Você sabe como vender na internet? Caso você tenha dúvidas é importante saber que está perdendo uma excelente oportunidade de alavancar as suas vendas. O mundo digital oferece inúmeras possibilidades para aumentar o faturamento de qualquer negócio, uma vez que ele permite atingir um público muito maior quando comparado ao mundo offline.
Além disso, durante o processo de venda online fica muito mais fácil de se relacionar com os seus clientes, tendo em vista que seus anúncios — quando bem-feitos — serão entregues apenas para quem realmente tem interesse nos seus produtos.
Se você deseja inserir o seu negócio na web e precisa de ajuda para saber como vender online, este artigo foi feito para você. Continue a leitura e confira as nossas dicas!
Crie uma loja virtual
O primeiro passo para vender online é criar uma loja virtual. Esse site deverá ter um design profissional e ser responsivo, ou seja, as páginas precisam carregar rápido e todos os processos precisam ser intuitivos, a fim de otimizar ao máximo a experiência do cliente.
Além disso, não podemos deixar de mencionar a importância de disponibilizar diversos meios de pagamento (boleto e cartão de crédito, por exemplo) para aumentar as chances do consumidor fechar negócio.
Defina um processo de vendas
O processo de vendas de uma loja virtual é bem similar ao de um negócio offline. Sendo assim, é importante que você tenha uma equipe preparada para oferecer um suporte adequado aos seus consumidores, esclarecendo suas eventuais dúvidas e auxiliando o potencial cliente sobre os passos necessários para concretizar a compra. Ao observar que houve abandono de carrinho, por exemplo, a equipe deverá verificar o que influenciou nessa decisão cliente.
Faça campanhas com ofertas limitadas
A escassez trabalha o senso de urgência no consumidor. Por isso, uma oferta disponível por apenas um dia faz com que ele tome uma decisão rápida, a fim de não perder aquela oportunidade.
As ofertas limitadas ajudam a aumentar o faturamento, principalmente em datas comemorativas, que é quando as pessoas estão mais propensas a comprar. Sendo assim, analise as necessidades do seu público e ofereça a ele ofertas consideradas imperdíveis para aumentar o seu faturamento.
Tenha uma estratégia de pós-venda
Não é só porque o seu negócio é online que ele não precisa de uma estratégia pós-venda. Acredite, nesse caso, ela se faz ainda mais importante, uma vez que transmitirá mais segurança para o seu público.
Aqui, você pode solicitar o número do WhatsApp no momento do cadastro. Dessa forma, assim que o cliente efetuar a compra, a sua equipe pode entrar em contato com ele enfatizando que o pagamento foi confirmado e que o produto está a caminho. Por fim, disponha-se para solucionar eventuais dúvidas dos seus clientes.
Venda no Google Shopping
O Google Shopping é uma ferramenta disponibilizada pelo Google que visa entregar ao usuário os produtos que ele está buscando de maneira simples, organizada e ágil. Os produtos são apresentados de maneira bem intuitiva, destacando a imagem, o preço, o nome da mercadoria e o endereço virtual da sua loja. A grande vantagem dessa opção é que os produtos aparecem no topo da pesquisa, antes mesmo dos anúncios pagos.
Agora você já pode começar a vender online! Saiba que você pode atuar nesse ramo a qualquer momento, mas lembre-se: quanto antes, melhor! Afinal, seus concorrentes estão – cada vez mais – dispostos a fazer de tudo para se destacar no mercado. Vale mencionar também a importância da qualificação profissional para o sucesso do negócio, pois quanto mais conhecimento você tiver, mais insights terá para alavancar as suas vendas.
Abrir um negócio próprio e mantê-lo funcionando é uma tarefa estimulante e desafiadora, mas custa dinheiro. Os empreendedores precisam se preocupar com investimentos, prazos e ainda manter uma planilha de controle de contas condizente com o que está sendo feito.
Uma das formas de investir para expandir o negócio é obter acesso ao crédito. Neste post, falaremos sobre como ele funciona, as dificuldades e obstáculos enfrentados pelos empresários e como o Sebrae pode ajudá-lo nessa jornada. Boa leitura!
Como funciona o acesso ao crédito para empreendedores?
Quando estão precisando de um aporte financeiro para fazer a empresa crescer, os empreendedores podem recorrer a recursos de terceiros para expandir o negócio. Dessa forma, uma boa opção é buscar o auxílio de instituições financeiras tradicionais, como bancos e cooperativas de crédito, e as fintechs.
A principal forma de acesso, utilizada pelos microempreendedores individuais, por exemplo, é o microcrédito. Trata-se da concessão de empréstimos a profissionais formais ou informais, geralmente até R$ 20 mil.
O principal diferencial do microcrédito é a simplicidade do acesso e o baixo de valor de cada operação, o tornando uma boa opção de captação de recursos de terceiros pelos empreendedores individuais.
Além disso, outras opções de acesso são cooperativas de crédito (instituições financeiras sem fins lucrativos formadas por cooperados que também atuam como acionistas) e o pedido direto às fintechs, startups que oferecem empréstimos e serviços financeiros.
Quais são os principais desafios enfrentados pelos empreendedores?
Agora, entenderemos um pouco dos desafios enfrentados pelos empreendedores.
Pouco dinheiro para iniciar as atividades
Um dos problemas é que quem está começando a empreender geralmente não conta com um caixa alto, capaz de cobrir despesas extras imprevistas no inicio do negócio. Assim, os empreendedores recorrem a linhas de crédito, empréstimos e outras possibilidades oferecidas pelas instituições financeiras.
Contudo, raramente essas instituições concedem crédito aos iniciantes do mercado — um dos motivos é que os solicitantes costumam disponibilizar poucas informações que demonstrem segurança para os credores. Além disso, com juros altos, os empréstimos bancários, acabam desencorajando muitos empresários.
Exigências burocráticas
Os bancos também costumam dificultar a liberação de valores para quem tem pouco tempo de atividade no mercado ou não está com suas finanças organizadas, ao impor exigências altamente burocráticas, minando a paciência dos solicitantes.
Como muitos empreendedores precisam pagar despesas já realizadas, eles acabam se sujeitando a condições desvantajosas — como juros altos, que comprometerão o caixa por muito tempo.
Para os pequenos negócios, é ainda mais difícil garantir a sustentabilidade quando eles precisam correr atrás de instituições financeiras e cooperativas de crédito em busca de auxílio financeiro para sobreviver à crise.
