Autor: Gustavo Accioly

  • Saiba como criar um chatbot e melhorar a experiência do cliente

    Saiba como criar um chatbot e melhorar a experiência do cliente

    Você provavelmente já foi atendido por um chatbot, ainda que não tenha se dado conta disso ou não conheça esse nome.

    Esse excelente recurso é utilizado para atender rapidamente o cliente, respondendo imediatamente suas perguntas, mesmo que, muitas vezes, seja necessário encaminhá-lo a um atendente.

    O chatbot é uma das ferramentas que as empresas estão implementando para melhorar a experiência do consumidor, cuja finalidade é realizar um atendimento adequado que faça com que ele volte a comprar seu produto ou serviço.

    Gostou da ideia de melhorar ainda mais o contato com o seu cliente? Quer aprender como criar um chatbot? Então, vamos lá!

    O que é um chatbot?

    As palavras “chat”e “bot”significam, separadamente, “bate-papo” e “robô”, ou seja, literalmente, a palavra “chatbot” quer dizer “bate-papo com robô”.

    Essa conversa é desenvolvida a partir de um software de comunicação (o robô), com que consumidores entram em contato com a marca, tendo respostas às suas perguntas de maneira rápida e eficiente. O robô estabelece a conversa, a partir de um repertório amplo de respostas automáticas alimentado no ato da configuração.

    Geralmente, são estabelecidas algumas regras para que o chatbot seja capaz de responder às dúvidas que são feitas. Porém, o mecanismo também aprende com as interações que realiza, ou seja, a interação é produtiva.

    A criação do chatbot pode ser feita em ferramentas, como a página do Facebook, o WhatsApp, o Messenger, tudo depende dos lugares em que seus clientes costumam entrar em contato com você!

    Por que criar um chatbot?

    Com o passar dos anos, o desenvolvimento da tecnologia e a rapidez do fluxo de informações, os clientes ficaram ainda mais exigentes e querem ser atendidos rapidamente.

    Quando há interesse pela compra de um produto ou mesmo tenha acontecido algum tipo de erro no processo de compra, o cliente quer sua necessidade atendida imediatamente. O atendimento feito por humanos não tem condições de estar disponível 24h.

    Os robôs, porém, podem atender seus clientes a qualquer hora do dia ou da noite. Graças à inteligência artificial, cada vez mais, avançada, o atendimento nesses chats é cordial e eficiente!

    Como criar um chatbot?

    Antes de partir para o tutorial, convém que você se faça algumas perguntas para construir o repertório de seu chatbot. A primeira pergunta é: por que você precisa de um chatbot? As respostas a essa questão devem direcionar os temas que vão ser tratados durante a conversa.

    Por exemplo, se sua resposta for “para agilizar o processo de vendas“, então você deve considerar o roteiro de vendas de sua empresa, as dúvidas e perguntas que costuma receber sobre esse assunto para construir o seu chatbot.

    Outra pergunta que precisa ser feita é: por que o consumidor ou cliente potencial usaria o chatbot? A partir dessa questão, considere a jornada de compra de seu cliente e identifique as dúvidas que surgem em determinados estágios do funil de compras.

    Já sabe o tema predominante do seu chatbot? Já identificou as perguntas mais relevantes e possíveis derivações? Agora, vamos criar o chatbot!

    Escolha a plataforma

    Existem diversas plataformas que podem ser utilizadas para a criação de seu chatbot. Elas auxiliam as pessoas que têm pouco conhecimento sobre programação.

    Nossa sugestão é que você analise os planos que mais se ajustam à realidade de seu negócio (pagos ou gratuitos), os recursos que cada plataforma disponibiliza, a integração com outras plataformas e até mesmo o design.

    Teste a plataforma e as interações

    De modo geral, as plataformas disponibilizam versões testes para você entender como o chatbot funciona e faça as configurações, por meio da interação, em tempo real. Esse teste é indispensável, pois elimina possíveis erros que poderiam ocorrer com os usuários.

    Como fazer o chatbot de sua empresa funcionar com eficiência?

    A ideia por trás de se programar um robô para atender o cliente de forma produtiva é fazer com que ele funcione com eficiência e que traga, mesmo que em poucas palavras, a essência de sua empresa.

    Afinal, queremos que o cliente tenha a melhor experiência, sempre que entrar em contato com a sua marca, certo? E, claro, que ele volte!

    Tom de voz

    Toda empresa tem um tom de voz, já reparou? Esse tom de voz é um jeito de se expressar, um jeito de falar que define a sua personalidade. Assim como existem pessoas que se comunicam de maneira formal, por exemplo, e outras que transmitem uma imagem informal, as empresas também deixam uma impressão nos consumidores.

    Você já deve ter percebido que entrar em contato com uma empresa de eventos é diferente de entrar em contato com uma empresa de advocacia. Provavelmente, até o seu jeito de se apresentar se modifica, não?

    Como a ideia é que, ao entrar em contato com o chatbot, o cliente sinta que está entrando em contato com a sua marca, é preciso que o tom de voz das perguntas acompanhe o tom de voz da sua empresa, ok?

    Fluxo de mensagens

    Para construir o fluxo de mensagens, uma boa ideia é conferir as interações que costumam acontecer pelos canais que você disponibiliza.

    Se você pretende programar o chatbot para iniciar vendas, dê uma olhada nas interações em que o cliente foi até vocês com o intuito de saber mais sobre os produtos ou serviços e como a conversa se encaminhou para a venda.

    A partir das perguntas feitas, construa as perguntas do chat. Ah! Lembre-se: se identificar gargalos durante a conversa ou situações que o bot não vai conseguir responder, encaminhe o caso para um atendente. O importante é que o cliente tenha uma experiência agradável e tire todas as suas dúvidas.

    Divulgue seu chatbot

    O chatbot é mais um serviço que sua empresa oferece. Por isso, merece ser divulgado em seus canais.

    Como divulgá-lo? Bem, tudo depende dos canais de que você dispõe para divulgar novidades, do local em que escolheu criar o chatbot e dos hábitos de seus públicos.

    Vamos supor que seu público-alvo queria um atendimento personalizado, com trocas de mensagens rápidas. Provavelmente, ele vai escolher entrar em contato com você pelo WhatsApp. Nesse caso, publique em suas redes sociais o número do seu telefone celular e deixe claro que está à disposição para tirar dúvidas, fechar vendas e solucionar problemas.

    O chatbot é a melhor maneira de atender o seu cliente de maneira rápida, eficiente, com baixo custo e a qualquer momento. Ah, e garantindo que ele tenha a melhor experiência no contato com a sua marca!

