Categoria: Empreendedorismo

  • Investimento na empresa: como definir o montante a ser usado?

    Investimento na empresa: como definir o montante a ser usado?

    A gente sabe que toda empresa precisa de aporte de recursos, mas é igualmente importante definir quais serão os seus investimentos desde o início das atividades. Afinal de contas, os reinvestimentos são indispensáveis para assegurar o crescimento dos negócios, aumentar a sua produtividade e eliminar as falhas.

    Neste artigo, vamos explicar a importância de reinvestir na sua organização e mostrar como definir esse recurso, além de explicar sobre capital de giro e quais devem ser as prioridades de um gestor ao investir na empresa.

    Quer saber como organizar melhor seus recursos e garantir a sustentabilidade da sua empresa? Continue a leitura desse post!

    Por que reinvestir na empresa?

    O gerenciamento financeiro ajuda a analisar as receitas, avaliar as despesas e verificar as possibilidades de investimento. Fazer reinvestimentos é muito importante para garantir a sua sustentabilidade do seu negócio, assim como o desenvolvimento de uma cultura de gestão apropriada das finanças. A prática de reinvestir depende das projeções que são feitas por profissionais especializados.

    Os gestores que fazem uma organização financeira eficiente e planejam os reinvestimentos têm maior conhecimento sobre sua empresa e sabem, inclusive, quais áreas vão gerar mais resultados em questão de força competitiva, eficiência produtiva e lucratividade. Assim, embora existam riscos na hora de investir, eles serão menores se direcionados para os processos e setores corretos.

    Como definir qual montante deve ser reinvestido na empresa?

    Inicialmente, é preciso avaliar se o negócio está tendo lucro e se tem chances de se expandir no mercado. Caso a resposta da análise seja positiva, o empreendedor precisa manter o ritmo e investir para melhorar seus resultados. Utilize os lucros para acelerar o crescimento dos negócios fazendo os reinvestimentos necessários.

    Entenda a necessidade de capital de giro

    O capital de giro é a diferença entre o valor disponível em caixa e a soma das contas a pagar e das despesas. Esse montante é utilizado pelas empresas para fazer os reinvestimentos para que tenham retorno em forma de lucros. Portanto, ao ter ciência dessa quantia que estará disponível mensalmente, os gestores definem os novos investimentos a serem realizados.

    Defina prioridades para saber qual montante investir

    Faça uma avaliação aprofundada para definir as prioridades e descobrir quanto é possível investir em seu negócio. É melhor tirar as dúvidas e evitar preocupações conferindo a existência de dívidas, os juros e demais gastos da empresa. Antes de reinvestir todo o montante disponível, pague os débitos em aberto e garanta a estabilidade do empreendimento.

    Compreenda o que a sua empresa precisa

    Entender o que a empresa realmente precisa é um ponto-chave para definir os reinvestimentos. Essa é a sua chance de aprimorar os processos da organização para torná-la mais lucrativa e competitiva no mercado. Se for preciso, adquira máquinas, equipamentos, computadores e outras soluções que tragam mais vantagens para os negócios.

    Agora você já sabe como definir o montante a ser usado para investimento na empresa. Aplique as dicas supracitadas para definir a quantia a ser reinvestida mensalmente para a ampliação do empreendimento. Com elas, o gestor conseguirá encontrar formas inteligentes para a aplicação dos recursos gerados pelas operações de uma organização.

    Se quer ficar por dentro de assuntos correlatos a esse, não deixe de ler o nosso e-book que trata sobre necessidade de capital!

  • 3 erros de controle de custos do MEI e como corrigir!

    3 erros de controle de custos do MEI e como corrigir!

    Realizar a gestão de um pequeno negócio é desafiador para os empreendedores que almejam ter uma boa saúde financeira em seus estabelecimentos. Uma pequena empresa necessita de um controle financeiro adequado para que consiga manter os seus tributos e contribuições para a Previdência Social em dia, assim como fazer uma boa gestão empresarial.

    Neste post, vamos explicar o que é preciso saber para fazer o controle de custos, evitar os pequenos erros nesse processo e muito mais. Aqui, vamos mostrar por que é importante acompanhar as finanças e fazer a DASN-MEI ou Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual corretamente.

    Precisa entender se está cometendo algum erro no controle de custos? Então leia esse artigo até o fim!

    Entenda por que é importante acompanhar as finanças do MEI

    Acompanhar as finanças da sua empresa é essencial para que você consiga fazer uma boa gestão do seu negócio, além de garantir que o limite anual de faturamento do MEI não seja ultrapassado. Caso sua receita no ano seja maior que R$ 81.000,00 é preciso ajustar a modalidade de sua empresa, que não se enquadrará mais como MEI.

    É muito importante acompanhar as entradas e saídas de recursos do MEI para que o empreendedor consiga honrar os seus compromissos, pagar todas as suas obrigações em dia e ainda obter lucro, além de controlar o faturamento máximo anual permitido.

    Como fazer o controle de custos para o MEI

    Na hora de realizar o controle de custos do MEI, você pode utilizar uma planilha no Excel para registrar todas as despesas do negócio. Também é possível utilizar um caderno ou um bloco para fazer as anotações mensais.

    Confira como evitar os pequenos erros no controle dos custos

    É comum cometer erros no processo controle de custos, principalmente se você estiver começando a se preocupar com o gerenciamento dos gastos. Uma ferramenta apropriada poderá facilitar o trabalho e aumentar o conforto na hora de fazer a organização financeira, registrar as despesas e anotar receitas. Veja a seguir quais falhas devem ser evitadas pelo MEI.

