Existem muitas mulheres empreendedorasde sucessono mercado, apesar das dificuldades que o sexo feminino enfrenta ao iniciar um negócio. São muitas as barreiras, porém, a perseverança e a força de vontade são algumas das maiores características das empresárias brasileiras.
E isso acaba se refletindo no mundo dos negócios, onde podemos conhecer várias mulheres que conseguiram alcançar o sucesso. Lojas, que antes eram empreendimentos pequenos, hoje, atuam em toda a América Latina e com mais planos de expansão em mente.
Se você quer conhecer 3 mulheres empreendedoras para se inspirar, confira o artigo a seguir!
Luiza Trajano é o maior exemplo de mulher empreendedora
Luiza Trajano é o maior exemplo entre as mulheres empreendedoras e, possivelmente, este é o caso mais conhecido da nossa lista.
Fundadora da Magazine Luiza, a empresária foi a responsável por transformar sua loja numa gigantesca expoente do mercado do varejo.
O projeto começou pequeno, mas hoje já conta com mais de 100 lojas físicas, um e-commerce consolidado e atende 21 estados do país. Luiza é presidente do Conselho de Administração da marca.
Além de empresária, ela também viaja o Brasil realizando mentorias para outras mulheres que desejam empreender. Luiza saiu de uma origem humilde para se tornar uma das mulheres mais poderosas do país, sendo reconhecida internacionalmente por sua atuação.
Nina Silva é uma empreendedora consciente
A população negra é a que mais sofre com a falta de oportunidades em nosso país, e Nina Silva, como empreendedora negra, notou isso. Essa desigualdade serviu como combustível para que ela criasse sua empresa, o Movimento Black Money.
Ao observar que empreendedores negros tinham pouco espaço no mercado, ela criou sua própria plataforma de marketplace. Por meio do seu portal, é possível fazer a conexão entre empresários e clientes, colaborando para aumentar o empoderamento preto no país.
Nina saiu de uma origem humilde, e enxergou, em um cenário desolador, uma oportunidade de criar e estimular negócios. O resultado disso acabou transformando ela em uma das mulheres mais poderosas do país, segundo a Forbes, mas ainda com muito combustível para queimar.
Camila Farani é inspiração para muitas mulheres empreendedoras
Por último, entre as mulheres empreendedoras para se inspirar, vamos falar de Camila Farani, cofundadora da G2 Capital, e exemplo de superação no mercado. Sua jornada de trabalho começou muito cedo, em consequência da morte de seu pai, quando ela tinha 4 anos.
Sua mãe criou uma empresa para tentar se sustentar, e Camila começou a ajudá-la ainda muito jovem. Quando tinha 16 anos recebeu parte do empreendimento, e daí em diante, trilhou seu próprio caminho até chegar ao status de referência no mercado atual.
Além de dona da G2 Capital, uma das maiores empresas latinas, também foi uma das apresentadoras do programa de tv Shark Tank Brasil.
É uma investidora anjo, palestrante, é colunista nas publicações Gazeta do Povo, O Estado de S. Paulo e na Forbes é fonte inspiração para milhares de mulheres ao redor do mundo.
No mais, esse é o nosso artigo e esperamos que tenha se inspirado com a história dessas vencedoras do universo empreendedor. E se você gostou do nosso post, siga o Sebrae Alagoas no Instagram para acompanhar nosso conteúdo!
Você começou o seu empreendimento por necessidade e foi apenas fazendo o que deveria ser feito, sem se planejar? Então, chegou o momento de parar e recalcular a rota! Um bom planejamentoé a base para um negócio que deseja se posicionar no mercado e evoluir.
Entretanto, muitos fatores podem atrapalhar o desenvolvimento do negócio, independente do ramo de atuação. É preciso estabelecer ações para minimizar os riscos de erros, o planejamento é um instrumento valioso para direcionar acontinuidade e o sucesso da empresa.
Por isso, esse é um assunto que merece total atenção. Afinal, quais são os erros 8 erros que você pode estar cometendo no planejamento do seu negócio?
1. Ausência de um plano de negócios
São tantos os gestores que iniciam sua empresa sem ter um plano de negócios que não dá nem para contar! Muitos ainda acreditam que essa ferramenta é dispensável e que se dedicar a ela não vale à pena.
Oplano de negócios é um dos instrumentos de gestão mais importantes, principalmente para garantir que, nos problemas do dia a dia, o empreendimento não se desvie do seu foco. Neste documento, estão os objetivos da empresa, em quanto tempo pretende atingi-los, o que fazer para isso, quem são os seus concorrentes, qual é o público-alvo, como é o cenário em que ela está inserida, entre outros dados que valem ouro!
Acredite: se você não tem um plano de negócios, vale a pena dar um passo atrás e elaborá-lo. Será o ponto de partida para uma gestão mais eficiente.
2. Não prever falhas
Dizer que todo mundo erra é um grande clichê. Então, por que isso continua sendo um tabu tão grande entre os gestores? Um dos maiores erros de planejamento é ignorar o fato de que vão ocorrer falhas pelo caminho. Isso já é esperado! Nem tudo que foi planejado vai ocorrer conforme a expectativa.
Quando o gestor não leva em consideração no planejamento que a sua empresa pode passar por situações diferentes do esperado, qualquer pequeno erro é capaz de paralisar todo o fluxo de trabalho, porque ele não sabe como contornar a situação. Portanto, a dica é sempre tentar antecipar as falhas que podem ocorrer e como proceder caso seja necessário.
Um erro não pode interromper toda a cadeia produtiva. Pelo contrário, deve ser uma oportunidade de repensar e retomar o fluxo com mais assertividade!
3. Falta de objetivo claro
Afinal, onde você pretende chegar com essa empresa? Em quanto tempo? Todo planejamento sempre deve ter como ponto de partida objetivos claros: eles funcionam como a base sólida que vai estruturar tudo o que vem depois. Sem ela, em algum momento, as coisas vão desandar!
4. Formar uma equipe dependente
Aqui está outro erro frequente e grave no planejamento dos gestores: não pensar em estratégias de gestão de pessoas que façam com que a equipe seja independente.
Na verdade, boa parte deles acredita que ser um bom líder significa ter que supervisionar o trabalho do time de perto, o tempo todo. Porém, quando a equipe se torna dependente, qualquer ausência de liderança provoca uma diminuição na eficiência e no padrão de qualidade. Isso não é saudável para a empresa.
