Um dos assuntos que mais preocupa quem tem o próprio negócio é o controle das finanças. Afinal, a má gestão desse aspecto, em um empreendimento, pode ser literalmente fatal para a empresa. Por isso, o planejamento financeiro para MEI precisa ser muito bem estruturado.
Neste artigo, queremos ajudar você a traçar esse plano para um orçamento equilibrado e que conduza seu negócio de maneira saudável e promissora. Você vai ver que nas finanças estão no centro do sucesso da sua empresa.
Continue a leitura e confira 4 dicas para um bom planejamento financeiro para o Microempreendedor Individual.
1. Registre todos seus gastos com a empresa
Um dos primeiros passos para um bom controle financeiro é o registro dos gastos periódicos da sua empresa. Se você já tem esse hábito nas finanças pessoais, basta repeti-lo de maneira mais profissional com as contas do MEI. No entanto, se essa prática ainda não faz parte da sua rotina, é hora de começar.
Você pode usar planilhas, aplicativos de celular ou mesmo as plataformas de gestão comercial para registrar todos os gastos. Se o negócio ainda não está funcionando, faça estimativas de custos, sempre colocando valores extras que sirvam para imprevistos.
2. Separe o dinheiro pessoal do dinheiro da empresa
Mais um comportamento que é fundamental para fazer o planejamento financeiro é separar os gastos de pessoa física e jurídica. Quem empreende e usa as finanças do negócio como se fossem suas comete um grande erro que, geralmente, é o que causa o caos no orçamento.
Ao iniciar um empreendimento, trate-se como um funcionário, separando um salário fixo que caiba nos ganhos da empresa e que cresça à medida que os lucros avançam. Lembre-se de que o negócio tem custos próprios que são mais altos e mais imprevisíveis que os da sua vida pessoal e, por isso, merecem mais atenção.
3. Mantenha os pagamentos em dia
Se você seguir os primeiros dois passos, vai ter mais facilidade em cumprir este: manter os pagamentos em dia. São fornecedores, parcelas de equipamentos, boletos do Documento de Arrecadação do Simples Nacional o DAS-MEI, aluguel da sala comercial, entre outros compromissos. Honrar esses pagamentos é essencial para manter o controle e não se surpreender nos meses seguintes.
4. Controle o fluxo do caixa
Você precisa saber quanto entra e sai da conta empresarial. Esse controle do fluxo de caixa é mais um passo importante para conduzir o planejamento financeiro do MEI de maneira profissional. Essa observação cuidadosa também ajuda você a tirar uma média dos lucros mensais, que permite uma preparação para os meses seguintes ou mesmo um reajuste na estratégia, caso os valores sejam inferiores à sua projeção.
Esperamos que essas dicas ajudem você a fazer um bom planejamento financeiro para MEI. Seguir esses passos vai permitir que seu negócio seja mais saudável financeiramente e tenha mais chances de sucesso. Por fim, não se esqueça de guardar sempre uma parte dos lucros para investir no crescimento da empresa. Outro ponto fundamental é cumprir os prazos de entrega da Declaração Anual do Simples Nacional, a declaração de faturamento do microempreendedor individual.
Precisa de ajuda para estruturar melhor seu negócio e ter melhor controle financeiro? Entre em contato com o Sebrae Alagoas e descubra como podemos auxiliar sua empresa.
A pandemia acelerou diversas tendências do mercado. Um exemplo prático: as pessoas passaram a ficar mais tempo em casa, consumindo, assim, cada vez mais conteúdos na internet. Não à toa, os e-commerces cresceram de forma espantosa nesse período.
Por isso, estruturar um curso online se tornou uma oportunidade de ouro. Isso porque eles são mais flexíveis do que uma graduação ou cursos comuns, uma vez que a pessoa pode conferir os vídeos em horários variados, encaixando esse aprendizado dentro da sua rotina da forma que preferir.
Nesse contexto, preparamos um post específico sobre como fazer um curso online e divulgá-lo de forma apropriada. Confira!
Identifique seu público ideal
Caso você esteja pensando em criar um curso online, provavelmente já tenha uma ideia do que quer ensinar. Mas como definir o público ideal e acertar em cheio na divulgação? Uma boa ideia é trabalhar com as personas.
Trata-se de uma representação semifictícia do público ideal, com base em informações como idade, profissão, preferências, hobbies e objetivos. A pesquisa pode ser realizada em grupos, nas redes sociais – por exemplo – ou com a ajuda de profissionais de marketing, que lhe ajudarão a identificar esse perfil.
A partir desse estudo, será possível também pensar nos equipamentos que devem ser adquiridos e no estilo do seu curso. Sua persona é mais jovem? Talvez seja melhor apostar em vídeos bem editados, com efeitos destinados a mantê-los conectados ao assunto.
Contudo, se a persona é de uma faixa etária mais elevada e o tema ensinado for mais complexo, o melhor é investir em vídeos sóbrios — sem nunca esquecer de estabelecer um canal para esclarecer as dúvidas.
Escolha uma plataforma EAD
Para disponibilizar o curso de forma adequada para os alunos, é fundamental escolher uma plataforma de EAD. Certifique-se de que ela seja responsiva — isso é: que funcione bem tanto em dispositivos móveis (celulares) como em notebooks e computadores de mesa.
Esse passo é tão importante quanto montar aulas incríveis. O ideal é buscar uma plataforma que concentre todas as funcionalidades que você precisa para disponibilizar os vídeos. Além disso, tenha um layout amigável, intuitivo e que facilite a navegação.
Assim, você garante que os alunos tenham uma boa experiência ao acessar o produto, independentemente do dispositivo utilizado. Não adianta ter um conteúdo de qualidade se a plataforma é um verdadeiro tormento para os seus clientes.
Monte listas de aulas
Agora que você já definiu os temas e escolheu uma boa plataforma, é o momento de começar a planejar efetivamente as aulas do seu curso online. Estabeleça os tópicos principais e, em seguida, os conteúdos específicos. Ao fazer isso, você consegue organizar os materiais de uma forma que faça sentido para quem esteja acessando.
Suponhamos que o seu curso seja sobre culinária. Alguns dos tópicos principais podem ser:
organizando a cozinha;
entendendo termos básicos;
receitas inesquecíveis.
Dentro do segundo tópico, podem entrar subtópicos específicos, como “refogar”, “saltear” ou “clarificar” e um vídeo básico de cada uma dessas técnicas. Nas receitas inesquecíveis, podem ser colocados “pratos típicos da culinária” abordada no curso e “o que não pode faltar no currículo de nenhum candidato a chef”.