    Gostaria de entender melhor sobre jornada do consumidor para criar o seu chatbot? Leia nosso post sobre o que é a jornada do consumidor!

  • Marketing online e offline: saiba como integrá-los e obter bons resultados

    Marketing online e offline: saiba como integrá-los e obter bons resultados

    Realizar estratégias de marketing online e offline deve fazer parte da rotina de empresas de qualquer porte. Afinal, elas possibilitam reforçar a imagem da marca na mente de quem já é cliente, além de possibilitar a captação de novos leads.

    Atualmente, o ambiente online é bastante lembrado ao construir estratégias de marketing, porém a tendência atual é integrar canais online e offline, de modo a oferecer experiências distintas para públicos variados. Além disso, por meio do virtual e do presencial, é possível criar ações mais eficientes.

    A seguir, vamos explicar o que é marketing online e o que é marketing offline e vamos sugerir exemplos de como integrá-los!

    Marketing offline: o que é?

    Também conhecido como marketing tradicional, marketing de interrupção ou outbound marketing, esse tipo de marketing é utilizado até hoje para criar ações que ofertam produtos diretamente para o público.

    As ações de marketing offline se baseiam nas ofertas e na abordagem direta do cliente, oferecendo o produto ou serviço a ele. Suas ferramentas — como TV, rádio e flyers — são bons exemplos de mídias utilizadas no marketing offline que captam um grande público.

    Essas ferramentas, além de atingirem um público variado, possibilitam reforçar a imagem da marca, pois têm grande credibilidade.

    Marketing online: o que é?

    O marketing online, por sua vez, é o que acontece dentro da internet. Ele pode ser inbound, isso é, atrai o cliente por meio da criação de conteúdo, mas também pode ser feito de forma parecida com o offline, em posts patrocinados, banners e pop-ups, que são ferramentas que se baseiam na interrupção e oferta de produto/serviço.

    No caso da estratégia de interrupção, o público é impactado pelo conteúdo, por meio de mídia paga. Isso acontece, por exemplo, quando estamos navegando nas redes sociais e recebemos algum link, foto ou texto que foi patrocinado.

    no caso do inbound, o consumidor recebe o conteúdo porque, de algum modo, buscou por temas ou assuntos que dizem respeito ao universo daquela marca. É o caso do cliente que pesquisa em ferramentas de busca sobre alguma dúvida ou sobre algum tutorial e encontra as informações no próprio ambiente digital.

    O inbound pode utilizar estratégias pagas para disseminar conteúdo, mas também funciona de forma orgânica, ou seja, por meio da busca do cliente pelos assuntos que a marca compartilha e trabalha em redes sociais, sites e blogs.

    Como integrar marketing online e offline?

    Os dois tipos de marketing vão trazer bons resultados para a sua empresa. Mas é preciso, antes de escolher ferramentas e iniciar os investimentos nas estratégias, realizar um planejamento que considere:

    • público-alvo;
    • objetivo com a realização da ação.

    Isso significa que, por mais que você sonhe em ver sua marca sendo citada em um importante programa de TV, primeiramente deve-se analisar se o público realmente vê esse programa. O planejamento e a análise do público devem direcionar seu investimento sempre!

    As ações transmídia, aquelas que sejam online e offline, simultaneamente, fazem com que o público migre pelos ambientes, tendo, portanto, uma experiência mais completa sobre a marca.

    Um bom exemplo é a criação de folders com QR code, com o qual o cliente vai acessar online conteúdos sobre a marca ou mesmo ter acesso a algum desconto em produtos ou serviços.

    Outra forma de unir online e offline é criar eventos virtuais nas redes sociais, como o Facebook. Com esses eventos, você divulga eventos presenciais e, além de estimular a curiosidade das pessoas que confirmarem interesse, consegue ampliar sua base de contatos e de seguidores que, em seguida, vão prestigiar seu evento presencialmente.

    Por fim, é importante compreender que os tipos de marketing não são excludentes, mas podem se complementar na construção de sua estratégia. Por meio de uma campanha integrada e da utilização harmoniosa das mídias online e offline, sua marca conquistará maior público, o que vai gerar crescimento do negócio.

    Gostaria de saber mais sobre marketing online e offline? Temos um guia completo sobre marketing omnichannel!

  • 5 dicas de como crescer na crise e garantir mais vendas e lucros

    5 dicas de como crescer na crise e garantir mais vendas e lucros

    Não sabe como crescer na crise? Em meio à instabilidade econômica causada pela Covid-19, as empresas estão se reinventando para sobreviver a tudo isso. A inclusão de algumas estratégias — principalmente aquelas que focam na experiência do cliente — pode ajudar a contornar os problemas.

    O investimento em tecnologia também é uma excelente opção para quem deseja se destacar no mercado, por isso, é importante rever seu orçamento e priorizar essa estratégia.

    Neste artigo, listamos 5 dicas para você crescer no seu segmento, mesmo em meio à tensão, para conseguir garantir mais vendas e lucros. Continue a leitura!

    1. Identifique o comportamento das pessoas

    O comportamento dos consumidores mudou após a pandemia e eles estão cada vez mais exigentes com a qualidade dos produtos e serviços prestados. Portanto, é importante estar atento para não cometer erros que prejudiquem a experiência do cliente.

    Crie estratégias que facilitem o relacionamento com o consumidor. O delivery, por exemplo, se tornou fundamental para manter o mercado operando. Além de alimentos, existe delivery de bebidas (para bares) e até mesmo de roupas e calçados. Invista em um site para facilitar a exposição dos seus produtos.

    2. Conheça as dores de seu público-alvo

    As “dores” do seu público, isto é, os problemas que ele tem, podem mudar depois de um momento de instabilidade. Suponhamos que você tenha uma farmácia de manipulação. Após o Ministério da Saúde enfatizar a necessidade do uso do álcool em gel, você precisa se organizar para atender a essa demanda dos seus consumidores. 

    Do contrário, quem sairá ganhando é a concorrência. Sua referência sempre deve ser as necessidades do seu cliente. Nunca se esqueça disso.

    3. Mantenha presença nas mídias digitais

    As compras online dispararam com a pandemia, de acordo com dados divulgados no portal de notícias UOL. Isso mostra o quanto é importante se manter presente nas mídias digitais, pois é nesse ambiente que o seu público-alvo está.

    As redes sociais têm grande potencial de aumentar as vendas e gerar lucros mesmo em meio à crise. Elas ajudam, de maneira natural, a melhorar o relacionamento com o consumidor e incentivá-lo a conhecer seus produtos ou serviços.