Nunca se sabe quando o gestor não vai poder estar por perto, seja em consequência de uma ausência física, seja pela necessidade de focar em outras coisas, como um plano de expansão do negócio, por exemplo. E ele só vai conseguir se dedicar a esse tipo de função — que é extremamente importante — se tiver a segurança de que a equipe está produzindo mesmo sem ser monitorada de perto.
5. Não deixar espaço para a inovação
O seu planejamento de gestão prevê apenas continuar fazendo o básico, repetindo os mesmos processos, modelos e padrões? Isso não é um bom sinal! O mercado tem se tornado cada vez mais dinâmico e, por consequência, para que um negócio se torne irrelevante, não é muito difícil.
Empresas que não têm a inovação no DNA no seu cotidiano, cedo ou tarde vão perder espaço para aquelas que desbravam o novo!
6. Desconsiderar as características e particularidades dos colaboradores
Estratégias de gestão de pessoas devem fazer parte do seu planejamento. No entanto, nesse caso, o erro é determinar uma série de medidas para implementar sem levar em conta o mais importante: as pessoas.
Supondo que você esteja delegando funções e atribuições, por exemplo, mas antes não considerou os pontos fortes e os interesses de cada membro da equipe. As chances de que cada um acabe desempenhando funções que nada têm a ver com as suas potencialidades são enormes! E qual a consequência disso? Profissionais desmotivados e resultados medianos.
O gestor erra quando não olha com cuidado para o capital humano da empresa, acreditando que apenas colocar em prática um modelo fixo de processos vai funcionar.
7. Fazer projeções fora da realidade
Faz parte do planejamento do gestor projetar cenários futuros: como vai estar aquele mercado nos próximos anos, qual será a participação da empresa nele, como os concorrentes estarão se posicionando e assim por diante.
Porém, o erro é fazer projeções sem nenhuma base de dados, sem analisar o presente e o passado, sem pesquisar sobre tendências e sem olhar para o que a empresa está efetivamente fazendo para chegar onde almeja.
É bem comum que essas projeções mostrem um cenário mais favorável para a empresa do que a realidade, pela falta de um olhar crítico. Consequentemente, o empreendimento não consegue se preparar de maneira eficiente para o que o futuro lhe reserva.
8. Ignorar os dados
Nos dias de hoje, qualquer planejamento de gestão deve ser orientado por dados, o que chamamos de Big Data. Não é mais admissível se basear em “achismos” para tomar decisões importantes, em um contexto no qual quase tudo pode ser mensurado.
Se você está cometendo algum desses erros e não percebia, ainda é tempo de corrigi-los e executar uma gestão mais inteligente e eficiente em busca dos resultados esperados!
Há uma razão pela qual as ruas ficam sempre cheias no fim do ano. Afinal, se trata de um dos períodos de maior aquecimento do comércio, quando as pessoas estão atrás de presentes — para seus amigos, familiares e para si mesmas.
Na internet, não é diferente. Pela comodidade, as vendas on-line também crescem muito nessa época do ano. Portanto, nada mais natural que os comerciantes busquem maneiras de se destacar tanto nos ambientes off como on-line
Por isso, preparamos um artigo com as principais dicas para os gestores que queiram aproveitar bem as vendas de final de ano. Vamos conhecê-las!
Defina bem as metas de vendas
A equipe de vendas deve contar com metas bem-definidas para que os resultados estipulados se concretizem após o período do final de ano. Isso envolve alinhar o estoque (falaremos disso a seguir) com as projeções.
Nesse momento, a empresa deve ser realista. Não adianta estabelecer resultados muito ambiciosos se nos anos anteriores as vendas foram modestas. Os profissionais devem trabalhar com números similares aos obtidos nos períodos anteriores.
Isso serve até mesmo como uma maneira de se preparar para o pior e para o melhor cenário possíveis. Com um estudo detalhado do que ocorreu anteriormente, a empresa saberá o que deve fazer para obter melhores resultados.
Planeje o estoque
As vendas de fim do ano são impulsionadas pelos presentes de datas comemorativas, como o Natal. Munidos de renda extra, proporcionada pelo recebimento do 13º, os clientes em potencial percorrem as lojas procurando produtos específicos.
Assim, um estoque mal gerido é péssimo para os vendedores, uma vez que as pessoas simplesmente procurarão a próxima loja. Por isso, é muito importante ter um excedente das mercadorias mais procuradas.
Certifique-se de que a sua loja conte com o “mix” de produtos mais completo possível. Isso garante mais vendas e também evita que os consumidores abandonem a sua loja ao encontrarem variedades melhores na concorrência.
Uma dica é explorar produtos que geralmente vendem mais nessa época do ano, tanto no nível de estoque como na divulgação. Sua empresa será ainda mais valoriza se for conhecida como um local confiável para encontrar produtos específicos, por exemplo.
Aproxime-se dos fornecedores
Falamos da importância de manter um estoque bem-nutrido. Isso passa por um ótimo relacionamento com fornecedores, baseado no respeito e na confiança mútua. Além disso, caso o seu negócio envolva entregas, essa boa relação com os parceiros é ainda mais relevante.
Por isso, fortaleça seus laços com bons fornecedores logísticos e deixe o seu cliente a par do que você pode cumprir. Isso envolve prazos bem-definidos, possíveis atrasos, nomes de transportadores e um canal aberto para comunicação.
Desse modo, sua empresa une duas ótimas conquistas: uma boa relação comercial com os fornecedores e a confiança dos clientes. Ainda que alguns atrasos ocorram, será possível sobreviver com o bom serviço geral prestado por seus parceiros.
Preste atenção à precificação
Você quer apenas um cliente que aparecerá no Natal ou um consumidor regular e possível promotor da marca? Caso a sua resposta seja a primeira, prepare promoções e não se preocupe com o resto. No entanto, se você prefere a segunda opção, preste atenção à precificação.
Fazer ofertas nessa época do ano é essencial, mas é preciso reflexão. Suponhamos que a sua empresa faça uma promoção muito atrativa no dia 26 de dezembro, por exemplo, para lucrar com aquelas pessoas que deixam o Natal passar para adquirir mercadorias mais em conta.
Desse modo, a empresa deve se preparar para lidar com dois públicos diferentes: os que se organizaram e aqueles que aparecem no dia para a queima de estoque. Caso essa preparação seja feita, nenhum dos dois grupos de consumidores se sentirá prejudicado.
O importante é se basear no quanto a sua empresa deseja faturar por cliente em vez de pensar apenas em uma venda específica. Desse modo, você também faz com que ele volte à loja, como um cliente regular, e não apenas alguém que aparece uma vez e nunca mais volta.