    1. Não considerar os custos fixos

    Considere no cálculo todos os custos relacionados à locação de espaço, pagamentos como água, luz, telefone, internet etc. Depois, faça o registro de tudo o que foi recebido durante o mês com a venda de produtos ou a prestação de serviços. Faça um relatório mensal de todas as suas receitas e deduza as despesas para descobrir o valor do seu capital de giro.

    2. Misturar as finanças pessoais com as da empresa

    Jamais misture as finanças da empresa com as pessoais. Os valores relacionados à pessoa jurídica precisam ser calculados à parte daqueles gastos que são exclusivos de seu proprietário. Tenha controles em planilhas separadas para evitar confusão em decorrência de outros rendimentos ou investimentos que você tenha feito.

    3. Não acompanhar as datas dos vencimentos das contas

    Não fazer o acompanhamento das datas de vencimento de faturas e débitos é outro erro muito comum do MEI. Ao controlar as finanças o empreendedor consegue acompanhar a evolução do empreendimento, além de criar uma reserva financeira para as despesas extras e reinvestir no negócio.

    Agora você já conhece alguns erros de controle de custos para o MEI e sabe como corrigi-los! Estabeleça um objetivo de salário mensal, crie um fundo para reinvestir na sua empresa e uma reserva que vai servir diante de eventuais imprevistos. Utilize uma conta bancária exclusiva para o negócio e outra para o uso pessoal e evite misturar os rendimentos.

    Para manter-se atualizado, baixe o nosso e-book sobre organização financeira!

  • Aprenda aqui como conseguir investidores para sua empresa!

    Aprenda aqui como conseguir investidores para sua empresa!

    Você tem uma boa ideia, um cronograma de execução, planejamento comercial, de marketing e projeção financeira e está, inclusive, iniciando o desenvolvimento do empreendimento. Mas como conseguir investidores?

    Para começar, é preciso saber qual tipo de investidor você deve procurar. Os mais comuns são os investidores-anjo, ou seja, empresários ou empresas dispostos a apostar em projetos em fase inicial. Os projetos que já têm uma carteira, um mercado definido ou modelo de negócio também podem contar com investidores-anjo.

    No entanto, a maior dúvida é sobre como apresentar o projeto para o investidor e convencê-lo de que a ideia merece apoio. A seguir, damos algumas dicas para você estruturar sua ideia!

    Tenha um plano de negócio detalhado

    O plano de negócio é um recurso válido para que você entenda a viabilidade de próprio negócio. É uma ferramenta para convencer o investidor, mas, junto à estratégia, você ganha conhecimento sobre a própria ideia, sobre como ela pode ser relevante e sobre sua execução.

    Esse é um passo que requer certa frieza e objetividade. Por mais que você seja encantado pela sua ideia, é preciso identificar as contradições e os aspectos que podem ser melhorados no projeto. Pense em possíveis objeções e argumentos negativos que podem surgir ao longo da apresentação e procure saídas para contestar ou apresentar alternativas.

    Faça uma apresentação bem estruturada (e impressionante)

    Apresentar um projeto, sobretudo com a finalidade de convencer alguém de que é viável e merece investimento, requer clareza na exposição e atenção aos detalhes. Ideias inovadoras e bem pensadas podem ser rejeitadas simplesmente por deslizes na apresentação.

    Antes de abrir o Power Point, abra o Word ou, se preferir, pegue papel e caneta. Faça um roteiro da apresentação e revise quantas vezes forem necessárias. Em seguida, identifique formas de esclarecer determinados assuntos por meio de esquemas, tabelas, sistemas que tornem a informação tangível.

    No ato de formatar as informações no Power Point ou na ferramenta que preferir, pense como alguém que não sabe de nada a respeito de sua ideia. Como pode surpreendê-la? Se utilizar ferramentas audiovisuais é um desafio para você, conte com o auxílio de um profissional.

    Saiba como destacar a ideia

    Toda ideia tem um algo a mais, um “plus”, um diferencial. Mas o que vai fazer o olho do investidor brilhar? A ideia é inovadora? Os participantes têm reputação destacada no setor? É um projeto altamente rentável? Construa, portanto, a sua apresentação valorizando esse aspecto, destacando a sua contrapartida para o empreendimento.

    Muitas vezes, vai ser necessário conversar com alguém que possa ajudá-lo a identificar esse diferencial. Afinal, o projeto como um todo tem valor para você. Porém, exercite esse olhar estratégico e empreendedor sobre seu próprio trabalho. Ele é que vai abrir portas para você!

    Colocar em prática essas estratégias de como conseguir investidores é fundamental para que você viabilize um projeto inovador, fazendo diferença para o seu futuro profissional, levando-o, portanto, para a próxima fase de sua carreira.

    Participe de eventos e cursos disponibilizados pelo Sebrae e confira os materiais ricos no site!

  • Como funciona o capital de giro? Confira o que você precisa saber

    Como funciona o capital de giro? Confira o que você precisa saber

    Em períodos de grande desafio, é de extrema importância contar com um capital que auxilie no pagamento das contas da empresa, a fim de proporcionar a manutenção do negócio, isso é, um montante que faça as contas “girarem”.

    Entender como funciona o capital de giro é uma das garantias de controle para que sua empresa tenha saúde financeira e seja capaz de se sustentar. Um bom planejamento financeiro define se seu negócio vai ter sucesso ou não, se vai permanecer em funcionamento ou não.

    Para entender melhor sobre o assunto e as estratégias para a sua gestão, continue a leitura!