Na hora de montar as listas de aula, é muito importante evitar cursos muito longos. Isso porque você pode acabar caindo no erro de querer abordar muitos assuntos com pouco tempo de exposição, tornando o seu conteúdo superficial e cansativo para os alunos.
Além disso, cursos muito longos fazem com que as pessoas percam a principal motivação de escolher uma formação do tipo: a capacidade de adquirir uma boa formação em menos tempo. Ao optar por um formato mais enxuto, será mais fácil manter uma boa taxa de retenção de alunos.
Divulgue o seu curso
Por fim, divulgar o seu curso de forma adequada tem a ver com encontrar os melhores canais de acordo com a sua proposta. As redes sociais são uma escolha sempre interessante, uma vez que muitas pessoas passam horas online nesse ambiente.
Estratégias de automação de marketing são eficientes para disparar mensagens, caso você já tenha uma base de clientes em potencial. Contudo, se esse não for o seu caso, não há problema: que tal investir na criação de um blog?
No blog é possível investir em uma estratégia de marketing de conteúdo. Ao escrever posts sobre assuntos que despertam a curiosidade das pessoas, você as atrai para a sua página. Quando elas são expostas a artigos de qualidade, o seu empreendimento se estabelece como uma fonte de autoridade sobre aqueles temas — o que aumenta as chances de que elas façam negócio com você.
Como pudemos ver no artigo, promover um curso online é uma forma interessante de compartilhar o seu conhecimento com outras pessoas e ainda lucrar com isso. Com alguns cuidados básicos relacionados à montagem de persona, à elaboração de aulas e à divulgação, será possível alcançar um bom número de potenciais alunos.
E aí, quer mostrar esse conteúdo para outras pessoas? Então, compartilhe em suas redes sociais e chame os amigos para a discussão!
Entender sobre a área financeira faz com que a sua gestão se beneficie e que você tenha uma visão global e estratégica de como atuar no mercado, destacando-se aos olhos dos consumidores.
Empresas que apostam em um bom planejamento de uso de recursos, têm maiores chances de crescer, uma vez que estarão mais preparadas para realizar investimentos em áreas que a concorrência sequer identificou. Esse tipo de planejamento funciona como um guia para desenhar as estratégias de sua empresa.
Quer saber como fazer um bom planejamento financeiro? Confira nossas dicas!
Separe conta de pessoa física e jurídica
A separação das contas da pessoa física – você – e da pessoa jurídica – sua empresa – faz com que você organize as despesas e investimentos pessoais das despesas e investimentos que deve fazer para o seu negócio.
Registre as entradas e saídas da empresa, faça uma previsão de vendas, a partir dos números que você possui e estipule um valor para o seu pró-labore. Desta forma, aumenta o seu controle sobre suas próprias despesas e sobre as movimentações que vai fazer para a empresa.
Estude o mercado
Estudar o mercado faz com que você tenha clareza sobre as necessidades do público com que atuará e entenda as características e os hábitos de consumo de uma cidade, região ou determinado grupo.
Esse conhecimento proporcionará um posicionamento acertado em relação ao que oferecer e como apresentá-lo aos consumidores. Além de possibilitar que você antecipe ações que impulsionem a compra de seus produtos e faça com que seu negócio se destaque em relação à concorrência.
Faça um orçamento bem detalhado
A planilha deve ser a melhor amiga do seu negócio. Isso porque respeitar o capital de sua empresa possibilita que você tenha uma vida financeira saudável e bem preparada para qualquer situação.
Construir um orçamento bem detalhado faz com que você saiba o momento exato de fazer investimentos, quando adquirir uma sede maior, contratar um profissional para atender melhor seus clientes etc.
Tenha um bom controle financeiro
Controle é a palavra que acompanha empresas que fazem gestão amparada por planejamento. Além de controlar receitas, como as vendas diárias, é preciso fazer o controle patrimonial.
Dentro do controle patrimonial, temos os ativos, isso é, os valores líquidos e os equipamentos que sua empresa dispõem neste momento e que podem gerar lucro. O passivo é o que gera custo para empresa, por exemplo, o espaço que você adquiriu para ser sede da empresa ou mesmo o aluguel.
Uma vez que você tenha essas despesas anotadas e controladas, a próxima etapa é entender suas despesas diárias e, desse modo, entender se seus investimentos vão trazer resultado ou se podem ser direcionados para outras áreas.
Para ajudá-lo no processo, o Sebrae tem diversos materiais, como cursos e vídeos, para que você entenda, cada vez mais, da vida financeira de sua empresa e aprenda como fazer um bom planejamento financeiro.
Quer aprender mais sobre finanças e tomar decisões assertivas, gerando inovação, com olhar estratégico e aumentando a receita? Assista o vídeo da palestra Como organizar suas finanças durante a crise e descubra que, com ações simples, será possível conquistar resultados positivos para o seu negócio.
O futuro do varejo é muito promissor. Quem souber aproveitar as oportunidades tem grandes chances de fazer o seu negócio crescer e sair na frente da concorrência. Os consumidores estão cada vez mais exigentes e a pandemia tem intensificado isso, uma vez que eles precisam ter acesso aos produtos, mesmo com as exigências de distanciamento social.
Sendo assim, quanto mais você melhorar a experiência do seu cliente, oferecendo a ele comodidade e, claro, excelente atendimento, é muito provável que o seu negócio comece a se destacar naturalmente.
No entanto, a preocupação de muitos empreendedores está relacionada ao momento pós-pandemia. Como será a relação com o novo consumidor? É isso que explicamos neste artigo. Confira!
Como o varejo vai sair da pandemia?
A pandemia impactou muito a vida e o comportamento das pessoas, sem contar os seus anseios e preferências. O varejo tem grandes chances de sair mais forte dessa crise, mas para isso precisa se adaptar às novas exigências do consumidor.
O uso da tecnologia, por exemplo, se faz indispensável para acelerar o atendimento e otimizar a experiência do consumidor. O delivery é outra característica que precisa ser implementada na maioria dos negócios, pois, quanto mais cômodo for para o cliente adquirir um produto, maiores serão as chances de melhorar o seu faturamento.
O novo consumidor estará ainda mais preocupado com questões relacionadas à saúde e aos problemas sociais. Sendo assim, é importante adaptar-se a essas exigências, a fim de evitar a queda nas vendas.
