Categoria: Inovação

  • Veja o que é e como funciona o modelo freemium de negócios

    Veja o que é e como funciona o modelo freemium de negócios

    Inovações no mundo dos negócios são, ao mesmo tempo, uma necessidade e um recurso valioso. É nesse cenário que o modelo freemium se destaca como um diferencial que oferece ainda mais valor ao consumidor.

    Por isso, decidimos dedicar esse espaço a discutir as particularidades desse modelo e a demonstrar as suas vantagens. Continue lendo para saber mais!

    O que é freemium?

    Embora esse modelo seja praticado desde a década de 80, a expressão freemium começou a ser utilizada somente no ano de 2006. Esse termo é a junção das palavras free e premium. Na prática, refere-se a um tipo de produto ou serviço que é oferecido gratuitamente, mas com adicionais pagos que podem ser incluídos quando o cliente desejar.

    Esse modelo já era utilizado por empresas de software, por exemplo, que ofereciam acesso a suas ferramentas por um período de teste limitado. Posteriormente, os interessados em acessar a versão mais avançada deveriam contratar o serviço.

    Quais são as vantagens do modelo freemium?

    Com o crescimento da sua popularidade, esse modelo tem sido explorado por empresas que desejam consolidar a sua marca. A sua principal vantagem é a atração de potenciais novos clientes durante o período de teste, que podem ser convertidos posteriormente.

    Facilita a experimentação

    Um dos maiores desafios ao lançar um novo produto ou serviço é conquistar a atenção do público-alvo. Esse modelo permite alcançar uma audiência maior, que é atraída pela possibilidade de experimentação. Como consequência, aumenta também a conversão quando os usuários migram para a versão paga.

    Promove a retenção de usuários

    Com uma versão gratuita de qualidade e uma boa política de suporte, é possível conquistar mais clientes, que, por sua vez, tornam-se usuários fiéis. Além de pensar na conquista de novos consumidores, é fundamental focar no engajamento, que ajuda no crescimento tanto em curto como em longo prazo.

    Aumenta o valor da marca

    Nem só de clientes pagantes vivem as empresas. A sua imagem pública é um dos maiores diferenciais, pois faz parte de uma estratégia de marketing que busca estabelecer e solidificar uma relação positiva com o mercado.

    Quais empresas usam esse modelo?

    Várias empresas utilizam o freemium. Pode ser que você até mesmo seja cliente de alguma delas e não tenha notado essa característica. Veja alguns destaques:

    • Spotify: como a versão gratuita contém anúncios, os usuários podem optar pela assinatura mensal para ter acesso aos conteúdos sem interrupções;
    • LinkedIn: o site de anúncios de vagas de emprego é um dos mais relevantes no mercado de trabalho. Quem tem interesse pode acessar mais funcionalidades, cursos e destaque no currículo com a versão paga;
    • Mailchimp: uma das ferramentas mais usados nas estratégias de marketing digital. Tem o plano básico gratuito e a versão premium, que oferece automação de processos e análises da audiência.

    Com isso, observamos que empresas mundialmente conhecidas entendem a relevância do modelo freemium e buscam formas de adaptar esse conceito à sua realidade. Esse é um indício de que vale a pena usar esse recurso no relacionamento com os clientes.

    Você também pode interagir com o Sebrae online. Basta seguir as nossas páginas nas redes sociais: Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, Linkedin e TikTok.

  • 6 dicas para aplicar Design Thinking em vendas na prática

    6 dicas para aplicar Design Thinking em vendas na prática

    Não é um exagero dizer que Design Thinking é um assunto que todo gestor deveria dominar. Pois, trata-se de uma metodologia que permite desenvolver, direcionar, organizar, testar e implementar novas ideias de uma maneira eficaz.

    Entre todos os segmentos de negócios, a área de vendas é uma das que ainda não aproveita o potencial dessa metodologia ao máximo. Porém, esta forma inovadora de abordar problemas e melhorias tem muito a oferecer a esse segmento.

    Entenda melhor o que está por trás desse conceito e como aplicar a partir de 6 dicas!

    A ideia por trás do Design Thinking

    O conceito de Design Thinking se ampara em algumas premissas como: intuitividade, reconhecimento de padrões, utilização da análise crítica, valorização de aspectos tanto emocionais quanto funcionais e ênfase em agradar o público.

    Na prática, trata-se de uma metodologia que usa o modelo criativo de pensamento que os designers implementam na elaboração de projetos visuais para inovar ao:

    • resolver problemas;
    • desenvolver ideias;
    • alcançar melhorias;
    • otimizar processos;
    • criar novos produtos ou serviços;
    • tomar decisões;
    • encontrar oportunidades;
    • identificar necessidades.

    Seu funcionamento demanda pesquisas e colaborações intensas para os envolvidos verem outros ângulos, adotando abordagens diferenciadas em etapas que incluem:

    1. imersão e análise de dados, fatores, cenários e informações para entender totalmente a situação;
    2. ideação em que toda a equipe visa contribuir para definir o que e como devem responder ao quadro mapeado;
    3. prototipação e validação da solução escolhida por meio da testagem para ajustá-la a sua melhor versão;
    4. implementação disponibilizando o que foi gerado no processo para todos os interessados.

    O Design Thinking em vendas

    Com base nos conceitos por trás do Design Thinking é viável perceber que seu foco em compreender tanto emocional quanto logicamente o público em prol de agradá-lo é um ponto que torna essa ideia interessante para a área de vendas, certo?

    Dessa forma, o comercial, em todos os seus formatosB2B, B2C, varejo, atacado, etc. —, pode se valer disso estrategicamente ao utilizá-lo para:

    • construir funis de vendas e fluxos mais eficientes;
    • estabelecer e otimizar abordagens aos clientes;
    • encontrar respostas para as demandas e necessidades do consumidor;
    • estruturar o layout do ponto de venda -PDV ou mix ideal;
    • entrar em novos nichos ou mercados;
    • optar por novos modelos de relacionamento e novos canais;
    • desenvolver ferramentas específicas para o empreendimento.

    6 Dicas para aplicar Design Thinking em vendas

    Com base nas suas etapas, o Design Thinking pode ser posto em prática no segmento de vendas. Veja 6 dicas que facilitam sua aplicação!

    1. Comece mapeando e analisando o cenário

    Ter clareza sobre os objetivos, da situação do mercado e os recursos disponíveis com base em dados evita desperdícios. A partir disso, o projeto pode ser desenhado, definindo as ações que realmente fazem sentido para se chegar aos resultados desejados e eliminar tarefas desnecessárias.

    Desse modo, é preciso coletar e entender todas as informações em contexto. Internamente, o perfil do consumidor, o desempenho do setor e o orçamento disponível para investimento são alguns exemplos. Já externamente, as pesquisas de mercado mostram tendências e padrões comportamentais que não devem ser ignorados.

    2. Use a empatia como ferramenta para colocar o cliente no centro da estratégia

    Quando se trata da área de vendas, o contato próximo com os clientes facilita um dos aspectos mais relevantes do Design Thinking: compreendê-los para entregar a melhor experiência.

    Nesse cenário, a empatia ajuda a entender suas necessidades, desejos e demandas, que devem sempre guiar os objetivos do projeto. Ferramentas como a escuta ativa durante as interações em todos os canais, coleta de feedback, entrevistas e estudo da jornada de compra são algumas formas de atingir essa compreensão.

    3. Invista na criatividade para encontrar alternativas

    A criatividade é mais que uma competência individual, trata-se de um ativo intangível e indispensável para as empresas que querem se diferenciar. Ou seja, precisa ser trabalhada institucionalmente.

    Fazer isso envolve criar um ambiente acolhedor, diverso, que incentiva e permite a exploração de ideias diferentes, com pessoas de várias áreas contribuindo. Uma prática que ajuda a iniciar a ideação é possibilitar sugestões anônimas que possam ser trabalhadas depois, de forma coletiva sem identificar quem criou.

