Categoria: Empreendedorismo

  • Como fazer o desenquadramento MEI para se tornar uma Microempresa?

    Como fazer o desenquadramento MEI para se tornar uma Microempresa?

    O crescimento saudável da sua empresa é um dos principais motivos para realizar a mudança de MEI para ME. Essa é uma ótima opção para as empresas, principalmente quando seus resultados anuais já estão ultrapassando os limites de faturamento. Essa alteração também pode ser realizada para a expansão dos negócios antes de atingir esse limite estabelecido nas legislações.

    Neste post, você vai descobrir o que é uma microempresa (ME) e entender as suas principais diferenças em relação ao microempreendedor individual (MEI). Aqui você verificará quando é o momento para fazer a transição entre o MEI e o ME, conhecerá todas as questões burocráticas que estão envolvidas nesse processo e entenderá como se tornar micro empresa.

    Gostaria de saber o que precisa ser feito para deixar de ser MEI e se tornar uma microempresa (ME)? Acompanhe a leitura!

    Entenda o que é uma microempresa

    Uma ME é um empreendimento que têm faturamento anual limitado até R$ 360 mil e podem optar pelos regimes do Lucro Real, Lucro Presumido ou Simples Nacional. Os proprietários podem fazer a contratação de 19 colaboradores para indústrias ou apenas 9 para prestação de serviços ou comércio.

    Emissão de Notas Fiscais

    Uma ME pode ser uma sociedade empresária ou simples, empresa individual de responsabilidade limitada (EIRELI) ou empresário individual. Esse tipo de empresa pode fazer a emissão de Notas Fiscais para pessoas físicas ou jurídicas e conta com diversas vantagens, por exemplo, a simplificação das regras trabalhistas e previdenciárias. O MEI somente é obrigado a emitir Nota Fiscal para clientes pessoas jurídicas.

    Facilidade de acesso ao mercado

    A ME, assim como o MEI, pode participar de licitações para ser contratada por órgãos públicos e deve seguir as regras da Lei Complementar nº 123/2006 , que instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Porém, a ME tem mais possibilidade de obter crédito e facilidade para acessar o mercado.

    Recebimento de incentivos fiscais

    A ME pode ter sócios como seus proprietários, ter mais de um funcionário e receber incentivos fiscais. Mas ela precisa ter maior controle contábil que o MEI e por isso deve contar com o apoio de contadores. Os empresários pagam menos tributos em comparação às empresas de porte maior.

    Os incentivos fiscais são criados pelos Municípios, Estados e União e devem ser previstos em Lei. Com eles, as empresas economizam recursos financeiros que serão usados para investimentos futuros. Geralmente eles são determinadas para alguns segmentos da economia e para a geração de empregos.

    Compreenda qual é o momento certo para fazer a transição de MEI para ME

    O MEI é a forma mais simples e descomplicada que o empreendedor pode formalizar um negócio e legalizar a atividade empresarial. Para se enquadrar nessa modalidade, é necessário que o faturamento anual não ultrapasse o valor de R$ 81 mil e o seu proprietário não pode ser sócio, titular ou administrador de outra empresa. Esse empreendedor poderá ter somente um único empregado.

    No momento em que você perceber que o seu empreendimento não se encaixa mais nessas regras, chegou a hora de fazer a transição do MEI para ME. Nesse caso, o empresário não tem escolha, pois o desenquadramento decorre das exigências legais. Vale destacar que esse desenquadramento é positivo, pois significa que o negócio está crescendo e é o momento de buscar novas oportunidades.

    Por outro lado, se o empreendedor decide fazer investimentos para o crescimento dos negócios, ele pode solicitar a mudança para ME antes de apresentar um rendimento mais elevado. A contratação de funcionários, a abertura de filiais ou a chegada de sócios ou investidores para sua empresa também são motivos para mudar de categoria. A alteração poderá ser feita assim que a decisão for tomada.

    Confira quais são as questões burocráticas envolvidas no desenquadramento

    Para fazer o desenquadramento do MEI e alterar para ME, é necessário receber o auxílio de um contador. A solicitação deve ser realizada no portal do Simples Nacional independente do motivo que o levou a essa decisão. Veja a seguir os principais aspectos envolvidos nesse processo!

    1. Geração de novo DAS

    A alteração também acontecerá automaticamente se você entrar no portal e informar que abriu uma filial e confirmar essa mudança. Contudo, se a razão da alteração for o faturamento anual elevado, o empresário terá que ter um controle financeiro e gerar um novo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) para recolher os tributos devidos ao governo.

    2. Comunicação à Junta Comercial

    Ao efetuar a alteração de MEI para ME, é necessário entrar em contato com a Junta Comercial e informar a mudança, além de apresentar o contrato social ou documento de constituição da empresa, o formulário de desenquadramento e a comunicação do sistema de recolhimento em valores fixos mensais dos tributos do Simples Nacional relacionados microempreendedor individual (SIMEI).

    3. Atualização dos dados cadastrais

    Atualize os dados cadastrais nos órgãos locais, na Junta Comercial, no Capital Social e na Razão Social, pois não basta mudar apenas a inscrição. Informe à Prefeitura Municipal e outras entidades públicas de acordo com as leis municipais de sua cidade. A Secretaria do Estado da Fazenda (SEFAZ) também precisa ser comunicada da alteração realizada.

    4. Pagamento dos tributos

    Após fazer a alteração de MEI para ME, será necessário fazer um planejamento financeiro e pagar os tributos corretamente. Diante disso, a ajuda de um profissional da área contábil é necessária para evitar o recebimento de multas e outras penalidades. Ele vai ajudar você a evitar muitos aborrecimentos decorrentes de erros que normalmente acontecem sem uma consultoria especializada.

    Descubra quais são os principais benefícios ao realizar a transição do MEI

    A transição do MEI para ME é importante porque mantém o histórico e a atuação do empreendimento no mercado. O tempo de empreendimento é considerado por outras empresas para o fechamento de negócios, pelas instituições financeiras, para participar de licitações e editais de mercado.