    Capital de giro vs fluxo de caixa

    São muitos termos que permeiam o universo da gestão financeira de uma empresa. Entender o conceito por trás das palavras vai oferecer a você mais segurança para compreender o negócio e dominar suas tarefas diárias.

    O capital de giro, portanto, é o dinheiro que você usa para sustentar o fluxo de caixa: o valor com que você paga as contas e faz o negócio “girar”. Já o fluxo de caixa é o volume de entradas e saídas de um período.

    Como calcular o capital de giro

    Dentro do capital de giro, temos recursos, como o custo do estoque, volume e custo das vendas, o pagamento dos insumos, entre outros. O monitoramento desse montante é imprescindível para que sua empresa consiga se sustentar em contextos desafiadores de queda de vendas.

    Para calcular o capital de giro, utilize a seguinte fórmula: CGL = AC – PC

    O AC se refere ao ativo circulante, ou seja, as contas a receber, as aplicações financeiras, pagamento para o banco bancos etc. Já o passivo circulante, simbolizado por PC, designa contas a pagar, empréstimos, custo de fornecedores, entre outros.

    A importância de um bom planejamento

    Atualmente, uma empresa pode oferecer diversas formas de pagamento para seus clientes. Compra a prazo, como o nome diz, significa a entrega de um produto com recebimento do valor que ela representa para a empresa no futuro. Se não houver um capital de giro e fluxo de caixa positivo, as vendas vão representar um risco para a empresa.

    Levantar capital de giro e entender a operacionalização de sua empresa possibilita que você honre com as suas despesas, com os salários de seus colaboradores e mantenha a empresa funcionando até que todos os pagamentos sejam realizados.

    Quando não há esse controle e planejamento das contas da empresa, o gestor fica à mercê de empréstimos, o que onera ainda mais o negócio e compromete lucros, devido às taxas estipuladas pelas finanças.

    Estratégias para uma boa gestão de capital de giro

    Para levantar o capital de giro e fazer uma boa gestão dele, algumas estratégias são necessárias. O primeiro passo é controlar o fluxo de caixa, ou seja, as contas a pagar e a receber. Em sua planilha, identifique custos que podem ser eliminados ou renegociados.

    O segundo passo é planejar um calendário financeiro, no qual possa identificar períodos de alta e de queda de vendas. Esse calendário auxilia a estruturar ações para aumentar o faturamento nos períodos mais desafiadores, antevendo alternativas.

    O terceiro passo é estar atento às dívidas e aos prazos de pagamento. Taxas e multas por atraso são custos que podem ser evitados por meio de uso de softwares de gestão que auxiliem a realizar pagamentos nas datas corretas.

    Compreender como funciona o capital de giro e como geri-lo é essencial para o sucesso da empresa e para realizar o planejamento estratégico que determinará onde ela está e onde você quer chegar com o empreendimento.

    Entre em contato com o Sebrae Alagoas e descubra outras dicas para alcançar suas metas e objetivos!

  • Saiba como precificar seu serviço para lucrar mais!

    Saiba como precificar seu serviço para lucrar mais!

    Quanto vale o seu trabalho? A resposta a esse questionamento leva muitas variáveis em consideração, como o nível de experiência que você tem, as ferramentas que domina e até mesmo o número de horas que você deseja trabalhar por dia.

    Por isso, preparamos um post especial para você entender como precificar o seu serviço de maneira adequada. A boa notícia é que não é preciso “chutar”, uma vez que existem até mesmo programas e sites para ajudá-lo a encontrar os valores que tenham a ver com as suas ambições e experiência. Boa leitura!

    Determine seus gastos

    Antes de tudo, é importante estudar e definir o quanto você deseja faturar por ano ou mês. Depois é importante realizar um cálculo dos gastos fixos, como:

    • mensalidade de internet;
    • custos de energia elétrica;
    • conta de água;
    • transporte;
    • combustível.

    Assim, você conseguirá projetar receitas mais realistas. Tome muito cuidado para não esquecer de nenhuma despesa, já que esse ato falho pode afetar todo o seu planejamento. Considere contratar os serviços de profissionais de contabilidade, que garantirão que os seus impostos estejam em dia.

    Observe o comportamento da concorrência

    Com a internet, ficou muito mais fácil estudar a concorrência e o nicho no qual se quer atuar. Visite sites que ofereçam os mesmos serviços que você, verifique os preços e os depoimentos de clientes. Isso é fundamental para entender o que os consumidores valorizam nas atividades executadas.

    Busque grupos de Facebook e fóruns específicos. Depois dessa análise, pense no seu nível de experiência e expertise no mercado. Desse modo, você poderá definir um preço de acordo com os valores praticados e que façam jus ao que você pode oferecer aos clientes.

    Escolha entre a cobrança por hora ou preços fixos

    É importante entender que precificar os serviços depende do nicho no qual você atua. Assim, decidir entre cobrar por hora ou determinar uma taxa fixa tem a ver com a complexidade do trabalho e os custos gerais.

    Muitos clientes gostarão de saber logo o quanto será preciso desembolsar para evitar surpresas na hora de pegar a conta. Isso é importante em projetos de longa complexidade, já que a taxa por hora pode onerar muito o consumidor.

    Caso o seu serviço leve tempo (como um trabalho mais amplo de programação, por exemplo), considere cobrar preços fixos para fidelizar os clientes. Contudo, se for uma atividade que possa ser feita em poucas horas, estude praticar valores variáveis de acordo com o tempo gasto.

    Use uma calculadora virtual para freelancers

    Utilizar uma ferramenta especial para freelancers, por exemplo, é uma ótima maneira de definir as margens de ganho e entender o quanto você precisa realmente trabalhar para atender aos seus objetivos. Uma ótima opção é a calculadora da 99 freelas.