    4. Aposte na inovação

    A inovação pode se tornar o diferencial competitivo que você procura para aumentar suas vendas e destacar o negócio durante e após este momento de instabilidade. Sendo assim, é muito importante investir em tecnologias que visam otimizar a produtividade da sua equipe e melhorar a experiência do cliente.

    Um exemplo de inovação é uma loja de roupas que monta um site para vender seus produtos e contrata serviço de delivery para as entregar as mercadorias.

    5. Adapte-se

    Adaptar-se ao cenário atual é fundamental para que seu negócio prospere. Sendo assim, faça investimentos que priorizem a automação e a flexibilização dos processos. Além disso, conte com o auxílio de profissionais qualificados para ajudar a colocar as estratégias certas em prática. Isso é essencial para gerar mais vendas e melhorar a lucratividade.

    Agora você já sabe como crescer na crise! Lembre-se de que manter um bom relacionamento com o consumidor é essencial para garantir que a concorrência não terá oportunidade de sair à sua frente.

    Por falar em relacionamento com o cliente, confira estas 5 dicas sobre como criar conteúdo para mídias sociais e potencialize seus resultados. Boa leitura!

  • Automação de marketing: 3 dicas de como utilizar essa estratégia

    Automação de marketing: 3 dicas de como utilizar essa estratégia

    Imagine se você pudesse automatizar algumas ações de marketing, entregando às máquinas algumas das tarefas manuais e liberar colaboradores talentosos para atividades mais criativas. Parece ficção científica ou um sonho distante?

    Na verdade, a automação de marketing já é um conceito amplamente difundido no mercado, que tem ajudado muitos profissionais a ampliar as suas abordagens. Neste post, falaremos sobre o conceito, os cuidados para conduzir uma estratégia e dicas para realizá-la. Boa leitura!

    O que é a automação de marketing?

    A automação de marketing pode ser definida como a prática de utilizar softwares e outras tecnologias para agir em larga escala e melhorar os resultados das ações conduzidas pela empresa. Por meio dela, fica mais fácil identificar e monitorar as preferências dos consumidores.

    A partir daí, será possível agir de forma personalizada de acordo com o público que se quer alcançar, melhorando o relacionamento com essas pessoas. É, também, uma maneira de municiar a equipe de vendas com detalhes mais precisos sobre os consumidores em potencial.

    A automação de marketing ainda reduz a carga de trabalho manual dessa área da empresa, mas sem comprometer os resultados. Ela ajuda a aumentar a eficiência do time e diminuir o tempo gasto para levar cada tarefa a cabo.

    Com uma ferramenta adequada, a empresa consegue criar uma campanha de e-mails direcionados, mas também agendar postagens nas mídias sociais de acordo com ações dos contatos (ou leads). Com a abordagem progressiva de uma boa estratégia de automação, que respeite cada etapa da jornada de compra, será possível mensurar os resultados das campanhas com mais precisão.

    Quais são as melhores estratégias de automação de marketing?

    A melhor maneira de explorar a automação de marketing é trabalhar uma gestão conjunta que envolva e-mails, mídias sociais e exploração do website da empresa. Vamos descobrir duas maneiras de fazer isso.

    Conteúdo dinâmico

    O conteúdo dinâmico consiste na exibição de diversas imagens, textos ou vídeos de acordo com a segmentação determinada pela empresa. Isso envolve fatores como gênero, preferências, histórico de compra, região de residência etc.

    O conteúdo dinâmico é adaptável aos interesses e baseado no comportamento do seu público. Ele pode ser exposto no corpo dos e-mails marketing, nas redes sociais e até mesmo nos anúncios personalizados da empresa.

    Ele é o principal responsável por impulsionar a interação direta com os leads. Desse modo, enviar um conteúdo errado para eles pode resultar na perda de um cliente em potencial. O objetivo aqui é desenvolver uma experiência personalizada, totalmente focada no visitante em um determinado momento.

    Assim, será mais fácil envolvê-lo e conquistá-lo. É preciso lembrar que um cliente em potencial visualiza ou interage com os conteúdos da empresa antes mesmo de abordar a equipe de vendas.

    Campanhas de nutrição e workflow

    É importante destacar que nem todos os visitantes do seu site estão totalmente preparados para adquirir um produto — mas todos eles são compradores em potencial. Isso significa que qualquer estratégia implementada determinará se um lead se tornará um cliente efetivo ou não.

    Uma campanha de nutrição consiste no envio de e-mails de forma progressiva, para alguém que se dispôs a recebê-los. Desse modo, o primeiro apresenta a empresa. O segundo começa a detalhar os produtos. O último é mais incisivo e apresenta as soluções para as dores da pessoa. Não há um número definido de mensagens para essa estratégia, mas 3 ou 4 são uma boa estimativa.

    O segredo para aproveitar esses leads é estimulá-los e nutri-los por meio de conteúdo dinâmico e campanhas adaptadas às suas demandas. Inclusive, essa automação ajuda a gerar mais leads a um custo reduzido em relação às campanhas estáticas não segmentadas.

    A empresa de pesquisa Forrester Research fornece dados animadores para quem deseja apostar na nutrição de leads: segundo um dos seus estudos, essa estratégia gera 50% a mais de leads prontos para as vendas, com um custo 33% menor em relação às outras ações.

    Cuidado com o funil

    Essa não é uma estratégia própria de automação de marketing, mas um cuidado que as empresas devem ter: atenção ao funil! Não adianta muito investir em um conteúdo impactante e desrespeitar as etapas da jornada de compra.

    Por exemplo: para um lead que apenas visitou o seu site e se inscreveu para receber e-mails não adianta muito enviar uma mensagem detalhando as características de um produto específico. Afinal, a dor daquela persona ainda não foi mapeada e não faz sentido oferecer uma mercadoria aleatória. Isso pode, inclusive, irritar um cliente em potencial, o afastando da empresa.

    Como realizar a automação?

    Agora, falaremos das estratégias efetivas.

    1. Escrever conteúdos relevantes

    Primeiro, é muito importante descobrir quais são as palavras-chave mais utilizadas pelo público-alvo nos mecanismos de busca. Técnicas de SEO são muito importantes nessa hora. A partir daí, será mais fácil criar conteúdos relevantes e direcionados — não se esqueça de explorar as mídias sociais!

    2. Criar e-mails de nutrição de leads

    Depois, é o momento de criar uma sequência de e-mails para cativar os compradores em potencial.