    O preço das taxas públicas para realizar o desenquadramento de MEI para ME é baixo. Essa mudança trará diversas vantagens para a sua empresa que receberá tratamento diferenciado do governo. O trâmite do processo para a legalização do negócio é simplificado e depende apenas de dar a entrada nos documentos, pois o sistema informatizado integrou os demais órgãos envolvidos.

    Entendeu como funciona o desenquadramento MEI e já sabe como se tornar micro empresa (ME)? Saiba que a necessidade de fazer essa alteração é motivo para comemorar, pois significa que o seu negócio deu certo e está sendo desenvolvido de forma saudável. Conte com o auxílio de um serviço de contabilidade para que nada atrapalhe o seu sucesso.

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  • Qual a importância do diagnóstico empresarial e quais as suas vantagens?

    Qual a importância do diagnóstico empresarial e quais as suas vantagens?

    O desempenho da empresa é um atributo que precisa ser avaliado de forma constante. No entanto, esse processo nem sempre é simples e envolve a necessidade de uma análise contínua. É neste contexto em que entra o diagnóstico empresarial.

    Longe de ser um processo burocrático feito apenas para cumprir tabela, um diagnóstico empresarial permitirá que você enxergue inúmeras oportunidades de melhorias em seu negócio. Esse é o melhor caminho para identificar possíveis problemas e obter bons resultados a partir de suas iniciativas.

    Esse diagnóstico pode ser realizado em empresas de todos os tamanhos e áreas de atuação. Sem ele, torna-se impossível saber em quais segmentos investir e solucionar problemas antes que se agravem.

    A seguir, aprenda mais sobre a importância do diagnóstico empresarial e os benefícios que ele pode trazer para o seu negócio.

    O que é um diagnóstico empresarial?

    Um diagnóstico empresarial é uma análise completa de todos os aspectos da operação da sua empresa. É algo que faz uso de diversas análises internas e externas, envolvendo seus diferentes departamentos e equipes.

    A partir das informações coletadas, é possível identificar pontos de atenção em suas atividades. Esses podem ser problemas até então não detectados, reconhecer iniciativas que necessitam de mais atenção para gerarem melhores resultados e boas performances práticas que podem ser replicadas.

    Sem um diagnóstico empresarial, a sua empresa fica sem uma fotografia clara de sua situação para poder seguir no desenvolvimento dela. Trabalhar dessa forma é o mesmo que tentar encontrar o seu caminho no escuro, o que consequentemente impedirá o seu acesso a oportunidades de qualidade para alcançar os seus objetivos.

    Um diagnóstico empresarial costuma ter as seguintes etapas:

    • coleta de informações, que é quando os dados são obtidos de todas as áreas do seu negócio a respeito das suas atividades;
    • análise, o momento de organizar as informações obtidas para identificar os pontos fortes e fracos da sua empresa;
    • descrição dos problemas, ou seja, a hora de descrever os problemas detectados de forma que o caminho até as soluções deles fique nítido;
    • resolução de problemas, o passo final, que é a implementação de mudanças focadas nas questões levantadas pelo diagnóstico empresarial.

    Por que é importante fazer um diagnóstico empresarial?

    Quem mantém o próprio negócio dificilmente terá uma visão completa de suas operações que permita visualizar os melhores caminhos para seguir. Também é necessário manter o radar ligado em busca de problemas que necessitem de soluções antes que se tornem graves.

    O diagnóstico empresarial se mostra como uma ferramenta importante para que as empresas sempre tenham uma forma de olhar para si mesmas. A partir dessa análise, é possível extrair planos de ação focados em corrigir o que está errado e ampliar o que está gerando bons retornos.

    Além disso, o diagnóstico empresarial é uma importante ferramenta para que a sua empresa se mantenha competitiva. Esse é um caminho bastante eficaz de enxergar as melhores maneiras de aprimorar a forma como você trabalha e as suas estratégias.

    Quais as vantagens de realizar um diagnóstico empresarial?

    Agora que você já sabe o que é um diagnóstico empresarial, resta conhecer os benefícios de trabalhar com ele. Esse recurso pode ser altamente valioso para o sucesso do seu negócio, bastando que seja bem implementado e faça parte da sua rotina.

    Conheça a seguir as principais vantagens de fazer um diagnóstico empresarial em seu negócio.

    1. Resolução concentrada de problemas

    A sua empresa precisa de um mecanismo que permita identificar problemas e aplicar soluções certeiras. Somente assim será possível evitar que cresçam e comprometam os seus bons resultados nos negócios.

    Para que isso não aconteça, você precisa ter o hábito de realizar um diagnóstico empresarial. Ele ajudará você a detectar até problemas que nem imaginava. Além disso, a sua estrutura possibilita concentrar as suas ações em cada uma dessas questões, maximizando a eficácia das soluções planejadas e implementadas.

    2. Redução de gastos

    A realização de um diagnóstico empresarial também possibilita que você reduza os gastos do seu negócio. Essa é uma consequência direta de contar com um mecanismo que ajuda você a visualizar possíveis problemas que possam representar problemas atuais e futuros.

    Com esse processo, você também conseguirá entender quais áreas da sua empresa geram mais gastos e efetuar iniciativas focadas em compreendê-los mais profundamente para reduzi-los.

    3. Detecção de oportunidades não aproveitadas

    Nem sempre temos a visão ou o tempo necessários para identificar boas oportunidades para o nosso negócio dentro ou fora do nosso segmento. Elas podem surgir a partir de inúmeras combinações de condições e contribuir bastante para o seu sucesso.

    Um bom diagnóstico empresarial ajudará você a encontrar as áreas de atuação da sua empresa que possam ser intensificadas para aproveitar oportunidades valiosas. Por exemplo, pode ser que determinado tipo de produto não esteja atingindo o seu potencial máximo e uma simples revisão faça toda a diferença.

    4. Melhor entendimento de seus processos

    O diagnóstico empresarial também é uma ferramenta eficaz para aprimorar os seus processos internos. Com ele, é possível enxergar quais atividades não estão sendo realizadas com o máximo de eficiência, detectar gargalos de produtividade e encontrar maneiras melhores de conduzir suas iniciativas.