    Por meio dela, você consegue estabelecer o quanto quer ganhar, quantas horas por dia deseja atuar e até mesmo o número de semanas de férias para tirar sem comprometer os lucros. Também é possível contar com apps bem avaliados pelos usuários, como o Timesheet, desenvolvido especialmente para empreendedores e autônomos.

    Agora que você entendeu como precificar serviço, será possível estabelecer os valores de acordo com a sua expertise, sempre levando em conta um estudo apurado do mercado. Saber realizar esse trabalho de maneira adequada é essencial para otimizar os lucros na hora de prestar serviços!

    Gostou do artigo e quer saber mais sobre como precificar seu serviço? Basta agendar uma consultoria pelo site do Sebrae Alagoas ou telefonar para a nossa Central de Relacionamento (0800 570 0800)!

  • Por que ter capital para investimento em sua empresa?

    Por que ter capital para investimento em sua empresa?

    Já imaginou se deparar com uma oportunidade de crescimento para sua empresa, mas não ter o valor necessário para tanto? Ou saber que seu negócio poderia ter melhor desempenho com a compra de equipamentos modernos, com melhor tecnologia, mas falta dinheiro? É por isso que toda empresa precisa ter uma reserva de capital para investimento.

    No entanto, em tempos de crise, como conseguir ter o capital necessário para tais ocasiões? De fato, essa é uma tarefa desafiadora, que exige muita disciplina por parte do empreendedor. Por outro lado, há diversas possibilidades de obter investimentos de terceiros.

    Quer saber mais e conferir as nossas dicas? Continue a leitura do post!

    O que é capital para investimento?

    Sabe aquele pequeno lucro, depois de descontados todos os pagamentos do negócio, inclusive o pró-labore dos sócios? Esse valor deve ser guardado para investir no crescimento da empresa. Claro que é tentador usá-lo para quitar dívidas ou mesmo para demandas pessoais, mas, para sua marca crescer, é preciso disciplina e estratégia.

    Todo empreendedor precisa ter essa reserva, que é diferente do capital de giro. O valor destinado a investimentos deve ser calculado à parte e ficar disponível justamente para a sua finalidade: apostar no crescimento da empresa. Na pior das hipóteses, deve ser encarado como uma reserva de emergência.

    Mas, onde conseguir essa folga para investimentos, no cenário econômico atual, com todos os orçamentos apertados e a empresa praticamente sem fôlego? Confira!

    Investidores

    Sua empresa pode conseguir investimentos efetuados por terceiros, que apostam em seu negócio. A principal estratégia para conseguir isso é a inovação (mostrando que seu produto ou serviço tem diferenciais atrativos para o mercado). Nessa categoria, se enquadram os investidores-anjo e aceleradoras. 

    Além disso, é possível mostrar os propósitos de sua empresa a pessoas que acreditam nos mesmos conceitos. Por exemplo, se o seu negócio defende uma causa específica, fica mais simples encontrar apoiadores. Use as redes sociais, blog e mídia física para se posicionar. 

    Com essa estratégia, além de conseguir apoio financeiro por parte do próprio público, sua empresa consegue atrair a atenção de investidores com maior capacidade financeira.

    Para ilustrar, uma confecção que aposta na diversidade consegue não apenas atingir os consumidores com o mesmo perfil, mas também encontrar parceiros que enxergam na iniciativa um nicho atrativo.

    Subsídios

    Também é possível obter capital por meio de subsídios. Para tanto, é preciso, mais uma vez, que os propósitos da empresa sejam claros. Além disso, o empreendedor deve apresentar projetos que tragam benefícios à comunidade ou ao setor de interesse.

    Os subsídios podem vir de Organizações Não Governamentais (ONGs), fundações, associações e órgãos governamentais, entre outros, cujos objetivos estejam alinhados aos projetos do negócio. 

    Parcerias estratégicas

    Existem negócios que, naturalmente, se complementam. Por exemplo, lojas de roupas podem formalizar parcerias com fornecedores de acessórios, oficinas mecânicas com autopeças e salões de beleza com fabricantes de cosméticos.

    Na parceria, as duas marcas ganham, pois conseguem divulgar melhor seus produtos, angariar clientes e ter uma reserva financeira, que deve ser destinada para investimentos.  

    Investimento próprio

    Apesar da possibilidade de obter investimentos de terceiros, é preciso lembrar que os investidores normalmente não apostam em uma ideia, mas sim em uma marca ou negócio. Ou seja, a sua empresa já precisa estar formalizada para conseguir um investimento.

    Por isso, para começar, a organização financeira é fundamental. É preciso ter um planejamento estratégico, que permita a realização de projetos de longo prazo. Reserve parte da rentabilidade e aplique em ativos seguros e com boa liquidez. Porém, lembre que as opções com maior potencial de lucratividade são, também, as de maior risco. 

    Como conseguir separar o capital para investimento?

    É fundamental manter as contas na ponta do lápis e ter um bom controle financeiro. Evite dívidas ou parcelamentos de longo prazo, em função da instabilidade da economia. Avalie seus custos fixos, enxugue as despesas e estabeleça regras para o uso do capital gerado. Assim, o que sobrar deve ser reservado como capital para investimento.

    Quer saber mais sobre planejamento estratégico e negócios pós-pandemia? Continue em nossa página e descubra como ajudar a sua empresa a superar a crise econômica!

  • Qual a importância e os desafios do empreendedorismo feminino?

    Qual a importância e os desafios do empreendedorismo feminino?