    Como mencionamos, é muito importante respeitar uma progressão: no primeiro e-mail, por exemplo, apresente a sua empresa. No segundo e-mail, divulgue as suas soluções. A última mensagem, ou o terceiro e-mail, será a mais objetiva, destinada a convidar aquela pessoa a entrar em contato direto com o negócio. Neste último e-mail, você pode optar por um CTA (Call-To-Action) que direcione para o seu WhatsApp Business.

    3. Investir em materiais ricos, como e-books e infográficos

    Invista no marketing de conteúdo. Isso pode ser feito por meio de um blog que demonstre que a empresa tem autoridade sobre um determinado assunto. Assim, pesquise sobre assuntos que tenham a ver com os seus produtos e tire dúvidas com artigos embasados.

    Além disso, diversifique os formatos: é possível contar com blog posts, mas também com e-books, infográficos, webinars e até mesmo os vídeos em um canal do YouTube. Experimente um pouco de cada e depois mapeie aqueles que apresentaram as maiores taxas de interação.

    Caso seja do seu interesse, você também pode investir nos guest posts: isso é, postagens sobre a sua marca em blogs de parceiros. É outra maneira de atingir mais pessoas e trabalhar na conversão. Depois disso, basta acionar as ferramentas de automação.

    Como vimos no texto, a automação de marketing é uma maneira de otimizar as suas estratégias. Com a utilização de softwares e ferramentas próprias para isso, como a Hubspot Marketing, a Mailchimp ou a RD Station, o fluxo de mensagens de uma ação de e-mails para leads, por exemplo, se tornará bem mais eficiente.

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  • Posicionamento de marca: o que é e como aplicar na sua empresa

    Posicionamento de marca: o que é e como aplicar na sua empresa

    Você tem uma real noção de como o público-alvo enxerga o seu negócio? Como a sua empresa tem se posicionado em relação ao cenário atual, com a crise financeira causada pela pandemia? Essas questões são de fundamental importância para o contexto atual.

    Afinal, além de conseguir sobreviver aos efeitos devastadores do coronavírus para o comércio, será preciso encontrar maneiras de cativar o público. O posicionamento de marca é uma estratégia que tem tudo a ver com essa preocupação. Neste post, falaremos mais sobre o conceito e como aplicá-lo. Siga a leitura!

    O que é o posicionamento de marca?

    O posicionamento de marca representa o modo pelo qual a empresa quer ser vista pelos seus clientes. Desse modo, ele está diretamente relacionado ao trabalho que a companhia realiza para ser reconhecida como uma instituição com valores positivos pelos seus consumidores.

    É importante, inclusive, esclarecer que o posicionamento de marca não é, necessariamente, como as pessoas veem a marca. Ele tem a ver mesmo com o que a companhia faz — não à toa, diversas empresas estão buscando melhorar e humanizar a sua imagem durante a pandemia do coronavírus.

    Como exemplos, podemos citar companhias como a Volkswagen, Mercado Livre e Audi, que modificaram suas logomarcas para enfatizar a importância do distanciamento social. Ou até mesmo a Apple, que tem doado máscaras, e o Google, que injetou 800 milhões de dólares em organizações de saúde.

    Como aplicar essa estratégia na empresa?

    Não é preciso ter uma empresa bilionária para posicionar sua marca de forma adequada. Vamos conhecer algumas estratégias eficientes.

    Investir em cultura organizacional

    Primeiro, é preciso disseminar uma cultura de empatia e preocupação com as necessidades do cliente por toda a empresa. Os gestores devem repassar instruções claras para os colaboradores, especificando o que efetivamente deve ser feito para posicionar o negócio de acordo com os objetivos.

    Além disso, seguindo os exemplos mencionados anteriormente, que tal adicionar a preocupação com a pandemia à cultura organizacional da empresa? É uma maneira de humanizar a marca e estreitar o relacionamento com os clientes.

    Mostre quem são os colaboradores por trás do negócio e publique (nas redes sociais e no blog) como o negócio tem feito para manter a segurança dos seus funcionários e clientes.

    Construir presença digital e autoridade

    Como mencionamos, o posicionamento tem tudo a ver com um trabalho interno para melhorar a percepção dos clientes sobre o negócio. É impossível fazer isso sem uma interação direta com o público e sem elementos que demonstrem que a marca é uma autoridade em seu ramo.

    Por isso, além do marketing de conteúdo, é uma ótima ideia escalar colaboradores para interagir diretamente com as pessoas nas redes sociais, sempre com respeito e educação. Caso não haja esse contato, a empresa corre o risco de ser vista como distante e pouco interessada nas dores do seu público.

    Fazer tudo pensando no seu público-alvo

    Além do contato próximo nas redes sociais e nos outros canais de atendimento, como telefone, chat e e-mail, a satisfação do cliente deve ser a prioridade número 1 do negócio. Para garantir isso, é necessário buscar um equilíbrio durante as etapas da jornada do consumidor.

    Ela engloba desde o momento no qual o cliente começa a pesquisar por um produto até o pós-venda. O consumidor tem que ser bem atendido em todas as etapas do processo. Vender um produto de qualidade, mas ignorar as dúvidas que ocorrem em um momento posterior à compra, por exemplo, causará danos à reputação da empresa.

    Além disso, a preocupação com o público-alvo deve englobar, também, as estratégias de venda. Por meio de ferramentas de Big Data e análise de dados, será mais fácil mapear a persona e oferecer produtos cada vez mais personalizados. E o melhor: direcionados para as pessoas certas.

    Construir um bom relacionamento com o cliente

    Para manter um bom relacionamento com os consumidores, é indispensável investir na estratégia omnichannel. Ela pode ser entendida como um modelo de vendas multicanal, que proporciona que os clientes tenham uma boa experiência de compra em qualquer um dos canais da empresa, online ou offline.

    Do mesmo, diversifique suas opções de contato: dê atenção às mídias sociais, mas não abandone o bom e velho e-mail. Considere, também, oferecer serviços pelo WhatsApp. O posicionamento de marca está ligado às ações da empresa para construir uma boa imagem junto ao público e ao mercado como um todo.

    Como vimos no post, é possível desenvolver ações em vários níveis para demonstrar a preocupação do negócio com àqueles que se relacionam com ele.

    Gostou do artigo e quer ler mais sobre como a pandemia tem afetado o consumo? Então, aproveite a visita e leia o nosso post sobre as principais tendências do cenário atual!