    4. Aproveite a capacidade do time em um bom brainstorming

    Se a diversidade de pessoas, perspectivas e ideias auxilia a impulsionar a criatividade, um bom brainstorming é o meio para colocar todos para colaborar, de maneira que viabilize as trocas na prática.

    Mais que um espaço de sugestão, esse momento permite que cada pessoa apresente suas percepções. Por isso, deve ser realizado várias vezes ao longo do Design Thinking.

    5. Qualifique a comunicação

    A interação é constante nas múltiplas etapas do Design Thinking. Colegas, gestores, clientes e, até mesmo, fornecedores são ouvidos. Portanto, qualificar a comunicação é essencial, já que permite que as trocas sejam produtivas e efetivas.

    Para tanto, o negócio deve promover formações e reflexões que possibilitem aos envolvidos:

    • desenvolver capacidade de escuta ativa;
    • ser assertivos sem ser agressivos;
    • adotar postura condizente;
    • utilizar elementos de apoio para argumentar e exemplificar;
    • rever modelos conversacionais que usam.

    6. Sempre selecione as ideias conforme o público

    Diante de muitas propostas diferenciadas, é comum se empolgar e querer aplicar todas. Mas sem uma curadoria, as ideias perdem de foco o principal: o cliente. Além disso, viabilidade, originalidade e prioridade são fatores que precisam ser considerados para direcionar o investimento.

    Por exemplo, um aplicativo próprio de vendas só faz sentido se a empresa tem alcance para que o valor vendido através dele cubra os custos de desenvolvê-lo. Por outro lado, se a usabilidade da plataforma de vendas online terceirizada está impactando negativamente a experiência de consumo, pode ser necessário rever o fluxo usando o Design Thinking.

    O Design Thinking que leva a inovação em vendas

    Todas essas dicas, assim como o próprio conceito de Design Thinking, estão muito ligados à inovação. Não à toa é aplicado por negócios de TI e indústrias de ponta. Em relação à área de vendas, seu impacto disruptivo não seria diferente.

    Mais que um método para a criação e a adoção de soluções digitais nessa atividade, ele permite que estratégias comerciais sejam renovadas. Com ele, desde os processos até abordagens passam por uma revolução para atingirem um novo nível e, consequentemente, melhorarem os resultados.

    O Design Thinking é uma metodologia aplicável a todas as áreas de um negócio. Seu diferencial é gerar inovação, abrindo caminhos inesperados que acabam se tornando atrativos. Em vendas, isso significa investir em aspectos como pesquisa imersiva, empatia, comunicação, criatividade e foco no cliente, conforme as 6 dicas listadas nesse conteúdo.

    Descubra outras formas de satisfazer o seu público com o curso online de Customer Success!

  • Saiba como a inteligência artificial pode ser aplicada nos negócios

    Saiba como a inteligência artificial pode ser aplicada nos negócios

    Compreender como funciona a inteligência artificial nos negócios é essencial para empreendedores que buscam vantagens competitivas. Afinal, não é apenas um conceito futurista, mas uma realidade poderosa que está transformando a maneira como os empreendimentos operam.

    Atualmente, essa tecnologia já está muito presente nas empresas, das recomendações personalizadas em plataformas de streaming aos chatbots que nos auxiliam na web. Mas a pergunta que fica é: como a IA pode beneficiar os pequenos negócios?

    Neste post, você entenderá melhor o impacto dessa inovação e descobrirá como ela pode ser a chave para o sucesso. Acompanhe!

    Como a Inteligência Artificial está impactando os negócios?

    A Inteligência Artificial (IA) está causando um impacto significativo nos negócios de todas as dimensões, e as pequenas empresas não são exceções.

    Uma das principais maneiras é por meio da automação de processos. Tarefas rotineiras e repetitivas, que costumam demandar tempo e recursos, agora podem ser realizadas com rapidez e precisão por sistemas de IA. Assim, é possível liberar recursos humanos para tarefas mais estratégicas.

    Além disso, essa tecnologia desempenha um papel vital em estratégias de marketing e vendas. Isso porque ela permite analisar grandes volumes de dados do cliente para identificar padrões de comportamento e preferências, permitindo a personalização de campanhas e recomendações.

    Quais benefícios a IA pode oferecer aos pequenos negócios?

    Essa inovação oferece uma série de vantagens significativas aos negócios de todos os portes, inclusive para os menores. Os principais pontos fortes são:

    • automação de processos — as tarefas rotineiras (como classificação de e-mails e processamento de pedidos) podem ser feitas de maneira automática, economizando tempo e recursos, além de aumentar a precisão com que são feitas;
    • melhorias em marketing e vendas — a IA pode analisar dados do cliente para identificar padrões de comportamento e preferências;
    • atendimento ao cliente aprimorado — chatbots e assistentes virtuais habilitados por IA estão cada vez mais sendo utilizados para fornecer suporte ao cliente 24/7;
    • análise de dados avançada — com essa tecnologia, é possível analisar grandes volumes de dados em tempo real, identificando tendências de marketing e percepções que seriam difíceis de detectar manualmente;
    • eficiência operacional — essa inovação ajuda a otimizar a logística, melhorar a gestão de recursos e aumentar a eficiência em toda a operação de um pequeno negócio;
    • redução de custos — a automação e a eficiência resultantes da IA podem levar a uma redução significativa de custos operacionais.

    Como implementar a automação de processos com a Inteligência Artificial?

    Aplicar essa inovação nos negócios não é uma tarefa difícil. Porém, é preciso seguir algumas etapas para a implementação gerar os resultados esperados. Confira os passos:

    1. identificação de tarefas — comece a identificar tarefas repetitivas e demoradas em sua operação, como gerenciamento de estoque, atendimento ao cliente, coleta de dados, ou agendamento;
    2. escolha da ferramenta certa — selecione uma solução de IA adequada às necessidades da sua empresa;
    3. treinamento simples — aprender a usar ferramentas de inteligência artificial não precisa ser complicado. Muitos fornecedores oferecem treinamento prático e suporte. Certifique-se de que sua equipe está confortável com a nova tecnologia;
    4. integração inteligente — garanta que as ferramentas utilizadas se integrem bem com seus sistemas existentes.

    Como você viu, ao explorar a inteligência artificial nos negócios, pequenas empresas podem ampliar sua eficiência e alcance. Afinal, a automação de processos, o aprimoramento do atendimento ao cliente e a análise de dados proporcionam benefícios reais, permitindo que você conquiste uma grande vantagem competitiva e impulsione seus resultados.

    Quer saber ainda mais sobre como alavancar seus negócios? Então, confira os eventos do Sebrae e fique por dentro dos principais assuntos do mundo do empreendedorismo!

  • Entenda como funciona o Gemini, a Inteligência Artificial do Google

    Entenda como funciona o Gemini, a Inteligência Artificial do Google

    As inteligências artificiais geradoras de conteúdo chegaram mesmo para ficar. Enquanto o ChatGPT ainda é um assunto quente no mundo todo, outras opções começam a se firmar no mercado. Uma delas é o Google Gemini, antes conhecido como Bard, desenvolvido em um trabalho em conjunto com o mecanismo de busca mais famoso do mundo.

    O Gemini promete se diferenciar dos seus concorrentes por ter um foco mais informativo e objetivo. Uma indicação desse objetivo está no próprio nome da ferramenta.

    Para entender melhor essa história e as funcionalidades e benefícios do Google Gemini para os pequenos negócios, continue a leitura!

    O que é o Google Gemini?

    O Gemini é um chatbot inteligente e uma inteligência artificial desenvolvida pelo Google. Como quase todas as grandes empresas de tecnologia passaram a investir em IA, essa solução digital surge como uma resposta à outra plataforma similar que tem chamado a atenção: o ChatGPT.

    À primeira vista, o Gemini é apenas mais uma inteligência artificial com a capacidade de gerar texto, ao responder a perguntas dos usuários. Contudo, seu foco é mais informativo, até pela capacidade de acessar os resultados da busca do Google em poucos segundos.