Isso porque os bancos buscam garantias reais de que aquela instituição conseguirá sobreviver por um tempo maior, o que é especialmente difícil para os pequenos negócios. Por isso, as instituições exigem a apresentação de muitos documentos, projeções, relatórios, certidões, tornando o processo ainda mais complicado.
Como conseguir crédito?
Agora, falaremos dos principais passos para aumentar as suas chances de obter crédito.
1. Organize as contas
Antes de tudo, mapeie as suas contas e entenda as necessidades do negócio. Você precisa comprar equipamentos ou contratar mais pessoas? Esse tipo de questão ajudará no planejamento.
2. Saiba o objetivo do crédito e o valor
Antes de buscar o acesso ao crédito, é necessário entender se o dinheiro buscado será aplicado em capital de giro ou investimento direto, por exemplo. Isso facilita o planejamento e garante um foco para o empreendedor.
3. Mantenha bom relacionamento com a instituição financeira
Para manter um bom relacionamento com as instituições que fomentam o crédito, é fundamental ter um histórico de bom pagador. Busque quitar pagamentos pendentes para mostrar às instituições que a sua empresa honra com os compromissos.
4. Tenha um cadastro sem restrições
Essa dica se relaciona diretamente à anterior: ter um nome limpo, sem o acúmulo de outras dívidas, é muito importante para que o seu negócio seja bem visto pelas instituições — tanto as tradicionais como as opções mais modernas, como fintechs.
5. Ofereça garantias
As instituições financeiras costumam solicitar garantias de crédito antes de conceder um empréstimo. Elas se dividem entre diferentes tipos, sendo que alguns dos mais comuns são:
aval, uma garantia pessoal de quitação da dívida. Uma pessoa, física ou jurídica, fica responsável pelo pagamento.
alienação fiduciária, que implica na transferência de propriedade de um bem móvel para a instituição financeira.
hipoteca, no qual o tomador oferece um bem imóvel. O direito de posse da propriedade só volta ao empreendedor quando a dívida é liquidada.
Essas modalidades podem ser oferecidas para facilitar o acesso ao crédito e facilitar a expansão sustentável do negócio.
O interessado em garantir o acesso ao crédito deve tomar cuidado para disponibilizar informações contábeis que façam jus à situação financeira do negócio. Isso é importante até mesmo para evitar uma quebra de contrato em relação à instituição financeira.
7. Tenha um bom plano de negócios
O plano de negócios é um documento utilizado para demarcar os objetivos de um negócio e quais são as etapas que devem ser cumpridas para que as metas sejam alcançadas. Dessa forma, o empreendedor consegue registrar, por escrito, as prioridades — diminuindo riscos e incertezas.
Portanto, antes de abordar as instituições financeiras, defina um bom plano de negócios. O próprio ato de construi-lo será importante para estabelecer prioridades precisas.
8. pesquise as instituições financeiras
Por fim, pesquise as opções e escolha abordar aquelas que ofereçam as melhores opções, de acordo com suas necessidades. Para isso, não deixe de conferir tanta as instituições financeiras tradicionais, como bancos e cooperativas de crédito, como as novíssimas fintechs.
Como o Sebrae pode ajudar?
Além dos seus estudos sobre o tema, sempre buscando ajudar os empreendedores, o Sebrae conta com um programa especial, o Crédito Assistido. Por meio dele, acompanhamos o solicitante em todas as fases da operação de crédito. Inclusive, é possível consultar nossos conteúdos e informações necessárias para que o procedimento seja o mais consciente possível.
O programa conta com orientações em três etapas cruciais: pré-crédito, pós-crédito e uma parte final, dedicada a informar o empreendedor sobre tudo o que é preciso para manter as suas parcelas em dia.
Com nossos conteúdos, você entenderá como pesquisar as linhas disponíveis e realizar um comparativo entre elas, por exemplo. Assim, será bem mais fácil manter uma planilha de controle de contas atualizada e organizada. Além disso, não deixe de conhecer o Orienta Crédito, um programa de orientação do Sebrae.
O fim de ano já está batendo na nossa porta e é hora de pensar as campanhas e ações promocionais para a época. Como estratégia e planejamento são imprescindíveis para se alcançar bons resultados, trouxemos dicas essenciais sobre como fazer promoção aproveitando as grandes datas que se aproximam, como a Black Friday e o Natal.
Seguir o calendário de datas comemorativas é uma ótima oportunidade de aumentar as vendas e a visibilidade da sua empresa e, para isso, você deve estar atento a diversos fatores, como mostraremos. Deve também estar preparado para receber a demanda dos clientes com qualidade, proporcionando a eles uma experiência positiva com sua marca. Vamos então aprender como fazer promoção de fim de ano de sucesso?
Antes de seguir com as ações promocionais, é preciso estar atento a dois fatores
As promoções de fim de ano, assim como as de outras datas, são momentos muito frutíferos para as vendas e devem ser aproveitados. Acontece que sua empresa precisa estar fortemente preparada, sobretudo no que diz respeito a equipe e disponibilidade de estoque.
São dois pontos bem sensíveis e que – se não forem bem organizados e devidamente adaptados para o momento – podem transformar sua campanha em um grande fiasco. Afinal, estão diretamente ligados à satisfação do cliente. Portanto, faça um cálculo e uma previsão de demanda, organize seu estoque, converse com fornecedores com antecedência e planeje as recompras, se necessário.
Em relação à equipe, treinamento é a palavra de ordem. E também deve ser realizado com antecedência, num tempo confortável para a qualificação dos vendedores. Os colaboradores são os principais pontos de contato com o consumidor no contexto da venda, então é fundamental que eles tenham amplo conhecimento dos produtos, das necessidades do público, além de estarem prontos a entregar uma excelente experiência ao cliente.
Agora veja as dicas de como fazer promoção de fim de ano arrasadora
Para pôr a mão na massa e criar suas promoções com excelência, selecionamos os passos que não podem faltar. Em todos eles, é preciso valorizar o cliente e oferecer benefícios atrativos. Vamos lá!
ofereça porcentagens de desconto por produto;
defina um prazo específico para a promoção, gerando um senso de urgência;
as pessoas em geral gostam de ser presenteadas, ofereça brindes a partir de um determinado valor em compras;
promova descontos progressivos;
crie ações específicas para os clientes fiéis;
crie também vantagens para novos clientes;
trabalhe com preços competitivos;
ofereça premiações aos vendedores, estimulando o desempenho da equipe.