    Ter uma empresa no Brasil já é um grande desafio e quando uma mulher está à frente do seu negócio as dificuldades encontradas são ainda maiores, por isso a importância de o empreendedorismo feminino ser debatido de forma ampla e constante.

    As mulheres, cada dia mais, ocupam espaços que antes eram preenchidos exclusivamente por homens. Tem sido assim na política, nas profissões majoritariamente masculinas e, também, na condução dos seus próprios negócios.

    O objetivo deste post é mostrar alguns dos principais desafios enfrentados pelas empreendedoras. Para isso, precisamos falar sobre a importância do empreendedorismo feminino. Continue a leitura e seja a mudança que você quer ver no mundo!

    Debate essencial: a importância do empreendedorismo feminino

    A simbologia da força feminina atravessa gerações mostrando a capacidade da mulher de superar desafios e exercer múltiplas tarefas. As mulheres podem ser empreendedoras de sucesso, seja no lar, na vida ou no trabalho.

    A luta pela igualdade de gênero trouxe inúmeras conquistas. Entre elas está a independência, que permitiu voos mais altos e a possibilidade de transformar em realidade o sonho de empreender e estar à frente do próprio negócio.

    O empreendedorismo feminino envolve questões que consideram os ideais e as emoções. Os principais motivos que levam uma mulher a empreender são:

    • o desejo de realizar um sonho;
    • trabalhar com o que gosta;
    • preferir qualidade a quantidade;
    • priorizar a família;
    • ter uma renda e ser independente;
    • o desejo de liberdade.

    O empreendedorismo feminino exige debates constantes, pois são muitas as barreiras ainda impostas quando o assunto é o protagonismo da mulher no universo corporativo — muitas acabam desistindo por não aguentarem a pressão, sobretudo, de uma cultura machista.

    Por isso, a necessidade de colocar o tema em pauta e fortalecer não apenas o grupo de mulheres já empreendedoras, mas também estimular aquelas que pretendem ter um negócio e que não recebem incentivo dentro de casa ou do mercado.

    Vencer desafios tem sido uma tarefa constante para as mulheres desde os primórdios da história. Por isso, a evolução social, tecnológica, comportamental e intelectual, as tornou figuras fortes, obstinadas e realizadoras.

    Por mais que ainda existam muitos obstáculos, as mulheres empreendedoras resistem e mostram que estão dispostas a ocupar o lugar a que pertencem, por direito, habilidade e competência.

    Principais desafios enfrentados pelas empreendedoras

    Diariamente as mulheres empreendedoras precisam provar seu valor e se defenderem das investidas do mundo machista, seja pela condição fragilizada imposta ao gênero, seja pela depreciação da capacidade de conduzir um negócio.

    Em todos os setores do mercado, existem bloqueios e dificuldades criados para abalar as estruturas, na tentativa de que a mulher desista do seu sonho, são verdadeiros obstáculos que elas precisam enfrentar para alcançar seus objetivos.

    O sucesso de um negócio independe do gênero de quem está no comando, por isso, mais do que nunca é a hora de lutar e evidenciar a força e a competência da mulher empreendedora no mundo dos negócios.

    Listamos alguns desses empecilhos e trouxemos dicas do que uma mulher empreendedora pode fazer para não deixar de lutar pelo que acredita!

    Preconceito

    A ideia estereotipada de que lugar de mulher é no lar cuidando da casa e da família, é ainda um dos grandes desafios que as empreendedoras enfrentam. O preconceito, velado ou não, mostra a face da ignorância.

    As oportunidades são diferentes para homens e mulheres dentro do ambiente profissional. As mulheres precisam a todo o momento provar que estão aptas a exercer uma determinada função ou ocupar uma posição de liderança à frente dos negócios.

    Embora já se perceba uma mudança significativa, falta ainda uma longa jornada até que o empreendedorismo feminino seja aceito e respeitado tal como ele é — forte, predominante e produtivo.

    Para driblar o preconceito, as mulheres precisam se unir e formar forças empreendedoras de apoio. A participação em redes femininas como RME, Mulheres do Brasil, Empodera e o projeto Sebrae Delas ajuda a fortalecer a representatividade nos ambientes de negócios, sejam virtuais ou físicos, para mostrar que o empreendedorismo feminino resiste.

    Falta de incentivo

    A falta de apoio da família, dos amigos e até mesmo das instituições que concedem crédito ou financiamento é outro aspecto que as mulheres empreendedoras precisam vencer para mostrar que têm potencial de cuidar de um negócio e obter sucesso.

    De acordo com dados do Sebrae, as mulheres empresárias acessam um valor médio de empréstimos de R$13.000 a menos que a média liberada aos homens. Apesar disso, elas pagam taxas de juros 3,5% acima do sexo masculino.

    Muitas já chegam ao mercado desacreditadas, com receio de não serem aceitas e valorizadas. O medo de fracassar é evidenciado pela falta de encorajamento daqueles que mais deveriam estimular a coragem de investir naquilo que acreditam.

    Acreditar em si mesma e se preparar, adquirindo conhecimento, habilidades e competências específicas, é essencial para driblar as adversidades. Ter em mãos um bom plano de negócios e seguir passo a passo suas etapas ajuda a ter consistência na hora de apresentar ou defender um projeto.

    Jornada múltipla

    Os homens quando se envolvem com um negócio sob a condição de empresários, geralmente deixam a cargo das mães e esposas a responsabilidade de administração do lar e cuidados com a educação dos filhos.