Quais as principais mudanças que devem ocorrer na sua configuração?
O futuro do varejo sofrerá algumas mudanças importantes, tais como:
redesenho: agora, os consumidores darão preferência para ambientes mais cleans, que passam uma sensação de segurança em relação ao seu bem-estar. Portanto, os pontos de vendas precisam trabalhar cores claras, vidros e seus espaços precisam ser bem arejados;
auto check-out: os pagamentos via celular são tendências para o período pós-pandemia, pois os clientes não estão dispostos a enfrentar filas e ficando expostos a riscos;
maior dedicação à implantação do marketing sensorial: o marketing sensorial ajudará o cliente a tomar suas decisões de compra mais rápido, porém, tenha atenção para não infringir nenhuma exigência de higienização, principalmente se o sentido explorado for o tato ou o paladar;
maior valorização do comércio local: quanto mais o comércio local colabora com a população, mais a população valorizará o comércio local.
Como será a relação do comércio varejista com o novo cliente?
A relação do comércio varejista com o novo cliente será mais exigente e consciente do que antes da Covid-19. O consumidor terá algumas regras em mente, como:
mais segurança e higiene: consumir presencialmente deve ser algo seguro;
mais comodidade para realizar suas compras: ficar mais tempo em casa será o novo normal;
atendimento ágil e facilitado: acesso a novas tecnologias contribuirão positivamente na sua decisão de compra, entre outros.
Embora a expectativa do futuro do varejo seja animador, muitas dúvidas podem surgir ao longo dessa jornada. O importante nesse momento é que você faça a sua parte e continue se mantendo focado na experiência do seu cliente, oferecendo a ele facilidades para melhorar o relacionamento entre vocês.
O que acha de ajudar outros empreendedores a ficarem por dentro desse assunto? Compartilhe esse artigo nas redes sociais e nos ajude a conscientizar mais pessoas!
Melhorar a experiência do consumidor é uma obrigação de qualquer negócio e esse é um dos principais objetivos do marketing sensorial. Você sabia que os sentidos influenciam muito na decisão de compra e têm o poder de manter os clientes dentro das lojas? Investir nessa estratégia só tende a melhorar os resultados da sua empresa.
Quanto maior for a satisfação dos seus consumidores, maiores serão as chances de ele indicar seu produto ou serviço para amigos, colegas e familiares. No entanto, quando a experiência não é nada agradável, o efeito contrário também acontece. É muito provável que o cliente expresse sua insatisfação publicamente.
Quer entender mais sobre o marketing sensorial para surpreender seus clientes e fazer com que eles se tornem fãs da sua marca? Então continue a leitura deste artigo e descubra as vantagens que essa estratégia tem a oferecer para o seu negócio!
O que é marketing sensorial?
O marketing sensorial refere-se a uma estratégia que faz uso dos cinco sentidos do ser humano para despertar o desejo de adquirir um produto ou serviço, tendo como base a experiência que ele teve naquele momento.
Essa estratégia pode ser estimulada por meio:
do olfato: esse sentido é afetado pelo cheiro dos produtos, como quando você entra em uma perfumaria e sente as fragrâncias disponíveis para compra;
da visão: a visão é estimulada quando o público olha para uma imagem que chama a sua atenção e desperta um desejo, como uma foto de uma comida que aparenta estar deliciosa;
da audição: músicas e sons ajudam a tornar o ambiente do estabelecimento mais aconchegante. A sonorização em um ponto de venda, por exemplo, ajuda a atrair mais clientes e proporciona uma sensação de prazer, o que estimula a decisão de compra;
do paladar: esse sentido é estimulado quando a pessoa percebe um gosto particular no produto, mesmo que ele seja comum no mercado;
do tato: o tato precisa passar uma sensação de familiaridade com o produto, a fim de que o cliente se imagine usando aquela mercadoria. Permitir que ela sinta a textura da roupa e outros objetos é importante para saber se aquele produto atende às suas necessidades.
Quais as principais vantagens do marketing sensorial?
Agora que você já sabe o que é marketing sensorial, apresentamos as 6 principais vantagens que essa estratégia oferece para a sua empresa. Confira!
1. Estimular o desejo de compra
Muitas vezes, as pessoas deixam de comprar um produto porque ficam amedrontadas pelo fato de não gostarem dele quando chegar em casa.
Para quebrar esse tipo de objeção, é importante passar para o potencial cliente a sensação de usar determinado produto. Suponhamos que você esteja trabalhando com uma nova marca em seu supermercado. Permitir que seus clientes a experimentem é uma estratégia muito eficiente para otimizar as suas vendas.
Dessa forma, é possível estimular o consumidor a tomar uma decisão e, ao mesmo tempo, melhorar a rotatividade de um produto ainda desconhecido e com pouca procura.
2. Criar vínculos emocionais com o consumidor
Você lembra de alguma empresa com carinho? Não apenas pelo bom atendimento, mas pela satisfação com o produto final? Quando você vai a um restaurante, por exemplo, e sente aquele cheirinho da sua comida preferida, só de lembrar agora, não dá vontade de ir até lá?
São esses os vínculos emocionais que são criados com o marketing sensorial. O cliente passa a lembrar da sua empresa pelo cheiro, por uma imagem associada a ela, pela música de um cantor preferido, entre outras situações.
3. Explorar os produtos
O marketing sensorial permite que o cliente explore seus produtos para entender melhor os benefícios que ele oferece. Suponhamos que você tenha uma loja de colchões. Antes de adquiri-lo, é importante que o consumidor deite nele (sem aquele plástico usado para proteger o material) e analise se o produto atende às suas necessidades.
Ao investir nesse tipo de estratégia (tato), fica mais fácil até mesmo de convencê-lo a levar para casa um produto de alto valor, como os colchões que contam com massageadores e aqueles que oferecem melhor qualidade.
4. Fidelizar e encantar clientes
A confiança é a base do relacionamento com o cliente. Quando o consumidor confia em uma empresa, dificilmente ele dará preferência para outra. Portanto, ter essa credibilidade com o seu consumidor é fundamental para sair na frente da concorrência e ganhar mais espaço no mercado.
Nesse momento, o marketing sensorial pode ser usado até mesmo em lojas online. Com a crianção de um bom layout, uso de fotos atrativas e com uma ótima descrição dos seus produtos, fica mais fácil de atrair e fidelizar os seus clientes. Você pode até mesmo criar uma playlist para tocar enquanto o cliente navega pelo site.