  • Sustentabilidade do negócio: 7 dicas para sua empresa sobreviver à crise

    Sustentabilidade do negócio: 7 dicas para sua empresa sobreviver à crise

    A crise do coronavírus é um balde de água fria em diversos setores do comércio. Muitas pessoas perderam seus empregos ou reduziram a sua jornada de trabalho, o que tem afetado o poder de compra dos brasileiros. Nesse novo cenário, as empresas têm que se reinventar para continuar lucrando.

    Pensando nisso, preparamos um post para mostrar como a empresa pode buscar a sustentabilidade do negócio, mesmo nesse período de crise. É hora de apostar no ambiente on-line e planejar as contas com cuidado. Siga a leitura!

    1. Cortar despesas

    Primeiro, é importante cortar todas as despesas que não sejam fundamentais para a condução do negócio e não agreguem valor imediato.

    Alguns exemplos são contas em plataformas, lojas e serviços que não sejam urgentes para o momento. Caso seja possível, estude os contratos com fornecedores e tente renegociar novas condições.

    2. Estabelecer um plano de contingência

    Outra tarefa importante é desenvolver planos para diferentes períodos: ou seja, englobando o curto, o médio e o longo prazo. Dessa forma, será possível contemplar diversas situações e se prevenir para cada uma delas.

    Para fazer isso, contemple meses extras após o término da pandemia para se reerguer. Afinal, muitas pessoas perderam seus empregos e estão relutantes em voltar a consumir. Trace diversos cenários, tanto otimistas como mais pessimistas.

    Desse modo, ao situar a empresa em diferentes contextos (tanto em períodos hipotéticos de queda como naqueles em que pode ocorrer uma alta das vendas), será mais fácil entender o que fazer em cada uma dessa situações.

    3. Apostar nas ferramentas virtuais

    O distanciamento social pode ser, também, uma maneira de modernizar o negócio. Aplicativos como Zoom, Slack e Google Hangouts podem ser utilizados para agregar colaboradores ao trabalho remoto, tornando a empresa mais conectada.

    Além de manter o negócio operando mesmo com os colaboradores à distância, sua empresa investirá ativamente em uma estratégia virtual buscar novas práticas, preparando-se para captar mais clientes por meio das plataformas on-line.

    4. Fortalecer sua plataforma de comércio eletrônico

    Como menos pessoas saem às ruas, apostar no comércio eletrônico é uma maneira de garantir que elas ainda estejam conectadas à sua marca. Além disso, aposte no delivery — você pode até mesmo se cadastrar em plataformas como o Uber Eats ou o Rappi para agilizar as entregas.

    Não se trata de mero “achismo”: o comércio on-line chegou a crescer mais de 70% em 90 dias de pandemia. Para atingir esses consumidores, é imprescindível apostar nas mídias sociais e no site da marca.

    5. Concentrar-se em seus pontos fortes

    Quais são os produtos e serviços capazes de render lucros para sua empresa no presente? São eles que manterão o negócio funcionando, então se concentre no que você faz de melhor — e que realmente gere vendas.

    Uma boa ideia é pensar nas atividades que exigem menos trabalho e geram alto impacto. Use o Princípio de Pareto, que trabalha com a proporção 20/80, ou seja: com 20% do esforço de produção, qual atividade atual pode render 80% de lucro? Pense naquelas com maior retorno geral e se concentre nesses pontos fortes.

    6. Reinventar o modelo de negócio

    Mesmo com todas as dificuldades, esse período tem gerado várias histórias de reinvenção do modelo de negócio. Uma matéria da Folha de S. Paulo mostra um exemplo interessante: uma cafeteria que tinha 99% da sua clientela no próprio edifício onde operava a loja conseguiu se remodelar apostando no delivery.

    Isso foi possível com a ajuda de uma influencer digital, uma prática que também pode ser adotada por outras empresas. Já outra cafeteria aproveitou para montar um catálogo digital, por meio de um showroom na internet.

    A matéria também mostra que estabelecer um programa de pontos para pessoas que indiquem outros clientes também tem sido uma medida eficiente. A sua empresa também pode aproveitar esse período para encontrar novas formas de chegar aos clientes. Outro exemplo interessante é a adoção de vouchers, que se transformarão em ordens de pedido vantajosas quando a loja reabrir.

    7. Humanizar a marca

    Sua empresa pode humanizar a marca mostrando os trabalhadores por trás dela, além de apresentar os esforços dos gestores em manter essas pessoas em um ambiente seguro de trabalho. Os colaboradores podem ser representados como pessoas comuns que também estão sofrendo com a restrição do comércio.

    Além disso, sua marca pode se posicionar como educadora, divulgando conteúdos (no blog e nas mídias sociais) úteis para as pessoas. É uma boa ideia escrever artigos que linkem os produtos do negócio com as principais medidas de proteção contra a doença, como:

    • uso de máscara;
    • higienização das mãos;
    • isolamento social.

    Assim, empresas do ramo de saúde, por exemplo, podem concentrar seus textos em cuidados de higiene. Já negócios de tecnologia podem enfatizar a importância de ter bons equipamentos para combater o tédio trazido pelo isolamento social. Buscar esse tipo de equilíbrio será muito importante para manter a sustentabilidade do negócio.

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  • 4 dicas de como montar uma vitrine virtual para atrair mais clientes

    4 dicas de como montar uma vitrine virtual para atrair mais clientes

    Mais que um espaço para a apresentação de produtos e serviços, a home do seu e-commerce é um importante veículo para a captação dos clientes. Além de aumentar a visibilidade de seu site, esse espaço deve ser convidativo para estimular a permanência do consumidor e garantir a conclusão da compra, mas você sabe como montar uma vitrine virtual?

    Este artigo foi desenvolvido especialmente para quem deseja explorar os potenciais da fachada da loja virtual. Com nossas dicas, descubra como consolidar sua marca, encantar os consumidores e realizar mais vendas.

    O que é vitrine virtual?

    Assim como em uma loja física, a vitrine virtual é o cartão de visitas do seu site e dá uma prévia do que o consumidor vai encontrar em seu e-commerce. Ela deve ser personalizada de acordo com a identidade da marca e objetivos do negócio. Uma empresa que trabalha com diferentes coleções ao longo do ano pode ter uma grande foto de destaque na página inicial do site encaminhando para os produtos, por exemplo. Outro tipo de negócio pode preferir a descrição da marca em um banner, apresentando os produtos em ícones menores ao final da página.

    Como montar uma vitrine virtual certeira e sedutora?

    Confira as nossas dicas a seguir e descubra os elementos que tornam a página inicial de sua loja virtual mais eficiente.