    Além de tudo isso, as informações do seu diagnóstico empresarial podem ser consultadas no futuro para que as equipes se mantenham no caminho de produtividade. A partir daí, a tendência é que você e seu time se aprimorem cada vez mais.

    5. Estímulo à inovação e criatividade da equipe

    Parte do processo de diagnóstico empresarial envolve pensar em soluções inovadoras para as questões levantadas por esse processo. É algo que obriga você e suas equipes a pensarem de forma criativa, sendo um exercício altamente valioso em qualquer contexto dos negócios.

    Então, contar com esse processo como parte integrante do seu calendário ajuda a manter o seu time sempre em sintonia com a inovação. Isso será bastante valioso para outras áreas de atuação da sua empresa.

    Tendo em vista a importância do diagnóstico empresarial para a saúde do negócio, ficam nítidos os motivos pelos quais ele precisa fazer parte da sua rotina. Sendo capaz de ajudar você e seus times a enxergar problemas que precisam de solução e oportunidades valiosas para serem exploradas, a sua empresa só tende a se beneficiar.

    Agora que você já sabe os motivos para tomar essa decisão, aproveite e acesse o nosso artigo sobre como fazer um diagnóstico empresarial em seu negócio.

  • Estratégias empresariais: conheça e saiba como utilizá-las!

    Estratégias empresariais: conheça e saiba como utilizá-las!

    Toda empresa precisa ter um caminho muito bem definido para conquistar os seus objetivos. Sem esse planejamento, um empresário se sentiria perdido e caminhando em uma completa escuridão. Assim, surge a importância da definição de estratégias empresariais.

    Esse conceito tem como objetivo determinar esforços relacionados a investimentos, marketing e manutenção da empresa para proporcionar o seu crescimento ao longo do tempo. Afinal, esses são elementos básicos para que uma empresa possa se desenvolver.

    Neste artigo, mostraremos a definição de estratégias empresariais, os principais tipos e a importância de conhecer cada uma deles. Acompanhe!

    O que são estratégias empresariais?

    A definição da estratégia empresarial objetiva o desenvolvolvimento do negócio ao direcionar as ações planejadas e adotadas visando potencializar suas capacidades a fim de atingir objetivos estabelecidos e ganhar vantagem competitiva.

    As empresas que não contam com estratégias empresariais são constituídas e crescem de forma desordenada, não se mantendo no mercado no longo prazo.

    A sobrevivência do negócio no mercado com resultados diferentes  exige organização. Principalmente, o desenvolvimento de estratégias empresariais que discorreremos ao longo deste artigo.

    Qual a importância do desenvolvimento de estratégias empresariais?

    Saber como gerenciar um negócio de forma estratégica é fundamental para que a empresa possa sobreviver frente às mudanças do mercado. Além de favorecer o desenvolvimento sustentável do negócio a longo prazo ele possibilita o direcionamento de esforços da empresa para alcançar a sua visão de futuro.

    Em outras palavras, é possível direcionar o foco dos gestores para objetivos específicos. Sejam eles relacionados a manutenção ou desenvolvimento do negócio.

    Quais são os tipos de estratégias empresariais?

    Apresentaremos agora quais são os tipos de estratégias empresariais existentes para você conhecer melhor os conceitos e definir a que melhor se adapta a realidade e objetivos do seu negócio. Confira!

    1. Investimentos

    As estratégias empresariais de investimento têm como foco principal utilizar recursos financeiros no empreendimento com expectativa de benefícios futuros e retorno do capital aplicado.

    Esse investimento pode ser aplicado nas mais diversas áreas visando o aumento das vendas, ampliação da capacidade produtiva, expansão do mercado, modernização dos equipamentos, etc. Os gestores identificam uma oportunidade ou necessidade de investimento e fazem um aporte, sempre objetivando algum tipo de melhoria no negócio.

    É importante ter em mente que a estratégia de investimentos pode ser feita com aporte de recursos próprios ou de terceiros.

    Assim, você deve estudar a melhor forma de captar investimentos. Sempre tendo em mente os objetivos empresariais, inovação e expansão que podem ser implementadas em sua empresa.

    2. Crescimento

    As estratégias empresariais de crescimento são aquelas voltadas ao aumento da capacidade produtiva, aumento do lucro, vendas e participação de mercado. O foco é aproveitar situações favoráveis da sua área de atuação e transformá-las em oportunidades de negócio e aumento do valor da empresa.

    O objetivo final é sempre buscar aumento no volume de vendas. As estratégias de crescimento são aplicadas de diversas formas. Uma delas é o aproveitamento de inovações tecnológicas. Elas podem ser implementadas para criar novos produtos ou, até mesmo, alcançar novos nichos de clientes em potencial.

    As estratégias de crescimento também devem criar parâmetros para reaplicar o valor na atividade do próprio negócio. Assim, o aumento da capacidade produtiva é uma das principais ações quando o assunto é estratégias de crescimento.

    3. Manutenção

    A estratégia de manutenção tem por objetivo utilizar os recursos financeiros, humanos e tecnológicos para que a empresa mantenha sua posição de mercado.

    O foco desse processo é o fortalecimento dos pontos fortes da empresa e pressupõe a minimização de pontos fracos do negócio. Essa estratégia demanda uma postura mais defensiva e conservadora quanto à forma de utilizar o dinheiro.

    Seus recursos são mantidos na empresa evitando grandes aquisições ou investimento em novidades para aumentar as vendas. Nessa estratégia, o lucro é mantido e não há um esforço muito grande para ele crescer exponencialmente. Esse é um processo interessante para a empresa.

    No entanto, não deve se manter imutável por muito tempo. Afinal, o objetivo do negócio é crescer e se desenvolver e não apenas se manter em um patamar ao longo do tempo.

    4. Marketing

    Por fim, temos a estratégia empresarial de marketing. O objetivo dela é promover a divulgação de produtos, captação de novos clientes e fidelização de consumidores que já se relacionaram com sua empresa. Atualmente, existem várias formas de colocar essa estratégia em prática.