5. Influenciar a decisão de compra
Consumidores odeiam se sentir pressionados no momento da compra. Sendo assim, incentivá-los a tomar uma decisão rápida pode surtir efeito contrário dos seus objetivos. No lugar de adquirir o produto, ele sairá do seu estabelecimento descontente e, muitas vezes, até mesmo com um sentimento negativo. Isso contribui para que ele nunca mais volte para comprar algo em sua empresa.
O marketing sensorial influencia a decisão de compra de maneira natural. Ao explorar um dos cinco sentidos, automaticamente o cliente passa a se sentir mais confiante no seu produto. Logo, ele toma sua decisão baseado na experiência que ele teve ou deseja ter.
6. Desenvolver uma identidade
Para desenvolver uma identidade da marca é preciso ir além de apenas oferecer um produto ao cliente. Nesse momento, o marketing sensorial ajuda o seu negócio a atingir o subconsciente do consumidor e se conectar com ele.
Por exemplo, uma loja que tem um aroma exclusivo, uma playlist que agrada os seus clientes e uma embalagem única e interessante, faz com que o seu público se identifique com ela e, consequentemente, seja a sua preferência sempre que precisar de algo relacionado ao que ela vende.
Percebeu a importância de surpreender o seu cliente? São essas experiências que o tornará fã da sua marca, o que destacará facilmente o seu negócio dos seus concorrentes. Portanto, não deixe de investir nas estratégias de marketing sensorial para melhorar a credibilidade da sua empresa no mercado.
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As redes sociais surgiram inicialmente para promover a interação pessoal e compartilhamento de informações dentro do ambiente digital. Para além do simples entretenimento, essas redes se transformaram em um excelente espaço para os empreendedores encontrarem e converterem leads valiosos. Essa estratégia de negócios é chamada de social selling e ajuda a entender como vender nas redes sociais.
Para atender uma demanda dos consumidores que têm comprado cada vez mais pela internet, as empresas vêm aproveitado dos recursos disponíveis nessas redes, como fotos e vídeos para a apresentação dos produtos e serviços. A estratégia tem dado certo, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A previsão para 2020 é de crescimento de 18% no volume de vendas online, um movimento liderado pelas micro e pequenas empresas nas redes sociais.
Continue a leitura, conheça as vantagens do social selling e descubra como preparar os seus canais de divulgação online para aumentar as vendas do seu negócio.
Qual a importância de vender pelas redes sociais?
Os hábitos de consumo estão mudando, assim como o relacionamento das pessoas com o ambiente digital. De acordo com um levantamento realizado pela GlobalWebIndex, empresa que analisa o uso e o comportamento dos usuários online, o Brasil é o segundo país que passa mais tempo utilizando as redes sociais, o equivalente a 225 minutos por dia.
Além disso, a maioria dos usuários desses canais está na faixa etária entre 18 e 49 anos, que corresponde ao público que tem hoje o maior poder de compra. Entre as motivações desses consumidores para o uso das redes está a procura por produtos e serviços para comprar.
É por isso que o Marketing 4.0 inclui as redes sociais como uma plataforma importante para a divulgação e a venda dos negócios. Ao adotar essas estratégias, sua empresa está mais perto de atingir esse público conectado.
É possível vender pela internet sem ter uma loja virtual?
Quando pensamos em vendas online, a primeira imagem que surge é de uma loja virtual. No entanto, é possível encontrar soluções para vender pela internet sem grandes investimentos. Veja alguns exemplos:
marketplace: é uma espécie de shopping virtual, no qual diferentes lojas oferecem seus produtos e serviços em uma única plataforma. A Elo7, que reúne produtores criativos e a OLX, que conecta vendedores de produtos e serviços, são exemplos desse canal de vendas. Também o Facebook oferece esse serviço;
blog: uma página que oferece conteúdo relevante para seu público e que pode impulsionar as vendas do seu negócio. Com o uso de ferramentas do Google, como o Meu Negócio, é possível atrair visitantes para conhecerem mais sobre sua empresa no blog;
redes sociais: esses canais vêm desenvolvendo recursos para melhorar a experiência de compra dos consumidores, como perfis voltados exclusivamente para empresas e a marcação de produtos dentro de uma postagem.
Quais as vantagens de vender pelas redes sociais?
Para as empresas, as redes sociais criaram uma maneira de enviar as mensagens de sua marca para as pessoas certas, na hora e nos canais certos. Aqui estão as principais razões que indicam as vantagens do social selling e como isso pode ajudar a garantir o sucesso de seu negócio.
Mais visibilidade para a sua marca
As redes sociais são uma estratégia de marketing digital econômica e eficiente para aumentar o reconhecimento de sua marca. Além disso, a cada conteúdo postado que é compartilhado em outras páginas, surge a possibilidade de levar o seu produto ou serviço a novos clientes em potencial.
Oportunidade de atrair mais tráfego
Sem utilizar uma rede social como parte de sua estratégia de marketing, será mais difícil para o seu negócio alcançar um consumidor fora do seu círculo de clientes frequentes. Com o uso dessas redes, é possível ampliar o seu poder de alcance de atração de novos públicos, podendo, inclusive, expandir sua área de alcance de mercado.
Possibilidade de nutrir leads
Lembre-se de que os consumidores estão utilizando essas redes como ferramentas para ajudá-los a fazerem melhores compras. Por isso, além de atrair novos públicos consumidores, as redes sociais são um local para a produção de conteúdo que orienta a jornada do consumidor ao longo do funil de vendas.
Construção de parcerias
As redes sociais têm um potencial infinito para a construção de parcerias que podem ajudar a alavancar as vendas. Uma delas é o marketing de influência, na qual um influenciador digital se transforma em um embaixador do seu produto ou serviço. Essas pessoas têm uma ampla rede de contatos, que vai conhecer a sua marca e, possivelmente, podem se transformar em clientes.
Permite o feedback dos consumidores
Essas redes sociais se transformaram em um canal de feedback constante. Independentemente do retorno obtido, mostrar que sua empresa se preocupa com a experiência e a satisfação do cliente não apenas ajuda a construir uma imagem positiva da sua marca, como também acaba atraindo novos compradores.
Como efetuar uma venda nas redes sociais?
A seguir, selecionamos as principais redes sociais e mostramos como é possível digitalizar a sua loja e realizar vendas em cada um desses canais.
Facebook
Essa é a maior rede social do mundo e pode ser utilizada para você lançar produtos e serviços, construir um canal de suporte aos consumidores, apresentar conteúdo relevante para o seu público e fazer vendas.
