das restrições e acabou se tornando uma das grandes tendências gastronômicas.

    A principal diferença é que no delivery, o cliente não precisa se deslocar até o restaurante para obter o produto, enquanto que no take away, o cliente faz o pedido e vai até o local para retirar seu produto.

    A maior vantagem desse sistema é que o estabelecimento não precisa se preocupar com a logística.

    Gastronomia inteligente

    A transformação digital tem influenciado empresas de todos os setores, incluindo as de gastronomia. Afinal, a tecnologia, por meio do uso de aplicativos e softwares, é uma excelente aliada na otimização dos processos, na redução de custos, na gestão de estoques, na divulgação da marca e na expansão do negócio.

    Ainda possibilita mais agilidade no atendimento aos pedidos, melhorando a experiência do cliente. Desse modo, vale a pena investir não apenas em softwares, como também em maquinário mais moderno, que possam ser integrados a aplicativos.

    Agora que você já conhece as principais tendências gastronômicas, não deixe de ver quais delas se adaptam melhor ao seu estilo de negócio e perfil de público-alvo. Em seguida, faça um bom planejamento e implemente as novidades para melhorar seus resultados!

    Quer saber ainda mais sobre o assunto? Então, baixe nosso e-book sobre tendências do mercado de alimentação e aprofunde-se no tema!

  • 8 práticas de inteligência competitiva para aplicar no seu negócio

    8 práticas de inteligência competitiva para aplicar no seu negócio

    Estudar o mercado em busca de informações valiosas para o negócio é o dever de todo empreendedor. Contudo, como fazer isso de forma estruturada, colhendo conhecimento que se transforme em objetos de valor para os clientes?

    Nesse caso, é de inteligência competitiva que você precisa. Ela é aplicada de maneira holística, envolvendo tanto as boas práticas de gestão como a utilização de tecnologias de ponta. Explicaremos melhor o conceito e mostraremos as principais técnicas para aplicar no seu negócio. Acompanhe conosco!

    O que é inteligência competitiva?

    Trata-se de uma ferramenta estratégica, com o objetivo de capturar, analisar e processar dados. Com essas informações em mãos, a empresa consegue compreender tendências, estudar o comportamento da concorrência e elaborar suas próprias soluções.

    Ela tem a ver com a antecipação: por meio de um estudo aprofundado, será possível desenvolver soluções inéditas ou até mesmo aprimorar produtos que precisem de um empurrão para atingir todo o potencial.

    Business Intelligence

    Os dois nomes são parecidos, então, é uma boa ideia diferenciá-los. O Business Intelligence é um termo abrangente, que envolve a mineração de dados digitais, a análise corporativa e as ferramentas virtuais para a extração de informações.

    O BI utiliza tecnologias para evitar falhas do negócio, enquanto a inteligência competitiva melhora a percepção dos clientes sobre a marca, com a adoção de práticas inovadoras e focadas na experiência do consumidor.

    Além disso, como veremos em seguida, o Business Intelligence é um termo totalmente ligado ao uso de tecnologias, enquanto a inteligência competitiva pode ser estimulada com práticas manuais e reforçada por soluções digitais.

    Benchmarking

    O benchmarking também costuma ser confundido com a inteligência competitiva, uma vez que envolve o estudo dos concorrentes. Enquanto o primeiro tem a ver com a absorção de características positivas de competidores, a segunda, utiliza os dados coletados para obter um panorama do ramo de atuação e explorar lacunas de mercado.

    Quais são as principais práticas de Inteligência Competitiva?

    É importante entender que a inteligência competitiva envolve tanto boas práticas de gestão quanto a utilização de tecnologias que facilitem a análise, como o Big Data. Nesse sentido, apresentaremos iniciativas que combinem as duas técnicas.

    1. Defina os objetivos

    Em primeiro lugar, você precisa definir o que realmente quer melhorar no negócio. Caso você ainda não tenha um objetivo bem definido, uma boa ideia é utilizar o método SMART:

    • S, de specific, ou específico;
    • M, de measurable; mensurável;
    • A, de achievable, atingível;
    • R, de realistic, realista;
    • T, de timely, possível de ser realizado em um prazo adequado.

    Preencha todos os campos, com a ajuda da sua equipe, e você terá uma boa ideia do que pode ser feito para aumentar a competitividade do negócio.

    2. Crie planos de ação

    Cada meta discutida exigirá diferentes recursos de inteligência competitiva para contemplar tudo o que foi citado no método SMART. Assim, obter insights é apenas o primeiro passo: é preciso criar planos de ação e delegá-los para as equipes.