Além dessas dicas, é importante mensurar todos os resultados da promoção, a fim de entender os pontos fortes da ação e o que é preciso melhorar para as próximas. É uma boa oportunidade de ter mais informações sobre o perfil e o comportamento do seu público.
Saber como fazer promoção é também levar em conta a todo momento a experiência proporcionada e a satisfação do cliente. Ainda que a demanda aumente muito, você precisa garantir que seu cliente será bem atendido e bem tratado em todos os contatos com sua marca.
Preparado para criar suas promoções de fim de ano? Com essas dicas, será um sucesso. E se você gostou do conteúdo, pode acompanhar muito mais curtindo a página do Sebrae Alagoas no Facebook.
Um dos assuntos que mais preocupa quem tem o próprio negócio é o controle das finanças. Afinal, a má gestão desse aspecto, em um empreendimento, pode ser literalmente fatal para a empresa. Por isso, o planejamento financeiro para MEI precisa ser muito bem estruturado.
Neste artigo, queremos ajudar você a traçar esse plano para um orçamento equilibrado e que conduza seu negócio de maneira saudável e promissora. Você vai ver que nas finanças estão no centro do sucesso da sua empresa.
Continue a leitura e confira 4 dicas para um bom planejamento financeiro para o Microempreendedor Individual.
1. Registre todos seus gastos com a empresa
Um dos primeiros passos para um bom controle financeiro é o registro dos gastos periódicos da sua empresa. Se você já tem esse hábito nas finanças pessoais, basta repeti-lo de maneira mais profissional com as contas do MEI. No entanto, se essa prática ainda não faz parte da sua rotina, é hora de começar.
Você pode usar planilhas, aplicativos de celular ou mesmo as plataformas de gestão comercial para registrar todos os gastos. Se o negócio ainda não está funcionando, faça estimativas de custos, sempre colocando valores extras que sirvam para imprevistos.
2. Separe o dinheiro pessoal do dinheiro da empresa
Mais um comportamento que é fundamental para fazer o planejamento financeiro é separar os gastos de pessoa física e jurídica. Quem empreende e usa as finanças do negócio como se fossem suas comete um grande erro que, geralmente, é o que causa o caos no orçamento.
Ao iniciar um empreendimento, trate-se como um funcionário, separando um salário fixo que caiba nos ganhos da empresa e que cresça à medida que os lucros avançam. Lembre-se de que o negócio tem custos próprios que são mais altos e mais imprevisíveis que os da sua vida pessoal e, por isso, merecem mais atenção.
3. Mantenha os pagamentos em dia
Se você seguir os primeiros dois passos, vai ter mais facilidade em cumprir este: manter os pagamentos em dia. São fornecedores, parcelas de equipamentos, boletos do Documento de Arrecadação do Simples Nacional o DAS-MEI, aluguel da sala comercial, entre outros compromissos. Honrar esses pagamentos é essencial para manter o controle e não se surpreender nos meses seguintes.
4. Controle o fluxo do caixa
Você precisa saber quanto entra e sai da conta empresarial. Esse controle do fluxo de caixa é mais um passo importante para conduzir o planejamento financeiro do MEI de maneira profissional. Essa observação cuidadosa também ajuda você a tirar uma média dos lucros mensais, que permite uma preparação para os meses seguintes ou mesmo um reajuste na estratégia, caso os valores sejam inferiores à sua projeção.
Esperamos que essas dicas ajudem você a fazer um bom planejamento financeiro para MEI. Seguir esses passos vai permitir que seu negócio seja mais saudável financeiramente e tenha mais chances de sucesso. Por fim, não se esqueça de guardar sempre uma parte dos lucros para investir no crescimento da empresa. Outro ponto fundamental é cumprir os prazos de entrega da Declaração Anual do Simples Nacional, a declaração de faturamento do microempreendedor individual.
Precisa de ajuda para estruturar melhor seu negócio e ter melhor controle financeiro? Entre em contato com o Sebrae Alagoas e descubra como podemos auxiliar sua empresa.
A pandemia acelerou diversas tendências do mercado. Um exemplo prático: as pessoas passaram a ficar mais tempo em casa, consumindo, assim, cada vez mais conteúdos na internet. Não à toa, os e-commerces cresceram de forma espantosa nesse período.
Por isso, estruturar um curso online se tornou uma oportunidade de ouro. Isso porque eles são mais flexíveis do que uma graduação ou cursos comuns, uma vez que a pessoa pode conferir os vídeos em horários variados, encaixando esse aprendizado dentro da sua rotina da forma que preferir.
Nesse contexto, preparamos um post específico sobre como fazer um curso online e divulgá-lo de forma apropriada. Confira!
Identifique seu público ideal
Caso você esteja pensando em criar um curso online, provavelmente já tenha uma ideia do que quer ensinar. Mas como definir o público ideal e acertar em cheio na divulgação? Uma boa ideia é trabalhar com as personas.
Trata-se de uma representação semifictícia do público ideal, com base em informações como idade, profissão, preferências, hobbies e objetivos. A pesquisa pode ser realizada em grupos, nas redes sociais – por exemplo – ou com a ajuda de profissionais de marketing, que lhe ajudarão a identificar esse perfil.
A partir desse estudo, será possível também pensar nos equipamentos que devem ser adquiridos e no estilo do seu curso. Sua persona é mais jovem? Talvez seja melhor apostar em vídeos bem editados, com efeitos destinados a mantê-los conectados ao assunto.
Contudo, se a persona é de uma faixa etária mais elevada e o tema ensinado for mais complexo, o melhor é investir em vídeos sóbrios — sem nunca esquecer de estabelecer um canal para esclarecer as dúvidas.
Escolha uma plataforma EAD
Para disponibilizar o curso de forma adequada para os alunos, é fundamental escolher uma plataforma de EAD. Certifique-se de que ela seja responsiva — isso é: que funcione bem tanto em dispositivos móveis (celulares) como em notebooks e computadores de mesa.
Esse passo é tão importante quanto montar aulas incríveis. O ideal é buscar uma plataforma que concentre todas as funcionalidades que você precisa para disponibilizar os vídeos. Além disso, tenha um layout amigável, intuitivo e que facilite a navegação.
Assim, você garante que os alunos tenham uma boa experiência ao acessar o produto, independentemente do dispositivo utilizado. Não adianta ter um conteúdo de qualidade se a plataforma é um verdadeiro tormento para os seus clientes.