Existe um serviço gratuito desenvolvido especialmente para negócios, o Facebook Business. Com essa ferramenta, é possível criar uma página de divulgação dos seus produtos e serviços com alcance, funcionalidades e layouts pensados para a divulgação e a venda. Um dos recursos disponíveis permite, inclusive, a criação de uma loja virtual para vender seus produtos no Facebook.
Caso queira incrementar as ações nessa rede social, é possível utilizar o Facebook Ads. A ferramenta permite a criação de anúncios pagos, que serão adicionados à linha do tempo dos seguidores da página da sua empresa.
Instagram
O Instagram também já ultrapassou um bilhão de usuários e não para de crescer. O uso principal sempre foi o compartilhamento de imagens e pequenos textos, mas, com o tempo, trouxe novos recursos de vídeo, como o Stories , o IGTV e o Reels. Esses vídeos são uma excelente oportunidade para a apresentação do seu produto ou serviço, aproximando o consumidor da sua marca.
O Instagram também desenvolveu um recurso de vendas online para as contas empresariais, o que permite o uso dessa rede social como uma espécie de vitrine virtual. Você posta uma foto e inclui o preço de cada produto disponível na imagem. Ao clicar nessa foto, o cliente vê os preços dos produtos e pode ser redirecionado para finalizar a compra na loja virtual.
A rede tem também o Instagram Ads, um recurso pago que ajuda a promover as publicações de sua empresa no próprio Instagram.
WhatsApp
Essa rede tem uma versão gratuita desenvolvida especialmente para pequenas empresas: o WhatsApp Business. As adaptações dessa ferramenta facilitaram a interação com os clientes através de recursos que ajudam a automatizar respostas e a responder rapidamente às mensagens. Nas informações do contato, é possível incluir o horário de funcionamento, link do site e outras redes sociais.
Há ainda um recurso que permite a criação de etiquetas e a inclusão de informações que indicam os clientes que têm o pagamento pendente ou já finalizaram o pedido. Com as listas de transmissão, você pode apresentar produtos e serviços – de uma única vez – a toda sua lista de contato, por exemplo.
O WhatsApp Business oferece outro recurso importante que dá acesso a métricas – como o número das mensagens que foram enviadas, entregues, lidas e recebidas.
LinkedIn
O LinkedIn é uma importante plataforma de networking entre profissionais e possíveis parceiros de negócio e para produzir conteúdo que mostre a autoridade de sua empresa na área que atua.
Além disso, se o seu negócio desenvolve produtos ou serviços para outras empresas, o LinkedIn desenvolveu um recurso para vendas online, o Sales Navigator. Ela ajuda a identificar potenciais clientes por meio de ferramentas de busca, oferece alertas que indicam as necessidades dos clientes e permite o envio de mensagens personalizadas.
YouTube
Essa é a plataforma de vídeo mais utilizada em todo o mundo. Com o YouTube, você pode criar um canal de vídeo para se conectar com seus consumidores de um modo diferente das outras redes sociais. Crie tutoriais, ajude as pessoas a resolverem pequenos problemas diários em seu nicho, convide um especialista para descrever as vantagens dos seus produtos ou serviços e apresente seu negócio ao consumidor, por exemplo.
O importante é que todo o conteúdo produzido conduza o consumidor para a outra etapa da compra. Para isso, inclua na descrição do vídeo o link do site, o e-mail ou o WhatsApp da empresa.
Quais as principais dicas para otimizar as vendas nas redes sociais?
Descubra como vender pelas redes sociais seguindo as estratégias utilizadas pelos negócios líderes em venda online.
Selecione as redes sociais mais adequadas
Você viu as oportunidades de venda das maiores redes sociais, mas qual delas é a mais adequada ao seu negócio e tipo de público consumidor? Para responder essa pergunta, baseie-se nas personas de seu negócio. Também é importante construir uma estratégia de conteúdo que agrade esse público.
Explore os recursos das redes sociais
No tópico anterior, mostramos o investimento das redes sociais nas ferramentas que ajudam as pequenas empresas a utilizar essas plataformas como canais de vendas. Caso ainda não tenha substituído suas contas de usuário comum para a empresarial, faça isso agora mesmo e desfrute dos recursos que ajudam seu negócio a vender mais.
Publique com regularidade
As pessoas acessam as redes sociais diariamente em busca de novas postagens. Por isso, é importante definir um calendário editorial estabelecendo um cronograma para a publicação de novos conteúdos. Duas ou três postagens por semana são suficientes, o importante é manter a regularidade.
Promova conteúdos relevantes
Invista em conteúdos atrativos e que engajem sua audiência. A Lei de Pareto, também conhecida como 80/20 pode ser uma boa referência para o tipo de postagem. A cada duas publicações de divulgação de produtos e serviços da marca, traga oito posts com o intuito apenas de interagir e informar.
Capriche nas fotos
Apresente imagens que revelam os bastidores da fabricação dos produtos, que mostrem a sua equipe de trabalho ou relembre eventos já realizados. Invista, também, em imagens que possam despertar o desejo dos consumidores, além de republicar fotos de clientes que estão falando bem do seu produto ou serviço.
Adote uma escrita persuasiva
As técnicas de redação do copywriting foram desenvolvidas para construir uma mensagem persuasiva que incentiva o consumidor a adquirir determinado produto ou serviço. Aproveite os recursos desse tipo de escrita para criar uma imagem positiva da sua marca, apresentar as vantagens dos produtos e serviços e gerar autoridade.
Adicione hashtags
O uso de hashtags antes das palavras-chave permite que o conteúdo produzido por sua empresa seja encontrado por outras pessoas, além daquelas que já seguem a página do negócio.
Outra boa estratégia é criar uma hashtag própria para a sua marca e incentivar o seu público a compartilhá-la para terem direito a uma promoção, por exemplo. Em troca, eles ajudarão a aumentar a visibilidade de sua página e, consequentemente, suas vendas.
Faça testes nas redes sociais
Se você vai investir em mais de uma rede social, é importante descobrir qual delas é mais adequada à sua estratégia de vendas online. Comece com um planejamento de até três posts por semana, em cada uma delas. O conteúdo pode ser o mesmo, desde que ele esteja adaptado a cada plataforma. Ao longo das semanas, é possível identificar qual das redes sociais apresentou uma maior taxa de conversão.