Foque no bom atendimento
Não importa se o seu negócio é on ou offline: atender bem não é apenas uma vantagem competitiva, é um atributo essencial para o sucesso de qualquer negócio. Lembre-se que o seu consumidor pode encontrar outra loja com apenas alguns cliques no celular.
Dessa forma, invista em equipes bem-treinadas e capacitadas. Isso envolve tanto o conhecimento sobre os produtos que a empresa comercializa quanto a educação e polidez necessárias para garantir que o cliente se sinta bem-tratado.
Caso você deseje contratar pessoal extra para ajudá-lo nos pedidos de fim de ano, é preciso ter muita atenção ao recrutamento. Um vendedor com ótimo currículo técnico não agrega muito se ele é normalmente ríspido com os clientes.
Tanto a atração e a fidelização passam pelo bom atendimento. Portanto, manter pessoas mal-educadas em contato direto com os clientes é uma péssima ideia.
Facilite o pagamento
Facilitar os meios de pagamento é uma vantagem competitiva. Então, habilite vários sistemas dentro da sua loja: ofereça a opção de pagamento com cartões de crédito e débito e também formas de pagamento on-line e por boleto.
Utilizar serviços como o PagSeguro, que aceitam diversos cartões e facilitam a transação imediata, também é um ótimo meio de diversificar seus sistemas.
Aposte no mobile
Como grande parte dos consumidores realizam compras por celulares, nada melhor do que ter um site que esteja bem-adaptado aos dispositivos móveis. Além de uma página on-line, também é importante investir no marketing digital para reforçar sua presença virtual.
Muitos consumidores compram por impulso quando estão navegando na internet e encontram uma ótima promoção, por exemplo. No entanto, isso só ocorre se o seu negócio encontrar essas pessoas com um bom site, adaptado às telas de celulares.
Suponhamos que a sua empresa venda artigos de informática. Caso um consumidor em potencial procure o item “teclado sem fio”, dentro da sua área de abrangência, qual é a possibilidade de que ele encontre a sua empresa?
Por isso, investir na presença digital é crucial atualmente. O que nos leva ao nosso próximo e último item.
Capriche na divulgação
Nada melhor que apostar no marketing para garantir uma boa divulgação. Isso vale tanto para lojas virtuais como físicas. É por meio dele que será possível chamar atenção para as suas promoções e para a excelência dos seus produtos.
Procure profissionais da área e invista em campanhas totalmente direcionadas para atrair consumidores para as ofertas de fim de ano. Eles serão capazes de mapear tendências, estabelecer perfis ideais de consumidores e implementar as tecnologias necessárias para modernizar esses processos.
Isso garante que a sua empresa evite prejuízos decorrentes de um planejamento pouco conectado a soluções digitais que temos hoje. Tão importante quanto gerir o estoque e contar com parceiros de alto nível é explorar o ambiente on-line para gerar bons resultados financeiros.
Como pudemos ver no artigo, turbinar as vendas de final de ano é algo perfeitamente possível, independentemente do seu ramo de atuação. Para isso, é preciso ter uma presença digital forte, oferecer atendimento de qualidade e precificar devidamente os seus produtos.
Além disso, oferecer diversos sistemas de pagamento garante que o seu cliente não abandone a sua loja de forma permanente. Por fim, para garantir boas vendas de fim de ano, não se esqueça de contar com um bom site, que esteja adaptado para o uso tanto em computadores como em celulares.
Para não perder nenhuma data comemorativa relevante, não deixe de baixar o nosso infográfico!
O empreendedor que inova nem sempre é quem impulsiona mudanças no seu ramo de atuação, mas pode ser aquele que é capaz de identificar tendências e tirar proveito delas antes da concorrência. Isso é um segredo que muitos ainda não conhecem e, com isso, deixam de desfrutar de excelentes oportunidades de negócio.
O mundo está em constante transformação e as empresas precisam acompanhar esse ritmo acelerado. Nos últimos tempos, o grande catalizador de mudanças foi a Covid-19, que afetou a economia como um todo. Porém, esta década está apenas começando e muitas novidades estão por vir.
Por isso, leia o nosso artigo para conhecer as novas ideias que vão conquistar espaço e como retomar o ânimo nesse momento tão delicado. Aproveite!
1. Analise movimentos incomuns
Estamos falando de disrupção, ou seja, daquelas mudanças que alteram completamente o paradigma. Antes do lançamento do iPhone, os aparelhos de telefone tinham um modelo consolidado, hoje, o smartphone mais básico tem mais funções do que um computador.
Nessa linha de pensamento, o que as empresas precisam desenvolver é a capacidade de avaliar os recursos disponíveis no presente e utilizá-los de forma inovadora. Essa iniciativa abre caminhos para a criatividade em cenários que fogem da normal.
2. Use pesquisas de mercado
Quando consideramos esse instrumento, existem duas fontes que podem ser utilizadas. A primeira delas é a utilização de pesquisas elaboradas por instituições reconhecidas. O Ebit, por exemplo, divulga anualmente um estudo sobre o mercado de e-commerce. Nele, constam indicadores de comportamento, avaliação do potencial de vendas e novas ideias que podem se consolidar nos próximos anos.
Já a segunda alternativa, é colocar a mão na massa e produzir os seus próprios estudos com foco no seu público-alvo e perspectivas que afetam o seu negócio diretamente. Independente da sua escolha, as pesquisas de mercado são uma fonte de informação insubstituível.
3. Foque no que o cliente tem a dizer
Experiência do usuário, marketing de relacionamento e data driven são metodologias que colocam o cliente e as suas necessidades no centro da estratégia do negócio. Para favorecer a experiência de compra, é essencial compreender os seus hábitos, estudar o seu cotidiano e estender as etapas da jornada de compra.
Tudo isso agrega precisão ao processo, pois a empresa fornece exatamente aquilo que o cliente espera e deseja nessa relação. Por isso, fique atento ao feedback dos clientes para desvendar como potencializar as suas vendas.
Por fim, essa iniciativa é um diferencial que ajuda a lidar com períodos de instabilidade econômica e incertezas. Além disso, tem relação direta com a forma como o público percebe a imagem da empresa, o que propicia a construção de uma reputação voltada para a inovação e a valorização do consumidor.