    O primeiro nome da plataforma sugeria essa pegada informativa. O termo “Bard” surgiu em 2022, quando o projeto começou. De acordo com a empresa, a ideia por trás da sua criação era que a ferramenta servisse para encontrar informações, mas também para que os usuários ajudassem a ter novas ideias e resolver problemas com base nesse conhecimento.

    Foi aí que surgiu o nome “bard”, de bardo, uma herança das línguas celtas. Na Europa antiga, os bardos (também chamados de aedos ou trovadores) eram contadores de história e artistas profissionais. Desse modo, eles ajudavam a espalhar e perpetuar o conhecimento sobre a cultura europeia por onde passavam.

    Outro detalhe muito interessante: você sabia que um empreendedor brasileiro teve um papel fundamental na criação do Gemini? Daniel Freitas trabalhou para o Google e desenvolveu um chatbot chamado Lamda — que foi a base do Bard e do programa atual da empresa. Hoje, Daniel tem a sua própria empresa de IA, a Character.AI.

    A mudança de nome de Bard para Gemini ocorreu em fevereiro de 2024 marcando uma nova fase para a plataforma que lançou a sua versão paga o Gemini Advanced, e também reforça a sua missão de inteligência artificial que busca criar modelos em pares que se complementam, à ideia de dualidade, parcerias e união na construção de conteúdo e novas tecnologias, além de contribuir para diferenciação da marca.

    Qual é a sua relação com o ChatGPT?

    O Gemini é competidor direto do ChatGPT. Enquanto o primeiro foi desenvolvido pela Google, o segundo foi criado pela Open AI. Ambas as soluções são capazes de responder a perguntas diretas, criar relatórios, sugestões e outras funcionalidades.

    Uma das principais diferenças é que o ChatGPT chegou primeiro ao Brasil, ainda em 2002 — enquanto o Bard, agora Gemini, só foi disponibilizado em julho de 2023. Enquanto a solução da Open AI aceita qualquer plataforma de e-mail para o login, você precisa de uma conta do Google para utilizar o Gemini.

    Outra diferença é que o Gemini tem acesso ao Google Search para encontrar informações, enquanto o ChatGPT não conta com essa funcionalidade. Assim, de acordo com os criadores do Gemini, a base de dados para prover respostas é bem maior do que a tecnologia da Open AI.

    Para utilizar a ferramenta, você precisa entrar no site oficial da plataforma e criar o seu login. Ainda não há um aplicativo oficial do Gemini.

    Quais são as funcionalidades do Google Gemini?

    Após entender o conceito e as diferenças em relação ao seu principal concorrente, vejamos quais são as principais funcionalidades do Gemini.

    Informa os usuários com conteúdo relevante

    Como o seu próprio nome sugere, esse chatbot tem um grande foco em informar o usuário. Para isso, o Gemini consegue acessar e processar notícias atualizadas de diversas fontes, desde jornais internacionais como o New York Times, a BBC News até veículos brasileiros igualmente respeitados, como O Globo.

    Dessa forma, ele consegue fornecer um resumo das principais notícias do dia e até desenvolver um sumário a partir dos seus interesses. Você pode fazer um teste: abra a página do Gemini e peça um compilado das principais novidades da semana. Em poucos segundos, você sairá mais bem informado.

    Fãs de esportes e games podem solicitar um resumo dos últimos resultados e das novidades no mundo do entretenimento. Basta fornecer um recorte para a plataforma, como uma competição específica, uma localidade ou um tema.

    Analisa dados para ajudar empreendedores

    Com o surgimento das ferramentas de inteligência artificial, como o Gemini, o trabalho de análise de dados ficou bem mais veloz — e democrático. Isso porque basta fornecer algumas informações numéricas relacionadas ao seu negócio para que ele compile esse conteúdo e transforme em um texto articulado e útil.

    Será possível identificar tendências, valores atípicos ou até solicitar insights do chatbot. Ele também é capaz de gerar relatórios bem detalhados e versáteis, que possibilitam uma visão mais focada e melhoram a tomada de decisão.

    Contudo, como também é o caso do ChatGPT, não assuma que toda a análise feita é uma verdade instantânea. Dê uma olhada no que foi gerado, cheque os números e desconfie de fatos citados pela plataforma, uma vez que esse trabalho não é imune a erros.

    Adequa o tom de voz para uma comunicação efetiva

    Um dos principais benefícios do Gemini é a capacidade que a solução tem de responder às perguntas com diferentes estilos. Ele oferece 5 diferentes tipos de resposta a qualquer pergunta:

    • simples;
    • longa;
    • curta;
    • profissional;
    • casual.

    Por isso, caso você não goste da forma com a qual ele respondeu a algum questionamento, pode escolher uma das outras 4 opções. Isso é importante na hora de elaborar campanhas para públicos-alvo totalmente diferentes.

    Trabalha em conjunto com outras ferramentas do Google

    Esse chatbot permite que todas as respostas sejam exportadas diretamente para um arquivo do Documents ou do Gmail, outras soluções do Google. Essa é uma forma eficiente de compartilhar informações com colegas de trabalho ou até para quem quer salvar um rascunho para responder a um e-mail posteriormente.

    Auxilia programadores e desenvolvedores

    O Gemini oferece suporte a mais de 20 linguagens de programação. Para quem está começando a estudar o tema ou precisa de ajuda para terminar de escrever um código “empacado”, a ajuda vem muito a calhar.

    Conforme a ferramenta vai evoluindo, o sistema tem sido capaz de decodificar conteúdos já existentes, explica linhas específicas de programação para quem está começando na carreira e até mesmo escreve códigos para o recurso “Planilhas do Google”.

    Um dos principais pontos de encontro dos programadores na internet é o site GitHub. Os usuários podem direcionar o Gemini para a página e pedir a sua ajuda para que explique as etapas de um código complexo, por exemplo.

    Ajuda os pequenos negócios

    O Gemini ajuda diretamente os pequenos negócios. Em primeiro lugar, ele é totalmente gratuito no Brasil, enquanto o ChatGPT oferece alguns recursos avançados apenas para alguns assinantes.

    Além disso, será possível combinar a ferramenta a outra solução gratuita e muito útil do Google: o Analytics. Você pode pegar os dados analíticos e pedir para o Gemini gerar insights, automatizar tarefas e criar conteúdo, como textos para uma estratégia de e-mail marketing e anúncios direcionados.

    Com essa combinação, fica mais fácil analisar os dados de tráfego de um e-commerce e pedir ao Google Gemini alguns insights para tomar decisões e concluir mais vendas, por exemplo.

    Um pequeno empreendimento também poderá automatizar algumas rotinas de atendimento, tornando mais ágil a interação com os clientes. Como você viu no artigo, a ferramenta chega para sacudir o mundo da inteligência artificial e, melhor ainda, ajudar empreendedores a otimizar seus processos.

    Aproveite a visita ao blog e navegue pelo Hub Sebrae!

  • Entenda o que é uma startup e como abrir a sua em 6 etapas

    Entenda o que é uma startup e como abrir a sua em 6 etapas

    Para começar a entender o que é startup, é preciso desfazer uma confusão recorrente: essas empresas não são, necessariamente, produtoras de soluções digitais. No entanto, a imensa maioria baseia seus processos em tecnologia — oferecendo seus serviços por meio de aplicativos, por exemplo.

    Esse modelo de negócio se desenvolveu nas últimas décadas, inclusive no Brasil. Hoje, temos ao menos 24 empresas que evoluíram ao ponto de serem consideradas unicórnios, isso é, negócios avaliados em mais de 1 bilhão de dólares.

    Para você entender, de uma vez por todas, o que é startup e começar a montar a sua, preparamos este artigo. Boa leitura!

    Afinal, o que é startup?

    Uma startup é uma empresa inovadora e que utiliza a tecnologia de forma intensa em seus projetos. Elas nascem como empreendimentos relativamente pequenos, mas são projetadas para crescerem rapidamente. Além disso, o negócio é repetível, o que significa que ele precisa ser capaz de entregar o mesmo produto ou serviço em uma escala ilimitada.