    Já a mulher absorve a carga duplicada — muitas vezes imposta e não escolhida — pois além de continuar a exercer a função doméstica, precisa se preocupar, continuamente, em conduzir de forma eficiente a empresa. De acordo com dados do IBGE, a mulher trabalha 03 horas semanais a mais que o homem.

    Esse é mais um obstáculo enfrentado dentro do empreendedorismo feminino. Desde muito cedo, as mulheres são ensinadas a executar as tarefas domésticas sob o argumento de que são ela as responsáveis pelo cuidado do lar, dos filhos e netos ao longo da vida, enquanto os homens saem para o trabalho.

    A dedicação parcial a um ou outro aspecto pode comprometer o desenvolvimento e crescimento do negócio. Com isso, vem a difícil decisão de escolher qual será a prioridade da vida.

    Nesse contexto, o ideal é que haja equilíbrio e que a mulher tenha ajuda, seja em casa, seja na empresa. Um braço direito, preferencialmente outra mulher, para ajudar no gerenciamento da rotina — alguém que acredite e viva o mesmo sonho.

    Autoconfiança

    Mulheres têm a capacidade de se reinventarem e dar continuidade ao que quer que seja. Nos negócios, devido a todos os fatores que já citamos, a autoconfiança pode ficar abalada.

    Ela se traduz no medo de errar e ter que encarar as pessoas que um dia disseram que ela não daria conta ou que aquele negócio não é para mulheres. Não é fácil, porém é possível vencer o medo e se munir de autoconfiança.

    Os exercícios mentais “eu posso”, “eu quero”, “eu consigo”, podem aliviar a tensão e mudar o comportamento. A convivência com outras mulheres empreendedoras que vivenciam os mesmos problemas também pode servir de amparo para os momentos de baixa autoestima.

    Um negócio envolve tomada de decisões, por isso a importância do empreendedorismo feminino ganhar mais empoderamento. É preciso que mais mulheres comecem a empreender para que existam diferentes ideias e modelos de negócio

    Se você se identificou com este post, percebeu que não está só e que sua jornada está só começando, assista agora mesmo nosso webinar sobre empreendedorismo feminino — Empreenda como uma Mulher!

  • Quer saber como fazer vendas online? Veja nossas dicas!

    Quer saber como fazer vendas online? Veja nossas dicas!

    Você sabe como vender na internet? Caso você tenha dúvidas é importante saber que está perdendo uma excelente oportunidade de alavancar as suas vendas. O mundo digital oferece inúmeras possibilidades para aumentar o faturamento de qualquer negócio, uma vez que ele permite atingir um público muito maior quando comparado ao mundo offline.

    Além disso, durante o processo de venda online fica muito mais fácil de se relacionar com os seus clientes, tendo em vista que seus anúncios — quando bem-feitos — serão entregues apenas para quem realmente tem interesse nos seus produtos.

    Se você deseja inserir o seu negócio na web e precisa de ajuda para saber como vender online, este artigo foi feito para você. Continue a leitura e confira as nossas dicas!

    Crie uma loja virtual

    O primeiro passo para vender online é criar uma loja virtual. Esse site deverá ter um design profissional e ser responsivo, ou seja, as páginas precisam carregar rápido e todos os processos precisam ser intuitivos, a fim de otimizar ao máximo a experiência do cliente.

    Além disso, não podemos deixar de mencionar a importância de disponibilizar diversos meios de pagamento (boleto e cartão de crédito, por exemplo) para aumentar as chances do consumidor fechar negócio.

    Defina um processo de vendas

    O processo de vendas de uma loja virtual é bem similar ao de um negócio offline. Sendo assim, é importante que você tenha uma equipe preparada para oferecer um suporte adequado aos seus consumidores, esclarecendo suas eventuais dúvidas e auxiliando o potencial cliente sobre os passos necessários para concretizar a compra. Ao observar que houve abandono de carrinho, por exemplo, a equipe deverá verificar o que influenciou nessa decisão cliente.

    Faça campanhas com ofertas limitadas

    A escassez trabalha o senso de urgência no consumidor. Por isso, uma oferta disponível por apenas um dia faz com que ele tome uma decisão rápida, a fim de não perder aquela oportunidade. 

    As ofertas limitadas ajudam a aumentar o faturamento, principalmente em datas comemorativas, que é quando as pessoas estão mais propensas a comprar. Sendo assim, analise as necessidades do seu público e ofereça a ele ofertas consideradas imperdíveis para aumentar o seu faturamento.

    Tenha uma estratégia de pós-venda

    Não é só porque o seu negócio é online que ele não precisa de uma estratégia pós-venda. Acredite, nesse caso, ela se faz ainda mais importante, uma vez que transmitirá mais segurança para o seu público.

    Aqui, você pode solicitar o número do WhatsApp no momento do cadastro. Dessa forma, assim que o cliente efetuar a compra, a sua equipe pode entrar em contato com ele enfatizando que o pagamento foi confirmado e que o produto está a caminho. Por fim, disponha-se para solucionar eventuais dúvidas dos seus clientes.

    Venda no Google Shopping

    O Google Shopping é uma ferramenta disponibilizada pelo Google que visa entregar ao usuário os produtos que ele está buscando de maneira simples, organizada e ágil. Os produtos são apresentados de maneira bem intuitiva, destacando a imagem, o preço, o nome da mercadoria e o endereço virtual da sua loja. A grande vantagem dessa opção é que os produtos aparecem no topo da pesquisa, antes mesmo dos anúncios pagos.