O Sebrae é uma das instituições que o empreendedor pode contar para ajudar a desenvolver uma cultura de inovação. Nós oferecemos apoio em todas as etapas do negócio e estamos na linha de frente do movimento que deseja mudar o rumo das empresas. Você pode contar com toda a nossa expertise e conferir o nosso guia de tendências com foco no consumo em tempos de pandemia.
Inovação e crescimento são conceitos que devem andar sempre juntos. Afinal, ser criativo é a base para ter sucesso, principalmente em um contexto como o atual, em que pensar fora da caixa não só é essencial para melhorar os ganhos como, até mesmo, para se manter no mercado.
A boa notícia é que estimular o crescimento do microempreendimento individual não requer ações mirabolantes e inalcançáveis. Com estratégias simples, que podem ser aplicadas no dia a dia, é possível inovar e ver o negócio evoluir. Entre elas, focar no cliente e estudar a concorrência.
Confira algumas dicas que ajudarão no crescimento da sua empresa!
Elabore um plano
O primeiro passo para quem se preocupa com o crescimento do microempreendimento individual é criar um plano de desenvolvimento. Afinal, para atingir qualquer objetivo, é preciso, antes de tudo, ter ele bem definido.
O seu plano de crescimento deve estipular o que você deseja atingir. Pode ser aumento de faturamento, de número de clientes ou de vendas. Com esse objetivo em mente, você pode traçar ações para atingi-lo. Se quer reduzir custos, por exemplo, deve investir em estratégias para aumentar o controle financeiro.
Foque no cliente
Independentemente dos objetivos do seu negócio, uma coisa é certa: o foco no cliente é indispensável. Afinal, sem fidelização não há evolução. Apesar da importância de ter atenção ao atendimento e ao pós-venda, muitos empresários têm a tendência a se preocupar apenas em conquistar novos consumidores e não em manter os antigos.
Não cometa esse erro. Ter atenção especial a quem já fez com negócio com você não só aumenta as chances de fazer novas vendas como, também, dele recomendar seus produtos ou serviços para sua rede de contatos.
Estude a concorrência
Se você quer se desenvolver como microempreendedor individual e melhorar seus resultados precisa conhecer bem o seu negócio e os principais concorrentes. Com o apoio da internet, essa tarefa ficou bem mais fácil.
Faça uma pesquisa sobre empresas que atuam na mesma área que você e analise seus produtos e serviços, assim como estratégias utilizadas para divulgação. Compare com o seu empreendimento e veja o que é possível melhorar no seu negócio.
Conheça o seu consumidor
Além de foco no atendimento, é importante conhecer bem o seu cliente para, assim, apostar em estratégias que realmente sejam eficazes para o seu perfil. Descubra os produtos que eles mais gostam e o que consideram importante na relação com a sua empresa.
Colha o máximo de informações possível sobre seus clientes e tenha um histórico de todos os consumidores. Dessa forma, fica mais fácil saber o que funciona e o que não funciona para cada um. Personalização é a chave!
O crescimento do empreendimento é consequência quando você aposta em estratégias eficientes no dia a dia. No entanto, para garantir a evolução constante da sua empresa, independentemente do segmento de atuação, é preciso ter atenção ainda para evitar alguns equívocos comuns entre empreendedores.
Entre eles, estão não saber estabelecer prioridades e focar no operacional, esquecendo da gestão. Ao evitar esses erros e tornar a inovação uma prioridade, a evolução será constante!
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O crescimento saudável da sua empresa é um dos principais motivos para realizar a mudança de MEI para ME. Essa é uma ótima opção para as empresas, principalmente quando seus resultados anuais já estão ultrapassando os limites de faturamento. Essa alteração também pode ser realizada para a expansão dos negócios antes de atingir esse limite estabelecido nas legislações.
Neste post, você vai descobrir o que é uma microempresa (ME) e entender as suas principais diferenças em relação ao microempreendedor individual (MEI). Aqui você verificará quando é o momento para fazer a transição entre o MEI e o ME, conhecerá todas as questões burocráticas que estão envolvidas nesse processo e entenderá como se tornar micro empresa.
Gostaria de saber o que precisa ser feito para deixar de ser MEI e se tornar uma microempresa (ME)? Acompanhe a leitura!
Entenda o que é uma microempresa
Uma ME é um empreendimento que têm faturamento anual limitado até R$ 360 mil e podem optar pelos regimes do Lucro Real, Lucro Presumido ou Simples Nacional. Os proprietários podem fazer a contratação de 19 colaboradores para indústrias ou apenas 9 para prestação de serviços ou comércio.
Emissão de Notas Fiscais
Uma ME pode ser uma sociedade empresária ou simples, empresa individual de responsabilidade limitada (EIRELI) ou empresário individual. Esse tipo de empresa pode fazer a emissão de Notas Fiscais para pessoas físicas ou jurídicas e conta com diversas vantagens, por exemplo, a simplificação das regras trabalhistas e previdenciárias. O MEI somente é obrigado a emitir Nota Fiscal para clientes pessoas jurídicas.
Facilidade de acesso ao mercado
A ME, assim como o MEI, pode participar de licitações para ser contratada por órgãos públicos e deve seguir as regras da Lei Complementar nº 123/2006 , que instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Porém, a ME tem mais possibilidade de obter crédito e facilidade para acessar o mercado.
Recebimento de incentivos fiscais
A ME pode ter sócios como seus proprietários, ter mais de um funcionário e receber incentivos fiscais. Mas ela precisa ter maior controle contábil que o MEI e por isso deve contar com o apoio de contadores. Os empresários pagam menos tributos em comparação às empresas de porte maior.
Os incentivos fiscais são criados pelos Municípios, Estados e União e devem ser previstos em Lei. Com eles, as empresas economizam recursos financeiros que serão usados para investimentos futuros. Geralmente eles são determinadas para alguns segmentos da economia e para a geração de empregos.
Compreenda qual é o momento certo para fazer a transição de MEI para ME
O MEI é a forma mais simples e descomplicada que o empreendedor pode formalizar um negócio e legalizar a atividade empresarial. Para se enquadrar nessa modalidade, é necessário que o faturamento anual não ultrapasse o valor de R$ 81 mil e o seu proprietário não pode ser sócio, titular ou administrador de outra empresa. Esse empreendedor poderá ter somente um único empregado.
No momento em que você perceber que o seu empreendimento não se encaixa mais nessas regras, chegou a hora de fazer a transição do MEI para ME. Nesse caso, o empresário não tem escolha, pois o desenquadramento decorre das exigências legais. Vale destacar que esse desenquadramento é positivo, pois significa que o negócio está crescendo e é o momento de buscar novas oportunidades.