Interaja com os seguidores
Reserve uma hora do dia para interagir com os clientes em suas redes sociais. Aproveite a oportunidade para esclarecer dúvidas e responder os feedbacks deixados em alguma postagem. Utilize outras ferramentas de interação das plataformas, como as enquetes. Mostrar que a preocupação de sua empresa com a opinião dos seus seguidores ajuda a aproximar o público da sua marca.
Como montar uma página atrativa?
A experiência do cliente deve ser o ponto inicial para o desenvolvimento de uma página atrativa nas redes sociais. Além do conteúdo relevante e do uso de boas imagens em suas postagens, é preciso incluir:
logotipo: a marca da sua empresa deve estar presente no perfil de todas as páginas. É necessário seguir as cores e o estilo adotados em todos os outros materiais de divulgação do negócio;
capriche na descrição: as redes sociais disponibilizam um espaço para a apresentação da sua empresa. Seja simples e objetivo;
inclua outras opções para contato: ofereça ao visitante de sua página mais de uma opção de canal para a compra do produto ou serviço. Se você postar uma foto com anúncio no Instagram, por exemplo, mas não tem um site para a finalização da compra, deixe um link com o WhatsApp da empresa;
apresente seus outros canais: seu negócio mantém mais de um canal nas redes sociais? Faça uma menção em suas páginas com os endereços para acesso. O Linktree é uma ferramenta que permite agrupar esses links.
As transformações no comportamento do consumidor e a interação desse público com as redes sociais desafiam os empreendedores a pensarem em novas estratégias de marketing. Em tempos de crise e concorrência acirrada, descobrir como vender nas redes sociais ajuda seu negócio a sair à frente, chegando ao cliente onde ele estiver.
Todo mundo sabe que o marketing digital, hoje, é fundamental para que as empresas se destaquem perante o público, conquistando autoridade e ganhando a credibilidade dos consumidores. Porém, poucas pessoas têm noção da importância da produção de conteúdo para as mídias sociais.
De forma equivocada, muitas empresas fazem publicações sem o devido planejamento e sem cuidados que possam promover a melhoria de suas estratégias e de sua imagem. Sem isso, o risco é de que as marcas não consigam construir um relacionamento adequado com seus consumidores e, pior, acabem deixando uma imagem negativa.
Quer saber como colocar em prática uma estratégia eficaz ? Então, confira as dicas em nosso post!
Quais as sugestões para produzir bons conteúdos?
Não basta conseguir likes dos seus contatos e angariar seguidores a partir de anúncios. Para que a marca construa um bom relacionamento com seu público-alvo, é importante seguir algumas regras. Confira as dicas!
1. Com quem você quer se relaciona?
Quem é o seu público-alvo? Para criar postagens que despertem interesse, é fundamental entender as dores (necessidades) dele e oferecer soluções. Por exemplo, se sua marca comercializa produtos alimentícios saudáveis, é importante atentar para as demandas de seus consumidores antes de criar conteúdos. Algumas sugestões, nessa situação, podem ser:
receitas saudáveis;
produtos que substituem itens potencialmente alergênicos, como os derivados de leite;
higienização adequada dos alimentos;
produtos fitness;
alimentação vegana ou vegetariana;
produtos destinados a dietas específicas.
Esses são apenas alguns exemplos, direcionados a um nicho específico. Mas vale a mesma regra para outros segmentos: busque temas que atraiam o interesse do público que sua marca pretende atingir.
2. Utilize um tom de voz específico
Sua marca promove shows de bandas de rock, vende utensílios domésticos ou cursos de especialização para advogados? O público de cada um desses nichos tem um vocabulário específico, um tom de voz específico e um tipo de imagem de interesse. Assim, é fundamental observar as características, as linguagens e os assuntos que interessam às pessoas que você deseja atingir.
3. Entenda o perfil de cada mídia social
Cada canal digital (Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter, YouTube, entre outros) tem características específicas, que podem (ou não) engajar melhor o público. Assim, não é interessante replicar o mesmo conteúdo em todos eles.
Vale a pena produzir imagens, postagens, vídeos e podcasts específicos para cada canal. Além disso, observe que, dependendo do público, uma ou outra mídia social pode ser mais utilizada. Assim, de novo, vale conhecer suas preferências e hábitos.
Lembre-se, também, de manter a frequência das postagens, pois isso é fundamental para que a marca seja lembrada.
4. Mantenha a comunicação ativa
A interação com o consumidor é essencial e ajuda as marcas na construção da audiência. Confira e responda todos os comentários, avalie como solucionar situações críticas e invista em estratégias para se aproximar de seu público, como concursos, lives, debates, entre outros.
Além disso, sempre que o consumidor entrar em contato, é importante ouvir e entender a demanda dele, fazendo um bom atendimento e buscando soluções adequadas a cada situação. Sua resposta é uma forma de conquistar a confiança e construir um bom relacionamento.
É possível usar um chatbot para fazer uma triagem das demandas do público, mas o atendimento humano e atencioso nunca será substituído.
5. Acompanhe as métricas
Ao observar quais postagens obtiveram maior engajamento, é possível saber o tipo de assunto que desperta mais interesse de seu público, ter ideias sobre o que causa maior impacto aos seguidores, entre outros insights importantes para sua audiência. Assim, observe a quantidade de visualizações, compartilhamentos, interações e conversões de cada canal.
Aproveite para melhorar os resultados dos seus negócios
Além de divulgar seus produtos e imagem e conversar diretamente com o público, os dados decorrentes das interações nas mídias sociais são fundamentais para entender melhor o comportamento do consumidor, seus interesses e suas necessidades.
Por isso, ao criar uma boa estratégia de produção de conteúdo, sua empresa pode conquistar um importante diferencial competitivo e se destacar perante os clientes.
Gostou de nossas dicas? Então, aproveite e nos siga em nossos canais, onde compartilhamos outras informações importantes para a construção de sua marca e do sucesso de seus negócios! Estamos no Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn, e YouTube!
Quem disse que microempreendedor individual não precisa investir em marketing? É possível que você já tenha ouvido essa falácia e, se pretende ver o crescimento de seus negócios, é bom esquecê-la para sempre! Em um cenário de intensa produção de dados, mercado altamente competitivo e uma busca acelerada por inovação e diferenciação, é vital elaborar e colocar o marketing para MEI em prática.