    Um dos gurus desse modelo de negócio é Steve Blank, empresário do Vale do Silício na Califórnia. Segundo a definição dele, é preciso que a empresa seja escalável e replicável, o que significa que a empresa deve ter:

    • capacidade de crescer rapidamente em receita;
    • aumento de número de pessoas atendidas;
    • crescimento da produtividade sem que os custos cresçam na mesma proporção.

    As startups também costumam atuar em um cenário de incerteza, no qual a ideia principal do projeto pode não ser viabilizada. É por isso que é tão importante ter profissionais de alto nível envolvidos, para conseguir atrair investidores e continuar crescendo.

    Esse investimento pode vir de duas formas principais: com a entrada de investidores-anjo, profissionais de sucesso que colocam dinheiro em negócios inovadores, ou por meio de organizações de acolhimento e suporte, como as incubadoras e aceleradoras de novos empreendimentos.

    Enquanto uma incubadora ajuda a startup em fase inicial a estruturar o seu negócio, uma aceleradora consegue direcionar para o crescimento acelerado em direção à lucratividade. O processo seletivo para ingressar em programas de aceleração costuma ser mais concorrido.

    Um ponto importante é que uma empresa que nasce como startup provavelmente não fará parte desse conceito para sempre. Afinal, esse tipo de empreendimento nasce pequeno, mas seus gestores estão focados no crescimento e na expansão das oportunidades.

    Outra característica das startups bem-sucedidas é a capacidade de atrair dinheiro de investidores para se desenvolver. No entanto, nem todas elas conseguem: é preciso validar a sua ideia com um time capaz de executar o projeto apresentado.

    Como abrir a sua própria startup?

    Depois de entender o conceito, vamos mostrar as principais etapas para começar com o pé direito no universo das startups.

    1. Tenha uma ideia inovadora

    Todas as startups de sucesso têm algo em comum: a implementação de uma ideia inovadora. Nesse sentido, antes de tudo é preciso identificar uma lacuna no mercado, um problema a ser resolvido. A partir daí, é preciso desenvolver algo que realmente ajude o público-alvo.

    2. Desenvolva um protótipo

    Um protótipo é uma solução testável, utilizada pelos clientes em potencial. Caso o produto inicial tenha uma boa aceitação, a empresa pode evoluir para o desenho de um Mínimo Produto Viável (MVP).

    Desenvolver um protótipo é um processo que deve ocorrer simultaneamente à pesquisa de mercado, que não pode parar na etapa da ideia. Afinal, se a empresa se mantiver muito focada nos próprios negócios, um concorrente pode sair na frente e lançando um produto similar.

    Escolha um nome impactante

    Além de colocar a sua ideia em prática, é importante criar uma marca que entre no radar dos seus clientes em potencial. Aprenda a construir um branding marcante para a sua empresa.

    3. Valide hipóteses de mercado

    Após testar versões iniciais do seu produto junto aos clientes em potencial, o empreendedor já terá uma boa noção da viabilidade comercial do seu projeto. A partir daí, será possível alinhar essa solução com a demanda do mercado e adaptar a aplicação com base no retorno dos primeiros usuários — além de reparar possíveis erros de desenvolvimento.

    4. Busque parceiros de negócios

    Você pode ser um gênio da programação e da tecnologia, mas é muito difícil tocar uma startup sozinho. Afinal, o objetivo é crescer rapidamente e se estabelecer no mercado. Portanto, com a ajuda de pessoas qualificadas, será mais fácil triunfar.

    O ideal é ter ao menos um sócio para iniciar o projeto, com habilidades complementares às suas. À medida que o projeto for evoluindo, a startup poderá buscar novos colaboradores, para que os líderes se concentram exclusivamente nas atividades-fim.

    5. Capte recursos

    Buscar recursos externos é importante para que a startup continue progredindo. Nesse modelo de negócio, os investimentos são ainda mais valiosos porque a empresa geralmente trabalha com tecnologia e precisa de dinheiro para inovar.

    Com um modelo validado e um protótipo em mãos, os empreendedores devem atrair investidores-anjo, fundos de investimento ou aceleradoras que ajudem o negócio a crescer rapidamente.

    6. Faça um bom marketing  

    Além de ter um bom produto, é crucial que as pessoas saibam que ele existe. Por isso, é essencial que a empresa produza conteúdo online, utilize as suas redes sociais e outras formas de se comunicar diretamente com o público.

    Criar vídeos também é uma maneira de “trazer” as pessoas para dentro da empresa. Muita gente tem curiosidade de saber um pouco mais sobre como produtos inovadores são desenvolvidos e como uma simples ideia evoluiu para uma solução completa.

    Quais são alguns exemplos de sucesso?

    Para motivar os nossos leitores, vamos citar apenas empresas brasileiras que conseguiram triunfar nesse modelo:

    • Nubank;
    • iFood;
    • C6 Bank;
    • Petlove;
    • Neon;
    • Gympass;
    • QuintoAndar.

    Todas essas empresas, nascidas como startups, cresceram com o uso intenso da tecnologia. No entanto, você pode notar que nem todas pertencem ao mesmo segmento: Nubank é uma fintech, o iFood é uma plataforma de venda de comida, o Gympass é uma rede de academias e o QuintoAndar atua no mercado imobiliário.

    Nesse sentido, não são só as empresas que têm a produção de tecnologia como atividade-fim que conseguem evoluir. Esses exemplos de startups que deram muito certo combinaram ideias inovadoras, um corpo técnico de alto nível e o uso de ferramentas digitais.

    Um detalhe interessante é que também existe um conceito conhecido como large company startup, que é utilizado para se referir a empresas já grandes que modernizam suas práticas, a exemplo de startups. Nesse contexto, até organizações robustas podem se reinventar.

    Agora que você entendeu o que é startup e as etapas para criar a sua, já pode começar a tirar aquele projeto do papel. Busque parceiros com habilidades complementares, para que você tenha uma solução testável em menos tempo — e possa apresentá-la a investidores e aceleradoras, por exemplo.

    Quer saber mais sobre o assunto, aproveite e conheça também o nosso curso online: Modelagem e validação da proposta de valor para Startups.

  • Experiência phygital e seus impactos no varejo

    Experiência phygital e seus impactos no varejo

    A experiência phygital tornou-se algo cobiçado no mundo do varejo. Basicamente, é quando o físico e o digital se unem, criando uma interação harmoniosa entre os ambientes online e offline.

    Diferentemente do omnichannel, que foca em canais múltiplos de venda e atendimento, o phygital destaca a imersão e a experiência integrada. Se você é um empresário que busca entender profundamente as novas tendências, continue a leitura e descubra os impactos e como mergulhar de cabeça nessa estratégia.

    O que é experiência phygital?

    Em sua essência, a experiência phygital é a combinação harmoniosa do mundo físico (physical) com o digital. Em vez de separar os dois universos, ela busca uma fusão que proporciona ao cliente uma vivência integrada.

    Na prática, você pode imaginar um cliente entrando em uma loja física, escaneando um QR Code com seu celular e recebendo informações detalhadas ou promoções exclusivas diretamente em sua tela.

    Essa abordagem não apenas maximiza a utilização da tecnologia, mas também enriquece a experiência do cliente no ambiente físico. Portanto, trata-se de um elo que une o melhor de dois mundos para proporcionar uma experiência de consumo mais rica e envolvente.

    Qual a diferença entre experiência phygital e omnichannel?

    Embora ambos os conceitos estejam voltados ao aprimoramento da experiência do cliente, eles têm focos distintos.

    Como já comentamos, a experiência phygital é sobre a fusão. Pense em uma loja de roupas que permite que você experimente virtualmente as peças por meio de realidade aumentada, ou um restaurante que usa tablets para mostrar o preparo dos pratos em tempo real. É a tecnologia ampliando a experiência no local físico.