Por outro lado, se o empreendedor decide fazer investimentos para o crescimento dos negócios, ele pode solicitar a mudança para ME antes de apresentar um rendimento mais elevado. A contratação de funcionários, a abertura de filiais ou a chegada de sócios ou investidores para sua empresa também são motivos para mudar de categoria. A alteração poderá ser feita assim que a decisão for tomada.
Confira quais são as questões burocráticas envolvidas no desenquadramento
Para fazer o desenquadramento do MEI e alterar para ME, é necessário receber o auxílio de um contador. A solicitação deve ser realizada no portal do Simples Nacional independente do motivo que o levou a essa decisão. Veja a seguir os principais aspectos envolvidos nesse processo!
1. Geração de novo DAS
A alteração também acontecerá automaticamente se você entrar no portal e informar que abriu uma filial e confirmar essa mudança. Contudo, se a razão da alteração for o faturamento anual elevado, o empresário terá que ter um controle financeiro e gerar um novo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) para recolher os tributos devidos ao governo.
2. Comunicação à Junta Comercial
Ao efetuar a alteração de MEI para ME, é necessário entrar em contato com a Junta Comercial e informar a mudança, além de apresentar o contrato social ou documento de constituição da empresa, o formulário de desenquadramento e a comunicação do sistema de recolhimento em valores fixos mensais dos tributos do Simples Nacional relacionados microempreendedor individual (SIMEI).
3. Atualização dos dados cadastrais
Atualize os dados cadastrais nos órgãos locais, na Junta Comercial, no Capital Social e na Razão Social, pois não basta mudar apenas a inscrição. Informe à Prefeitura Municipal e outras entidades públicas de acordo com as leis municipais de sua cidade. A Secretaria do Estado da Fazenda (SEFAZ) também precisa ser comunicada da alteração realizada.
4. Pagamento dos tributos
Após fazer a alteração de MEI para ME, será necessário fazer um planejamento financeiro e pagar os tributos corretamente. Diante disso, a ajuda de um profissional da área contábil é necessária para evitar o recebimento de multas e outras penalidades. Ele vai ajudar você a evitar muitos aborrecimentos decorrentes de erros que normalmente acontecem sem uma consultoria especializada.
Descubra quais são os principais benefícios ao realizar a transição do MEI
A transição do MEI para ME é importante porque mantém o histórico e a atuação do empreendimento no mercado. O tempo de empreendimento é considerado por outras empresas para o fechamento de negócios, pelas instituições financeiras, para participar de licitações e editais de mercado.
O preço das taxas públicas para realizar o desenquadramento de MEI para ME é baixo. Essa mudança trará diversas vantagens para a sua empresa que receberá tratamento diferenciado do governo. O trâmite do processo para a legalização do negócio é simplificado e depende apenas de dar a entrada nos documentos, pois o sistema informatizado integrou os demais órgãos envolvidos.
Entendeu como funciona o desenquadramento MEI e já sabe como se tornar micro empresa (ME)? Saiba que a necessidade de fazer essa alteração é motivo para comemorar, pois significa que o seu negócio deu certo e está sendo desenvolvido de forma saudável. Conte com o auxílio de um serviço de contabilidade para que nada atrapalhe o seu sucesso.
O desempenho da empresa é um atributo que precisa ser avaliado de forma constante. No entanto, esse processo nem sempre é simples e envolve a necessidade de uma análise contínua. É neste contexto em que entra o diagnóstico empresarial.
Longe de ser um processo burocrático feito apenas para cumprir tabela, um diagnóstico empresarial permitirá que você enxergue inúmeras oportunidades de melhorias em seu negócio. Esse é o melhor caminho para identificar possíveis problemas e obter bons resultados a partir de suas iniciativas.
Esse diagnóstico pode ser realizado em empresas de todos os tamanhos e áreas de atuação. Sem ele, torna-se impossível saber em quais segmentos investir e solucionar problemas antes que se agravem.
A seguir, aprenda mais sobre a importância do diagnóstico empresarial e os benefícios que ele pode trazer para o seu negócio.
O que é um diagnóstico empresarial?
Um diagnóstico empresarial é uma análise completa de todos os aspectos da operação da sua empresa. É algo que faz uso de diversas análises internas e externas, envolvendo seus diferentes departamentos e equipes.
A partir das informações coletadas, é possível identificar pontos de atenção em suas atividades. Esses podem ser problemas até então não detectados, reconhecer iniciativas que necessitam de mais atenção para gerarem melhores resultados e boas performances práticas que podem ser replicadas.
Sem um diagnóstico empresarial, a sua empresa fica sem uma fotografia clara de sua situação para poder seguir no desenvolvimento dela. Trabalhar dessa forma é o mesmo que tentar encontrar o seu caminho no escuro, o que consequentemente impedirá o seu acesso a oportunidades de qualidade para alcançar os seus objetivos.
Um diagnóstico empresarial costuma ter as seguintes etapas:
coleta de informações, que é quando os dados são obtidos de todas as áreas do seu negócio a respeito das suas atividades;
análise, o momento de organizar as informações obtidas para identificar os pontos fortes e fracos da sua empresa;
descrição dos problemas, ou seja, a hora de descrever os problemas detectados de forma que o caminho até as soluções deles fique nítido;
resolução de problemas, o passo final, que é a implementação de mudanças focadas nas questões levantadas pelo diagnóstico empresarial.
Por que é importante fazer um diagnóstico empresarial?
Quem mantém o próprio negócio dificilmente terá uma visão completa de suas operações que permita visualizar os melhores caminhos para seguir. Também é necessário manter o radar ligado em busca de problemas que necessitem de soluções antes que se tornem graves.
O diagnóstico empresarial se mostra como uma ferramenta importante para que as empresas sempre tenham uma forma de olhar para si mesmas. A partir dessa análise, é possível extrair planos de ação focados em corrigir o que está errado e ampliar o que está gerando bons retornos.
Além disso, o diagnóstico empresarial é uma importante ferramenta para que a sua empresa se mantenha competitiva. Esse é um caminho bastante eficaz de enxergar as melhores maneiras de aprimorar a forma como você trabalha e as suas estratégias.
Quais as vantagens de realizar um diagnóstico empresarial?
Agora que você já sabe o que é um diagnóstico empresarial, resta conhecer os benefícios de trabalhar com ele. Esse recurso pode ser altamente valioso para o sucesso do seu negócio, bastando que seja bem implementado e faça parte da sua rotina.