    Agora você já pode começar a vender online! Saiba que você pode atuar nesse ramo a qualquer momento, mas lembre-se: quanto antes, melhor! Afinal, seus concorrentes estão – cada vez mais – dispostos a fazer de tudo para se destacar no mercado. Vale mencionar também a importância da qualificação profissional para o sucesso do negócio, pois quanto mais conhecimento você tiver, mais insights terá para alavancar as suas vendas.

    Por isso, saiba com detalhes como montar a sua loja online e como usar o Google Shopping para aumentar as suas vendas! Confira esses artigos e boa leitura!

  • Tudo que empreendedores precisam saber sobre acesso a crédito

    Tudo que empreendedores precisam saber sobre acesso a crédito

    Abrir um negócio próprio e mantê-lo funcionando é uma tarefa estimulante e desafiadora, mas custa dinheiro. Os empreendedores precisam se preocupar com investimentos, prazos e ainda manter uma planilha de controle de contas condizente com o que está sendo feito.

    Uma das formas de investir para expandir o negócio é obter acesso ao crédito. Neste post, falaremos sobre como ele funciona, as dificuldades e obstáculos enfrentados pelos empresários e como o Sebrae pode ajudá-lo nessa jornada. Boa leitura!

    Como funciona o acesso ao crédito para empreendedores?

    Quando estão precisando de um aporte financeiro para fazer a empresa crescer, os empreendedores podem recorrer a recursos de terceiros para expandir o negócio. Dessa forma, uma boa opção é buscar o auxílio de instituições financeiras tradicionais, como bancos e cooperativas de crédito, e as fintechs.

    A principal forma de acesso, utilizada pelos microempreendedores individuais, por exemplo, é o microcrédito. Trata-se da concessão de empréstimos a profissionais formais ou informais, geralmente até R$ 20 mil.

    O principal diferencial do microcrédito é a simplicidade do acesso e o baixo de valor de cada operação, o tornando uma boa opção de captação de recursos de terceiros pelos empreendedores individuais.

    Além disso, outras opções de acesso são cooperativas de crédito (instituições financeiras sem fins lucrativos formadas por cooperados que também atuam como acionistas) e o pedido direto às fintechs, startups que oferecem empréstimos e serviços financeiros.

    Quais são os principais desafios enfrentados pelos empreendedores?

    Agora, entenderemos um pouco dos desafios enfrentados pelos empreendedores.

    Pouco dinheiro para iniciar as atividades

    Um dos problemas é que quem está começando a empreender geralmente não conta com um caixa alto, capaz de cobrir despesas extras imprevistas no inicio do negócio. Assim, os empreendedores recorrem a linhas de crédito, empréstimos e outras possibilidades oferecidas pelas instituições financeiras.

    Contudo, raramente essas instituições concedem crédito aos iniciantes do mercado — um dos motivos é que os solicitantes costumam disponibilizar poucas informações que demonstrem segurança para os credores. Além disso, com juros altos, os empréstimos bancários, acabam desencorajando muitos empresários.

    Exigências burocráticas

    Os bancos também costumam dificultar a liberação de valores para quem tem pouco tempo de atividade no mercado ou não está com suas finanças organizadas, ao impor exigências altamente burocráticas, minando a paciência dos solicitantes.

    Como muitos empreendedores precisam pagar despesas já realizadas, eles acabam se sujeitando a condições desvantajosas — como juros altos, que comprometerão o caixa por muito tempo.

    Para os pequenos negócios, é ainda mais difícil garantir a sustentabilidade quando eles precisam correr atrás de instituições financeiras e cooperativas de crédito em busca de auxílio financeiro para sobreviver à crise.

    Isso porque os bancos buscam garantias reais de que aquela instituição conseguirá sobreviver por um tempo maior, o que é especialmente difícil para os pequenos negócios. Por isso, as instituições exigem a apresentação de muitos documentos, projeções, relatórios, certidões, tornando o processo ainda mais complicado.

    Como conseguir crédito?

    Agora, falaremos dos principais passos para aumentar as suas chances de obter crédito.

    1. Organize as contas

    Antes de tudo, mapeie as suas contas e entenda as necessidades do negócio. Você precisa comprar equipamentos ou contratar mais pessoas? Esse tipo de questão ajudará no planejamento.

    2. Saiba o objetivo do crédito e o valor

    Antes de buscar o acesso ao crédito, é necessário entender se o dinheiro buscado será aplicado em capital de giro ou investimento direto, por exemplo. Isso facilita o planejamento e garante um foco para o empreendedor.

    3. Mantenha bom relacionamento com a instituição financeira

    Para manter um bom relacionamento com as instituições que fomentam o crédito, é fundamental ter um histórico de bom pagador. Busque quitar pagamentos pendentes para mostrar às instituições que a sua empresa honra com os compromissos.

    4. Tenha um cadastro sem restrições

    Essa dica se relaciona diretamente à anterior: ter um nome limpo, sem o acúmulo de outras dívidas, é muito importante para que o seu negócio seja bem visto pelas instituições — tanto as tradicionais como as opções mais modernas, como fintechs.

    5. Ofereça garantias

    As instituições financeiras costumam solicitar garantias de crédito antes de conceder um empréstimo. Elas se dividem entre diferentes tipos, sendo que alguns dos mais comuns são:

    • aval, uma garantia pessoal de quitação da dívida. Uma pessoa, física ou jurídica, fica responsável pelo pagamento.
    • alienação fiduciária, que implica na transferência de propriedade de um bem móvel para a instituição financeira.
    • hipoteca, no qual o tomador oferece um bem imóvel. O direito de posse da propriedade só volta ao empreendedor quando a dívida é liquidada.

    Essas modalidades podem ser oferecidas para facilitar o acesso ao crédito e facilitar a expansão sustentável do negócio.