    Já o omnichannel se concentra na consistência entre canais. Quando um cliente faz um pedido online e opta por retirar na loja, ou quando entra em contato com o suporte pelo chat e depois continua a conversa por telefone, sem repetir informações, é o omnichannel em ação.

    Ou seja, o foco é garantir que, independentemente do canal escolhido, o cliente tenha uma experiência uniforme e integrada.

    Qual o impacto da experiência phygital para o varejo?

    Com a alta competitividade do mercado e a exigência cada vez maior dos consumidores, oferecer uma experiência diferenciada é fundamental para se destacar.

    E é aqui que a experiência phygital entra em cena, atuando como uma poderosa ferramenta para alavancar o varejo e proporcionar uma interação memorável. A seguir, vamos explorar alguns dos principais impactos dessa abordagem.

    Boa experiência

    Quando uma loja oferece elementos digitais em seu espaço físico, ela está basicamente ampliando as possibilidades de interação e descoberta para o cliente. Isso pode ser tão simples quanto um provador virtual, ou tão complexo quanto um assistente de compras baseado em Inteligência Artificial. O resultado? Um cliente mais envolvido e satisfeito com a sua compra.

    Integração

    A integração entre o online e o offline cria um ecossistema unificado, no qual o cliente não vê barreiras entre a loja virtual e a física. Ao pesquisar um produto online e encontrar informações adicionais ou ofertas na loja física, a marca reforça que está em todos os lugares para atender ao cliente.

    Fidelização

    Consumidores que têm experiências positivas tendem a retornar. A experiência phygital, ao proporcionar momentos únicos, cria uma lembrança positiva na mente do cliente. E um cliente fiel não apenas compra mais produtos e mais vezes, como também se torna um defensor da marca, recomendando-a a amigos e familiares.

    Atração de clientes

    A curiosidade pode ser um forte chamariz. Elementos digitais inovadores – em um espaço físico – podem atrair clientes que estão em busca de algo novo ou apenas querem experimentar a “novidade” da tecnologia. Isso pode ser um grande diferencial, especialmente para clientes mais jovens e ávidos por inovação.

    Maior conveniência

    A experiência phygital torna o processo de compra mais conveniente. Imagine poder pagar por um item ao escaneá-lo com o smartphone, sem passar pelo caixa, ou reservar um produto online e encontrar um espaço especial na loja para retirá-lo rapidamente. Esse nível de conveniência eleva o padrão de atendimento ao cliente.

    Reconhecimento da marca

    Com tantas marcas competindo pela atenção dos consumidores, aquelas que adotam e implementam bem a experiência phygital conseguem se destacar. Essa diferenciação não apenas aumenta a visibilidade, mas também reforça a imagem da marca como inovadora e atenta às últimas tendências.

    Como colocar a experiência phygital em prática

    Implementar a experiência phygital pode parecer um desafio, mas fica muito mais fácil com os seguintes passos:

    • entenda seu público — antes de investir em qualquer tecnologia, saiba o que seu público-alvo valoriza e como ele interage com a marca;
    • invista em treinamento — a tecnologia por si só não é suficiente. Garanta que sua equipe entenda e saiba como usar as ferramentas disponíveis para maximizar a experiência do cliente;
    • conheça o poder do marketing — ao usar análises e dados para entender os desejos e necessidades dos clientes, as estratégias de marketing podem ajudar a moldar e a personalizar a experiência phygital. Campanhas promocionais, por exemplo, podem ser criadas para alavancar tecnologias in-store, enquanto as estratégias de conteúdo podem ser usadas para educar os clientes sobre como aproveitar ao máximo as ofertas phygital;
    • teste e refine — inicie com um projeto-piloto, colete feedbacks dos clientes e refine sua abordagem com base nesses insights;
    • mantenha-se atualizado — a tecnologia está sempre evoluindo. Mantenha-se atualizado às últimas tendências e considere como elas podem ser aplicadas em seu negócio.

    Ao integrar o físico e o digital de maneira estratégica, o varejo pode criar experiências verdadeiramente memoráveis e impactantes para os clientes. E, no final das contas, são essas experiências que impulsionam as vendas, geram lealdade e mantêm as marcas relevantes em um mercado em constante mudança.

    Como você viu, a experiência phygital é mais do que uma tendência; é uma evolução natural diante da crescente integração entre o mundo digital e físico. Para o varejo, adotar essa abordagem significa estar à frente, oferecendo aos clientes experiências inovadoras e memoráveis que podem transformar a maneira como interagem e percebem uma marca.

    Quer elevar seu negócio ao próximo nível? Então, confira as soluções que o Hub Sebrae tem para a sua empresa!

  • Criei um site, e agora? Saiba o que vem depois

    Criei um site, e agora? Saiba o que vem depois

    A criação de um site é uma jornada repleta de desafios, que envolve diversas etapas para tornar uma ideia em uma presença digital concreta. Desde a concepção do conceito até a implementação do design e a publicação final, cada passo é crucial para o sucesso online. Mesmo depois de o site estar pronto e disponível para o público, surgem inúmeras dúvidas, e você deve pensar: criei um site, e agora?

    Neste artigo explicaremos o que você deve fazer agora que o seu site está pronto. Confira.

    1. Conteúdo

    Pesquise quem são seus visitantes em potencial, quais são seus interesses, necessidades e preferências. Essas informações ajudarão você a criar conteúdo que vá ao encontro do que o seu público procura.

    Escreva de forma clara, evitando jargões complicados e linguagem técnica, a menos que seja apropriado para o seu público. Mantenha as frases curtas e diretas para facilitar a leitura.

    Além disso, organize o conteúdo em títulos e subtítulos para torná-lo mais escaneável e fácil de ler. Use listas com marcadores ou numeração para destacar pontos importantes.

    Por fim, inclua CTAs (chamadas para ação) em seu conteúdo para orientar os visitantes a realizar ações específicas, como assinar uma newsletter, fazer uma compra ou entrar em contato. As CTAs ajudam a direcionar a interação do usuário no seu site.

    2. Otimização

    Certifique-se de que cada página do seu site tenha títulos de página únicos e descritivos (até cerca de 60 caracteres) e meta descrições informativas (até cerca de 160 caracteres).

    Essas meta tags devem incluir palavras-chave relevantes para auxiliar os mecanismos de busca a entender o conteúdo da página.

    Também é interessante criar URLs descritivas, curtas e amigáveis para o usuário e para os mecanismos de busca. Evite URLs cheias de números ou caracteres complicados. Inclua palavras-chave relevantes na estrutura da URL.

    Outro ponto importante são a responsividade e velocidade do site. Certifique-se de que ele é responsivo e se adapta a diferentes dispositivos, como smartphones e tablets. Além disso, otimize o tempo de carregamento do site, pois isso afeta diretamente o SEO. Use ferramentas, como o Google PageSpeed Insights, para identificar e resolver problemas de velocidade.

    E por favor, não esqueça de cuidar da segurança do site. Implemente um certificado SSL para garantir que ele seja acessado por HTTPS. Isso é essencial para proteger a privacidade dos usuários e também é um fator de classificação nos mecanismos de busca.

    3. Layout

    A otimização do layout de um site é fundamental para melhorar a experiência do usuário, aumentar a taxa de conversão e reter visitantes.

    Agrupe o conteúdo relacionado e use cabeçalhos e subcabeçalhos para destacar as seções importantes. Isso tornará o site mais fácil de navegar e ajudará os usuários a encontrar o que procuram rapidamente.

    Facilite a navegação do usuário, fornecendo um menu claro e intuitivo. Use imagens e outros elementos de mídia relevantes para complementar o conteúdo do site. Evite imagens genéricas e opte por ilustrações ou fotografias que transmitam a mensagem do seu site de forma mais precisa.

    4. Análise de desempenho

    Utilize ferramentas de análise da web, como o Google Analytics, para obter insights detalhados sobre o tráfego do seu site. Essas ferramentas fornecem informações sobre o número de visitantes, páginas mais visitadas, origem do tráfego, taxa de rejeição, tempo médio de permanência, entre outros dados relevantes.