    A que mais vem sendo utilizada é aquela que se embasa em plataformas digitais. Elas vêm sendo utilizadas para segmentar um público e atingir pessoas com mais chances de fazer negócios com sua empresa. Assim, você pode criar anúncios direcionados para essas pessoas, filtrando na plataforma suas características. Nesse caso, apenas pessoas com o perfil definido receberão suas mensagens e campanhas.

    O que devemos destacar é que as estratégias empresariais de marketing se relacionam com as outras três técnicas que mencionamos. Afinal, tanto no crescimento, manutenção e investimento, é necessário aportar recursos de marketing.

    Logo, esse é um tipo de estratégia que funciona de forma acessória às demais. Em outras palavras, ela sempre estará presente no dia a dia do seu negócio.

    Por que é importante conhecer vários tipos de estratégias empresariais?

    Agora você conhece alguns dos principais tipos de estratégias empresariais e sabe que elas podem ser aplicadas em diferentes momentos do negócio de acordo com o ciclo de vida empresarial e objetivos definidos. As estratégias de crescimento podem ser utilizadas durante toda a existência de um negócio. Afinal, a empresa existe para gerar lucros e continuar em crescimento constante. Já as estratégias de investimento, têm momentos específicos para serem utilizadas.

    A estratégia empresarial de marketing também devem ocorrer constantemente. É por meio delas que seus clientes conhecem as soluções oferecidas pela empresa. Por fim, temos as estratégias de manutenção assim como a de crescimento ela também deve ser aplicada constantemente, para manter a posição de mercado.

    Por fim, nós chegamos à conclusão de que cada um dos tipos de estratégias empresariais são aplicadas em momentos distintos em uma empresa, têm objetivos únicos e contribuem para que a empresa siga no caminho do crescimento saudável, duradouro e sustentável. Assim, elas conseguem garantir a continuidade do negócio

    Gostou deste artigo? Que tal continuar aprendendo sobre o assunto? Então, confira o nosso e-book sobre planejamento estratégico empresarial.

  • Empreender em casa: veja 5 dicas para manter a produtividade alta!

    Empreender em casa: veja 5 dicas para manter a produtividade alta!

    Com a evolução tecnológica, qualquer pessoa com um computador e conexão à internet pode trabalhar — e empreender. Essa descoberta motiva muitas pessoas a buscarem novas maneiras de ganhar dinheiro sem sair de casa.

    Contudo, esse sucesso só pode ser obtido por meio de disciplina. Afinal de contas, será preciso estabelecer uma carga horária compatível com suas metas, por exemplo, e cumpri-la de forma contínua. Por isso, preparamos algumas dicas para quem quer trabalhar e empreender em casa de forma otimizada. Acompanhe!

    1. Defina horários

    Ter um horário bem definido para trabalhar é uma maneira de dizer ao seu cérebro que aquele período escolhido será exclusivo das obrigações profissionais. Com isso, fica mais fácil ter disciplina para encarar a rotina sem se distrair com tudo o que está ao redor.

    Para fazer isso de uma forma eficiente, é muito importante definir um horário de trabalho, além de determinar quantas horas você trabalhará — e em quais dias da semana. O essencial, aqui, é que toda a flexibilidade do home office não se transforma em displicência e desorganização.

    A escolha dos horários é fundamental para a sua produtividade e garante que você consiga cumprir o seu planejamento e suas metas. Caso você tenha optado por dedicar as 8 horas entre as 11 da manhã até as 19 horas para cumprir suas obrigações, mantenha as distrações de lado durante esse período.

    O exemplo acima é apenas ilustrativo, uma vez que algumas pessoas preferem iniciar mais cedo ou até mesmo trabalhar pela madrugada. Verifique em qual momento do dia você se sente mais produtiva e mantenha o foco nessa rotina

    2. Tenha um espaço adequado e organizado

    Imagine que você tenha escolhido iniciar o seu dia profissional às 9 da manhã. Contudo, quando o horário chega, você tem que gastar quase uma hora limpando a sua área de trabalho, além de achar o mouse que não estava no lugar previsto. Isso interfere diretamente na sua produtividade — negativamente.

    Assim, mantenha a sua escrivaninha bem organizada e pronta para que o seu trabalho seja desempenhado de forma satisfatória. Uma boa ideia para cumprir isso é não misturar a área de trabalho com as atividades de lazer.

    Separe as duas coisas: isso é importante até mesmo para manter as distrações de lado, uma vez que você não usará aquele espacinho escolhido para trabalhar e também fazer outras coisas. A limpeza e a organização também são cruciais já que você não perde tempo espanando os móveis durante o período escolhido e procrastinando suas atividades profissionais.

    Para garantir que tudo corra bem, dê uma olhada no seu ambiente ao final de cada dia de trabalho e se questione: “esse lugar está pronto e organizado para as atividades de amanhã?”. Caso a resposta seja positiva, você conseguirá se concentrar e produzir mais.

    3. Se vista para trabalhar

    Quando falamos sobre as roupas apropriadas para trabalhar, muitas pessoas acabam pensando apenas em trajes respeitosos e adequados para o tipo de empreendimento no qual você atua. Embora essa preocupação seja essencial, é preciso evitar outro hábito no home office.

    Trata-se de usar roupas leves e despojadas durante o dia. Embora isso não seja exatamente inadequado, é preciso evitar exageros, como o uso do pijama todo dia. Por mais confortável que ele seja, vestir-se assim durante as atividades profissionais acaba fazendo com que o seu subconsciente esteja focado sempre na cama.

    Sendo assim, evite trabalhar de pijama e vista-se de acordo com a seriedade que você quer impor em seu empreendimento. Não que seja necessário utilizar um terno impecável diariamente: basta optar por uma roupa normal e confortável para a sua rotina.