Monte listas de aulas
Agora que você já definiu os temas e escolheu uma boa plataforma, é o momento de começar a planejar efetivamente as aulas do seu curso online. Estabeleça os tópicos principais e, em seguida, os conteúdos específicos. Ao fazer isso, você consegue organizar os materiais de uma forma que faça sentido para quem esteja acessando.
Suponhamos que o seu curso seja sobre culinária. Alguns dos tópicos principais podem ser:
organizando a cozinha;
entendendo termos básicos;
receitas inesquecíveis.
Dentro do segundo tópico, podem entrar subtópicos específicos, como “refogar”, “saltear” ou “clarificar” e um vídeo básico de cada uma dessas técnicas. Nas receitas inesquecíveis, podem ser colocados “pratos típicos da culinária” abordada no curso e “o que não pode faltar no currículo de nenhum candidato a chef”.
Na hora de montar as listas de aula, é muito importante evitar cursos muito longos. Isso porque você pode acabar caindo no erro de querer abordar muitos assuntos com pouco tempo de exposição, tornando o seu conteúdo superficial e cansativo para os alunos.
Além disso, cursos muito longos fazem com que as pessoas percam a principal motivação de escolher uma formação do tipo: a capacidade de adquirir uma boa formação em menos tempo. Ao optar por um formato mais enxuto, será mais fácil manter uma boa taxa de retenção de alunos.
Divulgue o seu curso
Por fim, divulgar o seu curso de forma adequada tem a ver com encontrar os melhores canais de acordo com a sua proposta. As redes sociais são uma escolha sempre interessante, uma vez que muitas pessoas passam horas online nesse ambiente.
Estratégias de automação de marketing são eficientes para disparar mensagens, caso você já tenha uma base de clientes em potencial. Contudo, se esse não for o seu caso, não há problema: que tal investir na criação de um blog?
No blog é possível investir em uma estratégia de marketing de conteúdo. Ao escrever posts sobre assuntos que despertam a curiosidade das pessoas, você as atrai para a sua página. Quando elas são expostas a artigos de qualidade, o seu empreendimento se estabelece como uma fonte de autoridade sobre aqueles temas — o que aumenta as chances de que elas façam negócio com você.
Como pudemos ver no artigo, promover um curso online é uma forma interessante de compartilhar o seu conhecimento com outras pessoas e ainda lucrar com isso. Com alguns cuidados básicos relacionados à montagem de persona, à elaboração de aulas e à divulgação, será possível alcançar um bom número de potenciais alunos.
E aí, quer mostrar esse conteúdo para outras pessoas? Então, compartilhe em suas redes sociais e chame os amigos para a discussão!
Entender sobre a área financeira faz com que a sua gestão se beneficie e que você tenha uma visão global e estratégica de como atuar no mercado, destacando-se aos olhos dos consumidores.
Empresas que apostam em um bom planejamento de uso de recursos, têm maiores chances de crescer, uma vez que estarão mais preparadas para realizar investimentos em áreas que a concorrência sequer identificou. Esse tipo de planejamento funciona como um guia para desenhar as estratégias de sua empresa.
Quer saber como fazer um bom planejamento financeiro? Confira nossas dicas!
Separe conta de pessoa física e jurídica
A separação das contas da pessoa física – você – e da pessoa jurídica – sua empresa – faz com que você organize as despesas e investimentos pessoais das despesas e investimentos que deve fazer para o seu negócio.
Registre as entradas e saídas da empresa, faça uma previsão de vendas, a partir dos números que você possui e estipule um valor para o seu pró-labore. Desta forma, aumenta o seu controle sobre suas próprias despesas e sobre as movimentações que vai fazer para a empresa.
Estude o mercado
Estudar o mercado faz com que você tenha clareza sobre as necessidades do público com que atuará e entenda as características e os hábitos de consumo de uma cidade, região ou determinado grupo.
Esse conhecimento proporcionará um posicionamento acertado em relação ao que oferecer e como apresentá-lo aos consumidores. Além de possibilitar que você antecipe ações que impulsionem a compra de seus produtos e faça com que seu negócio se destaque em relação à concorrência.
Faça um orçamento bem detalhado
A planilha deve ser a melhor amiga do seu negócio. Isso porque respeitar o capital de sua empresa possibilita que você tenha uma vida financeira saudável e bem preparada para qualquer situação.
Construir um orçamento bem detalhado faz com que você saiba o momento exato de fazer investimentos, quando adquirir uma sede maior, contratar um profissional para atender melhor seus clientes etc.
Tenha um bom controle financeiro
Controle é a palavra que acompanha empresas que fazem gestão amparada por planejamento. Além de controlar receitas, como as vendas diárias, é preciso fazer o controle patrimonial.
Dentro do controle patrimonial, temos os ativos, isso é, os valores líquidos e os equipamentos que sua empresa dispõem neste momento e que podem gerar lucro. O passivo é o que gera custo para empresa, por exemplo, o espaço que você adquiriu para ser sede da empresa ou mesmo o aluguel.
Uma vez que você tenha essas despesas anotadas e controladas, a próxima etapa é entender suas despesas diárias e, desse modo, entender se seus investimentos vão trazer resultado ou se podem ser direcionados para outras áreas.
Para ajudá-lo no processo, o Sebrae tem diversos materiais, como cursos e vídeos, para que você entenda, cada vez mais, da vida financeira de sua empresa e aprenda como fazer um bom planejamento financeiro.
Quer aprender mais sobre finanças e tomar decisões assertivas, gerando inovação, com olhar estratégico e aumentando a receita? Assista o vídeo da palestra Como organizar suas finanças durante a crise e descubra que, com ações simples, será possível conquistar resultados positivos para o seu negócio.
O futuro do varejo é muito promissor. Quem souber aproveitar as oportunidades tem grandes chances de fazer o seu negócio crescer e sair na frente da concorrência. Os consumidores estão cada vez mais exigentes e a pandemia tem intensificado isso, uma vez que eles precisam ter acesso aos produtos, mesmo com as exigências de distanciamento social.
Sendo assim, quanto mais você melhorar a experiência do seu cliente, oferecendo a ele comodidade e, claro, excelente atendimento, é muito provável que o seu negócio comece a se destacar naturalmente.
No entanto, a preocupação de muitos empreendedores está relacionada ao momento pós-pandemia. Como será a relação com o novo consumidor? É isso que explicamos neste artigo. Confira!
Como o varejo vai sair da pandemia?