    1. Escolha bem os produtos

    Merecem destaque, na vitrine, os produtos que são mais adequados à sua persona. A disposição desses itens pode ser feita a partir de grupos. Veja alguns exemplos:

    • produtos mais vendidos: essa organização é um jeito simples de apresentar sua marca e indicar os itens preferidos dos consumidores;
    • produtos em promoção: aproveite para divulgar as mercadorias paradas no estoque com descontos especiais para atrair os visitantes;
    • produtos sazonais: apresente uma lista com os artigos mais vendidos em datas comemorativas.

    2. Garanta uma boa variedade de itens

    O ideal é que exista um rodízio de apresentação dos produtos para que o consumidor possa visualizar a variedade de itens disponíveis em seu e-commerce.

    Além disso, sempre que incluir novos itens na loja virtual, certifique-se de incluí-los na home. Já os produtos de datas temáticas devem ser retirados da página inicial assim que for encerrado o período comemorativo. Também não deixe de excluir os anúncios dos produtos que estão fora do estoque. Nada mais frustrante para o consumidor que encontrar um anúncio atrativo e não poder concluir a compra.

    3. Ofereça uma interface de fácil navegação

    O e-commerce deve ser projetado com o intuito de facilitar a acessibilidade e navegação dos usuários. Algumas funcionalidades devem ser priorizadas, como o design responsivo, que facilita o acesso à loja virtual tanto no computador quanto nos dispositivos móveis. Também é importante incluir em sua vitrine:

    • apresentação das opções de pagamento e frete;
    • filtros que ajudem o consumidor a refinar a pesquisa;
    • botão para a criação de conta para agilizar o processo de pedidos;
    • “fale conosco” ou chatbot para esclarecer dúvidas; 

    4. Explore o marketing sensorial 

    Apelar para os cinco sentidos em uma interação virtual pode ser desafiador, mas, apesar das limitações, é possível implementar o marketing sensorial e gerar mais vendas em uma loja virtual.

    Escolha um layout convidativo e explore o sentido da visão com o uso de cores utilizadas na identidade visual da marca. Aposte em imagens de alta qualidade e textos descritivos que destaquem as características do item anunciado. A inclusão de vídeos explicativos, que apresentam ou complementam os anúncios, também funcionam como uma estratégia para a atração e conversão dos clientes.

    Essas ações são o ponto de partida que orientam como montar uma vitrine virtual, mas existem muitos outros recursos a serem explorados. Visite os sites de outras empresas e inspire-se. Não se esqueça de fazer testes para garantir que a página atenda às necessidades dos clientes e esteja aberto ao feedback dos visitantes para aprimorar a navegabilidade de sua vitrine.

    Por fim, compartilhe essas dicas nas redes sociais e ajude outros colegas empreendedores a atrair mais clientes no e-commerce.

  • O futuro do varejo: como será a sua relação com o novo cliente após a pandemia

    O futuro do varejo: como será a sua relação com o novo cliente após a pandemia

    O futuro do varejo é muito promissor. Quem souber aproveitar as oportunidades tem grandes chances de fazer o seu negócio crescer e sair na frente da concorrência. Os consumidores estão cada vez mais exigentes e a pandemia tem intensificado isso, uma vez que eles precisam ter acesso aos produtos, mesmo com as exigências de distanciamento social.

    Sendo assim, quanto mais você melhorar a experiência do seu cliente, oferecendo a ele comodidade e, claro, excelente atendimento, é muito provável que o seu negócio comece a se destacar naturalmente.

    No entanto, a preocupação de muitos empreendedores está relacionada ao momento pós-pandemia. Como será a relação com o novo consumidor? É isso que explicamos neste artigo. Confira!

    Como o varejo vai sair da pandemia?

    A pandemia impactou muito a vida e o comportamento das pessoas, sem contar os seus anseios e preferências. O varejo tem grandes chances de sair mais forte dessa crise, mas para isso precisa se adaptar às novas exigências do consumidor.

    O uso da tecnologia, por exemplo, se faz indispensável para acelerar o atendimento e otimizar a experiência do consumidor. O delivery é outra característica que precisa ser implementada na maioria dos negócios, pois, quanto mais cômodo for para o cliente adquirir um produto, maiores serão as chances de melhorar o seu faturamento.

    O novo consumidor estará ainda mais preocupado com questões relacionadas à saúde e aos problemas sociais. Sendo assim, é importante adaptar-se a essas exigências, a fim de evitar a queda nas vendas.

    Quais as principais mudanças que devem ocorrer na sua configuração?

    O futuro do varejo sofrerá algumas mudanças importantes, tais como:

    • redesenho: agora, os consumidores darão preferência para ambientes mais cleans, que passam uma sensação de segurança em relação ao seu bem-estar. Portanto, os pontos de vendas precisam trabalhar cores claras, vidros e seus espaços precisam ser bem arejados;
    • auto check-out: os pagamentos via celular são tendências para o período pós-pandemia, pois os clientes não estão dispostos a enfrentar filas e ficando expostos a riscos;
    • maior dedicação à implantação do marketing sensorial: o marketing sensorial ajudará o cliente a tomar suas decisões de compra mais rápido, porém, tenha atenção para não infringir nenhuma exigência de higienização, principalmente se o sentido explorado for o tato ou o paladar;
    • maior valorização do comércio local: quanto mais o comércio local colabora com a população, mais a população valorizará o comércio local.

    Como será a relação do comércio varejista com o novo cliente?

    A relação do comércio varejista com o novo cliente será mais exigente e consciente do que antes da Covid-19. O consumidor terá algumas regras em mente, como: 

    • mais segurança e higiene: consumir presencialmente deve ser algo seguro;
    • mais comodidade para realizar suas compras: ficar mais tempo em casa será o novo normal;
    • atendimento ágil e facilitado: acesso a novas tecnologias contribuirão positivamente na sua decisão de compra, entre outros.

    Embora a expectativa do futuro do varejo seja animador, muitas dúvidas podem surgir ao longo dessa jornada. O importante nesse momento é que você faça a sua parte e continue se mantendo focado na experiência do seu cliente, oferecendo a ele facilidades para melhorar o relacionamento entre vocês.

    O que acha de ajudar outros empreendedores a ficarem por dentro desse assunto? Compartilhe esse artigo nas redes sociais e nos ajude a conscientizar mais pessoas!

  • 6 vantagens de usar o marketing sensorial em seu negócio

    6 vantagens de usar o marketing sensorial em seu negócio

    Melhorar a experiência do consumidor é uma obrigação de qualquer negócio e esse é um dos principais objetivos do marketing sensorial. Você sabia que os sentidos influenciam muito na decisão de compra e têm o poder de manter os clientes dentro das lojas? Investir nessa estratégia só tende a melhorar os resultados da sua empresa.