    Além disso, vestir-se de forma apropriada evitará que você cometa gafes, como aparecer com uma roupa precária para uma reunião virtual. Isso pode causar desconforto nos parceiros de negócio, que associarão esse desleixo ao modo com que você conduz as suas atividades profissionais.

    4. Bloqueie as possíveis distrações

    Hmm, vou apenas checar os meus recados pessoais no WhatsApp e voltar a trabalhar“. Quem nunca fez isso e acabou preso em um loop de horas? As redes sociais são extremamente viciantes e estimulam o uso contínuo e, por isso, devem ser evitadas na hora de trabalhar e empreender.

    Caso você tenha um número de WhatsApp e contas nas redes sociais que seja utilizado exclusivamente para fins comerciais, se concentre exclusivamente neles durante o período escolhido para trabalhar. Desse modo, você consegue bloquear as distrações e focar no que realmente interessa.

    Além disso, é crucial afastar as diversas distrações tecnológicas, que vão além do celular. Assim, evite assistir TV durante o expediente, bem como resista àquela clássica “olhadinha” nas redes sociais pessoais. Fique tranquilo: ao final dos seus expedientes, você terá um bom período para interagir com os amigos.

    Para garantir o sucesso dessa resolução, algumas ações básicas são bastante eficientes para garantir o foco no trabalho:

    • desligue a TV;
    • silencie o celular. Caso você o utilize para contatos profissionais, responda apenas aos seus colaboradores e parceiros de negócio;
    • feche as redes sociais pessoais. Uma boa ideia é deslogar antes de inciar os trabalhos, para evitar que a página abra automaticamente e algo no feed chame a sua atenção.

    5. Informe que você está trabalhando

    Você mora com outras pessoas? Caso a resposta seja positiva, alguns cuidados devem ser tomados. Por mais engraçado que seja aquele vídeo que o seu familiar quer mostrar a qualquer custo, essa diversão deve esperar até o fim do seu expediente.

    Assim, avise a sua família sobre os seus horários de trabalho. Com essa transparência, será mais fácil para eles entenderem que não devem interromper as suas atividades. Passe o mesmo recado para os amigos próximos — para que eles evitem ligações desnecessárias, por exemplo.

    Além disso, é preciso lembrar que a pandemia do coronavírus antecipou uma tendência que já estava presente no mercado: o próprio home office. É possível que muitas empresas adotem essa prática mesmo ao fim do pico da doença no Brasil, então é uma ótima ideia se adequar a esse novo modus operandi.

    Entendeu como trabalhar e empreender em casa é perfeitamente possível? Com alguns cuidados básicos, você consegue fugir das distrações e ainda manter sua produtividade em alta. Além disso, você pode recorrer a técnica Pomodoro: trata-se de uma técnica na qual você define um período (de 15 ou 25 minutos) de trabalho sem interrupções. Marque esse período no relógio e se surpreenda com os resultados!

    Gostou do artigo e descobrir outros meios de conseguir melhores resultados em sua rotina profissional? Então, leia o nosso post sobre gestão da produtividade!

  • Capital para investimento: saiba o que considerar para defini-lo!

    Capital para investimento: saiba o que considerar para defini-lo!

    As empresas precisam de investimentos constantes para a realização de melhorias e para continuarem competitivas no mercado. Afinal, os recursos são necessários para os negócios sejam mantidos atualizados e para a realização das suas atividades de modo eficiente. Com os investimentos certos, uma empresa consegue enfrentar e superar a concorrência, aumentar a produtividade e obter o destaque almejado.

    Neste post, vamos explicar como definir o capital para investimento dentro da empresa e ressaltar o que considerar para isso. Além disso, falaremos sobre a importância de compreender o planejamento financeiro do negócio para fazer investimentos e decidir quais atividades necessitam de mais recursos financeiros para que sejam ampliadas e gerem mais lucros.

    Descubra com nosso artigo o que considerar para definir o capital para investimento do negócio! 

    Entenda a importância de compreender o setor financeiro

    Ao obter conhecimento das finanças, você conseguirá ter maior controle financeiro e compreender o fluxo de caixa para entender as entradas e saídas de recursos. Acompanhar as previsões de recebimento ajudará o gestor a definir o valor que poderá ser investido no futuro e se é possível direcionar recursos próprios para novos investimentos. Essa compreensão permite fazer a projeção anual de receita e despesas para definir o momento certo de investir no negócio.

    Saiba como definir o capital para investimento

    Capital para investimento é aplicar um montante na empresa para melhorar os seus resultados e trazer benefícios futuros. Para definir o valor a ser investido, é preciso calcular qual será o retorno que a aplicação desse recurso trará para a empresa. A decisão de investimento deve ser baseada em métricas calculadas a partir do retorno do investimento. Veja a seguir algumas dicas interessantes!

    Compreender os objetivos do negócio

    Para definir o capital para investimento em sua empresa, o seu objetivo deve ser compreendido primeiro. O investimento pode ter como finalidade a inovação, o lançamento de um novo produto, a expansão do negócio, o aumento da capacidade produtiva, a decisão de estratégias do negócio, etc.

    Verificar a situação da empresa

    Verifique saúde do negócio antes de começar a investir e a partir disso identifique se há necessidade de novos investimentos e quais seriam eles. Avalie mensalmente as finanças e obtenha as informações relevantes para facilitar as suas tomadas de decisão relacionadas aos recursos financeiros do empreendimento.

    Considerar diferentes tipos de investimento

    Se você deseja ter sucesso durante a gestão de uma organização, precisa considerar vários tipos de investimento. Se o objetivo da empresa for aumentar as vendas, investir na capacidade produtiva pode não ser a melhor decisão, pois os seus estoques podem estar parados e as vendas podem estar baixas, por exemplo. Dependendo do caso, pode ser mais indicado escolher investimentos em marketing digital ou venda online, que ao serem realizados o ajudarão a aumentar as suas vendas.

    Definir quais são as áreas que necessitam investimento

    Antes de fazer o investimento é importante ter claro as prioridades do se negócio para o momento. É hora de ampliar a capacidade produtiva do negócio ou investir em Marketing Digital para melhorar o relacionamento com os clientes e aumentar suas vendas. Com o aumento das vendas será possível então investir no aumento da capacidade produtiva da empresa.