A pandemia impactou muito a vida e o comportamento das pessoas, sem contar os seus anseios e preferências. O varejo tem grandes chances de sair mais forte dessa crise, mas para isso precisa se adaptar às novas exigências do consumidor.
O uso da tecnologia, por exemplo, se faz indispensável para acelerar o atendimento e otimizar a experiência do consumidor. O delivery é outra característica que precisa ser implementada na maioria dos negócios, pois, quanto mais cômodo for para o cliente adquirir um produto, maiores serão as chances de melhorar o seu faturamento.
O novo consumidor estará ainda mais preocupado com questões relacionadas à saúde e aos problemas sociais. Sendo assim, é importante adaptar-se a essas exigências, a fim de evitar a queda nas vendas.
Quais as principais mudanças que devem ocorrer na sua configuração?
O futuro do varejo sofrerá algumas mudanças importantes, tais como:
redesenho: agora, os consumidores darão preferência para ambientes mais cleans, que passam uma sensação de segurança em relação ao seu bem-estar. Portanto, os pontos de vendas precisam trabalhar cores claras, vidros e seus espaços precisam ser bem arejados;
auto check-out: os pagamentos via celular são tendências para o período pós-pandemia, pois os clientes não estão dispostos a enfrentar filas e ficando expostos a riscos;
maior dedicação à implantação do marketing sensorial: o marketing sensorial ajudará o cliente a tomar suas decisões de compra mais rápido, porém, tenha atenção para não infringir nenhuma exigência de higienização, principalmente se o sentido explorado for o tato ou o paladar;
maior valorização do comércio local: quanto mais o comércio local colabora com a população, mais a população valorizará o comércio local.
Como será a relação do comércio varejista com o novo cliente?
A relação do comércio varejista com o novo cliente será mais exigente e consciente do que antes da Covid-19. O consumidor terá algumas regras em mente, como:
mais segurança e higiene: consumir presencialmente deve ser algo seguro;
mais comodidade para realizar suas compras: ficar mais tempo em casa será o novo normal;
atendimento ágil e facilitado: acesso a novas tecnologias contribuirão positivamente na sua decisão de compra, entre outros.
Embora a expectativa do futuro do varejo seja animador, muitas dúvidas podem surgir ao longo dessa jornada. O importante nesse momento é que você faça a sua parte e continue se mantendo focado na experiência do seu cliente, oferecendo a ele facilidades para melhorar o relacionamento entre vocês.
O que acha de ajudar outros empreendedores a ficarem por dentro desse assunto? Compartilhe esse artigo nas redes sociais e nos ajude a conscientizar mais pessoas!
Melhorar a experiência do consumidor é uma obrigação de qualquer negócio e esse é um dos principais objetivos do marketing sensorial. Você sabia que os sentidos influenciam muito na decisão de compra e têm o poder de manter os clientes dentro das lojas? Investir nessa estratégia só tende a melhorar os resultados da sua empresa.
Quanto maior for a satisfação dos seus consumidores, maiores serão as chances de ele indicar seu produto ou serviço para amigos, colegas e familiares. No entanto, quando a experiência não é nada agradável, o efeito contrário também acontece. É muito provável que o cliente expresse sua insatisfação publicamente.
Quer entender mais sobre o marketing sensorial para surpreender seus clientes e fazer com que eles se tornem fãs da sua marca? Então continue a leitura deste artigo e descubra as vantagens que essa estratégia tem a oferecer para o seu negócio!
O que é marketing sensorial?
O marketing sensorial refere-se a uma estratégia que faz uso dos cinco sentidos do ser humano para despertar o desejo de adquirir um produto ou serviço, tendo como base a experiência que ele teve naquele momento.
Essa estratégia pode ser estimulada por meio:
do olfato: esse sentido é afetado pelo cheiro dos produtos, como quando você entra em uma perfumaria e sente as fragrâncias disponíveis para compra;
da visão: a visão é estimulada quando o público olha para uma imagem que chama a sua atenção e desperta um desejo, como uma foto de uma comida que aparenta estar deliciosa;
da audição: músicas e sons ajudam a tornar o ambiente do estabelecimento mais aconchegante. A sonorização em um ponto de venda, por exemplo, ajuda a atrair mais clientes e proporciona uma sensação de prazer, o que estimula a decisão de compra;
do paladar: esse sentido é estimulado quando a pessoa percebe um gosto particular no produto, mesmo que ele seja comum no mercado;
do tato: o tato precisa passar uma sensação de familiaridade com o produto, a fim de que o cliente se imagine usando aquela mercadoria. Permitir que ela sinta a textura da roupa e outros objetos é importante para saber se aquele produto atende às suas necessidades.
Quais as principais vantagens do marketing sensorial?
Agora que você já sabe o que é marketing sensorial, apresentamos as 6 principais vantagens que essa estratégia oferece para a sua empresa. Confira!
1. Estimular o desejo de compra
Muitas vezes, as pessoas deixam de comprar um produto porque ficam amedrontadas pelo fato de não gostarem dele quando chegar em casa.
Para quebrar esse tipo de objeção, é importante passar para o potencial cliente a sensação de usar determinado produto. Suponhamos que você esteja trabalhando com uma nova marca em seu supermercado. Permitir que seus clientes a experimentem é uma estratégia muito eficiente para otimizar as suas vendas.
Dessa forma, é possível estimular o consumidor a tomar uma decisão e, ao mesmo tempo, melhorar a rotatividade de um produto ainda desconhecido e com pouca procura.
2. Criar vínculos emocionais com o consumidor
Você lembra de alguma empresa com carinho? Não apenas pelo bom atendimento, mas pela satisfação com o produto final? Quando você vai a um restaurante, por exemplo, e sente aquele cheirinho da sua comida preferida, só de lembrar agora, não dá vontade de ir até lá?
São esses os vínculos emocionais que são criados com o marketing sensorial. O cliente passa a lembrar da sua empresa pelo cheiro, por uma imagem associada a ela, pela música de um cantor preferido, entre outras situações.
3. Explorar os produtos
O marketing sensorial permite que o cliente explore seus produtos para entender melhor os benefícios que ele oferece. Suponhamos que você tenha uma loja de colchões. Antes de adquiri-lo, é importante que o consumidor deite nele (sem aquele plástico usado para proteger o material) e analise se o produto atende às suas necessidades.
Ao investir nesse tipo de estratégia (tato), fica mais fácil até mesmo de convencê-lo a levar para casa um produto de alto valor, como os colchões que contam com massageadores e aqueles que oferecem melhor qualidade.