    Quanto maior for a satisfação dos seus consumidores, maiores serão as chances de ele indicar seu produto ou serviço para amigos, colegas e familiares. No entanto, quando a experiência não é nada agradável, o efeito contrário também acontece. É muito provável que o cliente expresse sua insatisfação publicamente.

    Quer entender mais sobre o marketing sensorial para surpreender seus clientes e fazer com que eles se tornem fãs da sua marca? Então continue a leitura deste artigo e descubra as vantagens que essa estratégia tem a oferecer para o seu negócio!

    O que é marketing sensorial?

    O marketing sensorial refere-se a uma estratégia que faz uso dos cinco sentidos do ser humano para despertar o desejo de adquirir um produto ou serviço, tendo como base a experiência que ele teve naquele momento.

    Essa estratégia pode ser estimulada por meio:

    • do olfato: esse sentido é afetado pelo cheiro dos produtos, como quando você entra em uma perfumaria e sente as fragrâncias disponíveis para compra;
    • da visão: a visão é estimulada quando o público olha para uma imagem que chama a sua atenção e desperta um desejo, como uma foto de uma comida que aparenta estar deliciosa;
    • da audição: músicas e sons ajudam a tornar o ambiente do estabelecimento mais aconchegante. A sonorização em um ponto de venda, por exemplo, ajuda a atrair mais clientes e proporciona uma sensação de prazer, o que estimula a decisão de compra;
    • do paladar: esse sentido é estimulado quando a pessoa percebe um gosto particular no produto, mesmo que ele seja comum no mercado;
    • do tato: o tato precisa passar uma sensação de familiaridade com o produto, a fim de que o cliente se imagine usando aquela mercadoria. Permitir que ela sinta a textura da roupa e outros objetos é importante para saber se aquele produto atende às suas necessidades.

    Quais as principais vantagens do marketing sensorial?

    Agora que você já sabe o que é marketing sensorial, apresentamos as 6 principais vantagens que essa estratégia oferece para a sua empresa. Confira!

    1. Estimular o desejo de compra

    Muitas vezes, as pessoas deixam de comprar um produto porque ficam amedrontadas pelo fato de não gostarem dele quando chegar em casa.

    Para quebrar esse tipo de objeção, é importante passar para o potencial cliente a sensação de usar determinado produto. Suponhamos que você esteja trabalhando com uma nova marca em seu supermercado. Permitir que seus clientes a experimentem é uma estratégia muito eficiente para otimizar as suas vendas.

    Dessa forma, é possível estimular o consumidor a tomar uma decisão e, ao mesmo tempo, melhorar a rotatividade de um produto ainda desconhecido e com pouca procura.

    2. Criar vínculos emocionais com o consumidor

    Você lembra de alguma empresa com carinho? Não apenas pelo bom atendimento, mas pela satisfação com o produto final? Quando você vai a um restaurante, por exemplo, e sente aquele cheirinho da sua comida preferida, só de lembrar agora, não dá vontade de ir até lá?

    São esses os vínculos emocionais que são criados com o marketing sensorial. O cliente passa a lembrar da sua empresa pelo cheiro, por uma imagem associada a ela, pela música de um cantor preferido, entre outras situações.

    3. Explorar os produtos

    O marketing sensorial permite que o cliente explore seus produtos para entender melhor os benefícios que ele oferece. Suponhamos que você tenha uma loja de colchões. Antes de adquiri-lo, é importante que o consumidor deite nele (sem aquele plástico usado para proteger o material) e analise se o produto atende às suas necessidades.

    Ao investir nesse tipo de estratégia (tato), fica mais fácil até mesmo de convencê-lo a levar para casa um produto de alto valor, como os colchões que contam com massageadores e aqueles que oferecem melhor qualidade.

    4. Fidelizar e encantar clientes

    A confiança é a base do relacionamento com o cliente. Quando o consumidor confia em uma empresa, dificilmente ele dará preferência para outra. Portanto, ter essa credibilidade com o seu consumidor é fundamental para sair na frente da concorrência e ganhar mais espaço no mercado.

    Nesse momento, o marketing sensorial pode ser usado até mesmo em lojas online. Com a crianção de um bom layout, uso de fotos atrativas e com uma ótima descrição dos seus produtos, fica mais fácil de atrair e fidelizar os seus clientes. Você pode até mesmo criar uma playlist para tocar enquanto o cliente navega pelo site.

    5. Influenciar a decisão de compra

    Consumidores odeiam se sentir pressionados no momento da compra. Sendo assim, incentivá-los a tomar uma decisão rápida pode surtir efeito contrário dos seus objetivos. No lugar de adquirir o produto, ele sairá do seu estabelecimento descontente e, muitas vezes, até mesmo com um sentimento negativo. Isso contribui para que ele nunca mais volte para comprar algo em sua empresa.

    O marketing sensorial influencia a decisão de compra de maneira natural. Ao explorar um dos cinco sentidos, automaticamente o cliente passa a se sentir mais confiante no seu produto. Logo, ele toma sua decisão baseado na experiência que ele teve ou deseja ter.

    6. Desenvolver uma identidade

    Para desenvolver uma identidade da marca é preciso ir além de apenas oferecer um produto ao cliente. Nesse momento, o marketing sensorial ajuda o seu negócio a atingir o subconsciente do consumidor e se conectar com ele.

    Por exemplo, uma loja que tem um aroma exclusivo, uma playlist que agrada os seus clientes e uma embalagem única e interessante, faz com que o seu público se identifique com ela e, consequentemente, seja a sua preferência sempre que precisar de algo relacionado ao que ela vende.

    Percebeu a importância de surpreender o seu cliente? São essas experiências que o tornará fã da sua marca, o que destacará facilmente o seu negócio dos seus concorrentes. Portanto, não deixe de investir nas estratégias de marketing sensorial para melhorar a credibilidade da sua empresa no mercado.

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  • 6 dicas de como montar um delivery e obter mais lucro

    6 dicas de como montar um delivery e obter mais lucro

    Nós últimos meses, houve uma procura muito grande por parte dos empreendedores sobre como montar um delivery. A pandemia do coronavírus mostrou a importância de nos reinventarmos e nos adaptarmos às novas necessidades de consumo.

    Com o fechamento temporário de muitos comércios, desde o início dos decretos de isolamento social, as compras por delivery cresceram 59%. Oferecer esse serviço é uma maneira de ter uma fonte a mais de vendas e de expandir o seu atendimento. Além de atender aos consumidores que não querem ou não podem sair de casa.