    Enfim, agora você já sabe o que considerar para definir a quantidade ideal do capital para investimento em sua empresa. Utilize as dicas fornecidas neste conteúdo para promover a alavancagem dos seus negócios. Procure sempre manter as despesas equilibradas, evitar dívidas que tenham juros elevados e pague todos os débitos em dia.

    Gostou do conteúdo? Então continue a leitura acessando o nosso e-book e saiba como crescer em meio a crise e obter capital de giro para o seu negócio!

  • Investimento na empresa: como definir o montante a ser usado?

    Investimento na empresa: como definir o montante a ser usado?

    A gente sabe que toda empresa precisa de aporte de recursos, mas é igualmente importante definir quais serão os seus investimentos desde o início das atividades. Afinal de contas, os reinvestimentos são indispensáveis para assegurar o crescimento dos negócios, aumentar a sua produtividade e eliminar as falhas.

    Neste artigo, vamos explicar a importância de reinvestir na sua organização e mostrar como definir esse recurso, além de explicar sobre capital de giro e quais devem ser as prioridades de um gestor ao investir na empresa.

    Quer saber como organizar melhor seus recursos e garantir a sustentabilidade da sua empresa? Continue a leitura desse post!

    Por que reinvestir na empresa?

    O gerenciamento financeiro ajuda a analisar as receitas, avaliar as despesas e verificar as possibilidades de investimento. Fazer reinvestimentos é muito importante para garantir a sua sustentabilidade do seu negócio, assim como o desenvolvimento de uma cultura de gestão apropriada das finanças. A prática de reinvestir depende das projeções que são feitas por profissionais especializados.

    Os gestores que fazem uma organização financeira eficiente e planejam os reinvestimentos têm maior conhecimento sobre sua empresa e sabem, inclusive, quais áreas vão gerar mais resultados em questão de força competitiva, eficiência produtiva e lucratividade. Assim, embora existam riscos na hora de investir, eles serão menores se direcionados para os processos e setores corretos.

    Como definir qual montante deve ser reinvestido na empresa?

    Inicialmente, é preciso avaliar se o negócio está tendo lucro e se tem chances de se expandir no mercado. Caso a resposta da análise seja positiva, o empreendedor precisa manter o ritmo e investir para melhorar seus resultados. Utilize os lucros para acelerar o crescimento dos negócios fazendo os reinvestimentos necessários.

    Entenda a necessidade de capital de giro

    O capital de giro é a diferença entre o valor disponível em caixa e a soma das contas a pagar e das despesas. Esse montante é utilizado pelas empresas para fazer os reinvestimentos para que tenham retorno em forma de lucros. Portanto, ao ter ciência dessa quantia que estará disponível mensalmente, os gestores definem os novos investimentos a serem realizados.

    Defina prioridades para saber qual montante investir

    Faça uma avaliação aprofundada para definir as prioridades e descobrir quanto é possível investir em seu negócio. É melhor tirar as dúvidas e evitar preocupações conferindo a existência de dívidas, os juros e demais gastos da empresa. Antes de reinvestir todo o montante disponível, pague os débitos em aberto e garanta a estabilidade do empreendimento.

    Compreenda o que a sua empresa precisa

    Entender o que a empresa realmente precisa é um ponto-chave para definir os reinvestimentos. Essa é a sua chance de aprimorar os processos da organização para torná-la mais lucrativa e competitiva no mercado. Se for preciso, adquira máquinas, equipamentos, computadores e outras soluções que tragam mais vantagens para os negócios.

    Agora você já sabe como definir o montante a ser usado para investimento na empresa. Aplique as dicas supracitadas para definir a quantia a ser reinvestida mensalmente para a ampliação do empreendimento. Com elas, o gestor conseguirá encontrar formas inteligentes para a aplicação dos recursos gerados pelas operações de uma organização.

    Se quer ficar por dentro de assuntos correlatos a esse, não deixe de ler o nosso e-book que trata sobre necessidade de capital!

  • 3 erros de controle de custos do MEI e como corrigir!

    3 erros de controle de custos do MEI e como corrigir!

    Realizar a gestão de um pequeno negócio é desafiador para os empreendedores que almejam ter uma boa saúde financeira em seus estabelecimentos. Uma pequena empresa necessita de um controle financeiro adequado para que consiga manter os seus tributos e contribuições para a Previdência Social em dia, assim como fazer uma boa gestão empresarial.

    Neste post, vamos explicar o que é preciso saber para fazer o controle de custos, evitar os pequenos erros nesse processo e muito mais. Aqui, vamos mostrar por que é importante acompanhar as finanças e fazer a DASN-MEI ou Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual corretamente.

    Precisa entender se está cometendo algum erro no controle de custos? Então leia esse artigo até o fim!

    Entenda por que é importante acompanhar as finanças do MEI

    Acompanhar as finanças da sua empresa é essencial para que você consiga fazer uma boa gestão do seu negócio, além de garantir que o limite anual de faturamento do MEI não seja ultrapassado. Caso sua receita no ano seja maior que R$ 81.000,00 é preciso ajustar a modalidade de sua empresa, que não se enquadrará mais como MEI.

    É muito importante acompanhar as entradas e saídas de recursos do MEI para que o empreendedor consiga honrar os seus compromissos, pagar todas as suas obrigações em dia e ainda obter lucro, além de controlar o faturamento máximo anual permitido.

    Como fazer o controle de custos para o MEI

    Na hora de realizar o controle de custos do MEI, você pode utilizar uma planilha no Excel para registrar todas as despesas do negócio. Também é possível utilizar um caderno ou um bloco para fazer as anotações mensais.

    Confira como evitar os pequenos erros no controle dos custos

    É comum cometer erros no processo controle de custos, principalmente se você estiver começando a se preocupar com o gerenciamento dos gastos. Uma ferramenta apropriada poderá facilitar o trabalho e aumentar o conforto na hora de fazer a organização financeira, registrar as despesas e anotar receitas. Veja a seguir quais falhas devem ser evitadas pelo MEI.