Conheça a seguir as principais vantagens de fazer um diagnóstico empresarial em seu negócio.
1. Resolução concentrada de problemas
A sua empresa precisa de um mecanismo que permita identificar problemas e aplicar soluções certeiras. Somente assim será possível evitar que cresçam e comprometam os seus bons resultados nos negócios.
Para que isso não aconteça, você precisa ter o hábito de realizar um diagnóstico empresarial. Ele ajudará você a detectar até problemas que nem imaginava. Além disso, a sua estrutura possibilita concentrar as suas ações em cada uma dessas questões, maximizando a eficácia das soluções planejadas e implementadas.
2. Redução de gastos
A realização de um diagnóstico empresarial também possibilita que você reduza os gastos do seu negócio. Essa é uma consequência direta de contar com um mecanismo que ajuda você a visualizar possíveis problemas que possam representar problemas atuais e futuros.
Com esse processo, você também conseguirá entender quais áreas da sua empresa geram mais gastos e efetuar iniciativas focadas em compreendê-los mais profundamente para reduzi-los.
3. Detecção de oportunidades não aproveitadas
Nem sempre temos a visão ou o tempo necessários para identificar boas oportunidades para o nosso negócio dentro ou fora do nosso segmento. Elas podem surgir a partir de inúmeras combinações de condições e contribuir bastante para o seu sucesso.
Um bom diagnóstico empresarial ajudará você a encontrar as áreas de atuação da sua empresa que possam ser intensificadas para aproveitar oportunidades valiosas. Por exemplo, pode ser que determinado tipo de produto não esteja atingindo o seu potencial máximo e uma simples revisão faça toda a diferença.
4. Melhor entendimento de seus processos
O diagnóstico empresarial também é uma ferramenta eficaz para aprimorar os seus processos internos. Com ele, é possível enxergar quais atividades não estão sendo realizadas com o máximo de eficiência, detectar gargalos de produtividade e encontrar maneiras melhores de conduzir suas iniciativas.
Além de tudo isso, as informações do seu diagnóstico empresarial podem ser consultadas no futuro para que as equipes se mantenham no caminho de produtividade. A partir daí, a tendência é que você e seu time se aprimorem cada vez mais.
5. Estímulo à inovação e criatividade da equipe
Parte do processo de diagnóstico empresarial envolve pensar em soluções inovadoras para as questões levantadas por esse processo. É algo que obriga você e suas equipes a pensarem de forma criativa, sendo um exercício altamente valioso em qualquer contexto dos negócios.
Então, contar com esse processo como parte integrante do seu calendário ajuda a manter o seu time sempre em sintonia com a inovação. Isso será bastante valioso para outras áreas de atuação da sua empresa.
Tendo em vista a importância do diagnóstico empresarial para a saúde do negócio, ficam nítidos os motivos pelos quais ele precisa fazer parte da sua rotina. Sendo capaz de ajudar você e seus times a enxergar problemas que precisam de solução e oportunidades valiosas para serem exploradas, a sua empresa só tende a se beneficiar.
Toda empresa precisa ter um caminho muito bem definido para conquistar os seus objetivos. Sem esse planejamento, um empresário se sentiria perdido e caminhando em uma completa escuridão. Assim, surge a importância da definição de estratégias empresariais.
Esse conceito tem como objetivo determinar esforços relacionados a investimentos, marketing e manutenção da empresa para proporcionar o seu crescimento ao longo do tempo. Afinal, esses são elementos básicos para que uma empresa possa se desenvolver.
Neste artigo, mostraremos a definição de estratégias empresariais, os principais tipos e a importância de conhecer cada uma deles. Acompanhe!
O que são estratégias empresariais?
A definição da estratégia empresarial objetiva o desenvolvolvimento do negócio ao direcionar as ações planejadas e adotadas visando potencializar suas capacidades a fim de atingir objetivos estabelecidos e ganhar vantagem competitiva.
As empresas que não contam com estratégias empresariais são constituídas e crescem de forma desordenada, não se mantendo no mercado no longo prazo.
A sobrevivência do negócio no mercado com resultados diferentes exige organização. Principalmente, o desenvolvimento de estratégias empresariais que discorreremos ao longo deste artigo.
Qual a importância do desenvolvimento de estratégias empresariais?
Saber como gerenciar um negócio de forma estratégica é fundamental para que a empresa possa sobreviver frente às mudanças do mercado. Além de favorecer o desenvolvimento sustentável do negócio a longo prazo ele possibilita o direcionamento de esforços da empresa para alcançar a sua visão de futuro.
Em outras palavras, é possível direcionar o foco dos gestores para objetivos específicos. Sejam eles relacionados a manutenção ou desenvolvimento do negócio.
Quais são os tipos de estratégias empresariais?
Apresentaremos agora quais são os tipos de estratégias empresariais existentes para você conhecer melhor os conceitos e definir a que melhor se adapta a realidade e objetivos do seu negócio. Confira!
1. Investimentos
As estratégias empresariais de investimento têm como foco principal utilizar recursos financeiros no empreendimento com expectativa de benefícios futuros e retorno do capital aplicado.
Esse investimento pode ser aplicado nas mais diversas áreas visando o aumento das vendas, ampliação da capacidade produtiva, expansão do mercado, modernização dos equipamentos, etc. Os gestores identificam uma oportunidade ou necessidade de investimento e fazem um aporte, sempre objetivando algum tipo de melhoria no negócio.
É importante ter em mente que a estratégia de investimentos pode ser feita com aporte de recursos próprios ou de terceiros.
Assim, você deve estudar a melhor forma de captar investimentos. Sempre tendo em mente os objetivos empresariais, inovação e expansão que podem ser implementadas em sua empresa.
2. Crescimento
As estratégias empresariais de crescimento são aquelas voltadas ao aumento da capacidade produtiva, aumento do lucro, vendas e participação de mercado. O foco é aproveitar situações favoráveis da sua área de atuação e transformá-las em oportunidades de negócio e aumento do valor da empresa.
O objetivo final é sempre buscar aumento no volume de vendas. As estratégias de crescimento são aplicadas de diversas formas. Uma delas é o aproveitamento de inovações tecnológicas. Elas podem ser implementadas para criar novos produtos ou, até mesmo, alcançar novos nichos de clientes em potencial.
As estratégias de crescimento também devem criar parâmetros para reaplicar o valor na atividade do próprio negócio. Assim, o aumento da capacidade produtiva é uma das principais ações quando o assunto é estratégias de crescimento.