    No entanto, não é raro encontrar clientes que reclamam de alguns serviços de entrega e de negócios que têm prejuízos. Normalmente, isso acontece pela falta de planejamento e organização.

    Se você tem tido esses problemas ou precisa saber como montar um delivery, acompanhe este artigo!

    As vantagens de montar um delivery

    São diversos os motivos pelos quais os serviços de entrega estão se tornando indispensáveis para muitos consumidores.

    Apesar de muito comum em restaurantes e lanchonetes, a entrega também é uma opção importante para aproveitar as oportunidades de outros setores. As lojas de roupas, maquiagem, papelaria e equipamentos eletrônicos também perceberam um aumento nos pedidos e solicitações de entrega por delivery durante a pandemia.

    Essa é uma oportunidade e tanto para as empresas aproveitarem para aumentar as vendas e fidelizar os clientes. Veja só o porquê.

    Oferece maior comodidade aos clientes

    Correria do dia a dia, aumento de consumidores com acesso à internet, pandemia e cozinhas cada vez menores. O delivery é um serviço que oferece comodidade para esses e outros tipos de clientes que não querem cozinhar ou não podem sair de casa para comprar comida.

    Para fazer um pedido, basta seguir poucos passos, alguns cliques na tela do celular e pronto! O consumidor não precisa nem sair do sofá.

    Possibilidade de aumentar a clientela

    Montar um delivery também é importante para aumentar a quantidade de clientes. Esse serviço diminui as barreiras geográficas. Pense só: muitos clientes preferem frequentar locais próximos de casa, pois já os conhecem e é mais rápido e econômico para chegar.

    Já as entregas podem atender pessoas de outras regiões que não conheceriam o seu negócio se não fosse pelo delivery.

    Otimiza o atendimento

    Consumidores não gostam de esperar. Pior ainda se essa espera for para ficar em filas aguardando atendimento e o pedido. Quando corretamente organizado, o delivery é um serviço rápido tanto para o cliente quanto para a empresa. O consumidor não precisa esperar muito nem ir ao estabelecimento.

    Aumenta o faturamento

    O aumento do faturamento com as vendas é resultado da expansão do seu atendimento para outras regiões, rapidez, praticidade do serviço, aumento dos clientes e otimização do atendimento — consegue atender mais pessoas.

    Como montar um delivery

    Para alcançar esses resultados positivos no seu delivery, não basta contratar motoqueiros e sair fazendo entregas desordenadas ou somente se cadastrar em um aplicativo sem planejamento. O descontrole pode ter um efeito contrário, gerar prejuízos e clientes insatisfeitos.

    Veja como montar um delivery e os passos que não pode ignorar.

    1. Planeje

    Toda e qualquer mudança ou estratégia precisa começar pelo planejamento. Você precisa definir os canais que utilizará no seu delivery, se terá entregadores contratados ou freelancers, qual será a sua região de atendimento, cardápio e plataforma ou sistema para gerenciar esses pedidos.

    2. Faça uma análise da concorrência

    Avaliar a concorrência é necessário para que ofereça serviços melhores. Será importante identificar o preço praticado pelos concorrentes, se cobram pelas entregas, o tempo que levam para finalizar o pedido e os produtos disponibilizados.

    Lembrando que nem sempre ser melhor que o concorrente é ser o mais barato. Muitos clientes buscam por propostas de valor, rapidez e uma boa experiência do atendimento ao produto.

    3. Considere ter a sua própria frota

    Em relação aos entregadores, você tem a opção de montar uma frota própria ou de terceirizar. Apesar de a terceirização sair um pouco mais em conta, ela pode gerar problemas com irresponsabilidade dos profissionais e a falta de entregadores em horários de pico dos pedidos.

    Então, pense em montar a sua própria frota, pois assim você conhecerá os entregadores, definirá critérios para a contratação, conseguirá alinhar as demandas e rotas, além da quantidade de profissionais disponíveis.

    4. Garanta produtos de qualidade

    Nem só o setor alimentício usa o delivery. Qualquer tipo de comércio pode montar um delivery, mas um fator deve ser unânime: a qualidade e integridade dos produtos. Será necessário cuidar das embalagens e do transporte.

    Alimentos e produtos que chegam amassados, abertos ou revirados prejudicam a sua imagem e a satisfação do cliente. Além disso, se for do setor de alimentação, preze pela qualidade dos pratos como se o cliente estivesse no seu estabelecimento. Não faça nada as pressas para atender mais clientes.

    5. Acompanhe todo o processo produtivo

    O processo do delivery precisa ser muito organizado para não fazer entregas erradas ou prejudicar o tempo de entrega e qualidade dos produtos. As tarefas precisam ser distribuídas de maneira eficiente.

    Se a mesma pessoa responsável por receber e gerenciar os pedidos for a que prepara o alimento ou o produto, certamente haverá problemas. Então, conheça e acompanhe de perto todo o fluxo de trabalho do delivery, desde o recebimento do pedido até a entrega para o cliente.

    Assim, você será capaz de identificar algum problema ou falha no meio desse caminho e solucioná-lo antes que prejudique a satisfação do consumidor. Também é fundamental capacitar a sua equipe para alinhar objetivos e ter um time eficiente.

    6. Utilize as mídias sociais para divulgação

    Depois de montar o delivery e organizar todo o processo, é o momento de fazer a divulgação para que os clientes saibam desse serviço. As mídias sociais são as melhores ferramentas para isso, pois têm um bom alcance e ainda trabalham no engajamento do seu público.

    Se você tiver o contato de clientes, por exemplo, pode utilizar o WhatsApp Business para enviar informações sobre o delivery, como horários de entrega e taxas. O Facebook e o Instagram são locais indispensáveis e que a empresa precisa estar, pois são canais que a maior parte dos seus clientes utilizam.

    Publique o seu cardápio das entregas e informações do delivery; folders com promoções e ofertas exclusivas para os seus seguidores também é uma ótima opção. Além disso, se tratando de serviços online, é importante considerar estratégias de marketing omnichannel.

    Entender como montar um delivery vai além de somente contratar entregadores e receber pedidos. Organize o fluxo das solicitações, avalie os valores dos produtos e da entrega e veja o que os seus concorrentes estão praticando para oferecer melhores serviços e, assim, fidelizar clientes.

    Gostou das nossas dicas? Se sim, não deixe de conferir o texto “Descubra como abrir um delivery e como escolher a localização.”