Os resultados desse investimento vão muito além do que ficar famoso: trata-se de estratégia de negócios que lhe trará conhecimento profundo de seu público, divulgação de seus produtos e serviços, fortalecimento de sua marca, conexão com parceiros importantes e uma reputação sólida no mercado, entre outros benefícios. Por isso, selecionamos as 4 principais estratégias de marketing para MEI. Confira!
1. Marque presença nas redes sociais
As redes sociais estão hoje entre os principais canais de divulgação de produtos e serviços, de interação e relacionamento entre empresas e clientes e também são imprescindíveis para a construção e o fortalecimento de uma marca. Sendo assim, não tem como abrir mão de sua empresa estar ativa nas mídias sociais como o Instagram, o WhatsApp, o YouTube e o Facebook.
Todavia, essa presença tem de ser muito bem pensada, não é simplesmente abrir uma conta e postar assuntos aleatórios — e apenas quando der. Você precisa atuar com planejamento e estratégia, e para isso entre os primeiros passos está pesquisar e analisar em quais redes seu público está e como ele se comporta em cada canal. Assim, será possível identificar onde atuar, focar em seu público, publicar assuntos pertinentes e com uma periodicidade capaz de manter seus seguidores supridos com informações e novidades acerca de seu mercado e de sua empresa. Além de possibilitar novas oportunidades de negócios e parcerias.
2. Desenvolva uma identidade visual
A identidade visual é um braço do marketing e do branding muito importante para fortalecer e diferenciar sua marca no mercado e para criar conexão com os clientes e os demais públicos. Não subestime a identidade visual, pois ela tem grande impacto na forma como seu trabalho é visto, na comunicação de seus valores e na formação da reputação de seu negócio.
Além disso, é também por meio dela que o público vai diferenciá-lo dos seus concorrentes e fazer com que sua marca seja lembrada e destacada — e não apenas mais uma do segmento.
3. Invista em conteúdo de qualidade
Não dá para falar em marketing para MEI sem abordar a produção de conteúdo e a qualidade desse material. Assim como a identidade visual, o conteúdo é um dos pilares, dos principais pontos de contato do consumidor com a marca. É por meio do conteúdo que o público poderá ver toda sua base de conhecimento acerca de seu setor e dos diferenciais de seu negócio.
Um bom conteúdo, distribuído de forma certeira, é aquele que é útil para o leitor, agradável, chega na hora certa e faz com que ele se sinta amparado pela empresa. Isso cria vínculos com o público e estabelece uma relação de familiaridade e confiança, o que dá ao cliente muito mais segurança em contratar suas soluções.
4. Cuide bem do relacionamento com o cliente
Um relacionamento de parceria com o consumidor é vital para o sucesso de qualquer negócio, independente do setor, do porte e da natureza do negócio. Invista em estratégias de relacionamento, treinamentos de atendimento ao cliente, estabeleça diálogo e faça com que ele se sinta acolhido por sua marca, com competência, técnica, transparência e empatia. Tudo isso é indispensável para gerar uma experiência gratificante e oportunizar a realização das vendas e a fidelidade de seu cliente.
Como você pôde ver, essas são estratégias básicas de marketing para MEI, capazes de criar notoriedade para sua marca, gerar credibilidade junto a seus públicos, divulgar seus produtos e serviços, além de fortalecer sua presença no mercado e no dia a dia do seu cliente. Investir nisso é essencial para aprofundar os conhecimentos, conhecer as novidades e atualizar as ofertas, aspectos que ampliam as oportunidades de negócios e tornam sua empresa mais dinâmica e competitiva.
E para aprender mais sobre marketing para MEI e ter acesso a muito mais informações poderosas para seu negócio, conheça os cursos do Sebrae.
As redes sociais estão repletas de influenciadores digitais: pessoas que aproveitam sua visibilidade online para moldar a opinião do público. Você já pensou em contar com elas para fazer marketing de influência?
Neste texto, vamos mostrar como você pode atrair clientes e garantir a expansão do seu negócio por meio dessa parceria com influenciadores. Continue a leitura e confira!
O que é o marketing de influência?
O marketing de influência é a ação em que digital influencers e empresas criam uma parceria para alcançar um segmento de mercado. Atualmente, os consumidores buscam uma experiência de aproximação e identificação com as marcas.
Os influenciadores podem se tornar verdadeiros representantes do negócio, afinal, eles já têm experiência em lidar com o público, sabem como criar engajamento e como entender o que seus seguidores buscam.
Ao contrário do que muitos pensam, essa estratégia não se resume às grandes marcas. As micro e pequenas empresas também podem se beneficiar desse movimento, pois existem influenciadores digitais nos mais variados segmentos e com alcances diversos. É possível ter em foco o público da sua cidade ou estado, por exemplo.
Como apostar nessa estratégia?
Quer entender como seu negócio pode começar a investir em marketing de influência? Veja a seguir algumas dicas.
Entender quem se comunica com seu público-alvo
Para começar, é essencial saber quem é o seu público-alvo e quais são as pessoas que têm visibilidade nesse segmento. Os influenciadores precisam saber como se comunicar com eles e, além disso, precisam estar alinhados aos valores da sua marca.
Esse alinhamento é necessário porque influenciadores podem ser considerados como verdadeiros representantes da sua empresa na sociedade. Por isso, a linguagem deve ser similar à adotada por sua empresa, para que não existam conflitos com o branding.
Estabelecer os objetivos da sua estratégia
Existem diversos objetivos que você pode adotar na hora de fazer marketing de influência. Um deles é atrair leads, ou seja, fazer com que um influenciador divulgue sua marca para o público dele, para que mais pessoas conheçam seus produtos.
Outro caminho é usar a parceria com influenciadores para fortalecer sua marca e aumentar as decisões de compra pelos seus produtos ou serviços. Ao ter como porta-voz uma pessoa de influência na comunidade digital, sua empresa ganha mais confiança e engajamento dos seguidores.
Mais uma estratégia é usar os influenciadores digitais para tornar a sua marca mais próxima do público, mostrando pessoalidade e uma comunicação adequada para os seguidores.
Traçar as ações que serão implementadas
Por fim, é hora de traçar as ações do seu plano de marketing de influência. É possível adotar diversos modelos de iniciativas, dependendo dos seus objetivos e das características e preferências do seu público. Podemos citar:
posts patrocinados nas redes do influenciador;
participação do influenciador em eventos da marca;
presença do influenciador nas redes sociais da empresa;
parceria para sorteios e concursos;
e até lives.