3. Manutenção
A estratégia de manutenção tem por objetivo utilizar os recursos financeiros, humanos e tecnológicos para que a empresa mantenha sua posição de mercado.
O foco desse processo é o fortalecimento dos pontos fortes da empresa e pressupõe a minimização de pontos fracos do negócio. Essa estratégia demanda uma postura mais defensiva e conservadora quanto à forma de utilizar o dinheiro.
Seus recursos são mantidos na empresa evitando grandes aquisições ou investimento em novidades para aumentar as vendas. Nessa estratégia, o lucro é mantido e não há um esforço muito grande para ele crescer exponencialmente. Esse é um processo interessante para a empresa.
No entanto, não deve se manter imutável por muito tempo. Afinal, o objetivo do negócio é crescer e se desenvolver e não apenas se manter em um patamar ao longo do tempo.
4. Marketing
Por fim, temos a estratégia empresarial de marketing. O objetivo dela é promover a divulgação de produtos, captação de novos clientes e fidelização de consumidores que já se relacionaram com sua empresa. Atualmente, existem várias formas de colocar essa estratégia em prática.
A que mais vem sendo utilizada é aquela que se embasa em plataformas digitais. Elas vêm sendo utilizadas para segmentar um público e atingir pessoas com mais chances de fazer negócios com sua empresa. Assim, você pode criar anúncios direcionados para essas pessoas, filtrando na plataforma suas características. Nesse caso, apenas pessoas com o perfil definido receberão suas mensagens e campanhas.
O que devemos destacar é que as estratégias empresariais de marketing se relacionam com as outras três técnicas que mencionamos. Afinal, tanto no crescimento, manutenção e investimento, é necessário aportar recursos de marketing.
Logo, esse é um tipo de estratégia que funciona de forma acessória às demais. Em outras palavras, ela sempre estará presente no dia a dia do seu negócio.
Por que é importante conhecer vários tipos de estratégias empresariais?
Agora você conhece alguns dos principais tipos de estratégias empresariais e sabe que elas podem ser aplicadas em diferentes momentos do negócio de acordo com o ciclo de vida empresarial e objetivos definidos. As estratégias de crescimento podem ser utilizadas durante toda a existência de um negócio. Afinal, a empresa existe para gerar lucros e continuar em crescimento constante. Já as estratégias de investimento, têm momentos específicos para serem utilizadas.
A estratégia empresarial de marketing também devem ocorrer constantemente. É por meio delas que seus clientes conhecem as soluções oferecidas pela empresa. Por fim, temos as estratégias de manutenção assim como a de crescimento ela também deve ser aplicada constantemente, para manter a posição de mercado.
Por fim, nós chegamos à conclusão de que cada um dos tipos de estratégias empresariais são aplicadas em momentos distintos em uma empresa, têm objetivos únicos e contribuem para que a empresa siga no caminho do crescimento saudável, duradouro e sustentável. Assim, elas conseguem garantir a continuidade do negócio
Com a evolução tecnológica, qualquer pessoa com um computador e conexão à internet pode trabalhar — e empreender. Essa descoberta motiva muitas pessoas a buscarem novas maneiras de ganhar dinheiro sem sair de casa.
Contudo, esse sucesso só pode ser obtido por meio de disciplina. Afinal de contas, será preciso estabelecer uma carga horária compatível com suas metas, por exemplo, e cumpri-la de forma contínua. Por isso, preparamos algumas dicas para quem quer trabalhar e empreender em casa de forma otimizada. Acompanhe!
1. Defina horários
Ter um horário bem definido para trabalhar é uma maneira de dizer ao seu cérebro que aquele período escolhido será exclusivo das obrigações profissionais. Com isso, fica mais fácil ter disciplina para encarar a rotina sem se distrair com tudo o que está ao redor.
Para fazer isso de uma forma eficiente, é muito importante definir um horário de trabalho, além de determinar quantas horas você trabalhará — e em quais dias da semana. O essencial, aqui, é que toda a flexibilidade do home office não se transforma em displicência e desorganização.
A escolha dos horários é fundamental para a sua produtividade e garante que você consiga cumprir o seu planejamento e suas metas. Caso você tenha optado por dedicar as 8 horas entre as 11 da manhã até as 19 horas para cumprir suas obrigações, mantenha as distrações de lado durante esse período.
O exemplo acima é apenas ilustrativo, uma vez que algumas pessoas preferem iniciar mais cedo ou até mesmo trabalhar pela madrugada. Verifique em qual momento do dia você se sente mais produtiva e mantenha o foco nessa rotina
2. Tenha um espaço adequado e organizado
Imagine que você tenha escolhido iniciar o seu dia profissional às 9 da manhã. Contudo, quando o horário chega, você tem que gastar quase uma hora limpando a sua área de trabalho, além de achar o mouse que não estava no lugar previsto. Isso interfere diretamente na sua produtividade — negativamente.
Assim, mantenha a sua escrivaninha bem organizada e pronta para que o seu trabalho seja desempenhado de forma satisfatória. Uma boa ideia para cumprir isso é não misturar a área de trabalho com as atividades de lazer.
Separe as duas coisas: isso é importante até mesmo para manter as distrações de lado, uma vez que você não usará aquele espacinho escolhido para trabalhar e também fazer outras coisas. A limpeza e a organização também são cruciais já que você não perde tempo espanando os móveis durante o período escolhido e procrastinando suas atividades profissionais.
Para garantir que tudo corra bem, dê uma olhada no seu ambiente ao final de cada dia de trabalho e se questione: “esse lugar está pronto e organizado para as atividades de amanhã?”. Caso a resposta seja positiva, você conseguirá se concentrar e produzir mais.
3. Se vista para trabalhar
Quando falamos sobre as roupas apropriadas para trabalhar, muitas pessoas acabam pensando apenas em trajes respeitosos e adequados para o tipo de empreendimento no qual você atua. Embora essa preocupação seja essencial, é preciso evitar outro hábito no home office.
Trata-se de usar roupas leves e despojadas durante o dia. Embora isso não seja exatamente inadequado, é preciso evitar exageros, como o uso do pijama todo dia. Por mais confortável que ele seja, vestir-se assim durante as atividades profissionais acaba fazendo com que o seu subconsciente esteja focado sempre na cama.
Sendo assim, evite trabalhar de pijama e vista-se de acordo com a seriedade que você quer impor em seu empreendimento. Não que seja necessário utilizar um terno impecável diariamente: basta optar por uma roupa normal e confortável para a sua rotina.