    Cada um desses planos deve conter informações suficientes para alimentar os próximos passos. Por isso, vocês devem produzir relatórios, gráficos e pontos de convergência entre as estratégias internas e os métodos dos concorrentes, entre outras atividades.

    3. Colete informações

    Você pode estar se perguntando: como reunir informações sobre os concorrentes? Afinal, elas não as entregarão para que seus rivais façam bom proveito, não é mesmo? Felizmente, é possível descobrir muita coisa pela internet — e de forma totalmente legal.

    Para isso, será preciso analisar os materiais de marketing que eles preparam para seus clientes e parceiros, por exemplo, uma vez que muitas empresas disponibilizam os conteúdos para qualquer um que entre em contato com um e-mail.

    Do mesmo modo, comprar produtos similares ao do seu portfólio para realizar comparações diretas é uma boa ideia. Acesse os canais de comunicação dos competidores, analise suas estratégias de divulgação, os produtos que eles enfatizam e o tom do contato.

    Também é possível visitar pontos de venda para conversar com vendedores e consumidores. Por fim, outro meio interessante é inscrever-se no site para receber notificações e publicações recorrentes.

    4. Identifique as oportunidades e as ameaças

    Esse acompanhamento do ambiente externo também permite que a empresa faça o controle das movimentações e das ações dos concorrentes e também de outros fatores do mercado que influenciam os seus negócios.

    Uma outra técnica bem interessante é a análise SWOT, ou matriz FOFA. Ela é bem intuitiva, uma vez que basta preencher cada campo para ter uma visão holística do negócio:

    • F, de forças;
    • O, de oportunidades;
    • F, de fraquezas;
    • A, de ameaças.

    As forças e as fraquezas se referem ao ambiente interno da empresa, enquanto os outros dois quesitos se relacionam com os fatores externos. Por meio desse estudo, os gestores conseguem identificar, se antecipar ou até mesmo eliminar ameaças, assim como aproveitar oportunidades reveladas pelas etapas anteriores.

    5. Analise as informações

    Agora, chegou o momento de “traduzir” tudo o que foi coletado e compreender o que os dados estão dizendo. Isso pode ser feito por meio de uma solução digital de análise de dados, como uma ferramenta de Big Data ou um software de gestão integrada, mas também pode ser realizado de maneira manual.

    Caso você e a sua equipe tenham reunido um bom material sobre os concorrentes, será possível cruzar informações por meio da análise minuciosa, para estabelecer padrões, tendências e identificar lacunas. A tecnologia faz isso por meio do estudo de dados brutos, colhidos na internet.

    6. Aposte em inovação

    Praticar a inteligência competitiva tem tudo a ver com a capacidade de inovar. Empresas que estudam o mercado e atendem as necessidades que ainda não foram exploradas serão notadas pelos clientes.

    7. Dissemine a inteligência competitiva

    Tudo o que foi estudado e se transformou em conhecimento útil deve ser disseminado pela empresa. Afinal, desse modo será possível adotar um mindset de inovação e de atenção às necessidades não atendidas do consumidor.

    Essa disseminação pode ser feita por meio de relatórios analíticos mais complexos, mas também por estudos de casos, comunicados e alertas. O importante é mostrar como todo o trabalho gerou a possibilidade de inovar e tornar a empresa uma referência de mercado.

    8. Fidelize os clientes

    Como já dizia o autor e empreendedor Philip Kotler, em sua obra “Fundamentos de Marketing”: sai bem mais caro conquistar novos consumidores do que trabalhar para manter aqueles que a empresa já possui em sua carteira.

    Não se trata apenas de custos: quando o serviço prestado ao consumidor é de alto nível e o relacionamento mútuo é respeitoso, a empresa está utilizando todas aquelas informações coletadas para praticar efetivamente a inteligência competitiva.

    Além disso, manter os clientes fiéis e satisfeitos é uma maneira de conquistar promotores da marca e defensores espontâneos, que ajudam a atrair novos clientes por meio do marketing boca a boca e das avaliações públicas de produtos.

    Afinal, de que adianta estudar exaustivamente o mercado e não entregar soluções relevantes com base nesse estudo? Como pudemos ver no artigo, a inteligência competitiva afeta diretamente a percepção dos consumidores, valoriza a empresa e ainda a prepara para explorar as novas tendências.

    E aí, curtiu o artigo e quer saber como o Sebrae pode ajudá-lo em seus objetivos? Então, aproveite para entrar em contato conosco!