    6. Disponibilize informações contábeis verdadeiras

    O interessado em garantir o acesso ao crédito deve tomar cuidado para disponibilizar informações contábeis que façam jus à situação financeira do negócio. Isso é importante até mesmo para evitar uma quebra de contrato em relação à instituição financeira.

    7. Tenha um bom plano de negócios

    O plano de negócios é um documento utilizado para demarcar os objetivos de um negócio e quais são as etapas que devem ser cumpridas para que as metas sejam alcançadas. Dessa forma, o empreendedor consegue registrar, por escrito, as prioridades — diminuindo riscos e incertezas.

    Portanto, antes de abordar as instituições financeiras, defina um bom plano de negócios. O próprio ato de construi-lo será importante para estabelecer prioridades precisas.

    8. pesquise as instituições financeiras

    Por fim, pesquise as opções e escolha abordar aquelas que ofereçam as melhores opções, de acordo com suas necessidades. Para isso, não deixe de conferir tanta as instituições financeiras tradicionais, como bancos e cooperativas de crédito, como as novíssimas fintechs.

    Como o Sebrae pode ajudar?

    Além dos seus estudos sobre o tema, sempre buscando ajudar os empreendedores, o Sebrae conta com um programa especial, o Crédito Assistido. Por meio dele, acompanhamos o solicitante em todas as fases da operação de crédito. Inclusive, é possível consultar nossos conteúdos e informações necessárias para que o procedimento seja o mais consciente possível.

    O programa conta com orientações em três etapas cruciais: pré-crédito, pós-crédito e uma parte final, dedicada a informar o empreendedor sobre tudo o que é preciso para manter as suas parcelas em dia.

    Com nossos conteúdos, você entenderá como pesquisar as linhas disponíveis e realizar um comparativo entre elas, por exemplo. Assim, será bem mais fácil manter uma planilha de controle de contas atualizada e organizada. Além disso, não deixe de conhecer o Orienta Crédito, um programa de orientação do Sebrae.

    Gostou do artigo e quer entender mais sobre meios de buscar dinheiro para manter o seu empreendimento? Então, aproveite a visita e leia o nosso post sobre a diferença entre financiamento e empréstimo!

  • Promoções de fim de ano: saiba como atrair clientes e arrasar nas vendas!

    Promoções de fim de ano: saiba como atrair clientes e arrasar nas vendas!

    O fim de ano já está batendo na nossa porta e é hora de pensar as campanhas e ações promocionais para a época. Como estratégia e planejamento são imprescindíveis para se alcançar bons resultados, trouxemos dicas essenciais sobre como fazer promoção aproveitando as grandes datas que se aproximam, como a Black Friday e o Natal.

    Seguir o calendário de datas comemorativas é uma ótima oportunidade de aumentar as vendas e a visibilidade da sua empresa e, para isso, você deve estar atento a diversos fatores, como mostraremos. Deve também estar preparado para receber a demanda dos clientes com qualidade, proporcionando a eles uma experiência positiva com sua marca. Vamos então aprender como fazer promoção de fim de ano de sucesso?

    Antes de seguir com as ações promocionais, é preciso estar atento a dois fatores

    As promoções de fim de ano, assim como as de outras datas, são momentos muito frutíferos para as vendas e devem ser aproveitados. Acontece que sua empresa precisa estar fortemente preparada, sobretudo no que diz respeito a equipe e disponibilidade de estoque.

    São dois pontos bem sensíveis e que – se não forem bem organizados e devidamente adaptados para o momento – podem transformar sua campanha em um grande fiasco. Afinal, estão diretamente ligados à satisfação do cliente. Portanto, faça um cálculo e uma previsão de demanda, organize seu estoque, converse com fornecedores com antecedência e planeje as recompras, se necessário.

    Em relação à equipe, treinamento é a palavra de ordem. E também deve ser realizado com antecedência, num tempo confortável para a qualificação dos vendedores. Os colaboradores são os principais pontos de contato com o consumidor no contexto da venda, então é fundamental que eles tenham amplo conhecimento dos produtos, das necessidades do público, além de estarem prontos a entregar uma excelente experiência ao cliente.

    Agora veja as dicas de como fazer promoção de fim de ano arrasadora

    Para pôr a mão na massa e criar suas promoções com excelência, selecionamos os passos que não podem faltar. Em todos eles, é preciso valorizar o cliente e oferecer benefícios atrativos. Vamos lá!

    • ofereça porcentagens de desconto por produto;
    • defina um prazo específico para a promoção, gerando um senso de urgência;
    • as pessoas em geral gostam de ser presenteadas, ofereça brindes a partir de um determinado valor em compras;
    • promova descontos progressivos;
    • crie ações específicas para os clientes fiéis;
    • crie também vantagens para novos clientes;
    • trabalhe com preços competitivos;
    • ofereça premiações aos vendedores, estimulando o desempenho da equipe.

    Além dessas dicas, é importante mensurar todos os resultados da promoção, a fim de entender os pontos fortes da ação e o que é preciso melhorar para as próximas. É uma boa oportunidade de ter mais informações sobre o perfil e o comportamento do seu público.

    Saber como fazer promoção é também levar em conta a todo momento a experiência proporcionada e a satisfação do cliente. Ainda que a demanda aumente muito, você precisa garantir que seu cliente será bem atendido e bem tratado em todos os contatos com sua marca.

    Preparado para criar suas promoções de fim de ano? Com essas dicas, será um sucesso. E se você gostou do conteúdo, pode acompanhar muito mais curtindo a página do Sebrae Alagoas no Facebook.