Além disso, vestir-se de forma apropriada evitará que você cometa gafes, como aparecer com uma roupa precária para uma reunião virtual. Isso pode causar desconforto nos parceiros de negócio, que associarão esse desleixo ao modo com que você conduz as suas atividades profissionais.
4. Bloqueie as possíveis distrações
“Hmm, vou apenas checar os meus recados pessoais no WhatsApp e voltar a trabalhar“. Quem nunca fez isso e acabou preso em um loop de horas? As redes sociais são extremamente viciantes e estimulam o uso contínuo e, por isso, devem ser evitadas na hora de trabalhar e empreender.
Caso você tenha um número de WhatsApp e contas nas redes sociais que seja utilizado exclusivamente para fins comerciais, se concentre exclusivamente neles durante o período escolhido para trabalhar. Desse modo, você consegue bloquear as distrações e focar no que realmente interessa.
Além disso, é crucial afastar as diversas distrações tecnológicas, que vão além do celular. Assim, evite assistir TV durante o expediente, bem como resista àquela clássica “olhadinha” nas redes sociais pessoais. Fique tranquilo: ao final dos seus expedientes, você terá um bom período para interagir com os amigos.
Para garantir o sucesso dessa resolução, algumas ações básicas são bastante eficientes para garantir o foco no trabalho:
desligue a TV;
silencie o celular. Caso você o utilize para contatos profissionais, responda apenas aos seus colaboradores e parceiros de negócio;
feche as redes sociais pessoais. Uma boa ideia é deslogar antes de inciar os trabalhos, para evitar que a página abra automaticamente e algo no feed chame a sua atenção.
5. Informe que você está trabalhando
Você mora com outras pessoas? Caso a resposta seja positiva, alguns cuidados devem ser tomados. Por mais engraçado que seja aquele vídeo que o seu familiar quer mostrar a qualquer custo, essa diversão deve esperar até o fim do seu expediente.
Assim, avise a sua família sobre os seus horários de trabalho. Com essa transparência, será mais fácil para eles entenderem que não devem interromper as suas atividades. Passe o mesmo recado para os amigos próximos — para que eles evitem ligações desnecessárias, por exemplo.
Além disso, é preciso lembrar que a pandemia do coronavírus antecipou uma tendência que já estava presente no mercado: o próprio home office. É possível que muitas empresas adotem essa prática mesmo ao fim do pico da doença no Brasil, então é uma ótima ideia se adequar a esse novo modus operandi.
Entendeu como trabalhar e empreender em casa é perfeitamente possível? Com alguns cuidados básicos, você consegue fugir das distrações e ainda manter sua produtividade em alta. Além disso, você pode recorrer a técnica Pomodoro: trata-se de uma técnica na qual você define um período (de 15 ou 25 minutos) de trabalho sem interrupções. Marque esse período no relógio e se surpreenda com os resultados!
Gostou do artigo e descobrir outros meios de conseguir melhores resultados em sua rotina profissional? Então, leia o nosso post sobre gestão da produtividade!
As empresas precisam de investimentos constantes para a realização de melhorias e para continuarem competitivas no mercado. Afinal, os recursos são necessários para os negócios sejam mantidos atualizados e para a realização das suas atividades de modo eficiente. Com os investimentos certos, uma empresa consegue enfrentar e superar a concorrência, aumentar a produtividade e obter o destaque almejado.
Neste post, vamos explicar como definir o capital para investimento dentro da empresa e ressaltar o que considerar para isso. Além disso, falaremos sobre a importância de compreender o planejamento financeiro do negócio para fazer investimentos e decidir quais atividades necessitam de mais recursos financeiros para que sejam ampliadas e gerem mais lucros.
Descubra com nosso artigo o que considerar para definir o capital para investimento do negócio!
Entenda a importância de compreender o setor financeiro
Ao obter conhecimento das finanças, você conseguirá ter maior controle financeiro e compreender o fluxo de caixa para entender as entradas e saídas de recursos. Acompanhar as previsões de recebimento ajudará o gestor a definir o valor que poderá ser investido no futuro e se é possível direcionar recursos próprios para novos investimentos. Essa compreensão permite fazer a projeção anual de receita e despesas para definir o momento certo de investir no negócio.
Saiba como definir o capital para investimento
Capital para investimento é aplicar um montante na empresa para melhorar os seus resultados e trazer benefícios futuros. Para definir o valor a ser investido, é preciso calcular qual será o retorno que a aplicação desse recurso trará para a empresa. A decisão de investimento deve ser baseada em métricas calculadas a partir do retorno do investimento. Veja a seguir algumas dicas interessantes!
Compreender os objetivos do negócio
Para definir o capital para investimento em sua empresa, o seu objetivo deve ser compreendido primeiro. O investimento pode ter como finalidade a inovação, o lançamento de um novo produto, a expansão do negócio, o aumento da capacidade produtiva, a decisão de estratégias do negócio, etc.
Verificar a situação da empresa
Verifique saúde do negócio antes de começar a investir e a partir disso identifique se há necessidade de novos investimentos e quais seriam eles. Avalie mensalmente as finanças e obtenha as informações relevantes para facilitar as suas tomadas de decisão relacionadas aos recursos financeiros do empreendimento.
Considerar diferentes tipos de investimento
Se você deseja ter sucesso durante a gestão de uma organização, precisa considerar vários tipos de investimento. Se o objetivo da empresa for aumentar as vendas, investir na capacidade produtiva pode não ser a melhor decisão, pois os seus estoques podem estar parados e as vendas podem estar baixas, por exemplo. Dependendo do caso, pode ser mais indicado escolher investimentos em marketing digital ou venda online, que ao serem realizados o ajudarão a aumentar as suas vendas.
Definir quais são as áreas que necessitam investimento
Antes de fazer o investimento é importante ter claro as prioridades do se negócio para o momento. É hora de ampliar a capacidade produtiva do negócio ou investir em Marketing Digital para melhorar o relacionamento com os clientes e aumentar suas vendas. Com o aumento das vendas será possível então investir no aumento da capacidade produtiva da empresa.
Enfim, agora você já sabe o que considerar para definir a quantidade ideal do capital para investimento em sua empresa. Utilize as dicas fornecidas neste conteúdo para promover a alavancagem dos seus negócios. Procure sempre manter as despesas equilibradas, evitar dívidas que tenham juros elevados e pague todos os débitos em dia.