    Realize também testes A/B para comparar diferentes versões de páginas ou elementos do site. Isso permitirá que você descubra quais variações têm melhor desempenho em termos de conversões ou outras métricas importantes.

    Agora você não precisa ficar com aquela dúvida: “criei um site, e agora?” Ao combinar esses elementos, será possível criar um ambiente propício para transformar visitantes em clientes satisfeitos e fiéis, alcançando o sucesso almejado nos negócios online.

    Quer melhorar o desempenho das suas vendas? Conheça o curso do Sebrae Alagoas que ajudará você a ter uma gestão estratégica na internet.

  • Lançamento de produto: entenda como fazê-lo para entrar bem no mercado!

    Lançamento de produto: entenda como fazê-lo para entrar bem no mercado!

    Empresas fazem lançamento de produto para conquistar maiores fatias do mercado ou atender às novas necessidades dos clientes. Um investimento de alto porte assim merece um planejamento específico para que o produto entre no mercado com a devida credibilidade e se torne um sucesso.

    Além de ser um evento importante para a sua empresa, essa é uma excelente oportunidade para fazer um bom caixa diante da novidade no mercado. Se você quer saber como atrair pessoas, aquecer o público e se preparar para um lançamento de sucesso, este conteúdo foi feito para você.

    Continue a leitura e confira nossas dicas para fazer lançamento de produto!

    O que é o lançamento de produto?

    O lançamento de um produto se refere ao processo de apresentação dele para o mercado. Isso pode ser feito por meio de uma série de iniciativas de marketing e comunicação da marca, informando o público sobre as características, usos, benefícios e diferenciais desse novo item que passa a compor o portfólio da empresa.

    Esse ciclo de apresentação do produto se inicia na sua pesquisa de aceitação — incluindo a definição do público-alvo e a determinação de prioridades — até a elaboração de estratégias de marketing que devem aquecer o público para o evento de lançamento.

    A ideia central da abordagem é causar antecipação na audiência e aumentar o volume de venda nos primeiros dias do produto no mercado. Isso é fundamental para que o máximo de pessoas conheçam a oferta e possam ajudá-la a se tornar sucesso.

    Conheça os principais tipos de lançamento de produto

    Existem diversos tipos de lançamento que podem beneficiar os produtos conforme a estratégia escolhida. Confira a seguir quais são os principais modelos que sua empresa pode adotar:

    • por inovação – é usado para lançar itens que ainda não existem no mercado e ajuda a aumentar as expectativas dos consumidores através do apelo da novidade;
    • por atualização – comum em negócios que precisam repaginar um produto existente, incluindo melhorias e novas características. Serve para atrair a atenção dos clientes através das melhorias implantadas;
    • sazonal – os lançamentos sazonais são ótimos para períodos de temporada, como início do verão, ou com datas especiais, como o Natal;
    • regional – é feito em uma região específica e é muito útil para entender a receptividade do produto. Caso seja boa, pode-se testar para outros locais.

    Como fazer um lançamento de produto

    Um produto novo requer pesquisas sobre os interesses dos consumidores, mas também um trabalho direcionado para que esses compradores se reconheçam nas ações de divulgação e se sintam atraídos pela proposta. De modo geral, espera-se de cada lançamento um retorno inicial rápido para custear os gastos empregados no ato do planejamento e da produção.

    Sendo assim, é possível afirmar que o lançamento do produto é um momento decisivo em que não se deve arriscar ou apostar em algo sobre o que não se esteja extremamente convencido da viabilidade financeira e do interesse do público. Para ter mais clareza sobre como fazer um lançamento de sucesso, continue a leitura e confira nossas dicas!

    1. Entenda para quem será feito o lançamento do produto

    Uma forma de estar sempre ciente do público com quem está dialogando é criar personas para a sua marca. Já ouviu falar delas? As personas são perfis de representações ficcionais dos clientes ideais da empresa.

    Para construir essas personas, considere o perfil sociodemográfico de seus clientes mais comuns, hábitos de consumo, características físicas e psicológicas. Lembre-se de que uma marca pode ter mais de um perfil de cliente, ou seja, não é necessário ficar preso em apenas um tipo de consumidor.

    O que vai conduzir a escolha pelo novo produto e a decisão pelo preço é a necessidade de atender um ou mais desses perfis. Do mesmo modo, para planejar o lançamento, você vai conduzir a linguagem e o tipo de campanha que será criada, a partir dos interesses dessas personas. Por isso, é importante saber com exatidão quem é o cliente para quem está vendendo.

    A identidade visual deve corroborar a linguagem do cliente, o estilo e as ideias com que desenvolveu o produto e que está arquitetando para o lançamento. A intenção é que o cliente leia o anúncio e se identifique imediatamente com ele.

    2. Tenha uma proposta de valor

    Ainda que não tenha feito isso de maneira estruturada, durante a criação do produto, você pensou no valor dessa mercadoria ou desse serviço, idealizou aspectos que o tornam uma excelente opção, dentro do que está disponível no mercado, e definiu as necessidades que ele vai satisfazer.

    Ou seja, para você e para o seu cliente, o produto tem grande valor e atende uma necessidade muito específica, portanto, você deve se apegar a ela.

    Essas ideias precisam ser disseminadas com a equipe de vendas ou com parceiros envolvidos no lançamento. Não encare a proposta de valor como algo que fique restrito aos bastidores, mas como um diferencial que somente o seu produto tem. É das ideias iniciais que as melhores campanhas costumam surgir.

    3. Uma boa identidade visual pode ajudar

    O que chama a atenção do cliente e faz com que ele decida conhecer e comprar um produto é a aparência. Há muita informação na internet, na TV e em outros meios de comunicação. Na prateleira da loja ou nas redes sociais, seu produto precisa se destacar pelo visual e por uma boa comunicação com o público-alvo, confirmando as características do conteúdo.

    Ao definir o nome, o logotipo e a embalagem, considere os interesses da persona, o estilo e as referências com as quais esse grupo se identifica. É algo que você pode embasar com o que foi pesquisado para formatar a persona — é uma pesquisa minuciosa, mas que precisa ser feita para que o lançamento do produto seja um sucesso.

    A partir do resultado, crie o manual de identidade visual do produto a fim de que cada ação de marketing e nova campanha tenha uma base, um direcionamento com o qual deve ser estruturado.

    4. Crie uma campanha específica para clientes fidelizados

    Nada como se sentir especial! Nada como ser lembrado por alguém! Oferecer essa sensação para seus clientes mais frequentes é ganhar pontos positivos com eles. Crie campanhas específicas para esse grupo ao longo do ano, mas, sobretudo, pense em ações especiais para beneficiá-los no lançamento.

    Como isso deve ser feito? Pense em formas de dar alguns spoilers exclusivos ou mesmo oferecer alguma promoção. Por exemplo, é possível lançar o produto um dia antes da data anunciada apenas para aqueles que já são seus clientes, oferecendo descontos especiais que não serão estendidos aos consumidores em geral.

    Reforce, nas ações, que as condições são especiais para eles devido à parceria que estabeleceram com o tempo. Lembre-se de cuidar para que esse grupo nunca se perca, ou seja, fique esquecido entre as muitas ações que sua empresa pode realizar.

    5. Aposte no pré-lançamento para despertar o interesse

    Gerar interesse no produto antes do lançamento é uma ação muito bem-vinda, pois prepara o público para o dia em que a sua ideia vai entrar no mercado. Esse processo precisa ser planejado para durar algumas semanas e para alimentar a curiosidade dos clientes progressivamente.

    As ferramentas para criar o pré-lançamento são variadas. Usar posts nas redes sociais, lista de e-mail marketing ou mesmo contar com o apoio de influenciadores e parceiros de negócio é essencial.