Saber reagir frente aos resultados
Seja qual for o caminho adequado, é necessário garantir que os resultados possam ser mensurados. Por isso, ainda durante o planejamento é essencial definir quais serão os indicadores de performance ideais para acompanhar ao longo do tempo.
Se sua estratégia estiver sendo conduzida com eficiência, sua marca vai ter como retorno uma maior demanda pelos produtos ou serviços oferecidos pela empresa. Sendo assim, é preciso se preparar para reagir corretamente a essa expansão do seu público, afinal, você certamente vai querer oferecer aos novos clientes a mesma experiência positiva que os influenciadores vivenciaram.
Manter um alto padrão de qualidade no atendimento e nos produtos é o que vai ajudar seu negócio a perpetuar uma imagem sólida com os consumidores.
O marketing de influência é uma das grandes tendências do mercado moderno. As novas gerações de consumidores estão cada vez mais conectadas à internet e às plataformas sociais. Essa é a sua chance de impulsionar os negócios e ganhar mais visibilidade.
Os últimos anos foram marcados por transformações tecnológicas, políticas e sociais que impactaram diretamente as relações entre as pessoas, as relações de trabalho, a forma como os clientes enxergam as empresas e, consequentemente, o comportamento do consumidor. Contamos hoje com clientes mais informados, mais exigentes e que esperam das marcas mais do que apenas a entrega de um produto ou a prestação de um serviço.
Aspectos como reputação da empresa, posicionamento sobre questões sociais, valores éticos, propósito e causas, entre outros, passaram a ter um peso maior na relação cliente-marca e toda essa dinâmica traça novos hábitos do consumidor. A necessidade por si só não é mais elemento primordial para as práticas e para a decisão do cliente.
Sendo o comportamento do consumidor imprescindível para o crescimento das empresas, seja qual for seu segmento econômico, elencamos os 5 principais elementos que influenciam esse padrão. Você confere a seguir!
Entenda melhor o que é o comportamento do consumidor
A forma como o cliente percebe seu negócio, o que espera dele, o que busca ao consumir um produto ou serviço e a relação que estabelece com a marca, tudo isso constitui o comportamento do consumidor. Grosso modo, é a maneira como ele lida com sua empresa e o que faz em relação a ela e a seus produtos.
Refere-se também ao campo de pesquisa que estuda essas relações e cria estratégias e ações para que tal comportamento seja cada vez mais positivo e favorável para os negócios.
Veja os principais fatores capazes de influenciar o comportamento do consumidor
Entendido o conceito, é hora de conhecer cinco dos principais fatores que exercem influência forte e direta nos hábitos do consumidor. Vamos lá.
Personalidade
A personalidade, o perfil comunicativo — amplamente explicado pela Neurociência — e a visão de mundo do cliente são alicerces de seu padrão de consumo. Esse aspecto relaciona-se muito com a postura das organizações em relação a fatos e questões como meio ambiente, direitos sociais, igualdade e cultura — e também a gostos, preferências, relacionamentos e características emocionais de pessoas e de grupos.
Para entender e se adaptar ao comportamento do seu cliente, é fundamental saber como é seu jeito de ser, de ver a vida e de se expressar. Isso favorece bastante o relacionamento com cada perfil de consumidor.
Faixa etária
A idade dos clientes também é um fator decisivo no comportamento do consumidor, tanto no que diz respeito a necessidades quanto a preferências e hábitos.
Por exemplo, a forma de se comunicar com um adolescente não é a mesma de se dialogar com um homem mais maduro, que já é pai. Um calçado utilizado por uma senhora é bem provável que não seja o mesmo utilizado por uma mulher jovem, em plena correria do dia a dia e assim por diante.
Conhecer a faixa etária do seu público vai facilitar o entendimento das preferências, expectativas e da forma como ele vai lidar com sua marca.
Classe social
O modo de consumir e onde uma pessoa resolve concentrar seu investimento influencia mais até do que a classe social. Contudo, a classe ainda é um fator coletivo e que tem efeitos diversos no imaginário e no comportamento coletivo.
As classes sociais englobam indivíduos com gostos, necessidades e condições similares, que fazem com que um padrão de comportamento se desenhe sustentado por esses pontos em comum. Podemos notar isso nitidamente em campos como tecnologia e inovação, moda, turismo e vários outros serviços e produtos.
Hábitos e cultura
Os hábitos e a cultura dos consumidores são pautados, entre outros, pelos aspectos anteriores e são fortes influenciadores do comportamento. Soma-se aqui também o estilo de vida, que determina o tipo de produto que será usado, o perfil de empresa com quem a pessoa quer se conectar, os serviços que serão contratados, a percepção da proposta de valor.
Isso fica muito evidente e é extremamente importante para os negócios de nicho, por exemplo, produtos veganos, consultorias para empreendedoras, cursos e treinamentos para economia criativa, negócios na área da saúde mental e bem-estar.
A cultura aqui se refere também à região geográfica em que a pessoa nasceu e em que vive. As mais diversas culturas e regionalismos ditam e criam gostos, padrões de alimentação, tipos de roupa, programas, passeios, opções de lazer e necessidades específicas. É preciso considerar essas influências e os atributos de cada região para entender e estimular o comportamento do consumidor.
Experiência com a marca
Desde o primeiro ponto de contato que o cliente tem com uma marca, são formadas percepções acerca dessa empresa e, conforme ele avança no funil de vendas, mais importante e impactante é pensar na experiência que esse cliente terá com a sua empresa, com os seus produtos e com a sua marca.
Diversos estudos já demonstraram o quão relevante é o atendimento ao cliente, o quanto as pessoas valorizam ser tratadas com cortesia, respeitadas, devidamente informadas e ter suas necessidades supridas. Portanto, uma boa ou uma má experiência com sua marca pode influenciar positiva ou negativamente o comportamento do consumidor.
Diante do exposto, você pode compreender como é de alta relevância entender o comportamento do consumidor e como os fatores citados devem fazer parte de todas as análises que envolvem o relacionamento com os clientes.
Isso não apenas para desenvolver produtos específicos ou aumentar o número de vendas, mas para criar laços verdadeiros com os clientes, para estabelecer relacionamentos mais autênticos com o público e responder aos anseios desse novo perfil de comportamento do consumidor, que enxerga nas marcas uma referência e espera uma conexão mais humana e transparente.
Como você bem sabe, empreendedor, são muitas as decisões que lhe cercam no dia a dia e no crescimento do seu negócio. E para auxiliar nesses processos, o Sebrae Alagoas está sempre à sua disposição. Entre em contato conosco.