    1. Não considerar os custos fixos

    Considere no cálculo todos os custos relacionados à locação de espaço, pagamentos como água, luz, telefone, internet etc. Depois, faça o registro de tudo o que foi recebido durante o mês com a venda de produtos ou a prestação de serviços. Faça um relatório mensal de todas as suas receitas e deduza as despesas para descobrir o valor do seu capital de giro.

    2. Misturar as finanças pessoais com as da empresa

    Jamais misture as finanças da empresa com as pessoais. Os valores relacionados à pessoa jurídica precisam ser calculados à parte daqueles gastos que são exclusivos de seu proprietário. Tenha controles em planilhas separadas para evitar confusão em decorrência de outros rendimentos ou investimentos que você tenha feito.

    3. Não acompanhar as datas dos vencimentos das contas

    Não fazer o acompanhamento das datas de vencimento de faturas e débitos é outro erro muito comum do MEI. Ao controlar as finanças o empreendedor consegue acompanhar a evolução do empreendimento, além de criar uma reserva financeira para as despesas extras e reinvestir no negócio.

    Agora você já conhece alguns erros de controle de custos para o MEI e sabe como corrigi-los! Estabeleça um objetivo de salário mensal, crie um fundo para reinvestir na sua empresa e uma reserva que vai servir diante de eventuais imprevistos. Utilize uma conta bancária exclusiva para o negócio e outra para o uso pessoal e evite misturar os rendimentos.

    Para manter-se atualizado, baixe o nosso e-book sobre organização financeira!

  • Aprenda aqui como conseguir investidores para sua empresa!

    Aprenda aqui como conseguir investidores para sua empresa!

    Você tem uma boa ideia, um cronograma de execução, planejamento comercial, de marketing e projeção financeira e está, inclusive, iniciando o desenvolvimento do empreendimento. Mas como conseguir investidores?

    Para começar, é preciso saber qual tipo de investidor você deve procurar. Os mais comuns são os investidores-anjo, ou seja, empresários ou empresas dispostos a apostar em projetos em fase inicial. Os projetos que já têm uma carteira, um mercado definido ou modelo de negócio também podem contar com investidores-anjo.

    No entanto, a maior dúvida é sobre como apresentar o projeto para o investidor e convencê-lo de que a ideia merece apoio. A seguir, damos algumas dicas para você estruturar sua ideia!

    Tenha um plano de negócio detalhado

    O plano de negócio é um recurso válido para que você entenda a viabilidade de próprio negócio. É uma ferramenta para convencer o investidor, mas, junto à estratégia, você ganha conhecimento sobre a própria ideia, sobre como ela pode ser relevante e sobre sua execução.

    Esse é um passo que requer certa frieza e objetividade. Por mais que você seja encantado pela sua ideia, é preciso identificar as contradições e os aspectos que podem ser melhorados no projeto. Pense em possíveis objeções e argumentos negativos que podem surgir ao longo da apresentação e procure saídas para contestar ou apresentar alternativas.

    Faça uma apresentação bem estruturada (e impressionante)

    Apresentar um projeto, sobretudo com a finalidade de convencer alguém de que é viável e merece investimento, requer clareza na exposição e atenção aos detalhes. Ideias inovadoras e bem pensadas podem ser rejeitadas simplesmente por deslizes na apresentação.

    Antes de abrir o Power Point, abra o Word ou, se preferir, pegue papel e caneta. Faça um roteiro da apresentação e revise quantas vezes forem necessárias. Em seguida, identifique formas de esclarecer determinados assuntos por meio de esquemas, tabelas, sistemas que tornem a informação tangível.

    No ato de formatar as informações no Power Point ou na ferramenta que preferir, pense como alguém que não sabe de nada a respeito de sua ideia. Como pode surpreendê-la? Se utilizar ferramentas audiovisuais é um desafio para você, conte com o auxílio de um profissional.

    Saiba como destacar a ideia

    Toda ideia tem um algo a mais, um “plus”, um diferencial. Mas o que vai fazer o olho do investidor brilhar? A ideia é inovadora? Os participantes têm reputação destacada no setor? É um projeto altamente rentável? Construa, portanto, a sua apresentação valorizando esse aspecto, destacando a sua contrapartida para o empreendimento.

    Muitas vezes, vai ser necessário conversar com alguém que possa ajudá-lo a identificar esse diferencial. Afinal, o projeto como um todo tem valor para você. Porém, exercite esse olhar estratégico e empreendedor sobre seu próprio trabalho. Ele é que vai abrir portas para você!

    Colocar em prática essas estratégias de como conseguir investidores é fundamental para que você viabilize um projeto inovador, fazendo diferença para o seu futuro profissional, levando-o, portanto, para a próxima fase de sua carreira.

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  • Como funciona o capital de giro? Confira o que você precisa saber

    Como funciona o capital de giro? Confira o que você precisa saber

    Em períodos de grande desafio, é de extrema importância contar com um capital que auxilie no pagamento das contas da empresa, a fim de proporcionar a manutenção do negócio, isso é, um montante que faça as contas “girarem”.

    Entender como funciona o capital de giro é uma das garantias de controle para que sua empresa tenha saúde financeira e seja capaz de se sustentar. Um bom planejamento financeiro define se seu negócio vai ter sucesso ou não, se vai permanecer em funcionamento ou não.

    Para entender melhor sobre o assunto e as estratégias para a sua gestão, continue a leitura!

    Capital de giro vs fluxo de caixa

    São muitos termos que permeiam o universo da gestão financeira de uma empresa. Entender o conceito por trás das palavras vai oferecer a você mais segurança para compreender o negócio e dominar suas tarefas diárias.

    O capital de giro, portanto, é o dinheiro que você usa para sustentar o fluxo de caixa: o valor com que você paga as contas e faz o negócio “girar”. Já o fluxo de caixa é o volume de entradas e saídas de um período.