    Independentemente da ferramenta e dos recursos usados, sugerimos que o modo de pré-lançar o produto, assim como o lançamento, seja escolhido a partir do objetivo do planejamento de marketing que está elaborando. Como você pode ver, tudo o que vai encaminhar o seu lançamento está no objetivo e no planejamento.

    O importante, em relação ao pré-lançamento, é que o cliente esteja sempre bem informado de que o seu produto será lançado, assim aguardando o tão esperado dia para adquirir a novidade.

    Como organizar o pré-lançamento do produto?

    Além de compreender as ferramentas que podem ser usadas na hora do pré-lançamento, é importante organizá-lo de forma eficiente. Existem algumas dicas cruciais para ter sucesso nessa etapa, como:

    • faça uma análise do mercado – compreender o mercado e identificar as oportunidades é uma boa maneira para lançar os produtos no tempo certo. Também é válido observar os concorrentes e o que eles produzem para identificar se há algum item semelhante ao que você vai lançar;
    • colete feedbacks – é interessante usar o pré-lançamento para coletar opiniões dos consumidores. Elas são importantes para realizar os últimos ajustes e aumentar a aceitação do produto no mercado;
    • defina indicadores – por meio de métricas fica mais fácil acompanhar a aceitação dos produtos que serão apresentados ao público e entender possíveis ajustes antes de realizar o lançamento;
    • ensaie os anúncios – essa prática é usada por gigantes do mercado, como a Amazon, e pode ajudar a compreender a reação dos consumidores quando o produto for lançado. Você pode escrever os anúncios e apresentá-los aos colaboradores, por exemplo.

    Essas dicas vão auxiliar a obter muitas informações relevantes, que podem ser colocadas em prática na hora de fazer os ajustes.

    Para garantir que seu lançamento de produto vai trazer resultados positivos, conte com uma empresa especializada em marketing, gestão empresarial e funil de vendas para aprimorar a experiência do cliente em relação à sua empresa. Ela vai ter o know-how de que precisa para focar no seu negócio e ver o lançamento do produto.

    Quer saber mais sobre marketing e lançamento de produto. Acesse o blog do Sebrae!

  • Já ouviu falar em Canvas Proposta de Valor? Veja como criar o seu!

    Já ouviu falar em Canvas Proposta de Valor? Veja como criar o seu!

    Com o Canvas Proposta de Valor, você pode definir o posicionamento de seu negócio em torno dos desejos e necessidades dos consumidores. Essa ferramenta é complementar ao famoso Business Model Canvas e aprofunda duas partes dessa técnica: a proposta de valor e o segmento de cliente.

    Utilizar essa ferramenta é fundamental para que você tenha uma visão aprofundada quanto às possibilidades de melhoria em sua proposta, além da percepção de valor que sua marca consegue gerar.

    Para explicar como você pode usar essa metodologia em favor do seu negócio, continue a leitura e veja como criar seu próprio Canvas Proposta de Valor.

    O que é o Canvas Proposta de Valor?

    O Canvas Proposta de Valor é um recurso visual bastante frequente nas atividades de planejamento estratégico. Ele pode ser utilizado para verificar a eficiência de uma proposta de valor da empresa ou mesmo de um produto, ou projeto específico.

    Ele é construído com base em um conjunto de blocos que, ao serem preenchidos, apresentam informações relevantes sobre as necessidades e perfil do cliente.

    Ao usar essa ferramenta, você consegue entender mais sobre o funcionamento do próprio negócio, além de melhorar a percepção sobre as necessidades dos clientes e como isso impacta na rentabilidade da marca.

    Por que fazer Canvas Proposta de Valor?

    Esse recurso traz impactos para o seu negócio, gera informações relevantes e promove inteligência para o processo de tomada de decisão. Veja, a seguir, os benefícios do uso dessa ferramenta:

    • traz informações claras sobre os clientes — permite o levantamento de dados que contribuem para que a empresa conheça as dores e necessidades do público-alvo, permitindo a elaboração de soluções personalizadas;
    • ajuda na criação de propostas persuasivas — isso ocorre porque a análise das dores e necessidades dos clientes ajuda a conhecer melhor o consumidor, permitindo a criação de propostas convincentes e capazes de atrair novos clientes;
    • otimiza a comunicação — esse processo também ajuda a melhorar a comunicação por gerar maior clareza sobre a proposta de valor do negócio, colaborando para que as estratégias de marketing apresentem com objetividade como sua marca gera valor;

    Qual é a estrutura do Canvas Proposta de Valor?

    Essa ferramenta de gestão está dividida em duas seções: o perfil do cliente e o mapa de valor.

    Perfil do cliente

    Esse bloco se subdivide em 3 partes: tarefas do cliente, dores e ganhos. Explicamos cada um deles, a seguir:

    • tarefas do cliente — essa parte reúne informações que ajudam a conhecer melhor seu consumidor, descrevendo o que ele realiza no trabalho e na vida pessoal. O uso de personas aqui pode ajudar a definir esse perfil;
    • dores do cliente — nessa etapa você deve descrever os problemas que fazem com que o consumidor procure por um produto ou serviço;
    • ganhos do cliente — aqui, deve-se descrever os benefícios e resultados que o seu consumidor deseja. É importante lembrar que esses ganhos não se relacionam apenas ao custo-benefício e incluem contribuições sociais e emoções positivas, por exemplo.

    Mapa Valor

    A outra parte do Canva Proposta de Valor também é dividida em 3 segmentos, os quais apresentamos em detalhes, a seguir:

    • produtos e serviços — é a lista de tudo aquilo que sua marca oferece. É aqui também que você precisa responder às perguntas: “o que minha empresa oferece aos clientes?” “Qual é o diferencial do produto ou serviço que ofereço?” “Com que frequência esse cliente vai procurar minha marca?”;
    • analgésicos — aqui, você deve descrever como aliviar a dor do seu cliente. Ou seja, qual sua solução para entregar ao seu consumidor aquilo que ele espera? No caso de um produto ou serviço inovador, um analgésico pode ser a apresentação de um passo a passo para esse cliente, por exemplo;
    • criadores de ganhos — essa etapa você deve se perguntar sobre as vantagens da sua marca. Pergunte-se: “quais os benefícios que sua marca oferece aos consumidores?”.

    Feito isso, é hora de identificar se essas respostas trazem valor para o perfil de cliente, apontado na parte anterior, e se seu produto ou serviço está adequado às necessidades desses consumidores ideais.

    Como adotar essa ferramenta em seu negócio?

    Agora que você já conhece a estrutura do Canvas Proposta de Valor, que tal descobrir como incorporar esse modelo em seu negócio? Pensando nisso, separamos algumas dicas para você adotar a ferramenta, na prática.

    Use um Canvas para cada proposta de valor

    Se sua marca inclui consumidores de diferentes perfis, é preciso criar uma proposta de valor para cada grupo específico. Esse cuidado vai garantir maior entendimento sobre o que pode ser feito para agregar valor aos diferentes consumidores e melhorar a lucratividade do negócio.

    Defina prioridades

    Para garantir o foco, não tente resolver todas as dores dos consumidores ou focar em ganhos de uma única vez. No lugar disso, pense em como a sua marca pode resolver uma dor do seu cliente por vez.

    Procure saber o que seu cliente pensa

    Invista em pesquisas de satisfação para saber se a sua descrição de perfil do cliente está alinhada às expectativas reais do seu consumidor. Pesquise sobre esse público nas redes sociais e em ferramentas como o Google Trends.

    Faça as perguntas certas

    Existem questões essenciais para o Canvas, mas você precisa pensar em outros questionamentos que surgem dentro do seu negócio. Se uma das dores do seu cliente é a preocupação com a sustentabilidade, você pode precisar de mais informações para entender se esse consumidor está disposto a pagar mais por uma solução mais ecológica e se é possível adotar essa prática em seu negócio agora, por exemplo.

    Como preencher o Canvas Proposta de Valor?

    O primeiro passo para fazer o preenchimento é escolher um segmento de cliente. Após isso, inclua detalhes sobre o seu cliente na parte de tarefas. Aqui, você pode colocar aspectos como faixa etária, aspectos comportamentais e outros.