4. Fidelizar e encantar clientes
A confiança é a base do relacionamento com o cliente. Quando o consumidor confia em uma empresa, dificilmente ele dará preferência para outra. Portanto, ter essa credibilidade com o seu consumidor é fundamental para sair na frente da concorrência e ganhar mais espaço no mercado.
Nesse momento, o marketing sensorial pode ser usado até mesmo em lojas online. Com a crianção de um bom layout, uso de fotos atrativas e com uma ótima descrição dos seus produtos, fica mais fácil de atrair e fidelizar os seus clientes. Você pode até mesmo criar uma playlist para tocar enquanto o cliente navega pelo site.
5. Influenciar a decisão de compra
Consumidores odeiam se sentir pressionados no momento da compra. Sendo assim, incentivá-los a tomar uma decisão rápida pode surtir efeito contrário dos seus objetivos. No lugar de adquirir o produto, ele sairá do seu estabelecimento descontente e, muitas vezes, até mesmo com um sentimento negativo. Isso contribui para que ele nunca mais volte para comprar algo em sua empresa.
O marketing sensorial influencia a decisão de compra de maneira natural. Ao explorar um dos cinco sentidos, automaticamente o cliente passa a se sentir mais confiante no seu produto. Logo, ele toma sua decisão baseado na experiência que ele teve ou deseja ter.
6. Desenvolver uma identidade
Para desenvolver uma identidade da marca é preciso ir além de apenas oferecer um produto ao cliente. Nesse momento, o marketing sensorial ajuda o seu negócio a atingir o subconsciente do consumidor e se conectar com ele.
Por exemplo, uma loja que tem um aroma exclusivo, uma playlist que agrada os seus clientes e uma embalagem única e interessante, faz com que o seu público se identifique com ela e, consequentemente, seja a sua preferência sempre que precisar de algo relacionado ao que ela vende.
Percebeu a importância de surpreender o seu cliente? São essas experiências que o tornará fã da sua marca, o que destacará facilmente o seu negócio dos seus concorrentes. Portanto, não deixe de investir nas estratégias de marketing sensorial para melhorar a credibilidade da sua empresa no mercado.
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As redes sociais surgiram inicialmente para promover a interação pessoal e compartilhamento de informações dentro do ambiente digital. Para além do simples entretenimento, essas redes se transformaram em um excelente espaço para os empreendedores encontrarem e converterem leads valiosos. Essa estratégia de negócios é chamada de social selling e ajuda a entender como vender nas redes sociais.
Para atender uma demanda dos consumidores que têm comprado cada vez mais pela internet, as empresas vêm aproveitado dos recursos disponíveis nessas redes, como fotos e vídeos para a apresentação dos produtos e serviços. A estratégia tem dado certo, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A previsão para 2020 é de crescimento de 18% no volume de vendas online, um movimento liderado pelas micro e pequenas empresas nas redes sociais.
Continue a leitura, conheça as vantagens do social selling e descubra como preparar os seus canais de divulgação online para aumentar as vendas do seu negócio.
Qual a importância de vender pelas redes sociais?
Os hábitos de consumo estão mudando, assim como o relacionamento das pessoas com o ambiente digital. De acordo com um levantamento realizado pela GlobalWebIndex, empresa que analisa o uso e o comportamento dos usuários online, o Brasil é o segundo país que passa mais tempo utilizando as redes sociais, o equivalente a 225 minutos por dia.
Além disso, a maioria dos usuários desses canais está na faixa etária entre 18 e 49 anos, que corresponde ao público que tem hoje o maior poder de compra. Entre as motivações desses consumidores para o uso das redes está a procura por produtos e serviços para comprar.
É por isso que o Marketing 4.0 inclui as redes sociais como uma plataforma importante para a divulgação e a venda dos negócios. Ao adotar essas estratégias, sua empresa está mais perto de atingir esse público conectado.
É possível vender pela internet sem ter uma loja virtual?
Quando pensamos em vendas online, a primeira imagem que surge é de uma loja virtual. No entanto, é possível encontrar soluções para vender pela internet sem grandes investimentos. Veja alguns exemplos:
marketplace: é uma espécie de shopping virtual, no qual diferentes lojas oferecem seus produtos e serviços em uma única plataforma. A Elo7, que reúne produtores criativos e a OLX, que conecta vendedores de produtos e serviços, são exemplos desse canal de vendas. Também o Facebook oferece esse serviço;
blog: uma página que oferece conteúdo relevante para seu público e que pode impulsionar as vendas do seu negócio. Com o uso de ferramentas do Google, como o Meu Negócio, é possível atrair visitantes para conhecerem mais sobre sua empresa no blog;
redes sociais: esses canais vêm desenvolvendo recursos para melhorar a experiência de compra dos consumidores, como perfis voltados exclusivamente para empresas e a marcação de produtos dentro de uma postagem.
Quais as vantagens de vender pelas redes sociais?
Para as empresas, as redes sociais criaram uma maneira de enviar as mensagens de sua marca para as pessoas certas, na hora e nos canais certos. Aqui estão as principais razões que indicam as vantagens do social selling e como isso pode ajudar a garantir o sucesso de seu negócio.
Mais visibilidade para a sua marca
As redes sociais são uma estratégia de marketing digital econômica e eficiente para aumentar o reconhecimento de sua marca. Além disso, a cada conteúdo postado que é compartilhado em outras páginas, surge a possibilidade de levar o seu produto ou serviço a novos clientes em potencial.
Oportunidade de atrair mais tráfego
Sem utilizar uma rede social como parte de sua estratégia de marketing, será mais difícil para o seu negócio alcançar um consumidor fora do seu círculo de clientes frequentes. Com o uso dessas redes, é possível ampliar o seu poder de alcance de atração de novos públicos, podendo, inclusive, expandir sua área de alcance de mercado.
Possibilidade de nutrir leads
Lembre-se de que os consumidores estão utilizando essas redes como ferramentas para ajudá-los a fazerem melhores compras. Por isso, além de atrair novos públicos consumidores, as redes sociais são um local para a produção de conteúdo que orienta a jornada do consumidor ao longo do funil de vendas.
Construção de parcerias
As redes sociais têm um potencial infinito para a construção de parcerias que podem ajudar a alavancar as vendas. Uma delas é o marketing de influência, na qual um influenciador digital se transforma em um embaixador do seu produto ou serviço. Essas pessoas têm uma ampla rede de contatos, que vai conhecer a sua marca e, possivelmente, podem se transformar em clientes.