    Como calcular o capital de giro

    Dentro do capital de giro, temos recursos, como o custo do estoque, volume e custo das vendas, o pagamento dos insumos, entre outros. O monitoramento desse montante é imprescindível para que sua empresa consiga se sustentar em contextos desafiadores de queda de vendas.

    Para calcular o capital de giro, utilize a seguinte fórmula: CGL = AC – PC

    O AC se refere ao ativo circulante, ou seja, as contas a receber, as aplicações financeiras, pagamento para o banco bancos etc. Já o passivo circulante, simbolizado por PC, designa contas a pagar, empréstimos, custo de fornecedores, entre outros.

    A importância de um bom planejamento

    Atualmente, uma empresa pode oferecer diversas formas de pagamento para seus clientes. Compra a prazo, como o nome diz, significa a entrega de um produto com recebimento do valor que ela representa para a empresa no futuro. Se não houver um capital de giro e fluxo de caixa positivo, as vendas vão representar um risco para a empresa.

    Levantar capital de giro e entender a operacionalização de sua empresa possibilita que você honre com as suas despesas, com os salários de seus colaboradores e mantenha a empresa funcionando até que todos os pagamentos sejam realizados.

    Quando não há esse controle e planejamento das contas da empresa, o gestor fica à mercê de empréstimos, o que onera ainda mais o negócio e compromete lucros, devido às taxas estipuladas pelas finanças.

    Estratégias para uma boa gestão de capital de giro

    Para levantar o capital de giro e fazer uma boa gestão dele, algumas estratégias são necessárias. O primeiro passo é controlar o fluxo de caixa, ou seja, as contas a pagar e a receber. Em sua planilha, identifique custos que podem ser eliminados ou renegociados.

    O segundo passo é planejar um calendário financeiro, no qual possa identificar períodos de alta e de queda de vendas. Esse calendário auxilia a estruturar ações para aumentar o faturamento nos períodos mais desafiadores, antevendo alternativas.

    O terceiro passo é estar atento às dívidas e aos prazos de pagamento. Taxas e multas por atraso são custos que podem ser evitados por meio de uso de softwares de gestão que auxiliem a realizar pagamentos nas datas corretas.

    Compreender como funciona o capital de giro e como geri-lo é essencial para o sucesso da empresa e para realizar o planejamento estratégico que determinará onde ela está e onde você quer chegar com o empreendimento.

    Entre em contato com o Sebrae Alagoas e descubra outras dicas para alcançar suas metas e objetivos!

  • Saiba como precificar seu serviço para lucrar mais!

    Saiba como precificar seu serviço para lucrar mais!

    Quanto vale o seu trabalho? A resposta a esse questionamento leva muitas variáveis em consideração, como o nível de experiência que você tem, as ferramentas que domina e até mesmo o número de horas que você deseja trabalhar por dia.

    Por isso, preparamos um post especial para você entender como precificar o seu serviço de maneira adequada. A boa notícia é que não é preciso “chutar”, uma vez que existem até mesmo programas e sites para ajudá-lo a encontrar os valores que tenham a ver com as suas ambições e experiência. Boa leitura!

    Determine seus gastos

    Antes de tudo, é importante estudar e definir o quanto você deseja faturar por ano ou mês. Depois é importante realizar um cálculo dos gastos fixos, como:

    • mensalidade de internet;
    • custos de energia elétrica;
    • conta de água;
    • transporte;
    • combustível.

    Assim, você conseguirá projetar receitas mais realistas. Tome muito cuidado para não esquecer de nenhuma despesa, já que esse ato falho pode afetar todo o seu planejamento. Considere contratar os serviços de profissionais de contabilidade, que garantirão que os seus impostos estejam em dia.

    Observe o comportamento da concorrência

    Com a internet, ficou muito mais fácil estudar a concorrência e o nicho no qual se quer atuar. Visite sites que ofereçam os mesmos serviços que você, verifique os preços e os depoimentos de clientes. Isso é fundamental para entender o que os consumidores valorizam nas atividades executadas.

    Busque grupos de Facebook e fóruns específicos. Depois dessa análise, pense no seu nível de experiência e expertise no mercado. Desse modo, você poderá definir um preço de acordo com os valores praticados e que façam jus ao que você pode oferecer aos clientes.

    Escolha entre a cobrança por hora ou preços fixos

    É importante entender que precificar os serviços depende do nicho no qual você atua. Assim, decidir entre cobrar por hora ou determinar uma taxa fixa tem a ver com a complexidade do trabalho e os custos gerais.

    Muitos clientes gostarão de saber logo o quanto será preciso desembolsar para evitar surpresas na hora de pegar a conta. Isso é importante em projetos de longa complexidade, já que a taxa por hora pode onerar muito o consumidor.

    Caso o seu serviço leve tempo (como um trabalho mais amplo de programação, por exemplo), considere cobrar preços fixos para fidelizar os clientes. Contudo, se for uma atividade que possa ser feita em poucas horas, estude praticar valores variáveis de acordo com o tempo gasto.

    Use uma calculadora virtual para freelancers

    Utilizar uma ferramenta especial para freelancers, por exemplo, é uma ótima maneira de definir as margens de ganho e entender o quanto você precisa realmente trabalhar para atender aos seus objetivos. Uma ótima opção é a calculadora da 99 freelas.

    Por meio dela, você consegue estabelecer o quanto quer ganhar, quantas horas por dia deseja atuar e até mesmo o número de semanas de férias para tirar sem comprometer os lucros. Também é possível contar com apps bem avaliados pelos usuários, como o Timesheet, desenvolvido especialmente para empreendedores e autônomos.

    Agora que você entendeu como precificar serviço, será possível estabelecer os valores de acordo com a sua expertise, sempre levando em conta um estudo apurado do mercado. Saber realizar esse trabalho de maneira adequada é essencial para otimizar os lucros na hora de prestar serviços!

    Gostou do artigo e quer saber mais sobre como precificar seu serviço? Basta agendar uma consultoria pelo site do Sebrae Alagoas ou telefonar para a nossa Central de Relacionamento (0800 570 0800)!