    Em seguida, é o momento de elencar os principais problemas que o cliente enfrenta e quais são os ganhos que ele vai ter ao solucioná-las. Vale escolher entre 3 e 5 dores e ganhos, elencando os mais importantes.

    Depois disso, é hora de entender como o seu produto pode ajudar a alcançar esses benefícios e a solucionar as dores do cliente. Por isso, preencha no Canvas todos os criadores de ganhos e analgésicos obtidos por meio da solução da sua empresa. Aqui também é válido escolher entre 3 e 5 criadores de ganhos, vinculando-os com as dores do cliente.

    Por fim, defina em quais aspectos os seus itens superam os da concorrência e, a partir disso, crie diversas propostas de valor. Lembre-se que a comunicação deve ser clara e gerar confiança nos consumidores. Com isso, basta testar e ajustar o seu modelo.

    Quando bem estruturado, o Canvas Proposta de Valor pode ajudar você a encontrar a solução ideal para criar uma proposta de valor que conquiste os consumidores. Por isso, ele é tão adotado por grandes empresas que já conquistaram sucesso em seus respectivos mercados de atuação.

    Gostou de conhecer essa ferramenta? Deixe seu comentário e compartilhe suas impressões sobre o uso dessa estratégia em seu negócio.

  • Entenda as diferenças entre ESG e sustentabilidade para empresas

    Entenda as diferenças entre ESG e sustentabilidade para empresas

    Os conceitos ESG e sustentabilidade estão em ascensão em todo o mundo e são considerados essenciais para todo modelo de negócio. Trata-se de um dos temas mais discutidos no meio corporativo e decisivos para o sucesso de uma empresa.

    Apesar das similaridades e objetivos em comum, ESG e sustentabilidade são termos diferentes, inclusive na implementação. Por isso, diferenciar as áreas é imprescindível para alinhar as ações e promover mudanças positivas em todas as esferas do seu negócio.

    Neste post, vamos apresentar quais são as diferenças entre o ESG e a sustentabilidade e quais são suas relações. Continue lendo e entenda melhor sobre os conceitos, características e práticas para esclarecer todas as suas dúvidas!

    O que é o termo ESG?

    O termo ESG é a sigla para as palavras em inglês Environmental, Social and Governmental — ambiental, social e governança corporativa. Consiste em um conjunto de boas práticas e políticas corporativas implementadas por uma empresa.

    Em outras palavras, o ESG consiste em ações adotadas por uma empresa com objetivo de ser sustentável, socialmente consciente e bem gerenciada. Uma mudança relevante na cultura de um negócio, que aperfeiçoa todos os processos e relações.

    O ESG nasceu em 2005 durante o Who Cares Wins, relatório produzido em uma iniciativa da ONU. Foi uma reunião com 20 instituições de 9 países, para incluir aspectos sociais, ambientais e de governança como critério no mercado financeiro.

    Cada princípio do ESG tem seus conceitos e objetivos, veja a seguir!

    Environmental – Ambiental

    O primeiro pilar do ESG é o ambiental, ou Environmental, caracterizado por práticas voltadas para o meio ambiente. As ações desse princípio tem o objetivo de reduzir os impactos ambientais e promover o uso consciente dos recursos naturais.

    Os principais exemplos dessas práticas são as seguintes:

    • certificações ambientais;
    • eficiência energética;
    • gestão de efluentes;
    • gestão de resíduos sólidos;
    • reciclagem;
    • sustentabilidade;
    • projetos verdes;
    • redução de emissões de gases na atmosféra;
    • regularidade nas leis ambientais.

    Ao implementar o pilar ambiental do ESG, a empresa demonstra responsabilidade e atua com base no desenvolvimento sustentável. Essa iniciativa é muito importante para assegurar a proteção do meio ambiente e reduzir impactos significativos.

    Social – Social

    O segundo pilar do ESG é o social, que compreende boas práticas e políticas desenvolvidas pela empresa para as questões sociais, sendo assim, pode ser definido como a qualidade da relação com a sociedade, funcionários, clientes e investidores.

    As questões sociais são imprescindíveis e algumas das principais práticas adotadas pelas empresas são:

    As práticas do pilar social são importantes para aperfeiçoar as relações da empresa com todas as partes interessadas, inclusive órgãos públicos. Por isso, é algo que merece toda atenção dos gestores, pois tem potencial para impactar nos resultados.

    Governance – Governança

    O último pilar do ESG é a governança corporativa, ou Governance. Nesse princípio, estão relacionadas todas as políticas a práticas administrativas e gerenciais, com foco em um trabalho ético, profissional, promissor e eficiente em todos os sentidos.

    Os exemplos de ações do pilar são:

    • presença de um canal de denúncias;
    • diversidade no conselho da empresa;
    • ética e transparência;
    • auditorias fiscais periódicas.
    • relação com órgãos públicos;
    • remuneração dos executivos.

    Basicamente, a governança é um pilar associado a conduta corporativa e boas práticas gerenciais realizadas na organização. Um fator primordial para o crescimento e sobrevivência de um negócio, independentemente do seu porte e segmento.

    O que é sustentabilidade?

    A sustentabilidade é um conceito que envolve o uso responsável de recursos naturais para suprir as necessidades atuais sem comprometer as futuras gerações. Ou seja, utilizar os recursos naturais no presente de maneira consciente e sem afetar a disponibilidade e qualidade para o futuro.

    Nesse sentido, a sustentabilidade está relacionada com o desenvolvimento sustentável, que busca utilizar os recursos com responsabilidade. Vai muito além de reduzir impactos, mas promover ações que preservam o meio ambiente como um todo.

    O uso de energias limpas, reaproveitamento de água, reciclagem, responsabilidade social e economia verde são algumas práticas da sustentabilidade. Sendo assim, compreende questões ambientais, sociais e o desenvolvimento econômico, para garantir o equilíbrio e o crescimento.

    Qual a diferença entre ESG e sustentabilidade?

    Como apresentamos até aqui, o conceito de ESG e sustentabilidade contam com pontos em comum, mas aplicações diferentes. O ESG está associado ao mercado financeiro e as empresas implementam as práticas para promover a sustentabilidade dos negócios.

    Consiste em um conjunto de ações internas em relação à esfera ambiental, social e administrativa, para melhorar a imagem e o desempenho. O foco é reduzir os riscos e demonstrar responsabilidade para os clientes, sociedade e investidores.

    Por outro lado, a sustentabilidade é uma abordagem ampla que busca um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente. São medidas a longo prazo e que tem o foco no desenvolvimento sustentável e em otimizar os recursos naturais.

    Qual a importância deles para um negócio?

    As práticas do ESG e sustentabilidade são essenciais para uma empresa, pois favorecem um modelo de negócio consciente e escalável. Uma oportunidade para aperfeiçoar a atuação nas esferas sociais, ambientais, administração e governança corporativa.

    A implementação das práticas da sustentabilidade e os pilares do ESG auxiliam a reduzir riscos e maximizar os resultados. São políticas que melhoram o planejamento estratégico e todas as relações sociais e comerciais, aspectos imprescindíveis para toda empresa.

    Do ponto de vista corporativo, o ESG e a sustentabilidade proporcionam as seguintes vantagens:

    Além disso, são estratégias que moldam um negócio que trabalha de acordo com o desenvolvimento sustentável e responsabilidade socioambiental. Fatores que são mais que uma tendência atual, mas uma necessidade para um futuro próspero.

    Em conclusão, notamos que o ESG e a sustentabilidade são conceitos importantes que proporcionam grandes benefícios para a organização e suas partes interessadas. Portanto, considerá-las como prioridade no planejamento é um grande passo para o sucesso.

    Gostou do post? Agora que você entendeu a diferença entre ESG e sustentabilidade, ajude a disseminar informações relevantes! Compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e permita que seus amigos e contatos saibam desse importante tema!