Permite o feedback dos consumidores
Essas redes sociais se transformaram em um canal de feedback constante. Independentemente do retorno obtido, mostrar que sua empresa se preocupa com a experiência e a satisfação do cliente não apenas ajuda a construir uma imagem positiva da sua marca, como também acaba atraindo novos compradores.
Como efetuar uma venda nas redes sociais?
A seguir, selecionamos as principais redes sociais e mostramos como é possível digitalizar a sua loja e realizar vendas em cada um desses canais.
Facebook
Essa é a maior rede social do mundo e pode ser utilizada para você lançar produtos e serviços, construir um canal de suporte aos consumidores, apresentar conteúdo relevante para o seu público e fazer vendas.
Existe um serviço gratuito desenvolvido especialmente para negócios, o Facebook Business. Com essa ferramenta, é possível criar uma página de divulgação dos seus produtos e serviços com alcance, funcionalidades e layouts pensados para a divulgação e a venda. Um dos recursos disponíveis permite, inclusive, a criação de uma loja virtual para vender seus produtos no Facebook.
Caso queira incrementar as ações nessa rede social, é possível utilizar o Facebook Ads. A ferramenta permite a criação de anúncios pagos, que serão adicionados à linha do tempo dos seguidores da página da sua empresa.
Instagram
O Instagram também já ultrapassou um bilhão de usuários e não para de crescer. O uso principal sempre foi o compartilhamento de imagens e pequenos textos, mas, com o tempo, trouxe novos recursos de vídeo, como o Stories , o IGTV e o Reels. Esses vídeos são uma excelente oportunidade para a apresentação do seu produto ou serviço, aproximando o consumidor da sua marca.
O Instagram também desenvolveu um recurso de vendas online para as contas empresariais, o que permite o uso dessa rede social como uma espécie de vitrine virtual. Você posta uma foto e inclui o preço de cada produto disponível na imagem. Ao clicar nessa foto, o cliente vê os preços dos produtos e pode ser redirecionado para finalizar a compra na loja virtual.
A rede tem também o Instagram Ads, um recurso pago que ajuda a promover as publicações de sua empresa no próprio Instagram.
WhatsApp
Essa rede tem uma versão gratuita desenvolvida especialmente para pequenas empresas: o WhatsApp Business. As adaptações dessa ferramenta facilitaram a interação com os clientes através de recursos que ajudam a automatizar respostas e a responder rapidamente às mensagens. Nas informações do contato, é possível incluir o horário de funcionamento, link do site e outras redes sociais.
Há ainda um recurso que permite a criação de etiquetas e a inclusão de informações que indicam os clientes que têm o pagamento pendente ou já finalizaram o pedido. Com as listas de transmissão, você pode apresentar produtos e serviços – de uma única vez – a toda sua lista de contato, por exemplo.
O WhatsApp Business oferece outro recurso importante que dá acesso a métricas – como o número das mensagens que foram enviadas, entregues, lidas e recebidas.
LinkedIn
O LinkedIn é uma importante plataforma de networking entre profissionais e possíveis parceiros de negócio e para produzir conteúdo que mostre a autoridade de sua empresa na área que atua.
Além disso, se o seu negócio desenvolve produtos ou serviços para outras empresas, o LinkedIn desenvolveu um recurso para vendas online, o Sales Navigator. Ela ajuda a identificar potenciais clientes por meio de ferramentas de busca, oferece alertas que indicam as necessidades dos clientes e permite o envio de mensagens personalizadas.
YouTube
Essa é a plataforma de vídeo mais utilizada em todo o mundo. Com o YouTube, você pode criar um canal de vídeo para se conectar com seus consumidores de um modo diferente das outras redes sociais. Crie tutoriais, ajude as pessoas a resolverem pequenos problemas diários em seu nicho, convide um especialista para descrever as vantagens dos seus produtos ou serviços e apresente seu negócio ao consumidor, por exemplo.
O importante é que todo o conteúdo produzido conduza o consumidor para a outra etapa da compra. Para isso, inclua na descrição do vídeo o link do site, o e-mail ou o WhatsApp da empresa.
Quais as principais dicas para otimizar as vendas nas redes sociais?
Descubra como vender pelas redes sociais seguindo as estratégias utilizadas pelos negócios líderes em venda online.
Selecione as redes sociais mais adequadas
Você viu as oportunidades de venda das maiores redes sociais, mas qual delas é a mais adequada ao seu negócio e tipo de público consumidor? Para responder essa pergunta, baseie-se nas personas de seu negócio. Também é importante construir uma estratégia de conteúdo que agrade esse público.
Explore os recursos das redes sociais
No tópico anterior, mostramos o investimento das redes sociais nas ferramentas que ajudam as pequenas empresas a utilizar essas plataformas como canais de vendas. Caso ainda não tenha substituído suas contas de usuário comum para a empresarial, faça isso agora mesmo e desfrute dos recursos que ajudam seu negócio a vender mais.
Publique com regularidade
As pessoas acessam as redes sociais diariamente em busca de novas postagens. Por isso, é importante definir um calendário editorial estabelecendo um cronograma para a publicação de novos conteúdos. Duas ou três postagens por semana são suficientes, o importante é manter a regularidade.
Promova conteúdos relevantes
Invista em conteúdos atrativos e que engajem sua audiência. A Lei de Pareto, também conhecida como 80/20 pode ser uma boa referência para o tipo de postagem. A cada duas publicações de divulgação de produtos e serviços da marca, traga oito posts com o intuito apenas de interagir e informar.
Capriche nas fotos
Apresente imagens que revelam os bastidores da fabricação dos produtos, que mostrem a sua equipe de trabalho ou relembre eventos já realizados. Invista, também, em imagens que possam despertar o desejo dos consumidores, além de republicar fotos de clientes que estão falando bem do seu produto ou serviço.
Adote uma escrita persuasiva
As técnicas de redação do copywriting foram desenvolvidas para construir uma mensagem persuasiva que incentiva o consumidor a adquirir determinado produto ou serviço. Aproveite os recursos desse tipo de escrita para criar uma imagem positiva da sua marca, apresentar as vantagens dos produtos e serviços e gerar autoridade.
Adicione hashtags
O uso de hashtags antes das palavras-chave permite que o conteúdo produzido por sua empresa seja encontrado por outras pessoas, além daquelas que já seguem a página do negócio.
Outra boa estratégia é criar uma hashtag própria para a sua marca e incentivar o seu público a compartilhá-la para terem direito a uma promoção, por exemplo. Em troca, eles ajudarão a aumentar a visibilidade de sua página e, consequentemente, suas vendas.
Faça testes nas redes sociais
Se você vai investir em mais de uma rede social, é importante descobrir qual delas é mais adequada à sua estratégia de vendas online. Comece com um planejamento de até três posts por semana, em cada uma delas. O conteúdo pode ser o mesmo, desde que ele esteja adaptado a cada plataforma. Ao longo das semanas, é possível identificar qual das redes sociais apresentou uma maior taxa de conversão.
Interaja com os seguidores
Reserve uma hora do dia para interagir com os clientes em suas redes sociais. Aproveite a oportunidade para esclarecer dúvidas e responder os feedbacks deixados em alguma postagem. Utilize outras ferramentas de interação das plataformas, como as enquetes. Mostrar que a preocupação de sua empresa com a opinião dos seus seguidores ajuda a aproximar o público da sua marca.
Como montar uma página atrativa?
A experiência do cliente deve ser o ponto inicial para o desenvolvimento de uma página atrativa nas redes sociais. Além do conteúdo relevante e do uso de boas imagens em suas postagens, é preciso incluir:
logotipo: a marca da sua empresa deve estar presente no perfil de todas as páginas. É necessário seguir as cores e o estilo adotados em todos os outros materiais de divulgação do negócio;
capriche na descrição: as redes sociais disponibilizam um espaço para a apresentação da sua empresa. Seja simples e objetivo;
inclua outras opções para contato: ofereça ao visitante de sua página mais de uma opção de canal para a compra do produto ou serviço. Se você postar uma foto com anúncio no Instagram, por exemplo, mas não tem um site para a finalização da compra, deixe um link com o WhatsApp da empresa;
apresente seus outros canais: seu negócio mantém mais de um canal nas redes sociais? Faça uma menção em suas páginas com os endereços para acesso. O Linktree é uma ferramenta que permite agrupar esses links.
As transformações no comportamento do consumidor e a interação desse público com as redes sociais desafiam os empreendedores a pensarem em novas estratégias de marketing. Em tempos de crise e concorrência acirrada, descobrir como vender nas redes sociais ajuda seu negócio a sair à frente, chegando ao cliente onde ele estiver.
Todo mundo sabe que o marketing digital, hoje, é fundamental para que as empresas se destaquem perante o público, conquistando autoridade e ganhando a credibilidade dos consumidores. Porém, poucas pessoas têm noção da importância da produção de conteúdo para as mídias sociais.
De forma equivocada, muitas empresas fazem publicações sem o devido planejamento e sem cuidados que possam promover a melhoria de suas estratégias e de sua imagem. Sem isso, o risco é de que as marcas não consigam construir um relacionamento adequado com seus consumidores e, pior, acabem deixando uma imagem negativa.
Quer saber como colocar em prática uma estratégia eficaz ? Então, confira as dicas em nosso post!
Quais as sugestões para produzir bons conteúdos?
Não basta conseguir likes dos seus contatos e angariar seguidores a partir de anúncios. Para que a marca construa um bom relacionamento com seu público-alvo, é importante seguir algumas regras. Confira as dicas!
1. Com quem você quer se relaciona?
Quem é o seu público-alvo? Para criar postagens que despertem interesse, é fundamental entender as dores (necessidades) dele e oferecer soluções. Por exemplo, se sua marca comercializa produtos alimentícios saudáveis, é importante atentar para as demandas de seus consumidores antes de criar conteúdos. Algumas sugestões, nessa situação, podem ser:
receitas saudáveis;
produtos que substituem itens potencialmente alergênicos, como os derivados de leite;
higienização adequada dos alimentos;
produtos fitness;
alimentação vegana ou vegetariana;
produtos destinados a dietas específicas.
Esses são apenas alguns exemplos, direcionados a um nicho específico. Mas vale a mesma regra para outros segmentos: busque temas que atraiam o interesse do público que sua marca pretende atingir.
2. Utilize um tom de voz específico
Sua marca promove shows de bandas de rock, vende utensílios domésticos ou cursos de especialização para advogados? O público de cada um desses nichos tem um vocabulário específico, um tom de voz específico e um tipo de imagem de interesse. Assim, é fundamental observar as características, as linguagens e os assuntos que interessam às pessoas que você deseja atingir.
3. Entenda o perfil de cada mídia social
Cada canal digital (Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter, YouTube, entre outros) tem características específicas, que podem (ou não) engajar melhor o público. Assim, não é interessante replicar o mesmo conteúdo em todos eles.
Vale a pena produzir imagens, postagens, vídeos e podcasts específicos para cada canal. Além disso, observe que, dependendo do público, uma ou outra mídia social pode ser mais utilizada. Assim, de novo, vale conhecer suas preferências e hábitos.
Lembre-se, também, de manter a frequência das postagens, pois isso é fundamental para que a marca seja lembrada.
4. Mantenha a comunicação ativa
A interação com o consumidor é essencial e ajuda as marcas na construção da audiência. Confira e responda todos os comentários, avalie como solucionar situações críticas e invista em estratégias para se aproximar de seu público, como concursos, lives, debates, entre outros.
Além disso, sempre que o consumidor entrar em contato, é importante ouvir e entender a demanda dele, fazendo um bom atendimento e buscando soluções adequadas a cada situação. Sua resposta é uma forma de conquistar a confiança e construir um bom relacionamento.
É possível usar um chatbot para fazer uma triagem das demandas do público, mas o atendimento humano e atencioso nunca será substituído.
5. Acompanhe as métricas
Ao observar quais postagens obtiveram maior engajamento, é possível saber o tipo de assunto que desperta mais interesse de seu público, ter ideias sobre o que causa maior impacto aos seguidores, entre outros insights importantes para sua audiência. Assim, observe a quantidade de visualizações, compartilhamentos, interações e conversões de cada canal.
Aproveite para melhorar os resultados dos seus negócios
Além de divulgar seus produtos e imagem e conversar diretamente com o público, os dados decorrentes das interações nas mídias sociais são fundamentais para entender melhor o comportamento do consumidor, seus interesses e suas necessidades.
Por isso, ao criar uma boa estratégia de produção de conteúdo, sua empresa pode conquistar um importante diferencial competitivo e se destacar perante os clientes.
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